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combate ao descarte irregular de lixo

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Mutirão de limpeza remove descarte irregular em pontos críticos de Ceilândia

A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizou na manhã deste sábado (25), um grande mutirão de limpeza em áreas públicas que vinham sendo utilizadas de forma irregular para o descarte de lixo e entulho. As equipes atuaram em diferentes pontos da cidade, incluindo uma área localizada ao lado do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia Norte, na QNM 16, além da Praça dos Eucaliptos e da QNM 8, em Ceilândia Sul. A operação contou com caminhão, retroescavadeira e equipes de apoio para retirada dos resíduos acumulados. Durante a ação, foram recolhidos materiais descartados irregularmente, como pneus velhos, garrafas plásticas, embalagens, restos de móveis, eletrodomésticos inutilizados e lixo doméstico. O objetivo é recuperar áreas públicas, evitar impactos ambientais e garantir melhores condições urbanas para a população. A operação contou com caminhão, retroescavadeira e equipes de apoio para retirada dos resíduos acumulados | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia De acordo com a Administração Regional, o descarte irregular é proibido e pode gerar multa aos responsáveis. Além de comprometer a paisagem urbana, o acúmulo de resíduos favorece a proliferação de insetos e animais transmissores de doenças, como ratos, baratas e o mosquito da dengue. “O trabalho de limpeza é realizado de forma contínua para preservar os espaços públicos e combater pontos de descarte irregular. A colaboração da população é essencial para manter a cidade limpa e evitar riscos à saúde”, destaca o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo de Souza Ferreira. A orientação é que moradores utilizem os papa-entulhos disponíveis na cidade para o descarte correto de resíduos volumosos, contribuindo para a preservação ambiental e para a manutenção da limpeza urbana. As ações de zeladoria são realizadas praticamente todos os dias pelas equipes da administração. Em média, cerca de 40 toneladas de lixo e entulho são recolhidas diariamente em áreas afetadas pelo descarte irregular em Ceilândia.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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DF Legal e SLU avançam em integração para combate ao descarte irregular de lixo

Representantes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) se reuniram nesta quinta-feira (26) para buscar formas ainda mais integradas de combater o descarte irregular de lixo e entulho em áreas públicas espalhadas pelo DF. O encontro serviu para cada um apresentar ideias de otimização das ações de fiscalização e limpeza, compartilhar conhecimento e apresentar soluções tecnológicas que facilitem o trabalho. Entre tudo o que ficou acertado, destaca-se a atualização da Instrução Normativa nº 4 de 2023. O texto atual já trata da utilização de um aplicativo por parte do SLU para que possa enviar a identificação de infratores diretamente à DF Legal, mas agora a intenção é prever também o compartilhamento de imagens de satélite. Reunião contou com representantes da DF Legal e do SLU | Foto: Divulgação/DF Legal Outro avanço será o compartilhamento das imagens do Centro de Controle Operacional (CCO) do SLU com a DF Legal e a busca para que, em conjunto, sejam contratadas mais câmeras para o monitoramento do território do Distrito Federal. “Essa é uma integração que será boa não só para os órgãos envolvidos, mas também para a população. O combate ao descarte irregular feito em conjunto se traduz em vizinhanças limpas e população mais saudável”, explicou o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira. Para o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, essa integração, aliada à tecnologia, trará ganhos significativos para a prestação dos serviços. “O SLU tem investido na modernização de seus sistemas; hoje, nossas unidades e operações já são monitoradas em tempo real. Vamos avançar ainda mais para viabilizar essa nova proposta e, assim, eliminar o descarte irregular no DF”, afirmou. *Com informações da DF Legal

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GDF remove 98 mil toneladas de entulho nos dois primeiros meses de 2026

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), retirou 98 mil toneladas de resíduos das ruas do Distrito Federal apenas em janeiro e fevereiro de 2026. O volume, composto majoritariamente por entulho descartado de forma irregular, segue uma tendência de crescimento: em todo o ano passado, foram removidas 678 mil toneladas, contra 654 mil toneladas em 2024. Segundo o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, as áreas com maior incidência de descarte incluem Plano Piloto, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Planaltina. Para ele, o aumento do descarte clandestino reflete a falta de conscientização da comunidade. “Infelizmente, se você pegar os dados, vê que está sempre aumentando. A população não usa os meios que o governo disponibiliza, que são as coletas porta a porta e a seletiva”, afirma. Araújo destaca que o lixo em áreas públicas causa prejuízos aos cofres públicos e gera riscos à saúde. “Quando o lixo é descartado em áreas públicas, vai cair em bocas de lobo, vai entupir e vai trazer prejuízos: o governo vai ter gastos maiores para desentupir a rede, por exemplo. Vai gerar também problemas de saúde pública, com diversos vetores, como o mosquito da dengue, ratos, répteis e outros insetos”, alerta. O GDF retirou 98 mil toneladas de entulho das ruas do DF em janeiro e fevereiro de 2026 | Foto: GDF Presente Papa-entulho Para combater o problema, o GDF conta com 26 unidades de papa-entulho espalhadas pela capital federal. Os instrumentos são espaços específicos para o recebimento de restos de construção civil e materiais volumosos. A rede será expandida e a meta é alcançar 43 itens. “Duas unidades prontas serão inauguradas pelo governo nos próximos meses: uma no Riacho Fundo e outra no Núcleo Bandeirante”, antecipa o subdiretor. A definição dos locais para novos equipamentos segue critérios técnicos baseados em pedidos via Ouvidoria e mapeamento de áreas com descarte reincidente. Araújo orienta que os cidadãos utilizem a tecnologia para localizar os pontos de entrega. “Pedimos que a população baixe o aplicativo SLU Coleta DF. Lá, vai saber o dia e o horário que o caminhão passa na porta e o endereço dos 26 papa-entulhos”, ressalta. Fiscalizações e multas A fiscalização, coordenada pela DF Legal, resultou em 1.663 vistorias, 241 notificações e 31 multas nos dois primeiros meses deste ano. No ano passado, foram 15.791 vistorias, 2.686 notificações e 295 multas — contra 16.003 vistorias, 3.032 notificações e 252 multas no ano anterior. As penalidades financeiras para quem comete crime ambiental variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16, além da possibilidade de apreensão do veículo utilizado no descarte irregular | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Em um levantamento acumulado desde 2024, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) lidera o ranking de autuações com 137 registros, seguido por Brasília (80) e Vicente Pires (64). As penalidades financeiras para quem é flagrado cometendo o crime ambiental variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16, além da possibilidade de apreensão do veículo utilizado no descarte irregular. Para Araújo, a punição é um mecanismo educativo necessário. “A multa inibe bastante o descarte irregular”, avalia. Na outra ponta, as regiões com menos autuações da DF Legal incluem Paranoá, Recanto das Emas e Santa Maria, com três cada, e Brazlândia e Candangolândia, com duas cada. Educação ambiental Paralelamente à fiscalização da DF Legal, o SLU mantém equipes de educação ambiental que percorrem as 35 regiões administrativas do DF. Os servidores também visitam escolas, para garantir que os estudantes recebam corretamente as instruções. “A criança tem essa percepção e leva isso para casa, para o pai e para a mãe, para ter consciência ambiental”, conclui o subdiretor. O incentivo à educação ambiental e à coleta seletiva é feito com a peça de teatro O Garizito, encenada por servidores da instituição. A ideia é promover, de forma lúdica, a informação sobre a correta separação de resíduos e a importância da reciclagem. Escolas, instituições e organizações públicas e privadas podem pedir a apresentação do espetáculo, que tem cerca de 20 minutos de duração, por meio do portal do SLU, pelo e-mail agendamento@slu.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3213-0153, ramal 100.

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Descarte irregular de canetas emagrecedoras no lixo reciclável soma 1,3 tonelada no DF entre 2024 e 2025

Nos últimos 21 meses, 1,3 tonelada de canetas emagrecedoras usadas foi parar no lixo reciclável do Distrito Federal. O material, que deveria ser entregue em unidades de saúde ou farmácias, tem sido recolhido pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) junto a outros resíduos domésticos. Em 2024, 781 quilos foram coletados pelo sistema e, somente até setembro deste ano, mais meia tonelada foi descartada de forma errada, o equivalente a 36 mil unidades de medicamentos aplicados com agulhas. O descarte incorreto desses produtos preocupa o Governo do Distrito Federal (GDF) e já provocou acidentes com garis e cooperados, expostos diariamente a esse tipo de risco. A Resolução nº 222/2018 da Anvisa classifica esses itens como resíduos perfurocortantes, que exigem destinação especial. A Secretaria de Saúde (SES-DF) informa que possui empresa contratada para o recolhimento e a incineração dos resíduos, em conformidade com as normas sanitárias. Descarte incorreto desses produtos já provocou acidentes com garis e cooperados, expostos diariamente a esse tipo de risco | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Risco aos trabalhadores da limpeza De janeiro a agosto de 2025, o SLU registrou 98 acidentes com garis provocados por materiais perfurocortantes, número que já corresponde a 77% do total de 2024. De acordo com o órgão, deve ocorrer aumento de até 15% nos acidentes em relação ao ano anterior. Segundo a diretora técnica do SLU, Andreia Almeida, os trabalhadores contam com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), mas o risco permanece. “Os EPIs ajudam, mas não são indestrutíveis. Quando ocorre um corte, o trabalhador é levado à unidade de saúde e precisa iniciar o protocolo de profilaxia contra HIV e hepatites. É um processo pesado, tanto físico quanto emocional”, explica. Acidentes  O caso mais recente aconteceu no dia 31 de outubro, em uma usina de reciclagem do Distrito Federal. A cooperada Geane Francisca Lima, 42 anos, se feriu ao manusear uma caneta emagrecedora que havia sido descartada junto aos recicláveis. “Ela ficou presa na minha luva e no meu dedo. Doeu muito, sangrou na hora”, contou. Geane, que trabalha há três anos na cooperativa, foi encaminhada ao Hospital Regional do Guará, onde iniciou o tratamento preventivo contra infecções virais. “Tomei o coquetel e estou tomando por 30 dias. Fiquei com medo, porque a gente nunca sabe o que pode ter naquela agulha”, relatou. Mesmo com a recomendação médica de afastamento, ela voltou ao trabalho no dia seguinte. “O médico queria me dar atestado, mas eu ganho por diária, então se eu faltar eu perco. Minha mão inchou, ficou roxa, mas voltei. É importante que as pessoas tenham consciência, porque um dia de trabalho perdido é prejuízo para a gente, e o risco de pegar uma doença é muito grande”, completou. A cooperada também faz um apelo à população. “As pessoas precisam pensar no outro antes de jogar esse tipo de coisa no lixo. Um dia de trabalho perdido é prejuízo pra gente, e o risco é enorme. A gente pode pegar uma doença, um vírus, uma bactéria, qualquer coisa grave. É só levar numa farmácia ou numa UBS (Unidade Básica de Saúde). Não custa nada”, disse. O presidente da cooperativa, Janilson Santana Andrade, explica que o risco é recorrente e pede mais atenção da população. “A gente pede para os moradores do Distrito Federal terem cuidado com seringas, vidros e canetas emagrecedoras. Têm chegado muitas canetas emagrecedoras junto dos recicláveis”, afirma. Vantuil Costa: “Mesmo usando luvas reforçadas, os cooperados correm risco. Quando alguém se fura, precisa ir ao posto e tomar a medicação preventiva. Por isso, a gente faz um apelo para que as pessoas descartem de forma correta, levando às farmácias ou UBSs” Presidente de outra cooperativa parceira do SLU, Vantuil Costa confirma que o material é frequente. “Essas canetas chegam quase todo dia. Às vezes, vêm de três a cinco quilos de uma vez. Mesmo usando luvas reforçadas, os cooperados correm risco. Quando alguém se fura, precisa ir ao posto e tomar a medicação preventiva. Por isso, a gente faz um apelo para que as pessoas descartem de forma correta, levando às farmácias ou UBSs (unidades básicas de saúde)”, alerta. Para ele, o respeito ao trabalho dos catadores também passa pela responsabilidade no descarte. “Os cooperados fazem um trabalho importante para o meio ambiente e merecem gratidão. Se cada morador tiver consciência, os acidentes vão diminuir e o nosso serviço será mais seguro para todos”, afirma. Destino correto das canetas e agulhas A diretora técnica do SLU, Andreia Almeida, reforça que as canetas emagrecedoras e as agulhas devem ser entregues nas UBSs ou em farmácias. “Muita gente joga na coleta seletiva, o que é um erro. Esses materiais precisam ser acondicionados em caixas de papelão ou recipientes rígidos e levados a um ponto de entrega. É um cuidado simples que evita acidentes graves”, orienta. Ela ressalta que, embora as canetas sejam leves, o impacto é grande. “O problema não é o peso, é o risco. Um furo pode causar contaminação, afastamento e sofrimento psicológico no trabalhador”, completa. Conscientização e fiscalização A professora Amanda Antunes, 30 anos, que utilizou canetas de liraglutida e semaglutida para tratamento de obesidade, conta que no início fazia o descarte no lixo comum, mas mudou o hábito após orientação do marido, que é químico. “Ele me alertou sobre o risco para o meio ambiente e para os garis. Desde então, levo as canetas e agulhas nas farmácias que recebem esse tipo de material. Há redes de drogarias que têm pontos de coleta para medicamentos, blísteres e bulas. É mais seguro para todos”, relata. A professora Amanda Antunes utilizou canetas de liraglutida e semaglutida para tratamento de obesidade e conta que no início fazia o descarte no lixo comum, mas mudou o hábito após orientação do marido O descarte inadequado pode gerar autuação pelo DF Legal. Andréa Almeida lembra que condomínios já foram multados por armazenar resíduos perfurocortantes de forma irregular. “Depois das autuações, muitos passaram a separar corretamente e até receberam selo verde de reconhecimento”, afirma. O SLU mantém mobilizadores ambientais que percorrem as regiões administrativas orientando moradores e também oferece o aplicativo SLU Coleta DF, que traz instruções sobre o descarte correto de cada tipo de resíduo. O app está disponível gratuitamente para Android e iOS. Como descartar materiais perfurocortantes: — Canetas e agulhas: armazenar em caixas rígidas ou de papelão e entregar em UBSs ou farmácias; — Vidros quebrados: envolver em jornal ou acondicionar em caixas; — Espetos, garfos e tampas cortantes: colocar em garrafas PET bem fechadas; — Algodão e gazes com sangue: embalar em sacos plásticos separados; — Medicamentos vencidos: entregar nas unidades básicas de saúde.

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