Governadora destina mais de 1,2 mil hectares a unidades de conservação
A região Norte do Distrito Federal passa a contar com um importante reforço na proteção das riquezas naturais e na garantia do abastecimento de água. A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (3), os decretos que criam a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Ribeirão Sobradinho e o Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema. Juntas à unidade de conservação Monumento Natural Serrinha, instituída em maio de 2026, as novas unidades de conservação somam mais de 1.239 hectares voltados à preservação do Cerrado e à segurança hídrica da população. A chefe do Executivo destacou que a medida atende a uma demanda da população por mais áreas protegidas. “Eu sou uma governadora que adora ser cobrada. Me cobraram pelo parque, fomos ao Palácio e resolvemos. Hoje está assinado o Parque Canela das Emas. Foi uma reivindicação da população, uma demanda para que a gente tivesse um lugar protegido.” A criação da Arie do Ribeirão Sobradinho vai abranger 643,65 hectares entre as regiões administrativas de Sobradinho e Itapoã | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, salientou que os decretos são importantes para a preservação do meio ambiente capital e, consequentemente, para o bem-estar coletivo. “Estamos criando um lugar de conservação para preservar aquela área com importância diversa e, logicamente, em momentos de emergências climáticas, toda a área protegida representa a qualidade de vida da população. Todo metro quadrado protegido é extremamente importante para a sociedade, para a qualidade de vida”, explicou. A criação da Arie do Ribeirão Sobradinho vai abranger 643,65 hectares entre as regiões administrativas de Sobradinho e Itapoã. O projeto foi elaborado pelo Instituto Brasília Ambiental e pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), com a colaboração de diversos órgãos do Executivo local. O objetivo principal é resguardar o curso médio, as nascentes e os afluentes do ribeirão, garantindo a qualidade e a manutenção do fluxo de água que abastece o Distrito Federal. “Eu sou uma governadora que adora ser cobrada. Me cobraram pelo parque, fomos ao Palácio e resolvemos. Hoje está assinado o Parque Canela das Emas" Governadora Celina Leão Além de proteger os recursos hídricos, a iniciativa assegura a sobrevivência de remanescentes de mata de galeria e a conectividade ecológica da fauna local. A região serve de habitat para espécies endêmicas e animais ameaçados de extinção, como a raposinha-do-campo (Lycalopex vetulus). Por ser uma unidade de uso sustentável, as propriedades rurais existentes na área poderão continuar funcionando, desde que integradas às diretrizes de conservação que serão estabelecidas no futuro Plano de Manejo. O Brasília Ambiental fará a gestão do espaço com o apoio do Parque Ecológico dos Jequitibás. Refúgio Canela de Ema e consolidação ecológica Outro avanço para a região é a instituição do Refúgio de Vida Silvestre Canela de Ema, que terá 181,02 hectares localizados entre Sobradinho e Sobradinho II. Essa medida de proteção integral unifica e amplia áreas que antes eram resguardadas por legislações declaradas inconstitucionais, consolidando em uma única estrutura os antigos parques Canela de Ema, Sobradinho II e Viva Sobradinho. O local abriga mais de 400 espécies nativas da flora e da fauna. Essas duas novas estruturas se somam aos 414,71 hectares do Monumento Natural Serrinha do Ribeirão Sobradinho, criando um amplo corredor ecológico na Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho. A integração dessas áreas fortalece o ecossistema local, protege o ecoturismo e incentiva a pesquisa científica na capital federal. *Colaborou Jak Spies
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Comunidade de Brazlândia debate a criação de novo parque distrital
Na noite desta terça-feira (15), o Instituto Brasília Ambiental promoveu uma consulta pública com moradores de Brazlândia para discutir a criação de uma nova unidade de conservação na região. O nome, que ainda está em fase de deliberação junto à comunidade local, poderá se chamar Parque Distrital das Araras ou Parque Distrital das Águas. O encontro ocorreu na sede da Administração Regional de Brazlândia. A proposta prevê a implantação de um parque distrital, categoria que garante proteção integral da biodiversidade. Nesse modelo, são estabelecidas também zonas de amortecimento, onde será permitido o uso público controlado, conciliando conservação ambiental e atividades sustentáveis. Com área aproximada de 1,6 mil hectares, a futura unidade de conservação será vinculada ao Parque Ecológico Veredinha, considerado a unidade base já consolidada na região. O projeto teve origem durante a revisão do plano de manejo da Floresta Nacional de Brasília, conduzida pelo ICMBio no ano de 2024. A área, inclusive, já está prevista no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) como destinada à criação de uma unidade de conservação de proteção integral. Antes da consulta pública com a comunidade, o Brasília Ambiental realizou tratativas com diversos órgãos, como a Empresa de Regularização de Terras (ETR), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF), além de outras instituições. O objetivo foi identificar possíveis conflitos relacionados à delimitação da poligonal da área e a processos de regularização fundiária já em andamento, especialmente envolvendo moradores antigos da região. A proposta prevê a implantação de um parque distrital, categoria que garante proteção integral da biodiversidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do instituto Gutemberg Gomes reforçou o compromisso com a proteção do Cerrado. “Apresentamos hoje a poligonal proposta do Parque das Araras ou Parque das Águas, uma unidade de conservação para o DF e para Brazlândia, um iniciativa que protege o Cerrado e nossas águas.” Levantamentos técnicos realizados no local identificaram a presença de pelo menos três espécies de flora endêmicas ameaçadas de extinção, entre elas a Lobelia brasiliensis, reforçando a relevância ambiental da área. No levantamento de fauna, também foi registrada a presença de araras, aves que inspiraram uma das propostas de nome para o parque. Para o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, é um avanço muito significativo: “Estamos muito felizes com toda a participação popular vamos compilar todas as contribuições, colocar no processo. É uma área muito importante, para a questão hídrica do Distrito Federal”. Durante o encontro, a comunidade reconheceu a importância da iniciativa e destacou o interesse em participar ativamente de todas as etapas do processo de criação da unidade de conservação, reforçando o caráter participativo da proposta. A definição do nome e os próximos passos para a formalização do parque seguirão em debate, considerando as contribuições apresentadas pela população local e pelos órgãos envolvidos. O prazo para contribuições vai até 17 de maio de 2026 e podem ser apresentadas pelo protocolo eletrônico da autarquia.
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Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado: ação planeja chegar a 150 mil mudas até 2030
O Distrito Federal conta com uma data dedicada ao plantio de espécies nativas: o Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, celebrado no primeiro domingo de dezembro. O marco foi instituído pelo Decreto Distrital nº 44.606/2023. Desde a criação da iniciativa, em 2023, cerca de 35 mil mudas do bioma já foram plantadas em diferentes regiões administrativas. A meta é ampliar esse número nos próximos anos, com previsão de 20 mil mudas em 2026 e de alcançar 150 mil até 2030. "Estamos investindo em políticas que unem preservação ambiental e participação da população. O plantio de espécies nativas do Cerrado é uma ação concreta que contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas e para a qualidade de vida no Distrito Federal", destacou a governadora Celina Leão. O Dia de Plantar Muda Nativa do Cerrado, criado em 2023, já resultou no plantio de mais de 35 mil mudas em diferentes regiões do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília Em 2023, na primeira edição, foram plantadas 10 mil mudas, em ação coordenada entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Brasília Ambiental, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e as administrações regionais. No ano seguinte, outras 10 mil foram plantadas, com ampliação para 24 regiões administrativas. Já em 2025, a iniciativa registrou o melhor resultado, com 15 mil mudas plantadas em diversos pontos do DF. [LEIA_TAMBEM]Para os próximos anos, além do aumento no número de mudas, a Sema-DF prevê ampliar a participação popular, incluindo escolas públicas e privadas na ação. Também está prevista a identificação de áreas prioritárias para recuperação de áreas degradadas. “O Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado deixou de ser apenas uma ação simbólica e passou a ser uma política pública consistente, que promove recuperação ambiental, educação e engajamento da sociedade. Os resultados mostram que estamos no caminho certo para ampliar a cobertura vegetal e preservar o nosso bioma”, arrematou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.
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Licença de operação do condomínio rural Quintas Interlagos é entregue
O Instituto Brasília Ambiental assinou e entregou, na noite de terça-feira (31), a licença ambiental de operação corretiva de parcelamento de solo urbano do condomínio rural Quintas Interlagos, localizado no Jardim Botânico. A ação beneficia 192 famílias, o equivalente a cerca de 700 pessoas residentes no local. A licença tem validade de seis anos. O então presidente do Brasília Ambiental Rôney Nemer destacou o trabalho dos servidores da autarquia para que os licenciamentos se efetivem, como também a importância dos condomínios obterem esse documento. “Essa entrega aqui é uma entrega de um conjunto de servidores que se uniram para o bem de Brasília, para o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. São um conjunto de pessoas super capacitadas e cheias de vontade de fazer o bem, de cuidar da qualidade de vida das nossas famílias e das futuras gerações. Até porque deixar os condomínios na ilegalidade não é bom para ninguém, nem para vocês, moradores, nem para o DF como um todo. Quando o órgão ambiental se aproxima de vocês e vocês de nós, fazemos um acordo no qual todos ganham. A licença ambiental torna esse condomínio consolidado e ambientalmente correto”, ressaltou. O secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, Gutemberg Gomes, endossou a necessidade das questões ambientais serem rigorosamente atendidas nos condomínios residenciais. “Se nós preservarmos hoje, poderemos ter um futuro pela frente. Se não, não conseguiremos avançar porque as questões ambientais envolvem tudo e todos. Um exemplo é a nuvem de fumaça que tomou conta de Brasília há dois anos. Nós não tínhamos nenhum registro de queimadas fora do controle aqui no Distrito Federal. Herdamos a fumaça da região Sudeste e depois do Nordeste goiano. Isso quer dizer que o que se mantém ambientalmente correto aqui, num condomínio como esse, interfere na qualidade de vida do DF como um todo. Por isso, os moradores locais e todos que participaram do processo para a licença de operação acontecer estão de parabéns”, disse. A superintendente de licenciamento ambiental do Instituto, Nathália Almeida, explicou que a licença tem como objetivo regularizar ambientalmente o parcelamento do solo urbano já implantado, inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) São Bartolomeu. “É importante destacar que a licença de operação vem, realmente, fechar a regularização ambiental do condomínio. A gente fica à disposição e espera que vocês, muito em breve, consigam cumprir todas as condicionantes. Existem condicionantes de recuperação, como a já acordada e iniciada no parque Ecológico do Tororó, algumas documentais e outras vocês vão levar para a eternidade, como a manutenção das redes de infraestrutura, por exemplo, que é parte da vivência, do dia a dia da administração do condomínio”, lembrou. O síndico do condomínio, Alexandre Mauro de Oliveira Couto, afirmou que o licenciamento representa, essencialmente, a realização de um desejo de todos os moradores. “O cumprimento de todas as etapas para a regularização foi de suma importância para cada um de nós. Todos aguardávamos ansiosamente a conclusão deste processo, e esta etapa é crucial. "É como se estivéssemos próximos ao objetivo final. Todos estão muito entusiasmados, pois muitos desafios foram superados durante o processo. A participação dos condôminos foi fundamental, com obras, adaptações e compensações ambientais. Todas as etapas foram cumpridas. É como subir um degrau de cada vez de uma longa escada. Cada vez que observávamos uma nova etapa concluída no portal, sentíamos orgulho e gratidão. Agradecemos a todos os envolvidos neste processo, os agentes públicos, a equipe técnica do Brasília Ambiental, que nos apoiou e orientou, e também a fiscalização, que foi essencial para garantir a adequação e o respeito às normas estabelecidas”, enfatizou. Condicionantes Entre as condicionantes técnicas para que o licenciamento permaneça válido pelo período estabelecido estão: a garantia da manutenção adequada do sistema de drenagem pluvial, de modo a evitar processos erosivos, alagamentos e degradação das APPs; e a manutenção de dispositivos adequados nas áreas de lançamento de águas pluviais, como dissipadores de energia, com acesso fácil para manutenção. A licença estabelece também a proibição da realização de novas edificações ou impermeabilizações que interfiram em APPs ou em faixas de proteção de cursos naturais de escoamento. Outro destaque é a recuperação ambiental de áreas degradadas, especialmente aquelas localizadas em APPs. Lotes que incidam sobre essas áreas deverão respeitar faixa mínima não edificável de 15 metros a partir dos cursos d’água e manter ou recuperar suas características naturais. Para isso, deverá ser apresentado, no prazo de até 180 dias, relatório técnico com registros fotográficos, georreferenciamento e detalhamento das medidas de recuperação adotadas ou planejadas. A licença também estabelece, entre outras coisas, a obrigatoriedade de elaboração de um Relatório de Melhorias Ambientais, que deve ser apresentado no mesmo prazo de 180 dias. Este documento, que precisa ter um responsável técnico habilitado, deve contemplar ações como gestão de resíduos sólidos, tratamento de efluentes, uso racional da água, controle de processos erosivos, arborização, ampliação de áreas verdes e iniciativas de educação ambiental. *Com informações do Brasília Ambiental
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Concedida licença para regularização de parcelamento agrourbano no Riacho Fundo II
