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Prainha

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Trânsito será alterado para o Réveillon na Prainha e no Pontão do Lago Sul

Os festejos da virada do ano na Prainha (Praça dos Orixás) e no Pontão do Lago Sul vão impactar o trânsito nas vias de acesso aos locais dos eventos, próximo à Ponte Honestino Guimarães. Para garantir um trânsito seguro aos participantes dos shows programados, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) fará intervenções nas vias e controle de tráfego no Lago Sul das 14h desta terça-feira (30) até a madrugada de quinta (1º/1). Praça dos Orixás Imagens: Detran-DF Nas duas noites de shows na Prainha, serão montados dois pontos de controle de trânsito (PCTrans) nos acessos à Praça dos Orixás provenientes da Ponte Honestino Guimarães e da via L4 Sul. Além de impedir o acesso de veículos, os agentes farão o controle do tráfego, auxiliando os pedestres nas travessias e coibindo irregularidades de trânsito que comprometam a fluidez e a segurança viária, como estacionamento irregular e direção sob influência de álcool, por exemplo. Os agentes atuarão a partir das 14h desta terça-feira às 3h de quarta em pontos de demonstração e patrulhamentos; das 14h de quarta às 3h de quinta no controle do tráfego e das 3h às 15h de quinta com patrulhamentos. Pontão do Lago [LEIA_TAMBEM]Das 16h desta quarta às 4h de quinta, será permitido estacionar ao longo do acostamento da via sentido Lago Sul, logo após a Ponte Honestino Guimarães. Já no canteiro central, o estacionamento está proibido, e quem desobedecer à sinalização estará sujeito a multas e remoção do veículo. Os agentes também implantarão duas travessias de pedestres e sinalizarão a entrada e a saída do Pontão do Lago Sul com cercas que direcionam o fluxo de veículos, a fim de evitar formação de fila dupla. O objetivo é garantir a segurança dos participantes sem comprometer o fluxo de veículos nas imediações do evento. Para orientar os motoristas, haverá painéis de mensagens com informações sobre onde é permitido e onde é proibido estacionar. As ações de trânsito no entorno do Pontão do Lago Sul ficarão sob responsabilidade do Detran-DF com apoio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e do 5º Batalhão de Polícia Militar. O Detran-DF implantará a sinalização e os obstáculos físicos viários na via em frente ao Pontão do Lago Sul, enquanto a PMDF atuará na segurança, controle do trânsito e travessia de pedestres na via em frente ao Pontão do Lago Sul. O DER-DF ficará responsável pela sinalização e controle de tráfego nas rodovias distritais sob sua responsabilidade (DFs 004 e 025). *Com informações do Detran-DF  

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#TBT: a trajetória de luta e conquista da Praça dos Orixás

