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Voluntários superam 1 milhão de lanches distribuídos a pacientes oncológicos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O que começou com a iniciativa de dois pais que acompanhavam o filho durante um tratamento oncológico já resultou na distribuição de mais de 1 milhão de lanches no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Há 38 anos, o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) faz da alimentação uma das formas de acolher pacientes e acompanhantes durante a rotina de tratamento. A iniciativa surgiu com a oferta de lanches e ampliou a atuação ao longo dos anos. Instituído oficialmente em 1994, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas, além de outros itens. Os lanches são preparados pelos próprios voluntários e servidos a pacientes que realizam radioterapia e quimioterapia. Os acompanhantes recebem a alimentação, composta por suco, café, sanduíches caseiros, pão de queijo, biscoitos, bolos e frutas.  Além dos lanches preparados e distribuídos pelos próprios voluntários, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas | Foto: Divulgação/IgesDF “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo” Marias de Lourdes Gomes do Nascimento, ex-paciente e hoje voluntária no Hospital de Base Para a presidente do MAC, Lilian Rejane Müller da Silva, a atuação do grupo vai além da assistência material. “Nossa função aqui é, primeiro de tudo, sentar ao lado do paciente e conversar com eles. O importante do voluntariado é isso, é dar atenção para eles”, explica. Solidariedade que se multiplica Maria de Lourdes Gomes do Nascimento conheceu o trabalho do MAC enquanto fazia tratamento de leucemia no Hospital de Base. Depois de receber alta, voltou à unidade e se inscreveu como voluntária. Há 16 anos, passou de paciente acolhida a integrante do grupo. “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo”, emociona-se Maria de Lourdes. Ivana Amaral conheceu o MAC enquanto acompanhava a filha, que é médica, no Hospital de Base. Foi nesse período que teve contato com a atuação dos voluntários e com o trabalho desenvolvido pelo grupo. “É um trabalho muito maravilhoso e enriquecedor. Todos estão aqui com o objetivo de ajudar o paciente, dando palavras de apoio”, relata.  *Com informações do IgesDF

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Blitz mobiliza voluntários para ampliar apoio a pacientes oncológicos

A solidariedade ganhou espaço na sede administrativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) nesta quarta-feira (17). Voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília realizaram a primeira edição da Blitz Solidária para apresentar o trabalho desenvolvido com pacientes oncológicos e mobilizar novos apoiadores para os mais de 40 projetos mantidos pela instituição. A ação mostrou para a população como contribuições simples podem fazer diferença na vida de quem está em tratamento da doença e familiares.  A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra (C), em atuação durante a Blitz Solidária | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF A mobilização percorreu a entrada do edifício PO700 e diversos setores administrativos do Instituto, levando informações sobre formas de doação, voluntariado e iniciativas voltadas ao paciente. Além dos colaboradores do IgesDF, a mobilização também alcançou profissionais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e de áreas do Ministério da Saúde que atuam no complexo administrativo.  “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília Atualmente, a Rede Feminina mantém mais de 40 projetos sociais voltados ao acolhimento e à assistência de pessoas em tratamento oncológico. Todas as atividades são financiadas exclusivamente por doações, o que torna o apoio da sociedade fundamental para garantir a continuidade dos atendimentos. A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra, explica que a blitz surgiu da necessidade de levar a instituição até as pessoas e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado. “Muitos ainda não conhecem a Rede Feminina. Nosso objetivo é mostrar de perto o que fazemos e como uma simples doação pode impactar a vida de quem enfrenta o câncer”, destaca. Segundo ela, os desafios enfrentados pelos pacientes vão muito além do tratamento da doença. Questões como insegurança alimentar, dificuldades financeiras e falta de apoio familiar também fazem parte da realidade de muitas pessoas atendidas pela instituição.  “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas”, explica. Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago (C), integrante da Rede Feminina há dez meses Fortalecimento da rede Além das doações por meio do Pix Solidário, a instituição recebe apoio por meio do voluntariado, da doação de cabelos para confecção de perucas, da arrecadação de cestas básicas e de outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede de apoio aos pacientes.  “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade” Adriana Lago, integrante da Rede Feminina Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago, integrante da Rede Feminina há dez meses. Para ela, cada conversa representa uma oportunidade de ampliar o alcance do trabalho desenvolvido pela entidade. “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade”, ressalta. A expectativa é que a Blitz Solidária passe a integrar o calendário de ações da instituição e seja realizada em diferentes pontos do Distrito Federal, como feiras, eventos esportivos, espaços culturais e locais de grande circulação. “A proposta é aproximar a solidariedade das pessoas e mostrar que ninguém precisa enfrentar sozinho uma das fases mais difíceis da vida”, conclui Larissa. Como ajudar ⇒ A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília recebe doações por meio do Pix Solidário  ⇒ Chave Pix: 61 98580-4019  ⇒ Favorecido: Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (Banco do Brasil) Ações que fazem a diferença [LEIA_TAMBEM]Além da Blitz Solidária, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília mantém uma série de iniciativas voltadas ao acolhimento e ao apoio de pacientes em tratamento oncológico e seus familiares. Nesta semana, a instituição também promove um mega bazar no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A ação segue até sexta-feira (19), das 8h às 17h, com mais de 10 mil produtos à venda. Toda a renda arrecadada é destinada à manutenção dos projetos desenvolvidos pela entidade. O bazar é aberto ao público e oferece itens como roupas, casacos, acessórios e utilidades domésticas em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser realizados em dinheiro, PIX, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros.  *Com informações do IgesDF 

