Acolhe DF orienta usuários de drogas sobre acolhimento em comunidades terapêuticas conveniadas ao GDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pessoas de 18 a 59 anos que enfrentam problemas relacionados ao uso abusivo de álcool e outras drogas, assim como seus familiares, podem procurar o Acolhe DF para receber orientação e conhecer as possibilidades de atendimento disponíveis na rede. Equipe de acolhimento oferece diversas atividades para quem quer se tratar | Foto: Divulgação/Sejus-DF Entre os serviços oferecidos está o encaminhamento para comunidades terapêuticas conveniadas ao Governo do Distrito Federal (GDF). São espaços de acolhimento residencial temporário destinados a pessoas que, voluntariamente, decidiram buscar ajuda para interromper o uso abusivo de álcool e outras drogas. Durante o período de acolhimento, os usuários participam de uma rotina estruturada de atividades voltadas à recuperação, ao desenvolvimento pessoal e à reinserção social. São oferecidos atendimentos individuais e em grupo, atividades físicas e esportivas, ações recreativas, artísticas, culturais, artesanais, de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Também fazem parte da rotina orientações sobre dependência de substâncias psicoativas, ações de autocuidado e sociabilidade, capacitação e aprendizagem de novas habilidades, além de trabalhos relacionados à organização e manutenção dos espaços coletivos. Relações familiares O atendimento contempla o fortalecimento dos vínculos familiares. As famílias recebem orientação e podem ser encaminhadas a outros serviços da rede pública de saúde e assistência social, de acordo com as necessidades identificadas durante o acolhimento. As comunidades desenvolvem ainda ações voltadas à reinserção social, com atividades de educação, capacitação profissional e preparação para o retorno à convivência familiar e comunitária. O acolhimento é voluntário e não corresponde a uma internação hospitalar. A pessoa precisa manifestar o desejo de participar do processo e formalizar sua decisão. O período de permanência é temporário e segue o plano de atendimento estabelecido para cada acolhido. Para buscar o serviço, o usuário ou seus familiares podem entrar em contato diretamente com o Acolhe DF, que faz a orientação inicial e, no caso de indicação, providencia o encaminhamento para uma das comunidades terapêuticas conveniadas ao GDF, conforme a disponibilidade de vagas. Acolhe DF → Telefone: (61) 2244-1132 | 2244-1127 → WhatsApp: (61) 98314-0639 → Endereço: Antiga Estação Rodoferroviária *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Blitz educativa encerra semana de programação especial pelo Dia Internacional de Combate às Drogas
A prevenção ao uso de álcool e outras drogas ganhou as ruas de Brasília na manhã desta sexta-feira (26), com a realização de uma blitz educativa promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), por meio da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), em parceria com o Detran-DF. A ação, realizada atrás da Torre de TV, em frente à Funarte, marcou o encerramento da programação especial em alusão ao Dia Internacional de Combate às Drogas, celebrado em 26 de junho. Durante a blitz, mais de 100 veículos foram abordados, alcançando mais de 130 pessoas. Motoristas e passageiros receberam materiais informativos e orientações sobre os riscos da combinação entre álcool, drogas e direção, além de informações sobre os serviços oferecidos pelo Acolhe DF, programa do Governo do Distrito Federal coordenado pela Sejus-DF que oferece atendimento psicossocial gratuito a pessoas com dependência química e seus familiares. A mobilização integrou uma série de ações desenvolvidas ao longo da semana pela secretaria com foco na prevenção, conscientização e promoção da saúde, reafirmando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a construção de uma cultura de cuidado, informação e responsabilidade. “O enfrentamento às drogas passa, acima de tudo, pela prevenção e pelo acesso à informação. Quando levamos essa mensagem para as ruas, para as escolas e para os espaços de convivência, aproximamos os serviços públicos da população e fortalecemos a rede de proteção e acolhimento do Distrito Federal”, destacou o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana. O subsecretário de Enfrentamento às Drogas, Diego Moreno, ressaltou que a programação foi planejada para alcançar diferentes públicos e ampliar o acesso às políticas públicas: “Nosso objetivo é mostrar que prevenir é cuidar. Cada conversa, orientação e ação educativa representa uma oportunidade de evitar que mais pessoas desenvolvam problemas relacionados ao uso de substâncias psicoativas e, ao mesmo tempo, mostrar que existe uma rede preparada para acolher quem precisa de ajuda por meio do Programa Acolhe DF”. “O enfrentamento às drogas passa, acima de tudo, pela prevenção e pelo acesso à informação. Quando levamos essa mensagem para as ruas, para as escolas e para os espaços de convivência, aproximamos os serviços públicos da população e fortalecemos a rede de proteção e acolhimento do Distrito Federal” Jaime Santana, secretário de Justiça e Cidadania interino Segurança cidadã e conscientização Entre os motoristas abordados durante a blitz, a especialista em segurança pública Márcia de Alencar, de 60 anos, elogiou a iniciativa e destacou seu impacto social. “Esta iniciativa faz com que a prevenção se constitua de uma forma cidadã. Isso aqui é segurança cidadã. Isso aqui é contribuir para que a gente tenha um futuro seguro e em paz”, afirmou. Entre os motoristas abordados durante a blitz, a especialista em segurança pública Márcia de Alencar, de 60 anos, elogiou a iniciativa: "Isso aqui é segurança cidadã. Isso aqui é contribuir para que a gente tenha um futuro seguro e em paz.” | Foto: Divulgação Sejus-DF O corretor de imóveis Vanderlei Putti, de 72 anos, também ressaltou a importância das abordagens educativas. “A gente sabe da importância desse tema no dia a dia, mas, se ninguém aborda você para falar sobre isso, acaba caindo no esquecimento, vira paisagem. Essas intervenções na rua despertam a atenção das pessoas. Sempre é bom, nunca é demais e não incomoda de forma nenhuma”, disse. Além de conscientizar sobre os riscos da associação entre álcool, drogas e direção, a blitz reforçou a divulgação dos canais de atendimento do programa Acolhe DF, ampliando o acesso da população às informações sobre os serviços gratuitos de acolhimento e acompanhamento psicossocial oferecidos pela Sejus. Semana de mobilização A blitz educativa encerrou uma programação iniciada na terça-feira (24), quando cerca de 100 adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa participaram de um evento na Unidade de Internação Provisória de São Sebastião. A atividade abordou o uso de álcool e outras drogas na adolescência e a reintegração social, promovendo um espaço de escuta, acolhimento e reflexão sobre escolhas, projeto de vida, autoestima e prevenção de comportamentos de risco. Na quinta-feira (25), as ações seguiram com a palestra “O esporte e a cultura como instrumentos de prevenção ao uso de álcool e outras drogas”, realizada no Colégio Supere, em Samambaia, reunindo 85 estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental. O encontro destacou o papel do esporte, da cultura e da participação comunitária na construção de trajetórias saudáveis e na prevenção ao uso de substâncias psicoativas. Também na quinta-feira, mais de 100 crianças da educação infantil participaram de uma atividade pedagógica em Nova Betânia, em São Sebastião. Conduzida por servidores da Subed, a iniciativa trabalhou educação emocional, habilidades socioemocionais, autocuidado e fortalecimento da resiliência desde os primeiros anos de vida, reforçando a importância da prevenção iniciada ainda na infância. [LEIA_TAMBEM] Acolhe DF Coordenado pela Sejus-DF, o Acolhe DF é a principal política pública do GDF voltada para o acolhimento e à reinserção social de pessoas com dependência de álcool e outras drogas. A iniciativa oferece atendimento psicossocial gratuito aos usuários e seus familiares, realiza encaminhamentos voluntários para comunidades terapêuticas e promove ações integradas de cuidado e fortalecimento dos vínculos familiares. Além do tratamento, o programa busca ampliar as oportunidades de reinserção social por meio da articulação com outras políticas públicas, reforçando o compromisso do GDF com a prevenção, o cuidado e a recuperação da cidadania. *Com informações da Sejus-DF
