Rede pública de saúde do DF ultrapassa 1 milhão de atendimentos de enfermagem em 2026
Seja na rotina intensa dos hospitais, nas salas de vacinação ou nas unidades básicas de saúde (UBSs), há uma presença constante em todas as etapas do atendimento: o profissional da enfermagem. Nesta terça-feira (12), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) celebra o Dia Internacional da Enfermagem e do enfermeiro, data que reconhece a importância desses profissionais para o funcionamento da rede pública de saúde. Atualmente, a SES-DF conta com 3.502 enfermeiros em atividade. Desse total, 171 enfermeiros são obstetras, 2.651 generalistas, 655 de família e comunidade e 25 enfermeiros do trabalho. Rede que cuida Os números refletem a dimensão desse trabalho. Em 2025, as equipes de enfermagem da pasta realizaram mais de 3 milhões de procedimentos individuais. Apenas nos primeiros meses de 2026, já foram registrados mais de 1 milhão de atendimentos. Atualmente, a SES-DF conta com 3.502 enfermeiros em atividade | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Diretor de Enfermagem da SES-DF, Bruno Assis, destaca a representatividade da categoria na rede pública. “O enfermeiro desempenha papel fundamental na promoção da qualidade de vida da população no âmbito da SES-DF, atuando de forma integrada em todos os níveis de atenção à saúde", afirma. Na rede pública do DF, os enfermeiros realizam acolhimento, consultas, vacinação e acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pacientes com doenças crônicas nas UBSs. Nos ambulatórios especializados, acompanham casos de maior complexidade, com monitoramento terapêutico e orientações aos pacientes. Já nos hospitais e serviços de urgência e emergência, desempenham papel fundamental na assistência direta, no monitoramento clínico e na coordenação do cuidado, contribuindo para um atendimento seguro e humanizado. Dedicação que permanece No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), a enfermeira Janete Carvalho transformou experiência em legado. Com mais de 40 anos dedicados à enfermagem, ainda antes da regulamentação da profissão, ela decidiu seguir como voluntária após a aposentadoria, em 2016, para evitar a interrupção do atendimento a pacientes com lesões graves. Em 2018, criou o ambulatório de feridas complexas da unidade e ajudou na formação de novos profissionais para garantir a continuidade do serviço. Convivemos diariamente com a dor dos pacientes e aprendemos a dar valor a nossa saúde e à capacidade de ajudar o próximo. Trabalhamos por amor e com competência para fazer diferença na vida deles”, afirma. Apenas nos primeiros meses de 2026, as equipes de enfermagem da SES-DF realizaram mais de 1 milhão de atendimentos, beneficiando mais de 1 milhão de pacientes No ambulatório de feridas complexas do Hran, as enfermeiras acompanham pacientes com lesões de difícil cicatrização, como úlceras, feridas crônicas e complicações decorrentes de outras doenças. O atendimento inclui avaliação clínica, curativos especializados, orientações aos pacientes e monitoramento da evolução dos casos. Há cinco anos no ambulatório de feridas complexas, a enfermeira Kaliane Falcão acumula 20 anos de atuação na SES-DF e também construiu sua trajetória profissional no Hran. “Gosto muito de atender a população e isso faz parte do meu objetivo profissional. O maior aprendizado da enfermagem é aprender a lidar com o ser humano todos os dias”, conta. Larissa Lourenço, que também integra a equipe, está há 12 anos na pasta e já atuou em todos os níveis de atenção. “Somos o elo entre o paciente e os outros profissionais. Estamos diretamente ao lado dele em todos os níveis de atenção. É uma profissão que exige dedicação, ética e responsabilidade”, ressalta. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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GDF investe R$ 28 milhões em renovação da frota e amplia capacidade logística da Secretaria de Saúde
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) incorporou 50 novos veículos à frota da rede pública como parte do processo de renovação e ampliação da infraestrutura logística da rede. O investimento, que supera R$ 28 milhões em aquisições já contratadas, envolve caminhões, furgões e vans especializadas, definidos a partir das demandas operacionais das unidades e com impacto direto na qualidade dos serviços oferecidos à população. Segundo o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Leonídio Neto, a entrega vai além da reposição de veículos antigos. “Estamos falando de uma frota pensada para dar resposta às necessidades reais da secretaria. São veículos adequados às diferentes funções da rede, que ampliam a capacidade operacional e trazem mais eficiência ao dia a dia dos serviços”, afirmou. Os caminhões passam a reforçar a logística da Farmácia Central, do Almoxarifado Central e da Diretoria de Patrimônio, estruturas responsáveis pelo abastecimento diário de medicamentos, materiais e insumos para mais de 350 unidades da SES-DF. “A secretaria trabalha com um volume grande e diverso de materiais. Esses caminhões têm capacidades volumétricas diferentes e permitem que a distribuição seja feita de forma mais organizada e regular”, explicou o subsecretário. Já os furgões ampliam a mobilidade da secretaria, sobretudo no atendimento a unidades de menor porte, como as unidades básicas de saúde (UBSs). “Em muitas situações, o furgão é o veículo mais adequado, porque garante agilidade nas entregas e facilita o acesso às unidades, o que reduz o tempo de resposta da logística”, explicou Leonídio Neto. Os novos veículos estão sendo direcionados para unidades de atenção primária, atenção especializada e vigilância em saúde, conforme demandas rotineiras e necessidades reprimidas identificadas pela gestão | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Outro destaque da frota são as vans de vacinas, voltadas ao fortalecimento das estratégias de imunização no Distrito Federal. De acordo com o subsecretário, esses veículos têm papel central para ampliar as coberturas vacinais. “A van de vacina permite levar os imunizantes com segurança, mantendo a conservação adequada durante o transporte e viabilizando ações fora das unidades fixas”, ressaltou. A frota inclui, ainda, vans odontológicas, que ampliam a oferta de atendimentos em saúde bucal e permitem levar esse serviço a diferentes regiões do DF. “Esses veículos ajudam a expandir a atenção à saúde bucal e a alcançar públicos que, muitas vezes, têm dificuldade de acesso aos serviços”, acrescentou. Logística como base do atendimento em saúde Os novos veículos estão sendo direcionados para unidades de atenção primária, atenção especializada e vigilância em saúde, conforme demandas rotineiras e necessidades reprimidas identificadas pela gestão. Para Leonídio Neto, o impacto aparece justamente na organização do sistema. “Quando a logística funciona, o atendimento flui melhor. Os insumos chegam no tempo certo, as equipes conseguem trabalhar com mais previsibilidade e o serviço na ponta ganha qualidade”, afirmou. R$ 28 milhões Investimento em aquisições já contratadas, envolve caminhões, furgões e vans especializadas A renovação da frota também responde ao desgaste dos veículos anteriormente em uso. Parte significativa da frota, especialmente de caminhões, acumulava muitos anos de operação, com manutenções frequentes e custos elevados. “Tínhamos veículos com idade avançada, o que comprometia tanto a economicidade quanto a segurança. A renovação é fundamental para dar sustentabilidade ao sistema”, explicou o subsecretário. Reflexos para a população Na prática, os investimentos se refletem em benefícios concretos para a população do Distrito Federal. A melhoria da logística contribui para que medicamentos, vacinas e outros insumos cheguem às unidades de forma mais célere, inclusive em situações emergenciais. As ações de imunização ganham reforço, assim como os atendimentos em saúde bucal e as estratégias de busca ativa junto a populações vulneráveis. “Pode ser que o cidadão não veja diretamente o veículo, mas ele percebe o resultado quando encontra o serviço funcionando, com insumos disponíveis e atendimento mais organizado”, resumiu Leonídio Neto. Com a frota renovada e adequada às diferentes frentes de atuação da SES-DF, a secretaria amplia sua capacidade de resposta e fortalece a qualidade dos serviços prestados à população do Distrito Federal.
