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campanha de conscientização

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Passeio ciclístico do Maio Amarelo abre inscrições para a edição 2026

Quem quiser participar do Passeio Ciclístico DER-DF/Edição Maio Amarelo tem até o dia 25 deste mês para fazer sua inscrição. A iniciativa é da Escola Vivencial de Trânsito (Transitolândia), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), marcando a campanha mundial de conscientização sobre a importância de reduzir os acidentes de trânsito.  Percurso previsto para a corrida, que terá largada na altura da Quadra 102 da Asa Sul, é de 10 quilômetros | Foto: Divulgação/DER-DF Com 500 vagas disponíveis para o público geral, o evento será realizado no dia 31, no Eixão Sul, com largada a partir das 7h30, na altura da Quadra 102, próximo ao Banco Central. Após o passeio, haverá sorteio de brindes oferecidos pelas empresas apoiadoras Durante a concentração, cada pessoa inscrita receberá um kit educativo com sacochila, camiseta, garrafa, dispositivo de iluminação, colete e capacete. A saída está prevista para as 9h, sendo o percurso de 10 quilômetros, no sentido Aeroporto, com retorno ao local de início do evento ciclístico. As inscrições podem ser feitas por meio deste link.   *Com informações do DER-DF      

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Brasília comemora 29 anos de respeito ao pedestre na faixa

A partir das 5h30 desta quarta-feira (1º), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) comemora, com o projeto Café na Faixa e uma grande blitz educativa na travessia entre o Sesi Lab e a Biblioteca Nacional, o 29º aniversário da faixa de pedestre. Desde que foi criada, em 1997, a faixa de pedestre tem contribuído para reduzir o número de atropelamentos no DF | Fotos: Divulgação/Detran-DF “Não há pressa que justifique o condutor não parar na faixa para o pedestre, pois é uma vida que está ali na frente dele pedindo passagem” Marcu Bellini, diregor-geral do Detran-DF A data foi estabelecida em 1997 como marco de um grande pacto entre os órgãos de segurança viária e a população da capital federal, salvando milhares de vidas no trânsito do DF. Embora a frota de veículos tenha aumentado 260% nestes 29 anos, passando de 605 mil para os atuais 2.179.850, a quantidade de mortes por atropelamento no DF caiu 70,7% — saindo de 266 ocorrências em 1996 para 78 em 2025, sendo quatro delas em faixa de pedestre não semaforizada (5%). “Há quase três décadas, a faixa de pedestres deixou de ser apenas um sinal no asfalto para se tornar o símbolo do respeito à vida, um respeito mútuo entre pedestres e condutores que transformou a segurança da travessia em um pilar fundamental da mobilidade nas nossas cidades”, enfatiza o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. “Não são apenas números, são milhares de vidas que estão sendo poupadas a cada ano.” Em julho de 2024, lembra o diretor, a faixa de pedestres foi oficialmente reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal. “É importante observar que, entre os 78 pedestres mortos em 2025, só quatro estavam na faixa não semaforizada, enquanto dois estavam em faixas com semáforos e os outros 72 perderam suas vidas ao tentar atravessar fora dela”, pontua. “Isso mostra que a faixa é, sem sombra de dúvida, o local mais seguro para as travessias, e o pedestre precisa se conscientizar disso. E, por outro lado, não há pressa que justifique o condutor não parar na faixa para o pedestre, pois é uma vida que está ali na frente dele pedindo passagem”. 5 mil Número aproximado de faixas de pedestre existentes no DF Dados levantados pela Gerência de Estatística do Detran-DF apontam que, em 2025, três mortes foram registradas em faixa não semaforizada em Ceilândia e uma no Recanto das Emas. Das 72 mortes fora da faixa, 40 ocorreram em rodovias e 32, em vias urbanas. O dia da semana com maior quantidade de mortes por atropelamento foi a quarta-feira, com 14 casos cada, somando 36% do total de vítimas; e o período da noite, entre 18h e 23h59, foi o horário com maior quantidade de ocorrências (41%). Prioridade ao pedestre De acordo com o artigo 70 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), “os pedestres que estiverem atravessando a via sobre faixas delimitadas para esse fim terão prioridade de passagem, exceto nos locais com sinalização semafórica”. Ao cumprir a determinação legal, o condutor não apenas evita infração de trânsito e suas penalidades, mas faz o que é mais importante: contribuir para a preservação da vida. Campanhas educativas são frequentes, para firmar a importância da conscientização da população  Quem deixa de dar preferência ao pedestre coloca em risco a segurança viária e comete infração gravíssima, penalizada com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), conforme dispõe o artigo 214 do CTB. A regra vale para aqueles que estiverem em faixas sinalizadas, nas conversões, pedestres que não concluíram a travessia – mesmo com sinal verde – e quando se tratar de grupos vulneráveis como idosos, gestantes, crianças e pessoas com deficiência. [LEIA_TAMBEM]Nas vias urbanas do DF há cerca de 5 mil faixas de pedestre, e todas elas foram reformadas em 2025. Em 2026, cerca de 10% das faixas já foram restauradas até agora. Todos os locais de travessia possuem sinalização vertical de advertência (placas) que facilitam a identificação de uma faixa mesmo ao longe, permitindo ao condutor tempo hábil para reduzir a velocidade e redobrar a atenção com o pedestre. O trabalho de conscientização do Detran-DF foca dois eixos. Para quem dirige, é exigido o respeito total ao pedestre na faixa, dando-lhe a preferência; para quem caminha, são reforçados os cuidados necessários com a própria segurança, como usar sempre a faixa, fazer o “sinal de vida”, esperar que os veículos de todas as faixas parem e atravessar sempre em linha reta. Outras dicas importantes são segurar as crianças pelo punho, usar roupas claras para ser visto à noite e não se distrair com celular ou fone de ouvido. Durante todo o mês de abril, mais ações educativas estão programadas para reforçar o compromisso do condutor e do pedestre com o respeito à vida no trânsito. As ações contam com apresentação teatral, palestras em empresas públicas e privadas, abordagens com entrega de material educativo em vias públicas e blitzes educativas direcionadas tanto para condutores quanto para pedestres. Também haverá reforço no programa Café na Faixa, nas faixas não semaforizadas em locais de grande fluxo. *Com informações do Detran-DF

