GDF define 1º sábado de agosto como o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai instituir oficialmente o 1º sábado de agosto como o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas do Distrito Federal. O decreto será assinado no próximo domingo (14), durante a programação da Caminhada Ecológica do Meio Ambiente, no Parque Ecológico de Águas Claras. A medida integra as ações desenvolvidas pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e pelo Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central (CPC) e busca fortalecer políticas públicas voltadas para educação ambiental, para o uso sustentável das áreas naturais e para a ampliação do acesso da população às trilhas ecológicas do DF. A programação também inclui plantio simbólico de mudas nativas do Cerrado, atividades educativas, ações de sensibilização ambiental, realização do Desafio das Águas (partida de voleibol) e atos institucionais relacionados à agenda ambiental do Distrito Federal. O decreto reconhece as trilhas ecológicas como instrumentos de educação ambiental, lazer, turismo sustentável, promoção da qualidade de vida e valorização do Cerrado. A iniciativa também pretende incentivar o uso consciente desses espaços, ampliar ações de sensibilização ambiental, estimular atividades ao ar livre e fortalecer a utilização das unidades de conservação e áreas verdes existentes no território distrital. Mais do que instituir uma data comemorativa, a medida busca consolidar uma política pública permanente capaz de ampliar o acesso da população às experiências de contato com a natureza, incentivar práticas sustentáveis e fortalecer a cultura ambiental em diferentes regiões do Distrito Federal. Decreto reconhece as trilhas ecológicas como instrumentos de educação ambiental, lazer, turismo sustentável, promoção da qualidade de vida e valorização do Cerrado | Fotos: Divulgação Sema/DF Para o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, a instituição da data reforça o papel das trilhas como ferramenta de aproximação entre a população e o Cerrado. "As trilhas ecológicas aproximam as pessoas da natureza, promovem educação ambiental e ajudam a ampliar o conhecimento sobre a importância da conservação do Cerrado. A criação desta data fortalece uma política pública que incentiva o uso responsável dos nossos parques, unidades de conservação e áreas verdes", afirmou. A governadora Celina Leão ressalta o papel das trilhas ecológicas na formação de uma cultura de preservação ambiental. "As trilhas ecológicas são uma excelente ferramenta de conscientização ambiental, pois permitem que as pessoas conheçam melhor o Cerrado e compreendam a importância da conservação dos nossos recursos naturais. Quando a população participa dessas experiências, fortalece-se também o compromisso coletivo com a proteção do meio ambiente e com a construção de um futuro mais sustentável", afirmou. "A criação desta data fortalece uma política pública que incentiva o uso responsável dos nossos parques, unidades de conservação e áreas verdes" Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente Além de instituir uma data comemorativa, a proposta busca consolidar uma agenda permanente voltada à sustentabilidade, à participação social e à valorização do patrimônio ambiental do Distrito Federal. Entre os objetivos da medida estão o fortalecimento do ecoturismo, a promoção de hábitos saudáveis, a ampliação das atividades educativas e o incentivo à ocupação responsável dos espaços naturais. O Distrito Federal possui uma rede de parques, unidades de conservação, áreas protegidas e corredores ecológicos que integram o bioma Cerrado. Nesse contexto, o Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central atua na integração dos percursos existentes e na ampliação do acesso da população às experiências de contato com a natureza. "As trilhas ecológicas são uma excelente ferramenta de conscientização ambiental, pois permitem que as pessoas conheçam melhor o Cerrado e compreendam a importância da conservação dos nossos recursos naturais" Celina Leão, governadora Iniciativa também pretende incentivar o uso consciente desses espaços, ampliar ações de sensibilização ambiental, estimular atividades ao ar livre A proposta do sistema é conectar trilhas em diferentes regiões do DF, fortalecer a governança colaborativa e estimular a utilização desses espaços como instrumentos de educação ambiental, recreação e conservação. Segundo a Sema-DF, as trilhas também contribuem para a sensibilização ambiental ao aproximar moradores e visitantes dos ecossistemas locais e incentivar práticas voltadas à preservação dos recursos naturais. A assinatura do decreto ocorrerá durante a Caminhada Ecológica do Meio Ambiente, evento aberto à participação popular. A atividade contará com percursos acessíveis e sustentáveis, permitindo a participação de famílias, crianças, idosos, pessoas com deficiência, esportistas e praticantes de atividades ao ar livre. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)
Ler mais...