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DF terá 50 locais de vacinação neste sábado
Sábado é dia de colocar a vacinação em dia. A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 50 locais de atendimento para pessoas de todas as idades. No Trecho 3 do Sol Nascente, o destaque será o Carro da Vacina, que vai percorrer as ruas em busca de quem precisa se imunizar. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta. Haverá vacinas contra dengue, covid-19, febre amarela, meningite, gripe e outras doenças - todas sendo aplicadas conforme previsto no calendário de vacinação. Destaque para o imunizante contra o HPV, que até dezembro está disponível para adolescentes de até 19 anos. Não estarão disponíveis as vacinas BCG. Um dos locais de atendimento, neste sábado, será o supermercado Fort Atacadista, no Sol Nascente | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A orientação, em todos os locais, é levar documento de identificação válido e caderneta de vacinação. Caso tenha perdido este documento, a pessoa precisa procurar a sala onde recebeu as vacinas e tentar resgatar o histórico de vacinação. Caso não seja possível, o paciente será vacinado de acordo com os imunizantes preconizados para cada faixa etária, e terá um novo cartão. A ausência da Caderneta de Vacinação não é um impeditivo para vacinar, mas a SES-DF lembra que esse documento, que comprova a situação vacinal do indivíduo, deve ser guardado junto aos demais documentos pessoais. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Saúde do DF recebe veículos do Ministério Público do Trabalho
A Secretaria de Saúde (SES-DF) recebeu, nesta sexta-feira (4), dois veículos doados pelo Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal e do Tocantins. Os carros vão ajudar no deslocamento de servidores do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest-DF), unidade da SES-DF responsável por ações de promoção da qualidade de vida nos ambientes laborais. Os veículos foram admitidos pelo secretário de Saúde, Juracy Lacerda, que ressaltou a importância de ações preventivas e do levantamento de dados. "Esses carros vão permitir que nossos servidores cheguem àquelas áreas que realmente necessitam, para que possamos fazer a busca ativa de trabalhadores, gerenciar os riscos e trazer uma saúde mais focada em prevenção." Doação do Ministério Público permitirá ampliação das atividades em prol da saúde do trabalhador | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A entrega foi realizada pela procuradora-chefa do MPT/DF/TO, Paula de Ávila e Silva Porto Nunes, que destacou a importância da integração entre as instituições. "Quando a gente se aproxima, o resultado fica mais eficiente e conseguimos atender uma parcela maior da população. É muito gratificante ver que esse bem vai ser revertido na garantia de um melhor ambiente de trabalho." A aquisição dos carros, feita pelo MPT, foi possível por meio de recursos obtidos em um acordo realizado na justiça do trabalho. A doação de dois carros para a SES-DF foi considerada pelo MPT/DF/TO como uma forma adequada beneficiar a sociedade. "O Ministério Público tem como uma das atuações prioritárias promover o incremento da saúde e da segurança do trabalhador. E a SES-DF tem apresentado uma série de ações que tem contribuído nesse aspecto", explicou o procurador do Trabalho, Charles Lustosa Silvestre. O encontro institucional contou ainda com a presença do subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos Martins; da diretora de Saúde do Trabalhador da SES-DF, Elaine Faria Morelo; e da gerente do Cerest-DF, Juliana Moura da Silva. Dois motoristas da SES-DF também compareceram e já puderam conduzir os novos veículos, já adesivados. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Novas UBSs no Gama, Brazlândia e Santa Maria vão atender até 1.200 pessoas diariamente
Brazlândia, Gama e Santa Maria terão ampliação no atendimento de saúde. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) vai concluir em 2025 a construção de quatro novas unidades básicas de saúde (UBSs) para ampliar a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF), sendo duas em Brazlândia, uma no Gama e uma em Santa Maria. O investimento total é de R$ 35,6 milhões. Cada unidade foi projetada para atender, cada uma, até 300 pacientes por dia. “O governador Ibaneis Rocha pediu foco nessas obras para que possam reforçar o quanto antes o atendimento em saúde à nossa população. Essas novas unidades chegam para garantir maior acesso a uma infraestrutura de saúde cada vez mais adequada e de qualidade”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite. As unidades foram projetadas para atender, cada uma, até 300 pacientes por dia | Foto: Kiko Paz/Novacap “A entrega dessas unidades, com a estrutura moderna e os serviços que elas oferecem, vai fortalecer a atenção primária, promovendo um cuidado mais próximo das pessoas e reduzindo a pressão sobre hospitais e unidades de urgência. É um passo fundamental para melhorar a saúde no DF”, acrescenta a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Novas unidades A nova UBS de Santa Maria, localizada no comércio local 109, contará com recepção, consultórios médicos e odontológicos, farmácia e áreas para vacinação, medicamentos, curativos e inalação, além de setores técnicos e administrativos. Já em Brazlândia, duas UBSs estão em desenvolvimento, a do Incra 8 e a unidade de Chapadinha, que abrange espaços como recepção, consultórios multiprofissionais, farmácia, áreas de vacinação e medicação, sala de curativos e setores administrativos. No Gama, a UBS da Ponte Alta vai contar com recepção, banheiros adaptados, fraldário, farmácia, consultórios médicos e odontológicos, salas de imunização, espaço de inalação, além de uma área técnica e um espaço para agentes comunitários de saúde. “Essas novas UBSs são um marco na ampliação e qualificação da nossa rede pública de saúde. Com o apoio da Novacap, estamos avançando em um processo importante de expansão, garantindo que mais cidadãos tenham acesso a serviços de saúde de qualidade. O investimento de R$ 35,6 milhões reflete o compromisso do Governo do Distrito Federal com a melhoria contínua do atendimento à população e com a construção de um sistema de saúde cada vez mais acessível e eficiente”, completa a secretária Lucilene Florêncio. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Teste de HTLV agora é obrigatório no pré-natal das gestantes do DF
