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Convocados 278 médicos para ampliar o atendimento na rede pública do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Secretaria de Saúde (SES-DF) convocou, nesta sexta-feira (11/9), 278 médicos para reforçar a assistência à população. São 200 médicos generalistas, 43 médicos de família e comunidade, 34 ginecologistas e um oncologista. A lista com os nomes completos dos convocados está disponível no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira. Médicos de família vão atuar nas UBSs, enquanto os demais trabalharão de acordo com a demanda assistencial da rede | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  A nova convocação integra as ações de ampliação da força de trabalho da rede pública empreendidas ao longo deste ano. Até agora, já foram registradas 1.408 nomeações de profissionais para a Saúde do DF. Os médicos de família e comunidade atuarão nas unidades básicas de saúde (UBSs), ampliando as equipes responsáveis pelo acompanhamento da população na Atenção Primária. Os demais profissionais serão distribuídos de acordo com as necessidades assistenciais da rede. Documentação  Os candidatos devem encaminhar, por meio do peticionamento eletrônico, toda a documentação exigida para comprovação dos requisitos, títulos e experiência profissional. O prazo para envio segue até 25 de setembro. A ausência da documentação exigida pode acarretar a eliminação do processo seletivo. Além dos comprovantes dos requisitos, também é obrigatória a apresentação da avaliação médica pré-admissional, com aprovação de aptidão física e mental. A ausência da documentação necessária poderá impedir a contratação. As orientações para realização do peticionamento eletrônico estão disponíveis no site da SES-DF. A edição do DODF desta sexta-feira também divulga o resultado final do processo seletivo simplificado para contratação temporária e formação de cadastro de médicos, referente ao Edital de Abertura nº 21, de 22 de julho de 2026. Reforço da rede Desde março, a SES-DF vem ampliando a força de trabalho com a convocação e nomeação de profissionais de diferentes áreas. Além de médicos de diversas especialidades, as contratações incluem auditores da Vigilância Sanitária, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cirurgiões-dentistas, agentes comunitários de saúde, agentes de vigilância ambiental, condutores de veículos de urgência e emergência e técnicos de apoio operacional – padioleiros. As medidas fazem parte da estratégia da secretaria para ampliar a capacidade de atendimento e qualificar os serviços oferecidos à população nas diferentes regiões do Distrito Federal.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Dengue e chikungunya: saiba diferenciar os sintomas

Febre, mal-estar e dores pelo corpo costumam ser os primeiros sinais de alerta para quem contrai dengue ou chikungunya. Apesar de apresentarem sintomas semelhantes nos primeiros dias, as duas doenças evoluem de maneiras diferentes.  A principal forma de prevenir a dengue e a chikungunya é eliminar possíveis fontes de reprodução do mosquito transmissor | Foto: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde DF “A chikungunya provoca um processo inflamatório mais intenso, principalmente em mãos, pés, punhos e tornozelos. Essa inflamação pode levar à dificuldade de movimentação e, em alguns casos, permanecer por meses” José David Urbaez, infectologista da Secretaria de Saúde (SES-DF) e referência técnica na área  Embora sejam transmitidas pelo mesmo mosquito — Aedes aegypti —, ambas as doenças possuem algumas características distintas entre si. Na dengue, a febre alta e repentina (acima de 38°C) é um dos principais sintomas. Já na chikungunya, as fortes dores nas articulações marcam sua presença.  “A chikungunya provoca um processo inflamatório mais intenso, principalmente em mãos, pés, punhos e tornozelos. Essa inflamação pode levar à dificuldade de movimentação e, em alguns casos, permanecer por meses”, explica o infectologista da Secretaria de Saúde (SES-DF) e referência técnica na área, José David Urbaez. Sinais em comum e diagnóstico A dengue é causada pelo vírus Denv, que possui quatro sorotipos diferentes: Denv-1, Denv-2, Denv-3 e Denv-4. Seus sintomas incluem, também, dores na cabeça, atrás dos olhos e nos músculos. Nos casos mais graves podem ocorrer sangramentos nas mucosas e o surgimento de manchas vermelhas na pele. Mal-estar, dores nas articulações e na cabeça e vermelhidão também aparecem em ocorrências de chikungunya.  Além dos testes rápidos, a rede pública também realiza exames como RT-PCR e sorologia, que auxiliam na confirmação do diagnóstico das doenças | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF  Mesmo com as diferenças visíveis, a forma mais segura de identificar a dengue ou a chikungunya é procurar atendimento médico, segundo Urbaez. As duas doenças podem ser identificadas por exames laboratoriais disponíveis na rede pública de saúde do DF. Além dos testes rápidos, também podem ser realizados exames como RT-PCR e sorologia, que auxiliam na confirmação do diagnóstico. Ao apresentar febre, dores no corpo ou nas articulações, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). “A maioria dos casos de dengue, por exemplo, pode ser totalmente gerenciada na atenção primária, com hidratação, repouso e medicamentos para aliviar os sintomas. Os casos graves são encaminhados aos hospitais regionais”, detalha o especialista da SES-DF. Combate diário  A liberação dos chamados Wolbitos, mosquitos que carregam a bactéria Wolbachia, é uma estratégia da SES-DF que ajuda a reduzir a transmissão de arboviroses. Foto: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde DF  [LEIA_TAMBEM]A principal forma de prevenir as arboviroses é eliminar pontos de acumulação de água parada, ambiente ideal para a reprodução do mosquito transmissor. Pneus, garrafas, calhas e caixas d’água sem proteção estão entre os recipientes que mais favorecem a proliferação do Aedes aegypti. Na capital federal, a SES-DF também mantém uma série de ações de enfrentamento, como: borrifação intradomiciliar, uso de drones para identificar possíveis criadouros, instalação de armadilhas e aplicação da vacina contra a dengue em públicos específicos. Outra estratégia adotada pela pasta é a liberação dos chamados Wolbitos, mosquitos que carregam a bactéria Wolbachia. A tecnologia ajuda a reduzir a capacidade de transmissão de doenças pelo Aedes aegypti e reforça as ações de controle. *Com informações da SES-DF  