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Acolhe DF encaminha 390 dependentes químicos para comunidades terapêuticas
Desde a implantação de sua nova fase, oficializada pelo Decreto nº 47.423, de 8 de julho de 2025, o programa Acolhe DF vem consolidando uma nova estratégia de atendimento à população em situação de rua no Distrito Federal. Em 11 meses de atuação ampliada, a iniciativa coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) realizou 908 atendimentos e alcançou um resultado expressivo: 390 pessoas aceitaram, de forma voluntária, o acolhimento em comunidades terapêuticas para tratamento da dependência química. O número representa um avanço importante na adesão ao tratamento especializado. Antes da implementação da busca ativa realizada pelo programa, o percentual de acolhimento era de 31%. Atualmente, esse índice chega a aproximadamente 43%, refletindo a confiança construída pelas equipes durante as abordagens e a efetividade da política pública desenvolvida pelo Governo do Distrito Federal. As ações têm sido concentradas principalmente no Plano Piloto, mas também alcançam regiões como Taguatinga e Ceilândia, além de unidades do Hotel Social | Foto: Divulgação/Sejus-DF As ações têm sido concentradas principalmente no Plano Piloto, mas também alcançam regiões como Taguatinga e Ceilândia, além de unidades do Hotel Social. O trabalho envolve a identificação, escuta qualificada e encaminhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade para serviços capazes de promover cuidado, proteção e reconstrução de vínculos. “O resultado demonstra que a abordagem humanizada e contínua faz diferença. Muitas dessas pessoas já haviam perdido a esperança de recomeçar. Quando conseguimos estabelecer uma relação de confiança, mostramos que existe uma rede preparada para acolhê-las e apoiá-las em sua recuperação. O aumento da adesão ao tratamento é reflexo desse trabalho diário realizado pelas equipes”, destaca o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno. “O resultado demonstra que a abordagem humanizada e contínua faz diferença. Muitas dessas pessoas já haviam perdido a esperança de recomeçar. Quando conseguimos estabelecer uma relação de confiança, mostramos que existe uma rede preparada para acolhê-las e apoiá-las em sua recuperação" Diego Moreno, subsecretário de Enfrentamento às Drogas Além dos acolhimentos em comunidades terapêuticas, o programa também realizou encaminhamentos para oportunidades de emprego, tratamento de saúde, retorno ao convívio familiar, acesso a programas habitacionais e retorno ao estado de origem, demonstrando que a iniciativa atua de forma integrada para enfrentar diferentes fatores que contribuem para a permanência nas ruas. Um novo começo Entre as centenas de histórias alcançadas pelo programa está a de Carlos Santos — nome fictício utilizado para preservar sua identidade. Aos 42 anos, ele passou mais de três anos vivendo nas ruas da região central de Brasília, período marcado pelo rompimento dos vínculos familiares e pelo agravamento da dependência química. Após diversas abordagens realizadas pelas equipes do Acolhe DF, Carlos decidiu aceitar o acolhimento em uma comunidade terapêutica. Hoje, está em tratamento, participa de atividades de reinserção social e já planeja os próximos passos para reconstruir sua vida. “Eu não acreditava mais que conseguiria sair daquela situação. A equipe conversou comigo umas três vezes, sem pressão, sempre mostrando que havia uma oportunidade. Quando aceitei, percebi que ainda era possível recomeçar. Hoje tenho esperança novamente”, relata. Histórias como a de Carlos ajudam a explicar os resultados alcançados pelo programa e reforçam a importância da busca ativa realizada pelas equipes especializadas. [LEIA_TAMBEM] Rede de oportunidades Dos 908 atendimentos realizados entre julho de 2025 e junho de 2026, além dos 390 acolhimentos em comunidades terapêuticas, foram registrados 63 encaminhamentos para a Codhab, 53 direcionamentos para oportunidades de emprego, 35 para tratamento de saúde, 28 agendamentos de retorno, 15 retornos ao estado de origem e sete reintegrações ao convívio familiar. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, os resultados confirmam a importância de políticas públicas que combinem acolhimento, cuidado e oportunidades concretas de reinserção social. “O Acolhe DF representa um novo olhar sobre a população em situação de rua. Não se trata apenas de oferecer atendimento imediato, mas de construir caminhos para que essas pessoas recuperem sua autonomia, sua dignidade e seus projetos de vida. Os números mostram que estamos avançando, mas, acima de tudo, mostram que centenas de pessoas encontraram uma oportunidade real de recomeçar”, afirma. *Com informações da Sejus-DF
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Em nove meses, Acolhe DF supera 700 abordagens a pessoas em situação de rua no Distrito Federal
Desde o início das atividades, em julho de 2025, o programa Acolhe DF, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), vem consolidando uma atuação contínua de cuidado e reinserção social de pessoas em situação de rua. Até o último dia 10 de abril, a iniciativa já havia realizado mais de 700 abordagens sociais em diferentes regiões do DF, com foco especial em pessoas que enfrentam dependência de álcool e outras drogas. Do total de pessoas atendidas pelas equipes, 253 aceitaram ser encaminhadas para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pela Sejus-DF. Nesses espaços, os acolhidos recebem acompanhamento especializado para o tratamento da dependência química, além de apoio psicossocial voltado à reconstrução de vínculos familiares e comunitários. Nesta semana, a tenda do programa está na 716 Norte, quadra considerada estratégica para ações de orientação à população | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Nesta semana, o programa está com uma tenda itinerante montada próxima ao comércio da quadra 716 Norte, onde permanece até a próxima sexta-feira (17). No local, são oferecidas orientações à população, além da realização de abordagens sociais e encaminhamentos de pessoas que necessitam de atendimento. Morador da quadra e síndico de um dos prédios da região, o servidor público Carlos Menezes procurou a tenda em busca de orientações. Ele relatou dificuldades enfrentadas pelos moradores devido à presença de pessoas em situação de rua nas proximidades. “Vi na tenda uma oportunidade de dialogar diretamente com a equipe. Temos enfrentado problemas relacionados ao uso de bebidas e drogas em frente ao prédio, o que gera insegurança para os moradores. Fiquei muito satisfeito com a escuta e com a disposição da equipe em atuar aqui na quadra. Essa presença faz toda a diferença”, afirmou. Quem também buscou informações foi a aposentada Lúcia Fernandes, que mora há mais de 20 anos na região. “Achei muito importante essa iniciativa de vir até a comunidade. Muitas vezes a gente não sabe a quem recorrer, e aqui conseguimos tirar dúvidas e entender melhor como funciona o atendimento dessas