Resultados da pesquisa

restaurantes comunitários

Thumbnail

Ação nos restaurantes comunitários teve alimentos amigos do coração como tema

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Incentivar as famílias vulneráveis a ter uma alimentação saudável para prevenir e controlar eventos cardiovasculares, como hipertensão arterial, infarto e acidente vascular cerebral (AVC), foi o objetivo da ação de educação alimentar e nutricional promovida nesta quinta-feira (24/9) nos 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal. A iniciativa fez alusão ao Dia Nacional do Coração, comemorado em 29 de setembro. Com o tema “Alimentos Amigos do Coração”, as equipes dos restaurantes decoraram as unidades, prepararam cartazes e materiais informativos para serem entregues aos frequentadores, separando o material por grupos. Alimentos foram separados em grupos, cada um contendo informações nutricionais específicas do produto | Foto: Cynthia Ribeiro/Sedes-DF O grupo verde mostrou alimentos que protegem o coração e devem ser consumidos em maior quantidade, como frutas, verduras, feijão, leite e iogurte sem gordura. Já o amarelo expôs alimentos com importante fonte de energia e nutrientes, mas que devem ser consumidos com moderação, como arroz, batata, mandioca e castanhas. O grupo azul, por sua vez, incluiu alimentos que são fontes de gordura saturada, sal e colesterol; e que, em excesso, prejudicam o coração, como peixes, carne, queijo e manteiga. Já o grupo vermelho exibiu os alimentos ultraprocessados, que devem ser evitados — refrigerantes, embutidos, macarrão instantâneo e salgadinhos de pacote. Moradora do Riacho Fundo, Maria das Graças Barros, de 72 anos, levou a neta Elisa para saber mais sobre a ação no Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II. “Eu estou aqui ensinando para minha neta o que é bom, o que é ruim”, disse. “Alguns desses alimentos eu até já uso. Maravilha ter isso aqui”. “Ter uma ação como essa é importante para conscientização, para mostrar às pessoas o quanto a alimentação pode fazer bem para o coração, para evitar doenças cardiovasculares, que estão cada vez aumentando mais em pessoas mais velhas e até nos jovens” Marina Avelar, nutricionista do Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II As informações foram retiradas do guia Alimentação Cardioprotetora Brasileira (Dica Br), desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceria com o Hospital do Coração (Hcor). A ideia é mostrar os impactos do consumo de determinados alimentos para a saúde e a importância de ter uma alimentação cardioprotetora. Conscientização “Esse é um assunto que me interessa”, relatou Mirian Santos, 59, moradora do Recanto das Emas, mas frequentadora assídua do Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II há dez anos. “Eu mesma não tenho problema de coração, mas posso informar para outras pessoas que têm, minhas vizinhas.”  Nos restaurantes comunitários, nutricionistas das empresas que produzem as refeições conversaram com os frequentadores e explicaram a diferença dos alimentos, com dicas de como manter uma alimentação saudável. Para marcar este dia, as famílias receberam como degustação uma salada de frutas. “Ter uma ação como essa é importante para conscientização, para mostrar às pessoas o quanto a alimentação pode fazer bem para o coração, para evitar doenças cardiovasculares, que estão cada vez aumentando mais em pessoas mais velhas e até nos jovens”, avaliou a nutricionista Marina Avelar, que trabalha no Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II. “Essa é a forma que nós encontramos de reforçar a necessidade de ter uma alimentação mais saudável.” Educação alimentar e nutricional As ações de ação alimentar e nutricional são realizadas mensalmente durante o almoço, que é o horário de maior movimentação de frequentadores nas unidades. Todo mês é um tema diferente, sempre com o objetivo de utilizar o refeitório como espaço para levar informação correta e de qualidade aos frequentadores, de forma que eles tenham autonomia e possam se alimentar de forma saudável também em casa. No almoço desta quinta-feira, além da ação em alusão ao Dia Nacional do Coração, o cardápio dos restaurantes comunitários teve costelinha suína assada ao molho barbecue ou um prato chamado silveirinha de frango, com pimentão, milho, tomate e cenoura. O prato principal foi acompanhado de arroz e feijão, purê de batata, salada de alface e beterraba, suco e, de sobremesa, flan de chocolate.   *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

Thumbnail

Recuperados R$ 298 milhões aos cofres públicos do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) alcançou uma importante marca na recuperação de recursos aos cofres públicos: de janeiro a agosto deste ano, a atuação na cobrança de débitos inscritos em dívida ativa possibilitou o retorno de R$ 298 milhões ao Distrito Federal. Em média, foram recuperados R$ 1,2 milhão por dia aos cofres públicos, o que representa a entrada de recursos que passam a integrar as receitas do DF e contribui para a manutenção de serviços, a realização de obras e o atendimento de demandas em áreas essenciais, como saúde, educação, moradia e assistência social. PGDF avalia que o montante recentemente recuperado seria suficiente para construir 42 novos restaurantes comunitários | Foto: Divulgação/PGDF Para dimensionar esse montante, o valor permitiria a construção de 42 novos restaurantes  comunitários, como o da Região Administrativa do Varjão, o mais recente no Distrito Federal. A obra teve custo de R$ 7 milhões. Na área da educação, o valor total equivale a 30 vezes o investimento para criação da Escola Classe 401 do Itapoã Parque, inaugurada pelo GDF em março. “Mais que números, esse resultado representa recursos que retornam à sociedade e ampliam a capacidade do Estado de investir em políticas públicas e atender às necessidades da população”, ressaltou a procuradora-geral do Distrito Federal, Diana de Almeida Ramos. Dívida Ativa A Dívida Ativa é o registro de débitos que cidadãos e empresas têm com o Poder Público e que não foram pagos no prazo estabelecido. O não pagamento de tributos, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), de multas ou de outros valores devidos ao Distrito Federal pode levar à inscrição do débito nesse cadastro. A partir da inscrição, cabe ao Poder Público buscar o pagamento por meio de cobrança, que pode ocorrer pela via administrativa ou judicial. Desse modo, existem débitos inscritos em Dívida Ativa que são ajuizados e não ajuizados. Até agosto, os valores originários de dívidas ajuizadas correspondem a 38,5% do total recuperado — cerca de R$ 114,9 milhões. Já as cobranças administrativas resultaram em 61,5% dos valores devolvidos, aproximadamente R$ 183,1 milhões.   “Conforme a Lei Complementar n° 904/2015, é dispensado o ajuizamento quando o montante devido é igual ou inferior a R$ 40,8 mil”, explica  o procurador-geral da Fazenda Distrital, Marcelo Soares. “Isso demanda de nossa força de trabalho a elaboração de diferentes estratégias para recuperação desses valores e, mais importante, promove a cidadania fiscal, que é o papel do cidadão em contribuir para a execução de obras e serviços que levem direitos e cidadania a toda a comunidade.” *Com informações da Procuradoria-Geral do DF  

Ler mais...

Thumbnail

Alimentação saudável durante as festividades juninas é tema de ação nos restaurantes comunitários

Junho é marcado pelas festas juninas, uma tradição brasileira que conta com grande diversidade de pratos típicos, como canjica, pamonha, quentão e pé de moleque. Foi pensando nestes sabores tradicionais que foram realizadas, nesta quinta-feira (18), as ações de educação alimentar e nutricional em todos os restaurantes comunitários do Distrito Federal, orientando os frequentadores sobre hábitos alimentares saudáveis e o consumo consciente nas celebrações. As equipes dos restaurantes confeccionaram materiais educativos que foram entregues aos frequentadores, com receitas típicas de festa junina e prepararam mesas decoradas com um mural que destacava os principais benefícios nutricionais das comidas juninas. A ação acompanhou o almoço, que é servido das 11h às 14h todos os dias; quando os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação. “Procuramos desmistificar conceitos relacionados à alimentação e promover escolhas alimentares mais conscientes no dia a dia. Também incentivamos o consumo consciente dos alimentos típicos da época, demonstrando que é possível desfrutar das celebrações sem abrir mão de hábitos alimentares saudáveis”, explica a nutricionista Juliana Almeida, que integra a Diretoria de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional (Digesan) da Sedes. Os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação | Foto: Divulgação/Sedes-DF O trabalho de educação alimentar e nutricional é realizado todos os meses nos restaurantes comunitários, geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), com o apoio das empresas responsáveis pelos atendimentos e produção das refeições. “Essas ações costumam ser muito bem recebidas pelos usuários, especialmente pelo público em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, que, muitas vezes, possuem acesso limitado a momentos de lazer, convivência comunitária e manifestações culturais. Nossa equipe pensa em cada detalhe para atender à demanda e fortalecer a alimentação saudável da população”, conclui a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Usuários dos restaurantes comunitários de Ceilândia Norte e Estrutural têm transporte gratuito para almoçar em outras unidades

O GDF garantirá transporte gratuito a usuários dos restaurantes comunitários da Estrutural e de Ceilândia Norte, a outras unidades, devido à paralisação dos funcionários da empresa terceirizada Servi Gastronomia. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) disponibilizou ônibus para transportar gratuitamente os frequentadores dessas unidades até outros restaurantes comunitários em funcionamento. Unidades de Arniqueira e do Sol Nascente/Pôr do Sol estão respectivamente recebendo usuários dos restaurantes comunitários da Estrutural e de Ceilândia Norte | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Nossa prioridade é garantir que a população atendida pelos restaurantes comunitários não fique sem acesso às refeições, por isso disponibilizamos transporte gratuito para outras unidades da rede enquanto a situação é regularizada” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social O benefício é exclusivamente para o período do almoço, horário de maior movimento local; não há transporte para café da manhã e jantar. Os frequentadores do Restaurante Comunitário da Estrutural estão sendo transportados para o Restaurante Comunitário de Arniqueira. Já os frequentadores do restaurante de Ceilândia Norte estão sendo levados à unidade do Sol Nascente/Pôr do Sol.  “Nossa prioridade é garantir que a população atendida pelos restaurantes comunitários não fique sem acesso às refeições, por isso disponibilizamos transporte gratuito para outras unidades da rede enquanto a situação é regularizada”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Paralelamente, estamos acompanhando o caso de perto, apurando as ocorrências relatadas e adotando todas as medidas administrativas cabíveis para assegurar a continuidade e a qualidade do atendimento à população.” [LEIA_TAMBEM]A empresa terceirizada foi contratada por meio de processo licitatório para fazer a gestão dos restaurantes comunitários da Estrutural e de Ceilândia Norte, incluindo a compra de insumos, produção das refeições e a contratação dos profissionais que atuam nas unidades. Segundo a Sedes-DF, todos os pagamentos à Servi Gastronomia foram realizados e a situação está em dia. Dessa forma, não é responsabilidade do Governo do Distrito Federal (GDF) a eventual inadimplência da empresa com o pagamento dos salários e demais obrigações trabalhistas dos funcionários terceirizados. Após relatos de possíveis irregularidades, a Sedes-DF instaurou imediatamente processo administrativo para apurar os fatos e avaliar as medidas cabíveis, incluindo a eventual rescisão contratual. A secretaria reforça que as denúncias e ocorrências estão sendo apuradas dentro dos trâmites legais e administrativos previstos, com a adoção das medidas necessárias para responsabilização de eventuais irregularidades e descumprimentos contratuais, sempre em observância ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa. A pasta segue acompanhando a situação e adotando todas as providências necessárias para assegurar a continuidade do atendimento à população.    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Restaurante Comunitário de Riacho Fundo II fecha neste fim de semana para manutenção

O Restaurante Comunitário de Riacho Fundo II vai fechar para manutenção no próximo feriado prolongado (1º, 2 e 3 de maio) para reparos na caixa de gordura. A interrupção do serviço ocorrerá em razão da menor demanda pela população durante o fim de semana e feriados, se comparado com a procura em dias úteis, de acordo com dados da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF).  Durante o período, é recomendado que a população vá aos restaurantes mais próximos, como o de Samambaia (Rorizão) e o de Recanto das Emas. O serviço retorna normalmente na segunda-feira (4). A manutenção segue cronograma de melhoria dos serviços à população elaborado pela Sedes-DF, que já renovou, além de restaurantes comunitários,  mais de 50 unidades dos centros de referência de Assistência social (Cras), Especializado de Assistência Social (Creas), centros de Convivência (Cecons) e centros Pop. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes comunitários comemoram os 66 anos de Brasília com cardápio especial nesta quinta-feira (23)

Os 18 restaurantes comunitários em funcionamento no Distrito Federal servirão, nesta quinta-feira (23), um cardápio especial em comemoração ao aniversário de Brasília. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pelas unidades, destaca também a realização da ação de educação alimentar e nutricional (EAN) no dia, evidenciando Brasília como uma região diversa em pessoas, culturas e alimentos. A proposta é oferecer uma refeição saborosa e diferente aos frequentadores que fazem parte da história da cidade. O prato principal será frango assado ao molho de açafrão, arroz biro-biro (com batata palha e bacon), feijão preto ou carioca, farofa de quiabo e salada tropical. Para completar a refeição, será servido curau com canela de sobremesa e suco de uva como bebida.  “O cardápio foi pensado com base em preparações típicas associadas à cultura de Brasília, que refletem a diversidade e influências de diferentes estados. Pratos como frango ao molho com quiabo e o curau com canela remetem a essa identidade cultural nesta data comemorativa”, explica a nutricionista da Sedes, Juliana Almeida. A proposta é oferecer uma refeição saborosa e diferente aos frequentadores que fazem parte da história da cidade | Foto: Divulgação/Sedes-DF A ação de EAN terá como tema as feiras territoriais de Brasília que fazem parte da cultura local. A ação busca valorizar os agricultores familiares do DF e incentivar o consumo de alimentos naturais e saudáveis, que podem ser adquiridos nas feiras. Os restaurantes terão murais informativos com banners e os usuários que participarem levarão um brinde simbólico.  A secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, destaca a ideia de trazer um cardápio especial de acordo com as datas festivas e culturais da cidade. “Estamos sempre trazendo cardápios que conversem com os hábitos e culturas locais. Recentemente, tivemos um cardápio com peixe na Sexta-feira Santa. Agora, com este cardápio especial, pretendemos celebrar o aniversário de Brasília homenageando nossa diversidade gastronômica e dos povos que formam nossa cidade”, destacou a gestora. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes comunitários terão moqueca de peixe no almoço da Sexta-feira de Paixão

Data marcada pela fé e pela tradição de não consumir carne vermelha, a Sexta-feira da Paixão (3) terá cardápio especial nos restaurantes comunitários do Distrito Federal. O prato principal será moqueca de peixe, com opção de ovos tricolores, feito com cenoura, tomate e cebola. Para acompanhar, arroz branco, feijão carioca, pirão de legumes e salada, com alface, repolho roxo, tomate e manga. Haverá, ainda, pudim e suco. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), devem ser ofertadas 45 mil refeições, equivalente a 2,5 mil por equipamento. “Tradicionalmente, sexta-feira é dia de feijoada, mas considerando que grande parte da população tem o costume de não consumir carne vermelha por questões culturais e religiosas, colocamos a moqueca como prato especial”, explica a nutricionista da Diretoria de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional (Digesan), Juliana Almeida. Segundo a Sedes-DF, devem ser ofertadas 45 mil refeições na Sexta-Feira da Paixão (3) | Foto: Arquivo/Agência Brasília Segundo ela, o cardápio é elaborado por uma comissão de nutricionistas da Sedes-DF e de uma empresa terceirizada. “Pensamos nos pratos de acordo com as diretrizes e recomendações do Ministério da Saúde para que sejam nutritivos e balanceados, considerando a cultura da nossa região também”, afirma Almeida, que acrescenta que, para otimizar o atendimento na Sexta-feira Santa, os restaurantes comunitários funcionarão em escala especial, com todos os colaboradores em serviço. O restante da semana seguirá a programação regular. No almoço de sábado (4), haverá estrogonofe de frango, batata-doce sauté, beterraba e chicória, além de arroz branco, feijão carioca, fruta e suco — opções servidas todos os dias. Já no domingo de Páscoa (5), o cardápio contará com carne bovina assada ao molho escuro com jardineira de legumes (batata, chuchu e cenoura) e alface e pepino. Acesse o site da Sedes-DF para ter acesso ao cardápio completo. Alimentação saudável e de qualidade Atualmente, o DF conta com 18 restaurantes comunitários, dos quais 15 disponibilizam três refeições diárias — Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia (Rorizão), Santa Maria, Sobradinho, Ceilândia Norte (antigo Sol Nascente) e Varjão. Os espaços de Ceilândia (DJ Jamaika), Estrutural e Sol Nascente oferecem café da manhã e almoço. Em 2025, as unidades serviram 16,8 milhões de refeições, o que representa uma média aproximada de 46 mil refeições por dia em toda a rede. Atualmente, o DF conta com 18 restaurantes comunitários, dos quais 15 disponibilizam três refeições diárias — Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia (Rorizão), Santa Maria, Sobradinho, Ceilândia Norte (antigo Sol Nascente) e Varjão A população tem acesso a três refeições por R$ 2 — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). O valor acessível é uma conquista deste GDF, que instituiu o almoço por R$ 1 em 2019 — em 2015, chegou a R$ 3 e, em 2016, era R$ 2. Além disso, houve a ampliação do cardápio e do funcionamento dos equipamentos, com atendimento todos os dias, incluindo feriados, e a promoção de alimentação totalmente gratuita à população em situação de rua. Veja o endereço dos restaurantes comunitários do DF: Arniqueira: QS 9, Avenida Águas Claras, Lote 3 Brazlândia: Quadra 36, Área Especial nº 01, Vila São José Ceilândia Centro: CNM 01, Bloco 01, Lote 01 Estrutural: Quadra 14, Área Especial, Vila Estrutural Gama: Setor Central, Área Especial, Complexo Esportivo (Estádio Bezerrão) Itapoã: Quadra 61, Área Especial, Del Lago Paranoá: Quadra 02, Lote 01, Área Especial Planaltina: Setor Recreativo e Cultural, Módulo Esportivo, Via WL 1-a/NS Recanto das Emas: Avenida Recanto das Emas, Quadra 205, Lote 01 Riacho Fundo II: Quadra 10, Conjunto 01, Lote 01 Samambaia: ADE, Quadra 602, Conjunto 01, Lote 01 (próximo ao fórum) Samambaia Expansão: QN 317, Conjunto 02, Lote 01 Santa Maria: QC 01, Área Especial, Lote B São Sebastião: Residencial Oeste, Quadra 101, Área Especial Sobradinho: Quadra 08, Área Especial nº 03 Sol Nascente (Trecho 2): SH Sol Nascente, Trecho 02, Quadra 105, Conjunto O, AE-1 Sol Nascente/Pôr do Sol (QNR): QNR 01, Área Especial nº 02, Ceilândia Norte Varjão: Quadra 08, Conjunto D, Lote 01  

Ler mais...

