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segundo mandato

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Mais 130 km de ciclovias e bikes compartilhadas nas cidades

[Olho texto=”DF tem mais de 636 km de ciclovias distribuídas em 28 regiões administrativas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Distrito Federal vai  ganhar 130 km de ciclovias nos próximos quatro anos. O objetivo da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) é interligar a malha cicloviária da capital federal, hoje a segunda maior do país – 636,890 km de ciclovias distribuídas em 28 regiões administrativas, atrás apenas de São Paulo (SP), que conta com 699,2 km de pistas exclusivas para bicicletas. Além disso, o Governo do Distrito Federal (GDF) pretende levar o projeto das bikes compartilhadas para outras regiões administrativas. Secretaria de Transporte e Mobilidade já tem pronto um projeto de interligação das vias destinadas a bicicletas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Temos um projeto pronto para interligar as ciclovias existentes”, afirma o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro, que tem trabalhado o assunto junto à comissão de transição, grupo do governo responsável pelo planejamento dos próximos anos e que tem atuado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). “A gente ainda tem muitos pontos que não fazem essa ligação, então a ideia é priorizar isso, fazer essa integração de toda a malha e colocar ciclovias nas cidades que ainda não as têm.” Ao longo dos quatro anos do primeiro mandato do governo Ibaneis Rocha, o DF ganhou 169,8 km de ciclovias. Até 2018, o GDF tinha uma rede de 466,6 km. Bicicletas compartilhadas  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Um projeto retomado nesta gestão e que tem funcionado bem é o das bicicletas compartilhadas. Reinaugurado em outubro de 2021, o sistema conta hoje com 66 estações e 438 bicicletas. A meta é chegar a 70 estações e 500 bicicletas, levando o projeto, atualmente concentrado no Plano Piloto, a outras cidades. “Quando a gente fez a licitação, a empresa só se interessou pela região central, então a proposta que a gente está colocando é a de dar alguns subsídios para que essas bicicletas também componham a mobilidade ativa nas regiões administrativas”, explica o secretário de Mobilidade.  

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Justiça e sociedade civil discutem melhorias de gestão e programas

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) reuniu representantes dos conselhos que compõem a pasta para discutir políticas públicas e aplicá-las nos próximos anos. O encontro ocorreu no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), onde o Governo do Distrito Federal (GDF) tem definido o planejamento para os próximos anos. Segundo o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana de Souza, o diálogo com a sociedade civil é essencial para nortear as ações da pasta. “Convidamos a sociedade civil e todos os conselhos que fazem parte da Secretaria de Justiça para um bate-papo e tentarmos entender onde houve falhas na nossa gestão e onde podemos melhorar para os próximos quatro anos”, afirma. O secretário Jaime Santana diz: “Convidamos a sociedade civil e todos os conselhos que fazem parte da Secretaria de Justiça para um bate-papo e tentarmos entender onde houve falhas na nossa gestão e onde podemos melhorar para os próximos quatro anos” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Atualmente, a Sejus dispõe dos conselhos do Programa às Vítimas, Testemunhas e Familiares (Provita); dos Direitos do Idoso (CDI); Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH); de Política sobre Drogas (Conen); dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA); e Distrital de Promoção da Igualdade Racial (Codipir). “Todos eles estiveram aqui presentes e foi muito enriquecedor as informações que trouxeram. Estamos agora nesse momento conversando com todos para entender as necessidades de cada pauta específica para melhoria do sistema de gestão como todo”, acrescenta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ainda segundo Jaime Santana, a Sejus está definindo quais programas serão mantidos no próximo governo. A tendência é que o Sejus Mais Perto do Cidadão tenha continuidade. “Ainda estamos em fase de planejamento, mas um programa que deu supercerto no governo foi o Sejus Mais Perto do Cidadão, com atendimento à população, levando todos os serviços da secretaria, o Na Hora, o Procon, Assistência Social e psicólogos, entre outros. Queremos ampliá-lo, fazendo uma integração maior entre as secretarias, trazendo mais parceiros e fazendo um evento mais robusto”, complementa.

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Área rural do DF será monitorada por câmeras e centrais remotas

[Olho texto=”Durante a primeira gestão do governador Ibaneis Rocha, o número de câmeras de videomonitoramento saltou de 584 para mais de mil, espalhadas por todo o DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A área rural do Distrito Federal será monitorada por meio de centrais remotas e câmeras. A medida, que é um dos compromissos do plano de governo de Ibaneis Rocha, está sendo tocada pela comissão de transição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Durante a primeira gestão do emedebista, o número de câmeras de videomonitoramento saltou de 584 para mais de mil, espalhadas por todo o DF. O foco agora é chegar nas cidades ainda não atendidas, ampliar nas regiões administrativas onde o serviço já existe e também levá-lo a áreas rurais consideradas importantes polos econômicos para o DF. O secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo, diz: “Nós temos a continuidade de diversas ações de prestação de serviço à comunidade, entre elas a Cidade da Segurança Pública e a Área de Segurança Prioritária” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O plano de videomonitoramento vai estar integrado com o trabalho do Batalhão Rural da Polícia Militar, que já tem um programa fantástico chamado Guardião Rural. Aliado a isso, nós vamos inserir o programa de videomonitoramento rural, que prevê não só a instalação de câmeras, mas também a de centrais remotas de monitoramento”, explica o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo. A secretaria dispõe dos recursos para instalação das câmeras, que também já foram adquiridas. No momento, a pasta trabalha no contrato de instalação dos equipamentos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Continuidade O trabalho de planejamento no CICB também serve para as pastas definirem o que será mantido em um segundo mandato. No caso da segurança, diversos programas que atendem a comunidade vão ser perpetuados. “Nós temos a continuidade de diversas ações de prestação de serviço à comunidade, entre elas a Cidade da Segurança Pública e a Área de Segurança Prioritária. O programa Mulher Mais Segura também deve ser ampliado”, acrescenta Júlio Danilo.

