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Parque Ecológico Águas Claras

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Parque Ecológico Águas Claras recebe visita de gestores da área ambiental de Nilópolis

O Parque Ecológico Águas Claras, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, recebeu, na manhã desta terça-feira (10), a visita técnica de comitiva da cidade de Nilópolis (RJ), que integra a região metropolitana do Rio de Janeiro e a Baixada Fluminense. O objetivo do grupo, formado por gestores, assessores e parlamentares ligados à área ambiental, foi conhecer e coletar informações sobre a unidade de conservação para aplicá-las, dentro do possível, no Parque Natural Municipal do Gericinó Prefeito Farid Abrão, localizado na cidade fluminense. A visita foi motivada pelo fato de os gestores do parque de Nilópolis considerarem o Parque Ecológico Águas Claras modelo por conseguir equilibrar a função ecológica com o oferecimento de espaço para a prática de esporte e lazer. Eles conheceram toda a infraestrutura da unidade de conservação, como a sede administrativa, quadras poliesportivas, quadras de areia, pista de caminhada, Ponto de Encontro Comunitário (PEC), entre outros equipamentos públicos, além de toda a parte ecológica e o espaço dedicado à educação ambiental. A comitiva do Rio de Janeiro considera o Parque Ecológico Águas Claras modelo por equilibrar consciência ecológica e lazer | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental O secretário de Meio Ambiente de Nilópolis, Dean Senra, explicou que o Parque Ecológico Águas Claras tem muitas semelhanças com o Parque Natural Farid Abrão. “Aqui tem muito do mix que temos em nosso parque de Nilópolis. É um espaço para as pessoas entrarem e fazerem essa experiência de contato com a natureza e também poderem ter um lazer. É um entretenimento, mas com consciência ecológica”, afirmou. Senra exemplificou: “Já observamos que temos no parque de Águas Claras muitas áreas verdes frutíferas, e que têm a ver com a história da cidade. Essa é uma experiência que pretendemos replicar lá”. O presidente do Fundo de Meio Ambiente de Nilópolis, Eduardo Maruche, informou que o Parque Natural Farid Abrão tem uma área de um milhão de metros quadrados. “É considerado o pulmão de Nilópolis, que é uma cidade pequena, mas muito povoada. O parque tem uma visitação de mais de cem mil pessoas por mês. São nilopolitanos e pessoas de toda a Baixada Fluminense. Acredito que o Brasília Ambiental e a Prefeitura de Nilópolis podem trocar muitas experiências positivas e salutares sobre gestão e uso de seus parques”, considerou. “A visita não só reforça a importância do trabalho que realizamos aqui, no Cerrado, como também nos mostra que estamos no caminho certo ao compartilhar a forma como gerimos as nossas unidades de conservação” Celina Leão, vice-governadora do DF A vice-governadora do DF, Celina Leão, reforçou a importância do intercâmbio: “Essa troca de experiências é fundamental para a preservação dos biomas. A visita não só reforça a importância do trabalho que realizamos aqui, no Cerrado, como também nos mostra que estamos no caminho certo ao compartilhar a forma como gerimos as nossas unidades de conservação. Dessa forma, levamos as boas práticas que desenvolvemos para serem replicadas em outros locais, contribuindo ativamente para a preservação ambiental”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que todas as unidades de conservação administradas pelo instituto estão de portas abertas para compartilhar experiências. “Fortalecemos a proteção ambiental ao disseminar boas práticas. Essa troca permite maior efetividade na conservação da biodiversidade, soluções conjuntas para conflitos e integração entre conhecimentos técnicos, elevando a qualidade de vida das populações que usufruem desses espaços”, justificou. O Parque Ecológico Águas Claras é um grande refúgio verde de 95,4 hectares, inaugurado em 2000. O local oferece trilhas, lagoas, quadras de esportes, áreas de lazer e o programa Parque Educador. Funciona diariamente das 6h às 22h, sendo ideal para caminhadas, piqueniques e contato com a natureza. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Agentes retiram 57 comedouros colocados por visitantes no Parque Ecológico de Águas Claras

