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Recanto das Emas tem ação itinerante com 600 vagas para castração gratuita de cães e gatos

Entre os dias 13 e 17 de julho, será realizado o agendamento presencial para castração gratuita de cães e gatos no Recanto das Emas. Ao todo, serão disponibilizadas 600 vagas, 120 a cada dia, com atendimento das 9h às 16h, na Quadra 206, Área Especial 1, ao lado do Skate Parque do Recanto.  Para a vacinação, cada pessoa pode fazer apenas um agendamento, que é exclusivo para moradores do Distrito Federal | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília​ O agendamento será realizado por ordem de chegada, conforme a disponibilidade de vagas. Cada cidadão pode fazer um agendamento, sendo o atendimento exclusivo para moradores do Distrito Federal. Para participar, é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto, e menores de 18 anos não podem efetuar o agendamento. Para consultar o calendário das próximas campanhas presenciais e on-line de castração gratuita, acesse o site.   

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Prazo para instalar QR Code em carros de aplicativo termina nesta segunda (23)

Termina nesta segunda-feira (23) o prazo para os motoristas instalarem o dístico com QR Code nos veículos do Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros por Aplicativo (Stip) do Distrito Federal. A obrigatoriedade foi instituída pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) por meio da Portaria nº 261, publicada em setembro de 2025. O objetivo é ampliar a segurança e a transparência do serviço oferecido aos passageiros. De acordo com o sistema da Semob-DF, até a última quinta-feira (18), 28.146 motoristas haviam emitido o documento, sendo 2.907 em janeiro e 3.439 em fevereiro deste ano. Mais de 34.800 prestadores ainda não haviam acessado o sistema para baixar o QR Code. O titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves, alertou sobre a importância da emissão do dístico para a categoria. O QR Code que identifica carros de aplicativo está disponível no Portal do Condutor; a emissão é gratuita | Foto: Divulgação/Semob-DF “A medida é importante tanto para o passageiro quanto para o motorista, aumentando a segurança de todos no transporte por aplicativo, pois facilita que haja uma fiscalização mais eficiente. Com o QR Code, o passageiro pode verificar se o veículo e o motorista são legalizados, enquanto os agentes de fiscalização podem acessar o cadastro atualizado do prestador para verificar possíveis irregularidades, contribuindo para combater o transporte pirata”, afirmou o secretário. O dístico deve ser fixado no para-brisa dianteiro do veículo, de forma que seja possível fazer a leitura do código. Com o fim do prazo, a exigência passa a ser cobrada com sanções administrativas, incluindo multa e possibilidade de remoção do veículo em caso de descumprimento. [LEIA_TAMBEM]Como emitir o dístico Para emitir o dístico, o motorista não precisa pagar qualquer taxa à Semob; basta acessar o Portal do Condutor da Semob-DF, baixar o código e imprimir. O QR Code é exclusivo para identificação do veículo e do motorista como prestador de Stip. Por isso, o dístico não precisa ficar exposto quando o veículo não estiver em operação. De acordo com a Subsecretaria de Serviços da Semob-DF, para emitir o documento os motoristas precisam estar com a documentação atualizada, tanto do veículo quanto do prestador. Caso contrário, o interessado deverá procurar a empresa à qual está vinculado para a devida regularização. A Subser mantém atendimento presencial e telefônico destinado ao esclarecimento de eventuais dúvidas e ao suporte quanto às dificuldades surgidas ao longo do processo, no horário das 9h às 17h, no Edifício Infra (Setor de Autarquias Sul Quadra 1, Bloco G). Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail stip@semob.df.gov.br ou pelos telefones (61) 3020-1241 e (61) 3020-1238. Os motoristas também podem acessar o manual de emissão do dístico Stip, onde se encontram todas as orientações para emissão e uso do código. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF)

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Seis anos após retomada, cirurgias cardíacas de peito aberto crescem mais de 1.000% no Hospital de Base

