Comissão apresenta a servidores boas práticas na gestão de resíduos da Capital Recicláveis
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto Brasília Ambiental realizou, nesta sexta-feira (11/9), a 6ª Visita Técnica de 2026. O local escolhido foi a Capital Recicláveis, localizada no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia), no Distrito Federal. A atividade reuniu servidores de diferentes áreas do Instituto e teve como tema “Boas Práticas em Gestão de Resíduos”. Durante a visita, os participantes conheceram de perto as etapas relacionadas ao recebimento, à triagem, à separação e ao encaminhamento de materiais recicláveis, além de aspectos da rotina operacional da empresa. Conduzida pela equipe técnica da Capital Recicláveis, a atividade possibilitou aos servidores compreender, na prática, os desafios e as oportunidades relacionados à gestão adequada dos resíduos. A iniciativa integra o eixo de capacitação e formação continuada da Comissão A3P, voltado à oferta de experiências práticas relacionadas à sustentabilidade e ao estímulo de atitudes ambientalmente responsáveis no cotidiano profissional e pessoal. Conhecimento na prática Na visita à Capital Recicláveis, servidores puderam compreender, na prática, os desafios e as oportunidades relacionados à gestão adequada dos resíduos | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental "Separar os materiais é fácil; conscientizar as pessoas é um dos trabalhos mais difíceis. Nossa porta está aberta para plantar essa semente, compartilhar conhecimento para que elas entendam e pratiquem isso em casa” Jorge Ribeiro Dias, gerente da Capital Recicláveis A visita técnica permitiu aproximar os conhecimentos abordados nas ações de educação e capacitação ambiental da realidade vivenciada no processo de gestão dos resíduos. Ao percorrer as instalações da Capital Recicláveis, os servidores puderam observar como a separação e a destinação adequada dos materiais contribuem para a redução do volume de resíduos encaminhados ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB) e para o aproveitamento de recursos que podem retornar à cadeia produtiva. Do total do resíduo gerado no DF, somente 3% é processado e reciclado pela empresa, segundo o gerente da Capital Recicláveis, Jorge Ribeiro Dias. Dias avaliou a visita como uma oportunidade para apresentar aos servidores do Brasília Ambiental o percurso dos materiais após a coleta e reforçar a importância da conscientização para a reciclagem. “Procuramos mostrar todo o nosso trabalho realizado com os produtos recicláveis. A Capital Recicláveis recebe o material, faz o processamento e o encaminha para a indústria. Mostramos o que acontece com o papel, o plástico, o alumínio, os metais, o vidro, o isopor e outros materiais, para que as pessoas tenham consciência sobre aquilo que estão descartando e sobre o que pode ser reaproveitado. Separar os materiais é fácil; conscientizar as pessoas é um dos trabalhos mais difíceis. Nossa porta está aberta para plantar essa semente, compartilhar conhecimento para que elas entendam e pratiquem isso em casa”, explicou. Além do conhecimento técnico, a atividade proporcionou um momento de integração entre servidores de diferentes setores do Brasília Ambiental, fortalecendo a troca de experiências e a reflexão sobre a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos. Agenda de capacitação A visita à Capital Recicláveis faz parte de um calendário de ações voltadas à capacitação continuada dos servidores em temas relacionados à sustentabilidade, à gestão ambiental e à qualidade de vida no serviço público. Para o analista em Políticas e Gestão Governamental e coordenador da A3P no Brasília Ambiental, Webert Oliveira Ferreira, a realização da sexta visita representa um marco na consolidação do programa de visitas técnicas do Instituto. “Estou muito feliz pela realização de mais uma visita técnica da A3P. Há três anos promovemos essas atividades e, neste ano, conseguimos consolidar esse trabalho ao planejar a programação e cumprir o cronograma previsto. Percebemos, na prática, os benefícios de manter uma programação planejada e contínua, tanto para o Instituto quanto para os servidores que participam”, destacou. As visitas técnicas da A3P ocorrerão até o final do ano, com atividades destinadas à formação, à integração e à sensibilização dos servidores para a adoção de práticas que contribuam para uma administração pública cada vez mais sustentável. A Comissão A3P já tem a previsão do calendário para 2027. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Equipes do GDF vistoriam voçorocas em Alexânia (GO)