O Instituto Brasília Ambiental concedeu a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) para o parcelamento agrourbano localizado no Núcleo Rural Caub I e II, na região administrativa do Riacho Fundo II. A medida representa um avanço no processo de regularização ambiental de ocupações já consolidadas na área. A cerimônia de entrega ocorreu no sábado (28), às 16h, no Haras Paraíso Rural do Caubói, reunindo produtores locais e autoridades. A licença contempla uma área de aproximadamente 473 hectares, inserida na Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central. Foi concedida Licença por Adesão e Compromisso (LAC) para parcelamento agrourbano localizado no Núcleo Rural Caub I e II, no Riacho Fundo II | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A então vice-governadora Celina Leão destacou a importância da concessão da Licença por Adesão e Compromisso (LAC), que possibilita a continuidade do processo de regularização. “Hoje, retornamos com a licença ambiental, que é o documento que vai permitir a liberação do primeiro edital de venda direta aos produtores do Distrito Federal, mais um importante passo para a regularização fundiária em nossa cidade”, destacou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou a relevância da iniciativa para fortalecer a relação entre o poder público e os produtores rurais. Segundo ele, o trabalho foi conduzido em conjunto com a equipe técnica e com apoio do Governo do Distrito Federal. “Quando assumimos esse compromisso, ouvimos dos produtores que havia receio em relação ao órgão ambiental. Nossos servidores se dedicaram para estar presentes no núcleo rural e entregar as licenças porque acreditamos que vocês são nossos parceiros”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Para o presidente da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR), Cândido Teles, acreditar no potencial dos produtores é essencial. “A terra sendo de vocês é um investimento no futuro, com segurança. Acreditamos que o produtor precisa dessa posse”, declarou. O processo, de responsabilidade da ETR, foi considerado tecnicamente viável e juridicamente adequado. A medida é etapa essencial para a regularização fundiária da região, ao viabilizar a inclusão dos imóveis no controle ambiental formal, reduzir a informalidade e garantir segurança jurídica aos ocupantes, sem flexibilizar a proteção ambiental. A Licença por Adesão e Compromisso estabelece condicionantes ambientais que deverão ser cumpridas pelos beneficiários, incluindo a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), ações de recuperação de áreas degradadas e o monitoramento contínuo das atividades. O descumprimento das exigências poderá resultar na suspensão da licença. De acordo com o presidente da Associação dos Produtores Pioneiros do Caub I e II, Orlando Azevedo, a conquista representa um marco histórico: “A alegria com este governo é imensurável. Os produtores lutam pela regularização de suas áreas, alguns há mais de 30 anos, então é motivo de muito orgulho”. A iniciativa busca conciliar a regularização fundiária com a preservação ambiental, promovendo o uso sustentável do território dentro de uma das principais unidades de conservação do Distrito Federal. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Segunda etapa de capacitação reforça preparo de brigadistas para atendimentos de emergência
O Instituto Brasília Ambiental realizou, de segunda (23) a quarta-feira (25), a segunda etapa do ciclo de capacitações previsto para 2026, voltado à qualificação dos brigadistas florestais da autarquia que atuam nas unidades de conservação do Distrito Federal. Nesta quarta-feira, o Parque Ecológico dos Pequizeiros sediou o curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A ação, que contou com a parceria da Organização Brasileira dos Brigadistas Florestais (OBBF) e da empresa Gilberto Castro Simulação de APH de Combate, integra o Plano Estratégico de Treinamentos dos Brigadistas Florestais (Petbrif), com foco na segurança operacional e no manejo integrado do fogo para o ciclo 2026/2027. Brigadistas florestais participaram do curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) entre os dias 23 e 25 deste mês, no Parque Ecológico dos Pequizeiros Ao longo da semana, os brigadistas participaram de atividades teóricas e de exercícios de campo voltados à atuação em situações de urgência e emergência, como simulado de resgate, contenção de hemorragias e traumas, técnicas de transporte de vítimas, manobra de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (Ovace) e Suporte Básico de Vida (SBV). “Investir na qualificação dos nossos brigadistas é fortalecer a prevenção e salvar vidas. Quanto mais preparados estiverem, maior será nossa capacidade de proteger o Cerrado, as unidades de conservação e a população do Distrito Federal diante das ocorrências de incêndio”, declara a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destaca que a formação continuada fortalece a capacidade de resposta das equipes: “O trabalho exige preparo técnico, domínio de protocolos e atenção rigorosa à segurança. Ao investir em capacitações como essa, reforçamos nosso compromisso com a prevenção, o manejo integrado do fogo e a proteção das unidades de conservação do DF”. A capacitação permanente proporciona atualização técnica contínua, redução de riscos e acidentes, reforço da segurança nas atividades de campo, padronização de procedimentos entre as equipes e maior eficiência nas ações de prevenção, manejo e combate aos incêndios florestais, além de alinhamento às exigências legais, especialmente à Norma Regulamentadora nº 31.12. “Esse ciclo de capacitações está sendo um sucesso, e a nossa intenção é que todos os brigadistas sejam bem treinados e estejam bem-preparados para enfrentar uma fase difícil que virá no período da seca”, conclui o diretor de Manejo Integrado do Fogo, Érisom Vieira Cassimiro. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Articulações institucionais marcam gestão das unidades de conservação do DF em 2025
O ano de 2025 foi marcado por muitas articulações institucionais na Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. Elas resultaram em parcerias, acordos de cooperação técnica, visitas técnicas, cursos, estudos, eventos, entre outras iniciativas. Entre os frutos das articulações institucionais estão o estudo técnico com diretrizes para a revisão do Plano de Manejo do Parque Distrital Boca da Mata, os subsídios para atualização do Zoneamento Ambiental do Parque Distrital do Gama, visita técnica de servidoras da Sucon a nove áreas de conservação na República da Costa Rica, participações de servidores em disciplinas oferecidas pelo CDS/UnB e de membros do Projeto Instrutores nas oficinas da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. Essas entregas resultam do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) Ibram/UnB. Resultaram das articulações também as atividades correlatas à celebração do ACT com o Ibama, Zoológico e Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) para o fluxo de animais silvestres resgatados. E ainda os ACTs com o Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), cujo foco é a troca de informações, cursos e treinamentos na área de manejo e reabilitação de fauna silvestre; com a Organização da Sociedade Civil Jaguaracambé, visando a intercâmbio científico; e com a Universidade Católica de Brasília (UCB) para o Monitoramento de capivaras no DF; e a realização da 2ª Conferência Distrital de UCs. No ano que se encerra a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça, e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Prêmios No ano que se encerrou, a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O prêmio resultou do projeto "Conservação com segurança jurídica: a experiência da Área de Proteção Ambiental São Bartolomeu — APA São Bartolomeu na integração entre licenciamento, regularização fundiária e áreas protegidas”. A menção foi resultado da iniciativa Transparência Ativa na Gestão de Fauna do Distrito Federal. O titular da Sucon, Marcos Cunha, lembra que 2025 foi um ano de muitas entregas. Cita como exemplos a Lei da Brigada, o contrato de manutenção das UCs e a Instrução Normativa que criou o Fundo de Compensação Ambiental. “Essas ações são estruturantes, vão mudar o modo como faremos a gestão de unidades a partir deste ano. Vamos focar um trabalho muito mais preventivo do que reativo em todos os setores da nossa gestão, o que fornece melhor qualidade de vida para nossos usuários”, garante. A governadora em exercício, Celina Leão, ressalta o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a gestão das UCs: “A boa gestão das unidades de conservação é nossa política de governo. A entendemos como crucial por razões que abrangem desde a sustentabilidade ambiental e a proteção da biodiversidade até o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade de vida da população”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enfatiza que as grandes entregas, feitas pela Sucon no ano, resultam do compromisso e o empenho dos servidores do órgão ambiental: “É uma equipe muito comprometida com a causa ambiental. Aprendo todo dia com eles. Muitos fazem do seu trabalho, que é proteger o nosso Cerrado, uma missão. Cuidam das nossas Unidades de Conservação como se fossem suas casas, de tanto que se empenham no zelo e na proteção”. Outras Realizações Em 2025, a Sucon também adquiriu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs) e materiais para resgate de fauna. Realizou monitoramento de visitação nos parques ecológicos, fez monitoramento da qualidade da água em vários pontos do DF, emitiu vários atos autorizativos para ações e eventos nas UCs e promoveu todas as reuniões ordinárias mensais planejadas para o ano da Comissão de Permanente de Planejamento. *Com informações do Brasília Ambiental
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Semana da Saúde é encerrada com caminhada no Parque Saburo Onoyama
Uma caminhada no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, marcou o encerramento da 18ª Semana da Saúde e Segurança do Trabalho do Instituto Brasília Ambiental. A atividade reuniu servidores da autarquia em um momento de integração e incentivo à adoção de hábitos voltados ao bem-estar e à qualidade de vida. Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ações como essa reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com a saúde e o bem-estar. “Promover a integração e incentivar hábitos saudáveis é fundamental para garantir uma vida mais equilibrada, plena e de qualidade para todos”, destacou. A 18ª Semana da Saúde e Segurança do Trabalho do Instituto Brasília Ambiental foi encerrada nessa quinta (9) com atividades físicas e caminhada ao ar livre | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Durante toda a semana, palestras abordaram temas relacionados à saúde física e mental dos colaboradores. A iniciativa ainda incluiu ações práticas, como oficina de dança, vivência de técnicas de redução de estresse e a atividade “Cuidar de si para cuidar do todo”, reforçando a importância do autocuidado no ambiente de trabalho. O presidente da autarquia, Rôney Nemer, ressaltou a relevância da integração entre os servidores. “Hoje o Brasília Ambiental é um órgão do qual todos falam com orgulho, e eu agradeço muito ao apoio de todos vocês. Isso não é mérito de uma pessoa só. Não existe vitória individual, existe vitória de um time, de uma equipe que trabalha unida e constrói esse legado”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]As atividades foram encerradas nessa quinta-feira (9) com caminhada, exercícios laborais, café da manhã e sorteio de brindes no Parque Ecológico Saburo Onoyama. Segundo o superintendente de Administração Geral, Ricardo Roriz, cuidar da saúde dos servidores é fundamental para o bom funcionamento do serviço público. “Uma administração pública em que os servidores estão doentes ou estressados não é produtiva. Temos a obrigação de cuidar das nossas grandes joias, que são nossos servidores”, frisou. O agente de unidades de conservação Juliano Souza, responsável pela unidade, também destacou a importância do espaço para a comunidade. “O Parque Saburo Onoyama é um espaço democrático. Ele acolhe pessoas que, muitas vezes, não têm condições de buscar lazer em outros locais, e hoje vocês terão essa oportunidade”, afirmou. A iniciativa teve como objetivo promover a conscientização sobre a saúde integral do servidor e fortalecer a integração entre as equipes do Brasília Ambiental, em um ambiente de troca, aprendizado e incentivo à qualidade de vida. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Audiência pública debate impacto de novo residencial no Jardim Botânico
Agência Brasília · AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE IMPACTO DE NOVO RESIDENCIAL NO JARDIM BOTÂNICO O Instituto Brasília Ambiental publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (29) o aviso de audiência pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do empreendimento Villa Del Parco. O projeto está localizado no Quinhão 6 da Fazenda Taboquinha, no Setor de Habitações Individuais Sul, Chácara Palmeiras, acesso pela Avenida do Sol, na Região Administrativa Jardim Botânico. A audiência terá formato virtual, com ponto de acesso presencial e transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Brasília Ambiental. O evento está marcado para 30 de outubro, com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. Imagem: Brasília Ambiental “Nas audiências públicas são debatidos assuntos importantes, que impactarão na vida das pessoas, no meio ambiente e no futuro da nossa cidade, e que devem ser tomadas com o respaldo da sociedade”, ressaltou a vice-governadora Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou a importância da participação da comunidade nessas iniciativas. “As audiências visam a proporcionar uma maior participação popular nas tomadas de decisões, pois é quando a comunidade se informa, opina, contribui. Assim, os gestores públicos podem conduzir os processos decisórios com mais legitimidade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Estudos, documentação e regulamento do evento, bem como o aviso de audiência pública, já estão disponíveis no site do Brasília Ambiental. As instruções relativas aos canais de transmissão e aos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias antes da data de realização do evento, também no site da autarquia. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Workshop debate licenciamento ambiental
Agência Brasília · WORKSHOP DEBATE LICENCIAMENTO AMBIENTAL O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF), realizou nesta quinta-feira (18) a terceira edição do Workshop de Licenciamento Ambiental 2025, que tem a ideia de reunir a autarquia governamental com empreendedores e consultores para um momento de diálogo, assistência e esclarecimentos sobre o licenciamento ambiental. Na abertura do evento, a superintendente de Licenciamento (Sulam), Nathália Almeida, falou sobre a relevância do tema. “O licenciamento ambiental é uma ferramenta importante para a sustentabilidade ambiental e, também, dos negócios no Distrito Federal. E nosso papel é apoiar tanto o Governo, no atendimento da legislação quanto ao setor produtivo e a sociedade civil organizada, na prestação de serviço de forma mais célere”. Também estiveram presentes o vice-presidente da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), José Fernando Ferreira; a analista do Sebrae/DF Cristiane Galvão; e o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRC/DF), Darlan Barbosa, que discursaram sobre a oportunidade desse espaço de cooperação para os empreendedores conhecerem mais sobre o regramento do licenciamento ambiental e para a melhoria do cenário de negócios. O objetivo da iniciativa foi reunir a autarquia governamental com empreendedores e consultores para um momento de diálogo, assistência e esclarecimentos sobre o licenciamento ambiental | Foto: Divulgação O 3º Workshop teve entre os principais objetivos abordar, de um modo geral o que é o licenciamento ambiental, os tipos de autorizações que podem ser concedidas pelo Brasília Ambiental e apresentar as principais novidades da recente Instrução Normativa 11/2025, que estabelece o fluxo do processo de licenciamento e autorização ambiental, no âmbito da autarquia. Ainda nos tópicos do encontro foi apresentado um passo a passo de como os interessados devem proceder na plataforma de peticionamento eletrônico Harpia, para realizar e acompanhar os processos administrativos de forma remota; as atividades que recebem autorização ambiental por meio da plataforma de integração de órgãos e informações que facilita o registro e a legalização de empresas (RedeSIM DF) gerida pela Jucis/DF e as atividades econômicas passíveis de dispensa de licenciamento. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou sobre o evento do Brasília Ambiental realizado no auditório do Sebrae-DF. “O Workshop é uma forma de o órgão ambiental evoluir e otimizar o processo de licenciamento ambiental trazendo padronização e agilidade no atendimento a esse setor da sociedade que faz o DF prosperar e se desenvolver”. E o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, acrescenta: “É um momento para os participantes tirarem suas dúvidas e trabalharmos lado a lado, em equilíbrio com o crescimento econômico e a preservação ambiental”. *Com informações do Brasília Ambiental
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Parque Ecológico Sucupira, em Planaltina, recebe mutirão de limpeza em ação internacional
