Voluntários superam 1 milhão de lanches distribuídos a pacientes oncológicos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O que começou com a iniciativa de dois pais que acompanhavam o filho durante um tratamento oncológico já resultou na distribuição de mais de 1 milhão de lanches no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Há 38 anos, o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) faz da alimentação uma das formas de acolher pacientes e acompanhantes durante a rotina de tratamento. A iniciativa surgiu com a oferta de lanches e ampliou a atuação ao longo dos anos. Instituído oficialmente em 1994, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas, além de outros itens. Os lanches são preparados pelos próprios voluntários e servidos a pacientes que realizam radioterapia e quimioterapia. Os acompanhantes recebem a alimentação, composta por suco, café, sanduíches caseiros, pão de queijo, biscoitos, bolos e frutas. Além dos lanches preparados e distribuídos pelos próprios voluntários, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas | Foto: Divulgação/IgesDF “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo” Marias de Lourdes Gomes do Nascimento, ex-paciente e hoje voluntária no Hospital de Base Para a presidente do MAC, Lilian Rejane Müller da Silva, a atuação do grupo vai além da assistência material. “Nossa função aqui é, primeiro de tudo, sentar ao lado do paciente e conversar com eles. O importante do voluntariado é isso, é dar atenção para eles”, explica. Solidariedade que se multiplica Maria de Lourdes Gomes do Nascimento conheceu o trabalho do MAC enquanto fazia tratamento de leucemia no Hospital de Base. Depois de receber alta, voltou à unidade e se inscreveu como voluntária. Há 16 anos, passou de paciente acolhida a integrante do grupo. “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo”, emociona-se Maria de Lourdes. Ivana Amaral conheceu o MAC enquanto acompanhava a filha, que é médica, no Hospital de Base. Foi nesse período que teve contato com a atuação dos voluntários e com o trabalho desenvolvido pelo grupo. “É um trabalho muito maravilhoso e enriquecedor. Todos estão aqui com o objetivo de ajudar o paciente, dando palavras de apoio”, relata. *Com informações do IgesDF
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DF disponibiliza banco de perucas para pessoas em tratamento contra o câncer
Mulheres em tratamento de saúde que causa a perda de cabelos contam com atendimento gratuito para doação de perucas no Distrito Federal. Para a prestação do serviço, há um banco com cerca de 300 perucas, renovado a cada dois meses. O atendimento ocorre diariamente, conforme a demanda, com limite de uma peça por pessoa. Doações de perucas ou mechas de cabelos podem ser feitas de manhã e à tarde | Foto: José Cruz/Agência Brasil As perucas são produzidas por voluntários a partir do reaproveitamento de cabelos naturais doados. A iniciativa reúne a confecção de próteses mamárias, cortes de cabelo e barba, além do fornecimento de toucas e lenços. Há necessidade de novos voluntários para a produção, que oferece capacitação para os interessados. Como doar Para a doação, a orientação é separar mechas com no mínimo 20 centímetros, prender os fios antes do corte e entregá-los secos, em saco ou envelope. Fios com química ou coloração também podem ser entregues. O recebimento das doações de cabelo ocorre das 8h30 às 12h e das 13h às 16h. Para confirmar os dias de atendimento, a orientação é entrar em contato pelo telefone (61) 3364-5467. A oficina também recebe insumos para a confecção das peças, como telas, linhas de náilon ou tecelagem, silicone adesivo selante, tecido do tipo voil, xampu e condicionador. Como acessar o serviço O atendimento é voltado a pessoas que passam por tratamento de saúde com perda de cabelo. O critério informado é estar preferencialmente sem cabelos e apresentar documento de identificação pessoal com foto e relatório médico atualizado, emitido nos últimos seis meses. O cadastro é feito na Sala de Acolhimento da Rede Feminina, situada no ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (Corredor 5). Após o registro, são apresentados os modelos, tamanhos e cores para escolha do beneficiário. Informações sobre serviços, voluntariado e doações também estão disponíveis neste site e no perfil oficial @redefemininabrasilia.
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Campanha Solidariedade Salva beneficia instituições sociais e leva apoio às comunidades
O Instituto Alimentando Vidas, o Instituto Reviver — localizado na Chácara Santa Luiza —, e a Administração Regional do Paranoá receberam doação de alimentos via campanha Solidariedade Salva, promovida pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) e capitaneada pelo primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro. Esta é mais uma ação de apoio do GDF a instituições e comunidades que atuam diretamente no acolhimento e no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A ação busca fortalecer o trabalho desenvolvido pelas instituições e ampliar o alcance das iniciativas voltadas à promoção da dignidade, da cidadania e da segurança alimentar. A campanha Solidariedade Salva tem se consolidado como uma importante rede de mobilização social, conectando parceiros, voluntários, empresas e instituições comprometidas com a construção de uma sociedade mais solidária e humana. A campanha Solidariedade Salva atua na segurança alimentar e no incentivo a ações sociais em equipamentos públicos | Fotos: Divulgação/Ceiis Além de contribuir para o atendimento das famílias assistidas, a iniciativa fortalece organizações e equipamentos públicos que desempenham papel fundamental nas comunidades, oferecendo acolhimento, apoio e oportunidades para pessoas que enfrentam diferentes situações de vulnerabilidade. A ação reafirma o compromisso da Ceiis com o desenvolvimento social e com a construção de políticas que aproximam o poder público das necessidades reais da população, fortalecendo parcerias e ampliando o impacto positivo das ações sociais em todo o Distrito Federal. “Cada ação solidária carrega muito mais do que alimentos; leva acolhimento, dignidade e esperança para quem enfrenta momentos difíceis”, ressalta Fabrício Faleiro. “Ver instituições sendo fortalecidas e famílias sendo alcançadas nos mostra que pequenos gestos, quando feitos em conjunto, podem gerar grandes transformações sociais.” *Com informações da Ceiis
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Em reforço à Campanha do Agasalho do GDF, IgesDF lança Cabide Solidário
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está mobilizando colaboradores, pacientes, acompanhantes e a comunidade para participar da Campanha do Agasalho 2026 instituída pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Coordenada pela Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente, por meio do projeto Humanizar, a iniciativa arrecada roupas de frio para pessoas em situação de vulnerabilidade e, neste ano, passa a contar também com o cabide solidário nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Doações podem ser entregues nos pontos de coleta até 10 de julho | Foto: Divulgação/IgesDF “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF Até 10 de julho, as doações poderão ser entregues nos pontos de coleta instalados nas unidades administrativas do PO700 e do SIA. A campanha recebe casacos, cobertores, toucas, meias, luvas e outras peças de inverno que estejam limpas e em bom estado de conservação. “Todos os dias trabalhamos para acolher pessoas em momentos delicados de suas vidas”, afirma a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares. “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos.” Cabide Solidário Como novidade desta edição, a campanha passa a contar com o Cabide Solidário nas UPAs do DF. A partir desta segunda-feira (22), as unidades terão um espaço para que roupas e agasalhos em bom estado possam ser deixados e retirados gratuitamente pela população, ampliando o alcance da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“O Cabide Solidário nasce da ideia de que aquilo que já não tem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento e dignidade para outra”, resume a gerente da UPA de Samambaia, Regilane Ferreira. “Queremos que esse espaço seja um símbolo de empatia e de cuidado com a comunidade que atendemos diariamente.” Uma das organizadoras da ação e integrante do Núcleo de Experiência do Paciente, a analista Cícera Patrícia Rodrigues reforça: “Muitas vezes, um casaco guardado no armário pode ser exatamente o que falta para alguém enfrentar uma noite fria. Nosso convite é para que as pessoas participem dessa corrente do bem e ajudem a aquecer não apenas corpos, mas também corações”. *Com informações do IgesDF
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Cartão Material de Construção ajuda moradora da Estrutural a reconstruir casa após incêndio
A mudança de realidade chegou à porta da moradora Maria Cristina Alves da Silva. A dona de casa recebeu, das mãos da governadora Celina Leão, o Cartão Material de Construção, benefício do Governo do Distrito Federal (GDF) voltado para reforma, ampliação ou renovação de moradias de famílias em situação de vulnerabilidade social. A entrega ocorreu em Santa Luzia, na Estrutural, durante visita da chefe do Executivo neste sábado (13). Maria Cristina, ao lado da governadora Celina Leão, lembrou o dia em que um incêndio destruiu sua casa: “Quem veio no dia viu que estava muito feio, muito triste mesmo. Por isso, hoje só tenho a agradecer” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao receber o benefício em mãos, Maria Cristina lembrou as perdas causadas pelo incêndio que atingiu a residência da família. “Estou emocionada, porque foi muito difícil”, relatou. “Quem veio no dia viu que estava muito feio, muito triste mesmo. Você já não tem nada, e a pouca coisa que você tinha estava queimada. É muito doloroso. Por isso, hoje só tenho a agradecer”. “Eu estive aqui no dia do incêndio, era uma situação de muita vulnerabilidade. Então hoje nós estamos aqui, e acho que esse é o papel do Estado: cuidar nesses momentos de dificuldade das pessoas e estar próximo” Governadora Celina Leão Durante o encontro, a governadora afirmou que o programa busca oferecer melhores condições de habitabilidade às famílias contempladas, permitindo intervenções que aumentem a segurança, a salubridade e a qualidade de vida dentro das residências. Celina também relembrou a visita que fez à residência de Maria após o acidente e destacou a importância da atuação do Estado em momentos de vulnerabilidade social. “Eu estive aqui no dia do incêndio, era uma situação de muita vulnerabilidade, uma senhora idosa que estava aqui, o neto de quem ela cuida, os filhos dela dividindo esse espaço”, retomou. “Ela chorava muito, era muita tristeza, e eu falei para ela: ‘Agora nós vamos te ajudar e você vai construir de alvenaria’. Então hoje nós estamos aqui, e acho que esse é o papel do Estado: cuidar nesses momentos de dificuldade das pessoas e estar próximo.” Benefício Criado pelo GDF em maio de 2025, o Cartão Material de Construção garante até R$ 15 mil para a aquisição de material de construção a famílias em situação de vulnerabilidade que foram desalojadas ou desabrigadas em decorrência de situações de emergência ou calamidade pública. Entre as emergências atendidas pelo programa, estão incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de área de risco. Todas essas condições devem ser devidamente confirmadas pela Defesa Civil em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). [LEIA_TAMBEM]Para receber o auxílio, além de estar enquadrado nessas situações emergenciais, é preciso ganhar até cinco salários mínimos e ter morado no Distrito Federal ao longo dos últimos cinco anos. Cumpridos os requisitos, a família atendida recebe um cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB) com o valor, que fica disponível para uso por até 90 dias. Região em desenvolvimento Considerada uma das regiões mais vulneráveis do DF, Santa Luzia está em obras. Em novembro do ano passado, o GDF autorizou a construção de um sistema de saneamento integrado na comunidade, beneficiando mais de 20 mil pessoas. Com investimento de R$ 100 milhões, o projeto engloba construção de redes de água e de esgoto, galerias pluviais, bacias de detenção e outras intervenções. O objetivo é oferecer água limpa, coleta e tratamento de esgoto, além de estruturas de captação e escoamento de águas pluviais para os moradores. O valor do sistema de saneamento básico foi financiado junto a um banco privado, aprovado pelo PAC Financiamentos, e será pago pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), responsável também por fiscalizar a empresa contratada.
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 26 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (13), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado e domingo: 1. Via N2, próximo à 5ªDP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. SHCGN 710, atrás do prédio da Sicredi/Sabin; 4. Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; 5. SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; 6. SGAN 913, entre o Colégio Anjo da Guarda e a Mesquita Islâmica; 7. SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; 8. SHCGN 716, entre os blocos G e H; 9. Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; 10. SHCNW 302, interior da torre abandonada; 11. SQNW 702/703, entre a Cia da Beleza e a Padoca Brasília; 12. Proximidades da Torre de TV; 13. Torre de TV, subsolo; 14. Setor Comercial Sul; 15. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 16. SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; 17. Centro Pop 903 Sul; 18. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 19. Via L4 Sul, túnel da passarela desativada do Pier 21; 20. Entre o Complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; 21. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; 22. Canteiro central da Epia, em frente à Primetek; 23. Rodoviária Interestadual; 24. Mata entre a Abin e a Rodoviária; 25. Canteiro central da Epia, em frente à concessionária Jeep; 26. Canteiro central da Epia, por trás da parada de ônibus próxima à concessionária Jeep. *Com informações da DF Legal
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Bombeiros fazem transporte aeromédico interestadual de criança para tratamento em Brasília
Uma operação integrada entre órgãos do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul permitiu o transporte aeromédico de uma criança de dois anos, diagnosticada com encefalite viral, de Porto Alegre (RS), para continuidade do tratamento no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). A missão foi conduzida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), após articulação entre as secretarias de Saúde dos dois entes federativos e da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Grupo escalado para a operação utilizou uma aeronave especialmente configurada para operações aeromédicas | Fotos: Divulgação/CBMDF O pedido partiu da Secretaria de Saúde de Porto Alegre, encaminhado à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que acionou a SSP-DF para viabilizar a operação. A partir da demanda, o CBMDF mobilizou equipes técnicas e estruturou o planejamento logístico da missão. Em menos de 12 horas após o acionamento inicial, a aeronave Resgate 09, um modelo Grand Caravan EX configurado para operações aeromédicas, decolou de Brasília rumo ao Sul do país. A missão contou com três pilotos, um médico, um enfermeiro especialista em transporte aéreo e uma pediatra, que atuaram para garantir assistência intensiva contínua durante todo o deslocamento. Criança pôde contar com toda a assistência da equipe, composta por oficiais e profissionais de saúde O planejamento levou em consideração a complexidade clínica da paciente, transferida entre duas unidades de terapia intensiva — do Hospital de Clínicas de Porto Alegre ao Hospital da Criança de Brasília. [LEIA_TAMBEM]“Ter a serviço da população do Distrito Federal um efetivo capaz de cumprir prontamente qualquer missão que lhe seja determinada e, acima de tudo, executá-la de forma voluntária, demonstrando não só capacidade técnica, mas também empatia e amor ao próximo, é motivo de orgulho para todos nós, bombeiros militares”, enfatizou o comandante-geral do CBMDF, coronel Moisés Alves Barcelos. A operação incluiu escalas técnicas em Maringá (PR), tanto na ida quanto na volta, para garantir segurança e autonomia da aeronave. Após o pouso em Brasília, uma unidade de resgate do CBMDF realizou o transporte terrestre da criança, da mãe e da equipe médica até o Hospital da Criança.
