Resultados da pesquisa

Cartão Gás

Thumbnail

Liberados R$ 42,1 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Foram liberados, nesta segunda-feira (3), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve, em junho, 8.725 famílias contempladas, sendo 4.269 entrando pela primeira vez no programa e que devem retirar os cartões nas agências do BRB, e 4.456 retornando. Estes devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, foram investidos R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 299 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 620 novas famílias beneficiadas com o programa. No site GDF Social, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio. Para fazer a retirada, é preciso apresentar documento oficial com foto e CPF.  

Ler mais...

Thumbnail

Como saber se você tem direito ao Cartão Gás no DF

Famílias de baixa renda do Distrito Federal podem receber o benefício do Cartão Gás, que repassa R$ 100 a cada dois meses para a compra de botijão de gás de cozinha de 13 quilos. Atualmente, cerca de 70 mil famílias são atendidas pelo programa na capital.  Não existe inscrição específica para participar do programa. A seleção é feita automaticamente com base nas informações registradas no Cadastro Único (CadÚnico). Por isso, manter os dados atualizados é fundamental para que a família possa ser considerada elegível. Podem receber o benefício famílias inscritas no CadÚnico que residam no Distrito Federal, tenham renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa e tenham informado no cadastro que parte da renda é comprometida com a compra do gás liquefeito de petróleo (GLP), utilizado no botijão de cozinha.  Também é necessário que o responsável familiar tenha pelo menos 16 anos e CPF informado no Cadastro Único. Não podem participar do programa pessoas em situação de rua nem famílias acolhidas em instituições coletivas.  A análise para concessão do benefício é feita com base nas informações do Cadastro Único | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Caso o número de famílias aptas seja maior do que os recursos disponíveis, a prioridade é dada nesta ordem: às famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; famílias com crianças nessa faixa etária; famílias com pessoas com deficiência; e famílias com idosos.  Cadastro atualizado Como a concessão ocorre automaticamente, não é preciso procurar um órgão público para solicitar o Cartão Gás. A análise considera exclusivamente as informações declaradas no Cadastro Único. Por isso, é importante verificar se estão corretos o CPF do responsável familiar, a composição da família, o endereço de residência no Distrito Federal, a renda e a informação de que há comprometimento da renda com a compra do botijão de gás. A ausência dessa declaração ou do CPF do responsável impede a concessão do benefício. Como saber se você foi contemplado A consulta para verificar se a família foi contemplada pode ser feita pelo Sistema de Cadastro Socioeconômico, clicando aqui. Basta informar o CPF e a data de nascimento do responsável familiar. O sistema informa se o benefício foi concedido e indica a agência bancária onde o cartão estará disponível para retirada. A relação de beneficiários costuma ser divulgada na semana em que ocorre o pagamento. O cartão é emitido em nome do responsável familiar e encaminhado, preferencialmente, para uma agência próxima ao endereço registrado no Cadastro Único. Após a disponibilização, ele deve ser retirado em até 120 dias. Valor e regras do benefício O crédito é de R$ 100, liberado a cada dois meses, e pode ser utilizado exclusivamente para a compra de botijão de gás de cozinha de 13 quilos em estabelecimentos credenciados. O auxílio não possui prazo determinado para encerramento. A família permanece recebendo o benefício enquanto continuar atendendo aos critérios estabelecidos pelo programa. O Cartão Gás pode ser cancelado caso não seja retirado dentro do prazo de 120 dias, seja identificado recebimento indevido por diferentes integrantes da mesma família ou residência; ou sejam constatadas informações falsas ou uso de meios ilícitos para ingressar ou permanecer no programa. Passo a passo para participar  ⇒ Estar inscrito e manter atualizado o Cadastro Único; ⇒ Conferir se o CPF do responsável familiar, renda, composição familiar e endereço no DF estão corretos; ⇒ Declarar no cadastro que parte da renda é destinada à compra do botijão de gás;  ⇒ Aguardar a seleção automática;  ⇒ Consultar o resultado no Sistema de Cadastro Socioeconômico do BRB com CPF e data de nascimento do responsável familiar;  ⇒ Caso seja contemplado, retirar o cartão na agência indicada em até 120 dias;  ⇒ Utilizar o crédito de R$ 100, liberado a cada dois meses, exclusivamente para a compra de botijão de gás de 13 quilos. Em caso de dúvidas, a pessoa pode buscar atendimento pelo site oficial; pela Central 156; pela Ouvidoria, no telefone 162; ou por este portal.   

Ler mais...

Thumbnail

Redes de assistência social, educação e trabalho garantem ao DF o topo em ranking de desenvolvimento humano

O Distrito Federal alcançou o topo do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil em 2024, com a marca histórica de 0,866, e conquistou a faixa de "muito alto desenvolvimento humano", acima do resultado nacional (0,805). Esse índice não é apenas uma estatística fria em um relatório. Por trás dos números que medem saúde, educação e renda estão milhares de vidas que encontram na rede de proteção e incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) a força necessária para reescrever as próprias histórias.  O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul chega a atender quase 30 mil famílias por ano  “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Entre 2021 e 2024, o índice brasiliense teve avanço de 0,043, ou 5,2%, quando ficou em 0,823. Em 2012, o resultado do DF era de 0,824. O IDHM, uma adaptação do índice global para avaliar a realidade das unidades federativas e municípios, avalia o bem-estar e o progresso de longo prazo da população. A escala varia de 0 a 1 e é calculada com base no desempenho em três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: a garantia de uma vida longa e saudável (longevidade e saúde), o acesso ao conhecimento (educação) e um padrão de vida decente (renda e trabalho). O Radar IDHM 2024 é o documento com os dados mais recentes. A publicação é elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sustentar esse topo e transformar o vigor econômico em bem-estar social nas regiões administrativas, o GDF atua de forma integrada: a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lidera uma rede de proteção com programas inovadores como o Cartão Prato Cheio e o DF Social, que garantem segurança alimentar e dignidade; a Secretaria de Educação impulsiona os índices educacionais com a menor taxa de analfabetismo do país e o avanço histórico do programa Alfaletrando, que já alfabetizou 65% das crianças até o 2º ano; enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet) fecha o ciclo de desenvolvimento humano, ao fomentar a autonomia financeira por meio da capacitação profissional do QualificaDF e da revitalização comunitária do RenovaDF.  Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação” Luz no fim do túnel A cozinheira Diana Patrícia Moura sabe bem o que esse amparo significa. Diagnosticada com uma doença grave em outubro do ano passado, ela se viu impossibilitada de trabalhar. Sem renda, morando de aluguel e focada no tratamento médico, o medo da fome bateu à porta. A resposta veio por meio do Cartão Prato Cheio, que garante R$ 250 mensais para a compra de alimentos a 130 mil famílias no DF, em 18 parcelas. "Vai ajudar muito, porque tem que pagar aluguel, né? Fora o aluguel, o mais caro é a comida. Então, vai ser bem-vindo", desabafa a moradora de Samambaia Sul, agora com a tranquilidade de ter o alimento garantido durante sua luta pela saúde.  O diferencial de acolher os cidadãos nos momentos mais críticos e garantir o mínimo para recomeçar é o que sustenta essa ampla rede de apoio. A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, explica que para muitas pessoas o Estado é a única porta possível a bater. “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa, com o benefício do Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás e o DF Social, que complementam a renda e reduzem o impacto nos orçamentos dessas pessoas”.   Tamires Nigre, mãe de recém-nascida, sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio O amparo, no entanto, não se restringe à transferência de renda, mas exige um olhar humanizado que atua na raiz do bem-estar social. “Seja com um pernoite no Hotel Social para garantir dignidade e oportunidades para outras políticas públicas ou com acompanhamento adequado dos Cras, além de garantir direitos, essas políticas socioassistenciais reconstroem vidas e também previnem vulnerabilidades e reduzem as mazelas, melhorando a qualidade de vida para toda a população do DF”, complementa a secretária.  "A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda"   Tamires Negre, dona de casa, mãe de recém-nascida Essa reconstrução de vidas busca, acima de tudo, construir uma ponte para a autonomia. Tamires Negre, mãe de uma recém-nascida de apenas 22 dias, vive em uma casa com seis pessoas e já sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio. Agora, a dona de casa precisa da Bolsa Natalidade, que oferece kit com enxoval e R$ 200 para famílias vulneráveis, para ajudar nas despesas com a bebê. "Ajuda muito. A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda", relata a moradora de Samambaia Norte, que encontra na rede de assistência um amparo para o desgaste físico e mental da maternidade.  Nas trincheiras do atendimento diário, gestores testemunham essas transformações de perto. Paolo Sousa, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul — unidade que chega a atender quase 30 mil famílias por ano —, explica a dimensão desse impacto. "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”, relata.  Autonomia e desligamento dos benefícios O objetivo central, no entanto, é devolver a independência aos cidadãos. O diretor se emociona ao contar sobre as famílias que pedem o desligamento voluntário dos benefícios porque alcançaram a autonomia. “O nosso trabalho gera frutos", comemora. Ele relembra o agradecimento recente de uma mãe atendida na unidade: "Ela falou: 'Muito obrigado, porque vocês, enquanto equipamento público, nos proporcionaram acesso ao estudo'. Com o dinheiro que ela recebia, ela se qualificou, conseguiu pagar um estudo mínimo para a filha, que depois passou em um concurso”, conta Sousa.  Avanço alcançado pelas famílias depois de receber desmistifica preconceito de muitas pessoas sobre os programas sociais  Para o diretor, o avanço real dessas pessoas desmistifica qualquer preconceito sobre os programas sociais. "Isso tira a ideia que, infelizmente, muitas pessoas têm de que quem recebe algum benefício fica acomodado. Não, isso não existe. Hoje os números mostram a diferença. Os programas de transferência de renda trazem, sim, autonomia para que essas famílias consigam sair da insegurança alimentar e gerir a própria vida", completa. Educação é o pontapé inicial Para que as famílias consigam dar esse salto definitivo, a base educacional é imprescindível. Hoje, o DF tem a menor taxa de analfabetismo do país para maiores de 15 anos e pode celebrar a marca de 65% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice que supera a meta nacional.  "Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”  Iêdes Soares Braga, secretária de Educação interina Ao refletir sobre como essas salas de aula constroem a liderança do DF no desenvolvimento humano, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatiza que o conhecimento é o principal instrumento de transformação social e desenvolvimento humano. “Quando ampliamos o acesso à escola, fortalecemos a alfabetização, garantimos a permanência dos estudantes e investimos na formação profissional, estamos impactando diretamente a qualidade de vida da população." Os avanços educacionais do Distrito Federal refletem não apenas em melhores indicadores de escolaridade, mas também em mais oportunidades, geração de renda, inclusão social e perspectivas de futuro para nossos jovens. Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”, avalia a secretária. Novos capítulos [LEIA_TAMBEM]Com cidadãos amparados e educados, as portas do mercado se abrem, completando o ciclo virtuoso que impulsiona o IDHM. Apenas nos primeiros meses de 2026, as agências do Trabalhador disponibilizaram quase 25 mil vagas de emprego. Em paralelo, o vigor econômico se comprova nos números do programa Emprega DF, programa de incentivo do GDF que dá benefícios fiscais a empresas que investem, mantêm e geram emprego no DF. Além de alcançar firmas já instaladas na capital federal, a iniciativa procura atrair novos empreendimentos e, assim, alavancar a economia local. Entre 2019 e 2024, houve aumento superior a 3.200% na geração de empregos diretos (saltando de 321 para 10.608 postos), além de crescimento dos investimentos de empresas, de R$ 37,1 milhões para R$ 189,3 milhões.  O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, explica a engrenagem por trás dessa economia pulsante: “O Distrito Federal tem se consolidado como um lugar cada vez mais atrativo para viver, trabalhar e investir. Além da localização estratégica e da diversidade econômica, o DF conta com pessoas empreendedoras e dispostas a aproveitar novas oportunidades. A expectativa é seguir ampliando a geração de empregos, fortalecendo os negócios locais e levando mais qualificação profissional para todas as regiões administrativas. Quando criamos oportunidades perto de onde as pessoas vivem, impulsionamos o desenvolvimento e melhoramos a qualidade de vida de toda a população".

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nessa segunda-feira (1º), R$ 42,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 255 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 764 novas famílias beneficiadas com o programa. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem | Foto: Divulgação/Sedes-DF “A governadora Celina Leão tem como prioridade o combate à fome e à pobreza. Benefícios como o Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e o DF Social colocam comida na mesa e reduzem o impacto do dia a dia nos orçamentos das famílias que mais precisam. E assim vamos seguir, entregando dignidade e com um olhar especial para as pessoas mais vulneráveis”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. Nova contemplação Ainda em junho haverá uma nova contemplação para famílias que vão entrar pela primeira vez no programa. Elas vão poder consultar, a partir da segunda quinzena do mês, em gdfsocial.brb.com.br em qual agência do Banco Regional de Brasília (BRB) devem buscar seus cartões. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Do acolhimento ao benefício: como acessar programas sociais no DF

Antes de conseguir organizar a própria vida, a dona de casa Mariana Burcos, de 42 anos, precisou romper com um ciclo de violência doméstica enquanto buscava apoio para cuidar do filho com transtorno do espectro autista. Foi nesse caminho que ela encontrou, na rede de assistência social do Distrito Federal, mais do que benefícios: acolhimento, orientação e a chance de recomeçar. Hoje, atendida por diferentes programas do GDF, ela vê no suporte recebido a possibilidade de garantir estabilidade para a família. Atualmente, Mariana é atendida por programas como o Cartão Prato Cheio, benefícios voltados a pessoas com deficiência e o auxílio-aluguel. Ao buscar apoio para o filho, ela foi encaminhada a diferentes serviços, fez o Cadastro Único e teve acesso a benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas). “Eu estava em uma situação difícil, sem rede de apoio, e aqui encontrei orientação, paciência e humanidade. Isso fez toda a diferença para recomeçar. Não foram só os benefícios, mas também o apoio para reorganizar a minha vida”, conta. No Centro de Referência de Assistência Social (Cras), é possível fazer inscrição no Cadastro Único | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Histórias como a de Mariana se repetem entre os beneficiários da rede socioassistencial do DF, que têm nos serviços públicos a porta de entrada para auxílios financeiros e acompanhamento social. É o caso da diarista Cristiana de Souza, 50 anos, que recebe o Bolsa Família e tem acesso ao Cartão Prato Cheio. Durante a pandemia, Cristiana enfrentou problemas de saúde e ficou impossibilitada de trabalhar, tendo buscado atendimento no posto de saúde da Vila Planalto. A partir dali, ela foi encaminhada ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras), onde realizou a inscrição no Cadastro Único, etapa fundamental para a análise e inclusão nos programas. “Os programas me ajudam muito, porque estou com problemas relacionados à menopausa e preciso de medicações. O benefício contribui tanto com esses gastos quanto com a alimentação. É um auxílio importante no dia a dia”, afirma Cristiana. Cristiana de Souza ressalta que os benefícios que recebe ajudam nos gastos com remédios e com a alimentação O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibiliza diversos benefícios sociais voltados à população em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de garantir acesso a direitos básicos, promover inclusão e reduzir desigualdades. Os programas atendem desde famílias de baixa renda até públicos específicos, como idosos, pessoas com deficiência e mulheres em situação de violência, com serviços que vão do apoio financeiro ao acompanhamento socioassistencial. “Este GDF triplicou o investimento no desenvolvimento social e temos a convicção de que é um marco histórico, por isso somos referência Brasil afora no combate à pobreza e no combate à fome. O importante agora é que as famílias vulneráveis se informem da melhor maneira para terem acesso aos benefícios e serviços porque temos casos de famílias que aguardam uma contemplação no Prato Cheio, já foram contempladas, mas não buscaram o cartão, por exemplo”, ressalta a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Para ter acesso, o cidadão deve procurar uma unidade do Cras, preferencialmente com agendamento pela Central 156, por meio do qual são feitos o cadastro e a avaliação para inclusão nos programas disponíveis; ou buscar atendimento pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF). Em geral, é necessário ter renda per capita mensal de até meio salário mínimo, apresentar CPF, de preferência do responsável familiar, e, se possível, documentos de todos os integrantes da família. A seleção para a maioria dos programas no DF, como o DF Social, é automática e baseada nos dados do CadÚnico. 32% porcentagem da população do DF inscrita no CadÚnico Atualmente, o Distrito Federal tem quase 500 mil famílias inscritas no Cadastro Único, sistema que dá acesso a programas e benefícios sociais. Segundo a Sedes-DF, responsável pela gestão do CadÚnico na capital, mais de 90% dos cadastros estão atualizados. Ao todo, das mais de 2,9 milhões de pessoas que vivem no DF, cerca de 32% estão inscritas no sistema. Principais programas sociais DF Social — Concede R$ 150 mensais a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo inscritas no CadÚnico. A seleção é automática, conforme cruzamento de dados e disponibilidade orçamentária, e o programa atende a cerca de 70 mil beneficiários. O valor pode ser sacado, usado para pagamentos ou transferências via Pix. A consulta da contemplação pode ser feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico. Após a aprovação, é necessário abrir a conta social digital pelo aplicativo do BRB. Cartão Prato Cheio — Benefício de R$ 250 destinado à compra de alimentos para famílias em situação de insegurança alimentar. Atualmente, cerca de 130 mil pessoas recebem até 18 parcelas. A solicitação deve ser feita por meio de atendimento socioassistencial no Cras, com agendamento pela Central 156 ou pelo site sedes.df.gov.br. A situação também pode ser acompanhada pelo portal Sistema de Cadastro Socioeconômico. Cartão Gás — Auxílio de R$ 100, pago a cada dois meses, para a compra de botijão de gás, atendendo cerca de 70 mil famílias. A seleção é automática, a partir do CadÚnico atualizado e conforme critérios do programa. A consulta da contemplação é feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico, e a retirada do cartão ocorre na agência do BRB indicada na mensagem de aprovação. Bolsa Família — Programa federal de transferência de renda acessado por meio do Cadastro Único, voltado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) — Garante um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência de baixa renda, também mediante inscrição no Cadastro Único.  