Agência Brasília · PARQUE ECOLÓGICO SUCUPIRA, EM PLANALTINA, RECEBE MUTIRÃO DE LIMPEZA EM AÇÃO INTERNACIONAL O Instituto Brasília Ambiental participou, nesta quarta-feira (17), do 1º Mutirão da Superintendência de Unidades de Conservação (Sucon), realizado no Parque Ecológico Sucupira, em Planaltina. A ação, desdobramento da Plenária de Planejamento da superintendência, reuniu servidores do órgão, funcionários da CNP Seguros Holding Brasil, parceiros institucionais e moradores da comunidade local. O mutirão integrou a programação do World Cleanup Day, evento internacional promovido pela organização This Is Eco, com apoio da CNP Seguros Holding Brasil. A campanha, chancelada pela Organização das Nações Unidas (ONU), ocorre simultaneamente em mais de 190 países e mobiliza milhões de pessoas em atividades de limpeza de espaços naturais e urbanos. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância da iniciativa. “A ação é um momento de conscientização coletiva e reforça a necessidade de cuidarmos juntos do nosso Cerrado”, afirmou. A campanha, chancelada pela Organização das Nações Unidas (ONU), ocorre simultaneamente em mais de 190 países e mobiliza milhões de pessoas em atividades de limpeza de espaços naturais e urbanos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, também elogiou o engajamento da equipe. “O amor e a dedicação da nossa equipe vão muito além da obrigação. É bonito, nos contagia e nos ensina a cuidar dos recursos naturais com o carinho que de fato merecem”, disse. Para a diretora de Planos de Manejo e Criação de Unidades de Conservação (Dipuc), Carolina Lepsch, a participação no movimento reforça o compromisso institucional com a gestão integrada, a sustentabilidade e o engajamento comunitário. Segundo ela, a atividade marca o início de uma série de ações colaborativas previstas para ampliar a atuação do instituto nas unidades de conservação do DF. *Com informações do Brasília Ambiental
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Plano de manejo do Parque Distrital Salto do Tororó é aprovado
Agência Brasília · PLANO DE MANEJO DO PARQUE DISTRITAL SALTO DO TORORÓ É APROVADO O Instituto Brasília Ambiental publicou nesta quinta-feira (4), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Instrução Normativa nº 17/2025, que aprova o plano de manejo do Parque Distrital Salto do Tororó, unidade de conservação de proteção integral administrada pelo órgão. O documento estabelece as normas gerais e as zonas de manejo para a área protegida. O plano de manejo do Salto do Tororó visa promover o equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O plano recém-divulgado é uma ferramenta estratégica para a gestão, ao promover o equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e o uso sustentável dos recursos. “O cuidado com o meio ambiente faz parte das políticas públicas da nossa gestão. Instrumentos como este garantem que o uso do espaço seja feito com responsabilidade, pensando no bem-estar das futuras gerações”, destacou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A elaboração e a consolidação da instrução normativa contaram com a participação ativa da comunidade local. “O plano de manejo é um marco importante para o Parque Distrital do Salto do Tororó. Ele orienta a proteção, a pesquisa e a visitação. Nosso próximo desafio, agora, será a implantação das ações previstas”, comentou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]Proteção integral Os parques distritais fazem parte da categoria de unidades de conservação de proteção integral, de uso mais restrito, cujo objetivo é preservar ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica. Essa modalidade possibilita a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, além de recreação em contato com a natureza. A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no plano de manejo da unidade, assim como a pesquisa científica, que depende de prévia autorização do órgão responsável pela administração. Tororó O Parque Distrital Salto do Tororó, localizado na região administrativa do Jardim Botânico, é conhecido por abrigar uma das mais altas e belas cachoeiras do DF, reforçando sua vocação para o turismo ecológico. A unidade de conservação é habitat de uma rica fauna do Cerrado, onde podem ser observadas diversas espécies de aves, entre elas o beija-flor-de-orelha-violeta, o pica-pau-de-topete-vermelho, o sanhaço-de-coleira e o sabiá-laranjeira, entre outras. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Brasília Ambiental recebe 300 Kits de EPIs e materiais para resgate de fauna
Agência Brasília · (1) 30-06-2025 - BRASÍLIA AMBIENTAL RECEBE 300 KITS DE EPIS E MATERIAIS PARA RESGATE DE FAUNA Na manhã desta segunda-feira (30), o Instituto Brasília Ambiental recebeu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs), voltados à atuação da brigada florestal, além de materiais para o resgate de fauna silvestre. Os itens foram entregues à autarquia via compensação ambiental. A cerimônia de assinatura do Termo de Recebimento foi realizada na sede do instituto. Os kits de EPIs foram entregues pela empresa Cimento Planalto S/A (Ciplan). Cada um deles é composto por capacete, balaclava, blusão, calça, um par de luvas e um par de botas-coturnos. “Para nós, é uma honra contribuir com a segurança dos brigadistas do Brasília Ambiental. Essa parceria reforça nosso compromisso com o meio ambiente e com a valorização do trabalho dos profissionais que atuam na linha de frente”, afirmou Amanda Vieira, analista ambiental da empresa. Os kits de EPIs foram entregues pela empresa Cimento Planalto S/A (Ciplan) | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental Já a FGR Construtora Jardins Genebra S/A fez a entrega dos seguintes itens: caixa para transporte de animais de pequeno e médio porte; cambão em aço inoxidável com trava automática; lanterna de cabeça e tambor bombona de 80 Litros. Esses materiais, essenciais ao resgate de animais silvestres, serão utilizados pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e pelas equipes das Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) e de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento (Sufam) do Brasília Ambiental. “Estamos aqui para prestigiar e agradecer a oportunidade de contribuir para este momento em prol do meio ambiente. A contribuição da FGR reforça nossa responsabilidade socioambiental e parceria com o poder público”, destacou o gerente de Novos Negócios da FGR, Eduardo Bueno. “Esse material é de grande utilidade, tendo em vista que o Batalhão Ambiental faz 99,9% dos resgates de animais silvestres no Distrito Federal. E, muitas vezes, só uma aquisição pela Política Ambiental, por exemplo, torna-se inviável. Então, por isso é sempre bem-vinda a colaboração dos órgãos, como o Brasília Ambiental, para a aquisição desse material, a fim de facilitar o nosso serviço e, consequentemente, melhorar o meio ambiente do DF”, afirmou comandante do BPMA, o tenente-coronel Adelino José Júnior. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, agradeceu a participação de todos e destacou a importância do trabalho em conjunto A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, celebrou a entrega: “Estamos fortalecendo as ações de combate aos incêndios florestais e de proteção à fauna do nosso Cerrado. Esse tipo de parceria mostra o quanto a gestão pública pode ser eficiente quando atua com responsabilidade e compromisso com a preservação ambiental”. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, agradeceu a participação de todos e destacou a importância do trabalho em conjunto: “A parceria com o BMPA é fundamental para o sucesso das nossas ações de proteção à fauna. No que for necessário em termos de equipamento, estamos prontos para atender. Temos recursos oriundos de compensações ambientais, que, embora decorrentes de danos ambientais, precisam ser transformados em soluções. É nossa obrigação aplicar esses recursos com responsabilidade, para garantir estrutura adequada a quem está na linha de frente do resgate e cuidado com os animais. O dinheiro não é do Ibram, da PM ou da Secretaria do Meio Ambiente [Sema], é da sociedade, dos impostos e da obrigação legal de quem impacta o meio ambiente. Nosso compromisso é reverter esse investimento em ações concretas de preservação e cuidado com o Cerrado e sua fauna”. O secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, prestigiou a entrega e elogiou o desempenho dos agentes ambientais da autarquia que estão na ponta. “Vocês desempenham esse trabalho de forma árdua e significativa”. Também reforçou as palavras do presidente da autarquia: “Preciso dizer, Rôney, você foi muito cirúrgico, quando falou que o dano precisa ser contido. A compensação ambiental ocorre, de fato, porque já houve o dano ambiental, mas a lei determina que esse dano deve ser compensado, e a gente tem tratado o meio ambiente de forma muito responsável, providenciando que essa compensação aconteça. Parabéns às duas empresas. Eu e o Rôney temos construído uma política ambiental de mudança”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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GDF lança Operação Verde Vivo para reforçar combate a incêndios florestais
Governo do Distrito Federal · GDF LANÇA OPERAÇÃO VERDE VIVO PARA REFORÇAR COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS Para manter e preservar o Cerrado verde e vivo, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta quarta-feira (30), uma operação para reduzir e prevenir incêndios florestais. Planejada ao longo do ano e realizada anualmente durante o período de estiagem, a ação terá o suporte de viaturas especializadas, brigadas florestais, aeronaves e ferramentas de georreferenciamento para o monitoramento das áreas mais suscetíveis aos incêndios florestais. Lançada nesta quarta (30), na Praça do Buriti, a Operação Verde Vivo 2025 une governos local e federal na prevenção aos incêndios florestais | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A Operação Verde Vivo 2025 é uma ação conjunta dos governos local e federal – a solenidade de lançamento na Praça do Buriti contou com aproximadamente mil militares e reuniu servidores do Grupamento de Proteção Ambiental (Gpram) do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Brasília Ambiental (Brasília Ambiental). No lançamento, a vice-governadora Celina Leão afirmou que a operação de combate e prevenção aos incêndios é cuidadosamente planejada, com foco especial nas áreas de mata mais vulneráveis: “Além da atuação direta, há um trabalho preventivo realizado junto às comunidades rurais, para que estejam engajadas antes do período mais crítico da seca. Esse engajamento da população foi essencial no enfrentamento da seca histórica do ano passado, reduzindo significativamente as queimadas”. Ela destaca que a estratégia envolve inteligência, tecnologia e prevenção, com profissionais já mobilizados para mapear áreas de risco e iniciar ações preventivas, inclusive o uso do fogo controlado, aplicado com acompanhamento técnico para evitar grandes incêndios. A operação é coordenada pelo Corpo de Bombeiros, mas envolve diversas secretarias, como Meio Ambiente e Segurança Pública. A vice-governadora Celina Leão observou que o trabalho preventivo também é realizado junto às comunidades rurais: "Esse engajamento da população foi essencial no enfrentamento da seca histórica do ano passado” Segundo o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a participação da comunidade é essencial para identificar movimentações suspeitas e prevenir incêndios, muitos dos quais têm origem criminosa. “Essa parceria com as forças de segurança é crucial para evitar danos, especialmente nas áreas rurais durante o período de seca”, afirma. O comandante do CBMDF, Leonardo Raslan, explica que, durante a operação, parte do efetivo, equipamentos e viaturas específicas são mobilizados exclusivamente para esse tipo de ocorrência, que tende a aumentar entre os meses de maio e outubro. “Embora não haja novidades operacionais neste ano, o diferencial está no foco total da equipe, que é destacada unicamente para o combate aos incêndios florestais”. Raslan ressalta ainda a importância da colaboração da população, sobretudo nas áreas rurais, e informa que estão sendo produzidos vídeos educativos com orientações sobre prevenção, como a realização de aceiros. Ele ressalta que, embora não seja possível impedir totalmente os incêndios, o trabalho do Corpo de Bombeiros busca garantir que eles causem o menor prejuízo possível. “Ainda está chovendo, e nós estamos numa fase em que os militares são mobilizados de acordo com a necessidade do momento. Combate a incêndio faz parte do nosso trabalho. Mas, diante da gravidade da situação, acionamos a fase máxima de resposta”, ressalta o comandante. Leonardo Raslan, comandante do CBMDF: “Embora não haja novidades operacionais neste ano, o diferencial está no foco total da equipe, que é destacada unicamente para o combate aos incêndios florestais” As operações são realizadas de forma integrada. Em janeiro deste ano, o GDF adquiriu um novo helicóptero com o objetivo de reforçar as ações, tanto no transporte de tropas quanto no combate aos incêndios por meio do lançamento de água. De acordo com o tenente-coronel Daniel Saraiva, que também atua como copiloto de helicóptero, o apoio aéreo, com aeronaves de asa fixa e rotativa, é fundamental para reduzir as chamas e permitir que os combatentes atuem com mais segurança e proximidade. [LEIA_TAMBEM]Além disso, esse apoio agiliza o tempo de resposta e possibilita o lançamento das equipes diretamente nos pontos estratégicos de combate. A efetividade do uso do apoio aéreo, segundo o tenente Saraiva, só é garantida com a atuação integrada das equipes em solo. “Por isso, há uma estreita cooperação entre o Grupamento de Proteção Ambiental e o Comando de Aviação Operacional, para garantir que o serviço seja realizado da melhor forma possível”, explica. As ações da Operação Verde Vivo 2025 são divididas em fases: - Fase de Preparação e Prevenção: Foco na capacitação das equipes e no planejamento logístico, garantindo que os militares e os recursos estejam prontos para atuar de forma eficaz. Envolve também ações educativas junto à comunidade, campanhas de conscientização, visitas técnicas, atividades de fiscalização ambiental e a realização de queimadas prescritas. - Fase de Combate: Período de maior risco de incêndios, marcado pelo aumento da seca e dos focos de calor. As equipes são posicionadas estrategicamente para garantir resposta rápida e efetiva. - Fase de Desmobilização e Avaliativa: Etapa final da operação, dedicada à análise dos resultados alcançados e dos impactos ambientais e operacionais, com o objetivo de aprimorar futuras edições da ação. Para o tenente-coronel Daniel Saraiva, o uso de helicópteros nas operações é fundamental para reduzir as chamas e permitir que os combatentes atuem com mais segurança e proximidade Prevenir também é combater Adotar medidas preventivas tem sido uma tônica neste assunto. Em 2024, o GDF adotou uma série de medidas preventivas contra incêndios florestais, começando com a decretação de estado de emergência ambiental em abril, o que viabilizou a contratação de 150 brigadistas. Foram realizadas queimas prescritas e aceiros preventivos em áreas estratégicas, como a Estação Ecológica de Águas Emendadas, além da intensificação da Operação Verde Vivo a partir de junho, com foco tanto em prevenção quanto em combate direto aos focos de incêndio. Ações educativas também marcaram o período, incluindo blitze com estudantes para conscientizar a população sobre os riscos de incêndios ambientais. No auge do período seco, em setembro, o DF enfrentou incêndios de grande proporção, especialmente no Parque Nacional de Brasília. O GDF respondeu com uma força-tarefa para investigar possíveis causas criminosas, mobilizou militares, suspendeu as férias dos bombeiros e autorizou escolas a interromperem as aulas devido à fumaça. O incêndio foi controlado em três dias e a Polícia Civil prendeu quatro suspeitos. O governador Ibaneis Rocha sobrevoou as áreas afetadas e participou de reuniões com o governo federal para alinhar estratégias de enfrentamento aos incêndios florestais. À época, dois mil servidores do expediente administrativo foram convocados para atuar no combate às queimadas.
