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Túnel Rei Pelé terá interdição parcial para manutenção programada

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) informa que o Túnel Rei Pelé ficará parcialmente interditado para a realização de manutenção preventiva de seus 52 jatos ventiladores. Os serviços serão realizados na quinta-feira (25), no sentido Ceilândia-Brasília, e, na sexta-feira (26), no sentido contrário, das 23h às 5h, para minimizar o impacto no trânsito.    Objetivo dos serviços no túnel é garantir o bom funcionamento dos equipamentos responsáveis pela qualidade do ar e segurança dos motoristas em caso de acidentes | Foto: Divulgação/DER-DF A intervenção tem como objetivo garantir o bom funcionamento dos equipamentos responsáveis pela qualidade do ar e segurança dos motoristas em caso de acidentes. Durante o trabalho, o fluxo será liberado para os veículos em uma das faixas. Durante o serviço de manutenção, será realizada a aferição de vibração e ruídos em cada um dos ventiladores, com peso unitário de aproximadamente uma tonelada.  Esta manutenção mensal é crucial para assegurar que os equipamentos operem dentro das especificações do fabricante, prevenindo assim problemas e garantindo a segurança dos usuários. A revisão abrange todos os 52 jatos, que estão localizados no teto do túnel.  *Com informações do DER-DF

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Conferência em Brasília discute políticas para o enfrentamento das mudanças climáticas

O Instituto Brasília Ambiental marcou presença na visita guiada à empresa Ciplan Cimento, nesta sexta-feira (21), como parte da programação da Conferência sobre Clima e Ar Limpo. O evento, iniciado no último dia 16, reúne especialistas globais e representantes de 200 países, em Brasília, com o objetivo de fortalecer políticas para o enfrentamento das mudanças climáticas. Com o tema Acelerando a ação sobre superpoluentes: Rumo à COP30, a conferência enfatiza a necessidade urgente de medidas concretas para mitigar os impactos ambientais. A Coalizão Clima e Ar Limpo (CCAC), copresidida pelo Brasil e pelo Reino Unido, é uma parceria global que envolve governos, organizações internacionais e ONGs, unindo esforços para combater superpoluentes, reduzir a poluição atmosférica e enfrentar o aquecimento global de curto prazo. O tema da Conferência sobre Clima e Ar Limpo foi Acelerando a ação sobre superpoluentes: Rumo à COP30 | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental Na visita, os participantes exploraram os processos produtivos e as iniciativas ambientais inovadoras da empresa. Um dos destaques da apresentação foi o sistema de coprocessamento, que permite o uso de combustíveis alternativos como pneus picados, biomassa e resíduos classe II. Esse sistema não apenas reduz significativamente a dependência de fontes fósseis, mas também reforça o compromisso contínuo com o meio ambiente. Monitoramento da qualidade do ar no DF O Brasília Ambiental apresentou trabalho sobre o monitoramento da qualidade do ar no Distrito Federal Durante o encontro, o diretor de Emergências, Riscos e Monitoramento Ambiental do Brasília Ambiental, Charles Dayler, apresentou o trabalho realizado pelo instituto no monitoramento da qualidade do ar no Distrito Federal. “Mostramos a localização das oito estações de monitoramento da qualidade do ar no DF, sendo quatro operadas pelo Brasília Ambiental e as demais por empresas. Explicamos quais delas são manuais e automáticas, o que cada uma mede e apresentamos os dados coletados ao longo de um ano pelas estações automáticas da região da Fercal. Além disso, detalhamos as mudanças nos padrões nacionais de qualidade do ar estabelecidas pela Resolução Conama 506, que está atualmente em vigor”, explicou Dayler. “Essa visita técnica reforça o compromisso do Brasília Ambiental com a transparência e a responsabilidade ambiental. O monitoramento da qualidade do ar é uma ferramenta essencial para garantir que as atividades industriais sejam realizadas de forma sustentável, protegendo tanto o meio ambiente quanto a saúde da população”, afirmou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou o compromisso do GDF com políticas ambientais sustentáveis e ações efetivas para garantir a qualidade do ar. “O GDF trabalha para garantir o desenvolvimento econômico da nossa cidade aliado à preservação do meio ambiente, fortalecendo a gestão ambiental com medidas efetivas para a redução da poluição atmosférica. Iniciativas como essa demonstram que juntos podemos garantirmos um futuro mais sustentável para todos”, ressaltou Celina. *Com informações do Brasília Ambiental

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DF terá inventário sobre poluentes atmosféricos predominantes em seu território

Foi publicado pela Secretaria de Economia (Seec-DF), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (18), aviso de licitação com o objetivo de contratar empresa especializada para a confecção do inventário de emissão de poluentes atmosféricos e a formatação da rede de monitoramento da qualidade do ar do Distrito Federal. O Instituto Brasília Ambiental está desenvolvendo o Projeto SiMQar, que é o Sistema de Monitoramento da Qualidade do Ar e o inventário é uma das etapas desse projeto. | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Recebemos uma determinação direta do nosso governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para ampliarmos a nossa rede de monitoramento da qualidade do ar. Contudo, não podemos ser negligentes com o mapeamento e levantamento das necessidades do DF. Por essa razão, realizaremos todos os estudos, que ocorrerão paralelamente ao processo de compra dos equipamentos”, lembrou o presidente do instituto, Rôney Nemer. “A contratação visa dar suporte técnico, base técnica para a montagem da rede de acompanhamento da qualidade do ar no DF”, disse o diretor de Emergências, Riscos e Monitoramento do Brasília Ambiental, Charles Dayler. O diretor explica que a contratação vai contemplar três estudos: o inventário propriamente dito, a demonstração do destino que a poluição mapeada segue e os pontos necessários para a realização do acompanhamento da qualidade do ar. Com a entrega do relatório da especificação dos gases poluentes, será possível saber, em detalhes, quais são os predominantes no território do DF, as quantidades e as fontes de emissão. Com esses dados será elaborado o segundo estudo, que é o modelo de dispersão desses poluentes para saber para onde vai a direção de vento e como se comportam na atmosfera ao longo do ano. E o último estudo indicará os melhores locais para a instalação de estações de inspeção da qualidade do ar. *Com informações do Brasília Ambiental

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Relatório mostra que não houve homogeneidade na qualidade do ar no DF em agosto

Relatório sobre a qualidade do ar do mês de agosto das quatro estações manuais de monitoramento do Instituto Brasília Ambiental mostra que não houve homogeneidade na qualidade do ar nas regiões em que as estações se localizam.  O documento ressalta que, mesmo com a estação da seca e o Distrito Federal tendo recebido fumaça de outras regiões, ocorreram registros de qualidade do ar boa. As estações manuais estão localizadas na Rodoviária do Plano Piloto, no Jardim Zoológico, na Estrutural (IFB) e em Samambaia (IFB) e medem o material particular inalável (MP10), que são partículas de material sólido ou líquido suspensas no ar, com diâmetro aerodinâmico menor que 10 micrômetros. O MP10 pode ser encontrado na forma de poeira, neblina, aerossol, fuligem, entre outros. A inalação do MP10 pode agravar doenças do sistema respiratório e cardiovascular. A proximidade com uma rodovia movimentada influencia a qualidade do ar medida na Estação da Estrutural | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental O meteorologista e analista de planejamento urbano e infraestrutura do Brasília Ambiental, Carlos Henrique Eça D’Almeida Rocha, explica que as informações revelam a qualidade do ar nas estações em diferentes dias do mês de agosto. “Mas é possível observar que, mesmo sendo um mês de seca já forte, as estações de monitoramento do Zoológico e de Samambaia apontaram uma qualidade de ar boa quase todos os dias”, detalha. Para o presidente da autarquia, Rôney Nemer, o sistema fornece alguns parâmetros, mas precisa de mais investimento. “Precisamos de um monitoramento que atinja mais áreas do DF para chegarmos a um resultado mais efetivo, e que traduza de fato a realidade da qualidade que respiramos. A autorização que o governador Ibaneis Rocha nos deu para aquisição de outras duas estações, que serão automáticas, já nos ajuda a melhorar nosso monitoramento e nossa efetividade nas ações”, considerou. Outras duas estações de monitoramento do ar, desta vez automáticas, serão compradas pelo GDF Já nas outras duas estações de monitoramento, localizadas na Estrutural e na Rodoviária, há variação da qualidade de moderada a boa. Houve registro de qualidade ruim nessas duas estações. “O da Estrutural ocorreu no dia 26 de agosto, quando o Distrito Federal foi coberto por fumaça oriunda das queimadas de outras regiões como Sudeste e Amazônia”, esclarece, Sem homogeneidade “O interessante é que no mesmo dia 26 de agosto a estação de monitoramento de Samambaia apontou uma qualidade de ar boa. Isso mostra que, a depender do local que se está no DF, tem-se qualidade do ar bem diferentes”, enfatiza Carlos Rocha. O analista lembra, ainda, que as regiões da Estrutural – que é próxima a rodovia de intenso trânsito – e a da Rodoviária – onde circulam os ônibus – sofrem influências das atividades das suas localizações. Por isso, a qualidade do ar tende a ser pior. Já as estações do Zoológico e de Samambaia estão longe das fontes de poluição e têm uma representatividade espacial maior que as outras. *Com informações do Brasília Ambiental

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