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta quarta-feira (1º), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi destinada ao programa Cartão Prato Cheio, que teve 6.023 novos contemplados neste mês. A iniciativa concede crédito de R$ 250, pago em ciclo de 18 parcelas, a famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para a compra de alimentos. Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Já o Cartão Gás recebeu investimento de R$ 7 milhões, também atendendo 70 mil famílias. Além disso, 350 famílias foram contempladas para receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para a compra de gás liquefeito de petróleo (GLP), o botijão de cozinha. [LEIA_TAMBEM]“Neste mês tivemos mais de seis mil famílias vulneráveis contempladas no Cartão Prato Cheio. Juntamente com o DF Social e o Cartão Gás, o GDF tem combatido a fome e a pobreza, garantindo o mínimo a essas pessoas que tanto precisam”, afirmou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão encontra informações sobre a agência onde deve retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do benefício, mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

GDF que fez: ações do governo contribuem para melhorar a vida da população em diversas áreas

O Distrito Federal vive um tempo de ação. Nos últimos anos, a população tem se deparado, diariamente, com inúmeras obras e programas feitos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida daqueles que nasceram ou escolheram a capital federal para morar.   Algumas obras são mais visíveis, como os novos viadutos — 11 foram construídos desde 2019 — e o Túnel Rei Pelé, a maior obra viária deste GDF, que ajudou a desafogar o trânsito na região de Taguatinga.  Ainda na mobilidade, houve a conclusão das obras na Saída Norte, que receberam o nome de Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz; a criação do Corredor Eixo Oeste, ligando o Sol Nascente/Pôr do Sol ao Plano Piloto; e a reconstrução do viaduto no Eixão Sul, que havia desabado em fevereiro de 2018. O Viaduto Luiz Carlos Botelho, no Sudoeste, é uma das obras entregues pelo GDF Para quem usa o transporte público, também não faltaram ações. Foram feitas, por exemplo, seis novas rodoviárias em diferentes regiões administrativas. Sem esquecer, é claro, do Vai de Graça, programa que garante tarifas gratuitas nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados, e que tem sido sucesso entre os brasilienses: em um ano, foram quase 40 milhões de viagens. Se o assunto é infraestrutura, não há como não falar do Drenar-DF, o maior sistema de drenagem da história do Distrito Federal, que pôs fim às enchentes no início da Asa Norte. Alagamentos, aliás, que eram um problema também em Vicente Pires. Eram, no passado. Hoje, a região administrativa virou exemplo de urbanização, após investimentos de R$ 420 milhões. O Drenar-DF pôs fim às enchentes no início da Asa Norte Quem também tem virado exemplo é o Sol Nascente/Pôr do Sol. A área foi uma das quatro novas regiões administrativas criadas desde 2019. Com uma administração regional própria, vieram mais obras, sobretudo de urbanização, a exemplo da pavimentação de vias, da construção de calçadas e dos serviços para captar água da chuva e evitar alagamentos. Água, saúde e segurança Direitos fundamentais, o acesso à água, a saúde, e a segurança também receberam grandes investimentos. A crise do desabastecimento, que levou a um inédito racionamento de água no DF, ficou para trás: foram feitas diversas obras hídricas, como a construção de adutoras e a interligação de reservatórios, para garantir que esse triste episódio não voltasse a ocorrer. Na saúde, além da contratação de profissionais e das obras em unidades já existentes, estão em construção sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs) para dar uma resposta rápida às necessidades dos cidadãos, em um local próximo de suas casas. Já na segurança, o DF voltou a ter delegacias dia e noite, funcionando 24 horas por dia. Educação e cultura Cartão Material Escolar tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social Na educação básica, desde 2019, foram feitas 13 novas escolas e 27 novos centros de educação da primeira infância (Cepi), onde pais e mães podem deixar os filhos pequenos com segurança enquanto trabalham. Aqueles que precisam também podem contar com uma ajuda para os gastos escolares: para eles, foram criados o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar. Já no ensino superior, o DF, depois de décadas de espera, enfim, ganhou uma universidade distrital para chamar de sua. A UnDF foi criada oficialmente em 2021, a fim de democratizar o acesso a cursos de graduação e pós-graduação. A cultura, por sua vez, viu espaços fechados há anos serem reabertos e modernizados, sendo o principal deles o Teatro Nacional Claudio Santoro. O equipamento voltou a abrir as portas em dezembro de 2021, com a entrega da sala Martins Pena, cuja restauração recebeu investimento de R$ 70 milhões. Agora, já estão autorizadas as obras em outros espaços, como a sala Villa-Lobos, onde serão investidos mais R$ 268,3 milhões.  Casa, trabalho e comida no prato O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que "quem tem fome, tem pressa". É ele , aliás, quem dá nome a um selo concedido por dois anos consecutivos ao DF pelas ações de combate à insegurança alimentar. Entre essas ações, estão a construção de quatro novos restaurantes comunitários e o retorno do preço do almoço a R$ 1 nesses locais. Hoje, são, ao todo, 17 equipamentos do tipo em funcionamento, sendo que 14 oferecem café da manhã, almoço e jantar, de domingo a domingo. Para aqueles que cozinham em casa, foi criado o Cartão Gás, que oferece auxílio de R$ 100 para a compra do insumo. O GDF também tem garantido o direito à moradia para milhares de famílias. Desde 2019, foram entregues cerca de 14 mil unidades habitacionais em diferentes locais, como no Itapoã Parque, maior projeto habitacional em desenvolvimento no Brasil, premiado nacionalmente. E para quem procura o primeiro emprego ou uma nova chance, o DF também tem sido um lugar de oportunidades. Prova disso é a criação do RenovaDF. Um dos maiores programas de capacitação profissional do Brasil, ele oferece um curso e uma bolsa para auxílio financeiro para os participantes que, em troca, ajudam na recuperação de equipamentos públicos. Desde o lançamento, o Renova já formou mais de 30 mil alunos. Pessoas que só buscavam uma oportunidade e mostraram que, com dedicação, é possível fazer.

Ler mais...

Thumbnail

GDF recebe Selo Betinho por ações de combate à fome pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, o Distrito Federal foi reconhecido com o Selo Betinho pelo trabalho no combate à fome e na garantia da segurança alimentar. A premiação, concedida pela Organização da Sociedade Civil Ação da Cidadania em reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área, foi entregue nesta quarta-feira (18), em cerimônia no Palácio do Buriti, com participação da vice-governadora Celina Leão. Durante a cerimônia, a vice-governadora afirmou que o reconhecimento reflete o resultado de políticas públicas articuladas para ampliar o acesso à alimentação no Distrito Federal: “Esse prêmio reconhece nosso trabalho e nossa meta, que é cuidar de quem mais precisa. E isso se dá pelos números dos nossos programas: os restaurantes comunitários, que, em 2019, serviam 6 milhões de refeições, hoje entregam 17 milhões por ano, com ampliação para café da manhã, jantar e funcionamento aos fins de semana. Além de programas como a Cesta Verde e tantos outros. Sabemos que precisamos ampliar cada vez mais e vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas”. Celina Leão destaca que o GDF tem vários programas sociais, como o Cesta Verde e os restaurantes comunitários: "Vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social e presidente da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF), Ana Paula Marra, destacou que o trabalho conjunto entre diferentes áreas do governo é essencial para fortalecer a segurança alimentar e apoiar a agricultura familiar no Distrito Federal. “Quando a gente fala sobre esse selo e esse reconhecimento é sobre nosso desafio de investir na agricultura familiar e nos pequenos produtores, para fazer com que aquele alimento saudável chegue à mesa de quem mais precisa”, reforçou. Para concessão do selo, são avaliados, entre outros critérios, a existência e o funcionamento de instâncias do Sistema Nacional de Segurança Alimentar (Sisan); a implementação de programas e ações voltados ao combate à fome; e a transparência e monitoramento das políticas de segurança alimentar.  Ana Paula Marra reforçou que o Selo Betinho reconhece a importância de este GDF investir na agricultura familiar | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo a representante nacional do Conselho da Ação da Cidadania, Maíra Oliveira, o Selo Betinho reconhece governos que adotam políticas públicas eficazes no combate à fome e à insegurança alimentar e atingem 70% dessas metas. “A famosa frase do sociólogo Herbert de Souza [o Betinho, criador da Ação da Cidadania], ‘quem tem fome tem pressa’, dá o significado de muito do que fazemos, principalmente as ajudas emergenciais para que consigamos combater a fome em todos os níveis”, observou.    Iniciativas Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade no Distrito Federal. Entre as ações está a implementação dos cartões Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 por mês a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos; e Gás, auxílio financeiro em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do gás para uso doméstico. Os dois programas juntos já beneficiaram mais de 170 mil famílias. 18 Número de restaurantes comunitários em funcionamento no DF O governo ainda ampliou o programa de restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, o aumento do número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. Atualmente, o DF conta com 18 unidades, das quais 13 funcionam todos os dias (incluindo domingos e feriados) e contam com três refeições ao valor total de R$ 2 (sendo R$ 0,50 o café da manhã, R$ 1 o almoço e R$ 0,50, o jantar). Por meio da agricultura familiar, o DF também garante acesso à alimentação a famílias vulneráveis. É o caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política executada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) que prevê a compra de itens produzidos por pequenos produtores locais para destinação a entidades socioassistenciais cadastradas nos equipamentos de segurança alimentar, como o Banco de Alimentos das Centrais de Abastecimento (Ceasa). Entre 2019 e 2024, o PAA recebeu investimentos de R$ 11.567.193,01 do GDF para adquirir 2.633.373,25 kg de alimentos produzidos pelos agricultores locais. Esses números garantiram comida à mesa de 1.304 entidades sociais, totalizando 333.450 beneficiários. Outro exemplo é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que garante refeições saudáveis para os alunos da rede pública vindos da agricultura familiar. Entre 2019 e 2024, o Pnae contou com a participação de 5.325 produtores familiares e atendeu mais de 400 mil estudantes em 697 escolas. O programa Solidariedade Salva já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade O GDF conta também com o programa Solidariedade Salva, coordenado pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais. Desde o início, a ação já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade. Premiações Fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a Ação da Cidadania foi criada em 1993 e é considerada referência em ações de combate à fome e à miséria no Brasil. A certificação foi criada no ano passado pelo instituto com o objetivo de divulgar as políticas públicas e ações interessantes que podem ser referência no combate à fome para outras cidades. A premiação tem validade de um ano e o processo de avaliação é voluntário, sem custos para as cidades participantes. No fim do ano passado, o DF também foi destaque na primeira edição do Prêmio Brasil Sem Fome, no qual o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) reconheceu experiências que fortaleceram o Sisan e contribuíram para garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade e risco social.

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 49 milhões para pagamento de Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (3), R$ 49,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,8 milhões, foi investida no Cartão Prato Cheio. O programa concede crédito de R$ 250, pagos em ciclo de 18 parcelas, a 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para compra de alimentos. Investimentos no DF Social foram de mais de R$ 10 milhões, contemplando 70 mil famílias | Foto: Divulgação/Sedes-DF No DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 30 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. [LEIA_TAMBEM]O Cartão Gás, por sua vez, teve investimento de R$ 7 milhões, abrangendo também 70 mil famílias. Foram contempladas 476 novas famílias, que agora passam a receber R$ 100 a cada dois meses para compra do gás liquefeito de petróleo, o botijão de gás de cozinha. “Os benefícios são pagos às famílias para complementar a sua renda, contribuindo para eles terem comida na mesa, gás no fogão ou pagar uma conta”, detalha a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Associados aos demais serviços da assistência e desenvolvimento social, esses benefícios contribuem para combater a fome e a pobreza no DF.” Usuários cadastrados devem procurar, no site do GDF Social, as informações sobre a agência do BRB onde o cartão será retirado. A seguir, basta procurar a agência, levando um documento oficial com foto e o CPF.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

GDF investe R$ 167 milhões no Cartão Gás, beneficiando 1,6 milhão de famílias

Quando o crédito do Cartão Gás é liberado, Maria do Socorro de Lima respira aliviada. O benefício de R$ 100 a cada dois meses permite que ela, o marido e a filha Ana Clara, de 19 anos, mantenham o sustento da casa sem precisar escolher entre o gás e outras despesas básicas. “Eu recebo o benefício desde 2022, e o dinheiro do gás ajuda muito. A renda da nossa família vem do meu esposo, que trabalha com bicos de ajudante de pedreiro, e da Clarinha, que tem autismo e recebe o BPC [Benefício de Prestação Continuada]”, explica a dona de casa. Maria do Socorro Lima: "Antes de receber o Cartão Gás, a gente tinha que economizar de todo jeito para juntar o dinheiro, porque sem gás ninguém vive" | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A moradora da Vila Buritis, em Planaltina, diz preparar refeições simples, mas cheias de amor. “No café da manhã, faço cuscuz; no almoço, arroz, feijão e carne ou ovo; no jantar, a Ana Clara gosta muito de macarrão com molho de cenoura. Antes de receber o Cartão Gás, a gente tinha que economizar de todo jeito para juntar o dinheiro, porque sem gás ninguém vive”, lembra Maria. Segurança alimentar O Cartão Gás, que ajuda famílias como a de Maria do Socorro, já recebeu investimentos de mais de R$ 167 milhões desde 2021. O programa foi criado como uma medida emergencial para enfrentar as consequências sociais e econômicas da pandemia de covid-19, mas logo se tornou uma política contínua para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade. "O Cartão Gás atua tanto no combate à pobreza quanto no enfrentamento da fome" Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “O auxílio financeiro surgiu em uma situação emergencial, quando muitas famílias se queimavam ao cozinhar com lenha e carvão. Com o gás, as pessoas conseguem preparar seus alimentos de forma segura, saudável e digna. O Cartão Gás atua tanto no combate à pobreza quanto no enfrentamento da fome”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Desde agosto de 2021, o programa ajudou 1.672.923 famílias em todo o Distrito Federal, oferecendo um crédito bimestral de R$ 100 para a compra do gás de cozinha (gás liquefeito de petróleo, em embalagem de 13 kg). “Para as famílias que têm uma situação grave de vulnerabilidade social esse benefício é muito importante, porque ele assegura o acesso a esse bem de consumo que é o gás e complementa [o orçamento doméstico] com outros programas de transferência de renda do Distrito Federal”, afirma a secretária. [LEIA_TAMBEM]Como funciona Hoje, o programa Cartão Gás é gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), pasta responsável por selecionar os beneficiários e credenciar as empresas que participam do programa. Para receber o benefício, é necessário atender aos seguintes critérios: Estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal; Possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo; Ter declarado comprometimento de renda com aquisição de gás liquefeito de petróleo (GLP) no respectivo registro do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal; Morar no Distrito Federal; Não se encontrar em situação de rua ou acolhimento institucional coletivo; Ter idade igual ou superior a 16 anos.  A concessão do Programa Cartão Gás é feita de forma automática, com base nos dados informados pela família no Cadastro Único. Não é necessário fazer solicitação. Basta que a família esteja cadastrada no Cadastro Único do DF e cumpra os demais critérios do programa.  