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Acolhe DF supera 800 atendimentos em dez meses e amplia ações
Em dez meses de atuação, o programa Acolhe DF, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), ultrapassou a marca de 800 atendimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Até o dia 20 deste mês, foram registrados 806 atendimentos em diferentes regiões do Distrito Federal. Desse total, 279 pessoas aceitaram voluntariamente o encaminhamento para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pela Sejus-DF. Ação também é promovida no formato itinerante, como as tendas de atendimento | Foto: Divulgação/Sejus-DF Somente nos últimos 30 dias, o programa contabilizou 106 atendimentos e 26 encaminhamentos para acolhimento e tratamento especializado. A iniciativa contempla principalmente pessoas em situação de rua e com dependência de álcool e outras drogas, por meio de abordagens humanizadas e escuta qualificada. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Na última semana, o Acolhe DF esteve na Asa Norte. No espaço, as equipes oferecem orientações à população, fazem abordagens sociais e encaminham pessoas que necessitam de atendimento. A partir de segunda-feira (25), o endereço dos serviços será a 702 Sul, ao lado da Igreja Dom Bosco. Contato com a comunidade Morador da Asa Norte há mais de 15 anos, o empresário Carlos Eduardo Martins elogia a presença das equipes na quadra: “A gente percebe que é um trabalho feito com respeito e diálogo. Ter essa equipe aqui na região traz mais segurança para os moradores e, principalmente, oferece uma oportunidade de ajuda para quem precisa. É uma ação muito importante para toda a comunidade”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, afirma que os números refletem o fortalecimento da política pública de acolhimento desenvolvida pela pasta. “O Acolhe DF tem mostrado resultados concretos porque trabalha com cuidado, dignidade e presença constante nas ruas”, aponta. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais”. [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno, enfatiza a importância da aproximação com a população: “A tenda itinerante fortalece esse contato direto com a comunidade e amplia nossa capacidade de identificar pessoas que precisam de apoio. O trabalho é construído com acolhimento, escuta ativa e respeito à individualidade de cada cidadão”. O programa conta com equipes multidisciplinares formadas por profissionais das áreas social e da saúde, que atuam em buscas ativas em pontos estratégicos do DF. Além do encaminhamento para tratamento, os acolhidos recebem acompanhamento psicossocial e apoio para reconstrução de vínculos familiares e comunitários. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Projeto Em-canto & Em-cordas, na Estrutural, celebra dois anos unindo música e solidariedade
Na Estrutural, região com a menor renda per capita do Distrito Federal, o som de violinos e vozes em coro tem sido, há dois anos, muito mais que uma atividade artística. É uma poderosa ferramenta de sobrevivência e mudança social. O projeto Em-canto & Em-cordas, do Instituto Reciclando Sons, entra agora na reta final, com encerramento previsto para julho de 2026. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e consolida um legado de 200 jovens atendidos e famílias fortalecidas por uma rede de apoio integral. Viabilizada com mais de R$ 1 milhão do Fundo da Criança e do Adolescente, a iniciativa usa a música para reduzir danos e prevenir riscos sociais. Além das melodias, o coração do projeto reside numa estrutura socioassistencial robusta, em que os jovens passam por momentos de acolhimento conduzidos por uma equipe de 20 profissionais, que inclui psicólogos, assistentes sociais, professores, monitores e arte-educadores. Meninos e meninas de 7 a 17 anos participam de atividades de canto, musicalização e informática pelo projeto Em-canto & Em-cordas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Três vezes por semana, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos participam, de manhã ou à tarde, de aulas de instrumentos de corda (violino, viola e violoncelo), musicalização infantil, canto coral e informática, além dos momentos de dinâmica psicossocial e de alimentação, com lanches oferecidos após todos os encontros. Dó, ré, mi, facilitação O diferencial é o suporte psicossocial que precede cada nota tocada — o projeto não apenas ensina a tocar um instrumento, mas amplia horizontes. Jovens como Jhonatas Levy, de 9 anos, e Maria Júlia Cardoso, de 10, raramente saíam da região administrativa e, agora, são presença frequente nos palcos. O grupo já se apresentou em locais como o Teatro Nacional Claudio Santoro, a Caixa Cultural, a Casa Thomas Jefferson e a Câmara Legislativa do DF. Maria Júlia Cardoso gosta de tocar o clássico 'Peixe Vivo' no violino Maria Júlia escolheu o violino pela beleza do instrumento. "Acho muito bonito", conta a aluna, ao descrever que adora se apresentar com o projeto. “Eu gosto das aulas e também dos acolhimentos. Minha mãe sempre quis me inscrever aqui, desde que eu era pequenininha. Tentamos várias vezes, até que conseguimos vaga”, revela, acrescentando que a música que mais gosta de tocar é o clássico Peixe Vivo. Jhonatas também escolheu o violino, mas por outro motivo. "É bem legal e é mais fácil de segurar, porque o violoncelo é muito grande e pesado. E eu sou pequenininho", conta o aluno, que sabe tocar de olhos fechados Anunciação, de Alceu Valença. "Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam... E eu tenho várias amizades aqui", afirma o garoto. Jhonatas Levy conta o que o agrada no projeto: "Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam" Mesmo acostumados a tocar nos grandes palcos do DF e cheios de desenvoltura, Maria Júlia e Jhonatas admitem que preferem quando a iluminação não permite a eles enxergar a plateia. Cultura como escudo e acolhimento Todos os dias, antes das aulas de instrumento ou canto, os jovens passam pelo acolhimento. Durante 15 minutos, a equipe trabalha temas como comunicação não violenta e inteligência emocional. "O acolhimento, na verdade, começa na hora que as crianças entram por essa porta até a hora em que saem", explica a psicóloga Maria Helena Gama, destacando que o espaço oferece proteção e identidade para meninos e meninas que, muitas vezes, enfrentam realidades de extrema vulnerabilidade em casa. "A gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver" Maria Helena Gama, psicóloga A psicóloga avalia que os momentos de acolhimentos são vitais para a saúde emocional dos alunos. "É uma forma de eles chegarem aqui, se sentirem acolhidos e protegidos nesse espaço. E a gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver", explica. O suporte contínuo foca na redução de danos e na prevenção de riscos sociais, e garante que a música seja o fio condutor para uma formação humana completa e cidadã. Trabalho que muda O exemplo mais vivo de transformação é o da assistente social Elinielma Nascimento, que foi aluna do projeto em 2005, formou-se na Universidade de Brasília (UnB) e retornou anos depois como profissional da equipe. “Voltei para compartilhar a tecnologia social que me acolheu na época", conta, emocionada, ao destacar o sentimento de gratidão. "Eu me sinto completa, porque eu era uma dessas crianças vulneráveis. E hoje eu posso ajudá-las a vencer”. Para Elinielma, sua presença serve de espelho. “É uma forma de a gente se aproximar. As famílias e crianças olham para mim e pensam: ‘Ela chegou e conseguiu. Eu também posso’”, completa. Impacto além das partituras Elinelma Nascimento foi aluna no projeto e agora participa das ações como assistente social O projeto transborda as salas de aula e alcança o cerne das famílias da Estrutural, muitas chefiadas por mães solo. Para essas mulheres, o instituto ofereceu cursos de gastronomia profissionalizante — o resultado é a geração de renda e autonomia. Além da capacitação, o suporte inclui segurança alimentar, com distribuição de cestas básicas, e doação de outros insumos básicos, como roupas e sapatos. As apresentações do projeto são planejadas como eventos socioculturais temáticos para toda a família. Em datas significativas, como o Setembro Amarelo e o Outubro Rosa, a música é acompanhada por ações de cuidado direto. Antes dos concertos, pais e alunos recebem atendimentos que variam de consultas com psicólogos, e musicoterapeutas a exames médicos e orientações de saúde específicas. Legado "A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social" Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons O Em-canto & Em-cordas é apenas um dos projetos do Instituto Reciclando Sons, que em 25 anos já atendeu 50 mil pessoas e formou 13 mil estudantes. Com o ciclo atual caminhando para a formatura, o instituto busca novos editais para garantir que o som da mudança não pare de ecoar na Estrutural. A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social - Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons "Foi uma experiência transformadora, uma verdadeira celebração de cidadania e cultura. Uma lindeza só! A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social", reflete Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons. "Nossos alunos já foram para a Europa, hoje são professores da Escola de Música, na orquestra da Força Aérea Brasileira, na UnB... Eles conseguiram entrar profissionalmente na música, que consegue quebrar barreiras sociais", conclui.
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Expomix Planaltina reúne mais de 130 mil pessoas e impulsiona economia local
A Expomix Planaltina encerrou sua programação consolidando-se como um dos maiores eventos culturais e solidários do Distrito Federal. Durante três dias, a cidade viveu uma verdadeira celebração de música, cultura e impacto social, reunindo mais de 130 mil pessoas e impulsionando a economia local, com geração de renda para ambulantes, comerciantes e diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva. Além do grande sucesso de público, o evento se destacou pelo caráter solidário, com a arrecadação de mais de 85 toneladas de alimentos. As doações serão destinadas às organizações não governamentais ONG do Amor e o Sentido da Vida, que irão distribuir os mantimentos a comunidades em situação de vulnerabilidade nas regiões de Planaltina, Paranoá, Estrutural e Sol Nascente, reforçando o compromisso social da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]No palco, a Expomix apresentou uma programação de peso, com grandes nomes da música nacional, como Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandes e Matheus & Kauan, além de valorizar a cena regional com mais de 15 atrações locais, fortalecendo a cultura e dando visibilidade a talentos da cidade. O evento contou com a realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o apoio da Administração Regional de Planaltina, reforçando a importância da parceria entre o poder público e a iniciativa cultural para promover desenvolvimento, entretenimento e transformação social. “A Expomix evidencia como a política cultural pode atuar de forma estruturante, articulando desenvolvimento econômico, valorização dos artistas locais e compromisso social. É uma demonstração de que investir em cultura também é promover inclusão, fortalecer territórios e ampliar o alcance das ações públicas junto à população”, enfatizou o secretário interino da pasta, Fernando Modesto. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Expomix reúne mais de 35 mil pessoas na primeira noite e arrecada 38 toneladas de alimentos
A primeira noite da Expomix, na sexta-feira (10), em Planaltina, foi marcada por grande público, emoção e solidariedade. O evento reuniu mais de 35 mil pessoas ao som do cantor Xand Avião, além de valorizar talentos locais que também subiram ao palco e animaram o público. Xand Avião foi destaque na abertura da Expomix, que segue até domingo (12) | Foto: Divulgação/Secec-DF Com uma estrutura preparada para receber milhares de visitantes, a Expomix mostrou sua força logo na abertura. Além do entretenimento, a noite também foi marcada pela solidariedade: foram arrecadadas 38 toneladas de alimentos. As doações, feitas pela ONG do Amor, serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. “Eventos como a Expomix demonstram como a política cultural pode, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população a grandes experiências artísticas e gerar impacto social concreto” Fernando Modesto, secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa Promovida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), a Expomix fortalece o acesso à cultura, incentivando a economia criativa e promovendo grandes experiências para a população. A iniciativa também conta com o apoio da Administração Regional de Planaltina, contribuindo para a valorização da cidade e o fortalecimento de eventos de grande porte na região. “Eventos como a Expomix demonstram como a política cultural pode, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população a grandes experiências artísticas e gerar impacto social concreto”, enfatizou o secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. [LEIA_TAMBEM]“Ao reunir um público expressivo e mobilizar a arrecadação de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade, a iniciativa reforça o papel da cultura como instrumento de inclusão, desenvolvimento local e fortalecimento dos vínculos comunitários no Distrito Federal”, complementou. A programação segue até este domingo (12), com uma agenda diversificada. Neste sábado (11), um dos shows mais aguardados é da cantora Lauana Prado. A abertura dos portões está prevista para as 18h, e a expectativa é de mais um recorde de público. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Saiba como é feita a pasteurização do leite materno
O leite materno doado percorre um caminho de intenso cuidado até chegar aos recém-nascidos que precisam desse alimento nos hospitais da rede pública. Diferentemente do que muitos imaginam, o produto não sai da casa da doadora direto para a unidade neonatal: cada frasco passa por etapas técnicas que garantem um alimento seguro e nutritivo para os bebês internados. Cada lote do produto doado passa por rigorosa inspeção e tratamento nos bancos de leite humano do DF | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Quando recebemos o leite, sabemos que ali existe um gesto de solidariedade que pode mudar histórias”, afirma a coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF, Graça Cruz. “Nosso trabalho é assegurar que ele mantenha suas propriedades e seja oferecido com total segurança aos bebês.” “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite” Graça Cruz, coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF Ao chegar ao banco de leite humano, o produto é inspecionado. São avaliadas a integridade da embalagem, a presença de impurezas no frasco e as condições de armazenamento, incluindo a temperatura de congelamento desde a coleta domiciliar. Controle de qualidade O leite humano cru pode permanecer congelado por até 15 dias antes de ser pasteurizado — portanto, deve chegar ao banco até pelo menos dez dias, e os lotes são selecionados de acordo com a data de validade do produto. “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite”, reforça Graça Cruz. Após essa triagem, o leite selecionado é descongelado a 40°C, com equipamentos próprios. Mesmo após o descongelamento, ele é mantido sob refrigeração a 5°C, temperatura que ajuda a preservar suas características. Uma amostra é retirada para exames físico-químicos, como a medição da acidez Dornic, parâmetro que indica se o leite está apto para seguir à pasteurização. Também é feito o crematócrito, exame que identifica o valor calórico do leite e auxilia a equipe médica na definição da dieta de cada recém-nascido. O pequeno Benício foi um dos bebês que precisaram recorrer ao banco de leite humano logo nos primeiros dias de vida. Ele nasceu prematuro com 35 semanas no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), pesando 1,8 kg. “Nem sempre a gente consegue produzir leite o suficiente, então esse gesto fez toda diferença para a saúde do meu filho”, relata a mãe, Maria Vitória de Medeiros, 24. Pasteurização Uma vez aprovado nas análises, o leite é reenvasado em frascos esterilizados e encaminhado para a pasteurizadora a 62,5°C por 30 minutos, temperatura e tempo definidos para eliminar microrganismos que poderiam afetar a saúde de prematuros e recém-nascidos de baixo peso. Segundo a coordenadora, tempo e temperatura foram definidos por estudos realizados há mais de 40 anos, com o objetivo de eliminar 99,9% desses microrganismos. [LEIA_TAMBEM]Logo após esse período, o leite passa por resfriamento rápido até atingir 5°C. Em seguida, uma nova amostra é coletada para o controle microbiológico. O material fica incubado por 48 horas. Somente após resultado negativo para crescimento de microrganismos o leite é liberado para o estoque do BLH. Finalizado o processo, o líquido é separado individualmente de acordo com a prescrição do médico e do nutricionista para cada recém-nascido. O método garante também o não desperdício: um frasco de 250ml, por exemplo, pode suprir até dez bebês. Rede solidária O DF conta com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta. A Secretaria de Saúde (SES-DF) é responsável por dez bancos e três postos. Nesses locais, é feito o controle de qualidade, pasteurizar e distribuir o leite, também orientam famílias sobre o manejo da amamentação. Em 2025, a Rede de Bancos de Leite Humano do DF (rBLH-DF) atendeu 16,9 mil recém-nascidos, entre prematuros e bebês com baixo peso. Para doar, basta ligar para 160, opção 4, ou acessar o portal Amamenta Brasília. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Medalha Mérito Hemocentro de Brasília será entregue nesta sexta (28)
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta sexta-feira (28), às 10h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a primeira cerimônia de entrega da medalha Mérito Hemocentro de Brasília. A honraria, criada neste ano, reconhece pessoas e instituições que contribuem para a promoção da doação de sangue e para o fortalecimento da hemorrede pública do Distrito Federal. Doar sangue significa a possibilidade de salvar até quatro vidas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A Semana Nacional do Doador é uma oportunidade de reconhecer quem já doa e de chamar novos voluntários” Osnei Okumoto, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília A nova medalha marca um passo institucional importante para a FHB, simbolizando o agradecimento a quem ajuda a manter o abastecimento de sangue da rede pública. Entre os homenageados estão cidadãos, servidores, autoridades e parceiros de diferentes áreas — públicos, privados, civis e militares — que atuam na mobilização social e na segurança transfusional do DF. “A hemorrede do DF só se fortalece porque existe uma rede de parceiros comprometidos com a vida”, enfatiza o presidente da FHB, Osnei Okumoto. “Esta homenagem celebra quem ajuda a garantir que o sangue chegue a quem mais precisa.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia integra a programação da Semana Nacional do Doador de Sangue, aberta na terça-feira (25) e com atividades programadas para até sábado (29). Este ano, o Hemocentro adota estética inspirada em videogames retrô e o tema “Doe sangue, desbloqueie 4 vidas”, reforçando que uma única doação pode salvar até quatro pessoas. A proposta remete aos jogos clássicos dos anos 1980 e 1990, em que cada fase vencida representa uma conquista — uma analogia aos doadores, descritos como heróis da vida real. “A Semana Nacional do Doador é uma oportunidade de reconhecer quem já doa e de chamar novos voluntários”, pontua Osnei Okumoto. “Cada doação tem impacto real na vida de quatro pessoas, e este gesto mantém nossa rede hospitalar funcionando.” *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília
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Crianças trocam brinquedos por mudas de plantas e espalham solidariedade na campanha Vem Brincar Comigo
A Escola Montessori, localizada na Asa Sul, foi palco de mais uma edição da campanha Vem Brincar Comigo, iniciativa da primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que promove gestos de solidariedade entre as crianças. Durante os jogos escolares, os alunos foram convidados a participar de uma gincana solidária, doando brinquedos em troca de pontos na classificação do campeonato. A iniciativa movimentou toda a comunidade escolar e resultou na arrecadação de mais de 1 mil brinquedos, que serão destinados a crianças em situação de vulnerabilidade social. Como gesto simbólico e educativo, cada participante recebeu mudas de flores cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Ao todo, 400 vasos foram distribuídos para o plantio no pátio da escola, transformando a ação em uma verdadeira lição de solidariedade, cuidado e sustentabilidade. Cada participante recebeu mudas de flores cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) | Foto: Adriano Teixeira/Novacap “A campanha Vem Brincar Comigo é uma oportunidade de despertar desde cedo o olhar solidário e o senso de responsabilidade social nas crianças. Ver escolas e parceiros como a Novacap engajados nessa causa mostra que, juntos, estamos formando uma geração mais consciente, generosa e comprometida com o próximo e com o meio ambiente. Cada brinquedo doado e cada muda plantada representam um gesto de amor e aprendizado”, destacou a idealizadora da campanha, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância de unir solidariedade e consciência ambiental, proporcionando às crianças uma experiência ao mesmo tempo educativa e afetiva. Ele lembrou que a parceria com a Escola Maria Montessori já dura três anos e reforçou o compromisso da Companhia em fortalecer a campanha e ampliar seu alcance. “Estamos muito contentes com essa parceria. Nosso objetivo é continuar ajudando mais crianças a viverem a infância com alegria, como deve ser. Queremos mobilizar e sensibilizar outras escolas a participarem da iniciativa e contribuírem com doações. Além disso, ao receberem as mudinhas, os alunos também aprendem sobre o valor de cuidar da natureza e de cultivar o verde em seus próprios espaços. Cada plantinha simboliza a continuidade desse gesto de amor e responsabilidade com o meio ambiente e com o próximo”, destacou Leite. A professora Fabiana Oliveira destacou que a iniciativa reforça valores como o desapego, o respeito ao meio ambiente e o senso de comunidade, aproximando ainda mais a escola das ações sociais. “A arrecadação nasceu dos jogos escolares, um momento em que trabalhamos a alegria, o espírito de equipe e a solidariedade. Neste ano, mais uma vez, firmamos parceria com a Novacap: as crianças doaram brinquedos e, em troca, receberam mudas de plantas. Assim, aprendem sobre o valor de doar, cuidar da natureza e praticar o desapego com consciência”, explicou a professora de Educação Cósmica. *Com informações da Novacap
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Compartilha Amor ultrapassa 50 mil itens arrecadados e chega a 100 pontos de coleta no DF
Promovendo solidariedade e transformação social por meio da doação, a campanha Compartilha Amor celebra, neste mês de outubro, a marca de 100 pontos de coleta espalhados pelo Distrito Federal. A iniciativa é uma ação permanente da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), vinculada ao programa Voluntariado em Ação, criada para arrecadar roupas, calçados, brinquedos e acessórios destinados a famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Desde o lançamento, em abril deste ano, a campanha já arrecadou mais de 50 mil peças. Todos os itens passam por higienização, são organizados e, posteriormente, distribuídos gratuitamente nos brechós solidários que integram o projeto GDF Mais Perto do Cidadão. Em cada edição, as pessoas atendidas podem escolher até cinco peças para levar para casa, sem qualquer custo. Desde o lançamento, em abril deste ano, a campanha já arrecadou mais de 50 mil peças | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, celebrou o marco e destacou a generosidade da população do DF. “Cada local que se une ao Compartilha Amor amplia o alcance da solidariedade e ajuda a construir uma rede de apoio que leva dignidade a muitas famílias. É emocionante ver o brasiliense se mobilizar para fazer as doações — isso mostra a força da nossa comunidade”, afirmou. Além dos pontos de coleta já consolidados, como a rede de mercados Big Box e a Up Grade Nutrição Esportiva, a campanha ampliou sua rede de parceiros com novos estabelecimentos comerciais em diversas regiões do DF. Entre eles estão o Centro Universitário de Brasília (CEUB), a loja infantil Le Petit Kids Wear, a multimarcas Wish, a ótica Voriques, as lojas de brinquedos Ri Happy e o brechó Peça Rara — este último, após o sucesso na última edição do Varal Solidário Compartilha Amor, realizada na Rodoviária do Plano Piloto, que disponibilizou mais de 5 mil peças para cerca de 2 mil pessoas, agora integra oficialmente essa corrente de solidariedade. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Grupo de apoio em hospital fortalece homens em tratamento oncológico
Toda terça-feira, José Ferreira de Souza, de 77 anos, tem um compromisso marcado. Saindo do Sol Nascente, ele vai ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e encontra seus amigos. Lá, todos se sentam em uma roda, compartilham histórias e dão suporte um ao outro, pois enfrentam algo em comum: o câncer. Marisa Cordeiro acompanha o marido, Vilmar de Melo, no grupo: “Nós dois sentimos uma diferença grande. Ele começou a ver a vida de forma diferente” | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Brasília José está em tratamento para câncer na próstata e, desde março, participa do grupo Fortalecer, no HRT. “É um lugar que encoraja o colega que está muito ruim”, afirma. “Tem gente que fica com trauma ou com depressão por causa da doença”. Com reuniões todas as terças a partir das 8h, o grupo é aberto. Para se inscrever, basta comparecer à área externa do setor de oncologia do HRT. A percepção de José em relação ao grupo é exatamente o objetivo da iniciativa: criar um espaço de convivência para homens que enfrentam câncer, por meio de diversas atividades, desde orientações de saúde até práticas integrativas. Aberto também a acompanhantes, o encontro tem a finalidade de levar conforto e apoio. Esperança Paciente em cuidados paliativos, Ary Bento da Cunha é outro participante assíduo: "Sempre digo que é importante que o câncer não suba à cabeça, tem que ficar lá no lugar dele" Residente em enfermagem e um dos condutores do Fortalecer, Leandro Menezes detalha que o grupo amplia a visão sobre viver e sobre a finitude da vida das pessoas diagnosticadas: “Sempre tentamos desmistificar os tabus de que o paciente com câncer não tem que fazer exercícios físicos ou tem que ficar isolado em casa. Aqui é um momento para desconstruir medos e construir esperança”. Foi assim que Ary Bento da Cunha, 75, se tornou um participante assíduo. O tempo de convivência permitiu que o artesão criasse laços de amizade fortes. “Sou paciente paliativo e gosto de comparecer para mostrar que o diagnóstico ainda não é o fim da vida”, enfatiza. “Sempre digo que é importante que o câncer não suba à cabeça; tem que ficar lá no lugar dele no corpo humano. Só me lembro que tenho quando o celular apita para eu tomar o remédio”. Acolhimento Um dos organizadores do Fortalecer, o dentista Willian Oliveira reforça que o grupo atua como um espaço seguro para que os homens encontrem acolhimento. “Realizamos diversas atividades, mas também deixamos o espaço em aberto; nesses momentos, eles trazem inúmeras questões sobre vida, morte, solidão, sensibilidade”, descreve. [LEIA_TAMBEM]Marisa Cordeiro, 65, acompanha o marido, Vilmar de Melo, 72, diagnosticado com câncer de próstata, em quase todos os encontros, e percebeu mudanças na saúde mental do esposo. “Nós dois sentimos uma diferença grande”, relata. “Ele começou a ver a vida de forma diferente. Os profissionais daqui também são ímpares e muito atenciosos”. Um dos condutores do grupo, o residente de psicologia José Antônio Carvalho pontua que ter um espaço de discussão fortalece o tratamento. “Há uma dificuldade de os homens buscarem ajuda e de se cuidarem, muito enraizada na estrutura do que é masculinidade”, aponta. “No entanto, é importante entender que se cuidar é ser homem. Se permitir trabalhar em conjunto e ser acolhido também é”. Agilização Por meio do programa “O câncer não espera. O GDF também não”, a Secretaria de Saúde (SES-DF) tem garantido atendimento mais rápido, coordenado e humanizado aos pacientes oncológicos. Nele, os pacientes são incluídos em lista de prioridade e encaminhados a uma fila única. O tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) inclui cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo. Os procedimentos têm início após o paciente ser avaliado por um oncologista. A porta de entrada ao serviço é sempre a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Campanha Gari Sangue Bom vai a São Sebastião
A campanha Gari Sangue Bom chega à sua sétima edição nesta terça-feira (22), em São Sebastião. Das 8h até as 16h, o estacionamento da administração regional da cidade será palco de mais uma ação de mobilização comunitária pela doação de sangue. Fruto de parceria da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) com Caesb, Hemocentro de Brasília e Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a iniciativa coloca os garis como protagonistas - doando sangue e inspirando moradores locais a seguir o gesto de cidadania. Garis dão exemplo e estimulam a comunidade a doar sangue para manter adequados os estoques do Hemocentro | Foto: Divulgação/Seac-DF [LEIA_TAMBEM]Nas edições anteriores, o projeto registrou mais de 350 bolsas de sangue coletadas junto à comunidade. Além da coleta, o evento vai oferecer orientações de saúde e bem-estar, reforçando a importância social do ato de doar. A secretária Clara Roriz lembra que o ato de doar sangue tem grande importância: “Pode salvar vidas”. A iniciativa contempla o objetivo de manter os estoques sanguíneos adequados, especialmente em períodos críticos como o de férias. A meta é atrair tanto os garis quanto a comunidade em geral. Com histórias emocionantes e presença de lideranças, o Gari Sangue Bom reforça a solidariedade e a união em benefício da saúde pública do Distrito Federal. A campanha já passou por Ceilândia, Gama, Samambaia, Planaltina, Recanto das Emas e Estrutural. Gari Sangue Bom ► Data: terça-feira (22) ► Horário: Das 8h às 16h ► Local: Estacionamento da Administração Regional de São Sebastião. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade
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Secretarias se mobilizam para doações no último dia de arrecadação da Campanha do Agasalho Solidário 2025
Agência Brasília · SECRETARIAS SE MOBILIZAM PARA DOAÇÕES NO ÚLTIMO DIA DE ARRECADAÇÃO DA CAMPANHA DO AGASALHO SOLIDÁRIO 2025 No último dia da Campanha do Agasalho Solidário 2025, nesta quinta-feira (17), secretarias do Governo do Distrito Federal (GDF) se reuniram para fazer a última grande doação. Como resultado do engajamento coletivo, mais de 17 mil peças, entre cobertores, roupas e lençóis, foram arrecadadas pela primeira-dama e idealizadora da iniciativa, Mayara Noronha Rocha. Coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a ação prevê a distribuição dos itens diretamente à população em situação de vulnerabilidade social e a instituições assistenciais. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz", destaca a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, idealizadora da Campanha do Agasalho, elogiando a participação da população | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A primeira-dama destacou o alcance da campanha e a resposta da população do DF. “No início da campanha, nossa meta era arrecadar 10 mil itens. Com essa entrega, já superamos 34 mil, mais que triplicando a meta inicial”, comemorou. Para ela, o maior resultado é perceber como a solidariedade tem se enraizado entre os brasilienses. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz. Sempre há aquela dúvida se a população manteria o mesmo engajamento do ano anterior, mas o que vimos em 2025 foi exatamente o contrário: superamos todas as expectativas”. Ela também ressaltou o papel das instituições públicas e privadas no fortalecimento da campanha. “A missão é justamente essa: envolver a população em ações sociais. Mais do que mobilizar os órgãos do GDF, é essencial trazer empresários e a sociedade civil para perto, para fazer com que os projetos sociais das secretarias funcionem de verdade e gerem impacto na vida das famílias em situação de vulnerabilidade”, afirmou. “Fico muito feliz e grata em ver esse caminho conjunto. É impossível esperar o sucesso de uma cidade ou de um país se não houver união entre a população, os empresários e o governo, todos caminhando juntos com o propósito de servir aqueles que mais precisam”. Alunos da Fábrica Social produziram materiais para doação A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) doou 17 mil itens para a Campanha do Agasalho Solidário. Segundo o titular da pasta, Thales Ferreira, essa doação é resultado direto do trabalho feito na Fábrica Social, iniciativa voltada à qualificação profissional. “Durante o processo de qualificação, os nossos alunos produzem materiais como cobertores e lençóis. Agora, esse esforço se materializa em mais de 12 mil cobertores destinados à rede pública de saúde, além de 3 mil lençóis e outros 2 mil cobertores que vão diretamente para a Campanha do Agasalho”, explicou. O secretário também destacou a importância da solidariedade como valor que caminha lado a lado com o desenvolvimento econômico do DF. “Não tenho dúvida de que uma cidade onde as pessoas são mais felizes também é mais produtiva. As empresas estão envolvidas nesse projeto, e o objetivo da Fábrica Social é exatamente formar pessoas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, afirmou. Ao comentar a entrega dos itens arrecadados, o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, agradeceu pelo esforço conjunto da doação para a pasta: “São 12 mil cobertores e 3 mil lençóis que farão diferença para os nossos pacientes internados, especialmente neste período mais frio. Sabemos que, dependendo do quadro clínico, o paciente pode apresentar hipotermia, portantoessa entrega será de grande importância para o tratamento de muitos deles”. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha entre os secretários Paco Britto, Ana Paula Marra, Sandro Avelar e Thales Mendes A iniciativa da Campanha do Agasalho está alinhada ao programa Segurança Integral, lançado pelo governador Ibaneis Rocha no final de 2023. “Esse é o nosso programa, essa é a nossa forma de fazer segurança pública: estando próximos da comunidade”, reforçou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Segundo ele, essa aproximação reflete diretamente nos números da criminalidade. “Quando estamos juntos da comunidade, o crime diminui significativamente. Não é à toa que o DF caminha, de forma firme e rápida, para se tornar a capital mais segura do Brasil”, concluiu. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, ressaltou que a doação de 350 itens foi possível graças à parceria com organismos internacionais. “É muito importante que eles participem, como já participam de outras campanhas, mas hoje estamos diante de uma ação principal: estamos levando calor à população que mais precisa nesse tempo frio em Brasília”, afirmou. “A iniciativa começou em 2019, e, como todos podem ver, a cada ano a quantidade de doações só aumenta”, prosseguiu Paco Segundo ele, o envolvimento das embaixadas e organismos internacionais tem sido fundamental, e muitas vezes os próprios funcionários dessas instituições participam ativamente das doações. “Às vezes, não são nem os representantes das embaixadas, mas os próprios funcionários, como os porteiros, copeiros, que se cotizam entre si para doar dois, três itens. Isso é muito gratificante.” Hotel social Durante o encerramento da Campanha do Agasalho Solidário 2025, a titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, destacou a importância da iniciativa e aproveitou a ocasião para destacar uma importante novidade na política de assistência social do DF: a inauguração do primeiro espaço de pernoite permanente voltado a pessoas em situação de rua. “Estamos dando um passo a mais: na próxima semana será inaugurado o Hotel Social, um local que oferecerá abrigo digno e acolhimento a quem vive nas ruas”, explicou. O espaço na área central de Brasília será destinado ao pernoite de pessoas em situação de rua. São 200 vagas, com um diferencial: ele será o único em atividade no país a receber também animais de estimação. O hotel social ficará aberto das 19h às 8h. Os visitantes terão, além do local para dormir, banho quente e duas refeições — jantar e café da manhã.
