Brasília é a capital mais segura do país, com redução histórica do número de homicídios
O Distrito Federal alcançou a primeira colocação nacional nos indicadores de crimes letais no primeiro trimestre de 2026. O resultado considera a soma de homicídios e mortes a esclarecer por 100 mil habitantes, metodologia baseada em dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O levantamento colocou o DF na liderança tanto entre as unidades da Federação quanto entre as capitais brasileiras com a menor taxa do país. Os dados mostram que, no primeiro trimestre deste ano, o DF registrou taxa de 5,58 mortes por 100 mil habitantes entre as unidades da federação. Santa Catarina aparece logo atrás, com 5,63. Entre as capitais, Brasília alcançou índice de 5,61 e liderou o ranking nacional, seguida por Curitiba (10,05) e Campo Grande (10,39). O levantamento colocou o DF na liderança tanto entre as unidades da federação quanto entre as capitais brasileiras com a menor taxa do país | Foto: Arquivo/Agência Brasília Segundo o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, esse resultado está ligado a um conjunto de ações adotadas na segurança pública do DF. “Hoje temos mais policiais nas ruas, atuação diária nas regiões administrativas, trabalho direcionado no combate às manchas criminais, uso de ferramentas como o DF 360 e participação intensiva da comunidade por meio dos Conselhos Comunitários de Segurança. Existe todo um ecossistema que contribuiu para essa redução”, afirmou o chefe da pasta durante a assinatura da ordem de serviço para construção da nova Policlínica da Polícia Civil (PCDF), nesta sexta-feira (15). Durante o evento, Patury explicou que o resultado não considera apenas os homicídios registrados. O levantamento também inclui os chamados casos de mortes a esclarecer — situações em que ainda não foi definida a causa da morte. “Temos 42 homicídios no DF e zero a esclarecer. Nós sabemos o nome e sobrenome de cada caso. Estávamos em segundo lugar, no primeiro trimestre agora de 2026, e agora alcançamos o primeiro lugar. Passamos Santa Catarina e Florianópolis”, destacou. Os dados mostram que, no primeiro trimestre deste ano, o DF registrou taxa de 5,58 mortes por 100 mil habitantes entre as unidades da federação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Mais segurança pública A redução dos crimes letais acompanha outros indicadores positivos da segurança pública. Os roubos no transporte coletivo do DF caíram 52% em 2025. Ao longo do ano, foram registrados 111 casos, contra 230 em 2024. Além disso, 15 regiões administrativas não tiveram nenhuma ocorrência, segundo dados do 2º Anuário de Segurança Pública do DF. Os números mostram o avanço das ações de segurança e das mudanças adotadas no sistema de transporte, que têm contribuído para reduzir os crimes e aumentar a segurança da população.
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Abril tem menor número de homicídios e crimes contra a vida em 23 anos
O conjunto de políticas adotadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), com ações regionalizadas e integradas no âmbito do programa DF Mais Seguro, faz com que o Distrito Federal mantenha a queda dos crimes violentos contra a vida (CVLIs). O cenário de decréscimo se mantém nos últimos três anos, de forma consecutiva. Ano passado, por exemplo, a capital do país teve o menor índice de homicídios dos últimos 45 anos, ou seja, foi possivelmente o ano menos violento da história desde 1977. As forças de segurança estão atuando de forma cada vez mais regionalizada, com estratégias voltadas para cada tipo de crime ou desordem | Fotos: Divulgação/SSP-DF Levantamento realizado pela secretaria mostra que em abril deste ano o número de vítimas de CVLIs – que englobam homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte – foi de 18 casos. No comparativo com o mesmo mês de 2021 – ano de redução recorde –, a queda chega a 41,9% (de 31 para 18), o menor desde 2000. No acumulado do quadrimestre foi registrado o mesmo cenário: menor número de CVLIs e de homicídios dos últimos 23 anos. De 120 registros de CVLIs, em 2021, para 89 este ano (-25,8%). Isso significa 31 vidas salvas no período. [Olho texto=”“A Segurança Pública vem aperfeiçoando os processos de gestão, integrando ainda mais as ações entre as forças de segurança, com o uso da tecnologia e inteligência, para seguir reduzindo os crimes violentos contra a vida no Distrito Federal”” assinatura=”Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] O número de vítimas de homicídio em abril também é o menor dos últimos 23 anos, desde 2000, quando foram registrados 41 casos, 25 casos a mais que abril deste ano, com 16. Em comparação a abril do ano passado, a queda foi de 44,8%, saindo de 29 para 16 vítimas. No acumulado do ano, a redução de vítimas desse crime é de 27,7%, de 112 para 81. Houve também diminuição de 7,7% nas tentativas desse tipo de crime no acumulado dos primeiros quatro meses, de 196 para 181 registros. No latrocínio, crime que vem recebendo atenção especial da segurança pública, houve dois casos a menos no quadrimestre deste ano no comparativo com o mesmo período do ano passado: de oito para seis casos. “A Segurança Pública vem aperfeiçoando os processos de gestão, integrando ainda mais as ações entre as forças de segurança, com o uso da tecnologia e inteligência, para seguir reduzindo os crimes violentos contra a vida no Distrito Federal”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Júlio Danilo. “Estamos atuando de forma cada vez mais regionalizada, com estratégias voltadas para cada tipo de crime ou desordem que impactam, direta ou indiretamente, a segurança e a qualidade de vida da população. O alto percentual de resolução de crimes, o enfrentamento ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de armas feito pelas nossas polícias, além do tempo de resposta do Corpo de Bombeiros no atendimento às vítimas, estão sendo muito importantes nesse processo”, destaca o secretário. O DF registrou queda de 20,5% nos CVLIs ano passado, com 325 casos (em 2020, foram 409): terceira maior redução no país, atrás apenas do Acre e de Sergipe Destaque nacional O DF foi destaque no cenário nacional na redução dos CVLIs em 2021. De acordo com levantamento do Monitor da Violência, parceria do portal G1 com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e com a Universidade de São Paulo (USP), o DF registrou queda de 20,5% nos CVLIs ano passado, com 325 casos. Em 2020, foram 409 crimes. Essa redução foi a terceira maior no país, atrás apenas do Acre e de Sergipe, com 38% e 26,1%, respectivamente. Violência contra a mulher Nos primeiros quatro meses deste ano, foram registrados no DF quatro casos de feminicídio, 50% a menos que no mesmo período de 2021. O enfrentamento a esse tipo de crime é prioridade para o GDF e para a SSP-DF, que lançou em março do ano passado o programa Mulher Mais Segura, reunindo uma série de iniciativas voltadas à violência de gênero. [Olho texto=”Desde 2019 houve ampliação dos canais de denúncia dos crimes contra a mulher, por meio da Delegacia Eletrônica, do Maria da Penha Online, da nova Delegacia Especial de Atendimento à Mulher e da campanha Meta a Colher, entre outras” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Nosso trabalho não é para a redução em si. É para que não haja nenhum crime dessa natureza no DF. Por isso vamos trabalhar, inovar e nos integrar cada vez mais em programas voltados a essa temática. Implementamos, ano passado, uma tecnologia inovadora, um dispositivo que monitora, simultaneamente, vítima e agressor, estabelecendo uma distância segura entre eles, impedindo que o agressor se aproxime, e alertando a vítima da aproximação dele”, afirma o secretário Júlio Danilo. Houve ainda redução de um caso (de 23 para 22) nas tentativas de feminicídio e de 10% nas ocorrências de estupro. Os casos de violência doméstica relacionados à Lei Maria da Penha passaram, no quadrimestre, de 5.450 ocorrências em 2021, para 5.437 no mesmo recorte deste ano (-0,2%). Cabe destacar que desde 2019 houve ampliação dos canais de denúncia desses crimes por meio da Delegacia Eletrônica, do Maria da Penha Online, inauguração de nova Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam 2), campanha Meta a Colher, entre outras. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Crimes contra o patrimônio Quatro, dos seis crimes contra o patrimônio (CCPs), monitorados de forma prioritária pela SSP-DF, marcaram queda em abril e nos primeiros quatro meses de 2021. O roubo em residência obteve a maior redução no acumulado do ano, de 31%, de 142 para 98 ocorrências em todo o DF. No roubo em comércio houve 27,5% de redução. Os roubos de veículo e a transeunte marcaram queda de 25,1% e 4,9%, respectivamente. Os furtos em veículo e os roubos a transporte coletivo tiveram aumento de 23,8% e 40% no período. Com o retorno das atividades e das aulas após o período de restrição da pandemia, teve que haver uma adaptação para conter o retorno de algumas práticas criminosas. A SSP-DF desenvolve ações específicas para o enfrentamento de cada crime, como o roubo em transporte coletivo, por exemplo. Um grupo de trabalho já identificou os dias, horários e locais em que os casos são mais recorrentes. As polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF) já estão atuando na identificação e prisão de possíveis grupos ou criminosos reincidentes nestes crimes. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF
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Fevereiro tem o segundo menor número de homicídios
Balanço feito pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) revela que os 44 homicídios registrados no mês de fevereiro deste ano formam o segundo melhor índice para o mês desde 2010, quando foram registrados 42 casos. Em fevereiro do ano passado foram 28 casos, marca histórica e a menor desde que o índice passou a ser medido. Entretanto, atípica se comparada à série histórica. As vítimas de Crimes Violentos Letas Intencionais (CVLIs) de fevereiro, que agrupam homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, também marcaram o segundo menor número da década, com 47 casos, ficando atrás somente do mesmo mês de 2019. Esses dados ganham ainda mais relevância se for levado em conta que, já em janeiro de 2020, a Secretaria de Segurança Pública comemorou a marca de menor índice de homicídios dos últimos 21 anos no Distrito Federal. [Olho texto=”“Quando analisado o número absoluto de vítimas deste crime, no ano passado o DF teve o menor número mortes em 25 anos”” assinatura=”Anderson Torres, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] Para o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, as reduções das mortes de 2019 superaram a meta estipulada, o que torna o desafio ainda maior para este ano. “Fechamos 2019 com a significativa marca de menor índice de homicídios em 35 anos. Nunca se obteve uma taxa assim, desde que o índice passou a ser medido. Quando analisado o número absoluto de vítimas deste crime, no ano passado o DF teve o menor número mortes em 25 anos.” Em relação ao perfil das vítimas e agressores, o estudo constatou que 77,8% dos autores de homicídios identificados em fevereiro deste ano tinham antecedentes criminais. Em relação às vítimas, 69,5% tinham antecedentes. A conjunção desses fatores coloca boa parte dos envolvidos nos crimes em um provável grupo de risco elevado, e com baixa possibilidade de atuação de prevenção por parte das forças de segurança. É o caso, por exemplo, dos homicídios decorrentes do chamado “acerto de contas” entre criminosos. Vítima e autor se conheciam em 73,7% dos crimes registrados mês passado. O levantamento revelou ainda que a arma de fogo foi empregada em 68% dos casos. Metas e resultado Uma das medidas estratégicas implementadas pela SSP-DF para conter a criminalidade foi, desde o início do ano passado, a estipulação de metas e a cobrança de resultados até o ano de 2022. No ano passado, por exemplo, o objetivo era a taxa de 13,4 mortes para cada cem mil habitantes nos 12 meses. Porém, a taxa foi menor: 13 mortes por 100 mil. Esse é quase o número que precisa ser alcançado neste ano, que é de 12,9/100 mil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Sabemos que, como este ano estaremos competindo com o ano passado, o desafio será ainda maior. Vamos intensificar o trabalho para atingir a meta deste ano e superar os ótimos índices de 2019”, destacou o Secretário Torres. * Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Outubro registra menor número de homicídios em 20 anos