pessoas. É um trabalho necessário e que precisa ser apoiado”, destacou. Diálogo A presença da tenda itinerante é um dos desdobramentos das ações intensificadas pelo Acolhe DF desde fevereiro deste ano, quando o programa ampliou sua atuação com foco na escuta ativa da população. Desde então, foram realizadas reuniões comunitárias em quadras do Plano Piloto, que reuniram mais de 100 moradores interessados em contribuir com sugestões e relatar os desafios enfrentados no dia a dia. O programa atua por meio de equipes multidisciplinares, formadas por profissionais das áreas social e de saúde, que realizam busca ativa em regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua. As abordagens são feitas de forma humanizada, com escuta qualificada e respeito à individualidade de cada pessoa. De acordo com o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno, a presença do programa em regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua é estratégica para ampliar os resultados. “A atuação do Acolhe DF é baseada no cuidado e no respeito. Estamos falando de pessoas que precisam de apoio para reconstruir suas trajetórias. A quadra 716 Norte é uma das áreas mais críticas de Brasília e, por isso, estamos intensificando nossa presença ali, tanto com abordagens sociais quanto com a escuta da comunidade. Esse diálogo é fundamental para que possamos agir de forma mais eficaz e integrada”, explicou. Moreno também reforçou que os números alcançados pelo programa demonstram a confiança construída nesses anos. “Mais do que os números, o que nos motiva são as histórias de transformação. Cada pessoa que aceita o encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço”, completou. As ações do Acolhe DF ocorrem semanalmente, em parceria com administrações regionais e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), passando por áreas com maior concentração de pessoas em situação de rua e por equipamentos públicos, como o Hotel Social, no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). A programação da próxima semana será realizada na Asa Sul, em quadra que será definida neste fim de semana. *Com informações da Sejus-DF
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Acolhe DF já realizou 500 abordagens a pessoas em situação de rua no Distrito Federal desde julho de 2025
A política pública de cuidado e acolhimento às pessoas em situação de rua no Distrito Federal ganhou novo impulso com a reestruturação do programa Acolhe DF. Coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa já realizou 500 abordagens desde julho de 2025, com foco especial em pessoas que enfrentam dependência de álcool e outras drogas. Do total de pessoas atendidas pelas equipes, 190 aceitaram ser encaminhadas para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pelo Governo do Distrito Federal, onde recebem acompanhamento especializado para o tratamento da dependência química e apoio na reconstrução de vínculos sociais. O Acolhe DF oferece atendimento integral para pessoas em situação de rua, levando em conta fatores como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares | Foto: Divulgação/Sejus-DF A nova fase do programa foi oficializada pelo Decreto nº 47.423, que marcou um novo momento na política do DF voltada ao atendimento da população em situação de rua. A reestruturação fortaleceu a atuação integrada entre diferentes órgãos do governo e ampliou as estratégias de abordagem social, escuta qualificada e encaminhamento para serviços públicos. Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o objetivo do programa é oferecer alternativas reais de cuidado e tratamento, sempre respeitando a dignidade e a autonomia das pessoas atendidas. “A política pública precisa ir além da assistência imediata. O Acolhe DF trabalha para oferecer caminhos de recuperação e reinserção social, especialmente para quem enfrenta a dependência química. Nosso compromisso é garantir acolhimento, cuidado e oportunidades para que essas pessoas possam reconstruir suas vidas”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Escuta da comunidade Além das abordagens realizadas diretamente nas ruas, o programa também tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas da população. A estratégia começou pelo Plano Piloto, região que concentra a maior parte das pessoas em situação de rua. Segundo o censo mais recente realizado pelo governo, cerca de 3.500 pessoas vivem atualmente nessa condição no Distrito Federal. Desde o início desses encontros comunitários, mais de 100 moradores já participaram das reuniões promovidas pela Sejus-DF. Durante essas agendas, a equipe do programa monta uma tenda itinerante em pontos estratégicos próximos às quadras onde ocorrem os encontros. No local, são oferecidas orientações à população, além da realização de abordagens sociais e encaminhamentos de pessoas que precisam de atendimento. Para a advogada Ana Cláudia Ribeiro, síndica de um bloco na Asa Norte e participante de um dos encontros, a iniciativa tem contribuído para aproximar a comunidade do trabalho realizado pelo governo. “Essas reuniões são muito importantes porque esclarecem como o programa funciona e mostram que existe uma equipe preparada para lidar com essa situação de forma humana e responsável. A comunidade passa a entender melhor o processo e também se sente parte da solução”, destaca. O programa tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas Busca ativa e respeito à legislação De acordo com o subsecretário de Enfrentamento às Drogas (Subed) da Sejus-DF, Diego Moreno, grande parte das pessoas em situação de rua enfrenta algum tipo de dependência química, o que exige uma abordagem especializada e contínua. “As equipes fazem a busca ativa e oferecem atendimento e encaminhamento para tratamento. No entanto, a legislação não permite a retirada involuntária dessas pessoas das ruas. Por isso, nosso trabalho é baseado na escuta, no acolhimento e na oferta permanente de serviços para que elas possam aceitar ajuda no momento em que estiverem prontas”, explica. Segundo ele, mesmo quando o encaminhamento para tratamento não é aceito no primeiro contato, as equipes mantêm o acompanhamento e retornam ao local para novas abordagens. Rede de atendimento O Acolhe DF atua de forma articulada com diferentes áreas do GDF, incluindo saúde, assistência social e segurança pública. Dependendo da situação identificada durante a abordagem, as equipes podem encaminhar as pessoas para unidades de saúde, serviços de assistência social ou comunidades terapêuticas. A estratégia busca garantir atendimento integral, considerando que a realidade da população em situação de rua envolve múltiplos fatores, como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Acolhe DF reúne mais de 100 moradores no Plano Piloto
O programa Acolhe DF segue fortalecendo sua atuação no Plano Piloto com o avanço das reuniões comunitárias nas quadras da Asa Sul e da Asa Norte. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), tem como objetivo apresentar as ações do programa, esclarecer dúvidas e orientar a população sobre como acionar o serviço para acolhimento, tratamento e reinserção social de pessoas em situação de rua e/ou com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Desde o início desta etapa, no começo de fevereiro, mais de 100 moradores já participaram dos encontros realizados nas quadras que receberam o programa. As reuniões têm reunido moradores, síndicos, comerciantes, prefeitos de quadra e lideranças comunitárias, fortalecendo a construção de soluções conjuntas e ampliando o conhecimento sobre os fluxos de atendimento e abordagem social. Nesta semana, os encontros contemplam as quadras 210, 211, 212, 410, 411 e 412 Norte; 202, 203, 402 e 403 Sul; além das 215, 216, 415 e 416 Norte. A proposta é levar informação de forma direta às comunidades, aproximando o poder público da realidade vivida em cada território e orientando sobre como solicitar apoio e atendimento. Desde o início desta etapa, no começo de fevereiro, mais de 100 moradores já participaram dos encontros realizados nas quadras que receberam o programa | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Além das reuniões, a Tenda Acolhe DF será instalada de 23 a 27 de fevereiro na 203/204 Sul, próximo ao OBA Hortifruti e ao lado do “Pé de Galo Bar”, funcionando de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O espaço oferecerá escuta qualificada, orientações presenciais e encaminhamento voluntário para tratamento da dependência de álcool e outras drogas. A tenda também atuará como ponto de referência para moradores que desejam solicitar abordagem social, obter informações sobre o funcionamento do programa ou receber orientações sobre os serviços disponíveis na rede pública. O canal oficial do programa para pedidos de apoio, esclarecimentos e encaminhamentos, fortalecendo a conexão entre a comunidade e a equipe técnica responsável pelas abordagens e atendimentos é o telefone (61) 99125-7179. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, essa nova fase consolida a importância da escuta ativa. “O Acolhe DF é uma política pública estruturada, que envolve prevenção, acolhimento, tratamento e reinserção social. Quando dialogamos diretamente com a comunidade, fortalecemos a rede de apoio e garantimos que as pessoas saibam como acionar o programa. Essa aproximação é essencial para que as ações tenham ainda mais efetividade”, destaca. Voz da comunidade Moradora da Asa Norte que já participou de uma das reuniões, a aposentada Maria Lúcia Andrade, 71 anos, avalia que o encontro trouxe mais clareza e segurança aos moradores. “A reunião foi fundamental para entendermos que existe um trabalho organizado, com acolhimento e encaminhamento adequado. Saber que o governo está atento à realidade das quadras nos dá mais tranquilidade e confiança”, afirma. O Acolhe DF é uma política pública coordenada pela Sejus-DF voltada à prevenção, ao acolhimento, ao tratamento e à reinserção social de pessoas em situação de rua e/ou com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. A atuação inclui busca ativa e abordagem social humanizada, realizada por equipes capacitadas que oferecem escuta qualificada e encaminhamento voluntário para tratamento. O foco é garantir respeito, dignidade e construção de vínculo com a pessoa atendida. Atualmente, o programa conta com seis comunidades terapêuticas conveniadas, que oferecem acolhimento e tratamento a pessoas encaminhadas voluntariamente, com acompanhamento técnico especializado e foco na superação da dependência, na reconstrução de projetos de vida e na reintegração familiar e social. Serviço Reuniões comunitárias – Acolhe DF Segunda-feira (23/2) Quadras 210/211/212/410/411/412 Norte Local: SQN 211 – Salão de festas do Bloco “K” Terça-feira (24/2) Quadras 202/203/402/403 Sul Local: SQS 203 – Salão de festas do Bloco “I” Quarta-feira (25/2) Quadras 215/216/415/416 Norte Local: SQN 216 – Salão de festas do Bloco “B” Tenda Acolhe DF 203/204 Sul, próximo ao OBA e ao lado do “Pé de Galo Bar” De 23 a 27 de fevereiro Das 9h às 17h *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Ação de acolhimento atendeu a 47 pessoas em situação de rua no DF na última semana
Entre os dias 20 e 25 de janeiro deste ano, 47 pessoas foram atendidas pelo Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do Governo do Distrito Federal (GDF), coordenado pela Casa Civil. As equipes, com a participação integrada de secretarias e órgãos do governo, atuaram em diferentes áreas do Plano Piloto, Taguatinga e Guará, totalizando 18 pontos de intervenção. Ao longo de toda a semana, as ações resultaram na desconstituição de 34 estruturas precárias e na remoção de nove caminhões de entulho, consolidando o trabalho integrado do GDF no atendimento à população em situação de rua. O secretário da Casa Civil e coordenador do plano de ação integrada, Gustavo Rocha, afirmou que a pasta atua na articulação entre os diferentes órgãos do GDF para garantir que as ações sejam coordenadas, efetivas e respeitosas, oferecendo alternativas de acolhimento e proteção social. “Esse trabalho representa uma resposta concreta a uma realidade complexa, com foco na dignidade das pessoas e na efetivação de políticas públicas que vão além da emergência, promovendo reinserção, cuidado e cidadania”, declarou. Ao longo de toda a semana, as ações resultaram na desconstituição de 34 estruturas precárias e na remoção de nove caminhões de entulho, consolidando o trabalho integrado do GDF no atendimento à população em situação de rua | Foto: Arquivo/Agência Brasília Durante as abordagens, as equipes do GDF oferecem diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais de estimação e benefícios como deslocamento interestadual — além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e cadastro para unidades habitacionais. Participam dos trabalhos os profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Também atuam agentes da Segurança Pública (SSP-DF), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar, do Conselho Tutelar, da Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) e do Departamento de Trânsito (Detran-DF). “Esse trabalho representa uma resposta concreta a uma realidade complexa, com foco na dignidade das pessoas e na efetivação de políticas públicas que vão além da emergência, promovendo reinserção, cuidado e cidadania” Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua Balanço da semana Na terça-feira (20), a ação ocorreu em quatro pontos no Plano Piloto, onde oito pessoas foram encontradas e atendidas pelas equipes. Durante a operação, foram retiradas sete estruturas precárias, construídas com lonas e madeiras. Ao final do dia, houve a remoção de dois caminhões de entulho, com os materiais inservíveis encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Já na quarta-feira (21), as equipes atuaram em três pontos do Plano Piloto, situados no Setor de Quadras Sul (SQS) 904 e Setor Comercial Sul (SCS). Durante as abordagens, oito pessoas receberam atendimento e quatro estruturas precárias foram removidas, além de um caminhão de entulho. Na quinta-feira (22), a operação ocorreu em dois pontos no Guará: na QE 38 e na QE 36. No total, sete pessoas foram atendidas e cinco estruturas precárias foram desconstituídas, com um caminhão de entulho sendo encaminhado à URE. Na sexta-feira (23), as equipes passaram por três pontos em Taguatinga, onde 12 pessoas foram atendidas e 8 estruturas precárias foram removidas, além de dois caminhões de resíduos. Dando continuidade ao cronograma, no sábado (24), quatro pontos no Plano Piloto foram alvos da ação: o Setor Hoteleiro, a SQN 601 e as SQNs 908 e 916. Nos locais, oito pessoas foram acolhidas pelas equipes e dez estruturas precárias foram removidas, além de dois caminhões de entulho. Para encerrar o fim de semana, no domingo (25), o trabalho foi realizado em dois pontos no Plano Piloto, onde quatro pessoas foram atendidas e dois caminhões de entulho saíram dos locais. Abordagem ampliada O Distrito Federal foi a primeira Unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo a cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. [LEIA_TAMBEM]Em julho de 2025, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício como governadora, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. Também em 2025, Brasília recebeu o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local. Além disso, desde 2022, o GDF promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também são oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.