Técnicos da Secretaria do Entorno (Seent-DF) participaram, nesta terça-feira (14), de uma visita técnica a Alexânia, no Entorno do DF, para avaliar voçorocas — grandes erosões que são recorrentes ameaças a estradas e áreas urbanas. Área da voçoroca em Alexânia: erosão de grandes proporções ocorre por diferentes causas, como a impermeabilização excessiva do solo | Foto: Divulgação/Seent-DF A iniciativa teve como objetivo orientar a Defesa Civil municipal na formação de sua equipe e abrir tratativas para um curso de técnicos, a ser ministrado pela Seent-DF com instrutores da Defesa Civil do DF e colaboradores da secretaria. A ação contou com a colaboração da prefeitura da cidade goiana. Foram visitados cinco pontos críticos de voçorocas, utilizando drones para captar imagens aéreas detalhadas, a fim de coletar informações. O prefeito de Alexânia, Warley Gouveia, já havia decretado situação de emergência, por meio de publicação oficial, na segunda-feira (13). “Com base nesse material, a secretaria dará apoio técnico para subsidiar um iminente pedido de situação de emergência do município junto ao Ministério da Integração Nacional e Defesa Civil Nacional”, afirmou o assessor especial da secretaria, Luiz Carlos Ribeiro. Também participaram da vistoria o vice-prefeito de Alexânia, Antônio Naldim Magalhães, bem como outros representantes da prefeitura. Parceria [LEIA_TAMBEM]“Agradecemos a parceria da Seent-DF, nesta vistoria técnica”, declarou o vice-prefeito. “A orientação para formar nossa equipe de Defesa Civil e o curso com instrutores de Brasília vão fortalecer nossa capacidade de enfrentar as voçorocas e outras ações adversas. Investir em prevenção e informação é proteger vidas.” De acordo com a Defesa Civil, a impermeabilização excessiva do solo por calçadas e asfalto impede a infiltração natural da água, acelerando o escoamento superficial e a erosão. A falta de infraestrutura para captação de águas pluviais agrava o problema ao permitir acúmulo descontrolado durante chuvas intensas. Já o desmatamento às margens de rios e riachos, que funcionam como calhas naturais, provoca assoreamento e destruição do solo circundante. Há, ainda, a ocupação desordenada de terrenos, que expõe áreas frágeis sem planejamento adequado, enquanto o solo típico do Cerrado — naturalmente propenso a erosões — se degrada rapidamente quando a vegetação nativa é removida. *Com informações da Secretararia do Entorno
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Egov-DF recebe visita técnica da Escola de Governo do Pará
Representantes da Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA) vieram a Brasília para conhecer as instalações, as iniciativas e os cursos de capacitação oferecidos pela Escola de Governo do Distrito Federal (Egov-DF). A visita técnica, realizada na tarde desta quinta-feira (26), teve como objetivo a troca de experiências entre o diretor-geral da EGPA, Danilo Alho, e a diretora da Egov-DF, Juliana Tolentino. Integrantes da Escola de Governança Pública do Estado do Pará visitaram a Egov-DF nesta quinta (26) | Foto: Divulgação/Seec-DF Os dois gestores destacaram que a diferença entre as unidades vai além da geografia. Segundo Juliana Tolentino, o encontro também permitiu conhecer iniciativas já em funcionamento em outras escolas de governo do país. [LEIA_TAMBEM]“Um dos pontos que nos chamaram a atenção é que a escola do Pará já oferece mestrado, doutorado e pós-graduação dentro da própria estrutura pedagógica. Aqui no DF ainda não temos essa oferta interna. Hoje, trabalhamos por meio de convênios com instituições como a UnB e a UnDF e também com a aquisição de vagas em programas externos, mas é um modelo que ainda pode evoluir”, explicou a diretora da Egov-DF. Para o diretor-geral da EGPA, Danilo Alho, o intercâmbio entre instituições é essencial para fortalecer as políticas de formação no serviço público. “Essa troca entre escolas de governo é fundamental para compartilhar boas práticas e aprimorar a formação dos servidores públicos. A Egov-DF tem uma estrutura muito bem desenvolvida e se destaca pela capilarização das ações de capacitação, alcançando um número expressivo de servidores. Esse é um exemplo importante que podemos levar para o Pará, adaptando à nossa realidade”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)
