Programa Envelhecer com Sabedoria leva prevenção à violência doméstica a mulheres idosas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta terça-feira (29/9), foi publicada a Portaria Nº 121/2026, que institui, na Secretaria da Mulher (SMDF), o Programa Envelhecer com Sabedoria, que promove ações de prevenção à violência doméstica e familiar contra as mulheres idosas. A iniciativa apresenta a importância do fortalecimento da autoestima, da autonomia, do autoconhecimento e da inteligência emocional das mulheres idosas. As ações são desenvolvidas por meio de palestras, dinâmicas e atividades educativas e reflexivas, com linguagem acessível e metodologia participativa. Ampliar o conhecimento sobre direitos, formas de violência e mecanismos de proteção é necessário porque a violência é de responsabilidade do agressor e as políticas públicas precisam fortalecer ainda mais as mulheres e ampliar a sua capacidade de reconhecer situações de risco e buscar ajuda. São abordados temas relacionados a inteligência emocional, autoestima, empoderamento, relacionamentos saudáveis, comunicação, reconhecimento da violência, prevenção de acidentes, saúde emocional, felicidade e envelhecimento ativo e saudável. A ação tem como público prioritário as mulheres com 60 anos ou mais, especialmente aquelas atendidas pelas academias da melhor idade, centros de convivência do idoso e demais espaços de convivência da pessoa idosa. A execução do programa conta com a articulação de órgãos públicos, instituições e entidades parceiras, observadas as competências legais e a disponibilidade de recursos. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Palestra em alusão ao Agosto Lilás informa mecanismos de proteção às mulheres
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu para os servidores, nesta quarta-feira (26/8), a palestra "Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha". O encontro, ocorrido no Sedes Lab, teve como objetivo apresentar, de forma simples e acessível, como a legislação brasileira pode proteger as mulheres vítimas de violência, e os canais de atendimento e denúncia disponíveis para toda a sociedade. Conduzida pela assessora da Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política da SMDF, Joyce da Hora, a palestra abordou, também, as orientações sobre como agir diante de uma situação de violência. “Trazer a discussão sobre a violência contra a mulher para dentro do espaço público é fundamental para ampliar a conscientização e mostrar que esse não é um assunto que deve ficar restrito ao ambiente doméstico. Mas a verdadeira mudança também precisa começar dentro das nossas próprias casas, na forma como educamos nossos filhos, como nos relacionamos e como enxergamos o papel da mulher na sociedade”, explica a palestrante Joyce da Hora. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha e, principalmente, sobre os desafios que ainda precisam ser enfrentados no combate à violência contra a mulher. Cerca de 100 pessoas, entre servidores, colaboradores e estagiários, participaram da palestra. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma delas foi o servidor Marcos Rangel, que trabalha Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes-DF. “A palestra sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha foi muito importante porque nos ajuda a enxergar uma realidade que ainda precisa ser transformada. Existe uma disparidade muito grande entre homens e mulheres quando falamos de violência. Por isso, ter uma legislação como a Maria da Penha é primordial nos dias de hoje”, comenta. De acordo com a secretária-executiva de Gestão Estratégica da Sedes-DF, Nídia Limeira de Sá, este evento foi um sucesso: “Fiquei encantada com a participação de todas e todos. Ver o auditório cheio, com mais de 100 pessoas reunidas para discutir um tema tão importante, mostra o quanto essa pauta é necessária e mobiliza os nossos servidores”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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GDF alerta para risco de aumento de violência doméstica durante a Copa do Mundo
A abertura oficial da Copa do Mundo 2026 acontece nesta quinta-feira (11). A programação dos jogos segue até 19 de julho e, em meio à festa do futebol, um alerta importante precisa ser reforçado: os casos de violência doméstica tendem a aumentar durante grandes competições esportivas. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os registros desse tipo de violência chegam a crescer quase 26% em dia de jogos. Enquanto milhões de pessoas se reúnem para torcer pela Seleção Brasileira, muitas mulheres enfrentam dentro de casa uma realidade marcada pelo medo, pelas agressões e pela violação de direitos. Para auxiliar no combate a esse crime, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) permanece em campo com acolhimento, orientação e proteção às mulheres do DF. Funcionando 24 horas por dia, todos os dias da semana, a Casa da Mulher Brasileira (CMB), localizada em Ceilândia, segue disponível durante todo o período de Copa do Mundo. Principal porta de entrada da rede de proteção às mulheres em situação de violência no Distrito Federal, o espaço oferece atendimento especializado, escuta qualificada e encaminhamento para os serviços necessários, garantindo suporte imediato para quem precisa de ajuda. Somente entre 2023 e 2025, a Casa da Mulher Brasileira realizou 98.840 atendimentos | Foto: Arquivo/Agência Brasília A Casa da Mulher Brasileira oferece acolhimento, suporte psicossocial, orientação jurídica e encaminhamento à rede de proteção às mulheres. Somente entre 2023 e 2025, o equipamento realizou 98.840 atendimentos, demonstrando a importância da estrutura para o enfrentamento da violência contra a mulher no Distrito Federal. O espaço também dispõe de alojamento, realiza encaminhamentos para outros serviços da rede, especialmente a Casa Abrigo, e atende crianças e adolescentes órfãos do feminicídio por meio do programa Acolher Eles e Elas. “A Casa da Mulher Brasileira serve como porta de entrada ao acolher a mulher no momento em que ela decide buscar ajuda, tanto em casos de risco iminente quanto durante a busca de orientação, proteção, escuta qualificada ou informações sobre direitos. Garantir que nenhuma mulher enfrente a violência sozinha é um dos nossos principais compromissos. Queremos que a Copa seja marcada pela alegria do esporte, nunca pela violência contra as mulheres”, afirmou a secretária interina da Mulher, Jackeline Aguiar. Como denunciar e buscar ajuda Os relatos podem ser feitos pelos seguintes canais: * 190 – Polícia Militar do Distrito Federal * 197 – Polícia Civil do Distrito Federal * 180 – Central de Atendimento à Mulher * 156, opção 6 – Central de Atendimento do GDF * Maria da Penha Online Mulheres em situação de violência também podem procurar diretamente a Casa da Mulher Brasileira, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Casa da Mulher Brasileira (CMB) Telefone: (61) 3181-1474 E-mail: cmb@mulher.df.gov.br Endereço: CNM 1, Bloco I, Lote 3, Ceilândia Durante toda a Copa do Mundo, a Casa da Mulher Brasileira permanecerá de portas abertas para acolher, orientar e proteger mulheres em situação de violência. *Com informações da SMDF
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Centros de referência da mulher brasileira abrem as portas à comunidade no DF
Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs), equipamentos da rede de proteção da Secretaria da Mulher (SMDF), realizam encontros com a comunidade para apresentar os serviços oferecidos e ampliar o acesso à rede de acolhimento, orientação e proteção. O primeiro deles será nesta segunda-feira (27), na unidade de Sobradinho. No dia 28, será a vez do CRMB do Recanto das Emas, seguido por São Sebastião (29) e Sol Nascente/Pôr do Sol (30). Todos os encontros têm início às 9h. A ação, organizada pela SMDF em parceria com a Ação Social Renascer, entidade responsável pela execução dos serviços nas unidades, apresenta o funcionamento dos cursos, os atendimentos voltados à proteção e à promoção das mulheres e a atuação integrada de profissionais como assistentes sociais, enfermeiras, advogadas, psicólogas, educadoras e monitoras. Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs) vão promover encontros com a comunidade para apresentar os serviços oferecidos e ampliar o acesso à rede de acolhimento, orientação e proteção | Fotos: Arquivo/SMDF “Abrir as portas dos centros para a comunidade é uma forma de aproximar os serviços de toda a população e fortalecer a rede de apoio nos territórios. Quando as lideranças locais conhecem de perto o funcionamento dos equipamentos, ampliamos as parcerias e garantimos que mais mulheres saibam onde buscar acolhimento, orientação e oportunidades”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Os encontros também têm como foco o diálogo com lideranças regionais, com vistas ao fortalecimento de parcerias institucionais voltadas para a prevenção e para o enfrentamento da violência doméstica. Mães com filhos a partir de 3 anos podem deixá-los na brinquedoteca das unidades, sob supervisão de monitoras. [LEIA_TAMBEM]Serviços oferecidos Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem. Os serviços incluem escuta especializada e encaminhamentos para a rede de proteção. O atendimento ocorre sem necessidade de agendamento prévio, mediante apresentação de documento de identificação com foto. Atualmente, as unidades estão com inscrições abertas para o terceiro ciclo de cursos gratuitos de capacitação profissional. São 400 vagas distribuídas entre Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol e Sobradinho II, com 25 vagas por turma. Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem As aulas começam em 6 de maio, com formações em empreendedorismo, marketing digital, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro, nos turnos matutino e vespertino, com cargas horárias entre 20 e 28 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 30 de abril, por meio dos formulários disponíveis na rede social dos centros ou presencialmente nas unidades. Endereços das unidades · Recanto das Emas — Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 · Sol Nascente / Pôr do Sol — Trecho 2, Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 · São Sebastião — Área Especial 11, Centro de Múltiplas Atividades · Sobradinho II — AE 6 Coer, Quadra 1, Setor Oeste *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Centros de referência da mulher brasileira abrem 400 vagas para cursos gratuitos de capacitação no DF
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Ação Social Renascer, abre as inscrições para o 3º ciclo de 2026 de capacitações profissionais gratuitas nos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs). De 23 a 30 de abril, serão ofertadas 400 vagas para formações em empreendedorismo, marketing digital, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro. As aulas ocorrerão nas unidades do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II. “A autonomia financeira é um dos caminhos mais efetivos para garantir liberdade, dignidade e novas perspectivas de vida a mulheres. Quando investimos em capacitação profissional, estamos fortalecendo a independência e criando condições reais para que elas possam construir seu próprio futuro”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs) abrem, nesta quinta (23), inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos | Foto: Arquivo/SMDF As aulas terão início em 6 de maio, nos turnos matutino e vespertino, conforme a programação de cada unidade, com carga horária entre 20 horas e 28 horas. São 25 vagas por turma. Voltados exclusivamente para mulheres, os cursos priorizam participantes em situação de vulnerabilidade social e têm como objetivo ampliar oportunidades de geração de renda, incentivar o empreendedorismo e facilitar o acesso ao mercado de trabalho. Após vivenciar um relacionamento marcado por violência física, psicológica e moral por cerca de um ano, a moradora do Recanto das Emas, Dalyla Alves Nunes, de 39 anos, encontrou no CRMB um ponto de apoio. “Fui muito bem recebida pelas professoras, pela equipe e pelas outras mulheres. Isso me deixou mais tranquila para continuar”, relatou a aluna do curso de tranças e penteados afro. [LEIA_TAMBEM]Durante as aulas, as participantes contam com estrutura de apoio que contribui para a permanência nas atividades. As unidades disponibilizam espaço com monitoria para crianças a partir de 3 anos, além de lanche ao longo dos encontros. Além do conteúdo técnico, os cursos incluem orientações voltadas para a autoestima, para o desenvolvimento pessoal e para o autocuidado, como forma de fortalecer a autonomia das participantes. Ao final do ciclo, as alunas recebem certificado de conclusão. Serviço · Período de inscrições: de 23 a 30 de abril · Aulas: de 6/5 a 28/5 · Inscrições: presencialmente nas unidades ou por meio dos formulários abaixo Formulários de inscrição · Recanto das Emas · Sol Nascente · Sobradinho II · São Sebastião *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Programa de empregabilidade feminina do GDF já garantiu trabalho a 365 mulheres
Nessa quinta-feira (16), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) participou do 2º Encontro Conexão com a Empregabilidade Feminina, realizado no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Durante o evento, a Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher da pasta apresentou palestra a servidores, coordenadores, fiscais, gestores de contratos e representantes de empresas, com o objetivo de dialogar sobre a política de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Giselle Ferreira, titular da SMDF: "O nosso foco é fortalecer a empregabilidade feminina por meio de parcerias e políticas públicas que ampliem as oportunidades de trabalho" | Foto: Divulgação/SMDF Desde 2019, a SMDF tem fortalecido a empregabilidade feminina por meio de 14 acordos de cooperação técnica (ACTs). As parcerias já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, apresentou os principais aspectos da política de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. “O nosso foco é fortalecer a empregabilidade feminina por meio de parcerias e políticas públicas que ampliem as oportunidades de trabalho. As ações têm o objetivo de promover a inclusão social e econômica dessas mulheres, além de iniciativas que incentivem a equidade de gênero no mercado de trabalho”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Os ACTs estabelecem que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem entre 2% e 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Os acordos também contemplam a inclusão de outros grupos em vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas. A psicóloga Maíra Dourado, de 25 anos, falou sobre a importância da empregabilidade feminina no DF: “A autonomia financeira traz independência para que a mulher saia do ciclo de violência. Esse evento é muito importante, porque traz dignidade e propósito dentro da profissão, para que as mulheres vítimas de violência possam ingressar no mercado de trabalho e reconstruir suas vidas”. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Mulheres do DF expõem produtos no 21º Salão do Artesanato
Entre tradição, criatividade e um olhar cada vez mais atento à sustentabilidade, o 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras se consolida como uma das principais iniciativas nacionais dedicadas ao setor. A abertura ocorreu nesta quarta-feira (1º), e o evento segue até domingo (5), no Pavilhão do Parque da Cidade, com a presença de diversos estados. No estande da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), 40 artesãs e manualistas — empreendedoras selecionadas pelo projeto Cerrado Feminino e por grupos do segmento — encantam o público com produtos que unem talento, tradição e identidade. O 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras conta com a participação de 40 artesãs e manualistas selecionadas pelo projeto Cerrado Feminino | Foto: Samuel Marques/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que o Salão do Artesanato é considerado uma das principais vitrines para a produção da capital, reunindo peças que expressam a diversidade cultural, a identidade e a criatividade dos profissionais locais. “A iniciativa fortalece a economia criativa, amplia oportunidades de comercialização e promove o reconhecimento do artesanato como patrimônio cultural e turístico do DF”, afirmou. A entrada é gratuita e conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Memp), do Sebrae-DF, do Senac-DF e dos governos de Minas Gerais e Goiás. No local, é possível encontrar biojoias, bolsas, bonecas, bordados, costura criativa, crochê e peças de decoração — criações que carregam histórias de vida e representam o empreendedorismo feminino e a autonomia econômica das expositoras. O salão reúne 21 estados e o Distrito Federal em uma grande vitrine da produção artesanal brasileira, com exposição e comercialização de cerca de 100 mil peças, além de oficinas, gastronomia e programação cultural para toda a família. Participam presencialmente mais de 500 artesãos, além de associações e coletivos que ampliam o alcance da iniciativa. Entidades como a Confederação Brasileira de Artesãos (Conart) e a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts) também marcam presença. O evento celebra a diversidade cultural do país e o talento de quem produz arte com as próprias mãos. A programação inclui oficinas de artesanato e gastronomia, apresentações musicais, praça de alimentação, brinquedoteca e áreas de descanso, reunindo famílias e visitantes de todas as idades. Valéria Lamounier, expositora de costura criativa: "Estamos aqui representando a Secretaria da Mulher, que tem feito muito pelas artesãs da cidade. Convido a população a vir conhecer as peças exclusivas apresentadas neste salão" Empreendedorismo feminino O estande da SMDF no 21º Salão do Artesanato apresenta resultados das ações voltadas a mulheres de todo o DF, com capacitações e projetos que valorizam o empreendedorismo. A pasta investe continuamente em iniciativas de apoio, com qualificação técnica e parcerias institucionais para ampliar o acesso ao crédito. Também oferece espaços de acolhimento e orientação para negócios, assistência às mulheres e programas de inserção no mercado de trabalho, com foco na elaboração de currículos, redes de apoio e empregabilidade. [LEIA_TAMBEM]“Estamos aqui representando a Secretaria da Mulher, que tem feito muito pelas artesãs da cidade. Convido a população a vir conhecer as peças exclusivas apresentadas neste salão. Essa é uma oportunidade única”, disse a expositora de costura criativa Valéria Lamounier, de 59 anos. Realizado em Brasília desde 2008, o Salão do Artesanato soma 17 edições na capital e quatro em São Paulo. Um dos maiores eventos do segmento no país, reúne anualmente produções de todas as regiões brasileiras, com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e do Sebrae.