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GDF Mais Perto do Cidadão começa o ano com edição em Ceilândia nesta sexta (16) e no sábado (17)
Ceilândia será, mais uma vez, ponto de encontro entre o poder público e a população. Nesta sexta-feira (16) e sábado (17), a maior região administrativa do Distrito Federal recebe a 67ª edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) que abre o calendário de ações de 2026, levando cidadania, cuidado e serviços essenciais diretamente à comunidade. Serviços de beleza estão entre as facilidades oferecidas durante o programa | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A primeira edição do programa neste ano será realizada no estacionamento ao lado do Cepi Capim Dourado, no Setor O (EQNO 8/10), reunindo, em um único espaço, serviços públicos gratuitos, atendimentos sociais, ações de capacitação, atividades culturais e iniciativas voltadas à promoção da dignidade, da autoestima e da convivência comunitária. Na sexta-feira, o atendimento será prestado das 9h às 16h, e no sábado, das 9h às 12h. “Cada edição do GDF Mais é construída para atender às necessidades reais da comunidade” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Desde fevereiro de 2023, o GDF Mais Perto do Cidadão já contabiliza mais de 500 mil atendimentos em todas as regiões administrativas do DF, consolidando-se como uma das maiores iniciativas itinerantes de serviços públicos do país. Apenas no ano passado, as edições somaram 120 mil atendimentos, reforçando o alcance e a efetividade do programa. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a presença do programa em Ceilândia reforça a política de proximidade com a população: “Cada edição do GDF Mais é construída para atender às necessidades reais da comunidade. Em Ceilândia, buscamos ampliar as atrações, fortalecer os serviços e garantir que a população se sinta acolhida, ouvida e bem-atendida." Autocuidado, cidadania e proteção animal [LEIA_TAMBEM]Durante os dois dias de evento, o público poderá contar com os tradicionais serviços de beleza, como cortes de cabelo e maquiagem, executados por profissionais voluntárias, promovendo o autocuidado e a valorização da autoestima, especialmente das mulheres. Uma das novidades será a distribuição de senhas para castração gratuita de cães e gatos, reforçando a política de proteção e bem-estar animal. Um veículo da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF) estará disponível na sexta e no sábado para realizar 168 inscrições, sendo 84 por dia. As vagas diárias estão distribuídas da seguinte forma: 24 para cadelas, 24 para cachorros, 18 para gatas e 18 para gatos. Além disso, o evento contará com um espaço exclusivo para vacinação de pets, ampliando a proteção dos animais domésticos e contribuindo para a saúde pública na região. Casamento Comunitário e apoio às famílias Casamento Comunitário: programa já oficializou a união de mais de mil casais O GDF Mais Perto do Cidadão retoma, nesta edição, o espaço exclusivo para inscrições da primeira edição do Casamento Comunitário de 2026, prevista para março, em data ainda a ser confirmada. O atendimento será de forma individualizada, com orientações completas aos casais interessados, além da apresentação da maquete do bolo e dos modelos de vestidos de noiva, proporcionando uma prévia da experiência oferecida pelo programa. Nos últimos seis anos, o Casamento Comunitário já possibilitou que mais de mil casais oficializassem suas uniões por meio da iniciativa. Somente em 2025, cerca de 400 casais participaram das quatro edições, reafirmando o alcance social do programa, que promove cidadania, dignidade e o fortalecimento dos vínculos familiares. Na sexta-feira pela manhã, será ministrado o curso Nasce uma Estrela, voltado a gestantes e mães de recém-nascidos. A capacitação reúne doulas, técnicas de enfermagem, bombeiros militares, psicólogos e o médico Ricardo Fonseca, abordando temas como amamentação, primeiros socorros com bebês, recuperação pós-parto e cuidados iniciais com o recém-nascido. Com mais de 2.400 mulheres já impactadas no DF, a expectativa é atender cerca de 100 mulheres em Ceilândia. As inscrições podem ser feitas no local ou pelas redes sociais da Sejus-DF. Serviços essenciais e atrações culturais Durante os dois dias, a população poderá acessar serviços do Na Hora, atendimentos da Polícia Civil — inclusive para a emissão da primeira e da segunda via da nova Carteira de Identidade Nacional —, além de espaço infantil, oficinas de capacitação, atividades culturais e ações sociais. A programação inclui ainda o espaço Direito Delas, voltado ao acolhimento e à orientação de mulheres vítimas de violência; o Acolhe DF, que oferece atendimento humanizado, voluntário e tratamento gratuito para pessoas em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas; o teatro educativo do Detran-DF e shows musicais com artistas de axé e sertanejo, garantindo lazer, informação e integração para toda a família. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Acolhe DF leva esperança e dignidade a pessoas em situação de rua no Cruzeiro
Nesta terça-feira (14), equipes do Acolhe DF, programa coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), promoveram uma busca ativa no Cruzeiro, reforçando a missão de oferecer acolhimento e tratamento a pessoas em situação de rua que enfrentam a dependência química. A ação reuniu profissionais de saúde, assistência social e cidadania, que se aproximam da população vulnerável com escuta, empatia e orientação sobre as possibilidades de atendimento gratuito e humanizado oferecidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Doze pessoas foram abordadas e três aceitaram o acolhimento oferecido. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressaltou que o programa representa uma política pública efetiva e sensível: “O Acolhe DF integra políticas públicas e sensibilidade humana. É um programa que une governo e sociedade para promover reinserção social e devolver perspectivas a quem mais precisa”. A ação reuniu profissionais de saúde, assistência social e cidadania, que se aproximam da população vulnerável com escuta, empatia e orientação sobre as possibilidades de atendimento gratuito e humanizado oferecidas pelo GDF | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O subsecretário de Enfrentamento às Drogas, Diego Moreno de Assis e Santos, explicou que o Acolhe DF é um programa de porta aberta e totalmente voluntário, pensado para respeitar a autonomia e a individualidade de cada pessoa atendida. “É uma nova oportunidade para essas pessoas, em um processo construído para respeitar a dignidade humana, possibilitando que o cidadão passe por uma equipe multiprofissional e siga para comunidades terapêuticas rigorosamente fiscalizadas. Trabalhamos na necessidade da pessoa, com acesso à informação e perspectiva de reinserção social, sem nenhum pré-julgamento”, declarou. Criado em 2021, o programa ganhou novo formato em 2023, com a inclusão da busca ativa entre suas estratégias. Desde julho deste ano, a Sejus já mapeou 379 pontos de contato e encaminhou 73 pessoas para tratamento em comunidades terapêuticas conveniadas. A permanência pode ser de até 12 meses, tempo necessário para cessar o uso de substâncias, restabelecer vínculos e planejar novos caminhos. “O Acolhe DF integra políticas públicas e sensibilidade humana. É um programa que une governo e sociedade para promover reinserção social e devolver perspectivas a quem mais precisa” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Os que aceitam o acolhimento recebem atendimento de acordo com cada demanda, sendo encaminhados para psicólogos, assistentes sociais ou o profissional responsável pela área de necessidade. Se durante a abordagem inicial o acolhido estiver sob efeito de substâncias químicas, o atendimento é feito novamente com o assistido em sobriedade — que pode ocorrer após um atendimento ambulatorial. Em seguida, ele é direcionado a uma das cinco comunidades terapêuticas espalhadas pelo DF. A proposta é oferecer um acompanhamento integral, que envolve não apenas o tratamento da dependência química, mas também o acesso a serviços de saúde, educação e moradia. “Mais à frente, essa pessoa pode ser reinserida na sociedade por meio de programas como o RenovaDF, com emprego digno e formal para que ele volte ao seio familiar e reconstrua a vida. É uma dinâmica que também dá um retorno à sociedade”, destacou o subsecretário. Atualmente, o DF tem cerca de 3,5 mil pessoas que se declaram em situação de rua, segundo o censo bianual da Sejus. Para o coordenador do programa, o Acolhe DF atua continuamente nesse cenário, buscando reconstruir histórias por meio de um trabalho que alia técnica, empatia e persistência. “Só desistimos quando a pessoa sinaliza que não quer mais participar, mas até lá seguimos lado a lado, mostrando que é possível recomeçar. Cada acolhimento é uma vitória como sociedade”, acrescentou Diego Moreno.
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GDF Mais Perto do Cidadão oferece inscrições para castração de cães e gatos no Riacho Fundo II
A 59ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), chega ao Riacho Fundo II com uma novidade: inscrições para castração gratuita de cães e gatos. Um trailer especial da Secretaria Extraordinária de Proteção aos Animais (Sepan) estará disponível para atender os tutores interessados na sexta-feira (5), das 9h às 16h, e no sábado (6), das 9h às 12h, no Quadradão Cultural – 1ª Etapa QN 10. Posto itinerante do Na Hora é uma das facilidades oferecidas à população pela Sejus-DF durante o projeto | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Na sexta-feira, haverá 300 vagas, sendo 110 para cadelas, 100 para cachorros, 50 para gatas e 40 para gatos. Já no sábado (6), serão abertas 200 inscrições, distribuídas em 70 para cadelas, 50 para cachorros, 50 para gatas e 30 para gatos. Os procedimentos cirúrgicos ocorrerão nos dias seguintes, em local indicado após a inscrição. Além disso, a edição também contará com um espaço de vacinação de pets, reforçando os cuidados com a saúde animal e ampliando o bem-estar dos bichinhos da comunidade. Cidadania, cultura e autoestima A Batalha de Rimas é outra atração programada para os dois dias do projeto na cidade O programa reúne, em um só espaço, serviços gratuitos de cidadania, assistência, capacitação e cuidado com a população, além de atividades culturais, oficinas e ações de valorização da autoestima e da convivência comunitária. Durante os dois dias, o público poderá usufruir de serviços de beleza, como cortes de cabelo e maquiagem, oferecidos por profissionais voluntárias como forma de promover o autocuidado e a valorização da autoestima feminina. A cultura local também terá destaque. Na sexta-feira, das 10h às 11h, haverá mais uma edição da Batalha de Rimas, reunindo dezenas de jovens da região. A atividade, que já faz parte da agenda fixa do programa, se consolidou como ferramenta de escuta, prevenção ao uso de drogas e fortalecimento da juventude periférica. Nos dois dias, o público também poderá aproveitar shows de artistas locais de axé e sertanejo, além de apresentações do Teatro do Detran, com foco na educação de trânsito, entre outras atrações culturais. Casamento Comunitário Quem quiser se inscrever para o Casamento Comunitário terá oportunidade de fazê-lo; haverá uma edição no dia 14 deste mês e outra em 7 de dezembro Durante o evento, também estarão abertas as inscrições para a terceira e a quarta edições do Casamento Comunitário 2025, marcadas respectivamente para o dia 14 deste mês e 7 de dezembro. Casais interessados poderão se cadastrar gratuitamente em um espaço exclusivo, preparado para recebê-los com conforto, atendimento individualizado, maquete do bolo e até mostruário de vestidos de noiva. [LEIA_TAMBEM]A iniciativa busca fortalecer vínculos afetivos e garantir o direito à formalização da união de forma gratuita e cidadã. Nesta edição, o tema e decoração serão inspirados na Primavera do Amor. Ações para mães e famílias Outra atividade da sexta-feira é o curso Nasce uma Estrela, voltado a gestantes e mães de recém-nascidos. A capacitação reúne doulas, técnicas de enfermagem e bombeiros militares, que abordam temas como amamentação, recuperação pós-parto e primeiros socorros com bebês. Já são mais de 1.800 mulheres impactadas pelo projeto no DF, e a expectativa é atender 100 novas participantes nesta edição. As inscrições podem ser feitas no local ou pelas redes sociais da Sejus. No sábado, das 9h às 12h, mais uma edição do Brechó Solidário, ação da campanha permanente Compartilha Amor, vai movimentar a cidade. O brechó distribui gratuitamente roupas, calçados e acessórios arrecadados ao longo do ano. Cada participante pode escolher até cinco peças. Durante os dois dias, o público também contará com os serviços essenciais do Na Hora, atendimentos da Polícia Civil, estandes do Direito Delas e do Acolhe DF, espaço infantil, oficinas e diversas outras ações públicas e sociais gratuitas. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Ações contínuas do GDF marcam semana de combate ao alcoolismo
Celebrado nesta terça-feira (18), o Dia Nacional do Combate ao Alcoolismo foi criado com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas. No Distrito Federal, em 2024, essa iniciativa ganhou um reforço com a criação do Dia Distrital de Prevenção ao Consumo de Álcool por Crianças e Adolescentes, instituído em 20 de fevereiro. Secretaria de Justiça e Cidadania promove ações voltadas para a prevenção ao uso de álcool e outras drogas com atendidos do Acolhe DF Responsável pelas políticas públicas de prevenção e combate ao consumo abusivo de álcool, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) realiza ações contínuas de conscientização e oferece suporte às pessoas que buscam reabilitação. “O uso excessivo de álcool é um problema de saúde pública que afeta não apenas o indivíduo, mas toda a sociedade. Na Sejus-DF, trabalhamos com políticas de prevenção, conscientização e apoio às famílias, promovendo ações educativas e oferecendo suporte a quem precisa. Nosso compromisso é garantir que a população tenha acesso a informações e recursos que contribuam para uma vida mais saudável e equilibrada”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. As ações voltadas à prevenção do consumo de álcool por crianças e adolescentes são promovidas por meio do programa Cidadania nas Escolas, que leva o debate sobre os riscos dessa prática ao ambiente escolar. Em 2024, cerca de 7 mil alunos de diversas regiões administrativas do DF já foram alcançados pelo programa. Novos encontros estão programados para este ano, com início em março. Atendimento Além das ações preventivas, a Sejus-DF também oferece atendimento psicossocial a pessoas que fazem uso abusivo de álcool, por meio de comunidades terapêuticas e outras iniciativas. Há, ainda, um programa específico para familiares, o Acolhe DF. Para ampliar o alcance das ações, a secretaria estabelece parcerias com organizações da sociedade civil, instituições privadas e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Juntas, essas instituições promovem palestras, seminários, debates, oficinas educativas e mobilizações sociais voltadas à prevenção do uso de substâncias psicoativas e à promoção de hábitos saudáveis. Além das ações preventivas, a Sejus-DF também oferece atendimento psicossocial a pessoas que fazem uso abusivo de álcool Como buscar acolhimento Quem precisar de apoio pode entrar em contato com a Sejus-DF pelos seguintes canais: • Presencialmente: na sede da Sejus, na antiga Rodoferroviária • Telefone: (61) 2244-1127 • WhatsApp: (61) 98314-0745 • E-mail: subed@sejus.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Primeiro GDF Mais Perto do Cidadão de 2024 será no Recanto das Emas