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 49 milhões para pagamento do Cartão Gás, do DF Social e do Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (2), R$ 49,6 milhões para pagamento do Cartão Gás, do DF Social e do Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 32,3 milhões, foi investida no programa Prato Cheio, que teve 2.243 novos contemplados neste mês. O programa concede crédito de R$ 250 pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para compra de alimentos. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,3 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 333 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões, beneficiando também 70 mil famílias. Foram contempladas 270 famílias para receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para compra do gás liquefeito de petróleo, o botijão de gás de cozinha. A maior parte do montante, R$ 32,3 milhões, foi investida no programa Prato Cheio, que teve 2.243 novos contemplados neste mês | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Neste mês tivemos mais de duas mil famílias contempladas no Cartão Prato Cheio. Juntamente com o DF Social e o Cartão Gás, este GDF tem combatido a fome e a pobreza ao garantir o mínimo a essas pessoas, que é um prato de comida, além de aliviar seus orçamentos, uma vez que não possuem renda alguma ou rendas muito pequenas”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 49 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta quarta (1º) e sexta-feira (3), R$ 49 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 879 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões, beneficiando também 70 mil famílias. Em outubro, 4.611 famílias foram contempladas a receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para compra do gás liquefeito de petróleo, o botijão de gás de cozinha. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília “Eu tenho a convicção de que o governador Ibaneis Rocha é um dos que mais investe em proteção social para as famílias vulneráveis em todo o Brasil. E isso ocorre porque, além do investimento, trabalhamos com empenho para que benefícios como o Cartão Gás, o DF Social e o Prato Cheio alcancem cada vez mais famílias, combatendo, assim, a fome e a pobreza no DF”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 49 milhões para Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Agência Brasília · LIBERADOS R$ 49 MILHÕES PARA CARTÃO GÁS, CARTÃO PRATO CHEIO E DF SOCIAL A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nessa sexta-feira (1º), R$ 49.184.525 para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,3 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.411.525, beneficiando 70 mil famílias. Já no Cartão Gás, foram investidos R$ 6.999.500, beneficiando também 70 mil famílias - há famílias que recebem os três benefícios. O Cartão Prato Cheio contemplou 1.559 novas famílias no programa, enquanto no DF Social, 408 famílias, entre as novas contempladas, abriram as contas sociais digitais. No Cartão Gás, 2.251 famílias foram contempladas. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Outro dia, eu estava numa agenda e uma beneficiária me disse que o Prato Cheio mudou até o astral da casa dela. Ela contou que, quando chegava com as compras, as crianças ficavam mais alegres e ela ia preparar algo para eles comerem. São depoimentos assim que confirmam que o governador Ibaneis Rocha tem um olhar especial para quem mais precisa. Não é à toa que o DF é hoje referência nacional em combate à fome”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 46 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Agência Brasília · LIBERADOS R$ 46 MILHÕES PARA PAGAMENTO DO CARTÃO GÁS, CARTÃO PRATO CHEIO E DF SOCIAL A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (3), R$ 46.138.430 para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social. A maior parte desse montante, R$ 28.660.000, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito mensal de R$ 250, utilizado para compra de alimentos.  A partir deste mês, o auxílio passa a ser pago em um ciclo de 18 parcelas mensais às famílias em situação de insegurança alimentar, além do aumento de mais 30 mil beneficiários no programa. O Cartão Prato Cheio é o que receberá a maior parte dos R$ 46 milhões liberados este mês pelo GDF | Foto: Divulgação “Aquelas famílias que ainda estão recebendo o benefício terão as parcelas aumentadas automaticamente”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Esse é um dos maiores programas sociais deste Governo do Distrito Federal, então essa ampliação é muito significativa para garantir segurança alimentar e nutricional para a nossa população”.  No dia 28 de maio, o governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que amplia o Programa Cartão Prato Cheio, aumentando o número de famílias beneficiárias de 100 mil para 130 mil. O tempo de recebimento do benefício também foi estendido, passando de nove para 18 meses. Além disso, o valor do benefício será reajustado de R$ 250 para R$ 280 ainda neste ano. Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 7.000.000 e R$ 10.478.430, respectivamente, ambos beneficiando 70 mil famílias.  O DF Social oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]O DF Social oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no DF. Não é necessário solicitar o auxílio – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. O Cartão Gás, por sua vez, consiste no pagamento de um auxílio financeiro de R$ 100, pago de dois em dois meses, para aquisição de botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg. A consulta de novos contemplados nos três programas e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) deve ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência onde vai retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do auxílio. A retirada deve ser feita mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

Thumbnail

DF tem no Cadastro Único 263 mil famílias chefiadas por mães solo

O Distrito Federal tem 263 mil famílias monoparentais chefiadas por mulheres inseridas no Cadastro Único. Trata-se de mães de famílias em vulnerabilidade social que são as únicas responsáveis pelo sustento da casa, as chamadas mãe solo. Dessas, 85,3 mil possuem crianças de até seis anos. Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora do cadastro do governo federal em âmbito distrital. Segundo dados da Sedes-DF, dos 70 mil beneficiários do DF Social, programa de transferência de renda que paga R$ 100 mensais às famílias mais vulneráveis, 32,7 mil são mães solo | Foto: Divulgação/Sedes-DF Os três maiores programas da Sedes-DF - Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio - priorizam esse público: famílias chefiadas por mães solo com crianças de até seis anos de idade. Esses benefícios contribuem não somente com o apoio financeiro no dia a dia e na compra e preparo dos alimentos, como também dão mais autonomia a essas mulheres. “Neste Dia das Mães, quero reforçar a importância de nós, como Estado, oferecermos suporte a essas mães que cuidam sozinhas de seus filhos. São mulheres batalhadoras, que usam esses auxílios para dar mais dignidade às suas famílias. Por isso, esse é um dos principais critérios que utilizamos para priorizar a concessão dos benefícios”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Segundo dados da Sedes-DF, dos 70 mil beneficiários do DF Social, programa de transferência de renda que paga R$ 100 mensais às famílias mais vulneráveis, 32,7 mil são mães solo. Em relação ao Cartão Gás, as mulheres nessa condição representam 30,8 mil dos 70 mil beneficiários do programa. O Cartão Gás concede benefício de R$ 100 a cada dois meses para as famílias vulneráveis comprarem o botijão de gás de cozinha. [LEIA_TAMBEM]Já em relação ao Cartão Prato Cheio, programa referência da secretaria que concede nove parcelas de R$ 250 para compra de alimentos, 20,6 mil dos 100 mil beneficiários são mulheres de famílias monoparentais com filhos na primeira infância. “São benefícios que se complementam a outros que este GDF oferece, como as refeições a preços acessíveis nos 18 restaurantes comunitários, o Bolsa Maternidade, o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, dois outros importantes programas que a Sedes tem em parceria com a Secretaria de Educação”, pontua Ana Paula Marra. Concedido como uma das modalidades do Auxílio-Natalidade, o Bolsa Maternidade consiste na oferta de uma mochila entregue às mães em vulnerabilidade social quando nasce um bebê. A bolsa contém itens essenciais para os cuidados do bebê recém-nascido, como fraldas, pomada, roupinhas e manta. O kit é solicitado e entregue na hora em uma das 32 unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do DF. Para esse serviço, basta ir até o Cras, sem a necessidade de agendamento. De acordo com a Sedes-Df, nos últimos quatro anos, houve um crescimento de 474% no número de mochilas entregues. As mães, dentro do Auxílio Natalidade, também recebem o dinheiro do benefício, no valor de R$ 200, por filho nascido ou natimorto. Em relação aos restaurantes comunitários, os equipamentos servem cerca de 1,4 milhão de refeições por mês. Isso equivale a aproximadamente 48,5 mil refeições por dia. Considerando que cada pessoa pode retirar até duas refeições por turno, estima-se que cerca de 728,5 mil pessoas são atendidas mensalmente nos restaurantes comunitários do DF. “Muitas das famílias que frequentam os restaurantes são chefiadas por essas mães que aproveitam as três refeições do dia - café da manhã, almoço e jantar - a R$ 2 para alimentar seus filhos. Quando visito as unidades, sempre as vejo com seus filhos almoçando juntos ou levando as duas marmitas para casa”, lembra a secretária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Liberados cerca de R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (1º), R$ 41.881.950 para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24.565.500, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 6.999.800 e R$ 10.316.650 respectivamente, ambos beneficiando 70 mil famílias – há famílias que recebem os três benefícios. Nesta terça-feira (1º), o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio de 100 mil para 130 mil beneficiários e também da quantidade de parcelas, saltando de nove para 18 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O Cartão Prato Cheio contemplou 8.763 novas famílias no programa. Já o Cartão Gás, contemplou 1.633 novas famílias, enquanto no DF Social, 636 famílias entre as contempladas abriram as contas sociais digitais. “Benefícios como o Cartão Gás, o Cartão Prato Cheio e o DF Social contribuíram para que este GDF se tornasse uma referência nacional no combate à fome e à pobreza. O Selo Betinho, que nos premiou hoje pelo enfrentamento contra a insegurança alimentar, é um exemplo que corrobora a atenção do governador Ibaneis com os mais vulneráveis, com as famílias que mais precisam”, enfatiza a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Ampliação Nesta terça-feira (1º), o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio de 100 mil para 130 mil beneficiários e também da quantidade de parcelas, saltando de nove para 18. A Sedes vai fazer os ajustes necessários no programa para, em breve, efetivar a medida. O anúncio ocorreu por ocasião de solenidade, no Palácio do Buriti, que premiou o Governo do Distrito Federal (GDF) com o Selo Betinho pelo combate à insegurança alimentar. A premiação é concedida pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação da Cidadania em  reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área. Apenas o DF, Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Curitiba, no Paraná, atenderam aos critérios exigidos pelo selo de cumprir 70% das 36 metas criadas pela OSC em parceria com o Instituto Comida do Amanhã. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Qualidade de vida ao quadrado: Novas pesquisas reforçam DF como um dos melhores lugares para se viver

Quando tinha 26 anos, a carioca Roberta Abreu, 44, desembarcou em Brasília para acompanhar o então noivo, recém-transferido para a capital federal. O planejamento do casal era ficar cinco anos na cidade e retornar ao Rio de Janeiro. Este ano, a dupla completa 18 anos vivendo no Distrito Federal, uma decisão pautada em três pontos essenciais: a sensação de segurança, a fluidez do trânsito e a infraestrutura dos bairros. Aspectos reconhecidos na capital, que é considerada pelo Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil) como a cidade com a maior qualidade de vida do país. Brasília desponta como um dos destinos turísticos em alta neste ano, sendo considerada ideal para nômades digitais | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília “A gente escolhe todos os dias permanecer pela qualidade de vida que Brasília nos proporciona”, comenta Roberta. “Primeiro, no aspecto da segurança. Ela oferece uma sensação de segurança muito maior se comparada com os principais centros do país, já que nossos índices ainda são baixos.” Este ano, o DF alcançou a menor taxa de homicídio dos últimos 48 anos e segue reduzindo as ocorrências de crimes contra o patrimônio, indicadores que deixam a cidade na segunda posição entre as mais seguras do Brasil, perdendo apenas para Florianópolis (SC). “Outro fator importante foi a qualidade das moradias com bairros planejados, com espaços mais amplos e uma infraestrutura com conforto e bem-estar”, pontua Roberta. “Consigo morar bem e com qualidade, mas o primordial foi o trânsito. Brasília ainda tem uma facilidade: as vias são mais bem-planejadas e mais largas, e acabam comportando mais carros. Temos menos congestionamentos.” Carioca, Roberta Abreu veio para o DF há 18 anos e ficou: “Consigo morar bem e com qualidade, mas o primordial foi o trânsito. Temos menos congestionamentos” | Foto: Arquivo pessoal Mudanças e benefícios Há 11 anos moradora de Sobradinho, na região do Taquari,  ela lembra que, mesmo com o crescimento da população – o DF tem quase 3 milhões de habitantes –, a mobilidade da cidade segue boa em função das obras viárias. Cita, como exemplos,  a construção do Trevo de Triagem Norte (TTN), batizado de Complexo Viário Governador Roriz, entregue em 2021 com investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) de R$ 220 milhões: “Foi maravilhoso. Toda mudança no começo é caótica, mas foi uma grande transformação. Antes da reforma, o trânsito já estava ficando bem pesado. Hoje aproveito os benefícios de fazer em 20 minutos um trajeto em que antes eu demorava uma hora e meia”. Nalda Menezes, que veio do Piauí, mora no DF desde os 19 anos: “Aqui construí minha família e conquistei meu trabalho. Agora sonho em passar em um concurso público” | Foto: Arquivo pessoal A quantidade de oportunidades foi o que motivou a piauiense Nalda Menezes, 37, a morar no DF desde os 19 anos, quando veio de Parnaíba. Os primeiros empregos foram no comércio, até ela se firmar na área de secretariado, provando que a capital tem opções diversas de empregabilidade – é a segunda unidade da Federação com mais profissionais de economia criativa. “Até tentei voltar para minha cidade natal, mas eu não me encaixava mais lá”, conta a moradora do Riacho Fundo II. “Meu sonho sempre foi morar numa cidade grande. Aqui construí minha família e conquistei meu trabalho. Agora sonho em passar em um concurso público.” Reconhecimento Brasília é considerada pelo Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil) como a cidade com a maior qualidade de vida do país | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Temos feito grandes investimentos em todas as áreas, como segurança, mobilidade, saúde, educação e social, com o objetivo de que o DF seja o melhor lugar para se morar no Brasil” Governador Ibaneis Rocha Além da qualidade de vida e da segurança pública, com os avanços em diversas áreas, o DF foi reconhecido nos últimos anos como um dos destinos globais em alta para 2025, considerado o melhor do mundo para nômades digitais e ainda tem o segundo aeroporto mais pontual do mundo.  O governador Ibaneis Rocha comemora: “É muito importante para todos nós que trabalhamos no GDF que a capital da República seja referência. Todos esses indicadores são frutos de um trabalho diário para melhorar a vida da população. Temos feito grandes investimentos em todas as áreas, como segurança, mobilidade, saúde, educação e social, com o objetivo de que o DF seja o melhor lugar para se morar no Brasil”. “A qualidade de vida que temos no Distrito Federal é resultado de muito trabalho, planejamento e investimentos estratégicos em diversas áreas” Celina Leão, vice-governadora Por sua vez, a vice-governadora Celina Leão avalia: “A qualidade de vida que temos no Distrito Federal é resultado de muito trabalho, planejamento e investimentos estratégicos em diversas áreas. Somos hoje a segunda capital mais segura do país, reflexo direto da atuação integrada das nossas forças de segurança – e nosso objetivo é liderar esse ranking em breve. Para além dos monumentos e das belezas da nossa cidade, estamos construindo um DF onde as pessoas se sintam seguras, acolhidas e amparadas pelo poder público para crescerem pessoal e profissionalmente”. Ritmo de transformação “Começamos com a renovação da cidade, deixando-a mais organizada e limpa, fazendo um tratamento na parte urbanística e melhorando a mobilidade, que era o segundo maior problema quando iniciamos o governo” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Segundo o secretário de Governo do DF, José Humberto Pires de Araújo, esta gestão acumula 3,8 mil obras – entre entregues, em andamento, licitadas, com projetos prontos e aguardando ordem de serviço – feitas para atender as necessidades da população e transformar a capital federal. “Trazer para a população o que ela espera faz parte de um plano do governo”, afirma o gestor. “Começamos com a renovação da cidade, deixando-a mais organizada e limpa, fazendo um tratamento na parte urbanística e melhorando a mobilidade, que era o segundo maior problema quando iniciamos o governo”. A construção de viadutos e a duplicação das vias são apontadas como soluções para reduzir o tempo de deslocamento: “Isso impacta a qualidade de vida, porque as pessoas querem cumprir suas obrigações e ter um tempo para o seu lazer, para conviver com a família”. Outros fatores lembrados pelo secretário são  congelamento do valor das passagens nos últimos anos e, agora, a liberação da gratuidade do transporte público aos domingos e feriados. “Estamos garantindo a acessibilidade da população de ir e vir”, explica. A expansão do Metrô-DF, recém-anunciada na linha de Samambaia, e a construção do BRT também foram citadas como outras melhorias: “Estamos expandindo em Samambaia, vamos fazer a licitação para Ceilândia e estamos com técnicos na rua para a saída Sul. Estamos investindo R$ 1,5 milhão para a construção do BRT Norte”. Mais indicadores Investimentos em saúde, na educação e na área social também têm papel importante nos indicadores positivos de Brasília. A capital ganhou nos últimos anos novas unidades básicas de saúde (UBSs) e unidades de pronto atendimento (UPAs). Atualmente, estão em execução as obras de dois novos hospitais no Recanto das Emas e no Guará. No âmbito da educação, o DF reduziu a fila das creches com a implantação do Cartão Creche e a construção de centros de educação da primeira infância (Cepis). Também garantiu o deslocamento seguro dos estudantes com o projeto Caminho das Escolas, levando pavimentação aos colégios públicos na área rural – que, pela primeira vez, ganhou uma creche pública. A ampliação da alimentação nos restaurantes comunitários – com café da manhã, almoço e jantar por apenas R$ 2 –, bem como a criação de novas unidades unido aos programas de benefícios sociais como Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social, auxiliou o DF a ter a maior média nacional de segurança alimentar. “Esse conjunto de investimentos na melhoria da infraestrutura da cidade e os benefícios à serviço da população trazem esse sentimento de uma cidade mais harmônica e humanizada, o que traz qualidade de vida”, enfatiza José Humberto Pires de Araújo.

Ler mais...

