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GDF reforça a saúde de Planaltina com inauguração de reforma do pronto-socorro e aumento de vagas para exames com novo tomógrafo 

Na manhã desta segunda-feira (15), a governadora Celina Leão entregou as obras de modernização do pronto-socorro do Hospital Regional de Planaltina (HRPL) e um novo aparelho de tomografia para a unidade de saúde. “Essa reinauguração dá mais qualidade de vida, dá mais estrutura para os nossos servidores”, disse a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “Eu faço sempre questão de estar conversando com os nossos profissionais de saúde para ver onde a gente precisa melhorar” Governadora Celina Leão As medidas, que tiveram investimento inicial de R$ 1 milhão em contratos de manutenção, adequaram a unidade para atender uma população estimada em quase 219 mil habitantes, além de moradores de municípios goianos do Entorno, como Água Fria e Formosa. As ações ocorreram durante a passagem do programa GDF na Sua Porta pela cidade. Em visita às novas instalações do HRPL, Celina destacou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a saúde pública. “Essa reinauguração dá mais qualidade de vida, dá mais estrutura para os nossos servidores”, afirmou. “Aqui tudo foi redimensionado." Salas renovadas e leitos com suporte adequado às necessidades dos pacientes fazem parte das mudanças   A governadora detalhou as mudanças: “Os leitos todos têm suporte adequado, desde a parte de internação até a parte também das salas de emergência — além do tomógrafo, que, por determinação nossa, vamos ter em todos os hospitais. Eu faço sempre questão de estar conversando com os nossos profissionais de saúde para ver onde a gente precisa melhorar. Toda semana nós temos inaugurações e informes na área da saúde, e isso já é visível, inclusive nas cirurgias, pois nós começamos a fazer cirurgias eletivas no privado para tirar a pressão da rede”. Demanda 122 mil Número de atendimentos de emergência registrados no HRPL em 2025 Projetado originalmente em 1976 para atender uma população de 35 mil pessoas, o hospital hoje lida com uma demanda cerca de seis vezes maior, absorvendo 10% de todos os atendimentos de emergência da Secretaria de Saúde (SES-DF) — chegando a registrar quase 122 mil em 2025. A reforma contemplou 100% das áreas do pronto-socorro e modernizou completamente as redes elétrica, hidráulica e de gases medicinais, além de garantir a climatização de todos os boxes e consultórios com recursos de emendas parlamentares. Com as readequações e a eliminação de gargalos históricos, a expectativa é que o tempo de permanência do paciente na emergência seja reduzido. A otimização dos fluxos deve gerar um ganho estimado de 15% a 20% na capacidade de resposta do hospital em horários de pico, sem a necessidade de expansão da área construída. “Com uma estrutura totalmente revitalizada e ampliada, a gente está cuidando desse paciente no momento em que ele mais precisa” Juracy Lacerda, secretário de Saúde A reestruturação também permitiu a ampliação de leitos: a pediatria passou de oito para dez camas no total, e a clínica médica saltou de quatro para sete leitos no box de emergência, além de contar com 19 leitos de observação. Durante os trabalhos, um plano de contingência permitiu o funcionamento do setor em um bloco provisório, o que garantiu zero dias de desassistência à população. Conforto e segurança O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, frisou que o objetivo central da intervenção foi ampliar o conforto e a segurança dos pacientes: “Com uma estrutura totalmente revitalizada e ampliada, a gente está cuidando desse paciente no momento em que ele mais precisa. Quem procura um pronto-socorro está com algum problema, com dor em um grau elevado, então tem que ter garantida a segurança e um ambiente humanizado”. Para a diretora do HRPL, Keyla Blair de Oliveira, a entrega do espaço representa um marco no cuidado com a comunidade: “É dignidade. Foi reformado tudo no pronto-socorro, box infantil, box adulto, sala de espera, todos os consultórios, tudo informatizado, tudo com mais aconchego para a população. Foi aumentado o número de leitos, e agora temos isolamento, área para PcD, banheiros amplos, classificação de risco”. Para quem vive a realidade do hospital, a mudança estrutural também foi impactante. É o caso do mestre de obras Luis Marreiro, de 50 anos, que acompanhou de perto a evolução do espaço, relembrou dificuldades passadas e comemorou a nova estrutura que será oferecida aos pacientes e profissionais. O mestre de obras Luis Marreiro acompanhou os trabalhos: “A gente chegar a um ambiente em que a gente possa ser bem-atendido, que tenha condições que nem hoje vai ter aqui; é maravilhoso, porque antigamente não tinha isso” “Isso aqui estava em uma situação precária”, relatou. “[O atendimento, antes] não era muito bom. Hoje a gente tem condições de chamar médicos para cá, porque tem um ambiente agradável para eles trabalharem. Essa reforma é primordial, porque a gente chegar a um ambiente em que a gente possa ser bem-atendido, que tenha condições que nem hoje vai ter aqui; é maravilhoso, porque antigamente a gente não tinha isso”. Mudanças [LEIA_TAMBEM]As intervenções físicas foram além dos consultórios e leitos, contemplando também a acessibilidade e a infraestrutura de base do hospital. A fachada e as entradas de acesso passaram por uma reforma completa, ganhando novas rampas para pedestres e veículos de emergência. Internamente, todos os sistemas foram totalmente substituídos e adequados às normas vigentes — o que, do ponto de vista financeiro e sustentável, reduz perdas, evita manutenções corretivas frequentes e gera economia de recursos. A readequação dos espaços destinados a triagem, estabilização e apoio multiprofissional também foi redesenhada para melhorar a circulação de pacientes e profissionais, diminuindo pontos de congestionamento e os riscos de contaminação cruzada. A reforma garantiu, ainda, a aquisição de novos itens, como carrinhos de curativos, cadeiras para consultórios e 45 novas poltronas para os acompanhantes, renovando 100% dos assentos da emergência. Na ala pediátrica, a reestruturação permitiu ainda a criação de uma sala de medicação com capacidade para atender até quatro crianças simultaneamente.  