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Março Mais Mulher 2026 impacta mais de 170 mil mulheres no DF
Março foi um mês de histórias, recomeços e novas oportunidades para milhares de mulheres no Distrito Federal. Com mais de 170 mil pessoas atendidas direta ou indiretamente, o Março Mais Mulher 2026 consolidou-se como uma das maiores mobilizações em prol das mulheres realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), ampliando o acesso a serviços de acolhimento, capacitação, orientação e geração de renda. Ao longo dos 31 dias, a pasta reforçou iniciativas permanentes e ampliou a presença das ações em diversas regiões administrativas. Com a intensificação de atividades itinerantes e o aumento dos atendimentos, mais mulheres foram alcançadas, fortalecendo a rede de proteção em todo o DF. Além dos grandes eventos, mais de 180 iniciativas foram realizadas, incluindo palestras em escolas, rodas de conversa, oficinas sobre violência digital, capacitações e atividades comunitárias. Mais de 170 mil pessoas atendidas pela ação Março Mais Mulher 2026, que ofereceu atividades diversas e serviços de acolhimento, capacitação, orientação e geração de renda ao longo do mês | Foto: Divulgação/SMDF Ao ressaltar o alcance das ações e o impacto direto na vida das mulheres, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância de políticas públicas que cheguem a quem mais precisa. “O calendário dedicado ao público feminino levou acolhimento, oportunidades e dignidade para milhares de mulheres. Com isso, garantimos não apenas o acesso à proteção, mas também às condições necessárias para que cada uma construa sua autonomia.” A governadora enfatizou ainda que os resultados alcançados em março refletem um trabalho contínuo desenvolvido pelo Estado ao longo de todo o ano. Entre os destaques do período, o programa Movimente mobilizou milhares de mulheres em torno do empreendedorismo feminino, em parceria com o Sebrae. A iniciativa promoveu palestras, oficinas e painéis voltados à qualificação profissional, inovação e geração de renda, incentivando mulheres a desenvolverem seus negócios ou ingressarem no mercado de trabalho. "Conseguimos ampliar atendimentos, fortalecer a rede de proteção e, principalmente, garantir que mais mulheres tenham acesso a oportunidades reais de transformação de vida" Giselle Ferreira, secretária da Mulher As ações também contemplaram cultura, bem-estar e inclusão social. O projeto Realize com Pipoca proporcionou momentos de lazer para mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo acesso ao cinema e fortalecendo vínculos. Já o lançamento da loja colaborativa do Cerrado Feminino, no Shopping JK, destacou o talento de empreendedoras locais e incentivou a geração de renda, com funcionamento previsto até o fim de abril. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, destacou o caráter estratégico do mês. “O balanço do Março Mais Mulher 2026 mostra que estamos no caminho certo. Conseguimos ampliar atendimentos, fortalecer a rede de proteção e, principalmente, garantir que mais mulheres tenham acesso a oportunidades reais de transformação de vida”, afirmou. Segundo ela, a atuação integrada e a expansão das ações itinerantes foram fundamentais para alcançar resultados expressivos. No eixo de acolhimento, a Casa da Mulher Brasileira Itinerante desembarcou em Planaltina, levando atendimento psicossocial, orientação jurídica e encaminhamentos para a rede de proteção para mais de 400 mulheres. Além disso, 25 assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher tiveram um dia de modelo ao participarem do desfile Tecidas de Histórias, que ocorreu na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O Congresso Realize reuniu centenas de mulheres em um dia de capacitação, troca de experiências e incentivo ao empreendedorismo A Corrida Circuito da Mulher, na Praça do Buriti, reuniu mais de 8,7 mil mulheres, em uma mobilização que integrou esporte, saúde e valorização do protagonismo feminino. Ao longo do dia, atividades de bem-estar e incentivo à prática esportiva promoveram integração, celebração e fortalecimento coletivo, simbolizando a força e a união das mulheres na cidade. O encerramento do calendário ficou por conta do Congresso Realize, que reuniu centenas de mulheres em um dia de capacitação, troca de experiências e incentivo ao empreendedorismo, simbolizando o impacto positivo construído ao longo de todo o mês. A participante do congresso, Maria Eunice Ramos destacou a importância da presença do Estado. “Quando ações sociais chegam até nós, faz toda a diferença. É esse apoio que nos dá confiança, orientação e oportunidades reais para mudar de vida e acreditar que é possível ir mais longe”, disse a moradora de Vicente Pires. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Cadastro aberto para artesãs atuarem na loja Cerrado Feminino
A Secretaria da Mulher (SMDF) está com inscrições abertas para o cadastro reserva do programa Cerrado Feminino, iniciativa que seleciona artesãs e manualistas para a comercialização de produtos em lojas colaborativas. As interessadas podem se inscrever neste link. O cadastro, realizado pela Subsecretaria de Promoção das Mulheres (SUBPM), é contínuo e integra o banco de vagas da pasta. A seleção contempla sete tipologias artesanais, com três mulheres escolhidas em cada categoria, definida por curadoria do Sebrae no Distrito Federal. Ao todo, 21 artesãs participam de cada ciclo, com permanência de três meses. Artesãs e manualistas do Distrito Federal podem se inscrever para o cadastro reserva do programa Cerrado Feminino | Foto: Divulgação/SMDF A proposta do programa é ampliar oportunidades de geração de renda, incentivar o empreendedorismo feminino e valorizar a produção artesanal autoral. Na primeira etapa, 106 mulheres foram selecionadas por chamamento público. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca o impacto da iniciativa. “O Cerrado Feminino conecta o trabalho das artesãs ao público, valorizando histórias, cultura e a força produtiva das mulheres”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Quem pode participar Podem se inscrever mulheres maiores de 18 anos, residentes no Distrito Federal, que atuem como artesãs ou manualistas e desenvolvam produtos autorais e sustentáveis. Também é necessário ter interesse em comercializar em feiras e espaços institucionais. A seleção prioriza mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica ou vítimas de violência doméstica e familiar. Entre os critérios de pontuação estão renda familiar, inscrição no CadÚnico, condição de chefe de família ou mãe solo, presença de pessoas com deficiência na família e participação em cursos de qualificação. Também contam pontos a posse de carteiras profissionais do setor e experiências anteriores em capacitações. Podem se inscrever no programa mulheres maiores de 18 anos, residentes no DF, que atuem como artesãs ou manualistas e desenvolvam produtos autorais e sustentáveis Capacitação e autonomia Além da venda dos produtos, as participantes têm acesso a cursos de capacitação e formação empreendedora, com foco na gestão e no fortalecimento dos pequenos negócios. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressalta o alcance social do programa. “A iniciativa abre caminhos para que mulheres superem barreiras e conquistem autonomia financeira com dignidade e reconhecimento”, pontua. Lojas em funcionamento A loja da Feira da Torre de TV, inaugurada em 2025, funciona aos fins de semana, das 9h às 17h, com produtos artesanais variados. Já a unidade do JK Shopping, aberta em março deste ano, reúne 40 expositoras e segue em funcionamento até 30 de abril, das 10h às 22h. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Governador Ibaneis Rocha participa de evento de conscientização contra a violência de gênero
O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), do pré-lançamento do evento Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio, na Floresta Nacional de Brasília (Flona), em Taguatinga Sul. A iniciativa, marcada para agosto, visa unir o esporte à conscientização sobre a importância do combate à violência contra a mulher. “São duas bandeiras que me preocupam muito. Uma é a questão do esporte, pela importância no combate às drogas, na melhoria da saúde, da qualidade de vida e do psicológico. E a outra pauta que me preocupa muito, e com a qual não fiquei apenas na preocupação, fui para a ação, é a questão da violência doméstica”, destacou o chefe do Executivo. O governador Ibaneis Rocha esteve no pré-lançamento do evento Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio, na manhã deste sábado (21): "É uma bandeira que tem que ser defendida" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Na sequência, Ibaneis Rocha elencou algumas das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para o enfrentamento dos crimes de violência de gênero, como a criação da Secretaria da Mulher, a construção de Casas da Mulher Brasileira em diferentes regiões e a tarifa gratuita em ônibus e metrô para mulheres vítimas de violência. “E fiz uma coisa que eu não gostaria de [precisar] ter feito, que foi criar uma pensão para os filhos das vítimas de feminicídio. Infelizmente, hoje nós temos centenas de crianças nessa situação, para vocês saberem o tamanho da gravidade. Então, é uma preocupação muito grande, é uma bandeira que tem que ser defendida”, ressaltou. Pedalada e caminhada A ação esportiva é organizada pelos grupos Pedal Cor de Rosa, Brutas e Pedal do Zeca. No encontro deste sábado, houve café da manhã, sorteio de brindes e camisetas do evento oficial, além da distribuição de inscrições gratuitas para os que chegaram primeiro. “É uma luta à qual precisamos dar voz e visibilidade. É um evento novo, inédito, que vai ocorrer em agosto, no Parque da Cidade, e o objetivo é o enfrentamento ao feminicídio”, apontou Jessica Cytrus, fundadora do Brutas. “A ideia nasceu depois que eu fui vítima de violência doméstica em casa e quase morri. Então resolvi ampliar meu objetivo de vida, unindo o projeto Brutas ao enfrentamento do feminicídio, depois do que vivi”, acrescentou. Jessica Cytrus, fundadora do grupo Brutas: "É uma luta à qual precisamos dar voz e visibilidade. É um evento novo, inédito, que vai ocorrer em agosto, no Parque da Cidade, e o objetivo é o enfrentamento ao feminicídio" As participantes também exaltaram a importância da iniciativa. “A gente está aqui hoje para promover essa pauta do feminicídio, para trazer um olhar para a importância desse assunto na nossa sociedade. E fortalecendo as mulheres, promovendo esse encontro para que elas se fortaleçam, se sintam encorajadas a denunciar, a falar se estiverem passando por esse tipo de situação ou então apoiar outras que possam estar passando por isso”, defendeu a analista de TI Dayane Freire. “As mulheres precisam ocupar mais espaços e com segurança. A gente precisa estar onde deve estar e onde quer estar — no esporte, na vida, no trabalho, nas nossas profissões —, e a gente precisa fazer isso livre, sem se sentir ameaçada”, emendou a personal trainer Thaís Than. No encontro, houve café da manhã, sorteio de brindes e camisetas, além da distribuição de inscrições gratuitas para o Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio Proteção à mulher O Distrito Federal conta hoje com um Plano Distrital de Combate à Violência contra a Mulher. Previsto na Lei nº 14.899/2024, o plano reúne metas, ações e projetos estratégicos voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar, além de outras formas de violência que atingem mulheres e meninas, como a violência sexual, patrimonial, institucional e a violência política de gênero. De acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio, somente no primeiro semestre do ano passado foram prestados 24.983 atendimentos psicossociais, com o acolhimento de 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF. O observatório reúne dados sobre saúde, escolaridade, emprego, programas sociais e segurança pública, servindo de base para a formulação de políticas públicas cada vez mais eficazes e alinhadas à realidade das mulheres do Distrito Federal.