Thumbnail

Programas sociais injetaram R$ 453 milhões em setores do comércio do DF em 2024

Para além da proteção social, benefícios como Cartão Gás, Cartão Prato Cheio, Cartão Material Escolar e Cartão Creche também contam com um aspecto fundamental: acelerar a economia do Distrito Federal por meio do estímulo ao comércio. Só em 2024, foram investidos R$ 453 milhões no pagamento destes benefícios, que aqueceram os pequenos comércios nas regiões administrativas e nas comunidades. Neste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou resultados dos setores de comércio de bens e de serviços do Distrito Federal que apontaram índices melhores que o esperado em 2024, superando a média nacional. O crescimento verificado em nichos como os de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, livros, jornais, revistas e papelaria dialoga justamente com os estabelecimentos credenciados dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás, Cartão Creche e Cartão Material Escolar. Cartão Prato Cheio repassou R$ 292 milhões às famílias cadastradas | Fotos: Divulgação/Sedes Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, dados como esses comprovam que desenvolvimentos econômico e social caminham juntos. “Quando nos articulamos melhor com o comércio e o estimulamos por meio dos benefícios, além de a população ter mais opções, os donos desses estabelecimentos veem a demanda pelos produtos e serviços aumentarem, gerando emprego, renda, aquecendo toda a economia local”, destaca. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes -DF), gestora dos programas, dos R$ 453 milhões investidos no total em pagamento de benefícios socioassistenciais, R$ 292 milhões foram para as famílias contempladas no programa Cartão Prato Cheio; R$ 42 milhões para o Cartão Gás; R$ 54 milhões no programa Cartão Material Escolar; e R$ 65 milhões no Cartão Creche. Os dois últimos executados por meio de parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Danillo Ferreira, detalha como o órgão tem trabalhado para ampliar o alcance social e econômico destes programas. “Esta gestão tem se articulado mais com a iniciativa privada, trazendo para o debate e criando mecanismos que facilitam tanto o entendimento, como também a adesão dos estabelecimentos aos programas. Dessa forma, temos conseguido aumentar a passos largos a quantidade de comerciantes credenciados, que aceitam os benefícios para pagar as compras, e de famílias vulneráveis beneficiadas com esses programas. Isso facilita para a população encontrar o que procura, amplia o alcance do benefício e fomenta economicamente o DF”, explica o gestor. *Com informações da Sedes

Ler mais...

Thumbnail

Liberados mais de R$ 42 milhões para pagamento dos cartões Gás, Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nesta segunda-feira (3), R$ 42.426.550 para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social. A maior parte desse montante, R$ 25 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. Benefícios podem ser retirados nas agências do BRB por usuários já cadastrados | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Garantir mais proteção social às famílias que mais precisam foi a missão que o governador Ibaneis nos deu, e, desde 2019, temos enfrentado os desafios com empenho, inovação e boa gestão” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 6.999.600 e R$ 10.474.700 respectivamente, beneficiando 70 mil famílias – algumas recebem os três benefícios. O Prato Cheio contemplou 8.725 novas famílias. Já o Cartão Gás contemplou 1.638 novas famílias, enquanto, no DF Social 991, famílias entre as novas contempladas abriram as contas sociais digitais. “Este GDF segue, dia após dia, investindo pesado em serviços socioassistenciais e benefícios que combatam a fome e a pobreza no DF”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Garantir mais proteção social às famílias que mais precisam foi a missão que o governador Ibaneis nos deu, e, desde 2019, temos enfrentado os desafios com empenho, inovação e boa gestão.”  Cartão Prato Cheio A consulta de contemplados e retirada dos cartões nas agências do BRB está liberada desde o dia 25 no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. Caso o ciclo de nove parcelas do Prato Cheio termine sem que o beneficiário tenha saído da situação de insegurança alimentar, pode-se solicitar recadastramento O programa Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque possui caráter emergencial – o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final dos nove meses, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas contempladas pela primeira vez ou que receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Se o ciclo de nove parcelas terminar e o beneficiário ainda estiver em situação de insegurança alimentar, é possível solicitar a entrada no programa novamente, a partir de nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento bimestral de auxílio financeiro de R$ 100 para a aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. A entrada no programa também ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

Thumbnail

Liberados mais de R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nesta segunda-feira (2), R$ 42.259.415 para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 25 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, que contemplou 13.603 novas famílias com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 6.999.600 e R$ 10.402.815 respectivamente, ambos beneficiando 70 mil famílias – há famílias que recebem os três benefícios. O Cartão Prato Cheio, o DF Social e o Cartão Gás são benefícios fundamentais para as famílias em situação de vulnerabilidade, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra: “Nosso papel é garantir proteção social dessas pessoas” | Foto: Divulgação/Sedes-DF O Cartão Prato Cheio contemplou 13.603 novas famílias no programa. Já o Cartão Gás beneficiou 1.968 novas famílias, enquanto no DF Social, 539 famílias entre as novas contempladas abriram as contas sociais digitais. “Estes três benefícios são fundamentais para as famílias mais vulneráveis enfrentarem suas dificuldades no dia a dia. Nós sabemos que os impactos da pandemia ainda vão perdurar por algum tempo nessa faixa da população. Então, nosso papel é garantir o mínimo, garantir proteção social dessas pessoas, com os benefícios e demais serviços da assistência social ”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio A consulta de contemplados e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde a semana passada (25) no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque o programa possui caráter emergencial – o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final dos nove meses, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas contempladas pela primeira vez ou que receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Se o ciclo de nove parcelas terminar e o beneficiário ainda estiver em situação de insegurança alimentar, ele pode solicitar a entrada no programa novamente. Mas é preciso passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento bimestral de auxílio financeiro de R$ 100 para a aquisição de botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg. A entrada no programa também ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Sedes-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Investimentos em políticas públicas colocam o DF acima da média nacional de segurança alimentar

Boa parte da alimentação na casa da autônoma Maria Valdevi de Sousa Dias, 76 anos, vem do Restaurante Comunitário do Paranoá. Ela e o filho José Ricardo de Sousa Dias, 49, moram no Paranoá Parque e vão até a unidade sempre que podem. “Não temos condições de fazer comida em casa todos os dias. Quem ganha um salário mínimo, como a gente, não tem como ficar gastando mais de R$ 600 por mês para comprar carne e verdura. Então comer aqui no restaurante faz uma diferença muito boa”, relata ela. O percurso que faz a diferença na vida da família Sousa Dias é um dos carros-chefes da política promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para garantir a segurança alimentar e nutricional da população. Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade, o que vem gerando bons resultados. O DF conta com 18 restaurantes comunitários que oferecem alimentação a preços populares que variam de R$ 0,50 a R$ 1 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De 2018 a 2023, o DF viu um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, saltando de 67,3% (Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF) para 76,5% (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Pnad-C) — superando a média nacional de 72,4%. Números que, mais do que dados estatísticos, são o reflexo de vidas transformadas, de famílias que deixaram de passar fome para ter dignidade alimentar. “É importante porque percebemos o resultado de toda essa luta, empenho e construção do governo. Esse resultado mostra a evolução do DF. Em números, são 300 mil pessoas que não terão mais essa incerteza ou insegurança se terá ou não alimento no prato”, afirma a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Vanderlea Cremonini. “O Governo do Distrito Federal está preocupado com a segurança alimentar e nutricional da população e com o combate à fome” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “O Governo do Distrito Federal está preocupado com a segurança alimentar e nutricional da população e com o combate à fome, por isso temos um leque de opções de políticas intersetoriais”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A secretária cita que, no âmbito da Sedes, foram implementados os cartões Prato Cheio e Gás, além de ter sido feita a ampliação dos restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, aumento no número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. “Quando iniciamos a gestão, entregávamos 10 mil cestas básicas ao mês. Hoje entregamos 100 mil cartões Prato Cheio todos os meses. No período de nove meses, a pessoa recebe R$ 250 para comprar o que ela achar necessário”, exemplifica. “E, caso ela necessite e seja verificado que ela está em insegurança alimentar num atendimento socioassistencial nas nossas unidades, fazemos a entrega de cestas verdes com frutas, verduras e legumes, para que seja saciada a fome imediata, além de cesta básica”, acrescenta. O Cartão Prato Cheio beneficiou 100 mil famílias desde que foi criado | Foto: Divulgação Desde a criação dos programas, mais 100 mil famílias foram beneficiadas com o Prato Cheio, que concede mensalmente R$ 250 para a compra de alimentos, e outras 70 mil receberam o Cartão Gás, que fornece R$ 100 bimestrais para a aquisição do botijão. Quanto aos restaurantes comunitários, o DF conta atualmente com 18 unidades com oferta de alimentação a preços populares que variam de R$ 0,50 a R$ 1. Desde 2019, os restaurantes já serviram mais de três milhões de refeições e receberam um investimento de R$ 18 milhões. Há três anos, o GDF iniciou a ampliação da oferta de pratos nas unidades com o objetivo de ofertar três refeições por dia. Dezesseis dos 18 restaurantes ofertam café da manhã e almoço, e dez permitem que o brasiliense faça todas as refeições diárias por apenas R$ 2, ao incluir o jantar. A expectativa é que todos passem a contar com as três refeições por R$ 2 e funcionamento diário, inclusive aos domingos e feriados, até 2026. Política intersetorial A Cesta Verde é um complemento aos programas sociais do GDF ao dar 13 kg de alimentos saudáveis | Foto: Divulgação/ Sedes Em um governo que entende a importância da integração, as ações de combate à insegurança alimentar não são isoladas. Elas envolvem várias secretarias, como a de Educação (SEEDF), a de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e a de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) – além da Chefia-Executiva de Políticas Sociais. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) garante refeições nutritivas e balanceadas a 384.962 estudantes da rede pública pelo investimento de R$ 168 milhões. Todos os dias letivos, os alunos se alimentam de receitas feitas com ingredientes em sua maioria in natura ou minimamente processados, como arroz, feijão, queijo, manteiga, carnes, ovos, peixe, canjica e leite, além de frutas e verduras frescas que chegam todas as segundas-feiras diretamente das propriedades de 815 agricultores familiares que fornecem os gêneros alimentícios. “Além de oferecer suporte direto à permanência do estudante na escola, a alimentação escolar é uma estratégia de segurança alimentar e nutricional, que garante a reposição das necessidades nutricionais enquanto o estudante está em aula”, comenta a diretora de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação, Juliene Moura. “Em muitos casos, principalmente entre os alunos em situação de vulnerabilidade social, essa é a única refeição completa do dia.” Voltada para famílias em vulnerabilidade, a Cesta Verde é um complemento aos programas sociais do GDF ao conceder uma unidade de 13 kg com frutas, verduras e legumes adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), vinculado à Seagri. Este ano já foram destinados mais de 350 kg de alimentos a 280 entidades sociais e mais de 74 mil beneficiários, com investimento de R$ 2,4 milhões e participação de 968 agricultores cadastrados. “Essas compras também se vinculam ao atendimento de demandas de segurança alimentar, como o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, abastecimento de bancos de alimentos (como os do Ceasa e do Sesc Mesa Brasil) e alimentação escolar, por meio do Pnae. Dessa forma, crianças têm acesso a alimentos frescos, variados e nutritivos, beneficiando sua saúde e desenvolvimento”, destaca o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Implementada no ano passado, a Cesta do Trabalhador da Sedet é outra iniciativa importante para garantir a segurança alimentar da população. O programa concede mensalmente a cidadãos desempregados há mais de 180 dias cestas básicas, por até três meses. Mais de 20 mil moradores do DF já foram beneficiados. Movimento solidário O GDF também tem estimulado a sociedade civil a participar desse enfrentamento com ações solidárias. Por meio da Chefia-Executiva de Políticas Sociais é promovida a campanha Solidariedade Salva, que arrecada alimentos para a montagem de kits a serem entregues a famílias em vulnerabilidade social. As doações são feitas para que o cidadão consiga o benefício da meia-entrada em shows, jogos de futebol, exposições e outras atividades culturais e esportivas. Em 2024, mais de 200 toneladas de alimentos foram arrecadadas em 50 eventos, beneficiando cerca de 20 mil famílias. “A campanha Solidariedade Salva mostra como a união da sociedade pode transformar vidas” Mayara Noronha Rocha, primeira-dama “A campanha Solidariedade Salva mostra como a união da sociedade pode transformar vidas. Com a meia-entrada solidária, as pessoas não só participam de grandes eventos, mas também exercem sua cidadania, ajudando a reduzir as desigualdades sociais. Seguimos trabalhando para ampliar essa corrente do bem e beneficiar ainda mais famílias no DF”, ressalta a primeira-dama do DF e idealizadora do projeto, Mayara Noronha Rocha. A chefe de Políticas Sociais do GDF, Talita Mattosinhos, explica que os alimentos arrecadados são distribuídos em ações sociais de instituições que atendem famílias em situação de risco em áreas vulneráveis. “A logística da campanha é uma verdadeira força-tarefa. Contamos com a parceria essencial da Defesa Civil do DF para fazer tudo acontecer, ficando responsável pelo recolhimento dos alimentos nos eventos, o armazenamento em local adequado e a montagem dos kits que chegam até as famílias. Essa estrutura bem-coordenada é o que permite que a solidariedade de quem doa se transforme em um impacto real para quem mais precisa”, comenta.

Ler mais...

Thumbnail

Investimento em rede de proteção social do DF salta de R$ 347 milhões para quase R$ 1 bilhão em três anos

Proteger e assegurar direitos sociais à população em vulnerabilidade social, promovendo bem-estar e dignidade para quem mais precisa, são alguns dos principais objetivos do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Reflexo dos esforços contínuos, a rede de proteção social brasiliense é reconhecida como uma das maiores do país e segue em crescimento. Os investimentos executados anualmente em ações e programas quase triplicaram desde a pandemia de covid-19, passando de cerca de R$ 347 milhões em 2020 para R$ 935 milhões em 2023. Neste ano, novos recordes devem ser alcançados. “Nos últimos anos, enfrentamos muitos desafios, especialmente devido às consequências da pandemia de covid-19, que impactou de maneira significativa a parcela mais vulnerável da população. No entanto, o Governo do Distrito Federal tem dado prioridade a essa área, o que se reflete nos investimentos que triplicamos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Esse sucesso é fruto do empenho de uma gestão técnica e dedicada, que não para por aqui. Estamos sempre em busca de maneiras de melhorar nossos serviços e alcançar ainda mais pessoas que precisam de apoio.” Valor destinado aos programas Cartão Gás e Cartão Prato Cheio foi de R$ 93,2 milhões em 2020 para R$ 347 milhões em 2023; para o DF Social, montante saltou de R$ 119,8 milhões para R$ 125,5 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para reforçar a rede de segurança alimentar da população, esta gestão do GDF inaugurou novos restaurantes comunitários, iniciou a oferta de café da manhã e jantar – atualmente disponíveis em nove dos 18 equipamentos públicos – e quase duplicou o valor investido no fornecimento de alimentação às unidades. O montante destinado ao setor saltou de aproximadamente R$ 34,8 milhões em 2020 para R$ 67,6 milhões em 2023, chegando a R$ 93,8 milhões em setembro deste ano. Houve ainda aumento no aporte destinado ao Cartão Gás e ao Cartão Prato Cheio. O investimento anual nos programas mais que triplicou, indo de R$ 93,2 milhões em 2020 para R$ 347 milhões em 2023. O Cartão Gás é pago de dois em dois meses, no valor de R$ 100, para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. Atualmente, são atendidas 70 mil famílias. Já o Cartão Prato Cheio oferece crédito de R$ 250 para compra de alimentos, sendo entregue mensalmente a 100 mil famílias. Este GDF inaugurou novos restaurantes comunitários e iniciou a oferta de café da manhã e jantar, atualmente disponíveis em nove dos 18 equipamentos públicos | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Moradora do Itapoã, a diarista Érica Ferreira, 36 anos, é beneficiada com o Cartão Gás há três anos, e já recebeu o Prato Cheio. Ela conta que os auxílios são essenciais para o orçamento da casa. “Moro com meus dois filhos, de 5 e 19 anos, minha nora, meu neto, minha mãe e meu pai. Tem semanas em que as coisas apertam, que eu não consigo trabalho, e é nesses momentos que os benefícios mais ajudam”, revela. “Fiquei sabendo dos cartões quando fiz o cadastro no Cras [Centro de Referência de Assistência Social] para receber o DF Social. Dias depois, eles me chamaram para contar que eu poderia receber outros auxílios. Fiquei tão feliz! É um valor que faz muita diferença aqui em casa”. Reforço contínuo “Para o restante de 2024, as expectativas são bastante positivas. Já conseguimos superar alguns investimentos de 2023 e estamos preparando muitas novidades, como a expansão da rede de acolhimento institucional e a implementação do pernoite, uma modalidade inédita para a população em situação de rua, validada pela alta adesão aos abrigos provisórios de frio que implementamos desde 2020”, salienta Ana Paula Marra. “Também estamos aprimorando as políticas públicas já existentes, que são fundamentais para a assistência social e para a segurança alimentar e nutricional.” Para Érica Ferreira, os auxílios são essenciais: “É um valor que faz muita diferença aqui em casa” | Foto: Arquivo pessoal Até setembro deste ano, a Sedes-DF destinou mais de R$ 3,2 milhões para a assistência social. O valor é 40% maior do que o investido nos primeiros sete meses do ano passado, quando foram aplicados R$ 2 milhões na área. Houve ainda crescimento no montante aplicado no DF Social, programa que concede o valor de R$ 150 mensais a famílias de baixa renda, que saltou de R$ 119,8 milhões para R$ 125,5 milhões. De acordo com a pasta, os valores citados como investimentos são referentes ao custeio das organizações da sociedades civil (OSCs) que prestam serviços da assistência social, de material para a assistência social, para a concessão de benefícios socioassistenciais, para o fornecimento de alimentação nos restaurantes comunitários, para pagamentos dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social e para custeio de gêneros alimentícios, incluindo cestas básicas.

Ler mais...

