Palácio do Buriti recebe culto de Ação de Graças nesta segunda (25)
Nesta segunda-feira (25), o Salão Nobre do Palácio do Buriti recebeu um Culto de Ação de Graças, evento que reuniu dezenas de servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) em celebração à fé. A cerimônia foi ministrada pelo pastor Ziel Ferreira, da Assembleia de Deus Ministério de Madureira de Brasília, atualmente chefe da Subchefia de Diversidades Religiosas do gabinete da governadora Celina Leão. “A nossa governadora Celina Leão precisa das nossas orações — e não só ela, como todos os governantes da nossa cidade, gestores, secretários e administradores. Então, nossas orações serão destinadas a todos eles, do Executivo, e também para quem está no Legislativo e Judiciário”, afirmou o celebrante. Nos últimos anos, o GDF tem trabalhado para regularizar e acolher todas as religiões da capital | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Trabalho pelas religiões Nos últimos anos, o GDF tem trabalhado para regularizar e acolher todas as religiões da capital. Em 2019, foi criada a Unidade de Assuntos Religiosos, iniciando um diálogo com o público cristão. Em setembro de 2020, o governo ampliou o atendimento ao estabelecer a Secretaria da Família, que, na atual gestão, passou a ser chamada de Secretaria da Família e Juventude. 405 Número de imóveis religiosos legalizados pelo GDF desde 2019 Desde 2019, foram cerca de 405 imóveis religiosos legalizados. Além disso, mais 99 imóveis foram ofertados no edital de licitação pública do programa Igreja Legal. Esse tipo de concorrência foi criado exclusivamente para essas entidades, que anteriormente participavam de licitações junto a pessoas físicas e empresas. O GDF também introduziu a moeda social como uma forma de as igrejas obterem suas escrituras. Por meio dessa medida, as instituições podem receber a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) e regularizar seus espaços em troca da realização de serviços gratuitos para a comunidade. Outra ação relevante ocorreu durante a pandemia de covid-19. Em 2020, um decreto autorizou o funcionamento dos templos. Ainda naquele ano, uma lei reconheceu as igrejas como atividades essenciais, permitindo que permanecessem abertas para atender os fiéis e aqueles que necessitam de ajuda. A construção da Praça da Bíblia, em Vila São José, Brazlândia, também reforça o respeito do governo pelas religiões.
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Governador Ibaneis Rocha participa de culto na igreja Núcleo de Fé
O governador Ibaneis Rocha participou, na noite deste domingo (27), de um culto na sede da igreja evangélica Núcleo da Fé, no Núcleo Bandeirante. Na ocasião, o chefe do Executivo destacou a importância da paz e de cuidar das pessoas. “Ao longo desses anos, durante minha vida toda, mas em especial desde que assumi o governo eu tenho buscado fazer um governo de paz. Poucos veem eu em guerra com qualquer pessoa nessa cidade, eu acho que é assim que a gente tem que viver. E Brasília vive um momento de muita prosperidade”, destacou Ibaneis durante a celebração. Ibaneis Rocha: "E não tem nada mais transformador no mundo do que essa mensagem que Jesus Cristo nos deixou: cuidar de quem mais precisa" | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “E não tem nada mais transformador no mundo do que essa mensagem que Jesus Cristo nos deixou: cuidar de quem mais precisa. Foi isso que Jesus nos ensinou, Jesus nunca fez o culto para um rico, Ele sempre se dedicou aos pobres. E fazer política, na minha visão, é cuidar das pessoas. Eu tenho muito prazer de estar já quase no meu sétimo ano de governo e eu poder andar