Parque da Cidade completa 48 anos com resgate de espaços históricos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek completa 48 anos neste domingo (11/10) com uma série de melhorias realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Na gestão da governadora Celina Leão, um dos principais cartões-postais de Brasília passa por um processo de modernização, com investimentos em infraestrutura, segurança, lazer e recuperação de espaços históricos. Inaugurado em 11 de outubro de 1978, o parque tem 420 hectares e recebe cerca de 700 mil visitantes por mês. Considerado um dos maiores parques urbanos do mundo, o espaço reúne projetos de nomes como Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx, além de fazer parte da memória afetiva de gerações de brasilienses. O Parque da Cidade faz parte da memória afetiva da capital federal | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília Entre as melhorias realizadas pelo GDF estão a modernização da iluminação com tecnologia LED, a reforma dos banheiros, a instalação de novos bebedouros e o reforço da segurança com mais 16 vigilantes. O parque também ganhou 48 novas churrasqueiras, ampliando as opções de lazer e convivência para as famílias. Outra frente de trabalho envolve a recuperação de espaços tradicionais, como o Castelinho, e a criação da Praça do Pôr do Sol. O parque também passou a receber eventos esportivos nacionais e internacionais, consolidando sua importância para o esporte, o turismo e a qualidade de vida no Distrito Federal. "Cuidar do parque é cuidar da nossa cidade e das pessoas que vivem aqui" Governadora Celina Leão “Quem nasceu ou cresceu em Brasília tem alguma lembrança especial do Parque da Cidade. É onde muitas crianças aprenderam a andar de bicicleta, onde famílias se encontram e onde tanta gente construiu histórias. Eu quero que nossos filhos e netos também tenham essas lembranças. Cuidar do parque é cuidar da nossa cidade e das pessoas que vivem aqui”, afirma a governadora Celina Leão. Piscina com Ondas é um dos principais investimentos Um dos projetos mais simbólicos é a recuperação da tradicional Piscina com Ondas, fechada desde 1997. Com investimento anunciado de R$ 18,2 milhões, a obra prevê a modernização do complexo aquático, com novas atrações para crianças e adultos, incluindo rio lento, brinquedos aquáticos e espaços de convivência. A obra da Piscina com Ondas recebeu o investimento superior a R$ 18 milhoes A intervenção, iniciada em 2025, representa o resgate de um dos equipamentos de lazer mais conhecidos da história de Brasília. A expectativa é devolver à população um espaço que marcou a infância de milhares de brasilienses. A segurança também recebeu atenção especial. Além do reforço na vigilância, o GDF iniciou a substituição do antigo cercamento do parque, instalado em 1978, por uma estrutura mais moderna e resistente. A intervenção prevê aproximadamente 15 quilômetros de cercas, contribuindo para a preservação do patrimônio público. Novas melhorias estão previstas O Parque Ana Lídia está na lista dos pontos que devem receber melhorias em breve O pacote de revitalização também contempla projetos para os próximos anos. Entre as iniciativas previstas estão a padronização dos quiosques; a instalação de novos brinquedos no Parque Ana Lídia; a recuperação da orla da Lagoa dos Patos; a revitalização da Praça das Fontes, de Burle Marx; e a reforma do Pavilhão. Também estão previstas melhorias nos espaços comerciais e de alimentação, buscando ampliar o conforto e as opções de serviços oferecidos aos frequentadores.