Thumbnail

GDF que fez: ações do governo contribuem para melhorar a vida da população em diversas áreas

O Distrito Federal vive um tempo de ação. Nos últimos anos, a população tem se deparado, diariamente, com inúmeras obras e programas feitos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida daqueles que nasceram ou escolheram a capital federal para morar.   Algumas obras são mais visíveis, como os novos viadutos — 11 foram construídos desde 2019 — e o Túnel Rei Pelé, a maior obra viária deste GDF, que ajudou a desafogar o trânsito na região de Taguatinga.  Ainda na mobilidade, houve a conclusão das obras na Saída Norte, que receberam o nome de Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz; a criação do Corredor Eixo Oeste, ligando o Sol Nascente/Pôr do Sol ao Plano Piloto; e a reconstrução do viaduto no Eixão Sul, que havia desabado em fevereiro de 2018. O Viaduto Luiz Carlos Botelho, no Sudoeste, é uma das obras entregues pelo GDF Para quem usa o transporte público, também não faltaram ações. Foram feitas, por exemplo, seis novas rodoviárias em diferentes regiões administrativas. Sem esquecer, é claro, do Vai de Graça, programa que garante tarifas gratuitas nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados, e que tem sido sucesso entre os brasilienses: em um ano, foram quase 40 milhões de viagens. Se o assunto é infraestrutura, não há como não falar do Drenar-DF, o maior sistema de drenagem da história do Distrito Federal, que pôs fim às enchentes no início da Asa Norte. Alagamentos, aliás, que eram um problema também em Vicente Pires. Eram, no passado. Hoje, a região administrativa virou exemplo de urbanização, após investimentos de R$ 420 milhões. O Drenar-DF pôs fim às enchentes no início da Asa Norte Quem também tem virado exemplo é o Sol Nascente/Pôr do Sol. A área foi uma das quatro novas regiões administrativas criadas desde 2019. Com uma administração regional própria, vieram mais obras, sobretudo de urbanização, a exemplo da pavimentação de vias, da construção de calçadas e dos serviços para captar água da chuva e evitar alagamentos. Água, saúde e segurança Direitos fundamentais, o acesso à água, a saúde, e a segurança também receberam grandes investimentos. A crise do desabastecimento, que levou a um inédito racionamento de água no DF, ficou para trás: foram feitas diversas obras hídricas, como a construção de adutoras e a interligação de reservatórios, para garantir que esse triste episódio não voltasse a ocorrer. Na saúde, além da contratação de profissionais e das obras em unidades já existentes, estão em construção sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs) para dar uma resposta rápida às necessidades dos cidadãos, em um local próximo de suas casas. Já na segurança, o DF voltou a ter delegacias dia e noite, funcionando 24 horas por dia. Educação e cultura Cartão Material Escolar tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social Na educação básica, desde 2019, foram feitas 13 novas escolas e 27 novos centros de educação da primeira infância (Cepi), onde pais e mães podem deixar os filhos pequenos com segurança enquanto trabalham. Aqueles que precisam também podem contar com uma ajuda para os gastos escolares: para eles, foram criados o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar. Já no ensino superior, o DF, depois de décadas de espera, enfim, ganhou uma universidade distrital para chamar de sua. A UnDF foi criada oficialmente em 2021, a fim de democratizar o acesso a cursos de graduação e pós-graduação. A cultura, por sua vez, viu espaços fechados há anos serem reabertos e modernizados, sendo o principal deles o Teatro Nacional Claudio Santoro. O equipamento voltou a abrir as portas em dezembro de 2021, com a entrega da sala Martins Pena, cuja restauração recebeu investimento de R$ 70 milhões. Agora, já estão autorizadas as obras em outros espaços, como a sala Villa-Lobos, onde serão investidos mais R$ 268,3 milhões.  Casa, trabalho e comida no prato O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que "quem tem fome, tem pressa". É ele , aliás, quem dá nome a um selo concedido por dois anos consecutivos ao DF pelas ações de combate à insegurança alimentar. Entre essas ações, estão a construção de quatro novos restaurantes comunitários e o retorno do preço do almoço a R$ 1 nesses locais. Hoje, são, ao todo, 17 equipamentos do tipo em funcionamento, sendo que 14 oferecem café da manhã, almoço e jantar, de domingo a domingo. Para aqueles que cozinham em casa, foi criado o Cartão Gás, que oferece auxílio de R$ 100 para a compra do insumo. O GDF também tem garantido o direito à moradia para milhares de famílias. Desde 2019, foram entregues cerca de 14 mil unidades habitacionais em diferentes locais, como no Itapoã Parque, maior projeto habitacional em desenvolvimento no Brasil, premiado nacionalmente. E para quem procura o primeiro emprego ou uma nova chance, o DF também tem sido um lugar de oportunidades. Prova disso é a criação do RenovaDF. Um dos maiores programas de capacitação profissional do Brasil, ele oferece um curso e uma bolsa para auxílio financeiro para os participantes que, em troca, ajudam na recuperação de equipamentos públicos. Desde o lançamento, o Renova já formou mais de 30 mil alunos. Pessoas que só buscavam uma oportunidade e mostraram que, com dedicação, é possível fazer.

Ler mais...

Thumbnail

Três audiências públicas movimentam a semana nos restaurantes comunitários do DF

Três restaurantes comunitários do Distrito Federal recebem o Papo Social com Você nesta semana. O encontro, em formato de audiência pública, chega a Arniqueira, Recanto das Emas e Paranoá, sempre a partir das 15 horas, aberto a toda a comunidade local. A conversa com a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, tem como objetivo ouvir, responder e encaminhar demandas, sugestões, reclamações e elogios da população. Nesta quarta (25) e na quinta-feira (26), a iniciativa ocorre nas unidades do Recanto das Emas e do Paranoá, respectivamente. Na terça (24), o encontro foi em Arniqueira, um dos quatro equipamentos inaugurados pela atual gestão, em novembro de 2023. Os restaurantes comunitários de Recanto das Emas e Paranoá recebem o Papo Social com Você nesta quarta (25) e na quinta (26), respectivamente | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma das participantes, a cubana Odalis Valerino, elogiou o espaço ao afirmar que, frequentemente, faz as três refeições do dia com o marido no Restaurante Comunitário de Arniqueira. “Em meu país não tem nada parecido. Além da comida, precisamos reconhecer o atendimento dos funcionários. Sou de outro país e eles me tratam como se eu fosse de casa. Isso me emociona”, disse a professora de balé. Outro depoimento que emocionou o público foi o de uma pessoa em situação de rua, de 46 anos, que terá a identidade mantida em sigilo para resguardar sua integridade. “Eu sou ex-policial e bacharel em Direito, mas caí no vício em drogas. Hoje, moro nas ruas. Aqui no Restaurante Comunitário eu me alimento gratuitamente. Além disso, a equipe do Creas e do Centro Pop está me acompanhando. Sei que minha situação é complicada, mas sou grato por isso tudo”, enfatizou o frequentador. [LEIA_TAMBEM]Por fim, o morador de Arniqueira Paulo Henrique da Silva reclamou da demora nas filas e da reposição de alimentos. “Paulo, felizmente esse prazo de espera está abaixo dos 30 minutos, estipulado pela Lei nº 2.529/2000. Ainda assim, estamos implementando novas medidas para reduzir ainda mais esse tempo. Em relação à reposição, ocorre que há dias de muita procura, então precisamos viabilizar o complemento do alimento nas rampas”, explicou Ana Paula Marra. Ao mencionar as novas medidas, a gestora se referia ao aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores — que recebem um tíquete de identificação prévia. Santa Maria, Itapoã, Paranoá e Sobradinho já contam com a novidade. Outras unidades vão implantar a medida gradualmente. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Público de restaurantes comunitários tem tempo de espera reduzido nas filas

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) tem investido em ações para reduzir as filas e tempo de espera de atendimento nos restaurantes comunitários. Entre as medidas, estão o aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores — que recebem um tíquete de identificação prévia. Tempo de espera médio tem sido de pouco mais de 20 minutos nos restaurantes onde a medida já foi implementada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Nós acompanhamos diariamente junto às equipes dos restaurantes o andamento das filas para evitar que o tempo de espera seja maior que o normal para os frequentadores, mas é claro que a procura aumenta em dias de cardápios específicos, como na terça-feira, em que é servido o frango assado, e na sexta-feira, com a feijoada; por isso estamos implementando essas ações que vão qualificar o atendimento”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Nas unidades em que a medida já foi implementada, como no restaurante de Sobradinho, o tempo de espera na fila é em média de 21 minutos, prazo dentro da Lei nº 2.529/2000, que estabelece o máximo de 30 minutos para o atendimento.  “A ideia é que o tempo de espera diminua gradualmente de acordo com o cadastramento e implementação do sistema”, complementa a secretária. 17 milhões Total de refeições servidas pelos restaurantes comunitários do DF em 2025 Atualmente, os restaurantes de Santa Maria, Itapoã, Paranoá e Sobradinho já possuem o tíquete implementado e em funcionamento. A meta é que todos os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal sejam contemplados com o sistema. “É importante destacar que o cadastro não tem a finalidade de impor qualquer restrição ao cidadão que queira utilizar o restaurante comunitário; é uma medida que vai agilizar o atendimento, além de trazer mais segurança para a unidade, porque essa identificação inibe a entrada de pessoas que tenham objetivos diferentes que não sejam os de se alimentar”, resume a titular da Sedes-DF. O aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento também foi uma demanda identificada pelas equipes da Sedes-DF para qualificar o atendimento. “Como estamos implementando o tíquete, muitas pessoas ainda não sabem que têm que fornecer o CPF”, relata a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da secretaria, Karen Moreno. “Muitas vezes, o cidadão chega na hora, vai procurar o CPF e isso acaba demorando um pouco”. Combate à fome [LEIA_TAMBEM]Desde 2019, a Sedes-DF tem ampliado o alcance dos restaurantes para a população. Além da inauguração de quatro unidades, 15 dos 18 restaurantes passaram a servir as três refeições diárias: café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50), com abertura todos os dias, incluindo domingos e feriados.  A medida possibilitou a este Governo do Distrito Federal (GDF) oferecer 17 milhões de refeições nos restaurantes em 2025, o que contribuiu para o DF ficar em primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome. “A procura com certeza aumentaria, por isso estamos atentos para sempre aprimorar o serviço”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social.    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes comunitários ampliam acesso à alimentação no DF

Os restaurantes comunitários se consolidaram como ponto de apoio diário para quem precisa garantir as principais refeições do dia, como a dona de casa Maurícia Barbosa Nascimento, de 41 anos, que sempre almoça na unidade do Sol Nascente com a neta. Antes em situação de rua e hoje com um teto para chamar de seu, por meio do programa Morar Bem, implementado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), ela relembra o período difícil e associa a mudança de vida ao acesso à moradia e à alimentação. “Tinha dia que a gente nem comia. Hoje a gente pode ter o prazer, o orgulho de dizer assim: vou levantar e tomar um café. Eu sou muito grata, porque em nenhum outro lugar você acha uma refeição dessa por esse preço. É quase grátis, você não compra nem uma balinha com 50 centavos. Aqui você toma café da manhã com fruta, café, um pãozinho com queijo, é uma maravilha, eu só tenho a agradecer. Eu ganhei até uns quilinhos”, contou, com bom humor. A neta de 8 anos, Sophia Sousa Nascimento, também elogia a comida do restaurante e tem até seu prato favorito: strogonoff. “A comida é muito boa, a gente sai satisfeito daqui”, completou. O Distrito Federal tem 17 restaurantes comunitários em funcionamento; cada um deles serve, por dia, uma média de 2,7 mil refeições | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A unidade integra a rede de 17 restaurantes em funcionamento no Distrito Federal, que servem, por dia, uma média de 2,7 mil refeições cada. Apenas em janeiro foram mais de 1,4 milhão de refeições e, em 2025, o total chegou a 16,9 milhões, sendo 1,9 milhão destinado à população em situação de rua. O investimento anual do GDF na rede é em torno de R$ 96 milhões. A refeição, que chegou a custar R$ 3 em 2015 e R$ 2 em 2016, hoje é oferecida ao preço de R$ 1. Outro avanço foi a ampliação do cardápio e do atendimento dos espaços. Atualmente, 13 restaurantes comunitários funcionam de domingo a domingo, incluindo feriados, com a oferta de café da manhã e jantar pelo valor de R$ 0,50 cada. Nessas unidades, a população tem acesso a três refeições pelo total de apenas R$ 2. Atualmente, o café da manhã, o almoço e o jantar são servidos em Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia (Rorizão), Santa Maria, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol e Varjão. Os espaços Ceilândia (DJ Jamaika), Estrutural e Sol Nascente servem café da manhã e almoço. Os cardápios podem ser acessados neste site. A dona de casa Maurícia Barbosa Nascimento sempre almoça no Restaurante Comunitário do Sol Nascente: "Eu sou muito grata, porque em nenhum outro lugar você acha uma refeição dessa por esse preço. É quase grátis" Desde 2019, foram inaugurados quatro restaurantes comunitários, localizados em Samambaia Expansão, Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira e Varjão. Outros espaços foram reformados com o objetivo de aprimorar a estrutura e melhor receber a população, com reparos executados nas unidades de Sobradinho, Gama, Paranoá, Santa Maria, Samambaia e Planaltina. Atualmente, os serviços estão em andamento no equipamento da Estrutural. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, declarou que o combate à fome é uma prioridade do GDF, apontando a redução dos valores das refeições, a inauguração e ampliação de unidades, além das reformas, como ações práticas de atenção ao tema. “Todo esse empenho foi premiado com o primeiro lugar nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome, que é o reconhecimento de trabalho e investimento consistentes para os que mais precisam", destacou. Ao lado do esposo, Telma Moreira da Silva frequenta regularmente a unidade do Sol Nascente: "A comida é boa, feita por nutricionistas, saudável, leve, com um preço bom e acessível" Mudança de verdade Na visão da comunidade, a mudança é prática, com as refeições principais garantidas: mesmo com o bolso vazio, o estômago estará cheio. O pedreiro José Estácio Filho, 55, frequenta o Restaurante Comunitário do Sol Nascente todos os dias desde que a unidade foi inaugurada na região, há três anos. Ele conta que o espaço faz parte da sobrevivência dele e de outros moradores da cidade. “Funciona de domingo a domingo, tem café da manhã, almoço e jantar. O atendimento é maravilhoso, uma atenção completa para a gente. E a comida é uma delícia”, destacou. A esposa de José, Telma Moreira da Silva, 46, observa a mudança de realidade de quem chega ao local, muitas vezes sem ter o que comer em casa. Para a dona de casa, o restaurante representa uma alternativa segura e acessível. “A comida é boa, feita por nutricionistas, saudável, leve, com um preço bom e acessível. Tanta gente que não tem o que comer vem aqui, come e sai satisfeita”, observou. Morando há um ano na região após receber habitação pelo programa do GDF Morar Bem, a dona de casa Jacqueline de Santana Ribeira, 48, passou a incluir o restaurante na rotina da família. Ela diz que a refeição ajuda a equilibrar o orçamento: “A maioria dos dias a gente vem almoçar aqui, porque além de ser uma refeição completa, é econômico. Tomamos café da manhã, almoçamos e ainda levo marmita. Alimenta toda a família com qualidade”. Jacqueline de Santana Ribeira, dona de casa: "A maioria dos dias a gente vem almoçar aqui, porque além de ser uma refeição completa, é econômico" Atenção aos mais vulneráveis Mesmo para aqueles que não conseguem pagar os R$ 2 que englobam as três refeições, há um cadastro que atende aqueles em vulnerabilidade social. Com o objetivo de alcançar ainda mais pessoas, durante a pandemia de 2020 o governo garantiu o direito à alimentação sem custo nas unidades para a população em situação de rua. O número de refeições servidas a esse público subiu de 200 mil em 2021 para 1,2 milhão em 2024. Até abril de 2025 foram servidas mais de 550 mil refeições para pessoas em situação de rua. Hoje, as pessoas em vulnerabilidade social podem ter acesso a qualquer uma das refeições disponíveis nos restaurantes comunitários de forma gratuita. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, os 18 restaurantes comunitários ofereceram mais de 17 milhões de refeições — cerca de 3 milhões a mais que no ano passado e mais que o dobro do total registrado em 2019. Em 2024, foram ofertadas 14 milhões de refeições, enquanto em 2019 foram 6,55 milhões de pratos. Todos os equipamentos estão sob gestão da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan). Líder comunitário e gerente da unidade do Sol Nascente, Márcio Oliveira acompanha o funcionamento do espaço e o perfil das famílias atendidas. Ele afirma que o restaurante é parte essencial da rede de proteção social na região: “É uma ferramenta nesse sentido, eu classifico ele até como a vida da população, porque se você não se alimenta, você não tem vida, não tem saúde. Esse equipamento trouxe o direito à alimentação nesses três anos de existência e a gente, como liderança comunitária, percebe isso no dia a dia das famílias. A população está mais feliz, com mais gratidão. É uma política pública muito essencial para as periferias do Distrito Federal”.

Ler mais...

Thumbnail

Ações de educação alimentar e nutricional nos restaurantes comunitários terão foco em alimentação saudável e consciente

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) deu início às ações de educação alimentar e nutricional de 2026. A ideia é orientar e educar os frequentadores dos 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal com atividades mensais ao longo do ano. Em fevereiro, o tema é “A alimentação saudável e as diferenças entre os tipos de alimentos”. Na ação, os alimentos foram apresentados à população separados nas categorias in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados | Foto: Carol Nogueira/Sedes-DF Foram preparados quadros informativos, cartilhas com caça-palavras e dinâmicas interativas de acordo com o guia alimentar para a população brasileira. A ação “10 passos para uma alimentação adequada e saudável” informa os frequentadores sobre os alimentos que devem ser priorizados, os que devem ser consumidos com moderação e aqueles que devem ser evitados.  "O maior poder das famílias em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar é o direito à informação e à autonomia"  Carolina Suaid, especialista em assistência social “O maior poder das famílias em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar é o direito à informação e à autonomia. Quando uma pessoa sabe identificar um alimento ultraprocessado, ela passa a fazer escolhas mais conscientes. Mesmo com pouco recurso [financeiro], isso devolve a ela o poder de escolher o melhor para si”, explica a especialista em assistência social Carolina Suaid, da Sedes-DF. A dinâmica é aplicada em uma mesa com vários tipos de alimentos, separados pelas classificações: in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados. Durante a interação, o nutricionista da unidade explica as diferenças e os usuários identificam qual o grau de processamento de três alimentos do painel, recebendo um brinde ao final da atividade.  “A segurança alimentar e nutricional passa também por uma educação sobre o tema. Quando a gente orienta a população de uma forma mais humana, mais próxima, as pessoas compreendem e buscam a melhoria de alguns hábitos alimentares, além de multiplicarem o conhecimento em suas comunidades”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Sedes-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Audiência pública em Samambaia debate modelos de restaurantes comunitários e concurso público

“Eu estou me preparando para o concurso da Sedes, e essa vinda de vocês aqui, hoje, justamente no dia em que saiu a autorização para o edital, é muito significativa para a população do Distrito Federal”, disse a assistente social Carina Arara Ribeiro. A moradora de Samambaia foi uma das participantes da terceira edição do programa Papo Social com Você, nesta terça-feira (3), no Restaurante Comunitário da Expansão de Samambaia. A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Moradores da região participaram ativamente do encontro e elogiaram as iniciativas da secretaria | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O programa Cartão Prato Cheio e os serviços dos restaurantes comunitários foram o foco do encontro aberto, mas a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, aproveitou o tema para falar sobre o concurso. “A ampliação dos quadros não é apenas uma necessidade da população, mas um pleito da categoria, e fizemos o possível para atender”, afirmou a gestora. Morador da região, o mineiro Adriano Orestes elogiou o modelo dos restaurantes comunitários do DF, sugerindo que poderiam ser assim em todo o Brasil. “A gente vê a qualidade do serviço e do atendimento aqui; todas as pessoas do país poderiam ter o mesmo benefício”, pontuou.  [LEIA_TAMBEM]“Gestores das cinco regiões do Brasil estão vendo nossa política pública de segurança alimentar e nutricional”, informou a titular da Sedes-DF. “Estamos de portas abertas para orientar sobre nosso modelo.” Com cerca de 200 participantes, essa edição do Papo Social com Você contou com a presença do secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, que enfatizou: “Um almoço já chegou a custar R$ 3 nos restaurantes comunitários e, hoje em dia, voltou para R$ 1”. A próxima audiência pública está marcada para terça-feira (10), às 15h, no Restaurante Comunitário do Itapoã.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Pesquisa indica que 75% dos usuários aprovam a qualidade dos restaurantes comunitários no DF

Segundo pesquisa mensal de satisfação da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) realizada nos restaurantes comunitários, 75% dos usuários classificaram a qualidade das refeições servidas como ótima ou boa. Em relação à qualidade do atendimento, 73% avaliaram o serviço como ótimo ou bom. Os dados apontam que 55% do público classifica a qualidade da refeição como “ótima” e 20% como “boa”, indicando que um em cada cinco usuários considera as refeições satisfatórias. Já 11% do público classificou a comida como “regular” e aproximadamente 13% como “ruim”. Um em cada cinco usuários considera as refeições servidas nos restaurantes comunitários satisfatórias | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília No que diz respeito ao atendimento, 53% dos usuários avaliaram o serviço como “ótimo” e 20% como “bom”. As unidades de Sobradinho, Brazlândia e Itapoã foram as mais bem avaliadas. Em torno de 12% avaliaram o atendimento como “regular” e 14% como “ruim”. A pesquisa é feita pela Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional. "Essa pesquisa é importantíssima não somente para confirmar o empenho deste GDF em combater a fome, mas também porque é transparência para a sociedade" Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Essa pesquisa é importantíssima não somente para confirmar o empenho deste GDF em combater a fome, mas também porque é transparência para a sociedade. Na semana passada, por exemplo, fizemos uma primeira audiência pública nos restaurantes justamente para ouvir a população. Muitos frequentadores nos passaram percepções valiosas para aperfeiçoarmos cada vez mais o programa”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Rede O Distrito Federal tem 18 restaurantes comunitários e, destes, 15 já tiveram as refeições e atendimento ampliados, servindo café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) e atendimento de domingo a domingo, além de passarem por melhorias estruturais não realizadas desde suas inaugurações, há cerca de 20 anos. Essas medidas contribuíram para que este GDF alcançasse o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de combate à fome. *Com informações da Sedes-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Refeições gratuitas: restaurantes comunitários reforçam segurança alimentar para pessoas em situação de vulnerabilidade no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) vem fortalecendo a segurança alimentar e nutricional na capital por meio dos restaurantes comunitários. Desde 2019, a política pública foi reforçada com a inauguração de novas unidades, a ampliação do número de refeições e dos dias de atendimento e a redução do valor do almoço, que passou de R$ 3 para R$ 1. Já em 2020, as pessoas em situação de rua passaram a ter direito à gratuidade nas refeições servidas. Em 2025, mais de 1.800.000 refeições gratuitas foram fornecidas pelos restaurantes comunitários do DF a pessoas em situação de rua | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano distrital, Gustavo Rocha, citou a gratuidade e o volume de refeições oferecidas como parte da estratégia de segurança alimentar. “O governador Ibaneis Rocha determinou que a alimentação para essas pessoas no restaurante comunitário é gratuita. Só neste ano passado a gente forneceu para essas pessoas mais de 1.800.000 refeições. É justamente para que essas pessoas tenham condições de se alimentar, tenham a sua segurança alimentar e possam seguir com o seu dia a dia, pelo menos, alimentadas.” A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, relacionou a política de segurança alimentar ao combate à fome e ao acesso regular a refeições. “Quando a gente fala de segurança alimentar e nutricional, nós estamos falando do combate à fome e é o que eu digo, ninguém com fome pensa direito. Então, a primeira coisa que a gente precisa fazer é alimentar bem todas as pessoas que estão aqui no Distrito Federal.” Ela também ressaltou a trajetória dos restaurantes comunitários e a manutenção do valor atual das refeições. “Os restaurantes comunitários já faziam de alguma forma esse trabalho com um preço simbólico, mas é importante sempre colocar que governos anteriores aumentaram esse valor para R$ 3. Hoje, o almoço continua sendo R$ 1.” “Independente do dia, aqui eu tenho minha refeição garantida” Frequentador do Restaurante Comunitário de Ceilândia, Rafael Bruno de Oliveira acompanhou de perto as mudanças no serviço ao longo dos anos. “Eu venho aqui desde 2014. Naquela época era só o almoço. Hoje tem café da manhã, tem jantar também. O cardápio muda todo dia: peixe, feijoada, costelinha de porco, costela bovina. A comida melhorou bastante. Eu gosto demais da comida daqui.” O local serve cerca de 600 refeições gratuitas por dia a pessoas em situação de vulnerabilidade. Rafael relata que vive em situação de vulnerabilidade após perder os pais e romper vínculos familiares. “Eu perdi meus pais muito cedo e a minha família não me aceitou em casa pela minha orientação sexual.” Para ele, a gratuidade ajuda a assegurar a alimentação diária. “Um almoço de R$ 1 é barato, mas nem todo dia a gente consegue R$ 1 para comer. Independentemente do dia, aqui eu tenho minha refeição garantida. De segunda a sábado eu como aqui. Se eu tivesse que correr atrás de comida todo dia, ia ser bem mais difícil”, explica. Rafael Bruno de Oliveira: "Eu venho aqui desde 2014. Naquela época era só o almoço. Hoje tem café da manhã, tem jantar também. Eu gosto demais da comida daqui" “Eu trabalho com reciclagem, mas nem todo dia a rua está rica de lata. Tem dia que você consegue algum dinheiro, tem dia que não consegue quase nada. Não é um dinheiro certo. Por isso eu ainda não consegui alugar uma casa. Saber que todo dia você vai comer já é muita coisa”, acrescenta. Jaílson Santos Gonçalves frequenta o restaurante comunitário há cerca de cinco anos. Ele conta que passou a viver em situação de vulnerabilidade após problemas com drogas e rompimento familiar. “Foi problema com drogas. Depois disso, a família não aceita. Aí eu fui morar na rua.” O acesso às refeições gratuitas veio após atendimento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras). “Eu fui no Cras, expliquei a minha situação, eles fizeram a ficha e me deram o encaminhamento. A partir daí eu comecei a almoçar aqui de graça.” Jaílson Santos Gonçalves, frequentador do restaurante comunitário há cerca de cinco anos: "Saber que você não vai passar fome muda muita coisa" Para Jaílson, ter a alimentação assegurada traz tranquilidade. “Antes, eu acordava e não tinha café da manhã, não tinha almoço. Hoje eu sei que vou acordar e vou ter o meu alimento. Isso me deixa mais tranquilo. Teve época que eu tomava café da manhã, almoçava e pegava a janta aqui. Saber que você não vai passar fome muda muita coisa. Hoje eu estou tentando mudar. Já faz quase um mês que eu estou sem usar drogas. Estou tirando meus documentos, um passo de cada vez.” Ele resume o impacto do serviço de forma direta. “Mesmo sendo de graça, é uma grande coisa. Saber que todo dia você vai comer já é muita coisa para quem vive na rua.” [LEIA_TAMBEM]Crescimento no número de refeições servidas Veja a seguir o número de refeições servidas pelos restaurantes comunitários nos últimos anos: • 2021: 99.922; • 2022: 320.175; • 2023: 628.910; • 2024: 1.111.253; • 2025: 1.724.871 (até o final de novembro); • Previsão total para 2025: 1.881.677.

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes comunitários do DF servem mais de 1,8 milhão de refeições à população em situação de rua neste ano

Os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal serviram, neste ano, mais de 1,8 milhão de refeições à população em situação de rua. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos equipamentos, foram 600 mil refeições a mais para esse público em relação a 2024, quando foram servidas 1,2 milhão. No total, os restaurantes comunitários ofertaram mais de 17 milhões de refeições em 2025. Desse quantitativo, 11,2% foram destinadas ao atendimento de pessoas em situação de rua. Das mais de 17 milhões de refeições servidas pelos restaurantes comunitários em 2025, 11,2% foram destinadas ao atendimento de pessoas em situação de rua | Foto: Divulgação/Sedes-DF Dados da Sedes mostram que, de janeiro a dezembro de 2025, a população em situação de rua do DF recebeu, gratuitamente, em média, 157.418 refeições por mês, o equivalente a 5.247 refeições servidas diariamente: café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). O equipamento que mais atendeu esse público em 2025 foi o restaurante comunitário de Arniqueira, com 298.634 refeições servidas, seguido pelo de Ceilândia, com 274.726, e pela unidade do Gama, com 207.978 atendimentos. [LEIA_TAMBEM]Gratuidade Desde 2020, a alimentação sem custo nas unidades é um direito desse público. Acompanhadas pelas equipes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), as pessoas em situação de rua já tinham acesso ao almoço. Em 2024, o Decreto nº 45.715 ampliou a oferta para três refeições diárias: café da manhã, almoço e jantar. “A oferta de refeições gratuitas para a população em situação de rua é uma política consolidada no DF. A medida foi lançada em 2020 e, desde então, houve um crescimento expressivo na procura, graças também à sensibilização das equipes de abordagem. Eles, agora, sabem que têm esse direito e vão até os restaurantes fazer as refeições”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes Comunitários do DF inspiram boas práticas de outros estados

Os restaurantes comunitários do Distrito Federal servem de inspiração a governantes de outros estados como política de segurança alimentar. O Restaurante Comunitário do Varjão, por exemplo, recebeu durante a ação do Nosso Natal, na última quarta-feira (17), representantes de Pernambuco, Santa Catarina, Paraná e do Conselho Federal de Nutrição (CFN) para troca de experiências e boas práticas de programas de combate à fome do Distrito Federal. A comitiva conheceu as estruturas e o funcionamento do restaurante comunitário, onde foi apresentado o modelo de boas práticas de segurança alimentar e nutricional, referência para outras políticas públicas do país. A unidade é gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Márcia Ribeiro, secretária-executiva de Segurança Alimentar da prefeitura de Recife, relatou sua experiência durante a visita. “É um restaurante com uma estrutura maravilhosa, a gente na realidade se inspira muito na experiência dos restaurantes comunitários do Distrito Federal para implantar também essa iniciativa em Recife. Chegamos no dia ideal, ver todas estas pessoas, famílias inteiras, tendo essa oportunidade de consumir uma comida de Natal, isso é fantástico”, enalteceu Márcia. A comitiva conheceu as estruturas e o funcionamento do Restaurante Comunitário, onde foi apresentado o modelo de boas práticas de segurança alimentar e nutricional, referência para outras políticas públicas do país | Foto: Divulgação/Sedes-DF A comitiva veio a Brasília para participar do prêmio Brasil Sem Fome, organizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O Governo do Distrito Federal (GDF) foi destaque com duas ações de combate à fome e promoção da segurança alimentar e nutricional. “Isso só confirma que o governador Ibaneis Rocha é uma liderança nacional no combate à fome, além de enaltecer o trabalho que temos feito neste período em que estou na secretaria. A gente vê a evolução, mas quando outros estados e instâncias reconhecem e levam como referência, temos a certeza de que a população está bem assistida”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio Os representantes também estiveram no edifício-sede da Secretaria para reunião na Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan), onde conheceram mais sobre o programa Cartão Prato Cheio. O benefício que atende 130 mil famílias com 18 parcelas mensais de R$ 250 para compra de alimentos é referência nacional e foi uma das ações que contribuíram para o primeiro lugar do DF no Selo Betinho de ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Dia solidário nos restaurantes comunitários serve ceia natalina a 55,6 mil pessoas em todo o DF

A ação solidária do Governo do Distrito Federal (GDF) serviu mais de 55 mil refeições durante o Nosso Natal, realizado nesta quarta-feira (17), em 17 restaurantes comunitários do Distrito Federal. Ao todo, 55.670 brasilienses participaram da ação e receberam uma ceia especial e nutritiva, com pernil suíno assado ao molho Califórnia, além da opção de coxa e sobrecoxa ao molho de ervas. O almoço completo foi servido pelo valor simbólico de R$ 1 e contou com a presença de autoridades do Executivo. “Esse é um momento de integração. Não só com a sociedade e com aqueles que mais precisam, mas também com os servidores do GDF, que fazem questão de estar presente, servindo essa ceia natalina com toda dedicação, sabendo que é o momento de transmitir um pouco de amor e de carinho em momentos tão especiais como esse”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. Ao todo, 55.670 brasilienses participaram da ação e receberam uma ceia especial e nutritiva, com pernil suíno assado ao molho Califórnia, além da opção de coxa e sobrecoxa ao molho de ervas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O prato veio acompanhado de arroz, feijão carioca e farofa natalina com bacon, azeitona, uva-passa, batata palha e cheiro-verde. A refeição contou ainda com salada tropical com alface, repolho roxo, tomate, milho e manga. Para finalizar, a sobremesa foi bombom, acompanhada de suco de abacaxi com hortelã. “O Nosso Natal oferece uma ceia completa nos restaurantes comunitários preparada com muito carinho e por um preço acessível. A iniciativa conta com a participação de renomados chefs de cozinha, em uma bela iniciativa que leva inclusão e acolhimento para milhares de famílias da nossa cidade”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. “Esse é um momento de integração. Não só com a sociedade e com aqueles que mais precisam, mas também com os servidores do GDF, que fazem questão de estar presente, servindo essa ceia natalina com toda dedicação, sabendo que é o momento de transmitir um pouco de amor e de carinho em momentos tão especiais como esse” Governador Ibaneis Rocha Impacto social Entre as unidades com maior volume de atendimentos, o Restaurante Comunitário de Ceilândia serviu 4.446 refeições, seguido por Samambaia, com 4.111, e Brazlândia, que distribuiu 3.990 almoços. Também registraram grande procura as unidades do Sol Nascente, em Ceilândia Norte, com 3.770 refeições, e de Sobradinho, com 3.715. “A expectativa inicial era atender mais de 50 mil pessoas, e superamos esse número. O Nosso Natal alcançou 55.670 refeições servidas. Desse total, mais de 4 mil foram destinadas à população em situação de rua, reforçando o compromisso do GDF em garantir acesso à alimentação, especialmente para quem mais precisa, inclusive em datas simbólicas como o Natal”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra. Outros restaurantes tiveram números expressivos, como Riacho Fundo II, com 3.936 refeições, Pôr do Sol, com 3.641, e Recanto das Emas, com 3.561. Em comparação com o ano passado, a edição de 2025 do Nosso Natal ampliou o alcance solidário, o que reforça o papel dos restaurantes comunitários do Distrito Federal na garantia de alimentação acessível à população em situação de vulnerabilidade, especialmente em datas simbólicas como o Natal.

Ler mais...

Thumbnail

Nosso Natal: Restaurante Comunitário de Planaltina serve almoço especial de fim de ano

O Restaurante Comunitário de Planaltina foi palco, nesta quarta-feira (17), de uma ação marcada por solidariedade e proximidade com a população durante a realização da Campanha Nosso Natal, projeto idealizado pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que integra o calendário de ações de fim de ano do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa oferece um almoço especial de Natal pelo valor simbólico de R$ 1 às famílias em situação de vulnerabilidade social. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) participou da programação com atividades voltadas à integração comunitária. A comandante-geral da PMDF, Ana Paula Barros Habka, acompanhou a ação, que também contou com apresentação da banda de música da corporação e a presença dos mascotes institucionais, que interagiram com crianças e famílias, levando mensagens de cidadania, prevenção e convivência pacífica. A música teve papel central na ambientação do evento, com canções natalinas que contribuíram para tornar o espaço mais acolhedor e reforçar o clima de confraternização. A participação da PMDF evidenciou o compromisso da corporação em atuar de forma próxima à comunidade, especialmente em ações que promovem dignidade, inclusão social e fortalecimento dos vínculos comunitários. Além das atividades culturais, o público teve acesso a um cardápio natalino completo, servido das 11h às 14h, com pratos típicos da época, sobremesa e bebida, preparados especialmente para a ocasião e acompanhados por decoração temática | Foto: Divulgação/PMDF A iniciativa reuniu autoridades civis e militares, entre elas o chefe do Centro de Comunicação Social da PMDF, coronel André Caldas; o secretário do Entorno, Cristian Viana; o administrador regional de Planaltina, Wesley Fonseca Fraga; o administrador do Arapoanga, Sérgio de Araújo; e o major Santos, comandante do 14º Batalhão. Durante o evento, foi destacada a importância dos restaurantes comunitários como espaços de acolhimento, convivência e promoção da cidadania, especialmente em datas simbólicas como o Natal. Além das atividades culturais, o público teve acesso a um cardápio natalino completo, servido das 11h às 14h, com pratos típicos da época, sobremesa e bebida, preparados especialmente para a ocasião e acompanhados por decoração temática. A Campanha Nosso Natal reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com a segurança alimentar e com ações que vão além da oferta de refeições, promovendo dignidade e esperança. A presença da Polícia Militar do Distrito Federal reforça o papel da corporação como parceira da comunidade, atuando não apenas na preservação da ordem pública, mas também na construção de uma sociedade mais solidária.   *Com informações da PMDF

Ler mais...

Thumbnail

Almoço de Natal agita Arniqueira com celebração e solidariedade

O Restaurante Comunitário de Arniqueira transformou-se em palco de alegria e confraternização nesta quarta-feira (17), com o tradicional almoço de Natal. Mais de três mil refeições foram servidas às pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social, que desfrutaram de um cardápio natalino caprichado. O chef Luís Pereira comandou o preparo da refeição:  “A equipe da nossa unidade está dando o máximo, e eu só tenho que agradecer por esse momento” | Fotos: Divulgação/Semob-DF A celebração foi marcada por um clima vibrante, com atividades que encantaram especialmente as crianças, que se divertiram com a presença de Papai Noel e a distribuição de presentes. A servidora da Administração de Arniqueira Nádja Mesquita mostrou sua arte e se encarregou da música ao vivo. A refeição natalina caprichada foi preparada pela equipe do Restaurante Comunitário de Arniqueira, sob o comando do chef Luís Pereira dos Santos e da nutricionista Kamilla Dias, com a supervisão do servidor André Brito, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). “Eu fico muito feliz com esse evento, por servir as pessoas”, disse Santos. “A equipe da nossa unidade está dando o máximo, e eu só tenho que agradecer por esse momento”. O almoço foi servido pelo valor simbólico de R$ 1, com direito a pratos recheados com pernil suíno ao molho Califórnia ou coxa e sobrecoxa ao molho de ervas, salada tropical, arroz, feijão e farofa natalina, acompanhado de suco de abacaxi com hortelã e bombom de sobremesa. Campanha Moradora de Arniqueira, Luciene Mundim comemorou o almoço: “Você paga um real, você come bem balanceado, porque tem nutricionistas, né? Tudo certinho, e ainda ganhamos o suco, o café e a fruta” O almoço natalino é um pilar da campanha Nosso Natal, que se estende por diversos restaurantes comunitários do Distrito Federal. A iniciativa, sob a liderança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, foi idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha. O objetivo é proporcionar um Natal mais digno e alegre às famílias que mais necessitam, reforçando a importância da solidariedade e do apoio governamental. [LEIA_TAMBEM]“Sou uma senhora sozinha, então para mim são de muita valia esses almoços aqui”, relatou a moradora de Arniqueira Luciene Mundim. Segundo ela, com a economia que faz nas refeições do restaurante comunitário, ela consegue ir ao dentista e comprar remédios.  “Isso aqui é lindo!”, comemorou. “Pensa para você ver: você paga um real, você come bem balanceado, porque tem nutricionistas, né? Tudo certinho, e ainda ganhamos o suco, o café e a fruta.” A participação de autoridades do GDF no almoço natalino reflete a relevância da campanha Nosso Natal. O secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, lembrou que o evento mobiliza todo o Governo do DF. “É um momento importante, de contato com as pessoas, próprio deste governo que vive pra servir a sociedade, e nós estamos aqui participando desse momento, desejando às pessoas que tenham um feliz Natal e próspero Ano Novo, que Deus abençoe todos os dias do ano que vem”, declarou. Alimentação de qualidade Logo na abertura do restaurante, a fila crescia: população aprecia o cardápio oferecido   A celebração em Arniqueira, assim como em outras regiões, exemplifica o esforço contínuo do GDF em fortalecer os laços comunitários e garantir o acesso a uma alimentação de qualidade e momentos de felicidade durante os festejos. “Isso aqui é importante na vida dessas pessoas, todos os dias. Isso aqui foi o maior presente que o governador Ibaneis deu para a população, esse restaurante comunitário” Telma Rufino, administradora de Arniqueira A administradora de Arniqueira, Telma Rufino, enfatizou a importância do evento para a população regional: “Temos aqui uma população muito carente, olha como o restaurante está cheio. Não é só porque está perto do Natal. Isso aqui é importante na vida dessas pessoas, todos os dias. Eu sei o que é isso, povo que passa fome e não tem o que comer. Isso aqui foi o maior presente que o governador Ibaneis deu para a população, esse restaurante comunitário”. O subsecretário de Economia Solidária da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) Jorge Azevedo, destacou a importância humanitária do almoço servido ao valor simbólico de R$ 1: “É o terceiro Natal Solidário de que eu participo. A gente sabe que muitas pessoas não têm condições de ter uma ceia natalina, e o GDF oferecer o almoço é uma questão humanitária muito importante”. A diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Martins Lafetá, considera o almoço do Nosso Natal uma das ações mais bonitas do GDF. “O Nosso Natal é um evento que nos tira, como gestores públicos, do universo dos processos e da rotina administrativa e nos leva para a rua, para o contato direto com as pessoas”, pontuou. “É uma ação muito simbólica, que aproxima o poder público da população e reforça o compromisso social das secretarias e das empresas públicas, especialmente em um momento tão especial como o Natal”.   *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade  

Ler mais...

Thumbnail

Campanha Nosso Natal vai oferecer almoço natalino por R$ 1 nos restaurantes comunitários do DF nesta quarta-feira

Os 17 restaurantes comunitários do Distrito Federal realizam nesta quarta-feira (17) mais uma edição do Nosso Natal, ação que garante um almoço natalino completo pelo valor simbólico de R$ 1 às famílias em vulnerabilidade social, além de atrações planejadas em cada unidade. O almoço será servido das 11h às 14h, com um cardápio que inclui pernil suíno assado ao molho Califórnia, com opção de coxa e sobrecoxa ao molho de ervas, além de arroz, feijão carioca, farofa natalina com bacon, azeitona, uva-passa, batata palha e cheiro-verde. Também vai ser servida salada tropical com alface, repolho roxo, tomate, milho e manga e, como sobremesa, será servido bombom, acompanhado de suco de abacaxi com hortelã. A previsão é de aproximadamente cinco mil refeições nas unidades de maior movimento, com expectativa de mais de 50 mil refeições em todas os restaurantes. Criada em 2019 pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, a campanha Nosso Natal nos Restaurantes Comunitários integra o calendário de ações festivas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o fim de ano | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca a dimensão da política pública. “Em 2025, os restaurantes comunitários já serviram mais de 17 milhões de refeições. O Nosso Natal, além de ajudar a ampliar este número expressivo, também leva esse clima de Natal para pessoas que não teriam acesso a uma ceia. Mais do que comida, é entregar também dignidade, esperança”, afirma. Campanha Criada em 2019 pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, a campanha Nosso Natal nos Restaurantes Comunitários integra o calendário de ações festivas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o fim de ano. Para a primeira-dama, o Nosso Natal reforça o papel dos restaurantes comunitários como espaços que vão além da refeição. “Essa é uma ação pensada para a família e para a comunidade. Os restaurantes comunitários já fazem parte da vida das pessoas, e no Natal queremos fortalecer esse vínculo, garantindo uma refeição especial e um momento de convivência”, afirma Mayara Noronha Rocha. Serviço Data: 17 de dezembro (quarta-feira) Horário: das 11h às 14h Valor: R$ 1 Local: restaurantes comunitários em funcionamento no DF Endereços: www.sedes.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Confira o que abre e o que fecha no DF no feriado prolongado do Dia da Consciência Negra

Nesta quinta-feira (20), é celebrado o feriado de Dia de Zumbi e da Consciência Negra. O dia seguinte, sexta-feira (21), é ponto facultativo no Distrito Federal. Com isso, haverá alterações em serviços públicos nas duas datas.   O Jardim Botânico terá entrada gratuita nesta quinta-feira, com funcionamento das 9h às 17h | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Para quem busca opções de lazer no feriado, o Jardim Botânico e o Zoológico de Brasília estarão abertos na quinta-feira com entrada gratuita, pelo programa Lazer para Todos. O primeiro funciona das 9h às 17h, enquanto o segundo pode ser visitado das 8h30 às 16h. Na sexta e no sábado (22), haverá cobrança normal de tarifas; no domingo (23), a entrada volta a ser gratuita. Usuários terão metrô gratuito no feriado e no domingo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Esse esquema será o mesmo do programa Vai de Graça. Ônibus circularão sem cobrança de tarifa na quinta e no domingo — com reforço, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), nas linhas que percorrem áreas de shoppings, feiras e mercados. Na sexta e no sábado, serão horários e tarifas normais. Carlinhos Brown é uma das atrações do evento especial da Secec-DF | Foto: João Cotta/Divulgação O metrô também será gratuito na quinta e no domingo, mas terá horários especiais para atender ao público que for participar do evento gratuito da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) no Museu Nacional. Na quinta-feira e no domingo, todas as estações estarão abertas para embarque e desembarque das 7h às 23h30; desse horário até as 2h30, somente a Estação Central vai operar. Já na sexta e no sábado, os embarques começam às 5h30 e vão até as 2h30, a partir de quando o atendimento será na Estação Central.  Outra alternativa são os parques geridos pelo Instituto Brasília Ambiental, que estarão abertos normalmente. Já o Eixão do Lazer funcionará na quinta, que é feriado, e no domingo.  Serviços Eixão do Lazer também é boa opção para a quinta-feira | Foto: Arquivo Agência Brasília As agências do Banco de Brasília (BRB) estarão fechadas na quinta, mas abrem normalmente na sexta. A operação do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) será semelhante — funcionamento normal na sexta e esquema de plantão na quinta na Unidade de Recebimento de Entulho (URE), Aterro Sanitário de Brasília (ASB), subcoordenações regionais e núcleos de limpeza, usinas da Ceilândia e da Asa Sul e áreas de transbordo. As demais funcionarão normalmente. A Caesb, por sua vez, não terá atendimento presencial na sede e nos escritórios na quinta e na sexta. As equipes de operação e manutenção, porém, seguirão trabalhando. Os consumidores que precisarem podem ligar para a Central de Atendimento (115) também podem solicitar serviços pelo WhatsApp (61) 3029-8115. Em relação ao trânsito, o Eixo Rodoviário estará fechado para veículos na quinta, para o Eixão do Lazer. Ainda nesta quinta, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) não fará as operações de mobilidade na Estrada Parque Ceilândia (DF-095/ Estrutural), na Estrada Parque Contorno (DF-001), no trecho entre o viaduto de Samambaia e o viaduto do Pistão Sul, na BR-070 e na Barragem do Paranoá (período vespertino). Na sexta, elas serão retomadas. A autarquia também não terá atendimento ao público nos setores de Multas e Penalidades e Protocolo na quinta e na sexta-feira. As unidades do Departamento de Trânsito (Detran-DF) estarão fechadas na quinta e na sexta. As áreas de educação, fiscalização e engenharia de trânsito funcionarão normalmente, assim como os serviços digitais do órgão. Atendimentos em saúde A Secretaria de Saúde do Distrito Federal terá mudança de atendimento nos serviços por conta do feriado prolongado, na quinta-feira (20) e na sexta-feira (21), ponto facultativo. Confira como ficará o atendimento à população: O Samu terá atendimento 24 horas, todos os dias, pelo telefone 192. As emergências dos hospitais regionais, as unidades de pronto atendimento (UPAs) e a Casa de Parto de São Sebastião atendem de forma ininterrupta, em plantão 24h. As salas de vacinação não vão funcionar na quinta (20), na sexta-feira (21) e no domingo (23). No sábado (22), será possível atualizar as cadernetas de vacinação para pessoas de todas as faixas etárias. A lista dos locais está disponível aqui. As unidades básicas de saúde (UBSs) não funcionarão na quinta (20) e sexta-feira (21). Já as unidades que abrem aos fins de semana, terão horário normal no sábado. Confira a lista abaixo: Arte: Secretaria de Saúde  Não haverá atendimento odontológico nas UBSs nem nos centros de especialidades odontológicas (CEOs) entre quinta-feira (20) e domingo (23), reabrindo na segunda-feira (24). No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o pronto-socorro odontológico funciona todos os dias, 24 horas. No Hospital Regional do Gama (HRG), o pronto-socorro odontológico funciona quinta-feira (20) e sexta-feira (21), das 19h à 1h, e no sábado (21) e domingo (22), das 7h às 19h. Já no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), o atendimento no pronto-socorro odontológico ocorre no sábado (22) e domingo (23), das 7h às 19h. Já os centros de atenção psicossocial (Caps) do tipo III e nas unidades do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas III (Caps AD III) funcionam 24 horas, diariamente, com alterações nas atividades programadas. Já os Caps tipos I e II e o Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi) não abrem de quinta-feira (20) a domingo (23). As unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), mais conhecidas como Farmácias de Alto Custo, fecham nos dias 20 (quinta-feira), 21 (sexta-feira) e 23 (domingo). No sábado (21), o atendimento será das 7h às 12h. Os ambulatórios e as policlínicas não abrem de quinta-feira (20) a domingo (23), voltando ao atendimento normal na segunda-feira (24). Secretarias Atividades nos centros olímpicos e paralímpicos (COPs) estarão suspensas na quinta e na sexta | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Estudantes da rede pública não terão aula na quinta e na sexta, com retorno previsto para segunda-feira (24). Nas coordenações regionais de ensino e na sede da Secretaria de Educação (SEEDF), o expediente será retomado igualmente na segunda. Também não haverá aulas na quinta e na sexta-feira nos centros olímpicos e paralímpicos (COPs). No sábado, as unidades, que são vinculadas à Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), terão o projeto Lazer para Todos normalmente. Entre os equipamentos ligados à Secretaria da Mulher (SMDF), a Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo estarão abertas na quinta e na sexta. Os demais permanecem fechados.Também nesses dois dias, estarão fechadas as agências do trabalhador, ligadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). O expediente será retomado na segunda-feira. [LEIA_TAMBEM]Na Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), as unidades do Na Hora estarão com atividades suspensas de quinta a domingo, sendo retomadas na segunda-feira. Os conselhos tutelares também ficam sem atendimento presencial, mas com demandas urgentes podendo ser registradas pelo telefone 125. O Centro Integrado 18 de Maio terá as demandas atendidas pelo telefone (61) 98314-0636. As unidades do programa Direito Delas estarão fechadas, com atendimento em regime de plantão por meio do telefone (61) 9832-0130. Já entre os espaços da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), estarão abertos os centros Pop, a Central de Vagas, a Unidade de Proteção Social (UPS) 24 horas e as unidades de acolhimento. Estarão fechadas as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centro de Convivência (Cecon). Restaurantes comunitários Os restaurantes comunitários estarão abertos na quinta e na sexta para café da manhã, almoço e jantar, exceto as unidades de Ceilândia e Sol Nascente, além dos restaurantes de Planaltina e Estrutural, que estão fechados para manutenção.

Ler mais...