nas ruas, abraçar as pessoas, ser agraciado com essa bênção que é você poder fazer o bem”, acrescentou o governador, que estava acompanhado da primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, e do filho caçula, Mateus. A igreja foi criada em 1988, pelo casal de pastores Wilbert Golden Batista — conhecido como Ibi Batista — e Alice Batista. Hoje, tem unidades em diversas regiões do DF, como Noroeste, Planaltina, Gama, Samambaia e Jardim Botânico. O pastor Ibi Batista destacou a sensibilidade de Ibaneis Rocha ao lidar com as várias religiões “O governador tem sido muito solícito ao povo de fé nesta cidade. Quando o convidei para vir aqui, ele falou ‘vou’. Para mim, é uma alegria, isso mostra sensibilidade em relação a entender que existem coisas que só Deus pode fazer. O governador é muito inteligente, ele tem disposição para fazer, junto com a equipe toda, mas, se Deus não fizer... A Bíblia diz, ‘se o Senhor não edificar a cidade, em vão trabalham os que edificam’”, apontou Ibi Batista. Durante a celebração, o pastor fez uma oração pelo chefe do Executivo: “A Bíblia nos fala que nós devemos orar pelas nossas autoridades para que a gente tenha paz em nossa cidade. A igreja tem um compromisso, independente de política, de orar pelas nossas autoridades, porque sabemos que não é fácil o papel de cada um deles”. Respeito pelas religiões Quando assumiu o governo em 2019, Ibaneis Rocha retomou o respeito com todas as religiões. Logo nos primeiros dias de gestão, ele criou a Unidade de Assuntos Religiosos, abrindo o diálogo com esse público. Depois, em 2020, ampliou o atendimento ao criar a Secretaria da Família, que na atual gestão virou Secretaria da Família e Juventude. No que se refere à regularização, citada por Ibaneis, desde 2019 este governo legalizou 405 imóveis, um número superior aos 190 templos regularizados entre 2009 e 2018. [LEIA_TAMBEM]Essa gestão também estabeleceu a moeda social como uma forma de as igrejas receberem suas escrituras. Isso significa que as instituições podem obter a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) e regularizarem seus espaços em troca da oferta de serviços gratuitos à comunidade. Outra importante medida foi tomada durante a pandemia. Em 2020, Ibaneis Rocha assinou decreto autorizando o funcionamento de templos. Naquele mesmo ano, uma lei reconheceu as igrejas como atividades essenciais, mantendo as portas abertas para receber os fiéis e quem mais precisasse de ajuda. A construção da Praça da Bíblia, localizada na Vila São José, em Brazlândia, e a reforma da Praça da Bíblia da Candangolândia reforçam o respeito do governo por esse público.
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Missa de Ação de Graças no Palácio do Buriti marca temporada da Quaresma
A primeira semana da Quaresma, período de preparação que antecede a Páscoa, foi celebrada com uma missa de Ação de Graças no Palácio do Buriti nesta quarta-feira (21). O governador Ibaneis Rocha, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha e a vice-governadora Celina Leão participaram do ato litúrgico. Aos presentes, o governador Ibaneis Rocha lembrou o momento difícil de epidemia de dengue vivido no país e pediu união a todos no enfrentamento dos problemas. “A Quaresma é um período de convenção, de celebração para a Páscoa, de caminharmos com Jesus e nos purificarmos”, afirmou o padre Roger Luís, que conduziu a missa no Palácio do Buriti | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “O DF passa por um momento de grande dificuldade por conta da dengue. Nós estamos com os hospitais todos lotados, tanto na rede pública quanto na rede privada, então já começamos