O número de vítimas de homicídios em outubro deste ano foi o menor desde o ano 2000. No comparativo com outubro de 2018, a redução foi de 27% – de 48 para 35 casos. O levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) revela ainda queda de 13,2% neste crime nos dez meses deste ano em relação a 2018, de 385 para 334 vítimas. O número de vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) foi menor nos dez primeiros meses deste ano em relação a 2018, de 417 para 359 (-13,9%). Com isso, 58 vidas foram preservadas no período. Os CVLIs reúnem homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. O secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, destacou que o resultado é fruto do trabalho das forças policiais que, baseadas em levantamentos produzidos pela SSP/DF, estudam a dinâmica, o dia, o local e a hora em que cada crime tende a ser recorrente. “A integração entre elas tem entregado ótimos índices, que são o produto final das diversas ações pontuais como revistas a veículos, apreensões de armas de fogo e identificação rápida de autores, levando, consequentemente, à elucidação rápida de crimes”, esclareceu Torres. Houve também queda no crime de latrocínio, quando o motivo do homicídio é o roubo, de 24 para 21 no comparativo dos dez meses de 2018/19. Os casos de lesão corporal seguido de morte, no mesmo recorte, caíram pela metade, de oito para quatro vítimas. Sobre dados relativos à produtividade policial, foram registradas, de janeiro a abril, 2.311 ocorrências de tráfico de drogas e 802 de posse/porte ilegal de arma de fogo. Crimes contra o patrimônio Todos os seis Crimes Contra o Patrimônio (CCPs), monitorados de forma prioritária pela SSP/DF, marcaram queda de 13% nos primeiros dez meses de 2019. Dos crimes analisados, o roubo em residência foi a modalidade com maior queda, 24,4% de queda em relação ao mesmo período do ano passado. De 516 para 390 registros, representando 126 ocorrências a menos. O roubo em comércio obteve redução de 23,9%, na comparação dos dez primeiros meses deste ano com 2018: de 1.526 para 1.161 ocorrências em todo o DF, 365 casos a menos. No roubo em transporte coletivo houve 6,1% de redução no mesmo período. O furto em veículo e os roubos de veículo e a pedestre caíram 14,9%, 15,3% e 11,7%, respectivamente. Após ações integradas das forças de segurança, direcionadas por estudos de manchas criminais produzidas pela SSP/DF, a incidência do roubo a coletivo caiu 5,8% no mês passado, na comparação com outubro de 2018. Os 97 registros foram a segunda menor marca do ano, atrás apenas do mês de fevereiro, com 90 ocorrências. Foto: Agência Brasília/Arquivo O Comandante da PMDF, coronel Julian Pontes, que tem buscado novas formas de aumentar o número de policiais nas ruas, ressaltou que esses números refletem o compromisso da PMDF na importante missão de preservar a ordem pública. “Estamos trabalhando continuamente para promover um aumento do policiamento ostensivo em diversas regiões – e essas ações impactam diretamente na solidificação e reforço da sensação de segurança por parte da sociedade. Para nós é uma satisfação já poder entregar os primeiros resultados”, destacou o coronel Pontes Violência contra a mulher De acordo com estudo elaborado pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), vinculada à SSP/DF, no mês de outubro os feminicídios caíram de quatro para um caso no comparativo com 2018. No acumulado deste ano, janeiro a outubro, houve 27 crimes desta natureza contra 25 em 2018, mesmo período. [Numeralha titulo_grande=”84% ” texto=”dos crimes de Feminicídio no DF aconteceram dentro de casa, em contexto de violência no ambiente familiar” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Como um convite à sociedade a repensar a máxima “em briga de marido e mulher não se mete a colher”, a SSP/DF lançou a campanha #MetaaColher. O projeto busca expor o papel de responsabilidade de cada cidadão como engrenagem importante na cruzada contra o feminicídio. Com o slogan “A melhor arma contra o Feminicídio é a colher”, o movimento se pauta em estatísticas levantadas SSP/DF. Uma delas constatou que, até setembro deste ano, 84% dos crimes de Feminicídio no DF aconteceram dentro de casa, em contexto de violência no ambiente familiar. Os registros de estupros diminuíram 15,3% de janeiro a outubro deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2018 foram 619 casos, 371 deles cometidos contra vulnerável. Este ano foram 524, sendo 308 contra vulnerável. Cabe destacar, ainda, que de acordo com estudos da SSP/DF, cerca de 80% dos casos de estupro de vulnerável acontecem no interior das residências. * Com informações da SSP/DF
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Ação integrada de segurança pública reduz índices criminais no DF
Criado em 2015, o programa Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida tem reduzido os índices de criminalidade no Distrito Federal. Além do impacto no combate à violência, as ações integram também políticas de prevenção e de aproximação da polícia com a comunidade. Uma das frentes do programa, está no mapeamento das desordens urbanas – como mato alto, espaços públicos em má condições e falta de iluminação pública. As demandas chegam a partir da participação social junto com os Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Consegs) ou pelos articuladores territoriais. Os moradores apresentam as principais demandas relacionadas à segurança da região ou que tenham impacto nessa área e o problema é encaminhado aos órgãos competentes para avaliação e solução. As informações são acompanhadas de perto pelo programa Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida. O que não for resolvido na instância local dos Consegs, segue para os encontros das regiões integradas de segurança pública. Se ainda assim não forem concluídas, as demandas vão para o Comitê Executivo – formado pelo secretário da Segurança Pública e da Paz Social, comandantes-gerais e diretores-gerais das forças de segurança. A depender do caso, os assuntos podem também ser tratados na última esfera, o Comitê Gestor do Pacto pela Vida, que é presidido pelo governador do DF e conta com a participação de outras autoridades. Para o subsecretário de Gestão da Informação, da pasta da Segurança Pública, Marcelo Durante, as intervenções feitas por meio do mapeamento das desordens urbanas contribuem para a diminuição da criminalidade. “Na medida em que os órgãos de governo cumprem com suas obrigações e deixam a rua mais iluminada, limpa, além de lidar com os problemas sociais, a gente consegue ter um ambiente que constrange o criminoso” pontua Durante. Entre as atuações estão: Administrações regionais Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) Serviço de Limpeza Urbana (SLU) Instituto Brasília Ambiental (Ibram) Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) Companhia Energética de Brasília (CEB) Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos De acordo com Durante, as regiões que apresentaram maior índice de solução de desordens até agosto deste ano foram: Taguatinga (70%); Riacho Fundo I e II (65%) e Guará (59%). [Olho texto='”Na medida em que os órgãos de governo cumprem as obrigações e deixam a rua mais limpa e iluminada, além de lidar com os problemas sociais, a gente consegue ter um ambiente que constrange o criminoso”‘ assinatura=”Marcelo Durante, subsecretário de Gestão da Informação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para quem queira colaborar com o mapeamento, as datas das reuniões dos conselhos comunitários de segurança pública são divulgadas no site da Secretaria da Segurança Pública do DF. Programas Sociais O trabalho de conscientização e prevenção com os programas sociais das forças de segurança integram o programa Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida. De janeiro de 2015 a dezembro de 2018, mais de 200 mil pessoas foram atendidas por projetos de governo. Entre os projetos contemplados pelo programa está o Viva Brasília nas Escolas, que visa desenvolver ações para diminuir a criminalidade com envolvimento de jovens. São prioridades do projeto a aproximação das forças de segurança nas unidades de ensino e a capacitação de profissionais nas temáticas de: Mediação de conflitos Policiamento comunitário Conhecimento dos sistemas de garantias de direitos e deveres Além disso, há outras ações como o Picasso não Pichava, Esporte à Meia Noite e Bombeiro Mirim. Confiança nas forças de segurança Para monitorar o trabalho dos órgãos de segurança pública e estabelecer uma política mais eficaz, o Viva Brasília conta com a escuta da população sobre a atuação dos serviços de emergência. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A pesquisa de satisfação serve como parâmetro para medir a qualidade dos serviços prestados e a sensação de medo dos brasilienses. Em julho deste ano, 5 mil pessoas avaliaram os órgãos de segurança e 90% consideraram o atendimento satisfatório. Em janeiro, esse índice era de 88%, e em março, de 89%. Redução de homicídios e crimes contra patrimônio O Distrito Federal reduziu 41% da taxa de homicídios em comparação com 2014. Os dados são do balanço estatístico dos índices de criminalidade, monitorado pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida. A expectativa da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social é que, até o fim do ano, esse índice chegue a 42%. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018, o DF é a terceira unidade da Federação com a menor incidência de homicídios. Os crimes contra patrimônio, que incluem roubo de veículo, em residência, a pedestres, em comércio e em transporte coletivo, além de furto em veículo, tiveram redução de 22% entre 2014 e 2018. Edição: Vannildo Mendes
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Distrito Federal apresenta o menor índice de criminalidade dos últimos 32 anos
O Distrito Federal vai fechar o ano com queda de 42% na taxa de homicídios em relação a 2014. Quando levados em conta os Crimes Violentos Letais Intencionais – que incluem homicídio, lesão corporal e latrocínio, a redução chega a 41,5%. Os dados levam em conta a projeção para o mês de dezembro. O Distrito Federal vai fechar o ano com queda de 42% na taxa de homicídios em relação a 2014. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da apresentação do balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social nesta quinta-feira (6). Foto: Tony Winston/Agência Brasília O balanço estatístico dos índices de criminalidade, monitorado pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, foi divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, apresentado em entrevista coletiva com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, nesta quinta-feira (6) no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), na Asa Norte. Se considerado o período de janeiro a novembro, houve redução de 37,3% das ocorrências. Os números de homicídios decresceram de 664, em 2014, para 416, em 2018. Os crimes letais intencionais tiveram queda de 37,1%. Foram 711 de janeiro a novembro de 2014, contra 447 no mesmo período deste ano. “Se relacionarmos com os mesmos indicadores de 2014, nesta gestão, 785 vidas foram preservadas. No trânsito, tivemos 416 mortes evitadas no acumulado de 2015 a 2018, se comparado ao período referente, de 2011 a 2014. Lembrando que na mesma época houve mais de 200 mil registros de veículos”, detalhou Rollemberg. [Olho texto='”Se relacionarmos com os mesmos indicadores de 2014, nesta gestão, 785 vidas foram preservadas. No trânsito, tivemos 416 mortes evitadas no acumulado de 2015 a 2018, se comparado ao período referente, de 2011 a 2014″‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Distrito Federal é a terceira unidade da Federação com a menor incidência de homicídios, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018. Crimes contra o patrimônio também caíram em 2018 Os crimes contra patrimônio, que incluem roubo de veículo, roubo em residência, roubo a pedestre, roubo em comércio, roubo em transporte coletivo e furto em veículo, tiveram redução de 16,2% quando comparados ao mesmo período de 2014. Foram 47.615 registros em 2018. Centro Integrado de Operações de Brasília O secretário da Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio, destacou a criação do Ciob, em 2018, entre as principais conquistas da atual gestão. A estrutura deu lugar à antiga Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ele ressaltou a ampliação das ações nas demandas da segurança pública, mobilidade urbana, fiscalização e prestação de diversos serviços públicos. “É o nosso maior marco. A partir do Ciob passamos a ter 22 órgãos atuando de forma permanente, no lugar de sete”. Desde janeiro de 2015, foram cadastradas 42,1 mil ocorrências, 1,1 mil manifestações e atendidas mais de 120 mil pessoas. Somente de julho a outubro de 2018, o centro de operações monitorou 1.115 eventos. Entre os destaques estão o 8º Fórum Mundial da Água, o fechamento do lixão da Estrutural, a greve dos caminhoneiros e, atualmente, o planejamento das ações relacionadas à posse presidencial de 2019. Edição: Marcela Rocha
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Desempenho de gestão é destaque em encontro do Movimento Brasil Competitivo
Matéria atualizada com o link correto do Índice de Desafios da Gestão Estadual. O documento publicado anteriormente era apenas do Distrito Federal. O encontro anual do Movimento Brasil Competitivo apresentou nesta quarta-feira (5) o Índice de Desafios da Gestão Estadual nos últimos três anos. Indicadores de eficiência foram apresentados nesta quarta (5), em São Paulo, pelo governador Rodrigo Rollemberg. Distrito Federal lidera índice nacional com a redução de homicídios e de mortes no trânsito. Foto: MB Competitivo/Divulgação O Distrito Federal aparece em primeiro lugar com a melhor qualificação de gestão e qualidade de vida em 2018. Em segundo e terceiro lugares, estão São Paulo e Santa Catarina, respectivamente. A redução das taxas de homicídios e de mortes no trânsito ganharam destaque. O evento, que ocorreu em São Paulo, reuniu lideranças políticas dos setores público e privado para debater questões estruturais para a melhoria da governança e da gestão da administração pública. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou algumas das melhorias em seu mandato e agradeceu pela parceria com o Movimento Brasil Competitivo. Para ele, o Brasil Competitivo foi fundamental para identificar os problemas mais graves e urgentes e definir uma estratégia de governo que pudesse enfrentar todos os desafios. Sobre o indicador, Rollemberg ressaltou a implementação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) em todos os órgãos da administração pública, os avanços na segurança pública e na saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Tivemos a maior redução de homicídios do Brasil, 41% em relação a 2014. Estamos com a menor taxa no DF nos últimos 30 anos”, salientou o governador. Quanto aos indicadores de trânsito, Rollemberg citou o menor número de mortes na história em 2017. A implementação do Instituto Hospital de Base e o aumento da cobertura da atenção primária com a Estratégia Saúde da Família também foram apresentados. “Adotamos um novo modelo de gestão no nosso Hospital de Base, aplicando o modelo do Hospital Sarah Kubitschek, o que permitiu em 10 meses de funcionamento dobrar o rendimento e aplicar metas.” De acordo com o presidente do Movimento Brasil Competitivo, Claudio Gastal, o estudo vai além da avaliação de governo. “Serve de mapeamento do que precisa ser melhorado e de quais soluções precisam ser pensadas”, pontuou. O que é o Movimento Brasil Competitivo Associação civil de direito privado, sem fins lucrativos ou econômicos, de interesse público, o Movimento Brasil Competitivo estimula o debate e iniciativas para o avanço na transformação ampla do País que contribuam para o crescimento econômico e sustentável. Dessa forma, coloca à disposição dos setores empresarial e público a capacidade de mobilização para promover a discussão e construir soluções que resultem na melhoria dos serviços ofertados à sociedade. Veja a íntegra do Índice de Desafios da Gestão Estadual e a situação do DF. Edição: Raquel Flores
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Polícia Militar forma 149 oficiais
A Polícia Militar do Distrito Federal formou mais 149 oficiais. A solenidade de encerramento do curso de habilitação de oficiais administrativos, especialistas e músicos 2018 ocorreu na noite desta quinta-feira (22), na Academia de Polícia Militar de Brasília. Cerimônia na noite desta quinta (22) contou com a presença do governador de Brasília. Foto: Renato Araujo/Agência Brasília O governador Rodrigo Rollemberg participou da formatura e foi homenageado pela turma com uma placa de agradecimento. “Sou extremamente grato pelo espírito público que vocês demonstraram ao longo dos últimos quatro anos. O Distrito Federal tem a menor taxa de homicídio dos últimos 30 anos, e as cidades devem isso a cada um de vocês.” Os novos oficiais passaram por treinamento de cerca de 180 dias, com carga horária de 750 horas e aulas presenciais em 40 disciplinas. Eles vão exercer atividades de operações de policiamento e serviços administrativos. Edição: Raquel Flores
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DF confirma tendência de redução de homicídios
Os casos de homicídios tiveram redução de 11,3% em outubro no Distrito Federal. No mês passado, foram registrados 47 crimes dessa natureza, seis a menos do que os ocorridos no mesmo período em 2017. Os casos de homicídios tiveram redução de 11,3% em outubro no Distrito Federal. Dados foram apresentados em coletiva de balanço dos índices do Viva Brasília, nesta terça-feira (6). Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Os dados foram apresentados nesta terça-feira (6), em coletiva de imprensa do balanço dos índices de criminalidade monitorados pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, na sede da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do DF. Quando se observa os índices do acumulado do ano, a tendência de diminuição também se confirma. De janeiro a outubro de 2018, foram registrados 382 homicídios no Distrito Federal. Em 2017, por sua vez, foram 409 assassinatos. Com a redução continuada, o DF é a terceira unidade da Federação com menor índice de homicídios, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A prevenção aos crimes violentos contra a vida é resultado do trabalho integrado das forças de segurança, como destaca o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Cristiano Sampaio. [Olho texto=”Crimes contra o patrimônio tiveram redução significativa, com destaque para a queda nos roubos em coletivos” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “De janeiro de 2015 a outubro de 2018, tivemos a preservação de 753 vidas. O cálculo das pessoas que deixaram de morrer é feito a partir da meta de redução desse índice [de 6%]. Isso na contramão do restante do País, que caminha para um aumento do registro de homicídios”, disse. Hoje, o Distrito Federal acumula redução anual de 6,6% dos homicídios. Outro índice com significativa redução foi o de crimes contra o patrimônio, em especial, os roubos em transporte coletivo: 47,1%. Em outubro deste ano, foram 99 casos, em comparação aos 187 de 2017. DF tem rede de atendimento a mulheres vítimas de violência Os estupros também tiveram redução no período: foram 45 em outubro e 72 no mesmo mês em 2017. Em mais da metade dos registros mais recentes, as vítimas eram do sexo feminino e tinham menos de 14 anos, o que configura estupro de vulnerável. A rede de enfrentamento à violência contra a mulher, no DF, é formada por 17 equipamentos públicos, ligados à Secretaria de Saúde e à Adjunta de Políticas para as Mulheres. Entre as estruturas, há nove Núcleos de Atendimento à Família Vítima de Violência e quatro Centros Especializados de Atendimento à Mulher. Em outubro, foram feitos 2.124 atendimentos a mulheres em situação de vulnerabilidade. Desde o início do ano, a rede soma 17.532 acolhimentos. “Temos trabalhado muito para eliminar a chaga que é a violência contra a mulher”, afirmou a secretária-adjunta da área, Joana D’Arc Mello. Edição: Amanda Martimon
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Pesquisa mede sensação de insegurança dos brasilienses
Equipes de empresa contratada pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social percorrerão, até agosto, as 31 regiões administrativas do Distrito Federal para ouvir os brasilienses sobre a atuação das forças de segurança e a sensação de medo. Equipes de empresa contratada pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social percorrerão, até agosto, as 31 regiões administrativas do Distrito Federal para ouvir os brasilienses sobre a atuação das forças de segurança e a sensação de medo. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília Essa é a terceira edição da pesquisa, que ocorreu também em 2015 e 2017. Sigilosos, os dados auxiliam na criação de políticas públicas mais eficazes e complementam outras estatísticas já estudadas pela pasta. “Mesmo com a criminalidade caindo, percebemos que o medo das pessoas vem aumentando”, observa o subsecretário de Gestão da Informação, Marcelo Durante. A ideia, segundo ele, é alimentar o sistema com o máximo de informações possível para a gestão do tema. Serão ouvidos 5 mil moradores do DF. As primeiras localidades a receber a pesquisa são: Asa Norte Brazlândia Ceilândia Jardim Botânico Lago Norte Riacho Fundo I São Sebastião Taguatinga Os questionários são aplicados pessoalmente, e as visitas duram, em média, 20 minutos. [Numeralha titulo_grande=”5 mil” texto=”Quantidade de moradores em todo o DF que serão ouvidos pela pesquisa sobre sensação de segurança” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Todos os contratados estão uniformizados e com crachá de identificação. Quem quiser tirar dúvidas sobre o processo pode ligar para o telefone (61) 3441-8668. Além de avaliar a sensação de insegurança, o levantamento analisará a percepção das pessoas acerca do atendimento das forças de segurança. “Mais do que baixar a criminalidade, queremos que todos tenham um atendimento de qualidade”, resume o subsecretário Durante. Diminuição de homicídios no DF O DF tem apresentado quedas constantes no número de homicídios. De janeiro a maio deste ano, por exemplo, foram dez homicídios a menos que no mesmo período de 2017. A redução foi de 4,8% no acumulado do ano. Os seis crimes contra o patrimônio acompanhados pela metodologia do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida também tiveram decréscimo no acumulado do ano. Se considerado apenas o mês passado, somente roubo em residência aumentou: passou de 63 para 66 (4,8%). Nas duas comparações, roubo em transporte coletivo foi o tipo de registro que teve a diminuição mais expressiva: de janeiro a maio, houve 804 casos, e 1.220 em igual período do ano anterior. Já apenas em maio de 2017, registraram-se 238 ocorrências, contra 139 no mesmo mês deste ano. Edição: Raquel Flores
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Quantidade de homicídios cai em 2018
De janeiro a maio deste ano, o Distrito Federal registrou dez homicídios a menos que no mesmo período do ano passado. A redução foi de 4,8% no acumulado do ano. Os dados fazem parte do balanço mensal divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, apresentado nesta sexta-feira (8). De janeiro a maio deste ano, o Distrito Federal registrou dez homicídios a menos que no mesmo período do ano passado. A redução foi de 4,8% no acumulado do ano. Os dados fazem parte do balanço mensal divulgado pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, apresentados nesta sexta-feira (8). Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Quando levado em conta apenas o mês de maio, no entanto, houve acréscimo de sete ocorrências, passando de 31 para 38. “Apesar do aumento, esse é o segundo menor número desde 2003”, explicou o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Cristiano Sampaio. Em 2017, segundo ele, o DF teve a menor quantidade de assassinatos desde 2003. No ano passado, a taxa anual de homicídios a cada 100 mil habitantes foi de 16.3. A projeção para 2018 é chegar a marca de 15.5. O número, de acordo com o secretário, superará a meta estabelecida no lançamento do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, em 2015, de queda anual de 6%. “Isso é fruto de uma política movimentada permanentemente, com o mapeamento das manchas criminais para checarmos onde ocorrem os crimes”, resume o secretário. De acordo com ele, a partir desse estudo, as forças de segurança e os outros órgãos envolvidos conseguem planejar suas ações para melhorar o ambiente e torná-lo mais seguro. Crimes contra o patrimônio também caíram O balanço também mostrou que todos os seis crimes contra o patrimônio acompanhados dentro da metodologia do Viva Brasília tiveram queda no acumulado do ano. Se considerado apenas o mês passado, apenas roubo em residência teve aumento (4,8%) e passou de 63 para 66. O tipo de registro que teve o decréscimo mais expressivo em ambos os casos foi referente a roubo em transporte coletivo. De janeiro a maio, foram 804, enquanto no mesmo período do ano anterior, 1.220. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Considerando apenas maio, foram 329 casos neste ano, contra 424 em 2017. “O trabalho integrado entre as secretarias e as forças de segurança possibilita um trabalho muito mais inteligente e objetivo”, avaliou o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, que também participou da coletiva. Para a secretária-adjunta de Políticas para Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Joana D’Arc de Mello, a integração também foi uma das principais causas para a queda na quantidade de estupros. Em maio deste ano, foram 34 crimes — 37 a menos. Durante o ano, os números passaram de 312, em 2017, para 242, em 2018. Edição: Paula Oliveira
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DF está entre unidades da Federação com menor taxa de homicídios
O Distrito Federal é a sexta unidade da Federação com a menor taxa de homicídios a cada 100 mil habitantes, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na terça-feira (5). O estudo é referente ao ano de 2016. Com taxa de 25,5, o DF fica atrás de São Paulo (10,9), de Santa Catarina (14,2), do Piauí (21,8), de Minas Gerais (22) e de Mato Grosso do Sul (25). Brasília teve uma das maiores quedas de 2011 a 2016. A variação foi de -26,1%, atrás apenas do Espírito Santo, com variação negativa de 32,2%. [Olho texto=”Apenas sete unidades federativas apresentaram diminuição da taxa de homicídios a cada 100 mil habitantes, entre elas o DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com o subsecretário de Gestão da Informação da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Marcelo Durante, a realidade vai contra a percebida no País. A taxa total de homicídios no Brasil é 30,3. De acordo com a análise, essa é a primeira vez na história que se supera a marca de 30 mortes a cada 100 mil habitantes. Apenas sete unidades federativas apresentam diminuição do indicador. Oito têm aumento inferior a 50%; outras oito, aumento entre 50% e 100%; e quatro apresentam crescimento superior a 100%. No entanto, a análise publicada pelo Ipea, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, baseia-se no Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, o que não leva em conta, por exemplo, se são casos de homicídio doloso ou culposo. Por isso, há uma diferença nos dados apresentados no estudo e nos acompanhados oficialmente pela secretaria. Nos registros internos, a taxa é de 21,5, considerando apenas assassinatos em que o autor teve a intenção de matar. O número foi o menor últimos 23 anos no DF. Em 2017, a taxa de 16,3 foi a menor dos últimos 29 anos. Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida ajudou a reduzir registros A integração entre os órgãos de governo com as forças de segurança e a comunidade foi determinante para que o DF alcançasse o resultado, na visão de Durante. A medida é o princípio do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, programa de governo na área de segurança. “A gente consegue cada vez mais pacificar o ambiente atuando na melhoria dele, em termos de limpeza, iluminação e policiamento”, resume o subsecretário. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A pesquisa ainda apresenta recortes relacionados a faixa etária, sexo e utilização de armas de fogo no crime. Se comparados 2014 e 2016, por exemplo, o DF teve queda em crimes contra jovens de 15 a 29 anos (11,6%) e negros (20,3) e em homicídios praticados com arma de fogo (21,7), que ainda representam o principal meio utilizado para os crimes. Isso, segundo Marcelo Durante, é resultado de maior inclusão dos jovens com iniciativas como o Viva Brasília nas Escolas. “Os jovens tanto são vítimas como autores”, explica. “Então, é positivo vermos esses dados para perceber que a política de 2014 para cá está tendo impacto.” Veja resumo dos dados da pesquisa divulgada pelo Ipea sobre homicídios nos estados e no DF. Edição: Marina Mercante
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Criminalidade cai, e número de homicídios em abril é o menor em 13 anos
O balanço da criminalidade no Distrito Federal mostrou redução em vários indicadores, em abril, e apontou o número de homicídios (38) como o menor para o mês desde 2005. Houve queda também nos índices de roubo de celulares e de roubo em transportes públicos. ?? De modo geral, os dados, divulgados nesta segunda-feira (7) pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, reforçam a tendência de diminuição significativa da violência e dos crimes contra o patrimônio. O balanço da criminalidade no Distrito Federal foi apresentado nesta segunda-feira (7) pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília O levantamento também comparou os quatros primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2017. No caso dos assassinatos, foram registrados 159, contra 179 (-11,2%) no mesmo período do ano passado. De acordo com a projeção da pasta, 2018 mantém reais condições de chegar a dezembro com uma taxa de 14,5 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, uma das menores do Brasil e quase 2 pontos percentuais inferior à registrada em 2017 (16,3). A taxa dos crimes violentos letais intencionais, que inclui as notificações de latrocínio e de lesão corporal seguida de morte, caiu 9,9% no acumulado janeiro/abril. Ao avaliar os resultados alcançados pelo programa Viva Brasília, a conclusão da pasta é positiva. “Nossa meta é reduzir os homicídios em 6% a cada ano”, estimou o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Cristiano Sampaio. [Olho texto='”Nem sempre a redução da criminalidade é percebida pela sociedade. É um processo de cultura, de educação e de informação”‘ assinatura=”Cristiano Sampaio, secretário da Segurança Pública e da Paz Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ele calculou que a redução de 9,9% na violência letal, maior do que a prevista, aponta para uma diminuição de 1,8% ao mês ao longo do ano. “Pode-se estimar que 574 vidas foram preservadas entre janeiro de 2015 e abril de 2018”, calculou. Crimes contra o patrimônio também caem A média dos percentuais dos crimes contra o patrimônio, tais como roubos a pedestres (-6,9%), de veículos (-5%), em transporte coletivo (-24,2%), em comércio (-10,6%), em residências (-34,9%) e em veículos (-12,9%), ficou 9,4% abaixo quando comparada à de abril de 2017. O total de aparelhos celulares roubados e furtados também apresentou significativa redução. Foram 3.533 unidades a menos no acumulado 2018, o equivalente a 17,4% menos em comparação com 2017. Para o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, o resultado reflete o desempenho do programa Fora da Rede, voltado ao combate do comércio ilegal dos aparelhos. “É um avanço no sentido de desestimular os assaltos. Quem compra é tão criminoso quanto quem rouba”, comparou o diretor-geral. [Olho texto='”O programa Fora da Rede é um avanço no sentido de desestimular os assaltos de celulares. Quem compra é tão criminoso quanto quem rouba”‘ assinatura=”Eric Seba, diretor-geral da Polícia Civil” esquerda_direita_centro=”direita”] O acumulado dos crimes contra o patrimônio entre janeiro e abril deste ano, comparado com o mesmo período de 2017, foi 17% menor. Porém, o secretário Cristiano Sampaio reconhece que a redução da criminalidade ainda não repercutiu na população no que se refere à percepção da violência. “Nem sempre ela é percebida pela sociedade. Nossa primeira preocupação é a de educar. As pessoas precisam saber que o crime está reduzindo. É um processo de cultura, de educação e de informação”. Violência sexual também mostra redução Os casos de estupros em abril deste ano foram 45,8% menores que os de 2017 – 39 contra 72. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A comparação do acumulado no primeiro quadrimestre também resultou em diminuição de 17,9% (193 contra 235). E as mulheres são as maiores vítimas, com 86% dos casos. Já as mortes no trânsito contrariaram a tendência. Foram 34 em abril deste ano, contra 19 em 2017. O diretor do Detran, Silvain Fonseca, acredita que o período das chuvas prolongado e em maior volume quando comparado com o ano passado justifica o aumento. Edição: Vannildo Mendes