Os agentes de unidades de conservação do Parque Ecológico de Águas Claras (Peac), administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, retiraram, no mês de fevereiro, cerca de 57 comedouros e recipientes similares espalhados por áreas do parque, colocados por frequentadores. A ação foi baseada na Lei Federal nº 9.605/1998 de crimes ambientais, que visa proteger a integridade dos ecossistemas. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta que essa atitude dos visitantes resulta em prejuízos significativos para os animais. “As pessoas podem até achar que estão fazendo uma coisa boa, mas não estão. Estão é causando alteração no comportamento natural das espécies, criando desequilíbrio e tornando-as vulneráveis a várias doenças”, enfatiza. O instituto aposta em educação ambiental para colocar fim a esse problema. A autarquia planeja desenvolver material informativo de caráter educativo, visando sensibilizar os frequentadores sobre os riscos inerentes à prática de alimentação de animais. Outras situações que podem ocorrer, segundo a agente, é que os comedouros podem se tornar focos de contaminação, de transmissão de doenças entre espécies e ainda atrair ratos e pragas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A agente de unidades de conservação Agda Sabino lembra que, infelizmente, a retirada de comedouros é uma prática que deve ser frequente, porque as pessoas insistem em alimentar os animas. “Prática que é extremamente inadequada e proibida. Alimentos oferecidos não integram a dieta natural da fauna silvestre e podem gerar doenças, como diabetes, infecções, entre outras. E também causar dependência humana e a perda da capacidade natural dos animais de buscar, localizar, capturar e consumir alimentos do próprio habitat”, explicou. Outras situações que podem ocorrer, segundo a agente, é que os comedouros podem se tornar focos de contaminação, de transmissão de doenças entre espécies e ainda atrair ratos e pragas. Alimentar animais silvestres, especialmente em unidades de conservação, é considerada, pela legislação ambiental, interferência na fauna nativa, passível de penalidades. A autarquia planeja também implementar sinalização vertical em pontos estratégicos do Peac, que servirá como reforço visual permanente aos alertas, desempenhando um papel fundamental na orientação pública e na preservação da fauna silvestre. A intenção é que essa ação some para mitigar as investidas de visitantes que, por desconhecimento, fomentam a instalação de novos comedouros.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Equipamento fornece dados sobre qualidade do ar e número de visitantes no Parque Ecológico Águas Claras

Uma coluna inteligente com mais de seis metros de comprimento foi instalada no Parque Ecológico Águas Claras. O Post Smart Ibram fornece diversas informações úteis para o aprimoramento do plano de manejo e conservação do local. Entre elas, dados sobre a qualidade do ar, informações meteorológicas e o número de visitantes únicos do parque. O equipamento, que começou a funcionar em dezembro de modo experimental, já teve os ajustes necessários para fornecer informações precisas. O Post Smart Ibram foi doado pela empresa Confiança Administração e Serviços. O Parque Ecológico Águas Claras, segundo contagem do Post Smart Ibram, recebe 42 mil pessoas por mês, o que colocaria a unidade em segundo lugar entre os parques estaduais do país | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Agora, passamos a ter dados meteorológicos, informações sobre a qualidade do ar e contagem de visitantes por biometria facial. Ou seja, cada pessoa é contada apenas uma vez. O equipamento também faz a distinção de visitantes, bicicletas e veículos. O poste possui ainda um painel luminoso que podemos usar para divulgação de informações importantes sobre o parque”, detalha a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Águas (Sucon), Marcela Versiani. Entre as informações obtidas por meio do Smart Ibram estão a confirmação da qualidade do ar no parque. Também foram contabilizadas até 42 mil pessoas circulando no local todos os meses na parte central da unidade – onde o equipamento está instalado -, e registrado que o pico de uso do parque ocorre às 21h. “O quantitativo de visitantes mensal só na área central do parque, contado pelo equipamento, revela um número que pode chegar a 504 mil pessoas por ano. Se fizermos uma comparação com os dados divulgados na semana passada, pelo Instituto Semeia, sobre número de frequentadores em parques estaduais, o parque de Águas Claras está à frente do segundo lugar, que é o Jaraguá, de São Paulo, que recebe 407 mil visitantes por ano. Ou seja, só perde para o primeiro lugar, que é o parque estadual de Cocó, no Ceará, com estimativa de 600 mil pessoas ao ano. E, nesse quantitativo da nossa Unidade de Conservação, não estamos incluindo as pessoas que a contornam, que não chegam a passar pelo centro e não são contadas”, explica. Os dados obtidos pelo equipamento podem indicar pontos que podem ser melhorados no parque A superintendente também destaca a importância das informações sobre pico de visitação que podem ajudar na melhora do planejamento da manutenção e funcionamento do parque. O poste também já trouxe a informação que o número de bicicletas na área central do parque é muito alto. “Isso pode balizar decisões sobre a necessidade de expansão da pista de ciclovia e a separação dela da pista de caminhada, por exemplo, para ser discutido no planejamento”, acrescenta. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, também comemora a conquista: “Teremos dados mais precisos para poder melhorar o planejamento da unidade com o diagnóstico que será dado no plano de manejo, o que nos levará a fazer um melhor zoneamento da área, com mais garantia dos dados que fundamentarão essas decisões”, esclarece. “Aliamos a preservação ambiental com a utilização do local pela população para momentos de lazer e a prática de esportes, levando qualidade de vida para quem os frequentadores do parque” Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora, Celina Leão, ressalta a importância do uso da tecnologia para o planejamento das ações de conservação e manejo do parque. “Quanto mais detalhadas e precisas as informações, melhor será o planejamento das ações de cuidado do Parque Ecológico Águas Claras. Dessa forma, aliamos a preservação ambiental com a utilização do local pela população para momentos de lazer e a prática de esportes, levando qualidade de vida para quem os frequentadores do parque”, ressalta. Smart Ibram A coluna inteligente modular é uma solução multifuncional que combina diversas tecnologias em um único poste de iluminação. É projetada principalmente para áreas urbanas e pode incluir módulos para iluminação LED, Wi-Fi, câmeras de segurança, carregamento de veículos elétricos, e mais. A estrutura e os componentes da coluna são feitos para serem duráveis e eficientes, adequados para ambientes externos. O corpo principal da coluna é fabricado em alumínio devido à resistência à corrosão, leveza e durabilidade. O alumínio é ideal para uso externo, especialmente em mobiliário urbano, pois suporta bem as variações climáticas. Algumas partes da coluna podem ser reforçadas com aço, particularmente em bases ou em elementos estruturais que requerem maior resistência mecânica. As luminárias podem incluir componentes de vidro ou plásticos transparentes de alta qualidade para proteger os LEDs e permitir uma distribuição eficaz da luz. Estes materiais são escolhidos pela sua clareza, resistência a impactos e propriedades de difusão de luz. Internamente, a coluna inclui diversos componentes eletrônicos para funcionalidades adicionais como Wi-Fi, câmeras, e sistemas de carregamento. Estes componentes são geralmente montados em circuitos impressos com encapsulamentos resistentes às condições externas. Os materiais externos são frequentemente tratados com revestimentos protetores para aumentar a resistência à corrosão, UV e desgaste por intempéries. Isto é crucial para garantir a longevidade e manutenção reduzida do equipamento. *Com informações do Brasília Ambiental