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Governo do DF inaugura a Casa da Mãe Atípica no Parque da Cidade
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Cuidar de quem cuida. Partindo dessa premissa fundamental, foi inaugurada nesta quinta-feira (1º/10) a Casa da Mãe Atípica, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade. O novo equipamento é voltado a mães e cuidadoras de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras, com a estimativa de 740 atendimentos mensais. A estrutura da Secretaria da Mulher recebeu investimento de R$ 350 mil, provenientes de recursos próprios do Governo do Distrito Federal (GDF), sem uso de emendas parlamentares. A governadora Celina Leão visitou as instalações e destacou a prioridade em prestar assistência a essas mulheres. "É a primeira vez que o governo as enxerga e sabe que precisa cuidar de quem cuida. É o primeiro equipamento. A gente quis que fosse num lugar público, um lugar que todas conhecessem. E um dos lugares mais bonitos aqui do Distrito Federal, para que elas tenham um lugar de aconchego, porque elas cuidam das suas crianças e muitas vezes esquecem que também precisam de cuidados. Muitas delas estão na depressão, estão adoecidas. Então, é o primeiro canal de cuidado para quem cuida. Eu tenho certeza que vai ser pequeno daqui uns dias. É o primeiro laboratório para a gente ver como vai funcionar essa política pública. Nós vamos repercutir em outras cidades que há essa necessidade, mas aqui já é um ponto de encontro, de pautas, de reivindicação, de política pública, de disseminar o que elas querem de forma organizada, de trazer o problema das crianças para nós. Esse olhar para as mães é um olhar muito especial. Muitas delas são abandonadas pelos companheiros, apesar que existem pais que permanecem. Eu fui abordada por um pai dias para trás que falou: 'Por que da mãe atípica? Eu sou pai e não abandonei.' Mas aqui é um lugar da família, mas a maioria são mães", afirmou a governadora. Com 217,50 m² de área útil, o local oferece três salas de atendimento individual, sala para atividades em grupo, banheiros acessíveis, pátio e playground. O espaço foi mobiliado pela própria pasta e conta com uma equipe 100% feminina para o acolhimento. A grade de serviços inclui apoio psicossocial, acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, atendimentos médicos e psiquiátricos, além de oficinas de empreendedorismo para autonomia e geração de renda, aulas de ioga e musicoterapia. Para facilitar o acesso público, o governo vai garantir transporte gratuito da Rodoviária do Plano Piloto até a unidade. A governadora Celina Leão visitou as instalações nesta quinta e destacou a prioridade em prestar assistência a essas mulheres | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília A secretária da Mulher em exercício, Jaqueline Aguiar, explicou que o projeto busca criar uma rede completa de proteção e facilidades de transporte. "Nosso principal objetivo é, de fato, acolher as mulheres, as mães atípicas, para que elas tenham um espaço onde encontrem psicólogos, assistentes sociais, advogados, médicos, psiquiatras. Todo o atendimento será feito por mulheres. Vamos disponibilizar transporte vindo da rodoviária de forma gratuita várias vezes ao longo do dia, para que a gente possa justamente facilitar a vinda das mães para cá. Vamos ter atividades ao longo do dia, o dia todo. Vamos ter um ambiente de paz para que as mães possam ter esse respiro no dia e as crianças vão ser cuidadas por monitores especializados. É um ambiente realmente com todo o cuidado para elas, e de porta aberta, a mãe pode vir e ser atendida", destacou a secretária, ao ressaltar que não será necessário agendamento para participar das atividades. Dignidade no dia a dia Para as mães que acompanham a causa, o novo centro público representa o reconhecimento da luta feminina e da busca por dignidade. A representante do Instituto Ápice Down, que também é mãe atípica, Janaína Parente expressou a emoção de presenciar a entrega do espaço. "O sentimento é primeiro de dever cumprido, porque é uma luta. Nós buscamos qualidade da vida, não só dos nossos filhos, mas a nossa também. Ter um lugar com uma acessibilidade ampla, arborizado, no parque, não é num lugar escondido. Isso tem um valor imenso. Nós precisamos ser vistas, nós existimos, não só como mães que lutam pela a vida dos seus filhos com deficiência, mas como mulheres, primeiramente, que abdicamos uma vida inteira de tantas coisas. Poder estar aqui, seja num dia de semana ou no fim de semana, escutando os passarinhos, praticando ioga, tendo apoio psicológico, isso não tem preço", elogia a mãe. A coordenadora da Casa da Mãe Atípica, Linda Marques, reforçou o caráter inovador do espaço, voltado especificamente às necessidades das cuidadoras. "A casa foi pensada justamente para cuidar da mãe, porque às vezes ela é esquecida. A expectativa é gerar cuidado, gentileza e gratidão. Só quem tem um filho atípico sabe da necessidade desse cuidado que essa mãe vai ter, de alimentação, de gerenciamento, de saúde mental, isso é muito importante. Eu acredito que vai ser incrível e inesquecível para as mães, um presente de aconchego no coração delas", refletiu.
