Comitiva da Prefeitura do Recife visita o Parque Olhos d’Água
O Instituto Brasília Ambiental recebeu na manhã, desta sexta-feira (28), a visita de gestores da Prefeitura do Recife (PE). O encontro foi realizado no Parque Ecológico Olhos d’ Água (Asa Norte) e também contou com as presenças do presidente da autarquia, Rôney Nemer, da superintendente de Unidades de Conservação e Biodiversidade, Marcela Versiani, e de comissão técnica do órgão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, servidores da autarquia e gestores da Prefeitura do Recife: experiências compartilhadas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A comitiva do Recife percorreu a unidade de conservação (UC) com o objetivo de conhecer os projetos Reconexão Cerrado e Reviva Parques, que foram implantados no Olhos d’Água. “São projetos importantes que visam melhorias nos parques, além de dar educação ambiental à comunidade local”, disse Rôney Nemer. O projeto Reviva Parques amplia a gestão das unidades de conservação, abrindo para que a população participe da manutenção e conservação dos parques, por meio de parcerias entre instituições públicas, pessoas físicas, jurídicas e sociedade civil organizada (ONGs, intuições, associações, etc). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Já o Reconexão Cerrado, tem como objetivo principal a recuperação do bioma Cerrado por meio de compensação ambiental, além de educação pela participação e conscientização da população nas unidades de conservação. Entre as ações do projeto, estão bate-papos com a sociedade, identificação da flora da UC, atividades de Reiki, entre outros. Representaram a Prefeitura do Recife o secretário de Planejamento, Felipe Martins; a diretora de Manutenção Urbana, Gabriela Buarque; a secretária de Infraestrutura, Marília Dantas, e o diretor de Limpeza Urbana, Daniel Saboya. “Ficamos satisfeitos com a acolhida do Brasília Ambiental e com os projetos apresentados. Com certeza, levaremos essas experiências do instituto e esperamos, em breve, implementá-los na cidade”, afirmou Martins. *Com informações do Brasília Ambiental
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20 unidades de conservação já recuperadas pelo programa Reviva Parques
Em três anos de existência, o Reviva Parques já passou por 20 unidades de conservação no Distrito Federal. O programa é executado pela Secretaria de Governo, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Brasília Ambiental. Atualmente, as reformas estão em andamento no Parque Ecológico do Gama. Em 2023, mais nove unidades de conservação serão incluídas no Reviva Parques e haverá a revisitação das outras 20 atendidas anteriormente | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O pacote de serviços inclui pinturas em geral, podas de árvores, capina, fresagem, roçagem, reformas de telhados, parquinhos, quadras e banheiros, consertos nas ciclovias, entre outros. Em 2023, mais nove unidades serão incluídas na iniciativa e haverá a revisitação das outras 20 atendidas anteriormente. Todos os espaços são abertos à visitação do público. O programa foi instituído pelo Decreto nº 41.865, de 3 de março de 2021. No entanto, dois anos antes, uma força-tarefa, formada por secretarias e autarquias públicas, já executava demandas de manutenção nos espaços verdes. A oficialização permitiu parcerias com pessoas físicas, jurídicas e a sociedade civil organizada, além das parcerias entre órgãos distritais. O pacote de serviços inclui pinturas em geral, podas de árvores, capina, fresagem, roçagem, reformas de telhados, parquinhos, quadras e banheiros, consertos nas ciclovias, entre outros | Foto: João Gonzaga/Brasília Ambiental “A tônica deste governo é a cooperação. E, em relação ao Reviva Parques, o nosso grande maestro foi a Secretaria de Governo, que mobilizou as reuniões e os parceiros”, afirma a superintendente do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti. Ela explica que os reparos são necessários devido à depreciação natural e à depredação causada pelos próprios usuários. “Tivemos casos de recuperar banheiros numa semana e, na outra, estarem destruídos. O chamado que fazemos é de que nos ajudem a cuidar, não destruam os espaços, porque o que estamos fazendo é para a sociedade”, completa Rejane. Com a quadra poliesportiva totalmente reformada, o estudante João Victor dos Santos, 20 anos, aproveita o espaço para praticar basquete pelo menos uma vez por semana | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Mais qualidade de vida No Gama, o trabalho começou em outubro e deve ser finalizado em breve. Até o momento, houve a fresagem da ciclovia, manutenção da quadra de areia, pintura e reforma da quadra poliesportiva e do parque infantil, reforma interna e externa da guarita e instalação de bebedouros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O parque está sendo transformado para que a população possa fazer mais atividades físicas e aproveitar a natureza