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Workshop discute propriedade intelectual para fortalecer o ecossistema de inovação 

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com a Superintendência Regional Centro-Oeste, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), realiza, nesta quinta-feira (29), às 15h, o workshop “Sensibilização sobre Propriedade Intelectual e Industrial no Fomento à Inovação”. O encontro será realizado no Espaço de Inovação da Secti-DF, no Setor Comercial Sul, e tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a proteção de ativos intelectuais e industriais no ecossistema de inovação. A iniciativa é voltada prioritariamente para servidores e colaboradores que atuam diretamente na criação, gestão e elaboração de editais de fomento a pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). A proposta é fortalecer a compreensão sobre a importância da propriedade intelectual na construção de políticas de incentivo à inovação e no desenvolvimento de projetos científicos e tecnológicos.  Workshop faz parte de esforço da Secti-DF para promover a troca de conhecimentos entre instituições públicas, universidades e organizações estratégicas | Foto: Divulgação/Secti-DF Ministrado por um representante da Superintendência Regional Centro-Oeste do Inpi, o workshop abordará a propriedade intelectual e industrial como instrumentos estratégicos para proteger conhecimentos, criações e soluções inovadoras. A capacitação também busca contribuir para o aprimoramento das práticas institucionais relacionadas ao fomento à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico. A atividade integra os esforços da Secti-DF para aproximar instituições públicas, universidades e organizações estratégicas, promovendo a troca de conhecimentos e o aperfeiçoamento das iniciativas de incentivo à ciência, à tecnologia e à inovação. Ao investir na sensibilização e na capacitação dos profissionais envolvidos nessas áreas, a secretaria reforça seu compromisso com um ambiente de inovação mais estruturado, capaz de valorizar o conhecimento e estimular o desenvolvimento tecnológico no Distrito Federal. Serviço:  → Workshop: Sensibilização sobre Propriedade Intelectual e Industrial no Fomento à Inovação; → Data: 29 de outubro (quinta-feira); → Horário: 15h;  → Local: Espaço de Inovação da Secti-DF;  → Endereço: Setor Comercial Sul, Quadra 2, Edifício Toufic, térreo, Brasília/DF;  → Realização: Secti-DF, em parceria com o INPI;  → Público prioritário: Servidores e colaboradores que atuam na criação, gestão e elaboração de editais de fomento à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

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Alunos de escola do Lago Norte iniciam formação em robótica e inovação tecnológica

Alunos do 6º e 7º anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Lago Norte, que integra o modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), participaram da primeira aula de robótica no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec). As aulas são ofertadas por meio de uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Instituto Eixos de Gestão. Com um robô assistente (à direita), alunos assistem às aulas e desenvolvem noções importantes de tecnologia | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atividade marcou a participação da escola nas ações do projeto, que também contempla estudantes dos colégios cívico-militares do Itapoã, de Ceilândia e da Estrutural. Ao todo, mais de mil vagas estão sendo ofertadas aos alunos dessas unidades, em atividades realizadas no contraturno escolar. “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social”, afirma o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “A gestão compartilhada busca oferecer oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os para os desafios do futuro e incentivando o protagonismo, a criatividade e a construção de novos projetos de vida”, ressalta. Durante aproximadamente três horas, os estudantes participaram de oficinas de montagem e programação de robôs, treinamento em circuito de drones e atividades voltadas à cultura maker, sempre acompanhados por monitores especializados. A programação incluiu ainda a apresentação da estrutura do parque, com laboratórios de montagem, programação e testes, onde os robôs desenvolvidos pelos participantes são submetidos a desafios práticos, além da demonstração dos robôs mascotes do espaço. Parcerias Logística do curso é disponibilizada pelo Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec)  “Proporcionar aos nossos alunos o contato com tecnologias que, muitas vezes, não fazem parte de seu cotidiano é uma experiência extremamente enriquecedora e capaz de ampliar perspectivas”, relata a subsecretária das Escolas de Gestão Compartilhada, Maria das Graças Costa. “Continuaremos buscando parcerias com o poder público e com a iniciativa privada, a fim de oferecer novos projetos em diferentes áreas, despertar talentos e ampliar o universo de oportunidades dessas crianças e jovens.” “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”Gustavo Araújo, presidente do PaTec Toda a logística é disponibilizada pelo PaTec, que oferece lanche durante a permanência no local e transporte para buscar os estudantes nas escolas e levá-los de volta ao término das atividades. Isso garante acesso às oficinas sem comprometer a rotina escolar, uma vez que todas as atividades acontecem no período de contraturno. “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”, avalia o presidente do PaTec, Gustavo Araújo. “Queremos que todos saiam daqui inspirados, descobrindo que a tecnologia e a robótica podem transformar ideias em oportunidades reais.” Imersão O Parque Tecnológico de Robótica foi concebido como um ambiente de aprendizagem prática e imersiva, aproximando estudantes das áreas de ciência, tecnologia, inovação e programação. Durante oito meses, os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker, utilizando kits de alta tecnologia que integram hardware avançado e software proprietário para o desenvolvimento das atividades. [LEIA_TAMBEM]A vice-diretora do CEF 1 do Lago Norte, Franciscarla Ventura, enfatiza que essa vivência amplia as oportunidades para os alunos. “Aumenta o contato deles não só com a tecnologia, mas também com esse mundo novo da robótica”, aponta. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade para os estudantes e fortalecer com eles esse vínculo de incentivo pelo futuro deles”. Além da formação tecnológica, os alunos que se destacarem poderão integrar equipes para representar suas escolas em competições de robótica no Distrito Federal e em outros estados.    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Programa Ciência em Ação leva tecnologia e inovação a Sobradinho 

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Facilita, promove o Ciência em Ação 2026, que reúne tecnologia, inovação e experiências interativas, para toda a população. A iniciativa começou na terça-feira (30/6) e vai até esta quinta-feira (2), das 13h às 21h, no estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, com uma programação gratuita voltada a crianças, jovens, estudantes, famílias e toda a comunidade. O objetivo do evento é democratizar o acesso ao conhecimento científico e tecnológico, aproximando o público das ferramentas e habilidades que fazem parte da transformação digital. Durante os três dias de programação, os visitantes poderão participar de workshops, palestras, oficina de robótica, hackathon, torneio de jogos eletrônicos, jogos de tabuleiro e uma área de games no formato free to play (livres para jogar).  Evento reúne tecnologia, inovação e experiências interativas para toda a população | Foto: Divulgação/Secti-DF “A ciência e a tecnologia precisam estar cada vez mais próximas das pessoas. Quando crianças, jovens e famílias têm contato com experiências inovadoras, abrimos portas para novas possibilidades e ajudamos a formar cidadãos preparados para os desafios do futuro”, destaca o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. A programação foi pensada para proporcionar experiências práticas e acessíveis, incentivando a criatividade, o pensamento crítico, a colaboração e a resolução de problemas. Mais do que uma atividade de lazer, o evento cria um ambiente de descoberta, no qual participantes podem experimentar novas tecnologias e compreender como elas impactam o cotidiano. Para a Secti-DF, iniciativas como o Ciência em Ação fortalecem o ecossistema de inovação do Distrito Federal ao despertar o interesse da população pela educação científica e tecnológica, promovendo inclusão digital, aprendizado e conexão entre comunidade, escolas, profissionais e iniciativas de inovação. SERVIÇO → Ciência em Ação 2026 → Data: até quinta-feira (2) → Horário: das 13h às 21h → Local: estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho → Entrada gratuita. *Com informações da Secti-DF

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Governadora defende Brasília como hub tecnológico em reunião do Lide

A governadora Celina Leão defendeu, nesta quarta-feira (17), que Brasília tem condições de se consolidar como um dos principais polos tecnológicos do país. A declaração foi feita durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Brasília Palace Hotel. Na abertura do encontro, Celina Leão afirmou: “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado”, declarou a chefe do Executivo. “Tenho certeza de que temos vocação para isso. Nós temos água suficiente para data center, temos capacidade energética e possibilidade de energia solar. Mas temos, principalmente, homens e mulheres que acreditam na força de quem entende.” Com o tema “Inteligência artificial e o impacto na gestão pública e privada”, o encontro reuniu autoridades, especialistas e empresários para discutir o uso da tecnologia na tomada de decisões, na gestão de recursos e na prestação de serviços à população. Atualização constante A Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada em janeiro para coordenar todas as ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do DF Durante o discurso, Celina afirmou que o poder público precisa acompanhar as mudanças tecnológicas para não perder capacidade de resposta: “Se o poder público não se atualizar no momento que o mundo vive, ele já está sempre atrás do privado. Ele vai paralisar”. A governadora também citou a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração (SGDI), considerada como uma das primeiras medidas da gestão na área. A pasta foi lançada em abril para coordenar ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do Distrito Federal. Segundo Celina, a centralização das soluções digitais permite reduzir compras duplicadas, integrar sistemas e usar dados para orientar decisões em diferentes áreas do governo. “Quando você faz aquisição, faz para o GDF inteiro”, apontou. “Isso traz duas vantagens: primeiro, economia financeira; segundo, dados coligados. Você não tem sistema que não fala com sistema”. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz. A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo” Governadora Celina Leão A saúde pública também foi destaque no encontro. Por meio do programa Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente, que conta com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), utilizam-se dados em tempo real e inteligência artificial para acompanhar a trajetória do paciente dentro da unidade de saúde, da entrada no hospital até a alta. “Nós temos hoje, no meu gabinete, todas as demandas do Distrito Federal monitoradas”, garantiu Celina. “Eu tenho um cirurgiômetro, sei quantas cirurgias acontecem no Distrito Federal por dia, quais hospitais estão mais lotados e quais ações preciso fazer.” Inteligência artificial e segurança pública Na segurança pública, Celina apontou o programa DF 360° como um dos exemplos do uso de inteligência artificial pelo governo. A plataforma integra videomonitoramento, dados operacionais e câmeras públicas e privadas para apoiar o trabalho das forças de segurança. “A gente consegue monitorar 4 milhões de placas de veículos por dia. Nós temos um dos maiores programas de monitoramento do país”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O DF 360° reúne recursos como leitura de placas, reconhecimento facial e compartilhamento de imagens entre Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF). A plataforma também permite o cadastramento voluntário de câmeras privadas, ampliando a capacidade de monitoramento em áreas comerciais, residenciais e de grande circulação. Outro ponto destacado foi o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic. Celina lembrou que o GDF trabalha na assinatura que deve permitir a instalação de 65 empresas no espaço destinado ao setor de inovação. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz”, resumiu. “A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo”. 

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IPEDF celebra quatro anos fortalecendo a produção de pesquisas no Distrito Federal

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) completa quatro anos de existência, consolidando-se como órgão oficial de produção de dados e informações para o Governo do Distrito Federal (GDF) e a sociedade. Criado pela Lei nº 7.154, de junho de 2022, o IPEDF sucedeu a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), fundada em 1964. Pesquisas e estudos sobre o desenvolvimento urbano de Brasília estão entre os trabalhos desenvolvidos pelo instituto | Foto: Divulgação/IPEDF Todo o trabalho desenvolvido pelo instituto gera um diversificado leque de informações que retratam a realidade do DF e sua interação com os municípios do Entorno. Informações sobre quantos somos, como vivemos e quais as características sociais e demográficas dos territórios são fornecidas e norteiam o governo no desenvolvimento de políticas públicas eficazes e assertivas. [LEIA_TAMBEM]O IPEDF oferece dados, estatísticas, pesquisas, evidências e estudos que descrevem o território nos seus mais diferentes aspectos, formando uma base de dados indispensável no suporte à gestão pública. O foco da instituição é desvendar a realidade da capital federal e suas características em todas as 35 regiões administrativas (RAs) e nos 12 municípios da Área Metropolitana de Brasília (AMB).  Pesquisas consolidadas  Reconhecido pelos estudos domiciliares, como a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A), o IPEDF lançou recentemente o Perfil dos Apostadores no DF, o Panorama da Violência contra a Mulher e o estudo Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas, além dos recortes da Pdad sobre a área rural do DF e a AMB. Outras inovações também fazem parte do trabalho do instituto, como os estudos sobre agricultura urbana e periurbana, a Calculadora Verde no DF, o Informe Distrital e Metropolitano de Rendimentos, o Boletim do Comércio Exterior e as ferramentas de acesso e divulgação de dados, com a nova versão do InfoDF. *Com informações do IPEDF

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Na Hora Empresarial ultrapassa 30 mil atendimentos e facilita a vida de empreendedores do DF

Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o Na Hora Empresarial alcançou uma marca expressiva: 30.150 atendimentos realizados entre fevereiro e as duas primeiras semanas de junho deste ano. Inaugurada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) no 3º andar do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul (SCS), a unidade foi criada para simplificar a rotina de empresários e empreendedores, reunindo em um único espaço serviços fundamentais para a abertura, regularização e funcionamento de empresas.   Na Hora Empresarial realiza cerca de 260 atendimentos por dia útil, o que evidencia eficiência, com índice de produtividade de 95,7% | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Os números demonstram a rápida adesão do público ao novo modelo. No período, foram registrados cerca de 260 atendimentos por dia útil, com índice de produtividade de 95,7%, resultado que evidencia a capacidade da unidade de atender com eficiência as demandas apresentadas. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro" Israel Lincoln, empresário Os atendimentos realizados refletem a diversidade dos serviços disponíveis na unidade. A Polícia Federal (PF) concentrou a maior demanda, com 28.198 atendimentos e índice de produtividade de 96%. Em seguida aparecem a Neoenergia, com 1.010 atendimentos, o Detran-DF (263), a Caesb (239), a DF Legal (210) e o Sebrae (138), demonstrando que o espaço atende desde questões relacionadas à documentação e regularização até demandas ligadas à infraestrutura e ao desenvolvimento dos negócios. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, o desempenho alcançado nos primeiros meses comprova que a iniciativa atende a uma necessidade real do setor produtivo. “O Na Hora Empresarial nasceu para tornar a relação entre o empreendedor e o poder público mais simples, ágil e eficiente. Ultrapassar a marca de 30 mil atendimentos em tão pouco tempo demonstra que estamos no caminho certo, oferecendo serviços de qualidade e contribuindo para um ambiente de negócios mais favorável no DF.”  A praticidade do atendimento é justamente um dos pontos mais valorizados pelos usuários. O empresário Israel Lincoln procurou a unidade para resolver diferentes demandas relacionadas ao seu negócio e destaca a agilidade encontrada no local. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro. Tudo funcionou de forma muito pontual e organizada.”  Na maior parte dos serviços oferecidos, o atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio  Estrutura pensada para quem empreende Com mais de 500 metros quadrados, o Na Hora Empresarial foi planejado para concentrar serviços estratégicos voltados ao desenvolvimento das atividades empresariais. O atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio na maior parte dos serviços oferecidos. A unidade reúne órgãos e instituições fundamentais para quem deseja abrir, regularizar ou expandir um empreendimento. Estão presentes a DF Legal, responsável por atendimentos relacionados a licenças de funcionamento e atividades econômicas; a Vigilância Sanitária, que oferece orientações e serviços para estabelecimentos das áreas de alimentação, saúde e estética; e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), que realiza consultas de viabilidade urbanística e presta informações sobre uso e ocupação do solo. O espaço conta ainda com atendimentos da Neoenergia, Caesb, Detran-DF, Sebrae, Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Secretaria de Economia (SEEC-DF) e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.  "O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda" Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Um dos grandes diferenciais da unidade é a presença da Polícia Federal, que oferece serviços altamente demandados pelo setor empresarial e por profissionais de diferentes segmentos. Além da emissão de passaportes — único serviço que exige agendamento prévio —, os usuários podem resolver questões relacionadas ao controle e fiscalização de produtos químicos, segurança privada e registro e controle de armas. A integração desses atendimentos ao Na Hora Empresarial proporciona mais comodidade, reduz deslocamentos e amplia o acesso a serviços especializados em um ambiente moderno e centralizado.  O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda"Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora   Economia de tempo e mais eficiência [LEIA_TAMBEM]A proposta de reunir diversos órgãos em um mesmo endereço tem gerado ganhos significativos para os empresários, que conseguem resolver demandas distintas em uma única visita. É o caso do empresário André Carrion, que destaca a comodidade proporcionada pelo modelo de atendimento. “Ter vários serviços reunidos em um só lugar facilita muito a vida de quem empreende. Antes era necessário percorrer diferentes órgãos para resolver questões que hoje podem ser tratadas em um único endereço. Além da praticidade, o ambiente é confortável e o atendimento é muito bom.”  Segundo o subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, a marca alcançada nos primeiros meses demonstra a importância de oferecer soluções integradas para o setor produtivo. “O empresário precisa de agilidade para dedicar seu tempo ao crescimento do negócio. O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda. Os resultados mostram que essa integração tem produzido impactos concretos na vida dos empreendedores e reforçam a importância de continuarmos investindo em inovação e qualidade no atendimento.” Atualmente, a unidade conta com uma equipe formada por 23 colaboradores. O modelo integrado de atendimento fortalece a política de desburocratização do Governo do Distrito Federal e amplia o acesso a serviços essenciais para empresas de diferentes portes e segmentos. *Com informações da Sejus-DF   

