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inovação tecnológica

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Play Curso II oferece formação online gratuita e aposta na inclusão digital

As tendências do mercado tecnológico estão em constante crescimento e, para capacitar jovens a partir de 12 anos, o projeto Play Curso II abre as inscrições para os cursos voltados para o mundo audiovisual. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), tem a proposta de ampliar oportunidades com metodologia prática e acessível. “O objetivo é alcançar pessoas de diferentes regiões administrativas que queiram adquirir conhecimento para atuar no mercado audiovisual, criativo e tecnológico. É uma formação 100% online, mas que oferece a oportunidade de atividades práticas. E o mais importante é que não tem custo. É totalmente gratuito!”, afirma o secretário Rafael Vitorino. São oito oficinas disponibilizadas pelo Play Curso II: Fotografia Digital, Crie com IA: Edição de Fotos, Design e Inteligência Artificial, Roteiros Audiovisuais com Inteligência Artificial, Operação de Câmera, Edição de Vídeo, Inteligência Artificial no Dia a Dia e Desenvolvimento de Jogos Digitais com Roblox Studio. Cada oficina tem foco em desenvolver competências específicas para atuar no mercado audiovisual, criativo e tecnológico.  Intérprete de Libras As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, e os participantes contam com suporte de materiais complementares digitais, como tutoriais, vídeos explicativos e fóruns de discussão, garantindo um aprendizado acessível e interativo.  [LEIA_TAMBEM] Além da experiência prática, na qual os alunos têm a oportunidade de participar da produção de um curta-metragem, vivenciando na prática o universo audiovisual e fortalecendo suas habilidades criativas e profissionais, o projeto conta ainda com intérprete de Libras, reforçando o compromisso com a inclusão digital, a acessibilidade e a democratização do conhecimento, além de proporcionar um ambiente mais diverso, acolhedor e participativo para todos os envolvidos. Para a Secti-DF, investir em formação tecnológica e criativa é fortalecer o futuro dos jovens do Distrito Federal, ampliando o acesso à inovação, estimulando novos talentos e criando oportunidades reais de transformação social e profissional por meio da educação digital. SERVIÇO - Play Curso II - Inscreva-se gratuitamente: playcurso.com.br/inscricoes *Com informações da Secti-DF

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No Brasília Summit, Celina Leão defende inovação tecnológica e mudança do eixo econômico do DF

A governadora Celina Leão afirmou, nesta quarta-feira (15), que o Distrito Federal precisa combinar inovação tecnológica e diversificação econômica para ganhar eficiência na gestão pública e reduzir a dependência do serviço público. A declaração foi feita no painel de abertura do 6º Brasília Summit — Eficiência na Gestão Pública, promovido pelo Lide em parceria com o Correio Braziliense, no Brasília Palace Hotel. Ao abordar os desafios do poder público, Celina Leão disse que eficiência, eficácia, experiência e preparo devem estar no centro da administração. Segundo ela, a boa gestão precisa ser requisito para quem ocupa cargos no Executivo, diante da necessidade de dar respostas mais rápidas e mais precisas à população. “O tema hoje, sobre gestão e eficácia, talvez devesse ser o critério mínimo para qualquer pessoa disputar um cargo para o Poder Executivo”, afirmou. “O Estado pode e consegue fazer isso, desde que tenha seriedade, transparência e eixos estratégicos bem definidos.” Na avaliação da governadora, um dos principais entraves da máquina pública está na fragmentação de sistemas e na dificuldade de transformar informação em decisão. Ela afirmou que o GDF trabalha para integrar estruturas antes dispersas em diferentes áreas do governo, de modo a aproximar a administração do cidadão e dar mais base técnica à formulação de políticas públicas. “Uma tomada de decisão sem dados, para o gestor público, é uma grande probabilidade de erros”, disse. “Nós tínhamos vários sistemas e várias secretarias com vários sistemas, que não se comunicavam entre si e não se comunicavam principalmente com o cidadão e com a gestão.” Segundo ela, essa realidade está prestes a mudar com a Secretaria de Governança Digital e Integração, criada na última sexta-feira (10). Na avaliação da governadora Celina Leão, um dos principais entraves da máquina pública está na fragmentação de sistemas e na dificuldade de transformar informação em decisão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Outro eixo central abordado pela chefe do Executivo foi a defesa de uma mudança na base econômica do Distrito Federal. Celina afirmou que a capital precisa abrir mais espaço para áreas de maior valor agregado, como tecnologia, economia limpa, economia verde e bioinsumos, para crescer. “Nós precisamos mudar o eixo econômico do Distrito Federal. Essa cidade tem que buscar vocação financeira e econômica”, pontuou a governadora. Secretaria de Governança Digital e Integração A reestruturação da área responsável por tecnologia, inovação e serviços digitais faz parte desse processo de modernização da máquina pública. A nova Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada e passou a concentrar ações ligadas à transformação digital, à integração de dados governamentais e aos serviços digitais ao cidadão. “Estamos fazendo agora a unificação dos sistemas e eu tenho certeza de que teremos um Distrito Federal rapidamente modernizado, com eficiência e eficácia”, concluiu Celina Leão.

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GDF lança Programa Horizontes Digitais com 52 mil novos equipamentos para escolas públicas

A educação pública do Distrito Federal entra em uma nova fase com o lançamento, nesta quinta-feira (25), do Programa Horizontes Digitais: Transformação, Modernização e Inovação Educacional para Futuros Possíveis. A iniciativa prevê a entrega de 52 mil equipamentos, a criação de ginásios tecnológicos, núcleos de inovação e conectividade de alta velocidade, com investimento de mais de R$ 100 milhões — parte financiada pelo Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e parte pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A tecnologia vai chegar para toda a rede pública de ensino, e beneficiará 760 escolas e mais de 460 mil estudantes. Em um primeiro momento, serão distribuídas duas mil máquinas virtuais, 10 mil computadores para laboratórios, 40 mil chromebooks de uso móvel, além da implantação de 20 ginásios tecnológicos voltados à educação profissional e tecnológica. Também estão previstos dois núcleos de inovação tecnológica, com espaços para gravação de videoaulas, podcasts e transmissões ao vivo, além da instalação de telas interativas em salas de aula e integração a plataformas digitais como Google, Moodle, Canva e Microsoft. Celina Leão: "Falamos muito sobre conhecimento, sobre inteligência artificial, mas se a gente não embarcar em uma tecnologia de ponta para que os profissionais e alunos possam acessar isso, a gente tem uma perda na educação" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Presente na solenidade e acompanhada do secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, a vice-governadora Celina Leão afirmou que o programa vai ao encontro de uma das prioridades da gestão: “É a primeira vez após 25 anos que temos uma compra abrangente de renovação do parque tecnológico da Secretaria de Educação. E isso era uma necessidade. Falamos muito sobre conhecimento, sobre inteligência artificial, mas se a gente não embarcar em uma tecnologia de ponta para que os profissionais e alunos possam acessar isso, a gente tem uma perda na educação”.  A vice-governadora também anunciou a compra de transformadores novos para reforçar a rede elétrica das escolas públicas: “Não adianta ter tecnologia de ponta e não ter energia que aguente a demanda. Por isso, estamos lançando um pregão para a gente trocar todos os transformadores das escolas mais antigas para não termos problemas”.  Hélvia Paranaguá defende que o projeto se trata "de entregar futuro para os estudantes, já que a era digital chegou e é preciso acompanhar esse processo" Além de modernizar a infraestrutura, o Horizontes Digitais aposta em cinco pilares estratégicos: desenvolvimento profissional, tecnologia, modelo de aprendizagem, envolvimento da comunidade escolar e monitoramento e avaliação. A meta é alcançar todas as unidades da rede pública com internet de alta velocidade e ambientes de aprendizagem inovadores. De acordo com a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o programa é fruto de planejamento estratégico alinhado ao Plano Distrital de Educação e à Política Nacional de Educação Digital. “O Horizonte Digital é muito mais do que a simples entrega de equipamentos: trata-se de entregar futuro para os estudantes, já que a era digital chegou e é preciso acompanhar esse processo”, defendeu.   Os professores terão acesso a ferramentas que vão tornar as aulas mais conectadas ao ambiente digital, pois um dos pilares do programa é a formação docente e, por isso, todos passarão por capacitação para aprender a utilizar as plataformas e aplicá-las da melhor forma em sala de aula. “Os Chromebooks permanecerão nas escolas em carrinhos com 40 unidades, que podem ser levados pelo professor para a sala, permitindo que cada aluno utilize um equipamento durante a aula, sem precisar se deslocar ao laboratório. É uma forma prática e moderna de inserir a tecnologia no cotidiano escolar”, concluiu Hélvia Paranaguá. Com mais essa política pública, a expectativa é que haja redução das desigualdades digitais, fortalecimento da prática pedagógica com suporte tecnológico, maior engajamento da comunidade escolar e preparação dos estudantes para o mundo do trabalho. “Esse é o momento de a gente virar a chave na nossa educação e fazer um investimento maciço em tecnologia para transformar o nosso conhecimento”, acrescentou Celina Leão.  Ryan Victor Rodrigues de Souza acha que o Horizontes Digitais vai ajudar os estudantes tanto na vida acadêmica, como na pessoal Para o aluno do CED 619 de Samambaia, Ryan Victor Rodrigues de Souza, de 16 anos, a chegada da tecnologia vai melhorar o desempenho escolar: “Vai ajudar em muitos aspectos, tanto no educativo, no acadêmico, no tecnológico. Muitos alunos não têm conexão com a tecnologia em Samambaia e em outras cidades do Distrito Federal. Eu acho que isso vai elevar tanto a carreira deles como o próprio desenvolvimento pessoal”.  DF no topo da inovação educacional De acordo com pesquisa recente do Censo Escolar, 97,75% das escolas públicas do Distrito Federal já contam com acesso à internet banda larga, o que torna a Unidade da Federação mais conectada em comparação com outros estados do país.  [LEIA_TAMBEM]Com o Programa Horizontes Digitais, a meta é que esse número chegue a 100%. A proposta é assegurar que estudantes e professores tenham acesso a ferramentas digitais de ponta e, ao mesmo tempo, desenvolvam capacidade de utilizá-las de forma crítica e criativa no processo de aprendizagem. Outro pilar essencial é a formação continuada dos profissionais da educação. Com capacitação específica, os docentes poderão incorporar metodologias inovadoras, como gamificação e aprendizagem com base em projetos, tornando as aulas mais dinâmicas e próximas da realidade dos estudantes. A infraestrutura, por sua vez, é o que dá sustentação a todo esse movimento. Com internet de alta velocidade, laboratórios renovados, chromebooks e telas interativas, as escolas passam a dispor das condições necessárias para integrar as tecnologias digitais ao currículo pedagógico, reduzindo desigualdades e ampliando as oportunidades de aprendizagem.

