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Mitologia grega ganha versão musical no Teatro Nacional nesta sexta (17) e sábado (18)

Os fãs de musicais e da mitologia grega têm uma opção cultural para este fim de semana em Brasília. O espetáculo EPIC, adaptação inspirada em EPIC: The Musical, de Jorge Rivera-Herrans, será apresentado no Teatro Nacional Claudio Santoro nesta sexta-feira (17), às 20h, e no sábado (18), às 17h. Produzida pelo Espaço Cartas, a montagem revisita a jornada de Odisseu após a Guerra de Troia, em uma narrativa sobre escolhas, perdas e esperança. Com duração aproximada de uma hora, o espetáculo combina música, interpretação e elementos cênicos inspirados na mitologia grega. A direção geral e musical é de Luiza Bachman, com direção cênica de Gaê, direção coreográfica de Yasmin Yamamoto e direção artística de Yasmin Albuquerque. O elenco atua na história em uma experiência que destaca o trabalho coletivo e a formação artística dos participantes. O espetáculo foi desenvolvido em um processo de cinco dias de preparação e ensaios, período em que os artistas trabalharam na construção da montagem por meio de atividades de canto, interpretação e composição cênica. EPIC Teatro Nacional Claudio Santoro — Sala Martins Pena 17 de julho (sexta-feira) — 20h 18 de julho (sábado) — 17h Duração: aproximadamente 1 hora Ingressos a partir de R$ 40

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Confira a programação cultural para esta quinta e sexta-feira

Além do frio, julho chega com uma agenda diversificada para quem deseja aproveitar Brasília nesta quinta (2) e na sexta-feira (3). As atividades contam com apoio de equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e incluem opções gratuitas para todas as idades.  No Cine Brasília, um dos destaques é Dia D, novo longa dirigido por Steven Spielberg | Foto: Divulgação Sucessos no cinema Entre os destaques da programação do Cine Brasília está a animação Toy Story 5, que chega à programação infantil com sessões dubladas e uma sessão legendada na sexta-feira, às 18h15. Também entram em cartaz os filmes As Correntes, drama argentino sobre uma estilista em crise diante do reconhecimento profissional; e Franz, cinebiografia inspirada na vida do escritor Franz Kafka. A Sessão Circuitão exibe Dia D, novo longa dirigido por Steven Spielberg, com sessões na quinta-feira, às 17h30, e no sábado (4), às 16h30. A programação completa está disponível na página do Cine Brasília.  Nesta quinta (2), o Buraco do Jazz recebe o grupo Irish Jazz e, na sexta-feira (3), a banda Funklosofia | Foto: Divulgação/Lyanna Soares  Jazz e rock Com direito a vinho, boa música e o tradicional Concurso de Cangas, é uma opção para aquecer as noites brasilienses. O Buraco do Jazz (confira aqui) inicia a programação de julho celebrando seus dez anos de história. Nesta quinta-feira, o palco recebe o grupo Irish Jazz; na sexta-feira, a banda Funklosofia. O festival ocorre sempre às quintas e sextas-feiras, a partir das 18h, no gramado em frente ao Panteão da Pátria, com entrada gratuita. Além dos shows, o público encontra praça de alimentação e uma feira de artesanato. Artes plásticas Os museus da capital também não deixam os amantes de arte por fora. O Museu Nacional da República apresenta, nesta quinta-feira, a exposição Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos (confira aqui), da artista indígena Lua Kixelô Cavalcante. A abertura ocorre às 18h30 na Galeria 3 do espaço, onde a mostra permanece em cartaz até 30 de agosto, propondo uma reflexão sobre acessibilidade, pertencimento e os desafios enfrentados por pessoas com deficiência. A visitação no equipamento público é gratuita e está aberta de terça a domingo, das 9h às 18h30. Outra opção é a exposição Marés e Respiro, da artista argentina Ingrid Haubrich, em cartaz no Museu de Arte de Brasília (MAB) até 20 de setembro. A mostra reúne pinturas, instalações e obras de grande formato que convidam o visitante a refletir sobre a água, a memória e a sustentabilidade. Durante o período expositivo também serão promovidas oficinas e atividades educativas para crianças e jovens.

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Candangão Junino 2026 reúne cultura, tradição e grandes espetáculos em Santa Maria 

A etapa classificatória realizada em Santa Maria transformou o estacionamento do Ginásio de Esportes em um grande palco da cultura popular. Durante três dias de programação, 21 quadrilhas juninas encantaram o público com espetáculos que reuniram teatro, dança, música, figurinos e cenários, levando emoção e valorizando as tradições populares.  A cada apresentação, uma história diferente, inspirada nas raízes da cultura junina | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Santa Maria "Tivemos arquibancadas cheias, torcidas apaixonadas e apresentações de altíssimo nível. O Candangão Junino está cada vez mais consolidado como um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal e do país” Robson Vilela, presidente da Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno Ao final das apresentações, foram conhecidas as cinco quadrilhas mais bem colocadas da etapa. O primeiro lugar ficou com a Sabugo de Milho, seguida por Si Bobiá a Gente Pimba, Sanfona Lascada, Elite do Cerrado e Segue o Fogo, que completaram o grupo das classificadas. Nos destaques individuais, a Elite do Cerrado conquistou o prêmio de Melhor Marcador, enquanto Sabugo de Milho e Segue o Fogo dividiram o reconhecimento de Melhor Casal de Noivos. Cada apresentação contou uma história diferente, inspirada nas raízes da cultura junina, envolvendo o público do início ao fim. As torcidas deram um espetáculo à parte, colorindo as arquibancadas, cantando, vibrando e incentivando os grupos, criando um clima de festa que contagiou brincantes e espectadores. Por trás de cada apresentação existe um trabalho desenvolvido ao longo de meses. As quadrilhas reúnem dezenas de integrantes entre dançarinos, coreógrafos, costureiras, artesãos, cenógrafos e equipes de apoio, que dedicam boa parte do ano à produção de figurinos, cenários e coreografias para levar ao tablado espetáculos de alto nível.  Espetáculos reúnem teatro, dança, música, figurinos e cenários, valorizando tradições populares "Trouxe meus filhos para conhecerem esta tradição e ficamos encantados com as apresentações, a estrutura e a alegria das torcidas. Precisamos de mais eventos assim para a comunidade” Maria Assunção de Flores, dona de casa Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequajudfe), o Candangão Junino 2026 reúne os principais grupos juninos do Distrito Federal e Entorno e fortalece a cultura popular por meio de uma competição que movimenta artistas, comunidades e milhares de admiradores. O evento contou com o apoio da Administração de Santa Maria.  Superação de expectativas Para o presidente da Fequajudfe, Robson Vilela, a etapa de Santa Maria superou as expectativas e demonstrou a força do movimento junino. “Encerramos mais uma etapa com muito sucesso. Tivemos arquibancadas cheias, torcidas apaixonadas e apresentações de altíssimo nível. Ver as famílias prestigiando esse espetáculo gratuito mostra que o Candangão Junino está cada vez mais consolidado como um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal e do país”, disse. [LEIA_TAMBEM]Quem acompanhou de perto as apresentações também aprovou a organização do evento. A dona de casa Maria Assunção de Flores, de 46 anos, levou toda a família para prestigiar as quadrilhas e destacou a importância de iniciativas como essa. “É muito bonito ver um evento gratuito, organizado e seguro para toda a família. Trouxe meus filhos para conhecerem esta tradição e ficamos encantados com as apresentações, a estrutura e a alegria das torcidas. Precisamos de mais eventos assim para a comunidade.” Próximas etapas do Candangão Junino 2026 Grande Final – Ceilândia 📅 25 e 26 de julho Nacional Centro-Oeste – Ceilândia 📅 1º e 2 de agosto ⇒ Entrada gratuita ⇒ Estrutura com arquibancadas e praça de alimentação. ⇒ Transmissão ao vivo: http://www.youtube.com/@FequajuDFE  *Com informações da Administração Regional de Santa Maria

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Peça teatral com parceria do GDF homenageia o artista Alexandre Ribondi

Quando um artista parte, o que fica é o que ele construiu. No caso de Alexandre Ribondi, ficou muito: um jeito de fazer teatro, uma escola de formação de atores, uma luta por direitos que mudou histórias e uma cidade que, em certa medida, aprendeu a se ver no palco graças a ele. No próximo domingo (28), às 19h, o Teatro Mapati (707 Norte), em Brasília, recebe a estreia de Felicidade invisível, um espetáculo que traz à cena a intimidade, as contradições e a generosidade de um homem que ajudou a construir as bases do teatro brasiliense. Viabilizada em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), a montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi. O espetáculo e sua narrativa foram construídos a partir de textos não dramatúrgicos: recortes do último livro do homenageado, publicações em blogs, falas em entrevistas, depoimentos prestados à Comissão da Verdade da UnB e memórias da convivência artística e pessoal com o teatrólogo. O resultado foi surpreendente: uma dramaturgia adaptada que transforma a palavra escrita e falada em presença cênica. “Preservar a memória de artistas que ajudaram a construir a identidade cultural do Distrito Federal é parte do papel das políticas públicas de cultura. Quando uma obra como Felicidade invisível revisita a trajetória de Alexandre Ribondi, ela amplia o acesso da população a um legado que marcou o teatro brasiliense, a formação de artistas e a defesa dos direitos humanos”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto. A montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi | Foto: Divulgação/Secec-DF Mais do que uma homenagem, Felicidade invisível é também um ato político e afetivo: recolocar em cena um nome que moldou a cultura da capital federal, mas que ainda não ocupa o espaço que merece na memória coletiva da cidade. Quem foi Alexandre Ribondi Ribondi foi uma figura central na história cultural do Distrito Federal — teatrólogo, ator, diretor, professor e jornalista. Atuou como repórter do jornal Lampião e de outros periódicos, e teve papel decisivo na consolidação de um teatro genuinamente brasiliense. Em 2013, fundou a Oficina do Ribondi, espaço de formação de atores que segue ativo até hoje, mantido por Morillo Carvalho e Irina Buss após sua morte, em 2023. Ribondi também foi fundador do Beijo Livre, o primeiro grupo organizado de luta pelos direitos LGBTQIA+ do Distrito Federal, tornando-se uma referência incontornável na história dos direitos humanos na cidade. Felicidade Invisível Data: 28 de junho de 2026 (domingo) Horário: 19h Local: Teatro Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05, Asa Norte, Brasília/DF Classificação indicativa: 14 anos Ingressos neste link Realização: Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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