O programa GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), chega à 18ª edição, a primeira de 2024. O Recanto das Emas será a região administrativa contemplada. O evento ocorre nesta sexta-feira (26), das 9h às 16h, e no sábado (27), das 9h às 12h, no CEU das Artes, localizado na Quadra 113, Área Especial 1, Lote 9, próximo à Unidade Básica de Saúde nº 1. Durante os dois dias, a população terá acesso a serviços do Na Hora, Procon, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), Direito Delas e Acolhe DF, todos da Sejus. Também serão ofertados atendimentos para emissão de primeira e segunda vias do RG, corte de cabelo feminino e masculino, ações educativas de trânsito e orientação jurídica e psicossocial, além de vacinação contra covid-19, influenza e HPV, testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite B e C, aferição de pressão arterial e glicêmica e vacinação antirrábica. Um dos principais focos do primeiro GDF Mais Perto do Cidadão do ano será o enfrentamento à dengue | Fotos: Jhonatan Vieira/ Sejus Órgãos como Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet), Secretaria da Mulher (SMDF), Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e Neoenergia também terão equipes no local prestando atendimento à população. A programação reserva, ainda, apresentações culturais e atividades de lazer para adultos e crianças. Combate à dengue A 18ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão tem destaque para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Após passar 2023 como a unidade da Federação com o menor número de casos, a capital federal registrou, neste mês, um aumento de 435% nas ocorrências em relação ao ano passado. Durante os dois dias, a população terá acesso a serviços do Na Hora, Procon, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), Direito Delas e Acolhe DF “Precisamos unir esforços para retomar os bons índices de prevenção e combate à dengue. Por isso, esta edição do GDF Mais Perto do Cidadão dá destaque à luta contra o Aedes aegypti”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “As ações previstas para esta sexta e sábado, como a testagem rápida, o acolhimento de pessoas com sintomas e o repasse de informações sobre o combate, auxiliarão a população do Recanto das Emas.” Mais de 120 mil atendimentos [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Promovendo dignidade, bem-estar social, eficiência dos serviços públicos e acessibilidade à população do DF desde 8 de fevereiro de 2023, quando foi instituído por meio do decreto nº 44.213, o GDF Mais Perto do Cidadão já passou por 15 regiões administrativas e atendeu cerca de 120 mil pessoas. Periodicamente, a Sejus reúne equipes de diversos órgãos do DF e visita uma região administrativa para, durante dois ou três dias, atender a população daquele local. Será a segunda vez que o programa passa pelo Recanto das Emas. As outras cidades contempladas foram Ceilândia (duas vezes), Planaltina (duas vezes), Riacho Fundo II, Sobradinho, Sobradinho II, Samambaia, Brazlândia, Itapoã, São Sebastião, Santa Maria, Vicente Pires, Sol Nascente, Paranoá e Água Quente. Serviço 18º GDF Mais Perto do Cidadão ? Sexta (26), das 9h às 17h; e sábado (27), das 9h às 12h ? Local: CEU das Artes (Quadra 113, Área Especial 1, Lote 9, próximo à UBS nº 1, Recanto das Emas). *Com informações da Sejus
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Programa Acolhe DF oferece reuniões de apoio psicossocial
O programa Acolhe DF, desenvolvido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federa (Sejus-DF), apoia familiares de pessoas que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. A partir desta semana, as reuniões do grupo de apoio serão quinzenalmente, às quartas-feiras, das 9h às 11h, na sede do órgão, localizada no prédio da antiga Estação Rodoferroviária. A proposta das reuniões é auxiliar no fortalecimento psicossocial com socialização e integração de rede de apoio e trocas de experiências. Além disso, ajudar na promoção de um ambiente acolhedor e de apoio mútuo em que as pessoas se sintam seguras para expressar, sem julgamentos, vivências e pensamentos. Arte: Divulgação/ Sejus O Acolher DF é realizado pela Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), da Sejus. A iniciativa foi lançada em 2021, oferecendo à comunidade apoio psicossocial, com especialistas como psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e agentes sociais. O objetivo é acolher todas as pessoas em situações relacionadas ao uso de álcool e outras drogas, bem como os familiares delas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Entre as ações constantes no Acolhe DF estão palestras e atividades de prevenção ao uso de drogas; atendimento psicossocial para dependentes químicos e familiares; encaminhamento do dependente químico para o tratamento mais adequado, podendo ser em uma das comunidades terapêuticas parceiras do órgão; busca ativa a dependentes químicos em situação de rua; e também auxílio na reinserção social do adicto em recuperação, indicando cursos profissionalizantes, colaborando com a empregabilidade. Para participar do grupo de apoio é necessário fazer inscrição por um dos telefones (61) 2244-1127, (61) 2244-1132 ou (61) 98314-0639 (WhatsApp) ou, presencialmente, na sede da Sejus-DF. *Com informações da Sejus
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Marcela Passamani toma posse como secretária de Justiça e Cidadania
A advogada e arquiteta Marcela Passamani tomou posse como secretária de Justiça e Cidadania, nesta segunda-feira (21), no Palácio do Buriti. Primeira mulher a assumir a pasta, entre março de 2020 e abril deste ano, a gestora retorna ao cargo após afastamento durante o período eleitoral. Passamani foi a responsável por desenvolver projetos importantes para a população, como Sejus Mais Perto do Cidadão, Sua Vida Vale Muito e Acolhe-DF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Tive a oportunidade de passar por um processo eleitoral, como coordenadora de campanha do governador, em que conheci todas as cidades, falei diretamente com as pessoas e vi de perto a necessidade delas e o que esperam do governo. Então, acredito que, ao voltar mais experiente e conhecendo mais a pasta, conseguirei avaliar resultados e trazer novos programas que aumentem a proximidade com a população, que é o carro-chefe do governo Ibaneis Rocha”, afirma. [Olho texto=”“Queremos estar mais perto da família do Distrito Federal, com atendimento social em projetos itinerantes e focando nas escolas, porque conseguimos acessar as famílias por meio dos alunos”” assinatura=”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania” esquerda_direita_centro=”direita”] Passamani foi a responsável por desenvolver projetos de importância crucial para a população do DF. Destaque para o Sejus Mais Perto do Cidadão, que, até o ano passado, realizou 100 mil atendimentos gratuitos de cidadania e saúde. Além de outras iniciativas, como Sua Vida Vale Muito e Acolhe-DF, reformas e modernizações em todas as unidades do Na Hora, construção de novas sedes do Conselho Tutelar e nomeação de novos servidores. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo a secretária, para a próxima gestão, a meta é ampliar projetos em andamento e dar início a novas ideias. “Sabemos que, quando estamos à frente de uma pasta ou situações que lidam com a vida das pessoas, temos que estar atentos e nos adaptando à nova realidade, ao novo momento. Com certeza, estaremos sempre na rua, próximos da população, para poder levar os nossos serviços”, afirma. “Queremos estar mais perto da família do Distrito Federal, com atendimento social em projetos itinerantes e focando nas escolas, porque conseguimos acessar as famílias por meio dos alunos”, observa Passamani. “Estou muito animada em poder organizar a casa, mas, principalmente, com a determinação do governador Ibaneis Rocha de que todos os secretários empossados devem estar com o pé no acelerador”, completa.