Construída na década de 1990, a Praça dos Orixás fica localizada às margens do Lago Paranoá, ao lado da Ponte Honestino Guimarães. Mas, antes mesmo de a praça ter as 16 esculturas de 1,5 m de altura que a caracterizam ou até mesmo um piso, a população já manifestava fé no espaço, ponto de encontro e referência das práticas religiosas de matriz africana. A Agência Brasília transporta você à antiga “prainha”, relembrando a história da Praça dos Orixás em mais uma matéria da série especial #TBTdoDF, que utiliza a sigla em inglês de Throwback Thursday  (na tradução livre, quinta-feira de retrocesso) para relembrar fatos marcantes da nossa cidade. Patrimônio público A Praça dos Orixás une turismo e fé desde 1963, quando começou a ser frequentada pelos brasilienses | Foto: Divulgação/ Arquivo Público A Praça dos Orixás e a Festa de Iemanjá foram declaradas patrimônios materiais e imateriais do Distrito Federal, por decisão do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do DF (Condepac), sendo incluídas no Livro dos Lugares e no Livro das Celebrações, resguardados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec). Também amparada pela Secretaria de Turismo do DF (setur-DF), a Praça dos Orixás abriga outra festa tradicional, além da queima de fogos de Réveillon, sendo um dos pontos mais procurados em fevereiro para a Festa de Iemanjá. Por mês, mais de 100 pessoas passam pelo local. “A praça é mais um dos vários pontos turísticos da nossa cidade que representam a diversidade cultural e religiosa de Brasília” Cristiano Araújo, secretário de Turismo “A Prainha dos Orixás é um importante espaço de referência e expressão da cultura afro-brasileira em Brasília. A praça é mais um dos vários pontos turísticos da nossa cidade que representam a diversidade cultural e religiosa de Brasília”, ressalta o   secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo. Resistência A guia de turismo Bianca D’ya passa pela praça constantemente com o Tour Brasília Negra, que engloba locais importantes para a cultura afro presente no DF. Ela afirma que já levou 200 pessoas para conhecer o local. “A praça é um local para expandir o conhecimento cultural. O ensinamento que ela traz é muito interessante, com ideias que podemos colocar no dia a dia, conhecer, abrir o coração para vivenciar aquele espaço. Também é um local de lazer para a sociedade que tem a fé no candomblé e na umbanda”, frisa. A Praça dos Orixás e a Festa de Iemanjá foram declaradas patrimônios materiais e imateriais do Distrito Federal | Foto: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília Frequentado desde 1963, o local era conhecido como Praça de Iemanjá nos anos 2000. Em 2006, a praça foi vandalizada, caso de intolerância religiosa que se repetiu anos depois. No ano de 2009, foi restaurada e reinaugurada. Contudo, em 2016 a estátua de Oxalá foi consumida por chamas; desde então, o local sofre ataques e depredações, mesmo com as restaurações feitas por meio de um trabalho conjunto entre a Segur-DF e a Secec-DF. O Distrito Federal conta com uma delegacia especializada para combater casos de intolerância religiosa, a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decrin), criada após diversos ataques a terreiros de candomblé, que sofreram incêndios criminosos. A praça tem a representação de 16 orixás | Foto: Divulgação/ Arquivo Público do DF No começo de fevereiro deste ano, uma equipe de segurança foi designada para a guarita recém-reformada que fica na Praça dos Orixás. Bianca afirma que a presença de vigias podem coibir os vandalismos que existem na região. Resgate ancestral A sacerdotisa Iya Darilene Ayra, 60, recorda-se de frequentar a Praça dos Orixás quando o local ainda era apenas uma prainha. Há 48 anos no candomblé, ela conta que no começo a população levava as próprias lonas, pois o lugar era só terra. “Nos viramos com fé e amor, que é a motivação da nossa religião”, destaca. “Temos um cantinho que significa a honra e luta de nossos ancestrais, além de ser culturalmente um respeito dos governantes para que se mostre na prática que o Brasil é um país laico” Iya Darilene Ayra, sacerdotisa Atualmente, com infraestrutura e as estátuas, a praça é um ponto muito popular, já tendo reunido mais de 10 mil pessoas para comemorar a virada de ano. Para Darilene, é um lugar a ser visto com carinho, além de conter uma energia consagrada que as pessoas aproveitam para fazer oferendas e preces. “Temos um cantinho que significa a honra e luta de nossos ancestrais, além de ser culturalmente um [ato de] respeito dos governantes para que se mostre na prática que [o Brasil] é um país laico, para que possamos, ao encontro dos tambores, rezar e louvar naquele pedacinho sem sermos coagidos ou atacados”, declara Iya Darilene. Cada dia, um Orixá O candomblé é uma religião de matriz africana cujas divindades máximas são os oxalás – cada um representando personificação da natureza ou, ainda, um povo ou nação. Os maiores destaques da Praça dos Orixás são as 16 estátuas de divindades africanas, feitas de fibra de vidro e assinadas por Tatti Moreno, falecido em 2023. Dos mais de 400 orixás presentes na mitologia iorubá, somente alguns são cultuados no Brasil. Entre eles, os 16 representados pelas estátuas na Praça dos Orixás: Exu, Oxalá, Ogum, Oxóssi, Oxum, Oxumaré, Xangô, Iansã, Iemanjá, Nanã, Omolu, Logunedé, Obá, Ossain, Yewá e Ibeji. Cada dia da semana é dedicado a um orixá diferente.