Aberta licitação para obras nas trilhas do Parque Nacional de Brasília
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) abriu licitação pública para a contratação de empresa de engenharia especializada na execução de obras de sinalização e infraestrutura ambiental nas trilhas dos Macacos e da Capivara, no Parque Nacional de Brasília. O objeto contempla a implantação de estruturas de madeira, como decks elevados, áreas de descanso e rampas de acesso, além da elaboração e execução de sinalização interpretativa, incluindo placas educativas interativas, bem como a remoção da sinalização existente. Licitação pública vai contratar empresa de engenharia para execução de obras de sinalização e infraestrutura ambiental nas trilhas dos Macacos e da Capivara | Foto: Divulgação/ICMBIO A concorrência será presencial e está marcada para 29 de janeiro, às 10h, na sede da Terracap, no Setor de Áreas Municipais (SAM), Bloco F, atrás do Anexo do 7Palácio do Buriti. A sessão ocorrerá na Sala 24, no subsolo do edifício. O critério de julgamento será o de menor preço, ou seja, vencerá a licitação a empresa que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública. [LEIA_TAMBEM]O credenciamento do representante deverá ser realizado até o dia 28 de janeiro, às 17h, exclusivamente pelo e-mail cplic@terracap.df.gov.br. A entrega dos envelopes deverá ocorrer no dia 29 de janeiro, antes da abertura da sessão. O edital e demais documentos da Licitação Presencial nº 29/2025 estão disponíveis aqui. Mais informações podem ser obtidas pelo call center da Terracap, no telefone (61) 3350-2222, ou pelo chat online disponível no portal da agência. O atendimento é prestado de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. *Com informações da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)
Ler mais...
Corpo de Bombeiros reforça orientações de segurança e cuidados básicos para práticas de atividades em áreas naturais
A falta de planejamento e a desatenção a cuidados básicos figuram entre os aspectos observados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) como os principais riscos em práticas de atividades em áreas naturais. Por esse motivo, a corporação decidiu reforçar as orientações de segurança para praticantes que pretendem desbravar a natureza. Uma das primeiras orientações é sempre procurar fazer trilha com alguma companhia | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com a tenente Letícia Medeiros Alves Frinhani, do CBMDF, trilhas não devem ser encaradas como passeios improvisados. “Antes de sair, a pessoa precisa definir o percurso, avaliar o grau de dificuldade, verificar o horário e observar as condições do tempo”, aponta. “Em ambiente natural, qualquer imprevisto pode se agravar rapidamente”. Um dos primeiros pontos destacados pela oficial é a recomendação de nunca fazer trilhas sem alguma companhia: “É fundamental avisar alguém sobre o trajeto escolhido e o horário previsto de retorno. Essas informações são essenciais caso seja necessário acionar o socorro”. Clima e ambiente Entre os fatores de risco mais relevantes estão as condições climáticas, sobretudo em trilhas próximas a rios e cachoeiras. A tenente Letícia chama a atenção para a possibilidade de cabeça-d’água, fenômeno em que o nível do rio sobe de forma repentina, mesmo sem chuva no local. “Mudança na cor da água, aumento da correnteza ou descida de galhos e folhas são sinais claros de perigo e exigem saída imediata”, orienta. “Se a pessoa não consegue se mover, o ideal é que alguém permaneça com ela, garantindo segurança e abrigo, enquanto outra busca ajuda, sempre evitando expor mais pessoas ao risco” Tenente Letícia Frinhani, do CBMDF Ela reforça que não se deve insistir no percurso diante desses sinais: “A decisão precisa ser rápida; esperar pode colocar a vida em risco”. Também é recomendado evitar trilhas no fim da tarde ou à noite e priorizar saídas nas primeiras horas do dia, quando há mais tempo de luz natural e melhores condições de visibilidade. Comunicação limitada e decisões corretas Outro aspecto observado pelo Corpo de Bombeiros é a limitação de comunicação em áreas remotas. Muitas trilhas não possuem sinal de telefonia móvel, o que dificulta o pedido de ajuda em situações de emergência. “Por isso, o planejamento prévio é essencial”, explica a tenente. “Em percursos mais longos ou isolados, pode ser necessário o uso de equipamentos de comunicação”. Em caso de acidente, a orientação é avaliar a condição da vítima antes de qualquer deslocamento. “Se a pessoa não consegue se mover, o ideal é que alguém permaneça com ela, garantindo segurança e abrigo, enquanto outra busca ajuda, sempre evitando expor mais pessoas ao risco”, orienta. Áreas naturais e trilhas podem trazer ocorrências que exijam atuação de equipes do Corpo de Bombeiros | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Nesse contexto, a tenente Letícia lembra que as ocorrências em trilhas e áreas naturais costumam exigir a atuação de equipes multidisciplinares do Corpo de Bombeiros, formadas por profissionais com diferentes atribuições, como bombeiros militares especializados em salvamento, atendimento pré-hospitalar e busca em ambientes naturais. “São situações que envolvem vítima, terreno e tempo de resposta, por isso o atendimento não depende de uma única função, mas da integração entre diferentes áreas de atuação”, pontua. As equipes atuam de forma coordenada desde a avaliação inicial do estado da vítima, passando pelos cuidados imediatos de saúde, até a definição da melhor estratégia de acesso e retirada, sempre considerando as condições do terreno. “O objetivo é garantir um atendimento seguro e eficaz, tanto para a pessoa atendida quanto para os profissionais envolvidos”, detalha a tenente. “A análise do cenário orienta todas as decisões”. O Corpo de Bombeiros também reforça que o uso de equipamentos adequados e a adoção de condutas preventivas ajudam a reduzir riscos e facilitam a atuação das equipes em caso de emergência. Equipamentos simples fazem diferença Calçados próprios para trilha, com solado antiderrapante, ajudam a reduzir o risco de escorregões e quedas em terrenos irregulares. Água em quantidade suficiente também é indispensável, já que nem sempre há pontos de apoio ao longo do percurso. Além disso, itens simples podem ser decisivos em uma emergência, indica a tenente: “O apito facilita a sinalização em locais de difícil acesso. O cobertor térmico ajuda a proteger contra o frio enquanto o socorro não chega. Um kit básico de primeiros socorros permite lidar com situações iniciais”. Vivência prática confirma as orientações Acostumada a correr em trilhas, a professora Patrícia Arruda recomenda: “Existe uma regra clara na trilha: nunca deixar ninguém para trás. Se alguém tem dificuldade, a gente para, pergunta se essa pessoa precisa de algum auxílio e ajuda” | Foto: Acervo pessoal Corredora de trilhas, a professora de educação física Patrícia Faim Arruda conta que os cuidados indicados pelos bombeiros fazem parte da rotina de quem pratica a modalidade com regularidade. “Existe uma regra clara na trilha: nunca deixar ninguém para trás”, enfatiza. “Se alguém tem dificuldade, a gente para, pergunta se essa pessoa precisa de algum auxílio e ajuda”. Uma das orientações importantes é contar com o acompanhamento de um guia Ela relata já ter presenciado acidentes, como torções e fraturas durante eventos organizados. “Em muitos trechos não há sinal de celular, então alguém fica com a pessoa machucada enquanto outra procura a equipe de apoio ou tenta acionar o socorro”, ilustra. Segundo Patrícia, a diferença entre trilhas organizadas e expedições independentes está na estrutura disponível. “Em eventos, há equipes distribuídas ao longo do percurso; em expedições, não há esse suporte imediato, o que exige ainda mais preparo”, observa. “Se você não conhece a trilha , contrate um guia local. Nunca se aventure! É importantíssimo contar com um guia experiente para fazer a trilha com segurança”. Preparo físico também é segurança Como professora, Patrícia pontua que o preparo físico deve ser encarado como parte da prevenção. “Trilha envolve terreno irregular, subida longa e muita altimetria”, atenta. “O corpo precisa estar preparado para esse esforço”. Ela recomenda fortalecimento muscular e treino cardiorrespiratório, além de exercícios específicos, como esteira inclinada e escadas, para simular as exigências do percurso. “Quando a pessoa não se prepara, o risco de queda, exaustão e lesão aumenta”, diz a especialista. Calçado, vestuário e outros detalhes A escolha do calçado é outro ponto sensível. “Nunca faça trilha com tênis novo”, adverte Patrícia. “O ideal é usar um calçado já amaciado, testado em treinos”. Segundo ela, bolhas e ferimentos nos pés podem comprometer a continuidade do percurso. [LEIA_TAMBEM]Patrícia também recomenda atenção ao tipo de meia: “Meias de algodão devem ser evitadas porque retêm umidade e aumentam o atrito. As meias próprias para corrida ou trilha secam mais rápido e protegem melhor a pele”, diz. Conduta coletiva e responsabilidade ambiental Além da segurança individual, a conduta coletiva é decisiva. “Trilha não é competição; é preciso respeitar o ritmo do grupo e tomar decisões pensando na segurança de todos”, afirma Patrícia. O cuidado com o meio ambiente também integra as orientações. “Tudo o que a pessoa leva para a trilha deve voltar com ela. Não deixar lixo é uma regra básica”, reforça. Ao reunir orientações técnicas do Corpo de Bombeiros e a experiência de quem pratica a atividade, o alerta é direto: trilha exige preparo, atenção e responsabilidade. “Planejamento e decisões corretas fazem toda a diferença para que a trilha seja uma experiência segura”, conclui a tenente Letícia.
Ler mais...
Explore o Quadrado: Aventure-se nas cachoeiras e trilhas do DF
Artes: Fábio Nascimento/Agência Brasília Com a chegada da seca, nada melhor do que explorar as maravilhas naturais que o Distrito Federal tem a oferecer. Em meio ao Cerrado brasiliense, as opções de cachoeiras e trilhas são um convite irresistível para quem busca aventura e contato com a natureza durante as férias escolares de julho. No Quadradinho, o desafio começa na escolha: são tantas opções que é difícil decidir por onde começar. Para os amantes de trilhas, o Complexo de Cachoeiras Poço Azul, em Brazlândia, é um verdadeiro playground. O local fica a cerca de 50 minutos do centro de Brasília e tem percursos que variam de leves caminhadas a desafios mais radicais. Ao redor do DF existem diferentes cachoeiras, algumas relativamente próximas ao centro da capital | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Guia e especialista em trilhas no DF, Wendel Ferreira afirma que o complexo de cachoeiras Poço Azul, que tem cerca de 20 pontos de quedas-d’água, é ideal para receber pessoas de qualquer faixa etária e para aumentar a qualidade de vida. O guia Wendel Ferreira, especialista em trilhas, observa: “Você passa a ter uma preocupação com a sustentabilidade, o cuidado com a natureza” | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Hoje a gente vive uma rotina muito acelerada, em que ninguém tem tempo para nada, com muita tecnologia”, observa. “Hoje, para ter uma melhor qualidade de vida, você precisa se desconectar, e aqui é o local ideal para isso. Você se desconecta, renova as energias para ter uma semana mais agradável.” Wendel conta que sempre teve contato com a natureza – outro atrativo indescritível que espaços como esse proporcionam. “Você passa a ter uma preocupação com a sustentabilidade, o cuidado com a natureza”, aponta. “Não adianta nada a gente ter riqueza se a gente não tiver a natureza”. Medianeira Costa, do Grupo de Caminhadas Brasília: “Basta ter boa vontade e sair da zona de conforto. Temos um paraíso ao redor de Brasília” | Foto: Acervo pessoal Com a mesma proposta de facilitar o acesso às belezas naturais do DF, a naturopata e esteticista Medianeira Costa é voluntária no Grupo de Caminhadas Brasília, que atende mais de 15 mil pessoas. “Eu vim para Brasília em 1998 e tive vontade de conhecer a natureza local”, conta. “Quando você começa, não quer parar mais”. Para quem quer começar a se aventurar no mundo das trilhas, ela tem uma sugestão: “Basta ter boa vontade e sair da zona de conforto. Temos um paraíso ao redor de Brasília”. Ela indica ainda um local para caminhadas e para um mergulho antes de voltar para casa: a Cachoeira do Buriti. Localizada a mais ou menos 30 km do centro do DF, o local é muito procurado pelos banhistas por ser mais profundo e ter poucas pedras. Principais trilhas e cachoeiras no DF Parque Água Mineral Para quem gosta da prática de esporte em contato com a natureza, o parque dispõe de duas trilhas de pequena a média dificuldade: a da Capivara – indicada para crianças (sempre acompanhadas por um responsável) e com duração aproximada de 20 minutos de trilha – e a da Cristal Água, para caminhada de 1 hora a 3h40 – e mountain bike, com 20 minutos a 1h30 de bicicleta, conforme o percurso escolhido. A fauna é diversificada, composta por espécies raras ou ameaçadas de extinção, como lobo-guará, tatu-canastra, tamanduá, jaguatirica e ouriço-caixeiro, além de espécies endêmicas como gralha-do-campo e papagaio-galego. Cachoeira do Tororó Cachoeira do Tororó | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Localizada a cerca de 35 quilômetros do centro de Brasília, dentro da região do Jardim Botânico, a cachoeira do Tororó é famosa pelas águas cristalinas e por sua vegetação nativa da região. O lago da cachoeira é raso e ideal para adultos ou crianças. Para os mais aventureiros, há opções de rapel e trilhas em meio à mata. Cachoeira Gruta Rio de Sal Em Brazlândia, a menos de 70 quilômetros do Plano Piloto, a cachoeira Rio de Sal tem várias grutas repletas de galerias com rochas que já estiveram submersas em algum momento da história. Cachoeira Saia Velha A cachoeira Saia Velha é uma das mais próximas a Brasília, a 35 quilômetros do Plano Piloto, localizada dentro do Águas Correntes Park, em Santa Maria. É bastante conhecida pelas piscinas naturais de águas cristalinas. Cachoeira do Gancho Outra dica próxima a Brasília é a cachoeira do Gancho, em Sobradinho, localizada a quase 39 quilômetros do centro da capital. A área é formada por três cachoeiras e uma piscina natural com águas cristalinas. Complexo Poço Azul Complexo de cachoeiras Poço Azul | Foto: Matheus F. Souza/Agência Brasília Localizado a cerca de 50 quilômetros do centro de Brasília, em Brazlândia, o complexo Poço Azul conta com mais de 20 cachoeiras e trilhas de pequena, média e grande dificuldade. O local é considerado o mais popular do Distrito Federal por proporcionar um espetáculo de cores com os tons esmeralda e azul, garantindo uma experiência saudável. Cachoeira Véu de Noiva A cachoeira Véu de Noiva é uma das mais conhecidas da região de Brazlândia por ter uma área ampla para o banho e piscinas naturais mais profundas, ideais para o mergulho. As piscinas naturais são cristalinas com tons verdes e azuis, além de toda a mata nativa ser preservada. Dicas e cuidados Para melhor aproveitar os momentos de aventura pela natureza do Quadradinho, é importante observar algumas outras recomendações abaixo. ⇒ Esteja atento: pedras e irregularidades são comuns na trilha e nas cachoeiras. Por isso, muito cuidado para evitar quedas e machucados ⇒ Evite fazer trilha sozinho: se possível, sempre opte por um guia, que, conhecendo a região, fará com que sua experiência seja mais tranquila e proveitosa ⇒ Cuidado com a pele e vestimentas: o uso de protetor solar é obrigatório. Além disso, o uso de roupas leves e longas também ajuda na hora do passeio; ⇒ Hidrate-se: ao fazer trilha, beba bastante água e alimente-se ao longo do percurso. Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília
Ler mais...