Thumbnail

Liberados mais de R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou nesta quarta-feira (2), R$ 42.521.885 para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 24.997.500, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, para beneficiar 100 mil famílias com crédito de R$ 250, utilizado na compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Mais de R$ 42 milhões foram liberados, nesta quarta (2), para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.524.685. No caso do Cartão Gás, o montante foi de R$ 6.999.700. Os dois programas beneficiam 70 mil famílias cada um – e há pessoas que recebem os três benefícios. “O Cartão Prato Cheio, o DF Social e o Cartão Gás são instrumentos importantes na garantia de alimentação adequada e no combate à pobreza no DF. São benefícios que fortalecem a nossa rede de proteção social”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cartão Prato Cheio possui caráter emergencial: a família tem direito a nove parcelas ajudar a sair da situação de insegurança alimentar e nutricional | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cartão Prato Cheio A retirada dos cartões do auxílio alimentar nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde o mês passado para os novos beneficiários do Cartão Prato Cheio. A entrega segue a ordem alfabética da primeira letra do nome do titular. Neste mês, foi realizada a inclusão de 37.284 famílias no programa. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque o programa possui caráter emergencial – é o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final dos nove meses, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas que estão sendo contempladas pela primeira vez ou que já receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Quando um ciclo termina, o beneficiário do Cartão Prato Cheio precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região. DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. Famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente no programa DF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento bimestral de auxílio financeiro de R$ 100 para a aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. A entrada no programa também ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. Para ter direito ao benefício, é necessário atender aos seguintes requisitos: ⇒ Inscrição no Cadastro Único; ⇒ Renda familiar per capita de até meio salário mínimo; ⇒ Declaração de comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante a entrevista do CadÚnico); ⇒ Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender aos critérios. O Cartão Gás paga, a cada dois meses, um auxílio financeiro no valor de R$ 100 para a aquisição de botijões de GLP | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Onde retirar o cartão Quem quer verificar se está entre os novos beneficiários dos programas deve realizar a consulta no site GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo busca ser feita pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Política de segurança alimentar e nutricional do GDF é destaque em fórum nacional de nutricionistas

A futura implementação de um programa pioneiro de alimentação e nutrição nas unidades socioassistenciais do Distrito Federal e a aplicação da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) para avaliar a situação segurança alimentar das famílias que procuram a rede de proteção social. Esses foram alguns dos temas apresentados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) no II Fórum Nacional de Nutricionistas no SUAS (FNNAS), realizado segunda (10) e terça-feiras (11), na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Com o apoio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o encontro reuniu profissionais de todo o país para trocar experiências sobre boas práticas que fortalecem a política de segurança alimentar e nutricional no Sistema Único de Assistência Social (Suas). Governo levou três iniciativas adotadas no DF para o congresso e poderá trazer experiências de outras unidades da Federação para cá | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Representando o Governo do Distrito Federal (GDF), as nutricionistas e servidoras da Sedes, Stefany Lima, Karen Moreno e Thamara Silva apresentaram três experiências nos eventos: II Mostra de Experiências de Alimentação e Nutrição no SUAS: análise da situação de segurança alimentar entre os usuários das unidades socioassistenciais do DF; Gerências Regionais de Segurança Alimentar e Nutricional no Distrito Federal: potencialidades de integração entre o SISAN e o SUAS nos territórios; e implementação do Programa de Alimentação e Nutrição nas unidades da Sedes: caminhos percorridos. “Trouxemos uma avaliação desses quase dois anos de aplicação da Ebia, com atendimento de aproximadamente 176 mil famílias. Além disso, trouxemos o nosso modelo de gerências regionais de segurança alimentar e nutricional, que vai além dos restaurantes comunitários porque têm um papel de articular as ações em rede por meio das relações estabelecidas nos territórios”, explica Stefany Lima. “Na mostra, falamos sobre o processo de criação do novo programa de fornecimento de refeições para as unidades socioassistenciais da Sedes. O programa estabelece diretrizes a serem seguidas em todos os contratos, aprimorando o modelo atual e fortalecendo a agenda de alimentação e nutrição no DF”, continua. Cerca de 300 profissionais e gestores participaram dos debates nos dois dias de evento. “A participação no FNNAS foi fundamental para compartilhar experiências com outros nutricionistas da assistência social e observar a atuação diversificada desse profissional pelo Brasil. Isso amplia nossa visão sobre a integração entre segurança alimentar e assistência social e nos ajuda a pensar e desenvolver ações aprimoradas aqui no DF”, destaca Karen Moreno. Na mostra, os eixos das experiências contemplaram temáticas relacionadas ao planejamento, gestão, execução, implementação, monitoramento e/ou avaliação de ações de alimentação e nutrição realizados na rede SUAS, na Proteção Social Básica ou Especial de Média ou Alta Complexidade. “Foi uma experiência extremamente enriquecedora, que permitiu não apenas compartilhar as iniciativas e programas desenvolvidos pela nossa secretaria, mas também ampliar meus conhecimentos sobre as diversas ações em andamento em outros estados e municípios. Essa troca de experiências foi fundamental para o fortalecimento do trabalho que realizamos”, enfatiza Thamara Silva. “O combate à fome tem sido, cada vez mais, um dos grandes desafios mundiais. E, no GDF, isso é prioridade” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ressalta a importância de o GDF ter a segurança alimentar e nutricional na agenda de governo: “O combate à fome tem sido, cada vez mais, um dos grandes desafios mundiais. E, no GDF, isso é prioridade. Por isso, a equipe da Sedes faz um trabalho incansável para aprimorar os serviços de segurança alimentar e nutricional às famílias mais vulneráveis”. “Hoje temos o Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás, as cestas Verdes e as Secas, a redução do valor da refeição nos restaurantes comunitários, a inauguração de mais duas unidades ainda neste ano e a ampliação da oferta de refeições, além da qualificar a oferta de alimentação nas unidades socioassistenciais. São ações que alçaram o DF a um patamar diferenciado”, continua a secretária. *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

Thumbnail

Cartão Gás completa três anos com mais de R$ 125 milhões investidos

Um dos programas de proteção social do Governo do Distrito Federal (GDF), o Cartão Gás completa três anos neste sábado (10). Mais de R$ 125,2 milhões já foram investidos no benefício, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social a fim de garantir a segurança alimentar desta população. O auxílio financeiro de R$ 100 é pago de dois em dois meses para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. Cerca de 90% dos beneficiários do Cartão Gás são mulheres. Mais de R$ 125,2 milhões já foram investidos no benefício, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social a fim de garantir a segurança alimentar desta população | Foto: Arquivo/Agência Brasília Atualmente, são atendidas 70 mil famílias. Neste mês, foram investidos R$ 6.999.900 no programa, com a emissão de 3.601 novos cartões. Conforme a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes), pasta responsável pela gestão do programa, cerca de 90% dos beneficiários são mulheres. A dona de casa Irene Souza Marques, 52 anos, recebe o benefício desde a criação. Moradora do Itapoã, ela salienta a importância do subsídio para o orçamento familiar: “Nós usamos o gás para tudo. De manhã, para fazer o café; depois para almoçar e jantar. Não tem como viver sem gás, então, quando falta o dinheiro, temos que tirar de outras contas. Mas com o auxílio, isso mudou. É uma ajuda muito grande, faz a diferença no final do mês.” “É um valor importantíssimo para o orçamento das famílias mais vulneráveis justamente por complementar a renda, por não fazer as famílias optarem pela compra de um alimento ou do botijão de gás para cozinhá-lo” Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do Distrito Federal Outra beneficiária do programa é a autônoma Ana Paula Silva, 38. Mãe solo de quatro filhas, ela conta que o gás é usado para a alimentação da família e para a venda de bolos. “A gente usa muito gás aqui em casa e eu nem sempre tenho o dinheiro para comprar quando acaba. Então, o cartão me ajuda muito, ainda mais porque hoje em dia um botijão custa caro, já encontrei por mais de R$ 120”, relata. O Cartão Gás foi instituído pelo GDF como medida de enfrentamento das consequências sociais e econômicas decorrentes da pandemia de covid-19. Inicialmente, a previsão era de que o benefício durasse apenas 18 meses, mas o governo transformou a iniciativa em lei, garantindo a segurança alimentar de milhares de famílias. “É um valor importantíssimo para o orçamento das famílias mais vulneráveis justamente por complementar a renda, por não fazer as famílias optarem pela compra de um alimento ou do botijão de gás para cozinhá-lo”, salienta a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que estava à frente da Sedes na época do lançamento do projeto. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, enfatiza que o auxílio garante às famílias autonomia e segurança nutricional: “É um programa que faz muita diferença na vida das pessoas, tendo em vista que a crise econômica dos últimos anos e a inflação fizeram com que muitas perdessem poder de compra. Ter o gás de cozinha em casa significa ter uma alimentação mais saudável, em que as famílias podem fazer ‘comida de verdade’ do jeito que os filhos gostam, caseira e saudável.” O Cartão Gás foi instituído pelo GDF como medida de enfrentamento das consequências sociais e econômicas decorrentes da pandemia da covid-19 | Foto: Divulgação/Sedes Critérios de participação A entrada no auxílio ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. Além disso, o cidadão contemplado só perde o benefício se deixar de atender aos critérios estabelecidos. “A seleção dos contemplados é automática, cruza os dados do Cadastro Único dos usuários com os critérios do programa”, enfatiza Ana Paula Marra. “Então, é importante que as pessoas se atentem aos critérios e mantenham seus cadastros atualizados nos Centros de Assistência Social. Frequentemente, recebemos mensagens dizendo que não foi contemplado e, quando vamos investigar, geralmente a pessoa não atende ao critério de renda, reside fora do DF, entre outros.” Para concorrer ao benefício, é necessário atender aos seguintes requisitos: – Ter inscrição no Cadastro Único – Renda familiar per capita de até meio salário mínimo – Declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante a entrevista do CadÚnico) – Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão pode verificar se está entre os novos beneficiários do programa por meio de consulta no site GDF Social. No portal, é possível obter informações sobre a agência do Banco de Brasília (BRB) onde vai retirar o cartão, sendo imprescindível que a busca seja feita apenas pelo titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento no programa e a necessidade de novo atendimento socioassistencial. O valor deve ser pago exclusivamente às revendedoras cadastradas junto ao GDF e só contempla a aquisição de vasilhames para uso doméstico. O cadastro e a fiscalização dos estabelecimentos comerciais são feitos pela Sedes. Veja aqui o endereço das revendedoras.

Ler mais...

Thumbnail

GDF libera R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes) liberou, nesta quinta-feira (1º), R$ 42.169.145 para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio. “Juntos, os benefícios fortalecem ainda mais a rede de proteção social do DF”, declara a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “É importante que os novos beneficiários se atentem às datas de retirada dos cartões nas agências do BRB e aos demais trâmites necessários de cada programa”, lembra. Programas como Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio fortalecem ainda mais a rede de proteção social do Distrito Federal | Foto: Divulgação/ Sedes-DF A maior parte do montante, R$ 24.885.500, foi investido no crédito de R$ 250 do programa Cartão Prato Cheio, que atualmente atende cerca de 100 mil famílias. O Prato Cheio é pago em um ciclo de nove parcelas, para auxiliar famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Encerrado esse período, o titular precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região ou na unidade em que estiver sendo acompanhado. A retirada dos cartões do auxílio alimentar nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde o dia 23 de julho. A entrega segue a ordem alfabética da primeira letra do nome do titular. Neste mês, foi realizada a inclusão de 2.699 famílias no programa. O DF Social auxilia famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa com o pagamento de R$ 150 mensais; em agosto, são 67.851 famílias beneficiadas | Foto: Divulgação/ Sedes-DF DF Social No caso do Programa DF Social, neste mês são 67.851 famílias beneficiadas, além de 1.205 novos cartões emitidos. O investimento é de R$10.283.745. O DF Social consiste em um benefício mensal de R$150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no DF. O programa faz parte das estratégias do Governo do Distrito Federal (GDF) para combater a pobreza e garantir direitos. Neste caso, não é necessário solicitar o auxílio. As famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. O pagamento do auxílio para a compra de gás ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária; basta atender aos requisitos do benefício | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento de um auxílio financeiro de R$ 100, pago de dois em dois meses para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. O valor investido no programa, neste mês, é de R$6.999.900, com a emissão de 3.601 novos cartões. A entrada no auxílio ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária Para concorrer ao benefício, é necessário atender aos seguintes requisitos: • Ter inscrição no Cadastro Único • Renda familiar per capita de até meio salário mínimo • Declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante a entrevista do CadÚnico) • Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender aos critérios. Como retirar o cartão Para verificar se está entre os novos beneficiários dos programas, é preciso realizar a consulta no site GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do Banco BRB onde vai retirar o cartão, sendo imprescindível que a busca seja feita apenas pelo titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento no programa e a necessidade de novo atendimento socioassistencial. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal

Ler mais...

Thumbnail

Mais de 1,5 milhão de pessoas atendidas pelos programas sociais do GDF

Investir em pessoas e no desenvolvimento delas é uma ação perene do Governo do Distrito Federal (GDF). Desde 2019, com os benefícios e programas sociais, foram atendidas mais de 394 mil famílias na capital, o que corresponde a mais de 1,5 milhão de pessoas, considerando quatro membros por família. O apoio vai desde o repasse de recursos em cartões como Prato Cheio e Creche, passando pela compra de material escolar, até áreas essenciais como educação e esporte. Programas sociais do GDF asseguram pagamento, neste ano, a mais de 150 mil famílias, atendendo a cerca de 600 mil pessoas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Somados os programas, o GDF investiu mais de R$ 1,9 bilhão em cinco anos e meio, ajudando a fazer a diferença na vida de quem vive e ama o Distrito Federal. Entre benefícios fixos e temporários, o DF chegou a ter 26 e hoje são 17, operacionalizados pelo Banco de Brasília (BRB) e geridos pelas mais diferentes secretarias. “Somos o principal braço de execução das políticas públicas do GDF. São 394 mil famílias atendidas nesses cinco anos. São mais de R$ 1,9 bilhão distribuídos a quem mais precisa” Paulo Henrique Costa, presidente do BRB Para o governador Ibaneis Rocha, esse acolhimento é importante para que as famílias tenham o amparo mínimo para viver. “Governo é para cuidar de gente, e essa é uma preocupação nossa ao longo desses cinco anos e meio. Os benefícios e programas sociais ajudam não só as pessoas, mas também todas as cidades a se desenvolverem, uma vez que os valores repassados para as famílias movimentam a economia local. Assim, geramos uma grande rede de solidariedade e fomento”, afirma. Nesse ecossistema, o BRB atua em conjunto com a secretaria gestora de cada programa para avaliar a melhor forma de operacionalização financeira, variando entre cartão pré-pago, contas-correntes/poupança ou pagamentos nos correspondentes do BRB mediante autorização da secretaria gestora. “Somos o principal braço de execução das políticas públicas do GDF. São 394 mil famílias atendidas nesses cinco anos. São mais de R$ 1,9 bilhão distribuídos a quem mais precisa”, enfatiza o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Os benefícios concedidos pela UnDF, por meio da Política de Assistência Estudantil, visam a garantir a permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica na universidade | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Segundo o BRB, em 2024, os benefícios são pagos a cerca de 152 mil famílias, ou seja, aproximadamente 600 mil pessoas são atendidas. A média mensal de valores distribuídos é de R$ 57,2 milhões. Os programas mais recentes a serem operacionalizados pelo banco são o de Assistência Estudantil da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), em 2023, e o Acolher Eles e Elas, que disponibilizou os primeiros créditos em março deste ano. Veja, a seguir, a importância dos programas e benefícios em cada área: Educação A Secretaria de Educação prioriza os programas Cartão Material Escolar (CME) e o Cartão Creche, que auxiliam famílias em situação de vulnerabilidade social. Desde 2019, foram investidos R$ 171.734.135 no Cartão Material Escolar. O número de estudantes atendidos varia de ano para ano, podendo um mesmo aluno ser contemplado em anos diferentes. É justamente em 2024 que está o maior número de beneficiados: 175.613 estudantes. Nos anos anteriores foram 64,6 mil em 2019, 101,2 mil em 2020, 96,4 mil em 2021, 117,1 mil em 2022 e 142,8 mil em 2023. O Cartão Material Escolar teve recorde de estudantes beneficiados em 2024: mais de 175 mil alunos de famílias em situação de vulnerabilidade social | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Com o Cartão Creche o investimento também tem aumentado. Passou de 4,9 mil beneficiados em 2022 e R$ 3,9 milhões em recursos para 6,2 mil beneficiários e R$ 5,3 milhões em repasses em 2024. Vale lembrar que o programa atende alunos do Berçário I, Berçário II, Maternal I e Maternal II, sendo este último o maior grupo contemplado. O repasse do programa também passou por um reajuste, passando de R$ 803,57 para R$ 852,72 em 2024. “Por meio do Cartão Creche, conseguimos ampliar vagas de creches para a população e entendemos que muitas mães dependem desse atendimento para que possam trabalhar e estudar tranquilas”, avalia a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Pelo CME garantimos que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. São dois programas de extrema importância, pois transformam a vida de muitas famílias”, acrescenta. Desenvolvimento Social Outra área essencial do governo é a de Desenvolvimento Social, responsável pelos cartões Prato Cheio, DF Social, Gás e pelos auxílios Vulnerabilidade, Excepcional e Calamidade e programa Família Acolhedora. O DF Social atendeu a quase 80 mil famílias entre 2021 e maio deste ano, com investimento de mais de R$ 278 milhões | Foto: Renato Raphael/Sedes Com o Cartão Prato Cheio, desde 2019 até abril deste ano, 564.284 famílias passaram pelo programa, incluindo as reincidências. O número líquido de beneficiários, sem reincidências, é de 318.590 famílias. Já o investimento é de aproximadamente R$ 723.400.000. Já o DF Social concedeu 1.850.100 benefícios entre 2021 e maio deste ano, atendendo 79.640 famílias, com repasse de R$ 278.664.184. O Cartão Gás, por sua vez, ajudou 88.338 famílias a levar comida para a mesa. Nesse mesmo programa, foram 1.182.944 beneficiados e um investimento de R$ 118.294.400. A pasta também administra os auxílios Vulnerabilidade, que desde 2019 acumula 157.464 benefícios; Excepcional, com 42.688 benefícios; Calamidade, com 50.768 benefícios e repasse de R$ 23.513.249. Já o Família Acolhedora tem atendido 35 famílias em média. Esporte e Lazer Em dezembro de 2023 foi sancionada lei que equipara o valor da Bolsa Atleta paga aos esportistas olímpicos ao dos atletas paralímpicos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O esporte é outra área considerada crucial pelo governo para o desenvolvimento das pessoas. Com a Bolsa Atleta, são atendidos 525 atletas e 449 paratletas, com repasses em 2024 que somam R$ 1.327.201,33 nas duas categorias. Já o projeto Esporte Social Voluntário reuniu 166 profissionais no ano passado e esse ano conta com 157 voluntários. A eles foi pago o total de R$ 278.943,00 em auxílio entre janeiro e abril. UnDF A UnDF também conta com o apoio do governo. Por lá foi implementada a Política de Assistência Estudantil. Os benefícios concedidos visam a garantir a permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica na universidade. O crédito nas contas universitárias é realizado pelo BRB e totaliza, aproximadamente, R$ 77 mil, abrangendo 108 auxílios-permanência, 14 auxílios-transporte e três auxílios-creche. A estimativa do impacto orçamentário-financeiro é de R$ 645.240 anuais. Além destes, neste mês de junho, a UnDF iniciará o pagamento das bolsas de iniciação científica, onde são 30 contemplados que receberão R$ 700 por mês, totalizando R$ 21 mil/mês, com impacto orçamentário de R$ 252 mil/ano. O auxílio-permanência é destinado à moradia, à alimentação e aos gastos básicos dos estudantes. O valor mensal a ser repassado é de R$ 660 pelo prazo de 12 meses. Já o auxílio-transporte tem a finalidade de oferecer auxílio no valor de R$ 300 para o pagamento de passagens rodoviárias aos estudantes de baixa renda moradores do Entorno do Distrito Federal, que não têm acesso ao programa Passe Livre da Secretaria de Mobilidade do GDF. “O auxílio destina-se ao deslocamento diário entre a residência do estudante e o campus universitário e será pago mensalmente”, explica a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck. O auxílio-creche, por sua vez, é destinado aos estudantes que possuem a guarda ou são responsáveis legais de criança com a idade de até 5 anos que ainda não tenha sido contemplada com vaga na rede pública de ensino (creche e pré-escola) do DF ou da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride). O auxílio, no valor de R$ 485, será pago mensalmente e terá duração máxima de 12 meses, incluindo os períodos relativos às férias e recessos legais.

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 40 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes) liberou, nessa segunda-feira (3), R$ 40.192.555 para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio. “Os três benefícios fortalecem muito a nossa rede de proteção social, especialmente no que diz respeito à garantia de alimentação adequada e combate à pobreza no DF”, destaca a titular da pasta, Ana Paula Marra. Para Ana Paula Marra, “os três benefícios fortalecem muito a nossa rede de proteção social, especialmente no que diz respeito à garantia de alimentação adequada e combate à pobreza no DF” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A maior parte desse montante, R$ 22.944.000, foi investida no programa Cartão Prato Cheio. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas, no valor de R$ 250 cada, para famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Encerrado esse período, o titular precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região, ou, na unidade em que estiver sendo acompanhado. A retirada dos cartões do auxílio alimentar nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde o último dia 27 de maio. A entrega segue a ordem alfabética da primeira letra do nome do titular. Neste mês, foi realizada a inclusão de 18.832 famílias no programa. O Cartão Prato Cheio auxilia famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional com o pagamento de nove parcelas de R$ 250 | Foto: Renato Raphael/Sedes DF Social O DF Social consiste em um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Neste mês de junho, 67.951 famílias são beneficiadas, com investimento de R$ 10.248.555. Além disso, foram emitidos 78 novos cartões do auxílio. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. O programa faz parte das estratégias do Governo do Distrito Federal (GDF) para combater a pobreza e garantir direitos. Todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente no DF Social, seguindo os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária | Foto: Divulgação/Sedes Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento de um auxílio financeiro de R$ 100, entregue de dois em dois meses para a aquisição de botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg. O valor investido no programa, neste mês, é de R$ 7 milhões, com a emissão de 670 novos cartões. A entrada no programa também ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. Para ter direito ao benefício, é necessário atender aos seguintes requisitos: ⇒ Inscrição no Cadastro Único ⇒ Renda familiar per capita de até meio salário mínimo ⇒ Declaração de comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante a entrevista do CadÚnico) ⇒ Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender aos critérios. O Cartão Gás oferece auxílio financeiro de R$ 100, entregue a cada dois meses, para a aquisição de botijões de GLP de 13 kg | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Onde retirar o cartão Quem quer verificar se está entre os novos beneficiários dos programas deve realizar a consulta no site GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do Banco de Brasília (BRB) onde vai retirar o cartão, sendo imprescindível que a busca seja feita pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento do programa e a necessidade de novo atendimento socioassistencial. *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

Thumbnail

Empresas que aceitam Cartão Gás serão credenciadas

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (17) a Portaria nº 07. O documento regulamenta a transferência para a pasta do credenciamento e fiscalização das empresas interessadas em participar do Cartão Gás. Antes, o serviço era coordenado pela Secretaria de Economia. Cabe, agora, à Sedes fazer o cadastro e a verificação da aptidão e da capacidade dos estabelecimentos comerciais interessados em participar do programa. A regulamentação estabelece as regras desse credenciamento e o controle das empresas cadastradas no Cartão Gás. O programa concede auxílio bimestral de R$ 100 a 70 mil famílias do DF para a compra do gás de cozinha. O Cartão Gás concede auxílio bimestral de R$ 100 a 70 mil famílias do DF | Foto: Divulgação/ Sedes O termo de adesão estará disponível em breve no site da Sedes (www.sedes.df.gov.br), bem como a lista oficial das pessoas jurídicas cadastradas. Para mais informações ou tirar dúvidas, o telefone de contato é o (61) 3773-7327/7354. A Sedes também disponibilizou o e-mail dipros@sedes.df.gov.br. “Estamos, agora, fazendo a gestão do credenciamento das empresas que já aceitam o Cartão Gás e das novas que vão aderir a esse importante programa que garante às famílias em vulnerabilidade social a possibilidade de poder cozinhar em casa, de ter uma alimentação mais saudável. Com a alta da inflação, muitas famílias perderam poder de compra, e tinham dificuldade de comprar o botijão de gás. O Cartão Gás beneficia 70 mil famílias”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Com a alta da inflação, muitas famílias perderam poder de compra, e tinham dificuldade de comprar o botijão de gás” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social São requisitos para participação da empresa no programa Cartão Gás: manter os dados cadastrais sempre atualizados junto à Sedes; disponibilizar número de telefone para contato; não ter sido declarada inidônea pela Administração Pública ou punida com suspensão do direito de firmar convênios ou outros ajustes com o Governo do Distrito Federal (GDF); apresentar documentação pessoal (RG e CPF) do representante legal da empresa, comprovada por meio do contrato social ou a procuração registrada em cartório; ter conta corrente no Banco de Brasília (BRB) e estar credenciada junto ao banco para instalação da maquineta de cartão. As empresas cadastradas no programa deverão afixar em seus estabelecimentos, em local visível à população, uma placa conforme modelo indicado no DODF informando sobre o credenciamento. A Sedes constituirá uma comissão para manter articulação permanente com as empresas cadastradas no Cartão Gás, bem como a atualização constante das informações referentes às certidões e habilitação; para solicitar regularmente, a cada 90 dias, a confirmação da regularidade fiscal das empresas cadastradas; verificar o cumprimento das obrigações acordadas; e notificar, formalmente, as empresas em caso de descumprimento das normas. “A Secretaria de Desenvolvimento Social vai intensificar o trabalho de monitoramento e fiscalização do programa para evitar fraudes e desvios de finalidade”, finaliza o subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Danillo Ferreira. *Com informações da Sedes

Ler mais...

Thumbnail

Programas de segurança alimentar do GDF serão apresentados na 9ª Feira da Goiaba

Pela primeira vez, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) está com um estande na 9ª Feira da Goiaba, em Brazlândia, para apresentar os programas do Governo do Distrito Federal (GDF) voltados à garantia da segurança alimentar e nutricional. A ideia é aproveitar o grande fluxo de pessoas nos fins de semana do evento para apresentar e explicar como funcionam os restaurantes comunitários e os programas Cartão Prato Cheio e Cartão Gás, além de promover ação de educação alimentar e nutricional para divulgar os benefícios nutricionais da goiaba. Servidores da Sedes vão orientar o público da Feira da Goiaba, neste fim de semana, sobre os programas do GDF com foco na segurança alimentar | Foto: Divulgação/Sedes A entrada é gratuita. O estande vai funcionar das 10h às 17h no sábado (13) e no domingo (14). “Nossa intenção é aproveitar o grande fluxo de pessoas, de famílias, durante o dia, para apresentar os nossos programas. Muitas pessoas da comunidade acreditam que a política de segurança e nutricional se resume ao restaurante comunitário, e é muito mais que isso”, explica o gerente regional de Segurança Alimentar e Nutricional de Brazlândia, Bruno Simão. Cerca de dez servidores da Gerência Regional de Segurança Alimentar e Nutricional de Brazlândia e do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) vão se revezar no local para atender aos frequentadores neste sábado e domingo. “Fizemos uma parceria com o Cras Brazlândia para que eles expliquem como acessar os programas Cartão Prato Cheio e Cartão Gás, já que é no Cras que a população solicita os benefícios”, afirma Bruno Simão. “No estande, entregamos material e também explicamos os benefícios nutricionais da goiaba, que é a fruta principal da festa. Tem gente que acha que goiaba se restringe ao doce, mas é um alimento rico em vitamina C, complexo A, B que fortalece a saúde dos ossos, dentes, da pele.” No primeiro fim de semana da 9ª Feira da Goiaba, em média, 500 pessoas passaram pelo estande da Gerência Regional de Segurança Alimentar e Nutricional de Brazlândia, entre elas, o governador Ibaneis Rocha. “A Feira da Goiaba é um evento importante do DF, com grande fluxo de pessoas. Além disso, Brazlândia é uma cidade com muitas famílias vivendo em área rural. É uma excelente oportunidade de divulgar os nossos serviços para que mais famílias vulneráveis sejam beneficiadas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Estande da Sedes – 9ª Feira da Goiaba  → Dias: sábado (13) e domingo (14) → Horário: 10h às 17h → Local: Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), em Brazlândia. *Com informações da Sedes  

Ler mais...

Thumbnail

GDF antecipa pagamento de R$ 17 milhões para DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) antecipou para esta quinta-feira (28) os pagamentos do DF Social e do Cartão Gás. Os dois benefícios, normalmente, são liberados no primeiro dia útil de cada mês. O investimento total é de R$ 17.252.115. São 70 mil famílias beneficiárias do DF Social e 70 mil do Cartão Gás. Há famílias em vulnerabilidade social que recebem os dois benefícios. GDF antecipou o pagamento do DF Social e do Cartão Gás, um investimento de R$ 17,2 milhões que beneficia 140 mil famílias | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “A antecipação vai garantir que os beneficiários tenham acesso aos recursos antes do feriado da Semana Santa, que é um período de muitos gastos, normalmente. Será um auxílio importante para pagar as despesas nesse período”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Para pagar o DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.252.215. O programa concede benefício mensal de R$ 150 para famílias inscritas no Cadastro Único e que tenham renda per capita de até meio salário mínimo. Nesse caso, não é preciso solicitar o auxílio: as famílias que atendem aos critérios são incluídas, conforme disponibilidade de vagas. Já o Cartão Gás é um auxílio financeiro bimestral no valor de R$ 100 para aquisição do gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. O montante investido neste mês é de R$ 6.999.900. Para receber o benefício, é necessário cumprir os seguintes requisitos: → Ter inscrição no Cadastro Único; →  Possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo; → Declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante entrevista do Cadastro Único); → Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender a esses critérios. *Com informações da Sedes

Ler mais...

Thumbnail

Trabalho de assistência social do DF é apresentado a delegações do G20

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Ceilândia Norte foi palco de conversas sobre políticas inclusivas nesta sexta-feira (22). Delegações do G20 visitaram a unidade para conhecer os detalhes do Cadastro Único (CadÚnico), acompanhados por representantes da Secretaria do Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O grupo faz parte da força-tarefa para o lançamento de uma aliança global contra a fome e a pobreza. Participaram da reunião representantes da Alemanha, Suíça, Reino Unido, Turquia, Estados Unidos, Noruega, Itália e Bangladesh e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O Brasil assumiu a presidência do G20 em 1º de dezembro de 2023 e seguirá na posição até 30 de novembro de 2024. O grupo reúne as 19 principais economias do mundo, a União Europeia e a União Africana. Secretária Ana Paula Marra (esq.): “É histórico receber as 20 maiores economias do mundo no nosso Cras em Ceilândia Norte” | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “É uma troca de experiências incrível. É histórico receber as 20 maiores economias do mundo no nosso Cras em Ceilândia Norte”, pontuou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “O Cadastro Único é uma das maiores ferramentas que nós temos para implementar políticas públicas efetivas para a população. Aqui no Distrito Federal temos quase 400 mil famílias dentro do Cadastro Único e, por ele ser minucioso, conseguimos entender de fato a realidade daquela família e priorizar nos nossos programas sociais famílias que estejam em extrema pobreza ou em baixa renda”, completa. “A nossa intenção é mostrar à delegação do G20 a importância do trabalho do sistema único de assistência social da rede descentralizada e do Cadastro Único. Isso sob um contexto maior, que é a implementação da nossa aliança global contra a fome e a pobreza conduzida pelo Brasil, mas com a participação de diversos países”, explicou a secretária Nacional de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único do MDS, Letícia Bartholo. A chefe de Política Social da Unicef no Brasil, Liliana Chopitea, afirmou que a visita ajudou a verificar como outros países podem replicar o Cadastro Único e apoiar outras nações em desenvolvimento com políticas similares. “Para nós, que estamos como organismo internacional, que trabalhamos com direitos humanos e de crianças, sendo que são elas que mais sofrem de pobreza, é muito importante conhecer o cadastro e apoiá-lo, porque realmente ele trabalha para reduzir a pobreza”, observou. Chefe de Política Social da Unicef no Brasil, Liliana Chopitea exalta a importância de iniciativas como o CadÚnico O CadÚnico funciona como um mapa das famílias de baixa renda no Brasil, mostrando detalhes sobre as condições dos cidadãos. Por meio do cadastro, as famílias de baixa renda podem receber benefícios sociais, como o Bolsa Família e desconto na conta de luz, além de benefícios específicos de cada unidade da Federação. O Governo do Distrito Federal (GDF) oferece o Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás, o DF Social, o Cartão Material Escolar, a Cesta Verde, entre outros programas sociais. Em 2022, o conjunto de programas implantados pelas secretarias de Desenvolvimento Social, de Educação, de Saúde e de Esporte e Lazer resultou ao DF o reconhecimento como maior rede de proteção social do Brasil, conforme avaliação do Ministério da Cidadania. Prioridade como assistência O CadÚnico é disponibilizado para as famílias que vivem com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Aquelas com renda acima desse valor podem ser cadastradas para participar de programas ou serviços específicos. O cadastro deve ser feito pessoalmente em alguma unidade do Cras, com apresentação dos CPFs de todos os integrantes da família e de um comprovante de residência. O Cras é a porta de entrada da população a benefícios e programas governamentais. Desde 2019, houve a inauguração de seis unidades, ampliando a quantidade disponível para os cidadãos de 26 para 32. Neste ano, foram entregues o novo Cras de Santa Maria, localizado no condomínio Porto Rico, e o primeiro do condomínio Itapoã Parque. Cada equipamento tem capacidade para atender 5 mil famílias em situação de vulnerabilidade social. Para ter acesso aos benefícios, é preciso estar inscrito no CadÚnico. O atendimento é feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. Verifique aqui o contato e endereço de todas as unidades.

Ler mais...