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Segundo mandato vai unir demandas das ruas e experiência do governo

Um dos coordenadores da transição para o segundo mandato do governador Ibaneis Rocha, o secretário José Humberto considera que o trabalho no CICB será essencial para elencar as prioridades e como executá-las ano a ano | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília O plano de governo do segundo mandato de Ibaneis Rocha (2023-2026) será uma coletânea do que os gestores ouviram, sentiram e perceberam das ruas e da população e a experiência acumulada nos últimos quatro anos. Essa análise vem sendo feita diariamente pela comissão de transição, grupo responsável pelo planejamento de ações, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). [Olho texto=”“Esse plano de governo é uma coletânea de tudo isso que nós ouvimos da população e o trabalho aqui é exatamente a análise de tudo isso para quando começar o ano de 2023, 2024, 2025 e 2026 tudo isso que nós discutimos possa ser colocado em prática junto ao governador Ibaneis Rocha”” assinatura=”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O planejamento é dividido em três grupos que contam com 23 áreas prioritárias para o Governo do Distrito Federal (GDF), sendo que saúde, educação, segurança pública e desenvolvimento social vão receber mais atenção, sem descuidar das demais. Para o secretário de Governo e um dos coordenadores da transição, José Humberto Pires de Araújo, o trabalho no CICB será essencial para elencar as prioridades e como executá-las ano a ano. “Nós temos aqui uma coletânea das informações que nós recebemos durante quatro anos. Visitamos as ruas antes e durante a campanha, aliás, nós sempre estivemos na rua. Esse plano de governo é uma coletânea de tudo isso que nós ouvimos da população e o trabalho aqui é exatamente a análise de tudo isso para quando começar o ano de 2023, 2024, 2025 e 2026 tudo isso que nós discutimos possa ser colocado em prática junto ao governador Ibaneis Rocha”, apontou. [Olho texto=”“Tudo isso é um planejamento que precisa ser feito no todo. Não basta você pensar só na infraestrutura, tem que pensar na continuidade do trabalho, porque as políticas públicas continuam e o governo passa ”” assinatura=”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”direita”] Os grupos são coordenados pelo secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz Júnior; da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha; e de Governo, José Humberto Pires de Araújo. Junto a eles, técnicos, subsecretários e outros gestores discutem nas salas – alugadas sem custos para o governo local – sobre as prioridades de cada área. É o caso da segurança pública, que terá a continuidade de programas e a implementação de novos, além da reforma de batalhões e delegacias e o reforço de pessoal. “Nós temos a continuidade de ações como a Cidade da Segurança Pública, Área de Segurança Prioritária; o programa Mulher Mais Segura também deve ser ampliado. Além disso, tem a contratação de efetivo e a realização de concursos, inclusive os que já estão aprovados. Nós pretendemos recompor os quadros das forças de segurança nos próximos quatro anos”, detalha o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo. O secretário Ney Ferraz, de Planejamento, Orçamento e Administração, ao lado do secretário José Humberto Pires, coordena um dos grupos de planejamento do futuro governo, que tem 23 áreas prioritárias de trabalho para os anos de 2023, 2024, 2025 e 2026 Dividido em cinco eixos, o trabalho da saúde se concentra em Atenção Integral à Saúde, Infraestrutura e Logística, Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, Gestão orçamentária e financeira e Inovação em Saúde. A pasta prevê a construção de 17 novas unidades básicas de saúde (UBSs), duas Unidades de Pronto Atendimento, três hospitais e cinco Centros de Atenção Psicossocial (Caps), assim como a contratação de pessoal, a reforma de hospitais e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. “Inicialmente, a curto prazo, vamos trabalhar com as portas de emergência com as reformas dos hospitais porque nós temos realmente estruturas da década de 70 e 80 que precisam ser reformadas, temos a construção de duas UPAs – primeiro a da Estrutural e depois a do Guará –, temos os três hospitais, todos em fase de construção dos projetos arquitetônicos, temos 17 UBSs, sendo cinco delas em fase de conclusão de projetos para serem licitadas”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. As demandas estão sendo divididas e pensadas em execução de curto, médio e longo prazo, e boa parte delas para além dos quatro anos de governo. “Tudo isso é um planejamento que precisa ser feito no todo. Não basta você pensar só na infraestrutura, tem que pensar na continuidade do trabalho, porque as políticas públicas continuam e o governo passa ”, finaliza o secretário de Governo José Humberto Pires de Araújo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Confira as áreas temáticas que compõem a transição de governo: – Segurança – Educação – Saúde – Desenvolvimento Social – Pessoas com Deficiência – Mulher – Juventude – Família – Justiça e Cidadania – RAs – Tecnologia – Trabalho e Renda – Desenvolvimento Econômico – Mobilidade Urbana – Infraestrutura – Habitação – Agricultura – Meio Ambiente – Saneamento Básico – Desenvolvimento Urbano – Cultura – Esporte e Lazer – Turismo

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