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Marcela Passamani volta para a Secretaria de Justiça e Cidadania
[Olho texto=”“Promovemos um bom trabalho e é reconhecido o trabalho dela dentro da secretaria, diante dos projetos que ela tocou, em especial, o Sejus Perto do Cidadão. Queremos cada vez estar mais próximo da população carente das cidades”” assinatura=”governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”direita”] A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) voltará a ser comandada por Marcela Passamani. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (18) pelo governador Ibaneis Rocha. A ex-secretária retorna ao cargo a partir de segunda-feira (21). “Promovemos um bom trabalho e é reconhecido o trabalho dela dentro da secretaria, diante dos projetos que ela tocou, em especial, o Sejus Perto do Cidadão. Queremos cada vez estar mais próximo da população carente das cidades”, afirma o governador. Até o ano passado, o programa havia feito 100 mil atendimentos pelo DF levando serviços gratuitos de cidadania e saúde à população. Marcela Passamani conta que volta com “o pé no acelerador” para fortalecer os antigos projetos e criar novos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A advogada e arquiteta esteve à frente da pasta de março de 2020 até abril deste ano, quando se afastou devido ao período eleitoral. Marcela Passamani foi a primeira mulher a assumir a Sejus. “Estou muito feliz pela confiança do governador mais uma vez depositada em mim. É uma pasta que eu conheço e consegui estruturar com o apoio dele. Uma secretaria que fez muita entrega durante o período mais crítico da pandemia”, destaca Marcela Passamani. [Olho texto=”“A vida do gestor é essa. Estar sempre um passo à frente e pensar em projetos que possam trazer mais eficiência para a máquina pública. Quero repetir alguns projetos, melhorar outros e trazer novos que surgiram da necessidade do período pós-pandemia. Estarei numa constante evolução e entrega”” assinatura=”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania” esquerda_direita_centro=”direita”] Durante a gestão de Passamani, foram feitas reformas e modernizações em todas as unidades do Na Hora, construídas novas sedes do Conselho Tutelar e nomeados novos servidores, além da realização de programas importantes para o brasiliense como Sua Vida Vale Muito, Sejus Mais Perto do Cidadão e Acolhe-DF. A futura secretária conta que volta com “o pé no acelerador” para fortalecer os antigos projetos e criar novos. “A vida do gestor é essa. Estar sempre um passo à frente e pensar em projetos que possam trazer mais eficiência para a máquina pública. Quero repetir alguns projetos, melhorar outros e trazer novos que surgiram da necessidade do período pós-pandemia. Estarei numa constante evolução e entrega”, completa.
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Com 400 dependentes químicos já atendidos, Acolhe DF dispõe de 330 vagas
Em um ano e três meses de existência, o Programa Acolhe DF atendeu 400 dependentes químicos e seus familiares. Atualmente, a Sejus dispõe de 330 vagas distribuídas em 12 comunidades terapêuticas parceiras, além de oferecer assistência psicossocial ativa, que pode ser individual ou coletiva, de forma presencial ou online. O programa Acolhe DF é executado pela Subsecretaria de Políticas de Enfrentamento às Drogas (Subed) da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Um dos eixos da política de enfrentamento às drogas, o acolhimento é feito por meio de comunidades terapêuticas parceiras | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília A subsecretária de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Gilce Santana Teles, falou da importância das três diretrizes básicas da política nacional de enfrentamento às drogas. “Nós temos eixos principais que são a prevenção, o acolhimento e a reinserção. Na prevenção, atuamos mais nas escolas, por meio de palestras e atividades que previnam a dependência química. No acolhimento, são 330 vagas sociais, distribuídas em comunidades terapêuticas que são parceiras do GDF, por meio de termos de parceria. As comunidades são fiscalizadas por servidores nossos. Essa é a política de acolhimento”, explicou. O tratamento em comunidades terapêuticas tem duração de seis a nove meses em média. Segundo Gilce, o GDF paga R$ 1 mil por paciente que esteja em tratamento em comunidade terapêutica. Subsecretária de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Gilce Santana Teles afirma que a prevenção é feita principalmente nas escolas, por meio de palestras e atividades A subsecretária lembrou que não são todos os dependentes químicos que precisam de acolhimento em comunidades terapêuticas. Alguns recebem atendimento psicossocial. “Essas pessoas querem aquele encontro semanal, quinzenal para conversar com psicólogo, com assistente social”, explicou Gilce. De acordo com dados da Subed, existem hoje 40 dependentes químicos e familiares em atendimento ativo (frequentando regularmente os encontros) de forma presencial ou remota e sendo encaminhados para os diversos serviços públicos do GDF. Esse serviço não tem prazo para ser concluído, a pessoa pode ficar o tempo que for necessário na terapia. O atendimento psicossocial é mais procurado por mulheres. Já o acolhimento tem uma procura maior por parte de homens. As comunidades terapêuticas proporcionam um ambiente no qual o dependente químico volta a ter rotinas diárias e conta com apoio psicossocial antes da reinserção na sociedade O terceiro eixo do Acolhe DF, a reinserção, é o retorno da pessoa à sociedade. “Tentamos reinserir a pessoa com autonomia financeira e social. Encaminhamos para vagas de emprego, cursos de capacitação. Temos, por exemplo, uma parceria com o RenovaDF”, explicou. Mais uma chance Há 23 dias na comunidade de acolhimento Salve a Si, B.S., 32 anos, que foi usuária de álcool por 17 anos e crack por sete anos, acredita que agora conseguirá fazer parte do grupo de menos de 50% dos usuários que conseguem deixar a dependência. No momento, ela busca voltar a ter rotinas como tomar café da manhã, banho, fazer comida e almoçar. “Quando estamos usando drogas, não temos nenhum tipo de rotina. Já cheguei a ficar uma semana sem tomar banho”, lembra. B. está no momento cuidando da horta da comunidade. Ela sonha em voltar para perto dos filhos de 13 anos, 11 anos, dois anos e meio e um ano e cinco meses, ter um emprego e moradia. Fundador da comunidade de acolhimento Salve a Si, Henrique França destaca o tratamento integrado e multifacetado oferecido aos dependentes químicos Henrique França, fundador do Salve a Si, disse que o objetivo maior da entidade é ajudar o dependente químico a livrar-se da dependência por meio de um modelo de tratamento integrado e multifacetado, em que vários profissionais atuam, como psiquiatra, psicóloga e assistente social”, explicou. A Salve a Si existe há 22 anos, 14 dos quais trabalhando com homens e, nos últimos dois anos e meio, com mulheres. Quem quiser ser atendido pelo Acolhe DF deve entrar em contato com o programa por meio do telefone (61) 98314-0639. A atual estrutura da Subed existe desde 2019. As parcerias com as comunidades terapêuticas foram firmadas com a Sejus em 2018, para serem executadas em cinco anos, de 2019 a 2023. O Acolhe DF veio em 2021, para complementar o serviço prestado, oferecendo à comunidade apoio psicossocial, com especialistas como psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e agentes sociais.
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