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GDF alinha ações do Programa Acolhe DF em reunião com secretariado
Agência Brasília · GDF ALINHA AÇÕES DO PROGRAMA ACOLHE DF EM REUNIÃO COM SECRETARIADO O Governo do Distrito Federal deu mais um passo para consolidar o programa Acolhe DF, criado por decreto nesta terça-feira (8). A governadora em exercício Celina Leão reuniu nesta quarta-feira (9) o secretariado no Salão Nobre do Palácio do Buriti para tratar da sistematização das ações e do fluxo intersetorial de atendimento às pessoas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Durante o encontro, foram apresentadas as ações já desenvolvidas por diversas pastas e reforçada a integração entre secretarias e administrações regionais para a execução das ações e maior efetividade das iniciativas. A governadora em exercício Celina Leão reuniu o secretariado no Palácio do Buriti para tratar da sistematização das ações e do fluxo intersetorial de atendimento às pessoas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com o decreto, o programa Acolhe DF será desenvolvido por equipes multiprofissionais, compostas por profissionais da saúde, assistência social, educação, trabalho e cidadania, entre outros profissionais necessários para o pleno desenvolvimento do programa. A partir de agora, tanto as outras pastas do GDF como as administrações regionais deverão fazer a busca ativa dessas pessoas e encaminhá-las para os serviços de acolhimento, inclusão e garantia de direitos ofertados pelo poder público. A governadora em exercício Celina Leão explica que se trata de uma sistematização de todas as ações com o fortalecimento da busca ativa. “A partir de agora, passa a ser de responsabilidade de todas as secretarias e de todas as administrações regionais realizarem esse trabalho de busca ativa e o Governo do Distrito Federal está preparado para acolher e apoiar o desenvolvimento e reinserção social dessas pessoas”, disse. O secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, ressalta a importância de acolher, qualificar e orientar as pessoas em situação de rua como forma de promover a sua inserção no mercado de trabalho. Ele lembrou o Decreto nº 45.846/2024, que determina, entre outros, que 2% da mão de obra de empresas que firmem contrato com o GDF seja formada por pessoas em situação de rua. “É preciso conscientizar tanto a população de rua como os empresários. Temos todo um trabalho que passa pelo acolhimento, orientação e intermediação para que eles tenham condições de ocupar essas vagas”, destaca o secretário. A governadora em exercício Celina Leão explica que se trata de uma sistematização de todas as ações com o fortalecimento da busca ativa Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, é necessário que o governo atue de forma integrada com todas as pastas, com todos os órgãos. “Precisamos conseguir cumprir, de fato, o decreto que coloca 2% das vagas de empresas que contratam com a administração pública para que sejam destinadas para pessoas em situação de rua. Para isso, é necessário a assistência social em conjunto com a qualificação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, para que a gente, de fato, consiga transformar e mudar a vida dessas pessoas”, ressaltou. Já a secretária de Justiça e Cidadania (Sejus), Marcela Passamani, ressalta que “além de apoiar o encaminhamento dos dependentes químicos para comunidades terapêuticas, também acompanhamos essas trajetórias de retomada da vida, articulando com outras pastas a inclusão em cursos profissionalizantes, como, por exemplo, no Renova-DF. A ideia é garantir não só o tratamento, mas também oportunidades reais de recomeço.”
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Acolhe DF: programa vai ampliar busca ativa e ofertar tratamento a pessoas em situação de rua dependentes químicas
Agência Brasília · ACOLHE DF - PROGRAMA VAI AMPLIAR BUSCA ATIVA E OFERTAR TRATAMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA A governadora em exercício Celina Leão assinou, nesta terça-feira (8), o decreto que cria o programa Acolhe DF, cujo intuito é fazer uma busca ativa e oferecer tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas a esse público. Celina Leão participou da primeira busca ativa, nesta terça, ao lado da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e do secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior. "Na nossa primeira abordagem, nós já conseguimos sensibilizar algumas pessoas que querem fazer o tratamento, que querem fazer curso de capacitação para realmente mudar essa situação de rua aqui do Distrito Federal. E nós queremos contar com o apoio de vocês, a população do Distrito Federal, para fazer o encaminhamento dessas pessoas que querem fazer o tratamento, que querem sair definitivamente da situação de rua", ressaltou a governadora em exercício. O decreto que cria o programa Acolhe DF tem o intuito de fazer uma busca ativa e oferecer tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas | Fotos: Luh Fiuza/VGDF "O GDF segue imbuído na missão de enfrentar todas as questões relacionadas à população em situação de rua e acolher este público. O decreto representa mais um avanço neste sentido, ele se soma às nossas ações que já vêm sendo executadas no Plano de Ação e representam acolhimento social e dignidade", destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital Para a População em Situação de Rua, no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]O texto do decreto reforça que o programa é destinado à atenção, acolhimento, tratamento, capacitação profissional e reinserção social da pessoa com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade, e que será desenvolvido por equipes multiprofissionais, compostas por profissionais da saúde, assistência social, educação, trabalho e cidadania, bem como outros profissionais necessários ao pleno desenvolvimento. Entre as diretrizes, estão o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais, o sigilo e a confidencialidade das informações pessoais dos acolhidos, e a não estigmatização da pessoa com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade. Diferentes órgãos do GDF — como secretarias e administrações regionais — poderão fazer a busca ativa. Até então, essa ação era de competência exclusiva da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). As pessoas que, durante o acolhimento, manifestarem interesse pelo tratamento serão encaminhadas à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), com os casos mais graves sendo levados diretamente à Secretaria de Saúde. O tratamento será feito em entidades parceiras, que atuarão voluntariamente. Concluído esse processo, a Sejus ficará responsável pela reinserçao social, encaminhando os indivíduos a programas de alfabetização e escolarização, cursos de capacitação profissional e vagas de emprego, por meio da reserva de cargos públicos a pessoas em situação de rua e da parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). Celina Leão participou da primeira busca ativa, nesta terça, ao lado da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e do secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior “Nós estamos juntando todas as pastas para poder fazer um atendimento ainda mais digno e respeitoso para as pessoas que estão em situação de rua hoje no Distrito Federal”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A gente pôde verificar nessa visita in loco também pessoas necessitando de uma atenção à saúde de forma mais integral. Então, essa ação é importante para que possamos desenhar toda uma linha de cuidado desses pacientes e proporcionar nova chance a essa população”, emendou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior.
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Ação de acolhimento atende 44 pessoas em situação de rua no DF nesta semana
Agência Brasília · AÇÃO DE ACOLHIMENTO ATENDE 44 PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA NO DF NESTA SEMANA O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atendeu, nesta semana, 44 pessoas em diversos pontos do Distrito Federal. As operações passaram por 23 pontos do Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia e Riacho Fundo II. Na ocasião, 15 estruturas precárias e clandestinas foram retiradas de espaços públicos, com o apoio de 12 caminhões de entulho e inservíveis encaminhados para as unidades do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Na sexta-feira (4), a ação visitou três pontos no Riacho Fundo II. Neles, uma pessoa foi encontrada e atendida pelas equipes, além disso uma estrutura precária foi desconstituída e três caminhões de entulho removidos. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal no último ano | Foto: Agência Brasília Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também é oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estão disponíveis. Fazem parte das ações as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal no último ano. As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.
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Programa Castra-DF inaugura abrigo público temporário para animais de rua
Bento é um cachorro filhote, com alguns meses de vida. Resgatado das ruas, agora ele tem um lugar para se recuperar do abandono e encontrar um novo lar em uma família amorosa. Não apenas ele, mas cerca de 50 animais já estão em um novo abrigo público temporário, inaugurado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) há duas semanas por meio do programa Castra-DF – que prevê a castração, vacinação (antirrábica e múltipla), microchipagem e acompanhamento veterinário de cães e gatos em situação de rua. A iniciativa marca uma nova etapa do programa, voltada à captura humanitária e castração de animais de rua, promovendo o controle populacional ético, o bem-estar animal e a intensificação das adoções no Distrito Federal. Os animais errantes capturados nas ruas por equipe especializada da Secretaria de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF) serão conduzidos para a nova estrutura, que tem uma capacidade de abrigar em torno de 150 animais e é dividida em dois galpões, com um já entregue e outro sendo finalizado com um gatil. O Castra-DF marca uma nova etapa do programa, voltada à captura humanitária e castração de animais de rua | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O primeiro espaço dispõe de 16 baias para abrigar os animais, uma sala de internação e uma sala de banha e tosa. Na parte de cima ficam os vestiários para as equipes que cuidam dos animais, banheiros, copa e a sala de armazenamento de ração. A área de lazer conta com duas quadras, uma de concreto e outra de grama, além de uma piscina para os bichinhos sendo construída em formato de osso. Segundo a engenheira Keli Rocha, responsável pelo projeto do espaço, também será feita uma trilha de treinamento para os cães e toda a infraestrutura é feita para promover qualidade de vida. “Os animais que chegam das ruas precisam de tratamento, internação, medicação, banho, tosa, alimentação e treinamentos. Isso desenvolve muito o animal para que ele possa voltar à ativa e ser adotado. Aqui é rotativo: tratou, cuidou, enviou e depois vem outros para serem tratados também. Eles têm toda essa estrutura e profissionais cuidando deles, mas o que precisam mesmo é o amor e carinho de um lar”, ressaltou. A secretária extraordinária de Proteção Animal, Edilene Cerqueira, destacou que o Castra-DF tem como foco principal a castração e a intensificação das ações de adoção, garantindo que os animais recolhidos não retornem às ruas, mas encontrem uma nova oportunidade por meio de famílias comprometidas com o bem-estar animal. “A dificuldade hoje no Brasil é o tratamento pós-operatório dos animais em situação de rua. Em vários estados, os animais normalmente são castrados e destinados para a rua de imediato. Então a gente pensou realmente nessa inovação onde terão todos os cuidados pós-operatórios e, logo em seguida, esses animais serão destinados para adoção”. A gestora reforçou, ainda, a importância da castração: “É um ato de amor. Com a castração a gente evita que animais sejam abandonados ou tenham ninhadas indesejadas que gerem uma quantidade absurda de animais abandonados nas ruas do DF. E para quem for adotar, que adote de forma responsável, o animal fica muitos anos dentro de uma família. Então não adote por impulso, adote com consciência”. Adoção responsável Os animais estarão disponíveis para adoção por meio de feiras organizadas pela Organização de Controle Social (OCS) responsável pelo projeto, além da divulgação de fotos e informações nas redes sociais em canais oficiais e parceiros, com contatos para interessados. O intuito é ampliar o alcance do programa e consolidar políticas públicas permanentes que beneficiem um número cada vez maior de animais em situação de vulnerabilidade. A secretária extraordinária de Proteção Animal, Edilene Cerqueira, destaca que o Castra-DF tem como foco principal a castração e a intensificação das ações de adoção, garantindo que os animais recolhidos não retornem às ruas Quando os animais estiverem aptos, a divulgação também será feita no site Castra-DF, com as características de cada um, como idade e peso. O interessado pode deixar um número para a equipe entrar em contato, além de preencher uma ficha de adoção. O voluntário Denailson Almeida trabalha no resgate de animais e ajuda no abrigo por amor aos bichos. Feliz por participar da iniciativa, ele comentou o impacto positivo do Castra-DF na saúde pública animal. “O Castra-DF veio para acolher. A gente pega o animal em situação de rua, traz para o abrigo e aqui ele recebe todos os cuidados - banho, alimentação e remédio. Para mim é um privilégio fazer parte desse grupo com pessoas amorosas. Hoje mesmo, resgatamos uma cachorrinha que estava abandonada no lixão com os filhotinhos em uma caixa de papelão e agora ela está no abrigo, alimentada. Estamos aqui para somar e fazer o bem”, observou.
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Secretaria do Entorno promove doação coletiva no Hemocentro
A ação coletiva de doação de sangue, realizada nesta quarta-feira (18) pela Secretaria do Entorno (SEENT-DF), mobilizou servidores e parceiros no Hemocentro de Brasília, para reforçar os estoques de sangue da Fundação, especialmente dos tipos negativos — O‑, A‑, B‑ e AB‑ — em meio à campanha Conexão Vital, que reforça a importância da doação no Junho Vermelho. A ação contou com a presença do secretário do Entorno, Cristian Viana, e da equipe SEENT, recepcionados pelo presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto. O secretário do Entorno, Cristian Viana, aderiu à doação e destacou a organização institucional em prol de salvar vidas: “Esta união mostra que doar sangue pode salvar vidas — não apenas do DF, mas de todo o Entorno. Contribuir para fortalecer os bancos de sangue é dever de todos”, disse. A iniciativa fortalece a estratégia do GDF para intensificar coletas externas e envolver servidores públicos, reforçando o compromisso com a continuidade da doação de sangue. Os participantes relataram uma experiência positiva: após cadastro, triagem e orientações, cada voluntário doou cerca de 450 ml de sangue. O atendimento durou em média 40 minutos, inclusive com período de descanso e hidratação na pós-doação. A expectativa é que cada bolsa possa beneficiar até quatro pessoas em tratamentos de emergência, cirurgias e doenças crônicas. Após a doação, os cuidados incluíram: hidratação reforçada, alimentação leve, repouso breve e evitar esforços físicos nas próximas 12 a 24 horas | Foto: Divulgação/SEENT-DF Para se candidatar à doação, os presentes seguiram critérios básicos: ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 51 kg, estar em boas condições de saúde, com sono adequado e alimentação leve — a recomendação inclui evitar alimentos gordurosos e derivados de leite nas horas prévias, bem como manter boa hidratação. Entre os participantes, alguns já doavam com regularidade, reiterando a necessidade de continuidade: homens podem doar a cada dois meses (até 4 vezes ao ano) e mulheres, a cada três meses (até três vezes por ano). Alguns fatores levaram à diminuição das doações neste início de inverno: aumento de gripes, resfriados e casos de influenza tornaram muitos doadores temporariamente inaptos — o que intensifica o alerta para a manutenção dos estoques pela FHB e parceiros. “Junho vermelho é o mês nacional da doação de sangue e, como uma doadora ativa, é um prazer fazer parte da equipe da Secretaria e ver todos motivados a ajudar. A doação periódica é importante para ajudar a manter a postos o estoque do hemocentro, para que possam sempre levar sangue a quem precisa”, disse entusiasmada Renata França, assessora da SEENT. A ação contou com agendamento prévio, que pode ser realizado via site da FHB ou Telefonando 160 (opção 2). O FHB também enviou uma van para buscar e deixar o grupo de doadores da SEENT. Além disso, até o fim de junho, doadores com tipos sanguíneos negativos terão senha preferencial, sem necessidade de agendamento — medida para agilizar as coletas urgentes. Pedro Paulo Rodrigues, assessor especial da SEENT, relata que sabe da carência por doação de sangue em todo o Distrito Federal e Entorno, por isso resolveu participar. “Um amigo próximo precisou de doação. Esse tipo de situação e necessidade não tem seus escolhidos. Ele tem apenas vinte anos, é praticante ativo de esportes com eu e foi diagnosticado com leucemia. Então, todos nós estamos sujeitos a precisar de doação, suporte e empatia”, afirmou Pedro ao doar pela primeira vez. “Seguirei doando sempre que possível, na janela de oportunidades explicada pelo FHB”, concluiu. Cuidados Após a doação, os cuidados incluíram: hidratação reforçada, alimentação leve, repouso breve e evitar esforços físicos nas próximas 12 a 24 horas. O retorno seguro à rotina foi garantido pelos profissionais do Hemocentro, que também orientaram sobre os intervalos obrigatórios entre as doações. Para Leila Ribeiro, enfermeira, doar sangue é um ato de generosidade: “Cada vez que você doa, pode salvar muitas vidas. Essa é a segunda vez que eu dou sangue neste ano e eu já faço isso há doze anos. Eu, como alguém da área de saúde, procuro fazer a doação a cada quatro meses, que é o recomendado”, explicou. Segundo dados da FHB, os estoques estão cerca de 50% abaixo do recomendado, com desequilíbrio principalmente em tipagens negativas. Em todo o mês de junho, a campanha Junho Vermelho tem sido reforçada com coletas externas em universidades, supermercados e ações institucionais, incrementando a participação cidadã. Essa mobilização é um exemplo de como instituições podem articular recursos e pessoas em prol de um bem maior. O Hemocentro permanece aberto de segunda a sábado, das 7h15 às 18h, e convida doadores regulares e novos voluntários a manterem o ato de solidariedade em suas agendas — afinal, doar sangue é urgente, contínuo e pode salvar vidas. *Com informações da Secretaria do Entorno (SEENT-DF)
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Campanha do Agasalho Solidário já arrecadou 4 mil itens; saiba como são preparadas as doações para quem precisa
Antes de chegar às mãos de quem mais precisa, as doações arrecadadas pela Campanha do Agasalho Solidário passam por uma série de cuidados. O processo começa na triagem, com avaliação de cada item, a higienização e a separação para a distribuição. A iniciativa foi idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e é coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF). A campanha anual começou no dia 8 de maio e segue até 17 de julho. Cerca de 4 mil itens foram recebidos até o momento, dos quais uma parte já foi entregue a instituições assistenciais, pessoas em situação de vulnerabilidade social e população em situação de rua, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), no Sol Nascente, Pôr do Sol, Estrutural e Santa Maria. A campanha segue até 17 de julho, quando podem ser doadas peças adultas e infantis, masculinas e femininas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A entrega é só o final de um caminho que começa muito antes, com cuidado, intenção e respeito. Porque solidariedade de verdade não é doar o que sobra, é oferecer como gostaríamos de receber: com afeto, com dignidade, com o coração”, enfatiza Mayara Noronha Rocha. As peças são avaliadas para checar se estão nas condições adequadas de uso, sem furos, rasgos e com o tecido preservado. Aquelas que chegam limpas e em sacos plásticos, com informação sobre gênero e tamanho, facilitam a triagem e aceleram o trabalho dos servidores. Nathália Brito: "Quando as roupas não vêm separadas, nós fazemos a triagem, mas é preferível que as pessoas façam isso em casa" Já as doações que chegam com manchas e indícios de sujeira são lavados e passados por funcionários da Residência Oficial de Águas Claras (ROAC), e depois são agrupados por categoria. O objetivo é garantir roupas e cobertores quentinhos e cheirosos a quem mais precisa durante os dias frios de outono e inverno. Nathália Brito, integrante da equipe da campanha, reforça a recomendação de que as peças sejam entregues em sacos plásticos transparentes, com identificação de tamanho e público-alvo. “Quando as roupas não vêm separadas, nós fazemos a triagem, mas é preferível que as pessoas façam isso em casa”, pontua. “Toda a equipe da chefia participa ativamente em tudo, desde a separação entre masculino, feminino e infantil, e daquelas que não estão boas para uso, com furos, rasgos e com o tecido gasto, que são descartadas.” Clarinda Pereira Batista trabalha na lavanderia: "É um sentimento muito bom porque, de uma certa forma, eu participo também dessa solidariedade e me sinto feliz em poder contribuir" A funcionária da lavanderia Clarinda Pereira Batista, 68 anos, afirma que as roupas e cobertores são lavados e passados com cuidado e produtos específicos. “Eu tiro as manchas, coloco de molho, depois na máquina, passo, dobro e levo arrumadinho para o pessoal”, esclarece. “É um sentimento muito bom porque, de uma certa forma, eu participo também dessa solidariedade e me sinto feliz em poder contribuir. Uma pessoa que está precisando muito de um agasalho vai receber um limpo e espero que se sinta confortável.” Como doar? [LEIA_TAMBEM]A 6ª edição da campanha conta com o apoio de empresas, associações, voluntários e a sociedade em geral para ampliar a arrecadação de itens essenciais. Estão sendo aceitas peças de vestuário adulto e infantil, toucas, meias, luvas, calçados e cobertores, todos em boas condições de uso. A chefe de campanhas sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais, Gymene Lira, ressalta que todos os órgãos do GDF estão envolvidos na ação e participam de desafios solidários propostos pela organização. Segundo ela, essas iniciativas visam aumentar a visibilidade da campanha e impulsionar a arrecadação de doações por meio do engajamento dos servidores. “Continuem doando, nos ajudando, participando da campanha e doando carinho, porque uma menos pra vocês é a única de alguém.” Do total de doações já recebidas, cerca de 1.500 itens foram entregues por secretarias, 200 peças pelo Hospital Oftalmológico de Brasília e mais 700 blusas de manga longa confeccionadas por reeducandos pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). O esforço em ajudar o próximo também contempla a iniciativa privada: a loja Puket doou 200 cobertores e foram reunidas 1.200 doações na 32ª edição da Expotchê. Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio do Buriti e o Anexo, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.
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Com 59 pontos de coleta, campanha Absorva o Bem já distribuiu mais de 4,5 mil absorventes
Agência Brasília · COM 59 PONTOS DE COLETA, CAMPANHA ABSORVA O BEM JÁ DISTRIBUIU MAIS DE 4,5 MIL ABSORVENTES Mais dignidade para quem menstrua: desde maio, a campanha Absorva o Bem, do Governo do Distrito Federal (GDF), já distribuiu mais de 4,5 mil absorventes em 59 pontos de coleta espalhados pelo DF. Um deles é a Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, onde mulheres como Magda Maria Rodrigues, 52 anos, que hoje faz curso de camareira no local, celebram a iniciativa como um passo importante no combate à pobreza menstrual. “Chegar a um banheiro e ter acesso a esse serviço é muito importante. Às vezes, por um imprevisto, a pessoa precisa voltar para casa. Ter absorvente disponível aqui é maravilhoso”, afirma a cuidadora de idosos. Além de garantir dignidade, Magda enxerga o projeto como um gesto de cuidado. “O preço pesa muito para quem não pode comprar. Ter esse acesso traz mais tranquilidade para as mulheres”, completa. Luciene Alves, 57 anos, busca participar da iniciativa deixando absorventes nos pontos de coleta para outras mulheres que precisam | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) e busca combater a pobreza menstrual, promover a inclusão e enfrentar desigualdades. “O projeto Absorva o Bem é uma iniciativa que leva dignidade para as mulheres nos ambientes públicos. Nos ajuda a enfrentar problemas de saúde pública e de evasão escolar ao facilitar o acesso aos absorventes e mostra que o olhar cuidadoso do Estado promove a inclusão de quem mais precisa”, destaca a vice-governadora do DF, Celina Leão. Mais que a distribuição de itens básicos de higiene, a campanha também promove conscientização. Todos os pontos contam com QR Codes que direcionam para informações sobre o projeto, endereços de coleta, formas de doação e conteúdos educativos sobre dignidade menstrual. "Queremos estimular a empatia e a colaboração entre a comunidade", explica Clara Roriz, Secretária de Atendimento à Comunidade. "A instalação dessas caixas é um passo importante para assegurar o acesso ao item de higiene sem constrangimento ou dificuldade", acrescenta. Corrente do bem Como não menstrua mais, Luciene Alves, 57 anos, busca participar da iniciativa deixando absorventes nos pontos de coleta para outras mulheres que precisam. “Uma mulher ajuda a outra, e gosto de fazer parte dessa corrente do bem”, conta a microempreendedora, que defende a ampliação do projeto. “O GDF fez uma proposta importante para nós, mulheres. Espero que se estenda a lugares com grande circulação de pessoas, como faculdades e centros comunitários.” Genilda Rodrigues, 61 anos, também celebra o avanço. “Quando eu era jovem, a realidade era outra. Sofremos muito. Hoje, há mais acesso e liberdade para falar sobre o assunto. O governo está de parabéns”, diz a dona de casa. A assessora especial da Subsecretaria de Promoção da Mulher da Secretaria da Mulher (SMDF), Selma de Melo, afirma que o projeto ameniza um desafio enfrentado por muitas mulheres. “São dias difíceis, com cólicas e desconfortos. Muitas deixam de comprar absorventes para garantir a alimentação dos filhos. Essa rede de apoio é essencial e deve chegar a ainda mais equipamentos públicos”, ressalta. Genilda Rodrigues, 61 anos, celebra: “Quando eu era jovem, a realidade era outra. Sofremos muito. Hoje, há mais acesso e liberdade para falar sobre o assunto. O governo está de parabéns Como participar A população pode utilizar os produtos nos pontos solidários ou contribuir com doações. Empresas e organizações da sociedade civil também podem se tornar parceiras da campanha. Mais informações pelos contatos: - Telefone: 61 3312-9985 - WhatsApp: 61 98199-0312 - E-mail: absorvaobem@seac.df.gov.br Confira os pontos solidários ativos, instalados no DF: - Administrações Regionais do Cruzeiro, Paranoá, Park Way, São Sebastião, Brazlândia, Ceilândia, Guará, Itapoã, Jardim Botânico, Lago Norte, Núcleo Bandeirante, Samambaia, Santa Maria, SCIA, SIA, Sobradinho, Sobradinho II, Sudoeste, Taguatinga e Vicente Pires; - Núcleos de Assistência Jurídica da Defensoria Pública de Águas Claras, Brazlândia, Ceilândia, Itapoã, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Núcleo Bandeirante; - Procuradoria Geral do DF; - Arquivo Público do Distrito Federal; - Fundação Hemocentro de Brasília (FHB); - Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab); - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh); - Secretaria de Estado de Saúde (SES) - UBS 02 Asa Norte, UBS 01 Asa Sul, UBS 03 Samambaia, Clínica da Família nº 4 Samambaia, UBS 11 Samambaia, Clínica da Família Recanto das Emas, UBS 07 Samambaia; - Secretaria de Estado da Família e Juventude (SEFJ); - Secretaria de Estado de Economia (Seec); - Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP); - Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti); - Secretaria de Estado da Mulher - Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, Espaço Acolher Paranoá, Centro de Atendimento Especializado à Mulher de Planaltina, Centro de Referência em Atendimento à Mulher do Recanto das Emas, Espaço Acolher de Samambaia, Espaço Acolher de Sobradinho e Centro de Referência em Atendimento à Mulher de Sol Nascente; - Palácio do Buriti.
