Resultados da pesquisa

nutrição

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Programa de bolsas de estudo do UDF abre inscrições 

O Governo do Distrito Federal (GDF) está com inscrições abertas para o programa de bolsas de estudo destinado ao Centro Universitário do Distrito Federal (UDF). A iniciativa oferece 62 bolsas integrais para cursos de graduação presenciais com início no segundo semestre deste ano. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) até 22 de junho. Podem participar estudantes da rede pública que atendam aos critérios socioeconômicos previstos no edital — renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo — e que tenham participado do Enem 2024 ou 2025, com média mínima de 400 pontos. Servidores e empregados públicos efetivos e ativos do GDF também podem concorrer, independentemente da renda, desde que cumpram os requisitos estabelecidos. [LEIA_TAMBEM]Há oportunidades em diversas áreas do conhecimento, com destaque para cursos como direito, administração, ciências contábeis, fisioterapia, fonoaudiologia e nutrição. Desde 2019, o programa já concedeu mais de 1,5 mil bolsas de estudo, ampliando o acesso ao ensino superior de qualidade e contribuindo para a formação de novos profissionais em diferentes áreas. Serviço ► Programa de concessão de bolsas de estudo do GDF junto ao UDF → Inscrições: até 22 de junho, por meio deste link.    *Com informações da Egov

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Pesquisa aponta que cerca de 30% da população do DF estará obesa em 2030

No Distrito Federal, cerca de 30% da população estará obesa em 2030, segundo projeção baseada em dados da última pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde. A estimativa foi apresentada na sexta-feira (27), durante o Seminário do Dia Mundial da Obesidade, promovido pela Gerência de Nutrição da Secretaria de Saúde (SES-DF).  Seminário apresentou debate sobre impactos, prevenção e cuidado da obesidade, bem como formulação de políticas públicas | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF De acordo com o levantamento, em 2023, 60,3% da população do DF apresentava sobrepeso e 21,9% já se encontrava em condição de obesidade. Os dados também apontam que o Índice de Massa Corporal (IMC) alto estava associado a 15% das mortes prematuras, além de representar 55% das mortes precoces por diabetes também estavam associadas ao IMC alto. “Sabemos que a obesidade é uma condição crônica e multifatorial, mas existe a expectativa de que a nutrição conduza esses processos” Carolina Gama, gerente de Nutrição da Secretaria de Saúde Entre 2018 e 2023, os adultos no DF apresentaram outros índices preocupantes: consumo abusivo de álcool, baixa ingestão de frutas e hortaliças e aumento da obesidade. Apesar disso, houve um aumento de indivíduos praticando atividade física em tempo livre e a redução do consumo de ultraprocessados, além do uso de tabaco. A gerente de Nutrição da SES-DF, Carolina Gama, alertou sobre o papel central da alimentação na reversão desse cenário: “Sabemos que a obesidade é uma condição crônica e multifatorial, mas existe a expectativa de que a nutrição conduza esses processos. Há um foco grande em relação à nutrição quando se fala em obesidade”. Crianças e adolescentes Além de apresentar o cenário atual da obesidade no DF, o evento teve como objetivo promover um debate qualificado e intersetorial sobre os impactos, prevenção e cuidado da obesidade, além da formulação de políticas públicas. Entre os temas, destacou-se a criação de uma linha de cuidado específica para crianças e adolescentes com sobrepeso e obesas. “Nossa linha de cuidado é de 2015, e identificamos a necessidade de fazer uma atualização deste documento, inclusive para incluir as crianças e os adolescentes”, relatou a gerente. “Temos a intenção de iniciar um processo de atualização ainda neste ano.” [LEIA_TAMBEM]A assessora de Redes de Atenção à Saúde da SES-DF, Carolina Cesar, reforçou a importância de dedicar um olhar mais atento a este grupo específico: “Quanto mais crianças obesas e com sobrepeso, mais adultos doentes. Sabemos que as crianças estão vindo de um cenário diferente; a pandemia mudou completamente o estilo de vida das crianças. Elas estão mais reclusas, com muito tempo em tela, então está tudo muito diferente. São muitas abordagens, e é muito difícil mudar”. Cenário nacional No Brasil, de forma geral, um terço da população tem sobrepeso e obesidade. Em menos de duas décadas — de 2006 a 2023 — ocorreu um aumento de 105,6% da obesidade adulta, sendo mais prevalente em mulheres com o pico entre 45 a 59 anos.  *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Grupo multidisciplinar é criado na UBS 1 de Taguatinga para cuidados integrais de doenças crônicas

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga abriu, nesta quinta-feira (19), um grupo coletivo voltado ao cuidado e à atenção integral de pacientes com doenças crônicas. O Viva Leve reúne uma equipe composta por nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudióloga, assistente social e farmacêutica. A proposta aborda o sobrepeso considerando aspectos físicos, emocionais e comportamentais. Os encontros são semanais, sempre às quintas-feiras. A turma terá acompanhamento por três meses, quando um novo grupo será formado. Os intregrantes do grupo dão força uns aos outros para poderem enfrentar as doenças tratadas no projeto | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O projeto é resultado de uma observação da equipe: pacientes que, mesmo inseridos em diferentes atividades da unidade, apresentavam problemas semelhantes. “Todos tinham várias condições médicas em comum, como sobrepeso, dores crônicas, ansiedade, depressão, má qualidade de sono, entre outras”, elenca a nutricionista do grupo, Raquel Cota.  A profissional destaca que a proposta é promover um cuidado integral, centrado na pessoa e não apenas na doença: “Estudos recentes indicam a importância de uma abordagem holística. Então, vamos tratar todas as questões — atividade física, estresse, saúde mental, sono, alimentação — simultaneamente”. Cuidado simplificado Eline Maria Brito: "No final desses três meses, pretendo estar com um peso menor, comendo mais saudável e controlando as minhas doenças" A fisioterapeuta da UBS 1 de Taguatinga, Maria Aparecida Moreira,  explica que o grupo busca soluções práticas e acessíveis para o autocuidado no dia a dia. “Por exemplo, fazer atividade física em casa. Se o paciente não tem acesso a uma academia, como vai se exercitar? A gente pensa em uma solução para o problema. Assim, vamos identificando os dificultadores até a pessoa perceber que é capaz e que consegue sair de um processo não saudável”, indica.  Com a expectativa alta e positiva, Eline Maria Brito, 61, está na primeira turma e espera controlar o diabetes e a hipertensão. “Cuidar da alimentação e do corpo pode ser bem complicado. Então, muitas vezes, precisamos buscar por um incentivo, uma ajuda, como o Viva Leve. Pretendo no final desses três meses estar com um peso menor, comendo mais saudável e controlando as minhas doenças”, revela.  [LEIA_TAMBEM]A moradora de Taguatinga conta que o apoio coletivo é um dos diferenciais do grupo. “Acredito muito que vou alcançar as minhas metas porque, além de contar com excelentes profissionais, há os amigos do lado, que também são grandes incentivadores", afirma Eline.  Nesse primeiro encontro, cerca de 20 usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) atendidos no território da unidade participaram das atividades. Para ampliar o suporte ao acompanhamento, cada integrante recebeu uma cartilha elaborada pela própria equipe da UBS 1 de Taguatinga. Na caderneta há espaços para registro da evolução individual, orientações de planejamento alimentar, definição de metas e monitoramento de hábitos.  *Com informações da Secretaria de Saúde

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No Carnaval, prevenção também faz parte da festa

Carnaval é tempo de alegria, bloquinhos e muita gente nas ruas, mas também é um período em que aumentam os casos de mal-estar causados por desidratação e intoxicação alimentar. O calor intenso, o consumo de bebidas alcoólicas e a alimentação improvisada ao longo do dia formam uma combinação que pode transformar a festa em caso de emergência. Especialistas recomendam investir em alimentação saudável e reforçar a hidratação no período da folia | Foto: Divulgação/IgesDF Ana Cecília Nunes, chefe do Serviço de Nutrição do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), lembra que quem vai brincar deve encarar a folia como uma atividade que exige preparo e atenção à saúde. “O calor intenso e o esforço físico elevam a temperatura corporal, tornando o organismo mais suscetível à desidratação”, atenta. “Por isso, beber água regularmente é indispensável para evitar complicações.” Com exposição prolongada ao sol, esforço físico e longas horas em pé, o corpo perde líquidos mais rapidamente e fica mais vulnerável. Os cuidados valem para todos, mas devem ser ainda maiores no caso de crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Olho vivo Manter a hidratação ao longo do dia é essencial para evitar sintomas como tontura, dor de cabeça e até desmaios. A recomendação é priorizar sempre a água, podendo intercalar com água de coco ou sucos naturais, que auxiliam na reposição de minerais perdidos pelo suor. “Não adianta se cuidar por um lado e se desproteger de outro” Tazio Vannim, médico infectologista do Hospital de Base Para quem optar por consumir bebidas alcoólicas, vale uma regra simples: beber um copo de água entre um drinque e outro. Isso porque o álcool contribui para a desidratação e pode mascarar sinais de cansaço extremo, aumentando o risco de mal-estar. Os principais sintomas de desidratação incluem sede intensa, boca seca, urina escura, tontura e fraqueza. Já a intoxicação alimentar pode causar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e febre. Em casos de agravamento, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, a orientação é procurar uma unidade de saúde. Comida de rua Sair de casa sem se alimentar e passar horas pulando nos bloquinhos pode causar mal-estar, fraqueza e indisposição. Antes de iniciar a programação, o ideal é fazer uma refeição equilibrada, com carboidratos, proteínas e gorduras boas, garantindo saciedade e mais disposição durante o dia. O mais indicado é consumir frutas e manter a ingestão de líquidos. Lanches leves e de fácil digestão ajudam a repor energia sem sobrecarregar o organismo. Mesmo petiscos simples podem causar intoxicação alimentar se não estiverem armazenados ou preparados corretamente, por isso também se recomenda atenção à alimentação de rua. [LEIA_TAMBEM]Para reduzir os riscos, é importante observar as condições de higiene do local e como o alimento está sendo produzido, bem como se os produtos estão protegidos da luz solar e se a pessoa manuseia dinheiro separado da comida. Priorize vendedores de confiança e evite produtos que estragam facilmente, como os preparados com maionese, molhos e produtos que precisam de refrigeração constante. Prevenção  Além dos cuidados com alimentação e hidratação, especialistas reforçam a importância da prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O uso de preservativo deve ser indispensável, principalmente em períodos festivos, quando aumentam os encontros casuais. “Não adianta se cuidar por um lado e se desproteger de outro”, aponta o médico infectologista Tazio Vannim, do Hospital de Base." Com cuidados redobrados, é possível curtir a folia com segurança e garantir que as lembranças do Carnaval sejam apenas de alegria.” *Com informações do IgesDF

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