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Moradores de Brazlândia receberam ação do GDF no fim de semana

Representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) participaram, no sábado (13), de uma ação social realizada em Brazlândia, com o objetivo de aproximar serviços públicos e promover acolhimento para famílias em situação de vulnerabilidade da região. Crianças e adultos se divertiram durante a programação de sábado na cidade | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa foi organizada pela Administração Regional de Brazlândia, em parceria com órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). A Secti-DF levou brindes do Planetário de Brasília e apresentou atividades recreativas para as crianças da comunidade, promovendo uma ação de interação, estimulando a curiosidade e proporcionando alegria. A administração local, por sua vez, levou brinquedos infláveis para as crianças se divertirem.  A proposta surgiu a partir da Campanha do Agasalho, com a arrecadação de cobertores para famílias que precisam de apoio durante o período de frio. “A parceria com a Secti foi muito importante para trazer esse acolhimento e oferecer uma experiência diferente para elas”, ressaltou a chefe de gabinete da Administração Regional de Brazlândia, Valdineia Carvalho. [LEIA_TAMBEM]Além da entrega de cerca de 200 cobertores e aproximadamente 180 cestas verdes, a ação contou com outros atendimentos à população, como serviços de orientação, ouvidoria e apoio às pessoas com deficiência. A cesta verde foi composta por alimentos produzidos por agricultores da própria região, reconhecida como um dos principais polos de hortifrúti do Distrito Federal. “Quando levamos as ações da Secti para perto das comunidades, conseguimos ampliar o acesso e mostrar que a ciência, a tecnologia e a inovação também podem estar presentes em momentos de cuidado, inclusão e cidadania”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Nosso compromisso é contribuir para construir oportunidades e aproximar o Governo das pessoas.”   *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Cursos EaD com foco em inovação, gestão pública e inteligência artificial têm inscrições abertas

A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) está com inscrições abertas para novas turmas de cursos na modalidade educação a distância (EaD), voltadas à qualificação e atualização dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal. A iniciativa reforça a política permanente de desenvolvimento profissional promovida pela instituição, vinculada à Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF). A programação reúne cursos em áreas estratégicas da administração pública, com conteúdos voltados para inovação, atendimento ao cidadão, gestão, legislação, inclusão e transformação digital. Entre os destaques desta edição estão os novos cursos em parceria com a Microsoft, "fluêncIA para Educadores" e "fluêncIA para Profissionais do Judiciário", além da capacitação "fluêncIA – Noções básicas de inteligência artificial", alinhada às novas demandas tecnológicas do setor público. Os novos cursos oferecidos pela Egov estão alinhados às novas demandas tecnológicas do setor público | Fotos: Divulgação/Egov Também integram a grade cursos sobre Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei de Acesso à Informação (LAI), competências gerenciais, Libras, ouvidoria, assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, além da atualização no uso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Segundo o diretor-executivo da Egov, Francisco de Assis, a ampliação da oferta de cursos EaD fortalece o compromisso da instituição com uma administração pública mais moderna, eficiente e preparada para os desafios contemporâneos. "A formação permanente dos servidores impacta diretamente a qualidade das entregas realizadas à população" Francisco de Assis, diretor-executivo da Egov “Estamos investindo continuamente em soluções educacionais que acompanhem as transformações do serviço público. A formação permanente dos servidores impacta diretamente a qualidade das entregas realizadas à população. Destacamos os cursos de inteligência artificial, que fazem parte da agenda de ‘cidade inteligentes’, pauta da governadora Celina Leão”, destaca. Os cursos são gratuitos e oferecem flexibilidade para que os participantes realizem as atividades de forma online, conforme sua disponibilidade. As inscrições permanecem abertas até o dia 22 de junho. Confira a lista dos cursos disponíveis fluêncIA para Educadores fluêncIA para Profissionais do Judiciário fluêncIA – Noções básicas de Inteligência Artificial Assédio Moral, Sexual e Discriminação no Trabalho Atualização em Gramática da Língua Portuguesa Atendimento ao Público Comunicando em Libras Desenvolvimento de Competências Gerenciais Lei de Acesso à Informação – LAI na prática Lei Geral de Proteção de Dados – Legislação e Implementação Implementação da Lei de Licitações e Contratos – Lei 14.133/2021 O ‘X’ da Questão: Decifrando a Ouvidoria Programa de Ambientação e Integração Ressignificar: Proteção Integral às Mulheres Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – Módulo Usar – versão 4.0   Cursos EaD – Temporada Julho de 2026 Inscrições: até 22/6 Período das atividades: 29/6 a 30/7 *Com informações da Egov  

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Começa quinta edição do Lab Day 2026, que tem como foco energias renováveis 

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), em parceria com o Sebraelab e a Cotidiano Aceleradora, promove nesta terça (26) a quinta edição do Lab Day 2026, com o tema central voltado ao mercado de energias renováveis. O evento gratuito ocorre das 17h30 às 21h, no espaço do Sebraelab, localizado no próprio Biotic.  Labday 2026 tem atividades que contemplam públicos diversificados com interesse em tecnologia e inovação | Foto: Divulgação/Biotic O Lab Day é um formato de evento corporativo e colaborativo que tem como foco a cultura de inovação, tecnologia e experimentação de ideias. Funcionando como um “dia de laboratório”, o projeto tem por objetivo aproximar quem cria a tecnologia de base científica (startups, cientistas e pesquisadores) do mercado tradicional e de investidores, transformando o conhecimento técnico em resultados econômicos e sustentáveis para a região. [LEIA_TAMBEM]O encontro desta terça-feira foi desenhado estrategicamente para conectar o ecossistema de inovação da capital federal a empresários, profissionais e empreendedores do setor. Com a correalização da Cotidiano Aceleradora, instituição de referência no fomento à cultura de startups, o evento ganha ainda mais força na identificação e no desenvolvimento de novos modelos de negócios focados em energia limpa. Ao longo da programação, o público terá acesso à apresentação de soluções tecnológicas de ponta voltadas para o segmento, além de um espaço dedicado ao networking qualificado e debates sobre as principais tendências do mercado. As vagas são limitadas, e os interessados em participar devem garantir a presença realizando a inscrição prévia no canal oficial do evento. Serviço ► Lab Day 2026 — Energias Renováveis • Data: terça-feira (26) • Horário: das 17h30 às 21h • Local: Sebraelab — Parque Tecnológico Biotic (Granja do Torto) • Evento aberto ao público em geral.  • As inscrições podem ser feitas neste link.  *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília   

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Pixel Show abre com a expectativa de reunir mais de 20 mil pessoas

A abertura do Pixel Show Brasília 2026 marcou, nesta quinta-feira (21), o início de um dos grandes festivais de criatividade, inovação e economia criativa da América Latina. Realizado na Arena BRB Mané Garrincha, o evento segue nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), com expectativa de receber mais de 20 mil participantes ao longo da programação. Programação reúne material de interesse para diversos públicos até domingo (24) | Foto: Divulgação/Secti-DF Promovido em parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos em Distribuição e Varejo, o festival reúne estudantes, profissionais, empreendedores, artistas, desenvolvedores, representantes de startups e entusiastas da tecnologia em um ambiente marcado por troca de conhecimento, geração de oportunidades e fortalecimento da economia criativa. “É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Durante a programação, há palestras, painéis temáticos, workshops, masterclasses, experiências imersivas, espaços maker, exposições, atividades educacionais, apresentações culturais, rodadas de networking e ativações tecnológicas. O evento também conta com ambientes voltados à criatividade, inovação, inteligência artificial, games, audiovisual, design e empreendedorismo. Polo de inovação Um dos destaques da abertura foi a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital. Conhecido por unir humor, improviso e tecnologia em seus projetos, o artista protagonizou um dos momentos mais aguardados do primeiro dia do festival, reforçando a proposta do Pixel Show de conectar criatividade, inovação e as transformações da sociedade contemporânea.  [LEIA_TAMBEM]“Eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.” Entre os visitantes que participaram da abertura estava a estudante de design Ana Clara Rodrigues, de 22 anos, que ficou impressionada com as experiências tecnológicas apresentadas pelo festival. “É muito inspirador ver tantas soluções, tecnologias e ideias criativas reunidas em um único espaço”, disse. “A gente consegue enxergar possibilidades para o futuro e perceber como inovação e criatividade podem gerar oportunidades reais de trabalho, aprendizado e crescimento profissional. Estou ansiosa para participar das atividades dos próximos dias”. Em Brasília, o festival fortalece o posicionamento da capital como um território estratégico para iniciativas ligadas à tecnologia, à transformação digital e à economia criativa, promovendo capacitação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico.  *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Parque Tecnológico de Robótica abre chamamento público para startups do Distrito Federal

Em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec) lançou, nesta segunda-feira (18), o chamamento público para seleção de startups que têm como foco tecnologia, inovação e desenvolvimento de soluções inteligentes. Startups com projetos em desenvolvimento são o alvo do programa | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa busca conectar empreendedores, pesquisadores e negócios inovadores comprometidos com a transformação tecnológica, o fortalecimento do ecossistema regional de inovação e a geração de impacto social no Distrito Federal. O programa é destinado a startups em diferentes estágios de desenvolvimento e contempla projetos com potencial de escalabilidade, inovação e aplicação prática em áreas estratégicas da nova economia. As inscrições já estão abertas.  Quem pode participar Entre os segmentos contemplados pelo chamamento estão agrotechs, dronetechs, internet das coisas e telemetria, inteligência artificial, robótica e automação, climate techs, smart farming, geotecnologia, segurança inteligente, energia inteligente e educação tecnológica. [LEIA_TAMBEM]As startups selecionadas passarão a integrar o ecossistema de inovação do PaTec, tendo acesso à infraestrutura de coworking, sala exclusiva para startups, mentorias e networking com parceiros e investidores, além de oportunidades de conexão com editais e programas de inovação. A proposta do PaTec é consolidar um ambiente colaborativo capaz de impulsionar novos negócios, estimular soluções tecnológicas de impacto e fortalecer a cultura empreendedora e inovadora no DF. O PaTec Fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Eixos de Gestão, o PaTec está localizado na Quadra 2 do Setor Comercial Sul (SCS) e funciona como um hub de inovação, que oferece capacitação em pilotagem de drones, cultura maker, programação e robótica educacional para estudantes da rede pública.  Faça sua inscrição preenchendo este formulário.  *Com informações da Secti-DF  

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Innova Summit 2026 estreia com palestras inspiradoras em Brasília

“Além do Hype. Impacto Real.” Esse é o lema do Innova Summit 2026, que abriu suas portas nesta terça-feira (12) para três dias de imersão em inovação, negócios e transformação digital. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Conecta Brasil, está em sua 6ª edição e transformou o Centro de Convenções Ulysses Guimarães em um verdadeiro polo de inovação, reunindo milhares de pessoas em torno de ideias capazes de moldar o futuro.  Com mais de 50 mil inscritos, o Innova Summit começou em ritmo acelerado, misturando jovens estudantes, empreendedores, criadores de conteúdo, profissionais da tecnologia, investidores e entusiastas da inovação em um ambiente pulsante, cheio de experiências imersivas, networking e troca de conhecimento. Desde a abertura dos portões, às 16h, o público chegou com a empolgação em alta, demonstrando o tamanho da expectativa para aquela que já é considerada uma das maiores edições do evento.    Abertura do Innova Summit, no Centro de Convenções, reuniu diferentes gerações | Fotos: Divulgação/Secti-DF    Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino, o Innova Summit representa um espaço onde ideias, talentos e oportunidades se encontram de forma prática e acessível. “O evento mostra como a inovação está cada vez mais próxima das pessoas. É um ambiente que inspira, conecta diferentes gerações e abre caminhos para quem quer aprender, empreender e participar ativamente das transformações que estão acontecendo no mercado e na sociedade”, destacou.  O músico e produtor musical André Cavalcante abriu o ciclo de palestras do evento falando sobre o impacto que os objetivos empresariais podem causar na realidade das coisas e das pessoas. “Tudo o que a gente faz na nossa vida não é pra gente, é para as pessoas. Quando vocês internalizarem isso, perceberão que sua empresa e seus negócios vão prosperar”, afirmou, arrancando aplausos do público. Desafios da era digital Na sequência, o historiador, escritor, professor e comunicador Leandro Karnal subiu ao palco principal e prendeu a atenção da plateia ao abordar comportamento, ansiedade coletiva e os desafios humanos na era digital. Com seu estilo reflexivo e bem-humorado, Karnal levou o público a momentos de silêncio absoluto e também de gargalhadas espontâneas. “É importante que tenhamos, no nosso quadro de funcionários, profissionais de todas as idades e gerações. A diversidade nos enriquece. Intolerância não pode fazer parte das nossas empresas”, orientou.   O evento, uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF em parceria com o Instituto Conecta Brasil, está em sua 6ª edição Entre uma palestra e outra, os corredores do evento ficaram movimentados com conexões genuínas. A estudante de engenharia de software Mariana Alves, de 21 anos, saiu impressionada com a dimensão do evento. “É muito inspirador ver tanta gente falando sobre futuro, inovação e oportunidades. Você sai daqui acreditando que também pode criar algo grande”, empolgou-se. O empresário Lucas Mendes destacou a importância do conteúdo oferecido pelas palestras e pelo networking promovido pelo encontro. “O Innova Summit consegue reunir pessoas que normalmente estariam em ambientes completamente diferentes. Aqui todo mundo se conecta pela inovação, pelas parcerias e pelo conhecimento”, salientou.  [LEIA_TAMBEM]Nos próximos dois dias, o Innova Summit promete manter o ritmo intenso que marcou a abertura. A programação segue com painéis sobre inteligência artificial, transformação digital, empreendedorismo, marketing, creator economy, inovação pública e futuro das profissões, além de experiências imersivas, batalhas de startups, mentorias e espaços de networking. Entre os destaques mais aguardados estão palestras com grandes nomes do mercado nacional, debates sobre as tendências tecnológicas que devem impactar os próximos anos e encontros voltados especialmente a jovens que desejam ingressar no universo da inovação e da tecnologia. Para a Secti, o Innova Summit vai além de um grande encontro de tecnologia. O evento ajuda a aproximar a população de experiências ligadas à inovação, incentiva novos talentos, fortalece conexões entre diferentes setores e amplia o acesso ao conhecimento e às oportunidades que movimentam a economia criativa e o desenvolvimento tecnológico no Distrito Federal.   *Com informações da Secti-DF

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Start BSB reúne startups em encontro do MultipliCidades e amplia conexões no DF 

