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Cães resgatados aguardam há mais de um ano por um novo lar na Zoonoses do DF; saiba como adotar

Mais de um ano depois de serem resgatados, 13 cães ainda aguardam uma nova chance de recomeçar. Nas baias da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses do Distrito Federal, eles esperam por alguém disposto a abrir a porta de casa e do coração para a adoção responsável. Saudáveis e tratados diariamente pelas equipes do Governo do Distrito Federal (GDF), os animais seguem na expectativa de encontrar um lar definitivo. São 12 machos e uma fêmea, com idades acima de 2 anos. Antônio, Farofa, Bono, Rubinho, Ginger, Pongo, Calvin, Patrick, Walter, Feliz, Rex, Bruce e Airton: cada um tem nome e ficha de apresentação, além do anseio de viver em família. Parte deles foi resgatada em uma operação realizada no ano passado na Candangolândia, quando cerca de 100 animais foram encontrados em condições insalubres na casa de uma acumuladora. Andressa Jalyne, gerente da Zoonoses: “Estamos sempre atentos cuidando da saúde desses animais, que estão prontos para serem adotados” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os cães receberam atendimento veterinário e seguem sob monitoramento da equipe da unidade enquanto aguardam adoção. Todos estão vacinados, vermifugados, castrados, microchipados e utilizam coleiras repelentes contra o mosquito transmissor da leishmaniose. Nas baias onde ficam hospedados, há fichas com informações sobre idade, características, histórico e eventuais tratamentos. “Existe essa parte de contribuição nas ações que chegam para nós. Não é o nosso primeiro papel, mas em algumas situações vêm animais resgatados de condições de maus tratos, como esses que temos atualmente nas nossas dependências. São animais totalmente saudáveis. Fazemos o manejo deles duas vezes ao dia e temos uma equipe de veterinários que dá uma olhada no estado geral deles. Estamos sempre atentos cuidando da saúde desses animais, que estão prontos para serem adotados”, explicou a gerente da Zoonoses, Andressa Jalyne. [LEIA_TAMBEM]Depois da adoção Experiências de quem já acolheu um pet por meio da Zoonoses mostram como a decisão pode transformar a vida de quem adotou e foi adotado. A veterinária Marília Cabral Miranda, de 49 anos, pegou a cadela Candy na unidade há cerca de 15 dias. Após o falecimento da antiga cachorrinha da família, em dezembro do ano passado, a casa ficou vazia demais, e Marília procurava uma companheira — o que encontrou em Candy, em uma história de amor à primeira vista. “Quando a vi, senti na hora, gostei da carinha dela. Assim que a soltaram, ela veio até a gente direto, nos escolheu. Hoje, quando chego em casa, ela já faz aquela festa”, contou. A cachorrinha Candy, adotada na Zoonoses há cerca de 15 dias, alegrou a rotina da família de Marília Cabral Miranda (ao centro): “A Candy sempre foi carinhosa e agora é a dona da casa, está se adaptando muito bem” | Foto: Arquivo pessoal Marília afirmou ter conhecido a Zoonoses por meio de uma amiga, que também adotou um cachorrinho pela instituição. A tutora destacou que o processo foi tranquilo e rápido, ressaltando a importância de dar uma chance aos cães adultos: “São mais fáceis de lidar e adaptar que os filhotes, especialmente para quem passa menos tempo em casa. A Candy sempre foi carinhosa e agora é a dona da casa, está se adaptando muito bem. A saúde dela é muito boa, os animais são muito bem cuidados na Zoonoses”. O bancário Rafael Sampaio, 37, também procurava uma companhia e adotou, junto ao marido, a cadelinha Pituca há cinco meses, na Zoonoses. Ele relatou a mudança positiva na rotina da família: “Ela trouxe muita alegria. Acordamos com esse serzinho pulando na gente, o passeio melhora nossos dias, nos faz muito bem sair de casa com ela, caminhar, respirar um ar fresco. Ela trouxe qualidade de vida para nossa rotina; é um prazer e não só mais uma coisa para fazer. Além disso, ela é muito disciplinada, sabe os horários e onde fazer as coisas também, mudou nossa vida. A Pituca foi a melhor escolha que já fizemos, e a gente vê claramente o retorno no carinho e na gratidão dela”. A cadela Pituca também foi adotada na Zoonoses. “Ela trouxe muita alegria, acordamos com esse serzinho pulando na gente”, conta o tutor Rafael Sampaio | Foto: Arquivo pessoal Rafael reforçou que a adaptação às vezes exige paciência, por se tratar de um novo ambiente para o animal, mas que logo eles se adaptam. “Sabemos que a responsabilidade vem junto, e a Pituca é parte da família. É triste saber o quanto esses cachorrinhos sofrem abandonados e precisam de carinho, sem um lar. E nossa adoção superou todas as expectativas, o pessoal da Zoonoses foi maravilhoso, com a vacinação, cuidados veterinários e todo zelo”, completou. Para adotar um pet na Zoonoses, é necessário ter mais de 18 anos, ser morador do Distrito Federal, apresentar documento de identificação com foto, passar por uma entrevista e assinar um termo de responsabilidade. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e os profissionais da unidade também fazem visitas guiadas para ajudar a identificar qual animal pode se adaptar melhor à rotina de cada família.

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Segunda edição de evento de adoção busca novos lares para cães do Castra-DF

O Parque da Cidade vai receber, neste domingo (9), a segunda edição do evento de adoção de cães do Castra-DF, que será realizada no Estacionamento 11, das 8h às 13h. A iniciativa tem como objetivo ampliar as chances de os animais acolhidos encontrarem um lar cheio de carinho. Os cães disponíveis para adoção estão vacinados, vermifugados, microchipados e possuem carteira de vacinação e número de identificação. Aqueles que ainda não atingiram a idade mínima para castração recebem um voucher para realizar o procedimento gratuito assim que estiverem aptos. Todos passaram por acompanhamento veterinário, socialização e adestramento básico, e estão prontos para conviver em família. Os cachorros disponíveis para adoção estão vacinados, vermifugados, microchipados e possuem carteira de vacinação e número de identificação | Foto: Divulgação/Sepan-DF Na primeira edição, sete cães conquistaram novas famílias e hoje vivem em lares cheios de cuidado e afeto. Com o retorno do evento, a expectativa é repetir o sucesso e garantir que ainda mais animais tenham a oportunidade de começar uma nova vida. O evento é realizado pela Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF), em parceria com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), e integra o conjunto de ações do Castra-DF — programa que atua no controle populacional de cães e gatos e na promoção do bem-estar animal no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]Segundo o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha, a ação representa uma nova etapa no cuidado com os cães abrigados. “O espaço de acolhimento temporário do Castra-DF recebeu esses animais em momento de vulnerabilidade, e desde então temos trabalhado para garantir que recebam todos os cuidados necessários. Agora, estamos fazendo esse esforço para que encontrem um lar definitivo, onde possam viver com amor e segurança. Cada adoção representa uma nova chance, é um gesto de responsabilidade, afeto e cidadania”, destacou. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressaltou a importância de incentivar atitudes de cuidado e responsabilidade com os animais: “Promover a adoção responsável é um gesto de cidadania. Quando incentivamos o cuidado e o respeito pelos animais, estamos construindo uma sociedade mais humana, solidária e consciente”. Os interessados podem conhecer os cães disponíveis para adoção no site do Castra-DF. A expectativa é que o evento fortaleça o compromisso com a causa animal e transforme histórias de abandono em novos começos cheios de amor e esperança. *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF)

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Caravana de Proteção Animal promove adoção e vacinação de pets no Eixão do Lazer

A terceira edição da Caravana de Proteção Animal, promovida pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), será realizada no próximo domingo (13), no Eixão do Lazer, entre as quadras 107 e 207 Norte. A iniciativa leva à população serviços gratuitos voltados ao cuidado e à proteção de animais, além de ações de conscientização e incentivo à adoção responsável. Evento promovido pela SSP-DF incentiva a adoção responsável e levará, ao Eixão do Lazer neste domingo (13), serviços públicos e orientações para o bem-estar animal | Foto: Carol Alonso/SSP-DF Das 9h às 17h, o público poderá aproveitar uma programação variada, que inclui vacinação, exames veterinários, orientações sobre maus-tratos, distribuição de mudas do cerrado, palestras educativas, sorteio de brindes, feira de adoção, doação de ração, desfile pet e demonstrações com cães de operações das forças de segurança. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destaca o compromisso da segurança pública com o bem-estar animal. “A integralidade é fazer com que a segurança pública esteja cada vez mais perto da comunidade. Temos uma legislação forte, uma delegacia especializada que vem fazendo um grande trabalho, assim como o Batalhão Militar Ambiental. Mas queremos ir além disso na proteção e no respeito aos animais e aos seus criadores”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A ação faz parte do eixo Cidade Mais Segura, do programa Segurança Integral, que busca fortalecer a ordem pública, promover a proteção ambiental e ampliar a percepção de segurança por meio de ações de proximidade com a população. Avanços na proteção animal O Distrito Federal vem se destacando nacionalmente na política de proteção animal. Em 2023, foi criada a Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais (DCRA), a primeira unidade policial do país com essa finalidade. A iniciativa reforçou a atuação da Polícia Civil do DF no combate aos crimes de maus-tratos e crueldade contra cães, gatos e outros animais. Já em 2024, o GDF deu mais um passo importante ao instituir a Secretaria Extraordinária de Proteção Animal, com foco exclusivo na defesa dos direitos e no bem-estar de cães e gatos do DF. A pasta é responsável por desenvolver políticas públicas, articular parcerias e coordenar ações de atendimento veterinário, vacinação, controle populacional e reabilitação de animais vítimas de violência. A Caravana conta com a participação integrada de diversas forças de segurança. A expectativa é de que a caravana atraia um grande número de visitantes e, principalmente, promova o engajamento da população na causa da proteção animal. *Com informações da SSP-DF

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Feira pet incentiva adoção responsável e bem-estar animal no anexo do Palácio do Buriti

