Espetáculo ‘Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol’ encerra circulação nacional em Brasília
O espetáculo Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, de 28 de fevereiro a 1º de março, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Os ingressos estão à venda pelo Sympla. A peça estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou por Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo. A turnê integra o projeto Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC-DF). Idealizado por Cláudia Andrade, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o encerramento da circulação nacional de Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol na Sala Martins Pena “representa a força da criação que nasce no Distrito Federal, ganha o Brasil e retorna ao seu território de origem ainda mais amadurecida. Ver esse espetáculo, que surgiu a partir de uma oficina fomentada pelo FAC, consolidar-se em palcos de diferentes estados e voltar a Brasília reafirma a vitalidade da nossa cena cultural e a importância das políticas públicas continuadas”, afirma o secretário. "O Fundo de Apoio à Cultura tem justamente esse papel estruturante: apoiar a ideia no seu nascedouro, viabilizar a primeira montagem e garantir condições para que a obra circule, dialogue com novos públicos e projete o nome do DF nacionalmente" Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa “O Fundo de Apoio à Cultura tem justamente esse papel estruturante: apoiar a ideia no seu nascedouro, viabilizar a primeira montagem e garantir condições para que a obra circule, dialogue com novos públicos e projete o nome do DF nacionalmente. A efervescência da Sala Martins Pena, ocupada por uma produção local que alcançou reconhecimento fora daqui, é um símbolo claro da retomada cultural que estamos vivendo, com investimento, planejamento e, sobretudo, confiança nos nossos artistas”, enfatiza Abrantes. Além das apresentações, a circulação do espetáculo se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculo, a plateia é convidada para participar de um bate-papo com as artistas. Depois de estrear em Brasília, em 2025, a peça passou pelos palcos do Espírito Santo, de Minas Gerais e de São Paulo | Foto: Divulgação/Han Thiago A trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social. Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol Sessões: Sábado (28), às 20h; e domingo (1º), às 19h Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) Duração: 80 minutos Classificação indicativa: 16 anos *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Alunos da Escola Parque 313/314 Sul se apresentam no Teatro Nacional
Um espetáculo encantou o público da Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, nesta terça-feira (2), quando estudantes da Escola Parque 313/314 Sul apresentaram A Bela e a Fera para cerca de 450 pessoas. A apresentação integrou o projeto Educar Dançando, iniciativa que une arte e desenvolvimento integral dos alunos da rede pública. “Ações como essa mostram que a escola pública é um celeiro de talentos e que a arte é essencial para o desenvolvimento pleno dos nossos estudantes”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Com cenários e figurinos detalhados, estudantes transformaram a Sala Martins Pena no universo de 'A Bela e a Fera' | Fotos: João Pedro Eliseu/SEEDF A escolha do clássico A Bela e a Fera reforça valores importantes no ambiente escolar, como olhar além das aparências e valorizar a essência humana. Do ponto de vista educacional, a obra também incentiva a leitura, já que a protagonista, Bela, é uma leitora apaixonada. Além disso, trabalha competências socioemocionais como empatia, gentileza e superação de preconceitos. Para a professora de teatro e artes, Bruna Cardoso, a experiência de atuar em um dos principais teatros de Brasília agrega valor à formação dos alunos. “Estar no Teatro Nacional, como professora e atriz, é muito relevante e grandioso. Poder levar as crianças a esse espaço tão simbólico é único. É um momento especial para a educação e para cada um dos estudantes”, celebrou. Educação além da sala de aula Rafael Honorato, pai da estudante Júlia Tavares, acompanhou a apresentação e destacou como a integração entre arte e ensino enriquece a formação das crianças O impacto do projeto também é percebido pelas famílias. Rafael Honorato da Rocha, pai da estudante Júlia Tavares, assistiu à apresentação e destacou como a Escola Parque amplia os horizontes do aprendizado. “A Escola Parque é muito especial porque integra diversas modalidades que vão além do ensino tradicional. No projeto de dança, as crianças têm contato com referências clássicas da música e das artes cênicas. Isso estimula o lúdico e a criatividade, sempre em diálogo com o que é trabalhado na escola. É uma integração rica, que amplia o repertório e o conhecimento”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação
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Projeto Brasília Independente comemora 15 anos com evento no Teatro Nacional