Thumbnail

Ações de combate à fome do GDF são destaque em seminário

Os programas geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) como o Cartão Prato Cheio e os restaurantes comunitários foram destaques no 3º Seminário de Nutrição em Produção do Iges-DF. O encontro, realizado na sexta-feira (7), promoveu troca de experiências entre profissionais que atuam diariamente no cuidado alimentar e nutricional. A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderléa Cremonini, apresentou as estratégias e desafios para garantia do direito à alimentação adequada às famílias vulneráveis do Distrito Federal. Entre eles, o fortalecimento dos restaurantes comunitários nos últimos cinco anos, com a implementação do café da manhã e jantar em 15 das 18 unidades, além de atendimento também aos domingos e feriados. As medidas deram um salto na oferta de refeições de 7,1 milhões em 2020 para mais de 14 milhões em 2025. Vanderléa Cremonini: "Os 18 restaurantes comunitários em operação no DF se destacam por oferecer refeições saudáveis a preços acessíveis, e um grande volume de refeições servidas, que quase dobrou" | Foto: Divulgação/Sedes-DF  “Os 18 restaurantes comunitários em operação no DF se destacam por oferecer refeições saudáveis a preços acessíveis, e um grande volume de refeições servidas, que quase dobrou”, destacou a gestora. Vanderléa também frisou a importância da implementação do cadastro por CPF, que está sendo implementado pouco a pouco nas unidades. “Cada cidadão tem direito a duas refeições por vez; é pelo cadastro feito pelo CPF que se tem esse controle. Isso nos ajuda a garantir também o direito à refeição grátis para as pessoas em situação de rua cadastradas nas unidades socioassistenciais”, afirmou. Cartão Prato Cheio A gestora detalhou a implementação da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) na concessão do Cartão Prato Cheio. A Ebia é o indicador utilizado para medir o grau de segurança ou insegurança alimentar no Brasil. Esse indicador facilita a identificação da situação do beneficiário durante o atendimento feito pelos profissionais dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e padroniza os dados para pesquisas nacionais como a Pnad Contínua e a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), que servem de base para políticas públicas de combate à fome e à pobreza. Em 2024, 217 mil famílias tiveram acesso ao Cartão Prato Cheio Vanderléa ressaltou o total de 217 mil famílias atendidas com o Cartão Prato Cheio em 2024, um aumento expressivo em relação às 36 mil famílias atendidas em 2020. Situação alcançada graças ao estudo frequente da política e dos beneficiários do programa, que saiu de 3 parcelas de R$ 250 atendendo 30 mil famílias em 2020 para 18 parcelas atendendo 130 mil famílias em 2025. A gestora lembrou ainda que a Sedes também é responsável pelas refeições das 72 unidades socioassistenciais do DF, como os Cras e os Centros de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro Pop), além do fornecimento usual de cestas básicas para situações emergenciais. [LEIA_TAMBEM]“O cartão Prato Cheio não extinguiu a cesta básica. De acordo com avaliação em atendimento no Cras e caso não haja naquele momento vaga no programa, é liberada a entrega da cesta básica em caráter emergencial”, pontuou Vanderléa.  A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, falou da importância do seminário para a troca de experiências e adoção de boas práticas que melhorem os serviços para a população: “É sempre um momento de muito orgulho falar de políticas públicas de referência que implementamos e têm sido bem sucedidas. A administração pública ganha porque passa a contar com um catálogo de boas práticas de implementação de serviços e ganha a população que tem um atendimento cada vez mais qualificado”. *Com informações da Sedes-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Cadastro de frequentadores dos restaurantes comunitários vai aprimorar atendimento

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) iniciou neste ano o cadastro dos frequentadores dos restaurantes comunitários. A medida é importante para a pasta conhecer o perfil das pessoas que frequentam os equipamentos e adotar estratégias adequadas para cada público atendido e para aprimorar o serviço, entre elas, o reforço na segurança. Esse foi um dos temas abordados na entrevista da subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderlea Cremonini, ao programa Papo Social, que, neste mês, foi em homenagem ao Dia Mundial da Alimentação, comemorado nesta quinta-feira (16). O videocast é veiculado no canal do YouTube da Sedes. “Iniciamos o cadastramento aos poucos por vários motivos, primeiro, porque é interessante nós sabermos o perfil das pessoas que frequentam, quem é o nosso público, se são crianças, se tem parcela significativa de idosos, se são mais homens ou mulheres. Com essas informações conseguimos melhorar os nossos processos e desenvolver ações direcionadas. Outro fator é a questão do controle das duas refeições, isso evita desvios, identifica a população em situação de rua, que tem acesso gratuito às refeições. Também é uma questão de segurança da população porque conseguimos identificar todos os que estão frequentando e essas pessoas passam a respeitar mais aquele espaço de convivência”, explicou a gestora. A medida é importante para a pasta conhecer o perfil das pessoas que frequentam os equipamentos e adotar estratégias adequadas para cada público atendido e para aprimorar o serviço, entre elas, o reforço na segurança | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Sobre a quantidade de refeições que é servida nos restaurantes comunitários, Vanderlea Cremonini reiterou que o limite de duas refeições por pessoa em cada turno foi estabelecido após estudo prévio e planejamento na contratação das empresas terceirizadas que produzem a comida, com orçamento já definido. “Isso já foi planejado de forma que a pessoa possa fazer a sua refeição no local e levar uma marmita para um familiar acamado, por exemplo, um filho que não pôde ir. Nosso contrato tem um limite, o recurso público é planejado”, destaca. “Na época da pandemia, nós liberamos uma quantidade ilimitada de marmitas e muitas pessoas acabavam fazendo mal uso disso, revendendo refeições, muitas vezes, com acondicionamento inadequado, o que pode gerar problemas de saúde.” Sobre um eventual aumento da oferta para até quatro marmitas por pessoa, a gestora complementou: “O principal motivo que inviabiliza é o impacto orçamentário, precisaríamos ter essa previsão nos contratos atuais. Hoje, se tivermos que liberar até quatro refeições por pessoa, nós teríamos que limitar o número de famílias beneficiadas. Hoje o acesso é universal, qualquer pessoa que chegar em um restaurante comunitário vai fazer a sua refeição.” Na entrevista ao Papo Social, Vanderlea Cremonini lembrou que foi importante fechar temporariamente alguns restaurantes comunitários para manutenção e adequação do espaço, devido ao aumento da capacidade de atendimento, já que, atualmente, 15 dos 18 restaurantes oferecem as três refeições (café da manhã, almoço e jantar), e abrem todos os dias da semana, incluindo domingos e feriados. A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderlea Cremonini, deu entrevista ao programa Papo Social, feito pela pasta ​ “Alguns equipamentos têm mais de 20 anos de funcionamento sem nenhuma reforma e precisaram realmente dessa intervenção, de adequar o piso, a tubulação, a parte elétrica, construir uma nova câmara fria, que é onde guardamos os alimentos. Os espaços têm que ser projetados corretamente para atender ao grande fluxo de produção e garantir que todas as refeições tenham qualidade, alguns conseguimos fazer mais rápidos e outros demoraram um pouco mais, como o restaurante de Planaltina, por exemplo, que será reaberto em novembro”, pontua. “Nosso videocast Papo Social tem o objetivo de levar informação de forma clara e assertiva, em uma linguagem simples, sem deixar de abordar temas importantes e até polêmicos. Queremos falar com transparência e sempre trazer novidades, para que a população conheça de perto as ações e programas da Secretaria de Desenvolvimento Social”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Papo Social é veiculado nas redes sociais da Sedes-DF com um resumo das notícias de destaque da pasta. O programa, que está na edição 99, foi reformulado para formato de videocast no canal do YouTube da Sedes, trazendo entrevistas que aprofundam temas importantes dentro da política de assistência social. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes comunitários servem 12,6 milhões de refeições em nove meses no DF

Comida de qualidade, preço acessível e dignidade à mesa. Os restaurantes comunitários do Distrito Federal se consolidam como um dos maiores programas de segurança alimentar mantidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF). De janeiro a setembro deste ano, foram servidas 12,6 milhões de refeições nas 18 unidades espalhadas por regiões de maior vulnerabilidade social. Balanceadas e supervisionadas por nutricionistas, as refeições dos restaurantes comunitários têm preços bastante acessíveis à população | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Os restaurantes comunitários representam dignidade e inclusão” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Além do volume expressivo de atendimentos, o serviço é bem-avaliado pela população. Uma pesquisa de satisfação elaborada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) aponta que 75% dos usuários classificam as refeições e o atendimento como “ótimos” ou “bons”. Apenas 0,005% das refeições resultaram em reclamações formais à pasta, o que representa 78 registros em um universo superior a 12 milhões de serviços prestados. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, o programa cumpre um papel essencial na proteção social e atende um grande número de pessoas em situação de vulnerabilidade social que muitas vezes não têm acesso ao alimento diretamente. “Os restaurantes comunitários representam dignidade e inclusão. Conseguimos garantir alimentação de qualidade a um custo acessível, fortalecendo a rede de segurança alimentar e nutricional para quem mais precisa”, avalia. Reabertura no Paranoá Entre as 18 unidades em funcionamento, o Restaurante Comunitário do Paranoá reabriu as portas na sexta-feira (3) após passar pela primeira grande reforma deste ano desde sua inauguração, em 2002. Foram instaladas três novas câmaras frigoríficas e um açougue, além de terem sido feitos serviços como a renovação na rede elétrica e hidráulica, troca do piso da área de preparo, reforma dos banheiros e obras de acessibilidade e cobertura para filas. Reaberto, o Restaurante Comunitário do Paranoá ampliou a capacidade e passa a oferecer café da manhã, almoço e jantar A unidade, que no ano passado serviu mais de 711 mil refeições, ampliou a capacidade de atendimento e agora oferecerá café da manhã, almoço e jantar, todos os dias, incluindo domingos e feriados. O novo contrato prevê mais de 1,2 milhão de refeições por ano, com média diária superior a 3,5 mil atendimentos. “Se a pessoa tomar café da manhã, almoçar e jantar na unidade, vamos ter a certeza de que ela estará bem-alimentada com um preço bem acessível” Vanderléa Cremonini, subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional  A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Vanderléa Cremonini, lembra que a obra foi executada para atender os requisitos sanitários, com o objetivo de promover a qualidade do alimento. “A garantia da segurança alimentar não é apenas você ter acesso ao alimento, mas ao alimento com qualidade”, especifica. A gestora também reforça que qualquer pessoa que se alimenta no Restaurante Comunitário garante as calorias necessárias para um dia, devido ao cardápio planejado pela equipe de nutricionistas. “Se a pessoa tomar café da manhã, almoçar e jantar na unidade, vamos ter a certeza de que ela estará bem-alimentada com um preço bem acessível”, afirma Vanderléa. “Com isso, a pessoa deixa de gastar em alimentos e pode investir em outros direitos, como lazer, esporte, cultura ou outra frente que pode desenvolver mais ainda a sociedade.” População satisfeita Sabrina Sousa, dona de casa: “Eu trago o meu pequeno para almoçar aqui, e o custo-benefício é excelente” [LEIA_TAMBEM]Atualmente, 15 unidades funcionam de domingo a domingo, inclusive em feriados, com a oferta das três refeições diárias: café da manhã e jantar a R$ 0,50 cada, e almoço a R$ 1. A dona de casa Sabrina Sousa, 31 anos, sempre frequentou o espaço com o filho e avalia que a reabertura do serviço é um alívio para o orçamento, além de facilitar o trabalho que ela teria fazendo compras e cozinhando em casa. “Eu trago o meu pequeno para almoçar aqui, e o custo-benefício é excelente, a comida é boa, balanceada e deixa a gente forte”, ressalta. “Para mim faz toda a diferença, porque quem trabalha é meu esposo; eu sou dona de casa, então já ajuda bastante nas despesas. Todo mundo lá de casa come aqui e gosta.” Marcelo Reis: “É uma comida boa e acessível; estava fazendo muita falta para nós da comunidade do Paranoá. A gente economiza bastante em casa” Para o servente Marcelo da Silva Reis, 41, o restaurante é uma ajuda fundamental: “É uma comida boa e acessível; estava fazendo muita falta para nós da comunidade do Paranoá. Muita gente depende disso aqui, e dá para ver a melhora nesses anos. Eu sempre vinha almoçar aqui, que é uma opção mais viável do que outros lugares mais caros. A gente economiza bastante em casa”.  

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes Comunitários de Samambaia Expansão e São Sebastião reabrem com mais de 3,3 mil refeições servidas

Os Restaurantes Comunitários de Samambaia Expansão e de São Sebastião serviram 3.326 refeições na reabertura das unidades, nessa segunda-feira (29). Fechados temporariamente para receber melhorias na estrutura física, os locais voltam a oferecer café da manhã, almoço e jantar todos os dias da semana.  Em Samambaia Expansão, a unidade permaneceu fechada desde 30 de agosto, ganhando uma terceira câmara fria para ampliar a capacidade de armazenamento e conservação dos alimentos. Durante o período, ônibus foram disponibilizados para levar os frequentadores até a unidade de Samambaia (Rorizão). No dia da reabertura, foram servidas 1.567 refeições. Restaurantes passaram por uma série de mudanças e adequações estruturais | Foto: Renato Raphael/Sedes Já em São Sebastião, o restaurante estava fechado desde 30 de julho e passou por uma série de adequações estruturais, incluindo melhorias nas redes elétrica e hidráulica, além de adaptações físicas para aprimorar o funcionamento da unidade. Enquanto isso, os frequentadores foram atendidos no Restaurante Comunitário do Itapoã, com transporte garantido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pelas unidades. Na reabertura, o equipamento registrou o consumo de 1.759 refeições. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca que as intervenções têm caráter preventivo e fazem parte do conjunto de ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para assegurar qualidade, segurança e continuidade no atendimento. “São unidades que não tinham melhorias desde suas inaugurações e agora estão adequadas para melhor atender a população com a oferta de refeições balanceadas a preços baixos”, acrescenta. “São unidades que não tinham melhorias desde suas inaugurações e agora estão adequadas para melhor atender a população com a oferta de refeições balanceadas a preços baixos” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social O DF tem 18 restaurantes comunitários, localizados em áreas de grande vulnerabilidade social e insegurança alimentar, preferencialmente perto de pontos de transporte público. O objetivo dos equipamentos é preparar e oferecer refeições saudáveis a preços acessíveis. Em geral, as unidades disponibilizam café da manhã por R$ 0,50, almoço por R$ 1 e jantar por R$ 0,50. Confira o funcionamento do restaurante na sua região. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Distrito Federal lidera ranking de qualidade de vida no Brasil em 2025

Agência Brasília · DISTRITO FEDERAL LIDERA RANKING DE QUALIDADE DE VIDA NO BRASIL EM 2025 O Distrito Federal alcançou pela primeira vez o topo do ranking nacional de sustentabilidade elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado reflete os investimentos e políticas públicas implementados por este Governo do Distrito Federal (GDF) nos últimos anos para ampliar a eficiência na gestão de recursos e a qualidade de vida da população. “Trabalhamos diariamente para que as nossas ações não sejam apenas para o presente, mas sim para as próximas gerações, e que elas possam desfrutar e se orgulhar de nascer e viver no Distrito Federal” Governador Ibaneis Rocha Investimentos em educação e saúde estão entre os diferenciais que fazem o DF ganhar destaque em todo o país | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Desde o início da série histórica, em 2015, o Distrito Federal variou entre a quarta e a sexta posição até 2019. A partir daí, passou a subir gradualmente no ranking, ocupando o terceiro e depois o segundo lugar, até alcançar a liderança em 2025. Na sequência, aparecem Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Para o governador Ibaneis Rocha, a primeira colocação no ranking reforça que o DF é o melhor lugar para se viver. “Quando assumimos o governo, iniciamos um trabalho de resgate da nossa capital, de devolvê-la ao lugar que a população merece, transformando em uma terra de oportunidades, com saúde e educação de qualidade e um lugar mais seguro para se viver”, lembra. “Também trabalhamos diariamente para que as nossas ações não sejam apenas para o presente, mas sim para as próximas gerações, e que elas possam desfrutar e se orgulhar de nascer e viver no Distrito Federal”, conclui o chefe do Executivo. O ranking [LEIA_TAMBEM]O CLP define sustentabilidade social como a eficiência da atuação de um governo em reduzir situações de vulnerabilidade com o passar dos anos. Segundo os critérios do Centro, “o pilar vai além da renda, avaliando a garantia de direitos fundamentais e sociais”. Esse pilar reúne indicadores de saúde, pobreza, moradia, saneamento e trabalho decente, “refletindo a capacidade dos governos em prevenir e corrigir vulnerabilidades”, acrescenta o texto do CLP. Ainda segundo o instituto, ao potencializar a autonomia dos cidadãos e reforçar o capital humano, a sustentabilidade social amplia as chances de inserção no mercado de trabalho, fortalece a igualdade de oportunidades e contribui para um desenvolvimento mais inclusivo e sustentável. O CLP é uma organização suprapartidária criada há 12 anos com foco na formação de líderes e na promoção do debate sobre políticas públicas. A instituição atua em temas ligados ao fortalecimento do Estado Democrático de Direito, ao uso mais eficiente dos recursos públicos e à gestão transparente. Caminho até o primeiro lugar Obras no Sol Nascente/Pôr do Sol demandaram cerca de R$ 690 milhões | Foto:  Matheus H. Souza/Agência Brasília O desempenho do DF neste ranking de qualidade de vida reflete um conjunto de políticas públicas implementadas nos últimos anos. Obras estruturantes, programas sociais, investimentos em educação, saúde e mobilidade urbana permitiram que a capital reduzisse desigualdades e melhorasse o acesso a diferentes serviços. Na infraestrutura, por exemplo, as obras no Sol Nascente/Pôr do Sol, com investimento de cerca de R$ 690 milhões, transformaram a região com a chegada de pavimentação, drenagem, saneamento e  equipamentos públicos. Cartão Gás: benefícios destinados à população em situação de vulnerabilidade são prioritários neste GDF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Na saúde, foram entregues sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs), além da construção de três hospitais — Cidade do Sol, acoplado de Ceilândia (HRC) e acoplado de Samambaia (HRsam) — na época da pandemia. Mais de 8 mil profissionais de saúde foram contratados desde 2019, fortalecendo a rede pública. A área social também avançou com a ampliação dos restaurantes comunitários — tendo sido quatro construídos por este GDF —, que hoje oferecem três refeições diárias a preços simbólicos, e com programas como o Prato Cheio, o Cartão Gás e o Cartão Material Escolar, que beneficiam diretamente famílias de baixa renda. Na qualificação profissional, iniciativas como o RenovaDF e o QualificaDF já formaram mais de 100 mil pessoas, dando oportunidade a quem precisa. Aprovação do  Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília permite conciliar desenvolvimento urbano com preservação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  Na educação, o GDF construiu 19 novas creches, três escolas técnicas e a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), além de ampliar o Cartão Creche. Essas medidas reduziram filas de matrícula no ensino infantil e levaram ensino técnico e superior a regiões carentes de oportunidades. Na moradia, mais de 11 mil unidades habitacionais foram entregues em diferentes regiões administrativas, beneficiando cerca de 36 mil pessoas. Programas como o Morar DF, que concede subsídio para aquisição da casa própria, têm reforçado a política habitacional. Ao mesmo tempo, o governo avançou na regularização fundiária e aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), conciliando desenvolvimento urbano e proteção do patrimônio. Melhor qualidade de vida do país  Além da liderança no ranking do CLP, Brasília tem se consolidado como referência nacional em outros indicadores. A capital foi apontada como a de maior qualidade de vida do país, segundo o Índice de Progresso Social Brasil 2024, e tem 99% dos domicílios abastecidos com água potável. O DF também ganhou destaque como a segunda capital mais segura do Brasil, a quarta cidade mais empreendedora em 2023, e foi a única cidade brasileira a figurar na lista de 52 destinos turísticos do mundo, do The New York Times, no ano passado. Na educação, o DF tem o menor índice de analfabetismo do país; e, na saúde, liderou a taxa nacional de transplantes de fígado por milhão de habitantes. Também é pioneiro em políticas sociais, como o auxílio financeiro a órfãos do feminicídio, e registrou a maior expectativa de vida do Brasil, com média de 79,7 anos, segundo o IBGE.     

Ler mais...

Thumbnail

Políticas públicas do DF contribuem para o combate à fome no país

Recentemente, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) anunciou que o Brasil não está mais no chamado Mapa da Fome. Menos de 2,5% da população do país está em risco de subalimentação ou de falta de acesso à alimentação suficiente – ou seja, houve uma redução no número de pessoas que não consomem a quantidade mínima de calorias e nutrientes para manter uma vida saudável. O resultado reflete a média trienal de 2022/2023/2024. A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de políticas públicas que priorizam a garantia de segurança alimentar e combate à pobreza no país. O Distrito Federal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), tem contribuído para a obtenção de bons resultados, aumentando os investimentos e criando programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade. Políticas públicas focadas na segurança alimentar ajudaram o Brasil a sair do Mapa da Fome; no DF, iniciativas como o Cartão Prato Cheio e os restaurantes comunitários merecem destaque | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF Entre as ações implementadas pela Sedes-DF estão os programas Cartão Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 durante 18 meses a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos, e a Cesta Verde, composta por frutas, verduras e legumes frescos, entregues aos beneficiários pelo menos uma vez ao longo do ciclo de parcelas do Prato Cheio. Além disso, também foi fundamental para o combate à fome o Cartão Gás, um auxílio financeiro pago em parcelas bimestrais de R$ 100. Juntos, os programas beneficiam 170 mil famílias mensalmente desde 2020. “Hoje, o Cartão Prato Cheio é o maior programa de segurança alimentar e nutricional do país. Nos últimos quatro anos, mais de 670 mil famílias receberam o benefício, representando um investimento superior a R$ 900 milhões em todo o período”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Outra iniciativa importante no combate à fome no DF foi a ampliação do número de restaurantes comunitários – eram 14 e, agora, são 18. Quinze dessas unidades oferecem café da manhã, almoço e jantar a um preço simbólico de R$ 2, garantindo alimentação acessível e de qualidade para a população em situação de vulnerabilidade social. Antes desta gestão, os restaurantes ofereciam apenas almoço, que custava R$ 3. Dados da Sedes-DF mostram que a oferta de refeições nesses equipamentos aumentou de 6,5 milhões, em 2019, para 14 milhões, em 2024. “É importante ressaltar que o DF registrou um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, segundo as pesquisas de orçamento familiar [POF] e Nacional por Amostra de Domicílios Contínua [Pnad-Contínua]. Isso indica que estamos no caminho certo no combate à fome”, destaca a secretária. Nos últimos quatro anos, o investimento na ampliação da rede de segurança alimentar e nutricional da Sedes-DF quadruplicou. Em 2020, a Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) contava com menos de R$ 100 milhões para financiar as ações. Em 2024, esse valor chegou a quase R$ 400 milhões. “Vale ressaltar que políticas de outras áreas também têm sido fundamentais na garantia de segurança alimentar no DF, como o apoio à agricultura familiar e acesso à alimentação saudável, o fortalecimento da alimentação escolar e as ações de estímulo à geração de emprego e renda”, complementa Ana Paula Marra. O número de restaurantes comunitários aumentou de 14 para 18; do total, 15 unidades oferecem café da manhã, almoço e jantar a um preço simbólico de R$ 2 Mapa da Fome Os dados do Mapa da Fome constam no relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 – originalmente, em inglês, The State of Food Security and Nutrition in the World (Sofi 2025) –, lançado pela FAO durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU (UNFSS+4), em julho. Em 2014, o Brasil já havia saído da lista de países que têm pessoas passando fome. Mas, após a análise dos dados do triênio 2018/2019/2020, voltou à lista devido a um aumento da insegurança alimentar no período. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

População em situação de rua tem mais acesso à alimentação e atenção em saúde no DF

Todos os dias, por volta do meio-dia, José da Cruz (nome fictício) chega ao Restaurante Comunitário da Estrutural com o mesmo propósito: garantir a refeição que, sem esse serviço, talvez faltasse. “Eu não tenho outro lugar. Aqui é de graça, é certo de vir comer, me alimentar”, resume. Em situação de rua, sem renda fixa e com dificuldades até para pedir ajuda, ele considera o restaurante uma verdadeira salvação: “Saio com a barriguinha cheia, satisfeito.” O depoimento de José sintetiza o impacto direto das políticas públicas voltadas à segurança alimentar no Distrito Federal. O terceiro estudo temático do 2º Censo Distrital da População em Situação de Rua, divulgado nesta semana pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), mostra que cresceu significativamente o número de pessoas em situação de rua que recorrem aos restaurantes comunitários. Segundo o Censo Distrital da População em Situação de Rua, 45,1% dos entrevistados já se alimentaram em um Restaurante Comunitário | Fotos: Divulgação/Casa Civil O levantamento revela que, em 2022, apenas 13% dos entrevistados conseguiam se alimentar nesses espaços. Agora, esse número subiu para 45,1%, um aumento de 32,1 pontos percentuais. O aumento na frequência também chama atenção: 44,7% disseram ter usado os restaurantes cinco vezes ou mais nos últimos seis meses. Mais que o dobro do registrado no censo anterior, quando esse índice era de 18,3%. “O acesso à alimentação é um direito básico, e garantir esse direito é uma das prioridades da gestão. Os dados mostram que os esforços do GDF, por meio da coordenação da Casa Civil, têm gerado resultados concretos para a população em situação de rua”, destaca o secretário-chefe da Casa Civil e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua, Gustavo Rocha. Atualmente, o DF conta com 18 restaurantes comunitários, sendo que 15 funcionam de domingo a domingo, servindo três refeições Para a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF, Marcela Machado, os dados revelam avanços importantes. “Este recorte do Censo nos ajuda a compreender com mais profundidade como estão as condições de vida de pessoas em situação de rua, especialmente no que diz respeito ao acesso à alimentação e à segurança alimentar. Os dados reforçam o quanto é essencial garantir ações articuladas, que respondam de forma efetiva às necessidades da população em situação de rua no DF”. Atualmente, o Distrito Federal conta com 18 restaurantes comunitários em funcionamento, sendo que 15 funcionam de domingo a domingo, inclusive feriados. Refeições completas e balanceadas são servidas no café, almoço e jantar por apenas R$ 2 – ou gratuitamente, no caso de pessoas cadastradas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa é uma das principais frentes do GDF na promoção da dignidade e no combate à fome, com articulação direta da Casa Civil. A comparação entre os dois censos revela um aumento expressivo no acesso da população em situação de rua aos restaurantes comunitários Para o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, o levantamento mostra a importância de uma gestão pública baseada em dados confiáveis. “A comparação entre os dois censos revela um aumento expressivo no acesso da população em situação de rua aos restaurantes comunitários, o que indica o impacto direto de políticas públicas implementadas nesse sentido, como a expansão dos restaurantes. O IPEDF cumpre um papel fundamental ao subsidiar o planejamento, a avaliação e o aprimoramento contínuo dessas ações”. [LEIA_TAMBEM]Além dos avanços no campo da alimentação, o levantamento trouxe subsídios importantes para o fortalecimento das políticas públicas de saúde. A pesquisa aponta que parte expressiva dessa população enfrenta desafios relacionados ao bem-estar físico e emocional, como sintomas de ansiedade, depressão e dores persistentes. Para o GDF, esses dados reforçam a importância da atuação articulada entre saúde, assistência social e direitos humanos. “A Casa Civil tem trabalhado para integrar as ações do governo e garantir que os serviços cheguem com mais eficiência a quem precisa. Este estudo reforça que estamos no caminho certo. A prioridade é ampliar a dignidade, o cuidado e a proteção social para todos os cidadãos do DF”, completou Gustavo Rocha. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de fevereiro de 2025 com 568 pessoas que estavam nas ruas ou em serviços de acolhimento. A coleta foi conduzida pelo IPEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). *Com informações da Casa Civil e do IPEDF  

Ler mais...

Thumbnail

Ações do GDF transformam vida da população e levam capital a ter a melhor qualidade de vida do país

As ações deste Governo do Distrito Federal (GDF) transformaram o DF nos últimos anos. De obras de infraestrutura a projetos sociais — contemplando, entre outros setores, a cultura e a segurança —, diferentes medidas ajudaram a alçar a capital federal ao posto de cidade com melhor qualidade de vida do país. Concluído em tempo recorde, Túnel Rei Pelé teve investimento de R$ 275 milhões e gerou mais de 1,6 mil empregos | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília A maior obra foi aquela que veio para atender a uma demanda antiga de uma das regiões administrativas mais populosas do DF: o Túnel Rei Pelé, em Taguatinga. Concluída em tempo recorde, em dois anos e dez meses, a via subterrânea recebeu investimento de R$ 275 milhões e gerou mais de 1,6 mil empregos, beneficiando cerca de 140 mil pessoas, também de outras regiões, como Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente/Pôr do Sol. Este GDF concluiu o Complexo Viário Governador Roriz, construiu o Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, reformou o Buraco do Tatu e reconstruiu o Viaduto do Eixão Sul, que havia desabado. Além do viaduto do Eixão, foram entregues mais 11 viadutos. São eles: os viadutos do Setor Policial, Sobradinho, Riacho Fundo, Jardim Botânico, Recanto das Emas-Riacho Fundo II, Sudoeste e Itapoã-Paranoá. Infraestrutura Obras não faltaram também para reinventar a infraestrutura urbana de cidades mais recentes, como o Sol Nascente/Pôr do Sol. Antes tido como “maior favela do Brasil”, o bairro virou oficialmente uma região administrativa em 2019 e, desde então, recebeu mais de R$ 630 milhões em investimentos em obras de urbanização, como pavimentação, drenagem, saneamento básico, iluminação pública, calçadas e acessibilidade. Vicente Pires já conta com 300 km de vias e calçadas pavimentadas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O mesmo foi feito em Vicente Pires, região que, por décadas, era conhecida pelos drásticos episódios de destruição durante as chuvas. Hoje, após investimentos de cerca de R$ 500 milhões, o local conta com 300 km de vias e calçadas pavimentadas, 185 km de redes para escoar água da chuva, 460 km de meios-fios e 13 lagoas de detenção — também para captação de águas pluviais. Além disso, estão em execução o calçamento da Avenida da Misericórdia, com investimento de R$ 58 milhões, e a finalização de mais uma bacia de contenção. E não dá para mencionar captação de água da chuva sem citar o maior programa de drenagem da história da capital federal, o Drenar-DF. Inaugurado em abril deste ano, com investimento de mais de R$ 180 milhões, ele conta com 7,7 km de extensão e foi projetado para suportar precipitações intensas e conduzir grandes volumes de água até o ponto de escoamento, a fim de tentar solucionar o problema crônico dos alagamentos na Asa Norte.  Cultura Teatro Nacional, interditado por quase 11 anos, ganhou reforma na Sala Martins Pena e terá toda a estrutura restaurada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Outra demanda antiga atendida nos últimos anos foi a reabertura do Teatro Nacional Claudio Santoro. Depois de quase 11 anos interditado, o principal equipamento cultural da cidade voltou a receber o público na Sala Martins Pena. Elogiada por artistas e espectadores, a reforma contou com investimento de R$ 70 milhões. E a segunda etapa da obra já está garantida, com a restauração de todo o corpo do Teatro Nacional Claudio Santoro, incluindo o foyer, as salas Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno e o Espaço Dercy Gonçalves. Outras áreas Delegacias 24 horas: DF já tem 31 unidades funcionando ininterruptamente | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Mas as ações não são restritas às grandes obras. Na área social, há grande preocupação em atender aqueles que mais precisam. Uma das iniciativas deste GDF foi voltar o preço do almoço nos restaurantes comunitários a R$ 1. Mais do que isso: houve a abertura de novas unidades e a oferta de café da manhã e jantar em parte delas, ao preço de R$ 0,50, cada. Agora, são 18 restaurantes, dos quais 13 oferecem as três refeições todos os dias da semana — incluindo domingos e feriados. Na segurança, as delegacias voltaram a funcionar 24 horas por dia em 2019. São 31 delegacias circunscricionais e quatro especializadas funcionando ininterruptamente, permitindo à população o acesso a ajuda e orientação policial a qualquer hora do dia, e contribuindo para que Brasília fosse considerada a segunda capital mais segura do país pelo Atlas da Violência.

Ler mais...

Thumbnail

Pesquisa revela perfil dos usuários de restaurantes comunitários e aponta regiões com maior demanda por novas unidades

O Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) e a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) lançaram, nesta quinta-feira (3), a Pesquisa Diagnóstico sobre Novos Restaurantes Comunitários no Distrito Federal, diante da necessidade de ampliação desses equipamentos na capital. O objetivo da pesquisa foi identificar as características dos frequentadores, como perfil sociodemográfico, ocupacional e dinâmicas de deslocamento. Dessa forma, o estudo permitiu analisar as regiões que apresentam maior necessidade de ampliação do serviço e de otimização dos recursos públicos. Pesquisa que aponta o perfil dos usuários dos restaurantes comunitários no Distrito Federal foi divulgada nesta quinta (3) | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Para a coleta dos dados, foi aplicado um questionário que alcançou 898 indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos, que estiveram nos restaurantes comunitários entre os dias 18 e 25 de novembro de 2024. O levantamento revelou o perfil predominante dos frequentadores em termos de idade, raça, renda e frequência de uso. A pesquisa mostrou que a maioria dos visitantes são homens pardos (52,8%), entre 30 e 49 anos (40,8%), trabalhadores autônomos (28%), com renda de até um salário mínimo (41,8%), que utilizam o serviço pelo menos três vezes por semana. Em relação à motivação dos visitantes, destacam-se a proximidade de casa (27%), o sabor e a diversidade do cardápio (18,8%) e o preço acessível (18,8%). [LEIA_TAMBEM]Quanto à escolha de qual restaurante frequentar, a maioria dos respondentes (81,6%) utiliza predominantemente a unidade da região onde mora, enquanto 15,4% frequentam mais os restaurantes de outras regiões. Entre aqueles que frequentam restaurantes fora da região onde residem, a principal motivação é a proximidade com o local de trabalho (54,3%). Apenas 1,8% relata não haver restaurante comunitário na região em que vivem. O estudo também demonstrou quais as regiões administrativas (RAs) com maior necessidade de abertura de novos restaurantes comunitários, como Ceilândia, com 9,2% de respostas. A localidade é a próxima a receber uma nova unidade, em fase de projeto na Novacap, com local já definido. As demais RAs apontadas na pesquisa são Taguatinga (8,9%), Plano Piloto (8,3%) e Arapoanga (7,5%). Entre as motivações apontadas pelos respondentes estão a percepção de alta vulnerabilidade social em algumas regiões do DF (27,8%) e a proximidade com o local de trabalho (19,8%). O estudo apontou que a cidade com maior necessidade de abertura de novos restaurantes comunitários é Ceilândia "Este estudo é importantíssimo porque, além de ratificar nosso investimento nos restaurantes comunitários para o combate à insegurança alimentar e nutricional das famílias mais vulneráveis, ele também traz outras perspectivas que vão embasar a melhoria de toda essa política pública para a população", ressaltou a titular da Sedes-DF, Ana Paula Marra. Já o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, destacou a importância dos resultados obtidos: "Entendemos a necessidade de conhecer melhor o perfil das pessoas que frequentam os restaurantes comunitários, porque o Distrito Federal tem um programa de segurança alimentar muito robusto e bem estruturado. Precisamos ter dados e informações que realmente mostrem isso para a população. Para que ela perceba não só no dia a dia, mas também por meio de informações e evidências científicas, que as ações de segurança alimentar estão chegando a quem precisa e trazendo os resultados esperados", disse. Acesse aqui a Pesquisa Diagnóstico sobre Novos Restaurantes Comunitários no Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Cartão Prato Cheio completa cinco anos como política pública consolidada e terá valor reajustado para R$ 280

Cinco anos depois de ser criado para acolher a população durante a pandemia de covid-19, o Cartão Prato Cheio firmou-se como uma das principais políticas públicas instituídas por este Governo do Distrito Federal (GDF), com mais de 560 mil famílias beneficiadas desde 2020. Para comemorar a data, o governo anunciou que o valor pago passará de R$ 250 para R$ 280, a partir de setembro. Além disso, também aumentou o período de concessão de nove para 18 meses e ampliou o número de famílias atendidas de 100 para 130 mil, a partir de 1º de junho. O governador Ibaneis Rocha comemora o quinto aniversário do Prato Cheio:  “Acho que a grande obra que nós fazemos é cuidar da vida das pessoas, é dar uma alimentação digna, é dar segurança alimentar e dar condições para que elas possam se desenvolver e desenvolver a vida de seus filhos” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Foi o que anunciou o governador Ibaneis Rocha durante a comemoração do quinto aniversário do Prato Cheio, nesta quarta-feira (28), em Ceilândia, região administrativa com maior número de famílias contempladas: 14,8% do total do programa.   “É uma alegria muito grande poder estar comemorando cinco anos desse projeto, que é exitoso e chega diretamente às famílias”, declarou o governador. “Isso nos alegra muito, porque uma cesta básica hoje custa em torno de R$ 80. Com R$ 250, cada família pode comprar três cestas básicas, pode garantir a alimentação dentro de casa, e nós tiramos essas pessoas que estavam em situação de insegurança alimentar porque não tinham antigamente as três refeições. Hoje, a gente garante essa alimentação com o Cartão Prato Cheio, por meio do DF Social e dos nossos restaurantes.”    O chefe do Executivo reforçou que os programas sociais são uma marca importante de sua gestão, assim como a transformação da infraestrutura: “A gente tem a fama de ser tocador de obra, e eu gosto dessa fama, mas acho que a grande obra que nós fazemos é cuidar da vida das pessoas, é dar uma alimentação digna, é dar segurança alimentar e dar condições para que elas possam se desenvolver e desenvolver a vida de seus filhos. Para isso a gente está cuidando de creche, cuidando de escola, ampliando a rede hospitalar”. Ibaneis também anunciou novidades para a Saúde, ao detalhar que nos próximos dias o GDF vai assinar o contrato para construção de novas unidades de pronto atendimento (UPAs). Acolhimento Considerada a madrinha da assistência social no Distrito Federal, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha destacou o impacto do programa para acolher as famílias em situação de vulnerabilidade: “Quando cheguei à Sedes [Secretaria de Desenvolvimento Social], havia 6 mil pessoas aguardando a entrega da cesta básica. Então, aquilo que era só um socorro emergencial se tornou a maior política pública de segurança alimentar de todo o país. Muitas mães, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de chegar ao supermercado e escolher qual a marca do iogurte para o filho, se iria comer um peixe, se iria comer uma sardinha, se iria comer uma carne moída. Essa é a autonomia que o Cartão Prato Cheio trouxe”.  Atualmente estão cadastradas 100 mil famílias, que recebem todo mês o benefício, totalizando aproximadamente 520 mil pessoas. Para o próximo mês, a previsão é que o número suba para 130 mil. O investimento total previsto para 2025 ultrapassa os R$ 300 milhões, beneficiando mais de 1,2 milhão de pessoas. Economia e agricultura familiar Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, o investimento vai além da segurança alimentar: “Com esse cartão a gente fomenta também a economia e a agricultura familiar. Esse é o maior programa social que o Distrito Federal já teve, então é um investimento que transforma vidas, porque não tem como falar em assistência social, em desenvolvimento social e em autonomia sem matar a fome das pessoas”.  Os beneficiários que já recebem o Cartão Prato Cheio (dentro do ciclo atual) terão automaticamente o ciclo ampliado. Após o prazo citado, quem ainda estiver em situação de insegurança alimentar e nutricional deverá passar por novo atendimento socioassistencial para análise quanto à permanência no programa. Nesse caso, a renovação não é automática.  “O Cartão Prato Cheio é um programa que traz alívio imediato para as famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo alimentação digna para quem mais precisa”, enfatizou a vice-governadora Celina Leão. “Ele sintetiza o cuidado da nossa gestão com as pessoas, com um olhar especial para as famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Nós seguimos trabalhando para que cada habitante do DF tenha acesso à comida todos os dias, com qualidade e na quantidade necessária.” Dinheiro no bolso, comida na mesa Em um contexto de desafios agravados pela pandemia de covid-19, o GDF criou o Cartão Prato Cheio, em 2020, para substituir as tradicionais cestas básicas por um cartão que traz dignidade e liberdade de escolha aos beneficiários.  Carla Rodrigues, cuidadora de idosos, utiliza o cartão:  “Tenho cinco filhos, e, atualmente sem trabalhar, é o que me ajuda a ter o que dar de comer para eles”  O diferencial do Cartão Prato Cheio é o poder de escolha das famílias. As mães, maioria entre os beneficiários, têm autonomia para selecionar o que os filhos gostam de comer e fazem as compras do mês no mercado mais perto de casa. O cartão também viabilizou o aumento expressivo no número de famílias beneficiadas. Helen Matias, dona de casa: “Pego meu cartão e compro tudo o que precisa. Eu uso para garantir arroz, feijão e cuscuz. É uma ajuda e tanto” Para a cuidadora de idosos Carla Rodrigues, de 32 anos, o benefício permite mais tempo com os filhos. “Esse programa é uma mão na roda”, avaliou. “Tenho cinco filhos, e, atualmente sem trabalhar, é o que me ajuda a ter o que dar de comer para eles. Com esse benefício, sobra um dinheiro para eu pegar os meninos num domingo e passear de graça pela cidade [pelo programa Vai de Graça, instituído por este GDF para garantir transporte gratuito nos domingos e feriados], tomar um sorvete na Rodoviária ou no Conjunto Nacional”.  A dona de casa Helen Matias, 24, fez questão de participar da comemoração de cinco anos do Prato Cheio. Para ela, a realidade é outra de quando vivia sem o benefício: “Eu tenho três filhos, e tinha época em que eu precisava ir à casa da minha mãe pegar alguma coisa ou até pedir dinheiro emprestado. Naquela época, às vezes faltava lanche para eles. Agora não preciso de mais nada disso, eu mesma pego meu cartão e compro tudo o que precisa. Eu uso para garantir arroz, feijão e cuscuz. É uma ajuda e tanto”.  A diarista Cleidiane Rodrigues também utiliza o benefício para outras aquisições:  “Eu consigo comprar algum eletrodoméstico de que estou precisando muito” Já para a diarista Clediane Rodrigues, 44, o Cartão Prato Cheio, além de garantir a comida da família, é uma ajuda para comprar outras coisas que faltam em casa: “Eu consigo comprar algum eletrodoméstico de que estou precisando muito”, disse. “O programa representa um futuro melhor para meus filhos. E eu não tenho vergonha de dizer que sou beneficiária, porque só eu sei o quanto isso me ajuda no início do mês”.  Como participar A família que se encontra em situação de insegurança alimentar - ou seja, que tem dificuldade de adquirir, com regularidade, alimentos em quantidade e qualidade suficientes - pode estar apta a ingressar no programa, desde que atenda aos critérios estabelecidos pelo decreto nº 42.873/2021: 1 – Possuir renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa da família; 2 – Estar em situação de insegurança alimentar; 3 – Estar inscrito no Cadastro Único para os programas sociais do governo federal  ou no Sistema da Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF); 4 – Residir no Distrito Federal. Para saber se foi contemplado, o beneficiário deve acessar o site site GDF Social e aguardar para retirar o cartão no Banco de Brasília (BRB), conforme cronograma divulgado mensalmente. O BRB é responsável pela confecção do cartão. Para mais informações, acesse o site da Sedes-DF.  

Ler mais...

Thumbnail

Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde

Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) apontou um aumento de quase 90% no acesso de pessoas em situação de rua aos serviços públicos de saúde do Distrito Federal. O estudo também registra uma redução nos relatos sobre problemas de saúde em comparação ao Censo de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações constam na Pesquisa Pop Rua, divulgada pelo Governo do DF (GDF) em abril deste ano. Equipe do Consultório na Rua em ação: de 2024 até março deste ano, foram quase 16,5 mil atendimentos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o estudo, entre os avanços observados, a proporção de pessoas em situação de rua que utilizaram as unidades básicas de saúde (UBSs) saltou de 36,7% para 51,7%. Já o atendimento em unidades de pronto atendimento (UPAs) e em hospitais passou de 20,7% para 36,9%. O levantamento mostra, ainda, maior acesso desse público às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), responsáveis também pela oferta de suporte em saúde mental. Segundo a pesquisa, a procura subiu de 18,6% para 28,7%. Já nos centros Pop, que prestam apoio social a essa população, foi registrado um aumento de 2,1% no atendimento. “Cada atendimento registrado representa uma vida que foi acolhida, escutada e cuidada”, afirma o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Estamos falando de pessoas que, por muito tempo, estiveram invisíveis ao poder público. Esses avanços mostram que estamos no caminho certo ao levar saúde, alimentação e dignidade a quem mais precisa. O trabalho das equipes do Consultório na Rua e a oferta de refeições nos restaurantes comunitários são exemplos de uma política pública que enxerga o ser humano antes da sua condição social.” Consultório na Rua Entre as ações integradas deste GDF que contribuíram para ampliar o acesso desta população à saúde pública, está o trabalho das equipes do Consultório na Rua, que prestaram mais de 10 mil atendimentos em 2024 e quase 16,5 mil entre o ano passado e março deste ano. “Todo o DF está coberto pela ação dessas equipes, e está no nosso planejamento continuar ampliando o número de profissionais que atuam nesses grupos”, reforça o diretor das Áreas Estratégicas da Atenção Primária, Afonso Abreu Mendes Junior. Na avaliação do gestor, a ampliação da cobertura das equipes foi determinante para melhorar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde: “Além das equipes da Estratégia em Saúde da Família, esse novo dispositivo veio como um reforço essencial. Acreditamos que o aumento da cobertura das equipes do Consultório na Rua foi um fator primordial para garantir esse acesso”. As equipes tiveram acesso a uma nota técnica elaborada para orientações detalhadas sobre o atendimento a ser ofertado. “Também ofertamos um curso voltado a gestores e profissionais de todas as regiões para uma atuação focada em acesso e equidade”, informa Mendes Junior. “Precisamos lembrar que a pessoa em situação de rua é usuária do SUS como eu, como você. Ela precisa – e deve – ser atendida”. Acolhimento e cuidado A médica de família Samanta Hosokawa lembra que o Consultório de Rua faz acompanhamento integral: “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento” Uma das ações mais recentes do programa ocorreu na quarta-feira (14), em Águas Claras e em Arniqueira. “Atendemos em vários pontos da Região Sudoeste de Saúde”, relata a médica de família Samanta Hosokawa. “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional – enfermeiro, técnicas de enfermagem, dentista, assistente social, psicólogo – para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento”. Segundo a profissional de saúde, o trabalho das equipes do Consultório na Rua vai além do atendimento inicial: elas garantem o acompanhamento integral dos pacientes, mesmo diante dos desafios impostos pela vulnerabilidade social. “Levamos testagens rápidas para ISTs, teste de gravidez, vacinas, medicamentos e fazemos encaminhamentos via Sisreg [Sistema Nacional de Regulação] para a atenção secundária, quando necessário”, detalha. “Muitos precisam de exames de imagem ou atendimento com especialistas, e nós regulamos e acompanhamos tudo isso. Como muitos não têm telefone, ficamos atentos ao sistema; e, assim que a vaga sai, voltamos até eles para entregar as chaves do atendimento.” Atendimento acolhedor Ronaldo Nascimento já foi atendido pelas equipes do Consultório na Rua: . “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Eles fazem encaminhamento, acompanham” Para quem está nas ruas, o acolhimento e o cuidado das equipes de saúde fazem toda a diferença. Aos 50 anos, Ronaldo Nascimento vive em situação de rua desde 2006 e, com a ajuda da Secretaria de Saúde (SES-DF) foi internado para tratar uma tuberculose. “Para mim, foi importante demais”, conta. “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Me trataram superbem, nunca imaginei que teria esse atendimento morando na rua. Eles fazem encaminhamento, acompanham. Agora estou em busca de tratamento para dependência química”. Alexandre Soares:  “Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado” Outro que reconhece a importância dos serviços é Alexandre Soares, 51. “Tem me ajudado bastante. Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Aqui sou atendido com carinho e muito mais rápido. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado”, explica. Assistência social Ampliar o acesso ao diagnóstico também significa aumentar as chances de tratamento e recuperação. É o que revela a pesquisa: embora os relatos de ansiedade e depressão ainda representem 28,6% das queixas entre a população em situação de rua, houve uma queda de 9,1% em relação a 2022. Já problemas de saúde bucal diminuíram 27,6%, e as dores crônicas tiveram redução de 19,8%. Outro avanço importante apontado pela pesquisa foi o aumento da oferta de refeições gratuitas para pessoas em situação de rua em todos os restaurantes comunitários do DF. O acesso a esse serviço subiu de 35,6% em 2022 para 54,7% em 2025. Entre janeiro de 2024 e março deste ano, foram servidas 1.607.493 refeições.  

Ler mais...

Thumbnail

Restaurantes comunitários celebram os 65 anos de Brasília com cardápio típico

Nesta quarta-feira (23), os restaurantes comunitários (RCs) do Distrito Federal homenageiam os 65 anos de Brasília com um cardápio típico no almoço, servido a R$1. A refeição traz ingredientes que remetem à cultura alimentar do Quadradinho, como frango ao molho de açafrão, farofa de quiabo, vinagrete de abacate, arroz biro-biro e curau com canela. Seguindo a tradição dos cardápios temáticos, os restaurantes comunitários do DF ofereceram pratos como moqueca de peixe e pirão, na Sexta-feira Santa | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Além do cardápio que valoriza os sabores da cidade, as unidades promovem ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), reforçando o papel dos RCs como espaços de aprendizado, memória e pertencimento. Algumas unidades também contarão com atrações extras, como apresentações culturais e momentos de celebração comunitária. A ação reforça o compromisso da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) com políticas públicas que nutrem o corpo e fortalecem os laços sociais, celebrando a capital com sabor e identidade. No Restaurante Comunitário do Sol Nascente, localizado na Quadra 105 do Trecho 1, a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, acompanhará de perto o serviço, participando das atividades junto à comunidade, das 13h às 14h. “A gente sabe que Brasília é feita de muitas histórias, e os restaurantes comunitários estão presentes em milhares delas. Convido toda a população a viver essa comemoração com afeto, tradição e comida boa a R$1”, afirma a secretária. Os 15 restaurantes comunitários que estão em funcionamento no DF oferecem almoço das 11h às 14h. O cardápio diário do almoço pode ser conferido no site oficial da Sedes-DF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Cardápio especial marca a Sexta-feira Santa nos restaurantes comunitários do DF

Sexta-feira Santa é um dia sagrado para os cristãos, que evitam comer carne vermelha na data. Por isso, o peixe no almoço virou uma tradição. E não seria diferente nos restaurantes comunitários do Distrito Federal. Nesta sexta (18), seguindo o costume, os locais ofereceram uma moqueca de peixe ao público – com ovos mexidos como alternativa, acompanhados de arroz, feijão, pirão e salada, além do suco e da fruta de sobremesa. Os restaurantes comunitários do Distrito Federal serviram um cardápio temático nesta Sexta-feira Santa: moqueca de peixe, com arroz, feijão, pirão e salada | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O restaurante comunitário é um lugar onde as famílias se reúnem para fazer as refeições, confraternizar. E 13 dos 18 equipamentos do DF funcionam normalmente durante o feriado. Como muitos brasileiros gostam de comer peixe nesta data e têm isso como uma tradição, decidimos substituir, excepcionalmente, a feijoada de sexta para atender um número maior de pessoas e receber essas famílias”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social do DF, Ana Paula Marra. O público aprovou a ação. “Hoje eu só como peixe, é tradição. E aqui está ótimo, uma maravilha, uma benção”, definiu a dona de casa Neuza Maria de Jesus, que ainda contou ir com frequência ao restaurante comunitário do Sol Nascente. A dona de casa Neuza Maria de Jesus aprovou o menu especial: “Hoje eu só como peixe, é tradição. E aqui está ótimo, uma maravilha, uma benção” O pedreiro Adomiran Siqueira é outro que vai “de manhã, de tarde e de noite” ao local. Evangélico, ele relatou que “a vida toda, desde criança” costuma comer peixe na Sexta-feira Santa: “Hoje está maravilhoso. Estou levando [marmitas] para casa para o pessoal que está aguardando aproveitar também essa ceia, que está bacana.” A aposentada Irineia Pereira também levou marmitas para casa: “Vou levar para meu esposo e para uma filha. Pego comida quase direto aqui, difícil eu fazer em casa. O preço é bom”. A aposentada Irineia Pereira aproveitou para garantir o almoço dos familiares que ficaram em casa: “Vou levar para meu esposo e para uma filha. Pego comida quase direto aqui, difícil eu fazer em casa” Atualmente, o DF conta com 18 restaurantes comunitários, dos quais 13 funcionam todos os dias da semana – incluindo domingos e feriados –, com oferta de café da manhã, almoço e jantar. Juntas, as unidades servem, em média, 50 mil refeições por dia. Os cardápios de cada dia estão disponíveis no site da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF).  Os preços são populares: enquanto o almoço sai por R$ 1, o café e o jantar custam R$ 0,50 cada, totalizando um custo de R$ 2 para as três refeições do dia. Pessoas em situação de rua, cadastradas junto à Sedes, podem comer gratuitamente – só no ano passado, 900 mil refeições foram servidas a esse público. Os cardápios temáticos são adotados frequentemente nos restaurantes comunitários em datas especiais. No Natal, por exemplo, as unidades ofereceram uma ceia, com direito a música e presença do Papai Noel. Tais ações reforçam a vocação do espaço de, além de oferecer alimentação de qualidade a preços populares, servir como espaço de convivência para a população.

Ler mais...

Thumbnail

Oferta dos restaurantes comunitários cresce 34% com novas unidades e três refeições

Com o objetivo de garantir a segurança alimentar e nutricional da população, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem ampliado a oferta nos restaurantes comunitários da cidade. Atualmente, 13 das 18 unidades servem três refeições – café da manhã, almoço e jantar – por R$ 2 e funcionam todos os dias, incluindo domingos e feriados. Iniciada em junho de 2023, a expansão do serviço já representa uma alta de 34,4% no número de refeições servidas semanalmente pelo programa gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Segundo os dados da pasta, com a ampliação, cada unidade serve, em média, 20.974 pratos por semana. Antes do acréscimo, a média era de 15.596, o que representa 5.378 refeições a mais semanalmente em cada um dos restaurantes. Iniciada em junho de 2023, a expansão do serviço já representa uma alta de 34,4% no número de refeições servidas semanalmente pelo programa gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A unidade em que a extensão teve mais impacto foi a do Itapoã. Quinto a ampliar o número de refeições e o funcionamento, o restaurante comunitário teve um aumento de 68,45% nos pratos servidos, pulando de uma média semanal de 13.538 para 22.808. A costureira Eleuza Oliveira, 61 anos, é uma das usuárias que auxiliou esse crescimento. Ela frequenta o Restaurante Comunitário do Itapoã diariamente para fazer as três refeições. “Estou sempre lá. Vou todos os dias porque eu moro sozinha, então isso me ajuda a economizar com o botijão de gás e nas compras da feira”, conta. Para a mulher, a ampliação das refeições na unidade permitiu que ela incluísse frutas em sua alimentação, tornando sua dieta mais saudável e balanceada. “O que eu mais gosto é poder comer frutas no café da manhã. Na minha casa eu nunca tive como comprar”, comenta. O objetivo é que todas as 18 unidades possam abrir todos os dias e servir a modalidade de três refeições diárias por R$ 2 – sendo R$ 1, o almoço, e R$ 0,50, o café da manhã e jantar, cada | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Impacto Nono a passar pela mudança, o Restaurante Comunitário de Sobradinho também registrou um crescimento de 49,73% nas refeições, saltando de uma média de 16.401 por semana para 24.550. Reinaugurado em janeiro após passar por uma reforma, o Restaurante Comunitário do Gama tem pouco tempo de ampliação, mas o resultado é perceptível. Com um crescimento de 49,73%, a unidade servia uma média de 12.880 refeições e passou para 18.011 com o acréscimo das alimentações. “Não é à toa que a Sedes é referência nacional no combate à fome no país. Quando entregamos café da manhã, almoço e jantar por apenas R$ 2, num domingo ou feriado, por exemplo, estamos proporcionando não somente alimentação adequada às famílias mais vulneráveis, mas também cidadania e dignidade, porque a fome não espera”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Segurança alimentar A mudança tem ocorrido de forma gradual nos restaurantes comunitários do DF. Atualmente, o esquema funciona nas seguintes unidades: Riacho Fundo II, Arniqueira, Itapoã, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia Expansão, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol, Varjão, Brazlândia, Paranoá e Gama. O objetivo é que todas as 18 unidades possam abrir todos os dias e servir a modalidade de três refeições diárias por R$ 2 – sendo R$ 1, o almoço, e R$ 0,50, o café da manhã e jantar, cada -, para fortalecer a rede de segurança alimentar e nutricional. Pessoas em situação de rua não pagam. A maioria dos restaurantes também passou a aceitar novas modalidades de pagamento, além do dinheiro, é possível fazer o pagamento em Pix, cartão de crédito ou débito, Cartão Prato Cheio e Cartão DF Social.

Ler mais...

Thumbnail

Frequentadores dos restaurantes comunitários aprendem sobre a importância de evitar alimentos industrializados

Escolher os alimentos certos para manter a saúde em dia. Esse é o objetivo da ação de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) de fevereiro realizada nesta quarta-feira (19) nos restaurantes comunitários do Distrito Federal. Mensalmente, as equipes dos restaurantes preparam uma ação especial, com temáticas diversas, para incentivar os frequentadores a ter uma alimentação saudável e balanceada também em casa, com a família. O foco da ação de EAN deste mês é ensinar os usuários de forma descontraída a diferenciar os alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados para que eles possam fazer boas escolhas alimentares na hora de ir ao supermercado, por exemplo. Para levar essa informação, as equipes prepararam uma dinâmica com a nutricionista para mostrar a diferença entre os alimentos e explicar. Frequentadores aprenderam de forma leve e divertida a diferenciar os alimentos in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF “Estamos mostrando para eles que os alimentos processados e ultraprocessados não fazem bem à saúde, como muitos pensam. Podem, às vezes, ser mais fáceis de consumir, mas não têm os nutrientes que o organismo precisa. Então, nós mostramos exemplos de alimentos naturais para que eles façam boas escolhas”, destaca a nutricionista do Restaurante Comunitário Sol Nascente/Pôr do Sol, Maísa Araújo, da empresa parceira da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) na gestão do equipamento. “As ações de educação alimentar ensinam práticas saudáveis que podem ser incorporadas ao cotidiano, promovendo uma alimentação adequada e saudável. É importante, nessas ações, pensar em atividades que aproximem os frequentadores da temática para aumentar a conscientização”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O mural interativo do restaurante comunitário explica a classificação do grau de processamento dos alimentos, conforme as orientações do Guia Alimentar para a População Brasileira. Os participantes da atividade receberam frutas (banana e maçã), embaladas juntas em um saquinho próprio para alimentos. “O objetivo da ação de EAN deste mês é fazer com esse usuário do restaurante comunitário tenha autonomia para fazer escolhas alimentares mais saudáveis, já com esse olhar, sabendo o que é processado, o que é ultraprocessado e o que é ‘in natura’ no supermercado. Com essa dinâmica, eles podem compreender quais alimentos devem ser consumidos e priorizados, e quais devem ser consumidos com moderação ou serem evitados, além de aprender a identificar as diferentes classificações e graus de processamento dos alimentos”, reforça uma das responsáveis pela gestão das ações de EAN na Sedes, Carolina Suaid. A ação agradou os frequentadores do Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol, como Carlos Alves, de 68 anos, que pediu para participar. “Coloquei a plaquinhas nas coisas boas, saudáveis. Eu não sabia diferenciar esses alimentos, não. Achei bem legal hoje. Tudo que é brincadeira é bom, a gente faz sorrindo”, conta. Alessandro Santiago, de 28 anos, também se divertiu participando da dinâmica. Para ele, é importante ter mais ações como essa na comunidade. “É bom para alertar todo mundo a ter uma alimentação mais saudável, buscar produtos mais naturais, e evitar esses processados”, afirma. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Ler mais...

Thumbnail

GDF vai ampliar refeições para todos os restaurantes comunitários em 2025

Até o final deste ano, a expectativa é que todos os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal ofereçam as três refeições por dia: café da manhã, almoço e jantar, funcionando todos os dias, incluindo domingos e feriados. Em 2025, serão ampliados os restaurantes de Samambaia, Santa Maria, Ceilândia, Estrutural e Sol Nascente. Essa e outras novidades foram destaque da entrevista concedida, nesta segunda-feira (10), pela secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ao programa CB Poder, do jornal Correio Braziliense e da TV Brasília. “Em 2020, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu na área social em torno de R$ 500 milhões. Em 2024, ultrapassamos R$ 1 bilhão. Isso mostra a responsabilidade que é preciso ter para gerir esse orçamento. Nós estamos aumentando o número de famílias beneficiadas desde 2020, mas, ano passado, nossa grande ampliação foi nas refeições servidas nos restaurantes comunitários. São 13 que já oferecem café da manhã a R$ 0,50, almoço a R$ 1 e jantar a R$ 0,50”, ressaltou a gestora. “Para este ano, nossa equipe está preparando as licitações dos restaurantes que ainda não foram ampliados para viabilizar o aumento da oferta de refeições. Foi uma determinação do governador.” Ana Paula Marra: “Nós estamos aumentando o número de famílias beneficiadas desde 2020, mas, ano passado, nossa grande ampliação foi nas refeições servidas nos restaurantes comunitários” | Foto: Divulgação/Sedes Ana Paula Marra explicou como a medida aumentou o índice de segurança alimentar no DF, já que, entre os pontos avaliados, estão o número de refeições que a família faz no dia e quantas refeições ela tem expectativa de fazer no dia seguinte. “Os restaurantes ficam em regiões com alto índice de vulnerabilidade social. Com as três refeições, nós conseguimos melhorar esse acesso à alimentação. O DF teve um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, segundo dados do IBGE. Para vocês terem uma ideia, no início da gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, eram servidas cerca de 6 milhões de refeições. Em 2024, ultrapassamos 14 milhões de refeições.” Outras medidas “A novidade do ano de 2025 são os abrigos de pernoite, que vão atender 200 pessoas por dia” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Ao fazer um balanço das ações da secretaria, Ana Paula Marra destacou o lançamento ainda neste ano dos abrigos de pernoite para a população em situação de rua. A medida foi incluída no edital publicado em 2024 com abertura de até duas mil novas de acolhimento para esse público. “A novidade do ano de 2025 são os abrigos de pernoite, que vão atender 200 pessoas por dia, oferecer refeições e uma dignidade noturna, com lugar limpo, coberto e seguro para dormir, fazer higiene pessoal.” Na entrevista, a secretária de Desenvolvimento Social também reforçou a importância da inauguração do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Migrante, pioneiro no Brasil, o envio das mensagens pelo WhatsApp para confirmar os agendamentos nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e a possibilidade de publicação de novo concurso público ainda para este ano. “Sempre digo que a assistência social tem que acompanhar o crescimento da população. Por isso, a intenção do governador é lançar um novo concurso ainda no ano de 2025 para a carreira de três secretarias: Desenvolvimento Social, Justiça e Cidadania (Sejus) e da Mulher. É necessário ter mais servidores para as novas unidades que precisarão ser criadas”, enfatiza Ana Paula. “Quando nós assumimos a gestão, percebemos uma secretaria completamente desestruturada, tanto que, naquela situação, era impossível abrir mais unidades. Foi necessária muita coragem para, durante a pandemia, seguir as etapas do concurso, mas nós convocamos todos os aprovados no último concurso, quase dobramos o número de servidores da secretaria.” *Com informações da Sedes-DF

Ler mais...

Thumbnail

Série de reportagens mostra como obras e ações deste GDF transformaram a vida da população

Tão importante quanto escrever ou viver uma história é poder contá-la para outras pessoas. Diariamente, as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) refletem na vida de milhões de habitantes da capital, seja na saúde, seja na educação, seja na infraestrutura e em tantas outras áreas. Com o propósito de demonstrar o trabalho dos últimos seis anos, a Agência Brasília apresenta a série de reportagens Esta é a Nossa História, que pode ser conferida neste link. A história deste GDF, que reduziu o preço do almoço nos restaurantes comunitários para R$ 1 e ampliou a oferta, com café da manhã e jantar por R$ 0,50 cada, é também a da Rosângela Maria de Souza, 66 anos, frequentadora da unidade do Sol Nascente. Fazer três refeições diárias por apenas R$ 2 e com uma alimentação balanceada representa muito mais do que a economia, significa dignidade para Rosângela e outras milhares de pessoas com as 50 mil refeições servidas todos os dias nos 18 restaurantes comunitários do DF. Túnel Rei Pelé assegura maior fluidez a mais de 135 mil pessoas que transitam pela região diariamente | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília. Inaugurado em junho de 2023, o Túnel Rei Pelé também é uma marca deste GDF, na vida da gerente comercial Priscila Brito, 30, e de mais de 135 mil pessoas que trafegam pelo local diariamente. Se antes o trajeto de Priscila de casa para o trabalho levava até 40 minutos, hoje ela o faz em 15 a 20 minutos. É tempo e qualidade de vida para ficar com o filho. Em outro canto do DF, tempo de qualidade com a família também para a diarista Joana Maia, que desde a inauguração do Viaduto do Riacho Fundo consegue tomar café da manhã com os três filhos antes de seguir para o trabalho. Menos tempo no trânsito e qualidade de vida que também serão retratados na série com a reforma da Via Estrutural, que tornou-se a primeira rodovia do DF feita completamente em pavimento de concreto rígido, e com os viadutos de Sobradinho, do Riacho Fundo e o Complexo Viário Leste, entre o Paranoá e o Itapoã, onde o conjunto de viadutos ajudou a transformar o cenário econômico das duas cidades. Desde 2019, o GDF inaugurou 13 creches e reduziu a lista de espera pelas vagas na rede pública de educação infantil | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A força do trabalho do governo não reflete somente na vida adulta, ela é vista já na infância. Entre 2019 e 2024, este GDF inaugurou 13 creches, ampliando a oferta de vagas e reduzindo o principal problema na educação, que está no déficit do ensino infantil. Ao longo destes anos, a lista de espera pelas vagas na rede pública de educação infantil foi reduzida de 24 mil para 2,5 mil crianças, trabalho que pavimenta a tão desejada meta de zerar a fila. Mais do que números, os resultados representam cidadania e uma vida melhor. Basta conversar com a mãe do pequeno Kauã Gabriel, de 4 anos, uma das crianças que estudam no Cepi de Samambaia. Com o filho na escola, Larissa Lorrayne Marques, de 24, conseguiu o apoio que precisava para trabalhar como atendente de telemarketing. Investimentos ampliam atendimentos de saúde à população com novas UPAs e UBSs | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Se creches são consideradas essenciais, as unidades básicas de saúde (UBSs) e as unidades de pronto atendimento (UPAs) não fogem disso. Prestar assistência médica para a população é uma preocupação constante, traduzida na inauguração de 12 UBSs e 7 UPAs. Para ir e vir, acessar as creches, escolas, UBSs, UPAs e para que as pessoas transitem por estes viadutos, e principalmente entre as cidades, o GDF inaugurou as rodoviárias de Sobradinho, Santa Maria, Sol Nascente/Pôr do Sol, Itapoã e Varjão. Se as obras tão importantes são vistas por todo o DF, outras ações são pensadas para tirar as pessoas da invisibilidade. Como é o caso da assistente administrativa Danielce Maria Soares Alves, de 40 anos, deficiente visual desde os 14 anos, que conseguiu mostrar seu valor e entrar no mercado de trabalho por meio de um programa deste GDF. Oportunidade que também chega pelo esporte e que acompanhou Jefferson Gonçalves, também deficiente visual, da adolescência à vida adulta como atleta de goalball apoiado pelo governo. O talento se transformou em auto-estima, em troféus e em uma casa própria para a família, fruto das conquistas como atleta. Essas são algumas das histórias deste GDF que serão retratadas neste especial.

Ler mais...

Thumbnail

Comida na mesa e economia no bolso: restaurantes comunitários ampliam segurança alimentar da população

“Com a cesta básica tão cara, ter uma refeição pronta, de qualidade, por um preço acessível, nos dá tranquilidade.” O relato de Rosângela Maria de Souza, 66 anos, traduz o impacto do serviço prestado pelos restaurantes comunitários do Distrito Federal na rotina da população. Frequentadora assídua da unidade do Sol Nascente, uma das mais recentes inauguradas por este Governo do Distrito Federal (GDF), a dona de casa é uma entre milhares de brasilienses que encontram nas refeições oferecidas pelos equipamentos a garantia da segurança alimentar. Essa rede de proteção social, ampliada por este GDF, é uma das ações e obras que a Agência Brasília irá mostrar na série de reportagens Esta é a Nossa História, que levará o cidadão em uma viagem pelo Distrito Federal para conhecer como os projetos do governo mudaram a realidade de pessoas e comunidades inteiras nestes últimos seis anos. Rosângela Maria de Souza é frequentadora do Restaurante Comunitário de Sol Nascente| Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Inaugurado há dois anos, o restaurante comunitário do Sol Nascente serve, diariamente, 3,6 mil refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar – tudo por apenas R$ 2. A unidade é resultado de um investimento de R$ 5,2 milhões deste GDF e faz parte de uma política pública que já destinou mais de R$ 24 milhões desde 2019 para ampliar a rede de restaurantes em regiões estratégicas da capital, como Samambaia, Arniqueira e Varjão. “Essa ampliação da atuação dos restaurantes comunitários nas áreas mais carentes das cidades e do Distrito Federal é muito importante para garantir o acesso à alimentação entre aquelas pessoas que mais necessitam”, ressalta o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Mais do que apenas ampliar a quantidade de unidades, este GDF também se mostrou preocupado com a redução do preço das refeições: café da manhã, almoço e jantar por um preço que o governador Ibaneis Rocha, à época, cortou pela metade”. Refeições diárias Atualmente, o DF conta com 18 restaurantes comunitários, que servem uma média de 50 mil refeições diariamente para toda a população Atualmente, o DF conta com 18 restaurantes comunitários, que servem uma média de 50 mil refeições diariamente para toda a população – 13 deles oferecem as três principais refeições do dia e abrem aos domingos e feriados. Do total de cafés, almoços e jantares servidos em todo ano passado, 900 mil se destinam exclusivamente às pessoas em situação de rua, para quem a alimentação sem custo é um direito estabelecido por este GDF desde 2020. “A alimentação é uma necessidade básica e sem enfrentar este tema não é possível reduzir as desigualdades” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Antes da pandemia, o governador Ibaneis colocou o combate à fome no centro da agenda de governo. A alimentação é uma necessidade básica e sem enfrentar este tema não é possível reduzir as desigualdades. Então, primeiro, reduzimos o valor das refeições. Depois, ampliamos o alcance, abrindo novos restaurantes comunitários em outras RAs”, detalha a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Um dos braços de atuação do governo no combate à fome, os restaurantes comunitários têm contribuído para que a capital do país figure acima da média nacional de segurança alimentar. De 2018 a 2023, o DF viu um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, saltando de 67,3% (Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF) para 76,5% (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Pnad-C) — superando o índice médio nacional de 72,4%. O impacto do programa, contudo, não está apenas nos números expressivos, mas também na mudança concreta da qualidade de vida das famílias atendidas. “É um serviço de qualidade e uma economia muito boa não só para mim, mas para toda a população do DF, especialmente entre aqueles que mais precisam. Tem muita gente que antes não tinha condições de comprar uma cesta básica ou algo para se alimentar e, agora, podem pagar R$ 2 para se alimentar”, avalia o motorista por aplicativo, Ribamar Viana, 63. Ribamar Viana: ” Tem muita gente que antes não tinha condições de comprar uma cesta básica ou algo para se alimentar e, agora, podem pagar R$ 2 para se alimentar” Qualidade nutricional Do total de unidades em funcionamento, 13 oferecem café da manhã, almoço e jantar (Arniqueira, Itapoã, Gama, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia Expansão, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol, Varjão, Brazlândia e Santa Maria, unidade fechada para manutenção); e outras quatro (Ceilândia, Estrutural, Samambaia e Sol Nascente) servem café da manhã e almoço. A expectativa é que todos passem a contar com as três refeições por R$ 2 e funcionamento diário, inclusive aos domingos e feriados, até 2026. Além da quantidade de refeições servidas diariamente nos equipamentos públicos, a qualidade também é prioridade. Cada uma das unidades conta com uma Gerência Regional de Segurança Alimentar e Nutricional (Gersan). São elas as responsáveis pela gestão e supervisão das atividades realizadas nos espaços públicos, além de garantir a qualidade dos serviços prestados no cumprimento das normas higiênico-sanitárias. “Trabalhamos com alimentos selecionados, sempre garantindo um cardápio balanceado e seguro pensado para a saúde de cada usuário do restaurante”, explica a nutricionista Lídia Francisca da Silva, lotada no restaurante comunitário do Sol Nascente.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador