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Campanha Multivacinação 2026: confira as principais dúvidas sobre a imunização no DF

Aberta em todo o DF na segunda-feira (3), a edição de 2026 da Campanha Nacional de Multivacinação segue até 1º de setembro para imunizar crianças e adolescentes com até 14 anos, 11 meses e 29 dias que ainda estejam com seus esquemas vacinais incompletos. Além desse grupo prioritário, a iniciativa busca proteger pessoas de todas as faixas etárias. O objetivo é garantir a aplicação das doses previstas no calendário de rotina e evitar a reintrodução no território brasileiro de doenças como o sarampo e a poliomielite. O público prioritário é formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas pessoas de todas as idades podem se vacinar | Foto: Divulgação Neste ano, a campanha traz ainda uma importante atualização no calendário nacional ao incluir a segunda dose de reforço contra a poliomielite para crianças de 4 anos. O “Dia D de Vacinação” está programado para 22 de agosto, quando as ações serão intensificadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários de todas as regiões do DF. Veja abaixo as principais dúvidas a respeito da campanha.   O que mudou na vacinação contra a poliomielite? O calendário infantil passou a contar com uma segunda dose de reforço da vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada aos 4 anos de idade. Com essa atualização, o esquema contra a doença passa a ser composto por cinco doses: → 1ª dose: aos 2 meses → 2ª dose: aos 4 meses → 3ª dose: aos 6 meses → 1º reforço: aos 15 meses → 2º reforço: aos 4 anos. Quais crianças podem tomar essa nova dose? Crianças menores de 5 anos que ainda não receberam o segundo reforço da vacina contra a poliomielite. Estão dispensadas da dose adicional aquelas que já receberam a vacina VIP ou a oral poliomielite (VOP). A campanha de multivacinação é apenas para crianças e adolescentes? Não. Embora o público prioritário seja formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, a campanha também é uma oportunidade para que pessoas de todas as idades verifiquem a caderneta e recebam as doses recomendadas para sua faixa etária ou condição de saúde. Quais vacinas estão disponíveis? Durante a campanha, estarão disponíveis os imunizantes do calendário de rotina para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Também serão ofertadas vacinas contra a influenza, para os grupos prioritários; contra o papilomavírus humano (HPV), para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos, na estratégia de resgate; e contra o sarampo, para pessoas elegíveis que necessitem atualizar o esquema vacinal A campanha vai ampliar a vacina da gripe para todo mundo? Não. No Distrito Federal, a vacina contra a influenza continua sendo destinada exclusivamente aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como crianças, idosos, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e outros grupos contemplados pela estratégia nacional. Por que a campanha inclui a vacina de sarampo? O Brasil voltou a registrar casos de sarampo em diferentes estados, além de haver circulação da doença em outros países. Diante do cenário, a campanha busca identificar e proteger pessoas com esquema vacinal incompleto, reduzindo o risco de reintrodução da doença no DF. O último caso confirmado na capital federal ocorreu em 2025, em uma pessoa com histórico de viagem internacional. Onde posso me vacinar? Não é necessário comparecer à UBS de referência. Os locais e os horários de funcionamento estão disponíveis neste link.  O que é preciso levar? A caderneta de vacinação e um documento de identificação válido e com foto. Perdi a caderneta. Posso me vacinar? Sim. A ausência da caderneta não impede a vacinação. Sempre que possível, a equipe de saúde consultará os sistemas para verificar o histórico da pessoa e orientar a atualização do esquema. Estou com sintomas de gripe. Posso me vacinar? A vacinação deve ser adiada apenas em caso de febre ou de síndrome gripal em fase aguda. Sintomas leves, como coriza ou tosse discreta, não impedem a vacinação. Em caso de dúvida, a equipe de saúde fará a avaliação na hora do atendimento. E se meu filho receber todas as doses de uma vez, é seguro? Sim. A administração simultânea de diferentes vacinas é segura, recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além de garantir proteção no momento adequado, essa estratégia reduz o risco de atraso no esquema vacinal e evita oportunidades perdidas. Os imunizantes não sobrecarregam o sistema imunológico nem comprometem a resposta de proteção do organismo. Meu filho pode ter efeitos colaterais? Como qualquer medicamento, podem ocorrer eventos adversos, geralmente leves e transitórios, como dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação e febre baixa nas primeiras 48 horas após a vacinação. Caso os sintomas sejam intensos, persistam por mais de 48h ou escalem para manifestações que preocupem pais ou responsáveis, a criança deve ser levada à UBS ou a um serviço de saúde para avaliação. O que é o Dia D de Vacinação? É uma estratégia de mobilização para ampliar o acesso às vacinas, com ações em diversos pontos do DF, inclusive em locais de grande circulação de pessoas. Mas não é preciso esperar essa data para se vacinar: as doses ficam disponíveis durante todo o período da campanha.      

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Saúde alerta para baixa cobertura vacinal de tríplice viral, poliomielite, influenza e covid-19

A Secretaria de Saúde (SES-DF) alerta que o Distrito Federal enfrenta queda na cobertura de vacinas essenciais. Isso aumenta o risco de reintrodução de doenças já eliminadas no Brasil, como sarampo e poliomielite, e de agravamento de casos de síndromes respiratórias em crianças. A vacinação segue como medida fundamental para prevenir casos de sarampo, poliomielite e outras doenças | Foto: Jhonatan Cantarelle-Agência Saúde-DF De acordo com o Boletim de Imunização do primeiro quadrimestre de 2025, a cobertura da vacina tríplice viral que protege contra sarampo, caxumba e rubéola ficou abaixo da meta de 95% recomendada pelo Ministério da Saúde. De janeiro a abril deste ano, foram aplicadas 9,7 mil doses contra a poliomielite em crianças com menos de um ano, alcançando 88,9% da cobertura. O alerta é reforçado pelo aumento recente de casos de sarampo vindos de outros estados, o que eleva o risco de reintrodução da doença no DF. “Mesmo eliminado no país desde 2016, o sarampo continua circulando em várias partes do mundo, e a mobilidade internacional intensa de Brasília, com a presença de embaixadas e voos internacionais, torna o cenário local ainda mais vulnerável”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira. Vacina contra poliomielite  A poliomielite é uma doença grave, capaz de causar paralisia permanente, e a vacinação é a única forma de prevenção. Todas as crianças menores de cinco anos devem receber as doses de acordo com o calendário de rotina. Desde novembro de 2024, o Brasil adotou o esquema exclusivo com a vacina inativada poliomielite (VIP), conforme orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O esquema prevê três doses aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de um reforço aos 15 meses. Influenza e covid-19  A cobertura das vacinas para Influenza e covid-19 em crianças menores de 4 anos também está longe do ideal. A baixa adesão preocupa especialistas, pois aumenta o risco de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nessa faixa etária — uma das principais causas de internação infantil no inverno e em períodos de alta circulação viral. O boletim aponta que a adesão das famílias ainda é um desafio, mesmo com o esforço da rede pública em ofertar os imunizantes em todas as unidades básicas de saúde (UBSs). “As vacinas estão disponíveis em todas as unidades básicas de saúde, e manter o cartão de vacinação em dia é uma responsabilidade coletiva”, reforça a gerente da Rede de Frio Central. [LEIA_TAMBEM]No Distrito Federal, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), a vacina de covid-19 está disponível para crianças de 6 meses a 5 anos (no Calendário Nacional de Vacinação de rotina), gestantes e puérperas, idosos a partir de 60 anos, pessoas com comorbidades, imunossuprimidos, trabalhadores da saúde, indígenas, quilombolas e ribeirinhos e também pessoas que ainda não tenham recebido nenhuma dose do imunizante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda considera a covid-19 como um importante evento de saúde pública. O vírus segue em circulação, com novas variantes surgindo, e os riscos de agravamento do quadro são maiores em pessoas não vacinadas. Na hora de se imunizar, é importante levar a caderneta de vacinação e um documento de identidade. Caso a pessoa não possua mais seus registros de imunização, será feita consulta digital ao sistema; e, se necessário, serão aplicadas todas as doses previstas para a faixa etária. Consulte a lista dos locais de vacinação.    *Com informações da Secretaria dse Saúde  

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Vacina é a única forma de prevenção da poliomielite

No Dia Mundial de Combate à Poliomielite, celebrado nesta sexta-feira (24), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alerta para a baixa cobertura vacinal contra a doença. Entre janeiro e abril deste ano, o índice chegou a 85,1%, abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde. A poliomielite é uma doença grave, capaz de causar paralisia permanente e a vacinação é a única forma de prevenção. Todas as crianças menores de 5 anos devem receber as doses de acordo com o calendário de rotina. Desde novembro de 2024, o Brasil adotou o esquema exclusivo com a vacina inativada poliomielite (VIP), em consonância com orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). O esquema prevê três doses aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de um reforço aos 15 meses. A cobertura vacinal contra a poliomielite está abaixo da meta no DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF  “Mesmo uma pequena queda na cobertura vacinal é suficiente para permitir a reintrodução de doenças como varicela, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e sarampo”, alerta a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Ela reforça que manter os índices de vacinação elevados é essencial para evitar o retorno de enfermidades que já estavam controladas no país. Para Tereza, a desinformação tem sido um dos principais entraves. “De uns anos para cá, muitas informações falsas começaram a circular e acabaram afastando as pessoas da vacinação. Na minha geração, o Zé Gotinha era um símbolo e a gente cresceu entendendo a importância da vacina. Hoje, é preciso mudar a estratégia, usar redes sociais, televisão e escolas. As vacinas estão disponíveis e são gratuitas, mas falta a cultura de buscar a imunização”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Além da vacina contra a pólio, o calendário nacional de vacinação oferece outros 18 imunizantes que garantem proteção desde o nascimento até a terceira idade. A Secretaria de Saúde reforça a importância de que pais e responsáveis mantenham em dia a carteira de vacinação das crianças. Os imunizantes estão disponíveis gratuitamente nas salas de vacinação da rede pública em todo o Distrito Federal.  A situação da pólio reflete um cenário mais amplo. Outras vacinas importantes também ficaram abaixo do recomendado no DF no primeiro quadrimestre do ano: Covid-19 (3ª dose da Pfizer Baby) | 16,5% de cobertura (meta: 90%) Febre amarela | 81,8% (meta: 95%) Pneumocócica 10-valente | 82,3% (meta: 95%) *Com informações da Secretaria de Saúde do DF  

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Poliomielite: Entenda o novo esquema vacinal contra a paralisia infantil

A luta contra a paralisia infantil ganhou um novo esquema vacinal. Não se trata de uma nova vacina, mas sim de uma outra forma de promover a imunização de bebês e crianças. A partir de hoje, 2 de novembro, as populares gotinhas deixarão de existir e a vacinação será exclusivamente injetável. No DF, a Secretaria de Saúde já iniciou o recolhimento das gotinhas. Desde 28 de outubro a pasta não disponibiliza mais a dose oral | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF As duas doses em gotas da vacina oral poliomielite bivalente (VOPb) foram substituídas pela injeção, chamada de vacina inativada poliomielite (VIP). O novo esquema tem a seguinte ordem: crianças de 2 meses: 1ª dose; 4 meses: 2ª dose; 6 meses: 3ª dose; 15 meses – dose de reforço. “A gotinha deixa de existir, mas a proteção para as nossas crianças continua e de forma ainda mais segura. O Zé Gotinha, no entanto, segue trabalhando como símbolo de vacinação para alertar sobre a prevenção de outras doenças e ajudando a salvar vidas”, ressalta a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A mudança realizada pelo Ministério da Saúde é baseada em evidências científicas e recomendações internacionais. No DF, desde 28 de setembro, a Secretaria de Saúde (SES-DF) não aplica mais as doses de reforço VOPb. O Zé Gotinha segue trabalhando como símbolo de vacinação para alertar sobre a prevenção de outras doenças e ajudando a salvar vidas | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF “Não foi introduzida uma nova vacina. O que temos é um novo esquema vacinal. Ou seja, deixamos de oferecer o formato híbrido entre as gotas e a vacina injetável para ficar apenas a injetável. Temos estoque suficiente para atender o novo esquema. A vacina oral contra a poliomielite já foi retirada das salas de vacina e está em processo de logística reversa para o Ministério da Saúde”, explica a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Após a aplicação das três primeiras doses, o imunizante injetável confere quase 100% de proteção, com altos títulos de anticorpos. Já para as doses de reforço em crianças de 15 meses e menores de 5 anos, a orientação é comparecer às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para definir as datas de vacinação. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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