com qualidade, ganhando mais saúde e bem-estar”, afirma a administradora do Gama, Joseane Feitosa. As melhorias já têm sido percebidas pela população. A quadra poliesportiva, por exemplo, virou point da garotada em dias ensolarados. O estudante João Victor dos Santos, 20 anos, aproveita o espaço para praticar basquete pelo menos uma vez por semana. “Sempre gostei de jogar, mas aí começaram a surgir uns buracos e pegaram os aros, então tive que parar. Agora ficou ótima, novinha em folha”, conta o morador do Gama. Confira as 20 unidades de conservação atendidas pelo Reviva Parques – 2019 a 2022: – Parque Ecológico de Águas Claras – Parque Ecológico do Cortado – Parque Ecológico Saburo Onoyama – Parque Ecológico Ezechias Heringer – Parque Denner – Parque Ecológico Olhos d’Água – Parque Ecológico das Garças – Parque Distrital das Copaíbas – Parque Ecológico do Areal – Parque Ecológico do Tororó – Monumento Natural Dom Bosco – Parque Ecológico dos Jequitibás – Parque Ecológico Sucupira – Parque Ecológico Três Meninas – Parque Ecológico do Paranoá – Parque Ecológico Veredinha – Parque Ecológico Lago Norte – Parque Ecológico do Riacho Fundo – Parque Ecológico Asa Sul – Parque Ecológico do Gama – em andamento
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28 unidades de conservação estão abertas para visitação
Praticar uma atividade física tendo a natureza como companhia é um dos privilégios que o brasiliense encontra atualmente em 28 dos parques ecológicos abertos para visitação, que integram as 82 unidades de conservação existentes do Distrito Federal. Ainda este mês, o número subirá para 29, com a inauguração do Parque Ecológico Burle Marx, no Noroeste. Parque Olhos d’Água, na Asa Norte, tem uma média estimada de 900 a 1.000 visitantes por dia | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília Cada uma dessas unidades conta com, pelo menos, 30% de área de preservação e o restante de espaço público para caminhadas, corridas, atividades de lazer e outros esportes. Nos locais, os frequentadores convivem com espécies típicas do cerrado e animais silvestres em áreas restritas que precisam ser conservadas, preservadas e até recuperadas. “É muito importante que a população faça a distinção de um parque urbano de uma unidade de conservação. No parque ecológico, nós temos uma parte de conservação, que está ali para cumprir uma função ambiental, de fauna e flora, que vai dar saúde para a população”, explica a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti. Entre os parques, 16 têm estrutura com sede, vigilantes e agentes de parque – os chamados administradores. Dos 13 parques ainda sem agentes lotados, três possuem guaritas e os demais as terão em breve. As melhorias serão feitas por compensação ambiental pública e privada, cabendo ao Brasília Ambiental os trabalhos de reparo e recuperação. Desde o início desta gestão do GDF, 19 unidades foram reformadas pelo projeto Reviva Parques, ação da Secretaria de Governo em parceria com o Brasília Ambiental e a Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Os trabalhos estão sendo finalizados no Parque Ecológico Asa Sul, e o próximo a receber a ação é o Parque Ecológico do Gama. Funcionamento Segundo Rejane Pieratti, desde o início da pandemia a visitação praticamente dobrou nas unidades de conservação Com entrada franca, as unidades costumam funcionar de 6h até as 21h, a depender do parque. Desde o início da pandemia, o número de frequentadores aumentou. “A nossa visitação quase que dobrou [no período]. As pessoas passaram a ter essa necessidade de contato ao ar livre”, completa Rejane. Fechados apenas nas primeiras semanas da crise sanitária, os espaços foram alternativas para a população se exercitar e aproveitar momentos ao ar livre durante o período de medidas restritivas. Segundo o agente do Parque Olhos d’Água, Edeon Vaz, a unidade de conservação, de 21 hectares, tem um uso intenso pela comunidade do Plano Piloto, principalmente os moradores do final da Asa Norte. Ele estima uma média de 900 a 1.000 visitantes por dia. “Estamos sempre preocupados em oferecer aos visitantes as melhores condições. Esse é um atrativo para os frequentadores continuarem vindo aqui. Também temos uma comunidade muito consciente, que entende e conserva o espaço público”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Após mais de dois anos sem frequentar a unidade, o casal Helena Bustamante e Leonardo Farias, ambos de 25 anos, teve uma segunda-feira diferente no Olhos d’Água. Passeando pela manhã, eles aproveitaram a área verde ao som de uma banda de chorinho. “A gente se sentou no meio da mata e ficou aproveitando a música”, conta Leonardo. O aposentado Carlos Antunes, 63 anos, costuma caminhar e depois se exercitar no ponto de encontro comunitário (PEC) localizado na entrada do parque. Ele vem do Noroeste só para desfrutar da natureza do local. “Só o fato de não ter poluição, de poder respirar um ar puro, é ótimo. O parque