DF é exemplo de transparência no pagamento de benefícios sociais

O Governo do Distrito Federal (GDF) pagou, entre 2022 e 2023, mais de R$ 786 milhões nos três principais benefícios sociais – Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social – a 600 mil famílias da capital. Os pagamentos devidos chegam a 99,65% do total, o que reflete a liderança do DF no país em relação ao índice de transparência nos auxílios e a garantia de que esses benefícios, de fato, chegam a quem precisa. Esse percentual de excelência, reconhecido pelo governo federal, é possível graças ao trabalho feito pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). A checagem e o cruzamento de dados fazem com que o recebimento indevido chegue a 0,35%, portanto menos de meio por cento de tudo o que o governo destina a esses benefícios. ?“O DF é referência nacional na fiscalização do pagamento de benefícios socioassistenciais. Ficamos em primeiro lugar nacional na atualização do CadÚnico; e, quando temos um cadastro atualizado, temos muitos elementos para uma checagem constante e adequada do atendimento dos requisitos de concessão”, explica a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Renata Marinho O’Reilly. ?Para chegar a essa marca, a pasta atua com um controle preventivo e um repressivo. O preventivo é feito com a checagem de informações que os usuários passam com as que o governo tem. Vale lembrar que os benefícios são concedidos com base na autodeclaração de renda da pessoa. Ou seja, ela se autodeclara que está em condição social para receber o valor pago pelo programa social. O governo verifica então as informações e faz o pagamento normalmente. No caso de inconsistências, dá-se a oportunidade de o beneficiário prestar esclarecimentos. Por exemplo: uma pessoa que adquiriu um emprego e deixou de estar apta a participar de um determinado programa deixa de recebê-lo; e, se o pagamento foi feito indevidamente, é chamada para ressarcir o valor nas condições negociadas com a Sedes. Já o controle repressivo é feito quando o governo identifica que alguma pessoa agiu de má-fé e está recebendo um valor que poderia ser pago a outro usuário que necessita de apoio. O objetivo é a transparência e o bom uso do dinheiro público, e não em caráter punitivo das famílias. “Esse é nosso maior desafio, essa conscientização de que quando alguém recebe indevidamente ela tira o direito de outra pessoa receber devidamente. Não são nem mil famílias que agiram com dolo. E vale lembrar que, para que ela saia da condição de vulnerabilidade, não é um percurso linear fácil, é cheio de altos e baixos. Em determinado momento, alguém da família consegue um emprego, depois essa pessoa perde o emprego e ela volta a ter o critério familiar”, acrescenta Renata. ?Controle Em 2022 e 2023, o GDF pagou mais de R$ 786 milhões nos principais benefícios sociais a 600 mil famílias da capital | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A Sedes tem reforçado os mecanismos de fiscalização e controle de benefícios para identificar irregularidades na concessão. Entre as medidas adotadas, estão a criação de diretoria para acompanhar e fiscalizar os programas, a adoção de um novo sistema para o registro dos usuários e a parceria com outros órgãos, a exemplo da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). “É claro que, quando se trata de dinheiro público, nenhum centavo deve ser pago indevidamente, mas trabalhamos para chegar a zero. De toda forma, 0,35% nos dá uma segurança de que estamos no caminho certo e temos margem para fazer ajustes”, pondera a secretária adjunta de Desenvolvimento Social. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O cancelamento do benefício tem ocorrido, principalmente, por irregularidades no cadastro, em casos como o de pessoas que residem no Entorno e declaram que moram no DF e alteração na renda da família ou residências que têm dois ou mais moradores beneficiários, o que não é permitido no caso de benefícios como o Cartão Prato Cheio, que priorizam mães solos. Quando é detectado o recebimento indevido, a pessoa responde a um processo administrativo para que seja apresentada a ampla defesa e o contraditório e para posterior ressarcimento dos valores. Ela é notificada pelos meios de contato informados no atendimento socioassistencial. Quando o cidadão não é localizado, recebe a notificação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Quem deseja ressarcir os valores deve procurar a Sedes pessoalmente, no SEPN 515, bloco B, 3º andar, na Subsecretaria de Administração Geral (Suag), ou pelo telefone (61) 3373-7168, para mais informações. Aqueles que não ressarcirem os valores terão o nome inscrito na dívida ativa do DF até que seja feito o pagamento.

Ler mais...

Thumbnail

Liberados R$ 42 milhões para Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) liberou, nesta quinta (1º), R$ 42.257.195 para pagamento dos cartões Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás. A maior parte desse valor, R$ 25 milhões, foi investida na concessão do crédito de R$ 250 do Cartão Prato Cheio para 100 mil famílias. Além disso, foram incluídos 5 mil beneficiários no Cartão Gás neste mês. Benefícios do GDF garantem alimentação e assistência social a famílias em vulnerabilidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “O investimento reflete o compromisso com as famílias vulneráveis do Distrito Federal”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “É imprescindível garantir que essas pessoas tenham acesso à alimentação adequada e recursos para enfrentar os desafios diários. Nosso objetivo é promover uma assistência social efetiva, impactando positivamente a vida de quem mais precisa.” DF Social Neste mês, 68.128 famílias serão beneficiadas pelo DF Social, com investimento de R$ 10.257.395. Além disso, foram emitidos 129 cartões. O programa concede benefício mensal de R$ 150 para famílias inscritas no Cadastro Único e que tenham renda per capita de até meio salário mínimo. Nesse caso, não é preciso solicitar o auxílio: as famílias que atendem aos critérios são incluídas, conforme disponibilidade de vagas. Cartão Gás Com 69.998 beneficiários atendidos, o benefício consiste na concessão de auxílio financeiro, em parcelas sucessivas bimestrais no valor de R$ 100, para aquisição do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg.  O montante investido é de R$ 6.999.800. Neste mês, 5 mil famílias foram incluídas no Cartão Gás. A abrangência do programa aumenta conforme a disponibilidade de vagas. Para concorrer ao benefício, é necessário cumprir os seguintes requisitos: ? Ter inscrição no Cadastro Único; ? Possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo; ? Declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante entrevista do CadÚnico); ? Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender a esses critérios. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Prato Cheio O Prato Cheio é pago em um ciclo de nove parcelas para auxiliar famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Encerrado esse período, o titular precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região ou na unidade em que estiver sendo acompanhado. Onde retirar o cartão Para verificar se está incluído nos novos beneficiários dos programas, é preciso fazer a consulta no site GDF Social (gdfsocial.brb.com.br/#/home). No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB em que vai retirar o cartão, sendo imprescindível que a busca seja feita apenas pelo titular do auxílio, mediante a apresentação de documento original com foto e CPF. *Com informações da Sedes  

Ler mais...

Thumbnail

Investimento de R$ 41 milhões no Cartão Gás amparou 77 mil famílias em 2023

O Cartão Gás, um dos braços da rede de proteção social do Governo do Distrito Federal (GDF), encerrou o ano de 2023 com um impacto positivo na vida de 77,2 mil famílias, representando um investimento de aproximadamente R$ 41,3 milhões. O benefício, que completou dois anos de existência recentemente, faz parte das iniciativas do Executivo para garantir a segurança alimentar de pessoas em situação de vulnerabilidade. “O programa garante às famílias autonomia e segurança nutricional”, enfatiza a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Atualmente, a maioria dos beneficiários, em torno de 90% do total, é composta por mulheres, conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Com o Cartão Gás, o beneficiário tem a oportunidade de cozinhar em casa, do jeito que os filhos gostam, de ter uma comida caseira e saudável. Com a crise econômica dos últimos anos e a inflação, muitas famílias perderam poder de compra e precisam desses dois benefícios para continuar tendo comida em casa”, prossegue a titular da pasta. Criado em 2021, o Cartão Gás foi implementado pelo GDF como uma das medidas emergenciais de enfrentamento à pandemia da covid-19. Inicialmente, a previsão era de que o benefício durasse apenas 18 meses, mas o Executivo transformou a iniciativa em lei, garantindo a segurança alimentar de milhares de famílias. Atualmente, a maioria dos beneficiários, em torno de 90% do total, é composta por mulheres, conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF). É o caso de Abadia Aparecida da Rocha, 45 anos, que recebe o benefício desde a sua criação. “Esse programa é uma glória de Deus, nos ajuda bastante”, narra. Moradora de Três Veredas, em Brazlândia, ela afirma que, antes da criação do benefício, se arriscava a cozinhar com métodos alternativos. “Eu cozinhei muito no fogão à lenha por não ter condição de comprar o gás. Quando a gente podia, tirava o dinheiro das compras do mês para poder comprar o botijão, que faz muita diferença para a gente e não posso ficar sem”. [Olho texto=”O benefício, que completou dois anos de existência recentemente, faz parte das iniciativas do Executivo para garantir a segurança alimentar de pessoas em situação de vulnerabilidade” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Maior rede do país Em 2022, ao avaliar o conjunto de programas implantados pelas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), de Educação (SEE), de Saúde (SES) e de Esporte e Lazer (SEL), o Ministério da Cidadania classificou o DF como a unidade da federação com a maior rede de proteção social do Brasil. Uma das frentes de atuação do GDF na garantia da segurança alimentar de quem mais precisa é, justamente, o Cartão Gás. O benefício, de R$ 100, é pago em parcelas bimestrais para aquisição de botijão de 13 kg de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Os valores devem ser pagos exclusivamente às revendedoras cadastradas junto ao programa do GDF e só contemplam a aquisição de vasilhames para uso doméstico. Para acesso ao benefício, é preciso cumprir com os seguintes requisitos: ? Estar inscrito no Cadastro Único; ? Renda familiar per capita de até meio salário mínimo; ? Declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg; ? Ter idade igual ou superior a 16 anos. A porta de entrada da assistência social no GDF é o Centro de Referência e Assistência Social (Cras). No DF, há 30 unidades distribuídas pelas regiões administrativas, além de equipes móveis que vão até as áreas rurais de mais difícil acesso, para que as pessoas tenham esse alcance. Também é possível agendar o atendimento pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes.

Ler mais...

Thumbnail

Liberados mais de R$ 41 milhões para o Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, neste mês, R$ 41.539.245 para pagamento do Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás. A maior parte do valor, R$ 24.619.000, foi investido na concessão do crédito de R$ 250 do programa Cartão Prato Cheio para 100 mil famílias. [Olho texto=”“Após o ciclo de nove meses, novas famílias têm a oportunidade de entrar no programa, fortalecendo ainda mais a garantia à segurança alimentar e nutricional ao maior número de pessoas elegíveis”” assinatura=”Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”direita”] No caso do DF Social, neste mês foram 68.138 famílias beneficiadas, com investimento de R$ 10.256.845. Já o Cartão Gás contempla 66.634 mil pessoas com crédito bimestral para a compra de botijão de gás de cozinha. Nesse caso, o montante investido é de R$ 6.663.400. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, explica que os três programas são referência para a rede de proteção social do Distrito Federal e que, no caso do Prato Cheio, é preciso observar o caráter temporário do benefício. “Após o ciclo de nove meses, novas famílias têm a oportunidade de entrar no programa, fortalecendo ainda mais a garantia à segurança alimentar e nutricional ao maior número de pessoas elegíveis”, disse. De acordo com a secretária Ana Paula Marra, os três programas são referência para a rede de proteção social do Distrito Federal e que, no caso do Prato Cheio, é preciso observar o caráter temporário do benefício | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O Prato Cheio é pago em um ciclo de nove parcelas para dar suporte às famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Encerrado esse período, o beneficiário precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região. DF Social O programa DF Social concede benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda per capita de até meio salário mínimo, inscritas no Cadastro Único. Neste caso, não é preciso solicitar o benefício. As famílias que atendem aos critérios são incluídas pela Sedes no programa. Para saber se está entre os beneficiários do DF Social, o cidadão deve consultar o site GDF Social (gdfsocial.brb.com.br). A abertura da conta pode ser feita pelo aplicativo BRB Mobile. Basta ter em mãos um documento original com foto – Registro Geral (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Cartão Gás [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Já o Cartão Gás, o benefício de R$ 100 é pago em parcelas bimestrais para a compra de botijão de 13 kg de Gás Liquefeito de Petróleo. Os beneficiários podem utilizar o cartão apenas nos estabelecimentos cadastrados no programa para compra exclusiva do botijão de cozinha. *Com informações da Sedes

Ler mais...

Thumbnail

Mais de R$ 41,5 milhões liberados para Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) liberou nessa segunda-feira (2) R$ 41.556.225 para pagamentos do Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás. A maior parte do recurso, R$ 24.312.750, vai ser investido na concessão do crédito de R$ 250 do programa Cartão Prato Cheio para 100 mil famílias. No caso do DF Social, neste mês, foram 70 mil famílias beneficiadas, com investimento de R$ 10.419.575. Já o Cartão Gás contempla 70 mil pessoas com crédito bimestral para a compra de botijão de gás de cozinha. Nesse caso, o montante é de R$ 6.823.900. Os programas Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás contribuem para maior qualidade de vida de famílias em situação de vulnerabilidade social | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O DF Social e o Cartão Gás são programas de transferência de renda e atendem por tempo indeterminado às famílias que atendem aos critérios. Já o Cartão Prato Cheio tem duração de nove meses para dar suporte àquelas famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. “Esses três programas são extremamente importantes para as pessoas em situação de vulnerabilidade porque garantem a essa parcela da população condições de ter uma sobrevivência digna, de ter uma alimentação adequada. E poder proporcionar à sua família uma melhor condição de vida”, destaca a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Renata Marinho. O programa DF Social concede benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda per capita de até meio salário mínimo, inscritas no Cadastro Único. Neste caso, não é preciso solicitar o benefício. As famílias que atendem aos critérios são incluídas pela Sedes no programa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para saber se está entre os beneficiários do DF Social, o cidadão deve consultar o site GDF Social. A abertura da conta pode ser feita pelo aplicativo BRB Mobile. Basta ter em mãos um documento original com foto – Registro Geral ou Carteira Nacional de Habilitação. Já no Cartão Gás, o benefício de R$ 100 é pago em parcelas bimestrais para a compra de botijão de 13 kg de Gás Liquefeito de Petróleo. Os beneficiários podem utilizar o cartão apenas nos estabelecimentos cadastrados no programa para compra exclusiva do botijão de cozinha. Para ter acesso ao Cartão Gás, é necessário ter inscrição no Cadastro Único, renda familiar per capita de até meio salário mínimo, declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg, morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender aos critérios. No Cartão Prato Cheio, são nove parcelas mensais para a família comprar alimentos. Encerrado esse período, o beneficiário precisa fazer novo agendamento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e passar atendimento socioassistencial. *Com informações da Sedes

Ler mais...

