Resultados da pesquisa

arte e cultura

Thumbnail

Blocos de Carnaval e dicas culturais para a programação do fim de semana no DF

O Carnaval está chegando e a programação do fim de semana está cheia de opções para quem deseja curtir o feriado com muita animação em diferentes regiões do DF. As alternativas também contemplam dicas culturais para aprender e relaxar. Confira. Primeiro dia de folia Marcado para este sábado (1º/3), o bloco Vassourinhas de Brasília tem parceria com o Serviço de Limpeza Urbana e homenageia os garis A programação do feriado se inicia, em 1º de março, com o mais antigo bloco de frevo Vassourinhas de Brasília. A concentração do grupo será no Sesi Lab, a partir das 15h e o cortejo segue até o Setor Carnavalesco Sul, pela via S2. A folia vai contar com a energia do maestro Fabiano Medeiros à frente da Orquestra Popular Marafreboi, com cortejo repleto de frevo, maracatu, coco e ciranda e a oficina do grupo de percussão Vivendo & Batucando. Em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o bloco Vassourinhas de Brasília traz na linha de frente do cortejo a Ala dos Garis  como guardiã da festa. O bloco terá os papa-lixos durante o percurso e fará campanhas educativas sobre descarte correto de resíduos. Segundo dia O Bloco das Montadas terá espaço exclusivo para pessoas com deficiência | Foto: Divulgação No domingo (2/3), o Bloco das Montadas ocupa a área externa do Museu Nacional da República, a partir das 13h, com atrações como Tati Quebra Barraco, Aretuza Lovi, Romero Ferro e Ane Êoketu, além da bateria da escola de samba Capela Imperial, as DJs Ella Nasser e Patty Peronti e a Banda do Bloco das Montadas, que faz sua estreia. Um show de Carnaval composto por um elenco de drag queens é um dos destaques do bloco neste ano. O Bloco das Montadas tem um espaço exclusivo para pessoas com deficiência (PcDs), com mobilidade reduzida e cadeirantes, de modo que essa parcela do público tenha visibilidade do palco, mais conforto e autonomia. A área ocupada pela atração disponibiliza banheiros acessíveis, além de intérpretes de Libras que vão estar no palco. Serviço Bloco das Montadas 2025 → Domingo, às 13h, na área externa do Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul). → Entrada gratuita → Informações neste link Terceiro dia O bloco Galinho de Brasília se concentra na segunda-feira, às 14h, em frente ao Museu Nacional da República O bloco Galinho de Brasília vai homenagear o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek (JK), na segunda-feira (3/3), com bloco marcado para às 14h, na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu da República. O desfile conta com trios elétricos, intérpretes de Libras, orquestras de frevo, bonecos gigantes e passistas. A estrutura da festa terá tendas de serviços, posto médico, ambulâncias, equipe de segurança e dois trios elétricos. Quarto dia Com início às 16h20, em frente à Fonte da Torre de TV, o bloco Ventoinha de Canudo anima os foliões na terça-feira (4/3) | Foto: Davi Mello Na terça-feira (4/3), a Ventoinha de Canudo realiza o 22º carnaval de rua em Brasília. Com concentração na Fonte da Torre de TV, a saída da tradicional festa carnavalesca está marcada para as 17h, com cortejo rumo à tesourinha que integra a W3 ao Eixo Monumental. A programação musical também conta com a participação do grupo de maracatu Baque Folha. O evento começa às 16h20, com uma oficina de perna de pau do Circo do Zé e segue em cortejo com pifeiros, pernaltas e brincantes convidados, entre eles, Circo Artetude e bonecos gigantes da Bagagem Cia de Bonecos. A programação é livre para todos os públicos A estrutura conta com seguranças, brigadistas, posto médico, UTI móvel e banheiros. Como medidas de acessibilidade, serão oferecidos banheiros e espaços com mediadores especializados para PcDs, dois intérpretes de Libras e uma tenda de acolhimento para mães com bebês e pessoas da melhor idade. Serviço Bloco Ventoinha de Canudo – Carnaval de 2025 → Dia: terça-feira → Hora: 16h20 às 22h → Local: concentração na Fonte da Torre de TV e cortejo nas tesourinhas da que unem a W3 ao Eixo Monumental → Entrada franca → Classificação indicativa livre → Mais informações neste link Em Samambaia Sul, o bloco Calango Alternativo invade as ruas a partir das 13h, no estacionamento do Homer Center Castelo. Com entrada gratuita, o evento terá diferentes atrações musicais, de ritmos como rock, música afro-brasileira e reggae, entre outros. A estrutura do evento conta com palco, segurança, banheiros químicos e áreas de descanso. Confira aqui toda a programação dos blocos. Dicas culturais Espaço Cultural Renato Russo terá aulas de teatro, circo e balé fitness, entre outras opções | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De março a junho, o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade oferece programação de cursos de formação em arte e cultura. As aulas serão ministradas no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, e no Instituto No Setor, localizado no Setor Comercial Sul (SCS). Entre os cursos oferecidos, destacam-se o de violão básico e balé fitness, que já estão com inscrições abertas pelo perfil no Instagram do instituto. As vagas são gratuitas e limitadas. Serviço Cronograma das aulas – Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul Balé Fitness (40h) – 12/3 a 5/6 Violão (40h) – 11/3 a 5/06 Teatro (40h) – 1/4 a 5/6 Circo (40h) – 2/4 a 4/6 Aquarela (20h) – 3/4 a 5/6 Libras para Teatro (20h) – 22/4 a 3/6 Audiodescrição (20h) – 20/5 a 8/6 – Instituto No Setor Roadie (20h) – 6/5 a 5/6 Áudio básico para técnicos (20h) – 6/5 a 5/6 Memorial dos Povos Indígenas oferece exposições que celebram a diversidade cultural e a riqueza da arte dos povos originários | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com duas exposições em destaque, o Memorial dos Povos Indígenas celebra a diversidade cultural e a riqueza artística dos povos originários do Brasil. Idealizada pela artista indígena Bárbara Rehkayie Kaxuyana, a exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó apresenta 30 pinturas que retratam grafismos e desenhos tradicionais dos povos Kaxuyana e Tiriyó, habitantes das terras indígenas no Parque do Tumucumaque, no norte  do Pará, próximo à fronteira com Suriname, da bacia do rio Trombetas. Já a exposição Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, assinada por Uakyrê Pankararu Braz, apresenta 20 obras que refletem a espiritualidade, as memórias e a relação com o território dos povos Pankararu e Pataxó localizados na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba, Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais. O título, em língua patxohã, remete a raízes, memórias e territórios. As mostras fazem parte do edital de incentivo promovido pela gestão do projeto educativo da ONG Amigos da Vida, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), e ficarão abertas ao público até  23 de março. Serviço Memorial dos Povos Indígenas (Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK) → Funcionamento: De terça-feira a domingo, de 09h às 17h → Informações neste link → Acesso: gratuito.  

Ler mais...

Thumbnail

Festival Bonecos de Todo Mundo tem inscrições abertas até amanhã (27)

Estão abertas até esta sexta-feira (27) as inscrições para a 5ª edição do Bonecos de Todo Mundo, festival que será realizado de 13 a 26 de março no Centro Cultural do Sesi, em Taguatinga, e também no Taguaparque. O formulário de inscrição está disponível nas redes sociais do evento, @bonecosdetodomundo. A programação inclui espetáculos, oficinas, shows musicais e grupos de discussão, tendo como tema os mitos do cerrado e da construção de Brasília. O projeto é financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) com o valor de R$ 797,2 mil. As apresentações do Bonecos de Todo Mundo serão de quinta a sábado, no Sesi e domingo no Taguaparque. A divulgação dos projetos selecionados será feita em 3 de fevereiro, nas redes sociais do festival. A quinta edição do festival Bonecos de Todo Mundo será realizada em Taguatinga, entre 13 e 26 de março | Foto: Davi Mello [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com a produtora do evento, Clara Nugale, o festival sempre acontece em Taguatinga e o público é eclético, com muitas crianças e adultos. “Nosso público é o que consome arte”, explicou. A maioria das apresentações são de classificação livre. “Geralmente são histórias do cotidiano, cujos personagens são uma família”, descreveu Clara. O teatro popular de bonecos é uma brincadeira milenar, presente nos cinco continentes. Cada forma de brincar possui suas peculiaridades e elas convergem em diversas semelhanças. Em muitos países, essa forma de expressão é oficialmente reconhecida como patrimônio cultural. No Brasil, o reconhecimento veio em 2015, quando o Teatro Popular de Bonecos do Nordeste, também chamado mamulengo, foi registrado como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Serviço 5º Bonecos de Todo Mundo – Chamamento para grupos teatrais do DF Inscrições: até sexta-feira (27), por meio de formulário ou no Instagram do projeto.

Ler mais...

Thumbnail

Organização do Cruzeiro é selecionada para realizar o projeto DF Cultural

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) publicou, nesta quinta-feira (20), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o resultado definitivo do chamamento público para realização do projeto DF Cultural. O Grêmio Recreativo Carnavalesco Cacique do Cruzeiro foi a organização da sociedade civil (OSC) que apresentou a maior pontuação e ficou em primeiro lugar. Confira o resultado completo e a classificação de cada uma das inscritas. Com recursos orçamentários de até R$ 2 milhões, previstos na Lei Orçamentária Anual de 2022, o DF Cultural tem como objetivo destacar as múltiplas identidades que formam a cultura do Distrito Federal e vivem uma relação intrinsecamente ligada à formação da própria cidade, por meio dos nativos de outros estados que aqui se estabeleceram, trazendo sua contribuição e as mais diversas influências. Projeto tem o objetivo de valorizar as diversas identidades culturais no Distrito Federal | Foto: Hugo Lira/Secec Ao todo, foram 11 OSCs inscritas, tendo sido três delas desclassificadas, conforme os critérios de avaliação previstos no edital nº 19/2022. Agora, com a publicação do resultado definitivo, a organização selecionada será convocada para apresentar plano de trabalho e dar seguimento aos trâmites legais até a assinatura do termo de colaboração. O novo projeto da Secec prevê a realização de atividades distintas, como apresentações, oficinas e seminários, de forma descentralizada entre as regiões administrativas, de modo a democratizar a arte e a cultura, promover os artistas locais, incentivar o intercâmbio cultural e a formação de plateia e, sobretudo, movimentar a cadeia produtiva da cultura. *Com informações da Secec  

Ler mais...

