GDF na Sua Porta pavimenta trecho no Setor Lucio Costa que dá acesso ao SIA, beneficiando 30 mil pessoas por dia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A cada dia, cerca de 30 mil pessoas que moram no Lucio Costa e no Setor de Chácaras são beneficiadas pela pavimentação de um trecho que conecta a região ao Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA). A intervenção é fruto de uma ordem de serviço (OS) assinada pelo Governo do Distrito Federal por meio do programa GDF na Sua Porta, cuja edição chegou à região administrativa do Guará em agosto deste ano. Vias recém-pavimentadas garantem segurança e acessibilidade a todos os moradores | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O trecho, de aproximadamente 150 metros, fica localizado às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Ao todo, aproximadamente R$ 19 milhões serão investidos em 20 OSs que preveem intervenções na região. Nesta pavimentação, cerca de R$ 60 mil foram aplicados, e o local recebeu 90 toneladas de massa asfáltica. A ligação facilita o acesso ao SIA e oferece uma alternativa para os deslocamentos na região, reduzindo a necessidade de utilizar trechos mais congestionados da EPTG em determinados trajetos. De acordo com a Secretaria de Governo (Segov), a redução do tempo de deslocamento na região chega a 20 minutos. O chefe da assessoria operacional da Segov, Jânio Pinto Ribeiro, lembra que o programa GDF na Sua Porta acelerou a execução do pleito. “A população se encontrou com a governadora Celina Leão e pediu para apressar a execução dessa via”, relata. “Aqui tinha meio-fio, e o pessoal acabava trafegando de forma irregular, incomodando os moradores dos prédios, levantando poeira. Com o programa, foi possível adiantar a pavimentação”. População comemora Morador do Lucio Costa há 50 anos, Manoel Leitão elogia o trabalho do GDF na Sua Porta na região: “Com essa pista, você já entra direto aqui. Encurtou o tempo de viagem e ficou bem melhor. Até acabou a poeira que tinha aqui, e também não tem mais lama” De acordo com o aposentado Manoel Alves Leitão, cearense de 74 anos que mora no local há 50, a conexão promovida por meio da pavimentação do trecho, além de melhorar o tráfego, resolveu outros problemas que ocorriam ao longo do ano, tanto durante a seca quanto no período de chuva. “Para acessar o Lucio Costa vindo do Setor de Chácaras, você teria de ir até o viaduto da EPTG, quase 1 quilômetro e meio de distância, ou então ir lá no SIA fazer um balão imenso”, especifica. “Com essa pista, você já entra direto aqui. Então, essa pista foi um favorecimento imenso. Encurtou o tempo de viagem e ficou bem melhor. Até acabou a poeira que tinha aqui, e também não tem mais lama.” Maria de Jesus Serejo, do Setor de Chácaras, diz ter sido atendida em tempo hábil quando foi solicitar as obras no local: “A gente precisa muito dessa passagem, e o acesso era sempre muito difícil”, lembra A dona de casa Maria de Jesus Serejo, 62, ressalta que a demanda por essa via de ligação é esperada há 26 anos pela população do Setor de Chácaras. “Lá tem umas 3 mil famílias, a gente precisa muito dessa passagem, e o acesso era sempre muito difícil”, lembra ela, que diz ter sido atendida em tempo hábil quando encaminhou a solicitação. “Tudo aqui é no Lucio Costa: posto de saúde, comércio, creche, academia, e muito mais. A gente teve uma reunião com a governadora, falei sobre o nosso setor e sobre a nossa luta sobre essa entrada”. PECs serão reformados Também na alçada do programa estão previstas a implantação e manutenção de nove pontos de encontro comunitário (PECs), com R$ 740 mil em investimentos. Na QE 17, estima-se a aplicação de R$ 28 mil para estimular a prática de atividades físicas e o convívio social. De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), há previsão de substituição dos aparelhos de ginástica, incluindo simuladores de cavalgada, caminhada, esqui e remada, pressão de pernas, alongador, equipamentos de rotação vertical e diagonal, multiexercitador de seis funções, surf/twist e placa informativa. Moradora no Distrito Federal há 32 anos, a aposentada Zenaide Maria Carvalho, 68, conta que sofria de dores crônicas nos braços em função do rompimento dos tendões, mas afirma que desde que passou a se exercitar no PEC,não sente mais os incômodos: “Eu até fazia academia, mas não melhorou as minhas dores. Depois que comecei a usar isso aqui, elas desapareceram. Hoje, faço de tudo, inclusive tricô. Passo por aqui até quatro vezes por semana, às vezes faço caminhadas e dou uma passadinha aqui. É bom porque já tem a maneira de como devemos manejar os braços, as pernas e a cintura”.
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Reforma em casa leva acessibilidade para família de Brazlândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma casa adequada às necessidades de uma família faz toda a diferença na rotina e na qualidade de vida de seus moradores. Com esse objetivo, a residência da moradora Raquel Pereira de Castro, 44 anos, foi reformada e entregue na última sexta-feira (11/9) pelo programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF). Moradora de Brazlândia, Raquel dedica-se integralmente aos cuidados dos filhos: Emanuel, de 9 anos, pessoa com deficiência, e Rian Levi, de 4 anos. Diante disso, uma casa com acessibilidade sempre foi o sonho da família. Mãe de Emanuel, de 9 anos, Raquel Pereira de Castro (à direita do filho) ficou emocionada: "Ter esse espaço dentro de casa vai fazer muita diferença para a saúde dele” | Foto: Divulgação/Codhad-DF A obra teve início em 4 de agosto e representa a 244ª entrega do Melhorias Habitacionais. Com investimento de mais de 40 mil reais, a casa passou por uma intervenção de 142 metros quadrados. O objetivo principal da reforma foi melhorar a habitabilidade e trazer segurança para toda a família. Com olhar voltado a Emanuel, o projeto arquitetônico exigiu mudanças nos espaços dos cômodos. “Desde o início, procuramos escutar e entender o que a família realmente precisava. A partir dessa conversa, conseguimos adaptar a execução da obra para atender às necessidades específicas de cada um e entregar, mesmo em um prazo curto, tudo o que eles realmente precisavam”, explicou o executor da obra, Artur Cortes, arquiteto e urbanista da Codhab. As portas foram ampliadas para facilitar a circulação com a cadeira de rodas, e uma área para fisioterapia foi criada ao lado do quarto de Emanuel. Esse espaço recebeu um contrapiso e piso emborrachado, além das barras de apoio para ajudar no desenvolvimento do morador. Além de espaço para Emanuel exercitar-se, a reforma contemplou a instalação de pisos cerâmicos nos quartos, na cozinha, na área de serviço, no banheiro e a aplicação de massa corrida, pintura, instalação de rodapés e forro em PVC nas áreas comuns “Trazer esse lugarzinho para o Emanuel fazer as terapias vai ser muito bom para a gente poder estimulá-lo. Brasília é longe, e a rotina para levá-lo aos atendimentos é muito corrida. Ter esse espaço dentro de casa vai fazer muita diferença para a saúde dele”, explicou a mãe, emocionada com o resultado. A reforma também contemplou reparos e adequações nos ambientes internos e externos da residência, incluindo a instalação de pisos cerâmicos nos quartos, na cozinha, na área de serviço, no banheiro e nos poços de ventilação. Os serviços incluíram ainda aplicação de massa corrida, pintura, instalação de rodapés e forro em PVC nas áreas comuns. “Essa foi a primeira conquista que eu não precisei ficar lutando, correndo atrás ou brigando para conseguir. Foi, na verdade, o primeiro presente que ganhamos, porque a equipe da Codhab correu atrás e realizou tudo por nós. Estou extremamente feliz porque conseguimos ter esse resultado, especialmente para a saúde do Emanuel e para o nosso cuidado também”, emocionou-se Raquel. *Com informações da Codhab-DF
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Após receber a casa reconstruída, família da Estrutural tem a vida transformada
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Cidade Estrutural é uma das regiões atendidas pelo programa Melhorias Habitacionais, que transforma a realidade de famílias que vivem em moradias precárias e não têm condições financeiras para custear reformas. Nesta terça-feira (11/8), foi a vez de Marta Fernandes de Carvalho, de 48 anos, realizar o sonho de viver com mais segurança e conforto. Diarista, mãe de dois filhos e avó, ela recebeu da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF) a casa reconstruída e pronta para morar com dignidade. A diarista Marta de Carvalho (D) foi contemplada com a reforma pelo programa do GDF: “Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia” | Fotos: Divulgação/Codhab A intervenção das equipes da Diretoria de Assistência Técnica (Diate) da Codhab-DF transformou completamente a realidade da antiga moradia, que era construída, em grande parte, com madeirite e tinha problemas elétricos e de saneamento. A obra começou pela fundação e contemplou toda a estrutura da residência, além da reconstrução e melhor distribuição dos ambientes para aproveitar um lote estreito. Também foram executadas novas instalações elétricas e hidráulicas, pisos, área de serviço e a substituição de todas as esquadrias, com investimento total de R$ 99.953,28. Qualidade de vida Para Marta, a entrega representa a realização de um sonho que, durante muitos anos, parecia distante. Ela conheceu o trabalho da Codhab por volta de 2018, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que já acompanhava a família. Assim, identificou que o núcleo familiar atendia aos critérios necessários para buscar o auxílio do programa Melhorias Habitacionais. Reforma foi feita em cada canto da casa, desde o piso até todas as instalações “Na época, minha casa era de madeirite e estava muito deteriorada, caindo aos poucos”, lembra. “Eu não sabia que existia um programa que ajudava famílias em situação de vulnerabilidade a melhorar ou reconstruir suas casas. Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia.” “Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade” Arthur Côrtes, arquiteto responsável pelo projeto da reforma Ao recordar as condições em que vivia, Marta conta que um dos maiores problemas estava justamente no banheiro: “A casa praticamente não tinha banheiro. O vaso sanitário quebrou, e o espaço acabou virando uma espécie de fossa, muito perigoso. Agora tenho este banheiro lindo”. Com a nova casa pronta, o sentimento é de felicidade e gratidão. “Eu jamais teria condições de construir uma casa como essa”, comemora. “Para mim, era algo que parecia impossível. Nem nos meus sonhos eu imaginava conseguir. Hoje estou realizando um grande sonho: ter a minha casa reconstruída por meio da Codhab”. Olhar especializado Responsável pelo projeto da residência, o arquiteto e urbanista Arthur Côrtes explica que as condições encontradas inicialmente exigiram uma reorganização completa do espaço. “A casa apresentava uma situação bastante precária”, detalhou. “O lote havia sido dividido, e a construção era praticamente toda feita de aglomerado, sem uma divisão adequada dos cômodos e, como a própria moradora relatou, praticamente sem banheiro. Além disso, havia riscos relacionados à parte elétrica, com possibilidade de curtos-circuitos, principalmente durante o período de chuvas. Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade.” “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família” Alcimar Borges, engenheiro civil De acordo com Arthur, as dimensões do terreno exigiram um projeto pensado para aproveitar cada espaço disponível. “O lote mede aproximadamente 3,5 metros por 12 metros”, enumera. “É um terreno muito estreito, praticamente como um corredor comprido. Por isso, foi necessário pensar muito bem na distribuição dos ambientes para aproveitar o espaço e garantir uma moradia digna, confortável e segura”. O engenheiro civil Alcimar Borges, responsável pela execução e pelo acompanhamento da obra, ressaltou que a intervenção alcançou praticamente toda a residência: “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. A intervenção foi completa. O trabalho começou desde a fundação e envolveu toda a estrutura da residência, além da instalação elétrica e hidráulica. Também foram feitos os pisos, a área de serviço e a substituição de todas as esquadrias. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família”. A história de Marta representa o propósito do programa Melhorias Habitacionais: transformar não apenas espaços físicos, mas também a vida de quem vive neles. Ao levar segurança e conforto para dentro de casa, a iniciativa da Codhab contribui para que famílias possam olhar para o futuro com mais esperança. Para quem esperou anos por essa mudança, a nova casa representa mais do que uma obra concluída: é a oportunidade de recomeçar em um lar mais seguro e adequado às necessidades de seus moradores. *Com informações da Codhab
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Com mais cirurgias e menos espera, Opera DF devolve qualidade de vida a pacientes
Após cerca de um ano convivendo com dores e dormência na mão, a diarista Wilma Fabiano Leite, de 36 anos, procurou atendimento na rede pública e recebeu o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo — que ocorre quando o nervo mediano é comprimido no canal do punho. Com sintomas que dificultavam a rotina de trabalho e afetam a qualidade de vida, ela passou por consultas, exames e foi encaminhada para cirurgia. Moradora do Itapoã, Wilma destacou que a agilidade no procedimento e o bom atendimento prestado pela equipe de saúde fizeram toda a diferença. “Eu achei muito rápido. Assim que o cardiologista me liberou, logo saiu a cirurgia. Foi excelente, fui muito bem atendida e me senti superacolhida. Agora estou confiante de que vou