O teste para detecção do vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV) agora faz parte da lista de exames obrigatórios no pré-natal das gestantes do Distrito Federal. É o que determina a Lei nº 7.619, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 18 de dezembro. A medida tem como principal objetivo prevenir a transmissão do vírus de mãe para filho e reduzir sua disseminação. O HTLV é da mesma família do vírus da imunodeficiência humana (HIV/Aids) e infecta as células do sistema imunológico. Ele pode ser transmitido por relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de agulhas e seringas, transfusões sanguíneas e de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação, sendo esta a chamada transmissão vertical. Segundo dados da SES-DF, a rede realiza, em média, 30 mil testes anuais para detecção do vírus, garantindo suporte às gestantes atendidas pelo SUS | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A ginecologista obstetra da Secretaria de Saúde (SES-DF), Elielma Almeida, destaca a importância da iniciativa. “A identificação de gestantes infectadas pelo HTLV é fundamental para prevenir a transmissão vertical e conter a disseminação do vírus. Isso protege não apenas o bebê, mas também reduz os impactos do vírus na população a longo prazo”, explica. Embora muitos portadores do vírus permaneçam assintomáticos por décadas, o HTLV pode causar complicações graves, como lesões de pele, fraqueza muscular, alterações no caminhar e incontinência urinária. “O vírus reduz a imunidade e pode gerar sintomas severos a longo prazo”, alerta Almeida. Rede pública Antes mesmo da publicação da norma, o teste para HTLV já era disponibilizado na rede pública do Distrito Federal por meio da Rede Alyne – programa do governo federal, antes chamado de Rede Cegonha, que organiza o atendimento a gestantes, parturientes, recém-nascidos e crianças de até dois anos. A partir deste mês, com a publicação da Lei nº 7.619/2024 no DODF, o teste para detecção do vírus HTLV passa a integrar a lista de exames obrigatórios no pré-natal das gestantes do DF | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde-DF Segundo dados da SES-DF, a rede realiza, em média, 30 mil testes anuais para detecção do vírus, garantindo suporte às gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Cuidados e prevenção O diagnóstico do HTLV é feito por exames de sangue seguidos de testes confirmatórios. Quando detectado em gestantes, medidas específicas são adotadas, incluindo a contraindicação da amamentação para evitar a transmissão para o bebê por meio do leite materno. Além disso, práticas preventivas, como o uso de preservativos, a não reutilização de agulhas e seringas e a triagem rigorosa de sangue para transfusões são fundamentais para reduzir os riscos de contágio. Todas as gestantes do DF podem iniciar o pré-natal nas unidades básicas de saúde (UBSs). O acompanhamento inclui o teste de HTLV e orientações para prevenir a transmissão vertical e garantir a saúde materno-infantil. Basta procurar a UBS de referência para receber o atendimento. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Conferência debate gestão do trabalho e educação em saúde no Distrito Federal
Nesta segunda-feira (9), foi dado início à 2ª Conferência Distrital de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (2ª CDGTES). Durante três dias, representantes da sociedade civil, trabalhadores e estudantes irão debater a participação democrática em temas de saúde pública, como a valorização do trabalho e o fortalecimento da educação na área da saúde. Na solenidade de abertura, a secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio, destacou a importância da educação continuada e permanente em saúde, além de enfatizar o papel dos servidores do Sistema Único de Saúde (SUS). “É nossa missão valorizar e qualificar o trabalhador e o trabalho, e fomentar a participação coletiva na construção das políticas públicas para uma entrega em saúde de excelência à população. A SES-DF vem expressar esta valorização, com construções sólidas no cenário da educação, para que cada vez mais possamos fortalecer e demonstrar que o SUS é o maior sistema de política pública em saúde do mundo”, ressaltou. A 2ª CDGTES reúne representantes da sociedade civil, trabalhadores e estudantes para debater temas de saúde pública, valorização do trabalho e fortalecimento da educação | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A representante do segmento dos trabalhadores do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), Fátima Rôla, também deu destaque aos servidores: “Os trabalhadores estiveram sempre fortes e presentes o tempo inteiro. Eles se dedicam para que as coisas aconteçam da melhor forma possível para os usuários”. Durante a conferência, grupos serão divididos para trabalhar em diferentes eixos: democracia, valorização do trabalho e fortalecimento da educação. Cada grupo irá elaborar propostas que, após aprovação, serão apresentadas na conferência nacional. O processo tem como objetivo garantir que a diversidade de diferentes realidades regionais e atores envolvidos no SUS seja refletida nas decisões e políticas formuladas. Para a representante do segmento dos usuários do CSDF, Darly Máximo, a conferência é uma forma de unir os diferentes participantes do SUS em um debate democrático. “É de extrema importância que todos os segmentos se unam para que o SUS seja fortalecido e atenda às necessidades do cidadão”, enfatizou. Durante a conferência, grupos serão divididos para trabalhar em diferentes eixos: democracia, valorização do trabalho e fortalecimento da educação A deputada federal Erika Kokay reforçou o discurso da união dos diferentes segmentos – trabalhadores, gestores e usuários – para a valorização do SUS. “Para que a gente possa atingir a universalidade do atendimento, precisamos falar de todos os segmentos. Por isso, precisamos de mais profissionais, da valorização das secretarias de Saúde”, destacou. Democracia Neste ano, o tema central da conferência é “Democracia, Trabalho e Educação na Saúde para o Desenvolvimento: gente que faz o SUS acontecer”. O objetivo é incentivar e assegurar que as decisões e políticas de saúde sejam inclusivas, participativas e orientadas para o desenvolvimento do SUS. Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde (MS), Swedenberger Barbosa, o tema representa um fator essencial para o pleno funcionamento do SUS: “Praticar a democracia é fundamental para a existência do SUS, para uma vida digna e de responsabilidade”. A diretora da escola de governo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Luciana Sepúlveda, reconheceu que a reunião de diferentes representantes fortalece o debate democrático: “A mesa representa a convergência do executivo federal, distrital, parlamento e controle social. Representa o que o estado democrático precisa exercitar”. Também participaram da solenidade o presidente do Conselho Regional de Saúde do Distrito Federal, Domingos de Brito Silva; a consultora técnica nacional, Maria Silvia Fruet; a conselheira do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e representante do segmento dos trabalhadores, Fernanda Magano; e o assessor técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Haroldo Pontes. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Brasilienses terão mais de 40 locais para se vacinarem neste sábado (29)
A Secretaria de Saúde (SES-DF) irá disponibilizar neste sábado (29) 44 pontos de vacinação por todo o Distrito Federal. Serão doses contra a gripe (influenza) para bebês, jovens, adultos e idosos; a covid-19 em grupos prioritários; e outras doenças listadas no calendário de rotina, como febre amarela, tétano, sarampo, papilomavírus humano (HPV) etc. Não haverá apenas a BCG. Unidades ofertam doses contra gripe, covid-19, entre outras doenças, do calendário de rotina. Em alguns desses locais, jovens e crianças poderão receber a vacina da dengue | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Algumas unidades irão oferecer também a primeira ou a segunda dose contra a dengue, disponibilizadas a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde. A lista completa com endereços e horários dos pontos de vacinação está disponível no site da pasta. Para aumentar ainda mais a cobertura, uma equipe de saúde leva também imunizantes à Igreja Evangélica Assembleia de Deus, no Núcleo Rural, em Monjolinho, até às 17h. Em todos os locais, a orientação é levar o documento de identidade com o CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Os profissionais da SES-DF irão analisar o histórico e fazer a atualização dos esquemas. Portanto, mais de uma dose poderá ser aplicada na mesma ocasião, se necessário. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Manual de Assistência para Centros de Atenção Psicossocial é lançado
O mês de março marcou o lançamento do Manual de Assistência dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O documento apresenta diretrizes e orientações participativas para elevar a qualidade da assistência em saúde mental e unificar os serviços na área. O documento está disponível no site da pasta e no Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Gestores e servidores de saúde mental colaboraram com a construção do manual. Os profissionais buscaram assegurar uma abordagem participativa e a representação das práticas diárias dentro dos centros psicossociais. “Essa participação ativa garante que o documento seja relevante e aplicável à realidade cotidiana de quem está na ponta, resultando em uma prática mais eficiente e humanizada”, avalia a diretora de Serviços da Saúde Mental, Fernanda Falcomer. Documento traz diretrizes para elevar a qualidade da assistência em saúde mental e unificar os serviços na área | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A expectativa, segundo ela, é que as diretrizes e orientações contidas no manual alcancem todos os profissionais envolvidos, fortalecendo a rede de assistência psicossocial e beneficiando diretamente os pacientes. A gerente da unidade da Asa Norte, Maírla Castro, afirma que foi um trabalho feito por muitos. “Todas as equipes puderam refletir sobre os processos de trabalho. O trabalho de um centro psicossocial é extremamente desafiador e complexo. Sempre apaixonante, mas muito singular”, diz. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Iniciada reforma de UBS em penitenciária feminina no Gama
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou a reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada no interior da penitenciária feminina do Gama. A fase de alvenaria e instalações elétrica e hidráulica já foi concluída. A estimativa é que a próxima etapa, de acabamentos, comece nos próximos 15 dias. Nesta quinta-feira (7), por meio de portaria conjunta publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), foram repassados R$ 405.921,02 à Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela condução da obra, para as adequações. Na unidade de saúde da penitenciária, mulheres custodiadas recebem atendimento com equipe multiprofissional, testes rápidos e exames complementares | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com investimento que ultrapassa os R$ 3,2 milhões, o pacote de adequações considera as necessidades das mulheres privadas de liberdade: ampliação de consultórios médicos, salas de enfermagem e de espera e área para triagem. O ambiente será, ainda, adaptado à assistência médica, cujos serviços incluem análise preventiva, diagnóstico e tratamento das condições de saúde. O projeto deve proporcionar melhores condições aos trabalhadores e às usuárias, uma vez que diversas iniciativas necessitam de espaços adequados. “A equipe de Saúde desenvolve, por exemplo, grupos de gestantes e de mulheres trans, além de ofertar práticas integrativas. Como o local não estava mais abarcando tudo isso, propomos as mudanças”, explica a gerente de Saúde do Sistema Prisional (GESSP), Simone Kathia de Souza. A obra conta com ampliação de consultórios médicos, salas de enfermagem, área para triagem e salas de espera Atendimento Na unidade da penitenciária feminina, a UBS prisional tem equipe composta por médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistente social, farmacêutico, cirurgião dentista, técnico em saúde bucal, administrativo, gerente e supervisor. Além disso, conta com o apoio de médico ecografista, conforme a demanda. De acordo com a gerente, as mulheres têm acolhimento ampliado, com testes rápidos para vírus da imunodeficiência humana (HIV), sífilis, hepatites B e C, assim como exames complementares de covid-19, dengue, entre outros. “Nesse processo, também são realizadas as primeiras consultas com todos os profissionais da equipe e agendamento para preventivo de câncer do colo uterino, saúde bucal, mental etc.” Saúde prisional Instaurada pelo Ministério da Saúde (MS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) determina ações de saúde e segurança, voltadas à população privada de liberdade, que se encontra sob custódia em todo o itinerário carcerário. Na SES-DF, o modelo de gestão adotado está em consonância com as normativas do MS e oferta os serviços de Atenção Primária em cada estabelecimento penal da capital federal. Sempre com equipe multiprofissional definida pelos parâmetros da política, que considera ainda, locais e territorialização do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Unidades do DF recebem selo de Hospital Amigo da Criança
Nove unidades administradas pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) receberam nesta segunda-feira (4) o selo de Hospital Amigo da Criança, reconhecimento concedido pelo Ministério da Saúde pelos cuidados prestados a mães e bebês, com destaque para o incentivo ao aleitamento materno. A cerimônia foi realizada na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), com a presença de gestores e servidores envolvidos diretamente na iniciativa. Apoio ao aleitamento materno é um dos pré-requisitos para que uma unidade receba a certificação | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Neste ano, foram habilitados os hospitais regionais de Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Gama e Asa Norte, além do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib). O Hospital Regional de Planaltina e a Casa de Parto de São Sebastião já estavam habilitados e também receberam o selo na cerimônia. Além das unidades da SES-DF, o Hospital Universitário de Brasília (HuB), sob administração federal, também foi reconhecido. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou a importância do trabalho de servidores de diversas áreas para assegurar um serviço de alta qualidade, incluindo profissionais terceirizados envolvidos no suporte. “Nada disso seria possível sem os servidores, sem a segurança, sem a limpeza do hospital”, detalha. Além disso, a gestão tem atuado para que o tema faça parte da prioridade das unidades de maneira constante. Evento reuniu representantes de unidades da Secretaria de Saúde certificados como Hospital Amigo da Criança A coordenadora de saúde da criança e do adolescente do Ministério da Saúde, Sônia Venâncio, informou que são 317 hospitais com essa certificação no Brasil e o Distrito Federal se destaca tanto pelo número de unidades reconhecidas quanto pelas múltiplas iniciativas desenvolvidas aqui, como os bancos de leite, as salas de amamentação e o incentivo ao método canguru. “Sempre temos no DF a referência de um local onde as coisas funcionam muito bem”, elogia. Para passar na avaliação, cada hospital precisa cumprir uma série de pré-requisitos, como o incentivo ao aleitamento materno e o cumprimento de normas quanto ao parto humanizado. Também são necessários o livre acesso de acompanhante de recém-nascido internado, além da garantia do contato pele a pele logo nos primeiros minutos de vida. A avaliação para o credenciamento ocorre a cada três anos e anualmente é monitorado o cumprimento dos critérios. Disponibilizar treinamento também faz parte dos requisitos. A cerimônia teve uma homenagem à vice-presidente da rede brasileira de bancos de leite, Miriam Santos. A médica pediatra iniciou sua trajetória na defesa do cuidado materno-infantil em 1991, no Hospital Regional de Taguatinga, e se aposentou da SES-DF no ano passado, como coordenadora de políticas de aleitamento materno. “O DF vai continuar sendo um exemplo e eu vou continuar tendo muito orgulho do trabalho”, disse a médica. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Estatuto da Pessoa com Diabetes garante direitos no Distrito Federal
Já está em vigor no Distrito Federal o Estatuto da Pessoa com Diabetes, criado pela lei nº 7.409, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha e publicada no Diário Oficial do DF (DODF) do dia 18 deste mês. O estatuto assegura direitos aos pacientes diagnosticados com diabetes, como acesso aos serviços de saúde pública e prioridade de atendimento. Aproximadamente 115 mil pessoas fazem acompanhamento de diabetes nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). “A nova lei normatiza práticas que já adotamos no âmbito da Secretaria de Saúde. Temos o orgulho de termos aqui um tratamento que é referência nacional”, afirma a subsecretária de Assistência Integral à Saúde, Lara Nunes. Ela destaca o uso do Libre, equipamento para monitorar os níveis de glicemia no sangue. Os pacientes também contam com bombas de insulina. Pacientes com diabetes no DF têm acesso a tratamentos com o Libre e com bombas de insulina | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde O uso desses equipamentos é orientado pelos profissionais da SES-DF. O acompanhamento é feito em unidades especializadas no tratamento da doença, como o Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), o Centro de Atenção ao Diabetes e Hipertensão Adulto (Cadh) e o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh). A rede de 176 unidades básicas de saúde (UBSs) funciona tanto como porta de entrada quanto para o acompanhamento de quem está com a doença crônica controlada. Em caso de necessidade, o encaminhamento a um endocrinologista é rápido. “Todo paciente com diabetes tipo 1 é prioritário. Não há atraso para consulta com o especialista”, garante a endocrinologista Flávia Melo, referência técnica distrital da área. A SES-DF conta com 73 médicos endocrinologistas, 23 deles voltados para atendimentos pediátricos. Além disso, profissionais de diversas especialidades fazem o acompanhamento geral da saúde dos pacientes, e há ambulatórios para tratamento de complicações da doença, como o “pé diabético” e a retinopatia. Também são realizadas ações educativas, inclusive em escolas, em parceria com a Secretaria de Educação. A Secretaria de Saúde conta com 73 médicos endocrinologistas | Foto: Thaís Cavalcante/ Agência Saúde Diabetes: o que é e como evitar A diabetes é caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente e pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. A doença pode ter diversas causas, que determinam o seu tipo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diabetes tipo 1 atinge de 5% a 10% dos pacientes. Nesse caso, as células produtoras de insulina são destruídas pelo próprio corpo. Já os demais 90% são acometidos pelo tipo 2, quando há deficiência na produção de insulina ou resistência à insulina. Também há a diabetes gestacional, que pode ou não persistir após o parto. Além disso, determinados tipos de doenças, uso de medicação, drogas, produtos químicos ou problemas genéticos podem levar a um quadro de diabetes. A melhor forma de prevenir a diabetes é praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar o consumo de álcool, tabaco e drogas. Além disso, é fundamental fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Forma de divulgação da vacinação contra a covid-19 é atualizada
Seguindo as novas orientações do Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atualizou a forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19. O endereço virtual continua o mesmo, porém há mudanças para o acesso à vacina. As ações de vacinação no DF envolvem pessoas de todas as idades, de bebês a idosos. Nas salas de vacina, é possível atualizar toda a caderneta de vacinação | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Não há mais a divulgação por primeira dose, segunda dose ou reforços, e sim apenas três listas. Na primeira, estão os locais de atendimento para todas as crianças de seis meses a menos de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), sendo apresentadas também orientações básicas, como o intervalo entre as três doses recomendadas para esta faixa etária. O segundo link é para os locais de vacinação onde são atendidas todas as crianças a partir dos 5 anos, adolescentes, adultos e idosos que não tenham tomado nenhuma dose ou recebido apenas uma vacina contra a covid-19. O terceiro link é para os grupos prioritários que estão elegíveis a receber o reforço da vacina bivalente em 2024, mesmo que tenham tomado reforços anteriormente. Na página estão listados esses grupos prioritários. Ainda para a covid-19, também há um link específico para locais com atendimento noturno, exclusivos para pessoas a partir dos 18 anos, conforme as vacinas preconizadas. Mudanças na forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19 seguem novas orientações do Ministério da Saúde Vale ressaltar que essas listas são atualizadas conforme o funcionamento das salas de vacina. A orientação é sempre acessar a página da Secretaria de Saúde antes de ir se vacinar. Outras vacinas A SES-DF também tem no seu site a lista de locais para a vacinação de rotina, aplicadas conforme o calendário de vacinação, e uma lista específica para o imunizante BCG. Já a vacina de influenza não está mais em oferta, depois do término da campanha de 2023. Por fim, é possível acessar a lista de locais para vacinação antirrábica de cães e gatos, disponível ao longo de todo o ano nos núcleos regionais de Vigilância Ambiental. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Feira apresenta soluções inovadoras na área de saúde
Mais de 60 inovações estão cadastradas na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde. Pela primeira vez, entre os dias 27 e 28 de novembro, a capital federal sedia o evento, realizado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília, e patrocinado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). O objetivo é disseminar e incentivar possibilidades que auxiliem no enfrentamento de crises sanitárias apresentadas neste século. Entre as inovações, estão “Stella”, nome dado a um sistema nervoso artificial que auxilia na recuperação de pacientes que sofreram derrame, e ITB, solução online que monitora a situação de saúde das pessoas com tuberculose, minimizando o abandono de tratamento. Também constam aplicativos voltados à saúde da população LGBTQIAPN+ ou ao combate à dengue, drones que transportam amostras biológicas e plataforma de monitoramento da saúde que avalia dados biológicos captados pela câmera do celular. Arte: Divulgação/SES-DF Com o tema “Transformação Digital na Saúde”, a feira traz um portfólio de ideias já colocadas em prática ou em desenvolvimento que abordam temas como educação, ciência e tecnologia abertas, arboviroses, hanseníase, tuberculose, HIV/Aids, pesquisa clínica, judicialização da saúde, cuidado com a gestante e registro das ações dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). São projetos que visam, principalmente, fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), local e nacionalmente. Para a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, que presidirá o evento, trata-se de um espaço diverso, fundamental para avaliar o progresso dos serviços da rede pública. “Esta feira representa uma oportunidade real para identificar soluções tangíveis aos desafios contemporâneos que enfrentamos. Teremos a oportunidade de mostrar iniciativas na área da ciência que são realidade e poderão impactar positivamente aos cuidados de saúde no futuro”. [Olho texto=”A Hacktona SUS Digital vai instigar 20 equipes aprovadas a apresentarem soluções a crises sanitárias e seus efeitos diretos ou secundários, como na covid-19. São três dias de maratona e o prêmio é de uma bolsa de estímulo à pesquisa no valor de R$ 150 mil” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A programação da feira inclui oficinas, palestras, rodas de conversa, mesas de negociação, pôsteres, bem como estandes e outras apresentações. Esta sexta edição reúne especialistas e entusiastas da área de saúde, previamente cadastrados. O intuito é promover parcerias institucionais de ciência, tecnologia e inovação, impulsionando o desenvolvimento e a aplicação de soluções únicas no cenário do DF. O subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal, enxerga o evento como uma oportunidade de avançar na informatização dos serviços da rede. “A feira é muito importante para estabelecermos e pensarmos em uma cultura de transformação digital na SES-DF. Esses três dias serão de imersão, na qual o conhecimento será ampliado.” Hackatona Uma das ações que merecem destaque na feira é a chamada Hacktona SUS Digital, que irá instigar 20 equipes aprovadas a apresentarem soluções a crises sanitárias e seus efeitos diretos ou secundários, como na covid-19. São três dias de maratona e o prêmio é de uma bolsa de estímulo à pesquisa no valor de R$ 150 mil. Ao final, cada equipe deverá entregar um documento detalhando a ideia e sua viabilidade. As quatro propostas que obtiverem as melhores avaliações serão escolhidas. O resultado será divulgado em 29 de novembro, último dia da feira. Na etapa de incorporação da tecnologia, valores de até R$ 400 mil serão distribuídos entre os projetos qualificados e indicados pela SES-DF, de acordo com as atividades, nível de complexidade e necessidade de equipamentos. Espaço para todas as ideias [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A diversidade é uma das características da feira. Ao lado de soluções criadas por equipes já veteranas, aparecem, por exemplo, projetos idealizados por alunas da educação básica do Rio de Janeiro, que propuseram uma ferramenta de apoio a mulheres em situações de violência. Aos aplicativos somam-se ainda um observatório que disponibiliza indicadores de ciência, tecnologia e inovação em saúde; um repositório que arquiva, preserva e compartilha dados digitais para pesquisa; e uma plataforma que concentra experiências bem-sucedidas de unidades e trabalhadores do SUS de todo o país. Vindos de diferentes regiões do Brasil, entre os objetivos dos autores dos trabalhados estão: facilitar a comunicação com os usuários, ampliar o conhecimento da população sobre seu status de saúde, oferecer ferramentas seguras e acessíveis de teleatendimentos e automatizar processos digitais. A primeira Feira de Soluções para a Saúde foi realizada em 2017, na Bahia, com foco no enfrentamento do zika vírus. A partir dela, outras questões de importância sanitária foram tema do evento. Hoje, o evento conta com um público participante estimado em mais de oito mil pessoas. Serviço 6ª Feira de Soluções para a Saúde ? Data: 27, 28 e 29 de novembro ? Local: Millenium Convention Center (Clube da Ascade – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Conjunto 10, Lote 18, Asa Sul). *Com informações da Secretaria de Saúde
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Prevenção ao câncer de mama é aliada à aula de forró
O incentivo aos cuidados com a saúde pode (e deve) ser divertido. É o que mostra a iniciativa do Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina, que, no Outubro Rosa, uniu o forró ao alerta de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A última aula deste mês – que ocorre sempre às quartas-feiras – foi temática. O Forró das Rosas reuniu idosos e encheu o salão com passos habilidosos. A dança fortalece o sistema muscular, melhora a flexibilidade, diminui dores e aumenta a autoestima, segundo o enfermeiro Edmundo Bezerra da Secretaria de Saúde | Fotos: Rafaella Felix/Agência Saúde-DF “Forró é terapia, trabalha corpo e mente. E, neste mês, é uma oportunidade de trazer a conscientização para combate ao câncer de mama”, ressalta o enfermeiro e facilitador de práticas integrativas Edmundo Bezerra. Quem participou aprovou a iniciativa. “Isso é um remédio. Não falto, pois dançar é comigo mesmo”, conta Zilda da Costa, 73 anos. A moradora do Vale do Amanhecer participa das aulas de forró como terapia desde 2018, após amigas indicarem a atividade. “As dores que sentia nas pernas e na coluna melhoraram 100%. Gosto muito de forró. Eu amo isso aqui”. Em alusão ao Outubro Rosa, o Cerpis organizou também outras atividades com foco na prevenção ao câncer de mama, como prática de medicina chinesa, indicação do uso de plantas, auriculoterapia e roda de conversa sobre autoestima. Além de muito forró, o evento teve apresentações artísticas da comunidade com cantos, contos e premiação aos participantes melhor caracterizados. Maria Áurea da Conceição, 70 anos, fez questão de usar vestido, unha e maquiagem no tom rosa para combinar com a atividade. “Aqui é animado, a gente sai um pouquinho melhor. Faz bem para a saúde”, avalia. O companheiro dela, Fidêncio Espíndola, 73 anos, participa há um ano das aulas: “Gosto de vir, aqui a gente faz amizade. Cansa, mas é bom”. Interessados podem participar da terapia com forró toda quarta-feira, às 16h, na tenda do Cerpis, localizada ao lado do Hospital Regional de Planaltina (HRPl). As aulas são gratuitas e não necessitam de agendamento. O casal Maria Áurea, de 70 anos, e Fidêncio Espíndola, 73 anos, participam da terapia há mais de um ano e destacam a animação e amizades que fizeram nas aulas Quem dança, os males espanta Com problemas na coluna e após o falecimento do filho, Raulde Rosa da Cruz, 60 anos, recebeu a indicação de um médico para participar da terapia. “Vim, me identifiquei e não parei mais. Gosto do forró e da assistência. Entro aqui e saio mais feliz.” Ela conta que, depois de iniciar a atividade, hoje não precisa mais de remédio para dormir. Segundo o enfermeiro Bezerra, a dança fortalece o sistema muscular, melhora a postura e a flexibilidade, diminui dores e ajuda a manter o bom ritmo cardíaco e a pressão arterial, além de aumentar a autoestima. No local, as aulas de forró como forma de terapia ocorrem desde 2017 e, atualmente, cerca de 40 pessoas participam toda semana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “[As aulas de forró] Ajudam muito na saúde emocional, na interação. São formados vínculos afetivos entre os participantes e fortalece a proximidade com os servidores da Secretaria de Saúde [SES-DF]. Além disso, insere o paciente no cuidado com ele próprio”, destaca a técnica de enfermagem e facilitadora das práticas integrativas Rosane Natividade. Sobre o Cerpis Vinculado à SES-DF, o Cerpis de Planaltina funciona de segunda a sexta-feira e oferta ainda outras práticas integrativas. Por exemplo: yoga, técnica de redução de estresse, automassagem, artesanato, constelação familiar e práticas de medicina chinesa. Considerando todas as terapias, cerca de 800 pessoas são atendidas mensalmente no local. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2017-1085. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Programa promove alimentação saudável para servidores
Visando melhorar a qualidade de vida do servidor, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) instituiu o Programa de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável no Ambiente de Trabalho. De acordo com a iniciativa, coffee breaks, coquetéis, almoços e lanches de eventos promovidos pela secretaria deverão ofertar alimentos e refeições saudáveis, in natura, minimamente processados. O programa foi criado pela portaria nº 400/2023, que entra em vigor em 60 dias. A preferência será por frutas, castanhas, nozes, sementes e oleaginosas, leite e iogurte natural, sanduíches naturais sem molhos ultraprocessados, pães sem recheio, bolos preparados com frutas, tubérculos, cereais e/ou legumes, usando quantidades reduzidas de açúcar e gorduras, e ainda tapiocas, cuscuz, omeletes, entre outros itens. Os projetos e as atividades decorrentes do programa terão caráter permanente. Segundo texto da portaria, “as ações têm o objetivo de contribuir para a promoção da saúde dos servidores e demais trabalhadores, bem como dos indivíduos participantes de eventos e atividades promovidos pelo órgão ou entidade, contribuindo para a redução dos agravos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis [DCNTs] e dos seus fatores de risco modificáveis, especialmente sobrepeso, obesidade e alimentação inadequada”. [Olho texto=”“A portaria permitirá que os servidores reflitam sobre a composição dos lanches ofertados nos eventos e planejem opções mais saudáveis”” assinatura=”Carolina Gama, gerente de Nutrição da SES” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A portaria permitirá que os servidores reflitam sobre a composição dos lanches ofertados nos eventos e planejem opções mais saudáveis. Quando os eventos ocorrerem em serviços de saúde com envolvimento da população, poderão causar impacto na alimentação de toda a comunidade, contribuindo para a promoção da saúde”, avalia a gerente de Nutrição da SES, Carolina Gama. Escolhas saudáveis Coordenador do Comitê Central de Promoção à Saúde da SES, Douglas dos Santos Moreira destaca que a pasta definirá estratégias para a prevenção e o controle do sobrepeso e da obesidade dos trabalhadores, além de incentivar a criação de refeitórios equipados para armazenar alimentos trazidos pelos servidores da pasta.? “A portaria não restringe o consumo individual de alimentos pelos servidores em suas refeições ou em celebrações privadas, mas visa trazer um componente de educação para que as escolhas sejam mais adequadas e saudáveis, não apenas uma norma, mas uma escolha com um processo educativo”, explica. [Olho texto=”Os itens comercializados dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas também deverão se adequar à mudança” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] As doações recebidas e oferecidas pelo órgão também seguirão o critério de alimentação saudável. “A Secretaria de Saúde, como instituição, deve promover a alimentação saudável em seus espaços. Teremos ações de educação, promoção de espaços para que as pessoas possam se alimentar adequadamente”, acrescenta Moreira. A SES se espelhou em uma portaria do Ministério da Saúde, que já adotou a medida. Os itens comercializados dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas também deverão se adequar à mudança, que proíbe a comercialização de balas, pirulitos, chicletes, biscoitos recheados e doces industrializados em geral, bem como de refrigerantes. Estratégias previstas no programa: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] ? Acompanhamento da situação de saúde dos trabalhadores, com ênfase na abordagem alimentar e nutricional de forma integrada às demais ações de promoção e proteção à saúde; ? Definição de estratégias para prevenção e controle do sobrepeso e obesidade dos trabalhadores, com realização de atividades que estimulem o seu autocuidado; ? Fornecimento de alimentos e refeições saudáveis em todos os eventos (coffee breaks, coquetéis, almoços, brunchs etc.) realizados pela SES e pelas entidades vinculadas, dentro de suas dependências e em eventos externos; ? Proibição de venda direta, promoção, recebimento por doação, publicidade ou propaganda de alimentos ultraprocessados com quantidades excessivas de açúcar, gordura e sódio prontos para o consumo, dentro das dependências da SES e das entidades vinculadas e em eventos externos sob coordenação delas; ? Realização de ações de educação alimentar e nutricional, de forma integrada, de modo a orientar as escolhas alimentares saudáveis; ? Incentivo à criação e manutenção de refeitórios equipados com mesas e cadeiras em número suficiente, bem como locais e equipamentos necessários para guarda temporária e preparo complementar de alimentos trazidos pelos servidores e trabalhadores, respeitada a disponibilidade física e orçamentária; ? Incentivo à criação de salas de apoio à amamentação, a fim de promover ambiente acolhedor e adequado à coleta e armazenamento do leite humano; ? Incentivo à realização de eventos que promovam a alimentação adequada e saudável, como feiras, exposições, seminários, entre outros que envolvam os servidores, funcionários, prestadores de serviço e a população usuária dos serviços de saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital de Base faz 63 anos como protagonista na saúde do DF
Em visita ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) para comemoração dos 63 anos do centro hospitalar, o governador Ibaneis Rocha destacou a força da principal unidade da rede pública do DF e a maior de todo o Centro-Oeste. O chefe do Executivo ainda comentou o processo contínuo de melhoria das instalações e do atendimento ao público. O Hospital de Base do Distrito Federal atende, diariamente, mais de 6 mil pacientes | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Tenho uma memória muito afetiva. Nasci e fui criado aqui, minha mãe era auxiliar de enfermagem, então eu tive a oportunidade de acompanhar desde os meus primeiros anos de vida o trabalho desse hospital. Agora, como governador, nós temos feito uma parceria com a Câmara Legislativa e a Câmara dos Deputados, disponibilizando recursos para a reforma dos andares. Isso já vem acontecendo, nós também vamos implementar sistema de rastreabilidade de medicamentos e usar a tecnologia em favor da saúde”, pontuou o governador. No fim de agosto, por exemplo, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base, intervenção feita sem interromper a produção diária que atende mais de 6 mil pacientes. Foram investidos R$ 675 mil para transformar o local, que estava há mais de 40 anos sem grandes intervenções estruturais. [Numeralha titulo_grande=”R$ 8 milhões” texto=”Investimento anunciado em agosto deste ano na compra de equipamentos para o Hospital de Base” esquerda_direita_centro=”direita”] O Base também recebeu R$ 8 milhões em equipamentos, o que permitiu a compra de 50 camas novas, equipamentos de duodenoscópio e videocolonoscópio, além de monitores, carrinhos de anestesia e ventiladores. Mudanças que, na visão do presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, permitem uma maior eficiência nos atendimentos. “Temos trocado nosso parque tecnológico para trazer mais eficiência e segurança para os pacientes, temos o nosso angiógrafo que vai favorecer nosso protocolo de AVC e dor torácica. Recebemos um tomógrafo que vai melhorar o atendimento no pronto-socorro e vamos trazer o projeto de rastreabilidade de medicamentos, que é uma meta internacional de saúde e teremos no Base”, detalha. Ainda segundo o presidente, o centro cirúrgico passará por reformas. No fim de agosto, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base Patrimônio da cidade A história do hospital se mistura com a de Brasília. Eles foram construídos simultaneamente, com a unidade médica abrindo as portas meses depois, em 12 de setembro de 1960, para, em pouco tempo, tornar-se o mais importante do DF. O Base foi idealizado pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek e projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. “O Base é um marco da saúde do DF. É onde está nossa alta complexidade no quesito transplante, oncologia, cardiovascular. Ele tem uma equipe pronta e qualificada, sendo também uma escola, um ambiente de salvar vidas e formar profissionais”, pontua a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A unidade é o maior centro hospitalar público do Centro-Oeste, com 64.696,67 m² de área construída, é modelo na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de alta complexidade em politraumas, emergências e cirurgias cardiovasculares, transplantes, neurocirurgia, oncologia, oftalmologia, ortopedia e reumatologia. Ao longo de 2022, o Base fez mais de 579 mil atendimentos, sendo 103.847 mil atendimentos de urgência na atenção especializada, 9.726 procedimentos cirúrgicos, 47.264 quimioterapias, entre outros.
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