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Mais de 6 mil pessoas contribuem com serviços voluntários no programa GDF Mais Perto do Cidadão

Por trás de cada atendimento realizado no GDF Mais Perto do Cidadão há uma história de dedicação e empatia. Desde o início de 2023, mais de 6 mil pessoas já participaram voluntariamente das ações do programa, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). São profissionais das mais diversas áreas — médicos, enfermeiros, psicólogos, professores, arquitetos, veterinários, profissionais da tecnologia, da cultura e da beleza — que se unem com um mesmo propósito: fazer o bem ao próximo. A iniciativa, que ocorre a cada quinze dias em uma região administrativa diferente do DF, leva serviços essenciais, cultura, lazer e cidadania para perto da população mais carente. Realizado sempre às sextas e sábados, o programa já contabiliza mais de 500 mil atendimentos desde que foi criado, em fevereiro de 2023 — um marco possível graças à força de milhares de voluntários dispostos a doar tempo e conhecimento em prol do bem comum. Tempo e conhecimento Entre esses voluntários está o pediatra Ricardo Fonseca, conhecido carinhosamente como o “super pediatra”. Vestido com a tradicional roupa do Super-Homem e com o consultório móvel decorado com super-heróis, ele encanta crianças e adultos nas edições do programa. “Ajudar é algo que me engrandece. Levar informação científica e de qualidade, cuidar da saúde das crianças e orientar as mães é transformador — não só para elas, mas também para mim”, contou Ricardo, entre um atendimento e outro. A iniciativa, que ocorre a cada quinze dias em uma região administrativa diferente do DF, leva serviços essenciais, cultura, lazer e cidadania para perto da população mais carente | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Outro exemplo de dedicação é o do professor e barbeiro Roberto Ramos, que participa das ações desde o ano passado, acompanhado de sua equipe e de alunos. “Levar treinamento e capacitação em cortes de cabelo e barba de forma gratuita à população menos favorecida é mais gratificante do que qualquer outro trabalho remunerado. A gente ensina, aprende e ainda espalha dignidade por onde passa”, afirma. Gratidão O gesto solidário desses profissionais tem sido reconhecido por quem mais precisa. Maria das Graças Pereira, mãe de três filhos e moradora de Planaltina, foi atendida em uma das edições do programa. “Meu filho precisava de um atendimento de fisioterapia e eu não tinha como pagar. A voluntária daqui foi tão atenciosa, explicou os exercícios e me orientou com tanto carinho que me emocionei. Ela faz aquilo com amor, dá para ver no olhar”, relata. Histórias como a do José Carlos Maciel, 71 anos, também mostram o alcance do projeto. “Fui cortar o cabelo com um voluntário e saí me sentindo novo. Ele fez com tanto capricho e atenção que parecia que eu estava em um salão caro. A gente percebe que eles fazem de coração”, conta, sorrindo. Reconhecimento A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou o papel essencial dos voluntários no sucesso do programa. “O GDF Mais Perto do Cidadão é uma ação de governo, mas o coração dele são os voluntários. São pessoas que colocam amor em cada atendimento e fazem da solidariedade um instrumento real de transformação social”, afirmou. O pediatra Ricardo Fonseca, conhecido carinhosamente como o “super pediatra”, se veste com a tradicional roupa do Super-Homem e com o consultório móvel decorado com super-heróis, ele encanta crianças e adultos nas edições do programa Com edições realizadas quinzenalmente e presença consolidada em todas as regiões administrativas, o programa segue levando dignidade, acolhimento e oportunidades a quem mais precisa — e reafirmando o poder de um gesto simples: doar tempo para cuidar do outro. Como participar Os voluntários do GDF Mais Perto do Cidadão integram o Programa Voluntariado em Ação, também coordenado pela Sejus-DF, que já conta com mais de 46,5 mil pessoas cadastradas. A iniciativa reúne cidadãos interessados em atuar em diferentes frentes sociais, apoiando programas e campanhas do Governo do Distrito Federal. Quem quiser participar pode se cadastrar no site voluntariadoemacao.sejus.df.gov.br, informando a disponibilidade de trabalho, o eixo de atuação e o público de interesse. Com base nessas informações, a equipe da Sejus-DF cruza o perfil e as competências do voluntário com as necessidades de cada ação. Havendo compatibilidade, o candidato recebe a confirmação por e-mail e passa a integrar a rede de solidariedade que transforma vidas em todo o Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Histórias de dedicação na rede pública de ensino marcam Dia do Educador Social Voluntário