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Ação de acolhimento atende 25 pessoas em situação de rua no DF nesta semana
O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atendeu, nesta semana, 25 pessoas em diversas áreas do Distrito Federal. As operações passaram por 14 pontos do Plano Piloto e de Ceilândia. Na terça-feira (3), as equipes visitaram dois pontos na Asa Sul – próximo à Galeria dos Estados e na SQS 303 – e um no Noroeste – SQNW 311/511. Uma estrutura precária foi desconstituída e dois caminhões de entulho foram removidos, com os materiais considerados inservíveis sendo encaminhados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social | Foto: Agência Brasília Na quarta-feira (4), a ação seguiu no Plano Piloto, com visita a sete pontos: W3 Norte, SGAN 910 Casa do Ceará, SGAN 908, SHAN 907/908, balão em frente à 5ª DP, área pública em frente à Arena BRB Mané Garrincha e SHN Q2. Ao todo, 12 pessoas foram acolhidas, nove estruturas desconstituídas e dois caminhões de entulhos removidos. Já na quinta-feira (5), a operação seguiu para a Ceilândia. Foram percorridos dois pontos – QNO 2 e QNO 10 –, com duas pessoas atendidas, duas estruturas desmontadas e quatro caminhões de entulho retirados. [LEIA_TAMBEM]Novamente em Ceilândia, na última sexta-feira (6), as equipes foram a dois pontos: QNM 11/13 – via NN 11A – e QNM 1/03. Foram localizadas 11 pessoas, três estruturas de lona e madeira foram removidas e três caminhões de entulho retirados. Houve também aplicação de vacina em 14 animais. “A Casa Civil tem coordenado, de maneira estratégica, a atuação integrada dos diversos órgãos do Governo do Distrito Federal nas operações de atendimento à população em situação de rua. O acolhimento de 25 pessoas em Ceilândia e no Plano Piloto nesta semana demonstra a efetividade desse modelo, que busca articular a atuação ostensiva da DF Legal com o trabalho técnico e humanizado das equipes de assistência social e saúde. Seguimos comprometidos com a ampliação dessas ações, sempre com o foco em garantir acolhimento digno", apontou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também é oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estão disponíveis. Fazem parte das ações as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal no último ano. As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.
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Abrigo contra o frio atende 358 pessoas em situação de rua no DF
Para proteger a população em situação de rua durante o período de frio intenso, o Governo do Distrito Federal (GDF) abriu, na última quinta-feira (22), um abrigo emergencial no ginásio do Centro Integrado de Educação Física (Cief), na 907 Sul. Com funcionamento diário das 19h30 às 6h e capacidade para até 110 pessoas, o espaço acolheu 358 cidadãos – homens, mulheres, crianças e adolescentes –, entre os dias 22 e 25 deste mês. Acolhimento se dá com a participação de equipes de diferentes órgãos do GDF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Desde a abertura do abrigo, temos acompanhado de perto o funcionamento da estrutura”, ressaltou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Essa iniciativa mostra a força da atuação integrada do GDF, unindo políticas sociais e assistenciais em torno de um objetivo comum: salvar vidas e oferecer o máximo de conforto a quem enfrenta o frio nas ruas.” No local, os abrigados tiveram acesso a duas refeições (café da manhã e jantar), colchões e cobertores limpos para dormir, banho quente, kit higiene e casacos fornecidos pela Campanha do Agasalho Solidário, iniciativa da Chefia-Executiva de Políticas Sociais idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Também foram oferecidos atendimentos socioassistenciais em tendas montadas pela Defesa Civil para crianças e mulheres. “Nosso compromisso é não deixar ninguém desamparado”, explicou Gustavo Rocha. “Mais do que um teto, o que oferecemos é cuidado: alimentação, higiene, proteção e atendimento socioassistencial. Esse esforço coletivo mostra que, quando o frio aperta, o governo está presente, atuando com sensibilidade e responsabilidade social”. Frente fria O abrigo contra o frio é uma iniciativa promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), conforme previsto no Plano Distrital para População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil. “Desde 2022, a gente observou a necessidade, durante as noites frias aqui no DF, desse acolhimento no período noturno”, explicou a titular da Sedes-DF, Ana Paula Marra. “Então, é para trazer dignidade, uma noite quentinha, tranquila, para as pessoas que hoje estão em situação de rua. A Sedes faz esse trabalho de forma contínua, com abordagem social nas ruas do Distrito Federal, e nós temos as casas de acolhimento.” Com apoio de diversos órgãos do GDF, a iniciativa procura garantir acolhimento, conforto e segurança à população mais vulnerável, especialmente diante do avanço da frente fria que atinge a capital federal. Na última semana, o DF registrou a menor temperatura do ano: 11,9°C. Agasalho Solidário Lançada no dia 8 deste mês, a 6ª edição da Campanha do Agasalho Solidário segue até 17 de julho para reforçar o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social. A meta deste ano é superar a média das edições anteriores, que arrecadaram cerca de 10 mil itens cada. Casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado, para todas as idades e públicos, podem ser entregues em pontos de coleta dos órgãos do GDF. O ideal é que os itens estejam em sacos plásticos transparentes, com identificação do tipo, tamanho e público da peça, para facilitar a triagem e distribuição. Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio e o Anexo do Buriti, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.
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Residente de ortopedia com deficiência auditiva recebe óculos de realidade aumentada
Gilson Batista Sousa Junior, 28 anos, é residente de ortopedia no Hospital de Base (HBDF) e convive com deficiência auditiva desde os dois anos, consequência de uma meningite. Nesta quinta-feira (15), ele recebeu um par de óculos de realidade aumentada, doados pela Associação Amigos do Hospital de Base. Gilson Junior com o novo equipamento: “Esse gesto representa muito mais do que tecnologia: é inclusão, empatia e apoio a um sonho” | Foto: Alberto Ruy/IgesDF O aparelho, importado dos Estados Unidos, transcreve áudio em tempo real e projeta legendas diretamente no campo de visão do usuário, permitindo que Gilson supere barreiras de comunicação em sua rotina hospitalar. Gilson enfrenta desafios diários, especialmente em cirurgias, onde o uso de máscaras impede a leitura labial. Ainda em processo de adaptação ao implante coclear (de ouvido) feito em janeiro deste ano, ele relata que a comunicação ainda exige grande esforço. “Continuo enfrentando barreiras auditivas que exigem muito foco e energia mental”, relata. Sensibilizados com a situação, os voluntários buscaram apoio para viabilizar a doação. Segundo a presidente da associação, Maria Oneide da Silva, o equipamento foi oferecido por um médico do próprio hospital, que preferiu não se identificar. “O doador se prontificou a ajudar o colega - foi um gesto de humanidade e solidariedade”, afirma. A superintendente interina do HBDF, Fernanda Hak, também comemorou a iniciativa e, durante a entrega do aparelho, disse ao médico residente: “Esperamos que você aproveite ao máximo esses óculos e, da mesma forma que recebeu essa doação, continue doando seu talento e dedicação para cuidar dos pacientes. Sua trajetória é um exemplo para todos nós”. Para Gilson Junior, o dispositivo será transformador: “Vai me permitir entender com precisão o que está sendo dito, mesmo em ambientes ruidosos ou quando as máscaras impedem a leitura labial. Isso vai potencializar meu aprendizado e integração com a equipe e os pacientes”. Trajetória de superação [LEIA_TAMBEM]Nascido em Aparecida de Goiânia (GO), Gilson perdeu a audição aos dois anos, após uma meningite. Mudou-se com a família para Taguatinga (DF), onde estudou em uma escola bilíngue e aprendeu Libras. No retorno a Goiânia, enfrentou desafios, mas conquistou o direito a intérpretes na rede pública com o apoio do Ministério Público. Embora tenha iniciado seus estudos em ciências da computação, foi na medicina que encontrou sua verdadeira vocação. “Sempre quis ajudar as pessoas, especialmente aquelas que enfrentam limitações, como eu”, conta. “A medicina é a maneira mais nobre de converter minha história em apoio para quem precisa”. Ao receber os óculos, Gilson agradeceu à Associação Amigos do Hospital de Base, ao IgesDF, aos professores e colegas de trabalho. “Esse gesto representa muito mais do que tecnologia: é inclusão, empatia e apoio a um sonho”, declarou. “A deficiência pode limitar os sentidos, mas não precisa limitar os propósitos. Espero que minha trajetória inspire outros jovens com deficiência a acreditarem que é possível”. *Com informações do IgesDF
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Tem ambulância no trânsito? Seja cidadão e ajude a salvar vidas
Um ou dois minutos podem não fazer tanta diferença no dia a dia, mas para quem está em situação grave, podem significar a chance de sobrevivência ou de redução de sequelas. O atendimento rápido é prioritário nessas ocasiões. É por esse motivo que os condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) contam com o apoio de todos os motoristas para cumprirem uma missão nobre: salvar vidas. Rodrigo Amaral, condutor da motolância do Samu de Ceilândia, orienta: “É ter atenção e compaixão com a pessoa que está em atendimento. Esse mérito também é do motorista que abre caminho” | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde “Indiretamente, os motoristas que dão passagem aos veículos de urgência estão ajudando a salvar muitas vidas”, reforça o condutor Rodrigo Amaral, que atua no Samu em Ceilândia. “É ter atenção e compaixão com a pessoa que está em atendimento. Esse mérito também é do motorista que abre caminho.” Segundo ele, a dica é se manter atento ao trânsito e, assim que visualizar um veículo de emergência, já abrir espaço para a passagem. Mantenha a atenção Diariamente, porém, os motoristas do Samu encontram uma realidade diferente. “Nós vemos muitos condutores desatentos com os celulares, sem prestar atenção ao que está ocorrendo em volta”, afirma o condutor Caetano Mateus de Moura. Há quem não perceba a aproximação da ambulância, quem simplesmente não dê passagem e até os que até mudam para a faixa da direita, mas aceleram e impedem que outros motoristas também possam sair da via. “As pessoas têm que ter um pouco mais de atenção e olhar ao redor”, ressalta Rodrigo Amaral. Da base localizada em Ceilândia Norte, eles conseguem chegar a qualquer local na região administrativa (RA) em dez a 11 minutos. Se o deslocamento for maior, como, até o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o tempo normalmente é de 23 minutos, em horário de pico. “Cada segundo conta; o paciente que está em parada cardiorrespiratória, por exemplo, a cada minuto ele perde chance de ter uma sobrevida melhor”, detalha Caetano Mateus. Com cursos específicos para conduzir ambulâncias, os motoristas avaliam o momento de ultrapassar o semáforo vermelho, utilizar a contramão ou até passar sobre obstáculos. “A todo tempo nós trabalhamos com segurança, pensando não só na nossa equipe, mas também no paciente e em todos os veículos”, explica. Vou levar uma multa? O gerente da Escola Pública de Trânsito do Detran-DF, Marcelo Granja, lembra que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) dá prioridade para veículos em serviço de urgência. “Deixar de dar passagem a ambulância - quando em serviço de urgência e emergência e devidamente identificada - é uma infração gravíssima, sujeita a multa e pontos na carteira de motorista, conforme artigo 189 do CTB”, adverte. Condutores também são capacitados para atuar no atendimento a vítimas De acordo com o órgão de trânsito, a orientação para os motoristas é deslocar o veículo para a direita da via, mesmo que para isso seja preciso ultrapassar a faixa contínua ou o acostamento. É importante que essa manobra não comprometa a segurança de outros usuários da pista. Também é indicado reduzir a velocidade do veículo para facilitar a manobra da ambulância e, se necessário, parar o veículo em segurança, aguardando a passagem completa do transporte do Samu. Marcelo Granja pontua que, em caso de passar um sinal vermelho ou avançar sobre faixa de pedestres para dar passagem à ambulância, a multa não será aplicada, caso se configure como a única maneira segura e imediata de liberar a via. “Em caso de autuação, é fundamental que você recorra da multa, explicando a situação e, se possível, fornecendo evidências - como testemunhas ou imagens, caso as tenha”, orienta. “A justificativa de estar facilitando a passagem de uma ambulância em emergência deve ser considerada pelas autoridades de trânsito.” Quando chamar o Samu? Caetano Moura, condutor: “As pessoas têm que ter um pouco mais de atenção e olhar ao redor” O Samu do Distrito Federal conta, atualmente, com 23 bases descentralizadas, 31 ambulâncias de suporte básico, oito de suporte avançado e dez duplas de motolâncias, além do serviço aeromédico. A equipe padrão para os atendimentos é composta por um condutor e dois técnicos de enfermagem, e as unidades avançadas levam ainda um médico e um enfermeiro. Os condutores também participam dos atendimentos, sendo capacitados, entre outras ações, para fazer reanimação cardiopulmonar. [LEIA_TAMBEM] O serviço funciona 24h e presta atendimento de urgência e emergência em qualquer lugar, como residências, locais de trabalho e vias públicas, podendo ser acionado por meio do telefone 192. Uma equipe é responsável por receber as chamadas e classificar conforme a necessidade de ordem de urgência. É indicado chamar o Samu para situações em que há necessidade de atuação especializada de profissionais de saúde, como problemas cardiorrespiratórios, intoxicações ou queimaduras graves, maus-tratos, trabalhos de parto onde haja risco de morte da mãe ou do feto, tentativas de suicídio, crises hipertensivas, acidentes/trauma com vítimas, afogamentos, choque elétrico e acidentes com produtos perigosos. O Samu também deve ser acionado para transferências entre unidades hospitalares de pacientes com risco de morte. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Projeto Mateus distribui kits maternidade para 200 mulheres em vulnerabilidade no Sol Nascente
Governo do Distrito Federal · PROJETO MATEUS DISTRIBUI KITS MATERNIDADE PARA 200 MULHERES EM VULNERABILIDADE NO SOL NASCENTE Nesta quinta-feira (8), a Secretaria da Mulher (SMDF) e a Federação Habitacional do Sol Nascente (Fehsolna) distribuíram kits de maternidade produzidos pelas 30 alunas do projeto Mateus. Cerca de 200 mulheres em situação de vulnerabilidade receberam o material durante o encerramento do curso de costura e crochê, que deu certificados às participantes. Durante a entrega do material, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira (de vermelho), lembrou: “O Governo do Distrito Federal tem feito a diferença na vida das mulheres ao levar trabalho e cidadania a todas” | Fotos: Divulgação/SMDF Com duração de seis meses, o projeto Mateus ofereceu, além da qualificação profissional, atendimento social e psicológico. “Com um olhar para o futuro, este projeto não apenas capacita, mas também inspira mulheres a sonharem e construírem uma realidade melhor para si e suas famílias”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “O Governo do Distrito Federal tem feito a diferença na vida das mulheres ao levar trabalho e cidadania a todas”, declarou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A independência financeira adquirida por meio da capacitação profissional é fundamental para a transformação e a inclusão social.” Acolhimento e renda [LEIA_TAMBEM]Idealizado por Edilamar Corrêa e sua filha Aline Corrêa, o projeto Mateus é a realização de um sonho para elas, que transformaram a perda de Mateus (neto e filho, respectivamente), de 8 meses, em 2021, em uma iniciativa de acolhimento, qualificação e geração de renda. Os enxovais distribuídos são formados por dois conjuntos de pagãs (calça , casaco e regatinha), um macacão, uma saída-maternidade, dois pares de luvas de crochê, dois pares de sapatinho de crochê, uma touca, uma manta e um boneco ou bichinho de contato afetivo para a criança. Beatriz Alves foi uma das beneficiadas: “Há várias mãezinhas, como eu, que não têm condições de comprar o enxoval do seu bebê, e esse presente vai nos ajudar muito” Moradora de São Sebastião, Beatriz Alves, 33, grávida do terceiro filho, compartilhou a sua alegria em receber a bolsa maternidade: “Há várias mãezinhas, como eu, que não têm condições de comprar o enxoval do seu bebê, e esse presente vai nos ajudar muito. Tudo aqui no projeto Mateus é muito bom, fui acolhida com muito carinho . Acho muito importante ver a comunidade unida ajudando a todas nós”. As doações são destinadas às mulheres assistidas por programas sociais, em parceria com os conselhos tutelares do Sol Nascente e de Ceilândia, bem como com assistentes sociais dos hospitais locais e do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e do Hospital Regional da Ceilândia (HRC). *Com informações da Secretaria da Mulher
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GDF inicia Campanha do Agasalho Solidário para ajudar quem mais precisa no inverno
Governo do Distrito Federal · GDF INICIA CAMPANHA DO AGASALHO SOLIDÁRIO PARA AJUDAR QUEM MAIS PRECISA NO INVERNO Com a chegada do inverno, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta quinta-feira (8), a 6ª edição da Campanha do Agasalho Solidário. Iniciativa idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a ação segue até 17 de julho de 2025 e busca reforçar o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social. A meta deste ano é superar a média das edições anteriores, que arrecadaram cerca de 10 mil itens cada. Todos os órgãos do GDF terão, até o dia 17 de julho, pontos de coleta para receber casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado para doação a famílias em situação de vulnerabilidade | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Segundo a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, a nova edição busca mobilizar a população em um gesto de solidariedade, principalmente no período em que as temperaturas mais baixas atingem com mais intensidade a população da região. “Embora o poder público tenha o dever de cuidar da administração, é fundamental que a sociedade também participe, com um olhar atento às necessidades do próximo. O frio está chegando, e queremos estar prontos para acolher quem mais precisa”, afirmou. “Essa é uma ação institucional, que conhece as carências de cada região e garante que as doações cheguem a quem realmente precisa”, diz a primeira-dama Mayara Noronha Rocha Durante esse período, todos os órgãos do GDF estão com pontos de coleta para receber casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado, para todas as idades e públicos. A primeira-dama sugere que as doações sejam entregues em sacos plásticos transparentes, com identificação do tipo, tamanho e público da peça, pois facilita a triagem e distribuição. Mayara Noronha Rocha destaca ainda que as doações beneficiam instituições sociais, casas de acolhimento e famílias em situação de vulnerabilidade em todo o DF. “As entregas continuam ao longo do ano, conforme a necessidade. Quanto mais doações recebermos, mais pessoas conseguiremos alcançar”, explica. Ela ainda ressalta que a campanha garante uma distribuição organizada e mais eficaz do que doações feitas de forma aleatória, como nas ruas ou nas portas das casas. “Essa é uma ação institucional, que conhece as carências de cada região e garante que as doações cheguem a quem realmente precisa”. [LEIA_TAMBEM] Como doar? A 6ª edição da campanha conta com o apoio de empresas, associações, voluntários e a sociedade em geral para ampliar a arrecadação de itens essenciais. Estão sendo aceitas peças de vestuário adulto e infantil, toucas, meias, luvas, calçados e cobertores, todos em boas condições de uso. Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio e Anexo do Buriti, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.
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Acompanhe o lançamento do projeto Absorva o Bem
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Solidariedade Salva distribui mais de 24 toneladas de alimentos em abril
A campanha Solidariedade Salva, coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF), beneficiou mais de 9,8 mil pessoas em abril. Foram entregues 2.470 kits, com um total de 24.700 kg de alimentos distribuídos às famílias em situação de vulnerabilidade no DF. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha ressalta a importância do programa: “Acreditamos que, por meio da solidariedade e do engajamento da nossa comunidade, podemos transformar realidades e levar esperança a muitas famílias” | Foto: Divulgação Segundo a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, a campanha tem como objetivo unir esforços em prol daqueles que mais precisam. “É a união do público com o privado”, afirma. “Com a compra do ingresso da Meia Solidária, você economiza na diversão e ajuda quem mais precisa. Acreditamos que, por meio da solidariedade e do engajamento da nossa comunidade, podemos transformar realidades e levar esperança a muitas famílias. Cada gesto, cada doação, faz a diferença”. A distribuição dos kits contemplou diversas regiões administrativas do DF. Foram beneficiadas Sol Nascente/ Pôr do Sol, Itapoã, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Ceilândia, Planaltina, Estrutural, Lago Sul, Paranoá, São Sebastião, Arapoanga, Paranoá, Plano Piloto, Gama, Santa Maria, Sobradinho e Sobradinho II. Iniciativas [LEIA_TAMBEM]A campanha entrou no calendário oficial do Distrito Federal após a publicação do decreto nº 46.115/2024 no Diário Oficial do DF (DODF) que também oficializa outras iniciativas como Agasalho Solidário, Vem Brincar Comigo e Nosso Natal. Solidariedade Salva busca fortalecer o apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade social por meio da arrecadação de alimentos não perecíveis. A iniciativa alcançou o maior número de alimentos arrecadados durante uma partida de futebol, no dia 20 de março, quando a seleção brasileira enfrentou a Colômbia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 na Arena BRB Mané Garrincha. Foram recolhidas 27.700 doações provenientes dos ingressos de meia-entrada solidária, bem como de pessoas que decidiram doar mesmo sem a obrigação do ingresso.
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Corte de cabelo e barba leva humanização à UPA de Brazlândia
Um simples corte de cabelo ou de barba pode ir muito além da estética. Em ambientes hospitalares, esse gesto representa acolhimento, dignidade e um olhar mais humano sobre quem está enfrentando um momento de fragilidade. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia, uma iniciativa voluntária oferece cortes de cabelo e barba gratuitos, promovendo bem-estar aos pacientes. Antônio Marcos Lima: “Quando corto o cabelo de um paciente, vejo no olhar dele uma mudança imediata. É como se ele recuperasse um pouco de si, da autoestima, da identidade” | Foto: Divulgação/IgesDF A ação é realizada pelo técnico de enfermagem e colorista Antônio Marcos Matos Lima, que já trabalhou por cerca de 10 anos como cabeleireiro em salões de beleza. “Eu acredito que o cuidado vai além do remédio. Quando corto o cabelo de um paciente, vejo no olhar dele uma mudança imediata. É como se ele recuperasse um pouco de si, da autoestima, da identidade. É muito gratificante poder doar esse tempo para fazer o outro se sentir melhor”, afirma Antônio Marcos. A gerente da UPA de Brazlândia, Célia Maria Gonçalves, destaca que ações como essa reforçam o compromisso da unidade com a humanização do atendimento e a valorização do ser humano em todas as suas dimensões. “Trabalhar na saúde é dedicar horas do nosso dia para cuidar de quem está com dor, de quem está vulnerável. Quando temos pessoas com esse olhar sensível, que se preocupam em fazer mais pelo outro, isso nos enche de esperança e nos lembra do verdadeiro sentido da nossa profissão. É bonito, é valioso, e nós incentivamos cada vez mais esse tipo de iniciativa”, diz Célia. *Com informações do IgesDF
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Campanha Páscoa Solidária distribui cestas básicas e chocolates a crianças no COP Parque da Vaquejada
A campanha Páscoa Solidária está de volta. Promovida pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF), a ação resgata os significados do período pascal por meio de doações e atividades recreativas para beneficiar crianças em situação de vulnerabilidade social. A terceira edição foi lançada nesta quinta-feira (10), durante evento no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) Parque da Vaquejada, em Ceilândia, com a presença do governador Ibaneis Rocha e da primeira-dama Mayara Noronha Rocha. Na ação foram distribuídas 450 cestas básicas, kits com chocolates e camisetas para crianças de 4 a 12 anos, entre alunos do COP e jovens atendidos pelo Instituto Comunitário de Preservação à Vida, instituição localizada no Sol Nascente/Pôr do Sol. Ibaneis Rocha: “É uma ação em que você vê o sorriso no rosto das crianças que muitas vezes não têm as oportunidades que deveriam ser dadas a elas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O governador destacou a felicidade de estar proporcionando esse momento para crianças e famílias do Sol Nascente/Pôr do Sol e de Ceilândia. “Essa é uma entrega que alegra o coração de nós que somos autoridades públicas e que estamos à frente do governo, porque é uma ação em que você vê o sorriso no rosto das crianças que muitas vezes não têm as oportunidades que deveriam ser dadas a elas”, afirmou. “É um dia de muita alegria ver essas crianças poderem receber um chocolate para comemorar a Páscoa e as famílias recebendo uma cesta básica para reforçar a alimentação. É a presença do governo alegrando a vida das pessoas”, completou. Ibaneis reforçou, ainda, o compromisso do GDF em criar meios para que as crianças cresçam com dignidade: “Nós queremos que todos vivam as oportunidades que o Estado pode dar para que cresçam cada vez mais. Ontem tivemos o lançamento de um programa maravilhoso que vai ajudar os nossos adolescentes a frequentar os Centros de Convivência e que possam cada vez mais se educar para o futuro”. O chefe do Executivo também aproveitou para incentivar a solidariedade entre os brasilienses, já que os alimentos distribuídos foram doados pela população. “É muito importante que as pessoas tenham esse sentimento de que é doando para quem mais precisa que a gente consegue realmente uma campanha como essa”, comentou. “Junto dessa ação vem também o alimento primordial da fé e da esperança”, disse Mayara Noronha Rocha | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Idealizadora da campanha, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha lembrou que em toda data especial a Chefia-Executiva busca levar acolhimento às famílias mais vulneráveis por meio de doações e experiências lúdicas. “Hoje é um dia muito simbólico para as crianças e seus familiares. A Páscoa está chegando e viemos trazer o chocolate para adoçar a vida das crianças. Junto dessa ação vem também o alimento primordial da fé e da esperança”, disse. Durante o evento, Mayara Noronha Rocha esteve acompanhada da estudante Ana Clara Batista, que foi selecionada pelo programa Meninas em Ação para ocupar o cargo por um dia. “Estou imensamente feliz de estar aqui hoje. É uma grande honra estar aqui, como menina de escola pública. Creio que represento as meninas negras e periféricas”, disse a jovem, em seu discurso. Além dos itens distribuídos, o evento contou com atrações de lazer e entretenimento para as crianças, como personagens temáticos, show de mágica, pintura de rosto, brinquedos infláveis, pipoca, algodão doce, serviços de corte de cabelo e cyber arena, com jogos eletrônicos e Just Dance. Alegria das famílias Para Thauan Vinicius Viana, ações como a Páscoa Solidária ajudam “as famílias e a criançada” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Aluno do COP há três anos, o menino Thauan Vinicius Castro Viana, 10 anos, classificou o dia de hoje como especial. “Minha mãe falou que vamos ganhar cesta básica e ovo de Páscoa”. “É muito importante até porque a gente precisa e não é todo dia que isso acontece. Ajuda as famílias e a criançada também”, apontou o garoto. A dona de casa Rosimare Nascimento de Andrade, 54, e o filho Rafael Abner de Jesus Andrade, 13, estavam muito animados. A mulher pelo recebimento dos kits e o menino pelas brincadeiras. “Fico muito grata, porque eu não ia ter dinheiro agora para dar esse ovo de Páscoa para ele. E ele ficou feliz também. Meu sentimento hoje é de gratidão”, definiu a mulher, enquanto o menino era só sorrisos na cyber arena. Agatha Vitória Araújo gostou de tudo o que viu: “É muita felicidade poder estar comemorando o presente de Cristo” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A jovem Agatha Vitória Araújo, 12 anos, disse que gostou de tudo que envolveu o evento da Páscoa Solidária. “Amei tudo que fizeram. As danças, os jogos, a pipoca, o algodão doce. É muita felicidade poder estar comemorando o presente de Cristo”. A presidente do Instituto Comunitário Preservação à Vida, Celma da Costa, revelou que a campanha vai beneficiar 135 crianças atendidas pela organização. “As crianças pediam e clamavam por um evento como esse. Isso é dignidade e apoio a essas famílias. Só tenho gratidão”, revelou. Ação contínua A campanha Páscoa Solidária teve a primeira edição em 2023, quando 50 crianças das instituições Creche Sucupira e Creche Centro Comunitário da Criança e 50 idosos do Lar dos Idosos Maria Madalena tiveram uma tarde especial no centro de lazer e entretenimento Pontão do Lago Sul. Houve entrega de kits de chocolate, apresentação de mágico, pintura de rosto, lanches, entre outras atrações. No ano passado, o evento reuniu cerca de 70 crianças atendidas pelo Centro Social Formar, em Arniqueira, e pelo Coletivo da Cidade, na Estrutural. Em sua segunda edição, a campanha levou as crianças para uma tarde em uma rede de fastfood com lanche especial, show de mágica e distribuição de caixa de bombom e cesta básica. A campanha Páscoa Solidária faz parte do Projeto Solidariedade Salva que arrecada alimentos a cada grande evento no Distrito Federal por meio da doação de quem opta pela meia-entrada solidária. Desde o início, a ação já conseguiu mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade.
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Campanha Compartilha Amor arrecada roupas, calçados e brinquedos para comunidades vulneráveis do DF
A partir desta quarta-feira (9), a população do Distrito Federal pode contribuir com a transformação social por meio do lançamento da campanha Compartilha Amor, ação permanente promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). Com pontos de coleta espalhados em mais de 20 locais, a campanha recebe roupas, calçados e brinquedos destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade no DF. As doações podem ser feitas diretamente nas caixas personalizadas da campanha, que estarão disponíveis por cerca de 30 dias nos pontos participantes. As caixas passam por vistorias semanais para garantir a integridade das doações e a continuidade da arrecadação. Elizabete Ferreira: “É uma forma simples de ajudar quem precisa e ainda dar um novo propósito para o que está parado em casa” | Fotos: Neto Martins/Sejus Moradora da Asa Sul, Elisabete Helena Ferreira se mostrou animada com a iniciativa e afirmou que fará questão de participar. “Já estou separando as roupas em bom estado que eu e minha família não usamos mais para doar. É uma forma simples de ajudar quem precisa e ainda dar um novo propósito para o que está parado em casa”, contou. “Essa iniciativa exemplifica como a solidariedade pode transformar realidades e melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta dificuldades. A campanha Compartilha Amor reforça o compromisso do GDF com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Campanha permanente A campanha conta com o apoio de mais de 20 parceiros Com apoio de mais de 20 parceiros, a campanha conta com a atuação da Coordenação de Voluntariado (Coorvol), da unidade de Projetos Sociais da Sejus-DF, que coleta os materiais. Após o recolhimento, os itens são separados por categoria, higienizados e contabilizados. Apenas doações em bom estado são reaproveitadas — itens danificados ou que não atendem aos padrões de qualidade são descartados. A Compartilha Amor é uma campanha permanente que recebe doações da comunidade e organiza brechós solidários, oferecendo a pessoas em situação de vulnerabilidade a oportunidade de escolher até cinco itens (roupas, calçados ou acessórios) de forma gratuita. Esses brechós ocorrem durante as ações do GDF Mais Perto do Cidadão, que percorre diversas regiões administrativas do DF, levando acolhimento, serviços e cidadania. Em cada edição, são distribuídas mais de 700 peças, impactando positivamente a vida de centenas de pessoas. Confira os pontos de coleta Supermercado Big Box • Asa Sul: 211, 310, 314, 402, 413, 503, 508 e 512 • Asa Norte: 106, 208, 211, 310, 314, 402, 408 • Sudoeste: 105, 301 • Noroeste • Lago Sul: QI 11 • Lago Norte: CA 01, QI 05, QI 09 • Taguatinga: C1 e CNB12 Up Grade Nutrição Esportiva • CLS 415, Loja 34, Bloco B Restaurante Naturalle • 306 Sul Peça Rara – Vicente Pires • St. Hab. Vicente Pires (Taguatinga) Centro Universitário de Brasília (Ceub) • Unidades da Asa Norte e Asa Sul *Com informações da Sejus-DF
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Hemocentro promove coleta de sangue em Planaltina com participação de atores da Via Sacra
A unidade móvel do Hemocentro de Brasília vai atender doadores de sangue nesta quinta-feira (10), das 9h às 16h, no estacionamento da Administração Regional de Planaltina, em mais uma ação de coleta externa. A iniciativa tem o objetivo de preparar os estoques para o feriado da Páscoa e contará com a participação de atores da Via Sacra do Morro da Capelinha, tradicional evento cultural da cidade. Unidade Móvel do Hemocentro estará no estacionamento da Administração Regional de Planaltina-DF, nesta quinta (10), das 9h às 16h | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília Na mobilização, atores da Via Sacra vão doar sangue caracterizados com os trajes da encenação. A Via Sacra é uma das mais tradicionais celebrações da Semana Santa no Distrito Federal e foi reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pelo decreto nº 28.870, de 17 de março de 2008. O evento, marcante na cultura popular da cidade, reúne milhares de pessoas todos os anos e conta com centenas de voluntários. Doe sangue Para doar sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar em boas condições de saúde. As vagas disponibilizadas no site Agenda DF para a coleta externa já foram preenchidas, porém será possível realizar encaixe de doadores conforme a capacidade máxima de atendimento. Quem estiver usando medicamentos, tiver passado por cirurgias ou exames como endoscopia, ou tiver adoecido recentemente, deve consultar o site do Hemocentro para verificar se está apto a doar. Em casos de gripe, é necessário aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas. Para covid-19, o prazo é de dez dias após o fim dos sintomas, se não houver sequelas. Em casos assintomáticos, o prazo é contado a partir da data do exame. *Com informações do Hemocentro
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Projeto Borboleta ajuda a reconstruir a autoestima de reeducandas
“É a oportunidade de se vestir, de tirar aquela roupa branca e se sentir diferente e importante na vida; é o primeiro passo para a liberdade”, descreve a reeducanda Samantha*, 50, uma das beneficiadas pelo projeto Borboleta, da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF). Vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa disponibiliza roupas e acessórios para elevar a autoestima dos sentenciados em sua nova fase de vida. Desde 2017, essa ação já beneficiou 5 mil pessoas. Samantha, que trabalha como manicure em regime semiaberto, é uma das beneficiárias do projeto: “Ter acesso a roupas novas de graça e poder trabalhar com dignidade é uma força muito grande – é um gasto a menos, uma preocupação a menos” | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “A doação dessas roupas vai muito além do vestuário. Elas representam um novo começo para os reeducandos que estão retomando suas vidas no mercado de trabalho e na sociedade” Deuselita Martins, diretora-executiva da Funap-DF “Assim que eu saí da prisão, a situação financeira estava muito difícil, então ter acesso a roupas novas de graça e poder trabalhar com dignidade é uma força muito grande – é um gasto a menos, uma preocupação a menos”, relembra Samantha. Com o apoio da Funap, desde que entrou em regime semiaberto, ela atua há nove meses como manicure e, quando possível, no projeto Borboleta, ajudando outros reeducandos na nova vida. As roupas do borboletário, local onde ficam armazenadas, são adquiridas por meio de doações. Cada pessoa (homem e mulher) tem direito a cinco itens, que podem ser escolhidos em araras dispostas na sede da Funap. “O projeto Borboleta resgata autoestima, dignidade e fortalece a reintegração social e profissional dessas pessoas, contribuindo para uma sociedade mais justa e inclusiva” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania “A doação dessas roupas vai muito além do vestuário; elas representam um novo começo para os reeducandos que estão retomando suas vidas no mercado de trabalho e na sociedade”, ressalta a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins. “Muitos chegam sem condições de se apresentar adequadamente para uma entrevista ou para o primeiro dia de emprego, e o projeto Borboleta lhes dá esse suporte essencial, ajudando a resgatar a dignidade e a autoestima nesse momento de recomeço”, complementa a gestora. Andreia escolhe peças no borboletário: “O guarda-roupa comunitário facilita a vida do preso que está se reintegrado na sociedade, porque a gente chega aqui e consegue um sapato, uma roupa de qualidade para se apresentar no trabalho” A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, também vê na iniciativa um caminho para ressocialização. “O projeto Borboleta resgata autoestima, dignidade e fortalece a reintegração social e profissional dessas pessoas, contribuindo para uma sociedade mais justa e inclusiva”, pontua. Autoestima e recomeço O simples ato de trocar de roupa no borboletário assim que chegou à Funap -DF transformou a vida de Andreia*, 57. Depois de dez anos na prisão, a costureira saiu sem nada. “O guarda-roupa comunitário facilita a vida do preso que está se reintegrado na sociedade, porque a gente chega aqui e consegue um sapato, uma roupa de qualidade para se apresentar no trabalho e até nos outros dias, porque a gente demora 30 dias para receber o primeiro salário”, relata. Além do impacto financeiro, ela reforça a importância do projeto para a confiança das reeducandas: “Já pensou todo mundo chegando de branco ao trabalho? Seria constrangedor, né? Aqui, a gente entra presa, mas sai como qualquer outra pessoa da sociedade. Isso é muito bom para a nossa autoestima”. Como ajudar O projeto Borboleta recebe doações de qualquer item de vestuário, cosmético ou acessório, beneficiando tanto homens quanto mulheres. As peças mais procuradas são roupas de frio, calças jeans (de todos os tamanhos) e camisas, de preferência coloridas. As doações podem ser entregues de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Funap-DF: Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 2, lotes 1835/1845, 1º andar. Mais informações pelos telefones (61) 3686-5031 e 3686-5030. *Para preservar a identidade das entrevistadas, foram usados nomes fictícios.
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Família Acolhedora fará live para explicar o funcionamento do serviço nesta segunda (10)
Para quem deseja fazer a diferença na vida de uma criança ou adolescente em situação de vulnerabilidade, o programa Família Acolhedora DF fará uma live informativa em seu Instagram, na segunda-feira (10), às 19h30. O objetivo é esclarecer dúvidas e orientar quem pretende oferecer um lar temporário e afeto a meninos e meninas afastados judicialmente de suas famílias de origem. Programa já acolheu quase 220 crianças e adolescentes em residências provisórias onde a pessoa retoma a reintegração familiar | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Nosso compromisso neste GDF é, também, buscar o retorno das crianças ao convívio familiar, respeitando seus direitos e promovendo a reintegração” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Grupo Aconchego, a iniciativa já acolheu 216 crianças e adolescentes entre 2019 e 2024 e tem caráter provisório, buscando sempre a reintegração familiar ou, quando isso não é possível, o encaminhamento para uma família substituta. “É um programa fundamental para garantir um ambiente seguro e afetuoso para nossas crianças, que precisam de proteção temporária enquanto buscamos soluções que priorizem seu bem-estar”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Nosso compromisso neste GDF é, também, buscar o retorno das crianças ao convívio familiar, respeitando seus direitos e promovendo a reintegração.” Como funciona Quem quiser formar uma família acolhedora precisa cumprir alguns requisitos, como ter mais de 18 anos, residir no DF, não estar inscrito no Cadastro Nacional de Adoção, possuir condições adequadas de cuidado e contar com a concordância de todos os membros da família. Os interessados passam por uma capacitação, além de acompanhamento psicológico e social durante todo o período do acolhimento, que pode durar até 18 meses. Veja, abaixo, as etapas do processo de habilitação. ⇒ Inscrição: enviar os dados para o e-mail familiaacolhedora.aconchego@gmail.com ou pelo Instagram ⇒ Entrevista com assistente social e psicólogo para entender o serviço e verificar os requisitos ⇒ Capacitação de seis semanas, que pode ser feita online ou presencialmente ⇒ Visita domiciliar para avaliação do ambiente familiar ⇒ Habilitação para receber uma criança ou adolescente temporariamente.
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Após quatro anos internado no Hospital de Base, paciente consegue vaga em abrigo
Internado há quase cinco anos no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a terça-feira (25) foi dia de despedida para Daniel Nunes da Silva. Aos 47 anos, sem rede de apoio familiar, dois membros amputados e um dos braços paralisado, Daniel precisava de um local adequado que pudesse cuidar de pessoas com deficiência. A nova residência de Daniel agora é o Abrigo Vila do Pequenino Jesus, localizado no Lago Sul. “Para mim, é uma vitória. Conseguir essa vaga em um local onde vão me atender e cuidar de mim vai ser bom. Já tenho um conhecido lá, que ficou internado aqui uma época”, disse. “Agora eu vou poder passear com a minha cadeira motorizada”, referindo-se ao presente que ganhou da terapeuta ocupacional do HBDF, Mariana Borges. Daniel Nunes da Silva: “Conseguir essa vaga em um local onde vão me atender e cuidar de mim vai ser bom” | Foto: Divulgação/IgesDF De acordo com Érica Tedesque, chefe do serviço social do Hospital de Base, depois de diversos encaminhamentos em busca por uma desospitalização segura de Daniel, foram iniciadas as tentativas por uma vaga em acolhimento institucional para pessoas com deficiência. “Ao longo dos anos, Daniel foi avaliado por diversas instituições credenciadas na Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF), mas enfrentou obstáculos para a admissão, muitas vezes devido ao seu quadro de saúde”, explica. Segundo Érica, em uma das últimas avaliações, a presença de bactérias multirresistentes foi um fator impeditivo. “As negativas não desmotivaram nossa busca e continuamos trabalhando ativamente para possibilitar que Daniel tivesse a oportunidade de retornar ao ambiente fora do hospital”, declarou. Foram realizadas diversas tratativas internas e externas, com o envolvimento de muitas áreas do hospital, como a equipe multiprofissional e a equipe médica, juntamente com o Núcleo Interno de Regulação (NIR) e a atuação fundamental dos profissionais do serviço social. Durante esses quatro anos, Daniel foi acolhido pela equipe do 6º andar, que se tornou uma espécie de família para ele De acordo com Taciana Sepúlveda, responsável pelo NIR, Daniel foi um dos pacientes que entraram logo no radar da área, que foi criada com o propósito de acompanhar e resolver a situação de pacientes com longa internação. “Até dezembro de 2024, o NIR acompanhava pacientes que estivessem acima de 30 dias de internação nas enfermarias do HBDF. O foco é na desospitalização, garantindo uma alta segura e qualificada, onde o paciente vai receber toda a assistência necessária”, explica. De acordo com ela, a partir de janeiro deste ano, o NIR passou a fazer o monitoramento dos pacientes já a partir de 10 dias de internação, inclusive os internados no Pronto Socorro. “Fizemos diversas ações com a infectologia do HBDF e com o apoio do serviço social. Em conversa com o infectologista e chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH), Julival Ribeiro, o NIR fez uma solicitação de parecer para a infectologia da Secretaria de Saúde ”, lembra Taciana. Porém, enquanto isso era providenciado, saiu o resultado de um novo exame que comprovava que o paciente não tinha nenhuma infecção. “Como o contato com o abrigo já havia sido formalizado pelo serviço social, levamos em frente a sua transferência”, conta Taciana. Uma vida de dificuldades Daniel deu entrada no Hospital de Base em 18 de junho de 2020, vítima de perfuração por arma branca na região torácica. Submetido a procedimento de urgência, ele acabou sofrendo duas paradas cardiorrespiratórias e evoluiu com uma lesão cerebral. A piora acabou levando à necessidade de amputação dos membros inferiores e, devido à extensão dos traumas sofridos, também foi necessário realizar um procedimento de ileostomia, cirurgia que cria uma abertura no abdômen para desviar o fluxo do intestino delgado. Depois de passar um tempo na UTI, Daniel apresentou melhora do quadro de saúde e foi transferido para a enfermaria da cirurgia geral no 6º andar do Hospital de Base. Durante esse período, sua saúde teve altos e baixos, o que sempre tornava impossível a aceitação em um abrigo. Daniel, natural de Tapera (RS), solteiro e sem filhos, tem três irmãos, mas não mantém vínculo próximo com nenhum deles. “Chegamos a mapear essa rede de apoio e realizar alguns contatos, mas não tivemos sucesso nessa iniciativa. Daniel estava em situação de rua há cerca de dois anos quando foi internado. Na ocasião da internação, não possuía documentos pessoais, nem mantinha contato com seus familiares”, conta Érica Tedesque. Durante esses quatro anos, Daniel foi acolhido pela equipe do 6º andar, que se tornou uma espécie de família para ele. Ele manteve uma boa relação e vinculação com todos os profissionais. Por isso, durante a sua despedida, muitos colaboradores se emocionaram e queriam registrar o momento com fotografias e vídeos. Cartazes com mensagens de apoio foram produzidos pelos profissionais. Carla Vargas Cabral, assistente social do Hospital de Base acompanhou o caso de Daniel e foi uma das responsáveis por conseguir a vaga dele no Vila Pequenino Jesus. “Quando recebemos a notícia que o Daniel seria acolhido, a equipe vibrou, ficamos muito felizes, porque era uma grande espera por todos nós. Não apenas pelo Daniel, mas por toda a equipe que vinha acompanhando e realizando todas as intervenções”, disse. Segundo Carla, a desospitalização do Daniel foi resultado de um trabalho em equipe. “Cada um contribuiu dentro da sua especialidade. Sou muito grata a todos, que sempre acreditaram, junto comigo, que seria possível”. *Com informações do IgesDF
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