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Número de roubos em transporte coletivo e residências diminuiu em fevereiro
Crimes contra o patrimônio apresentaram queda de 23,4% em fevereiro no Distrito Federal. Cinco dos seis tipos de roubo e furto diminuíram — roubos a pedestres, veículos, residências, transporte coletivo e furto em veículo. Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Os índices caíram de 5.288 ocorrências em 2017 para 4.051 em 2018. Os dados foram apresentados na manhã desta segunda-feira (5), no balanço mensal da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. A maior redução porcentual foi registrada no número de roubos em transporte coletivo, especialmente os ônibus. Comparada a fevereiro de 2017, a baixa foi de 39,5% (de 286 para 173). Em seguida, aparece o roubo em residências, com queda de 35,8% (de 67 para 43). Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF. “O registro de cada ocorrência e a informação qualificada são essenciais para o planejamento das forças de segurança”, avaliou o titular da pasta, na apresentação de hoje. [Olho texto='”O registro de cada ocorrência e a informação qualificada são essenciais para o planejamento das forças de segurança”‘ assinatura=”Cristiano Sampaio, secretário da Segurança Pública e da Paz Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Também com decréscimo, os roubos a pedestres passaram de 3.343 em fevereiro de 2017 para 2.511 em 2018, uma redução de 24,9%. Na sequência estão os roubos de veículos — os registros diminuíram de 457 para 352. O furto em veículo, que engloba as situações de arrombamentos ou subtração de rodas, passou de 979 casos para 796 (-18,7%). Na contramão dos demais índices, o número de roubo em comércio teve aumento de 12,7 % em relação ao segundo mês do ano passado. Índices de mortes violentas continuam a cair no DF Crimes contra a vida (homicídios, latrocínios e lesões seguidas de morte) passaram de 53 para 47 ocorrências entre os meses de fevereiro de 2017 e 2018, o que mantém o DF com uma das menores taxas de mortes violentas do País. Em 2017, a unidade federativa fechou o ano com o menor índice de homicídios por 100 mil habitantes dos últimos 29 anos: 16,3 crimes contra a vida na proporção de 100 mil moradores do território. As tentativas de homicídio também apresentaram redução: de 85 para 79 (-7,1%). Já as tentativas de latrocínio mantiveram-se estáveis: 14 casos. Registros de ocorrências de estupro aumentaram em fevereiro De acordo com o balanço da Segurança, as ocorrências de estupro passaram de 42 para 64 em fevereiro de 2018, alta de 52,4%. Parte dos registros (22), no entanto, referem-se a casos de meses e anos anteriores. [Numeralha titulo_grande=”Ligue 180″ texto=”Telefone da Central de Atendimento à Mulher para denunciar casos de violência doméstica” esquerda_direita_centro=”direita”] “O aumento nos registros de estupro mostra uma maior conscientização da população e mais confiança no enfrentamento da violência contra a mulher”, defendeu o secretário. A delegada-chefe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, Sandra Gomes, alertou que a complexidade da investigação de crimes de violência contra a mulher se deve à construção social brasileira, o que resulta em uma subnotificação de 30 a 40% de casos. “Infelizmente, o Brasil ainda naturaliza e tolera esse tipo de violência, o que faz com que a mulher, muitas vezes, não se veja como vítima”, explicou. De acordo com ela, é fundamental que vítima denuncie e confie no trabalho das forças de segurança. “Nosso desafio é desenvolver um atendimento acolhedor, em que nenhuma mulher sofra discriminação, além de uma investigação meticulosa.” Edição: Marina Mercante
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DF tem menor índice de homicídios da história em janeiro
Janeiro teve o menor índice de homicídios já registrado no Distrito Federal desde o início da série histórica, em 2000. Foram 32 casos, contra 41 no mesmo período de 2017. Uma queda de 22%. A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social divulgou, nesta quinta-feira (1º), dados do balanço mensal de segurança. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília “Isso é ainda mais significativo se levarmos em conta um passado recente, como janeiro de 2014, quando foram registradas 77 ocorrências”, avaliou o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Edval Novaes, durante a apresentação do balanço mensal de segurança, na tarde desta quinta-feira (1º). Em relação ao período com maior número de ocorrências da história, em 2010, a diferença é de 63 notificações. Naquele ano, foram registrados 95 homicídios no mês de janeiro. Para Noaves, a queda constante na estatística de mortes é possível graças ao trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, que, além das forças de segurança, reúne o esforço de áreas essenciais, como mobilidade, saúde e educação. Segundo o subsecretário de Desenvolvimento Regional e Operação nas Cidades, da Secretaria das Cidades, Manoel Antônio Vieira Alexandre, as informações repassadas pela Segurança são essenciais para a efetividade do Cidades Limpas, a seu ver um dos programas mais bem-sucedidos do governo. [Olho texto='”A queda constante na estatística de mortes é possível graças ao trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, que, além das forças de segurança, reúne áreas essenciais”‘ assinatura=”Edval Novaes, secretário da Segurança Pública e da Paz Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “São informações estratégicas, que fazem com que o trabalho tenha o resultado esperado”, disse ele, ao acrescentar que muitos dos benefícios interferem diretamente na sensação de segurança da população, que muitas vezes vive em lugares vulneráveis. O Cidades Limpas está em sua 30ª edição e foi lançado na segunda-feira (29) em São Sebastião. O trabalho seguirá até o dia 9. Crimes contra o patrimônio também tiveram queda Em relação aos crimes contra o patrimônio, houve queda em cinco dos seis delitos acompanhados pela metodologia do Viva Brasília. Roubo em residência, com queda de 46,5%, e roubo em coletivo (-43,5%) foram os dois índices que mais tiveram baixa. No caso de roubo em coletivo, o governo credita parte do resultado aos investimentos na área de mobilidade, como a implementação do Bilhete Único e a instalação de câmeras e da biometria facial nos ônibus. Para o subsecretário de Fiscalização, Auditoria e Controle da Secretaria de Mobilidade, Felipe Leonardo Santos Martins, outras entregas importantes terão impacto na segurança de quem utiliza o transporte público no DF. Na quarta-feira (31), foi entregue o Centro de Supervisão Operacional, que concentrará a gestão, a fiscalização e o planejamento do sistema de transporte público. Será possível, em tempo real, saber qual é o posicionamento da frota, por enquanto, de duas empresas de ônibus. Além disso, o governo entregou o aplicativo +Ônibus Brasília, que dará a informação do horário atualizado dos coletivos aos passageiros em tempo real. “Isso vai permitir que o usuário saia para o ponto no momento em que o veículo estiver para passar”, detalhou o subsecretário. “Assim, diminui-se o número de pessoas nas paradas e elas ficam menos vulneráveis.” [Olho texto=”Os crimes que registraram maior queda de índice foram roubo em residência (-46,5%) e roubo em coletivo (-43,5%)” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Também caiu a quantidade de roubos a pedestres (-13,9%), roubos de veículo (-28,4) e roubo em comércio (-7%). Apenas o roubo em veículos aumentou, 3,4%. Número de estupros também diminuiu A quantidade de estupros diminuiu 29,8%. Foram 40 casos em 2018, contra 57 no mesmo período do ano passado. Na maioria dos estupros de vulneráveis, que somam 41 dos 61 casos registrados, 98% das vítimas tinham vínculo com o autor. Em 83% das vezes, eles dividiam a mesma residência. As mulheres representam quase a totalidade das vítimas. Aumentaram as mortes no trânsito O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) avalia que o período de férias escolares e as festas de pré-carnaval tenham sido a causa do aumento em 11 mortes no trânsito de janeiro de 2017 para o mês passado. Foram 31 mortes neste ano, contra 20 no mesmo período do ano anterior. “Vale ressaltar que em 2017 tivemos o janeiro com menos mortes do século”, destacou o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran, Glauber Peixoto. Segundo ele, o departamento tem investido na instalação de tecnologias que coíbem a direção perigosa nos locais com maior índice de acidentes. Veja o balanço completo. Edição: Vannildo Mendes
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Homicídios caíram quase 60% no Recanto das Emas em 2017
Os índices de homicídio no Recanto das Emas diminuíram quase 60%: de janeiro a dezembro de 2017, houve 19 crimes do tipo, contra 43 ocorrências no mesmo período de 2016. O resultado é consequência de ações estratégicas, acredita o delegado-chefe da 27ª Delegacia de Polícia (DP), Pablo Aguiar. “Nos últimos anos, mapeamos e desarticulamos associações relacionadas principalmente ao tráfico de drogas.” Em 2016, 22 pessoas foram presas por essa atividade criminosa. No ano passado, o número subiu para 69. “É uma prática que está diretamente relacionada com os índices de violência”, explica o policial. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ainda de acordo com o delegado-chefe, a redução substancial só foi possível graças à integração com os militares do 27º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). “Avaliamos as manchas criminais e articulamos operações em conjunto e incentivamos o policiamento preventivo”, detalha Aguiar. Em março de 2016, a população local também ganhou o Fórum Desembargador Valtênio Mendes Cardoso, que facilitou o despacho e o encerramento de processos criminais. “Há uma relação de confiança entre os policiais, a apuração e o trabalho feito pela delegacia e a aplicação da pena na Justiça”, avalia o titular da 27ª DP. Os números confirmam a tendência de queda de crimes na região em 2018. Até esta quinta-feira (18), foram registrados 5 roubos a coletivo e 12 roubos a veículo, contra 15 e 24 ocorrências do tipo, respectivamente, no mesmo período de 2017.
