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Frio e clima seco exigem atenção redobrada com a visão

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Com a chegada do período de estiagem, moradores do Distrito Federal costumam adotar hábitos para enfrentar o frio e a baixa umidade do ar, como aumentar a ingestão de água e utilizar umidificadores. Nesta sexta-feira (10), quando é celebrado o Dia da Saúde Ocular, especialistas alertam que os olhos também precisam de atenção durante esta época do ano.  Nesta época do ano, a principal queixa de pacientes da oftalmologia no HBDF está relacionada ao desconforto causado pela baixa umidade do ar | Fotos: Divulgação/IgesDF “Principalmente para quem trabalha em frente ao computador e em ambientes com ar-condicionado, os olhos podem ressecar e causar incômodo. Nesses casos, o uso de colírios lubrificantes pode ajudar bastante”  Edney Moura Filho, oftalmologista do Hospital de Base do Distrito Federal Segundo o oftalmologista Edney Moura Filho, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a principal queixa dos pacientes nesta época está relacionada ao desconforto causado pela baixa umidade do ar. “Principalmente para quem trabalha em frente ao computador e permanece em ambientes com ar-condicionado, os olhos podem ressecar e causar incômodo. Nesses casos, o uso de colírios lubrificantes pode ajudar bastante”, explica. Entre as doenças mais frequentes durante a estiagem está a conjuntivite, que pode ter origem bacteriana, alérgica, viral ou química. Vermelhidão, coceira, sensação de areia nos olhos, lacrimejamento e irritação estão entre os sintomas mais comuns. “O tipo de conjuntivite é o que vai determinar o tratamento mais adequado. Por isso, é fundamental que o paciente procure atendimento logo nos primeiros sinais. Apesar de ser uma doença comum, quando não tratada corretamente, pode causar complicações e, em alguns casos, comprometer a visão”, alerta o médico.  Conjuntivite e risco de transmissão Conjuntivite viral pode impactar rotina e obrigar a pessoa a se afastar do trabalho como forma de evitar a transmissão para outras pessoas “Quando acordei com os olhos grudados, sem conseguir abri-los, percebi que havia algo errado. Procurei um médico imediatamente e precisei ficar afastada do trabalho por causa do risco de infectar outras pessoas” Luciane Paz, jornalista  A jornalista Luciane Paz, moradora de Sobradinho, sabe bem como a doença pode impactar a rotina. Após contrair conjuntivite viral, ela precisou se afastar temporariamente do trabalho para evitar a transmissão. “Quando acordei com os olhos grudados, sem conseguir abri-los, percebi que havia algo errado. Além do inchaço e da sensação de areia nos olhos, sentia uma irritação muito forte. Procurei um médico imediatamente e precisei ficar afastada do trabalho por causa do risco de infectar outras pessoas. Em casa, tenho uma filha, que era a minha maior preocupação. Eu higienizava as mãos o tempo todo e ficava de óculos escuros”, relata. A transmissão da conjuntivite ocorre principalmente pelo contato direto com secreções e superfícies contaminadas, como mãos, toalhas e objetos de uso compartilhado. Por isso, a higienização frequente é uma das principais formas de prevenção.  O especialista destaca ainda que qualquer alteração persistente na visão merece atenção médica, já que algumas doenças oculares graves podem evoluir silenciosamente. Dor intensa, perda repentina da visão, traumas oculares e queimaduras químicas exigem atendimento imediato. “Não temos como avaliar a gravidade do problema sem investigação. Por isso, é importante não esperar a visão piorar para procurar atendimento”, orienta. Além disso, consultas e exames oftalmológicos de rotina devem ser realizados anualmente, especialmente por pessoas com histórico familiar de doenças oculares. “Muitas doenças oculares graves, como o glaucoma, evoluem sem apresentar sintomas. Por isso, não basta procurar atendimento apenas quando há algum desconforto”, completa o oftalmologista. Em caso de sintomas persistentes ou quadros crônicos, a recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Já em situações agudas ou de urgência, o paciente deve buscar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde será avaliado e, se necessário, encaminhado para atendimento especializado.  *Com informações do IgesDF  

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Novo pátio de apreensão do DER terá capacidade para 3 mil veículos

Cerca de 40 homens trabalham, de segunda a sexta-feira, nas obras de construção do primeiro pátio de apreensão de veículos do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Às margens da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), no 3º Distrito Rodoviário, a equipe atua nos serviços de terraplanagem do terreno, cercamento da área e concretagem dos pilares do galpão de serviços. Ao todo, a obra gera cerca de 60 empregos; e, quando finalizada, terá capacidade para 3 mil veículos. O pátio conta com 40 mil m² de área total e 1,5 mil m² de área construída. O local contará ainda com prédios administrativos, onde vão trabalhar cerca de 40 funcionários contratados pelo consórcio, e um centro de controle operacional, que será comandado por agentes do DER-DF | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Este é o primeiro pátio do DER-DF a ser construído. Quando as obras forem concluídas, um outro espaço para essa finalidade começará a ser erguido, em Sobradinho. Os trabalhos foram autorizados pelo governador Ibaneis Rocha em março deste ano. Ao investimento inicial de R$ 40,8 milhões do consórcio vencedor por meio de uma parceria com a iniciativa privada, o custo é zero para o Governo do Distrito Federal (GDF). “A construção de um pátio próprio do DER-DF representa um avanço para nós. Muitas vezes, não temos para onde destinar um veículo irregular ou os outros pátios já estão lotados e o agente acaba precisando liberar por não ter espaço para apreender. Agora, teremos mais autonomia para as fiscalizações, vamos poder pegar os veículos sem condições de uso e trazer para um dos dois pátios que estão em construção” Dan Imbroisi Brant Teixeira, engenheiro do DER-DF e fiscal da obra ‌Por se tratar de uma concessão – um dos modelos de desestatização vigentes no Brasil –, o parceiro privado fica responsável por pagar uma outorga para o governo, que, por sua vez, não entra com contrapartida financeira. Ou seja, o GDF não gastará nada para que o projeto saia do papel. A autarquia terá direito, ainda, a 7,8% de toda a receita bruta da empresa vencedora. “A construção de um pátio próprio do DER-DF representa um avanço para nós. Muitas vezes, não temos para onde destinar um veículo irregular, ou os outros pátios já estão lotados e o agente acaba precisando liberar por não ter espaço para apreender. Agora, teremos mais autonomia para as fiscalizações, vamos poder pegar os veículos sem condições de uso e trazer para um dos dois pátios que estão em construção”, afirma o engenheiro do DER-DF e fiscal da obra, Dan Imbroisi Brant Teixeira. O pátio conta com 40 mil m² de área total e 1,5 mil m² de área construída. O espaço terá capacidade para abrigar até 3 mil veículos leves, médios e pesados que forem apreendidos nas vias do DF por transitarem em condições irregulares. O local contará ainda com prédios administrativos, onde vão trabalhar cerca de 40 funcionários contratados pelo consórcio, e um centro de controle operacional, que será comandado por agentes do DER-DF. Às margens da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), no 3º Distrito Rodoviário, cerca de 40 homens trabalham na terraplanagem do terreno, cercamento da área e concretagem dos pilares do galpão de serviços “Os funcionários do departamento ficarão no centro de controle operacional fazendo todo o monitoramento das vias, tratamento dos dados recebidos e dando continuidade ao procedimento de fiscalização”, detalha o fiscal. O contrato de construção do pátio também prevê a aquisição de 14 balanças de pesagem dinâmica de alta velocidade, duas de baixa velocidade e uma móvel. A tecnologia é importante para monitorar se caminhões não estão trafegando com carga acima do peso, o que prejudica a pavimentação e vida útil das vias, além de colocar em risco a vida dos caminhoneiros e de outros motoristas. “As de alta velocidade serão instaladas em pontos estratégicos do DF para verificar se os veículos pesados estão dentro do limite permitido. Por meio das balanças, também conseguiremos ler a placa do automóvel e checar, no centro de controle operacional, se há alguma pendência. Com o pátio à nossa disposição, teremos como fazer a destinação correta daqueles que estiverem irregulares com as normas de trânsito”, explica Dan Brant. Os veículos apreendidos poderão ser retirados pelos proprietários em até três meses. Passado esse prazo, inicia-se o trâmite para leiloar. Para garantir que o veículo a ser leiloado esteja em condições adequadas para retornar às vias do DF, o novo pátio prevê a construção de um galpão de serviços, onde serão realizados reparos e manutenção. Além disso, estão previstas as construções de vestiários, refeitório e auditório para leilões presenciais. Futuramente, o pátio abrigará também painéis de captação de energia solar. As placas fotovoltaicas, instaladas em uma área de 3 mil m², serão capazes de abastecer todos os cinco distritos rodoviários do DER-DF, o Parque Rodoviário e a sede do departamento no Buriti, gerando uma economia de até 80% na conta de energia do órgão.

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Governo inicia operação de recuperação asfáltica das rodovias do DF

Com o objetivo de garantir mais fluidez, segurança, conforto e qualidade de vida aos usuários das vias do DF, o Governo do Distrito Federal (GDF) – por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do DF – iniciará uma força-tarefa ainda no mês de julho, aproveitando o período de estiagem, para recuperar importantes rodovias distritais com o uso de 300 mil m² de microrrevestimento asfáltico. 300 mil m² de microrrevestimento asfáltico serão utilizados na recuperação de importantes rodovias distritais Uma usina móvel – cuja produção diária estimada é de 9 mil m² de camada dupla de microrrevestimento asfáltico – percorre o trecho e deposita uma camada fina de asfalto, de 1,5 centímetro de espessura, composta por uma mistura de brita, cal e emulsão especial. O objetivo da utilização do microrrevestimento asfáltico é justamente recuperar o pavimento e aumentar assim sua vida útil em pelo menos cinco anos. Inicialmente, o serviço será realizado no Pistão Norte, em Taguatinga. A previsão é que daqui a 40 dias, tanto o Pistão Sul – que passa por obras de reconstrução do pavimento asfáltico – quanto o Pistão Norte sejam entregues à população do Distrito Federal totalmente reformados. Todas essas obras de recuperação asfáltica após concluídas serão seguidas dos serviços de sinalização horizontal a fim de garantir aos motoristas, ciclistas e pedestres mais visibilidade e segurança | Foto: Arquivo/DER-DF Num segundo momento, será a vez da Estrada Parque Dom Bosco (EPDB/DF-025) – que contorna o Lago Sul. Partes da rodovia já foram reformadas em outro momento, os trechos restantes passarão agora pela recuperação asfáltica. A previsão do GDF é de que, nos próximos dois meses, todo esse trabalho seja concluído na DF-025. Outra via importante que receberá o mesmo tratamento é a Estrada Parque das Nações (EPNA/DF-004), tanto na L4 Sul quanto na L4 Norte. Trechos dessa via já foram reformados ano passado e a previsão é que o restante passe pelo mesmo processo até o final deste ano. Além disso, o trecho da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA/DF-003) – entre o Catetinho e a saída para o Aeroporto de Brasília – também passará pela reforma. Antes de iniciarem esses serviços, serão realizados reparos em áreas localizadas para que o pavimento possa então receber o microrrevestimento asfáltico. O serviço também será realizado na Estrada Parque Contorno (EPCT/ DF-001) – no trecho entre a Via Estrutural (DF-095) e a BR-080, denominado “Caminho para Brazlândia”. Todas essas obras de recuperação asfáltica após concluídas serão seguidas dos serviços de sinalização horizontal a fim de garantir aos motoristas, ciclistas e pedestres mais visibilidade e segurança. Esta ação tem como objetivo assegurar que as principais vias que cortam o Distrito Federal tenham condições ideais de trafegabilidade, melhorando a mobilidade sustentável, a fluidez e a segurança viária. Todas as rodovias em questão apresentam características similares, pois têm bastante movimento, alto fluxo de veículos diário e, por isso, requerem do GDF uma força-tarefa para garantir sua qualidade. *Com informações do DER-DF

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Equipes do GDF visitam obras do Viaduto do Riacho Fundo

Representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) visitaram, na tarde desta segunda-feira (20), a construção do Viaduto do Riacho Fundo, na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB). Durante os próximos meses, aproveitando o período de estiagem, visitas técnicas serão realizadas para verificar e monitorar o andamento das obras de infraestrutura viária em todo o DF. As escavações das trincheiras das estruturas no Viaduto do Riacho Fundo entraram no estágio final. No sentido Samambaia, os operários já escavaram uma profundidade de cerca de cinco metros | Fotos: Paulo H.Carvalho/Agência Brasília O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Fauzi Nacfur, técnicos e engenheiros responsáveis pela obra circularam pelas trincheiras do viaduto no sentido Samambaia, que estão em fase de escavação e concretagem das paredes internas. Com investimento de R$ 22,3 milhões, a obra gerou 300 empregos diretos e indiretos e irá beneficiar 100 mil motoristas que passam diariamente pela EPNB. “É junto com todos os órgãos que verificamos as necessidades; é um trabalho em conjunto de todo o governo, especialmente nesse momento em que temos várias obras importantes acontecendo simultaneamente, e felizmente estão em um ritmo muito bom” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo “Queremos aproveitar o período de sol e fazer visitas sistemáticas, verificar o cronograma, as possíveis intercorrências e quais as dificuldades que precisam ser sanadas. É junto com todos os órgãos que verificamos as necessidades; é um trabalho em conjunto de todo o governo, especialmente nesse momento em que temos várias obras importantes acontecendo simultaneamente, e felizmente estão em um ritmo muito bom”, afirma José Humberto. No Viaduto do Riacho Fundo, as escavações das trincheiras das estruturas entraram no estágio final. No sentido Samambaia, os operários já escavaram uma profundidade de cerca de cinco metros. Duas pistas subterrâneas servirão como retornos para atender aos dois sentidos da via, contemplando os cidadãos que se deslocam em direção a Samambaia e aqueles que desejam ir ao Plano Piloto. Com investimento de R$ 22,3 milhões, a obra gerou 300 empregos diretos e indiretos e irá beneficiar 100 mil motoristas que passam diariamente pela EPNB Para o presidente do DER, Fauzi Nacfur, a obra não era vista inicialmente pela população, por estar sendo construída na superfície. “Muitas vezes, a população fica incomodada por não estar vendo a obra acontecer. Mas já conseguimos romper os dois lados da trincheira, e isso significa que estamos chegando na etapa final de escavação e seguimos para a fase de pavimentação”, explica. “Não podemos esquecer que aqui é uma via de saída para Goiânia, para Anápolis, São Paulo; é um movimento muito grande, até para a nossa população que precisa ir e vir para casa.” Nesta etapa, o trânsito para os motoristas já foi liberado com a conclusão das quatro lajes e o encerramento dos desvios no local, garantindo mais fluidez e organização no fluxo de veículos. O empresário Valdeci Miranda, que tem comércio na região, também acompanhou a visita técnica e acredita que a infraestrutura irá beneficiar todos: moradores, motoristas e pedestres. “Estar aqui e poder ver de perto é algo fantástico, queria ver de perto para entender a obra e é gratificante ver que de fato o governo está trabalhando”, diz. Como vai ficar Com a conclusão da obra, o balão próximo ao 21º Grupamento de Bombeiros Militar será eliminado. A rotatória, atualmente, é usada pelos motoristas para acessar a região administrativa e a Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), em Águas Claras, e costuma ficar engarrafada nos horários de pico. As pistas terão 200 metros de comprimento cada uma e facilitarão o acesso tanto para o Riacho Fundo quanto para a ADE de Águas Claras.

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