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Março Mais Mulher amplia escuta e acolhimento em comitês de proteção no DF
Durante a programação do Março Mais Mulher, a Secretaria da Mulher (SMDF) intensificou as ações de escuta e acolhimento nos comitês de proteção à mulher. Nesta sexta-feira (20), a iniciativa chegou a Águas Claras, reunindo cerca de 20 mulheres em mais um encontro marcado por troca de experiências, orientação e fortalecimento coletivo. Os encontros têm se consolidado como espaços essenciais dentro dos comitês. É nesses momentos que muitas mulheres encontram um ambiente seguro para falar sobre suas vivências, compartilhar histórias e, principalmente, perceber que não estão sozinhas. Mais do que momentos de diálogo, as atividades promovem acolhimento qualificado, escuta ativa e encaminhamentos que contribuem para um atendimento mais humanizado e próximo da realidade de cada participante. A programação do Março Mais Mulher reuniu cerca de 20 mulheres nesta sexta (20) em um encontro cheio de escuta e acolhimento | Fotos: Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, também ressaltou o papel estratégico dos encontros dentro da política pública de proteção: “Nosso compromisso é garantir que cada mulher tenha acesso a um atendimento digno, humanizado e próximo. Os encontros mostram que a política pública se faz com presença, escuta e cuidado. É assim que fortalecemos vínculos, prevenimos a violência e construímos caminhos de autonomia e dignidade”. Ao ouvir sem julgamentos, orientar e oferecer suporte, os comitês fortalecem vínculos e constroem uma rede de confiança. Além disso, os encontros ampliam o acesso à informação sobre direitos e serviços disponíveis, aproximando as políticas públicas da comunidade e tornando o cuidado mais efetivo. Os comitês de Proteção à Mulher seguem como portas de entrada para acolhimento e orientação, oferecendo suporte contínuo às mulheres do Distrito Federal Segundo a subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, a iniciativa tem impacto direto na vida das participantes. “Os encontros são ferramentas potentes de transformação social. É por meio da escuta, do acolhimento e da informação que conseguimos fortalecer as mulheres, prevenir a violência e garantir que elas saibam que não estão sozinhas”, destacou. Para quem participa, o impacto é imediato. Acolhida e acompanhada pela equipe especializada da Secretaria da Mulher há 8 meses, Ione Reis Leal Barbosa reforça a importância desses espaços. “O acolhimento no comitê foi um divisor de águas na minha vida. Aqui eu encontrei algo que fazia tempo que eu precisava: alguém disposto a me ouvir de verdade. A escuta ativa faz toda a diferença, porque a gente se sente respeitada, valorizada e ganha força para seguir em frente”, apontou. Os comitês de Proteção à Mulher seguem como portas de entrada para acolhimento e orientação, oferecendo suporte contínuo às mulheres do Distrito Federal. Mais do que espaços de atendimento, são locais de reconstrução, pertencimento e fortalecimento, onde cada mulher encontra apoio para reescrever sua própria história. Ione Reis Leal Barbosa: "O acolhimento no Comitê foi um divisor de águas na minha vida. Aqui eu encontrei algo que fazia tempo que eu precisava: alguém disposto a me ouvir de verdade" Serviço Os comitês de Proteção à Mulher oferecem atendimento gratuito, sigiloso e especializado, das 8h às 18h, sem necessidade de agendamento: · Itapoã Endereço: Q. 378, Área Especial 4, Conjunto A – Administração Regional do Itapoã Telefone: 3181-2688 / 98312-0284 · Ceilândia Endereço: QNM 13, Área Especial – Ceilândia Sul – Administração Regional da Ceilândia Telefone: 3181-2689 / 98312-0136 [LEIA_TAMBEM]· Lago Norte Endereço: Administração Regional do Lago Norte – Sobreloja do Shopping Deck Norte Telefone: 3181-2685 / 98312-0245 · Estrutural (Scia) Endereço: Administração Regional da SCIA/Estrutural – Setor Central, Área Especial 5 Telefone: 3181-2686 / 98312-0285 · Sobradinho Endereço: Feira Modelo de Sobradinho Telefone: 3181-2687 / 98279-0713 · Águas Claras Endereço: Biblioteca Pública – Rua Araribá, Praça Park Sul Telefone: 3181-3104 / 98312-0138 · Santa Maria Endereço: Quadra Central 01, Conjunto H-A – Administração Regional de Santa Maria Telefone: 3181-3105 / 98312-0135 Além disso, as mulheres também podem buscar orientação pela Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 156, opção 8, com encaminhamento para o serviço mais próximo. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Corrida Circuito da Mulher movimenta Brasília e celebra protagonismo feminino no esporte
A Praça do Buriti será palco, no dia 28 deste mês, da Corrida Circuito da Mulher, organizada pelo Instituto Social Hope, com apoio da Secretaria da Mulher (SMDF) e do Governo do Distrito Federal (GDF). O evento reúne corrida de 3 km e 6 km, caminhada de 3 km e categorias adaptadas para pessoas com deficiência (PCDs), com o objetivo de promover saúde, bem-estar, inclusão e protagonismo feminino. A concentração começa às 15h, com largada às 17h e chegada na Praça do Buriti. A expectativa é reunir mais de 6 mil atletas, entre corredoras iniciantes e experientes, em um ambiente de integração, energia e superação. Mais do que uma competição, a iniciativa incentiva a presença das mulheres nos espaços públicos e fortalece a integração social. Durante o percurso, placas educativas e mensagens de conscientização reforçam o enfrentamento à violência contra a mulher e a importância das políticas públicas de proteção e igualdade de gênero. As inscrições para a Corrida Circuito da Mulher começam nesta segunda-feira (16), às 19h | Foto: Divulgação/SMDF A vice-governadora Celina Leão destaca que a iniciativa fortalece o protagonismo feminino e fortalece a presença das mulheres em espaços de convivência, esporte e cidadania: “A Corrida Circuito da Mulher representa muito mais do que uma atividade esportiva. É um momento de união, de incentivo à saúde e, principalmente, de valorização do protagonismo feminino. Cada mulher que participa reafirma a importância de ocuparmos os espaços com liberdade, respeito e igualdade”. Além do componente esportivo, a corrida contará com atividades culturais e interativas, incluindo palestras, apresentações artísticas e espaço infantil, criando um ambiente de convivência e celebração coletiva. Todas as participantes receberão medalhas, e as três primeiras colocadas em cada modalidade serão premiadas com troféus. A secretária da Mulher do Distrito Federal, Giselle Ferreira, ressalta que a iniciativa também reforça o compromisso do governo em promover ações que incentivem o cuidado, a autonomia e a qualidade de vida das mulheres. “A Secretaria da Mulher atua em diversas frentes para garantir acolhimento, orientação e oportunidades às mulheres do DF. Eventos como a Corrida Circuito da Mulher também fazem parte desse movimento, ao incentivar o cuidado com a saúde, fortalecer a autoestima e ampliar a participação feminina em espaços de convivência e cidadania”, afirma. [LEIA_TAMBEM]As inscrições para a Corrida Circuito da Mulher começam nesta segunda-feira (16), às 19h. As participantes poderão se inscrever de forma online pelo site oficial do evento. Com esporte, inclusão e mobilização social, a Corrida Circuito da Mulher promete transformar a Praça do Buriti em um grande movimento de energia, união e empoderamento, mostrando que cada passo dado representa não apenas uma conquista individual, mas também um avanço coletivo na luta por igualdade e respeito. O evento é aberto a mulheres a partir dos 16 anos e incentiva a participação de diferentes grupos sociais, incluindo mães solo, mulheres negras, pessoas com deficiência, integrantes da comunidade LGBTQIAPN+ e mulheres em situação de vulnerabilidade social, promovendo diversidade, inclusão e empoderamento feminino. Corrida Circuito da Mulher · Data: dia 28 deste mês · Horário: Concentração às 15h, largada às 17h · Local: Praça do Buriti · Modalidades: Corrida de 3 km, corrida de 6 km, caminhada de 3 km e categorias PCD. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Criatividade que vira renda: nova loja colaborativa do projeto Cerrado Feminino amplia oportunidades para artesãs no DF
Transformar talento em renda e trabalho artesanal em autonomia financeira. É com esse objetivo que o projeto Cerrado Feminino ganha mais um espaço de visibilidade para o trabalho de mulheres artesãs do Distrito Federal. Neste sábado (14), às 10h, será inaugurada uma nova loja colaborativa no JK Shopping, em Taguatinga, ampliando as oportunidades para empreendedoras atendidas pelos programas da Secretaria da Mulher. “A inauguração de mais uma loja Cerrado Feminino representa muito mais do que um novo espaço de exposição. É um espaço de oportunidades, onde as artesãs podem transformar a criatividade em independência financeira. Quando uma mulher tem oportunidade de gerar sua própria renda, ela amplia suas escolhas e fortalece toda a sua família”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. O projeto Cerrado Feminino inaugura, neste sábado (14), mais uma loja, desta vez no JK Shopping, em Taguatinga | Foto: Arquivo/Agência Brasília O espaço colaborativo funcionará na loja 215, no piso L2, em uma área de 70,96 m² cedida gratuitamente pelo shopping. A iniciativa é realizada em parceria com o Instituto BRB e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo a subsecretária de Promoção da Mulher, Renata D’Aguiar, cerca de 50 artesãs venderão suas peças no local. “O projeto tem mudado realidades, abrindo caminhos para mulheres que não viam o artesanato como fonte de independência financeira. Agora, elas conseguem trilhar esse caminho com o apoio da pasta”, comemora. Para apoiar o desenvolvimento das participantes, a Secretaria da Mulher oferece capacitação completa. “As artesãs participaram de cursos de aperfeiçoamento técnico, aulas de empreendedorismo e gestão e acompanhamento até conseguirem transformar o trabalho em renda própria. É uma oportunidade única. E estar no shopping, que funciona todos os dias, potencializa as vendas e aumenta a visibilidade do trabalho delas”, diz Renata D’Aguiar. O espaço colaborativo funcionará na loja 215, no piso L2, em uma área de 70,96 m² cedida pelo shopping | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Empreendedorismo feminino A nova unidade surge após o sucesso da primeira loja colaborativa, inaugurada em junho do ano passado, na Feira da Torre de TV. O espaço, que funciona nos boxes 95 e 96 do Bloco C aos sábados e domingos, das 9h às 17h, já reuniu diversas artesãs do DF e se tornou uma vitrine importante para divulgar seus trabalhos. “Percebemos um impacto considerável. Com a identidade visual, o conceito e a curadoria, o movimento da loja da Feira da Torre aumentou. Houve crescimento significativo nas vendas, incentivando mais mulheres a participarem”, explica Renata D’Aguiar. [LEIA_TAMBEM]Com espaço maior, a expectativa da pasta é que a nova unidade no JK Shopping dê ainda mais visibilidade às artesãs e permita uma exposição ampliada de seus produtos. Entre os itens disponíveis estarão peças de vestuário em crochê, biojoias, produtos de costura criativa, bordados, bonecas de pano e artigos de decoração. Mulheres interessadas em integrar o projeto podem procurar a Secretaria da Mulher para solicitar a carteirinha de artesã. Após essa etapa, passam por um processo de curadoria e, se aprovadas, ficam aptas a participar das seleções para expor e comercializar seus produtos nas lojas colaborativas do Cerrado Feminino.
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Centros de Referência da Mulher Brasileira abrem cursos gratuitos
A Secretaria da Mulher (SMDF), por meio da Ação Social Renascer, abre inscrições para um ciclo de capacitação profissional nas unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). A iniciativa disponibiliza 120 vagas gratuitas nos cursos de marketing digital, tranças afro, design de sobrancelhas e artesanato (amigurumi e crochê), exclusivos para mulheres, principalmente aquelas em situação de vulnerabilidade social. “Quando uma mulher tem acesso a oportunidade e conhecimento, ela ganha força para transformar a própria história. Em nosso governo, os Centros de Referência da Mulher são espaços de acolhimento, mas também de transformação. Muitas mulheres descobrem novos talentos, fortalecem a autoestima e encontram apoio para recomeçar, construir autonomia e seguir em frente com dignidade”, afirma a vice-governadora do DF, Celina Leão. Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMBs) estão com inscrições para um novo ciclo de capacitação profissional | Fotos: Divulgação/SMDF O projeto, que incentiva a autonomia financeira, também oferece lanche e monitoria especializada para os filhos das participantes (a partir de 3 anos de idade) durante todo o período das aulas. As interessadas devem se inscrever até o dia 18 deste mês. As capacitações começam nos dias 23 e 24. “A qualificação profissional é uma das ferramentas mais importantes para ampliar oportunidades e fortalecer a autonomia das mulheres. Com esse novo ciclo de capacitação nos Centros de Referência da Mulher Brasileira, queremos abrir caminhos para que muitas mulheres do Distrito Federal possam desenvolver novas habilidades, gerar renda e construir novos projetos de vida”, destaca a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. [LEIA_TAMBEM]O objetivo das formações é qualificar as estudantes, fomentando a geração de renda, o ingresso no mercado de trabalho ou o empreendedorismo. As participantes podem escolher fazer as atividades pela manhã (marketing digital e tranças e penteados afro) ou à tarde (artesanato e amigurumi, e design de sobrancelhas). O projeto disponibiliza 40 vagas por turma. Além da capacitação técnica, o projeto também promove o fortalecimento emocional das participantes por meio de orientações voltadas à autoestima e ao autocuidado. Ao final do ciclo, as alunas recebem certificado de conclusão. Mais que um documento, a conclusão das atividades representa novas perspectivas de geração de renda e o fortalecimento da autonomia dessas mulheres no Distrito Federal. Para fazer a inscrição, basta preencher o formulário eletrônico. São 120 vagas gratuitas para cursos de marketing digital, tranças afro, design de sobrancelhas e artesanato (amigurumi e crochê) Fortalecimento feminino Os Centros de Referência da Mulher Brasileira são espaços estratégicos da SMDF voltados ao acolhimento, à qualificação e ao fortalecimento feminino. Além de oferecer cursos e oficinas, as unidades integram uma rede de proteção, com equipes preparadas para prestar suporte psicossocial e jurídico a mulheres que buscam recomeçar suas trajetórias ou superar situações de vulnerabilidade e violência. Endereços das unidades · Recanto das Emas Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 · Sol Nascente Trecho 2, Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 – Pôr do Sol · São Sebastião Área Especial (AE) 11 – Centro de Múltiplas Atividades · Sobradinho II AE 6 Coer, Quadra 1 – Setor Oeste. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Contas de energia elétrica divulgam canal 180 para mais de 1 milhão de lares do DF e reforçam combate à violência contra a mulher
A Neoenergia Brasília, em parceria com o Ministério das Mulheres e com apoio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), inicia neste mês uma ação estratégica para fortalecer a rede de proteção feminina. A partir de março, as faturas de energia elétrica de mais de 1,1 milhão de clientes passam a exibir, de forma destacada no verso, o número 180, canal da Central de Atendimento à Mulher. A iniciativa integra o cronograma especial de ações da distribuidora em celebração ao Mês da Mulher e busca transformar um documento cotidiano em ferramenta de utilidade pública e salvamento. A vice-governadora do DF, Celina Leão, destaca a importância da união entre poder público e iniciativa privada: “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva. Parcerias como essa mostram que é possível transformar ferramentas do dia a dia em instrumentos de proteção e salvar vidas. Cada número divulgado pode representar uma mulher acolhida e uma história reescrita com dignidade e segurança”. Para Solange Ribeiro, vice-presidente da Neoenergia, a capilaridade da empresa garante que a informação sobre acolhimento e denúncia esteja ao alcance de mais mulheres. “A violência contra a mulher muitas vezes acontece dentro de casa, e precisamos chegar justamente a esses espaços. Reconhecemos o papel das empresas no enfrentamento às desigualdades de gênero e assumimos a responsabilidade, por meio desta e de outras ações, de promover equidade, acolhimento e proteção às mulheres, tanto nas regiões onde atuamos quanto dentro da própria empresa”, explica Solange Ribeiro, vice-presidente da Neoenergia. “É uma forma concreta de dizer que elas não estão sozinhas”. Contas de energia passam a divulgar o número 180, da Central de Atendimento à Mulher | Foto: Divulgação/Neoenergia Segundo a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a informação salva vidas. “Quando uma empresa com a capilaridade da Neoenergia incorpora o 180 em mais de um milhão de faturas, estamos transformando um serviço essencial em instrumento de proteção às mulheres”, afirma. “Essa parceria amplia o alcance do Ligue 180 e fortalece a rede de enfrentamento à violência no Distrito Federal, garantindo que o pedido de ajuda esteja mais próximo de quem precisa”, completa a ministra, lembrando que o número do Ligue 180 no WhatsApp é (61) 9610-0180. "Muitas mulheres ainda não sabem onde buscar ajuda ou enfrentam barreiras para denunciar. Quando a informação chega de forma direta, clara e permanente, aumentamos as chances de romper o ciclo da violência" Giselle Ferreira, secretária da Mulher do DF O serviço 180 é gratuito, confidencial e funciona 24 horas por dia. Além de registrar denúncias de violência, o canal oferece orientações sobre direitos, informações sobre legislação e encaminhamento para a rede de atendimento especializado, com garantia de anonimato, além de comunicação às autoridades competentes. Ao incluir o número nas contas de luz, a empresa amplia o alcance da informação e fortalece a rede de apoio, especialmente em contextos nos quais a vítima pode estar isolada ou com acesso restrito a meios de denúncia. Só no DF, por exemplo, mais de 25.650 mulheres usaram o serviço ao longo de 2025. A medida ganha ainda mais relevância diante do cenário local. Somente em 2025, o Distrito Federal registrou mais de 11 mil ocorrências de violência doméstica, além de aumento de 27% nos casos de feminicídio. Ao utilizar sua capilaridade para disseminar o contato do canal de denúncia, a Neoenergia contribui para que a orientação chegue de forma direta aos lares e ajude a interromper ciclos de agressão antes que evoluam para situações mais graves. Para a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a iniciativa representa um avanço significativo na ampliação do acesso à informação e na prevenção da violência. “Levar o 180 para dentro dos lares por meio da conta de luz é uma estratégia inteligente e necessária. Muitas mulheres ainda não sabem onde buscar ajuda ou enfrentam barreiras para denunciar. Quando a informação chega de forma direta, clara e permanente, aumentamos as chances de romper o ciclo da violência”, aponta. A secretária também destacou a importância da união entre poder público e iniciativa privada. “O enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva. Parcerias como essa mostram que é possível transformar ferramentas do dia a dia em instrumentos de proteção e salvar vidas. Cada número divulgado pode representar uma mulher acolhida e uma história reescrita com dignidade e segurança”, ressalta. [LEIA_TAMBEM]Outras iniciativas Comprometida com a promoção da igualdade de gênero e com o desenvolvimento sustentável, a Neoenergia mantém uma agenda contínua de cooperação com a SMDF. Entre as ações estão conversas promovidas pela secretaria com colaboradores da empresa, além da divulgação, junto à equipe da pasta, de informações sobre canais de atendimento, eficiência energética e a importância do cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). A companhia também compartilha com a pasta projetos do Instituto Neoenergia voltados ao fortalecimento feminino, como o Prêmio Inspirar, o programa Jogando Juntas e novas turmas da Escola de Eletricistas. Cabe à SMDF apoiar a disseminação dessas iniciativas junto ao público atendido pelas políticas da Secretaria. * Com informações da Neoenergia Brasília
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Capacitação e informação fortalecem a autonomia feminina em Santa Maria
A Vice-Governadoria (VGDF) e a Secretaria da Mulher (SMDF) realizaram, nesta sexta-feira (27), a entrega de certificados para 25 alunas dos cursos gratuitos de agente de portaria e cuidador de idosos. A cerimônia ocorreu na Associação de Produção Artesanal de Santa Maria (Apas) e marcou a conclusão de mais uma etapa de qualificação voltada à promoção da autonomia econômica das mulheres. A iniciativa integra as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar oportunidades de inserção no mercado de trabalho, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade social. A vice-governadora Celina Leão destacou que investir na formação profissional feminina é estratégia fundamental para romper ciclos de dependência e violência. Nesta sexta (27), 25 alunas dos cursos gratuitos de agente de portaria e cuidador de idosos receberam seus certificados de conclusão da capacitação | Foto: Divulgação/SMDF “Quando entregamos um certificado, estamos entregando mais do que um documento. Estamos oferecendo oportunidade, dignidade e independência financeira. A qualificação é um passo decisivo para que essas mulheres ocupem novos espaços e construam suas próprias histórias”, afirmou. Além da entrega dos certificados, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ministrou palestra sobre o combate à violência contra a mulher. A equipe da secretaria também distribuiu materiais informativos com orientações sobre os canais de denúncia e os equipamentos públicos disponíveis para atendimento e acolhimento. [LEIA_TAMBEM]Giselle ressaltou que a capacitação profissional caminha lado a lado com as políticas de enfrentamento à violência. “Nosso compromisso é garantir que as mulheres tenham acesso à informação, acolhimento e oportunidades. A autonomia financeira é uma ferramenta poderosa no combate à violência. Quando a mulher conhece seus direitos e tem condições de se sustentar, amplia suas possibilidades de escolha e proteção”, enfatizou. Entre as formandas, o sentimento foi de superação e esperança. Para Mônica da Silva Lima, de 42 anos, concluir o curso representa um novo começo. “Esse certificado significa independência para mim. Aprendi muito com esse curso. Eu me sinto mais preparada e confiante para buscar uma vaga de emprego e garantir um futuro melhor para a minha família”, relatou. Os cursos gratuitos fazem parte das ações permanentes do GDF voltadas à promoção da autonomia econômica das mulheres, aliando qualificação profissional, informação e fortalecimento da rede de proteção no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Projeto Sempre Por Elas leva acolhimento e serviços gratuitos a Ceilândia
Quem passou pela ação Sempre Por Elas, em Ceilândia, na quarta (25) e nesta quinta-feira (26), encontrou mais do que prestação de serviços — a iniciativa foi marcada por acolhimento, escuta e oportunidade de recomeço. Promovido pela Secretaria da Mulher (SMDF), o projeto transformou a Paróquia São Marcos e São Lucas em ponto de apoio para mulheres que buscavam atendimento, orientação e cuidado perto de casa. O encontro contou com o apoio do Sesc e de diversas instituições parceiras, reunindo serviços essenciais, atividades educativas e ações de cuidado em um único espaço. Com o objetivo de facilitar o acesso às políticas públicas e fortalecer a autonomia feminina — especialmente para quem enfrenta dificuldades de deslocamento ou vive em situação de vulnerabilidade —, a ação concentrou atendimentos nas áreas de saúde, cidadania, qualificação profissional, cultura, beleza e bem-estar. O projeto Sempre Por Elas oferece atendimentos nas áreas de saúde, cidadania, qualificação profissional e beleza, entre outras | Fotos: Divulgação/SMDF Segundo a vice-governadora Celina Leão, a iniciativa integra a estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de descentralizar os atendimentos e aproximar o Estado de quem mais precisa. “Estamos ampliando o alcance das políticas públicas e garantindo que os serviços cheguem às mulheres de forma mais acessível e eficiente”, destacou. Durante os dois dias de programação, foram oferecidos atendimentos odontológicos, clínicos e oftalmológicos, além de mamografias e exames citopatológicos, bem como distribuição de escovas dentais. Na área de cidadania, a população contou com atendimento da Defensoria Pública e emissão da carteira de identidade pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), além de orientações sobre direitos. Moradora de Ceilândia, Benedita Aparecida Soares, 56 anos, aproveitou a oportunidade para cuidar da saúde e buscar orientação jurídica. “Essa ação é fundamental para as mulheres que estão em vulnerabilidade. Muitas vezes, não temos condições de pagar por esses serviços. Hoje eu consegui atendimento para melhorar minha saúde e resolver questões da minha aposentadoria”, relatou. Benedita Aparecida Soares, moradora de Ceilândia: "Essa ação é fundamental para as mulheres que estão em vulnerabilidade. Muitas vezes, não temos condições de pagar por esses serviços" Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o projeto reforça o compromisso do GDF com a promoção da dignidade e da autonomia econômica das mulheres. “Muitas pessoas têm dificuldade de se deslocar para conseguir atendimento. Quando levamos os serviços até a comunidade, garantimos mais agilidade, mais acesso e mais respeito à realidade dessas mulheres”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A programação incluiu ainda atividades culturais, educativas e de autocuidado. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) apresentou teatro educativo e o projeto Mala do Livro. Também foram oferecidos atendimento e consultoria em beleza, com trancista, sessões de massoterapia e aulão de zumba. A Novacap distribuiu mudas e flores, enquanto o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu oficina de artesanato, entre outros serviços. A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, ressaltou o caráter itinerante da iniciativa. “O Sempre Por Elas é um programa voltado especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica ou vítimas de violência. É um espaço criado para acolher, apoiar e transformar histórias”, disse. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado realiza primeira reunião de 2026
A primeira reunião ordinária de 2026 do Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado (FDPMCC), vinculado à Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), foi realizada nesta terça-feira (24), no auditório do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), na Asa Norte. O objetivo foi discutir políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher e à promoção da autonomia econômica das trabalhadoras rurais. O evento reuniu lideranças comunitárias e representantes de diversas regiões administrativas. Marcado pelo diálogo e pela escuta ativa, o encontro tratou da formulação de iniciativas destinadas à melhoria da qualidade de vida das mulheres do campo. As reuniões do Fórum ocorrem bimestralmente e podem ser convocadas extraordinariamente pela presidência, exercida pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, com suporte técnico e administrativo da SMDF. A primeira reunião ordinária de 2026 do Fórum Distrital Permanente das Mulheres do Campo e do Cerrado foi marcada pelo diálogo e pela escuta ativa | Foto: Divulgação/SMDF A vice-governadora do DF, Celina Leão, destacou que a iniciativa fortalece a autonomia econômica das trabalhadoras rurais: “O debate sobre ações voltadas às mulheres rurais é fundamental para ampliar a participação delas no setor agrícola. O fórum estimula o protagonismo feminino e lança um olhar especial para essas mulheres guerreiras, que muitas vezes são chefes de família e garantem o sustento da casa por meio do trabalho no cerrado”. O Fórum é um órgão colegiado coordenado pela Diretoria de Mulheres Rurais (Dimur), vinculada à Subsecretaria de Promoção das Mulheres. O colegiado reúne representantes de diversas secretarias do GDF, órgãos de assistência técnica, entidades federais, sindicatos, federações, movimentos sociais e comunidades tradicionais, como ciganas, indígenas e quilombolas do Distrito Federal e do Entorno. "O fórum assegura a articulação entre governo e sociedade civil, promovendo ações de qualificação profissional e garantindo que as demandas dessas mulheres sejam ouvidas e atendidas com mais proximidade" Giselle Ferreira, secretária da Mulher Para a secretária da Mulher, o espaço tem como principal finalidade ouvir as demandas das trabalhadoras rurais e construir soluções conjuntas. “Durante a reunião, foi apresentado o calendário anual de 2026 e definidas as prioridades estratégicas para o ano. O fórum assegura a articulação entre governo e sociedade civil, promovendo ações de qualificação profissional e garantindo que as demandas dessas mulheres sejam ouvidas e atendidas com mais proximidade”, ressaltou Giselle Ferreira. Ações para as mulheres do campo Em 2025, o programa Mais Direitos para as Mulheres do Campo e do Cerrado atendeu 662 mulheres, por meio de escutas qualificadas e atendimentos intersetoriais. A iniciativa da Secretaria da Mulher leva serviços, qualificação profissional e apoio às trabalhadoras rurais, utilizando unidades móveis para oferecer atendimentos nas áreas de saúde, orientação jurídica, cuidados pessoais e capacitação. Moradora de Brazlândia, Anelice Francisca dos Santos, 58 anos, agricultora há mais de uma década, destacou o impacto do Fórum em sua trajetória. “Esse espaço é muito importante para nos reunirmos e apresentarmos nossas demandas. Aprendemos muito por meio dos cursos de capacitação e, a cada encontro, crescemos mais para conquistar nossos objetivos como trabalhadoras rurais”, observou. [LEIA_TAMBEM]Outra iniciativa é o programa Sempre por Elas, que oferece atendimento itinerante a mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica ou vítimas de violência. A ação, realizada com o apoio do Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF), percorre principalmente áreas rurais com acesso limitado e já passou por Santa Maria, Samambaia, Água Quente, Curralinho e Lago Oeste. Segundo a subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, a proposta do Fórum é fortalecer estratégias de empoderamento e protagonismo feminino no campo. “Essas trabalhadoras desempenham papel essencial na produção e no abastecimento de alimentos que chegam às nossas casas. Elas merecem reconhecimento, e esses encontros são fundamentais para promover a igualdade de gênero, a autonomia econômica e o combate às desigualdades no meio rural”, destacou. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Carreta de Mamografia oferece 700 exames gratuitos para mulheres atendidas pelo SUS; saiba como agendar
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) promove, entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro, uma carreta de saúde que vai disponibilizar gratuitamente 700 exames de mamografia em diferentes regiões administrativas. A iniciativa conta com a parceria da Fundação Laço Rosa, instituição sem fins lucrativos que atua na defesa dos direitos de pacientes com câncer de mama. Os atendimentos serão realizados por meio de unidades móveis, que vão circular por pontos estratégicos do Distrito Federal. Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a ação reforça o cuidado com a saúde feminina e amplia a prevenção. “Estamos levando essa ação para mais perto das mulheres, porque sabemos que o exame é essencial para a detecção precoce do câncer de mama. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura em até 95%. Essa prevenção é uma forma de autocuidado feminino”, afirma. Carreta da Secretaria da Mulher vai disponibilizar gratuitamente 700 exames de mamografia em diferentes regiões do DF | Foto: Mariana Raphael/Arquivo Agência Saúde DF Diagnóstico precoce Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) mostram avanço na realização de mamografias diagnósticas e de rastreamento no Distrito Federal na faixa etária-alvo, entre 50 e 69 anos. Em 2024, foram realizados 15.881 exames, número que subiu para 17.307 em 2025. Para o médico mastologista Farid Buitrago, referência técnica em mastologia da SES-DF, o diagnóstico precoce tem impacto direto na redução da mortalidade pela doença. “A mamografia é o único exame que comprovadamente reduz a mortalidade por câncer de mama. Quando feita regularmente, a cada dois anos, pode diminuir as mortes entre 30% e 40%, pois permite identificar o tumor antes dos sintomas”, explica o doutor. Podem participar da ação itinerante mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do Sistema Único de Saúde (SUS) e que não tenham realizado mamografia nos últimos 12 meses. Mulheres com menos de 40 anos também poderão fazer o exame, desde que apresentem pedido médico ou indicação clínica. Os agendamentos podem ser feitos previamente por meio de link disponibilizado pela Secretaria da Mulher. O preenchimento do cadastro não garante a vaga. Caso a mulher seja contemplada com o exame, a equipe entrará em contato por WhatsApp ou ligação telefônica para que seja possível escolher o melhor horário para o atendimento, de acordo com a disponibilidade diária. Além dos exames, a iniciativa inclui atividades de acolhimento, orientação e conscientização sobre a saúde da mulher, com foco na importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Podem participar da ação mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não tenham realizado mamografia nos últimos 12 meses | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Atendimento itinerante O calendário de atendimentos começa nos dias 29 e 30 de janeiro, na Cidade Estrutural, no estacionamento lateral da Unidade Básica de Saúde (UBS) nº 1. No dia 31 de janeiro, a carreta estará em Ceilândia, no estacionamento da Casa da Mulher Brasileira, com atendimento das 9h às 15h. Em 1º de fevereiro, a ação segue para o Eixo Monumental, no estacionamento do Planetário. No dia 2 de fevereiro, o atendimento retorna a Ceilândia, novamente no estacionamento da Casa da Mulher Brasileira, das 9h às 17h. [LEIA_TAMBEM]Já no dia 3 de fevereiro, as unidades móveis estarão na Rodoviária do Plano Piloto, na plataforma superior. A ação será encerrada no dia 4 de fevereiro, no Congresso Nacional, na Alameda dos Estados. Farid Buitrago reforça a importância da realização periódica do exame. “A mamografia é rápida, dura em média cinco minutos, não exige preparo específico e, após o exame, a mulher pode seguir normalmente sua rotina. Mulheres a partir dos 40 anos devem realizar a mamografia regularmente, mesmo sem sintomas. O diagnóstico precoce é fundamental para salvar vidas”, destaca o médico. Serviço • 29 e 30 de janeiro: Cidade Estrutural – estacionamento lateral da UBS nº 1 • 31 de janeiro: Ceilândia – estacionamento da Casa da Mulher Brasileira • 1º de fevereiro: Eixo Monumental – estacionamento do Planetário • 2 de fevereiro: Ceilândia – estacionamento da Casa da Mulher Brasileira • 3 de fevereiro: Rodoviária do Plano Piloto – plataforma superior • 4 de fevereiro: Congresso Nacional – Alameda dos Estados
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Secretaria da Mulher impacta mais de 172 mil pessoas em 2025 no DF
