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Curso apresenta alternativa de geração de renda com pimentas especiais

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) promoveu, nesta terça-feira (12), a primeira oficina de processamento de pimentas prevista no acordo de cooperação técnica firmado com a Embrapa Hortaliças. A capacitação ocorreu no Centro de Formação Tecnológica e Desenvolvimento Profissional (Cefor), na sede da empresa, e reuniu produtores rurais interessados em ampliar as possibilidades de comercialização e agregação de valor à produção de pimentas cultivadas no Distrito Federal. Voltado especialmente para variedades do grupo Capsicum chinense — conhecido pelo aroma acentuado, sabor frutado e níveis de picância que variam de moderados a extremamente altos —, o curso apresentou técnicas de processamento artesanal e desenvolvimento de produtos derivados. Os produtores rurais aprenderam na prática técnicas para preparar vários tipos de pimenta | Foto: Divulgação/Emater-DF Durante a oficina, os participantes aprenderam a elaborar diferentes produtos, como molho tipo tabasco, geleia de abacaxi com pimenta habanero, pimenta com abacaxi, molho de pimenta murupi, molhos com manga e maçã e conserva de pimenta com especiarias. Um dos destaques foi a pasta básica de pimenta, utilizada como base para diferentes preparações, e técnicas de desidratação. A proposta da capacitação foi demonstrar alternativas para transformar a produção in natura em produtos com maior valor agregado, ampliando as oportunidades de mercado e fortalecendo o empreendedorismo rural. Segundo o técnico em agroindústria e extensionista rural da Emater-DF, Flávio Bonesso, a iniciativa busca incentivar os produtores a explorar o potencial econômico das pimentas especiais e diversificar a produção rural. “O objetivo é agregar valor à produção e estimular o trabalho com pimentas, mostrando possibilidades de processamento, inovação e ampliação da renda”, destacou. A venda de receitas à base de pimenta pode incrementar a renda familiar A ação integra um projeto desenvolvido em conjunto com pesquisadores da Embrapa Hortaliças e prevê ainda a identificação de cultivares de Capsicum chinense — incluindo os grupos habanero, pimenta-de-cheiro e murupi — adaptadas aos sistemas orgânico e convencional de produção do Distrito Federal. A parceria entre pesquisa e extensão rural busca fortalecer a cadeia produtiva, levando inovação tecnológica, orientação técnica e novas oportunidades de mercado aos produtores rurais. Produtores interessados em cultivar variedades de pimentas desenvolvidas pela Embrapa Hortaliças podem procurar a unidade local da Emater-DF para obter orientações técnicas e informações sobre o cultivo. *Com informações da Emater-DF  

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Programa Filhos deste Solo amplia formação empreendedora e fortalece protagonismo da juventude rural no DF

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) encerrou 2025 com avanços significativos no programa Filhos deste Solo, iniciativa voltada à formação de jovens rurais em empreendedorismo, gestão de negócios e inovação. Ao longo do ano, as ações envolveram formações presenciais, mentorias online, atividades gamificadas e vivências técnicas, beneficiando jovens com idade entre 16 e 29 anos e estimulando a permanência produtiva no campo. Um dos principais destaques foi o curso Noções Básicas de Elaboração de Planos de Negócio, ministrado no Instituto Federal de Brasília (IFB), em Planaltina. A formação reuniu 82 inscritos, com 68 certificados, e abordou temas como sucessão familiar, cooperativismo, pesquisa de mercado, viabilidade econômica e planejamento estratégico. A dinâmica Shark Tank — Desafio Empreendedor consolidou o aprendizado, permitindo que os grupos apresentassem propostas reais de negócios desenvolvidas durante o curso. "O programa desperta nos jovens a confiança de que eles podem transformar suas comunidades" Adriana Dutra, coordenadora do Filhos deste Solo A coordenadora do programa, Adriana Dutra, destaca o impacto da iniciativa na trajetória dos participantes: “O programa desperta nos jovens a confiança de que eles podem transformar suas comunidades. É um processo que integra conhecimento, experimentação e visão empreendedora.” Um exemplo é o empreendimento Sabor e Vida — Doces que Abraçam, criado por Sthefany Rodrigues Ferreira, estudante do Centro Educacional Taquara, com duas colegas, Rafaela Alves Sampaio e Beatriz Cristina Charles Barbosa, a partir dos conhecimentos adquiridos no programa. As jovens transformaram o aprendizado em uma oportunidade real de mercado e já colheram os primeiros frutos por meio da venda de cupcakes artesanais em datas comemorativas. Ao lado de duas amigas, Sthefany Rodrigues Ferreira investiu e está vendendo cupcakes em datas comemorativas | Fotos: Divulgação/Emater-DF Com produção sob encomenda e serviço de delivery, o negócio atende ocasiões como aniversários, Natal, Páscoa e outras celebrações, apostando no cuidado artesanal e na valorização do afeto como diferencial. “O programa me ajudou a entender como administrar uma empresa na prática. Aprendi a desenvolver um negócio, organizar os gastos, calcular o lucro e tomar decisões importantes. Com esses ensinamentos, consegui abrir minha própria empresa e começar a ganhar meu próprio dinheiro. Foi um aprendizado muito grande para mim, uma experiência que fez muita diferença na minha vida. Eu gostei muito do programa”, afirma Sthefany. [LEIA_TAMBEM]Outros destaques Outro marco de 2025 foi a visita técnica à AgroBrasília, que proporcionou a 57 jovens contato direto com tecnologias, práticas inovadoras e tendências do agronegócio. Durante a atividade, os participantes conheceram os circuitos técnicos da Emater-DF e dialogaram com especialistas de diferentes cadeias produtivas. O ano também foi dedicado ao planejamento e participação de 14 jovens na Expointer 2025 e no Encontro de Jovens Empreendedores Rurais do Rio Grande do Sul. A seleção priorizou estudantes engajados e com projetos em desenvolvimento, fortalecendo a proposta do programa de estimular novas lideranças no meio rural. A participação dos jovens permitiu expansão de conhecimentos, networking e inspiração com as últimas tendências do setor agropecuário. Além das ações no IFB, o Filhos deste Solo ampliou a presença nas escolas públicas do DF, atendendo a 116 estudantes do CED Taquara e do CED Várzeas, no Núcleo Rural Tabatinga, com cursos de empreendedorismo, mentorias e atividades práticas. As formações utilizaram metodologias ativas, jogos empresariais e ferramentas como o game Mobilog, que simula a tomada de decisões em negócios por meio de realidade aumentada. Entre os projetos desenvolvidos pelos estudantes, destacam-se iniciativas de alimentos, serviços e propostas sustentáveis, como a Ecoterra Reciclagem. “Investir nos jovens é investir no futuro da produção, da inovação e da sustentabilidade no campo“ Cleison Duval, presidente da Emater-DF Ao avaliar os resultados do ano, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, reforça o papel estratégico do programa: “Investir nos jovens é investir no futuro da produção, da inovação e da sustentabilidade no campo. O Filhos deste Solo mostra que nossos jovens têm talento, energia e projetos concretos para transformar o território rural”. *Com informações da Emater-DF  

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BRB registra lucro líquido de R$ 518 milhões no 1° semestre de 2025

O Banco BRB encerrou o primeiro semestre de 2025 com lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões, crescimento de 461,6% em relação ao mesmo período de 2024. No segundo trimestre, o resultado recorrente foi de R$ 280,3 milhões. O desempenho foi sustentado por expansão da base de clientes, aumento da carteira de crédito e gestão de riscos. O banco encerrou o mês de junho com 9,6 milhões de clientes (+ 23,9%), resultado da presença ampliada em novos mercados e da oferta integrada de serviços em canais físicos e digitais. Os principais fatores para o desempenho do BRB no semestre foram expansão da base de clientes, aumento da carteira de crédito e gestão de riscos | Foto: Divulgação/BRB Os ativos totais somaram R$ 74,5 bilhões (+ 40,7%) e o patrimônio líquido chegou a R$ 4 bilhões (+ 60,1%). A carteira de crédito alcançou R$ 59,4 bilhões (+ 59,4%), enquanto a captação somou R$ 67,3 bilhões (+ 43,8%), com destaque para CDBs (+ 52,1%), LCI/LCA (+ 52,7%) e depósitos judiciais (+ 29,4%). A margem financeira totalizou R$ 2,3 bilhões (+ 43,9%) e o resultado de intermediação financeira atingiu R$ 2 bilhões (+ 72,7%). O ROAE ficou em 21,8% e o Índice de Basileia encerrou o semestre em 13,91%. O custo de captação permaneceu abaixo de 100% do CDI. “O BRB apresentou um semestre de resultados sólidos, reflexo de uma estratégia consistente de crescimento, diversificação e proximidade com nossos clientes” Paulo Henrique Costa, presidente do BRB “O BRB apresentou um semestre de resultados sólidos, reflexo de uma estratégia consistente de crescimento, diversificação e proximidade com nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Expansão nacional O BRB manteve a estratégia de expansão territorial, inaugurou novas unidades e encerrou o semestre com 988 pontos de atendimento. Também assumiu a gestão das folhas de pagamento de órgãos de Tocantins, Paraíba e Alagoas. O banco está presente em todas as regiões do país e em 39 países, com rede física e digital. Transformação digital 98,5% porcentual das transações realizadas por canais digitais   No semestre, 98,5% das transações foram realizadas por canais digitais, totalizando 232 milhões de operações (+ 36,6%). Somente pelo SuperApp, foram 185,1 milhões de transações (+ 53,6%). Na gestão de depósitos judiciais, com carteira de R$ 25 bilhões, o sistema BRBJus ganhou novos recursos de automação, segurança e relatórios inteligentes. O Pix Judicial consolidou-se como principal meio de pagamento. Crédito imobiliário e agronegócio A carteira imobiliária somou R$ 13,5 bilhões (+ 29,7%), consolidando a liderança do BRB no Distrito Federal (62,8% de participação) e a 5ª posição nacional no financiamento habitacional. No agronegócio, a carteira rural encerrou junho em R$ 1,9 bilhão (+ 18,3%), com destaque para operações no DF, Ride, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Mato Grosso. Qualidade da carteira A inadimplência consolidada encerrou junho em 1,57%, redução de 1,74 ponto porcentual em 12 meses, abaixo da média do sistema financeiro nacional. Conglomerado Financeira BRB: carteira de crédito de R$ 6,1 bilhões (+ 49,8%), originação de R$ 3,6 bilhões (+ 110,1%) e inadimplência de 0,95%. BRB Seguros: emissão de R$ 689,9 milhões em prêmios (+ 13,4%) e lucro líquido de R$ 61,7 milhões. BRBCARD: lucro líquido de R$ 24,1 milhões (+ 143%), faturamento de R$ 5 bilhões (+ 8%) e 949 mil cartões emitidos. BRB DTVM: lucro líquido de R$ 2,7 milhões (+ 259%), ativos totais de R$ 7,1 bilhões (+ 16%) e AuC de R$ 4,25 bilhões (+ 134%). BRB Serviços: receita operacional de R$ 62,9 milhões (+ 9,8%) e lucro líquido de R$ 782 mil (+ 141,3%). ESG e impacto social   o BRB operacionalizou 30 programas sociais, beneficiando mais de 414 mil famílias e repassando R$ 4,3 bilhões em benefícios No semestre, o BRB operacionalizou 30 programas sociais, beneficiando mais de 414 mil famílias e repassando R$ 4,3 bilhões em benefícios, incluindo o Prato Cheio e o novo Cartão Material de Construção. Na mobilidade urbana, o programa Vai de Graça garantiu gratuidade no transporte público aos domingos e feriados, com 99,6 milhões de acessos no trimestre (+ 13,8%). O Instituto BRB apoiou projetos que beneficiaram diretamente 38 mil pessoas e alcançaram 1,2 milhão indiretamente. O investimento de R$ 645 mil gerou impacto econômico estimado em quase R$ 1,9 milhão. O banco também reduziu em 37% o volume de páginas impressas, resultado da digitalização de processos e da busca por maior eficiência ambiental. [LEIA_TAMBEM]Principais números do 1S25   Lucro líquido recorrente: R$ 518 milhões (+ 461,6%) Resultado recorrente 2T25: R$ 280,3 milhões ROAE: 21,8% Índice de Basileia: 13,91% Ativos totais: R$ 74,5 bilhões (+ 40,7%) Patrimônio líquido: R$ 4 bilhões (+ 60,1%) Carteira de crédito: R$ 59,4 bilhões (+ 59,4%) Captação: R$ 67,3 bilhões (+ 43,8%) Clientes: 9,6 milhões (+ 23,9%) *Com informações do BRB

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Startups iniciam processo de incubação para projetos voltados ao setor agrícola

Teve início, nessa quinta-feira (5), o processo de incubação das startups participantes do AgroHack Ideias e do Hackathon Sustentabilidade Tecnológica. A iniciativa marca um importante avanço na promoção de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio e da sustentabilidade no Distrito Federal. A proposta da incubação é oferecer apoio técnico, mentorias especializadas e capacitações estratégicas para que os projetos desenvolvidos possam ser aplicados de forma prática no setor agrícola | Foto: Divulgação/Secti-DF A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades e representantes do ecossistema de inovação e agropecuária, entre eles: Alexandre Villain, secretário em exercício da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF); Antônio Barreto, subsecretário de Políticas Econômicas Agropecuárias da Seagri-DF; Marcos Almeida, representante da Cooperativa de Agropecuária da Região de Brazlândia (Coopebraz); e Cristiane Pereira, diretora-presidente do Instituto MultipliCidades, responsável pela metodologia de incubação das startups. A proposta da incubação é oferecer apoio técnico, mentorias especializadas e capacitações estratégicas para que os projetos desenvolvidos possam ser aplicados de forma prática no setor agrícola. As soluções envolvem o uso de tecnologias digitais e ferramentas voltadas ao aumento da produtividade e sustentabilidade no campo. Segundo Alexandre Villain, da Secti-DF, iniciativas como o AgroHack Ideias reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fortalecimento do ecossistema de inovação. “A integração entre tecnologia e agronegócio é fundamental para impulsionar o desenvolvimento sustentável do DF”, afirmou. Para Antônio Barreto, da Seagri-DF, a agricultura local ganha força ao se conectar com soluções digitais. “Aliar inovação ao agronegócio amplia as possibilidades de crescimento das nossas cadeias produtivas”, destacou. Representando os produtores locais, Marcos Almeida ressaltou a importância do diálogo entre startups e cooperativas. “Essa parceria é essencial para o avanço da agricultura familiar, com ganhos em eficiência e impacto ambiental positivo”, disse. Cristiane Pereira, do Instituto MultipliCidades, reforçou que o projeto contribui diretamente para a consolidação de Brasília como um dos principais polos de inovação do país. “O DF já ocupa a quarta posição nacional em número de startups, segundo o Sebrae. Nosso papel é ampliar esse cenário conectando ideias inovadoras às necessidades reais do setor agropecuário”, concluiu. As startups seguem agora com o processo de incubação e serão acompanhadas por especialistas ao longo das próximas etapas. A iniciativa tem o apoio da Secti-DF, Seagri-DF, Associação dos Engenheiros Agrônomos do DF (AEA-DF), Clube de Engenharia (CENB) e Parque Tecnológico Biotic. *Com informações da Secti-DF

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