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Park Sul

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Governadora Celina Leão visita obras de mais de R$ 70 milhões no Park Sul e anuncia projeto de novo viaduto

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão vistoriou, nesta segunda-feira (31/8), as obras concluídas de infraestrutura urbana do Park Sul, no Guará, que somam mais de R$ 70 milhões, segundo a Secretaria de Obras e Infraestrutura. Durante a visita, Celina anunciou a elaboração do projeto básico de um novo viaduto para ampliar o acesso à região e informou que a mudança das primeiras cinco secretarias para o Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF) começa na sexta-feira (4/9). As intervenções abrangem drenagem, pavimentação, calçadas, estacionamentos, ciclovias, iluminação e paisagismo. O painel técnico apresentado durante a vistoria registra investimento aproximado de R$ 50,7 milhões, mais de 6 km de redes de drenagem, 22 mil m² de pavimento asfáltico, 34 mil m² de estacionamentos e 22 mil m² de calçadas. O secretário de Obras e Infraestrutura, Guilherme Nery, informou que, consideradas também as contrapartidas das incorporadoras, o conjunto de obras supera R$ 70 milhões, dos quais cerca de R$ 50 milhões correspondem a recursos aplicados diretamente pelo Governo do Distrito Federal. A cifra de aproximadamente R$ 70 milhões também foi informada por Celina durante a agenda desta segunda-feira. Celina Leão destaca que a estrutura atende uma área que reúne empresas e empreendimentos residenciais e continua em expansão | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Uma das principais frentes foi a drenagem. O sistema conta com quatro bacias de detenção, com capacidade conjunta para 29 mil m³ de água, além de mais de 6 km de galerias. As estruturas recebem a água captada pelas bocas de lobo e reduzem o volume e a velocidade com que ela chega ao córrego Guará. A região tinha histórico de alagamentos durante o período chuvoso. “Trocamos todo o asfalto, fizemos os estacionamentos e a parte de drenagem foi 100% refeita”, afirmou Celina. A governadora destacou que a estrutura atende a uma área que reúne empresas e empreendimentos residenciais e continua em expansão.   Nery ressaltou que a urbanização foi feita em conjunto com diferentes setores envolvidos no desenvolvimento da região. “A gente fez essa parceria. Então aqui são investidos mais de R$ 70 milhões de obras, R$ 50 milhões direto do Governo do Distrito Federal para fazer calçadas, paisagismo, toda a parte viária, toda a parte de mobilidade urbana da região, ciclovias integradas”, afirmou. Parte das obras decorre de compromissos assumidos por empresas que construíram empreendimentos no Park Sul. O acordo remonta a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2009 e posteriormente detalhado em instrumentos entre o poder público e as incorporadoras para compensar impactos do crescimento imobiliário na região. “Tudo que vocês estão vendo aqui de iluminação, de praças, de ciclovia, de calçadas, foi feito por essas empresas particulares em contrapartida ao desenvolvimento da região” Celestino Fracon Júnior, presidente da Ademi-DF O presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Celestino Fracon Júnior, explicou que as empresas associadas participaram de obras de infraestrutura como contrapartida ao desenvolvimento do Park Sul. “Tudo que vocês estão vendo aqui de iluminação, de praças, de ciclovia, de calçadas, foi feito por essas empresas particulares em contrapartida ao desenvolvimento da região”, afirmou. Fracon Júnior preside a entidade no biênio 2025-2027. Novo viaduto Durante a vistoria, Celina anunciou uma nova frente para a mobilidade da região. A governadora informou que solicitou à Secretaria de Obras e Infraestrutura a elaboração do projeto básico de um viaduto para ampliar a capacidade de acesso ao Park Sul. “Não adianta a gente só investir e não ter um novo viaduto para o escoamento, porque você está tendo um adensamento muito grande aqui”, afirmou. Segundo Celina Leão, a necessidade da estrutura ficou evidente diante do fluxo de veículos nos acessos e do número de novos empreendimentos em construção. A governadora disse que o planejamento precisa considerar o aumento futuro da circulação na área. “O problema de trânsito tem que trabalhar também com uma perspectiva de futuro, já que a gente tem novos empreendimentos sendo erguidos aqui”, acrescentou. Nesta etapa, não foram divulgados valor estimado, prazo para as obras nem a localização exata da nova estrutura. Mudança para o CAD-DF começa em setembro Em outro anúncio feito durante a agenda, a governadora informou que a primeira etapa da ocupação do Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF), antigo Centrad, começa em 4 de setembro. A Secretaria de Obras e Infraestrutura será a primeira a iniciar a mudança, acompanhada, nesta fase, pelas secretarias de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Transporte e Mobilidade (Semob), Meio Ambiente (Sema) e de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal). O planejamento para essas cinco pastas havia sido apresentado em junho. A utilização integral do CAD-DF depende de duas outras obras viárias nos acessos ao complexo, em Taguatinga “Nós já temos data marcada para a ocupação do CAD-DF”, afirmou Celina. Segundo a governadora, os sistemas de energia e climatização estão em funcionamento e o complexo já tem autorização para receber essa primeira etapa. Inicialmente, será utilizada cerca de 30% da capacidade do centro administrativo. O Decreto nº 48.744, de junho deste ano, atribuiu à Secretaria de Obras e Infraestrutura a coordenação dos serviços necessários para a ocupação do complexo, entre eles adequações estruturais e de acessibilidade e intervenções nas instalações elétricas, hidráulicas e de climatização. A utilização integral do CAD-DF depende de duas outras obras viárias nos acessos ao complexo, em Taguatinga. Esses dois viadutos são distintos daquele anunciado nesta segunda-feira para o Park Sul. Segundo Celina, a secretaria já recebeu a determinação para elaborar os projetos executivos das duas estruturas ligadas ao centro administrativo. “Com 30% de ocupação, é o que nós conseguimos de permissão neste momento. Para ocupar 100%, ele exige duas novas obras, que são dois novos viadutos”, explicou. A governadora estimou em cerca de um ano o período necessário para a execução das estruturas e afirmou que a expectativa é chegar à ocupação integral do centro administrativo em aproximadamente dois anos.

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Com investimento de R$ 65 milhões, Park Sul ganha bacias de detenção e reforço na drenagem

Um conjunto de obras de drenagem e infraestrutura vai levar mais qualidade de vida para os moradores da Superquadra Park Sul, antigo Setor de Oficinas Sul, no Guará. Os serviços incluem a construção de quatro bacias de detenção com capacidade para abrigar 29 mil m³ de água – equivalente a 11 piscinas olímpicas. As lagoas vão receber o volume pluvial captado por bocas de lobo ao longo do bairro e direcionar ao córrego Guará em menor volume e velocidade. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), investe R$ 65 milhões na construção das lagoas e de galerias pluviais, além da instalação de pavimento asfáltico, paisagismo, mobiliário urbano, calçadas e estacionamento público. As intervenções englobam os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS). As lagoas vão receber o volume pluvial captado por bocas de lobo ao longo do bairro e direcionar ao córrego Guará em menor volume e velocidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Este GDF tem feito investimentos robustos para levar infraestrutura para a Superquadra Park Sul. Estamos aproveitando o período de estiagem para fazer as obras necessárias que vão acabar de uma vez por todas com os alagamentos na região e garantir segurança e conforto aos moradores”, observa a vice-governadora Celina Leão. “Isso inclui garantir iluminação pública, mobiliário urbano e sinalização nas ruas, além da pavimentação da via que liga a região à EPTG, o que vai melhorar o trânsito na região. É um trabalho amplo que tem como finalidade levar qualidade de vida à população”. “O que estamos entregando para o Park Sul é mais que infraestrutura. É segurança e tranquilidade para os moradores e motoristas que passam pela região, principalmente durante as chuvas. A área, que antes sofria com enchentes, agora está preparada para enfrentar esse período crítico com a robustez que a população merece”, destaca o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. As obras, que têm gerado cerca de 200 empregos diretos e indiretos, ocorrem em etapas. Atualmente, as equipes trabalham na escavação das bacias de detenção, na construção da rede pluvial e na pavimentação asfáltica das vias que já receberam a nova tubulação. A rede de drenagem terá extensão total de 6,7 mil metros, dos quais 4.530 metros já foram instalados. Em relação à pavimentação asfáltica, 16 mil m² do total de 75 mil m² estão prontos. O asfalto novo já cobre as quadras 7 a 19 e os trabalhos seguem em execução nas quadras 1 a 6. O comerciário Geraldo Lopes, 58 anos: “Tem muito tempo que aqui alaga quando chove. Essa obra veio em boa hora” O engenheiro da SODF, Marcelo Takahashi, explica que o volume pluvial será captado pela nova tubulação por meio de bocas de lobo, seguirá para a bacia, onde ficará por algumas horas para que haja o processo de decantação, até ser devolvido à natureza em menor velocidade, evitando assoreamento do corpo hídrico. “Estamos trabalhando na instalação da rede nas ruas que cortam as quadras do setor e, em breve, vamos iniciar o trabalho na avenida”. Takahashi acrescenta que “a rede antiga não atendia todos os setores, causando diversos problemas no período de chuvas, principalmente alagamentos. A nova rede e as bacias de detenção vão evitar que essas situações se repitam, e, junto com o novo pavimento, estacionamento e calçadas, vão proporcionar melhores condições de vida para os comerciantes e moradores da área”. Gilvan Sousa Dias, empresário, 41 anos: “Acho que vai realmente resolver o nosso problema” Após a finalização da rede de drenagem, o foco serão as obras de urbanização. Além da nova pavimentação, o setor receberá iluminação pública em LED, paisagismo – com previsão de plantio de 87 árvores e de 23 mil metros de grama -, mobiliário urbano, sinalizações horizontais e verticais, estacionamentos públicos, calçadas mais acessíveis, além de duas praças entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da Via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Para o empresário Gilvan Sousa Dias, 41 anos, as obras vão impactar no movimento de clientes durante os períodos chuvosos. Ele mantém uma loja de pintura automotiva na região há mais de uma década e já vivenciou episódios de alagamentos. “Acho que vai realmente resolver o nosso problema. Aqui, quando chove, fica muito ruim, as pessoas até evitam de vir. Com a obra pronta, acho que isso vai mudar e o movimento de clientes no comércio deve crescer”, avalia. O comerciário Geraldo Lopes, 58 anos, também será beneficiado com as ações feitas na Superquadra Park Sul, onde trabalha há 25 anos. Ele afirma que a intervenção urbana era uma demanda antiga da população que frequenta a área. “Tem muito tempo que aqui alaga quando chove. Essa obra veio em boa hora”, pontua. Dos valores investidos nas obras, R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF, enquanto os demais R$ 22,5 milhões são pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais na região e devem repassar os valores como medida compensatória relativa ao Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS) passaram a ser chamados de Superquadra Park Sul em março deste ano. Anteriormente, a região era intitulada como Setor de Oficinas Sul. A nova nomenclatura foi oficializada pelo Decreto nº 45.599/2024, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

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Equipes concluem obras de pavimentação em cinco quadras do Park Sul

Em alguns trechos da Superquadra Park Sul, antigo Setor de Oficinas Sul, o tempo de poeira e lama já faz parte do passado. É o caso das quadras 15A, 15B, 16, 17 e 18, onde os serviços de pavimentação estão concluídos. No momento, máquinas e operários da empresa contratada pela execução da obra trabalham na terraplanagem e na instalação do novo pavimento na Quadra 19. A próxima etapa será pavimentação da Quadra 13. Além da pavimentação, serão construídos mais de 6 quilômetros de galerias de águas pluviais | Foto: Divulgação/SODF “Cerca de 90% das galerias de drenagem previstas em contrato já estão instaladas, e isso nos permite avançar rapidamente com a pavimentação”, explica o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF (SODF),  Erinaldo Sales. “Nossa meta é concluir a instalação do novo pavimento em todas as quadras da região antes do início do próximo período chuvoso.” O projeto prevê a construção de 6,4 mil metros de galerias de águas pluviais, quatro lagoas de detenção com capacidade para abrigar 29 mil m³ de água da chuva captada pelas bocas de lobo, nova pavimentação, iluminação pública em LED, paisagismo, mobiliário urbano, sinalização horizontal e vertical, estacionamentos públicos e calçadas mais acessíveis. O projeto inclui também a implantação de duas praças na região, entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). “Pedimos desculpas pelos transtornos com a certeza de que no próximo período chuvoso a realidade da região será outra”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. “Toda a água das chuvas será captada pelas bocas de lobo e direcionada para as quatro lagoas de detenção. Não teremos mais alagamentos, lama nem poeira.” O investimento total é de aproximadamente R$ 65 milhões, dos quais R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF e os demais R$ 22,5 milhões, pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais no Setor de Garagens, Concessionárias e Veículos Sul (SGCV), como medida compensatória relativa ao Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). *Com informações da SODF

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GDF regulariza mais um templo religioso por meio do Programa Igreja Legal

Mais um templo religioso deu importante passo rumo à regularização fundiária com a ajuda do Governo do Distrito Federal (GDF). Nesta sexta-feira (19), o governador Ibaneis Rocha entregou à Mitra Arquidiocesana de Brasília o Contrato de Concessão de Uso Oneroso com Opção de Compra (CDU) da Capela São João Paulo II, localizada no Park Sul. A entrega do contrato ocorreu durante a celebração dos festejos julinos da capela. A concessão, prevista na Lei Complementar nº 806/2009, terá vigência inicial de 30 anos, prorrogável por igual período, com preço público mensal estabelecido na porcentagem de 0,15% sobre o valor de avaliação especial. A entrega do contrato ocorreu durante a celebração dos festejos julinos da capela | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na ocasião, o governador lembrou que o acordo faz parte do Programa Igreja Legal, uma iniciativa do GDF em parceria com a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). “Eu estive em uma cerimônia aqui, de lançamento das obras de revitalização no Park Sul, quando eu vi a comunidade toda pedindo por esse espaço. E ali eu chamei o [secretário de Governo] José Humberto e disse: ‘José, vamos resolver essa situação, porque o pessoal lá está cobrando’. E nós viemos aqui diversas vezes e acompanhamos esse processo junto ao Ministério Público”, lembrou o governador Ibaneis Rocha, que classificou a entrega como “um momento histórico”. Ibaneis Rocha também destacou o trabalho “profícuo e muito representativo” do governo em favor das igrejas do DF. “A gente criou uma assessoria religiosa para cuidar de todos os problemas da igrejas do Distrito Federal e, graças a Deus essa foi uma belíssima iniciativa. A gente tem atendido a comunidade religiosa, criamos diversos programas junto à Terracap, de regularização fundiária, regularização das igrejas do Distrito Federal, diminuindo preços, criando a moeda social, parcelando em mais tempo, diminuindo os juros”, elencou. “E, com isso, a gente tem feito com que a comunidade do Distrito Federal cada vez mais participe da vida religiosa. Isso é muito importante”, acrescentou. A política pública entrega uma série de medidas administrativas e legislativas para facilitar a regularização fundiária e garantir a adequada segurança jurídica às entidades religiosas de qualquer culto ou de assistência social instaladas em terrenos públicos até 22 de dezembro de 2016. “A gente criou uma assessoria religiosa para cuidar de todos os problemas da igrejas do Distrito Federal e, graças a Deus, essa foi uma belíssima iniciativa. A gente tem atendido a comunidade religiosa, criamos diversos programas junto à Terracap, de regularização fundiária, regularização das igrejas do Distrito Federal, diminuindo preços, criando a moeda social, parcelando em mais tempo, diminuindo os juros” Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal “São mais de 20 medidas jurídicas, administrativas, legislativas, no sentido de agilizar as regularizações de ocupações históricas de entidades religiosas e assistenciais do Distrito Federal”, destacou o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim. De acordo com a Terracap, desde 2019, houve um incremento de 400% no ritmo anual de regularizações. Nos últimos cinco anos, foram entregues em torno de 450 escrituras, marca superior aos 190 templos religiosos regularizados entre 2009 e 2018. “Essa gestão já conseguiu quadruplicar o volume de regularização de entidades religiosas e assistenciais. Então nós temos até o fechamento do primeiro trimestre 400 entidades já regularizadas em suas ocupações históricas. O segundo trimestre está em fechamento, nos próximos dias, mas nós estimamos que teremos aproximadamente 450 templos regularizados”, detalhou o diretor. Respeito às religiões Igrejas, templos e entidades religiosas desempenham um papel fundamental no apoio à comunidade brasiliense, servindo como centros de acolhimento e assistência social. Muito além do apoio espiritual, esses espaços estão envolvidos em uma série de programas sociais, incluindo distribuição de alimentos, projetos educacionais e iniciativas de inclusão. Presente na entrega da concessão, o arcebispo de Brasília, cardeal Dom Paulo Cézar, celebrou a regularização da capela e ressaltou a importância da religião e dos representantes religiosos para fortalecimento da comunidade brasiliense. “O governador tem feito uma coisa que eu digo que é a verdadeira laicidade do Estado. O Estado laico não é Estado ateu. O Estado laico é o Estado que dá cidadania à tua vida, a toda as religiões. É o estado que permite que todas as religiões, inclusive os ateus, possam exercer com liberdade a sua fé, possam ser ateu livremente. Isso o nosso governador está fazendo e tem feito”, celebrou o líder religioso. Como funciona O Programa Igreja Legal oferece duas possibilidades para a regularização dos terrenos. A primeira opção é por meio de Escritura Pública de compra e venda, com parcelamento em até 360 vezes sem juros. Outra alternativa é a Escritura Pública de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU), que pode ocorrer mediante pagamento de 0,15% ao mês sobre o valor de avaliação especial da terra nua, ou mediante retribuição no sistema da moeda social, com direito de compra a qualquer momento. Para a modalidade de concessão mediante retribuição em moeda social, a entidade deve apresentar, após a assinatura da escritura pública de concessão, plano de trabalho de prestação de serviços ou execução de programas ou projetos de atendimento a grupos vulneráveis da sociedade. Com isso, fica gratuita a concessão do terreno da Terracap. *Colaborou Fernando Jordão

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