Ângela Andrade, 61 anos, tomou um susto quando, em 2019, a filha Luisa Andrade, então com 17, foi diagnosticada com comunicação interatrial (CIA) — um problema congênito no coração que faz com que o sangue oxigenado e o não oxigenado se misturem — depois de sentir pontadas no peito. “Achei que ela ia ter uma morte súbita, que ela tinha herdado o problema do pai”, conta a aposentada, referindo-se ao marido, que morreu por problemas no coração. “Foi assustador, um baque. Como eu era muito nova, foi bem estranho”, emenda a filha. Luisa Andrade: “É como se eu tivesse renascido depois da cirurgia. Melhorei a minha respiração, não tenho mais taquicardia, consigo respirar com muita leveza, encher os meus pulmões” | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Um problema dessa magnitude exige um tratamento de alta complexidade. E foi no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) que a família encontrou a solução. Luisa foi a primeira paciente a ser operada no local após a retomada das chamadas cirurgias cardíacas de peito aberto, há exatos seis anos, em 21 de outubro de 2019. De lá para cá, o número de pacientes que receberam o tratamento já cresceu 1.108%. Chefe da Cirurgia Cardíaca do Hospital de Base, a médica Tatiana Maia afirma: “Hoje em dia, nós temos as melhores próteses que existem. Eu tenho orgulho de dizer que esse serviço oferece o melhor para a população do Distrito Federal” Contando com Luisa, 23 pessoas passaram pelo procedimento em 2019. Em todo o ano passado, foram 278. Até a primeira quinzena deste mês, a unidade já contabilizava 244 cirurgias de peito aberto. Desde a retomada, foram, ao todo, 1.469 atendimentos. Para a chefe da Cirurgia Cardíaca do HBDF, Tatiana Maia, esse aumento é explicado pelos investimentos na unidade. “O IgesDF [Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal], junto ao Hospital de Base, vem crescendo em termos de investimento em equipamentos e em pessoal também”, aponta. “Hoje em dia, nós temos as melhores próteses que existem. Eu tenho orgulho de dizer que esse serviço oferece o melhor para a população do Distrito Federal.” A médica prossegue: “A gente conseguiu salvar muitas vidas. Além das cirurgias eletivas, o Hospital de Base também é o único hospital de porta aberta do Distrito Federal que atua atendendo a todas as emergências cardiovasculares. A gente sabe que o que mais mata no mundo são as doenças cardiovasculares, e o mundo moderno sofre com essa mortalidade. Então é extremamente importante oferecer esse serviço para a população geral, para o SUS [Sistema Único de Saúde], porque aqui os pacientes são atendidos de maneira integral e plena para cuidar dessas patologias”. Atendimento integral “Luisa foi assistida pelos melhores médicos, e eu sou grata a eles até hoje, porque nós fomos bem-acolhidas. Minha filha está curada e, graças a Deus, só tenho a agradecer” Ângela Andrade, mãe de Luisa Esse atendimento integral foi fundamental para o tratamento de Luisa. “Fizemos muitos exames”, lembra. “Eles entraram com a medicação, e meses depois eu fui internada para poder fazer mais exames, fui acompanhada por vários médicos. Até que chegou o dia da cirurgia; fizemos, fui para a UTI, tive um ótimo pós-operatório, também fui auxiliada pela equipe de fisioterapia e a minha recuperação foi bem tranquila. Um ano depois eu voltei, fiz mais exames para saber se estava tudo certo e recebi alta. Fui muito bem-acompanhada, muito bem-atendida por todos os médicos. Se não fosse por eles, acho que talvez até teria desistido da cirurgia, porque é um baque muito grande. Então, sentir esse acolhimento me ajudou a entender que é um procedimento muito invasivo, mas com grande chance de  sucesso e realmente teve muito sucesso”. A mãe da jovem reforça: “Realmente foi extraordinário, a equipe é muito boa, a Luisa foi assistida pelos melhores médicos e eu sou grata a eles até hoje, porque nós fomos bem-acolhidas. Do menor ao maior, Luisa foi muito bem-assistida, deu tudo certo. Minha filha está curada e, graças a Deus, só tenho a agradecer”, completa a mãe. Graças ao procedimento, a jovem, hoje com 24 anos, leva uma vida absolutamente normal. Cursa Administração, estagia e pode fazer exercícios: “É como se eu tivesse renascido depois da cirurgia. Melhorei a minha respiração, não tenho mais taquicardia, consigo respirar com muita leveza, encher os meus pulmões. Minha qualidade de vida melhorou muito, consigo praticar atividade física com muita facilidade. [Em] atividades que outras pessoas se sentiam tranquilas fazendo, eu logo passava mal. Hoje, consigo fazer com perfeição. Consigo ter uma vida normal, mais saudável”. Com a propriedade de quem renasceu, Luisa reforça a importância de o serviço ser oferecido de forma gratuita à população do DF: “No particular, essa cirurgia custaria R$ 80 mil, e a gente não teria condições de pagar. Então é realmente muito importante”. Alta complexidade [LEIA_TAMBEM]Indicada para diversos problemas cardíacos — como insuficiências coronarianas e patologias da aorta torácica —, a cirurgia de peito aberto exige uma equipe de nove pessoas para ser feita, sendo três cirurgiões, um anestesista, um perfusionista, um instrumentador, dois circulantes e uma enfermeira. “A gente precisa deixar o coração parado para poder operar, então a gente deixa o coração em circulação extracorpórea e o sangue do paciente fica circulando em uma máquina, que é a máquina coração-pulmão, enquanto a gente está trabalhando”, explica Tatiana Maia. E não são só os pacientes que se emocionam com o sucesso do procedimento. “Naquele momento, eu estou com o coração do paciente na mão, literalmente”, relata a médica. “Estou com a vida dele na minha mão, porque o coração está parado, ele está circulando na circulação extracorpórea, sendo oxigenado na máquina e eu ali, reparando o coração. Ver o paciente recuperado é muito gratificante”.