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FAPDF Talks discute inovação tecnológica e propriedade intelectual

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) promoveu, nessa segunda-feira (8), no Sebrae Lab – Biotic, a 2ª edição do FAPDF Talks, que teve como tema os núcleos de inovação tecnológica (NITs) e a propriedade intelectual. A iniciativa buscou aproximar gestores, pesquisadores e representantes do setor produtivo em um debate sobre os avanços e desafios da inovação no Distrito Federal. A abertura foi conduzida pela superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPDF, Renata Vianna, que ressaltou o caráter estratégico do encontro. “O FAPDF Talks é uma oportunidade de compartilhar desafios e casos de sucesso na gestão da inovação, na transferência de tecnologia e na proteção das criações desenvolvidas no Distrito Federal”, afirmou. Renata também destacou que, apesar do contingenciamento orçamentário, a FAPDF mantém o compromisso de executar cerca de R$ 100 milhões anuais em fomento à pesquisa e inovação, garantindo a publicação de editais estratégicos para o desenvolvimento científico e tecnológico da região. Renata Vianna, superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPDF, ressaltou a importância da gestão da inovação e da transferência de tecnologia no Distrito Federal | Fotos: Divulgação/FAPDF Troca de experiências Entre os especialistas presentes, estiveram Lívia Pereira de Araújo e Guilherme Martins Gelfuso, do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB); Rossana Balestra Choze, da Universidade Católica de Brasília (UCB); Paula Ribeiro e Janaína Tomazoni, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); além de Paulo Palhares, do Escritório Carvalho Dantas, Lélis e Palhares Advogados. A representante da UCB, Rossana Balestra, compartilhou experiências sobre a importância de traduzir o conhecimento acadêmico para a linguagem do mercado, destacando a necessidade de aproximação entre universidades e setor produtivo. “O desafio é mostrar não apenas o que temos, mas por que nossas pesquisas e tecnologias são relevantes para empresas e para a sociedade”, ressaltou.  A UnB apresentou casos emblemáticos de transferência de tecnologia, como a primeira patente licenciada em 1998 e a trajetória da spin-off Protek, que hoje expande sua atuação para o mercado europeu. De 1998 a 2024, a universidade contabilizou mais de 200 processos de transferência, que resultaram em aproximadamente R$ 1,4 bilhão em faturamento líquido para empresas parceiras e R$ 90 milhões em royalties para a instituição. Representando a Embrapa, Paula Ribeiro abordou a evolução da política de inovação da empresa pública, especialmente após o marco legal de Ciência, Tecnologia e Inovação. “A formalização trazida pelo marco legal foi um divisor de águas. Hoje buscamos desmistificar o uso da propriedade intelectual e mostrar que ela também é fundamental em soluções com finalidade social e em políticas públicas”, explicou. O público também participou ativamente da 2ª edição do FAPDF Talks, trazendo contribuições e perguntas que enriqueceram o debate Já a supervisora de Propriedade Intelectual da Embrapa, Janaína Tomazoni, detalhou como a instituição estruturou seu portfólio de proteção ao longo dos anos, fortalecendo a visibilidade internacional e atraindo novas parcerias de pesquisa e desenvolvimento. Encerrando a programação, o advogado Paulo Palhares destacou a importância da gestão estratégica da propriedade intelectual também no setor privado. “A propriedade intelectual é uma ferramenta estratégica. Uma gestão antecipada pode evitar conflitos e assegurar que os inventores tenham o direito de direcionar o uso de suas criações”, afirmou.  Além da troca de ideias e do diálogo promovido durante o evento, o encontro foi encerrado com um coffee break, que favoreceu o networking e a integração entre pesquisadores, gestores, advogados e representantes de diversas instituições.   *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal

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