Thumbnail

Ações culturais celebram os 62 anos da capital federal

A partir desta terça(19), o projeto Sorria, Brasília, em comemoração aos 62 anos da capital federal, oferece uma ampla programação cultural, com shows, mostras de cinema, feiras e exposições, espetáculos populares e apresentações de orquestras. Após dois anos sem comemoração devido à pandemia de coronavírus, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) planejou diversas opções para todos os gostos. A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro faz parte da programação| Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília. [Olho texto=”As atividades receberam o investimento de cerca de R$ 700 mil e propõem uma festividade ampla, abrangendo todas as cidades” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Com 17 equipamentos culturais interligados por um leque simultâneo de atividades artísticas, as atrações serão apresentadas no Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Gama e Planaltina, regiões administrativas onde ficam os equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF). As orquestras vão circular entre abril e maio com o projeto Clássicos nas Cidades, que estará nos complexos culturais de Samambaia, Planaltina e Casa do Cantador, em Ceilândia. Cine Brasília contará com mostra de filmes e show da Cia de Comédia Melhores do Mundo no dia do aniversário da capital federal As atividades receberam o investimento de cerca de R$ 700 mil e propõem uma festividade ampla, abrangendo todas as cidades, com ênfase no entretenimento, exaltando a preocupação do GDF com a memória cultural. Exemplos disso são a reabertura da mostra Poeira, Lona e Concreto, totalmente restaurada, que retrata os primeiros tempos da construção da cidade, no Museu Vivo da Memória Candanga, e desenhos inéditos de Oscar Niemeyer, no espaço homônimo, além da valorização da história da Via-Sacra de Planaltina no complexo cultural da região administrativa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Eixo Cultural Ibero-americano, antigo espaço Funarte de Brasília, terá atividades de quinta-feira (21) a domingo (24), voltadas ao encontro das famílias e amigos, sentados  no gramado e em galerias com piquenique, desfrutando do Festival de Orquestras Populares, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, shows e desenhaço. Essa programação reforça o ano Brasília Capital Ibero-americana das Culturas, título mundial outorgado este ano à cidade. A Concha Acústica terá shows e mostra de cinema. O Cine Brasília segue a programação especial e aberta ao público, com seleção de filmes e espetáculo comemorativo da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo. Confira a programação do projeto Sorria, Brasília Plano Piloto – Memorial dos Povos Indígenas: início, nesta terça (19), de festividades em comemoração ao Dia do Índio, com a cantora Nívia Tupinambá, seguido por workshop de pintura corporal indígena; exposição Artes e Cultura Indígenas e feira étnica na área externa com shows. A programação segue até domingo (24) – Biblioteca Nacional de Brasília: mostra Poema em Cartaz, nesta terça; contação de histórias do espaço infantil e inauguração da obra em grafite Livro da Rua  no sábado (23), às 10h – Cine Brasília: na quinta (21), espetáculo comemorativo da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo. Na sexta (22), haverá maratona de seis filmes em sessões gratuitas, em comemoração aos 62 anos do equipamento, com sessões às 10h, 12h, 14h, 16h, 18h e 20h – Concha Acústica: atividades diversas com exibição de filmes, shows, exposição digital de fotografias, entre quinta-feira e domingo – Eixo Cultural Ibero-Americano: atividades entre quinta e domingo com apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), quinta, às 20h; Festival de Orquestras Populares (sexta a domingo, das 18h às 22h), com ações lúdicas no gramado, como desenhaço, piquenique cultural e atrações infantis – Espaço Cultural Renato Russo: reabertura da gibiteca, que será batizada de TT Catalão, quinta, às 14h – Espaço Lucio Costa: exposição permanente Plano Piloto de Brasília – Espaço Oscar Niemeyer: mostra O Mestre e o Aprendiz, com objetos e documentos pertencentes a Gervásio de Oliveira, que trabalhou como estagiário para Oscar Niemeyer no planejamento e construção de Brasília. Abertura na sexta, às 17h – Museu de Arte de Brasília (MAB): lançamento da versão virtual do livro do MAB Arte  Design em Brasília: 1950 a 2022 no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), na quinta, quando o MAB comemora um ano de reabertura – Museu Nacional da República: exposições Xingu 57, com fotografias de Domiciano Pereira de Souza Dias; e, no mezanino, Envenenada: profanações e polimorfismo tonais, de Raquel Nava – Museu da Cidade: exposição permanente, com frases talhadas no mármore branco que contam a história de interiorização da capital federal, desde o século 18 até a inauguração – Panteão da Pátria: mostra digital Brasília Museu Aberto, realizada por meio de projeção mapeada de obras de ícones artísticos da história de Brasília, na fachada externa do prédio, quinta, , das 19h às 22h. Há ainda exposição sobre a vida e trajetória política de Tancredo Neves, além do Livro de Aço dos Heróis da Pátria e o Mural da Liberdade de Athos Bulcão. O público ainda poderá ver o painel Inconfidência Mineira, de João Câmara, e o vitral de Marianne Peretti. Ceilândia – Casa do Cantador: Festival Circularte de Música Brasileira, sábado, às 19h. Gama – Museu do Catetinho: reabertura, na quinta, às 9h, da primeira residência oficial do presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, durante a construção do novo Distrito Federal. O espaço ficou fechado desde o início da pandemia, em março de 2020, e agora reabre com manutenção de pintura externa e interna, limpeza do forro e troca de peças de madeira da estrutura, eliminação de orifícios no telhado, forro e paredes, revitalização do piso de pilotis, limpeza dos pisos do banheiro, num aporte de R$ 400 mil. A abertura de exposição memorial terá quarteto da OSTNCS. Em seguida, segue a cerimônia de entrega da Medalha de Mérito Cultural Seu Teodoro, com apresentação do grupo homônimo. Núcleo Bandeirante – Museu Vivo da Memória Candanga: reabertura da exposição Poeira Lona e Concreto (quarta, às 15h), após restauro e higienização. Com acervo composto pelas edificações históricas, peças, objetos e fotos da época da construção de Brasília, a exposição permanente narra a história da cidade, desde os projetos até a inauguração em 1960. Planaltina – Complexo Cultural de Planaltina: exposição Via Sacra ao Vivo de Planaltina – Rumo aos 50 anos. Mostra fotográfica, figurinos, cartazes e outras peças do acervo. Abertura: quarta-feira, às 20h. Samambaia – Complexo Cultural Samambaia: ação de grafite na fachada (com lançamento do edital de chamamento público na quarta-feira) e apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, dentro do projeto Clássicos nas Cidades, terça (19), às 20h. Acesse aqui a íntegra da programação cultural. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Ler mais...

Thumbnail

Espaço Renato Russo retoma atividades nesta semana

Anfitrião em formação de identidades artísticas, manifestações e liberdade de expressão desde os anos 1970, o Espaço Cultural Renato Russo (ECRR) inicia fevereiro de portas abertas ao público. O equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) tem programação cultural intensa até março de 2022. O espaço conta com atividades gratuitas para todos os públicos, que vão desde exposições de artes visuais, oficinas de dança, até programação para crianças. Com todos os espaços do polo cultural ocupados por arte e cultura (Galerias Galpão, Parangolé e Rubem Valentin; Galpão das Artes, Sala Marco Antônio Guimarães, Multiuso e Praça Central), os agentes culturais também celebram a retomada gradual do setor no DF, a partir da produção de cursos, mentorias, teatros, oficinas e ensaios abertos para a comunidade, em um espaço público da cidade. A gerente do Espaço Cultural Renato Russo, Marmenha Rosário, faz o convite para que a comunidade inclua o ECRR no roteiro de passeios culturais e consumo de arte e cultura | Fotos: Divulgação/Secec Marmenha Rosário, gerente do Renato Russo, garante que o espaço está apto para que a população do Distrito Federal possa usufruir com segurança. Acessível e localizado em uma das principais avenidas de Brasília, a W3 Sul, ela faz o convite para que a comunidade inclua o ECRR no roteiro de passeios culturais e consumo de arte e cultura. “Muitas pessoas não sabem como acessar o nosso espaço. O objetivo principal desta programação é garantir acessibilidade e esperamos que a população frequente este lugar que é nosso”, destaca a gerente. Outro anúncio importante é a reinauguração da Gibiteca, que ocorrerá ainda este semestre. “Fechada desde 2013, a Gibiteca é uma grande reivindicação da comunidade e colocaremos à disposição um ambiente literário com todos os gibis, mangás, revistas, quadrinhos e livros, para o uso dos amantes da leitura e cultura geek e pop”, assegura a gestora. A partir de uma agenda intensa e diversificada, a casa oferece gratuitamente mostras de arte, música e oficinas de teatro infantil. Todos os cursos contam com vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas a partir da rede social do equipamento. A produtora musical e proponente do Festival Convida, Carol Villalobos, comemora a garantia de ocupação em um dos espaços mais emblemáticos para a cena cultural da capital para a realização do seu projeto. O evento, nomeado de Módulo Convida Lab, que consiste em um programa de aceleração de artistas, foi a grande estreia da Sala Marco Antônio Guimarães. Carol Villalobos é produtora musical e proponente do Festival Convida “Ao todo, foram selecionadas seis bandas que, por meio de um chamamento público, estão recebendo, no projeto Music Business, orientações de como lançar seus próprios shows. Ao final, todos receberão ajuda profissional para alavancar suas carreiras”, explica a agente cultural. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Alonso Bento, servidor responsável pela curadoria das atrações do Espaço Cultural Renato Russo, conta que já foi aluno de teatro do ECRR e destaca com entusiasmo a retomada das atividades do espaço. “Dentro desta gestão, há diversidade e temos o lugar! Aqui nós fazemos eventos de grandes artistas, eventos socioculturais”, comemora. O servidor ainda ressalta que as iniciativas de valorização da cultura dos novos talentos de Brasília reforçam a identidade de grandes artistas que já passaram pelo espaço. “Muitos proponentes dos projetos desta nova temporada do ECRR já foram alunos ou participaram de ocupações, oficinas e cursos já ofertados neste grande espaço democrático cultural”, arremata. PROGRAMAÇÃO Exposição Projeto Re(vi)vendo Êxodos – Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 12h às 20h – Até o dia 13 de fevereiro – Praça Central Exposição Ainda Estamos Aqui – Usha Velasco – Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 12h às 20h – Até o dia 20 de fevereiro – Galeria Rubem Valentin *Com informações da Secec

Ler mais...