Cuidar de mulheres é cuidar de vidas, de famílias e de toda a sociedade. Com essa premissa, a secretaria da Mulher (SMDF) encerra 2025 com um balanço que evidencia o alcance das políticas públicas executadas ao longo do ano. Ao todo, mais de 172 mil pessoas foram impactadas, resultado de mais de 70 mil atendimentos diretos realizados pela rede própria da SMDF e de mais de 102 mil mulheres alcançadas por projetos executados por meio de termos de fomento. O desempenho foi alcançado com execução orçamentária superior a 90% e investimentos acima de R$ 86 milhões. As ações de enfrentamento à violência promovidas pela Secretaria da Mulher envolvem prevenção, acolhimento, proteção, empregabilidade e promoção da autonomia | Foto: Divulgação/SMDF Os atendimentos contemplaram mulheres em situação de violência, homens autores de violência em processo de responsabilização, dependentes acolhidos e famílias em situação de vulnerabilidade. A política da pasta parte do entendimento de que o enfrentamento à violência exige ações articuladas de prevenção, acolhimento, proteção, empregabilidade e promoção da autonomia. Para a vice-governadora Celina Leão, os resultados demonstram a efetividade das ações. “Quando fortalecemos a rede de proteção, cuidamos das mulheres e também de suas famílias. É assim que avançamos no enfrentamento à violência e na construção de um DF mais justo”, afirmou. A secretaria atua por meio de cinco subsecretarias. A Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (Subev) assistiu 2.207 mulheres, gerando 16.609 atendimentos, e registrou outros 10.309 atendimentos a 1.649 homens autores de violência nos Espaços Acolher. A Casa Abrigo acolheu 116 mulheres e 105 dependentes, e a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia recebeu 6.265 mulheres, com mais de 13 mil atendimentos. A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia recebeu 6.265 mulheres ao longo de 2025, realizando mais de 13 mil atendimentos A Subsecretaria de Proteção à Mulher (SUBPROTM) realizou 1.719 atendimentos; a Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política (SUBATPP), 9.700 atendimentos em ações itinerantes; a Subsecretaria de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina (Subtinf) alcançou 20.923 pessoas em palestras e promoveu 450 capacitações; e a Subsecretaria de Promoção das Mulheres (SUBPM) certificou 3.255 mulheres e realizou 13.846 atendimentos. Desde o início da atual gestão, a SMDF também fortalece a empregabilidade feminina por meio de 13 acordos de cooperação técnica, que já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, a pasta investiu quase R$ 4 milhões em termos de fomento e é responsável por benefícios sociais como o Acolher Eles e Elas, com 182 beneficiários; o Aluguel Social, com 676 mulheres atendidas; e o Passe Livre – Transporte Por Elas, com 1.446 concessões. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que, em 2026, o desafio será qualificar ainda mais os atendimentos e ampliar a presença da rede de proteção no DF. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Loja colaborativa do GDF fortalece o empreendedorismo feminino
Laços, cachepôs, caminhos de mesa e diversos itens de decoração compõem o novo estoque da loja colaborativa Cerrado Feminino. O espaço, montado pela Secretaria da Mulher (SMDF) na Feira da Torre de TV, renovou seus produtos para atrair mais clientes durante o período de festas de fim de ano. Dedicada ao empreendedorismo feminino, a loja funciona desde junho com apoio do Instituto BRB e do Sebrae-DF. O atendimento ocorre aos sábados e domingos, das 9h às 17h, nos boxes 95 e 96 do Bloco C. A Cerrado Feminino, loja colaborativa dedicada ao empreendedorismo feminino, renovou seu estoque para atrair mais clientes neste fim de ano | Foto: Divulgação/SMDF Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, iniciativas como essa são essenciais para promover autonomia econômica. “Criar espaços onde as mulheres possam trabalhar com dignidade e construir sua própria renda é fundamental para romper ciclos de dependência e ampliar oportunidades. A Cerrado Feminino mostra o impacto real de políticas públicas bem direcionadas na vida dessas mulheres”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Além do espaço cedido pelo Governo do Distrito Federal, as trabalhadoras têm acesso a cursos de capacitação, aperfeiçoamento, especialização e formação empreendedora oferecidos pelas instituições parceiras. “Nosso foco é em produtos que remetam, de alguma forma, ao Cerrado. Porém, nesse período natalino, nós nos inspiramos em presentes, brindes e lembrancinhas que ressaltem a data”, contou a artesã Lia Barroso, 55 anos. “Nós estávamos com muitos materiais parados e sem ter como comercializá-los. A Cerrado Feminino veio para nos assegurar um local digno, bem frequentado e totalmente equipado para que pudéssemos expor nossos produtos, conquistando assim renda e autonomia”, destacou a artesã Luciene Alves dos Santos, 42 anos. Luciene Alves dos Santos, artesã: "A Cerrado Feminino veio para nos assegurar um local digno, bem frequentado e totalmente equipado para que pudéssemos expor nossos produtos, conquistando assim renda e autonomia" O projeto também atua em diferentes aspectos do desenvolvimento profissional, incentivando nessas mulheres o espírito empreendedor. Este é o segundo ciclo de atividades, e pelo menos mais um está previsto. Interessadas em participar das próximas edições devem acompanhar o site da Secretaria da Mulher para a publicação de possíveis editais em 2026. “Aqui é mais que uma loja, é uma incubadora de empreendedorismo feminino. Durante os três meses de cada ciclo, elas mergulham em atividades que vão assegurar a cada uma delas a autonomia para seguir com seus projetos e ampliá-los para além da Cerrado Feminino”, afirmou a subsecretária de Promoção das Mulheres do GDF, Renata Daguiar. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF aprova plano de metas para garantir novos avanços no combate à violência contra mulheres
Órgãos do Governo do Distrito Federal se reuniram nesta quinta-feira (11), no Edifício Sede II da Secretaria da Mulher (SMDF), na Asa Norte, para avançar na construção de políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência de gênero. O encontro teve como pauta central a aprovação do Plano Distrital de Combate à Violência Contra a Mulher, que estabelece metas e diretrizes para o período de 2025 a 2034. As ações e projetos aprovados no plano têm como foco a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar, além de iniciativas voltadas para outras formas de violência que atingem mulheres e meninas. Entre elas estão a violência sexual, patrimonial, a violência política de gênero e a violência institucional. O documento reforça o compromisso do GDF em ampliar o alcance e a efetividade das políticas públicas de proteção. Diversos órgãos do GDF se reuniram nesta quinta (11) para avançar na construção de políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência de gênero | Foto: Divulgação/SMDF Participaram representantes das secretarias de Educação (SEEDF), Justiça e Cidadania (Sejus-DF), Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e Segurança Pública (SSP-DF), além de equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. A articulação entre esses órgãos fortalece a rede de cuidado, garantindo respostas mais rápidas e eficazes diante das situações de violência. “A integração entre as instituições amplia a proteção às mulheres e fortalece ações de acolhimento, campanhas educativas e empoderamento das famílias em situação de vulnerabilidade”, destacou a vice-governadora Celina Leão. “Romper o ciclo da violência é um esforço que depende da união entre governo e sociedade.” [LEIA_TAMBEM]A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou que o diálogo entre as instituições permite identificar avanços e desafios na execução das políticas públicas: “O compartilhamento de dados e experiências facilita o aprimoramento das medidas já existentes e contribui para a criação de novas estratégias de atendimento e acolhimento”. Giselle reforçou que a expansão dos equipamentos públicos da Secretaria da Mulher segue como prioridade, com foco na prevenção, na informação e na ampliação do acesso das mulheres aos serviços. Os dados mostram a urgência das ações. De acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio, somente no primeiro semestre deste ano foram realizados 24.983 atendimentos psicossociais, acolhendo 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF. O observatório reúne informações sobre escolaridade, saúde, emprego, programas sociais e segurança pública, auxiliando a orientar a formulação das políticas públicas. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Painel destaca empregabilidade como caminho para prevenir violência doméstica no DF
Nesta quarta-feira (10), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) participou da 2ª Audiência Pública do Observatório Pró-Equidade da Justiça Militar da União, realizada no auditório do Superior Tribunal Militar (STM). O debate destacou a importância da empregabilidade como instrumento de autonomia econômica e prevenção à violência doméstica. Com o tema “Protocolos Unificados de Atendimento Humanizado às Vítimas de Violência”, a audiência foi conduzida pela ministra-presidente Maria Elizabeth Rocha e reuniu especialistas, representantes de órgãos públicos, entidades da sociedade civil e pesquisadores. O objetivo foi discutir a padronização de procedimentos que garantam atendimento digno, ágil e humanizado às vítimas. A Secretaria da Mulher do Distrito Federal participou da 2ª Audiência Pública do Observatório Pró-Equidade da Justiça Militar da União, nesta quarta (10) | Foto: Mardonio Vieira/SMDF A vice-governadora Celina Leão reforçou que o Governo do Distrito Federal tem o compromisso de criar caminhos para que mulheres reconstruam suas histórias com dignidade e independência: “Nosso objetivo é garantir não apenas a contratação, mas a permanência no emprego, fortalecendo a estabilidade emocional, financeira e social dessas mulheres. A autonomia econômica é parte fundamental para romper, de forma definitiva, o ciclo da violência.” Atualmente, 362 mulheres já estão inseridas no mercado de trabalho por meio de 12 Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados pela SMDF. Os acordos determinam que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem de 2% a 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. [LEIA_TAMBEM]A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que a SMDF criou uma área exclusiva para a empregabilidade, com foco na reconstrução de vidas. “Cada mulher é acompanhada por uma equipe de psicólogos, pedagogos e assistentes sociais, que contribuem para o fortalecimento emocional, profissional e social. Para os próximos 12 meses, nossa meta é ampliar significativamente esse número com novas parcerias. A pauta da mulher é de todos. Essas ações têm feito a diferença na vida de muitas famílias.” O Observatório Pró-Equidade, criado pelo STM, é um espaço de diálogo voltado ao fortalecimento da equidade, da inclusão e da proteção de grupos vulnerabilizados. Nesta segunda edição, o foco esteve na proteção de vítimas e no aprimoramento das redes de acolhimento, integrando perspectivas jurídicas, sociais, psicológicas e institucionais. Durante o evento, também foi apresentado o Livro-Guia de Licitações e Contratos sob a Perspectiva da Equidade, produzido a partir da primeira audiência pública do Observatório, realizada em agosto. “Esta audiência é mais um avanço na consolidação de protocolos de atendimento que priorizam a dignidade e a proteção integral das vítimas em todo o país. É a demonstração de que estamos construindo uma sociedade mais justa e solidária. Não se trata apenas de um esforço, mas de um movimento de interesse público que merece ser celebrado. Obrigada a todos que fazem parte disso”, afirmou a ministra-presidente Maria Elizabeth. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Pesquisa vai traçar panorama da violência contra a mulher no DF
O Governo do Distrito Federal (GDF) inicia, nesta segunda-feira (3), a pesquisa inédita Panorama da Violência contra a Mulher no Distrito Federal, que vai mapear o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica na capital. O objetivo é subsidiar ações e políticas públicas voltadas à proteção da vida e à segurança das mulheres. A coleta de dados será realizada até 11 de novembro. O levantamento é conduzido pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Vice-Governadoria e com a Secretaria da Mulher (SMDF). A pesquisa vai ouvir cinco mil pessoas — homens e mulheres — presencialmente, em todas as 35 regiões administrativas do DF. Além de traçar o perfil das mulheres vítimas de violência doméstica, o estudo vai investigar o contexto em que essas situações ocorrem: a presença de testemunhas, a autonomia financeira, as vulnerabilidades relacionadas às condições de trabalho, à rede de apoio e à presença de filhos. Também será analisado o grau de concordância da população com políticas públicas voltadas à proteção das vítimas e à promoção da equidade de gênero de forma mais ampla. Levantamento vai traçar o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica no Distrito Federal | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “Essa pesquisa representa um avanço importante no enfrentamento à violência de gênero em nossa capital. Ao detalhar o perfil sociodemográfico das vítimas, estabelecemos um alicerce sólido para a formulação de políticas públicas mais eficazes, visando assegurar a vida e a segurança das mulheres no Distrito Federal. Nosso compromisso é transformar nossa cidade no melhor lugar para nascer menina e crescer mulher”, afirma a vice-governadora, Celina Leão. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destaca que “compreender as múltiplas faces da violência é fundamental para enfrentá-la de forma eficaz. Esse estudo vai nos permitir enxergar a realidade das mulheres do Distrito Federal com mais profundidade, entender suas necessidades e fortalecer as políticas públicas que salvam vidas. A pesquisa é mais um passo do GDF no compromisso de proteger, acolher e garantir direitos às mulheres”. [LEIA_TAMBEM]O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino Barros Neto, reforça o papel estratégico do instituto: “Ao colocar esta pesquisa em campo, o IPEDF reafirma seu compromisso em fornecer inteligência de dados para orientar decisões públicas estratégicas. Com um diagnóstico sólido da violência contra a mulher no DF, o governo fortalece sua capacidade de responder com agilidade e responsabilidade, transformando conhecimento em ação concreta para proteger vidas”. Para a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF (Dipos), Marcela Machado, “ao ouvir mulheres e homens em todas as regiões do DF, buscamos compreender as múltiplas dimensões que atravessam a violência de gênero, desde a autonomia econômica até a rede de apoio disponível. Produzir dados de qualidade é garantir que nenhuma decisão sobre políticas para as mulheres seja baseada em suposições, mas em evidências concretas que respeitam a vida e a realidade de quem enfrenta a violência no cotidiano”. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)
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Acordo entre GDF e Ministério Público Federal garantirá contratação de mulheres vítimas de violência doméstica
Assegurar a contratação de mulheres em situação de vulnerabilidade econômica decorrente de violência doméstica e familiar é o objetivo do Acordo de Cooperação Técnica nº 2/2025, assinado entre a Secretaria-Geral do Ministério Público Federal (SG/MPF) e a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF). Com a adesão, quatro unidades do MPF em Brasília — a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Procuradoria da República no Distrito Federal (PRDF), a Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1) e a Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) — poderão empregar prestadoras de serviços que se enquadrem nesse perfil. O acordo foi firmado na manhã desta terça-feira (28), na sede da PGR. Acordo de cooperação técnica assinado entre GDF e MPF vai assegurar contratação de mulheres vítimas de violência doméstica | Foto: Zeca Ribeiro/MPF As vagas incluem serviços de portaria, copeiragem, limpeza, vigilância, apoio administrativo e brigadista, entre outros, sendo destinadas prioritariamente a candidatas que possuam filhos ou dependentes em idade escolar ou com deficiência, além de mulheres negras e pardas. As oportunidades também contemplam mulheres trans, travestis e outras identidades femininas. [LEIA_TAMBEM]Para a vice-governadora do DF, Celina Leão, cada nova parceria representa mais chances de reconstrução, dignidade e independência financeira. “A assinatura desse acordo vai ajudar na transformação de muitas vidas. Essa iniciativa reafirma o compromisso do GDF com a luta no combate à violência contra a mulher. Com políticas como essa, vamos garantir mais empregabilidade e autonomia financeira feminina.” Desde o início da atual gestão, já são 13 acordos de cooperação técnica firmados com instituições como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Senado Federal e a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A medida assegura mais empregos e novas perspectivas a mais de 250 mulheres. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou o emprego e a garantia de condições econômicas como meios para a quebra do ciclo da violência. “Os benefícios da contratação vão além, refletindo em benefícios para crianças e dependentes. Temos essa rede de proteção, mas nós queremos a prevenção. Quando você dá autonomia econômica à mulher, ela quebra ciclos de violência. Quem cuida de uma mulher, cuida de uma geração.” As quatro unidades do Ministério Público Federal em Brasília — PGR, PR/DF, PRR1 e ESMPU — aderiram ao acordo De acordo com o termo de cooperação, as empresas prestadoras de serviços continuados e terceirizados realizarão processo seletivo para contratação das trabalhadoras mediante acesso ao cadastro mantido pelas unidades da rede de atendimento às mulheres vinculadas à SMDF. Pelo formato de execução, a empresa contratada pela PGR solicitará à Secretaria da Mulher candidatas que se enquadrem no perfil. O processo é sigiloso, e a identidade das participantes não é exposta. A secretária-geral do MPF, Eliana Torelly, lembrou que as mulheres vítimas de violência precisam desse tipo de apoio para conseguir sair da situação de vulnerabilidade por meio da autonomia financeira. “Essa parceria representa um ganho coletivo e também para o Ministério Público Federal, que cumpre sua missão de combater todos os tipos de violência”, afirmou. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Palestras alertam sobre riscos digitais e desafios perigosos nas redes sociais
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) promove o ciclo de palestras "Desafio não é brincadeira", iniciativa que busca prevenir crimes e desafios perigosos nas redes sociais. Gratuito, o projeto é realizado em escolas, igrejas e comunidades, com a distribuição de cartilhas digitais contendo dicas de segurança. Voltados a jovens, pais, responsáveis, educadores e líderes comunitários, os encontros abordam temas como ciberbullying, estupro virtual, automutilação, aliciamento em jogos online, golpes digitais, assédio e desafios virtuais. “O uso excessivo e sem supervisão das mídias pode trazer impactos profundos no desenvolvimento psicológico e emocional infantil. O nosso objetivo é proteger as nossas crianças dos riscos crescentes no ambiente digital. Vamos continuar intensificando as ações de prevenção e esclarecimento sobre crimes virtuais e desafios perigosos que circulam nas redes sociais”, afirmou a governadora em exercício Celina Leão. Ciclo de palestras da SMDF busca prevenir crimes e desafios perigosos nas redes sociais | Foto: Divulgação/SMDF De abril a outubro deste ano, o programa percorreu diversas regiões administrativas, alcançando quase 10 mil pessoas em seis meses. As palestras são conduzidas por servidores da SMDF e contam com representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, conselheiros tutelares e psicólogos, que orientam o público e esclarecem dúvidas de forma técnica e acessível. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destaca que o projeto se consolidou como um movimento de educação, proteção e cidadania digital. “Essas ações são muito importantes para as famílias do DF, porque alertamos sobre os cuidados que precisamos ter com os nossos filhos. Essa ação mostra que o futuro dos jovens precisa ser cuidado com informação, responsabilidade e afeto”, ressaltou. [LEIA_TAMBEM]A programação é realizada pela Subsecretaria de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina (Subtinf). “A iniciativa reafirma o compromisso do GDF em construir um ambiente digital mais seguro, saudável e humano. A tecnologia faz parte da nossa vida, mas educar para o uso responsável é o que garante liberdade, proteção e oportunidades reais para as crianças e os adolescentes”, afirmou a subsecretária Sandra Faraj. Para a estudante Ana Laura, do Centro de Ensino Médio 9 da Ceilândia, a palestra esclareceu muitas dúvidas dos alunos. “Gostei bastante do projeto. Esse assunto é necessário, porque usamos muito a tecnologia, principalmente o celular. As dicas sobre os perigos na internet nos ajudam bastante no dia a dia”, contou. Solicitação de palestras Instituições interessadas em receber o projeto "Desafio não é brincadeira" podem entrar em contato pelo telefone (61) 98501-0220 ou pelo e-mail viviany.campos@mulher.df.gov.br. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF destaca protagonismo feminino nas salas de aula no Dia dos Professores
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) celebra o Dia dos Professores destacando o trabalho dos educadores e o impacto das ações da pasta dentro das escolas. Mais do que uma data comemorativa, o momento reforça o compromisso da pasta em ampliar o alcance de suas políticas públicas por meio da educação, fortalecendo o combate à violência e a promoção da igualdade de gênero em todo o DF. Nas salas de aula, homens e mulheres compartilham a missão de ensinar e inspirar, mas a presença feminina é predominante: são 17.019 professoras ativas na rede pública do Distrito Federal. São elas e seus colegas que, com escuta atenta e olhar sensível, tornam-se parceiras da Secretaria da Mulher no acolhimento, na orientação e na formação de uma geração mais consciente e empática. A rede pública de ensino do DF tem 17.019 professoras ativas, profissionais que orientam e formam uma geração mais consciente e empática | Foto: Arquivo/SMDF A governadora em exercício Celina Leão aponta que levar o debate sobre igualdade e respeito para dentro das escolas fortalece toda uma geração. “Os professores são peças essenciais nesse processo, porque são eles que escutam, orientam e acolhem. O impacto do trabalho desses profissionais vai muito além da sala de aula, são agentes transformadores”. "As mulheres têm uma habilidade natural de acolher e educar com sensibilidade, mas também com coragem e propósito. Esse olhar feminino é essencial para construir ambientes escolares mais justos e humano" Giselle Ferreira, secretária da Mulher Para a SMDF, as escolas são espaços estratégicos de transformação social, locais onde a educação se une às políticas públicas para prevenir a violência doméstica e fortalecer o respeito. Por meio de palestras, oficinas e projetos educativos, a secretaria leva suas ações diretamente às comunidades escolares, disseminando informações e valores que ajudam a romper ciclos de desigualdade e agressão. Entre as ações desenvolvidas pela Secretaria estão atividades educativas com temas como prevenção à violência doméstica, igualdade de gênero, autoestima e pertencimento. Essas iniciativas integram campanhas como o Agosto Lilás, que neste ano levou debates ao Centro Educacional 203 do Recanto das Emas e ao CEF 2 de Planaltina, promovendo o diálogo entre adolescentes sobre respeito e prevenção da violência. Outro destaque é o Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV), criado há um ano, para promover a prevenção primária da violência doméstica por meio de ações educativas e reflexivas voltadas a jovens, homens e mulheres, estimulando o respeito, a empatia e a corresponsabilidade social. O programa já atendeu cerca de 6 mil pessoas em todo o DF. [LEIA_TAMBEM]Essas iniciativas mostram que a Secretaria da Mulher, em parceria com a Secretaria de Educação, está presente nas escolas, aproximando as políticas públicas do cotidiano dos estudantes e reconhecendo nos professores importantes aliados na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. “Ser professora é exercer o poder da palavra, da escuta e da transformação. As mulheres têm uma habilidade natural de acolher e educar com sensibilidade, mas também com coragem e propósito. Esse olhar feminino é essencial para construir ambientes escolares mais justos e humanos”, destaca a secretária da Mulher e também professora, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF e governo federal alinham implantação da nova Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) segue ampliando políticas públicas de proteção e acolhimento às mulheres, com foco na prevenção e no fortalecimento da rede. Com o objetivo de alinhar as próximas etapas para a implantação da nova sede da Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto, a titular da pasta, Giselle Ferreira, se reuniu nesta terça-feira (7) com a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra. A Casa da Mulher Brasileira é considerada um marco na política de enfrentamento à violência de gênero no país. Com uma unidade em funcionamento em Ceilândia desde 2020, o equipamento público já transformou a vida de centenas de mulheres do DF, oferecendo atendimento humanizado, orientação jurídica, apoio psicossocial, acesso à rede socioassistencial e abrigamento temporário. A Casa da Mulher Brasileira oferece atendimento humanizado, orientação jurídica, apoio psicossocial, acesso à rede socioassistencial e abrigamento temporário | Foto: Divulgação/SMDF “Esse espaço representa dignidade e segurança para mulheres que estão buscando apoio. É onde elas encontram acolhimento, orientação e a chance real de reconstruir suas vidas. A nova Casa da Mulher Brasileira será mais uma porta aberta para recomeços, para que nenhuma mulher precise enfrentar a violência sozinha”, afirmou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. "A nova sede no Plano Piloto será estratégica para ampliar o acesso das mulheres ao atendimento integrado" Giselle Ferreira, secretária da Mulher A implantação de uma nova sede no centro da capital federal ampliará significativamente o acesso a esses serviços e fortalecerá ainda mais a rede de proteção que, no primeiro semestre de 2025, atendeu 7.451 mulheres, de acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio. Giselle Ferreira apontou que a implantação da nova unidade reflete o compromisso da gestão com o aprimoramento das políticas públicas voltadas às mulheres. “Estamos estruturando uma política sólida, com foco na prevenção e no fortalecimento da rede de acolhimento. A nova sede no Plano Piloto será estratégica para ampliar o acesso das mulheres ao atendimento integrado, reforçando a atuação da Secretaria em todas as regiões do DF”, declarou. Estela Bezerra destacou a importância da cooperação entre os governos federal e distrital para viabilizar iniciativas como essa. “A construção da nova sede da Casa da Mulher Brasileira no DF simboliza a união de esforços em torno de uma política de Estado. A parceria com a Secretaria da Mulher do DF tem sido fundamental para fortalecer o atendimento às mulheres em situação de violência, com estrutura e efetividade”, pontuou. [LEIA_TAMBEM]A atuação da Secretaria da Mulher do DF tem se pautado por ações contínuas de prevenção, combate à violência, promoção de direitos e autonomia das mulheres. Com foco em uma abordagem transversal, a política pública é construída de forma integrada com demais órgãos do GDF, movimentos sociais e instituições da sociedade civil. Com investimentos crescentes e compromisso institucional, o Governo do Distrito Federal consolida sua atuação como referência nacional na proteção às mulheres, reafirmando que o enfrentamento à violência é prioridade e que Brasília está cada vez mais preparada para acolher, proteger e garantir os direitos de todas. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF amplia rede de acolhimento a vítimas em situação de violência e registra já mais de 25 mil atendimentos em 2025
“Eu cheguei aqui de uma forma bem vulnerável, debilitada, sem apoio da família e sem saber para onde correr. Hoje, posso dizer que encontrei uma nova vida, uma rede de apoio que me deu forças para recomeçar.” O relato é de Joana*, mãe solo de cinco filhos, que durante cinco anos viveu um relacionamento abusivo e foi vítima de violência, sendo mantida em cárcere privado por mais de dois anos. Joana chegou ao Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) há seis meses. Desde então, participa do grupo psicossocial Virando a Página, que ocorre de forma remota às quartas-feiras e reúne cerca de 30 participantes — os encontros são conduzidos por um psicólogo. Além disso, Joana passou a frequentar toda quinta-feira à tarde os cursos de artesanato do Ceam, onde tem aprendido fuxico, tapeçaria, crochê e bordado. Hoje, além do acompanhamento psicológico e social, ela recebe o Bolsa Família e o auxílio aluguel social, benefício temporário de R$ 600 mensais destinado a mulheres em situação de violência doméstica que precisam deixar suas casas para viver com segurança. Joana* encontrou ajuda no Centro Especializado de Atendimento à Mulher para sair do ciclo de violência que vivia em seu relacionamento | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Rede em expansão Histórias de superação como a de Joana refletem o fortalecimento da rede de atendimento no Distrito Federal. Em apenas dois anos, a Secretaria da Mulher ampliou de 14 para 31 o número de unidades de acolhimento espalhadas por todas as regiões administrativas. As unidades oferecem escuta qualificada, orientação jurídica, apoio psicossocial e encaminhamentos para a rede de proteção. A Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo permanecem como referências de assistência, enquanto os novos centros, núcleos especializados e unidades móveis reforçam a capilaridade dos serviços. "A missão da Secretaria da Mulher é a prevenção, a informação. Quando acontece a violência, a gente tem que enfrentar; mas a gente quer que ela não aconteça e é por isso que a gente tem feito essa política de levar campanha, de levar informação e de, cada vez mais, ampliar os nossos espaços públicos. Nós saímos de 14 unidades para 31 unidades, este ano inauguramos quatro Centros de Referência da Mulher Brasileira para ampliar essa rede. Porque nós, mulheres, temos uma tripla jornada e se a mulher não vai buscar seu apoio, buscar sua informação, a informação tem que ir até ela”, destaca a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Nos seis primeiros meses deste ano, foram registrados 24.983 atendimentos psicossociais em todas as unidades, com 11.226 mulheres acolhidas, conforme dados do Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio. A ampliação da rede foi possível graças ao aumento do orçamento da Secretaria da Mulher, que cresceu 743% entre 2020 e 2024. Em 2020, pouco mais de R$ 10,3 milhões foram aplicados. No ano passado, o valor empenhado chegou a $86,9 milhões. “Quem cuida de uma mulher, cuida de uma família, cuida de uma geração. Se a mulher está bem, com certeza nós vamos ter um mundo melhor. Então, é um investimento. Este é um governo amigo da mulher”, acrescenta a secretária. “Com o investimento contínuo e a expansão de nossa rede de acolhimento, mostramos o compromisso de nossa gestão em proteger e garantir o desenvolvimento integral de cada mulher. Nosso objetivo é que todas tenham acesso rápido e humanizado a serviços públicos e oportunidades para alcançar sua autonomia financeira. São políticas públicas que transformam vidas, tornando o DF um lugar cada vez melhor para as mulheres”, emenda a vice-governadora Celina Leão. Em apenas dois anos, a Secretaria da Mulher ampliou de 14 para 31 o número de unidades de acolhimento espalhadas por todas as regiões administrativas Responsabilização dos agressores A rede também atua na reeducação de homens autores de violência. Por meio de encontros com grupos reflexivos, o atendimento busca romper padrões de comportamento e prevenir reincidência. João* foi um dos assistidos. “No início, cheguei acanhado, fechado; mas fui acolhido e percebi que muito do que eu achava que estava certo era errado. Mudei meu jeito de pensar e agir. Hoje, sou uma pessoa diferente, aprendi a conversar antes de reagir, a ter paciência. Hoje, consegui reconstruir o diálogo com minha família”, relata. Segundo ele, o espaço funciona como uma oportunidade de reflexão. “Quando uma mulher é agredida, o silêncio protege o agressor, mas o agressor também precisa se proteger dele mesmo, porque cada violência só o aprisiona mais. Esse programa me deu coragem para mudar”, desabafa. A rede de acolhimento também atua na reeducação de homens autores de violência. "Hoje, sou uma pessoa diferente, aprendi a conversar antes de reagir, a ter paciência. Hoje, consegui reconstruir o diálogo com minha família", relata João*, um dos assistidos Denúncia Se você está passando por uma situação de violência, denuncie por meio do 197 (Polícia Civil); 190 (Polícia Militar); 156, opção 6 (Central 156 do GDF); 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online. Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico a mulher disponíveis no DF: ⇒ Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF ⇒ Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania ⇒ Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia ⇒ Centro de Referência da Mulher Brasileira ⇒ Centro Especializado de Atendimento à Mulher ⇒ Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. *Todos os personagens usaram nome fictício por questões de segurança
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DF amplia rede de proteção a mulheres em situação de vulnerabilidade
Agência Brasília · DF AMPLIA REDE DE PROTEÇÃO A MULHERES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE O Dia Internacional da Não Violência é celebrado em 2 de outubro, data de nascimento de Mahatma Gandhi, líder indiano que difundiu a filosofia da paz e da resistência pacífica contra a injustiça. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), vem consolidando uma rede cada vez mais ampla e eficiente de atendimento às mulheres em situação de violência. Desde 2023, o número de unidades voltadas ao atendimento do público feminino saltou de 14 para 31, representando um crescimento expressivo na estrutura de apoio às mulheres do DF. Para a vice-governadora, Celina Leão, a expansão da rede reforça o compromisso do Executivo local em garantir que mulheres em todo o Distrito Federal tenham acesso ágil e humanizado a serviços especializados de enfrentamento à violência. “O GDF age com coragem e responsabilidade para proteger vidas. Investir em políticas públicas para mulheres e homens significa salvar histórias e construir uma sociedade mais justa”, afirma. O Governo do Distrito Federal tem ampliado a rede de atendimento às mulheres em situação de violência | Foto: Arquivo/SMDF Entre janeiro e agosto, os serviços da Secretaria da Mulher atenderam milhares de mulheres em situação de vulnerabilidade, oferecendo rede de proteção e acolhimento. Na Casa da Mulher Brasileira, foram realizados 7.451 atendimentos, beneficiando 3.303 mulheres. A Casa Abrigo registrou 4.382 atendimentos, com 484 pessoas acolhidas. [LEIA_TAMBEM]Já nos Espaços Acolher, foram 8.580 atendimentos e 4.767 acolhidas, enquanto o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) registrou 4.570 atendimentos, recebendo 2.140 pessoas. Os dados evidenciam o impacto positivo das políticas públicas voltadas às mulheres no DF. “Cada mulher que se liberta da violência abre caminho para todas as outras. Nosso compromisso é ampliar o acesso à rede de proteção, oferecer condições reais de autonomia e mostrar que nenhuma está sozinha. Esses números não são apenas estatísticas, são histórias de acolhimento, superação e fortalecimento da autonomia”, aponta a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira. Dia Internacional da Não Violência A ONU instituiu a data em 2007 com o objetivo de fortalecer a cultura da paz, do diálogo, da tolerância e da compreensão entre os povos. No Brasil, o dia também é marcado por ações de conscientização contra todas as formas de violência — física, psicológica, patrimonial, moral e sexual — valores que norteiam as iniciativas da Secretaria da Mulher no DF. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF promove mês de prevenção e cuidado pela vida das mulheres no Outubro Rosa