A construção de um ecossistema de inovação robusto depende da qualidade das conexões estabelecidas entre seus participantes. Foi com esse foco que o programa de incubação MultipliCidades promoveu, no sábado (25), seu primeiro encontro presencial, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF). Além das equipes executoras, participaram startups e especialistas em um ambiente voltado para a troca qualificada e para o fortalecimento de vínculos estratégicos. Encontro promoveu compartilhamento de experiências e troca de informações sobre desafios comuns | Foto: Divulgação/FAPDF  A atividade integra o Start BSB – Programa de Startups, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), uma importante política pública de fomento ao empreendedorismo inovador no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride), que incentiva negócios em diferentes estágios de maturidade com capacitação, mentorias e subvenção econômica. Interação qualificada  Ao criar um ambiente de proximidade e abertura, a iniciativa favoreceu o compartilhamento de experiências, a construção de confiança e o aprofundamento das relações entre os participantes. A troca direta entre empreendedores permitiu, além da exposição de desafios comuns, a identificação de soluções a partir de diferentes perspectivas — fator decisivo para o amadurecimento de startups que ainda estão em fase de estruturação e validação de seus modelos de negócio. Atividades desenvolvidas pelo grupo do programa possibilita construção de soluções de forma coletiva Esse tipo de dinâmica contribui para transformar programas de incubação em espaços efetivos de aprendizagem coletiva, nos quais o conhecimento circula de forma orgânica e se traduz em ganhos concretos para os negócios apoiados. Outro aspecto destacado pelo encontro foi o fortalecimento do senso de pertencimento entre os participantes. Ao possibilitar um contato mais próximo entre os empreendedores, a atividade contribuiu para reduzir o isolamento típico da jornada empreendedora e estimulou a formação de uma rede colaborativa baseada em troca, apoio mútuo e aprendizado contínuo. Nesse contexto, a incubação deixa de ser compreendida apenas como um conjunto de entregas e passa a operar como uma comunidade de prática — um ambiente no qual experiências são compartilhadas e soluções são construídas de forma coletiva. Propriedade intelectual  [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques do encontro foi a participação do especialista Stenio Diniz, padrinho do programa, que trouxe uma reflexão aprofundada sobre o papel da propriedade intelectual na valorização de startups. Ele lembrou que ativos intangíveis — como tecnologia, processos e conhecimento estruturado — exercem influência direta sobre o valuation (ou seja, o valor de mercado atribuído ao negócio, considerando seu potencial de crescimento, inovação e competitividade) das empresas, ampliando sua competitividade e seu potencial de atração de investimentos. A discussão aponta para uma diretriz central no ecossistema de inovação: o crescimento sustentável de startups não está associado apenas à execução operacional, mas também à capacidade de transformar conhecimento em ativos estratégicos, protegidos e reconhecidos pelo mercado.   *Com informações da FAPDF

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Com apoio do GDF, TecnoGame 2026 reúne multidão no Pavilhão do Parque da Cidade

O Pavilhão do Parque da Cidade foi tomado, neste fim de semana, por fãs de tecnologia e cultura pop. Desde sexta-feira (17), o local recebe o TecnoGame 2026, segunda edição da feira no Distrito Federal. A governadora Celina Leão visitou o evento na tarde deste sábado (18). “A cada ano esse evento tem se consolidado mais e eu sou uma entusiasta da tecnologia”, pontuou a chefe do Executivo. “Esse olhar para a tecnologia não é mais de futuro, é de presente. A gente precisa realmente trazer essa vocação aqui para o Distrito Federal. A capital da República tem que ser exemplo em inovação, em tecnologia, e a gente sabe que isso tem uma força muito grande com os nossos jovens daqui. Então, esse evento é uma oportunidade de mostrar os nossos talentos e de trazer o que tem de melhor do Brasil para a nossa cidade”, acrescentou. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, ressaltou que o encontro é “um dos maiores de tecnologia, cultura geek e economia criativa do Brasil”. “É um evento que faz parte da nossa linha de trabalho da secretaria, de popularização da tecnologia, da ciência, do empreendedorismo, voltado muito para esse público realmente de cultura geek, startups e robótica”, apontou. A governadora Celina Leão visitou o evento TecnoGame 2026 na tarde deste sábado (18 | Foto: George Gianni/ Agência Brasília A feira conta com competições de e-sports e cosplay, experiências imersivas, estandes de 22 expositores para oportunidades de negócios e conversas com grandes nomes da internet, a exemplo de Toguro, Muca Muriçoca e Guaxinim. A programação é gratuita e segue até a próxima segunda-feira (20).   “Foram mais de 101 mil ingressos retirados, isso é recorde. É recorde em Brasília e é recorde do TecnoGame nacional. A gente acabou de vir de Porto Velho com uma edição de 42 mil pessoas e aqui a gente vai receber mais de 100 mil pessoas. Então, estou muito feliz”, celebrou o CEO do TecnoGame, Andryw Antony, que ainda exaltou o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação: “[Graças a esse apoio,] a gente pode proporcionar entrada gratuita para o público, espaço gratuito para os empreendedores. E isso movimenta a economia local, movimenta o turismo”. O analista de dados Victor Rafael, por sua vez, enfatizou o caráter democrático da feira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O comerciante Alexandre Raul foi um dos presentes. “É um evento único, não só para crianças, mas para adolescentes e adultos. Dá para sentir a empolgação, a alegria”, definiu. O analista de dados Victor Rafael, por sua vez, enfatizou o caráter democrático da feira. “É um evento de tecnologia, então ele traz muita coisa nova e uma integração muito grande para quem, muitas vezes, não tem acesso.” Já a intérprete de Libras Bruna Morais escolheu o TecnoGame para se divertir no fim de semana ao lado dos três filhos. “Achei muito incrível, porque o evento é muito detalhado e aqui a gente pode conhecer coisas que não conhecia. Estou achando muito legal, é muito bom trazer os filhos para assistir, para acompanhar. Eles são super fãs e acaba que eu me torno também por causa deles”, arrematou.

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Projeto Gamifica leva formação em games e inovação às regiões administrativas do DF

O Projeto Gamifica – Tecnologia em Jogos inicia uma nova etapa ao incorporar carretas itinerantes à sua estratégia de formação no Distrito Federal. A proposta é descentralizar o ensino e alcançar diferentes regiões administrativas, levando qualificação em tecnologia, jogos digitais e inovação diretamente às comunidades. O lançamento oficial das unidades móveis será realizado em 22 de abril, às 9h, no Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Cruzeiro Velho. A cerimônia marca o início das atividades com a nova estrutura, que passa a integrar o modelo educacional do projeto. A iniciativa, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) em parceria com o Instituto de Bombeiros de Responsabilidade Social (Ibres), reforça a estratégia de descentralizar o acesso à formação tecnológica e ampliar oportunidades para jovens em todo o DF. “Estamos levando tecnologia, conhecimento e perspectivas reais de futuro para mais perto das pessoas. O Gamifica conecta talento e oportunidade, preparando nossos jovens para um mercado cada vez mais digital e inovador”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. As carretas funcionam como ambientes completos de aprendizagem, preparadas para atender até 20 alunos por turma. Equipadas com computadores de alto desempenho, estações individuais e conexão de internet de qualidade, possibilitam aulas práticas e experiências imersivas. As carretas funcionam como ambientes completos de aprendizagem, preparadas para atender até 20 alunos por turma | Foto: Divulgação/Secti-DF Além do espaço interno, as unidades contam com estrutura externa que permite a realização de atividades abertas ao público, como apresentações, oficinas e competições de e-sports, ampliando o envolvimento com a comunidade local. A metodologia combina encontros presenciais e conteúdos online, com cursos que abrangem desenvolvimento e design de jogos, além de marketing aplicado ao setor. O programa inclui ainda mentorias, palestras e oficinas, totalizando 200 horas de formação com certificação. Outro destaque é a autonomia operacional das carretas, que utilizam um sistema híbrido de energia, com uso de placas solares, baterias e gerador próprio, garantindo funcionamento em diferentes localidades. A conectividade é assegurada por internet via satélite e estrutura preparada para fibra óptica. Com recursos de acessibilidade, como plataforma de acesso e espaços adaptados, as unidades também reforçam o compromisso com a inclusão. Para a Secti-DF, a iniciativa fortalece a democratização do ensino tecnológico no DF, aproximando jovens das oportunidades da economia digital e incentivando o desenvolvimento de novos talentos no setor. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)

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Evento debaterá o futuro do audiovisual e inovação em Brasília

O que acontece quando a criatividade do cinema encontra o poder da tecnologia? Para responder a essa pergunta e preparar os profissionais do Distrito Federal para os novos desafios do mercado, o Biotic — Parque Tecnológico de Brasília, em parceria com a Cria.mov e a Bela07, produz o Painel Movimenta: Audiovisual e Inovação. O evento ocorrerá nos dias 23 e 30 de abril, no SebraeLab. O Painel Movimenta surge como uma resposta estratégica ao cenário de transformação digital acelerada. O objetivo é converter o potencial criativo de estudantes, empreendedores, cineastas, produtores e criadores de conteúdo em ferramentas de inovação e desenvolvimento econômico. Durante dois dias de imersão, o público terá acesso a discussões sobre inteligência artificial (IA), processos autorais e visão prática de mercado. Para o presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique, a iniciativa reforça o papel do Parque Tecnológico como um hub multissetorial. "O audiovisual é hoje uma das vertentes mais poderosas da economia criativa e um motor essencial para a inovação tecnológica. Ao sediar o Painel Movimenta, o Biotic cumpre sua missão de integrar conhecimento científico e criatividade, oferecendo ao ecossistema de Brasília as ferramentas necessárias para liderar as narrativas do amanhã", afirma Gustavo. Complementando essa visão, Gabriel Nakanishi, diretor de cena e fotografia da Cria.mov, destaca que o valor do evento vai além da sala de aula, focando no fortalecimento da comunidade local. Durante dois dias de imersão, o público terá acesso a discussões sobre inteligência artificial (IA), processos autorais e visão prática de mercado | Foto: Divulgação/Biotic "Acredito que o Painel Movimenta seja uma grande oportunidade de fortalecer laços e conexões na cena audiovisual de Brasília. Algo que faz muita diferença, e que vejo o quanto impacta na prática, é ter bons parceiros e fornecedores ao seu lado. Um filmmaker freelancer como uma mão extra, um produtor musical, um gaffer, um operador de som… São essas conexões que viabilizam os projetos. Porque a verdade é que ninguém faz tudo sozinho", ressalta Gabriel. Para o diretor, o encontro é o ambiente ideal para quem busca expandir a rede de atuação. "É justamente nesses encontros que conhecemos mais pessoas da área, que muitas vezes também estão buscando oportunidades. O conteúdo vai ser incrível, mas ele é apenas uma parte da experiência. O mais valioso, sem dúvida, são as conexões que nascem ali", conclui. Programação: da teoria à prática O encontro foi estruturado para oferecer uma troca real entre quem já atua no mercado e quem busca se posicionar. Confira os destaques: - Dia 23 de abril (14h às 17h) | "IA na Criação de Roteiros": o especialista Isaac Aicon conduzirá uma conversa aberta sobre como a Inteligência Artificial está redefinindo o processo de escrita e criação para o cinema e a publicidade brasileira. O foco será sair da teoria e observar a execução prática de roteiros assistidos por tecnologia. - Dia 30 de abril | O Vídeo como Ferramenta Estratégica: Manhã (9h30 às 12h): workshop com a produtora Nero, focado em processos criativos, linguagem e construção de imagem, com ênfase em identidade e direção. Tarde (14h às 17h): oficina prática onde os participantes colocarão a "mão na massa", explorando caminhos criativos e possibilidades reais dentro do mercado audiovisual atual. Inovações e diferenciais Diferente de formações tradicionais, o Movimenta foca no processo aplicado. O evento é voltado a iniciantes, criadores de conteúdo que buscam direção estética e profissionais que desejam entender as novas métricas do mercado. Os participantes que concluírem a jornada receberão certificado de participação. Para inscrição, clique neste link. *Com informações do Biotic — Parque Tecnológico de Brasília

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Startup do DF lidera desafio tecnológico internacional e conecta pesquisadores brasileiros à inovação

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) promoveu, nesta semana, mais uma etapa do programa internacional Leaders in Innovation Fellowships (LIF Global), reunindo jovens pesquisadores brasileiros em torno de um desafio baseado em uma solução tecnológica desenvolvida por uma startup residente do Distrito Federal. Startup brasiliense que representa o Brasil no programa internacional foi indicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) | Foto: Divulgação/Biotic A escolhida para representar o Brasil na iniciativa foi a Polus, startup brasiliense especializada em soluções inteligentes para gestão e controle de sistemas de refrigeração industrial. A indicação foi do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O programa integra uma rede global que também atua em países como Índia e Colômbia, conectando ciência, empreendedorismo e mercado. Criado pela Royal Academy of Engineering, do Reino Unido, o LIF Global apoia pesquisadores na transformação de inovações tecnológicas em negócios de impacto. Com duração aproximada de sete meses, a iniciativa reúne treinamentos, mentorias e conexões internacionais, com etapas nos países participantes e uma fase final no Reino Unido, onde os projetos são apresentados a investidores e especialistas do ecossistema global. No Brasil, o programa conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela seleção dos participantes e pela articulação local. Busca de soluções “Estar no LIF Global posiciona a Polus em um ambiente internacional de inovação, aproximando a empresa de pesquisadores, instituições e oportunidades que podem acelerar o desenvolvimento da nossa solução e sua expansão para outros mercados”, afirma o CEO da Polus, Luiz Filipe Guerra. “Ter acesso à visão de empreendimento e à capacidade de proposição de soluções que a Polus possui foi uma oportunidade única” Rauber Daniel Pereira, da Loreto Pesquisa e Desenvolvimento Selecionados pelo CNPq, os participantes são pesquisadores com atuação empreendedora em diferentes regiões do país. Durante o encontro no Biotic, eles foram desafiados a analisar dados reais da operação da Polus para identificar padrões de ineficiência em sistemas de refrigeração, uma das principais fontes de custo energético da indústria. A dinâmica aproximou ainda mais a pesquisa do mercado e ampliou a aplicabilidade prática das soluções apresentadas. “Ter acesso à visão de empreendimento e à capacidade de proposição de soluções que a Polus possui foi uma oportunidade única”, avalia Rauber Daniel Pereira, da Loreto Pesquisa e Desenvolvimento. “Sabemos que o Brasil tem um enorme potencial de inovação, e testemunhar a excelência técnica e empreendedora da Polus nos confirma que é possível construir excelência nacional. Ter a oportunidade de conhecer a Polus por meio da parceria com o LIF da Royal Academy of Engineering foi um grande privilégio. Somos profundamente gratos por essa oportunidade.” Jovens empreendedores [LEIA_TAMBEM]Antes da etapa prática, os pesquisadores visitaram o Biotic e conheceram o ecossistema de inovação do Distrito Federal. Durante a visita, tiveram contato com startups formadas por jovens empreendedores que já atuam no desenvolvimento de soluções tecnológicas e na geração de negócios, reforçando o ambiente dinâmico e colaborativo do parque. Fundada por ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB), a Polus surgiu a partir de uma solução artesanal de medição de energia e consolidou-se como referência nacional no controle inteligente de sistemas de refrigeração industrial. Hoje, a empresa controla e otimiza remotamente, com uso de inteligência artificial, centenas de câmaras frias em 15 estados brasileiros, atuando em todas as regiões do país e promovendo ganhos de eficiência energética, segurança operacional e sustentabilidade. “O Biotic existe para isso: aproximar ciência, mercado e governo e posicionar Brasília como um polo estratégico de inovação”  Gustavo Dias Henrique, presidente do Biotic Além do desafio realizado no Brasil, o programa prevê novas etapas voltadas ao desenvolvimento dos participantes. Os pesquisadores deverão apresentar seus próprios negócios em um evento fechado com representantes da Embaixada Britânica e do CNPq antes de avançarem para a fase internacional, que inclui a possibilidade de participação em uma etapa final no Reino Unido. Oportunidades Voltado principalmente a projetos em estágio inicial, muitos ainda em fase de prova de conceito, o programa busca impulsionar o amadurecimento dessas iniciativas por meio da conexão entre ciência, mercado e oportunidades globais. “Quando conectamos pesquisadores a problemas reais de startups, aceleramos a transformação do conhecimento em soluções de impacto”, pontua o presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique. “O Biotic existe para isso: aproximar ciência, mercado e governo e posicionar Brasília como um polo estratégico de inovação.” A atividade no Brasil marca um novo momento do programa, com maior integração entre os participantes e o ecossistema local. Ao reunir pesquisadores, startups e instituições públicas em torno de desafios concretos, o parque tecnológico firma sua posição como um dos principais polos de inovação do país, mostrando que, a partir de Brasília, soluções brasileiras não apenas nascem, mas também ganham escala e projeção internacional. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic)

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Printer Chef Brasília: bucha vegetal vira ingrediente e impressora 3D traz inovação na gastronomia