Thumbnail

Celebrando a força criativa de agentes culturais negras

[Olho texto=”“Esse Prêmio da Mulher Negra destaca a força criativa dessas artistas, que enchem a cultura do DF de novos caminhos e de afetos”” assinatura=”Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa” esquerda_direita_centro=”direita”] A filósofa norte-americana Angela Davis afirmou sabiamente que “quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”. É indescritível e plural a liderança dessas mulheres em seu entorno. No Distrito Federal, há trajetórias de vida e superação que emocionam e encantam pela resiliência e força de transformar e de ser cultura. Pela atuação e contribuição sociocultural às comunidades em que atuam, 30 agentes culturais negras foram agraciadas com o Prêmio Mulher Negra 2021, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), que será entregue no dia 24 de novembro, em cerimônia reservada às convidadas no Cine Brasília. “Esse Prêmio da Mulher Negra destaca a força criativa dessas artistas, que enchem a cultura do DF de novos caminhos e de afetos”, destacou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. Sol Montes: “O resultado contemplou mulheres de diversas linguagens vindas, em sua maioria, de regiões administrativas fora do Plano Piloto” | Fotos: Divulgação/Secec Gestado pela Subsecretaria de Difusão e Diversidade Cultural (SDDC), o Prêmio aportou R$ 150 mil, com cachê individual de R$ 5 mil. “O resultado contemplou mulheres de diversas linguagens vindas, em sua maioria, de regiões administrativas fora do Plano Piloto. Muitas delas nunca receberam uma premiação das políticas públicas da Secec. Essa inclusão é emocionante”, aponta a subsecretária, Sol Montes. Martinha do Coco Mestra Martinha do Coco é uma das 30 premiadas. Moradora do Paranoá há 40 anos, nasceu em Olinda, Pernambuco, de onde migrou com sua família aos 17 anos de idade. Nessa época, começou a trabalhar como empregada doméstica, quando teve contato com uma musicista que percebeu o talento artístico e lhe ajudou a retomar o amor pela música. O samba de coco, dança de roda cujo ritmo contém traços indígenas e influências africanas, tinha ficado na memória. Em 2013, Martinha recebeu do extinto Ministério da Cultura o título de Mestra da Cultura Popular e, em 2019, foi homenageada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. “É uma honra ser reconhecida pela minha história e luta como mulher negra. Esse prêmio veio consagrar toda essa trajetória, especialmente em meio ao período pandêmico onde tivemos que nos reinventar”, afirma a artista. Filha de nordestinos, Suene Karim também foi apresentada às artes ainda na infância, por intermédio da mãe e de ídolos como Elis Regina, Nelson Gonçalves, Clara Nunes e Cora Coralina. A cultura permeia sua vida desde então, principalmente a popular, a arte ligada à ancestralidade, ao universo do matuto nordestino, o linguajar, o vestir e a sapiência. Suene Karim Suene tem como mote de trabalho a promoção e a defesa das linguagens de cultura popular de raiz preta, proposta concretizada, em abril de 2019, com o I “Festival Magia Negra”, idealizado e realizado por ela. O evento impulsionou a educação, o debate e a defesa das manifestações da cultura popular negra por meio de música, dança e saraus. “Venho trabalhando na produção cultural em várias frentes dessa atividade há 18 anos. Quis buscar uma proposta mais diversificada e identitária, em diálogo com a comunidade”, avalia a produtora, que viu o projeto “Festival Magia Negra” ser inserido na plataforma Google Arts & Culture, uma das mais importantes do mundo. Francys de Óya Mãe de santo, líder comunitária, conselheira cultural. Essas são algumas das ocupações e atribuições de Francys de Óya. Ela aprendeu com a religião de matriz africana a fazer obras sociais e a atender a comunidade carente, além de levar até essas pessoas conhecimentos culturais herdados dos antepassados. Moradora de Samambaia Sul há mais de 30 anos, ela realiza diversas promoções sociais na comunidade. Umas delas é a Festa das Crianças, que já teve 14 edições. Participa ainda de atividades em busca de reparação e justiça social dos que estão à margem da sociedade. “Agradeço a Deus, a meu santo e à minha religião por poder cuidar de todos. Crianças, jovens, adultos, idosos, brancos, pretos, pardos, negros, indígenas. Sou uma ‘mãe’ reconhecida por todos por meio dos meus atos e ações dentro da minha comunidade”, afirma a líder religiosa. Edineide Barros Freitas A agente literária Edineide Barros Freitas, nascida em comunidade quilombola no interior do Maranhão, veio para Brasília trabalhar como faxineira e estudar. Ela conseguiu. Fez o EJA (Educação de Jovens e Adultos) e, depois, a graduação. Em uma feira de agricultura familiar, conheceu o programa de Bibliotecas Rurais – Arca das Letras, que era desenvolvido pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário. Voluntariou-se para ajudar a organizar os livros e, quando surgiu uma vaga, passou a integrar o programa como representante dos negros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Como eu tive dificuldade de ter acesso aos livros, hoje levo livros para as pessoas”, explica Edineide. Ela também é multiplicadora dos saberes quilombolas e divulgadora da literatura de escritores negros e implantou bibliotecas em comunidades quilombolas no entorno do Distrito Federal.  VENCEDORAS DO PRÊMIO MULHER NEGRA 2021 Conheça mais sobre as histórias das 30 vencedoras do Prêmio Mulher Negra 2021. Adriana Barros Ana Luiza Bellacosta Anna Cristo Bete Virgens Bety Morais Cida Assunção Cris de Souza Dandara Bárbara Daniele Neumany Edineide Barros Freitas Elvira de Oxum Francys de Oyá Ialê Garcia Jusianne Castilho Kalibre Key Amorim Larissa Umaytá Lídia Dallet Lis Martins Lua Nzinga Mãe Beth Marlene Souza Lima Martinha do Coco Maria Joana Marisol Kadiegi Onildes Conrado Santos Ray Psiu Suene Karim Tássia Aguiar Thamiris Flora   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Ler mais...

Thumbnail

Aruc comemora 60 anos com bolo e boas perspectivas

Durante evento de comemoração de seus 60 anos, a Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc) foi presenteada, na noite desta quinta-feira (21), com boas notícias do Governo do Distrito Federal. Representando o  governador Ibaneis Rocha na solenidade, o vice-governador Paco Britto anunciou a expectativa de regularização do terreno ocupado pela Aruc até o início do ano que vem. Um dos destaques da festa de aniversário da Aruc  foi o anúncio da perspectiva de regularização do terreno ocupado pela associação | Foto: Vinicius de Melo/Agência Brasília A associação, que promove atividades culturais, esportivas e sociais há décadas no mesmo local, está próxima da segurança jurídica. Os contatos com a Terracap já estão avançados para obter o registro em definitivo. Paco agradeceu o empenho dos deputados distritais ao aprovarem, por unanimidade, a lei n° 6.888, que cria a política pública de regularização fundiária de terrenos ocupados por clubes esportivos, templos religiosos e entidades sem fins lucrativos. Sancionada pelo governador Ibaneis Rocha em 7 de julho, a medida beneficia instituições culturais, permitindo que o espaço seja regularizado. [Olho texto=”“Esta data é superespecial, mês de comemoração do Jubileu de Diamante, pedra preciosa que suporta altas pressões, que significa a resistência em manter esse espaço vivo”” assinatura=”Rafael Fernandes, presidente da Aruc” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Além disso, a norma permite que essas instituições prestem serviços gratuitos à comunidade e em troca possam seguir ocupando regularmente os espaços. Cinquenta e oito clubes e centenas de igrejas são beneficiados com a nova legislação. De acordo com a lei, clubes e entidades sem fins lucrativos poderão assinar com a Terracap contrato de Concessão de Direito Real de Uso Sem Opção de Compra (CDRU-S) – uma espécie de escritura pública do terreno – registrada no cartório imobiliário. Dessa forma, eles garantem a ocupação regular do local pelo prazo de 30 anos, prorrogável por igual período. “Esta data é superespecial, mês de comemoração do Jubileu de Diamante, pedra preciosa que suporta altas pressões, que significa a resistência em manter esse espaço vivo. Defender a cultura popular nunca foi fácil”, disse o atual presidente da Aruc, Rafael Fernandes, que é o primeiro presidente da instituição nascido no Cruzeiro. Entre as privações impostas pela pandemia do coronavírus, uma das mais sentidas pela comunidade foi o cancelamento do carnaval deste ano. E falar de carnaval, em Brasília, é falar da Aruc, pois as histórias se confundem. Em 48 desfiles oficiais, foram 31 títulos de campeã, sendo  oito desses seguidos – um feito que nenhuma escola de samba do Brasil conseguiu até hoje. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Destaques Em 2009, a Aruc recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal. No esporte, acumula destaques. É campeã mundial feminina de handebol na Europa; e, neste mês, conquistou em São Paulo o Torneio Nacional Master de Handebol. No momento, representa o DF no Campeonato Brasileiro 2021 Beach Soccer, que está sendo realizado em Anchieta (ES) até domingo (24). Como parte das ações voltadas à atuação comunitária, a pesquisa elaborada nos anos 1980 pela Aruc propiciou a fundamentação do decreto que instituiu a criação da Administração Regional do Cruzeiro.  