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Parque Ecológico Olhos D’Água abriga biblioteca organizada pela comunidade
Em meio à natureza, à pista de caminhada e aos equipamentos de musculação, o Parque Ecológico Olhos D’Água, na Asa Norte, abriga um espaço de conhecimento e interação social e cultural. Criada há mais de dez anos, a biblioteca comunitária fica em uma sala na sede localizada na entrada da unidade de conservação. Na biblioteca do Parque Ecológico Olhos D’Água, qualquer pessoa pode levar uma obra por vez para ler – a contrapartida é a doação de outro livro | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Surgiu de forma bem espontânea, por um interesse da comunidade”, revelou a superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, Marcela Versiani. “A gente percebe que cada parque traz uma especificidade da comunidade e isso faz parte do conceito das unidades de conservação, que espelham o que a comunidade busca em meio à atividade ao ar livre.” O acervo composto por doações é bastante diversificado. Há livros religiosos, literários, científicos e informativos. A organização fica por conta de voluntários. O espaço funciona de forma espontânea, sem registro de retirada dos livros. Qualquer pessoa pode levar uma obra por vez para ler. A contrapartida é a doação de outro livro. A nutricionista Nadir Naupe, 38 anos, é uma das frequentadoras da biblioteca. Ela conta que há algumas semanas pegou emprestada uma obra sobre espiritismo. “Acho muito legal ser um local em que podemos pegar o livro e levar para casa. É um espaço que funciona, porque nunca faltam livros, está sempre cheio de opções. É uma iniciativa muito importante”, afirmou. Na capital federal de férias, o jornalista inglês Jack Ball, 31, que estava aproveitando seu momento de leitura no parque, destacou a importância do projeto. “Acho que as bibliotecas são importantes em qualquer lugar do mundo, porque o conhecimento está lá. Dentro de um parque, criam uma perfeita combinação entre a natureza e o conhecimento. É uma forma de aprendizado em um espaço de paz e felicidade”, disse. A nutricionista Nadir Naupe é uma das frequentadoras da biblioteca: “É um espaço que funciona, porque nunca faltam livros, está sempre cheio de opções Além da biblioteca, a estrutura do Parque Ecológico Olhos D’Água oferece uma coopervia de 2.050 metros, trilhas calçadas, parquinho infantil, banheiros públicos e viveiros com plantas medicinais, nativas e exóticas. Há ainda áreas gramadas e cobertas, chuveiros e equipamentos de ginástica, incluindo uma estrutura pensada especialmente para pessoas idosas. O espaço funciona todos os dias das 5h30 às 20h (portão principal). As entradas laterais ficam abertas entre 6h e 18h.
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Venda e uso de fogos de artifício com barulho são proibidos no Distrito Federal; saiba as regras
Fim de ano é quase sinônimo de fogos de artifício. Mas, ao menos aqui no Distrito Federal, isso quer dizer apenas luzes no céu, nada de barulho. Desde 2023, uma portaria conjunta da Secretaria de Segurança Pública e do Brasília Ambiental proíbe o manuseio, a utilização e a comercialização de fogos com estampido. Os artefatos não podem ultrapassar 100 decibéis — medidos a 100 metros de altura — e não podem ser usados em eventos com participação de animais ou em áreas próximas a zoológicos, santuários, abrigos, parques públicos e áreas de preservação permanente. O objetivo é promover um ambiente mais tranquilo e seguro àqueles que são mais sensíveis a sons altos, como pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos e animais de estimação. Os artefatos não podem ultrapassar 100 decibéis — medidos a 100 metros de altura — e não podem ser usados em eventos com participação de animais ou em áreas próximas a zoológicos, santuários, abrigos, parques públicos e áreas de preservação permanente | Foto: Divulgação “A lei foi regulamentada em 2023. A partir de então, todos os eventos que utilizam fogos de artifícios precisam de autorização. Essa autorização é dada pela Divisão de Armas, Munições e Explosivos (Dame) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O Brasília Ambiental é consultado no caso de interferência em áreas com unidade de conservação e fauna. Após as autorizações emitidas, a fiscalização ambiental vai fazer o monitoramento”, detalha a superintendente de Fiscalização e Monitoramento Ambiental do Brasília Ambiental, Simone Moura, acrescentando que, em 2024, não houve autuações por excesso de barulho, apenas uma por uso em local não permitido. A venda dos artefatos também é fiscalizada. Os interessados em comprar fogos de artifício precisam de uma autorização junto às autoridades do governo e essa compra só pode ser feita em comércios cadastrados. “A soltura eventual, pelo cidadão, é precedida pela compra dos fogos em lojas especializadas e que só podem vender os tipos de fogos sem estampidos. As lojas aqui no DF não podem vender fogos com estampido acima de 100 decibéis e essa fiscalização é feita pela Dame”, aponta Simone Moura. O uso dos fogos deve ser comunicado à Polícia Civil com antecedência mínima de 10 dias. As regras valem para eventos públicos e particulares, em recintos abertos ou fechados, para pessoas físicas e jurídicas. O descumprimento pode ser enquadrado no artigo 253 do Código Penal, que prevê pena de seis meses a dois anos de detenção e multa. Campanha O Instituto Cultural e do Bem-Estar Animal (ICBEM), com apoio do Brasília Ambiental e da Secretaria de Proteção Animal, tem realizado uma campanha contra os fogos de artifício neste fim de ano. O grupo defende o uso de fogos de baixo estampido como uma alternativa aos tradicionais. A ação prevê, entre outras coisas, a fiscalização de lojas, blitz para orientar a população e campanha nas redes sociais, por meio da tag #FogosSemRuido. Caso a população flagre uma violação dessas normas, pode fazer uma denúncia anônima à Polícia Civil pelo número 197, ou à Polícia Militar, pelo número 190. É possível denunciar ainda pela Ouvidoria Geral do Governo do Distrito Federal, pelo telefone 162 ou pelo site www.ouv.df.gov.br. Nesse caso, a denúncia será encaminhada ao Brasília Ambiental.
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Sistema monitora a intensidade das chuvas no DF e auxilia no planejamento de ações preventivas
Cada gota de chuva que cai no Distrito Federal não é percebida só pelo cidadão, mas pelo GDF que, para atuar preventivamente na drenagem da cidade, mensura a intensidade da precipitação e a quantidade de água. O acompanhamento é feito pelas 62 estações pluviométricas que integram o Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas Intensas (Simcurb), coordenado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) em parceria com o Instituto Brasília Ambiental, a Companhia Ambiental de Saneamento do DF (Caesb) e a Universidade de Brasília (UnB). “Os dados e as informações são um ativo muito importante para a gestão. Nosso objetivo é medir a quantidade de chuva que cai em Brasília, para entender o fenômeno que ela causa na drenagem urbana da cidade”, explica o chefe de Tecnologia da Informação da Adasa, Geraldo Barcellos. “De posse desses resultados conseguimos entregar para o governo as possibilidades de melhorias de drenagem”. A Adasa é a responsável pelo maior número de equipamentos do Sistema de Monitoramento de Chuvas Urbanas Intensas (Simcurb) | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O sistema conta com dados históricos coletados desde a criação em 2020. Este ano, as primeiras chuvas após o período de estiagem foram registradas entre 27 e 28 de setembro nas regiões de Ceilândia e do Sol Nascente/Pôr do Sol. Até agora, o Plano Piloto foi a cidade onde mais choveu: um acumulado de 50 milímetros em uma semana. Mapa das precipitações A Adasa é a responsável pelo maior número de equipamentos do sistema, um total de 40. Os demais são dos outros órgãos: 13 da Caesb, quatro da UnB, três do Brasília Ambiental e dois da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA). No próximo ano, a Adasa pretende ampliar o sistema com a implantação de 42 novas estações de monitoramento, com 20 substituindo equipamentos existentes nos pontos dos parceiros e 22 sendo instalados em novos pontos, expandindo a cobertura em todo o DF. Cada uma das estações conta com um pluviógrafo e um transmissor de dados. A chuva é captada num funil que concentra a água em uma báscula. A cada 0,02 milímetros, o dispositivo vira a água no recipiente, e calcula a intensidade e a quantidade de chuva que caiu. Cinco basculadas representam um milímetro. Esses dados são enviados a um datalog que registra data, hora, minuto e segundo e transmite para o servidor Simcurb Web. “Os dados e as informações são um ativo muito importante para a gestão. Nosso objetivo é medir a quantidade de chuva que cai em Brasília, para entender o fenômeno que ela causa na drenagem urbana da cidade”, explica o chefe de Tecnologia da Informação da Adasa, Geraldo Barcellos “Pelo sistema temos um mapa de precipitações, que é um mapa de gotas”, explica o coordenador de Monitoramento e Fiscalização da Superintendência de Drenagem Urbana da Adasa, Leonardo Leoi. “No último ano hidrológico – que vai mais ou menos de setembro a agosto do outro ano –, tivemos estações em que choveu em média 1.650 milímetros e outras em que choveu 800 milímetros. Só daí você vê como chove diferente no Distrito Federal”, acrescenta. Os dados do sistema já apontam que Ceilândia, Taguatinga e Sol Nascente/Pôr do Sol são as regiões onde há mais precipitações, enquanto Varjão e Sobradinho II contam com o menor número de registros de gotas de chuva. Informações como essas são fundamentais para a tomada de decisões do Governo do Distrito Federal (GDF) em relação à drenagem pluvial das cidades. “O que nós descobrimos até agora é que o DF chove diferente em cada região. Então, quando tivermos uma base histórica e uma massa de dados suficiente poderemos ter curvas de Intensidade, Duração e Frequência (IDFs) regionalizadas. Ou seja, soluções de drenagem para cada região. Isso vai fazer com que não só fique mais acertado o sistema de drenagem, como a economia ao erário, porque poderemos investir no sistema de drenagem das áreas que mais precisam”, destaca o coordenador. Prevenção Para além do investimento no sistema de monitoramento para melhorar a drenagem da capital federal, durante as chuvas, é importante que a população colabore com o descarte correto de resíduos sólidos para manter ralos e bocas de lobo desobstruídas, prevenindo alagamentos. “Por mais que o sistema esteja sendo ampliado para melhor atender a população, nós precisamos muito de todos. Evitando jogar lixo nos lugares errados, porque o descarte incorreto acaba tampando as bocas de lobo e prejudicando toda uma população”, alerta Luciano Leoi.