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Fim de semana registra um condutor alcoolizado a cada dez abordagens

Durante ações de policiamento e fiscalização de trânsito entre a noite de sexta-feira (7) e a madrugada desta segunda (10), o Detran-DF retirou das vias 75 condutores que estavam dirigindo sob influência de álcool. Esse total representa 10,5% dos motoristas abordados (710). Carro rebocado em Águas Claras: condutor recusou fazer o teste de etilômetro e fugiu, mas foi autuado | Foto: Divulgação/Detran-Df “Nossas ações têm o caráter preventivo mesmo quando trabalhamos de forma repressiva, pois abordamos e retiramos das vias condutores potencialmente candidatos a se envolver em sinistros de trânsito – o que poderia ser fatal e trágico em muitos casos” Wesley Cavalcante, diretor substituto de Policiamento e Fiscalização de Trânsito Os agentes ainda flagraram 25 condutores não habilitados, 24 com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias e 28 que conduziam veículos com escapamentos alterados. Ainda foram registradas outras 110 autuações por infrações diversas, e 53 veículos foram removidos ao depósito da autarquia. “Nossas ações têm o caráter preventivo mesmo quando trabalhamos de forma repressiva, pois abordamos e retiramos das vias condutores potencialmente candidatos a se envolver em sinistros de trânsito – o que poderia ser fatal e trágico em muitos casos”, explica o diretor substituto de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Wesley Cavalcante. As operações foram feitas em Águas Claras, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Sobradinho II, tendo contado com o apoio da Polícia Militar. No total, foram aplicados 670 testes de alcoolemia. Destaque Por volta da 1h da manhã desta segunda-feira, o condutor de um Fiat Uno branco foi parado em blitz em Águas Claras. Ao perceber sintomas de embriaguez, os agentes ofereceram o teste do etilômetro e ele recusou, evadindo-se imediatamente do ponto de bloqueio; na tentativa de fuga, perdeu o controle do veículo e atingiu a cerca do Parque de Águas Claras. Mesmo com o apoio do helicóptero da Polícia Militar, dos seguranças do parque e dos policiais militares que participavam da operação do Detran-DF, o condutor não foi localizado dentro da unidade de conservação. O veículo foi removido ao depósito, e o motorista foi autuado por transpor bloqueio viário, alcoolemia e vai responder por dano ao patrimônio público. De acordo com o artigo 210 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transpor bloqueio viário é infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 293,47, remoção do veículo e suspensão do direito de dirigir. Além disso, a recusa ao teste do etilômetro caracteriza infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir, conforme previsto no artigo 165-A do CTB. *Com informações do Detran-DF

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