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Empresas já podem começar os estudos para a reforma e gestão da Prainha

Foi publicada nesta quinta-feira (22) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) a autorização para que duas empresas desenvolvam estudos de modelagem técnica para revitalização e gestão da Prainha Norte. A RNGD Consultoria de Negócios Ltda e o consórcio 2M Participações –formado pelas empresas B&M Participações Ltda, Ibiza Construtora Ltda e TRB Construtora Eirelli-ME – têm até 19 de novembro deste ano para entregar o projeto. “Essa é uma parceria que vai trazer melhorias para a população sem que haja cobrança para quem frequentar o local; e, além disso, vai diminuir custos para o Distrito Federal”, esclareceu o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade. Um dos problemas enfrentados atualmente no local é a falta de estacionamentos. Os frequentadores usam o acostamento da via para estacionar os carros | Foto: Tony Oliveira / Agência Brasília A proposta de Parceria Público-Privada (PPP) é que a vencedora da licitação explore a área comercial e, em troca, garanta investimentos e a preservação ambiental do local, que inclui a fauna e a água do lago. No local há quiosques com serviço de bar e restaurante, uma quadra de vôlei, campo de futebol, dois banheiros e pista de corrida e caminhada. Melhorias A Praia Norte é localizada no Setor de Mansões do Lago Norte e atende aos moradores do Lago Norte, Itapoã, Varjão e Paranoá, além de receber visitantes diariamente em busca de atividades esportivas. No entanto, a área possui diversas carências de condições de acessibilidade, conforto e segurança. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Um dos problemas enfrentados atualmente no local é a falta de estacionamentos. Os frequentadores usam o acostamento da via para estacionar os carros. Mas, na proposta, há uma área com cerca de 18.300 m2, localizada do lado oposto à Prainha, destinada a estacionamento público e construção de passarela para que haja segurança na travessia. Na parte da Prainha, o projeto prevê o cercamento para controle do acesso, mas sem cobrança de ingresso. A medida dará mais segurança aos frequentadores e impedirá um dos grandes problemas, que é a invasão do espaço pelos carros com som alto, churrascos e fogueiras à beira do lago. Confira, na arte, abaixo, as obras previstas no projeto. * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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Projetos vão potencializar turismo náutico e gastronômico no DF