A Secretaria da Mulher (SMDF) deu início, nesta quarta-feira (1º/10), à programação especial do Outubro Rosa, campanha internacional de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Ao longo de todo o mês, monumentos serão iluminados com a cor da iniciativa; também serão realizadas atividades esportivas, culturais e de bem-estar, com oferta de serviços gratuitos à população. A programação especial do Outubro Rosa vai levar atividades esportivas, culturais e de bem-estar para vários pontos do DF ao longo do mês | Fotos: Divulgação/SMDF A abertura da campanha ocorre com a iluminação em rosa do Palácio do Buriti, da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), do Tribunal de Justiça (TJDF), do Tribunal de Contas (TCDF) e da Torre de TV. O gesto simbólico chama a atenção da sociedade para a importância do tema e transforma a paisagem urbana em um grande lembrete da causa. “O Outubro Rosa é um convite para refletirmos sobre a importância da vida e do cuidado. Essa campanha mostra que a prevenção é uma forma de amor, de consciência e de responsabilidade consigo mesma e com quem está ao nosso lado. Cada ação neste mês reforça que, quando caminhamos juntas, conseguimos salvar vidas”, destacou a vice-governadora Celina Leão. "Nossa programação foi pensada para acolher, informar e fortalecer as mulheres, lembrando que a prevenção é o caminho mais poderoso que temos" Giselle Ferreira, secretária da Mulher Na sexta-feira (3), a Rodoviária Interestadual de Brasília vai receber a ação “Empodere-se Mulher — Outubro Rosa”. Das 14h às 17h, equipes da SMDF realizarão palestra sobre prevenção ao câncer de mama e apresentarão os equipamentos da pasta. Também serão oferecidos atendimentos de biomedicina (tipagem sanguínea, aferição da pressão arterial e teste glicêmico), vacinação, serviços de odontologia (orientações sobre saúde bucal) e testes rápidos, além de fitoterapia, aferição da pressão ocular, entrega de kits de higiene pessoal, brindes, alongamento, escalda-pés, auriculoterapia, massoterapia e atividades de educação no trânsito, com teatro infantil e distribuição de material didático. No sábado (4), será realizado o evento Celebrar a Vida — Remada Rosa, no Clube Ascade, das 9h às 17h. Inspirada nas iniciativas internacionais das Remadoras Rosa, a atividade celebra a vida, valoriza a superação do câncer de mama e reforça os benefícios físicos e emocionais do esporte como ferramenta de reabilitação e bem-estar. As atividades da campanha buscam orientar sobre prevenção ao câncer de mama com palestras e distribuição de material informativo A programação terá como destaque a Cerimônia das Flores, às 9h, no Lago Paranoá, quando barcos decorados de rosa homenagearão as mulheres que não sobreviveram à doença. Logo depois, ocorre a Remada Rosa, em que sobreviventes do câncer de mama remam juntas em barcos do tipo Dragon Boat, simbolizando força e união. Durante todo o dia, o público poderá participar de atividades gratuitas, como consultas de medicina chinesa, sound healing, rodas de conversa com oncologistas, yoga, zumba, capoterapia, práticas integrativas da Secretaria de Saúde (SES-DF), peça teatral e vacinação. Também serão oferecidos atendimentos estéticos e ações voltadas à autoestima. [LEIA_TAMBEM]“O Outubro Rosa é uma rede de afeto e conscientização. Nossa programação foi pensada para acolher, informar e fortalecer as mulheres, lembrando que a prevenção é o caminho mais poderoso que temos. Mais do que falar de saúde, estamos falando de esperança, de união e de valorização da vida das mulheres do Distrito Federal”, afirmou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. No dia 11, a programação segue para Águas Lindas, com a Caminhada Rosa, em parceria com a ONG Sara Mulher — a concentração será às 9h, na Praça da Bíblia. Já no JK Shopping, o projeto Realize com Pipoca — Especial Outubro Rosa oferecerá sessões gratuitas de cinema no Cineflix, das 9h às 13h. O público poderá assistir ao filme brasileiro Câncer com Ascendente em Virgem (2024), além de participar de momentos de conscientização sobre a importância do autoexame e dos exames de rotina. Também haverá distribuição de materiais informativos. O Outubro Rosa é um mês para lembrar que a prevenção é um gesto de amor e cuidado. Mais do que uma campanha de saúde, é um movimento de conscientização e valorização da vida. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Projeto ‘Mulher, Não se Cale!’ leva ações contra violência de gênero às estações de metrô do DF
Agência Brasília · PROJETO ‘MULHER, NÃO SE CALE!’ LEVA AÇÕES CONTRA VIOLÊNCIA DE GÊNERO ÀS ESTAÇÕES DE METRÔ DO DF A Secretaria da Mulher (SMDF) lança, na próxima sexta-feira (26), a 4ª edição do projeto “Mulher, Não se Cale!”, em parceria com o Instituto Inside e apoio do Metrô-DF. A abertura, com divulgação das peças da campanha, será na Estação Galeria, às 10h, e marcará o início de uma série de atividades que se estenderão até janeiro de 2026. "Essa iniciativa demonstra a importância da atuação integrada entre governo, sociedade civil e parceiros institucionais, fortalecendo a rede de apoio e garantindo que as mulheres do DF saibam que não estão sozinhas. Nosso maior propósito é que cada mulher se sinta encorajada a denunciar, a romper o ciclo da violência e a acreditar que o GDF está ao seu lado para garantir segurança, dignidade e futuro." destaca a vice governadora Celina Leão. No evento, aberto ao público, haverá estandes de acolhimento, distribuição de materiais com orientações sobre canais de denúncia e entrega de folders educativos, buscando ampliar a conscientização e fortalecer a rede de apoio às vítimas. As atividades também incluem ações de beleza, como maquiagem e massagem para os participantes. Em sua 4ª edição, projeto 'Mulher, Não se Cale!" levará estandes de acolhimento e distribuição de materiais com orientações sobre canais de denúncia a estações do Metrô-DF | Fotos: Vinícius de Melo/SMDF Para Giselle Ferreira, secretária da Mulher, levar essa iniciativa para dentro das estações, em parceria com o Metrô-DF, mostra que o enfrentamento à violência de gênero é uma causa coletiva, que exige comprometimento de todos. "Ao ocupar o transporte público e locais de grande circulação, conseguimos ampliar a conscientização de que a proteção à mulher é responsabilidade de todos e mostrar que elas não estão sozinhas, que o GDF está preparado para acolhê-las.” [LEIA_TAMBEM]Com expectativa de alcançar mais de 590 mil pessoas, entre público direto e indireto, a campanha segue até o dia 8 de janeiro de 2026 e terá três grandes frentes de atuação. Em oito estações estratégicas — como Taguatinga Sul, Shopping e Samambaia Sul — será realizada a campanha educativa com a veiculação de cartazes, banners e adesivos, que se estenderá aos trens até o dia 28 de dezembro. Um estande itinerante irá circular por dez estações até 18 de outubro, com distribuição de material informativo e mobilização social. Um outro estande, com serviços gratuitos de maquiagem, massagem e orientações sobre canais de denúncia, passará pelas estações Galeria, Praça do Relógio e Ceilândia Centro. 4ª edição do projeto “Mulher, Não se Cale!” Local: Estação Galeria (Asa Sul) Horário: 10h Mais informações: Site oficial do projeto *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Samambaia recebe primeiro encontro do Programa ElavAI
Agência Brasília · SAMAMBAIA RECEBE PRIMEIRO ENCONTRO DO PROGRAMA ELAVAI Nos dias 16 e 17 de setembro, a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) promoveu o primeiro encontro do ElavAI, realizado no Centro Educacional CCI Sênior, em Samambaia. O evento reuniu mais de 100 participantes interessadas em tecnologia, inovação e ferramentas digitais aplicadas às vidas pessoal e profissional. O ElavAI é um programa de capacitação digital e impacto social que utiliza a tecnologia como instrumento para elevar pessoas, negócios e comunidades. A proposta é promover inclusão digital e gerar oportunidades de trabalho, renda e segurança digital. O projeto atende diferentes grupos, como mulheres, jovens, idosas e trabalhadores do campo, oferecendo aprendizado prático e acessível sobre inteligência artificial e transformação digital. “Capacitar mulheres e diferentes grupos sociais para o uso da tecnologia é investir em autonomia, inclusão e geração de oportunidades. O ElavAI fortalece essa visão ao aproximar a inteligência artificial da vida real das pessoas”, destacou a vice-governadora do DF, Celina Leão. O ElavAI é um programa de capacitação digital que utiliza a tecnologia como instrumento para promover inclusão e gerar oportunidades de trabalho | Fotos: Joel Martins/SMDF No primeiro dia, a programação abordou o tema Inteligência Emocional, com palestra de Thais Ramalho, em parceria com a Febracis. Já no segundo dia, os participantes acompanharam conteúdos sobre Marketing Digital, ministrado por Rebeca Cavalcante, e Inteligência Artificial, com Gabriela Melo. “Nosso compromisso é apoiar iniciativas que unem inovação, empreendedorismo e inclusão. O ElavAI mostra que a tecnologia pode ser uma ferramenta de transformação social, especialmente para mulheres e comunidades em maior vulnerabilidade”, afirmou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. "Precisamos nos reconhecer, valorizar nosso lugar e não permitir que situações do cotidiano nos reprimam. Essa vivência foi muito significativa para mim" Rebeca Oliveira, estudante Durante a segunda etapa do evento, os inscritos também tiveram acesso a um bônus voltado para imagem pessoal e comportamento, destacando a importância da apresentação, da vestimenta e da etiqueta como fatores que impactam diretamente o desenvolvimento de negócios. “Tem sido uma tarde de muito conhecimento, falando sobre tomada de decisão, com muitos aprendizados. Minha expectativa está elevadíssima, porque tenho certeza de que a semente está sendo plantada. Essas jovens, essas mulheres que estão aqui, não serão mais as mesmas a partir desse dia. Tenho plena convicção disso no meu coração”, ressaltou Thais Ramalho. Com a realização do primeiro encontro, a SMDF reforça a importância de programas que unem tecnologia, capacitação e impacto social, ampliando o acesso ao conhecimento e fortalecendo políticas públicas voltadas à inclusão digital no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]“É muito importante compreender o nosso posicionamento como mulher. Precisamos nos reconhecer, valorizar nosso lugar e não permitir que situações do cotidiano nos reprimam. Essa vivência foi muito significativa para mim”, afirmou a estudante Rebeca Oliveira, de 16 anos. Continuidade do programa O curso terá sequência em formato híbrido, unindo aulas online e oficinas presenciais. A programação contará com: → Aulas virtuais de aprofundamento em Marketing Digital e Inteligência Artificial; → Oficinas presenciais voltadas à aplicação prática dos conteúdos. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Agosto Lilás: GDF fecha o mês com mais de cem ações em todas as regiões administrativas
Agência Brasília · AGOSTO LILÁS - GDF FECHA O MÊS COM MAIS DE CEM AÇÕES EM TODAS AS REGIÕES ADMINISTRATIVAS Durante todo o mês de agosto, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu mais de cem eventos em todas as regiões administrativas. As atividades integraram a programação do Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, com foco em informar, acolher, proteger e empoderar mulheres em situação de vulnerabilidade. A agenda incluiu desde iniciativas itinerantes até palestras educativas, sempre voltadas à promoção dos direitos femininos e ao fortalecimento da rede de proteção. A programação do Agosto Lilás da Secretaria da Mulher incluiu encontros comunitários e palestras educativas, entre outras atividades | Fotos: Henrique Araújo/SMDF Para ampliar a integração entre os equipamentos da SMDF e a comunidade, foram realizadas 36 ações institucionais: 14 palestras e capacitações, dez encontros comunitários e 12 grandes eventos. As iniciativas sensibilizaram a sociedade sobre a importância do enfrentamento à violência contra a mulher, fortaleceram a rede de proteção e ampliaram o alcance das políticas públicas voltadas ao público feminino, impactando diretamente mais de 7 mil pessoas no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]As ações ocorreram em diversas regiões administrativas e contaram com a participação de órgãos públicos, escolas e instituições privadas. Também houve distribuição de absorventes, com o objetivo de combater a pobreza menstrual, reduzir a vulnerabilidade de mulheres e meninas e garantir acesso a itens de higiene essenciais, reforçando o compromisso da pasta com saúde, bem-estar e inclusão social. “As ações realizadas pela Secretaria da Mulher durante o Agosto Lilás mostram o quanto este GDF tem trabalhado com seriedade, presença e resultados na vida das mulheres do Distrito Federal. Foi um mês inteiro de atividades que levaram informação, acolhimento e serviços essenciais para todas as regiões. O sucesso da campanha reforça nosso compromisso com políticas públicas que garantam mais dignidade, segurança e oportunidades para as mulheres”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Um dos destaques da mobilização foi a atuação da Casa da Mulher Itinerante, que esteve no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da Estrutural, oferecendo atendimento jurídico especializado, palestras sobre direitos das mulheres, saúde, autoestima e cidadania, além de serviços gratuitos de emissão de documentos. A iniciativa foi essencial para levar informação e acolhimento às mulheres da região, reforçando o compromisso do GDF com a descentralização e o acesso equitativo às políticas públicas de proteção. Durante a ação, foram atendidas 444 mulheres e 480 crianças, evidenciando o impacto concreto da presença do equipamento móvel em comunidades de maior vulnerabilidade social. A 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres reuniu mais de 700 participantes e aprovou 12 propostas distritais, que serão apresentadas na etapa nacional “Todas essas ações são fruto de um trabalho incansável da nossa equipe e da dedicação diária da Secretaria da Mulher. O Agosto Lilás é uma vitrine do que realizamos ao longo de todo o ano. O cuidado com as mulheres não é pontual, é constante. Trabalhamos todos os dias para oferecer dignidade, acolhimento e oportunidade às mulheres do Distrito Federal”, declarou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Outro marco do mês foi a 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres, realizada na Biblioteca Nacional de Brasília, com o tema “Mais democracia. Mais igualdade. Mais conquistas para todas”. O evento reuniu mais de 700 participantes e aprovou 12 propostas distritais, que serão apresentadas na etapa nacional. Uma delegação de 47 mulheres representará o DF na conferência federal, demonstrando o engajamento político e social das brasilienses. As atividades do Agosto Lilás evidenciam o compromisso permanente do GDF, por meio da Secretaria da Mulher, com a construção de políticas públicas que não apenas combatem a violência de gênero, mas também promovem autonomia, proteção e fortalecimento das mulheres em toda a sua diversidade. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Estrutural recebe ação do Agosto Lilás com serviços gratuitos para mulheres e crianças
Agência Brasília · ESTRUTURAL RECEBE AÇÃO DO AGOSTO LILÁS COM SERVIÇOS GRATUITOS PARA MULHERES E CRIANÇAS A Casa da Mulher Itinerante, projeto que percorre as regiões administrativas para ampliar o acesso das mulheres aos serviços públicos e à rede de proteção do Distrito Federal, está no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da Estrutural até esta quinta-feira (28), das 8h às 17h. Com entrada gratuita, a programação inclui palestras da Secretaria da Mulher (SMDF) sobre direito, saúde, autoestima e cidadania, além da emissão de carteira de identidade, disponibilizada pela Polícia Civil. O evento também oferece atividades de bem-estar em parceria com o Instituto Me Ajude a Ajudar e ações esportivas com a Academia da Melhor Idade de Samambaia. As mulheres que participaram da Casa da Mulher Itinerante aproveitaram serviços de manicure, corte de cabelo, escova, maquiagem e design de sobrancelhas | Foto: Henrique Araújo/SMDF “É gratificante ver a Casa Itinerante em ação, acolhendo tantas mulheres e levando o cuidado para perto de quem mais precisa. Esse trabalho reforça o compromisso do GDF em garantir proteção, dignidade e autonomia às mulheres do Distrito Federal”, destaca a vice-governadora Celina Leão. Serviços de beleza, como corte de cabelo, escova, maquiagem e design de sobrancelhas, além de biodança, coffee break, brindes e degustação de sucos, estão sendo oferecidos. Para as crianças, a diversão é garantida com brinquedos infláveis, pipoca e algodão-doce. Também há distribuição de absorventes para as mulheres da região. [LEIA_TAMBEM]“Ver esse movimento de acolhimento e empoderamento acontecendo na Estrutural é motivo de orgulho. A Casa da Mulher Brasileira Itinerante é mais que um serviço. É uma demonstração do comprometimento da Secretaria da Mulher em combater a violência e construir uma sociedade mais justa para todas”, ressalta a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. A moradora da Estrutural Dayane Barbosa, de 28 anos, cortou os cabelos e participou das atividades oferecidas. “Eu gostei muito, adorei o corte de cabelo. Queria ter feito mais coisas… Eu gostei bastante e estou indicando para outras mulheres. Acho muito importante termos essa valorização. Quando você faz uma coisa que quer muito, você fica muito feliz”, afirmou Dayane. No local, as participantes também podem acessar atendimento jurídico especializado, oferecido pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF). Para Rafaela Mitre, defensora pública, o evento é uma oportunidade de levar a informação para mais perto das mulheres. “Oferecemos orientação jurídica, ajuizamento de ações de direito de família, pedido de certidões atualizadas de nascimento e de divórcio”, destaca. A Secretaria da Mulher estima impactar a vida de centenas de mulheres com a Casa da Mulher Itinerante durante os dois dias de evento, levando serviços essenciais diretamente a quem mais precisa. A iniciativa integra a programação do Agosto Lilás, período em que a SMDF intensifica e amplia suas ações de enfrentamento à violência e de promoção dos direitos das mulheres. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF intensifica combate à violência de gênero com serviços gratuitos na Estrutural
Agência Brasília · GDF INTENSIFICA COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO COM SERVIÇOS GRATUITOS NA ESTRUTURAL A Estrutural receberá uma ação voltada ao cuidado e à proteção das mulheres. A Casa da Mulher Brasileira Itinerante, projeto da Secretaria da Mulher (SMDF), oferecerá uma série de serviços gratuitos, criando um espaço de acolhimento, orientação e empoderamento para mulheres em situação de vulnerabilidade. A iniciativa ocorrerá na quarta (27) e na quinta-feira (28), no Centro Olímpico e Paralímpico da cidade, das 8h às 17h. O projeto Casa da Mulher Brasileira Itinerante chega à Estrutural nesta quarta (27), com acolhimento, orientação e serviços gratuitos para mulheres em situação de vulnerabilidade | Fotos: Divulgação/SMDF Com acesso livre e gratuito, a programação inclui atendimento jurídico especializado, oferecido pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), e palestras da SMDF sobre direitos da mulher, saúde, autoestima e cidadania. A ação também contará com atividades de bem-estar, em parceria com o Instituto Me Ajude a Ajudar, além de atividades esportivas com a Academia da Melhor Idade de Samambaia e momentos de lazer para toda a comunidade. [LEIA_TAMBEM]“Levar a Casa Itinerante para perto das mulheres é garantir que o acolhimento e o cuidado cheguem a quem mais precisa. É uma forma concreta de enfrentamento à violência e promoção de autonomia”, afirma a vice-governadora do DF, Celina Leão. Também estarão disponíveis serviços de beleza, como corte de cabelo, escova, maquiagem e design de sobrancelhas, além de biodança, coffee break, brindes e degustação de sucos. As crianças poderão aproveitar brinquedos infláveis, pipoca e algodão-doce. Haverá ainda doação de absorventes para as mulheres da região. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a ação fortalece o compromisso do GDF com a proteção feminina. “Esse trabalho vai além do atendimento. Ele representa o compromisso da secretaria com o combate à violência, com a dignidade e com a construção de uma sociedade mais justa para todas as mulheres”, destacou. Nos dois dias, o evento terá ainda apresentações culturais em parceria com a Secretaria de Esporte, promovendo interação e lazer para a comunidade. Os cantores Levi e Mônica se apresentarão no dia 27, às 9h30. No dia 28, será a vez da cantora Anna Cathleen, às 9h. Também estarão disponíveis serviços de beleza, como corte de cabelo, escova, maquiagem e design de sobrancelhas, além de biodança e distribuição de brindes Saiba mais A Casa da Mulher Brasileira Itinerante é um projeto que percorre as regiões administrativas, ampliando o acesso das mulheres aos serviços públicos e à rede de proteção do DF. Mais informações sobre os serviços oferecidos pela Casa da Mulher Brasileira e sua atuação no enfrentamento à violência contra a mulher estão disponíveis no site oficial do equipamento. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres será realizada em agosto
Agência Brasília · CONFERÊNCIA DISTRITAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES SERÁ REALIZADA EM AGOSTO Com o tema “Mais democracia, mais igualdade e mais conquistas para todas”, a 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres será realizada nos dias 23 e 24 de agosto, em Brasília. O encontro tem como objetivo integrar propostas para o fortalecimento e a ampliação de políticas públicas voltadas às mulheres, a partir da perspectiva da interseccionalidade. A 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres está marcada para os dias 23 e 24 de agosto | Fotos: Henrique Araújo/Arquivo SMDF A conferência visa contribuir para a elaboração do III Plano Distrital de Políticas Públicas para Mulheres, para o fortalecimento da participação social e para a construção democrática da gestão de políticas públicas. Também serão debatidas estratégias para promover maior diálogo entre governo e sociedade civil, incorporar saberes e experiências locais, mapear instituições que atuam na defesa dos direitos das mulheres, fortalecer redes de proteção, integrar políticas públicas e estimular coletivos e organizações feministas como protagonistas das transformações sociais. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância da conferência como espaço de construção coletiva e fortalecimento das políticas públicas: “O GDF está comprometido em ouvir as mulheres e transformar essas escutas em ações concretas. A conferência é um momento decisivo para que possamos construir políticas mais inclusivas, que atendam às realidades diversas do nosso DF, especialmente com foco nas mulheres em situação de vulnerabilidade”. "A conferência é um processo democrático para que as mulheres de todas as regiões do DF sejam ouvidas e participem ativamente da construção de soluções" Giselle Ferreira, secretária da Mulher A programação da conferência – estruturada em três eixos temáticos: prevenção e enfrentamento das violências contra as mulheres; promoção das mulheres em todas as suas dimensões, com foco em diversidade, interseccionalidade e justiça; e participação política, paridade e fortalecimento do Sistema Nacional de Políticas para as Mulheres – considera as dimensões de classe, raça, etnia, geração, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência e localização territorial (rural e urbana), entre outras, assegurando a escuta das diferentes realidades vividas pelas mulheres no Distrito Federal. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o evento se consolida como um espaço fundamental para a escuta e o diálogo. “A conferência é um processo democrático para que as mulheres de todas as regiões do DF sejam ouvidas e participem ativamente da construção de soluções. Vamos fortalecer redes, acolher propostas e garantir que nenhuma mulher fique de fora das decisões que impactam sua vida”, afirmou. Presidido pelo Conselho dos Direitos da Mulher do DF, o encontro contará com a participação de movimentos feministas, organizações de mulheres, segmentos sociais diversos e órgãos da Rede Distrital de Proteção à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, além da Rede de Proteção aos Órfãos do Feminicídio. Ao final, será eleita a delegação que representará o DF na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, assegurando a diversidade e as especificidades das participantes. Etapas regionais [LEIA_TAMBEM]Antes da etapa distrital, serão realizadas três conferências regionais, com participação livre de mulheres, que elegerão 200 representantes da sociedade civil para a conferência principal. As etapas ocorrerão nas seguintes datas e regiões: → Conferência Regional I, em Ceilândia, no domingo (27) – 80 representantes → Conferência Regional II, no Gama, no sábado (26) – 60 representantes → Conferência Regional III, em Sobradinho, também no sábado (26) – 60 representantes Cada regional contemplará um conjunto de regiões administrativas, considerando a população local e garantindo a participação ampla e representativa das mulheres de todas as regiões do DF. A conferência visa contribuir para a elaboração do III Plano Distrital de Políticas Públicas para Mulheres Conferência Regional de Políticas para Mulheres – Sobradinho · Dia: Sábado (26) · Local: Centro de Ensino Médio 01 de Sobradinho (Quadra 04, Área Especial 04) · Horário: 8h às 17h · Palestrantes: Berenice Darc (Conselheira Nacional, representando a CNTE) e Adriana Santos (Conselheira Nacional, representando o Fórum de Mulheres do Mercosul) · Atrações culturais: Cantora Rosemarry (Conselheira de Cultura de Sobradinho e presidente da Academia de Letras e Belas Artes de Sobradinho) Conferência Regional de Políticas para Mulheres – Gama · Dia: Sábado (26) · Local: Centro de Ensino Especial 01 do Gama (EQ 55/56 AE Projeção 02 – Setor Central) · Horário: 8h às 17h · Palestrante: Maria das Neves (Coordenadora da Comissão de Gênero e Igualdade Racial do Conselho Nacional de Direitos Humanos) · Atrações culturais: Cantoras Jessica Freitas e Basttos Conferência Regional de Políticas para Mulheres – Ceilândia · Dia: Domingo (27) · Local: Escola Técnica de Ceilândia (Setor N, Área Especial QNN 14) · Horário: 8h às 17h · Palestrante: Vanja Santos (Conselheira Nacional de Saúde e assessora do Ministério das Mulheres) · Atrações culturais: Cantora Lady Cali e poetisa Beth Jardim *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF recebe terreno da União para construir unidade da Casa da Mulher Brasileira na Asa Sul
Agência Brasília · GDF RECEBE TERRENO DA UNIÃO PARA CONSTRUIR UNIDADE DA CASA DA MULHER BRASILEIRA NA ASA SUL O Distrito Federal vai ganhar mais um local dedicado ao acolhimento e proteção das mulheres. Nesta sexta-feira (11), a governadora em exercício Celina Leão assinou o contrato de cessão gratuita de um terreno da União para a construção da Casa da Mulher Brasileira (CMB), na Asa Sul. O espaço foi cedido pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU). “A construção da Casa da Mulher Brasileira no coração de Brasília é um símbolo da prioridade que damos à vida, à dignidade e à proteção das mulheres. Esse espaço será referência em acolhimento e garantia de direitos, reunindo, em um só lugar, tudo o que uma mulher em situação de violência precisa para recomeçar. A violência não escolhe endereço, e o nosso compromisso é garantir que o Estado esteja presente, forte e preparado para acolher e transformar realidades”, destacou a governadora em exercício, durante a assinatura. O Distrito Federal já tem uma Casa da Mulher Brasileira em funcionamento, na região de Ceilândia | Foto: Divulgação/SMDF Esta será a segunda unidade da Casa da Mulher Brasileira no Distrito Federal, que já conta com uma estrutura em funcionamento na região de Ceilândia, além de quatro postos do Centro de Referência da Mulher Brasileira inaugurados por este GDF no Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol e Sobradinho II. Localizado na SGAS 903, o terreno cedido conta com mais de 10 mil metros quadrados e reunirá no mesmo local a Delegacia da Mulher, o Juizado Especial e a Defensoria Pública, além de acolhimento de passagem, brinquedoteca e serviços de capacitação profissional, orientação social, psicológica e jurídica. [LEIA_TAMBEM]A cessão tem validade de dez anos, prorrogáveis pelo mesmo período. O imóvel está avaliado em mais de R$ 27 milhões e será totalmente voltado à instalação de serviços públicos para as mulheres. A construção da nova unidade terá início em 2026, após os trâmites de licenciamento e elaboração do projeto executivo. A expectativa é que a unidade funcione em modelo integrado, nos moldes da atual Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, comemorou a conquista e lembrou que a expansão da rede de proteção é uma prioridade do Governo do Distrito Federal: “Estamos aumentando o número de equipamentos da SMDF por todo o DF. Já somamos 31 espaços públicos de acolhimento, proteção e capacitação profissional. A nova Casa da Mulher Brasileira vai somar muito na nossa rede, é um grande avanço para garantir que nenhuma mulher esteja sozinha”. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF participa do Innova Summit 2025 com palestra sobre tecnologia inclusiva e proteção digital
Agência Brasília · (16) 25-06-2025 - GDF PARTICIPA DO INNOVA SUMMIT 2025 COM PALESTRA SOBRE TECNOLOGIA INCLUSIVA E PROTEÇÃO DIGITAL A Secretaria da Mulher (SMDF) participa, nesta quarta-feira (25), da 5ª edição do Innova Summit 2025, um dos principais eventos de empreendedorismo e tecnologia do país, que foi aberto na terça-feira (24) e segue até quinta (26), no Ulysses Centro de Convenções. Com o tema "Inovação com inclusão e proteção – tecnologia a serviço da mulher e da família", a subsecretária de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina da SMDF, Sandra Faraj, sobe ao palco Visionário do Innova Mulher, às 16h40, para discutir o papel da mulher no mercado digital e os desafios impostos pelas rápidas transformações tecnológicas. Secretaria da Mulher participa da 5ª edição do Innova Summit 2025, um dos principais eventos de empreendedorismo e tecnologia do país | Foto: Divulgação/SMDF Para a vice-governadora Celina Leão, a participação da SMDF em um dos maiores eventos de inovação da América Latina é essencial para garantir a inclusão das mulheres nesse cenário em constante mudança. “A pergunta não é apenas como a tecnologia vai mudar o mundo, mas de quem será esse novo mundo? Quem vai programá-lo? Quem vai liderá-lo? Quem vai ser ouvido? A nossa resposta é clara: nós, mulheres, temos que estar lá. Com conhecimento, com voz, com protagonismo”, afirma. Sandra Faraj ressalta que os desafios ainda são significativos. Segundo ela, apenas 15% dos formandos em cursos de tecnologia da informação no Brasil são mulheres, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o que revela um grande desequilíbrio na formação profissional. Além disso, destaca que 33,7% das mulheres atuam em profissões com alto risco de substituição por inteligência artificial generativa, enquanto entre os homens o índice é de 25,5%, segundo a OIT e a ONU Mulheres. [LEIA_TAMBEM]“Vivemos uma era marcada por inteligência artificial, deepfakes, algoritmos de decisão e automação crescente, e tudo isso impõe novos dilemas à sociedade. A verdadeira inovação não pode ser apenas técnica, ela precisa ser humana. A revolução tecnológica que vivemos hoje remodela o trabalho, a educação, o afeto e a proteção. Mas não podemos esquecer: a mulher digital começa na mulher real”, pontua. Ações em defesa das mulheres A Subsecretaria de Transformação Tecnológica e Inovação Feminina da SMDF tem atuado com palestras por meio do programa Desafio não é brincadeira, que leva informação, proteção e capacitação a regiões como Sol Nascente, Estrutural, Santa Maria e Taguatinga. A iniciativa é desenvolvida em escolas, igrejas e grupos comunitários, abordando temas como golpes digitais, assédio, fraudes e armadilhas emocionais, além de fomentar redes de apoio, lideranças femininas e mulheres multiplicadoras digitais. “Já começamos a colher frutos. Mulheres que participam do programa ensinam outras a se protegerem, a se posicionarem e a se empoderarem com a tecnologia”, comemora a subsecretária. Innova Mulher – Innova Summit 2025 Tema: Inovação com inclusão e proteção – tecnologia a serviço da mulher e da família Data e hora: Quarta-feira (25), às 16h40 Local: Palco Visionário – Ulysses Centro de Convenções. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Parceria amplia atendimento a vítimas de violência doméstica no DF
Agência Brasília · (32) 17-06-2025 - PARCERIA AMPLIA ATENDIMENTO A VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO DF A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) firmou, nesta terça-feira (17), termo de fomento com a Rede Internacional de Proteção à Vítima Laço Branco Brasil para ampliar o atendimento a mulheres em situação de violência doméstica. Com duração inicial de três meses, o projeto vai reforçar as ações dos Comitês de Proteção à Mulher em Ceilândia, Estrutural, Itapoã e Sobradinho, oferecendo atendimentos jurídicos e psicológicos gratuitos. “O combate à violência contra a mulher exige a presença ativa do poder público nas cidades. Essa parceria é um passo importante para fortalecer os Comitês de Proteção à Mulher, que desempenham papel fundamental no acolhimento e na orientação das mulheres do DF”, destacou a vice-governadora, Celina Leão. Parceria entre a Secretaria da Mulher e a organização Laço Branco Brasil vai ampliar o atendimento a mulheres em situação de violência doméstica em quatro regiões administrativas | Foto: Divulgação/SMDF As atividades terão início no dia 30 de junho, com uma capacitação no Comitê do Itapoã, voltada a servidores, equipes dos comitês e lideranças comunitárias. O objetivo é preparar os participantes para prestar um atendimento qualificado e humanizado. Entre junho e agosto, serão realizadas palestras e conversas nos quatro comitês, abordando temas como os tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha, medidas protetivas e caminhos para a superação. [LEIA_TAMBEM]“Nossa missão é garantir que nenhuma mulher se sinta sozinha. Queremos que elas saibam que têm direitos, que podem buscar ajuda e recomeçar com dignidade e segurança”, afirmou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Ao todo, serão promovidas 16 atividades – quatro em cada unidade – com foco na escuta qualificada e na construção de redes de apoio. A iniciativa reforça o compromisso da SMDF em ampliar o acesso à informação, ao acolhimento e à garantia de direitos. Comitês de Proteção à Mulher Responsáveis pela proteção e promoção dos direitos de mulheres em situação de violência doméstica, os Comitês de Proteção à Mulher atuam no acolhimento e encaminhamento das vítimas, além de criar uma ponte com programas e projetos da Secretaria da Mulher. Presentes em seis regiões administrativas, os comitês oferecem atendimento gratuito, sem necessidade de agendamento, com equipes capacitadas para receber mulheres, familiares e pessoas dispostas a denunciar casos de violência. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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