ficar bem, voltar ao normal e retomar meu trabalho”, relata. Trajetória semelhante foi vivida pelo microempreendedor Leonardo Alexandre de Souza Silva, 30, morador de Arapoanga. Após fraturar o escafoide — osso localizado no punho — durante uma partida de futebol, ele procurou uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e foi encaminhado ao Hospital Regional do Paranoá, onde passou por acompanhamento e fez a cirurgia neste mês. Para ele, o acesso ao procedimento pela rede pública foi fundamental. “Eu gostei muito do atendimento e fui muito bem-recebido pela equipe. Eu não conseguiria arcar com essa cirurgia no particular. Agora é focar o pós-operatório e me recuperar o mais rápido possível”, afirma. O microempreendedor Leonardo Alexandre de Souza Silva fraturou o punho e foi encaminhado ao Hospital Regional do Paranoá, onde passou por acompanhamento e fez a cirurgia neste mês | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Histórias como as de Wilma e Leonardo refletem os esforços do Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar o acesso a cirurgias eletivas e reduzir o tempo de espera dos pacientes. Criado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) em 2025, o programa OperaDF já registrou mais de 35 mil cirurgias entre setembro de 2025 e março deste ano, crescimento de 49% em relação ao mesmo período anterior, quando foram contabilizados em torno de 23,4 mil procedimentos. O avanço representa cerca de 11,6 mil cirurgias a mais na capital. No mesmo período, as cirurgias ambulatoriais passaram de cerca de 11,6 mil para 17,8 mil, alta de 54%, enquanto as cirurgias com internação cresceram de 11.866 para 17.264, aumento de 45%. Sobre o programa O OperaDF atua em duas frentes: a contratação de hospitais privados para procedimentos de pequena e média complexidade e o reforço da capacidade dos hospitais públicos, com contratação de anestesiologistas e ampliação das agendas cirúrgicas. Os pacientes são acompanhados pela rede pública e encaminhados conforme critérios técnicos do Complexo Regulador do Distrito Federal. A estratégia inclui consultas pré e pós-operatórias, avaliação cardiológica, acompanhamento pré-anestésico, exames, fornecimento de insumos e internação quando necessária. Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, para reforçar a rede, foi feita a contratação de anestesiologistas para recompor o quadro dos centros cirúrgicos. “É isso que tem trazido esse resultado tão robusto para a nossa rede. O programa perpassa não só em volume, mas em qualificação também, capacitando servidores para um centro cirúrgico cada vez mais eficaz. É importante ressaltar que sempre teremos filas de cirurgias, pela necessidade das pessoas. O que buscamos é reduzir cada vez mais o tempo de espera”, afirma. O gestor acrescenta, ainda, que em 2025 o DF alcançou o maior volume de cirurgias da série histórica da rede pública, superando mais de 53 mil procedimentos. Ele reforça a importância de os interessados manterem os telefones atualizados, estarem atentos às notificações e confirmarem presença. “Estamos tendo uma fluidez muito grande na rede privada, com milhares de pacientes já chamados e operados. Fazemos um apelo para as pessoas, porque temos registrado faltas de pacientes que estavam com a cirurgia agendada e não compareceram, o que acaba impedindo que outra pessoa seja atendida naquela vaga”, alerta Lacerda. Especialidades A iniciativa também passou a incorporar novas especialidades, como a oftalmologia, ampliando a capacidade de atendimento da rede pública. Até o dia 1º deste mês, o programa contabilizava aproximadamente 10,3 mil cirurgias autorizadas na rede contratada e cerca de 3,8 mil concluídas. Entre os procedimentos contratados pelo OperaDF, a cirurgia de varizes bilateral lidera o número de atendimentos concluídos, com 1.290 operações. Na oftalmologia, a cirurgia de catarata por facoemulsificação concentra o maior volume de contratações, com 5.415 procedimentos, dos quais 643 já foram concluídos. O programa também contempla cirurgias como vasectomia, com mais de 1,2 mil operações contratadas, além de procedimentos como retirada da vesícula, tratamentos oftalmológicos, procedimentos na tireoide, correção de hérnias, cirurgias de próstata e retirada de cálculos urinários. Os dados fazem parte do balanço do OperaDF, que compara os períodos de setembro de 2024 a março de 2025 e setembro de 2025 a março de 2026. No caso das cirurgias contratadas, o levantamento considera a produção registrada até 1º de junho deste ano
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