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Homicídios no DF têm menor índice por 100 mil habitantes dos últimos 29 anos
O Distrito Federal atingiu, em 2017, o menor índice de homicídios por 100 mil habitantes dos últimos 29 anos: 16,3 crimes contra a vida na proporção de 100 mil moradores do território. Estatísticas inferiores a essas só foram registradas em 1988. [tabs type=”tabs”] [tab title=”Número de homicídios” active=”true”] [/tab] [tab title=”Por 100 mil habitantes”] [/tab] [tab title=”Em dezembro”] [/tab] [/tabs] Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa na sede da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social nesta segunda-feira (8). Em números absolutos, trata-se da menor taxa dos últimos 15 anos: 498 homicídios no ano passado, com 504 vítimas. Entrevista coletiva de balanço da Segurança Pública no DF em 2017 ocorreu nesta segunda-feira (8). Foto: Andre Borges/Agência Brasília A redução drástica se deve às ações integradas do Viva Brasilia — Nosso Pacto pela Vida, de acordo com o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Edval Novaes Júnior. “Isso é extremamente positivo para a população do Distrito Federal, porque faz com que a sensação de segurança seja cada vez mais resgatada por meio da redução objetiva do número de crimes”, analisou. Em relação a crimes contra o patrimônio, roubos em comércio foram o tipo de delito com maior diminuição no período: 23%. Esse porcentual representa 2.136 registros no ano passado contra 2.774 incidências dessa natureza em 2016. Roubos de veículos e em transporte coletivo também apresentaram significativo declínio: ambos com 14,3% a menos do que no ano passado. Em números absolutos, houve 4.855 roubos de veículos em 2017 contra 5.663 de janeiro a dezembro de 2016. Os roubos a coletivos, por sua vez, representaram 2.681 ocorrências, contra 3.130 no mesmo período em 2016. Mortes no trânsito também reduziram em 2017 Levantamento feito pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) mostra que 2017 apresentou o menor número de mortes desde que a autarquia passou a acompanhar a evolução dos casos, em 1995. No ano passado, 254 pessoas morreram vítimas de acidentes no trânsito e, no mesmo período em 2016, foram 390 — redução de 35% na comparação entre os dois anos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Dezembro, em especial, teve diminuição de 37% de óbitos em relação ao mesmo mês em 2016. Em dados absolutos, isso representa 14 mortes contra 30 no mesmo período do ano anterior. O diretor-geral do Detran-DF, Silvain Fonseca, atribui as quedas contínuas nos registros de vítimas fatais à intensificação de ações e de campanhas educativas. “É uma ação integrada de governo nas áreas de educação, fiscalização e engenharia e também do trabalho desenvolvido pelos veículos de comunicação”, destacou. Mais notificações de estupros têm chegado ao conhecimento das autoridades Na contramão das reduções contínuas dos crimes contra a vida e contra o patrimônio, os estupros apresentaram aumento de 32,4% nos registros e de 12% ocorridos no ano passado. Em 2017, forças de segurança e órgãos do governo de Brasília receberam 883 notificações sobre esse tipo de crime. Desse total, 687 se referem a violações ocorridas no ano passado e, 196, àquelas de anos anteriores. Os estupros de vulnerável, ou seja, quando a vítima tem menos de 14 anos, se destacam nesse montante: 543 casos se enquadram nessa tipologia. Por outro lado, em 2016 foram 667 registros, dos quais 616 no mesmo ano. Os demais 51 foram cometidos em anos anteriores. [Olho texto=”É necessário haver parceria entre família e escola para que os estupros sejam relatados, investigados e punidos” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O incremento das notificações se explica, em parte, pelo fato de mais pessoas denunciarem esse tipo de crime. Historicamente, o estupro é uma violência com alto índice de subnotificação, uma vez que ocorre primordialmente dentro da residência da vítima e do autor e com vínculo entre os dois. Por isso a prevenção é tão complicada, avaliou o secretário Edval Novaes. Segundo ele, há de se ter uma parceria entre família e escola para que os estupros sejam relatados, investigados e punidos. “O primeiro passo é fazer o registro na delegacia, para que a polícia possa atuar e, consequentemente, o autor seja julgado e preso.” Programa Cidades Limpas colabora para redução da criminalidade Ações previstas pelo programa Cidades Limpas, como melhorias na iluminação e manutenção em áreas públicas têm feito com que as regiões administrativas se tornem mais seguras. Além disso, ficam menos suscetíveis à incidência do mosquito Aedes aegypti. São intervenções como poda de árvores, serviços de carpina, recolhimento de lixo e entulho e substituição de lâmpadas em áreas públicas, enumerou o subsecretário de Desenvolvimento Regional e Operações nas Cidades, Manoel Alexandre. “O planejamento do Cidades Limpas considera como fonte primária as áreas de maior ocorrência de dengue, zika e chikungunya e as manchas de criminalidade.” Veja a íntegra dos balanços de dezembro de 2017 em relação a 2016 e de janeiro a dezembro de 2017. Edição: Raquel Flores
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Número de homicídios no DF é o menor dos últimos 17 anos
O Distrito Federal fechou outubro com a menor taxa de homicídios dos últimos 17 anos. Ou seja, no acumulado de janeiro a outubro, foram registradas 400 ocorrências — 90 a menos que no mesmo período do ano passado —, quantidade mais baixa desde 2000, quando começou a série histórica. De janeiro a outubro, foram 400 homicídios, menor número desde 2000. Dados são do balanço mensal da Secretaria da Segurança Pública, divulgado nesta terça (7). Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Os dados fazem parte do balanço mensal da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, divulgado nesta terça-feira (7). Desta vez, o levantamento também apresentou informações do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. De acordo com o documento, o DF ocupa a 22ª posição entre as outras unidades da Federação quanto a homicídios dolosos (cometido com a intenção de matar). Apesar disso, no comparado mês a mês, o número de assassinatos teve um ligeiro aumento — passou de 50 para 52 ocorrências. Em 73% dos casos, as vítimas tinham antecedentes criminais; e, em 74%, os autores já haviam praticado algum crime. A projeção da Secretaria da Segurança Pública é que Brasília feche 2017 com a menor taxa dos últimos 29 anos, com a proporção de 16,2 mortes a cada 100 mil habitantes. Crimes contra o patrimônio Também no acumulado do ano, houve decréscimo em todos os seis crimes contra o patrimônio monitorados mensalmente pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política local de segurança pública. As quedas mais significantes foram em roubo em comércio (-22,5%) e roubo de veículo (-13,8%). Roubo a pedestre, roubo em transporte coletivo, roubo em residência e furto em veículo tiveram quedas de 3,3%, 5,3%, 3,7% e 4,9%, respectivamente. Entre o total de 12 crimes acompanhados pela pasta, apenas estupro teve aumento no número de registros (31,3%). Foram comunicados à polícia, de janeiro a outubro deste ano, 743 casos, contra 566 no mesmo período de 2016. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A elevação, no entanto, não demonstra uma quantidade maior de crimes. “Temos nos esforçado para fazer com que esses casos sejam registrados para que a polícia possa atuar e para que essas pessoas sejam levadas à Justiça e paguem pelos seus crimes”, explicou o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Edval de Oliveira Novaes Júnior. Dos 97 registros em outubro, 64 foram estupros de vulneráveis (66%). A maior parte (81%) ocorre em locais fechados, geralmente na residência do autor ou da vítima (72%). Em 93% das ocorrências, há vínculo entre o infrator e quem sofreu a violência. Acesse a íntegra do balanço da segurança pública no DF em outubro de 2017. Edição: Raquel Flores
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Brasília mantém queda no número de homicídios e de crimes contra o patrimônio
Pelo terceiro mês consecutivo, os seis tipos de crimes contra o patrimônio acompanhados pelo Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança pública do governo do Distrito Federal, apresentaram queda. Balanço da segurança pública em setembro mostrou queda em crimes contra o patrimônio pelo terceiro mês consecutivo. Foto: Andre Borges/Agência Brasília A redução no número de homicídios também se manteve. Foram 37 ocorrências em setembro, contra 58 no mesmo período do ano passado — a menor taxa mensal desde 2002. Se considerado o acumulado do ano, a diminuição é de 95 casos, a menor quantidade desde o início da série histórica, em 2000. Os dados constam do balanço mensal da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, apresentado na tarde desta quarta-feira (4). Para o secretário, Edval Novaes, o decréscimo de 9 dos 12 crimes monitorados dentro da série é resultado de um trabalho conjunto das forças de segurança e de outros órgãos do governo. “Trata-se de uma redução significativa, ainda mais quando, infelizmente, temos a maioria dos estados brasileiros com esses índices subindo”, comparou Novaes. [Olho texto=”Com a crescente utilização do Bilhete Único, os roubos em transporte coletivo tendem a cair ainda mais nos próximos meses” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Casos de roubo em transporte coletivo, que até junho preocupavam o governo — quando houve alta de 11,8% —, são alguns dos exemplos de crimes que foram combatidos com o suporte de ações integradas. Para o subsecretário de Fiscalização, Auditoria e Controle, da Secretaria de Mobilidade, Felipe Leonardo, as ocorrências, que tiveram queda de 5% no período comparado, tendem a cair ainda mais nos próximos meses com a crescente utilização do Bilhete Único pelos passageiros. “O bilhete veio não apenas para reduzir custos para a população, mas ele também retira dos ônibus a circulação de dinheiro, o que vai desestimular o crime”, explicou Leonardo. De acordo com o subsecretário, com o apoio dos órgãos de segurança, a Mobilidade está em fase final de planejamento para implementação do botão do pânico e de GPS nos ônibus. Esforço para aumentar a sensação de segurança Em agosto, o governo definiu o combate ao medo como o quinto eixo do Viva Brasília. Um dos principais pilares para alcançar o objetivo é a redução de desordens urbanas. Presente na coletiva do balanço, o secretário das Cidades, Marcos Dantas, ressaltou