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Dedicada à saúde mental, campanha Janeiro Branco é encerrada com caminhada no Parque da Cidade

A campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, foi encerrada nesta sexta-feira (30) com uma caminhada no estacionamento 13 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek. A iniciativa foi promovida pela Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o Comitê Gestor de Qualidade de Vida no Trabalho (CGQVT), da Secretaria de Economia (Seec-DF), reunindo servidoras e servidores em uma ação voltada ao bem-estar, à integração e à promoção de hábitos saudáveis. A servidora pública Luciana Carvalho participou da caminhada: “Cuidar da saúde mental nos ajuda a trabalhar melhor e a atender melhor a população” | Foto: Samuel Marques/SMDF “Falar sobre saúde mental é romper tabus e abrir caminhos para uma vida mais equilibrada, dentro e fora do trabalho” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Além da caminhada, a programação incluiu roda de bate-papo e aula de zumba, proporcionando momentos de cuidado, escuta e incentivo a interações positivas no ambiente laboral. Durante este mês, a SMDF promoveu diversas ações com esse foco. Entre as iniciativas, os comitês de proteção à mulher em Santa Maria, Estrutural e Sobradinho promoveram debates com especialistas, abordando a prevenção de transtornos como ansiedade e depressão. “Promover ações como essa é fundamental para fortalecer uma cultura institucional baseada no cuidado, na escuta e no respeito”, avalia a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Cuidar da mente é um ato de coragem. Falar sobre saúde mental é romper tabus e abrir caminhos para uma vida mais equilibrada, dentro e fora do trabalho.”  Ações preventivas [LEIA_TAMBEM]Epitácio Júnior, secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida da Secretaria de Economia, lembra que essas ações têm impacto direto no bem-estar dos servidores: “Quando o servidor retorna ao trabalho após uma atividade como essa, ele volta diferente. O foco é a prevenção da saúde emocional, promovendo qualidade de vida antes que o adoecimento aconteça”. O cronograma também incluiu Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics), como auriculoterapia, yoga, meditação, terapia comunitária, técnicas de redução do estresse e ventosaterapia. As atividades foram executadas nos equipamentos da SMDF localizados em Planaltina, Sobradinho, Plano Piloto, Itapoã e Águas Claras. A servidora pública Luciana Carvalho, de 43 anos, reforça que a prática de atividades físicas contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida. “Essa atividade é fundamental para reduzir a ansiedade e o estresse do dia a dia”, afirma. “Cuidar da saúde mental nos ajuda a trabalhar melhor e a atender melhor a população. Além disso, esses momentos fortalecem o convívio social e criam novas amizades”.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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IgesDF reforça cuidados com equipamentos clínicos e inicia ciclo de conscientização e treinamentos

Até outubro deste ano, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) destinou mais de R$ 35 milhões para a aquisição de equipamentos de alta tecnologia destinados ao Hospital de Base (HBDF), ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), ao Hospital Cidade do Sol (HSol) e às 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF. Parte desses investimentos ocorreu por meio de convênios com o Ministério da Saúde e por emendas parlamentares. Para garantir o uso adequado e preservar o parque tecnológico, o Instituto iniciou, nesta semana, uma campanha de conscientização acompanhada de um ciclo de treinamentos sobre boas práticas no manuseio dos dispositivos clínicos. As equipes já participam de capacitações oferecidas pelos fabricantes sempre que um novo equipamento é instalado, e esta nova etapa inclui uma requalificação voltada aos cuidados diários e ao uso responsável dos aparelhos. A iniciativa reforça orientações essenciais para manter os dispositivos em pleno funcionamento, entre elas o uso apropriado, a limpeza correta, o transporte cuidadoso, o armazenamento adequado e a atenção durante toda a operação. Esses cuidados reduzem danos, evitam interrupções e asseguram que os pacientes recebam atendimento contínuo e seguro. Profissionais do HBDF realizam estudo de caso em aparelho de tecnologia 3D | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Manutenção necessária O assessor da superintendência do HBDF, Márcio Pascoal, explica que recebe diariamente chamados relacionados ao funcionamento dos equipamentos. Muitos problemas surgem por desgaste natural ou falhas técnicas, mas há situações em que o uso inadequado resulta em paralisações temporárias. Segundo Pascoal, a equipe de manutenção busca solucionar os problemas com a maior agilidade possível, mas alguns reparos dependem de peças específicas ou exigem mais tempo de execução. O profissional destaca que a adoção de boas práticas ajuda a evitar danos mais graves. “Existem situações em que o dano é mais complexo ou envolve componentes que precisam de mais tempo para serem substituídos. Por isso é fundamental conscientizar os colaboradores sobre o uso correto e o cuidado diário, evitando interrupções prolongadas e prejuízos ao atendimento”, afirma. A gerente de Manutenção e Infraestrutura do IgesDF, Luana Lucchini, reforça a importância do cuidado contínuo. “Cada equipamento das nossas unidades é uma ferramenta essencial para salvar vidas. Pequenos descuidos podem gerar grandes prejuízos para a equipe e para os pacientes. Cuidar bem dos aparelhos é também cuidar de quem cuida”, observa. A chefe do Serviço de Enfermagem em Radiologia do HBDF, Eva Fernanda Muniz, destaca que a atenção aos equipamentos de imagem é determinante para a segurança dos profissionais e dos pacientes. Ela cita a ressonância magnética como exemplo. “Esse equipamento requer atenção especial, principalmente quanto à presença de objetos metálicos que podem ser atraídos violentamente pela máquina. Além de causar danos ao aparelho, esses objetos podem ferir quem estiver no ambiente”, explica. Avisos na entrada da sala de ressonância magnética do Hospital de Base reforçam os cuidados necessários com o equipamento Investimento em alta tecnologia Para qualificar ainda mais a assistência e garantir maior eficiência nos cuidados em toda a rede, o IgesDF vem ampliando seu parque tecnológico com equipamentos modernos e infraestrutura renovada. Entre os principais investimentos está a construção do novo Centro Cirúrgico do HBDF, que contará com 16 salas equipadas com tecnologia de ponta, incluindo duas destinadas a procedimentos robóticos. O Hospital de Base também recebeu, em 2025, um novo angiógrafo e uma ressonância magnética, única do tipo na rede pública do Distrito Federal. O aparelho realiza cerca de 15 exames de alta resolução por dia em áreas como neurologia, ortopedia, cardiologia, oncologia e obstetrícia. A tecnologia também gera economia aproximada de 800 reais por exame, antes realizado em clínicas conveniadas. [LEIA_TAMBEM]No HRSM, o novo tomógrafo tem capacidade para processar entre 180 e 200 exames por dia, o que agiliza diagnósticos, melhora o fluxo assistencial e oferece imagens mais precisas para a equipe médica. Nas UPAs, o IgesDF entregou gasômetros capazes de analisar rapidamente parâmetros metabólicos e respiratórios dos pacientes. Além disso, seguem em construção sete novas unidades de Pronto Atendimento, que irão ampliar o acesso da população ao atendimento de urgência e emergência no Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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