Uma educação de qualidade é construída em regime colaborativo. Na rede pública de ensino do Distrito Federal, os Educadores Sociais Voluntários (ESV) são parte essencial dessa construção e fazem a diferença no atendimento dos estudantes. Estabelecido pela Lei Distrital nº 6.871 de 2021, o Dia do Educador Social Voluntário, celebrado nesta segunda-feira (28), reconhece quem transforma vidas com afeto, dedicação e presença diária nas escolas. Essa é justamente a história de Kryssia Keller e Renata Santos, que atuam no apoio a alunos com necessidades especiais na Escola Classe (EC) 03 da Estrutural.   Renata Santos e o estudante Davi Borges, de 6 anos. "Sem os educadores sociais, não conseguiríamos garantir o atendimento de qualidade que oferecemos" | Foto: Jotta Casttro/SEEDF   Também é o caso de Thays de Oliveira, que entrou na rede pública de ensino do DF como ESV em 2024 e segue após ser aprovada no último concurso público, levando consigo a experiência e a sensibilidade que aprendeu no voluntariado. A pedagoga Kryssia Keller, de 30 anos, atua como voluntária desde o início do ano. Ela encontrou na função uma nova motivação. “Estava parada cuidando dos meus filhos e queria voltar à sala de aula, mas não sabia como. Vi uma propaganda sobre o Educador Social, me inscrevi e deu certo”, conta. Renata Santos, 43 anos, também atua na EC 03 da Estrutural. Formada em gastronomia, ela conta que antes de atuar na Educação, trabalhou na oficina mecânica do ex-marido, onde aprendeu a montar e desmontar bicicletas. “Trabalhava em uma área completamente diferente, mas tudo mudou e gosto muito do que faço. É um trabalho que exige paciência e atenção, é apaixonante. Nem todo mundo tem o preparo ou o coração para isso, mas eu me encontrei aqui”, explica. A educadora deixa um recado para os colegas que atuam como ESVs. “As crianças precisam de nós. Na escola, a nossa presença é a referência que muitos têm. Mesmo com um valor simbólico pelo dia trabalhado, a nossa função é essencial. Elas contam com a gente todos os dias.” A EC 03 da Estrutural atende 430 alunos, sendo 70 com necessidades especiais. A diretora Lucélia Abreu reconhece o papel desses profissionais no dia a dia dos estudantes. “Temos 16 atuando na escola, sem eles não conseguiríamos garantir o atendimento de qualidade que oferecemos. Além do apoio, esses profissionais conquistaram as famílias pelo cuidado e vínculo afetivo que constroem e as famílias pedem que os mesmos educadores fiquem com seus filhos, porque sabem que eles oferecem carinho, atenção e um olhar humanizado.” De educadora social voluntária a servidora pública   A jornalista Thays de Oliveira atuou como ESV na EC 209, da Asa Sul, e depois foi aprovada no concurso público da SEEDF  O trabalho voluntário transformou a vida de Thays de Oliveira, 29 anos, que encontrou na sala de aula o caminho para transformar sua vida profissional. Atualmente servidora da SEEDF, Thays conta que estava em busca de oportunidades e após atuar como ESV na Escola Classe (EC) 209, da Asa Sul, viu sua vida melhorar. “A ideia era complementar a renda, mas foi muito além disso”, conta Thays. “Em 2024, fui selecionada para atuar na EC 209 Sul, onde comecei oferecendo suporte geral a uma turma do 3º ano. Com o tempo, passei a acompanhar mais de perto dois alunos com necessidades especiais, um com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outro com dislexia”, lembra. [LEIA_TAMBEM] A jornalista, que tomou posse na Secretaria de Educação em janeiro deste ano, conta que a vivência com as crianças com necessidades especiais a ajudou no crescimento pessoal. "Além da bagagem profissional, a gente aprende a entender melhor as diferenças. É uma experiência que transforma.” Suporte nas escolas A rede pública conta, atualmente, com cerca de 7.300 educadores sociais voluntários (ESVs) atuando nas escolas das 14 coordenações regionais de ensino (CREs) do DF. Esses profissionais exercem suas funções sob a orientação das equipes gestoras, com dedicação e responsabilidade. O vínculo tem duração de um ano e segue critérios definidos em edital. “Já encaminhamos cerca de 7.300 educadores sociais voluntários para atuar nas nossas escolas. O limite atual é de 7.500, mas diante da crescente demanda, já solicitamos um aditivo para mais mil vagas”, destaca o chefe da Unidade de Apoio às Coordenações Regionais de Ensino (Unicre), Carlos Ney. Os ESVs colaboram no apoio às atividades da educação integral e atuam diretamente com estudantes com deficiência e/ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), auxiliando em tarefas como alimentação, locomoção e higienização. Eles também contribuem na integração de estudantes migrantes internacionais e indígenas, falantes de outras línguas, matriculados na rede pública, incluindo os Centros Interescolares de Línguas (CILs) e os Centros de Educação Profissional. *Com informações da SEEDF  

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