Mais Saúde, Mais Cidadania vai levar atendimento gratuito a 2,4 mil pessoas no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) firmou o Termo de Fomento nº 10/2026 para a execução do projeto Mais Saúde, Mais Cidadania, que vai oferecer atendimento gratuito a 2.400 pessoas em situação de vulnerabilidade social nas regiões administrativas de Santa Maria, Samambaia e Planaltina. A iniciativa terá prioridade para famílias afetadas direta ou indiretamente pela dependência química e prevê serviços integrados de saúde oftalmológica e odontológica, orientação jurídica, acolhimento, apoio social e encaminhamentos à rede pública. O extrato do termo de fomento foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (1º). A iniciativa contempla a oferta de serviços de saúde oftalmológica e odontológica, além de orientação jurídica, acolhimento e apoio social. A proposta também prevê encaminhamentos dos participantes para os serviços da rede pública, de acordo com as necessidades identificadas durante os atendimentos. O projeto busca ampliar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade a serviços essenciais, reunindo, em uma mesma ação, atendimento de saúde e suporte para o acesso a direitos e às políticas públicas. A prioridade para famílias impactadas pela dependência química considera tanto as pessoas diretamente afetadas quanto seus familiares, que também podem enfrentar dificuldades sociais, jurídicas e de acesso aos serviços públicos. *Com informações da Sejus-DF
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Projeto prevê 3,8 mil atendimentos a mulheres afetadas pela dependência química no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) vai apoiar a realização de 3.840 atendimentos destinados a mulheres codependentes e, prioritariamente, a famílias afetadas direta ou indiretamente pela dependência química. A iniciativa faz parte do Projeto Mulher Cidadã e será desenvolvida no Guará, Estrutural, Gama e Brazlândia. O Extrato do Termo de Fomento (confira aqui) publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (30/9). A ação prevê uma rede de atendimentos voltada à promoção da saúde, ao acolhimento e à garantia de direitos das mulheres. Entre os serviços previstos estão atendimentos clínicos, ginecológicos, oftalmológicos e odontológicos, além de orientação jurídica, acolhimento e apoio social. A proposta busca oferecer atendimento integrado a mulheres que vivenciam situações de codependência, ampliando o acesso a serviços de saúde e assistência e fortalecendo o suporte às famílias impactadas pela dependência química. Os detalhes sobre os locais de atendimento, calendário das ações e formas de acesso aos serviços deverão ser divulgados posteriormente. *Com informações da Sejus-DF
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Acolhe DF orienta usuários de drogas sobre acolhimento em comunidades terapêuticas conveniadas ao GDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pessoas de 18 a 59 anos que enfrentam problemas relacionados ao uso abusivo de álcool e outras drogas, assim como seus familiares, podem procurar o Acolhe DF para receber orientação e conhecer as possibilidades de atendimento disponíveis na rede. Equipe de acolhimento oferece diversas atividades para quem quer se tratar | Foto: Divulgação/Sejus-DF Entre os serviços oferecidos está o encaminhamento para comunidades terapêuticas conveniadas ao Governo do Distrito Federal (GDF). São espaços de acolhimento residencial temporário destinados a pessoas que, voluntariamente, decidiram buscar ajuda para interromper o uso abusivo de álcool e outras drogas. Durante o período de acolhimento, os usuários participam de uma rotina estruturada de atividades voltadas à recuperação, ao desenvolvimento pessoal e à reinserção social. São oferecidos atendimentos individuais e em grupo, atividades físicas e esportivas, ações recreativas, artísticas, culturais, artesanais, de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Também fazem parte da rotina orientações sobre dependência de substâncias psicoativas, ações de autocuidado e sociabilidade, capacitação e aprendizagem de novas habilidades, além de trabalhos relacionados à organização e manutenção dos espaços coletivos. Relações familiares O atendimento contempla o fortalecimento dos vínculos familiares. As famílias recebem orientação e podem ser encaminhadas a outros serviços da rede pública de saúde e assistência social, de acordo com as necessidades identificadas durante o acolhimento. As comunidades desenvolvem ainda ações voltadas à reinserção social, com atividades de educação, capacitação profissional e preparação para o retorno à convivência familiar e comunitária. O acolhimento é voluntário e não corresponde a uma internação hospitalar. A pessoa precisa manifestar o desejo de participar do processo e formalizar sua decisão. O período de permanência é temporário e segue o plano de atendimento estabelecido para cada acolhido. Para buscar o serviço, o usuário ou seus familiares podem entrar em contato diretamente com o Acolhe DF, que faz a orientação inicial e, no caso de indicação, providencia o encaminhamento para uma das comunidades terapêuticas conveniadas ao GDF, conforme a disponibilidade de vagas. Acolhe DF → Telefone: (61) 2244-1132 | 2244-1127 → WhatsApp: (61) 98314-0639 → Endereço: Antiga Estação Rodoferroviária *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Acolhe DF: em dois meses, programa já encaminhou 60 pessoas em situação de rua para tratamento contra dependência química
O pedreiro Diogo Santos (nome fictício), de 32 anos, vivia na Rodoviária do Plano Piloto há quase um ano, após se separar da família e cair no vício das drogas. Sua virada começou quando aceitou o encaminhamento feito por uma equipe psicossocial da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), da Sejus-DF, para uma comunidade terapêutica conveniada. “Eu precisava só de uma oportunidade. Hoje participo de atividades de recuperação e ainda terei acesso a cursos de capacitação para retomar minha carreira”, conta. Diogo está entre as 57 pessoas em situação de rua encaminhadas voluntariamente nos últimos dois meses para tratamento em uma das seis comunidades terapêuticas parceiras do programa Acolhe DF. Reestruturado em julho pelo Decreto nº 47.423, o Acolhe DF se consolidou como programa de governo, reunindo diferentes pastas para atuar de forma integrada. Coordenado pela Sejus, o trabalho envolve equipes multiprofissionais de saúde, assistência social, cidadania, educação e trabalho. Desde a reestruturação, já foram realizadas 380 abordagens. Nas comunidades terapêuticas, os acolhidos podem permanecer em tratamento por até 12 meses, com acompanhamento contínuo. Depois dessa etapa, têm acesso a cursos de capacitação oferecidos pelo RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), para retomar a vida com autonomia e novas perspectivas. Nas comunidades terapêuticas, os acolhidos podem permanecer em tratamento por até 12 meses, com acompanhamento contínuo | Foto: Divulgação/Sejus-DF Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, cada acolhimento representa um novo começo. “O Acolhe DF mostra que, quando governo e sociedade caminham juntos, conseguimos transformar realidades. Esse é o início de uma nova vida para quem, por muito tempo, não acreditava mais em possibilidades”, afirma. O subsecretário de Enfrentamento às Drogas, Diego Moreno, reforça que a confiança é um dos maiores obstáculos. “O desafio é convencê-los a aceitar e mostrar que essa é uma boa opção. Muitas vezes, a primeira conversa acontece quando ainda estão sob efeito das substâncias. É preciso paciência: voltamos duas, três vezes, até que estejam lúcidos e dispostos. O acolhimento só acontece de forma voluntária”, explica. Vozes de quem recomeça A busca ativa é realizada semanalmente em diferentes regiões administrativas e já mudou também a trajetória de Márcia Soares (nome fictício), de 46 anos. “Estou há duas semanas sem colocar uma gota de álcool na boca. Antes, meu único objetivo era conseguir dinheiro para beber. Agora, penso em voltar a ter contato com minha família e em viver com novas metas e objetivos”, relata emocionada. “O Acolhe DF mostra que, quando governo e sociedade caminham juntos, conseguimos transformar realidades. Esse é o início de uma nova vida para quem, por muito tempo, não acreditava mais em possibilidades” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania As equipes do Acolhe DF atuam em parceria com administrações regionais e outros órgãos do GDF. Nesta segunda-feira (29), as abordagens ocorreram em Águas Claras e no Sudoeste. O cronograma da semana inclui ações no Itapoã, Planaltina e no Hotel Social, localizado no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), na região do SIA — primeiro equipamento permanente do DF destinado ao pernoite de pessoas em situação de rua, com 200 vagas por noite, que oferece banho quente, jantar e café da manhã, além de permitir a entrada de pessoas acompanhadas de animais de estimação. Na sexta-feira (3), as equipes do Acolhe DF também estarão presentes na edição do GDF Mais Perto do Cidadão, no Itapoã e em Planaltina, ampliando o alcance do programa. Mais informações podem ser fornecidas pelo telefone: (61) 9 8314-0639. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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