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Abrigos de ônibus de Ceilândia começam a ser mapeados

Representantes da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e da Administração Regional de Ceilândia se reuniram, nesta terça-feira (24), para apresentar um levantamento detalhado das necessidades de abrigos de ônibus na maior cidade do DF. O objetivo é ampliar a oferta, modernizar estruturas e garantir mais conforto e segurança aos usuários do transporte público. Fazem parte das demandas a manutenção de abrigos já existentes e substituição de estruturas antigas | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia “Ceilândia é prioridade, e vamos trabalhar para atender as demandas apresentadas com agilidade” Valdemar Medeiros, subsecretário de Mobilidade O estudo técnico identificou demandas prioritárias para substituição de abrigos antigos, manutenção dos já existentes e implantação de novas estruturas em pontos estratégicos. O mapeamento contempla diversas regiões de Ceilândia, além das avenidas Hélio Prates e Elmo Serejo — áreas com grande fluxo de passageiros. “Estamos trabalhando com planejamento e responsabilidade para melhorar a vida de quem depende do transporte público”, resumiu o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “Esse levantamento permite priorizar os pontos mais críticos e levar mais dignidade aos moradores.” O subsecretário de Mobilidade, Valdemar Medeiros, falou sobre as ações da secretaria:  “A Semob-DF vem avançando na instalação de novos abrigos em várias regiões administrativas. Ceilândia é prioridade, e vamos trabalhar para atender as demandas apresentadas com agilidade”. [LEIA_TAMBEM]Desde o início das ações de renovação da Semob-DF, em 2025, o Distrito Federal já conta com 624 novos abrigos instalados, distribuídos em 18 regiões administrativas. Atualmente, o DF possui 7.146 pontos de parada de ônibus. Desse total, 3.425 contam com abrigos de concreto e 1.346 possuem abrigos de vidro. Há ainda pontos sinalizados apenas com placas e paradas habituais. Os novos abrigos, especialmente os modelos em concreto, garantem maior durabilidade e proteção contra sol e chuva, além de oferecerem mais conforto aos passageiros. As estruturas também seguem critérios de acessibilidade, beneficiando pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, e contam com baias para ônibus, proporcionando mais segurança no embarque e desembarque, contribuindo para a fluidez do trânsito.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

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UPAs do Distrito Federal são modernizadas com obras estruturais

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) dá sequência ao programa de modernização das unidades de pronto atendimento (UPAs) mais antigas, com intervenções estruturais que ampliam a segurança, aprimoram o abastecimento de água e garantem condições mais adequadas para pacientes e profissionais. As ações reforçam a infraestrutura de unidades essenciais à rede de urgência e emergência do Distrito Federal, que, entre janeiro e novembro de 2025, registraram 1.562.732 atendimentos, considerando acolhimentos, classificação de risco, atendimentos médicos e observação de até 24 horas. As reformas incluem as instalações de abastecimento de água potável, a substituição e modernização dos sistemas de proteção contra incêndio e pânico e as adequações exigidas pelas normas do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). “A iniciativa integra o conjunto de ações de manutenção e modernização das UPAs mais antigas, incluindo Ceilândia I, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. Nosso objetivo é garantir ambientes mais eficientes, seguros e adequados para pacientes, profissionais e acompanhantes”, explica Tatiana Tostes, gerente-geral de Engenharia do IgesDF. Antes e depois da UPA de Ceilândia I, onde foram investidos R$ 457.447,76 para modernização das caixas d’água e do sistema de combate a incêndio | Fotos: Divulgação/IgesDF Ceilândia I e Núcleo Bandeirante já passaram por reformas As primeiras intervenções foram realizadas nas UPAs de Ceilândia I e Núcleo Bandeirante. Em Ceilândia I, foram investidos R$ 457.447,76 na modernização das caixas d’água e do sistema de combate a incêndio. No Núcleo Bandeirante, R$ 199.258,35 foram destinados à reforma do sistema de abastecimento de água. A atualização completa do sistema de proteção contra incêndio está prevista para uma etapa futura. [LEIA_TAMBEM]“Com as intervenções, foi possível substituir sistemas antigos, garantindo abastecimento contínuo e seguro de água, melhora da qualidade da água armazenada e pleno funcionamento dos hidrantes e demais equipamentos de combate a incêndio, tudo isso sem interromper o atendimento durante a execução das obras”, destaca Tatiana Tostes. Obras avançam em Sobradinho, Samambaia e São Sebastião Com a assinatura dos contratos, as UPAs de Sobradinho, Samambaia e São Sebastião iniciaram a fase de execução das obras, atualmente concentradas no alinhamento técnico e na mobilização das equipes responsáveis. O investimento global nas três unidades soma R$ 1.248.973,88, sendo R$ 581.388,98 destinados à UPA Samambaia; R$ 584.184,32, à UPA São Sebastião; e R$ 609.100,71, à UPA Sobradinho. A verba é própria do IgesDF, conforme contrato vigente, e a previsão de conclusão das obras é abril de 2026. Para a UPA Recanto das Emas, o edital para a reforma do sistema de abastecimento de água potável já foi publicado, com valor previsto de R$ 717.129,00. As UPAs do Distrito Federal já contabilizam mais de 1,7 milhão de atendimentos somente em 2025 Benefícios diretos à população As ações de modernização reforçam a estrutura das UPAs e garantem que os atendimentos ocorram com mais estabilidade, segurança e conforto, tanto para os usuários quanto para os profissionais que atuam no serviço. “Estamos fortalecendo a estrutura das nossas unidades para garantir um atendimento mais seguro, eficiente e digno à população. Cada entrega representa mais qualidade de vida para quem precisa do serviço e mais condições adequadas de trabalho para nossos colaboradores”, afirma o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital Regional do Gama passa por reforma e amplia acessibilidade

Com foco no bem-estar da população e na valorização dos servidores, a Secretaria de Saúde (SES-DF) segue investindo em mudanças que tornam o atendimento mais seguro e acolhedor. No Hospital Regional do Gama (HRG), diversas intervenções vêm sendo feitas como parte do contrato de manutenção da unidade. O objetivo é modernizar ambientes internos e externos, ampliar a acessibilidade e oferecer mais conforto a pacientes e profissionais. Trabalhos contemplam as áreas externa e interna da unidade hospitalar | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF O Pronto-Socorro Cirúrgico (PSC) passou por ampla reestruturação. O ambiente ganhou nova iluminação, rebaixamento de teto com acabamento mais moderno e aconchegante, pintura, pisos novos, instalação de bate-macas e renovação dos boxes de emergência. Foram ainda criadas sala de apoio interno, de nutrição, de enfermeiros e copa, além da reativação dos banheiros feminino e masculino. Novos pontos de oxigenação e climatização do ambiente com aparelhos de ar-condicionado também fizeram parte das mudanças. Agora, o PSC conta com cinco leitos de urgência e dois de procedimentos. Durante as intervenções, os atendimentos foram transferidos para o antigo Pronto Atendimento Infantil (PAI), permitindo a continuidade dos serviços sem prejuízo à população. Outros setores também receberam melhorias. O Centro de Estudos da Regional de Saúde do Gama teve as paredes da biblioteca pintadas e novas cortinas instaladas. Auditórios e salas administrativas foram reformados. No espaço externo, a tenda para eventos passou por recuperação, enquanto o almoxarifado recebeu nova cobertura, foi criado um depósito para resíduos contaminados e implantado um lava-jato exclusivo para ambulâncias, que impede o descarte inadequado de materiais na rede de esgoto. Acessibilidade e segurança [LEIA_TAMBEM]Externamente, o HRG também foi aprimorado. Marquises, rampas e pisos receberam adequações e a nova iluminação externa, além de mais de 200 câmeras de monitoramento, reforça a segurança. Um novo portão na entrada principal e o controle de acesso pela guarita ampliaram a proteção do hospital, especialmente no período noturno. A unidade passa a contar com uma segunda caixa-d’água com capacidade para 90 mil litros, prevista para entrar em operação até o fim de novembro, garantindo abastecimento contínuo. “Essas mudanças são fundamentais tanto para os servidores quanto para os usuários”, avalia o diretor do HRG, Ruber Paulo. “Um ambiente bem-estruturado proporciona mais conforto, segurança e motivação a todos que trabalham e são atendidos aqui. Servidores satisfeitos oferecem um atendimento mais acolhedor à população.” Fundado em 12 de março de 1967, o HRG atende mais de 1 milhão de pessoas da Região de Saúde Sul, que abrange Gama e Santa Maria, além de municípios do entorno do DF. Com cerca de 2,2 mil servidores, a unidade é referência em cirurgias ortopédicas. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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