Trecho entre a Vila Planalto e a Ponte do Bragueto terá iluminação LED
O programa Luz que Protege, da CEB, chega ao trecho da Avenida das Nações entre a Vila Planalto e a Ponte do Bragueto. Luminárias tradicionais serão substituídas por modelos LED. Será investido R$ 1 milhão na modernização da iluminação pública neste trecho da L4, que tem 12,6 km de extensão. A obra, já em andamento, irá beneficiar dezenas de milhares de veículos que trafegam diariamente na via, que atravessa o Plano Piloto de norte a sul. Nesta intervenção, serão substituídas 621 luminárias com potências entre 60W e 280W. A CEB está com obras em andamento no Parque do Setor O, na DF-451 e na BR-020, entre outros pontos do DF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O presidente da CEB, Edison Garcia, comentou que uma série de obras de eficiência energética está em andamento em todo o Distrito Federal. “A nossa política vem sendo executar o programa Luz que Protege de maneira pulverizada. Desta forma, moradores de diversas áreas do DF são beneficiados. Neste momento, estamos com obras em andamento no Parque do Setor O, na DF-451, na BR-020, entre outros. A CEB está empenhada em substituir todo o parque de iluminação pública em tempo recorde. É o nosso principal objetivo”, disse. *Com informações da CEB
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Projetos vão potencializar turismo náutico e gastronômico no DF
O morador de Brasília já sabe que o Lago Paranoá é o maior lago artificial urbano do mundo e dono de uma beleza exuberante. Para aproveitar todo esse potencial e compartilhar a experiência com turistas de todo o país, surge o projeto de um complexo náutico e gastronômico a ser construído aos pés da Ponte do Bragueto. [Olho texto=”“É uma combinação de ações que tem um objetivo só: estruturar a nossa cidade, capital de todos os brasileiros, por meio do turismo náutico, pelas experiências que um lago como o nosso Paranoá pode oferecer” ” assinatura=”Vanessa Mendonça, secretária de Turismo” esquerda_direita_centro=”direita”] No lado do Plano Piloto, sob a ponte, já há um chamamento público para que empresas desenvolvam estudos de modelagem técnica, econônmico-financeira e jurídica visando à construção de um polo gastronômico e de lazer. A proposta é que seja por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Já do lado do Lago Norte, a meta é a reforma do Deck Norte, por meio do programa Adote Uma Praça, desenvolvido pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe). Na tarde de quinta-feira (20), representantes da Sepe, da Secretaria Turismo (Setur), da Administração do Lago Norte, do Ministério do Turismo e da Embratur, além da atleta do remo Andréa Pontes, fizeram uma visita técnica ao Parque Vivencial II, no Deck Norte, para conhecer o local. A titular da Setur, Vanessa Mendonça, ressaltou que o empreendimento faz parte do propósito do governo de potencializar o turismo de Brasília e consolidar a capital como roteiro nacional e internacional. “É uma combinação de ações que tem um objetivo só: estruturar a nossa cidade, capital de todos os brasileiros, por meio do turismo náutico, pelas experiências que um lago como o nosso Paranoá pode oferecer; por meio do turismo gastronômico, pelo turismo de contemplação, pelos passeios e pela pesca”, declarou. Os empreendimentos O projeto sob a Ponte do Bragueto prevê a construção de um novo polo turístico com capacidade de abrigar shows, eventos e manifestações culturais em geral. O polo gastronômico terá restaurantes, cafés, sorveterias, tudo construído em estruturas de madeira palafitadas sobre o Lago Paranoá. Contará ainda com estruturas de ciclovia, estacionamento, deque, mezanino e passarela. O espaço terá soluções de mobilidade urbana, por via terrestre e náutica, e também vai atender as normas de acessibilidade para pessoas com deficiência. [Olho texto=”“Vamos transformar um lugar subaproveitado em um polo turístico nunca visto antes na cidade” ” assinatura=”Marcelo Ferreira, administrador do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O administrador do Lago Norte, Marcelo Ferreira, acredita que a construção do complexo gastronômico vai ser um grande marco na história do Distrito Federal. “Vamos transformar um lugar subaproveitado em um polo turístico nunca visto antes na cidade”, comemorou. A atleta Andréa Pontes também vê o complexo gastronômico como um empreendimento de integração entre as duas áreas subutilizadas, conjunto que inclui o Parque Vivencial e a orla norte do Lago Paranoá. “A reforma do Parque Vivencial vai ser um case internacional e um modelo de parque acessível”, avaliou. “Agregar o complexo ao parque deixa o sonho ainda maior em prol da acessibilidade e integração de pessoas com deficiência”. Parcerias Responsável pelos projetos do GDF executados por meio de PPPs, o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, explicou que a Sepe já iniciou o processo para o polo gastronômico. “Já estamos trabalhando no rito desse projeto que tem o apoio da Setur”, relatou. “Estamos na fase de receber a documentação das empresas interessadas em desenvolver os estudos de modelagem de negócio para a área. E a ideia é que haja uma integração entre o polo e o parque no Deck Norte, para criarmos um grande espaço para a população de todo o Distrito Federal e também para os turistas que visitam a capital”. Também presente à visita, a chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do Ministério do Turismo, Débora Barboza, vê no empreendimento um enorme potencial para colocar Brasília no roteiro nacional de atrativos turísticos. “Será possível casar o turismo náutico, o turismo gastronômico, o turismo de aventura, o turismo de experiência e o turismo de contemplação em um único lugar”, reforçou. O coordenador especial de Turismo Náutico da Embratur, Gentil Venâncio, explicou que, por orientação do Ministro do Turismo, Gilson Machado, a Embratur vai iniciar, em agosto, a preparação de destinos e potenciais produtos turísticos, e Brasília está dentro desse mapeamento. “A obra vai contribuir para potencializar Brasília para além do turismo monumental e do turismo cívico-administrativo, mostrando as belezas e novas rotas para o turista nacional e internacional”, detalhou. “Esse projeto é importante para alavancar o turismo no lado norte da cidade, e a Embratur vibra com a iniciativa”. Outros projetos Além desses dois projetos, há mais dois em andamento para a região do Lago Norte: o da Prainha Norte e o da marina pública. Ambos já estão tramitando na Sepe e serão viabilizados por meio de PPPs. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A proposta da Prainha consiste no cercamento de uma parte que fica na Estrada Parque Paranoá (EPPR), DF-005, próximo à MI 6 do Lago Norte, e no controle do acesso, mas sem cobrança de ingresso. A medida dará mais segurança aos frequentadores e impedirá um dos grandes problemas, que é a invasão do espaço pelos carros com som alto, churrascos e fogueiras à beira do lago. A implantação das marinas públicas, uma no Lago Sul e outra no Lago Norte, se dará por meio de concessão das áreas para gestão, operação e manutenção, além da infraestrutura necessária para o funcionamento dos espaços. Esses locais vão contar com edificação de suporte para as atividades da marina, com área molhada, vagas secas, atracadouro, rampa para barcos, áreas esportiva e social, restaurantes, área logística, oficina, estacionamento, ponte de pedestres compartilhada com ciclistas, playground, quiosques para lanchonete e sanitários, entre outras estruturas. *Com informações da Setur
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‘Todo projeto realizado pelo DER é pensado com uma ciclovia do lado’
Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) está a um passo de concluir as obras do Complexo Viário Joaquim Roriz, na Saída Norte da capital. Um conjunto grandioso de mudanças no trânsito que soma a Ligação Torto-Colorado e o Trevo de Triagem Norte (TTN). Após quase dois anos de trabalho, falta somente a finalização do Viaduto do Torto. E que será liberado até o final de fevereiro, assegura o diretor-geral do DER-DF, Fauzi Nacfur Jr. Mas, para fechar com chave de ouro, Fauzi revela que o próximo passo é estender as melhorias até Planaltina. E, proporcionar aos moradores da parte Norte da capital e a quem por ali transita, uma nova realidade. “O brasiliense vai gastar 40 minutos no trajeto entre o Plano Piloto e Planaltina. Será uma grande evolução, para quem hoje gasta cerca de 2 ou 3 horas nos horários de pico”, aponta Fauzi. Na entrevista a seguir, o diretor do DER-DF fala do uso da pavimentação em concreto como alternativa para mudar de vez algumas pistas do Distrito Federal. E da construção de uma série de ciclovias que vão facilitar a vida das pessoas e desafogar o tráfego. O Departamento já entregou 39 obras de 2019 para cá. E tem outras cinco em andamento. Confira abaixo a entrevista. O GDF tem projetado o uso de concreto em algumas rodovias. Qual o diferencial que esse material tem e em quais pistas ele será usado? O que basicamente diferencia o concreto do asfalto é a vida útil. O pavimento de concreto é mais durável, resistente e tem um tempo de vida de 20 anos. O asfalto é bom, mas tem a metade da vida útil. A pavimentação rígida de concreto é indicada para onde há um trânsito de veículo mais pesado, como por exemplo um corredor exclusivo de ônibus – o do BRT. Há um vai e vem intenso de ônibus por ali. Temos três projetos saindo do forno: vias de concreto no Pistão Sul [em fase de conclusão de projeto]. E também na Epig [Estrada Parque Indústria Gráfica], que vai integrar parte do Corredor Eixo Oeste do BRT e está sendo tocado pela Secretaria de Obras. Além da Estrutural [Estrada Parque Ceilândia – EPCL], em que estamos com a licitação na praça. Lá, serão três faixas indo e três voltando, todas em concreto. Uma extensão de cerca de 12 quilômetros do Plano Piloto até Taguatinga. Usar esse tipo de material significa menos manutenção, o que é uma economia para os cofres públicos. E menos contratempo para os motoristas. E as obras na Saída Norte do Distrito Federal? A construção do Complexo envolveu duas grandiosas obras: o Trevo de Triagem Norte [TTN] e a Ligação Torto-Colorado. Ela começou lá atrás, no final de 2014, mas teve poucos avanços na gestão passada. O governador Ibaneis Rocha assumiu e colocou a conclusão do complexo viário como prioridade. Uma obra diferenciada com um investimento de R$ 200 milhões. E que gerou cerca de 400 empregos, entre diretos e indiretos. Portanto, gastamos os anos de 2019 e 2020 para chegar ao final destas reformas. Engloba viadutos, as vias paralelas à Ponte do Bragueto, vias marginais do Torto-Colorado, entre outras. Chegamos então ao viaduto do Torto, que representa a última etapa da ligação Torto-Colorado. Essa construção já passou de mais de 95% de conclusão, estamos na fase de encabeçamento da rodovia. Tinha previsão de concluir isso até o final de 2020, só que temos que ser realistas e saber que as chuvas atrapalham o processo. É importante lembrar que a Saída Norte era refém de um único acesso na Epia Norte [Estrada Parque Indústria e Abastecimento]. Um acidente, um ônibus ou caminhão enguiçado simplesmente parava a rodovia. As pessoas gastavam até 3 horas pra chegar em casa. Hoje, os motoristas estão saindo do centro de Brasília e chegando em Sobradinho em cerca de 20 minutos. E a chegada até Planaltina? Há alguma expectativa de melhorar o trânsito até a cidade? Sim, claro. O governo está atento a isso. O governador já solicitou ao DER-DF um projeto para o alargamento de mais uma faixa entre Sobradinho e Planaltina. Hoje, as pessoas estão chegando rapidamente em Sobradinho em função das obras que fizemos. E, daí, mais pra frente o trânsito estrangula na BR-020 com uma pista de cada lado, com apenas duas faixas. Dentro de um futuro bem próximo, posso garantir: o brasiliense vai gastar – no horário de pico – 40 minutos no trajeto entre o Plano Piloto e Planaltina. Será uma grande evolução, para quem hoje gasta cerca de 2 ou 3 horas. O projeto já está sendo executado pelo nosso departamento. E há ainda a previsão do BRT Norte, que também vai passar por ali no futuro. Até março, terminamos a proposta de ampliação da rodovia para depois partir para a licitação. A nova ciclovia do Trevo de Triagem Norte [TTN] foi apontada como insegura na mídia. O que o DER-DF tem a dizer? Todo o projeto cicloviário do TTN foi discutido entre órgãos públicos como o próprio DER-DF, a Secretaria de Mobilidade e o Detran. Além de ONGs da área do ciclismo, como o Rodas da Paz e outras. Foi buscada toda uma convergência para a execução do projeto. Em um complexo viário como o TTN que leva à Saída Norte, dá acesso à L4 Norte, ao Lago Norte, à W4 Norte, além do Eixão e dos eixinhos, necessariamente vão ter pontos de travessias de pedestres e bicicletas. Foi aí que veio a essa história da falta de segurança. Estamos trabalhando em cima disso. Todas as travessias estão sendo sinalizadas como manda o Código de Trânsito Brasileiro [CTB] e vamos implementar semáforos com abotoeiras para que o pedestre, o ciclista, possa atravessar com toda a segurança. Além disso, os órgãos estão fazendo estudos para sabermos onde é possível fazer a redução de velocidade no local. Serão instalados radares e outros redutores de velocidade nas pistas. A construção de ciclovias e a mobilidade sustentável já são uma realidade no DF? Todo projeto realizado hoje em dia pelo DER-DF é pensado com uma ciclovia do lado. É a chamada mobilidade urbana sustentável. No mundo de hoje, temos cada vez mais motoristas. Uma enormidade de veículos. Brasília tem 1,8 milhão de automóveis e foi projetada para 500 mil. Então, as ciclovias são uma alternativa fundamental. Lembro aqui que o Distrito Federal hoje tem a maior malha cicloviária do Brasil. Passamos São Paulo recentemente. O DER-DF construiu diversas ciclovias importantes de 2019 para cá. Destaco a da ligação Santa Maria-Gama, outra na ligação Ceilândia-Samambaia , que vai do campus da Universidade de Brasília [UnB] até a cidade de Samambaia. O morador tem condição de pegar uma bicicleta com segurança e descer na UnB. E vamos ampliar cada vez mais. A mobilidade sustentável passa ainda por alternativas de transporte eficientes. É ter um metrô na porta de casa, um ônibus na sua esquina. Na prática, é tirar os veículos das vias e dar fluidez ao trânsito. O senhor falou em diversas obras de grande porte. O órgão também trabalha em reformas pequenas? O DER-DF tem feito obras das mais diversas até o momento. Destaco um estacionamento enorme dentro do Hran, que teve uma utilidade grande na pandemia e era uma necessidade antiga do hospital. Um retorno que você abre ou um que você fecha já dá uma melhoria enorme no fluxo. Inversões, faixas reversas. Fizemos agora o prolongamento da pista de inversão da Estrutural até o Setor “O” da Ceilândia, o que melhorou muito a vida das pessoas. Saímos da rigidez de que o órgão rodoviário só faz estrada, rodovia pra poder atender a vários leques. Pequenas intervenções que fazem toda a diferença na vida do brasiliense. Com o apoio da Novacap, das Administrações Regionais que apontam as necessidades. Além disso, as obras nas áreas rurais também. São pontes de madeira, pontes de concreto em áreas onde não dava mais passagem, como na comunidade Córrego do Ouro, na Fercal. Cito ainda pontes de acesso às cidades. Entre elas, a que leva até Águas Claras/Arniqueira e é uma área de constantes alagamentos. Fica bem próxima ao viaduto Israel Pinheiro, na Estrada Parque Taguatinga [EPTG]. E a outra na marginal da Estrutural [DF-095], sobre o Córrego Vicente Pires, que caminha para o final. O que esperar para 2021? Temos muita coisa para levar a diante. [Sobre] a duplicação da DF–140, já publicamos o edital em julho e é obra pra 2021 [trecho de 15 quilômetros que liga o Jardim Botânico à divisa do estado de Goiás]. Sem falar na série de viadutos que vamos construir. O do Recanto das Emas é o que está mais adiantado com o processo de licitação na praça. O viaduto em Sobradinho, que vai ficar na “saída do Comper” ou do estádio como fala a população. Teremos o viaduto da Esaf [Escola de Administração Fazendária, no Lago Sul]. E outro ali no Riacho Fundo I, que dá acesso a ADE de Águas Claras. Uma rodovia que é saída para Goiânia, onde há um imenso balão e um “estrangulamento” do trânsito. Posso garantir que estamos trabalhando duro e de olho nas necessidades do povo do Distrito Federal.
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Ponte do Bragueto vai ganhar um complexo de lazer
Brasília vai se tornar uma cidade modelo em relação a projetos de ponte urbanizada e inteligente. A parte inferior da ponte do Bragueto vai se transformar num complexo gastronômico e de lazer para toda a população do Distrito Federal. Foi publicado nesta segunda-feira (7), no Diário Oficial do DF, o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI n.º 002/2020) para a obtenção de estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica, de estruturação do projeto. Os estudos terão que apresentar projeto para a implementação, gestão, operação e manutenção do complexo, além da infraestrutura necessária. O modelo de contratação será definido na fase de realização dos estudos, que poderá ser Concessão Comum ou Parceria Público-Privada (PPP). Para o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, o governo Ibaneis Rocha mostra, mais uma vez, a preocupação no fomento a economia do DF por meio de PPPs e concessões. “A Secretaria de Projetos Especiais, assim como todo o GDF, está cada vez mais atenta ao que existe de mais moderno e inovador mundialmente. Transformar uma área tão nobre e linda de Brasília num complexo para toda a população e ainda trazer mais investimentos à capital em meio a uma crise econômica é a prova disso”, comentou. O complexo gastronômico e de lazer da Ponte do Bragueto, já apelidado de “Pontão Norte”, vai contar com paisagismo moderno, vagas de estacionamento, ciclovia, acessibilidade, entre outros. “A maioria das pontes no Brasil são subutilizadas. Esse projeto vai revitalizar e agregar valor a toda aquela área da ponte do Bragueto, que liga o Plano Piloto à região Norte do DF. A população, além de já ter recebido uma ponte nova, vai usufruir de uma superestrutura de lazer”, explicou o secretário Roberto Andrade. O procedimento Podem participar do PMI pessoas jurídicas de direito privado, individualmente ou em grupo. Essa primeira etapa do processo é para entrega de documentos para ver se a empresa é apta para desenvolver os estudos. Depois que as empresas apresentarem a documentação e tiverem o aval para fazerem o estudo, vem a etapa de desenvolvimento do projeto. Quando os estudos forem apresentados e houver um escolhido, virá a parte de Consulta e Audiência Públicas. Só então é que a licitação poderá ser publicada, dentro dos prazos previstos em lei. Os interessados poderão entregar os requerimentos de autorização para realização dos estudos até o dia 20 de janeiro de 2021, das 08h às 18h, na Secretaria de Estado de Projetos Especiais, localizada na Praça do Buriti, Zona Cívico-Administrativa, Palácio do Buriti, sala P50, Gabinete da Secretaria de Estado de Projetos Especiais, mediante protocolo. O Edital e os documentos necessários para participação no procedimento poderão ser obtidos aqui. O que é um PMI? O Procedimento de Manifestação de Interesse é um instrumento que a administração pública pode utilizar, antes do processo licitatório, para obter estudos de viabilidade, levantamentos, investigações ou projetos de pessoa jurídica de direito privado, com a finalidade de subsidiar a administração pública na estruturação de desestatização de empresa e de contratos de parceria. * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais
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