Celina Leão solicita à CBF que Brasília seja sede da final da Copa do Brasil de 2026
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão solicitou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que Brasília seja escolhida como sede da final da Copa do Brasil de 2026. O pedido foi formalizado na segunda-feira (10/8), por meio de ofício encaminhado ao presidente da entidade, Samir de Araújo Xaud. No documento, a chefe do Executivo também manifesta o interesse do Governo do Distrito Federal em manter a capital entre as cidades de referência para receber futuras decisões da competição. No ofício, Celina destaca que Brasília reúne condições estruturais, logísticas e institucionais para receber uma partida de futebol de grande porte, considerando as exigências esportivas e operacionais envolvidas na realização de uma final nacional. Entre os principais argumentos apresentados pelo GDF está a estrutura do Estádio Nacional Mané Garrincha, apontado no documento como um dos mais modernos equipamentos esportivos do país. O estádio possui capacidade para receber grande público, estrutura tecnológica para transmissões de grande alcance e áreas operacionais compatíveis com eventos esportivos de alto nível. A capital também acumula experiência na realização de partidas decisivas, competições nacionais e internacionais e eventos de grande repercussão. Segundo o documento, esse histórico demonstra a capacidade de Brasília para coordenar operações que envolvem segurança, transporte, atendimento ao público e logística. Estrutura para receber torcedores A capital acumula experiência na realização de partidas decisivas, competições nacionais e internacionais e eventos de grande repercussão | Foto: Agência Brasília Outro ponto destacado pela governadora é a rede hoteleira do Distrito Federal. De acordo com o ofício, Brasília conta com uma estrutura ampla e diversificada para receber simultaneamente torcedores, delegações, autoridades, patrocinadores, parceiros comerciais e profissionais de imprensa. A localização central da capital também é apresentada como um diferencial. Situada no centro do território nacional, Brasília facilita o deslocamento de públicos vindos de diferentes regiões do país e contribui para ampliar o alcance nacional da decisão. A cidade dispõe ainda de malha aérea com conexões diretas e frequentes para os principais centros urbanos brasileiros, além de infraestrutura viária e logística terrestre capaz de atender à movimentação de pessoas, cargas e serviços necessária para uma partida dessa dimensão. Turismo e economia Além da capacidade operacional, o documento destaca os possíveis impactos da realização da final em Brasília para o turismo e a economia local. A avaliação é de que um evento desse porte pode ampliar a projeção nacional da capital, estimular o turismo esportivo e movimentar diferentes setores da economia, além de contribuir para o desenvolvimento do futebol brasileiro. No pedido encaminhado à CBF, a solicitação contempla não apenas a final da edição de 2026, mas também a possibilidade de Brasília receber futuras decisões da Copa do Brasil. O objetivo é consolidar a capital como uma das sedes de referência para a competição.
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Brasília tem três centros de treinamento aptos para receber seleções da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™️
A Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) divulgou a primeira versão do catálogo oficial com as estruturas disponíveis para as delegações que irão disputar a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™️. A entidade apresentou, na quarta-feira (15), a lista com 38 centros de treinamento distribuídos pelo país, todos com estrutura completa e hospedagem associada para atender as equipes. No Distrito Federal, foram disponibilizadas as seguintes combinações: o Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada com o Centro de Treinamento do Brasiliense; o Brasília Palace Hotel com o Centro de Capacitação Física (Cecaf); e o CICB Hospitality com o Estádio Juscelino Kubitschek (JK). Uma das características dos centros de treinamento indicados em Brasília é a proximidade entre os campos e os hotéis onde as seleções irão ficar hospedadas | Foto: Divulgação/SEL-DF A relação integra o planejamento logístico da competição para receber as 32 seleções, com foco em oferecer estruturas completas que integrem hospedagem e locais de treinamento. Os centros funcionarão como base das delegações ao longo do torneio, garantindo suporte para preparação e deslocamento durante a fase de grupos. Os locais seguem o padrão adotado em outras edições do Mundial, priorizando conforto, logística e qualidade de treinamento. No caso de Brasília, um dos diferenciais é a proximidade entre hospedagem e centros esportivos: em todos os casos, o deslocamento é inferior a 20 minutos. A estratégia também dialoga com o legado da Copa do Mundo de 2014, aproveitando estruturas já utilizadas anteriormente e reforçando o uso contínuo da infraestrutura esportiva brasileira em grandes eventos internacionais. "A possibilidade de termos três centros de treinamento reforça o protagonismo do Distrito Federal no cenário esportivo internacional" Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer Para o secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, o reconhecimento internacional reflete o trabalho realizado na capital nos últimos anos. “Brasília tem se preparado para receber grandes eventos, com investimento em infraestrutura e organização. A possibilidade de termos três centros de treinamento reforça o protagonismo do Distrito Federal no cenário esportivo internacional. É um legado importante que fortalece o esporte e movimenta a economia da nossa cidade”, destacou. O processo de definição envolveu uma ampla operação técnica, que incluiu visitas a 52 cidades em 19 estados brasileiros. Ao longo de cerca de um ano e meio, as equipes da entidade avaliaram centenas de instalações esportivas em cinco fases de inspeção, até chegar às opções consideradas ideais para o torneio. De acordo com a diretora da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™️, Rhiannon Martin, a divulgação do catálogo representa um avanço importante na organização da competição. “Este é um momento significativo, e temos o prazer de apresentar esta brochura às equipes que já se classificaram e àquelas que ainda estão na disputa. É o resultado de um ótimo trabalho em equipe e do compromisso em inspecionar cuidadosamente as melhores instalações disponíveis”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A lista divulgada corresponde à primeira versão do catálogo oficial e ainda pode receber novas inclusões até a realização do torneio. A escolha final dos centros será feita pelas seleções classificadas após o sorteio dos grupos, levando em consideração critérios técnicos e logísticos. A Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™️ será a primeira edição realizada na América do Sul, consolidando o Brasil como palco de um dos maiores eventos esportivos do mundo e ampliando a visibilidade do futebol feminino. *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer
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Final do Candangão terá transporte e ingressos gratuitos para torcedores
A final do Campeonato Candango de 2026, marcada para o dia 21 deste mês, às 16h, no Estádio Nacional Mané Garrincha, terá transporte público e ingressos gratuitos para os torcedores. Aprovadas pelo governador Ibaneis Rocha nesta sexta-feira (13), as medidas incluem o programa Vai de Graça e a aquisição das entradas pelo Banco de Brasília (BRB), permitindo a abertura dos portões do estádio para o público. O governador Ibaneis Rocha (C) liberou transporte público e ingressos para o jogo do dia 21: “Teremos um estádio cheio, em uma das maiores finais da história do nosso campeonato brasiliense. Essa final vai ser um sucesso total” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “O esporte para nós, no Distrito Federal, é uma prioridade, porque com o esporte, se afasta das drogas e se afasta do crime”, declarou o governador. “Ano passado, foi um grande evento. Eu já me comprometi, e no sábado, dia do Candangão, o transporte será gratuito, e os ingressos serão liberados. Teremos um estádio cheio, em uma das maiores finais da história do nosso campeonato brasiliense. Essa final vai ser um sucesso total.” Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer: “É um GDF integrado para que as pessoas venham com segurança, sem vandalismo e brigas, e isso marca todas as finais do Candangão” A expectativa é repetir o sucesso da final do ano passado, que reuniu cerca de 40 mil torcedores no Estádio Nacional Mané Garrincha. Na ocasião, o Gama conquistou o título. Para este ano, a decisão do Candangão ainda terá os finalistas definidos entre Gama, Ceilândia, Sobradinho e Samambaia. Ação integrada Além das ações voltadas ao acesso do público, o evento contará com um esquema integrado do Governo do Distrito Federal (GDF) envolvendo diferentes áreas do Executivo local. “É muito importante essa integração do governo com a Secretaria de Esporte e Lazer [SEL-DF]”, ressaltou o titular da SEL-DF, Renato Junqueira. “A gente tem essa parceria também com a Secretaria de Mobilidade [Semob] e com a de Segurança Pública [SSP-DF]. É um GDF integrado para que as pessoas venham com segurança, sem vandalismo e brigas, e isso marca todas as finais do Candangão.” [LEIA_TAMBEM]O presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos, lembrou a importância do apoio do governo ao futebol local: “A federação é muito grata, principalmente ao governador, porque desde o início temos recebido muito apoio por meio do BRB e da Secretaria de Esporte e Lazer. Isso agregou muito ao futebol de Brasília. Ano passado, tivemos uma grande final, e este ano também teremos uma grande festa.” O jogo também terá transmissão ao vivo em horário nobre, ampliando a visibilidade da final. Este será o terceiro ano consecutivo em que a decisão do Candangão contará com transmissão televisiva, fortalecendo o futebol local e valorizando os clubes e atletas do Distrito Federal. “Estaremos também ao vivo na TV Record”, anuncia Renato Junqueira. “Isso fortalece a nossa atuação, no nosso maior palco, que é o estádio Nacional, com transmissão ao vivo em horário nobre. Tudo isso fortalece nosso futebol, os nossos clubes e valoriza os atletas.”
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No Hospital de Base, futebol ajuda a adaptar tratamento de paciente que não sabe ler
Garantir que um paciente continue o tratamento corretamente após a alta é tão importante quanto o cuidado oferecido dentro da unidade de saúde. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), esse compromisso ganhou uma solução criativa e humanizada: uma caixa personalizada com instruções visuais desenvolvida para ajudar um paciente que não sabe ler a usar seus medicamentos de forma correta. A iniciativa surgiu diante do caso de Rafael (nome fictício), de 25 anos, que vive com esquizofrenia de difícil controle, deficiência intelectual, e que, recentemente, foi diagnosticado com epilepsia. Após seis meses internado, ele apresentou melhora significativa e recebeu alta para continuar o tratamento em casa — etapa em que o uso contínuo e preciso dos remédios é essencial para evitar regressões. Caixa personalizada com instruções visuais para ajudar na identificação dos medicamentos | Foto: Divulgação/IgesDF A dificuldade aumentava porque Rafael e o pai, com quem mora, são iletrados — não haveria ninguém no cotidiano capaz de ler as orientações dos medicamentos. Diante desse cenário, a farmacêutica clínica da psiquiatria do HBDF, Joyce Kelly Oliveira Affonso, decidiu transformar a prescrição médica em um sistema visual simples e acessível, adaptado ao universo do paciente. Como Rafael é apaixonado por futebol, a farmacêutica associou cada medicação a um time, com destaque para o Flamengo, seu favorito, vinculado ao remédio principal: a clozapina. Joyce Kelly relata que a situação exigia uma estratégia diferente: “Quando ele interrompe a medicação, volta a ter delírios, alucinações e comportamentos que impedem a convivência social. O uso regular dos remédios é o que permite que ele mantenha autonomia e estabilidade”. A partir daí, nasceu a caixa personalizada de medicamentos, organizada entre uso diurno e noturno. Produzida em conjunto com a assistente administrativa da chefia de enfermagem, Alessandra de Oliveira, a caixa reúne divisórias, símbolos e cores que permitem ao paciente identificar sozinho o que deve tomar e em qual horário. “É uma forma de dar autonomia e transformar o tratamento em algo compreensível para ele”, afirma Joyce. Como o paciente é apaixonado por futebol, a farmacêutica associou cada medicação a um time, com destaque para o Flamengo, seu favorito, vinculado ao remédio principal: a clozapina O trabalho também envolveu a orientação do pai de Rafael, que acompanhará as medicações em casa. Após a alta, o jovem continuará o acompanhamento mensal no ambulatório, com a equipe se responsabilizando por atualizar periodicamente os remédios da caixa, fornecidos pela farmácia de alto custo, e manter tudo organizado. Um relatório detalhado será encaminhado à unidade básica de saúde (UBS) de referência, para que a família receba apoio contínuo. Todo o esforço tem o objetivo de garantir que o tratamento não se perca no caminho entre o hospital e a casa de Rafael. “Não adianta cuidarmos dele aqui se ele não consegue continuar os cuidados onde mais precisa”, conclui a farmacêutica. *Com informações do IgesDF
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