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Programa de Avaliação Seriada (PAS)

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CIL do Gama orienta estudantes sobre seleção do Pontes para o Mundo 2026

Na noite desta segunda-feira (7), o Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Gama promoveu uma apresentação sobre a edição deste ano do programa Pontes para o Mundo com o objetivo de incentivar a participação dos estudantes elegíveis e esclarecer dúvidas sobre o processo. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante” | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio” David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo O coordenador do programa, David Nogueira, conduziu um passo a passo detalhado para a inscrição e explicou as etapas do processo seletivo. Ele também abordou os critérios de participação e apresentou a estrutura completa do programa, trazendo mais segurança para estudantes, pais e responsáveis. “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio”, reforçou. Ele lembrou que o Pontes para o Mundo oferece uma experiência de mobilidade acadêmica integral, permitindo que o estudante dê continuidade aos estudos em um sistema educacional internacional.  [LEIA_TAMBEM]David também destacou as estratégias adotadas para assegurar o desempenho acadêmico dos participantes. Entre elas, está a disponibilização de uma plataforma de estudos voltada ao Programa de Avaliação Seriada (PAS), além de acompanhamento contínuo e apoio psicológico para lidar com desafios como o choque cultural e a saudade de casa.  Autonomia Participantes do encontro, ex-intercambistas do Cemi Gama compartilharam experiências e orientações práticas sobre a prova de proficiência e a rotina no exterior. Eles destacaram que, além do aprendizado da língua, o principal ganho é o desenvolvimento da autonomia. “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante”, afirmou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga, que acompanhou a apresentação. O sonho perto da realidade Bianca Domiciano, alunos do CED 08 do Gama, já começou a se preparar: “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas” Para alguns estudantes, o intercâmbio começa a se concretizar como uma possibilidade real. É o caso de Bianca Domiciano, aluna do Centro Educacional (CED) 08 do Gama, que já começou a se preparar para o processo seletivo. “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas”, relatou. “Eles falaram sobre o acolhimento nas escolas e pelas famílias. A ansiedade existe, mas estou confiante.” Sua mãe, que também acompanhou a apresentação, pontuou: “O coração fica apertado, mas ela precisa voar. É uma chance única de crescimento, e eu vou apoiar”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)    

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Projeto UnDF apresenta oportunidades de ensino superior a estudantes da rede pública