Você já ouviu falar em cagaita? E em transformar uma simples bucha vegetal, daquelas usadas no banho, em ingrediente de um prato criativo? No Printer Chef Brasília 2026, essas curiosidades deixam de ser apenas ideias inusitadas e ganham forma em uma proposta inovadora: apresentar ao público a gastronomia do futuro, com uso de comida impressa em 3D, biomassa e ingredientes pouco explorados, como as plantas alimentícias não convencionais (Pancs). A iniciativa mostra, de forma prática, como ciência, tecnologia e uma pitada de criatividade podem se unir para reinventar a maneira como produzimos e consumimos alimentos. O Printer Chef Brasília 2026 reúne tecnologia e ingredientes pouco explorados para criar pratos surpreendentes | Foto: Divulgação/FAPDF O evento ocorre dentro da programação do Geek Prime e transforma o espaço em um verdadeiro laboratório criativo. Ao circular pelo ambiente, o visitante poderá acompanhar competições ao vivo entre chefs e criadores, que não apenas apresentam pratos saborosos, mas também defendem o conceito científico por trás de cada criação. Muitas dessas experiências utilizam ingredientes do Cerrado, como a cagaita, transformada em preparações surpreendentes, como sorvetes e releituras contemporâneas. Com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), o Printer Chef também reforça o papel da pesquisa científica no desenvolvimento de soluções inovadoras para a alimentação, explorando desde técnicas de bioimpressão até o uso sustentável da biodiversidade brasileira. Ao longo dos dois dias, o público poderá participar de workshops e palestras que aproximam áreas como gastronomia, design e tecnologia, além de interagir diretamente com chefs, pesquisadores e entusiastas da cultura maker. [LEIA_TAMBEM]Mais do que observar, a proposta é provocar: provocar o paladar, a curiosidade e a forma como enxergamos a comida. Afinal, no Printer Chef, o que parece estranho à primeira vista pode se revelar uma experiência surpreendente e deliciosa. Printer Chef Brasília 2026 • 28 e 29 de março • Shopping Conjunto Nacional – Jardim Urbano • Entrada gratuita. Retire ingresso para algumas atividades no site do evento • Para mais informações, acesse a rede social da FAPDF: @fapdfoficial *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Programa Centelha divulga resultado final da Fase 1 

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) divulgou o resultado final da Fase 1 – Ideias Inovadoras do edital referente ao programa Centelha 3. A etapa corresponde à análise inicial das propostas submetidas e define quais ideias avançam para as próximas fases da iniciativa. Nesta fase, foram identificados projetos com potencial inovador e perspectivas de evolução para empreendimentos de base tecnológica. As 200 propostas classificadas seguem agora para a Fase 2, que envolve o aprimoramento das soluções e a consolidação dos modelos de negócio. Arte: Divulgação/FAPDF As propostas abrangem diferentes áreas e setores estratégicos, demonstrando a pluralidade e a capacidade de geração de soluções inovadoras no território. Outro ponto de destaque é a predominância de iniciativas em estágio inicial, conduzidas por empreendedores individuais ou equipes reduzidas — perfil característico de projetos em fase de ideação e validação. Com a progressão para a etapa seguinte, os participantes terão acesso a capacitações, mentorias e orientações especializadas, voltadas ao desenvolvimento e à estruturação dos empreendimentos. O programa  [LEIA_TAMBEM]O Centelha tem como finalidade impulsionar a criação de negócios inovadores e fortalecer a cultura empreendedora no país. A iniciativa oferece apoio por meio de recursos financeiros, capacitações e suporte técnico ao longo do processo de desenvolvimento dos projetos. Em sua terceira edição, o programa amplia o fomento à inovação, contribuindo para o fortalecimento do ecossistema empreendedor e para o surgimento de soluções com potencial de impacto econômico e social. A iniciativa é promovida em nível nacional pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a FAPDF e a Fundação Certi. Clique aqui e acesse a lista completa das propostas selecionadas na Fase 1. Conheça o site oficial do programa.     *Com informações da FAPDF  

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Projeto Hackacity Impulsiona Saúde será lançado nesta quarta (11)

Em parceria com o Instituto Multiplicidades, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) lança nesta quarta-feira (11), na Escola Técnica do Guará, o projeto Hackacity Impulsiona Saúde. O objetivo é aproximar estudantes e profissionais dos setores de tecnologia e saúde e de inovação dos desafios reais da saúde pública. O evento começa às 9h e terá uma palestra com o tema “Tecnologia na saúde: a combinação entre atendimento humanizado e recursos digitais”, abordando desafios e possibilidades da integração entre inovação tecnológica e cuidado centrado nas pessoas. Recursos digitais de alta tecnologia permitirão o aprendizado do tema proposto | Foto: Divulgação/Secti-DF Em meio a experiências práticas e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas alinhadas às demandas atuais, o projeto contará com um hackathon — evento colaborativo que reúne programadores, designers e especialistas para desenvolver soluções tecnológicas inovadoras — que prioriza os estudantes da rede de educação profissional técnica do DF, com incubação aberta para interessados em empreender na área da saúde, bootcamp (treinamento intensivo para capacitar profissionais da tecnologia) com hospitais parceiros e oportunidades para startups implantarem soluções desenvolvidas na Incubadora Multiplicidades, durante a execução do projeto. [LEIA_TAMBEM]“É uma excelente oportunidade de aprendizado que une qualificação profissional e tecnologia, sempre aliadas às necessidades reais da saúde pública”, enfatiza o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “É um contexto de transformação digital que integra setores por meio de inovação e prática.” As inscrições podem ser feitas de até o dia 22 deste mês, pelo site oficial do programa. As incubações começam nos dias 27 e 28, para etapa de ideação, e se estendem até setembro. As facilitações e mentorias serão híbridas, com encontros online e presenciais.  Projeto Hackacity Impulsiona Saúde → Lançamento: quarta-feira (11) → Horário: 9h → Local: Escola Técnica do Guará (EQ 17/19, Lote A, Guará II) → Inscrições neste site.    *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação  

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EnergyC impulsiona novas lideranças no setor de energia no Brasil 

Quem está sendo preparado para liderar a transição energética brasileira? Foi dessa inquietação que nasceu, em 2020, a EnergyC. Fundada por Alesson Tadeu e Luiz Miranda, a iniciativa ganhou força e estrutura com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do programa StartBSB, que impulsionou sua consolidação como startup de impacto no setor energético. “A gente percebeu que o setor de energia é estratégico para o Brasil, mas muitos jovens ainda não se enxergavam como parte desse futuro”, afirma Miranda, CEO da startup. “A EnergyC nasce para ampliar esse acesso e preparar lideranças capazes de atuar com visão técnica e estratégica.” Iniciativa apoiada pela FAPDF tem como foco o cesso de jovens ao mercado de energia e a formação de profissionais preparados para ambientes em constante transformação | Foto: Divulgação/EnergyC Desde então, a EnergyC vem ampliando o acesso de jovens ao mercado de energia e formando profissionais preparados para atuar em um ambiente técnico, regulado e em constante transformação. A startup se posiciona como uma ponte, conectando talentos, empresas, especialistas e instituições estratégicas para fortalecer o capital humano de um dos setores mais relevantes para o desenvolvimento do país. “O StartBSB foi concebido para transformar projetos inovadores em negócios estruturados, com capacidade de escala. Ver a EnergyC ampliar sua atuação nacional demonstra como o fomento à inovação gera impacto concreto e fortalece setores estratégicos para o país” Leonardo Reisman, presidente da FAPDF Da ideia ao negócio estruturado Nos primeiros anos, a EnergyC consolidou programas voltados à formação de jovens lideranças, como o Jovens de Energia, o EmpodereC e o Conversas Energéticas. A iniciativa passou a reunir participantes de todas as regiões do Brasil e demonstrou a relevância de sua proposta. Com o aumento da demanda e o amadurecimento do projeto, surgiu um novo passo: estruturar a iniciativa como negócio escalável, com tecnologia própria e modelo sustentável. A participação na fase II do StartBSB, com o Instituto Multiplicidades, foi decisiva nesse processo. Com acesso a recursos de fomento, mentorias estratégicas e ao ambiente de incubação, a startup desenvolveu sua plataforma digital própria, formalizou a metodologia das EnergySkills e consolidou um modelo híbrido de atuação (B2C, B2B e B2G). O presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, enfatiza: “O StartBSB foi concebido para transformar projetos inovadores em negócios estruturados, com capacidade de escala. Ver a EnergyC ampliar sua atuação nacional demonstra como o fomento à inovação gera impacto concreto e fortalece setores estratégicos para o país”, afirma o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. Metodologia voltada ao futuro Atualmente, a EnergyC opera por meio de uma plataforma digital que integra formação técnica, desafios práticos, masterclasses e iniciativas conectadas a situações reais do setor de energia. No centro da proposta estão as EnergySkills — metodologia própria que organiza a formação em pilares como dados e tecnologia, inovação e empreendedorismo, regulação e políticas públicas, liderança e sustentabilidade. [LEIA_TAMBEM]“A transição energética exige profissionais com visão sistêmica, capazes de entender tecnologia, mercado, regulação e impacto social ao mesmo tempo; é esse perfil que buscamos desenvolver”, explica Luiz Miranda. Impacto  Desde sua criação, a EnergyC já capacitou mais de 2 mil jovens, com atuação em todos os estados do Brasil. Apenas no último ano, mais de 500 participantes integraram seus programas. A startup também consolidou parcerias estratégicas com instituições públicas e privadas. Em colaboração com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), desenvolveu o Descarbonizathon, conectando jovens talentos a desafios de inovação e descarbonização. Com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), lançou o caderno O Futuro do Setor de Energia: Carreiras e Lideranças à Luz do PDE, contribuindo para o debate sobre competências estratégicas para o setor. “Quando formamos talentos, estamos fortalecendo a capacidade do Brasil de inovar, gerar oportunidades e liderar transformações estratégicas” Luiz Miranda, CEO da EnergyC Em 2025, a EnergyC foi selecionada para o Shell StartUp Engine Brasil, programa global voltado a iniciativas que contribuem para uma transição energética mais segura e eficiente. A seleção reforça o reconhecimento da trajetória construída e amplia as oportunidades de conexões estratégicas e expansão. Estratégia de desenvolvimento O setor de energia vive um momento de transformação acelerada. Novas tecnologias, inovação regulatória e expansão de mercados exigem profissionais cada vez mais qualificados. A trajetória da EnergyC demonstra como pesquisa, inovação e políticas públicas de fomento podem caminhar juntas, transformando propósito em impacto concreto. Para Luiz Miranda, investir na formação de jovens é também investir na competitividade do país: “Quando formamos talentos, estamos fortalecendo a capacidade do Brasil de inovar, gerar oportunidades e liderar transformações estratégicas”. Leonardo Reisman reforça: “A formação de talentos é um dos pilares para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Ao apoiar iniciativas como a EnergyC, a FAPDF investe não apenas em tecnologia, mas nas pessoas que vão conduzir a próxima geração de transformações no setor de energia”. *Com informações da FAPDF

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Lançado edital para apoiar projetos de extensão universitária com foco em inovação

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lança o Edital de Seleção Pública de Projetos de Extensão, com o objetivo de apoiar projetos de extensão universitária inovadores desenvolvidos por instituições de ensino superior do Distrito Federal. A proposta é ampliar a integração entre universidade e sociedade, estimulando a aplicação prática do conhecimento científico em soluções voltadas a desafios sociais, ambientais e econômicos da região. Com investimento global de R$ 1 milhão, o edital prevê o apoio a cinco projetos de extensão universitária, com valor máximo de R$ 200 mil por proposta, fortalecendo ações alinhadas às diretrizes de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal e contribuindo para o desenvolvimento social e a formação acadêmica qualificada. O edital tem como objetivo fomentar programas de extensão que apresentem caráter inovador, alinhados às diretrizes de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal. As propostas devem demonstrar, de forma clara, como os resultados esperados contribuem para a resolução de problemas reais da sociedade, indo além das ações tradicionais de extensão universitária. Entre os focos da chamada estão a transferência de conhecimento da universidade para a sociedade, o desenvolvimento de soluções tecnológicas e sociais, a formação de recursos humanos qualificados e o fortalecimento de parcerias entre universidade, governo, setor produtivo e sociedade civil. Com investimento global de R$ 1 milhão, o edital prevê o apoio a cinco projetos de extensão universitária, com valor máximo de R$ 200 mil por proposta | Foto: Divulgação/FAPDF Como participar e quem pode se inscrever Podem submeter propostas as instituições públicas e privadas de ensino superior sediadas no Distrito Federal, desde que possuam programas de extensão. Cada instituição poderá apresentar apenas uma proposta como proponente principal, podendo participar como parceira em outros projetos. Os projetos devem envolver, obrigatoriamente, no mínimo duas instituições de ensino superior, fortalecendo a atuação em rede e a cooperação interinstitucional. Eixos estratégicos e itens financiáveis Os projetos inscritos devem estar alinhados a pelo menos um dos eixos estratégicos previstos no edital, que orientam o tipo de iniciativa que a FAPDF busca apoiar. Esses eixos abrangem propostas voltadas à inovação e à extensão tecnológica, à promoção da inclusão social e redução das desigualdades, à sustentabilidade ambiental, à inclusão digital e acessibilidade, ao apoio ao desenvolvimento de políticas públicas baseadas em evidências, ao empreendedorismo inovador e à economia criativa, além de ações nas áreas de saúde, bem-estar, qualidade de vida, cultura e identidade regional. Para a execução dos projetos, os recursos poderão ser utilizados em despesas de custeio e capital, desde que diretamente relacionadas às atividades previstas. Entre os itens financiáveis estão a concessão de bolsas de extensão universitária para professores e estudantes, a aquisição de materiais necessários ao desenvolvimento das ações, a contratação de serviços técnicos especializados, despesas de deslocamento vinculadas à execução do projeto, custos com proteção de propriedade intelectual, bem como ações de comunicação e divulgação dos resultados. Também é permitida a aquisição de equipamentos e softwares, observados os limites estabelecidos no edital. Prazo e submissão das propostas As propostas devem ser submetidas exclusivamente pelo Sistema de Informação e Gestão da FAPDF (Sigfap), no período de 3 de fevereiro a 27 de março deste ano. O edital terá vigência até 31 de dezembro, e os projetos selecionados terão prazo de execução de 12 meses, contados a partir da liberação dos recursos. O resultado preliminar está previsto para publicação a partir de 30 de abril, com divulgação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site da FAPDF. Clique aqui e acesse todos os editais da FAPDF do ano de 2026. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Com recursos de R$ 4 milhões, programa de pós-graduação da FAPDF é lançado em edital

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou  o edital do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG), que tem como foco a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em instituições de ensino superior do Distrito Federal. Programa estimula a formação de pesquisadores e a participação de estudantes na produção científica | Foto: Divulgação/FAPDF Com investimento de R$ 4 milhões, a iniciativa busca fortalecer a pós-graduação no DF, ampliar oportunidades de formação acadêmica e contribuir para o desenvolvimento da pesquisa científica e da produção de conhecimento no território. [LEIA_TAMBEM]O edital é voltado a instituições públicas e privadas de ensino superior, com sede e administração no Distrito Federal, que possuam programas de pós-graduação stricto sensu próprios ou em convênio, autorizados ou credenciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes). O PDPG tem como objetivo estimular a formação de pesquisadores e incentivar a participação de estudantes em atividades de pesquisa, inovação e produção científica, contribuindo para o fortalecimento institucional da pós-graduação no DF. Distribuição dos recursos Os recursos previstos para o edital serão distribuídos em 60% para instituições públicas e 40% para instituições privadas. Caso haja menor demanda em um dos grupos, os valores poderão ser remanejados, garantindo melhor aproveitamento do investimento. “Investir na pós-graduação é investir no futuro da ciência, da inovação e do desenvolvimento do DF” Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF As propostas institucionais devem ser submetidas exclusivamente pelo Sistema de Informação e Gestão da FAPDF (Sigfap), no período de 9 de fevereiro a 13 de março deste ano, conforme o cronograma estabelecido no edital. Cada proposta deverá ser apresentada por um coordenador com titulação mínima de doutor, vínculo ativo com a instituição proponente e cadastro atualizado no sistema da fundação. O edital terá vigência até 31 de dezembro deste ano, e as propostas selecionadas poderão ter execução de até 48 meses, conforme as regras estabelecidas. “Investir na pós-graduação é investir no futuro da ciência, da inovação e do desenvolvimento do DF”, reforça o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. “O Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação fortalece os programas existentes, amplia oportunidades para estudantes e contribui para a formação de pesquisadores preparados para enfrentar desafios complexos da sociedade.” Clique aqui e confira todos os editais de 2026 da FAPDF.   *Com informações da FAPDF

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Edital Demanda Espontânea, da FAPDF, conta com orçamento de R$ 9,8 milhões 

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lança, nesta terça-feira (20), mais uma chamada pública, agora como parte do Programa de Pesquisa Básica: o Demanda Espontânea. Esta chamada faz parte da esteira de fomento da Fundação, organizada a partir do Nível de Maturidade Tecnológica (Technology Readiness Level – TRL), que orienta o apoio a projetos desde as fases iniciais de pesquisa, como é o caso desta nova chamada, até tecnologias prontas para aplicação no mercado, como o FAPDF Learning que será lançado nos próximos dias. Arte: FAPDF O TRL é uma metodologia internacional que classifica o grau de desenvolvimento de uma tecnologia em uma escala de 1 a 9, considerando desde a observação de princípios básicos e formulação de conceitos até sistemas validados e operando em ambiente real. A partir dessa lógica, a FAPDF estrutura seus editais de forma integrada, garantindo apoio contínuo ao ciclo completo da inovação. Programa de Pesquisa Básica Inserida nos níveis iniciais da esteira de fomento, a chamada Demanda Espontânea faz parte do Programa de Pesquisa Básica da FAPDF, direcionada a projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que buscam validar hipóteses, desenvolver conceitos e consolidar bases experimentais. Para esta edição, o edital prevê um investimento de R$ 9,8 milhões, e as propostas podem ser submetidas em fluxo contínuo, por meio do Sistema de Informação e Gestão de Fomento (Sifgap), enquanto houver disponibilidade de recursos. A chamada contempla diferentes áreas do conhecimento e permite que pesquisadores doutores apresentem projetos alinhados às suas linhas de investigação. O edital terá vigência até 31 de dezembro deste ano. Entenda a esteira de fomento  “Cada projeto tem seu tempo de amadurecimento. Ao estruturar a esteira de fomento com base no Nível de Maturidade Tecnológica, a FAPDF consegue apoiar pesquisadores e empreendedores em diferentes estágios, respeitando as características de cada etapa e fortalecendo todo o ecossistema de inovação” Leonardo Reisman, presidente da FAPDF Os projetos em níveis iniciais de maturidade tecnológica (TRL 1 a 3) concentram-se na formulação de conceitos e nas primeiras validações experimentais. Nessa etapa, a FAPDF apoia iniciativas que ainda estão em fase de investigação e desenvolvimento de base tecnológica. Entre os instrumentos voltados a esse estágio estão, além da chamada Demanda Espontânea, o programa Centelha e a Fase I do Start BSB, que estimulam ideias inovadoras e a transformação de conhecimento científico em soluções com potencial de aplicação futura. Na fase intermediária da esteira, correspondente aos níveis médios de maturidade tecnológica (TRL 4 a 6), os projetos avançam para a validação de protótipos, testes em ambiente de laboratório e em contextos relevantes. O foco está no desenvolvimento tecnológico, na redução de riscos e no aprimoramento das soluções. Nesse estágio, a FAPDF atua por meio de chamadas também com o Centelha, assim como o programa Start BSB – Fase II e o Tecnova III, que apoiam o amadurecimento de tecnologias e aproximam as pesquisas do setor produtivo e do mercado. [LEIA_TAMBEM]Os projetos em níveis elevados de maturidade tecnológica (TRL 7 a 9) já apresentam soluções mais consolidadas, com protótipos avançados, testes em ambiente real e potencial de escalonamento. Nessa etapa, o foco é a consolidação da tecnologia, a inserção no mercado e a geração de impacto econômico e social. A FAPDF apoia essas iniciativas por meio de chamadas como o Learning, o Start BSB – Fase III e o novo edital Deep Tech – que será lançado em breve – todos voltados a tecnologias de alta complexidade e base científica robusta. Política contínua e integrada Ao estruturar seus editais a partir do Nível de Maturidade Tecnológica, a FAPDF consolida uma política de fomento integrada, capaz de acompanhar projetos desde a pesquisa básica até a aplicação prática das soluções desenvolvidas. A estratégia fortalece o ecossistema de inovação do Distrito Federal, estimula a continuidade dos projetos e amplia as oportunidades de transformação do conhecimento científico em benefícios concretos para a sociedade. “Cada projeto tem seu tempo de amadurecimento”, afirma o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman.  “Ao estruturar a esteira de fomento com base no Nível de Maturidade Tecnológica, a FAPDF consegue apoiar pesquisadores e empreendedores em diferentes estágios, respeitando as características de cada etapa e fortalecendo todo o ecossistema de inovação.” Clique aqui e acesse os editais da FAPDF.   *Com informações da FAPDF  

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Celina Leão assina projeto para implantar Centro de Reabilitação Neuromotora com exoesqueletos inteligentes

Nesta segunda-feira (12), a governadora em exercício Celina Leão assinou o projeto de pesquisa para a implantação do primeiro Centro de Tecnologias de Reabilitação Neuromotora do Distrito Federal, voltado ao desenvolvimento e à pesquisa de exoesqueletos inteligentes. Concluída essa etapa, a iniciativa será integrada à rede pública de saúde e ao Instituto de Gestão Estratégica do DF (IgesDF), com foco na reabilitação de pessoas acometidas por acidente vascular cerebral (AVC) e outras condições neurológicas que afetam a marcha, o equilíbrio e a funcionalidade. O investimento total no projeto é de R$ 2.912.000. Durante a assinatura do projeto, a governadora em exercício Celina Leão (C) enfatizou: “A assinatura deste termo não é apenas um ato administrativo; é um compromisso público com uma política de saúde que olha para o futuro” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A partir desta iniciativa, o DF se posiciona como polo nacional de inovação em tecnologia assistiva robótica. “A assinatura deste termo não é apenas um ato administrativo; é um compromisso público com uma política de saúde que olha para o futuro, que investe em inovação e que entende a reabilitação como parte indispensável do cuidado integral, materializado na implantação desse centro”, enfatiza Celina Leão. Segundo Celina, ao firmar este acordo, o Governo do Distrito Federal (GDF) dá um passo concreto para incorporar novas tecnologias ao Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar a capacidade de atendimento, fortalecer a rede pública e garantir que avanços científicos cheguem a quem mais precisa, com equidade e responsabilidade. Inovação A proposta engloba uma estratégia dupla, ao mesmo tempo inovadora e prática. De um lado, prevê a aquisição e adaptação de um exoesqueleto comercial de última geração, voltado a pacientes com maior potencial de recuperação funcional. De outro, investe no desenvolvimento nacional de um andador robótico inteligente, de baixo custo e com alta capacidade de escala, pensado para atender um número maior de pessoas com distúrbios de marcha e equilíbrio. “Estamos falando de pais, mães e filhos que poderão retomar atividades, conquistar mais autonomia e ter uma vida mais digna” Juracy Lacerda, secretário de Saúde O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, lembra que a iniciativa fortalece toda a linha de cuidado do paciente, desde o evento agudo até a fase de reabilitação: “Estamos olhando o paciente de forma integral. Seja alguém que sofreu um AVC, seja quem convive com uma doença rara e encontrou dificuldades no processo de reabilitação, agora essa pessoa passa a ter a oportunidade de se reabilitar dentro de uma linha de cuidado estruturada, algo em que o Brasil ainda tem muito a avançar”. Segundo o gestor, o impacto vai além da saúde: “Estamos falando de pais, mães e filhos que poderão retomar atividades, conquistar mais autonomia e ter uma vida mais digna. Esse é o grande propósito do governo”. A iniciativa tem potencial para atender entre 1,5 mil e 2 mil pacientes por ano. Além disso, a estimativa é de uma economia acumulada superior a R$ 300 milhões em cinco anos para o sistema público de saúde, a partir da redução de internações prolongadas, reinternações e dos custos associados à dependência funcional. “Trata-se de um projeto de pesquisa com duração de 18 meses, desenvolvido em parceria com o Laboratório de Automação e Robótica da Universidade de Brasília”, detalha o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), Leonardo Reisman. “O projeto será executado em duas etapas: a aquisição de um exoesqueleto e o desenvolvimento de um andador robótico, ambos com aplicações de pesquisa e desenvolvimento na área de robótica.” Atendimento “Temos diversas pesquisas médicas em andamento, de grande relevância, e estamos muito entusiasmados em ampliar nossa participação neste projeto da Secretaria de Saúde, da FAP-DF e, sobretudo, do Governo do Distrito Federal, que demonstra uma visão voltada para toda a sociedade” Cleber Monteiro, presidente do Iges-DF De forma experimental, pacientes da rede pública com condições neuromotoras, como aqueles que sofreram AVC, poderão participar dos protocolos de reabilitação ainda no âmbito da pesquisa. “A incorporação definitiva dessas tecnologias à rede pública é uma etapa posterior”, explica Reisman. “Nesse primeiro momento, os 18 meses iniciais são voltados exclusivamente à pesquisa”. O centro atenderá pacientes da SES-DF que já estejam regulados em algum serviço da rede. O atendimento será feito a partir de encaminhamentos dos centros especializados em reabilitação (CERs) de Taguatinga e do Hospital de Apoio, além dos ambulatórios de saúde funcional das unidades hospitalares da SES-DF e do Iges-DF. O serviço é destinado a pessoas com sequelas de AVC, vítimas de acidentes de trânsito e pacientes com doenças neuromusculares degenerativas. O presidente do Iges-DF, Cleber Fernandes, pontua que o Hospital de Base, principal unidade da rede, também atua como hospital-escola e hospital de pesquisa. “Temos diversas pesquisas médicas em andamento, de grande relevância, e estamos muito entusiasmados em ampliar nossa participação neste projeto da Secretaria de Saúde, da FAP-DF e, sobretudo, do Governo do Distrito Federal, que demonstra uma visão voltada para toda a sociedade”, afirma o gestor. [LEIA_TAMBEM] Projeto A execução do projeto ficará sob a liderança do Laboratório de Automação e Robótica da Universidade de Brasília (Lara-UnB), referência nacional em robótica aplicada à saúde, com histórico consolidado de projetos financiados, patentes registradas e publicações internacionais. A iniciativa conta ainda com uma rede clínica parceira formada pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB/UnB), Hospital de Base e Hospital de Apoio, o que garante a validação das tecnologias em ambiente real de atendimento do SUS. A equipe multidisciplinar reúne engenheiros, fisioterapeutas e médicos especialistas, assegurando a integração de todo o processo, desde a concepção tecnológica à evidência clínica e à incorporação das soluções ao cuidado.    

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Lançado edital para bolsas de iniciação científica na área de saúde

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu edital para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) 2026–2027. A iniciativa visa ao fortalecimento da pesquisa científica, tecnológica e de inovação no âmbito da saúde pública do DF. As inscrições podem ser feitas de 2 de fevereiro a 9 de março deste ano. Bolsas se destinam a estudantes da área de saúde ou tecnologia e inovação | Foto: Divulgação/IgesDF  “A iniciação científica é uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS” Emanuela Dourado, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF Ao todo, serão concedidas dez bolsas de iniciação científica, no valor mensal de R$ 500, pelo período de 12 meses, destinadas a estudantes de graduação regularmente matriculados em cursos da área da saúde ou de tecnologia e inovação, desde que os projetos estejam vinculados a temáticas em saúde. Fortalecimento de vínculos O programa tem como objetivo incentivar a formação científica, o domínio de técnicas e métodos de pesquisa, além de estimular o pensamento crítico, a criatividade e a cultura da inovação. A proposta também busca aproximar os estudantes dos grupos de pesquisa do IgesDF e fortalecer a articulação entre graduação, pós-graduação, instituições de ensino parceiras e o setor produtivo. “A iniciação científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde; é uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS”, afirma a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF, Emanuela Dourado. [LEIA_TAMBEM]Podem participar do Pibic estudantes regularmente matriculados na Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e em instituições de ensino superior públicas e privadas conveniadas ao IgesDF para estágio curricular obrigatório — entre outras, Uniceplac, Ceub, UCB, UnB, Unieuro, UDF, Anhanguera Educacional, Estácio Brasília, Faculdade LS, Icesp, Upis, Unidesc, Senac-DR e Unyleya. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) → Período de inscrição: de 2/2 a 9/3 → Público-alvo: estudantes de graduação da área da saúde ou de tecnologia e inovação, com projetos vinculados à saúde → Bolsa: R$ 500 mensais → Duração: até 12 meses Confira, no edital, a página do programa.  *Com informações do IgesDF

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Saúde implanta novo exame de sangue na rede pública do DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a oferecer, no fim deste ano, um novo exame de sangue que amplia a precisão dos diagnósticos e fortalece a segurança na avaliação clínica dos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A eletroforese analisa a distribuição das principais proteínas séricas do organismo e contribui para a identificação de alterações associadas a diferentes condições clínicas. Novo equipamento permite detectar alterações que nem sempre os outros exames identificam | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF O exame funciona como um mapa do perfil proteico do paciente. Ao mostrar como essas proteínas estão distribuídas, o teste ajuda a apontar alterações que podem indicar doenças, muitas delas difíceis de detectar em exames laboratoriais convencionais. A ferramenta é útil para compreender, principalmente, o funcionamento do sistema imunológico, do fígado e dos rins, além de permitir o acompanhamento mais preciso de usuários com doenças crônicas. “Com a nova tecnologia, os pacientes passam a contar com diagnósticos mais rápidos e confiáveis”, explica o biomédico Samuel Dias, referência técnica distrital (RTD) em patologia clínica da SES-DF. “Isso melhora o acompanhamento médico, ajuda na definição do tratamento e amplia o acesso da população a exames modernos e de alta complexidade.”  Tecnologia [LEIA_TAMBEM]Outro diferencial está no método utilizado para a análise. A eletroforese capilar torna o exame mais rápido, automatizado e preciso. “Diferentemente das técnicas antigas, que exigiam mais etapas manuais, o novo método reduz erros, melhora a qualidade dos resultados e permite identificar alterações com maior clareza; é a tecnologia mais recomendada e utilizada hoje nos melhores laboratórios do mundo”, enfatiza Samuel. Disponível desde novembro, o teste é processado na Central de Exames Especializados, no Núcleo de Patologia Clínica (Nupac) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde já foram feitos mais de mil exames desde a implantação. As solicitações podem ser feitas por qualquer unidade da rede pública, com coletas realizadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em laboratórios regionais e hospitalares. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga

Uma imersão completa no universo dos games, da ciência e da inovação: a primeira edição do Festival Next Level já começou. O evento gratuito ocorre no Alameda Shopping, em Taguatinga, até o dia 15 de dezembro, sempre das 9h às 21h, com oficinas, palestras, museu interativo e, claro, arenas gamers com jogos nacionais e internacionais. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e a Associação Nacional de Jogos, Campeonatos, Equipes e Jogadores Eletrônicos (Anjo Games). O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos. São disponibilizadas 150 vagas, distribuídas em 15 turmas, com emissão de certificado de conclusão, com encontros das 10h às 11h e das 14h às 15h. As inscrições devem ser feitas por este link. A grade educativa também é composta por palestras sobre o mercado da tecnologia. Serão abordados temas como: o panorama geral do setor, com noções sobre a indústria de jogos e as áreas de atuação dos novos talentos; a criatividade e os primeiros passos do design para jogos, desde a interface a identidade estética; o passo a passo para a construção do primeiro jogo; e as profissões do futuro, com foco nas carreiras emergentes em TI, games, inovação digital e desenvolvimento de software. O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Iniciativas como esta são estratégicas porque unem o lúdico ao aprendizado técnico”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “O Distrito Federal tem um potencial enorme na economia criativa e no desenvolvimento de jogos. O papel da Secretaria é justamente fomentar esse ecossistema, garantindo que nossas crianças e adolescentes tenham as ferramentas necessárias para serem não apenas consumidores, mas criadores de tecnologia.” O presidente da Anjo Games, Lucas Vinícius Bezerra da Silva, destaca que o objetivo do festival é unir lazer e profissionalização. “O Next Level não é um espaço apenas de entretenimento, mas também de formação. Nossa premissa é que os alunos possam transformar a paixão de jogar em profissão, por isso trazemos oficinas e palestras no ramo de desenvolvimento de jogos, ciência, tecnologia e inovação”, observa. “O mercado de desenvolvimento de jogos tem se expandido desde a era dos primeiros Playstations e Super Nintendo até os dias de hoje.” O vice-presidente da Anjo Games, Silezio Batista, reforça o papel do festival em conectar o público com oportunidades na indústria. “Hoje em dia, quem não tem o mínimo de noção de tecnologia, com certeza vai ficar para trás. Então, tentamos trazer isso ao alcance de todos, para a galera ver que existe um mercado surgindo, ainda mais com a chegada da inteligência artificial”, afirma. Os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, elogiaram o Festival Next Level Diversão Para quem gosta de tecnologia e videogames, o Festival Next Level é um paraíso. E os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, são prova disso. “Nos amarramos no FIFA do Playstation e nos computadores. A tecnologia está avançando muito e um lugar como esse é importante para as pessoas se familiarizarem”, diz Davi. O amigo elogia a localização do evento e a oferta de conhecimento gratuito: “Tem muitas escolas em volta do shopping, então fica fácil vir para cá depois da aula. As pessoas podem vir para brincar, se distrair, e também para aprender, até porque não tem como pensar no futuro e dispensar a tecnologia.” O evento disponibiliza cinco arenas temáticas: Arena PC Gamer, Arena Corrida, Arena Console, Arena Fliperama e Arena Just Dance, com títulos como Tekken, Mortal Kombat, Street Fighter, FIFA, PES, Gran Turismo, Automobilista, Valorant, League of Legends, Roblox e outros clássicos e sucessos atuais. Além disso, o público pode aproveitar o Museu do Videogame, que proporciona uma viagem nostálgica pela evolução da indústria, com consoles criados a partir dos anos 1980. Para garantir a participação de pessoas com deficiência, a organização oferece um controle adaptado. Com o dispositivo, o jogador pode movimentar o personagem sem as mãos, utilizando a cabeça ou os pés, por exemplo. Acesse mais informações sobre o Festival Next Level pelas redes sociais.

