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Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Roubos em ônibus caem 52% no Distrito Federal em 2025

Os roubos em transporte coletivo no Distrito Federal caíram 52% em 2025. Ao longo do ano, foram registradas 111 ocorrências, contra 230 em 2024. Além disso, 15 regiões administrativas não tiveram nenhum caso, segundo o 2º Anuário de Segurança Pública do DF. Os dados evidenciam avanços na segurança pública, resultado de ações integradas entre as forças de segurança e melhorias na gestão do transporte, com impactos que vão além dos usuários e alcançam toda a população. Segundo o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, o uso de tecnologia e o trabalho de inteligência têm sido fundamentais para reduzir os crimes no transporte coletivo. “Buscamos identificar quadrilhas que antes atuavam em furtos e roubos dentro dos ônibus. O objetivo é evitar principalmente furtos e roubos de celulares, muitas vezes praticados por grupos organizados, inclusive com uso de armas brancas, que entram, cometem o crime e saem rapidamente”, explicou. Em comparação a 2024, os roubos em transporte coletivo no Distrito Federal caíram 52% no ano de 2025 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Ainda de acordo com o secretário, a queda é resultado de um conjunto de medidas. “A redução chega a 96% entre 2016 e 2025. Há também a contribuição de mudanças no sistema de pagamento e o avanço de tecnologias, como a identificação facial. Estamos trabalhando para que, ao identificar um suspeito com mandado de prisão em aberto dentro do ônibus, possamos agir de forma mais rápida e eficiente”, afirmou. Uma iniciativa estratégica do Governo do Distrito Federal (GDF), implementada a partir de 2024, foi a extinção do pagamento da tarifa em dinheiro, medida que reduziu significativamente a atratividade desse tipo de crime ao eliminar a circulação de valores em espécie nos transportes coletivos. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) explica que, antes da implantação do sistema 100% digital, cerca de 29% das passagens eram pagas em dinheiro. Agora, as tarifas são pagas exclusivamente por meio de cartões de transporte ou cartões bancários em todo o Sistema de Transporte Público Coletivo. Os demais acessos ocorrem por meio de cartões de gratuidade (PLE, PCD, idoso etc.). Além disso, a Semob-DF atua em cooperação técnica com a SSP-DF no combate e na prevenção de crimes no transporte público coletivo do Distrito Federal. A pasta esclarece que todos os ônibus e terminais rodoviários são monitorados por câmeras, e as imagens são utilizadas na apuração de crimes. [LEIA_TAMBEM]No ano passado, a Semob-DF e a SSP-DF ampliaram a cooperação, que agora inclui imagens e informações sobre rotas e localização de veículos, motoristas e passageiros, inclusive de táxis e carros de aplicativo. A integração de dados é importante para que os órgãos de segurança pública possam identificar situações de risco, coibir práticas criminosas dentro dos terminais e veículos, além de garantir respostas mais ágeis para a população. Em relação às regiões que não registraram ocorrências, Alexandre Patury reforçou que o trabalho continua para reduzir ainda mais os índices. “Sabemos do medo da população de perder o celular, de ter seus bens roubados, seja ao sair cedo para o trabalho ou ao voltar para casa à noite. Precisamos diminuir essa sensação de insegurança, e é por isso que estamos investindo fortemente em inteligência e na ampliação do monitoramento por câmeras”, afirmou. O secretário interino da SSP-DF também destacou a importância da participação da população. “Fazemos um pedido para que as pessoas integrem suas câmeras ao sistema do DF 360. Isso pode ser feito pelo site [DF 360 — Segurança Integral]. Quanto mais câmeras tivermos, maior será a capacidade de identificar criminosos e retirá-los de circulação”, completou. Para o motorista Wemerson Guimarães, a redução dos assaltos a ônibus é fruto de várias mudanças importantes no sistema de transporte coletivo Impacto Atualmente, o Distrito Federal conta com mais de 5,9 mil motoristas que circulam diariamente. Wemerson Guimarães, que atua na área há 14 anos, relembrou situações de risco enfrentadas na profissão: “Eu já fui assaltado com emprego de arma de fogo. Na maioria das vezes, são situações muito violentas. Eles ameaçam, humilham, usam palavras de baixo calão… E a gente precisa manter a calma, não só por nós, mas também pelos usuários. É uma situação muito complicada. A empresa oferece suporte psicológico, e isso ajuda bastante no dia a dia, porque é algo que mexe com a gente, altera a rotina e acaba deixando a gente mais fragilizado”. Sobre a redução dos assaltos no transporte coletivo, ele destacou mudanças importantes no sistema. “Primeiro, a questão da segurança. A retirada do dinheiro a bordo dos veículos trouxe uma sensação maior de segurança e ajudou a diminuir os índices de assaltos. Outro ponto é a agilidade no embarque, que traz mais conforto para o usuário, já que não precisa esperar troco ou o cobrador finalizar o atendimento. E, para a gente que trabalha no sistema, tem também a questão da informatização: antes era preciso fazer arrecadação manual; hoje, o sistema já registra e envia tudo automaticamente. Esses são, na minha visão, os principais fatores que contribuíram para melhorar a rotina no dia a dia”, apontou. Rosa de Sousa, diarista: "Esse negócio do cartão foi muito bom, muito útil na vida da gente. Moro aqui há 30 anos e, hoje, não vejo mais assaltos dentro dos ônibus Quem depende do transporte público diariamente já percebe as mudanças na prática. É o caso da diarista Rosa de Sousa, de 51 anos, moradora de Água Quente. “Esse negócio do cartão foi muito bom, muito útil na vida da gente. Eu mesma uso e só tenho a agradecer. Moro aqui há 30 anos e, hoje, não vejo mais assaltos dentro dos ônibus. Nem ouço comentários sobre isso”, relatou. A sensação de segurança também mudou. “Com certeza, hoje é mais tranquilo. A gente não fica mais com aquele medo de alguém entrar no ônibus para assaltar. Eu ando tranquila”, completa. O aposentado Edson dos Santos, de 65 anos, morador do Areal há três anos, também destacou a melhora: “Durante esse tempo, nunca presenciei nada dentro dos ônibus. É tranquilo rodar pelo DF”.

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Centro de Atenção Biopsicossocial do DF contabiliza mais de 800 atendimentos em seu primeiro ano

O Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB), vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), completa um ano de funcionamento. Com mais de 800 atendimentos realizados, o local se consolida como referência no suporte à saúde física e mental dos servidores da segurança pública. A iniciativa integra o programa DF Segurança Integral, no âmbito do Eixo 5 – Servidor Mais Seguro, que prioriza ações preventivas, cuidado contínuo e fortalecimento institucional a partir das pessoas. Ao longo do primeiro ano, o centro estruturou um modelo de atendimento integrado, voltado às demandas reais do cotidiano dos profissionais de segurança. “Não há segurança pública eficiente sem o cuidado efetivo com quem atua nesta área, principalmente na linha de frente”, afirma o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “O CAB materializa uma política estruturante de valorização profissional e o cuidado do GDF com quem cuida. A saúde física e mental são condições indispensáveis para a tomada de decisão, para o equilíbrio emocional e para a qualidade do serviço prestado à população. É um investimento direto na capacidade operacional e na sustentabilidade do nosso sistema de segurança.” Em seu primeiro ano de funcionamento, o Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB) prestou mais de 800 atendimentos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Modelo integrado O centro opera com uma abordagem multidisciplinar, colocando o servidor de forma integral — para além da função que exerce. O espaço se consolidou como ponto de acolhimento e suporte, com serviços que combinam ciência, escuta qualificada e práticas complementares, ampliando o acesso dos servidores a estratégias de cuidado antes pouco estruturadas no âmbito institucional. “O CAB foi estruturado a partir de uma lógica de gestão baseada na integração da saúde ocupacional, prevenção e monitoramento contínuo do bem-estar dos servidores. Ao consolidar fluxos de atendimento e ampliar o acesso a serviços especializados, a iniciativa fortalece a capacidade institucional da segurança pública, ao mesmo tempo em que reduz fatores de risco associados ao estresse ocupacional e ao adoecimento”, ressalta o secretário-executivo de Gestão Integrada, Marcos Leôncio. Ao longo do ano, o CAB realizou 440 atendimentos em fisioterapia, com foco na prevenção e no tratamento de dores crônicas e lesões relacionadas à atividade operacional Resultados Os dados do primeiro ano demonstram não apenas a procura crescente pelo serviço, mas também a efetividade das ações implementadas. No campo da saúde mental, foram realizadas 228 sessões de psicoterapia, com alta adesão e baixo índice de faltas. Também foram realizados 440 atendimentos em fisioterapia, com foco na prevenção e no tratamento de dores crônicas e lesões relacionadas à atividade operacional. O setor registrou crescimento de 168% no último trimestre e encerrou o período com lista de espera zerada. [LEIA_TAMBEM]Em relação ao equilíbrio e à inovação, foram realizadas 170 sessões de práticas integrativas, como auriculoterapia e ventosaterapia, ampliando o cuidado com abordagens complementares. Servidores que atuam em programas estratégicos da pasta, como Viva Flor, Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas e Copom Mulher, têm suporte especial nos atendimentos. Expansão Em 2026, o CAB avançou na ampliação de seus serviços, incorporando o suporte em condicionamento físico, com a entrega de aparelhos de academia, que podem ser utilizados por todos os servidores da segurança pública. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Quatro passarelas subterrâneas do Plano Piloto passam a operar com videomonitoramento integrado

O projeto-piloto de videomonitoramento em passarelas subterrâneas do Plano Piloto já se encontra em operação: as quatro passagens contempladas nesta primeira fase — uma na Asa Norte e três na Asa Sul — estão com as câmeras em pleno funcionamento. A iniciativa, conduzida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Companhia Energética de Brasília (CEB), reforça o uso estratégico da tecnologia para prevenção criminal e qualificação da segurança urbana. Cada uma das passarelas — nas quadras 103/203 Norte e, na Asa Sul, nas quadras 101/201, 103/203 e 105/205 — conta com quatro câmeras posicionadas de forma estratégica, proporcionando cobertura dos principais fluxos. Com a operação dos equipamentos, as imagens passam a ser acompanhadas em tempo real pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Isso amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e reforça a vigilância em pontos de grande circulação de pedestres. Foto: Divulgação/SSP-DF O avanço do projeto demonstra o compromisso com políticas públicas baseadas em evidências e integração institucional, como afirma o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “A ativação das câmeras nas quatro passarelas representa mais um passo na consolidação de uma estratégia que une tecnologia e gestão urbana para prevenir crimes e proteger o cidadão. Ao ampliar a capacidade de monitoramento em áreas estratégicas, promovemos intervenções que impactam diretamente a segurança e a qualidade de vida da população. Ou seja, essa implementação contribui para inibir práticas delituosas e fortalecer a sensação de segurança da população que utiliza diariamente esses espaços”, destaca. A medida integra um conjunto de ações do GDF voltadas à ocupação qualificada dos espaços públicos, aliando tecnologia, urbanismo e gestão integrada. O projeto também dialoga diretamente com a política de Prevenção Criminal pelo Desenho do Ambiente (Cpted), que orienta intervenções estruturais com base em evidências, reduz vulnerabilidades e promove ambientes mais seguros e organizados. [LEIA_TAMBEM]Além do monitoramento, as passarelas vêm passando por melhorias estruturais, como reforço na iluminação, manutenção e reforma dos espaços, em uma atuação coordenada. A expectativa é que, a partir dos resultados desta fase inicial, o modelo seja gradualmente expandido para outras passagens subterrâneas do Plano Piloto, consolidando o Distrito Federal como referência nacional na aplicação de soluções inovadoras e integradas na segurança pública. “O monitoramento das quatro passarelas consolida a integração desses ativos ao sistema de videomonitoramento da SSP-DF, com transmissão contínua de imagens para o Ciob e demais centros de comando. Os equipamentos foram posicionados com base em critérios técnicos de cobertura e fluxo, permitindo apoio à análise situacional e o acionamento mais ágil das equipes em campo”, conclui o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Planejamento integrado garante segurança na Via Sacra do Morro da Capelinha

A atuação integrada das forças de segurança e de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) garantiu a realização segura da Via Sacra 2026, no Morro da Capelinha, em Planaltina. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a operação seguiu o planejamento estabelecido no Protocolo de Operações Integradas (POI), com participação da Polícia Militar (PMDF), do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), da Polícia Civil (PCDF), do Departamento de Trânsito (Detran-DF), do Samu, da Defesa Civil, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), da Caesb, da Neoenergia, da DF Legal e da Administração Regional de Planaltina. “O êxito da operação demonstra a importância do planejamento antecipado, da atuação integrada e do emprego estratégico dos recursos disponíveis. Trabalhamos de forma coordenada para garantir que a população pudesse vivenciar esse momento de fé com segurança, organização e tranquilidade”, destacou o secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. Integração entre forças de segurança e órgãos do GDF garantiu a realização segura da Via Sacra 2026, no Morro da Capelinha, em Planaltina | Fotos: Divulgação/SSP-DF Atuação estratégica A ação mobilizou policiais militares em diferentes modalidades de policiamento — a pé, motorizado, aéreo, montado, velado e especializado. O efetivo foi distribuído de forma estratégica em áreas previamente definidas, garantindo presença ostensiva e pronta resposta em toda a região. Também houve apoio de unidades especializadas da PMDF, como o Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran), o Comando de Missões Especiais (CPME) e o Comando de Policiamento Especializado (Cpesp), além da atuação integrada com o Detran-DF e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para garantir a fluidez do trânsito. Prevenção A Sala Lilás Itinerante, por meio do programa Provid, realizou atendimentos especializados e ações educativas voltadas ao enfrentamento da violência doméstica, com orientação individualizada e distribuição de material informativo. A Sala Lilás Itinerante atuou no enfrentamento à violência doméstica Outro destaque foi a ação de identificação de crianças, que resultou em cerca de 1,5 mil menores identificados entre 14h e 18h, reforçando a segurança das famílias. Durante o evento, duas crianças foram momentaneamente separadas dos responsáveis, sendo rapidamente localizadas, sem intercorrências. De acordo com a tenente-coronel Daniela Natália Teixeira Schermerhorn, comandante do 14º Batalhão, a operação transcorreu de forma tranquila desde as primeiras horas da manhã, com presença policial já a partir das 6h para recepcionar os fiéis, romeiros e participantes da celebração. “Ao longo de todo o dia, foram empregados policiais militares em diferentes modalidades de policiamento, garantindo a segurança do público. Destacamos também a atuação da Sala Lilás Itinerante, com grande procura por informações e orientações sobre prevenção à violência doméstica, além da ação de identificação infantil, que teve ampla adesão das famílias e contribuiu para ampliar a segurança das crianças no evento. Encerramos a operação sem ocorrências graves, apenas registros pontuais de menor potencial ofensivo, o que demonstra a efetividade das ações preventivas. Foi um evento que transcorreu e foi concluído de forma pacífica e segura”, ressaltou a tenente-coronel. Também houve atuação conjunta com a DF Legal na fiscalização de ambulantes, com foco na organização do espaço público. Resultados Foram registradas cinco apreensões de entorpecentes, totalizando cerca de 20 gramas de substância análoga à maconha. [LEIA_TAMBEM]Houve ainda uma ocorrência de importunação sexual e ameaça, com o autor conduzido à 16ª Delegacia de Polícia. Durante os procedimentos de revista, materiais potencialmente perigosos foram retirados de circulação, como tesouras, faca, isqueiros e outros objetos. A atuação coordenada, aliada ao planejamento prévio e à distribuição do efetivo, foi determinante para o alcance dos objetivos da operação. “O resultado alcançado reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com uma segurança pública baseada em planejamento, integração e prevenção. Grandes eventos exigem organização e responsabilidade, e é isso que entregamos à população”, concluiu Patury. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Planejamento integrado para garantir segurança e mobilidade na Via Sacra de Planaltina é finalizado

Está pronto o Protocolo de Operações Integradas (POI) que irá orientar a atuação das forças de segurança e de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) durante a encenação da Paixão de Cristo, na próxima sexta-feira (3), no Morro da Capelinha, em Planaltina. Coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), o planejamento foi consolidado após uma série de reuniões técnicas e operacionais, com foco na segurança dos participantes e na fluidez do trânsito em uma das maiores manifestações religiosas do DF. O documento reúne diretrizes estratégicas e operacionais construídas de forma integrada com diversos órgãos, entre eles a Administração Regional de Planaltina, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), as secretarias de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e de Saúde (SES-DF), a Novacap, a CEB, o Conselho Tutelar, a DF Legal, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), além das forças de segurança pública do DF. “O planejamento antecipado e a integração entre os órgãos são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar da população em eventos de grande porte como a Via Sacra de Planaltina. Trabalhamos de forma coordenada, com reuniões prévias e definição clara de responsabilidades, para que todos possam participar com tranquilidade dessa celebração tão importante para a cultura, a fé e a economia da região”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Protocolo de Operações Integradas (POI) irá orientar a atuação das forças de segurança e de órgãos do GDF durante a encenação da Paixão de Cristo, na próxima sexta (3) | Fotos: Divulgação/SSP-DF Estrutura integrada Como parte da estratégia operacional, será instalada a Cidade da Segurança Pública, estrutura que funcionará como base integrada para as equipes envolvidas. O espaço concentrará viaturas, equipamentos e efetivo, além de abrigar centros de comando e monitoramento. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) atuará com reforço operacional a partir das 6h, com apoio de unidades especializadas, como os batalhões de Trânsito, Cavalaria, Aviação, Rural, BPCães e BPChoque. Haverá dois comandos móveis —, um na Cidade da Segurança Pública e outro no alto do morro — ambos equipados com sistemas de rádio e monitoramento por imagens, incluindo o uso de drones institucionais. Serão realizadas revistas pessoais em diferentes pontos do evento, com o objetivo de garantir a segurança dos participantes. Não será permitido o acesso ao espaço da encenação com objetos perfurocortantes ou que comprometam a segurança. "Pedimos a colaboração de todos durante os procedimentos de revista, que são essenciais para manter a tranquilidade no local" Tenente-coronel Daniela Natalia Teixeira, comandante do 14º batalhão A PMDF fará, ainda, a identificação infantil. Uma van com policiais militares estará nas imediações para cadastro das crianças. Sala Lilás Como parte do planejamento operacional, a PMDF implementará a Sala Lilás Itinerante, espaço de atendimento especializado e humanizado voltado ao acolhimento de mulheres que eventualmente sejam vítimas de violência de gênero durante as festividades. Integrada à operação, a iniciativa garante escuta qualificada, orientação e encaminhamento adequado, reafirmando o compromisso da corporação com a proteção das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero em grandes eventos. A Sala Lilás contará com equipes especializadas do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), formadas por policiais capacitados para o atendimento técnico e humanizado. O espaço funcionará em articulação com outros órgãos do GDF, fortalecendo a rede de proteção, além de promover ações preventivas, estímulo à denúncia e acompanhamento das vítimas. “A Polícia Militar já vem atuando de forma preventiva em toda a programação da Via Sacra, acompanhando os ensaios e demais celebrações, como o Domingo de Ramos e outras atividades religiosas. No dia da encenação, estaremos com presença reforçada, garantindo a segurança do público em todas as áreas do evento. Pedimos a colaboração de todos durante os procedimentos de revista, que são essenciais para manter a tranquilidade no local. Nossa expectativa é de mais uma edição pacífica, como tem sido ao longo dos anos, e a população pode contar com a Polícia Militar, que está empenhada em proteger e servir a todos”, ressalta a comandante do 14º batalhão, tenente-coronel Daniela Natalia Teixeira. Por questões de segurança, não será permitido o uso de drones particulares durante a celebração. Atendimento à população Para apoiar o evento, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) mobilizará 215 bombeiros militares e 25 viaturas (prevenção e serviço), com recursos voltados para atendimento pré-hospitalar, salvamento e combate a incêndio. A atuação será integrada à SES-DF, com postos de atendimento pré-hospitalar na Cidade da Segurança Pública e em pontos estratégicos ao longo do trajeto, garantindo resposta rápida e encaminhamento aos postos médicos quando necessário. [LEIA_TAMBEM]Devido à topografia íngreme do local, haverá também recursos de salvamento em altura, além de viaturas de combate a incêndio para pronta resposta a ocorrências, inclusive relacionadas à vegetação e ao uso de velas. Em caso de sol forte e temperaturas elevadas, recomenda-se o uso de roupas leves, protetor solar, bonés ou chapéus e hidratação constante. Evite carregar volumes desnecessários, respeite as orientações das equipes de segurança e procure um posto de atendimento ao primeiro sinal de mal-estar. A atenção com crianças e idosos deve ser redobrada durante todo o percurso. Em situações de emergência, o acionamento pode ser feito diretamente com as equipes em serviço ou pelo 193. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) reforçará o atendimento nas delegacias de Planaltina e Sobradinho, ampliando a capacidade de resposta em eventuais ocorrências. O CBMDF mobilizará 215 bombeiros militares e 25 viaturas, com recursos voltados para atendimento pré-hospitalar, salvamento e combate a incêndio Trânsito Para assegurar a mobilidade e a segurança viária, os órgãos de trânsito atuarão de forma coordenada, com intervenções planejadas e sinalização a partir das 6h. A DF-230, principal via de acesso ao Morro da Capelinha, terá sentido único a partir das 12h no trecho entre a DF-128 e a DF-130. Ao término do evento, previsto para as 21h, o fluxo será reorganizado, com sentido único no retorno do morro e duplo sentido na DF-128/BR-020. A PMDF atuará na DF-230 em conjunto com o DER-DF, enquanto a PRF será responsável pela BR-020, em razão do grande fluxo de veículos e da proximidade com a rodovia federal. O acesso ao Morro da Capelinha será organizado em pontos distintos. O primeiro será destinado a pedestres e veículos credenciados. No segundo, haverá controle para entrada de ônibus e veículos, com direcionamento para áreas específicas de estacionamento — incluindo espaços reservados para pessoas com mobilidade reduzida e idosos, mediante apresentação de credencial. “O Detran fará a sinalização e o controle de veículos e pedestres nas quatro vias internas de acesso ao morro. Uma delas será exclusiva para pedestres. As demais serão destinadas ao trânsito de veículos, atendimento a situações de emergência e apoio à produção do evento. Além disso, painéis de mensagens variáveis (PMVs) estarão distribuídos nas principais vias de acesso para orientar os condutores com informações em tempo real sobre circulação, rotas e recomendações de segurança. É importante que os motoristas observem a sinalização e fiquem atentos à presença de pedestres nas vias para evitar riscos de sinistros de trânsito”, ressalta o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF, Danilo Lino. Os órgãos de trânsito recomendam que os motoristas cheguem com antecedência, observem a sinalização, as mensagens exibidas nos PMVs e o direcionamento dos agentes, além de estacionarem em locais permitidos, para não comprometer o fluxo de pedestres e, principalmente, de veículos de emergência. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Restrição no horário de distribuidoras de bebidas contribui para queda de 8% nos homicídios no DF

Doze meses após a entrada em vigor da portaria conjunta que restringiu o horário de funcionamento de distribuidoras de bebidas no Distrito Federal, os indicadores de violência letal apontam resultados positivos. Entre abril de 2025 e março de 2026, o DF registrou 203 vítimas de homicídio, frente a 220 no mesmo período — uma redução de aproximadamente 8%. A medida, implementada em 31 de março de 2025, limita o funcionamento desses estabelecimentos entre 0h e 6h e foi construída com base em levantamentos técnicos da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), que identificaram a concentração de ocorrências violentas em contextos associados ao consumo de álcool durante a madrugada, especialmente nas imediações de bares e distribuidoras. Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, os resultados reforçam a importância de políticas públicas formuladas com base em dados, monitoramento contínuo e atuação integrada. “A preservação da vida é o eixo central da nossa atuação e exige decisões firmes, orientadas por evidências, monitoramento permanente e forte integração entre as instituições. Os resultados observados ao longo desses 12 meses demonstram que estamos avançando de forma consistente, com políticas públicas estruturadas que impactam diretamente na redução da violência e no fortalecimento da segurança da população do Distrito Federal.” Avelar ressalta, ainda, a consistência das ações integradas conduzidas no âmbito da política de segurança integral. “Os resultados mais recentes reforçam a consistência das ações integradas que vêm sendo conduzidas no Distrito Federal. O registro de apenas cinco vítimas de homicídio em fevereiro de 2026 — o menor número da série histórica desde 1977, mesmo em um período de grande circulação como o Carnaval — evidencia a efetividade de uma política de segurança baseada em planejamento, integração e uso qualificado de dados.” Em um ano, redução no horário de funcionamento de distribuidoras de bebidas colaborou para queda de aproximadamente 8% nos casos de homicídio no DF | Fotos: Divulgação/SSP-DF Política baseada em evidências O subsecretário de Gestão da Informação da SSP-DF, George Couto, destaca que tanto a formulação da medida quanto o acompanhamento de seus efeitos seguiram critérios técnicos. “A decisão de restringir o funcionamento das distribuidoras na madrugada não surgiu de percepção isolada, mas da leitura de cenários que apontavam aumento de ocorrências violentas nesses ambientes e faixas horárias, sobretudo em situações de conflitos interpessoais decorrentes do consumo excessivo de álcool e drogas. Desde a implementação da portaria, a SSP-DF realiza monitoramento diuturno dos indicadores para avaliar, com precisão, os efeitos da medida.” "A preservação da ordem pública também passa pela prevenção de cenários que favorecem conflitos e aumentam a sensação de insegurança" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública Segundo o estudo, os efeitos da medida impactaram positivamente a redução geral de casos no Distrito Federal, mas se mostram ainda mais expressivos nos contextos diretamente relacionados a esses estabelecimentos. No recorte dos casos de homicídios tentados e consumados ocorridos nos últimos 12 meses no interior ou nas imediações de distribuidoras, as ocorrências caíram de 72 para 32, ou seja, uma redução de 55%. Quando a análise considera apenas os registros nas madrugadas, a queda é ainda mais acentuada: de 31 para 9 casos, o que representa redução de 71%. O subsecretário destaca, ainda, que a efetividade da política também está associada à capacidade institucional de transformar evidências em ação coordenada no território. “Trata-se de uma política baseada em evidências, desenvolvida a partir de diagnósticos, processo decisório e planejamento de operações integradas conduzidas pela Secretaria de Segurança Pública, em articulação com as forças de segurança e outros órgãos do governo, o que permite acompanhar resultados e aperfeiçoar continuamente a atuação estatal.” Integração e efetividade [LEIA_TAMBEM]A implementação da portaria é coordenada pela Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi) da SSP-DF, responsável por articular a atuação conjunta entre as forças de segurança e demais órgãos do Governo do Distrito Federal. O subsecretário de Operações Integradas, Carlos Melo, destaca que a integração institucional foi determinante para garantir a efetividade da medida. “A implementação exigiu coordenação permanente entre diferentes órgãos, com definição de protocolos e atuação articulada no território. A integração fortalece a capacidade do Estado de atuar de forma preventiva, planejada e com foco em resultados.” Entre os principais eixos dessa atuação está a parceria entre a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a DF Legal, que ampliou a capacidade de fiscalização e resposta diante de irregularidades. Desde a entrada em vigor da portaria, já foram lavrados mais de mil termos de constatação de irregularidades em estabelecimentos que descumpriram a norma. “O modelo integrado permite somar a presença operacional das forças de segurança à atuação fiscalizatória dos órgãos de governo, garantindo que a política pública produza efeitos concretos na redução da violência”, acrescenta o subsecretário. Medida implementada em 31 de março de 2025 limita o funcionamento das distribuidoras de bebida do DF entre 0h e 6h Redução de desordens Além da queda nos indicadores de violência letal, a medida também contribuiu para a redução de ocorrências relacionadas à desordem urbana, como perturbação do sossego, aglomerações desorganizadas e conflitos em via pública — situações frequentemente associadas ao funcionamento desses estabelecimentos durante a madrugada. “A preservação da ordem pública também passa pela prevenção de cenários que favorecem conflitos e aumentam a sensação de insegurança. Os Consegs são canais importantes por onde recebemos essas demandas da população, especialmente relacionadas à perturbação do sossego. Ao limitar o funcionamento das distribuidoras nesse período, atuamos não apenas na redução de crimes graves, mas também na melhoria da qualidade de vida da população”, conclui Avelar. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Segurança em Movimento oferece emissão de identidade, exames de saúde e serviços gratuitos no Setor Comercial Sul

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec), realiza, nesta quarta-feira (1º/4), das 9h às 14h, a segunda edição da ação Segurança em Movimento – SCS, no estacionamento da Quadra 6 do Setor Comercial Sul. A iniciativa levará à população serviços gratuitos, como emissão de carteira de identidade, atendimentos odontológicos, exames de mamografia e citopatológicos, além de ações voltadas à autonomia econômica de mulheres. A ação Segurança em Movimento – SCS vai oferecer serviços gratuitos, como emissão de carteira de identidade, atendimentos odontológicos, exames de mamografia | Foto: Divulgação/SSP-DF Com o slogan Cuidar é prevenir, a iniciativa reúne, em um único local, diversos serviços essenciais, promovendo cidadania, inclusão e acesso facilitado à rede ública. Durante o evento, trabalhadores, comerciantes e frequentadores da região poderão acessar o ônibus do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Distrito Federal, responsável pela emissão de documentos. Em parceria com o Sesc, também estarão disponíveis o ônibus de atendimento odontológico, a Carreta da Mulher — com a realização de exames preventivos — e a unidade da Cozinha Eficiente Itinerante. Outro destaque da programação é a participação de artesãs e expositoras do programa Empoderarte, que irão apresentar e comercializar produtos manuais, incentivando o empreendedorismo feminino e a geração de renda. [LEIA_TAMBEM]A ação integra o movimento de revitalização e valorização do Setor Comercial Sul, região estratégica no centro de Brasília, e tem como objetivo aproximar os serviços públicos da população, incentivar a ocupação qualificada dos espaços urbanos e fortalecer o sentimento de pertencimento da comunidade. Serviço Evento: Segurança em Movimento – SCS Data: quarta-feira (1º/4) Horário: das 9h às 14h Local: estacionamento da Quadra 6 do Setor Comercial Sul *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Especialistas se reúnem em Brasília para debater dados que orientam a segurança pública

O Distrito Federal recebe, entre esta terça (24) e quinta-feira (26), um dos principais debates sobre segurança pública baseada em evidências no país: o I Simpósio Qualis de Dados e Informações de Segurança Pública, promovido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). O evento reunirá gestores, pesquisadores e profissionais das forças de segurança para analisar os dados do 2º Anuário de Segurança Pública do DF e discutir como a informação qualificada pode transformar estratégias, antecipar cenários e tornar as políticas públicas mais eficientes. [LEIA_TAMBEM]Entre os temas em pauta estão: • Análise de indicadores criminais; • Inteligência e uso de dados na segurança; • Integração entre instituições; • Prevenção orientada por evidências. O simpósio será realizado no auditório Valdéria da Silva Barbosa, no Complexo da Polícia Civil (PCDF), e é aberto à imprensa. Na terça-feira (24), os trabalhos vão das 14h às 18h. Já na quarta (25) e na quinta-feira (26), a programação começa às 9h e segue até as 18h, com intervalo para almoço. Confira aqui a programação completa. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)  

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Segurança pública do DF testa projetos de inteligência artificial para ampliar resposta operacional

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) trabalha na implementação de soluções tecnológicas baseadas em inteligência artificial, com dois projetos estratégicos já em fase de testes e finalização. As iniciativas integram o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 2024. Coordenada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a iniciativa tem como missão incentivar a pesquisa e o desenvolvimento em inteligência artificial, fomentar talentos, apoiar a criação de startups e promover o uso ético e estratégico da tecnologia em áreas prioritárias, como segurança pública, saúde e educação. Projetos-piloto com inteligência artificial foram apresentados por equipes da SSP-DF nesta terça (17) | Foto: Divulgação/SSP-DF Os projetos-piloto foram desenvolvidos a partir de demandas reais apresentadas pelas forças de segurança e apresentados nessa terça-feira (17), no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Os avanços das soluções foram demonstrados a gestores e especialistas das áreas de tecnologia, inteligência e operações, consolidando mais uma etapa rumo à implementação definitiva. O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, ressalta o caráter estratégico da iniciativa: “A inteligência artificial passa a ser uma aliada fundamental na política de segurança pública do Distrito Federal. Estamos estruturando um modelo moderno, que integra tecnologia, inovação e gestão orientada por evidências. Esses projetos já estão sendo testados, ajustados e preparados para serem incorporados à rotina operacional, ampliando nossa capacidade de antecipar cenários, responder com mais rapidez e proteger melhor a população”. O primeiro piloto consiste na transcrição automática de chamadas dos canais de emergência, com uso de inteligência artificial para converter áudio em texto estruturado. A ferramenta já foi treinada com bases reais e opera em ambiente de simulação, com potencial para reduzir o tempo de registro de ocorrências, padronizar informações e qualificar a análise dos atendimentos. "Esses pilotos demonstram que é possível transformar demandas operacionais em soluções tecnológicas concretas, com impacto direto na eficiência do atendimento, na investigação e na prevenção ao crime" Thiago Costa, secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF Para o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, a inovação será fundamental para o desenvolvimento de soluções inteligentes no setor público. "A aplicação de IA demonstra como a inovação pode gerar soluções concretas para a segurança pública no DF, ao automatizar processos, qualificar informações e ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança. Com mais precisão e agilidade, essas tecnologias fortalecem a tomada de decisão e revelam o poder da pesquisa científica no enfrentamento dos desafios do setor público na nossa capital", explica. A segunda solução em desenvolvimento é uma ferramenta de análise de padrões de comportamento veicular, baseada no fluxo e na trajetória de veículos captados por câmeras inteligentes. Diferentemente de sistemas tradicionais de leitura de placas, a tecnologia permite identificar vínculos e padrões de deslocamento — como atuação em comboios ou rotas suspeitas —, ampliando a capacidade investigativa e de inteligência. O formato permite, por exemplo, identificar relações entre veículos envolvidos em práticas criminosas ou mapear trajetórias associadas a crimes como furtos, roubos e tráfico interestadual, a partir do comportamento no sistema viário. “O que estamos construindo aqui é uma nova lógica de atuação na segurança pública, baseada em dados, integração e inteligência. Esses pilotos demonstram que é possível transformar demandas operacionais em soluções tecnológicas concretas, com impacto direto na eficiência do atendimento, na investigação e na prevenção ao crime. Estamos avançando com responsabilidade, validando cada etapa para garantir segurança jurídica, efetividade e aderência às necessidades reais das nossas forças”, destaca o secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF, Thiago Costa. [LEIA_TAMBEM]Os pilotos estão alinhados à estratégia da DF 360, plataforma que amplia a capacidade de monitoramento, integração de dados e análise em tempo real no Distrito Federal, fortalecendo a atuação orientada por evidências. Expansão Com os pilotos já em estágio avançado, a SSP-DF trabalha na consolidação dos testes, no aprimoramento das ferramentas e na avaliação da viabilidade operacional e jurídica para incorporação definitiva das soluções à rotina das forças de segurança. A expectativa é que, após a validação, os sistemas sejam integrados de forma progressiva às operações, ampliando a eficiência, a capacidade analítica e a tomada de decisão baseada em dados. O CIIA está sediado no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), na Granja do Torto, nas instalações do Instituto HBR — executor do projeto — e conta com uma infraestrutura avançada, incluindo um supercomputador de alto desempenho voltado à pesquisa, desenvolvimento e inovação em inteligência artificial. O centro foi estruturado com base na articulação entre governo, academia e setor produtivo — modelo conhecido como tríplice hélice —, com foco na resolução de desafios concretos da gestão pública. A atuação do CIIA está organizada em três grandes eixos: pesquisa, capacitação e inovação. Na prática, isso se traduz em núcleos temáticos voltados a áreas estratégicas, trilhas formativas presenciais e online para servidores, estudantes e empreendedores, além do estímulo à participação de startups no desenvolvimento de soluções tecnológicas. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e da FAPDF

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Abertas inscrições para ciclo de palestras dos Consegs voltado à prevenção da violência doméstica em Planaltina

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) está com inscrições abertas para o Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs). Desta vez, o encontro será realizado em Planaltina, na Associação Mista dos Produtores Rurais, localizada na área rural da cidade, a partir das 9h de quinta-feira (12). O objetivo é ampliar a conscientização, fortalecer a prevenção e incentivar a participação comunitária no enfrentamento à violência doméstica. A participação é gratuita e aberta a toda a população, especialmente moradores de áreas rurais do DF – as inscrições devem ser feitas neste link. Nesta edição, também serão oferecidos serviços públicos das forças de segurança, como emissão de carteira de identidade e orientações diversas. Para o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, iniciativas como essa reforçam o papel da comunidade na construção de políticas públicas mais efetivas. “A segurança pública se constrói com a participação ativa da sociedade. Os Consegs são espaços fundamentais de diálogo entre comunidade e instituições. Levar informação, prevenção e serviços às áreas rurais fortalece a rede de proteção e amplia a capacidade de prevenção da violência, especialmente contra a mulher”, destacou. O Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) será nesta quinta (12), a partir das 9h, em Planaltina | Foto: Divulgação/SSP-DF A programação contará com palestras conduzidas pelo Batalhão Rural da Polícia Militar do Distrito Federal, que apresentará o programa Provid Rural – Prevenção Orientada à Violência Doméstica, voltado ao acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade e à prevenção de novas ocorrências. Também será apresentado o projeto Guardião Rural, iniciativa focada na prevenção de crimes no campo e no fortalecimento da segurança nas propriedades rurais. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também participará do ciclo com palestras voltadas à proteção da comunidade: uma sobre prevenção e combate a incêndios florestais, tema especialmente relevante para áreas rurais, e outra sobre noções de primeiros socorros, com orientações práticas que podem salvar vidas em situações de emergência. [LEIA_TAMBEM]Além das atividades educativas, o evento contará com a oferta de serviços de identificação civil pela Polícia Civil do Distrito Federal, ampliando o acesso da população rural à emissão de documentos e a outros serviços essenciais. O subsecretário responsável pela articulação dos Consegs, Thiago Danzmann, ressalta que a proposta do ciclo é aproximar ainda mais o poder público das comunidades: “Quando levamos orientação preventiva e serviços públicos diretamente para as comunidades, especialmente nas áreas rurais, fortalecemos a cidadania e ampliamos o acesso à informação. Os Consegs têm esse papel de aproximar as instituições da população e construir soluções coletivas para tornar os territórios mais seguros”. A iniciativa está alinhada aos eixos estratégicos de enfrentamento à violência contra a mulher e de redução de mortes violentas intencionais, do eixo Mulher – Segurança Integral, do programa DF – Segurança Integral, integrando as ações de prevenção da SSP-DF, que reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com uma segurança pública cada vez mais integrada, preventiva e cidadã. *Com informações da Segurança Pública (SSP-DF)

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Solenidade entrega Medalha Mulher Mais Segura a cerca de 500 profissionais e instituições do DF

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realiza, nesta terça-feira (10), a solenidade de entrega da Medalha Mulher Mais Segura. A honraria representa o reconhecimento oficial do Governo do Distrito Federal a profissionais das forças de segurança, integrantes do sistema de Justiça, gestores públicos, representantes da rede de proteção e lideranças comunitárias que contribuem para o enfrentamento qualificado à violência doméstica e familiar. [LEIA_TAMBEM]Nesta edição, cerca de 500 agraciados receberão a medalha em uma cerimônia que simboliza o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e a valorização das boas práticas institucionais desenvolvidas no DF. Serviço Evento: solenidade de Entrega da Medalha Mulher Mais Segura Data: terça-feira (10) Horário: 9h Local: Teatro Pedro Calmon – Setor Militar Urbano *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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No iLab Segurança 2026, DF apresenta modelo de integração na busca e localização de pessoas desaparecidas

Durante a programação da II Conferência de Segurança Pública — iLab Segurança 2026, realizada em Brasília, gestores da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) apresentaram um painel dedicado à política pública de atenção ao desaparecimento de pessoas, destacando experiências e avanços implementados no Distrito Federal. Intitulado “Governança Federativa e Integração Sistêmica na Política Pública de Atenção ao Desaparecimento de Pessoas no Brasil”, o debate ocorreu nesta quinta-feira (5) e teve como foco a estruturação dessa política pública sob a perspectiva da governança federativa, da integração institucional e da gestão baseada em evidências.  Na avaliação do secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, sediar um encontro dessa magnitude reforça o protagonismo institucional do Distrito Federal na construção de políticas públicas nacionais. “Brasília se transforma, nestes dias, no principal espaço de diálogo e construção de soluções para a segurança pública brasileira. Ao compartilhar experiências e boas práticas, como as ações voltadas ao enfrentamento do desaparecimento de pessoas, fortalecemos a cooperação entre os estados e contribuímos para a construção de políticas públicas cada vez mais eficientes e integradas para proteger a população”, destacou. Participaram do debate representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Ministério Público do Distrito Federal e gestores da SSP-DF | Foto: Divulgação/SSP-DF Estiveram no debate os subsecretários de Integração de Políticas em Segurança Pública (Subisp), Jasiel Fernandes, responsável pela coordenação científica do painel, e de Gestão da Informação, George Couto, que apresentou análises de dados e indicadores relacionados ao tema. Também participaram a gestora do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Polyanna Silvares, e o coordenador-geral de Políticas de Prevenção à Violência e à Criminalidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Leandro Arbogast. “O enfrentamento ao desaparecimento de pessoas exige governança, integração e decisões baseadas em evidências. Mas também exige sensibilidade para compreender a dor permanente das famílias que convivem com a ausência de alguém que amam. Enquanto houver uma pessoa desaparecida no Distrito Federal, não podemos parar de buscar soluções, aprimorar nossos protocolos e mobilizar instituições para localizar cada uma delas”, observou Jasiel Fernandes. Enfrentamento aos desaparecimentos O Distrito Federal continua apresentando um dos melhores índices de localização de pessoas desaparecidas do país, com taxas que variam entre 96% e 98% de pessoas localizadas Durante a apresentação, os gestores destacaram iniciativas implementadas para fortalecer a resposta institucional aos casos de desaparecimento. Entre elas, a elaboração e a entrega do Plano de Ação para Enfrentamento ao Desaparecimento de Pessoas, apresentado em fevereiro deste ano. O documento estabelece diretrizes estratégicas, fluxos operacionais integrados e protocolos de atuação voltados à ampliação da capacidade de resposta do Estado, com foco na localização rápida de pessoas desaparecidas e na proteção das famílias. A proposta reforça a atuação articulada entre órgãos de segurança pública, sistema de justiça e rede de proteção social, além de integrar instrumentos nacionais e bases de dados que permitem maior eficiência no acompanhamento dos casos. Decisão baseada em dados A experiência do Distrito Federal apresentada no iLab destacou também o papel da integração entre instituições e da análise qualificada de dados na formulação de políticas públicas mais eficientes. Durante sua exposição, o subsecretário George Couto ressaltou a necessidade de padronização na concepção estatística dos dados sobre desaparecimento de pessoas em nível nacional. [LEIA_TAMBEM]Segundo ele, diferentes estados ainda adotam metodologias distintas para contabilizar registros e localizações, o que pode produzir interpretações distorcidas sobre os índices de resolução dos casos. Essa falta de uniformidade prejudica a construção de diagnósticos comparáveis e dificulta a formulação de políticas públicas nacionais mais consistentes. Couto destacou, ainda, que o Distrito Federal continua apresentando um dos melhores índices de localização de pessoas desaparecidas do país, com taxas que variam entre 96% e 98% de pessoas localizadas. Esses dados deverão constar no Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal de 2026, cuja divulgação está prevista para este mês de março. O objetivo do debate foi demonstrar como a integração sistêmica entre instituições, aliada à gestão baseada em evidências, pode ampliar a efetividade das políticas públicas e fortalecer a proteção de vidas. iLab O iLab Segurança 2026 é considerado um dos maiores encontros institucionais de segurança pública já realizados no país. Iniciada oficialmente na noite de terça (3), a conferência reúne em Brasília, até esta sexta-feira (6), secretários estaduais, comandantes-gerais das polícias militares e dos corpos de bombeiros, delegados-gerais, chefes de inteligência, dirigentes de polícia científica e autoridades federais em uma agenda estratégica voltada ao fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e ao aprimoramento das políticas públicas na área. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Distrito Federal padroniza procedimentos e amplia resposta ao desaparecimento de pessoas

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) lançou, na manhã desta quinta-feira (19), o Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas. O material estabelece a implementação sistemática de fluxos pactuados, responsabilidades definidas e governança consolidada entre os órgãos. O texto apresenta, de forma clara, um roteiro e um protocolo do que cada instituição deve fazer — desde o registro do desaparecimento até as etapas de busca, acolhimento familiar, articulação interinstitucional e eventual localização. Em 2025, o DF alcançou índice de 98% de localização, o maior do Brasil. A entrega do documento marca um ciclo iniciado em 2023, com a instituição da Rede Integrada de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap), e representa a consolidação de uma atuação conjunta entre segurança pública, saúde, assistência social, justiça e sistema de garantia de direitos, organizada sob coordenação da Subsecretaria de Integração de Políticas Públicas de Segurança (Subisp). Participaram da construção do plano distrital a Polícia Civil (PCDF), a Polícia Militar (PMDF), o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), a Secretaria de Saúde (SES-DF), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Defensoria Pública (DPDF), além do Ministério Público (MPDFT), do Poder Judiciário, do governo federal e da sociedade civil. ​Lançado nesta quinta (19), Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas apresenta um roteiro e um protocolo indicando como cada instituição deve proceder | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, destacou o caráter estruturante da iniciativa: “Estamos institucionalizando uma política de Estado. O desaparecimento exige resposta imediata, integrada e técnica. Superamos entraves, alinhamos fluxos e estabelecemos uma engrenagem única entre os órgãos. Quanto menor o tempo de resposta, maior a possibilidade de localização. Essa política nasce da integração e da responsabilidade coletiva, pois os órgãos sempre atuaram na temática, mas muitas vezes de forma individualizada, com dificuldades nos fluxos transversais. Hoje, a partir do registro do desaparecimento, temos um sistema sem barreiras institucionais, com comunicação mais rápida e integração efetiva entre segurança pública, saúde, assistência social e demais áreas”. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, ressaltou que o plano fortalece um modelo já consolidado: “O Distrito Federal é hoje a unidade da Federação que mais localiza pessoas desaparecidas, com índices que chegam a 98% e 99% de resolução. Isso é resultado de protocolo claro e acionamento imediato. Aqui não existe a falácia das 24 horas. O registro feito na Polícia Civil já dispara, em minutos, uma engrenagem integrada: divulgação, mobilização das forças, acionamento da rede e, hoje, inclusive, apoio das câmeras com reconhecimento facial. Mas sempre nos perguntamos: o que dizer àquele 1%? Foi essa inquietação que nos moveu a estruturar o grupo de trabalho e consolidar este plano, porque o desaparecimento é uma tragédia em vida. Por isso estruturamos este plano, que organiza a atuação de todos os órgãos como uma única rede, com uma única prioridade: localizar essa pessoa e dar resposta rápida e humanizada às famílias”. Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública: "O desaparecimento exige resposta imediata, integrada e técnica. Quanto menor o tempo de resposta, maior a possibilidade de localização" A elaboração do plano envolveu reuniões bilaterais, oficinas técnicas, validações jurídicas e ajustes operacionais por mais de um ano. O diagnóstico inicial apontou a existência de procedimentos individuais e fluxos transversais com entraves administrativos. A partir dessa análise, foram pensadas soluções institucionais que, a partir de hoje, passam a compor oficialmente a política distrital. O lançamento do documento representa o desdobramento de uma construção iniciada em 2023, quando foi instituída a Ridesap, como explica o titular da Subisp, Jasiel Fernandes: “O plano é resultado de um processo técnico iniciado quando estruturamos a Rede Distrital e começamos a mapear lacunas e entraves nos fluxos interinstitucionais. Realizamos reuniões com cada órgão, identificamos especificidades operacionais e pactuamos responsabilidades claras, tanto internas quanto transversais. A mudança é sistêmica: saímos de atuações fragmentadas para uma governança integrada, com protocolos definidos e comunicação mais ágil. Isso garante resposta mais rápida, reduz obstáculos administrativos e coloca a pessoa desaparecida e sua família no centro da política pública”. [LEIA_TAMBEM]O delegado-geral da PCDF, José Werick, destacou que a corporação atua com base em princípios de sensibilidade, celeridade e rigor técnico, com protocolo estruturado em pilares como registro imediato, acolhimento humanizado, coleta detalhada de informações, rastreio técnico e identificação genética: “Na Polícia Civil, cada registro de desaparecimento é tratado com sensibilidade, celeridade e rigor técnico. Nosso protocolo, estruturado a partir de 2022 e consolidado em 2023, tornou-se referência nacional. O plano apresentado hoje consolida esse modelo ao integrar instituições e alinhar fluxos, colocando a pessoa desaparecida e sua família no centro das ações do Estado”. A promotora de Justiça Polyanna Silvares, do MPDFT, reforçou o caráter colaborativo da política, efetuada sem judicialização ou recomendações formais, fruto da proatividade institucional e da adesão conjunta dos órgãos: “Essa é uma política pública construída de forma exemplar, marcada pela integração real entre instituições. O Distrito Federal demonstra protagonismo nacional ao reunir, na mesma mesa, Segurança Pública, Saúde, Desenvolvimento Social, Defensoria, governo federal e sociedade civil. O Ministério Público acompanha essa pauta de forma colaborativa e concomitante, sem necessidade de recomendações ou judicialização, porque ela nasce da proatividade da Secretaria de Segurança Pública e da adesão comprometida de todos os parceiros. O plano de ação representa um passo estruturante, fruto de muito trabalho técnico, e reforça nosso compromisso comum de avançar cada vez mais na excelência do atendimento às famílias e na busca por desaparecimento zero no DF”. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Solenidade entrega plano de ação para atenção humanizada ao desaparecimento de pessoas

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realiza, nesta quinta-feira (19), às 10h, na Sala de Gestão Estratégica da SSP-DF, a solenidade oficial de entrega do Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas no Distrito Federal. O documento é resultado de mais de um ano de trabalho técnico e articulação interinstitucional no âmbito da Rede Integrada de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap), coordenada pela Subsecretaria de Integração de Políticas em Segurança Pública (Subisp). [LEIA_TAMBEM]Participam da construção do plano instituições das áreas de segurança pública, saúde, assistência social, justiça e direitos humanos do Distrito Federal, incluindo Polícia Civil (PCDF), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Secretaria de Saúde (SES-DF), Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), Defensoria Pública (DPDF) e representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário e da Chefia Executiva de Políticas Sociais do gabinete do governador. A iniciativa consolida fluxos integrados, responsabilidades institucionais e estratégias coordenadas de prevenção e resposta, fortalecendo a governança intersetorial e o atendimento às famílias. Entrega do Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas Local: Sala de Gestão Estratégica – SSP-DF Data: Quinta (19) Horário: 10h *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Definida a atuação integrada das forças de segurança no Carnaval do DF

O planejamento operacional integrado que será aplicado durante o Carnaval, com ações específicas voltadas à segurança da população, à organização dos eventos e à preservação da ordem urbana, está definido. As medidas estão consolidadas no Protocolo de Operações Integradas (POI), construído de forma conjunta com as forças de segurança, órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), representantes dos blocos carnavalescos e com acompanhamento do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Encontros reunindo organizadores dos blocos e os órgãos envolvidos na segurança pública do DF ajudaram a criar o planejamento operacional integrado que será aplicado durante o Carnaval | Fotos: Divulgação/SSP-DF O planejamento é resultado de um trabalho iniciado em outubro do ano passado. Desde então, têm sido realizadas reuniões técnicas e operacionais sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Os encontros reuniram organizadores dos blocos e os órgãos envolvidos, com foco na redução de conflitos, na organização dos espaços públicos e na diminuição dos impactos em áreas residenciais. “As reuniões começaram com bastante antecedência, ainda em 2025, justamente para que o Carnaval fosse planejado de forma responsável. Reavaliamos estratégias, ajustamos locais e horários e construímos um modelo que garante segurança aos foliões, tranquilidade aos moradores e eficiência na atuação integrada do Estado”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Eventos próximos a áreas residenciais não poderão ultrapassar as 23h. Em áreas não residenciais, os blocos de rua poderão funcionar até a 1h da manhã No total, 183 blocos foram cadastrados para o período de Carnaval, com eventos distribuídos pelas regiões administrativas do Distrito Federal. A Esplanada dos Ministérios concentrará parte significativa da programação. Eventos próximos a áreas residenciais não poderão ultrapassar as 23h. Em áreas não residenciais, os blocos de rua poderão funcionar até a 1h da manhã, sempre com encerramento rigorosamente acompanhado pelas equipes de segurança e fiscalização. Não há autorização para folia em áreas estritamente residenciais, conforme recomendação do MPDFT, priorizando espaços amplos e previamente planejados. Interdições e mobilidade urbana Os principais pontos de concentração de público serão as vias N1 e S1, na Esplanada dos Ministérios, especialmente nas proximidades do Teatro Nacional e do Museu da República; e o Setor Carnavalesco Sul, no Setor Comercial Sul e na Avenida S2, além de eventos programados no Parque da Cidade. Durante todo o período de Carnaval, as vias N1 e S1, entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, permanecerão interditadas ao tráfego de veículos. A via S2 também terá trechos fechados, assim como o entorno da Galeria dos Estados, para eliminar a circulação de veículos em áreas de grande concentração de pessoas e reduzir o risco de acidentes. Como novidade neste ano, haverá o fechamento de uma via próxima ao Hotel Nacional, direcionando o fluxo para rotas alternativas. Eixão, Eixinhos e demais paralelas permanecerão liberadas, com exceção do Eixão no domingo, quando já ocorre o tradicional fechamento para lazer. A orientação da SSP-DF é que o público evite o uso de veículos particulares e dê preferência ao transporte público ou por aplicativos. O transporte coletivo contará com reforço de linhas e horários, e a fiscalização de trânsito será intensificada. A PMDF manterá o emprego diário de policiamento nos eventos do Plano Piloto e demais regiões administrativas durante o Carnaval 2026 Monitoramento e Cidade da Segurança Toda a operação será monitorada, 24 horas por dia, pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 órgãos e instituições do GDF voltados à segurança, mobilidade, saúde, fiscalização e prestação de serviços públicos. O monitoramento contará com uso de câmeras de reconhecimento facial, drones e sistemas integrados de vigilância. “Esse reforço amplia nossa capacidade de acompanhamento em tempo real, permitindo respostas mais rápidas e assertivas a qualquer situação”, ressalta Sandro Avelar. Como base operacional central, será instalada a Cidade da Segurança Pública, no estacionamento norte da Torre de TV. O espaço funcionará como ponto de apoio às forças de segurança, atendimento ao público e coordenação integrada das ações. "É importante ressaltar que a Operação Carnaval é um evento à parte e não compromete o policiamento de rotina" Coronel Wesley Santos, chefe do Departamento de Operações da PMDF Atuação das forças de segurança A PMDF manterá o emprego diário de policiamento nos eventos do Plano Piloto e demais regiões administrativas durante o Carnaval 2026. O policiamento será reforçado em múltiplas camadas de segurança nas áreas de maior concentração de foliões. Durante o período carnavalesco, policiais militares serão empregados diariamente em todo o Distrito Federal, com policiamento a pé, motorizado e especializado, incluindo efetivos do Patamo, Rotam, Policiamento Montado e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), especialmente nas linhas de revista, com o objetivo de retirar objetos que possam comprometer a segurança, como armas brancas, drogas, armas de fogo e munições. “É importante ressaltar que a Operação Carnaval é um evento à parte e não compromete o policiamento de rotina”, explica o chefe do Departamento de Operações da corporação, coronel Wesley Santos. “As linhas de revista são essenciais para garantir a segurança dos foliões, e a colaboração do público é fundamental para termos um Carnaval seguro, especialmente nas áreas centrais.” Haverá vários pontos de abordagem e revista em diferentes territórios carnavalescos, com o intuito de prevenir a prática de ilícitos. O policiamento também será reforçado em estações do metrô e na Rodoviária do Plano Piloto, em parceria com órgãos de mobilidade urbana, locais que concentram grande fluxo de pessoas, sobretudo na dispersão dos eventos. Policiais militares serão empregados diariamente em todo o Distrito Federal, com policiamento a pé, motorizado e especializado, incluindo efetivos do Patamo, Rotam, Policiamento Montado e do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) Sala Lilás Como parte do planejamento operacional, a PMDF implementará a Sala Lilás Itinerante, espaço de atendimento especializado e humanizado voltado ao acolhimento de mulheres que eventualmente sejam vítimas de violência de gênero durante as festividades. Integrada à operação, a iniciativa garante escuta qualificada, orientação e encaminhamento adequado, reafirmando o compromisso da corporação com a proteção das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero em grandes eventos. A Sala Lilás contará com equipes especializadas do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), formadas por policiais capacitados para o atendimento técnico e humanizado. O espaço funcionará em articulação com outros órgãos do GDF, fortalecendo a rede de proteção, além de promover ações preventivas, estímulo à denúncia e acompanhamento das vítimas, contribuindo para um Carnaval mais seguro, inclusivo e respeitoso para o público feminino. [LEIA_TAMBEM]Tecnologia A Operação Carnaval 2026 contará ainda com emprego ampliado de tecnologia, em que a corporação utilizará drones equipados com câmeras termais e transmissão em tempo real para o comando da operação, além de sistemas integrados de identificação de pessoas com mandados de prisão em aberto, em parceria com a SSP-DF. Por meio do sistema próprio da corporação e da lógica de alertas do Sentinela Candanga, equipes poderão agir com rapidez na identificação e captura de foragidos da Justiça, especialmente nas áreas centrais de Brasília e em centros das regiões administrativas. “Estamos mobilizando um grande esforço operacional, com efetivo ampliado, uso intensivo de tecnologia e planejamento antecipado orientado por dados, para que toda a população do Distrito Federal possa aproveitar o Carnaval com tranquilidade, segurança e respeito”, concluiu o coronel Wesley Santos. A Delegacia Móvel da PCDF vai funcionar na Cidade da Segurança Pública, onde será possível registrar ocorrências policiais e o bloqueio de celulares roubados ou furtados. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) também estará no local com os institutos de Identificação (II) — que servirá para identificação de pessoas, em casos da não apresentação de documentação pessoal em abordagens — e de Criminalística (IC), que realizará exames toxicológicos. As equipes trabalharão por meio da Unidade Técnica de Atendimento Móvel (Utam). Haverá reforço do efetivo nas delegacias da região central — 1ª e 5ª DPs, Delegacia da Criança e do Adolescente 1 (DCA I) e Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I) —, assim como nas delegacias das demais regiões com festas previstas. A Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin), juntamente com a Deam, fará ações de conscientização para prevenção de crimes contra a mulher, na Rodoviária do Plano Piloto, sábado e domingo. Durante o Carnaval, o Detran-DF fará blitzes educativas, intervenções em blocos e shows, controle de tráfego, sinalização especial e uso de painéis informativos Detran-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) lançou a Operação Carnaval Seguro 2026 para reforçar a segurança viária durante o pré-carnaval e o período oficial da festa. A iniciativa prioriza ações educativas e preventivas contra a combinação de álcool e direção, além de 190 operações de fiscalização e policiamento em vias, bares, shoppings e eventos. Também haverá blitzes educativas, intervenções em blocos e shows, controle de tráfego, sinalização especial e painéis informativos. A operação contará com 180 agentes, 50 viaturas, 15 motos, uma aeronave e oito guinchos, com apoio de outras forças de segurança. “Esse período é marcado por alegria, e é natural que as pessoas queiram aproveitar cada momento. No entanto, é fundamental que todos ajam com responsabilidade para preservar vidas no trânsito. Nossas ações não têm o objetivo de coibir a diversão, mas de garantir vias mais seguras, com circulação ordenada e sem sinistros. Para isso, a colaboração de todos é indispensável”, destaca o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. Por medida de segurança, está proibida a venda e o uso de objetos que possam causar ferimentos, como garrafas e copos de vidro, espetos e objetos perfurocortantes, além do porte de armas brancas O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atuará de forma preventiva, com equipes especializadas em atendimento pré-hospitalar, vistorias técnicas e posicionamento estratégico em locais de grande concentração. A corporação também contará com plataforma elevada de observação para monitoramento do público. Haverá efetivo específico para o período de Carnaval. Grupamentos dos bombeiros localizados nas regiões administrativas, assim como os especializados, permanecem com os serviços ordinários, ficando de prontidão para reforçar os atendimentos relativos ao Carnaval, caso necessário. Para os dias de folia, a corporação pede atenção especial com crianças e idosos e orienta o público a alimentar-se de forma adequada, ingerir bastante água e fechar o registro de água e gás ao sair de casa para evitar inundações e incêndio. Outra recomendação é que, em ambientes fechados, seja observada a presença de brigadistas, preventivos e saídas de emergência. Em caso de emergência, a orientação é acionar o 193. Em casos de crianças perdidas ou situações envolvendo menores, haverá acolhimento imediato, com acionamento do Conselho Tutelar e da Vara da Infância e da Juventude Proteção Por medida de segurança, estão proibidos a venda e o uso de objetos que possam causar ferimentos, como garrafas e copos de vidro, espetos e objetos perfurocortantes, além do porte de armas brancas. A proteção de crianças e adolescentes é prioridade. Em casos de crianças perdidas ou situações envolvendo menores, haverá acolhimento imediato, com acionamento do Conselho Tutelar e da Vara da Infância e da Juventude, por meio do Ciob, pelo telefone 125. Campanhas e conscientização A SSP-DF também lançou uma campanha de conscientização voltada ao Carnaval, com cards e vídeos sobre respeito à diversidade, combate à violência de gênero, segurança no trânsito e cuidados com a saúde durante a folia. O respeito à mulher e a divulgação dos canais de denúncia são eixos centrais da campanha, que seguirá ativa até o fim do Carnaval. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Primeira reunião anual dos Consegs reforça segurança participativa

Com foco no fortalecimento da segurança pública participativa e na consolidação do diálogo permanente entre governo e comunidade, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realizou, nesta terça-feira (10), a primeira reunião de 2026 com os presidentes dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs). O encontro contou com a participação dos presidentes dos Consegs de todas as regiões administrativas e de nove áreas rurais do Distrito Federal, marcando um momento estratégico de escuta qualificada, alinhamento institucional e apresentação dos resultados consolidados de 2025. Realizado no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), o encontro apresentou os dados consolidados de 2025, que evidenciam o fortalecimento dos Consegs no Distrito Federal. Entre os principais indicadores, destacam-se o crescimento no número de conselhos constituídos, que passou de 39 para 45 em 2025. A ampliação das reuniões mensais também foi tema da reunião. Houve aumento de 12,4% no comparativo de 2025 em relação a 2024, passando de 233 para 262 encontros. O aumento do número de conselhos impactou o total de demandas apresentadas, saindo de 2.437 em 2024 para 3.165 em 2025. Os números refletem maior presença institucional nos territórios, respostas mais articuladas e uma participação social cada vez mais ativa e organizada. Primeira reunião dos Consegs em 2026 apresentou resultados consolidados do ano passado | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante a abertura, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destacou o papel estruturante dos conselhos comunitários no modelo de segurança pública adotado no DF: “Os Consegs são elementares, são a ligação entre o governo e a população. Esse fortalecimento não é discurso — ele se sustenta em dados, em resultados e na melhora concreta dos indicadores. Nosso compromisso é seguir criando políticas que consolidem o protagonismo dos Consegs, independentemente de quem esteja à frente da gestão, porque essa é uma política de Estado. Vamos seguir investindo, fortalecendo estruturas e garantindo que essa política continue gerando resultados concretos para a população”. A reunião integra o eixo Cidadão Mais Seguro, do Programa Segurança Integral, que estrutura a atuação integrada entre poder público e sociedade civil para a redução da criminalidade, o aumento da sensação de segurança e a promoção da qualidade de vida nos territórios. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário-executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, os dados confirmam uma mudança estrutural no papel dos conselhos. “Há três anos, tínhamos pouco mais de dez Consegs em funcionamento. Hoje, são 45 conselhos constituídos, inclusive com expansão para a área rural. Isso representa valorização, respeito institucional e fortalecimento da participação social. Os órgãos procuram os Consegs, a comunidade confia nos Consegs, e isso mostra que estamos no caminho certo”, ressaltou. O subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, Gustavo Danzmann, ressaltou o aumento da participação popular. “O crescimento dos Consegs e o aumento da participação da comunidade refletem a consolidação da segurança participativa como política pública no DF. Os números de 2025 evidenciam que, quando o Estado se aproxima do cidadão e organiza essa escuta de forma institucional, os resultados aparecem de maneira concreta nos territórios.” A presidente do Conseg do Guará, Luciana Silva, destacou o impacto das ações preventivas e educativas realizadas nas regiões. “A gente alcança diretamente a comunidade. Foram cerca de 1.500 pessoas impactadas em palestras, e a nossa meta é dobrar esse número. Eu não tinha noção de como a força do Conseg era tão grande. Hoje, vejo como é rápido agir e como a resposta chega. Podem contar comigo”, afirmou. Já o presidente do Conseg de Vicente Pires, Admilson Teixeira, relatou que a atuação direta dos conselhos contribui com a resolução de conflitos cotidianos. “As pessoas sabem que, quando nos procuram, é porque há uma urgência real. Temos contato direto com os comandantes e delegados da área, e isso faz toda a diferença. Já conseguimos recuperar veículos roubados com apoio das câmeras comunitárias. O Conseg só é lembrado porque está presente, porque sai do conforto e age”, destacou, ao solicitar apoio técnico para ampliar a integração do sistema de videomonitoramento comunitário. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Após 64 prisões em 2025, programas de proteção do GDF seguem sem registrar feminicídios entre mulheres atendidas

Com a detenção realizada no último final de semana, chega a 64 o número de prisões efetuadas em 2025 por meio dos programas de proteção coordenados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) — o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP). As ações são resultado do trabalho integrado entre a pasta e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). O resultado consolida a efetividade da política pública adotada pelo GDF, que alia tecnologia, monitoramento contínuo e resposta imediata das forças de segurança. Desde o início do acompanhamento, nenhuma mulher inserida nos programas teve sua integridade física violada ou foi vítima de feminicídio, reforçando o papel estratégico do monitoramento preventivo no enfrentamento à violência de gênero. “O enfrentamento à violência contra a mulher exige tecnologia, integração e decisão política. As prisões realizadas em 2025 mostram que o DF está avançando, utilizando os instrumentos certos para garantir proteção, acolhimento e justiça às mulheres”, ressalta Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal. Os programas de proteção coordenados pela SSP-DF — o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP) — acompanharam 1.887 pessoas ao longo de 2025 | Fotos: Divulgação/SSP-DF Ao longo de 2025, 1.887 pessoas foram acompanhadas pelos programas da SSP-DF. Do total, 506 agressores e 619 vítimas foram monitorados 24 horas por dia pela Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP). As prisões ocorreram, em sua maioria, após o descumprimento de medidas protetivas de urgência determinadas pelo Judiciário, especialmente em casos de violação das áreas de exclusão. Os agressores foram localizados e detidos imediatamente após o descumprimento das medidas protetivas. “Os resultados alcançados pelos programas de proteção da SSP-DF, em conjunto com as nossas forças de segurança, são a prova do nosso compromisso com a proteção e a dignidade das mulheres do Distrito Federal. Cada uma das prisões efetuadas representa uma vida protegida. Seguimos investindo na integração e no aprimoramento dessas ações, pois a proteção das nossas mulheres é prioridade para o Governo do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Importante ressaltar que nenhuma mulher atendida pelos nossos programas foi novamente vítima de violência enquanto assistida. Esses dados refletem a eficiência dos mecanismos de acolhimento e segurança, que têm como foco preservar a integridade e a vida dessas mulheres. Esta é uma pauta prioritária para a segurança pública e para o GDF”, completou o secretário. Monitoramento simultâneo “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva” Carlos Eduardo Melo, subsecretário de Operações Integradas da SSP-DF O programa de monitoramento de vítimas e agressores da SSP-DF completará, em 2026, cinco anos de funcionamento. A iniciativa utiliza tecnologia de georreferenciamento para o acompanhamento simultâneo de vítimas e agressores com Medida Protetiva de Urgência (MPU). Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), em 2021, nenhuma das mulheres protegidas teve a integridade física violada. “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva — impedindo a aproximação do agressor e, quando necessário, efetuando a prisão”, explicou o subsecretário de Operações Integradas, Carlos Eduardo Melo. A iniciativa integra o Programa Segurança Integral, eixo estruturante da política pública de segurança do DF, e o Eixo Mulher Mais Segura, voltado ao enfrentamento da violência de gênero. Tecnologia O sistema de proteção conta com monitoramento em tempo real, realizado por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta entregues às vítimas, que podem ser acionados a qualquer momento em situação de risco. No programa Viva Flor, a vítima recebe um aplicativo ou dispositivo eletrônico disponibilizado em delegacias. “O programa salva vidas, seja quando o agressor é preso ou mesmo quando não é preso. Até porque só o fato de ter o socorro policial prioritário na palma da mão já devolve dignidade à mulher vítima de violência, que tem a possibilidade de retomar a vida normal, em segurança, já que a violência, na grande parte das vezes, tira isso dela”, explica a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. Desde 2024, a estrutura operacional foi reforçada com a inauguração da nova sala de operações da DMPP, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo aumento dos servidores por plantão. Outro avanço relevante foi a implementação de um chat direto entre vítimas e a central de monitoramento, permitindo o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real, o que agiliza o atendimento e fortalece a resposta das equipes. “A ampliação da infraestrutura e dos canais de comunicação tem sido fundamental para aumentar a eficiência das nossas ações”, ressaltou a diretora da DMPP, Andrea Boanova. “Mesmo com a medida protetiva em vigor, alguns agressores ainda tentam violá-la. Nosso trabalho é garantir que, quando isso ocorra, a resposta do Estado seja imediata.” A nova sala de operações da DMPP foi inaugurada em 2024, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo aumento dos servidores por plantão Como funciona a proteção A proteção é destinada a mulheres com Medida Protetiva de Urgência em vigor, mediante decisão judicial e aceite da vítima. O monitoramento abrange todo o território do Distrito Federal. No caso do Dispositivo de Proteção à Pessoa, indicado pelo Judiciário, a vítima recebe um dispositivo de alerta, e o agressor passa a usar tornozeleira eletrônica. O sistema identifica automaticamente qualquer aproximação indevida e aciona as forças de segurança. Já o Viva Flor permite que a mulher acione a central sempre que perceber situação de ameaça. O alerta é encaminhado diretamente ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) ou ao Copom, garantindo atendimento imediato, inclusive com atuação do Copom Mulher. Se o celular não for compatível para a instalação do aplicativo, a secretaria fornece um dispositivo móvel, que garante prioridade máxima de atendimento pela Polícia Militar. [LEIA_TAMBEM]Neste ano, um dos avanços foi a expansão do Programa Viva Flor, que passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. Antes restrito às delegacias especiais de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, na Asa Sul e em Ceilândia, o projeto foi ampliado para Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. O serviço permite que as vítimas saiam das delegacias já com o dispositivo de proteção e monitoramento, garantindo resposta rápida e mais segurança. “A facilitação do acesso ao Programa Viva Flor, por meio de seu oferecimento direto nas delegacias, potencializa a proteção de mulheres vítimas de violência, porque reduz o tempo de resposta do Estado. Outro reflexo da facilitação do acesso é o número de mulheres alcançadas pelo programa, que já chega a quase 3.000, sendo, atualmente, mais de 1.500 ativas”, completa Regilene. Delegacias que oferecem o serviço • Deam I e II — Asa Sul e Ceilândia • 6ª DP — Paranoá • 16ª DP — Planaltina • 18ª DP — Brazlândia • 20ª DP — Gama • 27ª DP — Recanto das Emas *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Simulado testa prontidão do DF para incidentes envolvendo o sistema penitenciário federal

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) coordenou, na noite dessa quarta-feira (10), mais uma edição do simulado integrado da operação Óbidos, protocolo distrital que regula a atuação conjunta de órgãos federais e distritais em situações de crise relacionadas ao Complexo da Penitenciária Federal em Brasília. O treinamento ocorreu nas áreas adjacentes à Papuda e contou com o envolvimento direto de instituições do Sistema de Segurança Pública. A operação foi criada para ser acionada em cenários críticos, como amotinamentos, tentativas de fuga, resgates de internos, incêndios ou ações violentas associadas ao crime organizado, e estabelece um modelo de resposta rápida, coordenada e interinstitucional. A operação Óbidos foi criada para ser acionada em situações de crise relacionadas ao Complexo da Penitenciária Federal em Brasília | Fotos: Divulgação/SSP-DF Para o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, o exercício operacional permitiu avaliar com precisão o nível de prontidão das instituições. “O objetivo central é garantir que todos os envolvidos estejam perfeitamente alinhados caso uma crise real seja deflagrada. O simulado nos permite medir tempos, corrigir protocolos, ajustar procedimentos e, acima de tudo, fortalecer a cooperação entre os órgãos envolvidos”, destacou. Avelar reitera que a operação é um fator estratégico para a proteção do DF. “Quando treinamos juntos, mostramos que temos capacidade de resposta rápida, integrada e qualificada. Isso inibe a ação de grupos criminosos e reforça a segurança da população. O Distrito Federal investe em planejamento, articulação e inteligência para proteger seu território”, afirmou. Nesta edição do simulado, o foco recaiu sobre o eixo Mobilidade, que compreende a ocupação tática do terreno e o bloqueio de vias estaduais e federais para conter a circulação de possíveis criminosos e impedir rotas de fuga. As áreas impactadas (AIs) incluíram São Sebastião, o entorno do Complexo Prisional e trechos de rodovias estratégicas. A juíza Leila Cury, há 11 anos à frente da Vara de Execuções Penais do DF, esteve no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), de onde a operação foi monitorada e enfatizou: “Esta é uma operação que vem sendo coordenada pela SSP-DF, envolvendo as forças de segurança, e é importantíssima, porque diz respeito ao combate ao crime organizado. Essa união de todos os órgãos é fundamental para troca de informações e combate efetivo ao crime organizado”. Todo o monitoramento é feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) Treinamento para resposta real Coordenada pela SSP-DF, a operação teve participação das secretarias de Administração Penitenciária (Seape-DF) e de Saúde (SES-DF/Samu), das polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), do Corpo de Bombeiros (CBMDF), do Departamento de Trânsito (Detran-DF) e de instituições federais como o Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional. “O exercício reproduziu o acionamento inicial da crise pela Penitenciária Federal, como ocorreria em um incidente real. A integração entre os órgãos federais e distritais permitiu exercitar, de forma fiel ao ambiente real, as ações que seriam necessárias em um episódio de elevada complexidade”, ressaltou o subsecretário de Operações Integradas, coronel Carlos Melo. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, simulados como este são fundamentais para validar protocolos, ajustar fluxos de comunicação e garantir que todas as instituições atuem de forma integrada e coordenada. “Dessa forma, asseguramos que o DF esteja preparado para enfrentar cenários críticos com mais eficiência.” Para o chefe da Divisão de Segurança e Disciplina da Penitenciária Federal em Brasília, Enoque de Oliveira, a ação mostrou a efetividade da atuação integrada: “O DF está preparado para coibir situação ou eventualidade que ocorra na Penitenciária Federal de Brasília”. O nome faz referência à cidade fortificada portuguesa de Óbidos — analogia às muralhas que circundam a Penitenciária Federal em Brasília. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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DF apresenta práticas de referência no enfrentamento ao feminicídio em evento no Espírito Santo

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) participou do XV Encontro Nacional da Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid). O evento, em formato híbrido, reuniu membros do Ministério Público brasileiro e instituições do sistema de justiça para dois dias de debates, reflexões e alinhamentos estratégicos voltados ao enfrentamento das violências de gênero. A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal participou do XV Encontro Nacional da Copevid | Foto: Divulgação/SSP-DF A SSP-DF foi a única secretaria convidada a participar, sendo representada pelo coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), Marcelo Zago, que apresentou a palestra “Do dado à ação: estratégias de enfrentamento ao feminicídio no DF e o efeito copycat”. Ele destacou o papel pioneiro do Distrito Federal na análise qualificada de feminicídios consumados e tentados, além do uso de dados criminais, judiciais e periciais como base para decisões estratégicas. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a presença da SSP-DF em fóruns nacionais reforça o compromisso da pasta com políticas públicas fundamentadas em evidências e articuladas entre os diversos órgãos do sistema. “O enfrentamento à violência contra a mulher exige preparo técnico, sensibilidade institucional e decisões rápidas. A participação da CTMHF em espaços como este reafirma nosso compromisso de liderar, em âmbito nacional, uma agenda de proteção baseada em dados, integração e responsabilidade pública”, destacou. [LEIA_TAMBEM]De acordo com Zago, o uso rigoroso de dados criminais, judiciais e periciais é essencial para identificar padrões, antecipar riscos e subsidiar políticas públicas eficazes de prevenção ao feminicídio. “Com o estudo ‘Violência Imitada? Evidências Preliminares do Efeito Copycat no DF (2015–2025)’, demonstramos que a divulgação de casos deve ser acompanhada de cuidado técnico e contextualização, sob pena de incentivar comportamentos imitativos. Por isso, defendemos uma divulgação consciente, que combine transparência e responsabilidade, informando não apenas os fatos, mas também os riscos e os caminhos institucionais de proteção”, explicou. A Copevid integra o Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), reunindo representantes dos ministérios públicos estaduais, Federal, Militar, do Trabalho e do Distrito Federal e Territórios. Ao longo de 12 anos de atuação, tem contribuído para o aperfeiçoamento das políticas públicas nacionais e para a atuação coordenada no enfrentamento à violência doméstica e familiar. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Escolas de gestão compartilhada do Distrito Federal passam a integrar projeto Jovem Eleitor

Em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), escolas de gestão compartilhada passam a integrar o projeto Jovem Eleitor. Nessa quarta-feira (12), 139 alunos do Centro Educacional 01 (CED 01) da Estrutural participaram da primeira atividade conjunta do programa. Destes, 112 realizaram o alistamento eleitoral, tornando-se aptos a votar já nas próximas eleições. Os estudantes utilizaram a infraestrutura da nova Central de Atendimento ao Eleitor do TRE-DF, inaugurada recentemente, e tiveram uma experiência completa sobre democracia, tecnologia e participação social. Nessa quarta (12), alunos do CED 01 da Estrutural participaram da primeira atividade conjunta do projeto Jovem Eleitor | Fotos: Divulgação/SSP-DF Para o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, a parceria é um marco na formação cidadã. “Garantir que nossos jovens tenham acesso à informação, à cidadania e ao pleno exercício de seus direitos é também uma forma de protegê-los. Proporcionar dignidade é oferecer oportunidades, e este projeto é exatamente sobre isso: abrir caminhos para que cada estudante compreenda seu papel e sua potência na construção do futuro. Além disso, iniciar esse projeto pelo CED 01 da Estrutural, que foi a primeira escola a fazer parte do programa de escolas compartilhadas, é muito significativo.” Durante a visita, os jovens acompanharam palestras e demonstrações das urnas eletrônicas, além de percorrerem o Centro de Memória da Corte Eleitoral. O conteúdo abordou temas como segurança e auditabilidade do processo de votação, transparência, história das eleições e a importância do voto consciente. Especialistas do tribunal conduziram as atividades. “A presença dos nossos estudantes no TRE-DF representa muito mais do que o alistamento eleitoral. É a oportunidade de vivenciarem, na prática, os valores da cidadania, da responsabilidade e da participação democrática. Quando abrimos as portas, mostramos a esses jovens que eles têm voz, têm direitos e podem decidir os rumos da sociedade em que vivem. Essa parceria fortalece nossa missão de formar cidadãos conscientes, críticos e protagonistas do próprio futuro”, afirma o subsecretário de Gestão Compartilhada, Alexandre Ferro. Em visita ao TRE-DF, os jovens acompanharam palestras e demonstrações das urnas eletrônicas, além de percorrerem o Centro de Memória da Corte Eleitoral O programa permite que jovens com 15 anos solicitem o título de eleitor. Após a devida análise e aprovação da Justiça Eleitoral, a solicitação será efetivada, sendo o voto facultativo somente quando o eleitor completar 16 anos. Para a diretora da escola, Vanessa Nogueira, a ação foi fundamental para a formação cidadã dos alunos. [LEIA_TAMBEM]“Estamos inseridos em um contexto de vulnerabilidade social e, por isso, proporcionar aos nossos estudantes a oportunidade de conhecer um órgão tão relevante é algo muito significativo. Eles puderam sair da nossa comunidade e vislumbrar as infinitas possibilidades que têm pela frente. Os estudantes participaram de palestras, painéis interativos e até de uma simulação de eleição com candidatos fictícios criados por eles, o que ampliou seu conhecimento sobre a importância do voto e da participação democrática — especialmente neste mês, em que muitos estão realizando o Enem e refletindo sobre seus futuros.” Para a professora que acompanhou os estudantes durante a visita, Fernanda Marques, a experiência proporcionou uma visão clara sobre o funcionamento da Justiça Eleitoral. “Fomos recebidos por servidores que apresentaram as principais atividades do órgão e destacaram a importância do voto como instrumento de cidadania. Os profissionais ressaltaram o compromisso do TRE com a transparência e a segurança do processo eleitoral, além de incentivar os jovens a participarem ativamente da vida política do país”, conclui. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Mais de 300 celulares recuperados são devolvidos aos proprietários no DF

A quarta edição da Operação Rastreamento Final, realizada nesta terça-feira (11), resultou na devolução de 313 celulares recuperados a seus legítimos proprietários. A ação é coordenada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) — a entrega aos proprietários foi realizada no auditório do edifício-sede da Delegacia-Geral. Os aparelhos foram localizados com o apoio de tecnologias de rastreamento e cruzamento de dados. “A devolução desses aparelhos demonstra a importância da tecnologia para nos ajudar a solucionar crimes. Cada aparelho devolvido reforça o compromisso da nossa gestão com o cuidado com a população, por meio de respostas rápidas e eficientes que unem tecnologia e inteligência da Polícia Civil em prol dos cidadãos”, comentou a vice-governadora Celina Leão. Operação Rastreamento Final devolveu 313 celulares roubados a seus legítimos proprietários, neste terça (11) | Fotos: Divulgação/PCDF Desde a primeira edição da ação, em outubro de 2024, um total de 1.062 aparelhos foram restituídos (contando com as devoluções desta terça). As entregas também são realizadas no dia a dia, com a identificação dos proprietários feita pelas delegacias de área, independentemente da realização da Operação Rastreamento. Para que o celular possa voltar para as mãos do dono, é fundamental registrar a ocorrência na delegacia mais próxima ou por meio da Delegacia Eletrônica. A população também pode contribuir com investigações por meio do 197 — o sigilo é resguardado. Desde 2023, 14 mil celulares foram recuperados. [LEIA_TAMBEM]“A devolução dos aparelhos é uma vitória para as famílias e demonstra a eficiência do trabalho integrado das forças de segurança. A Secretaria de Segurança Pública está realizando uma campanha informativa nas redes sociais para alertar a população sobre a importância de exigir nota fiscal, consultar o IMEI e não comprar celulares de origem suspeita. Quando alguém compra um aparelho roubado, está financiando o crime. Segurança pública se constrói com ação do Estado e consciência coletiva. Ou seja, esta é uma responsabilidade compartilhada”, ressaltou o titular da pasta, Sandro Avelar. Para ampliar a prevenção e a segurança na compra de aparelhos, a PCDF disponibiliza o serviço Consulta Imei, que permite verificar se há registro de furto ou roubo antes da compra. Para que o celular possa voltar para as mãos do dono, é fundamental registrar a ocorrência na delegacia mais próxima ou por meio da Delegacia Eletrônica O delegado-geral da PCDF, José Werick, ressalta que a operação é fundamental. “Essa ação vai além da simples devolução de um bem material. Cada celular restituído representa a recuperação de parte da vida do cidadão. Seus dados, suas informações, suas lembranças… É devolver dignidade às pessoas. Todas as delegacias do Distrito Federal estão empenhadas neste trabalho, e hoje vemos o resultado concreto desse esforço coletivo.” Morador do Gama, Henrique Moreira de Lima relatou emoção ao recuperar o aparelho levado há um ano, enquanto trabalhava com caminhão-pipa. “Eu me senti acolhido. Muita gente critica a polícia, mas aqui fui bem tratado e vi o esforço para devolver o que é da gente. Hoje estou feliz em receber meu celular de volta.” Outra beneficiada, Josenita Pedro Santos destacou a importância de registrar a ocorrência no momento do furto. “Eu nem imaginava que ia receber meu celular de volta. Já tinha um ano. Fiquei feliz quando me avisaram. Se eu não tivesse feito a ocorrência, não teria como encontrar.” *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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GDF promove encontro com lideranças religiosas para fortalecer ações de enfrentamento à violência contra a mulher

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) promove, nesta quarta-feira (29), a partir das 19h, o encontro formativo Aliança Protetiva, no Recanto das Emas. O evento reunirá cerca de 70 lideranças religiosas e sociais, além de representantes de órgãos públicos, em um espaço de diálogo, escuta e integração voltado ao enfrentamento da violência contra a mulher. A ação é realizada por meio da Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec) e integra o programa Segurança Integral, política estruturante do Governo do Distrito Federal (GDF) que prioriza o fortalecimento das redes de prevenção e o engajamento social na construção de comunidades mais seguras. Encontro reunirá cerca de 70 lideranças religiosas e sociais em um espaço de diálogo voltado ao enfrentamento da violência contra a mulher | Foto: Divulgação/SSP-DF Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o evento simboliza a atuação integrada e humana da pasta no combate à violência de gênero. “A segurança pública precisa estar onde as pessoas estão. Ao unir instituições religiosas, lideranças sociais e forças de segurança, reforçamos que a prevenção começa com o diálogo e com a escuta. A Aliança Protetiva é um exemplo de como a fé, o acolhimento e a ação coordenada podem salvar vidas e romper ciclos de violência”, afirma. A Aliança Protetiva tem como objetivo fortalecer os vínculos de confiança entre Estado e comunidade, consolidando um movimento de mobilização social em defesa da vida e da dignidade das mulheres A programação inclui palestras que abordam o tema sob diferentes perspectivas, com foco no olhar técnico da segurança pública e na importância da participação popular no atendimento às vítimas de violência. Abrindo o ciclo de palestras, o coordenador da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), Marcelo Zago Gomes Ferreira, apresentará o painel “Quando os dados contam histórias: O olhar da Câmara Técnica sobre a prevenção da violência letal contra mulheres”. Ele trará análises sobre os indicadores criminais e o impacto das políticas públicas voltadas à redução dos casos de feminicídio no Distrito Federal. Na sequência, a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da SSP-DF, Regilene Siqueira Rozal, conduzirá a palestra “A relevância da participação social no enfrentamento à violência contra a mulher”, destacando o protagonismo das lideranças religiosas e comunitárias. “A Aliança Protetiva é uma iniciativa que amplia o olhar da segurança pública, reconhecendo a força que as lideranças comunitárias e religiosas têm na proteção das mulheres. Quando todos compreendem seu papel nesse enfrentamento, a resposta da rede se torna mais ágil, humana e eficaz”, ressalta. A agente de polícia Fernanda Gláucia de Moura Melo, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam I), abordará o tema “Atendimento policial especializado e proteção às mulheres vítimas de violência”, compartilhando experiências práticas sobre a importância da escuta qualificada e da atuação integrada com a rede de proteção. [LEIA_TAMBEM]Encerrando o ciclo formativo, a tenente-coronel Renata Cardoso, coordenadora do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica e Familiar (Provid/PMDF), apresentará o trabalho desenvolvido pela Polícia Militar do Distrito Federal no acompanhamento de vítimas e agressores, reforçando o papel da corporação na prevenção e na proteção das mulheres. Proteção e mobilização A Aliança Protetiva tem como objetivo fortalecer os vínculos de confiança entre Estado e comunidade, consolidando um movimento de mobilização social em defesa da vida e da dignidade das mulheres. O modelo formativo prevê que cada região administrativa receba um encontro adaptado à sua realidade local, valorizando as lideranças que já atuam como agentes de transformação dentro das comunidades. “O diálogo com a sociedade é fundamental para a política Segurança Integral”, conclui o secretário Sandro Avelar. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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CEF 14 de Taguatinga aprova implantação do modelo de gestão compartilhada de ensino

A comunidade escolar do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 14 de Taguatinga aprovou, em consulta pública, a adesão ao modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e Educação (SEEDF). O resultado obteve 79,01% de aprovação entre pais, estudantes, professores e servidores. Com a nova adesão, o Distrito Federal passa a contar com 40 escolas no programa, das quais 15 serão implementadas a partir do início do próximo ano letivo. A iniciativa, instituída em 2019, tem como foco oferecer educação de qualidade em um ambiente escolar mais seguro, promovendo a cultura de paz e o fortalecimento dos vínculos comunitários. O Centro de Ensino Fundamental (CEF) 14 de Taguatinga aprovou, em consulta pública, a adesão ao modelo cívico-militar | Fotos: Divulgação/SEEDF O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destacou o apoio do Governo do Distrito Federal e o compromisso de ampliar o programa. “A gestão compartilhada é uma das políticas mais transformadoras do nosso governo porque une o que há de mais essencial: segurança, educação e oportunidade. Compartilho com o governador Ibaneis o entendimento de que investir na escola é investir no futuro”, afirmou. Para o subsecretário das Escolas de Gestão Compartilhada, coronel Alexandre Ferro, o resultado reforça a confiança da comunidade no projeto. “Levamos esse modelo para regiões de maior vulnerabilidade social, onde o mapa da violência apontava altos índices de criminalidade. Quando a segurança pública entra como parceira da educação, o cenário muda. As escolas tornam-se espaços de convivência, disciplina e oportunidades, o que faz diferença real na vida dos jovens”, ressaltou. Atualmente, as escolas de gestão compartilhada contam com o apoio de equipes da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), que atuam de forma integrada com os educadores. Além da disciplina e do fortalecimento dos valores cívicos, as unidades promovem atividades esportivas, culturais e musicais, reforçando a formação integral dos estudantes. Entre as 15 escolas que integram o projeto há mais tempo, três figuram entre os melhores desempenhos da rede pública no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb): o CEF 1 do Núcleo Bandeirante, o CEF 19 de Taguatinga e o CED 416 de Santa Maria. Com a nova adesão, o Distrito Federal passa a contar com 40 escolas no programa, das quais 15 serão implementadas a partir do início do próximo ano letivo Atualmente, cerca de 28 mil alunos estudam em unidades que adotam o modelo de gestão compartilhada. São elas: · Centro Educacional 3, de Sobradinho · Centro Educacional 1, da Estrutural · Centro Educacional 7, da Ceilândia · Centro Educacional 308, do Recanto das Emas · Centro Educacional Condomínio Estância III, de Planaltina · Centro de Ensino Fundamental 407, de Samambaia · Centro Educacional 1, do Itapoã · Centro de Ensino Fundamental 19, de Taguatinga · Centro de Ensino Fundamental 1, do Núcleo Bandeirante · Centro de Ensino Fundamental 1, do Riacho Fundo II [LEIA_TAMBEM]· Centro de Ensino Fundamental 1, do Paranoá · Centro Educacional 2, de Brazlândia · Centro Educacional 416, de Santa Maria · Centro de Ensino Fundamental 5, do Gama · Centro de Ensino Fundamental 507, de Samambaia · Centro de Ensino Fundamental 4, de Planaltina · Centro de Ensino Fundamental 1, do Lago Norte · Centro de Ensino Médio 1, do Riacho Fundo · Centro de Ensino Fundamental 16, de Taguatinga · Centro de Ensino Fundamental 17, de Taguatinga · Centro de Ensino Fundamental 12, de Taguatinga · Centro de Ensino Fundamental 427, de Samambaia · Centro de Ensino Fundamental 4, do Guará · Centro Educacional Myriam Ervilha, de Água Quente · Centro de Ensino Fundamental 103, de Santa Maria *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) 

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Projeto forma jovens multiplicadores da cultura de paz e prevenção à violência em Taguatinga

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), realiza nesta segunda (20) e na terça-feira (21), no Teatro do Sesi de Taguatinga, a 5ª edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã, voltada a estudantes de Brazlândia. Última edição do projeto, realizada no Recanto das Emas em setembro, reuniu 540 jovens | Foto: Divulgação/SSP-DF O evento reunirá cerca de 480 adolescentes do ensino médio de escolas públicas da região e tem como objetivo formar multiplicadores da cultura de paz e da cidadania, fortalecendo a prevenção à violência por meio da educação e do protagonismo juvenil. A programação inclui palestras, oficinas, apresentações culturais e dinâmicas educativas sobre temas como bullying, cyberbullying, violência no namoro, violência sexual infantojuvenil, convivência saudável e uso responsável das redes sociais. A edição contará com palestras de representantes da Polícia Federal, das polícias Civil e Militar (PCDF e PMDF) e da própria SSP-DF. [LEIA_TAMBEM]Desde o início de 2025, o programa já capacitou 1.220 estudantes em diferentes regiões do Distrito Federal, consolidando-se como uma iniciativa de referência na promoção da cultura de paz e da prevenção à criminalidade nas escolas públicas. A ação integra o eixo Escola Mais Segura, do Programa Segurança Integral – DF Mais Seguro, reafirmando o compromisso da SSP-DF com uma abordagem preventiva, educativa e participativa na construção de comunidades mais seguras. 5ª Edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã · Data: 20 e 21 de outubro · Horário: 14h · Local: Teatro do Sesi de Taguatinga (QNF 24, Taguatinga Norte) · Público: Estudantes de Brazlândia

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Com 94% dos casos solucionados, DF mantém alto índice de localização de pessoas desaparecidas em 2025

O Distrito Federal mantém um dos maiores percentuais de localização de pessoas desaparecidas do país, com 94% dos casos solucionados entre janeiro e setembro de 2025, de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Em 2024, o índice anual havia alcançado 98%, consolidando o DF como referência nacional no enfrentamento a esse tipo de ocorrência. “A forma como a família age nas primeiras horas pode definir o desfecho do caso. Por isso, pedimos que o registro seja feito imediatamente e da maneira mais completa possível. Não espere 24 horas”, orienta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. O Distrito Federal solucionou 94% dos casos de desaparecimento entre janeiro e setembro de 2025 | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O resultado decorre de uma rede de atenção humanizada e de uma política pública integrada, que reúne tecnologia, agilidade e suporte às famílias desde os primeiros momentos após o desaparecimento. Ainda assim, o desafio persiste: apenas 42% dos casos são registrados nas primeiras 24 horas, período considerado decisivo para o sucesso das buscas. “O percentual de localização acima de 90% é resultado de um trabalho integrado e de uma política pública sólida, que coloca cada vida como prioridade. O programa de desaparecidos demonstra que, com união e comprometimento, é possível transformar dor em reencontros e esperança. Por trás de cada número está uma história, uma família e uma vida reencontrada”, reforça a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Para o secretário-executivo institucional de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira, os números mostram a importância das ações conjuntas entre o poder público e a sociedade civil. “Essa parceria vem garantindo avanços no enfrentamento ao desaparecimento de pessoas no DF. Com tecnologia, acolhimento e prevenção, não tenho dúvida de que vamos garantir respostas cada vez mais rápidas e humanizadas às famílias que vivem essa dor.” A SSP-DF reforça que não é necessário aguardar 24 horas para comunicar um desaparecimento Primeiras horas são decisivas A SSP-DF reforça que não é necessário aguardar 24 horas para comunicar um desaparecimento. Assim que a ausência repentina de uma pessoa for percebida, independentemente da idade, o familiar ou responsável deve ligar para o 190 ou procurar a delegacia mais próxima para registrar o boletim de ocorrência, que também pode ser feito pela Delegacia Eletrônica. No registro, é essencial incluir o máximo de informações possíveis, como foto recente, características físicas, roupas usadas no momento do desaparecimento, condições médicas ou emocionais e o último local onde a pessoa foi vista. O detalhamento do relato contribui diretamente para as chances de localização rápida. Dados e perfil dos casos Entre janeiro e setembro de 2025, foram registrados 1.666 desaparecimentos, com 1.573 pessoas localizadas. O tempo médio para registro foi de 93 horas e 20 minutos, e 42% das ocorrências ocorreram nas primeiras 24 horas. O perfil das vítimas mostra que 64% são homens e 36% mulheres; 43% têm entre 30 e 59 anos, e 24% são menores de idade. As regiões administrativas com maior número absoluto de casos são Ceilândia, Planaltina, Brasília e Samambaia. Já os dias de maior incidência são sexta-feira (17%), sábado (17%) e domingo (14%). A taxa de sucesso na localização de desaparecidos decorre de uma rede de atenção humanizada e de uma política pública integrada, que reúne tecnologia, agilidade e suporte às famílias | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Divulgação responsável e segurança digital A SSP-DF alerta que a divulgação de fotos e informações nas redes sociais deve ser feita com responsabilidade e sempre em alinhamento com as autoridades policiais. A publicação de dados, como imagens e contatos, deve ocorrer por meio do perfil oficial @desaparecidos_df, administrado pela Subsecretaria de Integração em Políticas de Segurança Pública (Subisp) da SSP-DF, responsável pela divulgação padronizada dos templates de pessoas desaparecidas e localizadas. “O compartilhamento de telefones pessoais da vítima ou de familiares não é recomendado, a fim de evitar golpes e preservar a segurança. É fundamental que a família e amigos divulguem informações em conformidade com as autoridades policiais, para que não se tornem vítimas de chantagens e extorsões”, destaca o subsecretário de Integração em Políticas de Segurança Pública, Jasiel Fernandes. Entre as iniciativas de destaque estão a Rede de Atenção Humanizada de Pessoas Desaparecidas e o Protocolo Sinal de Busca Imediata, que compartilha em poucos minutos a imagem do desaparecido com mais de 30 órgãos do DF e de outros estados, ampliando as chances de localização. Destacam-se ainda o trabalho investigativo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e o Procedimento Operacional Padrão (POP) para tratamento de pessoas desaparecidas, executado pelas delegacias e pelos institutos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), como o IPDNA, IML, II e IC. [LEIA_TAMBEM]Comunicação do reencontro Quando a pessoa é localizada, seja por contato direto com a família ou por ação das forças de segurança, é fundamental informar à autoridade policial para que o boletim seja atualizado. Essa comunicação encerra formalmente a ocorrência, evita duplicidade de esforços e melhora a qualidade dos dados sobre desaparecimentos no DF. A informação da localização também é publicada pelo perfil institucional no Instagram. “Estamos promovendo uma política pública humanizada e integrada, que inclui desde ações preventivas até o apoio jurídico e psicológico às famílias. Mas essa atuação só é efetiva quando há registro imediato e colaboração com os órgãos oficiais”, completa Fernandes. Rede humanizada e tecnologia O Distrito Federal se destaca pelo modelo de gestão baseado em integração, tecnologia e acolhimento às famílias. Entre as principais iniciativas estão: • A Rede de Atenção Humanizada de Pessoas Desaparecidas, que oferece suporte jurídico e psicológico aos familiares; • O Protocolo Sinal de Busca Imediata, que aciona automaticamente mais de 30 órgãos públicos logo após o registro do boletim de ocorrência; • O perfil oficial @desaparecidos_df, que padroniza e divulga os templates de desaparecimentos e localização, mobilizando a sociedade e ampliando o alcance das informações, sem configurar cadastro oficial. “Esse conjunto de ações e o engajamento da sociedade fazem com que o DF avance na consolidação de uma política pública sólida, tecnológica e humanizada, reafirmando o compromisso da SSP-DF com a proteção da vida e a busca ativa de cada pessoa desaparecida”, ressalta Sandro Avelar. O DF participou da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, em agosto | Foto: Divulgação/SSP-DF Campanha Nacional Em agosto, o DF participou da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). A Polícia Civil do DF (PCDF), por meio do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA), realizou a coleta do material. Com esse material, os peritos podem realizar o exame de DNA para inclusão dos dados no banco de perfis genéticos do IPDNA/PCDF e no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). As amostras permitem o cruzamento de dados entre pessoas vivas e pessoas falecidas não identificadas. Neste ano, 56 familiares de pessoas desaparecidas doaram amostras biológicas (DNA), correspondendo a 42 famílias vinculadas às coletas. “Considerando que houve campanhas em 2021, 2024 e 2025, e levando em conta o número de ocorrências policiais de desaparecimento de pessoas no DF, as coletas realizadas durante a campanha de 2025 ficaram dentro do estimado”, ressalta o diretor do IPDNA, Samuel Ferreira. Banco de dados O material colhido é exclusivo para fins de localização de pessoas desaparecidas e não é compartilhado para nenhum outro tipo de pesquisa, como a criminal. “As campanhas de coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas são fundamentais para divulgar o tema e mobilizar familiares, instituições, sociedade e mídia. Mas é importante ressaltar que as coletas de material genético são rotineiras e podem ser feitas normalmente, independentemente das campanhas, de segunda a sexta-feira, no próprio instituto”, completa o diretor. O material colhido é exclusivo para fins de localização de pessoas desaparecidas e não é compartilhado para nenhum outro tipo de pesquisa | Foto: Divulgação/SSP-DF Para agendar a coleta, os familiares devem registrar a ocorrência de desaparecimento em uma delegacia de polícia. A própria unidade poderá realizar o agendamento no IPDNA. Canais para agendamento • Telefones: (61) 3207-4365 / 4367 • Celular / WhatsApp: (61) 98253-8016 • E-mail: ipdna-desaparecidos@pcdf.df.gov.br “No Distrito Federal, cada reencontro representa mais do que um dado estatístico — é a prova de que a integração entre tecnologia, sensibilidade e compromisso público pode transformar dor em reencontro e esperança em política de Estado", conclui Avelar. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Eficiência de programas de proteção a mulheres resulta em 38 prisões neste ano, no DF

A atuação integrada da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) na proteção de mulheres em situação de violência doméstica tem alcançado resultados expressivos. Somente em 2025, 38 agressores monitorados pelos programas de proteção da pasta foram presos, sendo três somente no mês de outubro, após violarem as áreas de exclusão determinadas pelo Judiciário. "Os resultados alcançados pelos programas de proteção da SSP-DF em conjunto com as nossas forças de segurança são a prova do nosso compromisso com a proteção e a dignidade das mulheres do Distrito Federal. Cada uma das 38 prisões efetuadas em 2025 representa uma vida protegida e a reafirmação de que a violência doméstica não será tolerada em nossa cidade. Seguiremos investindo na integração e no aprimoramento dessas ações, pois a proteção das nossas mulheres é prioridade para o Governo do Distrito Federal”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas, em 2021, mais de 3.600 pessoas já foram monitoradas e 122 prisões de agressores foram realizadas | Fotos: Divulgação/SSP-DF As prisões resultaram de um trabalho integrado entre a SSP-DF e a Polícia Militar (PMDF), por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Os agressores foram localizados e detidos imediatamente após o descumprimento das medidas protetivas. “Só neste mês foram três prisões efetuadas, e nenhuma mulher atendida pelos nossos programas foi novamente vítima de violência enquanto assistida. Esses dados refletem a eficiência dos mecanismos de acolhimento e segurança, que têm como foco preservar a integridade e a vida dessas mulheres. Esta é uma pauta prioritária para a segurança pública e para o Governo do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Monitoramento simultâneo O programa de monitoramento de vítimas e agressores da SSP-DF completará, em 2026, cinco anos de funcionamento. O sistema utiliza tecnologia de georreferenciamento para rastrear simultaneamente vítimas e agressores com Medida Protetiva de Urgência (MPU). [LEIA_TAMBEM]Desde a criação da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), mais de 3.600 pessoas já foram monitoradas e 122 prisões de agressores foram realizadas por descumprimento de medidas judiciais, tanto pelo Viva Flor quanto pelo Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP). Nenhuma das mulheres acompanhadas pelos programas da SSP-DF teve a integridade física violada durante o acompanhamento. “O monitoramento contínuo, sete dias por semana e 24 horas por dia, nos permite antecipar riscos e agir de forma preventiva — impedindo a aproximação do agressor e, quando necessário, efetuando a prisão”, explica o subsecretário de Operações Integradas, Carlos Eduardo Melo. A iniciativa integra o Programa Segurança Integral, eixo estruturante da política pública de segurança do DF, e se conecta diretamente ao Eixo 5 – Mulher Mais Segura, voltado ao enfrentamento da violência de gênero. Tecnologia O sistema de proteção conta com monitoramento em tempo real, realizado por meio de tornozeleiras eletrônicas instaladas nos agressores e dispositivos de alerta entregues às vítimas, que podem ser acionados a qualquer momento em caso de perigo. No Viva Flor, um dispositivo ou aplicativo é disponibilizado para as vítimas nas delegacias. Em 2024, a estrutura operacional foi aprimorada com a inauguração da nova sala de operações da DMPP, ampliando o número de estações de monitoramento e garantindo a presença mínima de nove servidores por plantão. A nova sala de operações da DMPP ampliou o número de estações de monitoramento e garantiu a presença mínima de nove servidores por plantão Outro avanço importante foi a criação de um chat direto entre vítimas e a central de monitoramento, que permite o envio de mensagens, áudios e fotos em tempo real — otimizando o atendimento e a resposta das equipes. “A ampliação da infraestrutura e dos canais de comunicação tem sido fundamental para aumentar a eficiência das nossas ações”, explica a diretora da DMPP, Andrea Boanova. “Mesmo com a medida protetiva em vigor, alguns agressores ainda tentam violá-la. Nosso trabalho é garantir que, quando isso ocorra, a resposta do Estado seja imediata.” Como funciona A proteção é oferecida a mulheres com Medida Protetiva de Urgência em vigor, mediante decisão judicial e aceite da vítima. O monitoramento abrange todo o território do Distrito Federal. O Dispositivo de Proteção à Pessoa é indicado pelo juiz. Nesse caso, a vítima recebe um dispositivo, enquanto uma tornozeleira é colocada no agressor. O sistema identifica automaticamente aproximações indevidas e aciona as forças de segurança para uma resposta rápida. Mulheres monitoradas pelo DPP recebem um dispositivo, enquanto uma tornozeleira é colocada no agressor; em caso de aproximação indevida, as forças de segurança são acionadas Já o Viva Flor permite acionar a central caso a mulher perceba qualquer ameaça. Inicialmente, funcionava como um aplicativo instalado no celular da vítima; em 2021, passou a ser disponibilizado também por meio de um dispositivo similar a um celular. Atualmente, os dois formatos são oferecidos às mulheres com MPU concedida pelo Judiciário. A base do Viva Flor é a tecnologia: com o aplicativo instalado ou com o dispositivo eletrônico, a mulher assistida pode acionar a PMDF com apenas um toque. O alerta chega diretamente ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) ou ao Copom, que presta atendimento imediato, inclusive com a atuação do Copom Mulher, instituído no ano passado. Desde sua criação, em 2018, o Viva Flor foi expandido para Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. O projeto já funcionava em caráter piloto nas delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) localizadas na Asa Sul e em Ceilândia, além da indicação pelo Judiciário. O Viva Flor permite acionar a PMDF com apenas um toque, seja por meio de um aplicativo, seja com a ajuda de um dispositivo entregue à vítima A entrega do dispositivo em delegacias ocorre sem prejuízo do requerimento das medidas protetivas e do encaminhamento para apreciação do Judiciário, em casos específicos como tentativas de feminicídio, descumprimento de medidas protetivas ou, excepcionalmente, quando houver indicação de risco à vítima. Ao ser acionado, o atendimento ganha prioridade e uma viatura é enviada de imediato, garantindo a proteção da vítima. “Se o celular não for compatível para a instalação do aplicativo, a secretaria fornece um dispositivo móvel, que garante prioridade máxima de atendimento pela Polícia Militar. Essa descentralização é fundamental”, detalhou a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Oficina de gestão financeira encerra ciclo do programa Movimento Vida 360

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizará, na próxima quinta-feira (16), a última edição da Oficina de Gestão Financeira do programa Movimento Vida 360. A formação será realizada no Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB), a partir das 8h30. As inscrições terminam nesta terça (14). Desenvolvida em parceria com a B2 Planejamento Financeiro e a N Produções, a oficina tem como foco a inteligência financeira, reconhecendo que o equilíbrio nas finanças pessoais está diretamente ligado à saúde mental e à qualidade de vida. A programação combina uma palestra motivacional e educativa, seguida de atendimentos individuais e personalizados para os servidores. Arte: SSP-DF “A valorização dos profissionais da segurança pública também passa por ações que fortalecem a mente e a vida pessoal. Cuidar do servidor é cuidar de quem cuida da população. Quando oferecemos ferramentas de planejamento financeiro, promovemos autonomia, equilíbrio e uma vida mais saudável dentro e fora do trabalho”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Panorama Desde o início do ciclo, o Movimento Vida 360 percorreu diferentes instituições do Sistema de Segurança Pública do Distrito Federal, levando a Oficina de Gestão Financeira para servidores do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Polícia Civil (PCDF), Polícia Militar (PMDF), Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), Detran-DF e da própria SSP-DF. Cerca de 170 atendimentos individuais já foram realizados. Os temas mais procurados pelos participantes foram aposentadoria tranquila, investimentos e quitação de dívidas. Financiamento imobiliário também esteve entre as principais demandas. O subsecretário de Ensino e Gestão de Pessoas, Marco Leôncio, destaca o caráter transformador da iniciativa dentro da política de cuidado com o servidor: “O Movimento Vida 360 vem consolidando uma nova cultura dentro da segurança pública, em que o servidor é visto de forma integral. A gestão financeira é um dos pilares desse cuidado, porque proporciona planejamento e qualidade de vida. Encerrar este ciclo com tanto engajamento é um reflexo do compromisso da SSP-DF com a valorização das pessoas”. [LEIA_TAMBEM]O servidor Rodrigo de Castro irá participar do encontro. “Assim que vi o convite, fiz questão de me inscrever. Muitas vezes falamos em segurança apenas no sentido do trabalho, mas a segurança financeira também é fundamental para termos tranquilidade e equilíbrio. A oficina nos ajuda a repensar hábitos e enxergar o dinheiro de forma mais consciente, o que reflete diretamente na nossa saúde mental e na qualidade de vida”. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Com modelo aprovado por pais, alunos e professores, DF terá mais 25 escolas cívico-militares

O governador Ibaneis Rocha anunciou que a rede pública de ensino contará com mais 25 escolas cívico-militares no Distrito Federal. Atualmente, há 25 em pleno funcionamento, e a previsão de dobrar essa modalidade de ensino veio após os altos índices de aprovação entre pais, alunos, professores e servidores. “É um orgulho muito grande ver essa parceria entre Educação e Segurança dando certo. Alunos que viviam em regiões de vulnerabilidade hoje estão passando em universidades federais e se destacando. É uma prova de que esse modelo, que muitos criticaram, é exitoso e serve de exemplo para todo o país”, afirmou Ibaneis Rocha. O governador Ibaneis Rocha elogiou a gestão compartilhada em visita ao Centro Educacional 1 da Estrutural: "Alunos que viviam em regiões de vulnerabilidade hoje estão passando em universidades federais e se destacando" | Foto: Renato Alves/Agência Brasília As escolas de gestão compartilhada registraram avaliação positiva superior a 80% entre a comunidade escolar. Nas 11 unidades analisadas, o índice variou de 81,38% a 98,3% — o mais alto foi obtido pelo Centro de Ensino Fundamental (CEF) 17 de Taguatinga. As avaliações provêm das consultas públicas previstas na Lei de Gestão Democrática da Educação do DF, das quais debatem e votam uma média de 300 pessoas, entre professores, pais de alunos, servidores da escola e estudantes com mais de 13 anos. Cada audiência é registrada em uma ata, que pode ser acessada em cartório, pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI) da unidade de ensino ou, ainda, por meio das ouvidorias das secretarias de Educação ou Segurança. Na Estrutural, onde os índices de criminalidade eram historicamente altos, a implementação da gestão compartilhada no Centro Educacional 1 (CED 1) mudou a realidade do ambiente escolar. “Nossa escola está em uma área de alta vulnerabilidade social, e esse modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar fez toda a diferença. A unidade está 100% pacificada, e os estudantes agora têm acesso a oportunidades que antes eram impossíveis, como a entrada na universidade”, destacou a diretora, Vanessa Nogueira.   Instituída em 2019 com quatro escolas-piloto, a gestão compartilhada é oferecida em áreas de vulnerabilidade mapeadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). Antes da implantação, o projeto é apresentado à comunidade em consulta pública. “Aqui na Estrutural havia um histórico de evasão e baixos índices de aprendizagem. A escola foi escolhida para o projeto justamente por causa disso e, desde então, se transformou. A comunidade abraçou a gestão compartilhada e, hoje, há fila de pais querendo matricular os filhos”, defendeu a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Mais de 80% da comunidade escolar aprova as escolas cívico-militares; nas 11 unidades analisadas, o índice variou de 81,38% a 98,3% | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Disciplina e organização A estudante Maria Eduarda Dias, 13 anos, mora na Estrutural e cursa o oitavo ano no CED 1. Para ela, a chegada do modelo cívico-militar representou uma virada na rotina escolar: “Estudo aqui há três anos e aprendi muitas coisas, principalmente a ter responsabilidade e respeito pelos policiais, professores e colegas. A escola ficou mais segura, os policiais são maravilhosos e sempre conversam com a gente sobre bullying e convivência. Todo mundo aqui é muito dedicado”. Já a colega Byanca Barros, 17 anos, que está no terceiro ano do ensino médio, contou que a principal mudança foi na organização da instituição de ensino: “Quando eu entrei, a escola era muito bagunçada. Hoje é tudo diferente. Os policiais ajudam muito na disciplina e organização, e a gente aprende sobre responsabilidade, postura e respeito. Melhorou muito a convivência entre alunos e professores”. Maria Eduarda Dias, estudante: "Aprendi muitas coisas, principalmente a ter responsabilidade e respeito pelos policiais, professores e colegas" | Foto: Thaís Miranda/Agência Brasília Educação de qualidade, segurança reforçada De acordo com dados da SSP-DF, a Estrutural teve queda significativa nos índices de criminalidade desde 2018 — foi a partir de 2019 que as escolas cívico-militares foram implementadas. O número de homicídios caiu de 20, em 2018, para 11, em 2024; os roubos a transeunte passaram de 554 para 195; os roubos em residência de 14 para 3; e os roubos em coletivo de 178 para 23. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o modelo tem impacto direto na redução da violência e na formação dos estudantes. “A escola da Estrutural foi a primeira de gestão compartilhada e se tornou exemplo de sucesso. A gente vê resultados não só na segurança, mas também na área pedagógica. Há alunos aprovados em universidades federais, inclusive em cursos de Medicina, e isso mostra que o projeto une disciplina, cultura e aprendizado de qualidade”, ressaltou. O modelo é administrado de forma conjunta pelas secretarias de Educação e de Segurança Pública, sem custos adicionais de investimento. Os militares que atuam nas escolas são da reserva remunerada, o que permite aproveitar a experiência desses profissionais sem impactar o efetivo ativo. Atualmente, o DF conta com 25 escolas cívico-militares em funcionamento — 17 administradas em parceria com o Corpo de Bombeiros e oito com a Polícia Militar. Com a ampliação anunciada, o número passará para 50 unidades em toda a capital federal. Byanca Barros, aluna do CED 1 da Estrutural: "Quando eu entrei, a escola era muito bagunçada. Hoje é tudo diferente. Melhorou muito a convivência entre alunos e professores" | Foto: Thaís Miranda/Agência Brasília Da escola para a universidade O resultado do modelo de educação cívico-militar está presente na vida de diversos jovens, que destacam a passagem nas instituições de ensino como um divisor de águas. É como descreve o universitário Abraão Ludson, que fez o ensino médio até o ano passado no Centro Educacional 07 de Ceilândia, unidade que adota o modelo cívico-militar. Atualmente, o jovem cursa o 1º semestre do curso de Engenharia Mecânica, na Universidade de Brasília (UnB). [LEIA_TAMBEM]Abraão afirmou que o foco adquirido no colégio auxilia nas aulas densas da universidade. Até os projetos dos quais participou na escola, como judô e reforço de matemática, influenciam no desempenho acadêmico. “Levo para a vida os exercícios que fazíamos de liderança, confiança, voz ativa e trabalho em equipe, que me ajudaram a ter uma comunicação mais aberta. Antes de estudar no Centro Educacional 07, eu era uma pessoa muito tímida e nem imaginava estar na universidade. De certa forma, mudou meu destino para melhor”, avaliou. Outra aluna impactada pela antiga escola é a universitária Anna Clara Martins, que atualmente cursa o primeiro semestre de Medicina Veterinária na UnB. Ela fez o ensino médio no Centro Educacional 07 de Ceilândia e compartilhou como a disciplina ensinada na escola gerou frutos que a impulsionaram para entrar no curso dos sonhos. “Me ajudou a ter uma rotina, chegar no horário e assumir responsabilidades. Eu me sinto realizada, aprendi a ir atrás do que quero e os professores ajudaram bastante na busca por materiais, nos incentivos e até nas inscrições do Enem. A presença dos policiais também é importante, porque se você vai para uma escola que se sente seguro, consegue render melhor nos estudos. Vale muito a pena todo o esforço e acredito que a UnB é uma grande porta cheia de oportunidades”, observou.

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GDF reforma passagem subterrânea da 103 Norte

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), entregou nesta quarta-feira (8) mais uma passagem subterrânea completamente reformada, desta vez na 103 Norte. A obra integra o projeto de recuperação das 16 travessias subterrâneas do Plano Piloto, que já contemplou a estrutura da 102 Sul e agora avança para as da 104 Sul e 106 Sul. O investimento total é de R$ 4 milhões, destinados à melhoria da acessibilidade, segurança e conservação desses espaços. A obra incluiu pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas, manutenção da iluminação — em parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB) — e limpeza geral. O serviço foi executado pela Diretoria das Cidades da Novacap e faz parte de um cronograma contínuo de recuperação das passagens da Asa Sul e da Asa Norte. “Entregamos a 102, a 103, e as da 104 e 106 estão quase prontas. A ideia é continuar até reformar todas as travessias”, destacou o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva. “Nosso objetivo é entregar espaços renovados, seguros e confortáveis para a população.” As obras na passagem subterrânea da 103 Norte incluíram pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas e manutenção da iluminação | Fotos: Adriano Teixeira/Novacap Vandalismo De acordo com o presidente da Novacap, Fernando Leite, a ação reforça o compromisso do GDF com a preservação dos espaços públicos e o combate ao vandalismo. “O governo Ibaneis Rocha tem investido muito na preservação da qualidade de vida e do patrimônio urbano. As passagens subterrâneas são exemplos claros de locais que sofrem com depredações — nosso trabalho é recuperá-las e evitar que sejam novamente vandalizadas”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A Secretaria de Segurança Pública também acompanha o processo de recuperação, com foco na sensação de segurança e no monitoramento dos locais. O secretário Sandro Avelar destacou a importância da parceria com a Novacap e o impacto positivo na rotina dos brasilienses: “Estou muito feliz com essa iniciativa. Fui criado na Asa Sul e conheço bem essas passagens desde criança. É gratificante ver o cuidado com esses espaços, que antes geravam receio nas pessoas”. As obras começaram no primeiro semestre de 2025 e devem continuar ao longo dos próximos meses, contemplando todas as passagens subterrâneas do Plano Piloto. Além das melhorias estruturais, está em andamento o processo de contratação de câmeras de monitoramento e implantação de rondas regulares de vigilância nos acessos subterrâneos. A medida será executada por meio de convênio entre a Novacap e a Secretaria de Segurança Pública, garantindo manutenção e monitoramento contínuos. “Vamos implantar um sistema de vigilância 24 horas e fazer a reposição imediata de qualquer item danificado. A ideia é manter as passagens limpas, seguras e bem cuidadas para o cidadão”, reforçou Fernando Leite. *Com informações da Novacap

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DF registra terceira queda consecutiva nos homicídios após restrição de horário em distribuidoras de bebidas

A portaria que restringe o funcionamento de bares e distribuidoras de bebidas no Distrito Federal, em vigor desde 31 de março por meio da Portaria Conjunta nº 1/2025, da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e da Secretaria de Governo (Segov-DF), já apresenta reflexos significativos na criminalidade. Análise da Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI) da SSP-DF mostra que, ao longo dos três primeiros trimestres de 2025, houve redução consistente tanto no percentual de homicídios associados a esses estabelecimentos quanto no número absoluto de ocorrências em todo o DF. Antes da implementação da norma, que limitou o funcionamento dos locais para o período entre 6h e 0h, foram registrados 41 homicídios tentados e consumados no interior ou nas imediações de bares e distribuidoras, o equivalente a 20% do total no Distrito Federal. No trimestre seguinte, entre abril e junho, esse percentual caiu para 16%, representado por 27 casos. Já no terceiro trimestre, de julho a setembro, o índice recuou para 9%, com 14 ocorrências. Comparando o primeiro e o terceiro trimestres, a queda nos homicídios tentados e consumados nessas regiões representa 66%. “O resultado comprova que a decisão foi acertada e que a integração das forças de segurança está trazendo efeitos concretos para a população”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Número de homicídios tentados ou consumados no interior ou nas imediações de bares e distribuidoras caiu 66% de janeiro a setembro, no DF | Fotos: Divulgação/SSP-DF Fiscalização O efeito da portaria também se reflete na intensificação da fiscalização. Entre maio e setembro, 239 estabelecimentos foram autuados por funcionarem fora do horário permitido. Desses, 26 estavam sem alvará de funcionamento, e um foi interditado. As operações são coordenadas pela Subsecretaria de Operações Integradas da SSP-DF, que estabeleceu um protocolo para garantir a atuação conjunta entre diferentes órgãos. “Essa integração é fundamental para assegurar a efetividade. Com planejamento único e coordenação centralizada, conseguimos mobilizar rapidamente as forças de segurança e reforçar a presença do Estado”, afirmou o subsecretário de Operações Integradas, Carlos Melo. A expressiva diminuição nos índices evidencia que a restrição de horário é uma ferramenta estratégica no enfrentamento à criminalidade Dentro desse esforço, a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) atua no cumprimento das normas urbanísticas e de licenciamento. “A fiscalização urbanística é parte essencial desse processo, pois garante que os estabelecimentos funcionem dentro da legalidade. Com a união de esforços, conseguimos dar mais segurança à população e reduzir a criminalidade associada ao consumo de álcool em horários críticos”, ressaltou o secretário de Proteção da Ordem Urbanística, Cristiano Mangueira. A Polícia Militar (PMDF) desempenha papel essencial na atuação ostensiva. “Os dados confirmam claramente a redução da criminalidade. Seguimos utilizando os dados com responsabilidade e rigor técnico para aprimorar as ações policiais sempre que necessário, em prol de estratégias de proteção aos cidadãos”, reforçou a comandante-geral, coronel Ana Paula Habka. Já a Polícia Civil (PCDF) apura os crimes que não foram possíveis evitar, incluindo a conduta de proprietários que insistiram em manter estabelecimentos abertos fora do horário. “Nossa atuação é voltada para responsabilizar quem descumpre a norma. As investigações já resultaram em procedimentos contra donos de bares e distribuidoras, reforçando que a lei será cumprida para proteger vidas”, afirmou o delegado-geral da PCDF, José Werick. Desde 31 de março, o funcionamento de bares e distribuidoras de bebidas é restrito ao período que vai das 6h à meia-noite Monitoramento e inteligência de dados Um dos pilares da medida é a análise sistemática de informações relativas a crimes violentos no Distrito Federal. O monitoramento dos casos em bares e distribuidoras de bebidas vem sendo conduzido pela SGI, que consolida dados e subsidia a formulação de estratégias de enfrentamento. [LEIA_TAMBEM]“O uso intensivo de dados é essencial para direcionar as ações estratégicas da Pasta. Quando trabalhamos com evidências, conseguimos tornar a atividade das forças de segurança pública mais efetiva em seu propósito de controlar a criminalidade no Distrito Federal”, destacou o subsecretário de Gestão da Informação da SSP-DF, George Couto. Medida confirmada judicialmente A restrição, estabelecida pela Portaria Conjunta nº 1/2025, foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que reconheceu a legalidade da norma com base em fundamentos técnicos e estatísticos. Segundo o governo, a expressiva diminuição nos índices evidencia que a restrição de horário é uma ferramenta estratégica no enfrentamento à criminalidade e na promoção da sensação de segurança da população. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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DF compartilha experiência em monitoramento de feminicídios com magistrados no Rio Grande do Sul

A experiência pioneira do Distrito Federal no monitoramento verticalizado de homicídios e feminicídios foi apresentada, nesta sexta-feira (26), a cerca de 60 magistrados gaúchos durante o Curso de Aperfeiçoamento de Magistrados (CAM). A Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), compartilhou práticas e resultados que se consolidam como referência nacional no enfrentamento da violência contra mulheres. O evento foi promovido pela Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e pela Escola da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris). Foto: Divulgação/SSP-DF O coordenador da CTMHF, Marcelo Zago, apresentou os dados durante o evento. “A CTMHF mostra que é possível transformar dados em políticas públicas eficazes. A presença em eventos nacionais reforça o papel do Distrito Federal como protagonista na construção de soluções inovadoras para reduzir a violência letal contra mulheres”, afirma. O convite para a apresentação reforça o reconhecimento da CTMHF como modelo de integração de dados empíricos e inteligência criminal para subsidiar políticas públicas baseadas em evidências. Esse protagonismo do DF tem despertado interesse em diferentes estados. A expectativa é que a troca de experiências entre magistrados, pesquisadores e gestores da segurança pública contribua para fortalecer práticas mais qualificadas e responsáveis no enfrentamento à violência de gênero em todo o país “A participação do DF no evento demonstra que o enfrentamento à violência contra a mulher precisa ser construído de forma coletiva e articulada em todo o país. Ao levarmos a experiência da CTMHF para outros estados, mostramos que a integração de dados, a inteligência e a troca de informações são ferramentas essenciais para salvar vidas. O aprendizado é sempre uma via de mão dupla: o DF compartilha seus avanços, mas também recebe contribuições valiosas das demais realidades locais. Esse diálogo federativo fortalece todo o sistema de segurança pública e consolida políticas mais efetivas no combate à violência letal de gênero”, aponta o titular da SSP-DF, Sandro Avelar. Outro tema debatido foi o eventual efeito imitativo nos crimes de feminicídio, após divulgações midiáticas massivas. Esse efeito, conhecido como copycat, foi apresentado como um desafio à prevenção da violência de gênero. Durante a exposição, foram detalhados casos emblemáticos, dados comparativos e propostas de diretrizes para reduzir o impacto desse fenômeno, com ênfase na necessidade de atuação conjunta entre imprensa, Judiciário e órgãos de segurança pública. [LEIA_TAMBEM]A discussão não é inédita: o tema já havia sido apresentado pela CTMHF em Recife, durante a XIX Jornada Maria da Penha, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Do evento resultou a Recomendação nº 10 da Carta Final, que orienta a criação de parâmetros para estimular uma cobertura midiática responsável, evitando a reprodução de condutas violentas e incentivando narrativas de superação. A juíza Madgéli Frantz Machado, presidente da mesa do painel e responsável pela sugestão do tema, ressaltou a importância do debate para a magistratura estadual: “Trazer à tona essa discussão é urgente: o risco de efeito imitativo em casos de feminicídio exige que não apenas o Judiciário, mas toda a rede institucional — imprensa, polícia, academia — esteja preparada para reagir com responsabilidade e estratégia”, afirmou a titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Porto Alegre e coordenadora do Curso de Atualização para Magistrados do RS, na temática de Violência Doméstica. A expectativa é que a troca de experiências entre magistrados, pesquisadores e gestores da segurança pública contribua para fortalecer práticas mais qualificadas e responsáveis no enfrentamento à violência de gênero em todo o país, consolidando o papel do Distrito Federal como referência em políticas públicas de segurança baseadas em evidências.

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Sistemas inovadores modernizam atendimento pelos telefones 190 e 193 no Distrito Federal

Dois importantes avanços tecnológicos marcam uma nova etapa no atendimento das chamadas de emergência no Distrito Federal: o Sistema Hefesto — plataforma que possibilita a otimização do tempo-resposta e melhora a qualidade das informações coletadas — e o Sistema de Notificação Automática via WhatsApp — que permitirá ao cidadão acompanhar, em tempo real, o andamento do atendimento pelo 190 e 193. Desenvolvidos pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), os novos recursos proporcionam mais eficiência e rapidez nos atendimentos. Por terem sido desenvolvidos por equipe própria, os sistemas e integrações tiveram custo zero. A utilização do WhatsApp para envio das mensagens ocorreu por meio de contratação realizada pela Secretaria de Economia (Seec-DF), que já utiliza o serviço em outras áreas do Governo do Distrito Federal (GDF). “Essas novas funcionalidades representam um marco histórico para a Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). Mais do que tecnologia, estamos falando de uma transformação na forma como atendemos o cidadão. Esse resultado só foi possível porque trabalhamos de forma integrada, somando esforços de diferentes órgãos e equipes que, com dedicação e visão estratégica, desenvolveram uma solução totalmente customizada às nossas necessidades”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. Novas tecnologias — como o Sistema Hefesto e o Sistema de Notificação Automática via WhatsApp — melhoram o atendimento das chamadas de emergência no Distrito Federal | Fotos: Divulgação/SSP-DF Os sistemas foram desenvolvidos em parceria com a Polícia Militar (PMDF), o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), a Anatel, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e a Secretaria de Economia (Seec-DF). “Atuamos de maneira colaborativa para entregar políticas públicas mais eficientes, modernas e humanizadas aos moradores do DF. O Hefesto e as notificações via WhatsApp são símbolos da inovação com a marca da integralidade que norteia nosso programa de segurança: cada órgão contribuindo com sua expertise, para um DF cada vez mais seguro. Esta é a diretriz do governador Ibaneis Rocha: trabalharmos juntos, de forma integrada”, completa Avelar. A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, destaca a importância do canal de comunicação entre a corporação e os cidadãos que utilizam o serviço 190. “Essa interação é essencial para garantir que as demandas sejam registradas de forma ágil e que nossa resposta seja rápida e eficiente. A mensagem enviada ao solicitante reforça a transparência no atendimento, fornecendo informações relevantes e claras, como o protocolo de acompanhamento e a confirmação do endereço. É um compromisso da PMDF garantir que todos que buscam ajuda pelo 190 tenham não apenas atendimento técnico de qualidade, mas também uma comunicação respeitosa e humanizada. A segurança é construída com uma relação de confiança, e esse canal automático é mais uma ferramenta que demonstra nossa seriedade em servir e proteger a sociedade do Distrito Federal." A transparência no atendimento é ressaltada pelo comandante-geral do CBMDF, coronel Moisés Barcelos. “Essa iniciativa une transparência e eficiência operacional. O cidadão poderá acompanhar o atendimento da ocorrência em tempo real, o que eleva a credibilidade e fortalece o vínculo de confiança. Do ponto de vista técnico, esta ferramenta agilizará nosso trabalho, permitindo que nossas equipes atuem com maior precisão e eficácia no local da emergência. Estamos adicionando a tecnologia em nosso serviço em favor da vida, para salvar mais e melhor." Os sistemas foram desenvolvidos em parceria com a PMDF, o Corpo de Bombeiros, a Anatel, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e a Secretaria de Economia (Seec-DF) Sistema Hefesto O Hefesto é uma solução desenvolvida pela Subsecretaria de Modernização Tecnológica (SMT), da SSP-DF. Entre os diferenciais estão a agilidade no atendimento e a geolocalização precisa do solicitante via GPS, substituindo métodos imprecisos de triangulação de antenas. A unificação de sistemas é uma mudança significativa. Antes, o atendente precisava operar duas plataformas diferentes para concluir um registro de ocorrência. Agora, com a integração do Hefesto à central telefônica, todo o fluxo de atendimento ocorre em uma única tela, que recebe a chamada, exibe os dados do solicitante e permite o registro completo da ocorrência. Além de simplificar o trabalho, o sistema possibilita a geração de relatórios unificados, cruzando informações telefônicas e operacionais para subsidiar análises estratégicas. O formato permite criar relatórios gerenciais e de produtividade, auxiliando no planejamento e no monitoramento da eficiência das centrais de emergência. "As notificações via WhatsApp asseguram transparência, aumentam a confiança da população e dão ao cidadão a possibilidade de acompanhar o andamento de sua solicitação" Gustavo Tarrago, subsecretário de Modernização da SSP-DF Outro destaque é a integração com outros módulos internos da SSP-DF e com o Sinesp-CAD, sistema nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública, assegurando conformidade e visão sistêmica do atendimento. “O Hefesto proporciona rapidez no atendimento, precisão na localização do solicitante, padronização e qualificação das ocorrências, além de relatórios estratégicos que fortalecem a gestão. Desta forma, será possível, por exemplo, gerar relatórios de produtividade e ajustar o número de atendentes a partir da avaliação de atendimentos”, ressalta o secretário-executivo, Thiago Costa. WhatsApp Outro avanço é o envio automático de mensagens pelo WhatsApp com a confirmação do registro da ocorrência. Essa inovação oferece ao cidadão mais confiança e transparência no atendimento, além de reduzir chamadas de acompanhamento que sobrecarregam as centrais. Por razões de segurança, ocorrências de violência doméstica e casos protegidos por protocolos especiais, como o Viva Flor, não receberão notificações automáticas, evitando riscos adicionais às vítimas. O projeto só foi viabilizado devido à parceria com a Subsecretaria de Governança Digital da Seec-DF, que garantiu a integração com o WhatsApp do Governo do Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]“As notificações via WhatsApp asseguram transparência, aumentam a confiança da população e dão ao cidadão a possibilidade de acompanhar o andamento de sua solicitação. Ao mesmo tempo, a iniciativa protege vítimas em situações sensíveis, ao adotar protocolos que garantem a segurança e a integridade de quem pede ajuda”, explica o subsecretário de Modernização, Gustavo Tarrago. Retorno de chamadas Por fim, mais uma novidade promete melhorar o atendimento das emergência no DF: as ligações feitas enquanto as linhas estiverem ocupadas ficam registradas em tela, possibilitando o retorno pelo atendente. “Potencializar a transformação digital no DF, agregando cada vez mais valor ao serviço público entregue ao cidadão, é o que tem movido a nossa Subsecretaria de Governança Digital. A atuação conjunta entre a Secretaria de Economia e a Secretaria de Segurança Pública demonstrou sinergia e compromisso com a população, tornando os serviços mais acessíveis e fáceis. Outras novidades como essas ainda estão por vir”, conclui Adriana Rodrigues, subsecretária de Governança Digital.  *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Com recorde de público, Ceilândia recebe palestras sobre proteção à mulher

A maior região administrativa do Distrito Federal também registrou a maior participação popular no Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, promovido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). O evento, realizado nesta terça-feira (9) por meio dos Consegs, reuniu 420 pessoas em Ceilândia e se tornou o maior público desta edição até agora. A ação integra o eixo Mulher Mais Segura, do programa Segurança Integral, e faz parte da campanha Agosto Lilás, dedicada à conscientização pelo fim da violência contra a mulher. O encontro contou com apoio dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) de Ceilândia e do Sol Nascente/Pôr do Sol, regiões que apresentam desafios significativos, mas também potentes redes comunitárias de apoio. Antes de Ceilândia, o Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública passou pela Cidade Estrutural e por Vicente Pires  | Foto: Divulgação/SSP-DF “Fazer esse ciclo chegar a Ceilândia, e com esse engajamento, mostra o quanto a comunidade está pronta para ser aliada na proteção das mulheres. A violência doméstica não é invisível — ela está presente no cotidiano de muitas famílias. Levar informação, acolhimento e orientação jurídica e psicológica é essencial para romper esse ciclo. Esse é um trabalho que começou no Agosto Lilás, mas que precisa continuar o ano inteiro”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. A programação reuniu especialistas da SSP-DF, forças de segurança, Ministério Público do DF, Secretaria da Mulher, Sebrae e representantes da sociedade civil. Foram abordados temas como tipos de violência doméstica, empoderamento feminino, autonomia econômica e emocional, redes de acolhimento e canais de denúncia. "Nosso objetivo é transformar essa mobilização em mudanças reais para essas comunidades" Paulo André Vieira Monteiro, subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança Para o subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança, Paulo André Vieira Monteiro, o ciclo tem papel fundamental ao colocar a violência de gênero no centro do debate público. “Realizamos hoje um evento à altura de Ceilândia, região estratégica no enfrentamento à violência contra a mulher. Graças ao empenho dos três Consegs locais, reunimos um público diverso — estudantes, comunidade LGBTQIAP+, idosos e moradores em geral. Nosso objetivo é transformar essa mobilização em mudanças reais para essas comunidades.” A moradora de Ceilândia Joceni Assis reforçou a importância da participação popular. “Achei bem interessante esse trabalho, porque eu sei que muitas mulheres têm vivido a violência. Muitas se calam por medo, outras por dependência financeira. Eu acho importante a gente ter esse conhecimento e passar para outras colegas que nós não somos inimigas, e sim amigas das mulheres.” Sobre o ciclo [LEIA_TAMBEM]O I Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública é uma das principais iniciativas do eixo Mulher Mais Segura, voltado à prevenção da violência de gênero e à ampliação da rede de proteção às mulheres. A proposta é levar formação prática, acessível e descentralizada a diferentes regiões administrativas, em diálogo direto com as comunidades. A edição de Ceilândia foi a terceira realizada este ano. Antes dela, o ciclo passou pela Cidade Estrutural e por Vicente Pires. A próxima parada será o Guará, em 30 de setembro. Próximos encontros confirmados: • 30 de setembro – Guará • 9 de outubro – Gama • 23 de outubro – São Sebastião *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Monitoramento de segurança no DF é reforçado com drones de alta tecnologia

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) tem investido continuamente em inovação tecnológica para ampliar a eficiência das operações integradas. Além do monitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 instituições, organizações e agências (IOAs), além de órgãos convidados em situações específicas, a pasta tem recorrido cada vez mais ao uso de drones. Esses equipamentos se consolidaram como ferramentas estratégicas para vigilância, prevenção e resposta em grandes eventos, operações especiais e ocorrências emergenciais. Neste ano, foram adquiridos nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom de até 200 vezes, sensores térmicos e inteligência artificial embarcada. Com autonomia de 45 minutos de voo e capacidade de transmissão em tempo real, eles permitem identificar pessoas, veículos e até embarcações em locais de difícil acesso ou com baixa iluminação. A Secretaria de Segurança Pública adquiriu nove novos drones, equipados com câmeras de alta resolução, zoom, sensores térmicos e inteligência artificial | Fotos: Breno Fortes/SSP-DF Além de reforçar a consciência situacional, os drones podem ser utilizados em resgates e no acompanhamento de incêndios estruturais e florestais, bem como em missões de patrulhamento preventivo. O monitoramento aéreo complementa o trabalho das equipes em solo, oferecendo informações estratégicas que tornam o direcionamento do efetivo mais ágil e preciso. As imagens captadas são enviadas ao vivo ao Ciob e aos centros de comando e controle das corporações em grandes eventos, como o Carnaval e o Réveillon. “A segurança da população é nossa prioridade e, para isso, precisamos utilizar o que há de melhor em tecnologia disponível. Os drones ampliam nossa capacidade de vigilância e resposta, garantindo um trabalho mais integrado e eficiente das forças de segurança. Trata-se de um recurso que fortalece nossa capacidade operacional. Com os drones, conseguimos cobrir áreas extensas, identificar riscos de maneira antecipada e dar suporte às equipes em solo de forma imediata e estratégica”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. [LEIA_TAMBEM]O monitoramento aéreo com drones está previsto no Protocolo de Operações Integradas (POI), elaborado em reuniões de alinhamento. A ferramenta permite visualizar toda a operação em uma única tela, favorecendo a interação entre as equipes. “Ampliamos a capacidade de monitoramento de multidões e áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar resposta rápida em situações de emergência. Essa tecnologia reforça a integração das forças e garante mais segurança para a população”, completa o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da SSP-DF, Marcio Lobo. Além de grandes eventos, as aeronaves não tripuladas já são empregadas pela SSP-DF em operações especiais, missões de salvamento, ocorrências de incêndio e manifestações públicas, consolidando-se como recurso essencial para a segurança do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Programa Viva Flor é expandido para mais delegacias do Distrito Federal

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) lança, nesta quinta-feira (28), mais uma etapa da expansão do Programa Viva Flor, que passa a ser implementado também em delegacias circunscricionais. A expansão do programa Viva Flor para outras regiões administrativas do DF levou em conta dados de incidência de violência doméstica | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Criado para reforçar a proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, o programa já funcionava em caráter piloto nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e agora alcança novas regiões administrativas, garantindo maior capilaridade e acesso à ferramenta. A escolha das unidades levou em conta dados de incidência de violência doméstica e a necessidade de oferecer resposta imediata às vítimas. [LEIA_TAMBEM]Para assegurar a efetividade da iniciativa, cerca de 300 policiais civis e militares foram capacitados, incluindo agentes da Polícia Civil e equipes do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). O treinamento abordou protocolos de atendimento atualizados, com foco em práticas humanizadas, acolhedoras e não revitimizadoras, em conformidade com a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). A ampliação do Viva Flor tem como meta reduzir a vulnerabilidade das mulheres no período crítico entre o registro da ocorrência e a concessão das medidas protetivas pela Justiça, oferecendo uma solução ágil, preventiva e humanizada, capaz de salvar vidas. Expansão do programa Viva Flor para delegacias circunscricionais • Data: Quinta-feira (28), às 10h • Local: Centro Integrado de Operações de Brasília *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Primeira fase do curso Ressignificar já capacitou mais de 16 mil servidores para o enfrentamento à violência contra a mulher

Servidores da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) participaram, nessa terça-feira (26), do curso “Ressignificar: proteção integral às mulheres”, programa voltado à capacitação no enfrentamento à violência contra a mulher. A etapa final ocorreu no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). A turma contou também com integrantes das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e do Detran-DF. A formação tem alcançado resultados expressivos: no primeiro ano, foram nove turmas e mais de 12 mil alunos formados. Até julho deste ano, mais de 16.800 servidores já concluíram a primeira fase e mais de 9.100 finalizaram a fase presencial. A meta do programa é formar 24 mil profissionais até dezembro de 2025, sendo 20 mil das forças de segurança. Na terça (26), o curso Ressignificar capacitou servidores da Segurança Pública no atendimento a mulheres vítimas de violência | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Segundo a subsecretária de Prevenção Criminal, Regilene Siqueira, a capacitação atende especialmente os servidores das duas unidades que atuam diretamente no acolhimento e proteção de mulheres em situação de violência, encaminhadas pelo judiciário ou pela polícia: a Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP) e a Superintendência de Prevenção, Reabilitação e Combate à Violência (Suprec), responsável por coordenar os atendimentos do Programa Viva Flor. “O curso fala sobre o que é a violência, quais os tipos, como identificar, como acolher e questões anteriores à própria violência. Tudo isso no sentido de sensibilizar os servidores a respeito dessa temática”, destaca a subsecretária de Prevenção Criminal, Regilene Siqueira. Regilene Siqueira, subsecretária de Prevenção Criminal: "A forma como os servidores saem do curso é completamente diferente da forma como entram. Muitos não tinham noção do que é violência e passam a perceber que situações do cotidiano também podem configurar agressão" Etapas do curso A formação é dividida em duas fases: uma etapa a distância, de 20 horas/aula, oferecida virtualmente pela Escola de Governo (Egov), e outra presencial de 15 horas/aula, organizada por cada força de segurança, de acordo com suas especificidades. Os conteúdos abordam desde a história e contexto social da violência de gênero, formas de identificação e acolhimento até as políticas públicas, ações concretas e estratégias institucionais do GDF ligadas ao combate. “A forma como os servidores saem do curso é completamente diferente da forma como entram. Muitos não tinham noção do que é violência e passam a perceber que situações do cotidiano também podem configurar agressão. Essa sensibilização é fundamental”, destacou Regilene Siqueira. [LEIA_TAMBEM]Transformação de postura Os participantes ressaltam que o curso tem impacto direto em suas rotinas profissionais. Para Cosme Augusto Santos Rauzis, servidor da Gestão Estratégica e Projetos da SSP há seis anos, a principal transformação é na forma de olhar para as vítimas. “Aprendi sobre a empatia de tratamento para melhorar a nossa conduta de maneira assertiva em relação a essas questões específicas das mulheres”, afirmou o servidor. Já para o tenente-coronel Rodrigo Almeida Freitas, bombeiro militar há 23 anos e atualmente cedido à SSP, a capacitação evidencia como o problema de violência contra as mulheres é complexo e multifatorial. “O curso nos mostra a estrutura em rede para acolhimento, proteção e prevenção de crimes contra a mulher, e como toda a solução requer uma ação articulada, com a integração de vários órgãos”, relatou o servidor. Segundo a servidora Solange Victor dos Santos, o curso é fundamental para aprimorar o conhecimento e atuação das forças de segurança. “Eu já trabalhei com mulheres que foram vítimas de violência. Cada uma tem uma história, mas tem algumas coisas que são muito comuns e que elas não sabem que é uma forma de violência”, relembrou a servidora. Cosme Augusto Santos Rauzis, servidor da SSP-DF: “Aprendi sobre a empatia de tratamento para melhorar a nossa conduta de maneira assertiva em relação a essas questões específicas das mulheres” Capacitação O Programa Ressignificar foi criado em janeiro de 2024 pelo Decreto nº 45.404, com o objetivo de capacitar profissionais das forças de segurança para o efetivo combate à violência contra a mulher e sofisticar os processos de trabalho relacionados a esse tipo de crime. O público prioritário são os profissionais das forças de segurança, da Secretaria de Administração Penitenciária e da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo, ligada à Secretaria de Justiça e Cidadania. O curso também está aberto a servidores de outros órgãos públicos que tenham interesse no tema.

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Segurança lança campanha de conscientização contra a violência doméstica no Agosto Lilás

Com o objetivo de chamar a atenção para a importância do enfrentamento à violência doméstica e familiar, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) lança, neste mês de agosto, uma campanha de conscientização que reforça o papel de toda a sociedade na proteção das mulheres. A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás, período dedicado à prevenção da violência de gênero, e será veiculada principalmente pelas redes sociais da pasta. O primeiro vídeo da campanha já está disponível e convida cada cidadão a refletir sobre seu papel na construção de um Distrito Federal mais seguro para as mulheres. “A violência doméstica atinge todas as camadas da sociedade, e o enfrentamento precisa ser coletivo. Essa campanha reforça nosso compromisso de unir forças, mobilizar a população e fortalecer as políticas públicas que protegem as mulheres”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Campanha da Secretaria de Segurança Pública busca conscientizar a sociedade sobre seu papel no combate à violência contra as mulheres | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Compromisso o ano todo Esta não é a primeira campanha com foco na prevenção da violência doméstica e proteção das mulheres. A SSP-DF desenvolve ações integradas, como campanhas permanentes de conscientização, capacitações de servidores e programas estratégicos, a exemplo do Ressignificar, que já qualificou mais de 26 mil profissionais da segurança pública para um atendimento mais humanizado às vítimas. “Mais do que uma mobilização pontual no Agosto Lilás, reforçamos que prevenir e combater a violência contra a mulher é um compromisso diário, que orienta nossas políticas públicas e o trabalho de todo o sistema de segurança do Distrito Federal”, completa Avelar. "Campanhas publicitárias preventivas desempenham um papel fundamental, pois sensibilizam a população sobre o comportamento responsável" Paulo Henrique Albuquerque, chefe da Assessoria de Comunicação da SSP-DF Para a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira, a nova campanha é um convite à reflexão, à denúncia e à ação. “Ao colocar todos como corresponsáveis, a SSP-DF reforça que proteger as mulheres é um dever coletivo, e que Brasília pode ser um exemplo nacional na luta pelo fim da violência doméstica”. Integração entre forças e órgãos A campanha mobiliza órgãos do Governo do Distrito Federal e forças de segurança. Desta forma, o trabalho conjunto permite que a mensagem alcance o maior número possível de pessoas e fortaleça os canais de denúncia e acolhimento. O material também será distribuído aos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), com objetivo de que seja criada uma rede de conscientização ainda mais ampla. [LEIA_TAMBEM]As equipes de comunicação de cada uma das forças de segurança — polícias Civil e Militar (PCDF e PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) — também estão divulgando a campanha em suas redes e produzindo materiais específicos. “A campanha conjunta, com a divulgação dos canais de denúncia, complementa o trabalho que a Segurança Pública realiza. Campanhas publicitárias preventivas desempenham um papel fundamental, pois sensibilizam a população sobre o comportamento responsável”, finaliza o chefe da Assessoria de Comunicação da SSP-DF, Paulo Henrique Albuquerque. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)  

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Programa Ressignificar chega a 26 mil certificações de servidores no DF

Agência Brasília · PROGRAMA RESSIGNIFICAR CHEGA A 26 MIL CERTIFICAÇÕES DE SERVIDORES NO DF O Programa Ressignificar, da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), alcançou a marca de 26 mil certificações. O levantamento considera dados desde o lançamento, em abril de 2024, até julho deste ano, incluindo as etapas presencial e remota. A iniciativa tem como objetivo qualificar profissionais das forças de segurança e da administração penitenciária da capital para o atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência doméstica. "O programa Ressignificar consolida-se como um pilar estratégico no enfrentamento à violência contra a mulher, aprimorando cada vez mais o atendimento prestado, gerando benefícios concretos tanto para as mulheres assistidas quanto para os nossos agentes de segurança. Essa qualificação, integrada à nossa abrangente rede de proteção, acolhimento e orientação, reforça o compromisso inabalável deste GDF com a dignidade e a segurança de todas as mulheres do Distrito Federal", ressalta a vice-governadora, Celina Leão. O Programa Ressignificar prepara profissionais das forças de segurança e da administração penitenciária para oferecerem atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência doméstica | Foto: Divulgação/SSP-DF Lançado como parte da política de enfrentamento à violência de gênero no DF, o Ressignificar busca ampliar o conhecimento técnico e a sensibilidade dos profissionais que atuam diretamente nas ocorrências envolvendo mulheres em situação de vulnerabilidade. A formação continuada inclui conteúdos que vão desde aspectos jurídicos até práticas de abordagem empática e acolhedora. “Este é mais um esforço para que os profissionais da segurança pública estejam cada vez mais capacitados para atuar em situações que envolvam a violência contra a mulher. Todo o governo está afinado em unir esforços para proteção das mulheres e para que o DF seja, cada vez mais, um lugar seguro para nascer mulher”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “O resultado alcançado reforça o papel estratégico da capacitação, que se traduz não apenas em números, mas na qualidade do atendimento às vítimas e na construção de uma segurança pública mais justa, humana e eficiente”, completa Avelar. Abrangência e estrutura A capacitação foi estruturada para atender profissionais da SSP-DF, das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, do Departamento de Trânsito (Detran-DF) e também das secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Administração Penitenciária (Seape). A concepção do curso contou com a participação das secretarias da Mulher e de Saúde, assegurando uma abordagem intersetorial e integrada. A etapa presencial da capacitação é aplicada por cada órgão de origem do servidor, com foco na realidade operacional de cada instituição O curso é dividido em duas etapas. A primeira, de 20 horas/aula, é oferecida virtualmente pela Escola de Governo (Egov), com disciplinas como história e contexto social da violência contra as mulheres, ações concretas no enfrentamento à violência no DF e estratégias institucionais de combate à violência de gênero. A segunda etapa, presencial e com carga horária de 15 horas/aula, é aplicada por cada órgão de origem do servidor, com foco na realidade operacional de cada instituição. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, a iniciativa também reforça o compromisso com a formação dos policiais penais. “A capacitação contínua é essencial para aprimorar a segurança pública e incrementar a consciência do efetivo sobre a violência de gênero. Essa iniciativa reforça o compromisso da Seape-DF com a qualificação dos policiais e a proteção integral das mulheres”, afirma. Compromisso Outro avanço importante proporcionado pelo programa foi a inclusão da temática de enfrentamento à violência contra a mulher nos editais de concursos públicos da área de segurança. Com isso, os futuros servidores ingressam na carreira já sensibilizados e preparados para atuar com responsabilidade, empatia e conhecimento de causa. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Conselhos comunitários promovem palestras sobre prevenção à violência contra a mulher

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) inicia nesta quinta-feira (7), data em que a Lei Maria da Penha completa 19 anos, o I Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública. A iniciativa, organizada por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), marca o início das ações do Agosto Lilás e tem como objetivo fortalecer a prevenção à violência doméstica e ampliar as redes de apoio às mulheres nas regiões administrativas. O primeiro encontro será realizado na Estrutural. Os participantes receberão informações sobre prevenção à violência, canais de denúncia, apoio psicossocial e jurídico, além de orientações sobre empoderamento feminino e autonomia econômica. O primeiro encontro do Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública será realizado nesta quinta (7), na Estrutural | Foto: Divulgação/SSP-DF “Fortalecer a proteção da mulher é um compromisso do Governo do Distrito Federal. Iniciar este ciclo de palestras justamente no aniversário da Lei Maria da Penha reforça o nosso empenho em transformar informação em ação concreta, aproximando a sociedade do enfrentamento à violência doméstica. A participação popular é essencial para que essas iniciativas alcancem resultados duradouros”, destaca o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Sempre repito que a participação popular é essencial no combate a esse crime e os Consegs têm um papel estratégico por estarem dentro das comunidades e conhecerem as necessidades de cada localidade.” [LEIA_TAMBEM]As palestras contam com a participação de especialistas da SSP-DF, forças de segurança, Ministério Público do Distrito Federal, Secretaria da Mulher (SMDF), Sebrae e outras instituições parceiras. A escolha dos locais é feita em conjunto com a comunidade, priorizando escolas, associações de moradores, administrações regionais e a Casa da Mulher Brasileira. Todas as vagas para esta primeira edição foram preenchidas, o que demonstra o interesse e o engajamento da população na construção pela temática. “A adesão da comunidade da Estrutural ao primeiro evento foi bastante positiva. O público inscrito é composto por representantes de associações de catadores e do setor produtivo, moradores e lideranças da área rural, entre outros. As expectativas para essa iniciativa são as melhores possíveis”, afirma o subsecretário dos Consegs, coronel Paulo André Vieira. O ciclo de palestras seguirá até outubro, passando por diversas regiões administrativas. As próximas edições ainda terão inscrições abertas ao público interessado em multiplicar conhecimento e engajamento contra a violência doméstica, sempre 15 dias antes de cada evento, e serão divulgadas no site da SSP-DF. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Conselhos comunitários de segurança terão palestras sobre proteção à mulher

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) promove, a partir de 7 de agosto, o I Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública. A ação marca o início da campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização pelo fim da violência contra a mulher, e integra o eixo Mulher Mais Segura, do programa Segurança Integral – parte da política de segurança do Governo do Distrito Federal. O I Ciclo de Palestras dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública abordará a prevenção à violência doméstica e o acesso a serviços públicos, entre outros temas | Foto: Divulgação/SSP-DF Realizado em parceria com diferentes órgãos e instituições, o ciclo de palestras percorrerá diversas regiões administrativas até outubro, levando informação, orientação e apoio direto às comunidades. Os encontros terão como foco a prevenção à violência doméstica, os direitos das mulheres, o acesso a serviços públicos e o fortalecimento das redes de proteção. “A participação dos moradores é essencial para que esse trabalho se multiplique. Ao se informar, a comunidade se torna aliada ativa na identificação e combate à violência e multiplicadora no compartilhamento do conhecimento adquirido”, afirma o secretário de Segurança do DF, Sandro Avelar. As palestras ocorrerão sempre das 8h às 12h, em locais de fácil acesso definidos pela própria comunidade, como escolas, associações, universidades, administrações regionais e a Casa da Mulher Brasileira. Os eventos contarão com especialistas da SSP-DF, das forças de segurança, do Ministério Público do Distrito Federal, da Secretaria da Mulher, do Sebrae e de outras instituições. [LEIA_TAMBEM]“Por estarem próximos da comunidade, os Consegs [Conselhos Comunitários de Segurança] exercem um papel estratégico e fundamental na conscientização sobre temas essenciais da segurança pública. Nosso objetivo é capacitar as lideranças locais com informações práticas, que gerem impacto direto e imediato na vida das mulheres e de suas famílias”, afirma o subsecretário dos Consegs, coronel Paulo André Vieira. Inscrições As inscrições no ciclo de palestras são gratuitas e já estão abertas neste link. Mais informações pelo telefone (61) 3441-8703 ou pelo e-mail conseg@ssp.df.gov.br. Cronograma • 7 de agosto – Estrutural Rural • 28 de agosto – Águas Claras/Vicente Pires • 9 de setembro – Ceilândia/Sol Nascente • 25 de setembro – Guará • 9 de outubro – Gama • 23 de outubro – São Sebastião. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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