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Abertas inscrições para curso online sobre transfusão de hemocomponentes

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), está com inscrições abertas para a terceira turma do curso online “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”. A capacitação atende ao que estabelece a Portaria SES/DF nº 54, de 14 de abril de 2011, que regulamenta o Sistema de Sangue, Componentes e Hemoderivados (SSCH) no âmbito da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As inscrições para a terceira turma foram abertas em 5 de janeiro e seguem até 15 de junho — o prazo para conclusão do curso vai até 30 de junho de 2026. Os interessados podem se inscrever diretamente por este link. O curso online sobre transfusão de hemocomponentes é voltado para profissionais da rede pública de saúde do DF | Foto: Divulgação/Hemocentro A iniciativa integra as competências institucionais da FHB de capacitar e treinar, de forma continuada, os profissionais que atuam na área de hemoterapia nos serviços públicos do Distrito Federal. O curso tem como foco padronizar condutas, atualizar conhecimentos e reforçar a segurança transfusional na rede pública. O objetivo é capacitar os profissionais de saúde quanto às orientações gerais e específicas da hemoterapia, conforme as diretrizes do gestor do SSCH, a Fundação Hemocentro de Brasília. A formação também busca sensibilizar e atualizar a equipe assistencial, contribuindo para a segurança do paciente, o uso racional de hemocomponentes e a redução de riscos associados à transfusão. O público-alvo são profissionais da área da saúde que atuam em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública do DF. O curso é oferecido na modalidade online e assíncrona, permitindo que o participante organize seus próprios horários de estudo. O acesso ocorre por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (AVA-ESPDF), com conteúdos apresentados em slides, videoaulas e materiais de leitura. [LEIA_TAMBEM]A carga horária total é de 40 horas. Para obter o certificado, o participante deverá: · Realizar 100% das atividades propostas; · Alcançar, no mínimo, 70% de acertos no questionário final de avaliação dos conhecimentos hemoterápicos; · Responder ao questionário de satisfação sobre o curso. Entre os principais temas abordados estão: · Introdução à hemoterapia; · Captação intra-hospitalar de doadores; · Produção e distribuição de hemocomponentes; · Patient Blood Management (PBM); · Indicação de hemocomponentes; · Testes pré-transfusionais; · Preparo, monitoramento e finalização da transfusão; · Reações transfusionais. Os recursos educacionais incluem aulas gravadas, estudos de casos clínicos hipotéticos, materiais de leitura, exercícios de fixação e fórum para esclarecimento de dúvidas. A capacitação é uma oportunidade prática de atualização profissional e funciona como um manual digital de bolso: o conteúdo permanece disponível para consulta sempre que surgir uma dúvida no dia a dia assistencial. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Saúde capacita mais de 28 mil servidores em 2025

A Secretaria de Saúde (SES-DF) deu um salto na qualificação dos seus servidores em 2025. Com uma força de trabalho de 33,8 mil profissionais na ativa, a pasta contabilizou 28,8 mil participantes em cursos e capacitações, que vão desde temas como gestão financeira até técnicas avançadas para atendimento aos pacientes. Em 2024, foram registrados 5,7 mil participantes.   Foco das capacitações é o reforço às atividades de assistência à população | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF "Os números mostram que os servidores têm bastante interesse, e essas capacitações refletem diretamente nas entregas para a população", avalia Mabelle Roque, coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da SES-DF. Embora um único servidor possa ter se inscrito em mais de uma formação, a gestora enfatiza que esse número já chama a atenção pelo fato de a pasta ter atualmente 33.857 trabalhadores na ativa. Há o planejamento de que cada servidor faça múltiplos cursos, organizados em trilhas de aprendizagem. Em novembro do ano passado, a SES-DF passou a contar com o Plano de Educação Permanente em Saúde (Peps), que prevê seis trilhas para áreas como gestão, atenção primária e secundária, vigilância em saúde, atenção hospitalar e de temas de interesse de todos os trabalhadores. Mais força de trabalho [LEIA_TAMBEM]Ao longo do ano, a SES-DF também reforçou seus quadros. Foram admitidos 314 servidores de carreira, com destaque para agentes comunitários de saúde (58), agentes de vigilância ambiental (59) e auditores de atividades urbanas (51). São profissionais que atuam diretamente no atendimento à população, não só em unidades de saúde, mas também em residências, centros comerciais e outros estabelecimentos. Também foram admitidos técnicos em enfermagem (dez), médicos psiquiatras (14), pediatras (dez), gastroenterologistas (14), médicos de cirurgia geral (11) e enfermeiros (nove), entre outros cargos. A SES-DF fez ainda a contratação temporária de 313 profissionais. A maioria foi da área de medicina: cinco neonatologistas e 194 generalistas. A modalidade de contratação também se aplicou a 41 novos motoristas e 73 padioleiros. Outra forma de expandir o número de profissionais a serviço da população foi a ampliação de carga horária. Durante o ano, 208 servidores que trabalhavam 20 horas semanais passaram a atuar com 40 horas de trabalho por semana. Esse número envolve cirurgiões-dentistas, médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, farmacêuticos, administradores, técnicos de higiene bucal e técnicos de laboratório, entre outros. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Participe da consulta pública sobre linha de cuidado da pessoa com diabetes mellitus

A Secretaria de Saúde (SES-DF) abre participação popular para uma consulta pública sobre a linha de cuidado da pessoa com diabetes mellitus (DM). Podem participar profissionais de saúde, gestores, pacientes, sociedade civil e demais interessados. As contribuições devem ser feitas até 22 de janeiro, por meio deste formulário. Consulta visa ao aprimoramento das ações preventivas contra a doença | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]O objetivo é organizar o itinerário assistencial para o cuidado integral e multidimensional das pessoas com esse tipo de diabetes. As diretrizes estabelecidas vão garantir a prevenção, o tratamento e a reabilitação nos diferentes pontos da Rede de Atenção à Saúde do DF.  *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Segurança do paciente: profissionais de saúde passam por capacitação

A comunicação efetiva e o trabalho em equipe na saúde são determinantes na qualidade da assistência ao paciente. Com esse objetivo e na melhoria contínua do serviço, a Gerência de Risco em Serviços de Saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu, nessa segunda-feira (1º), uma reunião com os Núcleos de Segurança do Paciente das unidades hospitalares da capital. O encontro foi realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). “A capacitação impacta positivamente, pois ao organizar as etapas de identificação de riscos, bem como seu gerenciamento, buscamos que nenhuma medida de segurança seja negligenciada. Nosso objetivo é promover capacitação dos profissionais, visando à adoção de um plano de ação e medidas eficazes para proteção aos pacientes”, destacou a gerente de Riscos em Serviços de Saúde da SES-DF, Maria do Socorro Xavier Félix. De acordo com a gerente, a troca de experiências entre os profissionais, bem como o esclarecimento sobre a legislação sanitária são importantes para que os serviços sejam cada vez mais eficazes. "A investigação desses eventos não busca culpados ou responsáveis, mas encontrar falhas no processo assistencial e a partir da identificação desses erros, desenvolver processos assistenciais mais seguros”, acrescentou. "As unidades estão cada vez mais preocupadas em olhar os seus processos de qualidade, segurança e transparência”, destacou Paulo Lisbão | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Qualidade e segurança Para o especialista em Qualidade e Segurança do Paciente da Diretoria da Vigilância Sanitária do DF, Paulo Lisbão, os encontros, realizados regularmente, são muito importantes para garantir a qualidade do atendimento. “É muito importante trazer demandas da qualidade de segurança que surgem da própria Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para distribuir às unidades e, ao mesmo tempo, ouvir os hospitais que estão cada vez mais preocupados em olhar seus processos de qualidade, segurança e transparência”, disse o especialista. Serviço Na SES-DF, a atuação é realizada pela Gerência de Risco em Serviços de Saúde. A equipe técnica realiza visita aos núcleos de segurança do paciente de hospitais públicos, privados e militares, periodicamente, com o objetivo de monitorar o funcionamento dos serviços de saúde quanto ao cumprimento legal dos requisitos necessários para a segurança do paciente no âmbito do Distrito Federal.[LEIA_TAMBEM] Participante da reunião, a enfermeira da Vigilância Sanitária, Solange Regina Schwingel, reforçou que a atuação conjunta dos profissionais é fundamental. “É por meio da notificação que conseguimos desenvolver políticas para prevenir e evitar que ocorra novamente algum risco ou erro, além de melhorar a qualidade da assistência, reduzindo todo e qualquer dano possível. É essencial tanto para o gestor, quanto para a assistência e para o paciente”, relata. Para a coordenadora do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF), Liliana Cristina de Castro, as ações visam garantir a segurança dos usuários, minimizando riscos e danos no cuidado à saúde. “Quando evidenciamos uma ocorrência com falha, usamos como um aprendizado para a criação de processos melhores para os próximos pacientes. Hoje, conseguimos mapear melhor esses eventos, saber onde há erros de processos e trabalhar para que não ocorra novamente. Temos visto essa preocupação de notificar. Isso se traduz em transparência para o hospital, para a equipe que trabalha e para as famílias”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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