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Mulheres que inspiram: 4º Prêmio de CT&I do DF celebra protagonismo feminino na ciência e na inovação

O 4º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação foi realizado na noite dessa terça-feira (4), no Clube de Engenharia, reunindo autoridades e pesquisadores para reconhecer iniciativas que transformam o Distrito Federal por meio da pesquisa e do conhecimento. A data desta edição foi escolhida em comemoração ao aniversário de 33 anos da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), criada em 4 de novembro de 1992 pela Lei nº 347 e implementada no ano seguinte. O evento destacou o protagonismo feminino na construção do conhecimento e no fortalecimento da pesquisa no Distrito Federal. Entre as homenageadas estavam a vice-governadora Celina Leão, a superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPDF, Renata Vianna, e as professoras Rose Monnerat, Mercedes Bustamante e Maria Sueli Felipe — três referências nacionais que simbolizam a força das mulheres na ciência. Mercedes, reconhecida por sua atuação internacional em pesquisas sobre ecologia do Cerrado e mudanças ambientais globais, foi representada por sua filha, Helena Bustamante. O 4º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação destacou o protagonismo feminino na construção do conhecimento e no fortalecimento da pesquisa no Distrito Federal | Fotos: Marck Castro/FAPDF Reconhecimento O diretor-presidente da fundação, Leonardo Reisman, destacou o papel estratégico da FAPDF no fomento à ciência e à inovação, reforçando a valorização da pesquisa e do protagonismo feminino: “Antes de tudo, é preciso valorizar a pesquisa e a ciência — pilares que sustentam o desenvolvimento do Distrito Federal. E, em especial, reconhecer a força das mulheres que impulsionam esse avanço. As pesquisadoras homenageadas representam o que temos de mais inspirador: suas trajetórias mostram como a ciência pode transformar o Cerrado, a saúde, a agricultura e a sustentabilidade. Ainda enfrentamos desafios de representatividade, mas iniciativas como esta reafirmam o potencial e a importância das nossas pesquisadoras”. Leonardo também ressaltou o orgulho de ver a FAPDF composta majoritariamente por mulheres em cargos de liderança, o que, segundo ele, reflete um legado de competência e reforça o compromisso coletivo da instituição. A vice-governadora Celina Leão destacou a força e a representatividade das mulheres na ciência e na gestão pública: “A FAPDF é um orgulho para o Governo do Distrito Federal. As mulheres aqui homenageadas representam a força da mulher brasileira, que pode e deve ocupar todos os espaços — especialmente na pesquisa. Ainda é um terreno árido em muitas áreas, mas seguimos avançando. Hoje, a FAPDF desenvolve projetos em parceria com as secretarias de Saúde, de Segurança Pública e de Educação, aplicando inovação tecnológica para melhorar a vida da população. Essas mulheres mostram que é possível transformar o Cerrado e o país com sustentabilidade, conhecimento e coragem”, afirmou. Celina Leão, vice-governadora do DF: "Hoje, a FAPDF desenvolve projetos em parceria com as secretarias de Saúde, de Segurança Pública e de Educação, aplicando inovação tecnológica para melhorar a vida da população" O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal com o investimento contínuo em ciência e tecnologia, destacando o papel da FAPDF como protagonista nesse avanço. “O GDF acredita que investir em ciência é investir no desenvolvimento e no futuro. Isso se reflete aqui neste prêmio: o investimento em pesquisa abre caminhos, gera oportunidades e deixa um legado que ultrapassa gerações”, declarou. O secretário de Governo do DF, José Humberto Pires de Araújo, reforçou que o verdadeiro resultado do trabalho da fundação está refletido nas pessoas que transformam o DF por meio da pesquisa e da inovação: “O maior resultado do trabalho da FAPDF está aqui: ver o Distrito Federal cheio de homens e mulheres que estão à frente da ciência, da tecnologia e da inovação. Esse é o legado de uma política pública que acredita nas pessoas e aposta no conhecimento como força transformadora. A fundação tem cumprido um papel essencial ao apoiar quem pesquisa, quem cria e quem faz o DF avançar”. Premiações e categorias O 4º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação reconheceu pesquisadores, estudantes, startups, profissionais de comunicação, bolsistas e servidores que se destacaram no avanço da ciência e da inovação no Distrito Federal. A iniciativa contemplou diferentes categorias, valorizando desde o desenvolvimento científico e tecnológico até a divulgação e a aplicação prática do conhecimento. Os valores das premiações chegaram a R$ 12 mil, de acordo com cada categoria e colocação. José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo do DF: "O maior resultado do trabalho da FAPDF está aqui: ver o Distrito Federal cheio de homens e mulheres que estão à frente da ciência, da tecnologia e da inovação" Na categoria Pesquisador Destaque, foram premiados trabalhos de excelência em três grandes áreas do conhecimento. Em Ciências da Vida, os vencedores foram Eliete Neves da Silva Guerra (1º lugar), Jonato Prestes (2º) e João Luiz Quagliotti Durigan (3º). Em Ciências Exatas, o reconhecimento foi para Alberto José Alvares (1º), Fábio Comes de Castro (2º) e Roberto de Souza Baptista (3º). Já em Ciências Humanas, o prêmio foi concedido à pesquisadora Marta Helena de Freitas (1º lugar). Na categoria Pesquisadores Inovador, voltada à aplicação de soluções tecnológicas em diferentes contextos, os premiados foram Márcia Renata Mortari (1º lugar) e João Paulo Figueiró Longo (2º) na modalidade de Inovação para o Setor Privado e Renato Alves Borges (1º) em Inovação para o Setor Público, todos reconhecidos pela relevância de suas contribuições ao setor empresarial. Na categoria Startup Inovadora, que celebra o empreendedorismo científico e o impacto tecnológico no mercado, receberam o prêmio João Daivison Silva Ramalho, na modalidade acelerada, e Gustavo Adolfo Marcelino de Almeida Nunes, na modalidade não acelerada. A cerimônia também marcou o lançamento do volume IV da revista Diálogo Científico, publicação da FAPDF que reúne resultados de pesquisas financiadas pela Fundação em diversas áreas do conhecimento Os bolsistas de iniciação científica também foram reconhecidos pelo desempenho em pesquisas fomentadas pela FAPDF. Em Ciências da Vida, foram premiados Luiza Helena de Sousa Bahia (1º lugar), Yasmin Lacerda Lopes (2º) e Vitor Hugo Moraes de Lima (3º). Em Ciências Humanas, os destaques foram Natália Correia Pimenta (1º), Aimeê Eduarda Vieira Borges (2º) e Sofia Marcondes da Silva Leal (3º). Entre os Profissionais de Comunicação, foram reconhecidas Juliana Soares Mendes (Podcast) e Eliane Gonçalves de Araújo (Telejornalismo), pelo papel fundamental na divulgação científica e na aproximação entre ciência e sociedade. Na categoria Estudante Destaque, que valoriza talentos do ensino básico engajados em projetos de iniciação científica, as vencedoras foram Stephany Santana de Araújo, da escola pública, orientada pelo professor José Matheus Lima Gomes da Silva; e, na modalidade escola privada, Arissa Jia Nirmal (orientada por Natália de Oliveira Duplan) e Andressa Gabrielly Souza Santos (orientadora: Milena Souza da Silva). O Servidor Destaque da FAPDF foi Danilo da Silva Maciel, assessor de Coordenação de Bolsas e Eventos (Coobe), reconhecido pela contribuição às ações de gestão e fomento da Fundação. Além disso, receberam menções honrosas as servidoras da FAPDF Lanna Neves e Marcilene Bonfim, em reconhecimento ao comprometimento e à excelência no desempenho de suas funções. [LEIA_TAMBEM]Lançamento A cerimônia também marcou o lançamento do volume IV da revista Diálogo Científico, publicação da FAPDF que reúne resultados de pesquisas financiadas pela fundação em diversas áreas do conhecimento. A nova edição reforça o compromisso da instituição com a divulgação científica e o acesso aberto ao conhecimento, aproximando a sociedade dos resultados das pesquisas realizadas no Distrito Federal. A programação foi encerrada com uma fala de Leonardo Reisman, que parabenizou toda a equipe da FAPDF pelo comprometimento e pelo trabalho coletivo que têm fortalecido a Fundação ao longo dos anos. “Nada disso seria possível sem o empenho e a dedicação de cada servidor e servidora que fazem parte desta história”, destacou. Para acessar o Diálogo Científico - Volume 4 (2025), clique aqui. Também é possível ter acesso todos os periódicos clicando neste link. *Com informações da FAPDF

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Edital convoca executoras para impulsionar startups deep tech no Distrito Federal

Imagine transformar uma descoberta científica em uma startup capaz de revolucionar o mercado. É essa a proposta do novo edital voltado à criação e aceleração de negócios de deep tech e noções com ideias inovadoras e potencial científico de alto impacto lançado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). Meta da FAPDF é estender o conhecimento acadêmico da área de tecnologia de ponta | Foto: Divulgação/FAPDF Nesta primeira etapa, a FAPDF busca instituições executoras que queiram implementar o Programa de Criação e Aceleração de Negócios Deep Tech. O objetivo é transformar pesquisas científicas em negócios competitivos e sustentáveis, aproximando o conhecimento acadêmico das demandas reais do mercado. Deep techs são empresas que utilizam avanços científicos e inovações tecnológicas de ponta para resolver problemas complexos, desenvolvendo tecnologias complexas — com potencial para resolver grandes desafios globais e movimentar cadeias produtivas inteiras. [LEIA_TAMBEM]Com investimento total de até R$ 7,5 milhões, o programa prevê R$ 5,8 milhões em recursos diretos para startups, voltados à modelagem e validação tecnológica, e R$ 1,7 milhão para capacitação, aceleração e acompanhamento das empresas. A meta é criar 30 novos negócios deep tech, com apoio de R$ 60 mil cada, e acelerar dez empresas em fase de validação tecnológica que receberão R$ 400 mil por projeto. As ações incluem mentorias, capacitação, validação de protótipos, simulações de pitch e conexão com investidores, fortalecendo a ponte entre a academia e o setor produtivo. Para esta primeira chamada, podem participar instituições de ciência e tecnologia, aceleradoras de startups, empresas e organizações da sociedade civil com experiência comprovada em programas de inovação tecnológica. As propostas devem ser enviadas até 3 de novembro, e o resultado final será divulgado até 2 de dezembro. Acesse aqui o edital completo. *Com informações da FAPDF

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Evento debate marcos legais, incentivos fiscais e estratégias conjuntas para fortalecer inovação no DF

A Jornada Nacional de Inovação da Indústria — Etapa Distrito Federal — reuniu, na última terça-feira (14), no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), representantes do governo, da academia e do setor produtivo para discutir os principais desafios e caminhos para o avanço da inovação no país. Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Sistema Fibra, com apoio do Sebrae e da FAPDF, o evento teve como propósito promover um espaço de diálogo e cocriação de soluções para impulsionar a inovação, a competitividade e o desenvolvimento econômico sustentável. Entre os principais entraves identificados, destacaram-se a falta de informações acessíveis sobre mecanismos de fomento e a escassez de recursos financeiros. As causas apontadas incluíram a complexidade das informações disponíveis, a dificuldade das empresas em localizar oportunidades de financiamento e a ausência de estratégias integradas para buscar recursos de forma mais eficiente. Como soluções, os participantes propuseram ações de capacitação empresarial, o desenvolvimento de tecnologias de apoio, como plataformas baseadas em inteligência artificial para direcionar editais conforme o perfil das empresas, e o reforço da articulação público-privada para dinamizar o acesso a recursos e parcerias. Os resultados esperados com essas iniciativas incluem o aumento da produtividade, o crescimento de empresas inovadoras, a geração de empregos de alta qualificação e o fortalecimento da competitividade regional. O evento teve como propósito promover um espaço de diálogo e cocriação de soluções para impulsionar a inovação, a competitividade e o desenvolvimento econômico sustentável | Foto: Divulgação/FAPDF Integração Para a superintendente da FAPDF, Renata Vianna, o encontro evidenciou a importância da integração entre governo, universidades e setor produtivo — o que ela definiu como o funcionamento pleno da “tríplice hélice da inovação”. “Foi um enorme prazer ouvir as experiências e entender as dores que são comuns em polos diferentes. Isso mostra o quanto precisamos trabalhar juntos. Quando conseguimos envolver a academia e o setor produtivo, vemos a roda começar a girar. Se a tríplice hélice funcionar aqui no DF, mudamos a matriz econômica”, afirmou. A Jornada Nacional de Inovação da Indústria faz parte de um movimento nacional que percorre as cinco regiões do país, somando 27 encontros estaduais e cinco regionais, com o objetivo de mapear desafios e propor soluções sustentáveis e tecnológicas para o futuro da indústria brasileira. A mesa de abertura contou com a presença de Márcio Guerra (Observatório Nacional da Indústria), Rose Rainha (Sebrae/DF), Luciano Carvalho (Biotic), Pedro Verano (Fibra), Leonardo Sant’Anna (Secti-DF), Renata Vianna (FAPDF), Hideraldo Luiz de Almeida (MCTI) e Graciomário de Queiroz (Fibra). Na ocasião, a superintendente do Sebrae no Distrito Federal, Rose Rainha, destacou o protagonismo das micro e pequenas empresas no processo de transformação digital e na transição ecológica da indústria. “A inovação é um movimento coletivo. É nas pequenas empresas, nas startups e nos empreendedores que nascem muitas das soluções que moldam o futuro. A Jornada é uma oportunidade de conectar essas ideias ao setor produtivo”, afirmou Rainha. “Foi um enorme prazer ouvir as experiências e entender as dores que são comuns em polos diferentes. Isso mostra o quanto precisamos trabalhar juntos. Quando conseguimos envolver a academia e o setor produtivo, vemos a roda começar a girar. Se a tríplice hélice funcionar aqui no DF, mudamos a matriz econômica” Renata Vianna, superintendente da FAPDF   A programação incluiu painéis, oficinas e cinco salas temáticas sobre temas estratégicos como Indústria Sustentável, Transformação Digital, Futuro do Trabalho, Ecossistemas de Inovação e Marcos Legais de Fomento. Os resultados desses debates serão apresentados no Congresso Nacional de Inovação, previsto para março de 2026. Parcerias que geram resultados concretos Desde 2019, a FAPDF e o Sistema Fibra mantêm uma cooperação permanente voltada ao fortalecimento da inovação, da produtividade e da qualificação profissional no Distrito Federal. Entre os resultados mais expressivos dessa parceria estão: - O Hub da Indústria do DF, um espaço que funciona como ponto de encontro para atividades de capacitação de micro e pequenas indústrias e que foi lançado em 2025 com investimento de R$ 900 mil da FAPDF; - O Programa DF+ que, com objetivo de aumentar a produtividade das empresas por meio de consultorias, recebeu investimento de mais de R$ 8 milhões da FAPDF. Entre 2020 e 2024, o programa realizou 444 consultorias gratuitas, 54 mil horas de capacitação e aumentou em média 79% a produtividade das empresas participantes; - A série audiovisual A Força da Indústria do DF, que apresenta histórias de sucesso, como a da CoPack Embalagens, empresa com sede em Brasília que registrou aumento de 20% no faturamento após a mentoria do programa; Essas ações reforçam o papel da FAPDF como articuladora do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e consolidam o Distrito Federal como referência nacional na integração entre pesquisa, tecnologia e setor produtivo. *Com informações da FAPDF