Estudantes do Centro de Ensino Médio (CEM) 03 de Taguatinga participaram, na manhã desta quarta-feira (11), de palestras promovidas pelo projeto de extensão UnDF Vai à Escola. A atividade apresentou aos alunos que integram o Núcleo de Apoio aos Vestibulandos (Nave) os cursos, as formas de ingresso e as oportunidades acadêmicas oferecidas pela Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). Encontro promovido pela equipe do projeto reuniu estudantes que tiveram a oportunidade de tirar dúvidas sobre cursos, vagas e processos seletivos | Fotos: Mary Leal/SEEDF A iniciativa integra um conjunto de ações que levam professores e estudantes da universidade às escolas da rede pública com o objetivo de aproximar a instituição da comunidade escolar e ampliar o acesso à informação sobre o ensino superior público distrital. Durante o encontro, os alunos também receberam informações sobre bolsas de permanência, localização dos campi e projetos acadêmicos desenvolvidos pela instituição.  “Com essas atividades, esperamos democratizar ainda mais o acesso à universidade no Distrito Federal e no Entorno, para que os estudantes possam planejar suas trajetórias acadêmicas” Fernando Fidelix, professor coordenador do projeto “Por meio de palestras e visitas guiadas, apresentamos a Universidade do Distrito Federal e esclarecemos dúvidas sobre cursos, processo seletivo e quantidade de vagas”, relatou o professor Fernando Fidelix, coordenador do projeto de extensão. “Como a UnDF é recente, percebemos que muitas pessoas ainda não a conhecem em detalhes.” Para ele, a presença direta nas escolas é uma estratégia para ampliar o acesso ao ensino superior público. “Com essas atividades, esperamos democratizar ainda mais o acesso à universidade no Distrito Federal e no Entorno, para que os estudantes possam planejar suas trajetórias acadêmicas”, resumiu. Referência em preparação O CEM 03 de Taguatinga tem se consolidado como referência na preparação de estudantes da rede pública para o ingresso no ensino superior. Ainda neste ano, a escola registrou mais de 130 aprovações em vestibulares e programas de acesso universitário: foram 89 vagas na Universidade de Brasília (UnB) e 41 em institutos federais, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).  Regina Cotrim, coordenadora do Núcleo de Apoio aos Vestibulanos: “Muitas vezes o estudante não ingressa porque não conhece as instituições ou as formas de acesso, e iniciativas como essa ajudam a mudar essa realidade” Os resultados refletem o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Apoio aos Vestibulandos, integrado ao projeto político-pedagógico da escola e coordenado pela professora Regina Cotrim. Em três anos de atuação, o núcleo já contabiliza mais de 370 aprovações em universidades públicas e instituições privadas por meio de bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni). “Nós ficamos muito felizes com essa visita da UnDF, pois é isso que queremos: divulgar as universidades públicas para os nossos alunos”, reforçou Regina Cotrim. “Muitas vezes o estudante não ingressa porque não conhece as instituições ou as formas de acesso, e iniciativas como essa ajudam a mudar essa realidade.” “Quando eu vim estudar no CEM 03, muitas pessoas já falavam do Nave como uma oportunidade muito boa para quem quer entrar na universidade” Maria Clara Silva, aluna da 3ª série do CEM 03 de Taguatinga A professora lembrou que a aproximação entre universidade e escola fortalece o projeto pedagógico voltado à continuidade dos estudos. “Com a possibilidade da construção do novo campus da UnDF em Ceilândia, as oportunidades ficam ainda mais próximas dos nossos estudantes”, apontou. “Desde que a UnDF foi criada, nós falamos sobre ela e já temos estudantes lá. Sabemos que é uma universidade com professores excelentes e com todo potencial para se consolidar como uma instituição de ponta”. Porta para a universidade   Maria Clara Silva e José Fernando Fontineles, alunos da 3ª série do CEM 03, assistiram à palestra e reforçaram sua motivação para estudar  Entre os participantes das palestras estavam alunos da 3ª série do ensino médio que integram o Nave. O projeto oferece orientação acadêmica, material de estudo e aulas de reforço no contraturno para estudantes interessados em ingressar no ensino superior, contribuindo para a preparação para exames como o Programa de Avaliação Seriada (PAS) da UnB. “Quando eu vim estudar no CEM 03, muitas pessoas já falavam do Nave como uma oportunidade muito boa para quem quer entrar na universidade”, lembrou Maria Clara Silva, de 17 anos, aluna da 3ª série. “Eu quero fazer medicina, curso muito concorrido, então fiquei animada quando soube que teria esse apoio no contraturno.” Após assistir à palestra, Maria Clara disse ter despertado o interesse em conhecer melhor a universidade distrital: “Eu ainda não conhecia a UnDF, e fiquei bem animada em saber mais sobre os cursos. Sei que a Escola Superior de Ciências da Saúde [Escs] integra a universidade e oferece vagas em medicina e enfermagem. Meu sonho sempre foi ser médica e eu me vejo trabalhando como pediatra, porque sou apaixonada por trabalhar com crianças”. [LEIA_TAMBEM]Também da 3ª série do CEM 03, José Fernando Fontineles, 17, falou sobre o diferencial do projeto dentro da escola pública: “É um projeto único. Eu já estudei em escolas particulares antes e nunca tinha visto algo tão voltado para o estudante que quer prestar vestibular. Aqui a gente tem tempo, orientação e material específico para estudar para essas provas, o que ajuda muito quem quer seguir para a universidade”. Universidade mais próxima  Criado para fortalecer o vínculo entre a universidade e a educação básica, o projeto UnDF Vai à Escola também permite que estudantes de licenciatura desenvolvam práticas pedagógicas em unidades da rede pública, promovendo troca de experiências e atividades alinhadas às demandas de cada escola. Entre as instituições já visitadas estão o CEM Setor Oeste, o Centro Educacional Darcy Ribeiro, o CED Pompílio Marques de Souza, o CEM Elefante Branco, o CEM Paulo Freire e o CED do Lago Norte. Escolas interessadas em receber o projeto devem entrar em contato com o e-mail fernando.nunes@undf.edu.br. *Com informações da Secretaria de Educação    

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No País de Gales, intercambistas do Pontes para o Mundo estabelecem rotina de estudos para o PAS

Uma semana depois de chegarem ao Reino Unido e conhecerem os colégios britânicos onde estudarão pelos próximos três meses, os alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal do programa Pontes para o Mundo, agora, estabelecem uma rotina de estudos para conciliar a vivência internacional e a preparação para o Programa de Avaliação Seriada (PAS). No Pembrokeshire College, no País de Gales, os alunos contam com salas modernas, bibliotecas e computadores disponíveis para os períodos de estudo. Além disso, os estudantes receberam acesso gratuito ao Guia do PAS, material didático disponibilizado pela Universidade de Brasília (UnB). A prova, antes prevista para 7 de dezembro, foi adiada para o dia 14.  Os alunos contam com salas modernas, bibliotecas e computadores disponíveis para os períodos de estudo | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Segundo o secretário-executivo da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Isaias Aparecido, a parceria com a UnB foi um passo importante e mostra o reconhecimento do impacto do projeto. “A UnB se sensibilizou com a magnitude do programa e compreendeu que apoiar esses jovens é investir no futuro do Distrito Federal. Com os simulados, conseguimos comparar o desempenho deles com estudantes de escolas públicas e particulares do DF, ampliando as oportunidades de preparação", afirma. Igor dos Santos, 17 anos, estuda no Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (Cemeit), e conta como vem se preparando no Pembrokeshire College para a segunda etapa da prova. “Eu já estava estudando bastante no Brasil e, quando soube que viria para o Reino Unido, fiquei feliz em saber que a SEEDF estava disponibilizando a plataforma do Guia do PAS e as apostilas para a gente ter um estudo ainda melhor. Agora já tenho uma rotina de estudos aqui, pois chego em casa, dou uma olhada nos livros. É tudo gratuito e personalizado, com mentoria, simplesmente incrível", contou. Igor dos Santos se dedica todos os dias para a segunda etapa do PAS desde o Brasil [LEIA_TAMBEM] Paridade Já na cidade de Neath, no NPTC Group of Colleges, a aluna Giovanna Rosa Borba, 17 anos, explica que conciliar o intercâmbio com os estudos para o PAS tem sido uma experiência única. “Mesmo estando fora, sinto que tenho tudo de que preciso ao meu alcance. O Guia do PAS tornou essa experiência perfeita para mim e para todos os alunos do programa”, indicou. Isaias Aparecido destacou a importância de garantir igualdade de condições para os intercambistas: “É essencial assegurar que esses alunos tenham condições justas no PAS e possam ingressar na universidade”. Para a professora Helena Regina Cavalcanti, que acompanha os alunos durante os primeiros dias de intercâmbio, o apoio da universidade foi fundamental. “Primeiro, gostaria de esclarecer que essa alteração no calendário garante que nossos estudantes possam chegar, descansar e ter uma semana a mais de preparação", comentou. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Pontes para o Mundo: Estudantes da rede pública se despedem de Brasília rumo a intercâmbio no Reino Unido

O embarque que parecia distante, um sonho até então reservado à televisão, finalmente se tornou realidade nesta quinta-feira (4). No saguão do Aeroporto Internacional de Brasília, malas fechadas, olhares ansiosos e abraços empolgados marcaram o tom da despedida de parte dos 102 estudantes da rede pública que seguiram rumo ao Reino Unido — onde vão participar de um intercâmbio por meio do programa Pontes para o Mundo, financiado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A primeira-dama Mayara Noronha Rocha e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, acompanharam a partida dos estudantes | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Acompanhados pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, 27 jovens embarcaram em um voo da companhia Air France/KLM às 14h20, com destino à capital da Inglaterra. Durante a preparação, os estudantes se reuniram na sala VIP do Banco de Brasília (BRB), onde receberam as orientações das equipes da Secretaria de Educação (SEEDF) e se despediram de familiares e amigos.  Idealizadora da iniciativa, a primeira-dama vê a viagem também como um instrumento de inclusão social. “Para esses jovens, quase 100% deles, é a primeira vez que vão fazer uma viagem internacional”, lembrou. “Eu entrei no aeroporto me imaginando vivendo tudo isso, porque eu tive esse sonho um dia", comentou Mayara. “Eu, que também vim de escola pública, também me formei no CIL [Centro Interescolar de Línguas]. Eu digo que não é só gratificante por ver a realização em cada aluno, mas por ver o retorno que vem para as famílias. É a oportunidade de os pais olharem para os seus filhos e conseguirem constatar, comprovar que eles estão crescendo e estão preparados para conquistar o mundo.” Com participação ativa em todos os estágios do programa, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, também acompanhou o embarque. “Hoje está saindo o último grupo; ontem embarcaram 33 estudantes, e hoje estão indo 69, totalizando 102 contemplados”, contabilizou. “Além disso, estão indo dez profissionais da secretaria para acompanhá-los durante os primeiros dias para auxiliar nesse momento de ambientação, visitando as famílias, as casas, os locais onde eles vão ter aulas. Os alunos terão uma hora de estudo por dia na plataforma do PAS [Programa de Avaliação Seriada] para que não percam também o conteúdo da prova que farão quando retornarem”. Portas abertas para o mundo Nicole Gomes, aluna do CEM 2 de Ceilândia: “Eu espero voltar uma outra pessoa do intercâmbio, que eu possa me transformar e transformar a minha família, as pessoas ao meu redor, os colegas da minha escola, incentivar os estudos deles, principalmente”  Nicole Gomes, 16 anos, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 2 de Ceilândia, comemorava: “É a primeira vez que estou aqui, e ainda fui recepcionada com essa sala maravilhosa. Estou sentindo incrível ver que todo o meu esforço e minhas notas valeram a pena. Eu espero voltar uma outra pessoa do intercâmbio, que eu possa me transformar e transformar a minha família, as pessoas ao meu redor, os colegas da minha escola, incentivar os estudos deles, principalmente”.  Cauã Diniz, do Centro Educacional Stella dos Cherubins Guimarães Trois: "Eu não esperava que ia acabar sendo desse jeito, não esperava nem mesmo que ia conseguir passar, e hoje estou aqui, por tudo que eu fiz em todos esses anos” Para Cauã Diniz, 16, do Centro Educacional Stella dos Cherubins Guimarães Trois, em Planaltina, a viagem é a realização de um sonho antigo. “Estou achando o máximo”, disse. “Eu não esperava que ia acabar sendo desse jeito, não esperava nem mesmo que ia conseguir passar, e hoje estou aqui, por tudo que eu fiz em todos esses anos. Eu sempre gostei de aprender coisas novas, de querer realmente ir para fora. Minha mãe fala que, quando eu era pequeno, eu já queria meio que explorar outros lugares. Então, estou muito empolgado”. Colaboração “Nos colleges onde vão estudar, eles vão ter conexão com meninos do mundo inteiro, então é uma troca de experiência que vai permitir que eles cresçam muito” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O Pontes para o Mundo é fruto de parceria entre o GDF, a Secretaria de Educação e instituições internacionais. A iniciativa seleciona estudantes da rede pública para viver experiências de imersão cultural e linguística, ampliando oportunidades acadêmicas e profissionais. Hélvia Paranaguá enfatiza que o programa visa a preparar jovens para os desafios. “Nos colleges onde vão estudar, eles vão ter conexão com meninos do mundo inteiro, então é uma troca de experiência que vai permitir que eles cresçam muito”, pontuou. “Vão enriquecer no conhecimento pessoal também porque saem de casa. Eles vão viver não só a cultura, mas a escola, a aula e o mundo de uma forma diferente”.  A expectativa é que o Pontes para o Mundo disponibilize 400 vagas no próximo ano, além da expansão para outros países, como Japão, Alemanha e Espanha. Agora, o GDF trabalha para enviar um projeto de lei para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) que transformará a iniciativa em um programa permanente. [LEIA_TAMBEM]“O PL [projeto de lei] está pronto, estamos apenas ajustando e logo será enviado para a CLDF. A ideia é que esse programa deixe de ser uma política de governo e passe a ser de Estado. Então, independentemente de quem venha no futuro para governador, ele manterá Pontes para o Mundo porque será lei.” Centro Interescolar de Línguas Mais do que memorizar palavras estrangeiras, aprender um novo idioma é acessar culturas, abrir portas para o mundo e ampliar horizontes pessoais e profissionais. Há 50 anos, o CIL cumpre esse papel no Distrito Federal. Com 17 unidades espalhadas por 14 regionais de ensino, a rede é uma política pública consolidada que já formou milhares de estudantes do ensino público em inglês, espanhol, francês, japonês e alemão — o último, oferecido exclusivamente no CIL 1 de Brasília. Entre 2019 e este ano, mais de 350 mil estudantes passaram pelas salas dos CILs, de acordo com o Censo Escolar. No mesmo período, o GDF investiu R$ 1,37 milhão em serviços de manutenção predial para garantir a qualidade dos espaços. Atualmente, 829 professores integram o corpo docente desses centros, cuja missão,  vai além do ensino gramatical: é promover uma formação integral voltada à comunicação, expressão e inclusão.  

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Orquestra Filarmônica apresenta repertório do PAS a alunos da rede pública do DF

O estudo dos instrumentos musicais, conhecido como organologia, é um dos temas que podem aparecer no Programa de Avaliação Seriada (PAS), processo seletivo de ingresso na Universidade de Brasília. Para aproximar os estudantes desse universo, a Orquestra Filarmônica de Brasília realizou, nesta quarta-feira (11), uma apresentação didática de obras exigidas no exame voltado aos alunos do Ensino Médio da rede pública. O Concerto das Escolas ocorreu em dois turnos da manhã e tarde, no auditório do Museu Nacional da República. Idealizado pela Associação dos Amigos das Artes de Brasília (Amabra) e realizado por meio de termo de fomento com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), o programa incluiu as seguintes composições clássicas: Pequena Fuga em Sol Menor, de J.S. Bach; Batuque, de Alberto Nepomuceno; a ária Habanera, da ópera Carmen, de Georges Bizet; e o Concerto para Violoncelo em Dó Maior – 1º movimento, de Joseph Haydn, com solo de Calebe Alves. O Concerto das Escolas ocorreu em dois turnos da manhã e tarde, no auditório do Museu Nacional da República | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Os parâmetros sonoros como timbre, altura, frequência e intensidade costumam ser palavras-chave em questões que confundem candidatos em vestibulares. Por isso, o maestro Thiago Francis explica que o repertório foi cuidadosamente escolhido com base nos conteúdos exigidos nas três etapas do PAS. Durante a apresentação, ele assume também o papel de professor: contextualiza cada obra, explica o período histórico, os instrumentos utilizados e o papel do compositor. “Muitos alunos não sabem o que é um oboé, um fagote, ou como esses instrumentos se organizam dentro da orquestra. Nosso objetivo é justamente romper essa barreira e permitir que eles compreendam o que estão ouvindo”, afirma.   Para tornar o concerto mais interativo, músicos da própria orquestra participaram das explicações e interagiram com os estudantes. “Quando o aluno escuta uma música sem contexto, ela pode parecer qualquer coisa. Mas depois da explicação, ele entende por que o compositor escolheu determinado instrumento, qual o tema da obra, e por que isso está no PAS. Isso transforma a experiência em aprendizado real”, conclui o maestro. Em busca de uma boa nota na primeira etapa do processo seletivo, o estudante Luiz Fernando Monteiro, 15, destaca que essa vivência prática faz diferença na hora da prova Do ponto de vista pedagógico, essa vivência tem um valor enorme. “Desde o começo do ano, a gente trabalha as obras do PAS em sala de aula, dentro da disciplina de arte, abordando temas como música e teatro”, ressalta a professora do Centro de Ensino Médio Setor Oeste (CEMSO), Camilla Dantas. Segundo ela, a escola valoriza bastante essa preparação para o vestibular, especialmente o vínculo com o PAS e a UnB, ainda mais porque muitos dos alunos da rede pública não têm acesso a esse tipo de experiência no dia a dia. Em busca de uma boa nota na primeira etapa do processo seletivo, o estudante Luiz Fernando Monteiro, 15, destaca que essa vivência prática faz diferença na hora da prova. “A prática ajuda muito mais no dia do PAS. Quando a gente vai fazer a prova, nem sempre têm certeza do que vai encontrar. Aqui a gente ganha uma base concreta para começar a entender de verdade o conteúdo.” Ele também conta que aprendeu bastante sobre os instrumentos, especialmente os violoncelos, e elogiou a forma como os músicos foram apresentados individualmente, com explicações sobre as funções na orquestra. Para o aluno Felipe Telles, 16, o contato direto com os músicos e com os instrumentos oferece uma compreensão mais profunda do conteúdo. “É a minha primeira vez em uma orquestra, e está sendo muito gratificante, ainda mais porque já estamos trabalhando conteúdos que vão cair na prova. Ver tudo isso de perto torna o aprendizado muito mais concreto”, afirmou.

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Espetáculo aproxima estudantes da rede pública de ensino da música de concerto

O Museu Nacional da República será palco, nesta quarta-feira (11), de um concerto didático voltado a estudantes do ensino médio da rede pública do Distrito Federal. O evento integra o projeto Concerto das Escolas, que reúne obras exigidas nas provas do Programa de Avaliação Seriada (PAS), processo seletivo de ingresso na Universidade de Brasília (UnB). A apresentação será realizada pela Orquestra Filarmônica de Brasília. Poderão participar os alunos previamente inscritos nas escolas e também aqueles que comparecerem no dia do evento, mediante apresentação da carteirinha estudantil que comprove o vínculo com a rede pública. Apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília, nesta quarta-feira (11), no Museu Nacional da República, tem como público-alvo estudantes do ensino médio da rede pública de ensino | Foto: Divulgação/OFB Idealizado pela Associação dos Amigos das Artes de Brasília (Amabra) e realizado por meio de termo de fomento com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), o projeto une arte e educação em duas sessões gratuitas: às 9h30 e às 14h30. A expectativa é receber 450 estudantes em cada turno. “O Concerto das Escolas é um exemplo concreto de como a cultura pode dialogar diretamente com a educação e transformar realidades. Ao levar a música clássica para dentro do universo dos estudantes da rede pública, especialmente com foco no PAS da UnB, a Orquestra Filarmônica de Brasília mostra que arte, inclusão e excelência caminham juntas. É uma honra para a Secretaria de Cultura e Economia Criativa incentivar e apoiar mais esta ação que desperta sensibilidade, amplia repertórios e abre portas para o futuro desses jovens”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A importância desse projeto é movimentar o mercado de trabalho da música de concerto, oportunizando emprego e renda para esses músicos que estão fora do mercado. Além disso, incentiva a criação de novas plateias ao democratizar a música de concerto, promovendo a educação artística com temas fundamentais que sempre caem na prova do PAS. Quem for ao concerto vai presenciar algo belo e totalmente diferenciado”, complementa o diretor-presidente da Amabra, Doner Cavalcante. [LEIA_TAMBEM]Aula musical O espetáculo será apresentado pela Orquestra Filarmônica de Brasília, que é conduzida pelo maestro Thiago Francis. O programa inclui as seguintes composições clássicas: Pequena Fuga em Sol Menor, de J.S. Bach; Batuque, de Alberto Nepomuceno; a ária Habanera, da ópera Carmen, de Georges Bizet; e o Concerto para Violoncelo em Dó Maior – 1º movimento, de Joseph Haydn, com solo de Calebe Alves. “Mais do que apresentar um repertório, queremos despertar o interesse dos estudantes pela música clássica e criar um momento de encantamento. Essa vivência contribui para o aprendizado, amplia o repertório cultural e mostra que a música orquestral pode ser acessível e transformadora”, destaca o maestro Thiago Francis. Além da performance musical, os alunos terão acesso a explicações sobre os compositores, o contexto histórico das obras e suas principais características musicais. Também haverá momentos de interação, com espaço para perguntas ao grupo de músicos — tornando a preparação para o PAS mais rica, dinâmica e atrativa. Serviço Concerto das Escolas → Data: quarta-feira (11) → Local: Museu Nacional da República → Horários: 9h30 e 14h30 → Informações: (61) 99695-1332.

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