Olhares meigos acompanhados de latidos e miados encantam o caminho que leva ao Anexo do Palácio do Buriti, em mais uma edição da Feira Pet. O evento, que ocorre nos dias 15 e 16 de abril, é promovido pela Secretaria de Economia (Seec-DF), por meio da Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), em parceria com instituições de proteção animal. Feira recebe cerca de 20 animais e comercializa produtos ligados a cães e gatos no Anexo do Buriti | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com funcionamento das 9h às 16h, a feira tem como foco principal o incentivo à adoção e ao apadrinhamento de animais, promovendo também ações de conscientização e cuidados essenciais com os pets. Para adotar, o interessado precisa contatar os responsáveis pelos animais na feira e assinar um termo de adoção responsável. A instituição mantém contato e acompanha o tutor ー tanto para tirar dúvidas quanto para checar como vai o bem-estar e a adaptação do animal. Também é feita uma visita às casas para verificar se as janelas são teladas, nos casos dos gatos. São mais de 20 animais esperando por um adotante no local, sendo cinco cães e aproximadamente 15 gatos ー muitos dos felinos ainda filhotes. Durante o evento, servidores e visitantes podem interagir com os animais disponíveis, receber orientações de especialistas e conversar com representantes das instituições parceiras. O projeto começou em 2023 e, além de ajudar a transformar vidas tanto dos animais quanto de quem adotar ou apadrinhar, a Feira Pet reforça o compromisso da Seec com a valorização do ambiente de trabalho por meio da convivência e do bem-estar. As Organizações Não Governamentais (ONGs) resgatam e cuidam dos animais, que normalmente já vão para a feira castrados, vermifugados e vacinados. A cada edição, a iniciativa tem mostrado resultados positivos, com múltiplas adoções. O objetivo é levar a pauta da proteção animal para dentro do serviço público por meio de uma ação de qualidade de vida e também de conscientização. Epitácio Júnior: “Um animalzinho desse muda o ambiente da casa e interfere diretamente na qualidade de vida da pessoa com o amor que ele leva” Para o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Júnior, a expectativa é repetir o sucesso das últimas feiras, garantindo mais lares e gestos de afeto para os pets que ainda esperam por uma segunda chance. “Um animalzinho desse muda o ambiente da casa e interfere diretamente na qualidade de vida da pessoa com o amor que ele leva. Quando levamos isso para dentro do serviço público, com um olhar especial para o servidor, é também um projeto de apoio emocional e uma maneira de chamar a atenção para essa causa tão importante. É uma adoção responsável, então os servidores que estão dispostos a adotar têm que ter essa consciência de que vão prover um lar com segurança para esses animais, com toda a estrutura necessária para que eles possam ser bem tratados”, declarou. Isabella Nunes ia para o trabalho quando se encantou pelos cachorrinhos na feira: “Um pet faz a diferença na vida” A caminho do trabalho, a engenheira civil Isabela Nunes, 22 anos, passou pela feira de adoção e viu os cachorrinhos vestidos com roupinhas para evitar o frio. Sem conseguir resistir, ela parou para fazer um carinho nos bichinhos. “Aqui sempre tem feirinhas de artesanato e comida, mas foi a primeira vez que vi os cachorrinhos e fiquei muito encantada. E tem os gatinhos também ali na frente, que já estou ansiosa para ver. Um pet faz toda diferença na vida, chegar em casa e receber todo o carinho do mundo deles é muito bom para relaxar depois de um dia estressante. Ainda mais nesse tempo frio, é importante cuidar desses anjinhos”. Adoção responsável À frente do Gateira Felina, uma das parceiras do projeto que oferecem lar temporário aos animais, Haday Rezende explica que as feiras de adoção ocorrem todos os sábados em diversos pontos do DF. Em órgãos públicos, como o caso desta edição da Feira Pet, são realizadas mensalmente durante a semana. A parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF) existe há cerca de dois anos, período em que mais de 50 felinos foram adotados. “Todos os dias nós temos animais e pedidos de ajuda. Então, quanto mais nós doamos, mais a gente pode acolher”, destaca. André Luiz Calixto escolheu um pet para alegrar e fazer companhia ao filho Coordenador do projeto Cão Itinerante, o vigilante Charles Marcelino Rosa destaca que a parceria com a Secretaria de Qualidade de Vida leva uma visibilidade maior para os companheirinhos de quatro patas em busca de um novo lar. “Creio que até o final da tarde ou amanhã a gente consiga arrumar um lar para eles. É mais um lugar onde eles são vistos e, como diz o ditado, o que é visto é lembrado”, afirma Charles, que coordena o cuidado a 68 cães no projeto. Interessado em adotar um cãozinho para fazer a alegria do filho, o assessor especial André Luiz Calixto ficou contente em passar no lugar certo ao ir trabalhar. “Eu tenho um filho autista que é muito apegado aos animais e eu também gosto muito. Já mandei as fotos para ele escolher o novo amiguinho e, se der tudo certo, vou passar aqui mais tarde e levá-lo para casa”, afirmou. Luiz acrescentou, ainda, que a adoção tem algo de especial. “É um sentimento gratificante poder dar uma vida melhor para um cachorro que estava abandonado na rua e poder cuidar dele”.

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