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Projetos do GDF garantem direitos com inovação e inclusão digital a pessoas com deficiência

A vida dos brasilienses tem sido transformada por projetos que ampliam direitos e oportunidades das pessoas com deficiência: DF Libras – CIL Online e Carreta da Inclusão. As duas iniciativas são parcerias entre as Secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e unem inovação, acessibilidade e cidadania.  O DF Libras – CIL Online, ferramenta desenvolvida em parceria com a Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME), já garantiu mais de 14 mil atendimentos desde 2023, oferecendo tradução simultânea em Libras por videochamada 24 horas por dia. Com tempo médio de espera de apenas 90 segundos, a solução já se tornou referência em acessibilidade em órgãos como as Secretarias de Saúde (SES-DF) e de Segurança Pública (SSP-DF) e a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF). O Programa DF Libras ganhou reforço tecnológico com novo aplicativo | Fotos: Agência Brasília Agora, a plataforma ganha reforço tecnológico e expansão para novos canais digitais do GDF, além de uma equipe de 90 intérpretes, fortalecendo ainda mais o atendimento. Inclusão digital A Carreta da Inclusão chega à segunda edição em 2025 com investimento de R$ 1 milhão. A unidade móvel, equipada com oficinas, palestras, consultorias e tecnologias assistivas, percorrerá São Sebastião, Brazlândia, Sobradinho e Ceilândia. Mais do que acesso à tecnologia, a carreta oferece também serviços integrados como CadÚnico e BRB Mobilidade, além de incentivar práticas sustentáveis e a economia circular. A segunda edição da Carreta da Inclusão deste ano passará por São Sebastião, Brazlândia, Sobradinho e Ceilândia [LEIA_TAMBEM]“A Carreta da Inclusão é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal que leva tecnologia assistiva e serviços públicos diretamente às comunidades. Na primeira fase, percorremos seis regiões administrativas e realizamos mais de 11 mil atendimentos. Agora, seguimos para mais quatro regiões, reforçando nosso compromisso com a acessibilidade, a dignidade e a inclusão real das pessoas com deficiência” afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. O secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira, destaca esse compromisso já está sendo colocado em prática, com ações que mostram que a inclusão é uma construção coletiva, feita com inovação e equipes técnicas comprometidas. “A criação da secretaria é um avanço histórico para garantir mais visibilidade, direitos e oportunidades. Seguimos trabalhando por uma sociedade mais justa e acessível para todos.", declarou Ferreira.  *Com informações da Secti-DF  

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Residente do Biotic, Peptidus Biotech está entre as dez startups mais inovadoras do Brasil

A Peptidus Biotech, startup brasiliense residente do Biotic – Parque Tecnológico de Brasília, foi reconhecida pela revista Exame como uma das dez startups mais inovadoras do Brasil em 2025, na seleção nacional do prêmio Global Tech Innovator, promovido pela KPMG. Octávio Franco, Bernardo Petriz e Rodrigo Ferrwolira, da Peptidus Biotech: soluções criadas pela startup ganham destaque | Foto: Divulgação/Biotic  A iniciativa avaliou empresas de base tecnológica em todo o país, e a Peptidus ganhou destaque pela criação de uma plataforma de descoberta de fármacos à base de peptídeos voltados para a saúde animal, aliando inteligência artificial a bancos de dados próprios para desenvolver moléculas terapêuticas de alta precisão, baixo impacto ambiental e sem resíduos persistentes no organismo dos animais. A empresa já acumula um histórico de reconhecimento internacional. Em fevereiro deste ano, foi a única representante brasileira entre as 16 finalistas do Animal Health, Nutrition & Technology Innovation Europe, em Londres (Inglaterra), evento que reuniu mais de 800 especialistas e líderes globais do setor. Reconhecimento Em março, a Peptidus marcou presença no Hello Tomorrow Global Summit, em Paris, conferência que reuniu inovadores, investidores e especialistas em torno de temas como biotecnologia e inteligência artificial, transição energética e saúde animal. “É extremamente gratificante ver nosso trabalho sendo reconhecido nacional e internacionalmente", avalia Bernardo Petriz, CEO da Peptidus Biotech. [LEIA_TAMBEM]Em junho, a Peptidus integrou a delegação oficial brasileira na BIO International Convention 2025, em Boston (EUA), e apresentou três soluções próprias: o MastPep, um antimicrobiano de nova geração para tratamento de mastite bovina; o Derma Healing, um cicatrizante tópico para pets; e o SlimPep, um biopeptídeo em desenvolvimento para controle de obesidade em animais de companhia. Essas inovações chamaram a atenção de grandes empresas do setor veterinário, como Zoetis e Elanco, reforçando o potencial de parcerias estratégicas e de internacionalização. “O reconhecimento da Peptidus pela Exame reforça a vocação do Biotic para apoiar empresas com potencial de transformar mercados globais”, comemora o presidente do Biotic, Gustavo Dias. “É um orgulho ver uma residente do parque levar o nome de Brasília para o cenário internacional com tecnologia de ponta e impacto positivo para a sociedade.” O próximo passo será o Global Tech Innovator, que definirá qual das dez empresas selecionadas representará o Brasil na etapa global, a ser realizada durante o Web Summit, em Lisboa, entre 10 e 13 de novembro deste ano. A vencedora contará com custos de viagem e hospedagem pagos pela KPMG, além de acesso a mentoria e networking com investidores e líderes de todo o mundo. * Com informações do Biotic  

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Hospital da Criança de Brasília passa a utilizar brinquedo terapêutico produzido com impressora 3D

Gabriel Barreto, 8 anos, foi submetido a um procedimento cirúrgico para a inserção de cateter de acesso venoso central no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Antes mesmo de ser direcionado ao centro cirúrgico da unidade, ele e sua mãe, Cristiane Rodrigues Martins, conheceram o “Gabriel 3D”− uma reprodução impressa em três dimensões de um menino que tem os mesmos traços físicos que a criança, que já estava com um acesso venoso no tórax. Agora, Gabriel pode visualizar, tocar e sentir como o dispositivo ficará em seu corpo após a cirurgia.  O pequeno Gabriel interage com o brinquedo terapêutico, batizado de "Gabriel 3D', pouco antes da cirurgia | Fotos: Divulgação/HCB  O Hospital da Criança de Brasília tem investido na premissa de que o ato de brincar, além de um direito da criança, pode ser um aliado importante no cuidado de pacientes com condições crônicas de saúde. O brinquedo terapêutico e as brincadeiras estruturadas visam a tornar mais próximo e acessível para a criança a sua jornada do cuidado hospitalar e a redução de efeitos adversos. “A resposta tem sido extremamente positiva”, avalia Brunna Carvalho, supervisora de Enfermagem do Ambulatório do HCB e presidente da Comissão do Brinquedo Terapêutico/Brinque HCB. “Os pacientes demonstram maior aceitação dos procedimentos, expressam-se com mais liberdade e criam vínculos mais fortes com a equipe, enquanto os responsáveis pela criança relatam surpresa ao perceberem que brincar pode ser um recurso terapêutico eficaz.” Atividades lúdicas Em parceria com o Grupo de Pesquisa em Inovação, Projetos e Processos, da Universidade de Brasília (UnB), o HCB, por meio da Coordenação de Voluntariado e Pedagogia Hospitalar, fez impressões em três dimensões de personagens já utilizados na ambientação dos espaços da unidade, adaptados às características físicas das crianças. O projeto, que está em seu processo de implementação, busca contemplar as crianças atendidas na internação e, posteriormente, às demais unidades de atendimento. Brunna Carvalho (D), supervisora de Enfermagem do Ambulatório do HCB: “Os pacientes demonstram maior aceitação dos procedimentos, expressam-se com mais liberdade e criam vínculos mais fortes com a equipe, enquanto os responsáveis pela criança relatam surpresa ao perceberem que brincar pode ser um recurso terapêutico eficaz” Para Anna Karolina Barsanulfo, a abordagem com o Brinquedo Terapêutico favorece o cuidado integral, porque considera a criança em sua totalidade: corpo, mente e emoções. “Essa ação é pioneira e profundamente simbólica”, afirma Anna Karolina Barsanulfo, gerente da Linha de Cuidado do Paciente Clínico. “Ao desenvolver recursos personalizados com impressão 3D e design centrado no usuário, buscamos tornar tangível aquilo que, muitas vezes, é abstrato para a criança – como a presença de um dispositivo médico, uma alteração corporal ou uma condição clínica.” Brincadeira é coisa séria A vivência no ambiente hospitalar pode ser repleta de desafios emocionais, físicos e psicológicos para as crianças. Sentimentos conflitantes ou mesmo o desconhecimento sobre os procedimentos médicos podem interferir no curso do cuidado realizado e fomentar emoções como o medo, ansiedade e comportamentos agressivos. Para os profissionais do hospital utilizar o brinquedo terapêutico propicia maior conscientização, educação em saúde e emoções positivas tanto para as crianças quanto para os pais e responsáveis. “Ao aliar o lúdico à educação em saúde, nós conseguimos criar pontes de compreensão, reduzir medos e facilitar o engajamento no cuidado”, pontua Brunna Carvalho. “O brincar é uma linguagem natural da infância. Por meio dele, traduzimos informações complexas para algo mais acessível, respeitoso e acolhedor”. A Comissão do Brinquedo Terapêutico/Brinque HCB é composta por profissionais da enfermagem, farmácia, psicologia, psicopedagogia, fisioterapia e terapia ocupacional. Ela é responsável por estudos sobre a padronização e sistematização dos brinquedos com a finalidade de tornar a experiência do cuidado hospitalar mais confortável, segura e humanizada. Abordagens Conforme a idade e o desenvolvimento da criança em se expressar, podem ser conduzidas diferentes abordagens com os brinquedos terapêuticos. O brinquedo terapêutico dramático, por exemplo, tem a finalidade de favorecer a exteriorização de sentimentos da criança, de modo que a equipe de saúde e família compreendam o que a estaria afligindo. A abordagem busca auxiliar a criança a elaborar sentimentos e experiências, além de criar vínculos de confiança. [LEIA_TAMBEM]Já o brinquedo terapêutico instrucional foi criado para preparar e informar a criança sobre os procedimentos aos quais ela será submetida. Utiliza-se da capacidade de fazer referência aos próprios pacientes, utilizando modelos visuais para favorecer a identificação e o entendimento por parte da criança. O brinquedo terapêutico capacitador, por sua vez, objetiva ensinar a criança o autocuidado e consiste em desenvolver atividades que desenvolvam a autorresponsabilização e educação em saúde. No HCB, as brinquedotecas também proporcionam experiência acolhedora para as crianças e seus familiares. A unidade tem oito brinquedotecas - três no ambulatório e cinco nas unidades de internação. Esses espaços são equipados com brinquedos e jogos educativos destinados a estimular as crianças e seus acompanhantes ao “brincar livre”. Além disso, o HCB dispõe de auxiliares pedagógicos que orientam brincadeiras quando acionados pela equipe assistencial ou família. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília

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Embaixadas participam da 7ª edição da Mostra Brasília Mais TI

A Secretaria de Relações Internacionais do Governo do Distrito Federal (GDF) reuniu representantes de mais de 30 embaixadas para café da manhã no Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), promovendo a 7ª Mostra Brasília Mais TI. O principal evento de tecnologia organizado no DF e no Centro-Oeste, a ser realizado de 19 a 21 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, terá uma tarde internacional. Na oportunidade, embaixadores e adidos comerciais poderão interagir com as empresas brasilienses de tecnologia em busca de negócios ou de parcerias. O secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, explica que o encontro com as embaixadas demonstra como Brasília está aberta para promover a integração entre países e impulsionar o desenvolvimento tecnológico. “Nosso papel é criar oportunidades e mostrar ao mundo que exportamos tecnologia de ponta e somos um dos maiores exportadores tecnológicos do país. O Café TechDiplomacy foi fundamental para aproximar as embaixadas, revelar nosso potencial e fortalecer parcerias inovadoras", declarou. O Brasília Mais TI estima que cerca de 15 mil pessoas participarão dos três dias de intensa programação | Foto: Divulgação/Sinfor No Café TechDiplomacy, o presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino, agradeceu o apoio da Secretaria de Relações Internacionais (Serinter-DF) e demonstrou o interesse internacional no potencial tecnológico de Brasília. “A iniciativa fortalece parcerias internacionais, atrai investimentos estrangeiros para o ecossistema de TI local, promove a internacionalização das empresas do setor e posiciona Brasília como centro de referência em inovação”, afirmou. O secretário adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Alexandre Vilain, destacou a vocação brasiliense para a TI. Citou pesquisa recente, pela qual 96% da população do DF está interligada à Internet. O Brasília Mais TI estima que cerca de 15 mil pessoas participarão dos três dias de intensa programação. O evento contará com estrutura de 7 mil metros quadrados. A mostra oferece programação diversificada, que inclui: • Painéis especializados sobre inteligência artificial, governo eletrônico e tecnologias emergentes • Palestras nacionais e internacionais com especialistas renomados • Torneio de robótica, com participação de estudantes • Hackathon - maratona intensiva para desenvolvimento de soluções tecnológicas • Feira de negócios com stands de demonstração • Prêmio Sinfor de TI, homenageando empresas e profissionais de destaque na tecnologia do DF *Com informações da Secretaria de Relações Internacionais do Governo do Distrito Federal (GDF)

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DF amplia combate a incêndios florestais utilizando inteligência artificial

Agência Brasília · DF AMPLIA COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS UTILIZANDO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL O Distrito Federal está prestes a dar um salto tecnológico na proteção do Cerrado. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) selecionou a Associação GigaCandanga para executar a segunda fase do projeto SemFogo-DF, uma iniciativa que promete transformar a forma como a capital federal combate os incêndios florestais. Projeto SemFogo-DF II vai criar uma rede inteligente de monitoramento para detectar focos de incêndio em tempo real | Foto: Divulgação/Sema-DF Com investimento de mais de R$ 2 milhões e duração de 36 meses, o SemFogo-DF II representa a evolução natural do projeto-piloto implementado em 2023. A proposta é ambiciosa: criar uma rede inteligente de monitoramento que detecta focos de incêndio em tempo real, utilizando câmeras de alta precisão e algoritmos de inteligência artificial. Olhos eletrônicos “Com o SemFogo-DF II, unimos inovação e compromisso com o futuro”, pontua o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Monitorar incêndios em tempo real significa agir com rapidez, proteger vidas e preservar a biodiversidade do nosso bioma.” A nova fase do projeto prevê a instalação de três pontos estratégicos de monitoramento: a Estação Ecológica Águas Emendadas, o Jardim Botânico de Brasília e a Torre do Shopping JK. A Torre de TV Digital, em Sobradinho, que já opera desde o projeto-piloto, continuará funcionando como sentinela eletrônica. As câmeras instaladas nesses locais não são equipamentos comuns. Com zoom óptico de 30 vezes e alta resolução, elas captam imagens que são transmitidas pela Redecomep GigaCandanga, uma rede óptica acadêmica de alta velocidade. Os dados chegam a centrais de processamento, onde algoritmos treinados especificamente para essa função identificam automaticamente focos de fumaça e calor com precisão superior a 90%. “Temos trabalhado com todas as ferramentas disponíveis para prevenir incêndios em nosso Cerrado”, enfatiza a vice-governadora Celina Leão. “A tecnologia é uma aliada essencial para identificarmos e combatermos rapidamente focos de incêndio, principalmente em áreas sensíveis de preservação ambiental.” Rapidez O diferencial do sistema está na velocidade da resposta. Enquanto métodos tradicionais dependem de avistamentos humanos ou satélites que podem demorar horas para processar informações, o SemFogo-DF II promete alertas imediatos. Os dados são integrados automaticamente ao Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia), com georreferenciamento preciso em áreas de 30 m x 30 m. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Gestão Ambiental e Territorial, Renato Santana, reforça o aspecto inovador da iniciativa: “Este projeto representa um marco na gestão territorial do DF. A integração entre inteligência artificial e monitoramento ambiental nos permite uma resposta muito mais eficiente e precisa. Estamos criando um modelo que pode ser replicado em outras regiões do país”. Tecnologia compartilhada O projeto vai além da simples instalação de equipamentos. Está prevista a criação de um painel de controle multiusuário que permitirá a diferentes órgãos do GDF acessar as informações simultaneamente. Servidores da Sema-DF, do Corpo de Bombeiros (CBMDF) e outros parceiros do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif) receberão treinamentos técnicos e participarão de workshops anuais. A Associação GigaCandanga contribuirá com contrapartida de R$ 403 mil, equivalente a 20% do valor total, cobrindo custos com infraestrutura laboratorial, energia, manutenção de equipamentos e acesso à rede óptica. Referência nacional O SemFogo-DF II está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente àqueles relacionados à ação climática, cidades resilientes e proteção da biodiversidade. O projeto posiciona Brasília como referência nacional em soluções tecnológicas para proteção ambiental. Com o Cerrado enfrentando pressões crescentes devido às mudanças climáticas e ao desenvolvimento urbano, iniciativas como essa representam um modelo de como ciência, inovação e gestão pública podem trabalhar juntas na proteção de um dos biomas mais ameaçados do país. A expectativa é que o sistema entre em operação ainda este ano, criando um escudo tecnológico sobre algumas das áreas mais sensíveis do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

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Agentes de saúde e de vigilância ambiental são capacitados sobre nova estratégia de combate à dengue no DF

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou ciclo de encontros com servidores que atuam nas regiões administrativas onde será iniciada nova estratégia de combate à dengue com o uso dos mosquitos Wolbito. Eles são gerados a partir de mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia e têm menor capacidade de transmitir doenças, como a dengue. Nesta quinta-feira (17), cerca de 150 agentes comunitários de saúde e agentes de vigilância ambiental se reuniram no Centro Cultural de Planaltina para conhecer detalhes e tirar dúvidas.  Principais dúvidas sobre a nova estratégia são esclarecidas antes da liberação dos primeiros mosquitos Wolbito | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF A bactéria Wolbachia pode ser encontrada em mais de 50% dos insetos, sem necessidade de interferência humana. Quando está no mosquito Aedes aegypti, a bactéria impede o desenvolvimento dos vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela, reduzindo seu potencial de atuar como transmissor. A técnica consiste, portanto, em liberar no ambiente mosquitos Aedes aegypti com a Wolbachia – esses mosquitos são chamados de Wolbitos. Vale ressaltar que não há qualquer alteração genética e que a bactéria Wolbachia não é transmitida para seres humanos ou outros mamíferos, como gatos e cachorros. Os Wolbitos têm outra característica que ajuda na proteção contra as doenças: larvas descendentes de fêmeas com Wolbachia já nascem com a bactéria. O resultado é que os Wolbitos acabam substituindo a população original dos Aedes aegypti capazes de transmitir doenças. A primeira iniciativa do tipo ocorreu em 2011, na Austrália, e de lá para cá já houve experiências bem-sucedidas em 11 países, de acordo com a Fiocruz. [LEIA_TAMBEM]Os mosquitos Wolbito serão lançados em Brazlândia, Sobradinho II, São Sebastião, Fercal, Estrutural, Varjão, Arapoanga, Paranoá, Planaltina e Itapoã. As regiões foram selecionadas por apresentarem historicamente maior vulnerabilidade para ocorrência de casos de dengue. O planejamento é que as primeiras liberações de Wolbito ocorram na segunda quinzena de agosto e a expectativa é de que já no início do período chuvoso seja possível que os mosquitos com a Wolbachia comecem a reduzir a população de Aedes aegypti capazes de transmitir a dengue e outras doenças. Os Wolbitos também são adaptados à realidade de cada local. Para isso, foram capturados ovos de Aedes aegypti no Distrito Federal e realizado cruzamento para gerar Wolbitos com as características adaptadas ao DF. Na capital, a produção ocorrerá no Núcleo de Controle Químico e Biológico da SES-DF, localizado no Guará. Os municípios de Valparaíso (GO) e Luiziânia (GO), ambos localizados no Entorno do DF, também receberão mosquitos Wolbito.  A chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (NVEPI) da Região de Saúde Norte, que abrange Planaltina, Sobradinho e Sobradinho II, Arapoanga e Fercal, Maria de Lourdes Masukawa, elogiou a inovação, fruto de uma parceria com a Fiocruz e o Ministério da Saúde. “O poder público acerta quando investe em ações de combate à dengue. Há um impacto social e econômico muito grande quando as pessoas adoecem por dengue”, argumenta.   Para o diretor de Atenção Primária da Região de Saúde Norte, Alcir Galdino, a nova estratégia tem sido recebida com entusiasmo tanto pelos servidores que trabalham no combate à dengue quanto pelos que fazem o atendimento aos pacientes. “Vai fazer diferença na vida da população. E é importante os servidores terem conhecimento atualizado sobre o tema, pois as famílias confiam muito no conhecimento dos profissionais de saúde”, explica.  *Com informações da SES-DF

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Encontro distrital incentiva inovação e regularização da agroindústria

Entre  6 e 8 de agosto, Brasília recebe a sexta edição do Encontro Distrital da Agroindústria, um dos principais eventos do setor produtivo local. Voltado a produtores rurais, agroindustriais, técnicos, estudantes e representantes de instituições públicas e privadas, o encontro terá palestras e debates sobre os desafios e as oportunidades para quem atua ou pretende investir na transformação de produtos agropecuários. Sexta edição do Encontro Distrital da Agroindústria ocorre entre 6 e 8 de agosto para debate sobre novas técnicas e incentivo à regularização | Foto: Divulgação/Emater O evento será realizado no auditório do Sebrae Nacional, na SGAS 605 Sul, no período da tarde. A proposta é reunir diversos elos da cadeia produtiva para promover conhecimento técnico, incentivo à regularização e à inovação, além de ampliar as conexões entre os participantes. “A agroindústria agrega valor à produção rural, gera emprego, renda e movimenta a economia local. Fortalecê-la é estratégico para o desenvolvimento sustentável do DF”, destaca o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. [LEIA_TAMBEM]“Esse encontro é uma oportunidade essencial para orientar os produtores sobre a importância da legalização e da inspeção sanitária dos produtos agroindustriais, bem como para ficarem por dentro das novidades do setor. Nosso papel, enquanto órgão fiscalizador, é também educativo, ajudando a garantir alimentos seguros e fortalecendo quem produz com responsabilidade no DF”, afirmou Danielle Araújo, subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF. O evento vai promover o contato entre agroindústrias, entidades governamentais, produtores, instituições de ensino e sociedade civil. O principal objetivo é fortalecer a agricultura do DF com emprego, ensino e renda. As inscrições são gratuitas e já estão abertas neste link. O evento é uma iniciativa da Secretaria de Agricultura (Seagri-DF), do Sebrae-DF e do Senar-DF, com apoio do BRB, da Emater-DF, da Associação dos Engenheiros Agrônomos do DF (AEA-DF), da Associação dos Servidores da Secretaria de Agricultura do DF (Arcef-DF) e da Mútua. Serviço 6º Encontro Distrital da Agroindústria → De 6 a 8 de agosto, no auditório do Sebrae Nacional – SGAS 605 Sul → Inscrições gratuitas neste link. → Mais informações: (61) 99153-2416. *Com informações da Seagri-DF  

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Inovação na saúde pública: UnB desenvolve aplicativo para dor lombar com apoio da FAPDF

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) em colaboração com pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) estão desenvolvendo um aplicativo móvel voltado ao autogerenciamento da dor lombar crônica — uma das condições que mais afetam a qualidade de vida da população e representam uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. A iniciativa conta com financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e é coordenada pelos professores Rodrigo Luiz Carregaro, Fernanda Pasinato (UnB) e Thomaz Nogueira (UFMS), com participação da doutoranda Maria Augusta de Araújo Mota e outros estudantes de mestrado e iniciação científica. Aplicativo vai sugerir conteúdos adaptados à condição do usuário com dor lombar crônica, mas não substitui o atendimento médico ou fisioterapêutico | Fotos: Divulgação/FAPDF O projeto foi fomentado por meio do Edital FAPDF Learning (2023), vinculado à macroárea Tech Learning, e tem como objetivo propor intervenções inovadoras que combinem tecnologia, evidências científicas e viabilidade econômica, com potencial de aplicação em políticas públicas de saúde. A proposta do aplicativo é oferecer um plano de cuidado personalizado para pessoas com dor lombar crônica, a partir de uma avaliação inicial realizada dentro da própria plataforma. A triagem será feita por meio de um formulário no ambiente do app e envolverá informações clínicas básicas, como anamnese e escalas reconhecidas internacionalmente para dor e funcionalidade. Com base nesse perfil, a ferramenta poderá sugerir conteúdos adaptados à condição do usuário, incluindo exercícios terapêuticos (mobilidade, modulação da dor e fortalecimento muscular), educação em dor e saúde (com informações sobre o sistema nervoso e a abordagem multidimensional da dor) e práticas de bem-estar (como mindfulness). Além disso, o app deverá contar com uma aba de acompanhamento estatístico, permitindo ao usuário visualizar sua evolução ao longo do tempo. “Sabemos, por meio de pesquisas prévias do nosso grupo, que o uso isolado de aplicativos móveis nem sempre apresenta os melhores resultados. Por isso, idealizamos um modelo híbrido, em que o app atua como apoio ao trabalho clínico. O objetivo é promover autonomia com segurança, oferecendo conteúdo baseado em evidências e acompanhamento profissional ao longo do processo”, explica o professor Rodrigo Luiz Carregaro. “Editais como o Tech Learning têm sido essenciais para transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade. Eles nos permitem estruturar equipes, laboratórios e desenvolver projetos com impacto real”, afirma o professor Rodrigo Luiz Carregaro É fundamental destacar que o aplicativo não substitui o atendimento médico ou fisioterapêutico. Seu uso deve ser feito com indicação e acompanhamento profissional, especialmente em casos de dor persistente ou quadros de maior severidade. A proposta é que o app funcione como recurso complementar ao tratamento, permitindo que profissionais de saúde acompanhem seus pacientes mais de perto — inclusive entre sessões presenciais — por meio de dados autogerados e conteúdos personalizados. O objetivo é ampliar o cuidado para além do consultório, promovendo autonomia com segurança. [LEIA_TAMBEM]“Idealizamos uma ferramenta que possa ser integrada ao dia a dia do cuidado clínico, oferecendo suporte ao profissional de saúde e promovendo maior engajamento do paciente no seu processo de reabilitação”, complementa Carregaro. Avaliação econômica e impacto social Um dos pilares do projeto é a avaliação econômica em saúde, que permitirá analisar se a implementação da ferramenta é viável do ponto de vista financeiro, considerando seus efeitos clínicos. A ideia é compreender se os benefícios esperados justificariam a adoção do app em larga escala, por exemplo, no SUS. A abordagem combina evidências científicas com estimativas de custo, gerando insumos para a formulação de políticas públicas. “Queremos oferecer não apenas uma solução eficaz, mas também sustentável e aplicável à realidade do sistema de saúde brasileiro”, reforça Maria Augusta. Pesquisa aplicada com apoio da FAPDF O projeto atual é um desdobramento do trabalho iniciado durante a pandemia, com o projeto de extensão “CONSciênci@”, que buscava promover a educação em saúde e práticas de exercícios domiciliares por meio digital. A evolução da iniciativa foi possível graças ao apoio da FAPDF, que também financiou a modernização do laboratório e outros projetos anteriores do grupo. Além do aplicativo, a equipe participou do desenvolvimento da máscara hospitalar Vesta, criada em resposta à covid-19 e hoje em processo de comercialização. Ambos os projetos foram viabilizados com recursos da FAPDF por meio de editais voltados à inovação, como o Tech Learning e o Demanda Induzida. “Editais como o Tech Learning têm sido essenciais para transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade. Eles nos permitem estruturar equipes, laboratórios e desenvolver projetos com impacto real”, destaca Carregaro. *Com informações da FAPDF

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Série 'A Memória Científica do DF' é lançada para valorizar o legado de pesquisadores

Mercedes Bustamante sempre soube que havia algo de fascinante na ciência. Ainda criança, encantava-se com as aulas da disciplina e tinha curiosidade em entender como as coisas funcionavam — do nível celular à escala dos ecossistemas. “Acho que isso acabou me levando até a ecologia”, lembra. Foi essa inquietação que a conduziu a uma carreira de destaque nacional e internacional, unindo ciência, educação, políticas públicas e defesa do meio ambiente. Professora titular da Universidade de Brasília (UnB), Mercedes inaugura a série especial A Memória Científica do DF, produzida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). A iniciativa tem como objetivo valorizar o legado de pesquisadoras e pesquisadores que contribuíram significativamente para o avanço da ciência, da tecnologia e da inovação no Distrito Federal. Mercedes Bustamante, professora titular da UnB e referência internacional em ecologia, é a primeira homenageada da série 'A Memória Científica do DF', lançada pela FAPDF | Foto: Divulgação/FAPDF Mercedes chegou a Brasília no início dos anos 1990, após concluir o doutorado em geobotânica na Alemanha. A princípio, veio como professora visitante da UnB, mas logo foi aprovada em concurso no Departamento de Ecologia. “Vim e me apaixonei pelo Cerrado. Entender como esse sistema tão complexo funciona acabou se tornando o norte da minha atividade científica”, relembra. Logo nos primeiros anos, a FAPDF teve papel essencial. O primeiro projeto de Mercedes financiado pela fundação foi fundamental para a montagem de seu laboratório e estrutura de pesquisa, com aquisição de equipamentos ainda em uso. Um dos projetos mais significativos foi o Pronex (Programa de Apoio a Núcleos de Excelência). “A FAP foi primordial para meu estabelecimento como pesquisadora na UnB”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Ao longo da carreira, Mercedes coordenou estudos que combinam ciência básica e aplicada, como pesquisas sobre o impacto dos incêndios no bioma Cerrado, mudanças nos ciclos hídricos e estratégias de conservação aliadas ao desenvolvimento sustentável. É também uma das principais articuladoras do conhecimento sobre mudanças ambientais globais no país, tendo integrado painéis internacionais como o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) e plataformas nacionais de políticas climáticas. Sua atuação extrapola os muros da universidade. Mercedes já ocupou cargos no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (2010–2013) e na Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), onde esteve em 2016 e retornou à presidência em 2023. Ela acredita que a presença de cientistas na formulação de políticas públicas é essencial: “A formação científica nos dá ferramentas importantes para a política: saber fazer boas perguntas, montar projetos sólidos, avaliar impactos. Isso faz falta na gestão pública”. Hoje, sua maior preocupação é com o tempo. “Não temos mais 30 anos para implementar soluções. O meio ambiente não pode esperar. A janela até 2050 é curta, e o que fizermos agora vai definir o futuro”, afirma. Ela defende que agências como a FAPDF devem garantir estabilidade orçamentária, fomentar pesquisas interdisciplinares e apoiar projetos que conectem ciência e sociedade. A cientista também reforça a importância da diversidade nos espaços científicos. “Se todas as pessoas vêm do mesmo contexto, elas verão os problemas da mesma forma. Precisamos de olhares diferentes para apontar novos caminhos”, afirma. Mercedes defende ambientes institucionais mais inclusivos e acolhedores, especialmente para jovens mulheres pesquisadoras: “Temos mais mulheres se formando, mas isso ainda não se reflete nos cargos de liderança. A inclusão verdadeira exige que essas vozes sejam ouvidas”. Ao final da entrevista, Mercedes deixa uma mensagem à juventude: “Vocês têm clareza dos desafios e força para transformá-los. Acreditem nesse futuro possível. A ciência é feita por pessoas, para pessoas”.  Assista aqui ao primeiro episódio da série documental. *Com informações da FAPDF  

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