que o trabalho é feito com base no mapeamento passado pela Secretaria da Segurança Pública, que identifica os principais pontos de criminalidade e de sensação de insegurança, não necessariamente coincidentes. Como exemplo, Dantas citou a recuperação de praças com poda de árvores, pintura e reparação de calçadas. “Com isso, a população passa a ocupar novamente esses espaços.” Segundo ele, antes dessa restauração, muitos lugares eram vistos como inseguros. Características do estupro dificultam o combate O estupro foi o único crime que teve aumento no número de casos em setembro: 53 ocorrências neste ano, contra 52 no mesmo mês de 2016. Registrados — ou seja, informados à polícia em setembro de 2017, mas não necessariamente ocorridos na época — foram 77 e, no ano passado, 71. As características do crime, na visão do secretário da Segurança Pública, dificultam o combate. No estupro a vulneráveis (a maior parte, com 45 casos), por exemplo, 72% das vítimas moram com o autor. Em 93% das ocorrências, há vínculo entre a vítima e o criminoso. A coordenadora de Políticas para Mulheres, da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Miriam Pondaag, destacou que o governo tem tomado várias medidas para enfrentar a violência sexual. Entre elas, está a constituição de um grupo intersetorial para mobilizar a rede de serviços que atende as vítimas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O grupo, segundo Miriam, foi criado assim que houve o indicativo do crescimento de registros, “e elegemos o território de Ceilândia como piloto para as primeiras ações”, informou a coordenadora. Ainda em outubro, a região administrativa receberá um seminário com representantes de vários órgãos e da sociedade civil para discutir a metodologia de atendimento. Além disso, será debatido no encontro o estabelecimento de um fluxo que aumente a interligação entre as iniciativas do Estado para assistir as vítimas de forma mais qualificada e preventiva. “Prevenir a violência é desconstruir uma cultura patriarcal, que ainda coloca as mulheres em situação de objetos, que podem ser apropriados, usados e abusados, e essa é uma desconstrução de séculos de desigualdade, o que leva tempo”, concluiu. Veja a íntegra do balanço da segurança pública de setembro de 2017. Edição: Raquel Flores
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Viva Brasília reforça o combate à sensação de insegurança
Novo pilar do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, o combate ao medo no Distrito Federal divide-se em duas etapas. A primeira consiste no reforço do policiamento e do combate a crimes como roubos e ameaças. A segunda, na redução de desordens urbanas e na melhoria da infraestrutura das cidades. A revitalização da praça da Vila Dimas, em Taguatinga, pelo programa Cidades Limpas, vai aumentar a sensação de segurança dos moradores. Foto: Andre Borges/Agência Brasília A estratégia tem pontos em comum com a política de combate à criminalidade, que, no Viva Brasília, se destaca pela redução de diversos tipos de crimes, especialmente homicídios. A abordagem, porém, se dá com base nos fatores mais relevantes que provocam o medo, como a forma de atuação da polícia, as informações que circulam sobre crimes e a precariedade na infraestrutura das cidades. “Os crimes afetam cerca de 25% da população, e o medo chega a 80%, pois ocorrências em outros locais, até em outros países, podem causar temor. Todas as semanas mostramos os mapas da criminalidade para os gestores envolvidos no Viva Brasília; agora, vamos mostrar também onde está o medo”, explica Marcelo Durante, subsecretário de Gestão da Informação, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. [Olho texto='”Todas as semanas mostramos os mapas da criminalidade para os gestores envolvidos no Viva Brasília; agora, vamos mostrar também onde está o medo”‘ assinatura=”Marcelo Durante, subsecretário de Gestão da Informação, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] As ações são planejadas e executadas de acordo com as características de cada região administrativa com destaque no mapa do medo do DF. As mais afetadas pela sensação de insegurança são, nesta ordem: Recanto das Emas, Paranoá, Planaltina, Samambaia, Taguatinga, Itapoã, Santa Maria, São Sebastião, Gama e Guará. A única ação comum às dez cidades é a redução de desordens, com a aplicação da lei em questões como poluição sonora, jogos ilegais e prostituição. No Recanto das Emas, no Paranoá, em Planaltina, em Samambaia e em Santa Maria, haverá incremento na presença da polícia. No Gama, em Planaltina, em São Sebastião e em Taguatinga, o governo vai promover a melhoria da infraestrutura, com ações como pavimentação, reforma de praças de esporte, cultura e lazer e reforço na iluminação pública. No Recanto das Emas, em Samambaia e no Itapoã será intensificada a intervenção contra a criminalidade — em especial, roubos, ameaças, agressões físicas e ofensas sexuais. Como será a atuação nos pontos do mapa do medo O trabalho começou no diagnóstico das áreas de medo, feito pelos articuladores territoriais. Com base nisso, formam-se redes de intervenção, que incluem as forças de segurança e outros órgãos do governo, como a Agência de Fiscalização do DF (Agefis) e as administrações regionais. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Depois de estabelecidas as redes, será elaborado um plano de trabalho para definir as atividades, os responsáveis e o cronograma. A execução das ações será monitorada mensalmente, assim como os resultados. Exemplo de articulação entre órgãos, o Cidades Limpas já utiliza informações do mapa do medo para definir as intervenções nas comunidades atendidas pelo programa. Foi assim com a revitalização da praça da Vila Dimas, na CSE 3, em Taguatinga Sul, promovida pela força-tarefa que está na região até 15 de setembro. Os fatores do medo no Distrito Federal A sensação de insegurança é traçada pelo perfil dos moradores, por fatores ambientais e pela atuação da polícia. Os dados são levantados pela Subsecretaria de Gestão da Informação, da Secretaria da Segurança Pública. [Olho texto=”Mulheres de baixa renda de 40 a 59 anos são as que mais têm medo de ser atingidas pela violência, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os moradores foram avaliados em relação a renda, idade e gênero. A população mais pobre é a que mais se sente insegura. Pelo critério da idade, essa sensação é mais presente em pessoas de 40 a 59 anos, e as mulheres temem mais a violência urbana do que os homens. Quanto aos fatores ambientais, o que mais causa medo é a falta de confiança nos vizinhos. Depois, vem o temor de presenciar um assalto. Desordens como sons de tiro, música alta, gritaria e problemas relacionados a locais de prostituição também aumentam a sensação de medo. Fecha a lista a precariedade de serviços públicos, como ruas mal pavimentadas, ausência de praças de esporte, cultura e lazer e iluminação deficiente. Em relação ao policiamento, a aposta é na visibilidade. Para reduzir a sensação de insegurança, agentes e viaturas já estão sendo posicionados em locais de fácil identificação por parte dos moradores. A rapidez no atendimento das ocorrências, a qualidade do serviço e a confiança na Polícia Militar também contam. Além do enfrentamento à sensação de insegurança, os outros quatro pilares do programa Viva Brasília — Nosso Pacto Pela Vida são: Redução dos crimes violentos letais intencionais, como homicídio Redução dos crimes contra o patrimônio, como roubos Melhoria da relação entre a polícia e a comunidade Redução das vulnerabilidades sociais e criminais Edição: Marina Mercante
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DF reduz em 37,3% os homicídios em relação a agosto de 2016, a melhor marca para o mês em 17 anos
Com redução de 37,3% no número de vítimas de homicídio em comparação a agosto de 2016, o Distrito Federal manteve a queda histórica desse tipo de crime. Foi a menor marca para o mês de agosto desde 2000. Dados do Balanço da Segurança referentes ao mês de agosto foram divulgados em entrevista coletiva nesta terça-feira (5). Foto: Renato Araújo/Agência Brasília Em números absolutos, a quantidade de vítimas caiu de 51 em agosto do ano passado para 32 no mesmo período de 2017. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social na tarde desta terça-feira (5). O titular da pasta, Edval Novaes, ressaltou que os resultados são fruto dos esforços conjuntos das forças que atuam no programa Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida. “É uma redução extremamente significativa e fundamental. Vai na contramão de grande parte das unidades da Federação, em que esse crime tem subido”, avaliou. No acumulado de janeiro a agosto, também foi o menor registro de homicídios dos últimos 17 anos. Os crimes contra o patrimônio também registraram queda expressiva. Quando comparado com o mesmo mês de 2016, a diminuição foi de 546 ocorrências. Houve redução nos índices de todos os crimes do grupo, o que inclui roubos a transeuntes, de veículos, em transporte coletivo, em comércio e em residência, além de furto em veículo. [Olho texto=”Crimes contra o patrimônio também registraram queda expressiva. Isso inclui roubos a transeuntes, em coletivos, em veículos, em residências e no comércio” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O peso maior foi verificado nos roubos e furtos a veículos. Em média, a redução foi de 20,6% em cada categoria. Os roubos desse tipo caíram de 1.110 para 881; os furtos foram reduzidos de 470 para 373. Mais vítimas de estupro denunciaram o crime à segurança pública local. No mês passado, 82 ocorrências foram registradas — em agosto de 2016 foram 63. Governo incentiva registro de crimes Diretor-geral da Polícia Civil do DF, Eric Seba pontuou que, nesse tipo de crime, que é subnotificado, é comum que as denúncias sejam feitas bem depois do ocorrido. Quase metade dos registros do último mês é referente a estupros ocorridos em outros meses e até anos. Das 82 denúncias, 56 se enquadram como estupro de vulnerável, sendo que 98% das vítimas tinham algum vínculo com o criminoso. São vulneráveis as vítimas menores de 14 anos, portadores de enfermidade ou deficiência mental, sem o discernimento necessário para o ato ou que, por qualquer outra causa, não possam oferecer resistência. A pasta também divulgou que, na maioria dos casos, o crime ocorre em locais fechados, principalmente na residência da vítima ou na do autor. Para o secretário da Segurança Pública, há mais incentivo por meio de campanhas e atuação do governo para que a população denuncie casos de estupro. “Temos de conscientizar cada vez mais. Esse crime é extremamente complexo. Como mostram os números, às vezes o autor é da família ou do círculo de amizade”, avaliou Novaes. Ele destacou ainda a importância de registrar boletim de ocorrência — o que pode ser feito virtualmente caso a vítima não vá até a delegacia. Combate a incêndios florestais quase dobrou em agosto No auge da seca, o combate a incêndios florestais teve um aumento de 97,5% — passando de 1.528 ocorrências em agosto de 2016 para 3.018 neste ano. Com isso, a área queimada subiu de 3.698 de hectares no mesmo período para 4.523 hectares. O DF também segue reduzindo a quantidade de mortos no trânsito. Segundo dados do Departamento de Trânsito (Detran-DF). No mês anterior foram 23 vítimas fatais contra 28 em agosto de 2016. Ainda de acordo com o balanço divulgado pela secretaria, houve melhora na percepção de segurança por parte da população. Para o titular da pasta, vários fatores influenciam nesse sentido. Além da própria atuação das forças e redução dos índices de criminalidade, Novaes exemplificou que ações de outros órgãos do governo, como melhorias de iluminação e poda de árvores, também geram maior sensação de segurança. Veja a íntegra do balanço de agosto de 2017 da segurança pública em Brasília. Edição: Vannildo Mendes