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Central de Interpretação de Libras ajuda quem tem deficiência auditiva

Um serviço ainda pouco conhecido da maioria da população do Distrito Federal, mas de muita importância e utilidade para a inclusão social dos que têm deficiência auditiva, é oferecido pela Central de Interpretação de Libras (CIL), destinada a garantir a pessoas com surdocegueira e surdos o direito inalienável de comunicação plena. Qualquer cidadão com essas deficiências pode acessar a CIL por meio de uma central localizada na Estação de Metrô 112 Sul. A central fica na Estação de Metrô 112 Sul | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília [Olho texto=”“Agora, todas as delegacias possuem observações para que no atendimento a surdos a CIL seja chamada”” assinatura=”Alexandre de Castro, gerente da Central de Interpretação de Libras” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A solicitação deve ser feita presencialmente, por telefone ou por meio do agendamento online. Se o atendimento for fora da estação, um veículo da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD) transportará o usuário e o intérprete até o local onde o atendimento será prestado. A SEPD conta com sete intérpretes bilíngues. As principais solicitações são para atendimento nos serviços de saúde, delegacias e da Justiça. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. As solicitações podem ser feitas pelos telefones 3445-1523 e 99361-3668. O endereço para agendamentos online é no site www.sepd.df.gov.br. “Agora, todas as delegacias possuem observações para que no atendimento a surdos a CIL seja chamada”, afirma o gerente da CIL, Alexandre de Castro. Orientações podem ser repassadas por chamada de vídeo Na semana passada, Iranilde Passos Sampaio, de 66 anos, moradora da Asa Norte, foi atendida pela CIL. Ela fez uma chamada de vídeo para receber informações acerca de um atendimento já iniciado. Foi auxiliada a entrar com uma queixa contra uma empresa no Juizado de Pequenas Causas. De forma rápida, a usuária recebeu as informações necessárias, fornecidas pelo intérprete que estava tratando do seu caso. “Esse serviço é muito importante para questões com a Justiça e às vezes até com a família”, explicou Iranilde, por meio do intérprete. “Nós, surdos, precisamos. Esse serviço é relevante, porque existem muitos problemas que não conseguimos resolver”, ressalta. De janeiro a maio deste ano a CIL fez 4.373 atendimentos. Segundo a Organização Mundial dos Surdos, 80% desse público, em todo o mundo, não dominam as línguas de seus países.    

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