O palco da Sala Martins Pena, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, recebe na quarta-feira (12), a partir das 19h, uma noite de celebração da força criativa das periferias e da música independente do Distrito Federal. O evento marca o lançamento do teaser do documentário Encruzilhada Sonora, seguido por apresentações musicais dos artistas que integram o filme e pela cerimônia de entrega dos troféus Brasília Independente, que inicia as comemorações dos 15 anos da premiação, a serem celebrados em 2026. O Encruzilhada Sonora é resultado de uma vivência imersiva com oito artistas periféricos que transformaram suas experiências em música, afeto e resistência, culminando na produção de um documentário e neste grande espetáculo. A arte e a dificuldade de artistas independentes são o tema da noite | Foto: Divulgação/Secec-DF “Um trabalho de arte, com muito afeto, contando as dores e as delícias da vida de um artista independente. Em breve lançaremos também um documentário com suas histórias”, conta Márcia Witczak, idealizadora do Brasília Independente e do Encruzilhada Sonora. Durante a cerimônia, 15 personalidades que fomentam a cultura e a cena independente serão homenageadas com o Prêmio Brasília Independente. A noite contará com números autorais de Flor Furacão e Lyndon e performances de Prince Belofá, Laady B, Bruno Jacob, Anna Moura, Israel Paixão, Fábio dos Santos, Debby Zimmer e Tonhão Nunes, artistas que integram o documentário. "Ver esses artistas ocupando a Sala Martins Pena é afirmar que a cultura do DF pulsa nas ruas, nas cidades e nas vivências que moldam nossa identidade" Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o Encruzilhada Sonora é um gesto de reparação simbólica e de reconhecimento da potência criativa que nasce nos mais diversos cantos do Distrito Federal. "Ver esses artistas ocupando a Sala Martins Pena é afirmar que a cultura do DF pulsa nas ruas, nas cidades e nas vivências que moldam nossa identidade. Celebramos aqui a arte que move, transforma e revela quem nós somos”, enfatizou Abrantes. Com apoio da Secec-DF e do Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, o evento reforça o compromisso com a inclusão, a representatividade e o fortalecimento da economia criativa local. É uma celebração das vozes que transformam territórios e ampliam o imaginário cultural da capital. Encruzilhada Sonora Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro Data: 12 de novembro Horário: 19h Entrada gratuita *Com informações da Secec-DF
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Medalha do Mérito Distrital da Cultura Seu Teodoro homenageia personalidades
Personalidades que se destacaram na atuação e incentivo cultural no DF foram homenageadas, nesta quarta-feira (25), com a Medalha do Mérito Distrital da Cultura Seu Teodoro. Iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), a honraria foi entregue na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. A homenagem contemplou cidadãos de diversos segmentos que compõem o Distrito Federal, como artistas e autoridades. A bailarina Gisèle Santoro (E), que acompanha a história do Teatro Nacional desde o início, foi uma das homenageadas:“ Eu vivi isso aqui, desde as primeiras peças, a primeira vez, o primeiro concerto. Foi sempre assim o sonho da gente, colocar a arte musical, a ópera, o teatro em seu lugar merecido”. “Este é um dia simbólico, porque estamos reunidos em um templo sagrado da cultura nacional, o Teatro Nacional Claudio Santoro, para celebrar não só a arte, mas o esforço coletivo de artistas, produtores, servidores e autoridades que tornaram esse reencontro possível”, declarou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “A reabertura da sala Martins Pena marca a continuidade de uma história que estamos reconstruindo juntos, com orgulho e perseverança.” Uma das agraciadas com a medalha, Gisèle Santoro, viúva do maestro Claudio Santoro, lembrou o início das atividades do teatro, das quais, como bailarina, ela também participou: “Eu vivi isso aqui, desde as primeiras peças, a primeira vez, o primeiro concerto. Foi sempre assim o sonho da gente, colocar a arte musical, a ópera, o teatro em seu lugar merecido”. Seu Teodoro A medalha faz referência a Teodoro Freire, figura importante na história dos pioneiros de Brasília. Seu Teodoro lutou pela valorização da cultura nordestina, característica fundamental de sua identidade e de tantos outros conterrâneos que ajudaram a construir a capital. [LEIA_TAMBEM]No DF, o artista se destacou pela expressão singular do Bumba Meu Boi do Seu Teodoro, registrado no Livro das Celebrações como Bem Cultural de Natureza Imaterial por sua relevância como referência cultural no âmbito do DF. Em 2020, ano do centenário de nascimento de Seu Teodoro, o Governo do Distrito Federal (GDF) , por meio do por meio do decreto nº41.546/2020, criou a medalha. “O maior presente que podem me dar, e à minha família, é vocês estarem aqui vivendo o que é essa maravilha, que é o Teatro Nacional Cláudio Santoro, a Sala Martins Pena, e ter uma pessoa como o nosso secretário de Cultura, que dá valor a isso”, arrematou Gisèle Santoro. Ele participou desde o início, ajudando, dando força, dando prestígio para o teatro, apoiando.” Veja abaixo, a lista das personalidades presentes que receberam a Medalha do Mérito Distrital da Cultura Seu Teodoro. ► Antônio Lima ► Alexandre Rabelo Patury ► Ankomarcio ► Bárbara Lins ► Carlos Alberto Neves da Silva ► Cintia Cristina de Arêdes Diniz ► Claudia Martins ► Cláudio Cohen ► Claudeci ► Coronel Ana Paula Barros Habka, comandante-geral da PMDF ► Cristiano Lopes da Cunha ► Bryan Roger Alves de Sousa ► Francisco José Teles de Lima ► Giorge Obará ► Gisele Gama Andrade ► Gisèle Santoro ► Heliene de Souza ► Janete Dornellas ► Keldison Almeida de Sousa ► Ledamar Sousa Resende ► Lucas Cerqueira Ribeiro ► Luiz Fillipi Vitelli ► Maria Inês Alves de Souza ► Omar Franco ► Secretário de Relações Internacionais Paco Britto ► Patrícia Carvalho ► Pedro Afonso Franco ► Pedro Garcia ► Rodrigo Almeida Freitas ► Tathiana Dalcol ► Tico Magalhães ► Tribo da Periferia ► Valéria Cabral ► Vitor Avelar. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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