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Investigação é determinante para queda contínua de homicídios no DF
Os índices de homicídio diminuem no Distrito Federal desde 2015. O ano que apresentou maior queda foi 2017: de 334 para 270 registros, ou seja, 64 a menos no acumulado dos sete primeiros meses em relação ao mesmo período de 2016. Entre as 31 regiões administrativas do DF, o Recanto das Emas teve a maior redução desse tipo de crime — menos 13 ocorrências (foi de 26 para 13), se comparado ao ano passado. [Olho texto=”“Quando cheguei, percebi que tinha algumas organizações criminosas que atuavam principalmente com o tráfico de drogas e que uma grande quantidade de homicídios era relacionada a gangues rivais”” assinatura=”Pablo Aguiar, delegado-chefe da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas)” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em seguida, aparecem São Sebastião, com 12 ocorrências a menos (baixou de 29 para 17), e Ceilândia, com 9 a menos (caiu de 49 para 40). O subsecretário de Gestão da Informação, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Marcelo Durante, atribui como principal razão para os resultados a melhoria constante das investigações feitas pela Polícia Civil do DF. Essas averiguações sistemáticas integram o programa Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida. “Quando se tem um bom processo de investigação, as bases para lidar com tudo são melhores. Consegue-se sedimentar provas suficientes para impedir que aquela pessoa volte à rua para fazer tudo de novo”, exemplifica o subsecretário. Ações preventivas em horários e locais determinados também são importantes. “Temos a Polícia Militar onde precisa, em manchas de criminalidade”, destaca Durante. De acordo com o subsecretário, o DF é a segunda unidade da Federação que mais reduz índices de homicídios. No Recanto das Emas, o titular da 27ª Delegacia de Polícia, Pablo Aguiar, diz que a queda na taxa de homicídios na região deve continuar e é fruto de um trabalho extenso. Envolve, além de investigações mais bem qualificadas, contar com uma equipe que já conhece há alguns anos as especificidades da área. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Quando cheguei, percebi que tinha algumas organizações criminosas que atuavam principalmente com o tráfico de drogas e que uma grande quantidade de homicídios era relacionada a gangues rivais”, lembra Aguiar. “Isso acabava causando pavor na comunidade.” Para que o trabalho surta efeito, o delegado-chefe ressalta a importância de toda investigação ser bem qualificada, com provas contundentes, que resultem na prisão dos criminosos. Além disso, não basta prender apenas um membro, diz Aguiar. Por isso, ele conta que trabalha para desarticular toda a organização criminosa, o que ocorre depois de operações ou prisões em flagrante. “Temos a preocupação de cortar o mal pela raiz, prendendo um por um.” [Numeralha titulo_grande=”90%” texto=”Porcentagem de assassinatos no Recanto das Emas que tem como vítimas pessoas com passagem pela polícia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O delegado-chefe está lotado na 27ª Delegacia de Polícia há cinco anos e meio e entende que o comércio ilegal de entorpecentes é determinante para a ocorrência de outros crimes, como roubo, furto e até homicídio. Cerca de 90% dos assassinatos no Recanto das Emas têm como vítimas pessoas com passagem pela polícia, calcula. O restante abrange, principalmente, crimes passionais ou por alguma situação de desordem. Com base nesses fatos, a prioridade foi concentrar a maior parte do esforço na seção de crimes violentos, que investiga ainda casos de latrocínio. Neste ano, a cidade não teve nenhum registro desse tipo, contra dois no mesmo período de 2016. Edição: Raquel Flores
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Homicídios caem 22,1% no DF no primeiro semestre de 2017
As estatísticas relacionadas à maioria dos crimes monitorados pelo programa Viva Brasília — Nosso Pacto Pela Vida apresentaram redução significativa nos seis primeiros meses de 2017 no Distrito Federal. De janeiro a junho deste ano, 240 pessoas foram vítimas de homicídio, contra 308 em 2016. A redução foi de 22,1%. No período analisado, ocorreram 7,7 execuções para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa do ano anterior ficou em 10,2. Quando o recorte leva em consideração apenas o mês de junho de cada ano, o resultado da política de combate à violência se mantém positivo, com queda de 16,7% no número de pessoas assassinadas. [Numeralha titulo_grande=”1.593″ texto=”Número de condutores autuados, apenas em junho de 2017, por dirigir sob efeito de álcool” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os latrocínios (roubos seguidos de morte) também diminuíram de 22 para 18 na comparação semestral. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (7), pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social. Roubos a residências, em veículos e no comércio Os números ainda apontam queda de 2,3% nos roubos a residências. Enquanto no primeiro semestre de 2016 ocorreram 469 delitos dessa natureza, foram 458 neste ano. Já na comparação apenas dos meses de junho de 2016 e de 2017, houve alta de 36,8%. Segundo a cúpula da Segurança Pública, o policiamento direcionado a áreas com maior mancha criminal fez com que a capital do País registrasse queda na quantidade de roubos a comércio. Foram 1.540 em 2016, contra 1.080 em 2017, o que configura uma redução de quase 30%. Caíram também os roubos de veículos (- 4,9%) e os furtos no seu interior (- 5,8%). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Uma das preocupações das forças que integram a segurança pública no DF é quanto aos roubos em transporte coletivo, que tiveram alta de 11,8%. Passaram de 1.269 ocorrências, nos seis primeiros meses de 2016, para 1.419 no mesmo período de 2017. Outro bom indicador nos números é a diminuição de 40% das mortes no trânsito. De janeiro a junho de 2016, 191 pessoas perderam a vida nas vias e estradas do Distrito Federal. Já em 2017, o número caiu para 115. As estatísticas em declínio são resultado das frequentes operações do Departamento de Trânsito (Detran) e da Polícia Militar do DF para retirar das ruas motoristas imprudentes. Só no mês de junho deste ano, 1.593 condutores foram autuados por dirigir sob efeito de bebida alcoólica. Veja a íntegra do balanço de junho de 2017 da segurança pública em Brasília. Edição: Vannildo Mendes
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Viva Brasília contribui para reduzir número de homicídios
O Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal programa de segurança pública do governo de Brasília, desempenha importante papel para a redução de homicídios no Distrito Federal. Como demonstrado no mais recente balanço da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, a estatística de janeiro de 2017 — 40 assassinatos — é a menor registrada no primeiro mês do ano desde 2005. Em todo o ano passado, houve 588 homicídios contra 693 em 2014 — redução de 105 em números absolutos e de 15,2% nos dois anos do Viva Brasília. É a menor quantidade de pessoas assassinadas no DF desde 2007. Em 2015, foram 618. A taxa índice também apresentou queda expressiva: foram 19,7 por 100 mil habitantes, menor número desde 1992. Gestão compartilhada com foco em resultados A explicação dos representantes da Segurança Pública para esse sucesso é um trabalho com gestão compartilhada entre as Polícias Civil e Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e, por vezes, com outros órgãos de governo, com foco em resultados. Tudo pautado pela transparência, com balanços mensais dos diversos tipos de crime. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O Corpo de Bombeiros atua com alto padrão no pré-atendimento hospitalar, a Polícia Civil tem o maior índice de elucidação de homicídios do Brasil (de 60%), e a Polícia Militar faz operações eficazes para desbaratar gangues e apreender armas de fogo”, destaca a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo. Para o subsecretário de Gestão da Informação, Marcelo Durante, a atuação não apenas nas consequências mas também nas causas da violência é determinante para o sucesso do Viva Brasília. “A redução dos homicídios é uma demonstração clara de que a ação da polícia articulada com a de outros órgãos públicos e a sociedade é a solução de segurança pública”, avalia. Centro Legal revitalizou o Setor Comercial Sul Um exemplo sempre citado para mostrar a eficiência do Viva Brasília — Nosso Pacto Pela Vida é o Centro Legal. Iniciada em 11 de janeiro de 2016, a ação revitalizou o Setor Comercial Sul. Além da presença do policiamento preventivo permanente por meio de rondas, o governo melhorou a iluminação pública, levou eventos socioculturais para o local, mudou a sinalização do trânsito, coibiu o comércio irregular e retirou dali pessoas que vivem nas ruas. A maior parte dos assassinatos no DF ocorre das 21 horas às 6 horas. Em 2017, nenhum dos 40 registrados foi naquela região. De janeiro a junho do ano passado, não houve registro de homicídios nem estupros na área, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública. Edição: Raquel Flores
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