o ano com um desafio muito grande”, disse Ibaneis Rocha. “É um ano de muitos desafios, mas nós vamos vencer mais uma vez. Que Deus continue iluminando o caminho de cada um de nós, o trabalho que nós temos para realizar, principalmente pela população mais carente da nossa cidade”, acrescentou. A missa foi conduzida pelo padre Roger Luís, da Canção Nova. O sacerdote reforçou a importância da Quaresma – que em 2024 vai de 14 de fevereiro a 28 de março. “A Quaresma é um período de convenção, de celebração para a Páscoa, de caminharmos com Jesus e nos purificarmos”, afirmou o padre Roger Luís. Respeito por todas as religiões A missa de Ação de Graças no Palácio do Buriti foi mais um dos eventos de fé celebrados no local e marca o respeito do governo por todas as religiões e crenças. Quando assumiu o governo, em 2019, Ibaneis Rocha buscou trilhar esse caminho. Logo nos primeiros dias de gestão, criou a Unidade de Assuntos Religiosos, abrindo o diálogo com esse público. Depois, em setembro de 2020, ampliou o atendimento ao criar a Secretaria da Família, que na atual gestão virou a Secretaria da Família e Juventude. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No campo da regularização, entre 2019 e 2023, o governo regularizou 381 templos, marca superior aos 190 templos regularizados entre 2009 e 2018. A gestão também estabeleceu a moeda social como uma forma de as igrejas receberem suas escrituras. Isso significa que as instituições podem obter a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) e regularizarem seus espaços em troca da execução de serviços gratuitos à comunidade. Outra importante medida foi tomada durante a pandemia. Em 2020, o chefe do Executivo assinou decreto autorizando o funcionamento de templos. Naquele mesmo ano, uma lei reconheceu as igrejas como atividades essenciais, mantendo as portas abertas para receber os fiéis e a quem mais precisasse de ajuda. A construção da Praça da Bíblia, localizada na Vila São José, em Brazlândia, também reforça o respeito do governo pelos religiosos.
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Igrejas no DF continuam fechadas para celebrações
Ficam mantidos os atendimentos individuais e celebrações no âmbito virtual de qualquer credo ou religião em todo DF. É o que diz a nota de esclarecimento da Unidade de Assuntos Religiosos do Governo do Distrito Federal, divulgada na manhã desta quinta-feira (26). O documento foi apresentado após o órgão ser instigado por líderes religiosos sobre a edição do Decreto nº 10.292/2020, do governo federal, que libera a realização de missas. “A Unidade de Assuntos Religiosos do Governo do Distrito Federal vem a público esclarecer que os termos do Decreto n° 40.539 de 19 de março de 2020, publicado em edição extra n° 33-A do Diário Oficial do Distrito Federal, da mesma data, que trata do enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo coronavírus e da classificação pela OMS em vírus epidêmico, permanecem vigentes no tocante à suspensão de ‘cultos e missas de qualquer credo ou religião’ até 05/04/2020 no âmbito do Distrito Federal”, afirma o documento. “É importante esclarecer que o decreto do governador Ibaneis Rocha continua válido e vigente; nesse sentido, as regras continuam sendo fiscalizadas pelos órgãos de controle, especialmente o DF Legal”, esclarece o coordenador da Unidade de Assuntos Religiosos, Kildare Meira. “As medidas tomadas pelo GDF foram no sentido de evitar aglomerações e, consequentemente, a propagação do coronavírus. As igrejas e templos de qualquer culto no DF estarão sempre abertas, mas com todas as celebrações de qualquer ordem suspensas”, finaliza documento.