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Comissão para emergências ambientais é apresentada a policiais rodoviários
O Instituto Brasília Ambiental participou da Semana Nacional do Meio Ambiente, promovida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Nesta segunda-feira (3), a autarquia apresentou uma palestra sobre a Comissão Distrital do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (CD-P2R2). A servidora Ana Caroline Oliveira apresentou a CD-P2R2 para os participantes da Semana Nacional do Meio Ambiente da PRF | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental “Essa foi uma oportunidade de explicar a função, os objetivos da comissão no Distrito Federal e a importância da participação da PRF nos trabalhos e nos atendimentos. A Polícia Rodoviária está iniciando um protocolo de atendimento que já está sendo produzido pelo comitê. Com isso, vão aderir e participar mais ativamente da comissão”, comentou a representante do Brasília Ambiental na CD-P2R2, Ana Caroline Oliveira. A comissão foi criada a partir da publicação do decreto nº 38.528/2017, tendo como objetivo integrar instituições para o atendimento de situações emergenciais, estabelecendo seus respectivos níveis de competência, bem como definir as responsabilidades do poder público e setores privados em casos de acidentes e otimizar recursos humanos, financeiros e treinamento contínuo dos profissionais/equipes engajados ao plano, para ampliar a capacidade de resposta em ocorrências. Além do Brasília Ambiental e do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), o comitê é composto pela Defesa Civil, Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF), Departamento de Trânsito do DF (Detran), DF Legal, Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER), Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), Secretaria de Saúde (SES), Secretaria de Mobilidade (Semob), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Ministério Público (MPDFT). *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Estande da Seagri foi destaque na AgroBrasília
Com a marca de R$ 5,1 bilhões em negócios realizados – um crescimento significativo de 6,2% em comparação ao ano anterior quando foram registrados R$ 4,8 bilhões em propostas comerciais – e a visita de mais de 174 mil pessoas, a 15ª AgroBrasília, encerrada em 25 de maio, teve presença marcante da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri). O governador Ibaneis Rocha assinou um acordo de cooperação técnica para o projeto Pró-Águas, que investe no reflorestamento | Foto: Divulgação/Seagri O estande da Seagri contou com parcerias da Ceasa, do Instituto Brasília Ambiental e das secretarias da Mulher (SMDF), de Cultura e Economia Criativa (Secec) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). O espaço ofereceu palestras e atendimento especializado, oficinas sobre empreendedorismo rural e medidas para simplificar o licenciamento ambiental junto ao Brasília Ambiental. Cooperação técnica Durante sua visita à feira, o governador Ibaneis Rocha assinou um acordo de cooperação técnica para a implementação do projeto Pró-Águas, que busca o reflorestamento de áreas degradadas e a recuperação de nascentes, em parceria com instituições governamentais, privadas e comunidades locais. Na ocasião, também houve a assinatura do decreto Pró-Rural/DF e Ride (Região Integrada de Desenvolvimento Econômico) que oferece benefícios como créditos e incentivos ambientais e fiscais, com impacto positivo na economia local e no agronegócio. Ações da Seagri O secretário de Agricultura lançou o plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono), que visa à recuperação de pastagens degradadas, sistemas integrados de produção, plantio direto e uso de bioinsumos. Recentemente assinado em decreto pelo governador, o plano destaca-se como uma iniciativa estratégica para promover práticas sustentáveis no setor agrícola. “A AgroBrasília é reflexo da força do agro do Distrito Federal, do grande, do médio, do pequeno produtor, incluindo os familiares, e mostra o quanto o produtor do Distrito Federal está sedento e aberto a novas tecnologias visando, principalmente, ao aumento de produtividade e à utilização da forma mais sustentável e otimizada das suas áreas rurais”, afirmou o secretário. Além disso, o titular da Seagri assinou um acordo importante para o projeto Reflorestar o DF, comprometendo-se a implementar medidas para a sustentabilidade ambiental. Ele entregou ainda cartas de crédito do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), garantindo investimentos em diferentes setores agrícolas, desde sistemas de irrigação até energia fotovoltaica, para impulsionar assim o desenvolvimento rural do Distrito Federal. O estande da Seagri atuou como uma vitrine do trabalho desempenhado pela pasta, com destaque para a promoção de práticas agrícolas sustentáveis e promoção de parcerias estratégicas com outras instituições, reafirmando o papel da secretaria na construção de um setor agrícola mais próspero e sustentável para o futuro do DF. *Com informações da Seagri
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Fluxos de compensação ambiental e florestal são atualizados
O Instituto Brasília Ambiental atualizou o processo administrativo e contábil para os fluxos de compensação ambiental e florestal desenvolvidos pelo órgão. A Instrução Normativa n° 3 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na última sexta-feira (24), e estabelece os procedimentos para a destinação e a execução de recursos da compensação ambiental e florestal, bem como para a fiscalização, o controle e o registro patrimonial e contábil dos bens e serviços custeados por essas verbas. Arte: Brasília Ambiental Segundo o chefe da Unidade de Compensação Ambiental e Florestal (Ucaf) do Brasília Ambiental, Willian Alves, esta alteração deve-se a mudanças na organização do órgão, com o objetivo de melhorar e alinhar o fluxo do processo, além de promover a articulação entre as unidades. “Apresentamos esse novo texto para um uso mais adequado e para que seja alcançada maior eficiência dos recursos públicos, fazendo com que a política pública de implantação, manutenção e proteção das unidades de conservação sejam mais efetivas”, explicou. A compensação ambiental é aplicada aos casos em que o licenciamento ambiental de determinado empreendimento ou atividade acarreta impactos negativos, significativos e não mitigáveis ao ambiente O presidente da autarquia, Rôney Nemer, endossou a necessidade das adequações. “No mundo ideal, não haveria esse recurso de compensação; mas para que haja o equilíbrio entre o desenvolvimento e a sustentabilidade, é necessário estarmos sempre atentos às formas corretas de gerir esses recursos”. Compensação A compensação ambiental é uma das principais ferramentas instituídas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc) e pelo Sistema Distrital de Unidades de Conservação (Sduc) para criação e manutenção de unidades de conservação e da natureza. É baseada no Princípio do Poluidor-Pagador (PPP) e aplicada aos casos em que o licenciamento ambiental de determinado empreendimento ou atividade acarreta impactos negativos, significativos e não mitigáveis ao ambiente. A definição do valor da compensação ambiental leva em consideração o grau de impacto do empreendimento sobre os diversos compartimentos do ambiente natural, como a fauna, a flora e os recursos abióticos, além de considerar aspectos sociais da área afetada pela atividade ou empreendimento. A compensação florestal, por sua vez, está relacionada intimamente aos impactos decorrentes da supressão de vegetação, vinculada ou não a procedimentos de licenciamento ambiental. Em ambos os casos, a destinação dos recursos se dá por meio de deliberação colegiada da Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf), que define o objeto a ser custeado com os recursos e a unidade de conservação a ser beneficiada. Atualmente, a Câmara de Compensação Ambiental e Florestal é composta por 11 membros, com representantes do Brasília Ambiental, da Secretaria de Meio Ambiente, da Universidade de Brasília, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e de membros da sociedade civil organizada. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Audiência pública debate impacto ambiental de conjunto habitacional em Sobradinho II
Nesta terça-feira (30), às 19h, o Instituto Brasília Ambiental realiza audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto Ambiental Complementar (Riac) para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental (licença de instalação) do Residencial Calliandra. O empreendimento está localizado às margens do Córrego Paranoazinho, na Bacia Hidrográfica do Rio São Bartolomeu, região do Grande Colorado, nos limites de Sobradinho II. Arte: Brasília Ambiental Segundo a Superintendência de Licenciamento do Instituto, o encontro ocorre presencialmente no escritório da Urbanizadora Paranoazinho, localizado no Edifício Hyara Center, Lote 6B, Jardim Europa II, Avenida São Francisco, no Grande Colorado. O evento também poderá ser acompanhado, ao vivo, pelo canal do YouTube do Brasília Ambiental, com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Todos os estudos, assim como as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições, estão disponíveis no site do Instituto. “As audiências públicas são parte do procedimento de licenciamento ambiental de empreendimentos de maior impacto. Nelas, são divulgados à comunidade afetada todos os impactos previstos durante as obras e funcionamento da atividade. Também é uma oportunidade de receber críticas, sugestões e demais contribuições para que o empreendimento reflita o olhar da sociedade sobre ele”, explica a superintendente de Licenciamento do Brasília Ambiental, Nathália Almeida. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Consulta inédita sobre regulamentação de audiências públicas é lançada
O Instituto Brasília Ambiental quer ouvir a população do Distrito Federal sobre a proposta de instrução normativa que regulamentará as audiências públicas dos processos de licenciamento ambiental conduzidos pela autarquia distrital. A consulta pública será realizada entre os dias 15 e 30 deste mês. A ideia da consulta é aperfeiçoar as sessões públicas e os debates promovidos no âmbito dos processos de licenciamentos ambientais | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental A etapa de audiência pública nos processos de licenciamento ambiental está prevista na Lei Orgânica do Distrito Federal, na Lei nº 5.081/2013, na Lei nº 41/1989 e nas resoluções do Conama nº 237/1997, nº 1/1986 e nº 9/1987. Essa fase garante a participação popular no processo de licença ambiental de um empreendimento, de forma a contribuir para a manutenção da qualidade ambiental. A ideia dessa consulta, a primeira realizada pela Superintendência de Licenciamento do instituto, é que o público participe da construção da nova normatização, visando aperfeiçoar as sessões públicas e os debates promovidos no âmbito dos processos de licenciamentos ambientais realizados pelo Brasília Ambiental. “É de fundamental importância a colaboração do máximo de pessoas na elaboração da instrução normativa. Esse momento reforça a transparência e a democracia participativa, onde também são considerados os interesses e preocupações da comunidade e das partes interessadas. E, como consequência, beneficia o meio ambiente e proporciona uma gestão ambiental mais eficaz e responsável”, esclarece a superintendente de Licenciamento Ambiental, Nathália Almeida. As sugestões deverão ser encaminhadas para o correio eletrônico sulam@ibram.df.gov.br. Para acessar o formulário que deverá ser preenchido para a participação na consulta pública, basta clicar neste link. E clique aqui para ler a minuta sugerida da nova instrução normativa. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Brigadistas atuam nas unidades de conservação do DF para prevenir incêndios
O Distrito Federal ganhou no último mês 150 novos brigadistas florestais para atuarem na prevenção e no combate aos incêndios na cidade. O efetivo foi distribuído entre as 14 unidades de conservação geridas pelo Brasília Ambiental. O objetivo é fazer a segurança da fauna e da flora das áreas de preservação durante o período de estiagem na capital. “Estamos entrando em um período muito crítico da seca. Os novos brigadistas são integrados um pouco antes para fazer o trabalho preventivo e depois ficam de prontidão para o pronto combate aos incêndios”, revela o servidor da Diretoria de Combate aos Incêndios Florestais do Brasília Ambiental, Erisom Cassimiro. Neste ano, o concurso temporário selecionou 120 brigadistas de prevenção e combate ao incêndio, 24 chefes e seis supervisores | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Neste ano, o concurso temporário selecionou 120 brigadistas de prevenção e combate ao incêndio, 24 chefes e seis supervisores. Eles trabalharão entre julho e novembro em escalas de 12 por 36 horas, o que dá em torno de 75 brigadistas disponíveis por dia. Todos são capacitados antes de irem para as ruas. A contratação dos brigadistas florestais faz parte do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PPCIF), coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), e composta por Brasília Ambiental, Jardim Botânico de Brasília (JBB), Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Polícia Militar (PMDF) e Secretaria da Saúde (SES). Devido a fenômenos como o El Niño e o aumento das temperaturas no planeta, a previsão é de que os profissionais tenham que atuar bastante no DF este ano. Segundo dados do Brasília Ambiental, no ano passado, foram registradas 64 áreas queimadas nas unidades de conservação, totalizando 2.969,01 hectares. Devido a fenômenos como o El Niño e o aumento das temperaturas no planeta, a previsão é de que os profissionais tenham que atuar bastante no DF este ano “A previsão deste ano não é das melhores, devemos ter uma seca bem prolongada. Será um período crítico. Mas estamos atentos para tentar mitigar o máximo possível para que não seja tão prejudicial. A nossa intenção é pegar os incêndios no início, porque é mais fácil de combater, causa menos danos à natureza e menor desgaste físico aos combatentes”, define Cassimiro. Dia a dia dos profissionais O chefe da brigada da Estação Ecológico de Águas Emendadas, em Planaltina, Matheus Rocha, está entre os 90% de aprovados que retornaram mais uma vez para atuar como brigadista florestal. A primeira vez que ele foi selecionado pelo Brasília Ambiental foi em 2019. Para ele, a profissão é uma forma de fazer a sua parte para preservar o ecossistema. “Os brigadistas são de suma importância, porque é a partir do serviço que é prestado que conseguimos fazer a manutenção de toda a flora e fauna aqui do nosso DF e do nosso Cerrado. É a nossa atuação que mantém o bioma”, revela. Raiane Ribeiro de Almeida é uma das novatas deste concurso: “Minha motivação foi meu irmão, que é falecido e era brigadista-chefe” De acordo com Rocha, a brigada de Águas Emendadas conta com 32 brigadistas que se revezam em esquema de escala para guardar a estação e mais nove parques que compõem o cinturão verde da região administrativa. Todos os dias, os profissionais dedicam a primeira hora de trabalho à educação física e depois para as atividades de manutenção do parque, como roçagem, consertos e até resgate de animais, quando não há chamados de combate a incêndios. Raiane Ribeiro de Almeida é uma das novatas deste concurso. Apesar da formação em gestão de recursos humanos, ser brigadista era um sonho. “Minha motivação foi meu irmão, que é falecido e era brigadista-chefe. Ele estava me ajudando e me treinando para que eu pudesse passar. Eu passei, mas infelizmente ele não viu meu progresso”, lamenta. Estimulada pela paixão do irmão, Raiane tem se dedicado a aprender a profissão. “Eu não sabia nada de brigada nos parques até começar o curso. Foi lá que aprendi mais sobre a importância de preservar o meio ambiente tanto para nós, como para a fauna e a flora”, revela. “Tenho aprendido com os mais antigos também. Eles me ajudam e me auxiliam. Tem sido uma novidade, mas sou guerreira e tenho capacidade para assumir esse compromisso”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o também estreante na brigada Gustavo de Sousa Cozer foi a própria formação que o levou à profissão. Formado em gestão ambiental, viu vários colegas enveredarem para o ofício e decidiu tentar também. “Sempre tive essa veia ambiental e alguns colegas de curso também se tornaram brigadistas. Eles acabaram me incentivando, falando do trabalho e da importância de ser um combatente”, conta. Estar em contato com a natureza e a sensação de dever cumprido também foram essenciais para a decisão de Gustavo. “Além de combater o incêndio, aqui eu acabo trabalhando na área ambiental com conservação e monitoramento da biodiversidade. Todos esses fatores me trouxeram para cá”, admite. Para o brigadista, a profissão é essencial. “Vivemos num bioma que obriga a termos esse papel preventivo e de ação. Passamos muitos problemas com a seca até por questão de desinformação das pessoas. Então temos que atuar para preservar o meio ambiente”, acrescenta.?