O morador de Brasília já sabe que o Lago Paranoá é o maior lago artificial urbano do mundo e dono de uma beleza exuberante. Para aproveitar todo esse potencial e compartilhar a experiência com turistas de todo o país, surge o projeto de um complexo náutico e gastronômico a ser construído aos pés da Ponte do Bragueto. [Olho texto=”“É uma combinação de ações que tem um objetivo só: estruturar a nossa cidade, capital de todos os brasileiros, por meio do turismo náutico, pelas experiências que um lago como o nosso Paranoá pode oferecer” ” assinatura=”Vanessa Mendonça, secretária de Turismo” esquerda_direita_centro=”direita”] No lado do Plano Piloto, sob a ponte, já há um chamamento público para que empresas desenvolvam estudos de modelagem técnica, econônmico-financeira e jurídica visando à construção de um polo gastronômico e de lazer. A proposta é que seja por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Já do lado do Lago Norte, a meta é a reforma do Deck Norte, por meio do programa Adote Uma Praça, desenvolvido pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe). Na tarde de quinta-feira (20), representantes da Sepe, da  Secretaria Turismo  (Setur), da Administração do Lago Norte, do Ministério do Turismo e da Embratur, além da atleta do remo Andréa Pontes, fizeram uma visita técnica ao Parque Vivencial II, no Deck Norte, para conhecer o local. A titular da Setur, Vanessa Mendonça, ressaltou que o empreendimento faz parte do propósito do governo de potencializar o turismo de Brasília e consolidar a capital como roteiro nacional e internacional. “É uma combinação de ações que tem um objetivo só: estruturar a nossa cidade, capital de todos os brasileiros, por meio do turismo náutico, pelas experiências que um lago como o nosso Paranoá pode oferecer; por meio do turismo gastronômico, pelo turismo de contemplação, pelos passeios e pela pesca”, declarou. Os empreendimentos O projeto sob a Ponte do Bragueto prevê a construção de um novo polo turístico com capacidade de abrigar shows, eventos e manifestações culturais em geral. O polo gastronômico terá restaurantes, cafés, sorveterias, tudo construído em estruturas de madeira palafitadas sobre o Lago Paranoá. Contará ainda  com estruturas de ciclovia, estacionamento, deque, mezanino e passarela. O espaço terá soluções de mobilidade urbana, por via terrestre e náutica, e também vai atender as normas de acessibilidade para pessoas com deficiência. [Olho texto=”“Vamos transformar um lugar subaproveitado em um polo turístico nunca visto antes na cidade” ” assinatura=”Marcelo Ferreira, administrador do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O administrador do Lago Norte, Marcelo Ferreira, acredita que a construção do complexo gastronômico vai ser um grande marco na história do Distrito Federal. “Vamos transformar um lugar subaproveitado em um polo turístico nunca visto antes na cidade”, comemorou. A atleta Andréa Pontes também vê o complexo gastronômico como um empreendimento de integração entre as duas áreas subutilizadas, conjunto que inclui o Parque Vivencial e a orla norte do Lago Paranoá. “A reforma do Parque Vivencial vai ser um case internacional e um modelo de parque acessível”, avaliou. “Agregar o complexo ao parque deixa o sonho ainda maior em prol da acessibilidade e integração de pessoas com deficiência”. Parcerias Responsável pelos projetos do GDF executados por meio de PPPs, o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, explicou que a Sepe já iniciou o processo para o polo gastronômico. “Já estamos trabalhando no rito desse projeto que tem o apoio da Setur”, relatou. “Estamos na fase de receber a documentação das empresas interessadas em desenvolver os estudos de modelagem de negócio para a área. E a ideia é que haja uma integração entre o polo e o parque no Deck Norte, para criarmos um grande espaço para a população de todo o Distrito Federal e também para os turistas que visitam a capital”. Também presente à visita, a chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo do Ministério do Turismo, Débora Barboza, vê no empreendimento um enorme potencial para colocar Brasília no roteiro nacional de atrativos turísticos. “Será possível casar o turismo náutico, o turismo gastronômico, o turismo de aventura, o turismo de experiência e o turismo de contemplação em um único lugar”, reforçou. O coordenador especial de Turismo Náutico da Embratur, Gentil Venâncio, explicou que, por orientação do Ministro do Turismo, Gilson Machado, a Embratur vai iniciar, em agosto, a preparação de destinos e potenciais produtos turísticos, e Brasília está dentro desse mapeamento. “A obra vai contribuir para potencializar Brasília para além do turismo monumental e do turismo cívico-administrativo, mostrando as belezas e novas rotas para o turista nacional e internacional”, detalhou. “Esse projeto é importante para alavancar o turismo no lado norte da cidade, e a Embratur vibra com a iniciativa”. Outros projetos Além desses dois projetos, há mais dois em andamento para a região do Lago Norte: o da Prainha Norte e o da marina pública. Ambos já estão tramitando na Sepe e serão viabilizados por meio de PPPs. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A proposta da Prainha consiste no cercamento de uma parte que fica na Estrada Parque Paranoá (EPPR), DF-005, próximo à MI 6 do Lago Norte, e no controle do acesso, mas sem cobrança de ingresso. A medida dará mais segurança aos frequentadores e impedirá um dos grandes problemas, que é a invasão do espaço pelos carros com som alto, churrascos e fogueiras à beira do lago. A implantação das marinas públicas, uma no Lago Sul e outra no Lago Norte, se dará por meio de concessão das áreas para gestão, operação e manutenção, além da infraestrutura necessária para o funcionamento dos espaços. Esses locais vão contar com edificação de suporte para as atividades da marina, com área molhada, vagas secas, atracadouro, rampa para barcos, áreas esportiva e social, restaurantes, área logística, oficina, estacionamento, ponte de pedestres compartilhada com ciclistas, playground, quiosques para lanchonete e sanitários, entre outras estruturas. *Com informações da Setur

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