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Encerramento do Agosto Lilás traz conscientização no combate à violência contra a mulher
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Foi uma manhã incrível com mulheres maravilhosas. Esse tema é muito importante, porque ações como essa ajudam no combate à violência contra a mulher. Muitas não sabem como sair da situação de violência e nem onde pedir ajuda, por isso, essa conscientização é essencial”, disse a dona de casa Maria Luiza da Silva, 52 anos. No último sábado (29/8), a Secretaria da Mulher (SMDF) realizou o evento de encerramento do Agosto Lilás: 20 anos da Lei Maria da Penha — Mulheres em Movimento. Foi uma manhã de mobilização no estacionamento 12 do Parque da Cidade, das 9h às 12h, que reuniu música, cuidados, lazer, informação, convivência e acesso à rede de proteção, em ambiente acolhedor e acessível. Entre as atividades, gratuitas, teve aplicação de flúor, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga. Os serviços do estande da SMDF também incluíram acolhimento, escuta qualificada, divulgação da rede de proteção, participação da banda Elas que Toquem e um espaço colaborativo com artesãs do DF. Atividades no Parque da Cidade incluíram aplicação de flúor, limpeza de pele, exames de vista e das mãos, massoterapia, tranças, maquiagem e aula de ioga | Foto: Divulgação/SMDF 20 anos da Lei Maria da Penha A Lei Maria da Penha criou mecanismos para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabeleceu medidas de assistência e proteção. Ao completar duas décadas, a legislação também reforça a importância de reconhecer situações de violência e conhecer os caminhos para buscar ajuda. A lei reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A violência física envolve agressões que causem dano à integridade ou à saúde corporal. A psicológica pode ocorrer por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento ou controle das ações e decisões da mulher. Também são consideradas formas de violência a prática de atos sexuais sem consentimento, a retenção ou destruição de documentos e bens, o controle de recursos financeiros e condutas como calúnia, difamação e injúria. Conhecer essas formas de violência ajuda a identificar situações que podem passar despercebidas e a procurar orientação. Canais de atendimento e denúncia ⇒ Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias. ⇒ 190 – Polícia Militar, em situações de emergência ou risco imediato. ⇒ 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias. *Com informações da SMDF
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Encerramento do Agosto Lilás terá atendimento e orientação às mulheres no Parque da Cidade neste sábado (29)
O encerramento do Agosto Lilás será realizado neste sábado (29), das 9h às 12h, no estacionamento 12 do Parque da Cidade. A ação reunirá equipes para atendimento e orientação sobre direitos das mulheres, prevenção à violência e os serviços disponíveis para quem precisa de informação ou apoio. A manhã foi planejada para aproximar esse conteúdo do público de forma acessível, com espaço para esclarecimento de dúvidas e atendimento. Também haverá atividades de cuidado, bem-estar e convivência, compondo um espaço de escuta, descontração e interação ao longo da manhã. Campanha mobiliza a sociedade em torno da conscientização da importância do enfrentamento à violência contra a mulher | Foto: Divulgação A iniciativa encerra as ações do Agosto Lilás, período dedicado à ampliação da informação e à conscientização sobre a violência contra as mulheres. Em 2026, a programação também se relaciona aos 20 anos da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), sancionada em 7 de agosto de 2006. Vinte anos da Lei Maria da Penha A Lei Maria da Penha criou mecanismos para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher e estabeleceu medidas de assistência e proteção. Ao completar duas décadas, a legislação também reforça a importância de reconhecer situações de violência e conhecer os caminhos para buscar ajuda. A lei reconhece cinco formas de violência doméstica e familiar: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A violência física envolve agressões que causem dano à integridade ou à saúde corporal. A psicológica pode ocorrer por meio de ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento ou controle das ações e decisões da mulher. Também são consideradas formas de violência a prática de atos sexuais sem consentimento, a retenção ou destruição de documentos e bens, o controle de recursos financeiros e condutas como calúnia, difamação e injúria. Conhecer essas formas de violência ajuda a identificar situações que podem passar despercebidas e a procurar orientação. Canais de atendimento e denúncia ⇒ Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, para orientação e registro de denúncias ⇒ 190 – Polícia Militar, em situações de emergência ou risco imediato ⇒ 197 – Polícia Civil do Distrito Federal, para informações e denúncias.
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