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Resultado final para contratação de brigadistas florestais é divulgado
O Instituto Brasília Ambiental publicou o resultado definitivo do processo seletivo para contratação temporária de brigadistas florestais no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (17). A partir do mês de agosto, 120 brigadistas combatentes, 24 chefes de brigada e seis supervisores de brigada atuarão nas unidades de conservação do DF. Confira o edital com a lista dos classificados. [Olho texto=”A partir do mês de agosto, 120 brigadistas combatentes, 24 chefes de brigada e seis supervisores de brigada atuarão nas unidades de conservação do DF. Confira o edital com a lista dos classificados” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os candidatos aprovados deverão comparecer entre terça (18) e quarta (19), na sede do Brasília Ambiental (511 Norte, bloco C, Edifício Bittar), no horário das 9h às 12h ou das 14h às 16h, conforme escolha no formulário de contratação, que está disponível no site do Brasília Ambiental e deve ser preenchido antes da apresentação do candidato para assinatura do contrato temporário. A relação de documentos obrigatórios para contratação está disponível no item 3, do edital do resultado final da seleção. Planejamento [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A contratação dos 150 profissionais faz parte do Plano de Prevenção de Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), da Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), com objetivo de prevenir e combater incêndios florestais nos espaços ecológicos. Os brigadistas contratados também poderão atuar em outras áreas, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). *Com informações do Brasília Ambiental
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Pesquisadores da UnB assistem a palestra sobre unidades de conservação
Por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), o Instituto Brasília Ambiental, realizou na manhã desta sexta-feira (7), palestra para 38 mestrandos/doutorandos do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB) sobre o Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC) e a gestão das unidades de conservação (UCs) no Distrito Federal. Na palestra, a superintendente da Sucon, Marcela Versiani, falou sobre a importância da biodiversidade dessas UCs e o trabalho desenvolvido pelo Brasília Ambiental para a proteção desses espaços. “Compartilhamos um panorama geral sobre o SDUC e a realidade que temos dentro do Brasília Ambiental para gestão das Unidades de Conservação e parques”, afirmou a superintendente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para Versiani, a diversidade dos alunos, especialistas em diferentes áreas do conhecimento, enriqueceu o debate. “São pessoas que trabalham com concessões de área de uso público dentro do BNDES, servidores do Ministério do Meio Ambiente, turismólogos, pessoas que moram dentro de UCs, outras que trabalham com populações tradicionais. Foram colocados vários focos diferentes sobre as unidades. Então, a troca de experiências foi muito boa. Trouxe conhecimento e uma ampliação de visão para pensarmos no âmbito da gestão das nossas UCs”, ressaltou. O evento contou ainda com a participação de membros da Fundação Pró-Natureza (Funatura), instituição criada em 1986, que desenvolve e apoia projetos em todo o Brasil no contexto socioambiental. Eles apresentaram o projeto Conserva Cerrado, desenvolvido em parceria com o Brasília Ambiental. Houve também a participação do diretor de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente, Pedro Menezes, e do presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. *Com informações do Brasília Ambiental
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Blitz promove educação contra incêndios florestais
Ano após ano, o número de queimadas dispara no Distrito Federal a partir de junho, época em que começa a estiagem. O tempo frio e a baixa umidade do ar favorecem os incêndios florestais. Maus hábitos da população também ajudam no aumento das queimadas. A Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema) promoveu uma blitz educativa de prevenção aos incêndios nesta quinta-feira (6). O alerta era dado aos motoristas que trafegavam na BR-020, próximo à Estação Ecológica de Águas Emendadas, em Planaltina. A ação contou com a participação de diversos órgãos que lidam com o fogo no dia a dia, como Corpo de Bombeiros, Brasília Ambiental, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e ICMBio. Vinte alunos da Escola Classe I da cidade atuaram como multiplicadores da ação. Motoristas que passavam pela BR-020 foram orientados na prevenção a incêndios florestais | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília “É um período de seca, o mato está alto e uma ponta de cigarro jogada pela janela é capaz de fazer um estrago significativo. Então temos que ter esse cuidado para minimizar os incêndios florestais”, destacou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. “Juntamos todos esses órgãos, numa ação de governo não só distrital, mas federal para um trabalho de conscientização”, explicou. Dezenas de carros foram parados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os motoristas receberam informações sobre a proibição e os perigos da queima de lixo e resto de poda, apontados pelos órgãos como as principais causas de incêndio na capital. A revista Almanaque do Fogo, que trata da prevenção e combate às queimadas, também foi entregue aos condutores. A enfermeira Nayane Thais chama a atenção para problemas respiratórios em crianças que costumam aumentar nesta época do ano Moradora de Planaltina, a enfermeira Nayane Thais, 36, foi parada e recebeu explicações sobre o tema. “A gente vê as pessoas juntando lixo e folhas secas para queimar. E isso prejudica a gente mesmo. Por exemplo, a respiração das crianças fica muito ruim nessa época”, apontou. Vestidos de lobo-guará [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Umas das idealizadoras da proposta, a coordenadora do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do DF (PPCIF), Carolina Schubart, frisou que a ideia vem sendo bem recebida pela população. “Estamos já na quinta blitz realizada este ano, levando sempre os estudantes para falar com os motoristas. Além da participação dos agentes ambientais que são os que lidam diretamente no combate ao fogo” , citou. Para os alunos de Planaltina, que usavam máscaras de lobo-guará, a satisfação era grande em poder passar adiante a aula de cidadania aprendida, ao lado dos técnicos ambientais. “Nos sentimos importantes por estar fazendo algo pelo nosso mundo. Com esse tanto de incêndios, como vamos viver sem as nossas árvores?”, perguntou Maria Eduarda Santos, 11. Lara Rodrigues e Maria Eduarda Santos elogiaram a iniciativa de conscientizar a população “O incêndio prejudica bastante não só as pessoas, como os animais e as florestas. É legal poder ajudar a sociedade a proteger a natureza” , concluiu Lara Rodrigues, 10.
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Aceiro previne incêndios florestais na Estação Ecológica Águas Emendadas
A Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), localizada em Planaltina e administrada pelo Instituto Brasília Ambiental, recebeu, na tarde desta terça-feira (4), aceiro com uso de fogo. A medida é preventiva contra incêndios florestais, comuns no Distrito Federal na época mais seca do ano, período que se aproxima. Ao todo, 25 km de borda da estação ecológica serão submetidos ao aceiro, com conclusão prevista para esta quarta-feira (5). A medida integra o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PPCIF), coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema). Boa parte dos incêndios florestais é provocada e vem de fora para dentro das unidades de conservação | Fotos: Brasília Ambiental/ Divulgação De acordo com a superintendente de Unidades de Conservação Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, a medida é extremamente importante como prevenção de incêndios florestais e, na prática, é a queima controlada do mato exótico instalado nas bordas do lado de fora das unidades de conservação. Versiani diz que boa parte dos incêndios florestais é provocada e vem de fora para dentro das UCs. “O aceiro impede que, na época da seca, tenhamos biomassa suficiente nessa área de borda que possa queimar e trazer fogo para dentro das nossas unidades”, detalha. A superintendente explica, ainda, que a Esecae é uma área de grande relevância ambiental e de muita vulnerabilidade. “A gente sabe que toda vez que o fogo entra na estação é um dos anos que teremos mais área queimando, porque é uma unidade de muita vegetação, são quase dez mil hectares. Por isso, é um dos nossos principais alvos de ações preventivas”, esclarece Versiani. O fenômeno El Niño pode aumentar a temperatura no DF, trazendo mais riscos de incêndios florestais A coordenadora do PPCIF, Carolina Schubart, endossa a capacidade do aceiro de fogo como medida protetiva. “Estamos usando o fogo ao nosso favor. Com essa ferramenta de prevenção, que é o fogo controlado e na época certa, reduzimos o material combustível”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A coordenadora informa que, segundo previsões do Instituto de Meteorologia (Inmet), este ano teremos o fenômeno El Niño (massa de ar quente) muito significativo, que deve iniciar na segunda quinzena de julho e se estender até março de 2024. Há probabilidade que a temperatura do Centro-Oeste aumente em até dois graus. “Nessas situações inesperadas, temos que redobrar os trabalhos de prevenção. Mas estamos muito bem-preparados”, destaca. Junto com a Sema e o Brasília Ambiental, integram o PPCIF: Secretaria de Saúde, Jardim Botânico, Zoológico, Novacap, DER-DF, Emater, Seagri, Corpo de Bombeiros, Batalhão de Polícia Ambiental, Ibama, ICMBio, Inmet, Marinha, Aeronáutica e Exército. Além da Esecae, o PPCIF prevê realizações de aceiros de fogo no Parque Ecológico do Tororó (Santa Maria) e no Jardim Botânico. As outras UCs e parques receberão aceiros mecânicos, que consistem na retirada de mato com uso de máquinas. *Com informações do Brasília Ambiental
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Parque das Sucupiras ganha Plano de Manejo
O Instituto Brasília Ambiental entregou, na tarde deste sábado (24), o Plano de Manejo do Parque Ecológico das Sucupiras, localizado no Sudoeste. O documento foi uma espécie de presente para a Associação de Voluntários do Parque, que completa 20 anos de existência, e contribuiu efetivamente com a criação do documento, participando de todas as oficinas. O Plano de Manejo do parque Ecológico Sucupiras foi aprovado pela Instrução Normativa nº 5 de 14 de junho, mesma data em que foi criado o parque ecológico em 2005. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou a importância do plano, que, segundo ele é um instrumento muito esperado pela comunidade. “Estamos muito felizes em conseguir entregar o plano de manejo para a comunidade do Sudoeste, representada por essa Associação que há 20 anos está empenhada no cuidar desse parque. A luta é antiga, mas eu a conheci recentemente e me solidarizei de imediato. É um prazer muito grande conseguir estar aqui e fazer esta entrega”, disse. A Associação de Voluntários do Parque Sucupiras esperou 20 anos pelo documento | Foto: Brasília Ambiental/ Divulgação A superintendente de Unidades de Conservação e Biodiversidade, Marcela Versiani, informou que este foi o primeiro plano de manejo que o Brasília Ambiental fez com o número de oficinas extensivo, mas necessário. “Entendemos que uma unidade de conservação só existe se a comunidade estiver engajada, participante. Se isso não ocorre, corremos o risco de fazer um documento que não vai sair do papel e não vai resolver o nosso problema, que é dar o melhor direcionamento à Unidade”, enfatizou. Versiani ressaltou que o plano foi elaborado com bons programas, com excelentes diretrizes que podem ser feitas para a recuperação de áreas degradadas, para o melhor uso da unidade de conservação, “que é o uso que a comunidade quer e precisa”. Comunidade [Olho texto=” “Entendemos que uma unidade de conservação só existe se a comunidade estiver engajada, participante. Se isso não ocorre, corremos o risco de fazer um documento que não vai sair do papel e não vai resolver o nosso problema, que é dar o melhor direcionamento à Unidade”” assinatura=”Marcela Versiani, superintendente de Unidades de Conservação e Biodiversidade do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”direita”] Para o presidente da Associação de Voluntários do Parque Sucupiras, Fernando de Castro Lopes, valeu a pena a “briga muito grande” que os membros da entidade tiveram durante longo tempo. “Tivemos de enfrentar muitos embates por este plano, para que ele fosse de acordo com a legislação. Participamos ativamente das 11 oficinas que o geraram. Acho que fizemos um bom trabalho”. O jornalista Nelson Oliveira, membro da associação, endossa as palavras do presidente da instituição. “Lutamos muito para manter essa faixa de Cerrado, muito importante para as atuais e futuras geração do Distrito Federal”. A artista plástica Laura Guerra retrata a mudança das estações do ano no Sucupira A psicóloga Laura Guerra, também membro da entidade, tem uma relação especial com o parque. Ela, que também é artista plástica, possui uma coleção de telas inspiradas pelo Sucupiras. “Eu acompanho as mudanças de estação e vou colocando isso nas telas. Hoje são dois catálogos de obras lotados”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Laura lembra que, pela ausência de um plano de manejo muitas coisas que deveriam ser feitas no parque não foram ainda, e outras, que não deveriam ocorrer, aconteceram. “Agora temos o Plano, que veio deixar claro o que pode e o que não pode ser feito nesta Unidade de Conservação”, comemora. *Com informações do Brasília Ambiental
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Licença ambiental vai beneficiar mais de 2 mil propriedades do Itapoã
O governador Ibaneis Rocha assinou, neste sábado (23), a licença ambiental de instalação corretiva do Condomínio Mansões Entre Lagos – Comel. O objetivo do Governo do Distrito Federal (GDF) é trazer a regulamentação do solo, além de evitar danos ambientais na região. O residencial Mansões Entre Lagos é um dos maiores condomínios do Distrito Federal, com 339 hectares de terra e mais de 2.400 lotes, com capacidade para abrigar cerca de 13 mil moradores, além de 174 prédios comerciais. O residencial Mansões Entre Lagos é um dos maiores condomínios do Distrito Federal, com 339 hectares de terra e mais de 2.400 lotes | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília O governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso de conceder as licenças ambientais, seguindo o processo de legalização dos condomínios no Distrito Federal. “Hoje estamos entregando a licença e, daqui a pouco, estaremos entregando as escrituras, para que cada um possa ter seu terreno legalizado, sua moradia e deixar um patrimônio para sua família”, afirmou. Ibaneis Rocha também destacou a mobilização das equipes de governo para ter o maior número de regularizações possíveis em seu mandato: “Acreditem no governo do Distrito Federal porque acabou a época da destruição e das derrubadas. O que nós temos que fazer agora é trabalhar para a legalização, para que todo mundo tenha tranquilidade e sua escritura na mão.” Preservação nas obras Ibaneis Rocha: “Hoje estamos entregando a licença e, daqui a pouco, estaremos entregando as escrituras, para que cada um possa ter seu terreno legalizado, sua moradia e deixar um patrimônio para sua família” Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, as áreas de proteção de mananciais e áreas onde há solos hidromórficos devem ser preservadas, entre outras condicionantes ambientais. O processo de regularização da área ocorre em paralelo na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e na Agência de Desenvolvimento (Terracap). “A população aqui não dormia tranquila porque não tinha a condição de ter a escritura do lote. Essa licença ambiental determina regras para que esses lotes possam ser regularizados”, pontuou Nemer. Para o síndico do Condomínio Mansões Entre Lagos, Elizeu de Souza, a licença ambiental significa concluir obras de drenagem e pavimentação no condomínio que estão paradas. São 40 quilômetros de asfalto concluídos e seis quilômetros ainda sem pavimentação. “É mais um passo no caminho da regularização fundiária”, destacou o síndico. [Olho texto=”“A população aqui não dormia tranquila porque não tinha a condição de ter a escritura do lote. Essa licença ambiental determina regras para que esses lotes possam ser regularizados”” assinatura=”Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O casal Vanda Gomes e Edison Alves mora no condomínio desde 1994. Eles contam que a residência deles foi uma das primeiras do Entre Lagos. “Estamos aqui há 29 anos, minha filha nasceu aqui, vimos o crescimento do condomínio e passamos por uma batalha. A licença é uma conquista pra gente, um retorno de paz e tranquilidade”, ressaltou a dona de casa. O marido destacou, além da licença, outras obras do governo, como a iluminação pública instalada na região e a duplicação da pista DF-250, que fica na entrada do Entre Lagos. “Acredito que é uma tendência deste governo acompanhar esses loteamentos dentro das normas a serem seguidas. Facilita a vida de todos ter nossa tão almejada escritura. Nós nos sentimos muito mais seguros com isso, além de trazer mais conforto para a nossa região”, reforçou o servidor público. Entregas no Itapoã [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Durante seu governo, Ibaneis Rocha já entregou a duplicação da DF-250, um trecho de 5,3 km, que beneficia mais de 30 mil motoristas diariamente no Itapoã, além de outras obras como a Praça dos Direitos, o estacionamento da Unidade Básica de Saúde 3, a ciclovia da Rota do Cavalo e a Escola Classe 502, com capacidade para até 1,3 mil alunos. Além disso, estão em andamento construções como o Viaduto do Itapoã/Paranoá, a Escola Classe 203 e habitações no Setor Habitacional Itapoã Parque, que já teve mais de 2,5 moradias entregues.