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UBS 1 do Riacho Fundo é reinaugurada com espaços mais acolhedores

Maior unidade da região, a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Riacho Fundo foi reinaugurada após reformas que ampliaram e modernizaram o espaço. Com investimento de cerca de R$ 1 milhão, o local ganhou reparos no telhado, piso, sistema hidráulico e elétrico, além da substituição de revestimentos e pintura. Agora são 25 salas disponíveis para o atendimento, todas com ar-condicionado | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O espaço foi readequado e ampliado com mais quatro consultórios, totalizando 25 salas disponíveis para o atendimento da população. As mudanças incluíram sistema de climatização, com aparelhos de ar-condicionado distribuídos por toda a unidade. “São consultórios médicos, de enfermagem, salas de acolhimento, medicação e curativos”, enumera o gerente da unidade, Suderlan Sabino Leandro.  [LEIA_TAMBEM]As reformas começaram em 2024, mas o atendimento da UBS continuou, sendo realocado para locais como a Casa do Idoso, o Terminal Rodoviário da região e outras unidades de saúde. Ao todo, a UBS 1 possui mais de 30 mil pessoas cadastradas. Os serviços oferecidos incluem atendimento médico, pré-natal e controle de hipertensão e diabetes, além de vacinação e exames laboratoriais. O diretor de Atenção Primária à Saúde da Região Centro-Sul, Luis Henrique Mota, elogia o esforço dos servidores durante o período de realocação dos atendimentos: “Foi uma resiliência absurda. Os servidores entenderam que não podiam parar, porque sem o nosso serviço, a população ficaria desassistida. Mexemos em tudo, do chão ao telhado. Foi um marco”. O coordenador de Atenção Primária à Saúde da Secretaria de Saúde (SES-DF), Afonso Abreu, lembra que um bom ambiente faz também parte da oferta de saúde de qualidade à população. “Quando pensamos nos pilares do SUS [Sistema Único de Saúde], a ambiência e a estrutura são necessidades da atenção primária, cujos maiores representantes são as UBS”, pontua. *Com informações da Secretaria de Saúde

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UBS 3 do Paranoá amplia equipes e reforça atendimento a 24 mil moradores do Paranoá Parque

Ampliar o número de unidades básicas de saúde (UBSs) é uma das estratégias deste Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer a atenção primária e resolver, perto de casa, grande parte das demandas da população. Localizada no Paranoá Parque, a UBS 3 do Paranoá, primeira da região, foi inaugurada em 2021 e passou de quatro para seis equipes, o que ampliou o acesso e melhorou o atendimento à comunidade. De lá até outubro deste ano, a unidade havia realizado mais de 396 mil procedimentos e atendido a cerca de 160 mil pacientes. No total, quase 50 profissionais atuam na unidade, entre servidores estatutários, residentes e estagiários. “A UBS foi projetada inicialmente para atender quatro, mas, com o aumento da demanda — são cerca de 24 mil usuários cadastrados —, foi preciso ampliar o número de equipes e readequar os espaços”, conta a gerente da unidade, Gabriella Formiga. Na UBS 3 do Paranoá, a população tem acesso a atendimentos médicos, consultas de enfermagem, acolhimento com os técnicos, atendimentos odontológicos e farmácia | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ela, o espaço oferece uma ampla variedade de serviços à população da região. “A UBS realiza atendimentos médicos, consultas de enfermagem, acolhimento com os técnicos, atendimentos odontológicos e também conta com a farmácia, responsável pela dispensação de medicamentos aos usuários”, explica. A unidade dispõe ainda de uma equipe multiprofissional composta por assistente social, psicóloga, nutricionista e fisioterapeuta. “Essa integração é essencial para oferecer um cuidado completo, com foco na prevenção e na promoção da saúde”, acrescenta a gerente. Além das consultas médicas e de enfermagem, a unidade oferece uma ampla rede de serviços e profissionais: assistente social, nutricionista, psicóloga e equipe de farmácia que atua com farmácia clínica. “Hoje, somos referência na dispensação de medicamentos como PEP, PrEP e DARV, voltados a pacientes com HIV. Recebemos usuários não só do Paranoá e Itapoã, mas também de outras regiões do DF, como Ceilândia e Asa Norte”, afirmou Gabriella. A UBS 3 do Paranoá mantém diversos grupos de acompanhamento e atividades coletivas, voltados a diferentes perfis de usuários A UBS 3 do Paranoá mantém diversos grupos de acompanhamento e atividades coletivas voltados a diferentes perfis de usuários. Há grupos de caminhada, futebol para crianças, pacientes de dor crônica, tabagistas, hipertensos, diabéticos, mulheres e adolescentes. O espaço também oferta Lian Gong, uma prática chinesa voltada ao relaxamento e à melhora da mobilidade, e o grupo de zumba, que é feito no salão de festas do Paranoá Parque, em parceria com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e o programa 60+. Outro destaque é a horta comunitária, que envolve usuários e servidores na manutenção e colheita. A população participa ativamente, e o que é produzido é compartilhado entre todos. Unidade Heloides Silva frequenta a UBS desde a inauguração e é só elogios para a unidade de saúde Localizada no Paranoá Parque, a UBS 3 tem área de 870 m² e representa um investimento total de R$ 3,5 milhões, sendo R$ 2,5 milhões provenientes de emenda parlamentar do deputado distrital José Gomes e R$ 725 mil de emenda parlamentar federal do deputado federal Ronaldo Fonseca. O restante foi custeado com recursos próprios da Secretaria da Saúde (SES-DF). A unidade beneficia cerca de 24 mil moradores da região. É o caso da moradora da quadra 33 do Paranoá Parque, a aposentada Heloides Silva. Ela elogia a estrutura da unidade e o bom atendimento das equipes: “Os funcionários são muito atenciosos. Já precisei tirar pontos de cirurgia e venho sempre na farmácia buscar alguns medicamentos que utilizo. Quando a gente precisa, eles fazem o possível para ajudar”. Celso Coutinho está satisfeito com a distância entre a casa dele e a UBS: "Dou dez passos e já estou dentro da unidade"  [LEIA_TAMBEM] Já o músico Celso Durante Coutinho esteve na UBS 3 para fazer um curativo após sofrer uma queda. Ele elogiou o atendimento recebido na unidade. “Fui muito bem atendido. Tudo tranquilo, sem nenhum problema”, contou. Além do curativo, Celso também aproveitou a visita para buscar medicamentos. Para ele, a localização da UBS é um grande diferencial. “Facilita demais. Eu dou dez passos e já estou dentro da unidade. Depois que construíram aqui, ficou ótimo, muito bom mesmo”, afirmou, satisfeito.  

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