Thumbnail

DF tem ampla rede de combate à fome e insegurança alimentar

Em 2022, ao avaliar o conjunto de programas implantados pelas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), de Educação (SEE), de Saúde (SES) e de Esporte e Lazer (SEL), o Ministério da Cidadania atestou que o DF tem a maior rede de proteção social do Brasil. A rede oferece diversos programas sociais, Para garantir aos cidadãos que mais precisam de apoio do governo local o acesso à alimentação, a rede oferece diversos programas, como Cartão Prato Cheio, Cartão Gás, DF Social e Cesta Verde. GDF tem uma série de benefícios para quem se encontra em situação de vulnerabilidade social | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília [Olho texto=”“Não tem como você pensar em desenvolver a autonomia de uma família sem garantir o mínimo de subsistência” ” assinatura=”Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”direita”] “Quando falamos em assistência social, nós temos que pensar em várias formas de acesso”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Temos os restaurantes comunitários, onde as pessoas podem fazer as refeições, mas a gente precisa ter outros tipos de política, porque nem sempre o restaurante comunitário é acessível para quem mora distante dele, por isso a importância de programas sociais.” A gestora lembra que segurança alimentar e nutricional é um direito básico da população. “Não tem como você pensar em desenvolver a autonomia de uma família sem garantir o mínimo de subsistência”, aponta. Programas de combate à fome Arte: Agência Brasília Atualmente o Cartão Prato Cheio beneficia 100 mil famílias, que recebem um crédito mensal de R$ 250 para a aquisição de alimentos. É um programa temporário, com nove parcelas para dar suporte a quem passa por situação de insegurança alimentar e nutricional. Desde sua criação, em 2020, o Prato Cheio  já beneficiou mais de 400 mil pessoas. Só deve ser utilizado para compra de produtos de natureza estritamente alimentar – o uso incorreto pode acarretar perda do benefício e de descredenciamento para os estabelecimentos que venderem itens não enquadrados na categoria alimentação, como bebidas alcoólicas e cigarros. A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Vanderléia Cremonini, lembra que o Cartão Prato Cheio foi instituído no início da pandemia, quando havia uma demanda grande na concessão de benefícios e entrega de cestas básicas. “Nós não estávamos conseguindo atender, devido à  logística dessa grande quantidade de pessoas que precisavam, então foi pensada uma forma mais prática de repassar um benefício para o provimento alimentar”, conta. “O Cartão Prato Cheio traz autonomia para que a pessoa possa comprar aquilo que realmente está faltando na casa dela.” Educação alimentar Paralelamente à concessão do benefício, é desenvolvido um trabalho de educação alimentar e nutricional para que o usuário possa utilizar esse crédito na compra de alimentos não processados, saudáveis e que garantam a sua saúde, além de incentivar o comércio local. [Olho texto=”“A gente leva um alimento saudável até a casa das famílias e fomenta a agricultura familiar” ” assinatura=”Vanderléia Cremonini, subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A pessoa vai comprar naquele pequeno mercado do lado da casa dela, naquela feira, muitas vezes sendo abastecida pela agricultura familiar, que também é muito importante; então a gente cria um movimento na economia local desses beneficiários, que normalmente estão em regiões administrativas mais vulneráveis”, explica a subsecretária. Os critérios para receber o Cartão Prato Cheio envolvem ser residente do DF, além de possuir renda per capita de até meio salário mínimo. Existe uma escala da concessão do benefício para priorizar quem tem mais necessidade, dando preferência a pessoas com deficiência (PcDs) e famílias monoparentais chefiadas por mulheres. A Cesta Verde é complementar ao Prato Cheio e também à cesta básica in natura. Adquirida pelo GDF de produtores da área de agricultura urbana, contém verduras, legumes e hortaliças, sendo destinada à população em situação de vulnerabilidade social. Atualmente são entregues cerca de mil cestas verdes por mês no Distrito Federal. “Com isso, a gente leva um alimento saudável até a casa das famílias e fomenta a agricultura familiar”, avalia Vanderléia.  Cartão Gás Marlene Batista está entre os 400 mil beneficiários do Cartão Prato Cheio: “Os programas ajudam nas contas, porque assim eu evito tirar o dinheiro da luz para pagar um gás, pagar um remédio e por aí vai” Já o programa Cartão Gás foi instituído pelo decreto nº 42.376 , de 10 de agosto de 2021, como medida de enfrentamento das consequências sociais e econômicas decorrentes da pandemia de covid-19. Trata-se de um benefício de auxílio financeiro, em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do botijão de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13kg, o gás de cozinha. “A cada dois meses podemos auxiliar que as famílias possam ter um botijão de gás em casa, onde muitos cozinhavam a lenha – é para garantir que as pessoas possam fazer suas refeições em casa”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social. Há ainda o programa DF Social, um benefício destinado às famílias de baixa renda (inferior a meio salário mínimo vigente, ou seja, R$ 606) inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. O valor fixo mensal é de R$ 150 por família. “Em complemento ao Bolsa Família, o DF Social possibilita reduzir a extrema pobreza no DF”, afirma Ana Paula. Ajuda nas contas [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Beneficiário do Cartão Gás há três anos, André Estevam Abreu, 43, também recebe o DF Social, usado para comprar remédios para as duas filhas. Uma sofre de asma e outra é diagnosticada com lúpus, uma doença inflamatória autoimune. “Tenho muita dificuldade de manter a casa, aluguel e essas coisas”, conta. “Os programas ajudam nas contas, porque assim eu evito tirar o dinheiro da luz para pagar um gás, pagar um remédio e por aí vai.” Para Marlene de Andrade Batista, 52, moradora do Recanto das Emas, a autonomia oferecida pelo programa Prato Cheio mudou trouxe qualidade de vida. “Quando meu filho chega do colégio, ele pergunta o que tem para comer”, conta a dona de casa. “Aí tem um cuscuz, uma manteiga, uma fruta. O melhor é que a gente escolhe no supermercado o que precisa – arroz, feijão, alface, que eu não tinha como comprar, frutas. Antes faltavam as coisas para o meu menino. O Cartão Prato Cheio foi a melhor opção para as pessoas comprarem. E recebi a Cesta Verde também, que é uma alimentação completa.” Marlene também é beneficiária do Cartão Gás, que afirma ter sido útil, inclusive, para a saúde. Isso porque, antes, ela precisava utilizar lenha para cozinhar – já que não tinha como comprar o gás –, e a fumaça produzida pela queima ainda prejudicava a respiração do filho. “No gás é bom porque não faz aquela fumaça”, avalia. “Meu menino tem bronquite asmática, e cozinhar na lenha é ruim, porque ele fica com falta de ar. Compro o gás perto de casa, e aceitam o cartão em qualquer lugar. Sinto que o governo está cuidando de mim. Não só de mim, como de muitas famílias.” Como acessar os benefícios A porta de entrada da assistência social no GDF é o Centro de Referência e Assistência Social (Cras). No DF há 30 unidades distribuídas pelas regiões administrativas, além de equipes móveis que vão até as áreas rurais de mais difícil acesso, para que as pessoas tenham esse alcance. Também é possível agendar o atendimento pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. Após o cadastro, a situação de cada família é avaliada para atendimento pelo programa que mais se adequa. Para acesso a programas como o Cartão Gás, é necessário ter inscrição no Cadastro Único e renda familiar per capita de até meio salário mínimo, declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg, morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. Quando os que procuram a assistência social não conseguem entrar de imediato nos programas – pela existência da fila e requisitos que precisam ser atendidos –, há a opção da cesta básica in natura. O recurso é utilizado para situações emergenciais, quando a pessoa se encontra em situação muito grave de insegurança alimentar e nutricional ou passou por alguma calamidade. Após fazer o pedido, o cidadão pode receber a cesta básica em casa.

Ler mais...

Thumbnail

Prato sempre cheio: programas garantem segurança alimentar à população

Sentado em uma das mesas do Restaurante Comunitário do Recanto das Emas, Francisco Grossi, 79 anos, é frequentador assíduo dos restaurantes comunitários há mais de dez anos, e já visitou diversas unidades em Brasília. Ele é fã da dobradinha e, principalmente, da feijoada. “Eu moro sozinho, não cozinho bem. Eu venho aqui, como uma comida saudável, levo uma quentinha e venho na janta também. E agora que está abrindo no domingo, eu virei também”, afirma. Francisco ressalta a qualidade da comida e a acessibilidade do preço. Cada família que faz parte do programa Prato Cheio recebe também a Cesta Verde, com diversas verduras e legumes para garantir a qualidade da alimentação de cada família | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “O que tem por R$ 1 hoje em dia? Só o Restaurante Comunitário. A comida é muito boa, balanceada, saudável, tem pouco sal, não tem muito óleo, as verduras e a salada são bem cortadas. É tudo esterilizado lá dentro, já visitei algumas vezes. E o atendimento é muito bom. Então, me sinto muito bem”, observa. Atualmente, há 15 restaurantes comunitários no DF, que servem mais de 32 mil refeições por dia. Em cada unidade, há um nutricionista responsável para que as refeições sejam balanceadas e nutricionalmente adequadas. A expectativa para 2023 é servir mais de 10 milhões de refeições. Em gestões passadas, o almoço chegou a custar R$ 3. Atualmente, com R$ 2 ao dia é possível fazer as três refeições: R$ 0,50 no café da manhã e no jantar e R$ 1 no almoço. Pessoas em situação de rua atendidas pelas equipes da Abordagem Social podem fazer as refeições gratuitamente nos restaurantes. A unidade do Recanto das Emas foi a primeira a ter café da manhã, almoço e jantar. De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, em breve, todos os restaurantes vão contar com as três refeições e também vão funcionar nos domingos e feriados. No Sol Nascente/Pôr do Sol, o GDF entregou o segundo Restaurante Comunitário da cidade, com a oferta das três refeições. Outras unidades estão em execução e ampliação, como Planaltina, a expansão de Samambaia, mais um Restaurante Comunitário em Arniqueira e outro em Ceilândia. “Vamos contar, em breve, com 20 restaurantes comunitários funcionando todos os dias, inclusive feriados, e com três refeições diárias, para, de fato, garantir a segurança alimentar e nutricional da população do DF”, afirmou a secretária. Arte: Agência Brasília Segurança alimentar Para a diarista Edilza de Jesus, 56 anos, o Restaurante Comunitário é mais que uma opção saudável. Por um longo tempo, significou sua sobrevivência. Edilza ficou quase três anos desempregada, vendendo geladinho para ter renda. “Minha salvação era o Restaurante Comunitário de Ceilândia”, conta. Uma pesquisa realizada em 2021 pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em meio à pandemia da covid-19, apontou que, no Distrito Federal, 79% dos domicílios estavam em segurança alimentar. Primeira pesquisa de segurança alimentar e nutricional no Distrito Federal, o estudo foi realizado em 30.888 domicílios, com dados coletados pela Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad). Dos 21% que se encontravam em algum grau de insegurança alimentar, 12,9% tinham um grau leve; 4,2%, moderado e 3,9%, grave. A insegurança alimentar ocorre quando a pessoa tem incerteza quanto ao acesso a alimentos no futuro, passando pela redução quantitativa, ou até mesmo a falta do alimento – nesse último caso, a fome. A pesquisa do IPEDF apresentou um panorama da segurança alimentar no DF, segundo características da população e dos domicílios, utilizando a Escala Brasileira de Segurança Alimentar (Ebia). Arte: Agência Brasília Programas de assistência Durante a pandemia, houve aumento no número de famílias que perderam a renda e passaram a depender de benefícios sociais para sobreviver. De acordo com Ana Paula Marra, o foco da Secretaria de Desenvolvimento Social é nos 3,9% das famílias que estão em situação de insegurança alimentar grave. Entre os programas direcionados à segurança alimentar e nutricional, há os de transferência de renda, como o programa Prato Cheio, que se tornou uma política de Estado permanente. São R$ 250 por mês disponíveis em um cartão para que o beneficiário possa se alimentar indo a qualquer supermercado, restaurante ou padaria. O Prato Cheio foi criado ainda no início da pandemia da covid-19 para substituir a entrega de cestas básicas in natura, que passaram a ser levadas em domicílio apenas em caráter emergencial. “Lembrando que não tiramos a cesta básica emergencial in natura. Se uma família chegar procurando atendimento no Cras [Centro de Referência e Assistência Social], precisando de alimento de forma imediata, ainda há a cesta básica in natura. O Prato Cheio veio para dar essa autonomia, para a pessoa comprar o que de fato precisa em casa”, ressaltou a secretária Ana Paula Marra. Antes do programa, implementado no início da pandemia da covid-19, eram entregues 6 mil cestas básicas no DF ao mês. “De 6 mil cestas básicas para 100 mil famílias, eu tenho certeza que a pesquisa de 2023 vai refletir esse aumento do programa. Não tenho dúvidas que em 2023 teremos um avanço grande na área social do governo”, declarou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Cada família que faz parte do programa Prato Cheio recebe também a Cesta Verde, com diversas verduras e legumes para garantir a qualidade da alimentação de cada família. Já foram mais de 400 mil famílias atendidas no Prato Cheio desde sua criação. Há, ainda, o Cartão Gás, outro programa social que traz um benefício de R$ 100 em parcelas bimestrais para a compra de botijão de 13 kg de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Mensalmente, 70 mil famílias recebem o Cartão gás. Como acessar A porta de entrada da assistência social no GDF são os Cras. No DF, há 30 unidades, além de equipes móveis que vão até as áreas rurais de mais difícil acesso, para atender pessoas que nem sabem às vezes como chegar em um Cras. Também é possível agendar o atendimento por meio do telefone 156 ou pelo site da secretaria. Após o cadastro, a situação de cada família é avaliada para ser atendida pelo programa que mais se adequa. Para ter acesso a programas como o Cartão Gás, é necessário ter inscrição no Cadastro Único, renda familiar per capita de até meio salário mínimo, declarar comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg, morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos.

Ler mais...

Thumbnail

Rede de proteção social acolhe população vulnerável do Sol Nascente

Uma ampla rede de proteção social oferece amparo e novas oportunidades para a população mais vulnerável do Sol Nascente/Pôr do Sol. Oficializada como Região Administrativa em 2019, a cidade tem sido transformada pelas ações do Governo do Distrito Federal (GDF), com obras de infraestrutura, saneamento, saúde, educação e, principalmente, pelo cuidado com as pessoas que vivem no local. O Sol Nascente/Pôr do Sol é a primeira região administrativa a contar com duas unidades do Restaurante Comunitário, onde é possível ter três refeições ao custo diário total de R$ 2 | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Exemplo disso é o segundo Restaurante Comunitário da região, inaugurado na segunda-feira (14) pelo governador Ibaneis Rocha, que também anunciou uma unidade de pronto atendimento (UPA) para o Sol Nascente. O Restaurante Comunitário possibilita o acesso a alimentação saudável e barata para a população e amplia a segurança alimentar de milhares de famílias do Sol Nascente. A cidade é a primeira do Distrito Federal atendida por dois restaurantes comunitários. O primeiro está localizado na QNR 1, em Ceilândia Norte, e oferece café da manhã e almoço. O segundo, recém-inaugurado, fica na Quadra 105 do Trecho II e tem oferta de refeições diárias em três turnos: café da manhã a R$ 0,50, almoço a R$ 1 e o jantar por R$ 0,50. Com uma distância de 6,5 km entre um e outro, a estimativa é que, com os dois em pleno funcionamento, sejam servidas 5.600 refeições diárias. “O Restaurante Comunitário Sol Nascente/Pôr do Sol é uma grande entrega que vai representar o acesso dessa população a uma alimentação nutricionalmente balanceada. Serão servidas três refeições diárias, com custo total de R$ 2, e serão fornecidas para a população todos os dias da semana inclusive aos feriados”, destaca a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Renata Marinho. Morador há 22 anos e líder comunitário da região, Edson Batista, 43, estava ansioso pela inauguração. “Moro perto do Restaurante Comunitário e acho que essa obra é muito boa. Vou frequentar bastante, pois fica próximo da minha casa e a comida é barata e balanceada. Esse restaurante vai ser uma bênção para a nossa comunidade”, comemora. O espaço está localizado a poucos metros de distância da estação rodoviária e de novos condomínios habitacionais. “Vai ser uma bênção para a nossa comunidade”, diz o líder comunitário Edson Batista sobre o segundo Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O administrador regional, Cláudio Ferreira, conta que essa é uma conquista significativa para a comunidade. “Estamos entusiasmados com os benefícios que esse restaurante trará para todos os residentes, proporcionando uma alimentação acessível e de qualidade. Juntos, continuaremos a promover melhorias para o nosso amado Sol Nascente”, destaca. Presidente da Novacap, que foi responsável pela construção do equipamento, Fernando Leite destaca a edificação: “O Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol conta com uma área de 1.323,91 m², que inclui o refeitório, depósito de alimentos, banheiros, bilheteria, caldeira, reservatório de água, casa de gás e um salão com 368 lugares. Antes, o estabelecimento que atendia a população da RA era somente o da QNR 1. Agora, o novo restaurante contemplará a comunidade do Trecho II”. Benefícios e unidades socioassistenciais Mãe de três filhos, a costureira Janete Caetano é beneficiária dos cartões Gás, Prato Cheio e Material Escolar | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A segurança alimentar é apenas uma das frentes trabalhadas pelo GDF na região, que também recebe atenção com os programas sociais e estruturas públicas de atendimento às famílias. A costureira Janete Caetano, 37, tem como base atual de sustento da sua família os três benefícios sociais que recebe do GDF. Moradora do Sol Nascente e mãe de três filhos – de 10, 7 e 2 anos de idade -, ela é beneficiária dos cartões Prato Cheio, Gás e Material Escolar. “Eu e meu marido estamos desempregados, e os benefícios nos ajudam muito; se não tivesse eles, seria muito difícil. Hoje eu me sinto amparada pelo governo. Quando vou em busca de algum benefício, sempre sou bem-atendida”, relata. Segundo a autônoma, somados, os benefícios que recebe do governo local ultrapassam R$ 1,2 mil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para atender a população do Sol Nascente, o GDF mantém, desde 2021, uma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). O espaço atende cerca de 1.100 cidadãos mensalmente. No Cras, a população em situação de vulnerabilidade e risco social recebe amparo e é cadastrada nos serviços públicos do governo. “Temos aqui uma região com alto índice de vulnerabilidade social, e uma parte significativa da população precisa desse atendimento. O Cras é a porta de entrada. Nosso centro faz mais de mil atendimentos por mês na cidade, mas a comunidade também é atendida por outros equipamentos públicos da Sedes. Por isso, já temos aprovado, no nosso plano de governo, dois novos Cras e um centro de referência especializado de assistência social (Creas). O nosso objetivo é dar um atendimento de mais qualidade ainda para a população e atendê-la no seu próprio território”, afirma Renata Marinho. De acordo com os dados da Sedes, somente nos meses de junho e julho, R$ 814 mil foram liberados em benefícios sociais para famílias da região por meio dos programas DF Social e Cartão Gás. Ao todo, 2.964 famílias fazem parte do programa, que concede benefício mensal de R$ 150 para inscritos no Cadastro Único com renda per capita de até meio salário mínimo vigente, ou seja R$ 606. “O nosso objetivo é dar um atendimento de mais qualidade ainda para a população e ela ser atendida no seu próprio território”, afirma a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Renata Marinho | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Já o Cartão Gás tem, na região, 3.068 famílias cadastradas para receber o benefício. Em julho, foram investidos R$ 368 mil no programa, que concede auxílio financeiro de R$ 100 a cada dois meses para aquisição do botijão de 13 kg. No primeiro semestre de 2023, foram concedidas ainda 2.781 cestas emergenciais para a população mais vulnerável do Sol Nascente. “No âmbito da assistência social, temos também o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos [SCFV], que aqui na cidade é oferecido em parceria com uma organização da sociedade civil, em que são atendidas 500 crianças e adolescentes em vulnerabilidade social”, completa Renata Marinho. O serviço tem como objetivo oferecer proteção social básica com a realização de atendimentos em grupo. Por meio desse trabalho, que conta com um investimento total de R$ 3,9 milhões, são realizadas atividades artísticas, culturais, de lazer e esportivas, entre outras, de acordo com a idade dos usuários. A cidade conta também com equipamento público para atendimento à população: um Conselho Tutelar, localizado na Quadra 101. O espaço, inaugurado em novembro de 2022, teve investimento de R$ 1,3 milhão e possibilitou um melhor acolhimento para a comunidade, que passou a receber atendimentos mais reservados, com acessibilidade, salas próprias, espaço planejado e parque recreativo para crianças.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador