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Mais de 65 toneladas de entulho recolhidas em Ceilândia

As equipes de zeladoria, obras e segurança do Governo do Distrito Federal (GDF) seguem atuando em diversas frentes de trabalho em Ceilândia, levando melhorias de infraestrutura, limpeza urbana, recuperação asfáltica, assistência social e reforço na segurança pública para a população. Entre os destaques das ações recentes está a retirada de 65 toneladas de entulho na QNM 28, em Ceilândia Norte, além da recuperação de áreas degradadas utilizadas como pontos irregulares de descarte. As ações contam com atuação integrada da Administração Regional de Ceilândia, Novacap, GDF Presente, Polo Oeste II, SLU, Sustentare, PMDF e demais órgãos parceiros. Na QNM 28, além da remoção de entulho e recuperação de área de transbordo irregular, o GDF realiza uma grande operação voltada para o atendimento de pessoas em situação de rua, promovendo acolhimento social, orientações e ações de organização urbana na região. A iniciativa reúne diferentes órgãos do governo em uma força-tarefa para ampliar o cuidado social e garantir mais segurança e qualidade de vida para moradores e comerciantes da área. GDF segue atuando em diversas frentes de trabalho em Ceilândia, com melhorias de infraestrutura, limpeza urbana, recuperação asfáltica, assistência social e reforço na segurança pública | Fotos: Divulgação/Adm. Regional de Ceilândia Na área de obras e infraestrutura, equipes da administração regional realizaram serviços de alvenaria em muro de lote abandonado na QNO 10, atrás do Caic, no Setor O, reforçando a segurança e organização do espaço urbano. Também foi feito o recolhimento de placa educativa na PEC da QNP 12, no Setor P Sul. Outra frente importante é a implantação de bloquetes sextavados na praça pública da EQNO 3/5, no Setor O, executada pelas equipes de Obras e do programa Mãos Dadas. O objetivo é melhorar a acessibilidade e oferecer mais conforto para moradores que utilizam o espaço de convivência. Na mobilidade urbana, seguem em andamento as obras de implantação de calçadas e ciclovia na Via M2 Sul, ampliando a segurança para pedestres e ciclistas da região. Equipes avançam nos trabalhos de recuperação asfáltica em diversos pontos de Ceilândia As equipes também se esmeraram nos trabalhos de recuperação asfáltica em diversos pontos da cidade. Os serviços foram executados pela empresa Bela Via nas QNNs 23 e 25, além de atuação da Novacap na QNO 5, conjunto L. Paralelamente, equipes consertaram buracos com massa fria na EQNN 8/10, na Via Leste de Ceilândia Sul e na Avenida Elmo Serejo. Os serviços de zeladoria também chegaram ao parquinho da QNM 5/7, que continua recebendo manutenção e revitalização para garantir mais segurança às crianças e famílias que frequentam o espaço. Outra ação importante foi o recebimento de pó de brita enviado pela Novacap para a Divisão Regional de Obras (DRO) de Ceilândia, material que será utilizado na implantação de intertravados em novos trechos da cidade. Na área da segurança pública, a população também conta com reforço policial por meio do Comando Móvel da Polícia Militar do Distrito Federal, instalado na CNM 2, em Ceilândia. A estrutura amplia a presença ostensiva da PMDF na região, contribuindo para o aumento da sensação de segurança e apoio às ações integradas realizadas na cidade. As ações fazem parte do trabalho contínuo de manutenção, assistência e melhoria urbana realizado pelo GDF em Ceilândia, promovendo mais segurança, mobilidade, limpeza e qualidade de vida para a população.   *Com informações da Adm. Regional de Ceilândia

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Coleta seletiva e uso de papa-entulhos crescem no DF em 2025

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) publicou, nessa quinta-feira (26), o Relatório Anual de Atividades 2025, documento que reúne os principais indicadores operacionais e ambientais da autarquia no Distrito Federal. A publicação consolida dados sobre coleta, tratamento e destinação de resíduos, além de ações de limpeza urbana e inclusão socioprodutiva. Produzido anualmente e atualizado trimestralmente, o relatório permite acompanhar a evolução dos serviços ao longo dos anos e identificar tendências na gestão de resíduos. Em 2025, os dados apontam avanços tanto na ampliação da coleta seletiva quanto no uso de estruturas voltadas ao descarte correto. O diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, avalia que os resultados refletem avanços consistentes na gestão de resíduos e reforçam o papel da população no processo. “Os dados mostram crescimento na coleta seletiva, maior utilização dos papa-entulhos e ampliação das ações de limpeza urbana. Ao mesmo tempo, evidenciam a importância de manter o engajamento da população para o descarte correto e a separação adequada dos resíduos”, afirma. Arte: SLU Aumento na coleta seletiva Entre os destaques, a coleta seletiva seguiu em trajetória de expansão. O volume passou de 42 mil toneladas em 2022 para 53 mil em 2023, seguindo para 58 mil em 2024 e atingindo 61 mil toneladas em 2025, o que indica maior adesão da população à separação de resíduos e ampliação do serviço no DF. Mais descarte correto Outro indicador relevante é o crescimento do descarte correto de restos de obras, podas e volumosos. Nos papa-entulhos, foram recebidas 49 mil toneladas em 2025, aumento significativo em relação aos anos anteriores: 24 mil toneladas em 2022, 31 mil em 2023 e 42 mil em 2024. O resultado evidencia maior utilização dos pontos de entrega voluntária e reforça a importância dessas estruturas para evitar o descarte irregular em áreas públicas. Os papa-entulhos receberam 49 mil toneladas de restos de obras, podas e volumosos em 2025, aumento significativo em relação a 2024, quando foram recebidas 42 mil | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Coleta convencional Na coleta convencional de resíduos domiciliares, o SLU registrou 724 mil toneladas em 2025, volume próximo ao de 2024, quando foram coletadas 730 mil toneladas. A série histórica demonstra estabilidade do serviço, que permanece universalizado no Distrito Federal. Limpeza urbana intensificada O SLU também ampliou as ações de limpeza e combate ao descarte irregular. A remoção de resíduos descartados de forma inadequada passou de 654 mil toneladas em 2024 para 678 mil toneladas em 2025, resultado associado à intensificação das operações e à realização de mutirões em diversas regiões administrativas. Na limpeza de vias e logradouros públicos, o serviço de varrição alcançou cerca de 1,2 milhão de quilômetros executados em 2025, mantendo elevado nível de cobertura em todo o DF. As ações de limpeza e combate ao descarte irregular também foram ampliadas neste ano, com a remoção de 678 mil toneladas de resíduos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Destinação e reaproveitamento de resíduos Na destinação final, o Aterro Sanitário de Brasília recebeu aproximadamente 770 mil toneladas de resíduos em 2025, volume um pouco superior ao registrado em 2024, quando foram aterradas cerca de 760 mil toneladas. Já na Unidade de Recebimento de Entulhos (URE), foram recicladas e doadas cerca de 100 mil toneladas de resíduos da construção civil em 2025. A unidade mantém índice aproximado de 20% de reaproveitamento, com produção de agregados utilizados em obras públicas. [LEIA_TAMBEM]As usinas de tratamento mantiveram o índice de aproveitamento de materiais. A doação de composto orgânico manteve o patamar de 18 mil toneladas em 2025, número também alcançado em 2024. Inclusão produtiva fortalecida O relatório destaca ainda o fortalecimento da política de inclusão socioprodutiva. Em 2025, o SLU passou a contar com 53 contratos firmados com 31 cooperativas e associações de catadores, sendo 22 voltados à coleta seletiva e 31 à triagem de materiais. Antes, eram 42 contratos com 32 cooperativas. A ampliação reforça o papel dessas organizações na cadeia da reciclagem, contribuindo para a geração de trabalho e renda no Distrito Federal. As cooperativas e organizações de catadores devolveram ao mercado mais de 30 mil toneladas de materiais recuperados da coleta seletiva. Pela comercialização desses materiais, foram gerados mais de R$ 55 milhões em receita. Somados aos mais de R$ 19 milhões pagos pelo SLU nos contratos firmados com essas entidades, o montante movimentado ultrapassa R$ 77 milhões. O Relatório Anual de Atividades 2025 está disponível para consulta pública e apresenta, de forma detalhada, o panorama das ações desenvolvidas pelo SLU ao longo do período.

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Ouvidoria do SLU fortalece diálogo com a população e alcança altos índices de satisfação

Responsável por aproximar a população do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Ouvidoria da autarquia tem se consolidado como um importante canal de escuta e encaminhamento de demandas relacionadas aos serviços de limpeza urbana. No Dia Nacional do Ouvidor, celebrado nesta segunda-feira (16), o setor destaca avanços na qualidade do atendimento, na ampliação dos canais de comunicação com os cidadãos e no reconhecimento institucional por iniciativas voltadas à transparência. Somente em 2025, o SLU registrou cerca de 9,4 mil manifestações de ouvidoria, número que coloca a autarquia entre os órgãos mais demandados do Governo do Distrito Federal (GDF). Mesmo diante do alto volume de solicitações, o órgão mantém um dos melhores índices de resolutividade entre as instituições mais procuradas pela população. A satisfação dos cidadãos também se mantém elevada. As avaliações sobre atendimento, qualidade das respostas e resolução das demandas alcançam média de aproximadamente 92 pontos, demonstrando a confiança da população no serviço prestado. Em 2025, a ouvidoria do SLU atendeu cerca de 9,4 mil manifestações, colocando a autarquia entre os órgãos mais demandados do GDF | Fotos: Divulgação/SLU À frente da Ouvidoria do SLU desde janeiro de 2021, Thiago Viveiros explica que o trabalho do setor está ligado à integração com as áreas técnicas responsáveis pela execução dos serviços. “Nosso trabalho depende diretamente das áreas que executam os serviços. A Ouvidoria faz a ponte com a população, mas quem está na ponta são as equipes que vão até o local, verificam a situação e resolvem o problema”, afirma. Transparência e inovação Entre os avanços recentes está a atualização da Carta de Serviços do SLU, elaborada em parceria com diversas áreas da autarquia e com a Assessoria de Comunicação. O documento passou por reformulação para adotar linguagem mais acessível e ganhou recursos ilustrativos e versões em áudio, ampliando o acesso da população às informações sobre os serviços prestados. [LEIA_TAMBEM]A iniciativa foi reconhecida em 2025 com o Prêmio de Transparência Ativa e Passiva, que destaca boas práticas voltadas ao acesso à informação no serviço público. Outro destaque foi a criação do WhatsApp institucional do SLU, desenvolvido em parceria com a Diretoria de Tecnologia da Informação e operacionalizado pela Ouvidoria. O canal, disponível no número (61) 3213-0153, já ultrapassou 25 mil atendimentos, ampliando as possibilidades de contato direto da população com a autarquia. Segundo Viveiros, os resultados alcançados refletem um esforço coletivo. “A Ouvidoria conta com equipe formada por estagiários e colaboradores responsáveis por organizar e acompanhar as manifestações, enquanto a solução das demandas depende da atuação das diretorias, gerências e empresas contratadas responsáveis pela execução dos serviços”, disse. Thiago Viveiros, ouvidor do SLU: "Nosso trabalho depende diretamente das áreas que executam os serviços. A Ouvidoria faz a ponte com a população, mas quem está na ponta são as equipes que vão até o local, verificam a situação e resolvem o problema" Projetos Para 2026, a expectativa é continuar aprimorando os instrumentos de diálogo com a população. Entre as iniciativas em estudo está a produção de vídeos explicativos sobre os serviços do SLU, com o objetivo de facilitar o acesso dos cidadãos às informações presentes na Carta de Serviços. A Ouvidoria também participa de um concurso de inovação em práticas públicas e mantém iniciativas internas de valorização das equipes, como o Prêmio Amigo da Ouvidoria, que reconhece servidores e áreas que se destacam no atendimento às demandas da população. Canais de atendimento O principal canal de contato com a Ouvidoria do SLU é a Central 162, que recebe reclamações, solicitações, sugestões, elogios e denúncias. As manifestações também podem ser registradas pela internet, por meio do portal ParticipaDF. Além desses canais, o atendimento também é realizado presencialmente na sede do SLU. Como todas as ouvidorias do Governo do Distrito Federal (GDF) atuam em rede, manifestações registradas em outros órgãos também podem ser encaminhadas automaticamente ao setor responsável. Por meio da Ouvidoria, o cidadão mantém um canal direto de diálogo com a administração pública, contribuindo para aprimorar os serviços prestados e fortalecer o controle social na gestão pública. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

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Gari Sangue Bom abre calendário de 2026 com mobilização solidária no Riacho Fundo II

A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) realiza, nesta quinta-feira (26), a primeira edição de 2026 da campanha Gari Sangue Bom. A ação será promovida das 8h às 16h, na Administração Regional do Riacho Fundo II, e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a solidariedade e a valorização dos profissionais da limpeza urbana. A iniciativa é realizada em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a Administração Regional do Riacho Fundo II e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). O objetivo é fortalecer os estoques que abastecem a rede pública de saúde e mobilizar a comunidade para a importância da doação voluntária. A primeira edição de 2026 da campanha Gari Sangue Bom será realizada nesta quinta (26), das 8h às 16h, na Administração Regional do Riacho Fundo II | Foto: Divulgação/Seac-DF Criada para incentivar o gesto solidário, a campanha tem como protagonistas os garis, que são os primeiros a participar da coleta e dão exemplo de cidadania e compromisso com a vida. A proposta é sensibilizar moradores da região a também contribuírem com a doação, ajudando a manter os estoques do Hemocentro em níveis seguros. Além de contribuir para a rede pública de saúde, o Gari Sangue Bom promove o reconhecimento social desses trabalhadores, fundamentais para o funcionamento da cidade e para a qualidade de vida da população. [LEIA_TAMBEM]Para a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, a campanha reafirma o papel transformador da união entre poder público e sociedade. “Iniciamos 2026 renovando esse compromisso com a vida. O Gari Sangue Bom mostra que nossos garis, que já cuidam da cidade diariamente, também inspiram a comunidade a praticar a solidariedade. Cada doação representa esperança para quem precisa”, destaca. Toda a população do Riacho Fundo II e regiões próximas é convidada a participar da mobilização. Doar sangue é um gesto simples, rápido e seguro, que pode salvar até quatro vidas por doação. A expectativa é ampliar ainda mais o alcance da campanha ao longo do ano, fortalecendo a parceria entre os órgãos envolvidos e consolidando a ação como um importante movimento de conscientização e cuidado coletivo no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)

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Descarte irregular: mais de 75 toneladas de lixo e entulho foram retiradas em apenas um dia em Ceilândia

Nesta segunda-feira (23), cerca de 75 toneladas de lixo irregular foram retiradas de diferentes pontos de Ceilândia durante um grande mutirão de limpeza promovido pela administração regional, com apoio do SLU. A ação contemplou a remoção de lixo doméstico descartado irregularmente, entulho, eletrodomésticos, pneus e embalagens plásticas acumuladas em áreas públicas. As equipes atuaram nas regiões da QNM 30 (Ceilândia Norte), QNM 1/3, QNN 14, QNN 16 e QNN 38 (Ceilândia Sul), locais que vinham sendo alvo recorrente de descarte clandestino. Além de comprometer a limpeza urbana, o acúmulo de resíduos favorece o surgimento de roedores, insetos e focos do mosquito da dengue. Outro impacto direto é o entupimento das bocas de lobo, que sobrecarrega o sistema de águas pluviais e aumenta o risco de alagamentos, especialmente no período chuvoso. De acordo com o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o trabalho é permanente e exige esforço diário das equipes. “Somente nesta segunda-feira(23), retiramos 75 toneladas de lixo irregular das ruas. É um volume muito alto. Diariamente, nossas equipes recolhem cerca de 40 toneladas de resíduos em Ceilândia. Esse é um trabalho contínuo, mas precisamos da colaboração da população para manter a cidade limpa”, destacou. A ação contemplou a remoção de lixo doméstico descartado irregularmente, entulho, eletrodomésticos, pneus e embalagens plásticas acumuladas em áreas públicas | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Multa O descarte irregular é proibido e está sujeito a penalidades previstas na Lei Distrital nº 5.610, que trata do manejo adequado de resíduos no Distrito Federal. As multas para quem for flagrado descartando lixo, entulho, móveis ou restos de obra em áreas públicas podem ultrapassar R$ 2 mil, variando conforme a gravidade da infração, o volume de resíduos e a reincidência. Em casos mais graves, os valores podem ser ainda maiores, além da obrigação de remoção imediata do material e demais sanções administrativas. A fiscalização ocorre de forma permanente, com apoio de denúncias da população. O mutirão segue ao longo da semana, com novas frentes de atuação previstas em outros pontos da cidade, reforçando o compromisso com a organização urbana, a saúde pública e a preservação ambiental. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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GDF expande rede de papa-entulho e papa-lixo para reduzir descarte irregular no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) vem fortalecendo a política de descarte correto de resíduos ao ampliar a rede de papa-lixo e papa-entulho em diversas regiões administrativas. Entre 2019 e 2025, foram instalados 689 papa-lixos e 15 papa-entulhos, segundo dados do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). A ampliação se soma a equipamentos já existentes antes desse período e busca facilitar o descarte adequado de resíduos, além de reduzir o despejo irregular em vias públicas, áreas verdes e terrenos baldios. Atualmente, o Distrito Federal conta com 24 papa-entulhos em operação. Os pontos funcionam como locais adequados para o descarte de móveis velhos, restos de pequenas obras, podas de árvores e outros inservíveis que, historicamente, eram jogados de forma irregular nas ruas, gerando impactos ambientais, prejuízos urbanos e custos adicionais ao poder público. Os papa-entulhos recebem móveis velhos, restos de pequenas obras, podas de árvores e outros inservíveis | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, o papa-entulho cumpre papel estratégico ao aproximar o serviço da população. Ele explica que cada equipamento permite o descarte de até 1 metro cúbico de resíduos por visita, volume pensado para atender demandas domésticas do dia a dia. “A importância desse equipamento público é justamente oferecer uma opção correta para o morador. Em vez de descartar o material em qualquer área pública e criar um ponto de lixo irregular, a pessoa tem um local adequado para fazer esse descarte”, afirma. Everaldo ressalta que a ampliação da rede segue um planejamento contínuo. “A ideia é facilitar cada vez mais o acesso da população ao descarte correto, aproximando o equipamento do cidadão”, explica. As localizações dos papa-lixos e papa-entulhos podem ser consultadas no site do SLU e no aplicativo SLU Coleta DF, onde o cidadão encontra um mapa com os endereços atualizados. Diferença entre papa-lixo e papa-entulho Embora tenham funções complementares, os equipamentos atendem a diferentes tipos de resíduos. O papa-lixo, também chamado de papa-resíduo, é destinado ao descarte de lixo comum não reciclável, especialmente em locais remotos onde os caminhões de coleta enfrentam dificuldade de acesso. Já o papa-entulho, tecnicamente denominado Ponto de Entrega Voluntária (PEV), recebe entulho de pequenas obras, móveis inservíveis, podas de árvores e materiais recicláveis. Não é permitido o descarte de lixo orgânico ou resíduos eletrônicos nesses pontos. O papa-entulho permite que cada usuário descarte até 1 metro cúbico de resíduos por visita; volumes maiores devem ser fracionados Como utilizar o serviço Cada usuário pode descartar até 1 metro cúbico de resíduos por visita ao papa-entulho. Caso haja necessidade de volumes maiores, o SLU orienta que o descarte seja feito de forma fracionada, permitindo que outros moradores também utilizem o equipamento. Para obras de maior porte, o procedimento é diferente. Nesses casos, o responsável deve contratar empresas cadastradas no SLU, que utilizam caçambas específicas e fazem o transporte até a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Everaldo Araújo reforça a orientação: “O papa-entulho é voltado para o uso cotidiano da residência, como móveis usados, restos de pequenas reformas e podas. Quando se trata de uma obra maior, com volume elevado, o correto é contratar uma empresa especializada.” [LEIA_TAMBEM]Destino do material descartado Everaldo Araújo destaca que o funcionamento do papa-entulho vai além do descarte correto e envolve a integração entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. De acordo com ele, os entulhos são encaminhados para a URE, onde o material é triturado e se transforma em brita, areia e rachão, que são reaproveitados em obras públicas. “Esse material é encaminhado às administrações regionais e utilizado, por exemplo, na recuperação de estradas rurais e vias de difícil acesso. É uma integração importante entre o SLU, as administrações regionais e outros órgãos do GDF”, explica. O subdiretor acrescenta que o processamento do entulho conta com tecnologia específica para garantir segurança no reaproveitamento. “Durante a trituração, há um sistema magnético que retira pregos e barras de ferro do material. Isso é fundamental para evitar danos aos veículos quando o RCC é aplicado nas estradas”, detalha. Gustavo Medeiros Moura, síndico: "A gente utiliza o serviço, em média, a cada três meses, principalmente quando há pequenas obras ou descarte de materiais maiores" Uso frequente pela comunidade Síndico de um condomínio residencial, Gustavo Medeiros Moura relata que o papa-entulho faz parte da rotina administrativa do prédio. “A gente utiliza o serviço, em média, a cada três meses, principalmente quando há pequenas obras ou descarte de materiais maiores. Com mais de 300 apartamentos, precisamos ter muita responsabilidade com o destino do lixo”, afirma. Segundo ele, o equipamento também contribui para a conscientização de moradores e prestadores de serviço. Para quem trabalha diretamente com obras, os pontos de descarte fazem diferença no dia a dia. O empreiteiro Edvan Henrique Santos afirma que recorre sempre ao papa-entulho. “É importante para o meio ambiente e ajuda a evitar que o lixo seja jogado na rua. Quando existe um lugar certo para descartar, fica mais fácil fazer a coisa correta”, avalia. Ele acrescenta que a ampliação da rede facilita o trabalho de quem busca cumprir as regras ambientais. Serviço As localizações dos papa-lixos e papa-entulhos podem ser consultadas no site do Serviço de Limpeza Urbana ou no aplicativo SLU Coleta DF, disponível gratuitamente para celulares.

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Brasília recebe evento nacional dedicado ao avanço de políticas públicas Lixo Zero

Brasília será palco, nos dias 3 e 4 de dezembro, de um encontro que reunirá representantes de diversas regiões do país para discutir caminhos mais eficientes na gestão de resíduos e no fortalecimento da economia circular. O Ciclo Consciente de Boas Práticas Lixo Zero ocorrerá no Instituto Federal de Brasília, Campus Brasília, e contará com supervisão técnica do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) e coordenação do Instituto Desponta Brasil, em parceria com o Instituto Lixo Zero Brasil. A realização ocorre em um cenário que exige atenção redobrada às políticas de resíduos sólidos. Dados técnicos da Adasa e do Plano Distrital de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos mostram que o Distrito Federal produz diariamente uma média de 0,94 kg de resíduos por pessoa, dos quais apenas 12,4% são efetivamente reciclados. Mais da metade do que chega aos aterros, cerca de 56%, é formada por resíduos orgânicos. Os números evidenciam a necessidade de ampliar ações educativas e incentivar práticas que reduzam o desperdício e promovam o reaproveitamento de materiais. Nesta quarta (3) e na quinta-feira (4), Brasília reunirá representantes de diversas regiões do país para discutir caminhos mais eficientes na gestão de resíduos e no fortalecimento da economia circular | Fotos: Divulgação/VGDF “A gestão dos resíduos é um desafio que envolve cidadania, responsabilidade social e planejamento. Brasília tem buscado aprimorar suas ações e valorizar o trabalho das cooperativas, dos educadores e das instituições que atuam na área. O Ciclo Consciente fortalece esse caminho ao trazer conhecimento, participação e reconhecimento”, afirma a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Segundo o presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso, o fórum representa uma oportunidade de alinhar conhecimento técnico e responsabilidade coletiva. “Os desafios ambientais mudam rapidamente e exigem respostas eficientes. Eventos como este criam espaços de troca que fortalecem políticas públicas e ajudam a transformar hábitos. O Distrito Federal tem avançado e continuará trabalhando para qualificar cada etapa da gestão de resíduos”, garante. Agenda "Quando mostramos o que está dando certo e promovemos o intercâmbio entre diferentes experiências, abrimos caminho para soluções mais amplas e duradouras" Kadmo Côrtes, presidente do Instituto Desponta Brasil A programação foi estruturada em três eixos que orientam a abordagem do encontro: Educar, Conectar e Reconhecer. No primeiro dia, serão apresentados projetos e experiências do Distrito Federal, com discussões sobre educação ambiental, reuso, reciclagem e novas tendências da agenda Lixo Zero. No dia seguinte, a programação ganha dimensão nacional, com iniciativas selecionadas por chamada pública e debates sobre políticas públicas, compostagem e soluções sustentáveis adotadas em diferentes regiões do país. O encontro também oferece oficinas práticas, aproximando os participantes de metodologias aplicadas. Entre as atividades estão o Eco Criativo, Madeiras Plásticas, Upcycling e Musicalização Ambiental, todas voltadas à demonstração de processos que estimulam criatividade, reaproveitamento e consciência ambiental. A programação será concluída com a Premiação Lixo Zero 2025, na noite de quinta-feira (4), no Arena BRB Mané Garrincha, no Espaço Cobogó. A cerimônia destacará iniciativas que vêm contribuindo para o avanço da sustentabilidade, reconhecendo cooperativas, instituições públicas, educadores e empreendedores dedicados à inovação e ao impacto social positivo. Para o presidente do Instituto Desponta Brasil, Kadmo Côrtes, a edição deste ano consolida uma história de iniciativas voltadas ao fortalecimento da economia circular. “O Ciclo Consciente reúne pessoas e instituições que acreditam no poder transformador das boas práticas. Quando mostramos o que está dando certo e promovemos o intercâmbio entre diferentes experiências, abrimos caminho para soluções mais amplas e duradouras. É um esforço conjunto que reforça o compromisso com o meio ambiente”, destaca. Fazem parte da programação atividades como Eco Criativo, Madeiras Plásticas, Upcycling e Musicalização Ambiental, todas voltadas à demonstração de processos que estimulam criatividade, reaproveitamento e consciência ambiental Edições passadas O Ciclo Consciente faz parte de um conjunto de ações que o Instituto Desponta Brasil vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos para fortalecer a gestão ambiental no Distrito Federal. Desde 2018, a instituição mantém parceria com o governo local na realização de eventos e programas voltados à educação ambiental, inclusão produtiva e valorização das cooperativas de catadores. Em 2018, o instituto realizou o 1º Congresso Internacional Cidades Lixo Zero, que reuniu especialistas brasileiros e estrangeiros para debater modelos inovadores de gestão de resíduos. Em 2020 e 2022, promoveu a Semana Lixo Zero, mobilizando comunidades, escolas e organizações em atividades voltadas ao consumo consciente e ao fortalecimento da reciclagem. Já em 2021, a segunda edição do Congresso Lixo Zero ampliou o diálogo técnico ao reunir experiências de diferentes estados e consolidar práticas que hoje servem de referência nacional. [LEIA_TAMBEM]A edição de 2025 avança nesse histórico ao incorporar oficinas práticas, indicadores de impacto e novos formatos de apresentação de iniciativas, reforçando o papel do Distrito Federal como território de inovação e referência na construção de políticas públicas ambientais. Ciclo Consciente de Boas Práticas Lixo Zero · Data: 3 e 4 de dezembro · Horário: das 9h às 17h · Local: IFB – Campus Brasília (SGAN 610) · Inscrições: via formulário online Premiação Lixo Zero 2025 · Data: 4 de dezembro · Hora: 19h30 · Local: Arena BRB Mané Garrincha – Espaço Cobogó *Com informações da Vice-Governadoria do Distrito Federal (VGDF)

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GDF faz mutirão de limpeza e distribui 35 novos contêineres para descarte de lixo no Riacho Fundo II

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Administração Regional do Riacho Fundo II, fez, nesta quarta-feira (12), um mutirão de limpeza com a instalação de 35 novos contêineres para o descarte adequado de lixo. A ação busca eliminar pontos críticos de acúmulo de resíduos e reforçar as medidas de prevenção contra o Aedes aegypti, cuja incidência aumenta com a chegada do período chuvoso. A medida visa a facilitar o descarte adequado de resíduos e reduzir riscos de acúmulo de lixo em vias públicas, um dos principais fatores de proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Durante todo o dia, equipes da administração e do SLU percorreram as avenidas principais recolhendo entulhos, inservíveis e resíduos volumosos. A administradora regional Ana Maria da Silva explica que os contêineres foram distribuídos após um levantamento técnico feito pela equipe da administração regional e pelo SLU, que identificou os locais com maior acúmulo de lixo. “A instalação, além de atender ao pedido da vice-governadora e da Secretaria de Governo, integra o plano preventivo de combate à dengue, com limpeza de bacias de contenção, bocas de lobo e praças de esporte”, disse. “Nós já vínhamos cuidando dessas áreas durante o tempo seco. Agora, com o período de chuvas, é fundamental garantir a limpeza e a desobstrução dos locais onde a água se acumula”. A medida visa a facilitar o descarte adequado de resíduos e reduzir riscos de acúmulo de lixo em vias públicas, um dos principais fatores de proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, o GDF investiu R$ 1,35 milhão na compra de 1.200 contêineres para todas as regiões administrativas do DF, sendo 35 destinados ao Riacho Fundo II. A substituição dos equipamentos danificados e a implantação dos novos pontos devem beneficiar diretamente moradores e comerciantes locais. Segundo Ana Maria, a força-tarefa entre os órgãos do governo agiliza o trabalho e ajuda a manter a cidade limpa e organizada. “Quando cheguei aqui, em 2019, havia vários pontos críticos de descarte. Hoje já eliminamos dez locais, e agora o SLU traz a novidade do programa De Cara Nova, que recupera essas áreas e as transforma em espaços de convivência”, destacou. De Cara Nova O SLU entregou em outubro, no Riacho Fundo II, mais um espaço reformado pelo programa De Cara Nova. A iniciativa recupera áreas degradadas pelo descarte irregular. No novo ponto, cerca de 25 toneladas de resíduos foram removidas para dar lugar a um Ponto de Encontro Comunitário (PEC), uma horta comunitária e o plantio de árvores e grama, transformando o local, antes repleto de lixo, em um espaço voltado ao lazer e à convivência dos moradores. O subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, explica que o projeto De Cara Nova busca recuperar áreas, trazendo de volta o uso comunitário. “Quando o espaço é ocupado, ele é preservado. Já implantamos hortas e equipamentos de ginástica, e a própria população ajuda a cuidar e manter limpo”, ressaltou.  A autônoma Mara Meire, moradora há 15 anos do Riacho Fundo II, destacou a importância da conscientização da população no descarte do lixo Conscientização da população Além da estrutura de limpeza e coleta, o mutirão tem caráter educativo. As equipes orientam os moradores sobre o descarte correto de lixo domiciliar e volumoso, como móveis e eletrodomésticos, que devem ser levados aos papa-entulhos do SLU. “Pedimos à população que não descarte lixo em áreas públicas, porque isso é crime ambiental. As chuvas já começaram, e o lixo acumulado é um foco certo para o mosquito da dengue. Se cada morador fizer sua parte, colocando o lixo no horário certo e no local adequado, evitamos doenças e mantemos a cidade saudável”, reforçou Everaldo. Voz da comunidade Para os moradores, a chegada dos contêineres representa uma mudança visível no cotidiano do Riacho Fundo II. A cozinheira Regilane Souza da Silva, moradora desde 2014, comemorou o reforço na limpeza. “Tava feio demais. A cidade é bonita, mas o lixo deixava um aspecto ruim. Agora, com os contêineres e o trabalho da administração, dá gosto de ver. Só falta a população colaborar”, relatou. A autônoma Mara Meire, moradora há 15 anos, também destacou a importância da conscientização. “Não adianta o governo recolher o lixo três vezes por semana se as pessoas não respeitam o dia da coleta. Tem que ter educação e fiscalização. A limpeza é responsabilidade de todos”, frisou.

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Com 48,5 mil toneladas de recicláveis recolhidas neste ano, coleta seletiva alcança 90% da população urbana do DF

A coleta seletiva no Distrito Federal já alcança 90,3% da população urbana e segue em expansão. Segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), 33 das 35 regiões administrativas contam com o serviço porta a porta, enquanto Sol Nascente/Pôr do Sol e Água Quente estão em processo de estudo para inclusão no cronograma oficial. Desde 2020, o volume de materiais recicláveis recolhidos no DF cresceu 222%, alcançando 58 mil toneladas em 2024. Até setembro deste ano, foram recolhidas 48,5 mil toneladas. O avanço resulta de um trabalho contínuo de ampliação do serviço, parcerias com cooperativas e ações de conscientização junto à população. A coleta seletiva é operacionalizada com recursos da Fonte 100 do Governo do Distrito Federal (GDF), que subsidia contratos com as cooperativas. Além da comercialização do material, os grupos recebem por tonelada processada, o que garante a sustentabilidade financeira da operação. Desde 2020, o volume de materiais recicláveis recolhidos no DF cresceu 222%, chegando a 58 mil toneladas em 2024 | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A diretora técnica do SLU, Andrea Almeida, explica que a cobertura total do DF já foi atingida quando consideradas as modalidades porta a porta e ponto a ponto. “Quando falamos em duas cidades que ainda não têm a coleta porta a porta, estamos falando de locais que já contam com pontos de entrega voluntária de material seletivo. Então, de alguma forma, todas as regiões administrativas do DF têm coleta seletiva disponível desde 2022”, afirma. Ela reforça que o sucesso do programa depende da participação direta do cidadão. “A responsabilidade é compartilhada. O governo oferece a estrutura, mas o morador precisa separar corretamente o lixo e colocar o reciclável no dia e horário certos. A coleta seletiva não é facultativa; é uma obrigação prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos”, alerta. Segundo Andrea, cerca de 9,2% de todo o lixo recolhido neste ano é composto por materiais recicláveis — índice superior ao de 2024, quando o percentual era de 8%. O SLU estima que o DF deva encerrar 2025 com 10% de todo o material coletado sendo destinado à reciclagem. “Esse resultado vem do esforço conjunto entre o poder público, as cooperativas e a população. Além do benefício ambiental, a coleta seletiva gera trabalho, renda e oportunidades, especialmente para mulheres, que representam quase 70% dos catadores”, destaca. Cerca de 9,2% de todo o lixo recolhido neste ano é composto por materiais recicláveis — índice superior ao de 2024, quando o percentual era de 8% O processo de reciclagem é feito em Instalações de Recuperação de Recicláveis (IRR), como o galpão da Cooperativa Cortrap, localizado no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento. Lá, o material é separado, enfardado e vendido a empresas. De acordo com o diretor-presidente da Cortrap, Janilson Santana Andrade, o volume de material processado aumentou nos últimos anos. “Recebemos em média 360 toneladas por mês e reciclamos cerca de 180. Por dia, são 20 toneladas de material reaproveitado”, conta. Fundador da cooperativa há 26 anos, Andrade lembra que o trabalho dos catadores acompanhou a expansão do sistema público de reciclagem. “Quando começamos, ainda existiam os carroceiros e poucas estruturas organizadas. Hoje temos galpões, esteiras e contratos estáveis com o SLU, o que trouxe mais dignidade e segurança para quem vive desse trabalho”, comemora. Apesar dos avanços, Andrade aponta o desafio de conscientizar a população quanto à separação incorreta dos resíduos. “Ainda chegam muitos materiais contaminados com restos de comida, vidro ou até seringas. Isso causa acidentes e dificulta o trabalho. Pedimos que o cidadão tenha mais cuidado — lave as embalagens, separe corretamente e evite colocar vidro solto nos sacos.” Andrea reconhece que a segregação na origem é um dos principais gargalos. “A população ainda mistura resíduos orgânicos com recicláveis. Nosso trabalho é de conscientização permanente — em escolas, órgãos públicos e mídias. É um esforço diário, mas os resultados mostram que o hábito da separação está se consolidando”, avalia. Andrea Almeida, diretora técnica do SLU: "Além do benefício ambiental, a coleta seletiva gera trabalho, renda e oportunidades, especialmente para mulheres, que representam quase 70% dos catadores" Usinas de tratamento mecânico biológico Além da coleta seletiva, o SLU mantém duas usinas de tratamento mecânico biológico (UTMBs), responsáveis pela triagem de parte do lixo convencional. Segundo a diretora técnica do SLU, essas unidades permitem o aproveitamento de resíduos orgânicos e doações de composto a pequenos produtores rurais. “Mais de 40% do material convencional passa pelas UTMBs, onde parte é transformada em composto orgânico. Esse produto é usado por agricultores, que reduzem o uso de adubo químico e aumentam o valor da produção. Também já reciclamos 20% do resíduo da construção civil, e a meta é chegar a 40% com o novo contrato”, explica. Aplicativo Coleta DF O SLU também oferece o aplicativo Coleta DF, que informa os dias e horários das coletas, além de dar orientações sobre separação de resíduos e pontos de entrega voluntária. “O aplicativo é uma ferramenta prática para o cidadão saber quando e como descartar o lixo corretamente. Ele está disponível para Android e iOS”, recomenda Andrea Almeida. Janilson Santana Andrade, diretor-presidente da Cortrap: "Hoje temos galpões, esteiras e contratos estáveis com o SLU, o que trouxe mais dignidade e segurança para quem vive desse trabalho" Coleta seletiva no Distrito Federal → Cobertura atual · 33 das 35 regiões administrativas contam com coleta seletiva porta a porta · 90,3% da população urbana do DF é atendida pelo serviço · Sol Nascente/Pôr do Sol e Água Quente estão em fase de estudo para implantação → Resultados recentes · 58 mil toneladas de recicláveis processadas em 2024 · Crescimento de 222% no volume de materiais desde 2020 · 48,5 mil toneladas recolhidas entre janeiro e setembro de 2025 [LEIA_TAMBEM]→ Estrutura do sistema · Operação coordenada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) · Coleta realizada por caminhões próprios e cooperativas parceiras · Triagem em galpões licenciados, com atuação de 22 cooperativas · Materiais recicláveis são vendidos à Capital Recicláveis e a outras empresas compradoras · Rejeitos e resíduos orgânicos são destinados ao Aterro Sanitário de Brasília Próximos passos · Expansão da coleta seletiva para todas as regiões urbanas do DF · Campanhas contínuas de conscientização sobre separação correta dos resíduos · Aperfeiçoamento da logística e integração com as cooperativas

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Sistema de gestão digital do SLU vence prêmio de inovação no DF

O Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) conquistou o 1º lugar na categoria Governança Digital do Prêmio TechGov-DF 2025, promovido pela Secretaria de Economia (Seec-DF) por meio da Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic). A autarquia foi reconhecida pelo desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada (SGI), uma plataforma digital criada internamente para aprimorar a eficiência, o controle e a transparência dos processos operacionais e administrativos. A cerimônia de premiação foi realizada nesta segunda-feira (20), na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), durante o evento TechGov-DF 2025, que reuniu especialistas, servidores e gestores públicos em um dia de palestras, painéis e apresentações de projetos inovadores na área de tecnologia da informação e transformação digital. O SLU conquistou o 1º lugar na categoria Governança Digital do Prêmio TechGov-DF 2025 pelo desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada (SGI) | Foto: Vinícius Mendonça/SLU Para o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Queiroz, o reconhecimento valoriza o empenho da equipe e reafirma o compromisso da autarquia com a inovação no setor público. “Com muita satisfação que recebemos essa premiação. Nossa equipe tem melhorado a área de tecnologia e inovação, fazendo com que cada vez mais estejamos à frente desse trabalho tão importante para a população do Distrito Federal, unindo a limpeza urbana com a tecnologia”, destacou. O chefe da Unidade Geral de Tecnologia da Informação do SLU, Percílio Júnior, ressaltou que “a tecnologia é, e continuará sendo, um pilar essencial para uma gestão pública mais transparente, eficiente e voltada ao cidadão”. Automação [LEIA_TAMBEM]O SGI foi desenvolvido pela Diretoria de Tecnologia e Inovação (DTI) do SLU com o objetivo de integrar, automatizar e centralizar os processos da autarquia — especialmente os ligados à gestão de resíduos sólidos e ao controle de grandes geradores. A plataforma foi construída com ferramentas gratuitas e de código aberto, como o framework Laravel (PHP) e o banco de dados PostgreSQL, além de APIs integradas a sistemas de pagamento e outros órgãos públicos. Antes do sistema, o SLU enfrentava desafios como baixo controle sobre as pesagens, dificuldade de medição dos serviços e ausência de integração de informações entre setores, o que comprometia a eficiência administrativa e a gestão de resíduos. Com a implementação do SGI, a autarquia passou a operar com uma plataforma tecnológica abrangente. O sistema permite automação das pesagens com integração direta às balanças, reconhecimento automático de placas de veículos, emissão de relatórios detalhados por tipo de serviço e geração de boletos por meio de integração com o Banco de Brasília (BRB). Além disso, o pagamento por desempenho passou a ser realizado com base em dados reais, garantindo rastreabilidade completa dos resíduos recebidos. Essas inovações trouxeram impactos diretos à gestão da limpeza urbana: reduziram o descarte irregular, aumentaram a reciclagem e fortaleceram a cultura de dados na administração pública. O resultado é economia para o governo, melhoria dos serviços prestados à população e maior eficiência na fiscalização dos contratos. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

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Ouvidorias das administrações regionais debatem limpeza urbana junto ao SLU

Com o objetivo de aprimorar a prestação de serviços à população, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu, nesta quarta-feira (15), o evento Café com Ouvidorias. A ação, realizada em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), reuniu representantes das ouvidorias de 14 regiões administrativas — Águas Claras, Candangolândia, Cruzeiro, Fercal, Jardim Botânico, Lago Sul, Paranoá, Park Way, Plano Piloto, São Sebastião, SCIA/Estrutural, SIA, Sobradinho II e Sol Nascente/Pôr do Sol. O encontro teve como foco o compartilhamento de informações sobre serviços públicos, além da troca de experiências sobre a realidade de cada cidade. No Café com Ouvidorias, o SLU, em parceria com a Novacap e a DF Legal, reuniu representantes das ouvidorias de 14 regiões administrativas para conversar sobre limpeza urbana | Foto: Débora Rani/SLU O diretor-adjunto do SLU, Cleilson Gadelha, participou da abertura do evento e ressaltou a importância da integração entre órgãos e administrações regionais. “É muito importante esse momento de encontro. Vocês, profissionais das ouvidorias, são o canal de comunicação que faz com que a gestão pública atinja o objetivo de atender o cidadão com qualidade”, frisou. [LEIA_TAMBEM]Durante a atividade, foram apresentadas informações sobre as cartas de serviços e o funcionamento das ouvidorias dos órgãos anfitriões (SLU, Novacap e DF Legal). Para o ouvidor do SLU, Thiago Viveiros, a interação fortalece a melhoria contínua do atendimento. “A gente precisa sempre conversar para se entender cada vez melhor. Essa troca de experiências entre entidades do GDF é fundamental para saber onde estamos avançando e identificar as dificuldades enfrentadas no cotidiano”, explicou. Além de esclarecer dúvidas, os representantes das ouvidorias relataram demandas e debateram soluções para aprimorar os serviços. O ouvidor do Park Way, Amphrisio Romeiro Filho, destacou o valor da cooperação. “Esse tipo de encontro é riquíssimo para aperfeiçoar parcerias e medidas de cooperação entre órgãos do governo. Quero parabenizar o SLU pela iniciativa e agradecer pela parceria no Park Way, especialmente com relação ao recolhimento de descarte irregular”, afirmou. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

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GDF inaugura Regional da Novacap em Ceilândia/Sol Nascente e entrega 1,2 mil contêineres para descarte de lixo

Nesta sexta-feira (3), a vice-governadora Celina Leão participou da entrega da Regional Ceilândia/Sol Nascente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Com investimento de cerca de R$ 850 mil, o novo espaço reúne equipes de gestão, fiscalização e execução para reforçar a manutenção viária e os serviços de zeladoria urbana. Na ocasião, também foram entregues 1,2 mil contêineres para reforçar o trabalho de combate ao descarte irregular de lixo. A regional possui área construída de aproximadamente 400 m², projetada dentro de um conceito moderno e eficiente de engenharia. Além do edifício administrativo principal, o lote conta com um galpão para armazenamento de agregados e emulsões, além de espaços destinados à guarda de maquinários, que vão de equipamentos leves a máquinas pesadas. A vice-governadora Celina Leão participou da entrega da Regional Ceilândia/Sol Nascente da Novacap; unidade vai descentralizar os serviços de zeladoria, atendendo a região com mais agilidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo Celina Leão, a entrega representa um atendimento mais rápido, eficiente e eficaz, resultado da descentralização dos serviços da Novacap. “Com os equipamentos mais próximos das regiões, as três cidades [Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol] passam a ser atendidas diretamente pela nova diretoria local, o que garante maior agilidade nas ações de zeladoria, como limpeza e poda, realizadas em parceria entre o SLU e a Novacap”, afirmou a vice-governadora.   Com o intuito de aproximar o governo do cidadão e garantir a qualidade na prestação dos serviços, o presidente da Novacap, Fernando Leite, explicou que os serviços de zeladoria dessas regiões passam a ser coordenados diretamente pela unidade local. “Isso reduz custos, já que os deslocamentos serão menores, e garante resposta mais rápida às demandas da comunidade.” Segundo Fernando Leite, a diretoria regional será responsável por vias, áreas verdes, drenagem, edificações e demais serviços de conservação. [LEIA_TAMBEM]A presença física da unidade favorece a proximidade com as administrações regionais. “A maior demanda é por serviços de zeladoria e obras, que compõem o dia a dia da cidade, e a Novacap é a principal executora dessas ações”, relatou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. Para ele, a descentralização da unidade vai proporcionar mais agilidade, além de reforçar e ampliar a quantidade de serviços disponíveis. A obra da nova Regional da Novacap foi executada com o método clean construction (construção limpa), que prioriza a racionalização dos processos, a redução de resíduos e a agilidade de execução. Esse sistema tem como princípio que cada etapa finalizada já resulte em um elemento 100% pronto para uso, o que dispensa retrabalhos ou acabamentos posteriores. A estrutura abriga equipes de campo convencionais, responsáveis pela execução da manutenção programada, com apoio de veículos e equipamentos específicos para transporte, aplicação e compactação de materiais. Além disso, existe uma equipe dedicada exclusivamente ao atendimento emergencial, preparada para atuar rapidamente em ocorrências que exigem resposta imediata. A Regional abriga equipes responsáveis pela execução da manutenção programada, com apoio de veículos e equipamentos específicos para transporte, aplicação e compactação de materiais Descarte de lixo Após uma análise feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF) sobre o acúmulo de resíduos em locais inadequados, como calçadas e canteiros centrais, surgiu a ideia de implementar o programa de aquisição de contêineres em todas as 35 regiões administrativas do DF. Segundo o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Luiz Cardoso, nesta primeira etapa, 1,2 mil contêineres estão sendo entregues — desses, 40 vão para Ceilândia e 40 para Sol Nascente e Pôr do Sol. “As entregas continuarão ao longo de outubro, com todos os equipamentos adesivados e disponíveis à população até o fim do mês”, afirma. O objetivo é conscientizar os moradores sobre o descarte correto de resíduos, utilizar os contêineres como equipamentos públicos que facilitam a coleta e a destinação final do lixo, para evitar retrabalho constante decorrente do descarte irregular. “Todas as regiões receberão os contêineres, depois vamos avaliar o desempenho e como a população vai se comportar”, explica Luiz Cardoso.

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Mutirão de limpeza vai recolher mais de 3 mil toneladas de entulho das áreas públicas de Ceilândia até este sábado (13)

A maior edição do mutirão de limpeza de Ceilândia começou nesta quinta-feira (11) e já conta com maquinário pesado e dezenas de trabalhadores em diversas regiões da cidade. A operação, uma parceria entre a Administração Regional de Ceilândia e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), segue até sábado (13). Ao todo, são usados 20 caminhões, cada um com capacidade para transportar de 12 a 13 toneladas de entulho por viagem, além de cerca de 40 trabalhadores, entre equipes do SLU e servidores da administração local. A expectativa é que sejam retiradas mais de 3 mil toneladas de resíduos em áreas públicas. O mutirão promete limpar as áreas públicas de Ceilândia com a ajuda de 20 caminhões, cada um com capacidade para transportar de 12 a 13 toneladas de entulho por viagem | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia No primeiro dia, já foram recolhidos materiais como restos de obras, móveis velhos, lixo doméstico, pneus e até resíduos orgânicos. “Pedimos a colaboração da população de fazer o descarte correto, pois Ceilândia é uma região totalmente atendida pelo SLU. A cidade conta com três papa-entulhos, 24 papa-lixos e 17 papa-recicláveis, além da coleta seletiva e da coleta convencional realizadas diretamente na porta das residências”, disse o subdiretor de Limpeza Urbana, Everaldo Araújo. A ação também contempla a limpeza de bacias de contenção, importantes para evitar alagamentos e reduzir os riscos de proliferação do mosquito da dengue. [LEIA_TAMBEM]Segundo o administrador regional de Ceilândia, Dilson Rezende, a mobilização vai além da retirada de entulho. “Essa é uma das nossas maiores operações de limpeza, mas o principal desafio continua sendo a conscientização. A cidade só ficará limpa de verdade se cada morador fizer a sua parte, evitando descartar lixo em áreas públicas. O descarte irregular prejudica a saúde, atrai insetos, roedores e aumenta o risco da dengue. Por isso, contamos com a colaboração da população”, destacou. A dona de casa Suely Gonçalves, 48 anos, reforçou a necessidade de mudança de comportamento. “Já vi terreno ser limpo de manhã e no dia seguinte estar cheio de entulho outra vez. A administração faz a parte dela, mas sem consciência das pessoas, nada adianta”, lamentou a moradora da QNM 05. Na última edição do mutirão, realizada em agosto, em apenas três dias foram retiradas mais de 2,7 mil toneladas de resíduos, o equivalente a mais de 180 viagens de caminhões basculantes. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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DF leva inovações na gestão de resíduos sólidos para conferência internacional

Entre os dias 24 e 29 de agosto, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) marcou presença com diversas contribuições na II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (Cirsol). A autarquia promoveu atividades de educação ambiental, palestras e ações de orientação sobre a gestão de resíduos sólidos. Uma das principais iniciativas do SLU foi a instalação de um estande de orientação ambiental no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, uma das sedes da conferência. No local, equipes de servidores apresentaram inovações tecnológicas aplicadas à execução e ao planejamento dos serviços, além de avanços na gestão de resíduos sólidos. O estande de orientação ambiental do SLU, montado no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, atraiu diversos visitantes | Fotos: Divulgação/SLU Professora de biologia do Centro de Ensino Médio da Asa Norte (Cean), Camila Colonna visitou o espaço e conheceu mais sobre as iniciativas da autarquia. "Foi muito interessante, pois pude aprender desde como funciona a coleta de resíduos na minha casa até o transporte deles para o aterro sanitário", destacou. Outra forma de participação do SLU na Cirsol foi por meio da presença de servidores em painéis temáticos. A diretora técnica da autarquia, Andrea Almeida, compôs o painel “Reflexões sobre a coleta seletiva como instrumento de inclusão social e de melhoria da gestão dos resíduos”. Já os servidores Francisco Mendes e Júlio Campos abordaram os temas “Gestão dos resíduos sólidos como aceleradora da Agenda 2030” e “Os desafios da educação ambiental e a conscientização pública”, respectivamente. O diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, reforçou o apoio da autarquia ao evento. “O SLU desempenha um papel fundamental não apenas na gestão de resíduos, mas também na promoção da educação ambiental. Por isso, apoiamos a Conferência, que se destaca pela relevância dos diálogos, pela troca de experiências e pela oportunidade de aprofundar o debate, oferecendo orientação e conscientização à sociedade”, afirmou. Durante a conferência, o SLU realizou atividades de educação ambiental, palestras e ações de orientação sobre a gestão de resíduos sólidos Visitas técnicas Os participantes do congresso também foram convidados a visitar as unidades do SLU, como o Aterro Sanitário de Brasília, a Usina de Compostagem do P Sul e a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). [LEIA_TAMBEM]O secretário do Meio Ambiente do município de Estância (SE), Joubert Denner, participou da atividade e ressaltou a importância dessa troca de experiências. "A visita tem um papel muito importante para que a gente possa conhecer a realidade das soluções que foram implantadas aqui em Brasília e consiga levar algo parecido para o nosso município", explicou. O II Cirsol contou com especialistas nacionais e internacionais para debater o impacto da gestão de resíduos sólidos e do saneamento frente às mudanças climáticas globais. O evento foi uma iniciativa conjunta que reuniu o Governo do Distrito Federal, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Instituto de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente (Icima) e mais de 30 instituições parceiras, nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores fóruns sobre resíduos sólidos da América Latina. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

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Eventos culturais alteram o trânsito nesta sexta-feira (16)

Para garantir a segurança do público durante eventos culturais que vão ocorrer na sexta-feira (16), o Departamento de Trânsito (Detran-DF) fará intervenções em vias da Asa Norte, Guará, Estrutural, Itapoã, Paranoá e Santa Maria. Veja, abaixo, as principais modificações.  Asa Norte Imagens: Divulgação/Detran-DF Em razão do evento comemorativo ao Dia do Gari, promovido pelo Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU), no Distrito de Limpeza Norte, os agentes do Detran-DF vão implantar sinalização viária na Estrada Parque Abastecimento e Armazenagem (EPAA), na DF-010, a partir da noite desta quinta-feira (15), próximo ao SLU, com o objetivo de reduzir a velocidade dos veículos e orientar os condutores. Na sexta, durante o evento, as equipes de fiscalização atuarão na região para garantir a fluidez e a segurança do trânsito. Guará Guará De sexta-feira a domingo (18) ocorrerá o Festival Expomix, no estacionamento do Cave, no Guará. As vias adjacentes ao local serão interditadas pela Polícia Militar do DF. Na Avenida Contorno, próximo à Feira do Guará, o Detran-DF utilizará um painel de mensagens para orientar os condutores. Santa Maria Santa Maria Em virtude dos 25 anos de mobilização em torno do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, na sexta-feira, a partir das 8h, será realizada a caminhada Faça Bonito, em Santa Maria. Antes  A caminhada contará com dois trajetos em direção ao Ginásio de Esportes. Os participantes concentrados em frente ao Santa Maria Shopping seguirão pela Avenida Alagados, enquanto o outro grupo partirá do Centro de Ensino Especial n° 1 e seguirá pela Avenida Santa Maria. Durante o deslocamento, os agentes de trânsito farão as interdições no trânsito necessárias para a passagem do público. Itapoã e Paranoá Itapoã e Paranoá Ainda na sexta, a XIV Caminhada de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes terá concentração em frente à Igreja Pentecostal Unção de Milagres, localizada na Quadra 1, às margens da DF-001, no Itapoã. A partir das 8h30, os participantes seguirão pela Avenida Comercial em direção à Quadra Poliesportiva, ao lado do Restaurante Comunitário do Itapoã. As equipes da fiscalização de trânsito acompanharão o grupo durante o trajeto para garantir a fluidez e a segurança viária. Estrutural Estrutural Na Cidade Estrutural, a Caminhada do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A concentração do público será em frente ao Centro de Ensino Fundamental n° 2. A partir das 8h, os participantes seguirão em caminhada pela Avenida Luiz Estevão até a Panificadora Estrutural. Durante o evento, os agentes farão as interdições no trânsito para a passagem do público. *Com informações do Detran-DF

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