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Parque Ecológico Riacho Fundo recebe mutirão de limpeza
Na manhã desta quarta-feira (21), o Parque Ecológico Riacho Fundo recebeu um mutirão de limpeza, no qual foram recolhidos oito caminhões de lixo. A iniciativa integra o Programa Reviva Parques que visa revitalizar as unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental. A ação, parceria do Brasília Ambiental com Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Administração Regional do Riacho Fundo, resultou no recolhimento de grande variedade de lixo como materiais orgânicos, entulhos de resto de construção, eletrodomésticos, colchões, entre outros objetos descartáveis. Por estar muito misturado, o lixo foi encaminhado para o aterro sanitário de Samambaia | Foto: Brasília Ambiental/ Divulgação De acordo com a Superintendência de Unidades de Conservação e Biodiversidade (Sucon) do Brasília Ambiental, como o lixo recolhido estava muito misturado, foi encaminhado para o aterro sanitário de Samambaia. Entre as próximas ações do Reviva Parque na unidade de conservação estão pintura da sede, das quadras, dos PECs e a construção de um estacionamento interno. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Parque Ecológico Riacho Fundo foi criado com o objetivo de garantir a diversidade biológica da fauna e flora locais, preservando patrimônio genético e a qualidade dos recursos hídricos disponíveis. A unidade tem trilha ecológica, estrutura para educação ambiental, quadras poliesportivas, parquinho para crianças, equipamentos de ginástica e viveiro de mudas sustentável. *Com informações do Brasília Ambiental
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Servidores representam o GDF em conferência mundial de combate a incêndios
Seis servidores da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e do Brasília Ambiental vão representar o Governo do Distrito Federal na 8ª Conferência Internacional Wildfire, que acontece em Portugal de 15 a 19 de maio. O evento é realizado a cada quatro anos e proporciona discussão e troca de experiências entre os agentes nacionais e internacionais envolvidos com a temática dos incêndios florestais no mundo. “Considerando a importância do evento e a relevância do tema para gestão ambiental, é de suma importância a indicação de uma equipe para participar como representante da Sema, com o intuito de buscar melhorias tanto nas ações voltadas para a prevenção, bem como no combate aos incêndios florestais no DF”, ressalta o secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes. Carolina Leite Queiroga Schubart foi a servidora indicada para acompanhar a equipe do Brasília Ambiental e citou as inovações que o DF já tem trazido sobre o tema, como as blitz educacionais voltadas para o combate a incêndios florestais. “A gente trabalha com a população local para informar diretamente sobre os riscos dos incêndios, do que fazer em caso de avistar um incêndio, não colocar fogo em lixos ou podas… Pelo que conhecemos, é uma ação que a gente só realiza aqui no DF. Temos uma equipe técnica ambiental e um Corpo de Bombeiros que é referência no Brasil todo e lá fora também. A gente vai representar muito bem nosso território e trazer novas ações e tecnologias para que a gente possa reduzir os impactos dos incêndios florestais por aqui”, afirmou Carolina, coordenadora técnica do plano de prevenção e combate a incêndio florestal. [Olho texto=”“Essa troca de informações é muito importante, tanto de ferramenta, quanto de tecnologias novas e monitoramento de áreas queimadas. O manejo integrado do fogo, por exemplo, foi uma das coisas que a gente verificou como os outros países fazem”” assinatura=”Gesisleu Darc Jacinto, administrador da unidade de conservação do DF” esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com Pedro Paulo Cardoso, diretor de prevenção e combate aos incêndios florestais do Brasília Ambiental, o DF é um dos estados que mais contrata brigadistas, sendo um modelo de contratação para o resto do mundo. “É um espaço importantíssimo. Será um evento multidisciplinar na área de fogo, onde vamos trocar experiências, fazer acordo de cooperação com outros órgãos que lidam com essa temática e captar recursos. Essa conferência é uma resposta às mudanças climáticas e aos incêndios florestais que acometem o mundo inteiro. A partir dela, a gente vê como o problema está sendo lidado no mundo e buscamos achar soluções em conjunto”, explicou o diretor. Aplicando conhecimentos Servidores da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e do Brasília Ambiental que vão representar o GDF em conferência sobre combate a incêndios, em Portugal | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília Esta não será a primeira participação do GDF na Wildfire. Em 2019, o governo esteve na conferência, realizada em Campo Grande (MS). Gesisleu Darc Jacinto, administrador das unidades de conservação do DF, lembra a experiência trazida para o DF na proteção e conservação do bioma cerrado. “Essa troca de informações é muito importante, tanto de ferramenta, quanto de tecnologias novas e monitoramento de áreas queimadas. O manejo integrado do fogo, por exemplo, foi uma das coisas que a gente verificou como os outros países fazem. Assistimos a várias apresentações de modelos que estavam utilizando e foi bastante aproveitável para juntar essas tecnologias com o que a gente já sabe fazer aqui. E isso deu bons resultados”, acentuou. O servidor afirmou que antes não havia o costume de as equipes realizarem a queima prescrita, que é quando se faz um manejo de fogo em uma área muito suscetível a queimadas, especialmente no período crítico de seca. “Com planejamento e calculando a janela de queima, é possível eliminar o material combustível sem prejudicar a vegetação. Isso traz um resultado fantástico no auge da seca”, completou Gesisleu. Ação de combate A primeira edição da International Wildland Fire Conference – Meeting Global Wildland Fire Challenges – foi em Boston, EUA, em resposta às severas e generalizadas épocas de incêndios florestais dos anos 80. O encontro foi organizado por representantes de entidades governamentais e instituições privadas de todos os continentes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A 2ª conferência foi organizada em Vancouver, Canadá, com a presença de participantes de 38 países. Desde então, a cada quatro anos, uma comunidade em crescimento reúne-se em um continente diferente para aprendizados conjuntos e partilhar conhecimentos no âmbito da gestão integrada do fogo. Anualmente, o Distrito Federal tem sido atingido por incêndios florestais de grandes proporções, com graves prejuízos ao Cerrado, em virtude do empobrecimento da fauna e flora que constituem a biodiversidade local. Essa situação se agravou nos anos de 2016, 2017 e 2022, devido à severa seca que assolou a região, com médias de precipitação abaixo do esperado. O Plano de Prevenção de Combate a Incêndios Florestais (PPCIF) foi reformulado pelo Decreto 37.549 de agosto de 2016, e funciona como um sistema de parcerias institucionais que visam à proteção do Cerrado. Com o objetivo de reduzir a ocorrência e a reincidência de incêndios florestais no DF, o programa prevê uma estruturação de combate e prevenção ao fogo no cerrado como uma ação permanente do governo.
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GDF avança na implementação das câmaras de conciliação
As normas para o funcionamento da Câmara Central de Conciliação para Convivência Urbana (CCCon) e das unidades da Câmara Regional de Conciliação para Convivência Urbana do Distrito Federal (CRCon) foram apresentadas, nesta quarta-feira (10), para os integrantes desses colegiados, responsáveis pela execução da política pública no Distrito Federal. O encontro foi uma capacitação promovida pela CCCon, composta por representantes da Secretaria de Governo, da Controladoria-Geral do DF, da Secretaria de Ordem Urbanística DF Legal, do Instituto Brasília Ambiental e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). As câmaras têm a missão de promover a conciliação dos conflitos relacionados às posturas urbanas, como o conforto acústico da comunidade e a adequada ocupação de espaços públicos por empreendedores. Os procedimentos e formulários padrões a serem adotados pelas câmaras regionais de conciliação estão previstos em regimento interno, recentemente publicado pelo Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Relações comunitárias O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, ressalta a importância das câmaras de conciliação como um instrumento de pacificação das relações da comunidade: “Sem sombra de dúvida, é uma iniciativa muito positiva do governo Ibaneis Rocha, coordenado pela Secretaria Executiva de Políticas Públicas, que tem se empenhado com os órgãos componentes para que o tema seja enfrentado de maneira harmônica com a sociedade e integrada com o governo”. “O papel da Câmara é orientar e dar todo suporte às administrações no processo. Temos uma legislação para obedecer e estamos fazendo todo esforço para que, de fato, esta política pública seja concretizada” Meire Motta, secretária-executiva de Políticas Públicasdireita A CCCon não atua sozinha, lembra o controlador-geral do DF, Daniel Lima. “Por isso trouxemos, também, a Ouvidoria do GDF para garantir o fácil acesso e disponibilizamos ainda o ParticipaDF e o telefone 162 como opções de caminhos para que a população possa participar do processo sem dificuldades”, explica. Recebida a demanda, a Ouvidoria-Geral fará a análise prévia e levantamento das informações e comunicará à CCCon, que analisará a viabilidade. Em seguida, a Ouvidoria-Geral encaminhará relatório de monitoramento à Câmara Central, que expedirá o Formulário de Análise de Viabilidade de Conciliação (FAV). No caso de admissibilidade, o FAV será encaminhado à ouvidoria da administração regional da cidade relacionada à demanda para que a respectiva câmara regional defina o conciliador. O conciliador será escolhido entre os integrantes da CRCon, sendo permitida, também, a designação de agente público capacitado. “A conciliação não é obrigatória, é um instrumento do gestor para melhorar a convivência da comunidade”, avalia a secretária-executiva de Políticas Públicas, Meire Mota. “O papel da Câmara é orientar e dar todo suporte às administrações no processo. Temos uma legislação para obedecer e estamos fazendo todo esforço para que, de fato, esta política pública seja concretizada”. Ao todo, são 26 câmaras regionais – com representações de todas as 33 regiões administrativas – compostas, cada uma, por um ouvidor, um diretor de aprovação e licenciamento e um diretor de articulação, todos das estruturas das administrações regionais. Elas se submetem a consultas e orientações da Câmara Central de Conciliação. *Com informações da Segov e da Controladoria-Geral do DF
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Curso capacita servidores para resgate de animais em incêndios
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) coordena o Curso de Resgate de Fauna em Incêndio Florestal, com o objetivo de capacitar servidores de órgãos que integram o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif). O treinamento começa nesta terça-feira (8) e vai até quinta (10), das 8h30 às 17h, na Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), com 20 horas de duração, entre aulas teóricas e práticas. Brigadistas terão aulas teóricas e práticas sobre resgate de animais em incêndios, incluindo os cuidados e primeiros socorros a bichos feridos | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Ministrado por profissionais da fundação, o curso vai preparar o corpo técnico que atua em incêndios florestais para identificar, conter e manejar mamíferos, aves e répteis, além ensinar os cuidados e primeiros socorros a animais feridos. A formação é voltada a brigadistas e servidores do Brasília Ambiental, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Jardim Botânico de Brasília (JBB), Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A coordenadora técnica do Ppcif na Sema, Carolina Schubart, explica que a ação é de suma importância para a capacitação e integração das instituições. “Principalmente para os brigadistas florestais que trabalham em campo, e que, assim, podem ajudar a salvar a vida dos animais feridos durante os incêndios, com um resgate realizado de forma mais segura, tanto para eles quanto para os animais”, completa. Entre os temas abordados, estão Identificação, contenção e manejo de aves e de mamíferos do cerrado; Resgate, contenção e manejo de repteis e de artrópodes; Manejo e cuidados com animais feridos; Primeiros socorros e Veterinária. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente
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Parque Ecológico de Águas Claras ganha 11 bancos e mesas de madeira
O Parque Ecológico Águas Claras acaba de ganhar 11 conjuntos de bancos e mesas, instalados no gramado, próximo à pista de exercícios. A ideia de disponibilizar os equipamentos aos frequentadores do parque foi do técnico de atividades de meio ambiente do Instituto Brasília Ambiental José Reis, que trabalha na unidade de conservação. A empresária Ricca Batista escolheu o espaço para fazer o lançamento de sua marca de cafés gourmet | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília Reis explicou que a madeira foi comprada com recursos provenientes de pecúnias destinadas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), tendo a confecção dos bancos ficado a cargo de brigadistas que trabalhavam no local e possuíam conhecimento de marcenaria. Com pouco mais de uma semana de instalados, os bancos e mesas já caíram no gosto dos frequentadores do Parque de Águas Claras, como a empresária Ricca Batista, 39 anos, que escolheu o espaço para fazer o lançamento de sua marca de cafés gourmet. Ela e a equipe aproveitaram o conjunto de mesa e bancos para expor os produtos. “Sou moradora daqui e frequentadora do parque. Esses bancos aproveitaram muito bem a estrutura já existente. Eles tornam o local mais aconchegante. Para mim, chegou em boa hora; estou lançando minha marca de café, e a primeira coisa que pensei quando decidi realizar o evento aqui no parque foi utilizar as mesas e bancos”, destacou a empresária. Para a aposentada Maria da Conceição Pereira, os novos bancos e mesas foram uma ideia maravilhosa: “Agora é possível parar para fazer um lanche, descansar” Quando iniciou o projeto, José Reis pensou justamente em proporcionar mais conforto e opções para os usuários do Parque de Águas Claras. “São 15 quilômetros de pista, vi que havia a necessidade de pontos onde as pessoas pudessem descansar, parar para conversar”, disse. A confecção dos equipamentos durou um ano. Segundo o servidor do Brasília Ambiental, os bancos e mesas são feitos com madeira resistente, com 30 centímetros de largura e cinco de espessura. Para o acabamento, foi usado o verniz náutico, mais resistente à água. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A servidora aposentada Maria da Conceição Pereira, 73, moradora de Águas Claras há três anos e frequentadora do parque, também aprovou os novos bancos e mesas. “A instalação desse material foi uma ideia maravilhosa. Agora é possível parar para fazer um lanche, descansar. Agora mesmo, passando por aqui, eu estava pensando em sentar”, disse ela, apontando para um dos bancos. Maria da Conceição caminhava com seu cãozinho enquanto a filha dava aulas de ioga. O Parque de Águas Claras tem 95,4 hectares e está localizado em uma área de proteção ambiental na Região Administrativa de Águas Claras, ao lado da residência oficial do governador do Distrito Federal. A unidade foi inaugurada em 15 de maio de 2000 e é gerida pelo Instituto Brasília Ambiental.
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Parque Ezechias Heringer é fechado ao público temporariamente
Brasília, 12 de setembro de 2022 – O Instituto Brasília Ambiental comunica, por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), que o Parque Ecológico Ezechias Heringer (Guará II), foi fechado na tarde desta segunda-feira (12). O motivo obedece a medidas preventivas protetivas aos frequentadores da unidade, devido a foco de incêndio que ocorreu naquele local a partir das 12h deste mesmo dia. A Diretoria de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (DPCIF) informa que 30 brigadistas florestais do órgão ambiental e mais dez bombeiros estão trabalhando no controle do incêndio. Porém a fumaça, gerada pelo mesmo, alcançou a ciclovia e pode incomodar seus usuários. O parque será reaberto assim que a brigada constatar o fim da fumaça. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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GDF apreende máquinas utilizadas em infração ambiental no Riacho Fundo
Brasília, 1º de setembro de 2022 – Duas máquinas foram apreendidas na manhã desta quinta-feira (1°) na QS 16 do Riacho Fundo. No local, havia uma área irregular de descarte de entulho. As máquinas pegas em flagrante em funcionamento são uma pá mecânica e uma bobcat, avaliadas em mais de R$ 500 mil. Em fevereiro, o Brasília Ambiental suspendeu uma autorização para a Área de Transbordo e Triagem (ATT). No mês passado, a Justiça confirmou a revogação da licença e a interdição do local. Antes da operação de hoje, o proprietário do espaço já havia sido autuado outras três vezes. Está foi a quarta reincidência. A operação conjunta do Governo do Distrito Federal (GDF) teve a participação do Brasília Ambiental, DF Legal, Polícia Militar, Polícia Civil, Novacap, Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Secretaria de Governo e Administração Regional do Riacho Fundo. Além dos danos ambientais, o descarte de entulho tem causado uma série de transtornos para a população da QS 16 do Riacho Fundo. A poeira e o alto fluxo de caminhões são as principais queixas da população. *Com informações da Administração Regional do Riacho Fundo
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Parques Ecológicos do DF funcionam normalmente no Dia do Trabalhador
As Unidades de Conservação e Parques Ecológicos do Distrito Federal administrados pelo Instituto Brasília Ambiental funcionarão normalmente neste domingo (1º), Dia do Trabalhador. Confira a lista com os horários de funcionamento de cada um deles: – Parque Recreativo do Gama: todos os dias das 6h às 18h – Parque Distrital das Copaíbas: todos os dias das 8h às 18h – Monumento Natural Dom Bosco: todos os dias das 6h às 20h – Parque Ecológico do Paranoá: todos os dias das 6h às 18h – Parque Ecológico Sucupira: todos os dias 6h às 20h – Parque Ecológico do Lago Norte: todos os dias das 6h às 18h – Parque Ecológico da Asa Sul: todos os dias das 6h às 20h – Parque Ecológico Olhos d’Água: todos os dias – portão principal, das 5h30 às 20h; portões laterais, das 6h às 18h – Parque Ecológico Ezechias Heringer: todos os dias das 6h às 22h – Parque Ecológico de Águas Claras: todos os dias das 5h às 22h – Parque Ecológico do Riacho Fundo: todos os dias das 6h às 18h – Parque Ecológico Areal: todos os dias das 6h às 18h – Parque Ecológico Veredinha: todos os dias das 6h às 22h – Parque Ecológico Cortado: todos os dias das 6h às 18h – Parque Ecológico Três Meninas: todos os dias das 7h às 18h – Parque Ecológico do Anfiteatro Natural do Lago Sul: todos os dias das 6h às 18h – Parque Ecológico Península Sul: todos os dias das 6h às 22h *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Reviva Parques chega à 19ª unidade de conservação em três anos
O Reviva Parque, programa de recuperação das unidades de conservação de Brasília, chega em abril ao Parque Ecológico da Asa Sul. Com isso, a ação orquestrada pela Secretaria de Governo, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o Brasília Ambiental (Ibram), completa 19 unidades reformadas. A intenção é cumprir, até o final de 2022, a meta de 20 parques. O Parque Olhos d’Água é uma das unidades mantidas pelo Reviva Parque, programa instituído em março de 2021 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O Distrito Federal tem, sob a gerência do Ibram, 82 unidades de conservação. Destas, 28 estão abertas à visitação do público para caminhadas, corridas, atividades de lazer e outros esportes. O 20º parque a ser recuperado até o final do ano é o do Gama. O Reviva Parques foi instituído pelo Decreto nº 41.865, em 3 de março de 2021. Dois anos antes, porém, começou com ações de forças-tarefas onde secretarias e autarquias públicas se uniam para atender demandas de obras de manutenção nas unidades de conservação. “Dá pra ver que os banheiros estão conservados, os aparelhos e parques pintados”, elogia o servidor público Fábio Moreira, frequentador do Parque Olhos d’Água Pinturas, podas de árvores, reformas de telhados, recuperação de pistas, parquinhos e quadras estão entre as ações. Obras estruturantes não estão incluídas no programa e são feitas com recursos de compensação ambiental recebidos pelo governo. Com a oficialização pelo governador Ibaneis Rocha, o programa passou também a estimular as parcerias com pessoas físicas, jurídicas e a sociedade civil organizada para a recuperação e manutenção dos espaços de visitação. Por causa disso, todas as reformas e melhorias recebidas não demandam recursos financeiros extras do caixa do governo. “Essa cooperação dos órgãos do governo é o diferencial que faz com que tudo aconteça”, declara a superintendente do Brasília Ambiental Rejane Pieratti. De acordo com ela, em 2023 o programa deve continuar nas oito unidades que faltam, revisitando, em seguida, as outras 20 atendidas anteriormente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Quem frequenta as unidades de conservação reformadas pelo Reviva Parques têm percebido as melhorias. Morador da 912 Norte, o servidor público federal Fábio Moreira, 59 anos, diz que vai se exercitar no Parque Olhos d’Água – um dos mantidos pelo programa – habitualmente. Para ele, as benfeitorias são perceptíveis. “O projeto paisagístico da entrada é bonito, mas não é só isso. Dá pra ver que os banheiros estão conservados, os aparelhos e parques pintados. O projeto de reflorestamento, principalmente, com novas mudas e plantios, é algo bem interessante”, observa. Confira as 20 unidades de conservação atendidas pelo Reviva Parques 2019 a 2022: – Parque Ecológico de Águas Claras – Parque Ecológico do Cortado – Parque Ecológico Saburo Onoyama – Parque Ecológico Ezechias Heringer – Parque Denner – Parque Ecológico Olhos d’Água – Parque Ecológico das Garças – Parque Distrital das Copaíbas – Parque Ecológico do Areal – Parque Ecológico do Tororó – Monumento Natural Dom Bosco – Parque Ecológico dos Jequitibás – Parque Ecológico Sucupira – Parque Ecológico Três Meninas – Parque Ecológico do Paranoá – Parque Ecológico Veredinha – Parque Ecológico Lago Norte – Parque Ecológico do Riacho Fundo – Parque Ecológico Asa Sul – em andamento – Parque Ecológico do Gama – começa após o término no da Asa Sul
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Parque Educador dá início às atividades do primeiro semestre
[Olho texto=”“É importante que todos conheçam a biodiversidade e a importância desses espaços para a sustentabilidade do planeta. Queremos melhorar a qualidade de vida dos alunos no dia a dia, por meio desse projeto, porque quando a gente conhece, a gente respeita e cuida”” assinatura=” – Luzia Carvalho, professora do Projeto Parque Educador” esquerda_direita_centro=”direita”] As atividades do Projeto Parque Educador, realizado pelo Instituto Brasília Ambiental em parceria com as secretarias de Educação (SEE) e do Meio Ambiente (Sema), foram iniciadas nesta semana. A expectativa é de que 69 escolas sejam atendidas ainda no primeiro semestre de 2022, beneficiando 2.680 estudantes da rede pública de ensino. O educador ambiental e coordenador do projeto, Luiz Felipe Blanco, celebra o retorno das atividades presencias. “A retomada foi muito boa, estávamos ansiosos por isso e as escolas também. Nesse primeiro momento, as escolas estão passando por um processo de readaptação e seguimos confiantes que o restante do semestre será bem produtivo”, ressalta. Já a professora e bióloga Luzia Carvalho, que atua pelo projeto no Parque Ecológico Águas Claras, enfatiza a importância do conhecimento adquirido pelos alunos nas unidades de conservação. “No parque, eles têm a oportunidade de aprender sobre cerrado, água, sustentabilidade, biodiversidade, educação ambiental e patrimonial in loco, fazendo trilhas ou caminhando pelo parque”, aponta. Estudantes em visita ao Parque Ecológico de Águas Claras: retorno às atividades presenciais do projeto | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Ela ainda destaca o quanto o projeto contribui para a formação da consciência ambiental dos estudantes. “É importante que todos conheçam a biodiversidade e a importância desses espaços para a sustentabilidade do planeta. Queremos melhorar a qualidade de vida dos alunos no dia a dia, por meio desse projeto, porque quando a gente conhece, a gente respeita e cuida”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Integração O Parque Educador foi criado em 2018 para fortalecer a educação ambiental, ampliar o espaço educativo das escolas públicas e aumentar a integração da comunidade com os parques. De lá para cá, já envolveu 122 escolas e 8.023 estudantes. Para este ano, estão previstas a participação de 144 escolas e até 5.760 estudantes em duas edições. A iniciativa ocorre nos parques ecológicos Saburo Onoyama (Taguatinga), Três Meninas (Samambaia), Riacho Fundo, Águas Claras, Sucupira/Esecae (Planaltina) e Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul). *Com informações do Brasília Ambiental
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Candidatos a brigadista florestal são convocados para teste físico
[Olho texto=”Os 52 concorrentes com melhor desempenho no TAF serão selecionados para a formação, que será conduzida pelo PrevFogo (Ibama) do dia 28 deste mês a 8 de abril” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente (Sema), divulga a lista de convocação para o Teste de Aptidão Física (TAF) dos candidatos ao curso de Formação de Brigadista de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais. Os primeiros 104 inscritos vão fazer a avaliação na segunda-feira (21), e os 52 concorrentes com melhor desempenho serão selecionados para a formação, conduzida pelo PrevFogo (Ibama) do dia 28 deste mês a 8 de abril. Confira aqui a lista dos convocados para o TAF. A avaliação física será atrás da sede do Ibama, localizada na L4 Norte – SCEN Trecho 2. Para os inscritos da 1ª à 52ª posição, o teste ocorrerá das 9h às 12h, enquanto os candidatos situados entre as posições 53ª e 104ª serão avaliados no turno vespertino, das 14h às 17h. É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto e atestado médico, de acordo com a definição do edital. A formação visa promover a capacitação dos candidatos nas atividades de prevenção e combate aos incêndios florestais | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O TAF consistirá em uma caminhada de 2,4 mil metros carregando uma bomba costal com água, que pesa cerca de 24 kg. O tempo máximo permitido é de 25 minutos para homens e 30 minutos para mulheres. Não será permitido correr durante o trajeto, sob pena de eliminação. O objetivo é verificar a resistência muscular e aeróbica e a capacidade cardiorrespiratória dos candidatos. Seleção O cadastro para o curso foi feito nos dias 15 e 16 deste mês e resultou em 1.550 inscritos. Os candidatos aprovados no TAF da 1ª à 26ª posição farão parte da primeira turma, com aulas do dia 28 a 1º de abril. Já os que ocuparem da 27ª à 52ª colocação vão integrar a segunda turma, com formação de 4 a 8 de abril. O curso será presencial e terá duração de 40 horas, com aulas teóricas e práticas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A lista dos aprovados tem data de divulgação prevista para o dia 24 deste mês, também no site do Brasília Ambiental. Não haverá cadastro reserva, mas, em situação de desistência de candidato aprovado, antes do início das aulas, o próximo em classificação será chamado. A formação visa promover a capacitação dos candidatos nas atividades de prevenção e combate aos incêndios florestais, no âmbito do Distrito Federal, de acordo com o Decreto 37.549/2016, que promulga o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif), e com o Decreto nº 43.057, que declarou estado de emergência ambiental no DF em março deste ano. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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