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Agenda Ambiental da Administração Pública visita complexo de geração de energia da CEB
Na manhã desta sexta-feira (13), servidores do Instituto Brasília Ambiental visitaram a CEB Geração/Barragem e a Usina Hidrelétrica do Paranoá (UHP). A iniciativa faz parte de uma série de visitas técnicas em lugares estratégicos ligados direta ou indiretamente à gestão ambiental, de resíduos e/ou ecológica realizada pela equipe da A3P (Agenda Ambiental da Administração Pública) da autarquia. Grupo percorreu todas as dependências do complexo hidrelétrico, acompanhando os principais procedimentos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A visita começou na barragem do Lago Paranoá, que foi criada oficialmente em 12 de setembro de 1959, dando início à formação do lago artificial. A obra visou aumentar a umidade da região e gerar energia, sendo concluída para a inauguração da capital em 1960. A usina hidrelétrica começou a funcionar em 1962. “A visita realizada é extremamente importante porque promove uma troca de conhecimento entre órgãos públicos focados na gestão comprometida com o meio ambiente” Celina Leão, vice-governadora Os gestores do complexo hidrelétrico repassaram aos visitantes detalhes de funcionamento da barragem, como vazão, cotas mínima e máxima, abertura e fechamento de comportas, regulação do nível de água, questões de segurança, relação com a comunidade próxima, fiscalizações, tombamento dos equipamentos, modernização da estrutura e geração de energia. Segurança O engenheiro civil Aldo Mesquita, gerente técnico do complexo UHP, ressaltou que a Barragem do Paranoá possui Plano de Ação de Emergência (PAE). “Nosso PAE foi executado em 2024, em conjunto com a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar”, lembrou. “Temos ainda o Plano de Contingência [Placon], que é executado em caso de alguma catástrofe; fazemos o simulado a cada três anos, e a cada 15 dias temos fiscalização in loco, incluindo os instrumentos de auscultação, que estabelecem a questão da segurança da barragem. Posso afirmar que a barragem do Lago Paranoá é considerada muito segura e está em dia com as fiscalizações de todos os protocolos nesse campo.” Além da barragem, o grupo visitou todas as dependências da hidrelétrica: sala de operações, sala de máquinas, geradores de energia, reduto forçado, transformadores e bacia de dissipação, que equaliza a pressão da água nas turbinas. A UHP possui três geradores de energia elétrica, que produzem juntos 24,8 megawatts de energia elétrica por dia. A usina é responsável pela geração de 2% da energia elétrica que abastece o Distrito Federal. Ações ambientais “Aprendemos quando vemos na prática experiências de sucesso” Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental “A agenda é fundamental para balizarmos as ações de governo dentro da área ambiental”, avaliou a vice-governadora Celina Leão. “A visita realizada é extremamente importante porque promove uma troca de conhecimento entre órgãos públicos focados na gestão comprometida com o meio ambiente.” Por sua vez, o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, reforçou: “Aprendemos quando vemos na prática experiências de sucesso. Os membros da A3P estão de parabéns por terem essa visão tão profunda de como é fundamental sairmos da nossa casinha e buscarmos conhecer como os outros órgãos públicos trabalham, o que eles estão fazendo e como estão fazendo”. [LEIA_TAMBEM]O coordenador da A3P, Webert Oliveira, falou sobre a importância das visitas técnicas a espaços públicos: “A visita de hoje foi uma grande conquista porque a gente passa para um outro patamar — o patamar de conseguir conversar tecnicamente com outro órgão que faz um trabalho sério e belíssimo”. A Agenda Ambiental da Administração Pública é um programa do Ministério do Meio Ambiente que estimula órgãos públicos a implementar práticas de sustentabilidade. Seu objetivo é promover a responsabilidade socioambiental, tendo como focos eficiência, preservação de recursos naturais e redução de gastos na administração pública. O complexo hidrelétrico foi o segundo local a ser visitado este ano. O primeiro foi o Parque Ecológico Águas Claras, em 6 de fevereiro. A próxima visita será ao Sítio Geranium, em abril. Ao todo, serão quatro visitas neste primeiro semestre e quatro no segundo. *Com informações do Brasília Ambiental
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