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Organização Mundial de Saúde (OMS)

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Semana de mobilização contra a tuberculose reforça diagnóstico e tratamento

Uma tosse persistente, emagrecimento sem explicação, cansaço e febre, sobretudo no período da tarde. É assim que a tuberculose se manifesta na maioria das pessoas. Para os casos suspeitos, a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF) disponibiliza diagnóstico e tratamento. Neste mês, entre os dias 24 e 31, o assunto ganha ainda mais destaque com a Semana de Mobilização e Luta contra a Tuberculose.  Julliane Mourão e Kátia Palhano, do Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin), ressaltam a importância de os pacientes buscarem atendimento ao notarem sintomas da doença | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  O foco da ação nacional é retirar o Brasil da lista de localidades com maiores números de casos, além de promover a prevenção, o diagnóstico precoce e o combate à discriminação. Isso porque o país precisa atingir a meta da Organização Mundial de Saúde (OMS) de reduzir, até 2030, a incidência para menos de dez ocorrências por cem mil pessoas ao ano. Em 2024, o índice brasileiro foi de 39,7 casos para cada cem mil habitantes. Diagnóstico e tratamento O desafio é grande: a doença causada pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis) é transmitida por via respiratória, ou seja, pelo ar. Estima-se que, durante um ano, uma única pessoa contaminada sem tratamento possa transmitir tuberculose para dez a 15 novos indivíduos.  "O diagnóstico e o tratamento melhoraram muito”, avalia a supervisora do Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) da SES-DF, Kátia Palhano, que trabalha há 21 anos atendendo pacientes com tuberculose. “Hoje, o acesso aos serviços é mais amplo, porém é preciso que os profissionais não negligenciem a condição e atentem aos sinais.” Arte: Agência Saúde DF Atualmente, a rede de 178 unidades básicas de saúde (UBSs) é referência para pessoas com suspeita da doença no DF. Nesses locais, há exames para detecção, medicamentos e profissionais para acompanharem o tratamento, cuja duração mínima é de seis meses. As situações mais graves são encaminhadas ao Cedin, localizado na Asa Sul. Foi o caso de uma mulher de 58 anos que prefere não se identificar. Há dois anos, ela procurou ajuda médica após uma tosse que não ia embora. “Eu não conseguia nem andar, de tanto que tossia”, lembra. Com o apoio da família, faz acompanhamento no Cedin sob supervisão de um pneumologista. “Quando fiz o exame e deu positivo, disseram-me que eu iria ficar bem. Senti uma força muito grande para seguir com o tratamento. Quando você é bem-acolhida, consegue encarar”.  “Trabalhamos com a prevenção. Isso inclui uma vasta avaliação, como a de contatos próximos das pessoas com tuberculose, de forma a quebrar a cadeia de transmissão” Julliane Mourão, enfermeira do Cedin A aposentada também enfrenta sequelas, como a tuberculose ocular, situação que leva a sintomas como inflamação dos olhos, visão embaçada e hipersensibilidade à luz. O acompanhamento especializado permite identificar essas e outras variantes da doença, que podem afetar ossos e articulações, meninges, testículos e próstata, entre outras possibilidades. Prevenção Para recém-nascidos, é fundamental a aplicação da vacina BCG para prevenir a tuberculose | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Os sintomas assustam, mas a enfermeira do Cedin Julliane Mourão garante que a tuberculose pode ser diagnosticada muito antes de a pessoa eliminar sangue pela tosse, por exemplo. “Trabalhamos com a prevenção”, explica. “Isso inclui uma vasta avaliação, como a de contatos próximos das pessoas com tuberculose, de forma a quebrar a cadeia de transmissão”. Pessoas imunossuprimidas, que receberam órgãos ou que precisam tomar medicamentos imunossupressores, também estão no foco nas atividades preventivas. Em recém-nascidos, a vacina BCG é crucial na prevenção de formas graves de tuberculose. [LEIA_TAMBEM]Kátia Palhano explica que, ao iniciarem o tratamento, os pacientes param de transmitir a doença. O uso de máscaras é uma medida adicional para impedir a contaminação. “Não há, portanto, justificativa para ter medo ou evitar a convivência”, pontua a médica. “Essas práticas reforçam o preconceito e resultam da falta de informação, criando estigmas sociais”.  Situação no DF De acordo com boletim epidemiológico de tuberculose no Brasil divulgado pelo Ministério da Saúde, em 2024, o DF registrou 447 novos casos da doença, sendo 366 de tuberculose pulmonar. Nacionalmente, foram 84,3 mil novas ocorrências naquele ano, levando à incidência de 39,7 casos para cada cem mil habitantes. Essa média é mais elevada nas regiões Norte (62,7) e Sudeste (43,4), sendo menor no Nordeste (36,2), Sul (30) e Centro-Oeste (24,3). No DF, especificamente, a incidência ficou em 15 casos para cada cem mil habitantes. *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Movimente mais seu corpo, e a saúde agradece

Todo início de ano traz oportunidades para mudanças. Quando o assunto é saúde, as promessas tendem ao movimento do corpo e a largar de vez o sedentarismo. Tendo como foco que o estilo de vida tem impactos importantes nos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) — como hipertensão, diabetes e cânceres —, a Secretaria de Saúde (SES-DF) oferece atividades e orientações para quem quer reconhecer hábitos nocivos e tirar a meta do papel.  Atividades físicas altrernativas, como yoga, tai chi chuan, cirtuido muiltissensorial e ginástica coletiva, são oferecidas nas unidades básicas de saúde | Foto: Arquivo/Agência Saúde-DF “Se os compromissos são próximos de casa, vale programar-se para ir a pé ou de bicicleta” Helga Lins, fisioterapeuta do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh)   Nas unidades básicas de saúde (UBS), é possível encontrar ações que estimulam a atividade física. Nesses locais, há profissionais que lideram grupos de caminhada, ginástica coletiva, circuito multissensorial e práticas corporais (yoga, tai chi chuan, entre outras), variando de acordo com as necessidades da população local. Encontre aqui a sua unidade de referência, a partir do endereço de moradia. Parte da rotina Junto ao tabagismo, ao consumo excessivo de álcool e à alimentação não saudável, a inatividade física é um dos principais fatores de risco para o adoecimento por DCNT. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda para adultos entre 18 e 64 anos pelo menos 150 minutos de atividade física de intensidade moderada ao longo da semana. Atividades de fortalecimento muscular devem ser praticadas em dois ou mais dias. [LEIA_TAMBEM]A fisioterapeuta Helga Lins, que atua no Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh), alerta que, diferentemente do que se costuma pensar, o sedentarismo não é definido apenas pela falta de exercícios físicos, mas principalmente pelo excesso de tempo parado. Durante o expediente de trabalho, recomenda-se que as pessoas façam pausas de cinco ou dez minutos para ficar em pé, dar uma volta, subir e descer escadas. “Se os compromissos são próximos de casa, vale programar-se para ir a pé ou de bicicleta”, orienta Helga. “Caso utilizem transporte público, às vezes é possível descer algumas paradas antes para terminar o trajeto caminhando.” Segundo ela, até mesmo fazer faxina na própria casa ou dar banho no animal de estimação já são algumas opções. Uma outra dica é consultar o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, que traz as primeiras recomendações e informações do Ministério da Saúde sobre atividade física. É um documento para que a população tenha uma vida ativa, promovendo a saúde e a melhoria da qualidade de vida. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Janeiro Branco enfatiza a importância de reconhecer e acolher crises emocionais

Quando Clara (nome fictício), de 29 anos, começou a tremer, perdeu o ar e caiu no choro no meio do trabalho, ninguém ao redor sabia exatamente o que fazer. Uma colega a levou até uma sala mais silenciosa, pediu que respirasse devagar e permaneceu ao seu lado até que ela conseguisse se acalmar. “Se ela não tivesse parado tudo para me ajudar, eu não sei como teria sido; achei que ia desmaiar”, lembra. O que parecia um infarto era, na verdade, uma crise de ansiedade, uma das emergências emocionais mais comuns atualmente. Campanha Janeiro Branco acende o alerta sobre a importância de refletir sobre a saúde emocional | Fotos: Divulgação/IgesDF No Janeiro Branco — a campanha reserva o mês para convidar a uma reflexão sobre esse tema —, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil está entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade no mundo. O nome é uma referência a “folha em branco”, que representa a possibilidade de rever emoções e escolhas de vida. A campanha Criada por psicólogos brasileiros, a campanha surgiu diante do aumento dos casos de ansiedade, depressão e estresse, e da necessidade de combater o preconceito e o silêncio que ainda cercam o adoecimento mental. A proposta é reforçar que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Organismos internacionais, como a OMS e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), também alertam para a necessidade de colocar a saúde mental no centro das políticas públicas. No cenário pós-pandemia, os serviços de saúde também têm observado aumento significativo nas crises emocionais agudas, que chegam às unidades de pronto atendimento (UPAs), aos centros de atenção psicossocial (Caps) e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio” Igor Santiago, psicólogo do Hospital de Base Segundo o psicólogo Igor Santiago Almeida, especialista em saúde mental do adulto do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), esse crescimento tem múltiplas causas. “A pandemia de covid-19 atuou como um importante catalisador, intensificando vulnerabilidades preexistentes e criando fontes de estresse”, explica. “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio”. Como reconhecer uma crise psicológica Santiago lembra que uma crise é um estado agudo de desequilíbrio emocional, psíquico e comportamental, quando o enfrentamento da pessoa se torna insuficiente. “Ela pode se manifestar como crises de pânico, agravamento de quadros ansiosos ou depressivos ou até crises suicidas”, detalha. Nas crises emocionais agudas, especialmente as de pânico, são frequentes sinais como respiração ofegante ou sensação de falta de ar, taquicardia (coração acelerado), tremores, sudorese e tontura, dor ou aperto no peito, formigamento nas mãos, choro intenso e agitação, confusão mental e pensamentos catastróficos e sensação de perda de controle ou medo intenso. “Muitas vezes, a pessoa realmente acredita que está tendo um problema físico grave”, ressalta Igor. Os primeiros socorros psicológicos (PSPs) são intervenções imediatas de apoio emocional e prático oferecidas a pessoas em sofrimento intenso ou em situação de crise. “Eles não substituem psicoterapia ou tratamento clínico, mas ajudam a reduzir o impacto emocional inicial e facilitam o encaminhamento para o cuidado adequado”, orienta o especialista. “Crises acontecem em casa, no trabalho, na rua. Ter noções básicas nessas horas ajuda a evitar agravamentos e salvar vidas”. Como ajudar alguém em crise ⇒ Mantenha a calma e ofereça ajuda Uma postura tranquila transmite segurança. Dizer ‘eu estou aqui com você’ tem um efeito muito importante ⇒ Reduza estímulos do ambiente Levar a pessoa para um local mais silencioso e com menos agitação ajuda a diminuir a sensação de ameaça ⇒ Ajude a regular a respiração Sugira respirações lentas e profundas ⇒ Escute sem julgamento Permita que a pessoa fale, sem interromper ou criticar. Em alguns casos, ela pode ter dificuldade até de organizar pensamentos ⇒ Valide o sofrimento Frases como “eu vejo que você está sofrendo” ajudam a reduzir a sensação de solidão ⇒ Auxilie a pessoa a se reconectar com o presente Descrever o ambiente e identificar objetos, sons ou sensações corporais pode ajudar na estabilização. Para ajudar uma pessoa em crise, é importante também saber o que não deve ser feito O que não fazer ⇒ Minimizar o sofrimento (“isso é exagero”, “é frescura”) ⇒ Repetir “calma!” de forma brusca ⇒ Pressionar a pessoa a falar ou tomar decisões ⇒ Oferecer soluções prontas ou conselhos não solicitados ⇒ Demonstrar irritação ou pânico ⇒ Realizar toques físicos sem consentimento “Essas frases e atitudes invalidam o sofrimento e reforçam a sensação de perda de controle, que já é um sintoma da crise”, alerta Santiago Almeida. Quando a crise vira emergência A crise deixa de ser apenas emocional e passa a exigir atendimento médico imediato quando há risco iminente ou desorganização grave. Entre os sinais de alerta, estão falas sobre desejo de morrer ou ideação suicida, confusão mental intensa ou diminuição da consciência, delírios ou paranoia e risco de machucar a si ou a outras pessoas. Nesses casos, é fundamental buscar ajuda pelo Samu (telefone 192), em emergências; nas unidades de pronto atendimento, quando há sofrimento intenso ou sintomas físicos associados; no Caps, para acolhimento especializado em saúde mental; e no CVV (telefone 188, apoio emocional 24h). Sinais silenciosos e prevenção [LEIA_TAMBEM]Além das crises agudas, há sinais de sofrimento que costumam ser ignorados, como isolamento progressivo, irritabilidade, fadiga constante, alterações no sono e na alimentação, negligência com o autocuidado e aumento do uso de álcool ou outras substâncias. “Esses sinais podem indicar esgotamento emocional e precisam ser reconhecidos como demanda de saúde”, indica o psicólogo. Manter uma rotina saudável, fortalecer vínculos sociais e buscar ajuda ao perceber os primeiros sinais são estratégias que ajudam a prevenir agravamentos. Para o especialista, o maior mito a ser combatido é a ideia de que crises emocionais são sinal de fraqueza. “Crises são respostas a um sofrimento que excedeu a capacidade de enfrentamento da pessoa e precisam ser tratadas como um problema de saúde legítimo, não como falha moral”, pontua.   *Com informações do IgesDF          

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Saúde pública do DF adota protocolos especiais para combater sepse em pacientes

Nesta semana, é lembrado o Dia Mundial da Sepse (13 de setembro), data que busca sensibilizar a população, profissionais de saúde e autoridades sobre a necessidade urgente de ampliar o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz dessa condição. A sepse, chamada popularmente infecção generalizada, é uma resposta inflamatória grave do organismo a uma infecção. Quando não tratada de forma rápida, pode evoluir para a falência de múltiplos órgãos e levar à morte. Quadro elaborado pela Secretaria de Saúde resume o que é a doença | Arte: Agência Saúde-DF De acordo com dados internacionais publicados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a sepse é responsável por 48,9 milhões de casos e 11 milhões de mortes por ano, o que representa cerca de 20% de todas as mortes no mundo. Quase metade desses casos ocorre em crianças menores de cinco anos. No Brasil, o cenário é ainda mais desafiador. Estima-se que a taxa de mortalidade por sepse chegue a 60%, número muito acima da média de países desenvolvidos, que gira em torno de 20%. O reconhecimento rápido dos sinais da sepse pode salvar vidas. Os primeiros cuidados devem ser iniciados ainda na primeira hora após a suspeita de infecção, período conhecido como “hora de ouro”, aponta a infectologista Clarisse Lisboa, da SES-DF. “No começo, achei que era só um machucado, mas em pouco tempo meu quadro piorou muito”, relata Michel Strogoph Horovits, internado no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) em tratamento contra sepse. “Se não fosse a agilidade da equipe daqui, eu não estaria melhorando. Hoje entendo a importância de reconhecer os sinais cedo.” “Crianças precisam ter um cuidado especial, pois o sistema de defesa das crianças ainda não está totalmente maduro, o que as tornam mais vulneráveis às infecções” Clarisse Lisboa, infectologista Clarisse Lisboa alerta: “O diagnóstico e o tratamento ágil fazem toda a diferença para reduzir a mortalidade, por isso precisamos olhar para esse problema com mais atenção, e adotamos o uso de protocolos clínicos que comprovadamente salvam vidas, que seguem os pilares: prevenção, reconhecimento e diagnóstico precoces, tratamento correto e reabilitação”.  Tratamento O tratamento geralmente exige internação em unidades de terapia intensiva (UTIs). A primeira medida é a administração de antibióticos de largo espectro, por via endovenosa, antes mesmo da identificação do agente infeccioso. Quando o paciente apresenta queda acentuada de pressão arterial, podem ser utilizados vasopressores para estabilizar a circulação. Em situações graves, pode ser necessário o uso de suporte avançado, como ventilação mecânica e hemodiálise. “Crianças precisam ter um cuidado especial, pois o sistema de defesa das crianças ainda não está totalmente maduro, o que as tornam mais vulneráveis às infecções”, pontua Clarisse Lisboa. “Além disso, os sinais e sintomas de infecção na criança podem ser mais difíceis de identificar pela dificuldade em comunicar o que ela sente.” Ela lembra que é fundamental manter o cartão de vacinas atualizado e não deixar de buscar auxílio médico quando houver suspeita de infecção, para que o tratamento adequado seja iniciado o mais rapidamente possível. Capacitação pediátrica [LEIA_TAMBEM]Para enfrentar esse desafio, o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), em parceria com a Sociedade de Pediatria do Distrito Federal (SPDF), vai ofertar uma capacitação voltada ao reconhecimento precoce da sepse pediátrica. O treinamento será realizado na quinta-feira(11), de forma presencial, no grande auditório do Hmib, e também virtualmente, pelo aplicativo Zoom. As vagas presenciais são limitadas a 150 pessoas. Com o lema “Reconhecer para Agir”, a capacitação reforça a importância da identificação rápida dos sinais clínicos de sepse para que a intervenção médica ocorra ainda na chamada “hora de ouro”, capaz de salvar vidas e evitar sequelas graves. Os participantes receberão certificado emitido pelo Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps) do Hmib, além de certificado específico para o curso online fornecido pela SPDF. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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