Ler mais...

Thumbnail

Cultura: eleitos 260 nomes para conselhos regionais

Colegiados se debruçam sobre políticas públicas para a cultura, que tem como um dos seus diversos palcos pelo DF a Casa do Cantador, em Ceilândia | Foto: Renato Araujo / Agência Brasília O Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF) divulgou os nomes dos conselheiros regionais eleitos para o triênio 2021-2024. O processo de eleição, que contou com o amparo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), contemplou 20 regiões administrativas do DF com 260 conselheiros, entre titulares e suplentes. A lista dos escolhidos foi formalizada nesta segunda-feira (12). Confira quais são os eleitos Com o total de 4.616 votos válidos, o processo seletivo foi motivado pela obrigatoriedade da realização das eleições neste ano, atendendo às premissas de participação social, e em cumprimento aos princípios jurídicos e administrativos exigidos pela Lei Orgânica da Cultura (LOC). Nesse sentido, o CCDF atuou em esforço para que os agentes culturais de todas as regiões administrativas do DF pudessem participar da seleção do novo colegiado – e, assim, com participação garantida na formulação de novas políticas públicas para o setor. [Olho texto=”“A comunidade cultural participou ativamente por meio da internet, com vídeos, flyers e muita informação compartilhada pelos mecanismos on-line, e a resposta se deu na participação popular com o número de votos”” assinatura=”Wellington Abreu, presidente do CCDF” esquerda_direita_centro=”centro”] Ao total, 276 interessados se candidataram para ocupar 180 vagas de titulares e 80 de suplentes nos conselhos regionais de cultura (CRCs) de 20 regiões administrativas. Enquanto Candangolândia e Taguatinga ainda estão com seus mandatos vigentes, 11 RAs não conseguiram eleger os nove representantes previstos no artigo 20 da LOC, de modo que será necessário elaborar novo cronograma de processo seletivo para essas regiões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Cada conselho regional é formado por nove titulares da sociedade civil (oito com atuação na área cultural e um como líder comunitário de cultura), além dos respectivos suplentes nos casos das RAs que atingiram a cota máxima de candidaturas válidas. Com representantes escolhidos da comunidade local, os CRCs possuem a função de propor políticas públicas de cultura, bem como avaliar ações, metas consolidadas e processos designados. Após o encerramento da votação, às 23h59 do dia 2 de outubro, e com os votos contabilizados neste último fim de semana, o presidente do CCDF, Wellington Abreu, fez menção ao aumento expressivo de votantes. “A comunidade cultural participou ativamente por meio da internet, com vídeos, flyers e muita informação compartilhada pelos mecanismos on-line, e a resposta se deu na participação popular com o número de votos. A nossa expectativa é de que todas as RAs conquistem políticas efetivas para a cultura do DF”, celebrou. Devido à pandemia de Covid-19, todo o processo de eleição foi realizado em plataforma on-line, incluindo inscrições, habilitações, recursos, cadastro de eleitores, votação e resultados. O próximo passo será a posse dos eleitos, prevista para o período entre 16 de novembro e 8 de janeiro de 2021, presencial e virtualmente.   * Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Ler mais...

Thumbnail

‘Outubro Criativo’ celebra Brasília como capital do design

A capacidade única do ser humano de transformar o mundo ao seu redor é a grande homenageada do Outubro Criativo, conjunto de ações promovidas pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) para comemorar o Dia das Crianças. A iniciativa celebra também os três anos do título de Brasília como cidade criativa do design da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), além de discutir a economia criativa e a efervescente arte de rua da capital federal. A criatividade é o ponto de partida de todas as ações previstas no Outubro Criativo, como explica a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça. “Nosso objetivo é mostrar Brasília como esta cidade jovem que nunca envelhece, que tem uma capacidade de sempre despertar curiosidade, que atrai as mentes mais destemidas e é polo de criatividade no mundo”, descreve Vanessa. [Olho texto=”“Quando se fala de economia criativa se fala de quase 4% do PIB e do mercado de trabalho do DF antes da pandemia. Precisamos debater o setor e colocar essa vocação na vitrine da nossa cidade”” assinatura=”Vanessa Mendonça, secretária de Turismo” esquerda_direita_centro=”centro”] A infância, período marcado pela imaginação mais pura, será destacada com o lançamento, no dia 10 de outubro, da Rota da Diversão, primeira rota para turismo infantil do DF. A ação promete despertar em todos a criança interior e a nostalgia dos brasilienses que cresceram em meio aos brinquedos da Nicolândia, do Parque da Cidade, e de vários outros pontos marcantes do nosso Quadradinho. A criançada terá um presente especial no miniguia da rota, que será todo ilustrado com desenhos do artista plástico Ralfe Braga, para que as crianças possam passar para o papel a forma única como elas enxergam as obras. O livro poderá ser baixado no site da Setur-DF e também ficará disponibilizado nos centros de atendimento ao turista (CATs). As ações também passarão pelas formas de expressão que transformam e ocupam os espaços urbanos e ditam a chamada economia criativa. Neste mês, a capital federal completa três anos como cidade criativa do design da Unesco, título que reconhece a vocação da cidade como polo de criação e desenvolvimento da economia ligada a artes, arquitetura, design, inovação e inteligência criativa. “Nada mais criativo e inovador do que Brasília, cidade criada do zero, a partir de mentes tão brilhantes, que tem arte, design e arquitetura em seu DNA. Quando se fala de economia criativa se fala de quase 4% do PIB [Produto Interno Bruto] e do mercado de trabalho do DF antes da pandemia. Precisamos debater o setor e colocar essa vocação na vitrine da nossa cidade”, acrescenta Vanessa Mendonça. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Esses debates terão espaço dentro do Prosa Criativa, em que Vanessa Mendonça receberá grandes nomes do setor em três lives para debater temas ligados à economia criativa, turismo alternativo, moda e arte, além influência de diversos setores no segmento turístico. As transmissões serão feitas nos dias 15, 22 e 29 de outubro. No dia 19, é a vez da arte urbana ganhar espaço no DF com o lançamento da Rota do Grafite, que vai apresentar os elementos mais criativos mapeados em todo o Distrito Federal que servem de referência para o grafite nacional. Além disso, a Setur-DF apresentará uma série de vídeos no melhor estilo “faça você mesmo”, com mestres artesãos de Brasília ensinando a preparar peças, apresentando técnicas de artesanato e falando sobre empreendedorismo. O Outubro Criativo será encerrado com uma mostra organizada em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que apresentará as faces do design da nossa capital, com a participação de designers, artistas e arquitetos brasilienses em ambiente virtual e com ações híbridas, em espaços criativos de Brasília. PROGRAMAÇÃO 8/10 Abertura Live com Sérgio Ferreira – diretor de Empreendedorismo Cultural da Secretaria Especial da Cultura + Aciole Félix – presidente da Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal. 10/10 Lançamento da Rota da Diversão – primeira rota para turismo infantil, com ilustrações de pontos turísticos de Brasília para colorir, disponíveis para download na internet e também para retirar no centros de atendimento ao turista (CATs) de todo o Distrito Federal. Pontos da rota: Planetário, Parque da Cidade, Jardim Botânico, Parque Nacional de Brasília (Água Mineral), Espaço Lúcio Costa e Parque Olhos d‘Água, entre outros. 15/10 “Faça Você Mesmo” do Artesanato – vídeos de mestres artesãos ensinando a preparar peças e desenvolver técnicas de artesanato e empreendedorismo. “Prosa Criativa” com Darlan Rosa – o design das formas + Ralfe Braga – o design das cores da capital + Patrícia Madeira – o design das jóias inspiradas pelo Planalto. 19/10 Lançamento da Rota do Grafite na Galeria dos Estados – com pontos de todo o Distrito Federal que são referência para o grafite nacional. 22/10 “Prosa Criativa” com Cris Malheiros – curadoria de produtos afetivos + Gabriela Bilá – por uma Brasília afetiva + Daniel Moreira ou Enozor Junior – o design na moda inspirada em Brasília. 27/10 Mostra das faces do design da nossa capital – com a participação de designers, artistas e arquitetos brasilienses em ambiente virtual e com ações híbridas, que ocorrerão em espaços criativos de Brasília, em cooperação com a UFRJ. 29/10 “Prosa Criativa” com Miguel Galvão – espaços criativos de Brasília + Sandro Biondo – espaços alternativos de Brasília + Pedro Sangeon – Gurulino e os espaços urbanos de Brasília.   * Com informações da Secretaria de Turismo

Ler mais...

Thumbnail

Grafite conquista as ruas do Distrito Federal

Grafite dá aspecto especial à parada de ônibus, com direito a igreja ao fundo | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A Agência Brasília inicia, nesta quarta-feira (16), uma série de reportagens sobre as ações do Governo do Distrito Federal para cuidar da capital, valorizar a arte urbana e, ao mesmo tempo, impedir atos de vandalismo como pichações. Nesta primeira matéria, saiba sobre como foram feitos os investimentos do Executivo local, entre 2019 e 2020, para transformar os espaços públicos. [Numeralha titulo_grande=”Mais de 100 artistas” texto=”serão selecionados para intervenções em pontos históricos do DF” esquerda_direita_centro=”centro”] A arte do grafite se tornou uma aliada do governo para embelezar a cidade e evitar pichações em monumentos, prédios e fachadas da capital. Entre 2019 e 2020 foram investidos R$ 277,5 mil para que grafiteiros façam suas pinturas em espaços públicos da cidade. Galeria dos Estados nova em folha terá olhar especial para arte urbana | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília Do total investido, R$ 195 mil serão destinados à arte urbana da nova Galeria dos Estados, recentemente reinaugurada (foto acima) após obra de reconstrução decorrente da queda de um viaduto. Nas próximas semanas, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) também vai lançar um edital para que mais de 100 artistas façam intervenções urbanas em um local histórico de Brasília. [Olho texto=”“Há grandes grafiteiros no DF, inclusive internacionais. É uma forma valorizá-los, de ocupar espaços públicos na capital e democratizar o acesso à arte e a cultura”” assinatura=”Bartolomeu Rodrigues, secretário de Cultura e Economia Criativa” esquerda_direita_centro=”centro”] Em novembro do ano passado, 60 artistas da capital e Entorno foram selecionados para pintar o Beco do Rato, localizado no Setor Comercial Sul (SCS). A secretaria desembolsou R$ 90 mil para pagar o cachê dos grafiteiros. Durante dois dias, cada participante fez uma intervenção artística de tema livre com até 10 metros quadrados. A programação ainda contou com debates, painéis e apresentações de música e de dança. A pasta também vai financiar um projeto de grafite em Planaltina. O resultado preliminar da etapa de admissibilidade foi divulgado nesta semana. Administração do Plano Piloto cederá tintas para grafiteiros selecionados | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília Quinze artistas vão grafitar, entre 1º e 4 de outubro, na parede externa do complexo cultural da cidade, localizado em frente à Avenida Uberdan Cardoso. Ao custo de R$ 22,5 mil, cada selecionado fará sua manifestação artística em uma área de até 18,4 metros quadrados e 8 metros de altura por 2,3 metros de largura. Valorização, democratização, conscientização O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, explica que o objetivo dos chamamentos públicos também é expor o trabalho dos grafiteiros, prestigiar a cultura urbana, proporcionar intercâmbio artístico-cultural e incentivar o empreendedorismo na cidade. “Há grandes grafiteiros no DF, inclusive internacionais. É uma forma de valorizá-los, de ocupar espaços públicos na capital e democratizar o acesso à arte e à cultura”, ressalta. Segundo o titular da pasta, os interessados deverão apresentar temas de acordo com as regras do certame. A previsão é de que a grafitagem pelos oito vãos e 16 paredes da Galeria dos Estados comece no próximo mês. Serão cinco dias no total – às sextas, sábados e domingos, das 10h às 18h. Em respeito ao protocolo de segurança no combate ao coronavírus, um revezamento de distanciamento será feito entre os artistas, para evitar aglomerações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Administração Regional do Plano Piloto descentralizou recursos para contribuir com a ação do GDF. O órgão cederá as tintas que serão usadas pelos artistas. A administradora do Plano, llka Teodoro, reforça a importância de conscientizar a população no combate ao vandalismo. “Como gestores públicos temos que estar abertos ao diálogo e ouvi-los, pois a pichação tem um viés de reivindicação. Os artistas clamavam por um espaço para que pudessem manifestar sua arte e há um respeito entre eles. Ou seja, onde há grafite dificilmente haverá pichações”, salienta. O que a população pensa das pichações Josino Evangelista, 65 anos, barbeiro “Sou revoltado com pichações. Não tem sentido, pois é o nosso dinheiro é investido na pintura dos espaços públicos. O governo acaba de reformar e eles [pichadores] vandalizam.” Edmilton Miranda, 56 anos, chaveiro “Se os grafiteiros não fizerem sua arte aqui, os pichadores vão tomar conta. Acredito que é preciso ter uma penalidade maior para eles, pois é um desrespeito total com as pessoas e a cidade.” Márcia Alves, 50 anos, comerciante “Para evitar pichações, eu acho a ideia do grafite excelente. É uma arte muito bonita. Além de ter lojas aqui, também é uma passagem para os pedestres, então o ambiente fica mais colorido.” Abner de Almeida, 28 anos, estudante “Diferentemente da pichação, o grafite é uma arte que valoriza e torna o ambiente mais agradável. O governo acabou de pintar as estruturas e já há pichações.” Antônio de Carvalho, 52 anos, vigilante “Aqui melhorou muito. Mas, se não for grafitado, os pichadores continuarão vandalizando os espaços. É um absurdo o que eles fazem com os espaços públicos.”     * Confira na reportagem desta quarta-feira (16) o que as administrações regionais têm feito para estimular o grafite nas cidades.

Ler mais...

Thumbnail

Brasiliense transforma roteiros de curtas em conteúdo de áudio

Natália, José de Campos e Walder formam o núcleo de ideias do projeto Curto! | Foto: Secretaria de Cultura Podcast, “podnovela”, áudio-história, audiodrama? Qualquer um desses termos serve para a nova denominação de um antigo produto, a radionovela – que, desde “Em Busca da Felicidade” (Leandro Blanco, com adaptação de Gilberto Martins), folhetim cubano de 1941, emocionava o público de vários cantos do Brasil que sintonizava todas as manhãs a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, alavancando as vendas da pasta de dente patrocinadora do dramalhão. Com essa história em mente, o brasiliense José de Campos escreveu o projeto batizado Curto!. Em parceria com a produtora Kocria Audiovisual, conseguiu financiamento do edital do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) Audiovisual n° 16/2018, na linha de apoio Projeto Livre, para transformar em podcasts os roteiros de curtas-metragens adormecidos em gavetas. O projeto gera 31 empregos diretos e indiretos. Visite o site do Curto! Formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e em Cinema e Mídias Digitais pelo Instituto de Ensino Superior de Brasilia (Iesb), José de Campos propôs aos parceiros da Kocria garimpar histórias em roteiros não premiados pelo mesmo FAC, de modo a transformá-las em áudio-histórias. E assim foi feito por Natália Brandino, produtora e pesquisadora formada em Administração, com pós-graduação em Cinema e Finanças, e Walder Junior, produtor formado em Cinema e em Processamento de Dados. José conta que os três fizeram, a partir da premiação, “um trabalho de formiguinha”. Iniciou-se uma busca, nas listas de resultados finais do instrumento de fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), por diretores e diretoras que topassem dar uma segunda chance a roteiros de curtas-metragens que não conseguiram recursos públicos para virar filme, transformando-os em podcasts. “A gente não tem acesso a dados de telefone ou endereço dos proponentes nas planilhas do FAC. Mas, como trabalhamos na área, alguns deles a gente conhece; outros, buscamos nas redes sociais”, explica José, que também é ator e trabalha na preparação de atores. Quando localizam a pessoa, ainda têm de convencê-la a topar fazer a migração entre as linguagens. “Há uma resistência natural, porque parece que o podcast é algo menor. Mas isso vai mudar quando a primeira temporada de programas for ao ar no ano que vem”, aposta. Projeto provoca entusiasmo No projeto de José de Campos, o podcast será uma história em áudio de até 30 minutos, gravada em estúdio, com diretor de dublagem e equipe de atores e atrizes escalados a partir de um banco de vozes com o auxílio do autor do roteiro original. Este fará o briefing – uma espécie de relatório – da equipe e supervisionará a construção da história no novo formato. O programador do Cine Brasília, Rodrigo Torres, entusiasma-se com a ideia: “O projeto traça uma analogia direta com as tão populares radionovelas brasileiras. É inegável a enorme influência desta linguagem em nossa teledramaturgia e cinema. Atualmente, essa modalidade expressiva indica uma independência em relação ao rádio e uma abertura para outras formas de difusão de conteúdo em áudio”. “Acho que é um projeto que tem como grande trunfo oferecer um novo processo e uma tecnologia de contar histórias que, talvez, nunca seriam contadas de outro modo. Mostraremos o que pode ser feito e como fazemos, para que outros possam usar isso em seu benefício”, referenda Walder, da Kocria. Ainda neste mês as histórias inscritas no site do projeto (leia mais abaixo) serão selecionadas pelo trio, reforçado pelo roteirista profissional Guilherme Sadeck, com formação no Canadá e no Brasil. Outros quatro roteiros serão escolhidos por votação popular no site. Novembro e dezembro serão período de produção. O lançamento está previsto para 1º de fevereiro de 2021. A planilha prevê 24 narrativas em duas temporadas. “O grande mérito dessa proposta apoiada pelo FAC consiste justamente em unir os fundamentos do audiodrama com as ideias de roteiros inéditos de cinema. É a oportunidade de oferecer uma nova chance a boas histórias que não tiveram recursos financeiros para serem materializadas no formato audiovisual”, emenda Rodrigo Torres. Diretor, ator e palhaço, Wellington Abreu inscreveu seu projeto e não esconde a ansiedade diante do processo de escolha dos roteiros que vão virar áudio-histórias: “Tomara que a minha seja selecionada. Será uma grande experiência, uma vez que poderei melhorar os diálogos do curta. O podcast vai me dar essa dimensão, esse entendimento do filme por meio dos diálogos. Depois da pandemia, pretendo rodar o filme”. Novos rumos Licenciado em Educação Artística e pós-graduado em Metodologia do Ensino de Arte, Wellington já atuou em filmes de curta, média e longas-metragens e também inscreveu no Curto! o roteiro do seu drama inédito, “Água Morta”. Com três personagens principais e nove secundários, o roteiro dramatiza casos de mortes e desaparecimentos de pessoas na barragem do Rio Descoberto, no DF. Essa é outra possível destinação para o produto do Curto!, acredita José de Campos, de olho nas oportunidades da economia criativa. “O podcast está em alta”, sentencia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ele também diz acreditar que o novo formato seja uma maneira mais atraente para que diretores convençam produtores a respeito do potencial de suas histórias. E que se trata de uma maneira mais dinâmica de apresentar um roteiro para a equipe de produção de um filme antes de a trupe assumir os altos custos de um setting de filmagens. Torres concorda. “Muitos consideram o cinema como a arte mais cara do mundo. O Curto! oferece uma solução criativa e menos dispendiosa para colocar público e interessados em contato com estas produções”, diz, enquanto Campos ilustra com um exemplo: “Filmar um helicóptero é muito mais dispendioso do que soltar o efeito sonoro das hélices girando”.   * Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Ler mais...

Festival Cantando para Brasília animou a população de casa

Com mais de 10 horas de música, Brasília comemorou seu aniversário em grande estilo. Durante todo o dia 21 de abril grandes artistas da capital se reuniram para cantar os 60 anos da cidade. Respeitando o isolamento social, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) promoveu o Festival Cantando para Brasília, com uma programação eclética e completamente gratuita que marcou a data. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O dia começou com a tradicional missa, na Catedral Metropolitana, um dos símbolos arquitetônicos da cidade planejada e projetada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer a partir do ideal do então presidente Juscelino Kubitscheck. A celebração presidida pelo Arcebispo Dom Sérgio da Rocha, foi acompanhada pelo governador Ibaneis Rocha e o vice-governador Paco Britto e suas famílias, e também marcou os 60 anos da instalação da Arquidiocese de Brasília. Palcos diversos, espalhados por vários pontos do Distrito Federal deram uma nova cara para a festa, que normalmente acontece na Esplanada dos Ministérios, outro cartão postal da capital. O formato, “novo e desafiador”, como definiu o secretário de Cultura e Economia Criativa Bartolomeu Rodrigues, foi a solução encontrada pelo Governo do Distrito Federal para garantir uma celebração à altura da data. “Tivemos apoio de diversos artistas que voluntariamente participaram dessa grande celebração, mostrando todo o amor pela nossa cidade”, diz. De suas casas, artistas se revezaram em ‘lives’ transmitidas pelas redes sociais trazendo alegria para todas as idades. Os pequenos puderam acompanhar a história “A menina e o Ipê Amarelo”, contada por Fátima Venzi e Edna Ribeiro. De maneira lúdica, com direito a um cenário que trazia a árvore símbolo da capital, elas falaram um pouco sobre “o quadradinho mais querido do país”, como definiu a escritora Fátima. Ao longo de toda a tarde e noite, brasilienses de nascença ou de coração se divertiram ao som de samba, forró, pop rock, MPB, sertanejo e axé. Foram 15 atrações musicais que rechearam a programação preparada pela Secec. Nomes de peso como Vinícius Oliveira, Túlio Borges, Milsinho, Luciano Ibiapina, Renata Jambeiro, Roni & Ricardo, Collo de Mainha, Bebeto Cerqueira, Marcelo Sena, Banda Imagem, Dhi Ribeiro, Marcelo Café, Nego Rainer, Banda Crazy e Barão & Mauá participaram do Festival Cantando para Brasília. “Agradeço o convite da Secretaria de Cultura e Economia Criativa que proporciona essa festa também para nós”, traduziu o músico Milsinho que pela primeira vez participou das comemorações do aniversário de Brasília. Marcelo Sena também falou sobre a emoção de participar do aniversário durante o isolamento social. “É uma honra. Há muito tempo eu não me arrumava. Fiz isso especialmente para cantar para a minha cidade.” Homenagens Outras homenagens emocionantes marcaram as comemorações dos 60 anos de Brasília. A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro fez um arranjo especial para celebrar a data. Cada um de sua casa, os músicos do corpo sinfônico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa executou o “Hino de Brasília” (Neusa França/Geir Nuffer Campos, 1960), “Brasília, Capital da esperança” (Ariovaldo Pires/Simão Neto/Enrico Simonetti, 1960), “Peixe Vivo” (folclore, domínio público) e “Água de Beber” (Jobim/Vinícius, 1961) que somados ao tradicional “Parabéns pra você” garantiram um espetáculo de encher olhos e ouvidos. O coro de “Parabéns pra você” foi engrossado por grandes artistas da capital. Mulato e Cassiano, Paraná, Célia Porto, Manassés, Seu Estrelo, Vladimir de Carvalho, Felipe Gracindo Nicolas Behr, Marquin, Noélia Ribeiro e Nilva de Souza, por exemplo, falaram sobre o amor à capital em um vídeo emocionante. Moradores da quadra 210 sul também comemoraram os 60 anos de Brasília de maneira diferente. De suas janelas, eles puderam acompanhar a Serenata de Abril, parte do projeto Brasília 60+60, apoiado pela Secec. Músicos se apresentaram na rua, trazendo alegria e conforto a quem está em casa.   * Com informações da Secretaria de Cultura

Ler mais...

Thumbnail

Cine Brasília programa filme que aborda precarização do trabalho

Filme emblematiza trajetória de uma família abandonada pelo capitalismo atual, que aposta na precarização do trabalho para reduzir custos de produção | Foto: Cine Brasília / Divulgação O Cine Brasília vai exibir no horário das 20h de quinta a domingo o filme de Ken Loach “Você Não Estava Aqui” (2019). O longa – que no ano passado concorreu a melhor filme em Cannes, perdendo para “Parasita” (Bong Joon-ho) – relata a desumana rotina de uma família que vive em Newcastle, em uma Inglaterra ainda assolada pela crise econômica de 2008 (veja trailers abaixo). Ricky (Kris Hitchen), Abbie (Debbie Honeyw) e dois filhos enfrentam dificuldades financeiras. Enquanto ela trabalha como cuidadora de idosos, Ricky só consegue trabalhos mal remunerados. O casal vê uma oportunidade de melhorar de vida trocando o carro da família por uma van, para que o marido possa fazer entregas como terceirizado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O roteiro é assinado por Paul Laverty, parceiro de Loach em “Eu, Daniel Blake” (2016, Palma de Ouro). “Você Não Estava Aqui” emblematiza a trajetória de uma família abandonada pelo capitalismo em sua fase atual, que aposta na precarização do trabalho para reduzir os custos de produção. “Este sistema é sustentável? É sustentável recebermos nossas compras através de um homem que dirige uma van 14 horas por dia? Esse é um sistema melhor do que ir diretamente às lojas e conversar com o lojista? Realmente queremos um mundo em que as pessoas trabalhem sob tanta pressão, com efeitos colaterais em seus amigos e familiares? Não se trata de uma falha do sistema, mas do desenvolvimento lógico para maximizar lucros”, dispara o diretor. O longa, que tem causado grande impacto por onde é exibido, conta a história de profissionais autônomos, submetidos a métodos de trabalho desumanos e ilusórios – fenômeno que tem sido chamado de “uberização”, referência ao aplicativo que transforma pessoas em dificuldade financeira em motoristas de táxi trabalhando longas horas pela subsistência. Em “Você Não Estava Aqui”, Ken Loach não pretende apenas abordar a exploração do trabalhador, mas também as consequências desse esquema na vida das pessoas e de suas famílias. O filme, além de ter provocado comoção pública em Cannes, levou o Prêmio do Público de Melhor Filme Europeu no festival de San Sebastián (2019). Para o Cine-debate, a professora de cinema da Universidade de Brasília (UnB) Mariana Souto, pós-doutora pela ECA-USP, pretende abordar como o cinema conta histórias que traduzem criticamente o espírito de uma época, fazendo as pessoas pensarem, rompendo o torpor causado por um jornalismo que em sua maior parte apenas espetaculariza os acontecimentos. “Ken Loach geralmente faz filmes bem realistas, dramáticos mesmo, focados em personagens que representam homens e mulheres comuns”, diz Mariana. “Você não estava aqui” – para a docente que ensina documentário e teorias de estéticas do cinema e do audiovisual neste semestre – mexe com o público ao mostrar o lado humano da precarização do trabalho no mundo contemporâneo. Continuam em cartaz “Tarde para morrer jovem”, terceiro longa-metragem da diretora chilena Dominga Sotomayor, e o novo trabalho de Lauro Escorel, “Fotografação”, que fez sua estreia no 24º “Festival Internacional de Documentários – É Tudo Verdade 2019”. Veja as fichas técnicas, sinopses e trailers de cada filme: “Você Não Estava Aqui” (Sorry We Missed You) De Ken Loach (2019, Grã-Bretanha, drama, 101 minutos, 14 anos) Sinopse: Ricky (Kris Hitchen) e a sua família lutam arduamente contra as dívidas desde o colapso financeiro de 2008. A certa altura, Ricky tem uma oportunidade de recuperar alguma independência com uma furgoneta novinha em folha e a possibilidade de ter o seu franchise como motorista de entregas por conta própria. É um trabalho duro, mas o emprego da mulher como cuidadora não é mais fácil. A família é forte, mas quando ambos são empurrados em sentidos diferentes, o ponto de ruptura torna-se iminente. Trailer:   “Tarde Para Morrer Jovem” (Tarde Para Morir Joven, no original) De Dominga Sotomayor (2019, Chile, drama, 110 min, 16 anos) Sinopse: No filme, a democracia volta ao Chile no verão de 1990. Um grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo distante dos excessos urbanos, enquanto acompanha o amadurecimento das crianças e adolescentes, lidando com seus primeiros medos e amores num novo momento do país. Trailer:   “Fotografação” De Lauro Escorel (2019, Brasil, documentário, 76 minutos, livre) Sinopse: Passeando pela história da fotografia brasileira, os impactos dos avanços tecnológicos são analisados por meio das perspectivas daqueles que vivem os prazeres e obstáculos da profissão. Em uma sociedade cada vez mais conectada, em que as informações surgem por uma demanda quantitativa, a digitalização do ofício do fotógrafo torna-se praticamente uma ameaça. Trailer:   Programação do Cine Brasília de 12 a 15 de março: 16h – “Fotografação” 18h – “Tarde para morrer jovem” 20h – “Você não estava aqui” No dia 13, sexta-feira, não haverá a sessão das 18h em razão da promoção de Cine-debate. “Você não estava aqui” será exibido às 19hs. Na sequência, haverá um debate, com a participação da professora de Cinema da UnB Mariana Souto, que vai discutir a narrativa visual de Ken Loach, que suscita questões sobre a precarização do trabalho. Serviço: Entrada paga, R$ 12 (inteira). Bilheteria não aceita cartões, aoenas dinheiro. Endereço: Asa Sul, Entrequadra 106/107. Telefone: (61) 3244-1660.   * Com informações da Secretaria de Cultura

Ler mais...

Thumbnail

David Terena: ‘A cultura do índio é do Brasil’

Memorial dos Povos Indígenas, obra de arte planejada pelo arquiteto Oscar Niemeyer | Fotos: Lúcio Bernardo Júnior / Agência Brasília Índio da tribo Terena do Mato Grosso do Sul, David de Oliveira é o diretor do Memorial dos Povos Indígenas, obra de arte planejada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, localizada em frente a um dos pontos turísticos mais visitados do Distrito Federal: o Memorial JK. No ano passado, o museu passou por uma pequena reforma e ganhou dois banheiros novos, além de pintura externa e interna. É em abril, porém, na comemoração dos 60 anos de Brasília, que o memorial vai receber seu maior presente: o primeiro acervo permanente, depois de 33 anos de fundado. “São 400 itens que fazem parte do acervo da antropóloga Berta Ribeiro, esposa do também antropólogo Darcy Ribeiro”, comenta David Terena. “Ela doou tudo para nós. É uma conquista muito grande para cultura indígena”. Em entrevista exclusiva à Agência Brasília, Terena conta os planos para potencializar a divulgação da cultura indígena, anuncia obras e planeja construir, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), um centro de estudos e pesquisas científicas para fortalecer o acervo do museu. Como o senhor veio administrar o Memorial dos Povos Indígenas? Nasci na aldeia Terena e, com 18 anos, fui para o quartel servir à minha pátria. Por isso, sofri muita discriminação. Mas, quando se tem objetivo, a gente aguenta o galho. Então, estudei. Fiz até o segundo ano do curso de direito e voltei para minha aldeia no Mato Grosso do Sul, na divisa com a Bolívia. Lá eu via que precisava melhorar a situação da minha aldeia. Por isto, por 30 anos fui indigenista da Funai [Fundação Nacional do Índio] e lá me aposentei. Nesse período todo, me envolvi na luta indígena e no movimento, debatendo no Congresso Nacional a situação dos índios, ajudando muitos deles que chegavam aqui buscando seus direitos fundiários, culturais, atenção à saúde e acesso a escolas. No ano passado, fui convidado para assumir o museu e confesso que não esperava, mas está sendo mais uma chance de ajudar meu povo e o Brasil a entender e valorizar a nossa cultura. Quando o senhor chegou ao memorial? Em maio do ano passado. Não conhecia a estrutura daqui. Cheguei e tudo estava uma esculhambação. As pessoas chegavam aqui depois das 19h, amanheciam dentro do museu, fumavam, bebiam. O outro índio que estava aqui permitia essas coisas. Não estava certo. Então, procurei organizar, colocar ordem e disciplina em tudo. Foi difícil, mas a gente conseguiu, mesmo sem ter muitos recursos. Conseguimos melhorar a imagem do Museu do Índio, porque poucas pessoas conheciam aqui. Mas, agora, graças aos nossos parceiros, estamos conseguindo melhorar as coisas por aqui. Quem são esses parceiros? O governo [GDF], a Secretaria de Cultura e pessoas que gostam, apreciam e valorizam a cultura indígena. Hoje, o senhor tem uma ideia do volume de visitas ao memorial? No ano passado, 31 mil pessoas estiveram visitando o museu. São estudantes, acadêmicos, principalmente do curso de arquitetura, muitos do estado de São Paulo. Tivemos também a visita de uma curadora da Austrália, muitos argentinos, italianos e, claro, a população do Brasil, pessoas que tiveram simpatia pela situação do índio e tentam conhecer um pouco mais vindo aqui. Temos também a vantagem da localização. Aqui na frente está o Memorial JK, e isso ajuda a trazer o público também para cá.  É o JK mandando gente aqui para conhecer a cultura dos índios… O que o visitante encontra hoje no memorial? Exposição sobre a vida das mulheres indígenas Kayapós se destaca no memorial Desde setembro do ano passado, estamos com a exposição da primeira associação indígena bem-organizada, a Kabu. Estão aqui dentro com uma exposição sobre a vida das mulheres indígenas Kayapó. Por enquanto é só isso, mas, daqui a uns dias, as coisas vão mudar. Vão mudar? Tem alguma a novidade? No dia 19 de abril, vamos receber o primeiro acervo permanente do museu. São artesanatos indígenas, colares, pulseiras, brincos, instrumentos…São 400 itens que fazem parte do acervo da antropóloga Berta Ribeiro, esposa do também antropólogo Darcy Ribeiro. Ela doou tudo para nós. É uma conquista muito grande para a cultura indígena, e isso vai possibilitar uma exposição permanente dentro do memorial. O mobiliário para expor essas peças também vai ser adquirido pela secretaria. Por isto, a partir do dia 15 de fevereiro, vamos ter que fechar o memorial para fazer uma pequena reforma no piso e ajustes para receber o acervo. Há poucos dias, saiu no Diário Oficial do Distrito Federal um chamamento público para instalação de uma loja de artesanato dentro do museu. Como isso vai funcionar? Aqui dentro hoje funciona uma lojinha, mas não sabemos ao certo quem deu autorização para ela funcionar. E isso não pode ficar assim. O objetivo desta gestão é fazer a coisa toda certa dentro da lei. O memorial não é para ser de uma só pessoa, porque esta casa é de todas as 220 etnias existentes, é do Brasil. Por isso, em breve, vamos finalizar essa questão. Queremos aqui uma lojinha que comercialize produtos de todos os índios, de todas as tribos. Também faremos um segundo chamamento público para a operação da lanchonete. Queremos que o local sirva alimentação tipicamente indígena, a mesma que é servida lá dentro da tribo. Isso vai contribuir e ampliar o conhecimento do visitante sobre a vida do índio. Pensamos em servir biju, um biscoito feito da mandioca ralada. O que mais está nos planos? Faremos também aqui salas para estudos e pesquisas científicas e também um espaço para ampliar o acervo permanente, para que as pessoas possam conhecer a realidade do índio, porque o museu não pode ser só um memorial apenas. Não dá para ser algo estático. Tem que ter movimento. Como vamos oferecer um espaço desse vazio, sem movimento nenhum? Queremos ter aqui um espaço em que os índios, as etnias possam realmente apresentar seus trabalhos. O povo brasileiro não tem interesse na cultura brasileira. A cultura do índio é do Brasil, e precisamos aprender a valorizar isto. Como funcionariam essas salas de estudo científico? Estamos buscando uma parceria com a UnB [Universidade de Brasília] para construir esse centro. Queremos montar aqui dentro um centro de estudo científico voltado para explorar as etimologias, as origens, museologia, antropologia e principalmente linguística. Então seria como um grupo de estudos da cultura indígena? Isso mesmo. Isso é importantíssimo. Toda hora a Unesco [Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura] manifesta preocupação em relação aos dialetos indígenas que estão desaparecendo. Os jovens das comunidades indígenas não querem mais falar seu dialeto, e com isso a gente está perdendo muita informação. Com um grupo aqui, a gente vai poder ter no memorial um registro de todo esse material que está sendo perdido. E não só o registro, como também vamos movimentar o acervo do memorial. Há algum outro plano para as comemorações de abril? A gente descobriu a existência de 80 índios cineastas em todo o Brasil. Estamos procurando uma forma de trazer esses índios para Brasília, no aniversário da nossa Brasília. Planejamos fazer uma programação especial mostrando esses trabalhos. Outra ideia que estamos organizando é trazer um desfile de moda indígena para dentro do memorial, mas tudo ainda está sendo negociado. O museu está bem-conservado. Passou por reforma recentemente? Em setembro do ano passado, pintamos tudo com tinta branca. Mais para a frente, queremos fazer um projeto com pinturas que represente todas as etnias e não apenas o Xingu. Também fizemos a reforma do banheiro feminino e do masculino. Foi uma reforma completa, porque estava tudo quebrado. Agora, ainda precisa de muita coisa, e estamos confiantes que vamos conseguir fazer mais algumas reformas.

Ler mais...