é bom. No final de semana tem muita atividade”, afirma. Confira abaixo, ou no site Eu amo Cerrado, as unidades de conservação abertas para visitação. ? Parque Recreativo do Gama (Prainha) ? Parque Ecológico do Gama ? Parque Ecológico do Paranoá ? Parque Ecológico dos Jequitibás (Sobradinho) ? Parque Ecológico do Sucupira (Planaltina) ? Parque Ecológico Ezechias Heringer (Guará II) ? Parque Ecológico do Lago Norte ? Parque Ecológico da Asa Sul ? Parque Ecológico Olhos d’Água (Asa Norte) ? Parque Ecológico Veredinha (Brazlândia) ? Parque Ecológico do Cortado (Taguatinga) ?Parque Ecológico Águas Claras ? Parque Ecológico Areal ? Parque Ecológico Saburo Onoyama (Taguatinga) ?Parque Ecológico Três Meninas (Samambaia) ? Parque Ecológico do Riacho Fundo ?Parque Ecológico do Tororó (Jardim Botânico) ?Parque Ecológico Península Sul (Lago Sul) ?Parque Ecológico das Garças (Lago Norte) ?Parque Distrital de São Sebastião ? Parque Ecológico Santa Maria ? Parque Distrital dos Pequizeiros (Planaltina) ?Parque Ecológico Anfiteatro Natural (Lago Sul) ?Arie do Bosque (Lago Sul) ?Parque Distrital das Copaíbas (Lago Sul) ? Parque Ecológico do Varjão ?Parque Distrital Salto do Tororó (Santa Maria) ? Parque Ecológico das Sucupiras (Sudoeste) ? Parque Ecológico Burle Marx (Noroeste): a ser inaugurado em breve. *Com informações do Brasília Ambiental
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Reviva Parques chega à 19ª unidade de conservação em três anos
O Reviva Parque, programa de recuperação das unidades de conservação de Brasília, chega em abril ao Parque Ecológico da Asa Sul. Com isso, a ação orquestrada pela Secretaria de Governo, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Brasília Ambiental (Ibram), completa 19 unidades reformadas. A intenção é cumprir, até o final de 2022, a meta de 20 parques. O Parque Olhos d’Água é uma das unidades mantidas pelo Reviva Parque, programa instituído em março de 2021 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O Distrito Federal tem, sob a gerência do Ibram, 82 unidades de conservação. Destas, 28 estão abertas à visitação do público para caminhadas, corridas, atividades de lazer e outros esportes. O 20º parque a ser recuperado até o final do ano é o do Gama. O Reviva Parques foi instituído pelo Decreto nº 41.865, em 3 de março de 2021. Dois anos antes, porém, começou com ações de forças-tarefas onde secretarias e autarquias públicas se uniam para atender demandas de obras de manutenção nas unidades de conservação. “Dá pra ver que os banheiros estão conservados, os aparelhos e parques pintados”, elogia o servidor público Fábio Moreira, frequentador do Parque Olhos d’Água Pinturas, podas de árvores, reformas de telhados, recuperação de pistas, parquinhos e quadras estão entre as ações. Obras estruturantes não estão incluídas no programa e são feitas com recursos de compensação ambiental recebidos pelo governo. Com a oficialização pelo governador Ibaneis Rocha, o programa passou também a estimular as parcerias com pessoas físicas, jurídicas e a sociedade civil organizada para a recuperação e manutenção dos espaços de visitação. Por causa disso, todas as reformas e melhorias recebidas não demandam recursos financeiros extras do caixa do governo. “Essa cooperação dos órgãos do governo é o diferencial que faz com que tudo aconteça”, declara a superintendente do Brasília Ambiental Rejane Pieratti. De acordo com ela, em 2023 o programa deve continuar nas oito unidades que faltam, revisitando, em seguida, as outras 20 atendidas anteriormente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Quem frequenta as unidades de conservação reformadas pelo Reviva Parques têm percebido as melhorias. Morador da 912 Norte, o servidor público federal Fábio Moreira, 59 anos, diz que vai se exercitar no Parque Olhos d’Água – um dos mantidos pelo programa – habitualmente. Para ele, as benfeitorias são perceptíveis. “O projeto paisagístico da entrada é bonito, mas não é só isso. Dá pra ver que os banheiros estão conservados, os aparelhos e parques pintados. O projeto de reflorestamento, principalmente, com novas mudas e plantios, é algo bem interessante”, observa. Confira as 20 unidades de conservação atendidas pelo Reviva Parques 2019 a 2022: – Parque Ecológico de Águas Claras – Parque Ecológico do Cortado – Parque Ecológico Saburo Onoyama – Parque Ecológico Ezechias Heringer – Parque Denner – Parque Ecológico Olhos d’Água – Parque Ecológico das Garças – Parque Distrital das Copaíbas – Parque Ecológico do Areal – Parque Ecológico do Tororó – Monumento Natural Dom Bosco – Parque Ecológico dos Jequitibás – Parque Ecológico Sucupira – Parque Ecológico Três Meninas – Parque Ecológico do Paranoá – Parque Ecológico Veredinha – Parque Ecológico Lago Norte – Parque Ecológico do Riacho Fundo – Parque Ecológico Asa Sul – em andamento – Parque Ecológico do Gama – começa após o término no da Asa Sul
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