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Lançados editais para contratação de profissionais da saúde

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Novos processos seletivos estão abertos para formação de cadastro de reserva em áreas estratégicas da assistência à saúde. As inscrições seguem até o dia 15 deste mês, exclusivamente pela internet. R$ 18.115,68 Salário destinado ao cargo de médico anestesiologista As vagas são para os cargos de farmacêutico clínico — oncologia, médico anestesiologista, técnico de enfermagem — medicina nuclear, urologista, nutricionista clínico e enfermeiro — centro cirúrgico.  A maior remuneração é destinada ao cargo de médico anestesiologista, com carga horária mínima de 24 horas semanais e salário bruto de R$ 18.115,68. Também se destacam o salário de urologista (R$ 13.359,56) e vagas para profissionais especializados em oncologia, terapia nutricional, medicina nuclear e centro cirúrgico.  Além da remuneração, os profissionais contratados terão acesso a benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornada superior a seis horas, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, auxílio-funeral, folga no aniversário, folga para acompanhamento de filhos em reuniões escolares e, conforme previsão em acordo coletivo, abono semestral.  Todos os processos seletivos são destinados à formação de cadastro de reserva e exigem formação específica, registro ativo no respectivo conselho profissional e experiência mínima de seis meses na área de atuação. Os editais completos, com os requisitos, etapas do processo seletivo e cronograma, estão disponíveis no portal de seleção. O acompanhamento das etapas é de responsabilidade do candidato, que deve observar os prazos previstos em cada edital para evitar desclassificação.

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Restaurantes comunitários servem 12,6 milhões de refeições em nove meses no DF

Comida de qualidade, preço acessível e dignidade à mesa. Os restaurantes comunitários do Distrito Federal se consolidam como um dos maiores programas de segurança alimentar mantidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF). De janeiro a setembro deste ano, foram servidas 12,6 milhões de refeições nas 18 unidades espalhadas por regiões de maior vulnerabilidade social. Balanceadas e supervisionadas por nutricionistas, as refeições dos restaurantes comunitários têm preços bastante acessíveis à população | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Os restaurantes comunitários representam dignidade e inclusão” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Além do volume expressivo de atendimentos, o serviço é bem-avaliado pela população. Uma pesquisa de satisfação elaborada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) aponta que 75% dos usuários classificam as refeições e o atendimento como “ótimos” ou “bons”. Apenas 0,005% das refeições resultaram em reclamações formais à pasta, o que representa 78 registros em um universo superior a 12 milhões de serviços prestados. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, o programa cumpre um papel essencial na proteção social e atende um grande número de pessoas em situação de vulnerabilidade social que muitas vezes não têm acesso ao alimento diretamente. “Os restaurantes comunitários representam dignidade e inclusão. Conseguimos garantir alimentação de qualidade a um custo acessível, fortalecendo a rede de segurança alimentar e nutricional para quem mais precisa”, avalia. Reabertura no Paranoá Entre as 18 unidades em funcionamento, o Restaurante Comunitário do Paranoá reabriu as portas na sexta-feira (3) após passar pela primeira grande reforma deste ano desde sua inauguração, em 2002. Foram instaladas três novas câmaras frigoríficas e um açougue, além de terem sido feitos serviços como a renovação na rede elétrica e hidráulica, troca do piso da área de preparo, reforma dos banheiros e obras de acessibilidade e cobertura para filas. Reaberto, o Restaurante Comunitário do Paranoá ampliou a capacidade e passa a oferecer café da manhã, almoço e jantar A unidade, que no ano passado serviu mais de 711 mil refeições, ampliou a capacidade de atendimento e agora oferecerá café da manhã, almoço e jantar, todos os dias, incluindo domingos e feriados. O novo contrato prevê mais de 1,2 milhão de refeições por ano, com média diária superior a 3,5 mil atendimentos. “Se a pessoa tomar café da manhã, almoçar e jantar na unidade, vamos ter a certeza de que ela estará bem-alimentada com um preço bem acessível” Vanderléa Cremonini, subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional  A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Vanderléa Cremonini, lembra que a obra foi executada para atender os requisitos sanitários, com o objetivo de promover a qualidade do alimento. “A garantia da segurança alimentar não é apenas você ter acesso ao alimento, mas ao alimento com qualidade”, especifica. A gestora também reforça que qualquer pessoa que se alimenta no Restaurante Comunitário garante as calorias necessárias para um dia, devido ao cardápio planejado pela equipe de nutricionistas. “Se a pessoa tomar café da manhã, almoçar e jantar na unidade, vamos ter a certeza de que ela estará bem-alimentada com um preço bem acessível”, afirma Vanderléa. “Com isso, a pessoa deixa de gastar em alimentos e pode investir em outros direitos, como lazer, esporte, cultura ou outra frente que pode desenvolver mais ainda a sociedade.” População satisfeita Sabrina Sousa, dona de casa: “Eu trago o meu pequeno para almoçar aqui, e o custo-benefício é excelente” [LEIA_TAMBEM]Atualmente, 15 unidades funcionam de domingo a domingo, inclusive em feriados, com a oferta das três refeições diárias: café da manhã e jantar a R$ 0,50 cada, e almoço a R$ 1. A dona de casa Sabrina Sousa, 31 anos, sempre frequentou o espaço com o filho e avalia que a reabertura do serviço é um alívio para o orçamento, além de facilitar o trabalho que ela teria fazendo compras e cozinhando em casa. “Eu trago o meu pequeno para almoçar aqui, e o custo-benefício é excelente, a comida é boa, balanceada e deixa a gente forte”, ressalta. “Para mim faz toda a diferença, porque quem trabalha é meu esposo; eu sou dona de casa, então já ajuda bastante nas despesas. Todo mundo lá de casa come aqui e gosta.” Marcelo Reis: “É uma comida boa e acessível; estava fazendo muita falta para nós da comunidade do Paranoá. A gente economiza bastante em casa” Para o servente Marcelo da Silva Reis, 41, o restaurante é uma ajuda fundamental: “É uma comida boa e acessível; estava fazendo muita falta para nós da comunidade do Paranoá. Muita gente depende disso aqui, e dá para ver a melhora nesses anos. Eu sempre vinha almoçar aqui, que é uma opção mais viável do que outros lugares mais caros. A gente economiza bastante em casa”.  

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Nutricionistas da rede pública do DF unem técnica e sensibilidade no cuidado diário com pacientes

A alimentação tem papel fundamental no processo de recuperação de qualquer pessoa que precisa de cuidados. Este domingo (31), Dia do Nutricionista, marca o reconhecimento àqueles que, com dedicação, garantem tanto o cuidado assistencial quanto a produção alimentar de quem depende desse suporte. Equipe de nutricionistas do Hospital de Base acompanha os tratamentos dos pacientes; alimentação equilibrada ajuda na recuperação | Foto: Divulgação/IgesDF “A nutrição é uma ferramenta clínica tão importante quanto qualquer outro recurso utilizado no hospital” Hiane Cunha, chefe substituta do Núcleo de Nutrição Clínica do Hospital de Base Além de preparar refeições, os nutricionistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) atuam diariamente para que cada dieta seja parte do tratamento, ajudando a reduzir complicações, acelerar a recuperação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. “Uma pessoa bem-nutrida responde melhor às terapias”, explica Hiane Cunha, chefe substituta do Núcleo de Nutrição Clínicado HBDF, gerido pelo Instituto de Gestão Estratégica e Saúde do DF (IgesDF). “A nutrição é uma ferramenta clínica tão importante quanto qualquer outro recurso utilizado no hospital.” Ela lembra que o trabalho é feito de forma integrada com médicos, enfermeiros, psicólogos e fisioterapeutas, sempre com foco no cuidado multiprofissional. Yeferson Manuel, 31 anos, está internado há três meses após um acidente de carro e relata como a atenção da equipe faz diferença: “Todos os dias, uma nutricionista passa para me ver, ajustar minha dieta e conversar comigo. Esse cuidado diário dá mais confiança e esperança”. Para a gerente multiprofissional do HBDF, Niedja Bartira, os nutricionistas têm um papel central dentro do hospital: “Eles cuidam não só dos pacientes, mas também da saúde dos colaboradores, impactando de forma direta a rotina de todos”. A gerente-geral de assistência, Fernanda Hak, completa: “É um trabalho silencioso, mas vital. Cada refeição preparada, cada dieta planejada, é parte do esforço coletivo para salvar vidas”. Dedicação faz a diferença De janeiro a julho deste ano, foram registrados 112.091 atendimentos assistenciais pela equipe da nutrição clínica do HBDF. “Não é só calcular proteínas e calorias”, detalha a nutricionista Hiane. “É entender as limitações, gostos e até mesmo a forma como o paciente se sente diante da comida. Às vezes, um detalhe simples pode mudar a aceitação da dieta e acelerar a recuperação”. Já a equipe  responsável pela administração e gestão da alimentação oferecida serviu 648.725 refeições para os pacientes, 254.731 para os acompanhantes e 170.456 para os colaboradores no refeitório da unidade de saúde nos primeiros sete meses de 2025. De acordo com a equipe, uma dieta adequada reduz infecções hospitalares, melhora a resposta imunológica e até encurta o tempo de internação. “Há casos em que o paciente chega em estado de desnutrição, e conseguimos reverter esse quadro”, complementa Hiane. O olhar humano é essencial. “A comida pode trazer conforto e memórias afetivas, mesmo dentro de um hospital”, pontua a chefe da Nutrição de Produção do HBDF, Ana Cecília Nunes. “Nosso desafio é equilibrar essa dimensão emocional com as necessidades clínicas de cada paciente.”   *Com informações do IgesDF

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Atenção domiciliar no DF é destaque em evento com profissionais de saúde

Promovida na quarta-feira (23) e na quinta (24) pela Secretaria de Saúde (SES-DF), a I Jornada da Atenção Domiciliar abriu espaço para debater a rede de cuidado e divulgação dos serviços oferecidos. Participaram 100 pessoas inscritas, entre servidores de diversas unidades da pasta e estudantes da área.  Silvana Leal (D), gerente do Serviço de Atenção Domiciliar: “Estamos falando de uma atenção importante tanto para o paciente quanto para quem está ao lado dele” | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde De acordo com a gerente de Serviço de Atenção Domiciliar, Silvana Leal, a jornada busca, principalmente, divulgar o tema e ampliar o acesso de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) a serviços do tipo. “Além da contínua capacitação, orientação e acolhimento permanente das equipes, trouxemos para o evento depoimentos marcantes de familiares a respeito dos cuidados paliativos, um tema difícil e sensível de discutir, mas estamos falando de uma atenção importante tanto para o paciente quanto para quem está ao lado dele”, apontou a gestora.  Na programação, foram ministradas palestras sobre cuidados paliativos pediátricos, odontologia em casa e desospitalização, entre outros temas. “Estou há mais de 15 anos na área e, ainda assim, foi muito proveitoso ver a experiência dos outros núcleos”, avaliou a nutricionista Karlla Betânia, do Núcleo Regional de Atenção Domiciliar (Nrad) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran)  [LEIA_TAMBEM]A consultora técnica da Coordenação Geral de Atenção Domiciliar do Ministério da Saúde, Denise Araújo, elogiou a iniciativa: “Esta primeira jornada é de suma importância, pois, no DF, temos equipes engajadas e uma coordenação muito focada na desospitalização do paciente, tirando-o de uma internação prolongada e levando-o para o conforto de casa”. Estrutura O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD-DF) é dividido em três níveis: Serviço de Atenção Domiciliar de Alta Complexidade (SAD-AC), Programa de Internação Domiciliar (PID) e Programa de Oxigenoterapia Domiciliar (POD). As modalidades atendem pacientes com comorbidades crônicas, com uso de dispositivos ou com necessidade de atendimento em domicílio. São pessoas que apresentam particularidades e demandas específicas, além das vulnerabilidades derivadas da restrição ao leito.  Esse tipo de atenção impacta diretamente no giro de leitos dentro dos hospitais da rede pública, já que atua na redução do tempo de internação. O foco é promover a desospitalização, alimentando a qualidade de vida do paciente por meio de uma assistência humanizada.  Até junho deste ano, mais de 41 mil atendimentos foram prestados pelas equipes de atenção domiciliar. As visitas às casas dos pacientes levam em consideração um cuidado integral que, muitas vezes, engloba o trabalho de profissionais de diversas áreas, como técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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