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GDF investe no combate à intolerância religiosa
| Foto: Lúcio Bernardo Júnior / Agência Brasília A intolerância religiosa pode ser caracterizada pela falta de respeito pela religião ou crença do próximo, por meio de ofensas, agressões, depredações e outros tipos de violência. Neste ano, cinco ocorrências foram registradas em delegacias do Distrito Federal, 66% a menos que em 2018, quando 15 casos foram contabilizados. Para combater esses tipo de discriminação, a Unidade de Assuntos Religiosos trabalha em parceria com a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). São fóruns e palestras que envolvem órgãos do GDF e templos religiosos. “Quando sabemos de alguma ocorrência entramos em contato com o responsável pelo local, justamente para dar um direcionamento e entender se o que aconteceu foi um crime de intolerância religiosa. Após fazer essa espécie de triagem encaminhamos para a Decrin”, explica Kildare Meira, secretário da Unidade de Assuntos Religiosos. [Olho texto=”“O governo está lutando para garantir que as pessoas exerçam seu credo. Quando alguém desrespeita o próximo e o estado pune é uma forma de inibir que a discriminação ocorra novamente”” assinatura=”Kildare Meire, secretário da Unidade de Assuntos Religiosos” esquerda_direita_centro=”direita”] Foi o que aconteceu com o caso de uma igreja evangélica depredada em Santa Maria em 22 de novembro, que funciona há 1 ano e 5 meses e atende cerca de 400 fies. Por volta das 5h, bíblias foram rasgadas e instrumentos quebrados. Os vândalos também deixaram bebidas alcoólicas no local e urinaram no altar. Ainda de acordo com a pastora responsável pelo templo religioso, parte do muro estava caído e a porta arrombada. “Estava tudo destruído, mas nada havia sido roubado”, lembra Fernanda Lima, 31 anos. Além da ocorrência ter sido registrada na 33º Delegacia de Polícia, em Santa Maria, a Unidade de Assuntos Religiosos entrou com contato com a líder. “É muito bom saber que nossas autoridades estão cientes e atuantes dessa situação. É importante ter uma delegacia especializada para tratar desse assunto. As igrejas fazem um trabalho impagável para a sociedade, trabalhando no apoio e resgate às famílias. Foi muito triste nos depararmos com essa situação, mas só reforça que há pessoas que precisam conhecer o amor de Deus”, comenta Fernanda. Três dias depois, um incêndio atingiu outra igreja evangélica, localizada na área de Desenvolvimento Econômico (ADE). O Corpo de Bombeiro foi acionado por vizinhos para conter as chamas por volta das 1h30. Além de parte do templo que recebe cerca de 600 pessoas durante o culto, o fogo também atingiu uma van. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Ainda não sabemos se de fato o que ocorreu foi intolerância religiosa. O caso está sendo investigado. Um representante do governo entrou em contato conosco pouco tempo depois do que aconteceu e fez questão de nos dar orientações e apoio, o que é muito importante em um momento desses”, disse o pastor Francisco Batichotte Neto, responsável pelo local. O líder religioso ressalta a importância de ter uma atenção com os templos. “Foi a primeira vez, em 10 anos que estou aqui, que alguém do governo ligou e veio pessoalmente saber da situação. Independente da religião, se a intenção é impedir que esse tipo de coisa aconteça, o governo está no caminho certo”. Denúncias Segundo a delegada-chefe responsável pelo órgão Ângela Maria dos Santos, a grande maioria das ocorrências envolvem a matriz africana, seguidos de judeus e islâmicos. “No DF não há tantos casos. A grande maioria, de matriz africana, moram em Brasília, mas os terreiros são fora da capital. Porém, damos esse suporte, pois em muitos lugares não têm delegacias especializadas”, comenta. [Numeralha titulo_grande=”5 casos de intolerância de credo” texto=”66% a menos do que foi registrado nas delegacias do DF em 2018″ esquerda_direita_centro=”direita”] As denúncias podem ser feitas presencialmente nas delegacias do DF ou pelos canais de atendimento Disque 100 e 197, anonimamente, além da Decrin. De acordo com a delegada-chefe, vários crimes podem ser associados com o de intolerância religiosa. O mais comum é o de injúria qualificada, com pena de 1 a 3 anos, segundo o artigo 140, § 3, do Código Penal. Nos casos de discriminação, o suspeito pode ser preso em flagrante, mas é suscetível a fiança e precisa da representação da pessoa para que o promotor denuncie. “É de suma importância fazer a denúncia, de preferência pessoalmente e com provas. Temos servidores capacitados para acolher a vítima para que ela não se sinta ridicularizada e ofendida novamente. Trabalhamos, tecnicamente, da mesma forma que as outras delegacias, mas o olhar dos casos precisa ser diferente”, pontua Ângela Maria dos Santos. Para Kildare Meire o diálogo permanente com os órgãos do governo e líderes religiosos é fundamental para combater a intolerância. “O governo está lutando para garantir que as pessoas exerçam seu credo. Quando alguém desrespeita o próximo e o estado pune é uma forma de inibir que a discriminação ocorra novamente”.
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