Thumbnail

Paco Britto participa de reabertura do anfiteatro no Parque da Cidade

Espetáculo “As Quatro Estações” consumiu um ano de trabalho do Centro Cultural Dançar é Arte | Foto: Lúcio Bernado Jr. / Agência Brasília O vice-governador Paco Britto prestigiou, na noite deste sábado (1º/2), no anfiteatro do Pavilhão do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o espetáculo “As Quatro Estações”, dirigido pela bailarina Kátia Moraes. A peça foi resultado do trabalho de um ano do Centro Cultural Dançar é Arte, que ganhou, além dos aplausos de um público de centenas de pessoas, uma madrinha: a esposa do vice-governador, Ana Paula Holf. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Criado e coordenado por Kátia, o Dançar é Arte já levou, em 20 anos de existência, a dança para a vida de mais de 800 crianças e jovens de várias comunidades carentes do DF, como varjão, Paranoá, Estrutural, Recanto das Emas e Planaltina. Atualmente, a lista de espera para conseguir uma vaga no projeto é de mais de 2 mil crianças. Paco e Ana Paula assistiram e aplaudiram as 150 crianças que se apresentaram ao lado dos administradores do Parque da Cidade, Silvério Rodrigues, e do Lago Norte, Marcelo Ferreira, e da deputada distrital Júlia Lucy. “O governo Ibaneis entrega hoje, depois de 30 anos fechado, este anfiteatro à população. Espero que o espaço possa fomentar a arte e a cultura da nossa cidade”, declarou o vice-governador, antes do início do espetáculo. Madrinha Ana Paula: “Contem comigo” | Foto: Lúcio Bernado Jr. / Agência Brasília Ao final de mais de uma hora de apresentação e 20 coreografias, a vice-primeira-dama agradeceu ao convite para amadrinhar o projeto. “É uma honra e uma alegria muito grande, contem comigo.” Tanto Ana Paula quanto Paco foram agraciados por uma Menção de Gratidão entregue pela bailarina e coordenadora do projeto. “Quero continuar, agora com a ajuda da nossa madrinha, a cuidar das crianças para que possamos ter, realmente, futuros promissores no país”, disse Kátia. Orgulhosos também estavam os pais e familiares das crianças que lotaram o anfiteatro. “Só tenho a agradecer por minha filha estar no projeto. Que espetáculo maravilhoso!”, disse, orgulhosa, a dona de casa Odália Teixeira, mãe da pequena Maria Eduarda, de 8 anos, que há um ano participa do Dançar é Arte no Varjão. O discurso foi endossado por Alexandre Meschik, pai de Joyce, de 13 anos, que há dois anos faz parte da turma de dança do Recanto das Emas. “Muda tudo na vida dessas crianças. Muda dentro de casa, muda na escola, muda tudo”, testemunhou. Novidades no parque Paco Britto aproveitou o evento para anunciar que o Parque da Cidade ganhará um presente no aniversário de 60 anos da cidade. “Um empresário da cidade, que paga seus impostos e contribui bastante para o desenvolvimento do Distrito Federal, nos dará de presente a reforma de todos os banheiros e churrasqueiras do Parque”, antecipou. “Agora é preciso cuidar do que vamos receber novinho”, completou o vice-governador. Há 20 anos: projeto acolhe crianças e jovens de comunidades carentes do DF para aulas de dança | Foto: Lúcio Bernado Jr. / Agência Brasília Dançar é Arte Projeto social coordenado pela bailarina Kátia Moraes há 20 anos, o Dançar é Arte abre vagas para crianças e jovens de comunidades menos favorecidas do DF para aulas de dança. Ao final de cada ano, os alunos se apresentam em espetáculos gratuitos para pais, familiares e público em geral. O trabalho de Kátia e de diversos professores é voluntário e o centro cultural é mantido com a venda de pizzas e do artesanato feito pela própria bailarina. O projeto já enviou dois bailarinos para o Bolshoi Ballet, um dos mais importantes do mundo, e contará com um professor do grupo russo na nova turma que está iniciando.

Ler mais...

Thumbnail

Casa do Quebra-Nozes celebra último fim de semana de exibições

Foto: Luís Tajes / Secretaria de Turismo A quatro dias do Natal, o Coro Encena e o Grupo Bailarinos de Brasília agitaram a Praça dos Três Poderes no penúltimo dia de apresentações do projeto Natal na Praça. Além das tradicionais canções natalinas, o coro saiu do comum e levou ao palco uma mistura de músicas da banda Queen, com a execução de clássicos como Under Pressure e Bohemian Rhapsody. O coral Encena foi formado em setembro de 2018 e reúne vozes de 14 homens e mulheres, acompanhadas pelo piano de David Reis, que também é regente do coro. O grupo é independente e surgiu da vontade de fazer arte e por amor à música. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Somos todos amigos que já tinham participados de outros coros, que acabaram sendo desfeitos. A ideia surgiu porque queríamos dar continuidade a essa atividade. Foi um prazer imenso estar aqui nessa comemoração, em um local tão representativo para o nosso país”, disse David. Depois do coral foi a vez do grupo Bailarinos de Brasília, com a interpretação de trechos do clássico O Quebra-Nozes, do compositor russo Tchaikovski. A coreografia é assinada pelas renomadas Ielda Anneliese e Norma Lília Biavatti, com direção das professoras e bailarinas Tereza Maria Braga e Paula Nóbrega. O presidente da Associação Comercial do Distrito Federal, Fernando Brites, assistiu às duas apresentações e elogiou a iniciativa. “A secretária Vanessa Mendonça está inovando nos métodos de promover o turismo no Distrito Federal. Esse projeto é extraordinário, porque leva a alta cultura ao nosso povo, que é tão carente nesse sentido, com acesso livre a todos que quiserem”, destacou. Também participaram do evento a diretora do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur), Katja Sophia Becker, e o embaixador da Bélgica no Brasil, Patrick Herman. Programação especial Desde o dia 30 de novembro, decoração e iluminação especiais criam o clima natalino e transformam a Casa de Chá, localizada na Praça dos Três Poderes, na Casa do Quebra-Nozes, pelo projeto Natal na Praça. Foto: Luís Tajes / Secretaria de Turismo Os eventos contam sempre com apresentação de um dos coros mais tradicionais da cidade, seguidas do espetáculo de balé com interpretação da obra O Quebra-Nozes. Hoje (22) será a última oportunidade do ano para quem ainda não assistiu às apresentações. Encerram a programação de Natal os corais Mokiti Okada de Brasília e Vozes de Ouro, da Igreja Messiânica de Brasília. Serviço: Natal na Praça Onde: Praça dos Três Poderes Quando: Até 22 de dezembro. Sempre aos sábados e domingos, das 18h às 19h30 Entrada gratuita 22/12 – Corais Mokiti Okada de Brasília e Vozes de Ouro, da Igreja Messiânica de Brasília (60 vozes) * Com informações da Secretaria de Turismo

Ler mais...

Thumbnail

Exposição apresenta projetos de sucesso de professores readaptados

| Foto: Mary Leal / Agência Brasília Professores readaptados mostraram o quanto a educação pode ser ampla, criativa e ultrapassar as paredes da sala de aula. A exposição Para além da regência de classe reuniu trabalhos de sucesso de docentes readaptados da rede pública nesta terça-feira (8/10), no Salão Branco do Palácio do Buriti. A mostra faz parte das comemorações do mês do servidor, com ações realizadas em outubro pela Secretaria de Educação. “Nosso objetivo é valorizar esses professores que tanto contribuem para educação, por isso fizemos questão que essa exposição fosse em um local nobre, o que traz muito significado. Os trabalhos desses servidores que estão na condição de readaptados não apagam a missão que eles têm com a educação. Esses projetos revelam novos horizontes de aprendizagem para os estudantes”, ressalta a subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação, Kelly Bueno. “Hoje é um dia de muita emoção ao mostrar que é possível ressignificar nossa prática como professores. São projetos que mostram uma educação humanizada e efetiva”, afirma a professora Janaína Almeida, que representou o secretário de Educação no evento. Teatro, literatura, música e até uma geladeira transformada em minibiblioteca são ferramentas férteis para educação. A professora Eliene Santos teve essas ideias criativas para incentivar os estudantes do Centro de Ensino Fundamental São José, em Planaltina, a criarem gosto pelos livros. Ela se veste de personagens das histórias, inventa músicas, dança e desenvolve outras ações para integrar as crianças no desafio de ler. | Foto: Mary Leal / Agência Brasília Eliene foi readaptada há 10 anos e redescobriu formas de ensinar. “Sempre amei dar aulas e tive que me reinventar após a readaptação. Hoje me sinto valorizada e realizada! Quero fazer da biblioteca um organismo vivo e pulsante, por isso desenvolvo ações ativas com os alunos como protagonistas que vão além do espaço da biblioteca e percorrem outros pontos da escola “, revela. Outra iniciativa inspiradora é a da professora readaptada Edivânia Moreira, do Centro de Ensino Médio 1 de Sobradinho. O projeto Troca Solidária tem um espaço na escola que foi reformado e mais parece uma butique com araras de roupas, sapatos e acessórios organizados. Lá, os estudantes podem doar e trocar objetos de interesse de acordo com as opções disponíveis, sem custo. Mas os ensinamentos vão além dessa “permuta” de objetos. A professora consegue construir momentos de conversa com os jovens sobre temas que ajudam na busca de uma qualidade de vida. Diálogos abertos sobre valores como gratidão, perdão, equilíbrio emocional, alegria e superação são oportunizados com os alunos que CEM 1. “Passei por processo de perda de valor durante a readaptação, mas consegui superar e me reconstruir. Hoje estou numa escola com todo apoio e quero multiplicar o conhecimento para que os estudantes também se sintam honrados e aceitos”, conta Edivânia. Arte e cultura A cerimônia de abertura da exposição Para além da regência de classe foi repleta de momentos de cultura e arte. Professores e alunos da Escola de Música de Brasília abrilhantaram a manhã com músicas em voz e piano. | Foto: Mary Leal / Agência Brasília O grupo Ave Branca, formado por estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e professores readaptados da Escola Classe Monjolo de Planaltina, animou os que prestigiaram o evento com muito forró. Alguns professores ficaram empolgados com o ritmo e até arriscaram passos no salão. Esse clima de celebração permeou a manhã no Salão Branco. Os trabalhos dos professores readaptados das mais diversas áreas contagiou os visitantes no evento com os projetos de música, literatura, fotografia, música, alimentação saudável, qualidade de vida e muito mais.   * Com informações da Secretaria de Educação

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador