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Fercal terá primeira creche pública

A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (26), um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e empresas de cimento para a construção da primeira creche pública da Fercal. O termo foi firmado pela administração regional da cidade com as empresas Cimento Planalto - Ciplan S/A e Pedreira Contagem. Conforme o documento, a unidade de educação infantil será erguida exclusivamente com recursos privados, com fornecimento de materiais, maquinário e mão de obra. O acordo foi celebrado durante visita da chefe do Executivo à fábrica da Ciplan, localizada no km 2,5 da DF-205. Para ela, a parceria entre o governo e iniciativa privada é fundamental para atender aos anseios da população em quesitos como infraestrutura, geração de renda e emprego. “Hoje foi um dia de conhecer quem produz, quem trabalha e de receber essa doação da creche com muito carinho. A comunidade da Fercal fica muito feliz”, afirmou. “Hoje foi um dia de conhecer quem produz, quem trabalha, e de receber essa doação da creche com muito carinho. A comunidade da Fercal fica muito feliz”, declarou a governadora Celina Leão | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Soubemos pelo responsável da empresa que há a possibilidade de ampliação daqui. Se isso acontecer, são mais de 600 milhões investidos e mais empregos sendo gerados. Isso é muito importante porque aqui tem um produto fundamental para as nossas obras, que é o cimento”, comentou Celina Leão, citando também uma possível parceria no processamento de resíduos. O pavimento rígido está presente nas vias mais movimentadas do DF, como a Estrutural e a Hélio Prates. Para viabilizar a construção da creche, cabe à Administração Regional da Fercal a disponibilização do terreno e a garantia do acesso das equipes das empresas durante a vigência da obra, assegurar a celeridade no licenciamento edifício e ambiental e a execução das obras de acabamento, já na fase final, após a entrega da estrutura base, assegurando as condições necessárias para o funcionamento pedagógico da unidade. O administrador regional da Fercal, Fernando Madeira, salientou que a cidade recebeu uma série de investimentos ao longo dos últimos anos, beneficiando os mais de 9 mil moradores. “Nos últimos sete anos e meio, foram mais de 100 obras entregues à população, pavimentação em frente às escolas rurais, agora vindo a construção da creche”, comemorou. O acordo foi celebrado durante visita da governadora à fábrica da Ciplan A visita à fábrica da Ciplan ocorreu após a inauguração de um trecho de 2,7 km da DF-205, que beneficia mais de 10 mil pessoas diariamente, além de facilitar o deslocamento de veículos pesados e o escoamento rural. Durante a solenidade, a governadora autorizou, ainda, a pavimentação de 1,7 km da DF-326, na comunidade Lobeiral, e a reforma do Centro Comunitário do Alto da Bela Vista. Prestes a completar 70 anos, em 11 de setembro deste ano, a Fercal ocupa área de 15.438,01 hectares e reúne mais de 9 mil habitantes. Dos moradores, mais de 50% são do sexo masculino e a idade média é de 30 anos. Os dados são da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) 2024.

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Com investimento de R$ 2,9 milhões, GDF leva asfalto ao acesso da escola do Incra 9

Estudantes, professores e moradores do Incra 9 passaram a contar, nesta segunda-feira (8), com um acesso asfaltado entre a BR-070 e a escola pública da comunidade, no Setor de Chácaras Alexandre Gusmão, em Ceilândia. Com investimento de R$ 2,9 milhões, a obra integra o Caminho das Escolas, programa do GDF voltado para a pavimentação de vias próximas a unidades de ensino em áreas rurais do Distrito Federal. Durante a entrega da obra, a governadora anunciou: “Já temos pedidos para outros dois trechos, que estão em elaboração, com o objetivo de concluir a pavimentação no Incra 8 e no Incra 9, com apoio de deputados e da bancada federal, que também destinou recursos” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Com mais uma rua pavimentada, avançamos no cercamento de toda essa área”, comemorou a governadora Celina Leão, que acompanhou a entrega da obra. “Já temos pedidos para outros dois trechos, que estão em elaboração, com o objetivo de concluir a pavimentação no Incra 8 e no Incra 9, com apoio de deputados e da bancada federal, que também destinou recursos. Esse é um esforço conjunto para garantir dignidade à população que vive no campo. Os alunos passam a chegar à escola com mais conforto, sem poeira ou lama, mesmo diante das duas estações bem marcadas da região, seca e chuva. A melhoria também preserva os ônibus e contribui para uma melhor qualidade de vida para todos.” Área rural Trecho da obra concluída liga a BR-070 à escola, atendendo diretamente a comunidade do Incra 9 A intervenção contemplou pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical e obras complementares no trecho de acesso à unidade de ensino. O trecho liga a BR-070 à unidade escolar e atende diretamente a comunidade do Incra 9, formada por estudantes, famílias, professores, trabalhadores da educação e moradores da área rural de Ceilândia.   “Ações como essa mostram a força desse governo que não faz obra somente nas cidades, mas também na área rural, que tem uma carência muito grande”, pontuou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. “E essa entrega é ainda mais importante quando é na porta de uma escola, com crianças que sofrem na seca e na chuva. Isso é, inclusive, uma questão de saúde para a comunidade escolar, que agora não lida mais com as doenças causadas pela poeira.” [LEIA_TAMBEM]A escola atende cerca de 500 estudantes. Pela manhã, recebe turmas da educação infantil e do ensino fundamental I; à tarde, alunos do ensino fundamental II; e, à noite, estudantes do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A obra faz parte do pacote de intervenções do Caminho das Escolas em Ceilândia. A emenda federal de bancada destinada ao conjunto de obras soma R$ 22,4 milhões e contempla também acessos a outras unidades de ensino da área rural. Caminho das Escolas O Caminho das Escolas foi criado para melhorar o deslocamento de alunos, professores e servidores da educação em áreas rurais. Segundo a Secretaria de Governo (Segov-DF), o programa já havia viabilizado 29,2 km de acessos pavimentados a escolas rurais desde 2020, com previsão de chegar a 42,9 km após a conclusão das obras em andamento. Andreia Gomes, que mantém uma ONG no local: “O asfalto fez muita diferença para a gente.  A gente respirava poeira. Então, essa melhoria não beneficia só os alunos, mas também quem trabalha aqui”  Moradora da região, Andreia Gomes, de 57 anos e mantenedora de uma ONG de proteção animal, destacou a importância da obra para a comunidade: “O asfalto fez muita diferença para a gente. Antes, com a passagem dos ônibus, havia muita poeira. A gente respirava poeira. Então, essa melhoria não beneficia só os alunos, mas também quem trabalha aqui. Há várias ONGs aqui na região, e foi muito importante para todos nós”. Eron Lopes, organizador de eventos: “Antes, o Incra 9 parecia uma região abandonada. Esse asfalto foi o que de melhor aconteceu para a comunidade. Trouxe dignidade para todos nós” Também morador do Incra 9, o organizador de eventos Eron Lopes, 60, também ressaltou o impacto da obra para a comunidade: “Antes, o Incra 9 parecia uma região abandonada. Era inadmissível ter uma escola tão próxima da rodovia e ainda em estrada de chão. Esse asfalto foi o que de melhor aconteceu para a comunidade. Trouxe dignidade para todos nós”. Escola Classe 15 Antes da entrega do acesso asfaltado no Incra 9, a governadora Celina Leão visitou a Escola Classe 15 de Ceilândia, única unidade da região que oferece ensino integral em tempo integral para cerca de 530 estudantes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. “Em Ceilândia, muitas mães trabalham; então, com o ensino integral, elas podem deixar seus filhos em um lugar seguro onde estão aprendendo e se desenvolvendo” Mariângela Rolim, diretora da Escola Classe 15 de Ceilândia Com jornada de dez horas diárias e 530 alunos matriculados, a escola desenvolve projetos nas áreas de educação financeira, informática, esporte e cultura, além de acumular premiações em iniciativas pedagógicas e de alimentação escolar. A unidade também recebeu recentemente um novo parquinho, instalado após pedido feito por uma aluna à governadora. A diretora da Escola Classe 15 de Ceilândia, Mariângela Rolim, enfatizou o papel do ensino integral para a comunidade, tanto no desenvolvimento pedagógico e segurança nutricional das crianças quanto no apoio que oferece às famílias. “Quando a criança passa mais tempo na escola, ela tem mais tempo para se desenvolver”, avaliou. “Os projetos que temos, de horta, educação física e outros, potencializam a aprendizagem”, enumerou a diretora. “Nesse cenário, são os meninos que ganham, porque uma escola que atende crianças durante dez horas consegue atender as famílias também. Em Ceilândia, muitas mães trabalham; então, com o ensino integral, elas podem deixar seus filhos em um lugar seguro onde estão aprendendo e se desenvolvendo.” Na agenda, a governadora Celina Leão anunciou a construção de um vestiário para atender a comunidade escolar. Para a secretária de Educação, Iêdes Braga, esses espaços chegam em uma boa hora. “Com a construção dos vestiários feminino e masculino, essas crianças vão poder tomar banho”, lembrou. “Também vamos fazer uma parceria com a CEB que vai resolver o problema da rede elétrica das escolas, porque muitas unidades não suportam ar-condicionado e outras demandas”.

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Com investimento de R$ 12 milhões, Recanto das Emas terá dois novos Cepis

A governadora Celina Leão assinou, nesta quarta-feira (20), as ordens de serviço para a construção de mais dois Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis) no Recanto das Emas. Com investimento contratual total de R$ 12.257.230,41, as creches serão erguidas na Quadra 201, Conjunto 13, Lote 1; e na Quadra 112, Conjunto 5-A, Lote 1. Cada unidade terá capacidade para acolher 188 crianças em período integral.  “Hoje já temos um atendimento estruturado em rede e conseguimos zerar a fila por vagas em creche. Mas isso não pode gerar acomodação. Seguimos avançando com um modelo que combina o Cartão Creche e as unidades públicas, sempre com o objetivo de garantir vagas próximas às residências das famílias”, afirmou a chefe do Executivo.  Celina Leão: "Hoje já temos um atendimento estruturado em rede e conseguimos zerar a fila por vagas em creche. Mas isso não pode gerar acomodação" | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “Essas duas novas creches foram posicionadas de forma estratégica para atender regiões mais distantes. Além delas, já temos outras duas em construção. Ao todo, serão quatro novas unidades entregues, ampliando o acesso e garantindo que a população tenha uma creche perto de casa. Esse é o nosso principal objetivo.” A assinatura ocorreu na Quadra 112 e marca o início das duas obras. Os novos espaços seguem o projeto padrão “tipo 1” do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), modelo adotado para ampliar a rede de atendimento à primeira infância. A governadora também ressaltou que o próximo passo é ampliar a educação integral. “Isso só é possível porque começamos pela base. Não dá para falar em educação integral sem antes garantir o acesso à creche. Fizemos essa estratégia: zeramos a fila e agora vamos avançar para a próxima etapa”, completou. As duas unidades terão edificação térrea com dez salas de atividades, sala multiúso, direção, secretaria, sala de professores, solários, fraldários, lactário, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto, cozinha, despensa, rouparia, lavanderia, vestiários e copa Na Quadra 201, o contrato prevê a construção de uma nova unidade, ao custo de R$ 6,19 milhões. O prazo de execução previsto é de 305 dias, contados a partir do recebimento da ordem de serviço pela empresa contratada. Já na Quadra 112, a ordem trata da execução do remanescente da obra, com contrato de R$ 6.067.230,41 e prazo de 300 dias para conclusão, também a partir do recebimento da ordem de serviço. As duas unidades terão edificação térrea com dez salas de atividades, sala multiúso, direção, secretaria, sala de professores, solários, fraldários, lactário, sala de amamentação, refeitório, pátio coberto, cozinha, despensa, rouparia, lavanderia, vestiários e copa para funcionários. A estrutura também contará com sanitários para alunos, professores e comunidade, além de banheiros acessíveis.   Na área externa, os projetos incluem playground, estacionamento com vagas reservadas para pessoas com deficiência e idosos, espaço para embarque e desembarque, guarita, paraciclo, mastro de bandeiras, parquinho, pátio descoberto, duchas infantis, bancos, lixeiras, iluminação, horta escolar, canteiros e área verde com paisagismo. Calçadas, desníveis e demais acessos seguem parâmetros de acessibilidade. "A determinação da governadora é que possamos fazer obras cada vez mais econômicas, mais funcionais e mais rápidas. Tenha certeza de que nós vamos nos dedicar" Fernando Leite, presidente da Novacap O presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Fernando Leite, ressaltou o padrão dos projetos e a orientação para reduzir custos e prazos sem comprometer a estrutura das unidades: “São creches de 1,5 mil m², com todos os recursos, exatamente dentro desse padrão que está sendo feito. A determinação da governadora é que possamos fazer obras cada vez mais econômicas, mais funcionais e mais rápidas. Tenha certeza de que nós vamos nos dedicar.”  A secretária de Educação interina, Iêdes Braga, destacou a ampliação da oferta na educação infantil como um avanço importante para o desenvolvimento dos estudantes. “Para nós, é uma grande alegria ampliar, a cada dia, a oferta educacional, especialmente nessa etapa da educação infantil. Existe um princípio muito importante: investir na primeira infância é investir no futuro. Quando garantimos esse cuidado desde a creche, formamos cidadãos mais preparados e mais envolvidos com seus projetos de vida”, afirmou. Iêdes Braga: "Quando garantimos esse cuidado desde a creche, formamos cidadãos mais preparados e mais envolvidos com seus projetos de vida" Segundo ela, as novas unidades representam um avanço concreto para a região. “Essas ordens de serviço trazem a certeza de que vamos atender 188 crianças na unidade da Quadra 101 e outras 188 na Quadra 201. É um resultado muito significativo”, destacou. “Hoje já temos mais vagas do que procura em creches, mas ainda há a questão da localização. Muitas vezes, a vaga existe, mas não está próxima da residência. Por isso, o governo e a Secretaria de Educação seguem trabalhando para levar essa oferta cada vez mais perto das famílias que precisam desse atendimento”, completou. Esforço educacional A ampliação da rede de educação infantil tem sido uma das frentes do GDF para atender crianças desde os primeiros anos de vida e apoiar a rotina das famílias. Desde 2019, o governo construiu e inaugurou 28 Cepis em diferentes regiões administrativas, além de ampliar o atendimento por instituições parceiras e pelo Cartão Creche. No Recanto das Emas, a rede pública voltada à primeira infância foi ampliada recentemente com a inauguração do Cepi Seriema, na Quadra 109, com capacidade para 188 crianças em período integral. As duas novas ordens de serviço de hoje reforçam a expansão da oferta de vagas em uma das regiões com demanda constante por equipamentos públicos de educação infantil. A aposentada Eda Maria Quaresma expressou o agradecimento das mães com a nova creche na cidade: “Fiquei muito alegre porque tem muita criança precisando, é um investimento muito bom aqui na 112. É muito bom ser um período integral, porque tem muita mãe que não trabalha por não ter com quem deixar as crianças. Então desenrola a vida das mães”. Daniele Rocha comemorou que a obra "saiu do papel" e previu "um futuro bom, maravilhoso para as crianças" Para a autônoma Daniele Rocha, a obra é um ganho para toda a comunidade. “Saiu do papel, né? Ficamos satisfeitos, porque é isso que a gente precisa. Vai ser um futuro bom, maravilhoso para as crianças”, ressaltou. Mobilidade urbana Durante a assinatura das ordens de serviço para a construção de duas novas creches no Recanto das Emas, a governadora Celina Leão também destacou avanços nos estudos de mobilidade urbana no Distrito Federal, incluindo o projeto de expansão do Metrô. Segundo ela, está em andamento o estudo de viabilidade técnica para uma nova linha que deve sair do final da Asa Sul e seguir pelo Gama, Santa Maria e Recanto das Emas. [LEIA_TAMBEM]“A EPNB já conta com estudos de modal e de melhorias na rodovia, e, no caso do metrô, já contratamos o estudo de viabilidade técnica. Assim que ele for concluído, vamos avançar para a licitação da obra”, ressaltou. Celina Leão destacou que o modelo previsto pode facilitar a execução. “Trata-se de um metrô de superfície, sem necessidade de grandes escavações, o que reduz custos e o tempo de obra, além de minimizar intervenções. Isso vai permitir ampliar a mobilidade e melhorar o trânsito no DF”, disse.  Além disso, a chefe do Executivo mencionou outros projetos em estudo, como a implantação de um VLT ao longo da Hélio Prates, ligando regiões como Ceilândia e Taguatinga ao sistema metroviário, e ações de modernização, como a aquisição de novos trens e a expansão das linhas existentes.  

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Pedagogos fortalecem aprendizagem e inspiram estudantes na rede pública do Distrito Federal

Nesta quarta-feira (20), comemora-se o Dia Nacional do Pedagogo, profissional essencial na formação e transformação da vida de crianças, jovens e adultos. Na rede pública de ensino do Distrito Federal, 18.751 profissionais desta área atuam na promoção do desenvolvimento educacional, como professores efetivos, temporários e pedagogos-orientadores educacionais que contribuem diretamente para o fortalecimento da aprendizagem e da gestão pedagógica nas escolas.  Andrea Costa e Silva, coordenadora pedagógica da EC 308 Sul, acompanha o interesse pelo curso de pedagogia nos alunos: “Você não consegue dizer até onde vai sua influência, mas, quando eu vejo que eles estão escolhendo a mesma profissão que eu, penso que alguma coisa boa eu fiz” | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF  Há 13 anos na Secretaria de Educação (SEEDF), Andrea Costa e Silva é coordenadora pedagógica da Escola Classe (EC) 308 Sul e foi a vencedora do prêmio Docente Empreendedor 2025, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) DF, com o projeto “Integrando a inteligência artificial à prática pedagógica: um novo olhar para a educação”. Projetos desenvolvidos na EC 308 Sul estimulam nos estudantes o prazer pela leitura Na unidade escolar, Andrea coordena o projeto Leitura Prazer, trabalhando com estudantes do 2º e 3º ano do ensino fundamental. “A intenção é que eles gostem de ler, que a leitura não seja aquela coisa condicionada a fazer um teste, um texto; depois de um tempo, eles começaram a trazer os próprios livros”, relata. Em outro projeto da escola, o Sacola Literária, toda sexta-feira os estudantes levam um livro para casa e depois precisam responder a uma fichinha sobre o material selecionado. Já no Leitura Prazer, a pedagoga trabalha normalmente com dois livros: Feiurinha, de Pedro Bandeira, e O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, histórias sobre as quais são exibidos filmes para os estudantes. Mas outros livros da biblioteca também são escolhidos pelos alunos, assim como eles mesmos trazem de casa.  Retorno positivo e influência Bela Barbalho e Catarina Mazzola, participaram de projetos de leitura e de tecnologia desenvolvidos na Escola Classe 308 Sul  Bela Barbalho e Catarina Mazzola, ambas com dez anos e estudantes do 5º ano, foram alunas de Andrea em 2023 e em 2024 na EC 308 Sul. Bela participou do projeto de leitura, e Catarina, além desse, desenvolveu atividades no projeto de tecnologia. “No livro você consegue imaginar do seu jeito; cada um tem um jeito diferente de imaginar”, afirma Bela. “Esse projeto me engajou mais a ler; antes eu nem gostava muito, agora melhorou bastante minha leitura, eu presto atenção no livro.” 900 mil Número aproximado de alunos matriculados em cursos de pedagogia no Brasil Catarina, por sua vez, identificou-se com um projeto que permite, a partir de um prompt de comando, criar seu próprio personagem virtual: “No de tecnologia, o que eu mais gostei foi quando nós criamos o avatar da gente, um autorretrato. Achei muito legal”. Segundo o levantamento mais recente do número de matrículas no curso de pedagogia, a graduação está entre as dez mais buscadas pelas pessoas que ingressam no nível superior de educação, com cerca de 900 mil alunos matriculados nas faculdades. Esses dados correspondem ao Censo da Educação Superior 2024, divulgado em setembro de 2025 pelo Instituto Anísio Teixeira (Inep), indicando que a carreira está em ascensão.  Andrea Costa e Silva se entusiasma: “Você não consegue dizer até onde vai sua influência, mas, quando eu vejo que eles estão escolhendo a mesma profissão que eu, penso que alguma coisa boa eu fiz”. Data comemorativa dos profissionais  O dia 20 de maio passou a ser a data de homenagem aos pedagogos após a publicação da Lei nº 13.083/2015. O objetivo é promover a discussão sobre o papel da família e da escola no desenvolvimento das pessoas, principalmente de crianças. A discussão inclui a delimitação das responsabilidades de cada meio e, ao mesmo tempo, cria alternativas para oferecer um ensino de qualidade e humano. [LEIA_TAMBEM]O pedagogo tem sua atuação ligada à educação infantil e fundamental, atuando como gestor de processos educativos de sistemas e de instituições de ensino, editoras e órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e ensino a distância. Sua atribuição central é a docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, que requer sólidos conhecimentos sobre os fundamentos da educação, sobre o desenvolvimento histórico e as relações com diversas áreas, assim como sobre estratégias para a internalização do conhecimento pedagógico em ambiente escolar. O profissional da pedagogia que atua como orientador educacional desempenha papel estratégico nas unidades escolares ao acompanhar trajetórias estudantis em todas as etapas e modalidades da educação básica, viabilizar o trabalho coletivo, criar e organizar mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, fortalecendo o vínculo entre escola e famílias e apoiando ações de inclusão, mediação de conflitos e desenvolvimento socioemocional.   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Primeira creche pública da Estrutural é inaugurada com investimento de R$ 3,7 milhões

A população da Estrutural ganhou, nesta terça-feira (14), a primeira creche pública da região: o novo Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi). Construído com investimento de R$ 3.766.683,94, o Cepi Baru, no Setor Leste, põe fim a uma espera de anos para os mais de 38 mil habitantes da cidade. As instalações contam com cinco salas de aula e capacidade para acolher cerca de 100 crianças. Presente na solenidade de inauguração, a governadora Celina Leão destacou a ampliação da rede pública de educação infantil e o impacto do novo espaço na rotina das famílias da Estrutural. "Estou muito feliz, porque as mulheres como eu sabem o que é ter uma creche perto de casa. Essa unidade atende de 3 meses de idade até 3 anos. É uma estrutura que não perde para nenhuma creche particular. E isso é motivo de grande orgulho", comemorou. Segundo Celina, os investimentos em educação na cidade da Estrutural continuam: “Nós estamos com duas ordens de serviço que eu vou assinar. Estou arrumando orçamento para mais duas escolas. Uma escola que vai atender todas as etapas e outra só de ensino médio”. "É uma estrutura que não perde para nenhuma creche particular. E isso é motivo de grande orgulho", comemorou a governadora Celina Leão | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Com 1.102,74 m² de área construída, o Cepi Baru foi projetado para atender crianças de até 3 anos. A estrutura tem sala multiuso, fraldário, lactário, salas administrativas, sanitários, cozinha, refeitório e playground. A área externa inclui gradil, portões, muro, calçadas, rampas, estacionamento, canteiros, paisagismo, bancos, postes de iluminação, paraciclo, mastros de bandeiras, lixeiras e reservatório de água.   A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, ressaltou a importância da ampliação do atendimento em creches, sobretudo em cidades com maior demanda por vagas. “Nosso propósito é levar atendimento a diversas regiões, para facilitar também o acesso às mães, que é tão importante, porque a primeira infância é — e deve continuar sendo — uma prioridade de qualquer governo, e a gente tem isso como meta”, reforçou. “Nosso propósito é levar atendimento a diversas regiões, para facilitar também o acesso às mães, que é tão importante, porque a primeira infância é e deve continuar sendo uma prioridade de qualquer governo, e a gente tem isso como meta”, afirmou a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga A Estrutural é vinculada à Regional de Ensino do Guará. Para a coordenadora de educação da região, Karine Rodrigues, a inauguração mostra o empenho do GDF em zerar as filas de creches. “É uma alegria trazer esse aparelho público para essa comunidade, que precisa tanto, e aumentar o atendimento para a nossa população. Nós planejamos iniciar o chamamento das crianças já na próxima semana”, destacou. O Cepi Baru atende a uma demanda antiga da Estrutural. A entrega se soma à expansão da rede de educação infantil no Distrito Federal desde 2019. De lá para cá, o GDF construiu 28 Cepis em diferentes regiões administrativas, em uma política de ampliação de vagas para crianças de até 5 anos. Entre as inaugurações mais recentes estão o Cepi Seriema, no Recanto das Emas, e o Cepi Uruçu, no Riacho Fundo, entregues neste mês. Famílias da cidade “É muito bom, porque não é em qualquer pessoa que a gente pode confiar. Então, ter uma creche para nossos filhos é bom demais”, celebra a atendente de pastelaria Andressa Pereira dos Santos A abertura do Cepi representa mais apoio à rotina de quem precisa conciliar o cuidado com os filhos e o trabalho. “É muito bom, porque não é em qualquer pessoa que a gente pode confiar. Então, ter uma creche para nossos filhos é bom demais”, afirma a atendente de pastelaria Andressa Pereira dos Santos, de 22 anos, mãe do pequeno Diego, de 2. “Vai sobrar mais dinheiro e vou ter mais tempo para mim. Vai me ajudar bastante”, comemorou.

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Nova Escola Classe 425 amplia oferta de vagas e transforma rotina escolar em Samambaia

Há três meses, a comunidade escolar de Samambaia comemorou a entrega da nova estrutura da Escola Classe (EC) 425. Com investimento de R$ 14 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a antiga “escola de lata” deu lugar a um prédio moderno, acessível e adequado às necessidades pedagógicas dos estudantes. A unidade, que funcionava em instalações provisórias desde 1991, agora atende 700 alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, um aumento em relação aos 600 que havia antes. Capacidade atual da escola é de aproximadamente 700 estudantes; direção manteve turmas reduzidas para garantir o atendimento a alunos atípicos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias” Liliene de Souza, diretora da EC 425 Segundo a diretora da unidade, Liliene de Souza, a nova estrutura representa uma conquista esperada há mais de três décadas. Ela conta que a antiga escola havia sido construída de forma provisória, com blocos de madeira e apenas um pavimento térreo. “Se considerarmos turmas com 30 estudantes, poderíamos atender aproximadamente 1.100 crianças; entretanto, mantemos diversas turmas reduzidas para garantir o atendimento adequado aos nossos estudantes atípicos”, explica a gestora. “Por isso, neste momento, nossa capacidade é de cerca de 700 estudantes.” Estrutura reforçada A escola recebe estudantes da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, da faixa etária dos 4 aos 11 anos. O número de salas aumentou de 15 para 18, o que permitiu abrir cerca de 100 novas vagas. “Essa ampliação é muito significativa, porque muitas famílias antes não conseguiam matricular os filhos aqui e precisavam se deslocar para outras regiões; agora, com a nova estrutura, conseguimos atender mais crianças e facilitar a vida dessas famílias”, ressalta Liliene. Uma quadra de esportes coberta faz parte das novas aquisições da escola Além do aumento de salas de aula, a escola também recebeu quadra de esportes coberta, laboratórios, biblioteca, auditório e estacionamento. Uma das professoras do espaço, Lannuccia Borges, conta que a mudança estrutural da unidade representa uma verdadeira virada de página. Ela relata que trabalha na escola há quatro anos, mas apenas neste ano pôde lecionar em um prédio novo e adequado. Antes da reforma, a realidade era muito diferente.   “Tínhamos uma estrutura bastante precária, que dificultava o nosso trabalho pedagógico e também a aprendizagem das crianças”, afirma. “Não basta o professor planejar e querer fazer um bom trabalho se não houver condições adequadas para isso.” A docente lembra que o termo “escola de lata” surgiu pela precariedade da antiga construção: “Eram janelas quebradas, portas que não fechavam, tetos que caíam quando chovia. As crianças tinham medo, e nós, professores, também, mas precisávamos demonstrar coragem para acolhê-las da melhor forma possível”. Nova realidade Elisete Pereira, professora e mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia: “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares” Mãe de ex-alunos da EC 425 de Samambaia, a professora Elisete Pereira descreve o sentimento de impotência diante do cenário antigo. “Era muito triste ver meu filho estudando em um lugar sem segurança, sem conforto, sem uma quadra de esportes, sem espaços adequados”, lembra. “As salas eram quentes, pequenas e mal ventiladas. Como mãe, a gente quer o melhor para os filhos, e era doloroso saber que eles não tinham acesso a uma escola com estrutura digna. Muitas mães compartilhavam esse mesmo sentimento de tristeza e preocupação.” A professora Lannuccia Borges elogia a estrutura do novo prédio: “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender” Hoje, ela vive a realidade completamente diferente da nova EC 425, e com um vínculo ainda mais forte, agora como professora. “A estrutura atual é excelente, até melhor do que muitas escolas particulares”, comemora. “Temos acessibilidade para cadeirantes, refeitório, biblioteca, salas amplas e arejadas. É um ambiente acolhedor, bonito, pensado para o aprendizado e o bem-estar das crianças”. Impacto Segundo Lannuccia Borges, a nova estrutura interfere diretamente no aprendizado. “Quando uma criança é acolhida em um espaço apropriado, ela tem mais condições de aprender”, pontua. “Cada aluno tem seu tempo, mas se o ambiente oferece conforto e recursos, o desenvolvimento é muito mais significativo.” [LEIA_TAMBEM]Com a nova estrutura, os benefícios não se limitam aos alunos. “Estamos todos mais motivados, gestão, coordenação e docentes”, afirma a professora. “Hoje temos salas amplas, arejadas, com armários, televisões e espaços adequados para projetos. Antes, chegávamos e não conseguíamos abrir o armário porque estava estragado. Agora, tudo funciona. Isso nos dá vontade de planejar mais, de inovar nas aulas”. Com obras coordenadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), agora o novo espaço conta com uma área total construída de 4.464,82 metros quadrados, para oferecer mais conforto e qualidade no ensino das crianças. São 18 salas de aula, laboratórios de informática e artes, biblioteca, auditório, refeitório, cozinha, depósito, área de recreação, parquinho e sanitários. A escola tem ainda 30 vagas de estacionamento e uma quadra coberta de 768 metros quadrados. A aluna Beatriz Fonseca, de 10 anos, também comemora o novo espaço de aprendizagem. Entre os novos espaços, ela conta o que mais chama atenção: “A biblioteca, o refeitório e os banheiros. Dá mais gosto vir para uma escola assim, maravilhosa”.  

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Cepi Tucano alivia rotina de famílias e promove o desenvolvimento de crianças em Planaltina

A feirante Mirella Duarte trabalha das 7h às 17h. Em meio à rotina de mãe e trabalhadora, ela vê o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Tucano, em Planaltina, como o apoio necessário para conciliar o trabalho dela com a educação e o desenvolvimento psicomotor do filho. Antes do Cepi, Mirella só tinha uma opção para manter a renda e cuidar do menino. “Sem creche, eu levava ele comigo para a feira e precisava que ele ficasse quietinho”, relata. Entre caixas, clientes, pesagem e mercadoria, o celular virou a distração necessária para que a criança a deixasse trabalhar. “Eu o deixava se distraindo com a tela para atender o público. Depois percebi que isso estava atrasando o desenvolvimento dele.” Segundo ela, o filho apresentou atraso na fala por causa do excesso de telas. Mirella Duarte: "Antes e depois da creche são dois mundos. Ele fala mais, interage, aprende. Para nós, mães, isso é um acalento" | Fotos: Agência Brasília O menino está no segundo ano no Cepi Tucano, recebe cinco refeições ao dia, convive com outras crianças e teve acompanhamento por meio do Projeto Legado, parceria da creche com equipe de fonoaudióloga e assistente social. Mirella conta que a evolução dele foi notória. “Antes e depois da creche são dois mundos. Ele fala mais, interage, aprende. Para nós, mães, isso é um acalento. A gente deixa aqui com confiança e vai trabalhar em paz”, afirma. “É um divisor de águas. Entrego meu filho e trabalho tranquila sabendo que ele está bem cuidado”, acrescenta.  “Não tenho nada a reclamar. É sério, organizado e acolhe meu filho com carinho. O atendimento com fonoaudióloga pelo Projeto Legado deu resultado. Hoje vejo a evolução dele”, comenta. A história de Mirella não é um fato isolado. Inaugurado há pouco mais de dois anos, o Cepi Tucano vem mudando a rotina de mães, pais e crianças da região. O espaço atende a 198 crianças de quatro meses a 3 anos, em tempo integral, com jornada das 7h às 17h. Os alunos estão distribuídos em dez turmas.   Investimento, estrutura e acolhimento A unidade é resultado do investimento de R$ 4,1 milhões da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF) com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O prédio segue modelo padrão tipo 1, com 4,7 mil m² de área total e 1,3 mil m² de área construída. São dez salas, lactário, pátio coberto, cozinha, refeitório, solário, secretaria, direção, almoxarifado, playground, parquinho, sala de professores, rouparia, lavanderia, despensa, banheiros e estacionamento. O diretor Ademar Luiz Nascimento conta que acompanha a chegada das crianças diariamente. “Eu mesmo fico no portão acolhendo cada criança e cada pai. É quando conheço a família e ouço o retorno sobre o trabalho do Cepi”, afirma. O trabalho no Cepi Tucano vai além da educação formal e inclui acolhimento das famílias  A unidade tem 43 funcionários, entre eles 10 professoras e 18 monitoras. Os berçários 1 e 2 e os maternais 1 contam com duas monitoras e uma professora; nos maternais 2, atuam uma professora e uma monitora. Segundo o diretor, o impacto na comunidade é visível. “Os pais precisam trabalhar e, muitas vezes, não tinham onde deixar os filhos com segurança. O Cepi veio em boa hora”, afirma. Ele explica que a entrada de alunos é feita exclusivamente por encaminhamento da Regional de Ensino, após cadastro pelo número 156. Ao concluir o maternal 2, as crianças são direcionadas a escolas indicadas pela rede pública. Mudança concreta na vida das famílias Felliane Almeida fala dos progressos do filho no Cepi Tucano e do carinho da equipe: “Ele sente saudade da ‘tia’ no fim de semana. Isso só acontece porque ele recebe amor aqui dentro" A fotógrafa Felliane Almeida matriculou o filho mais velho no Cepi Tucano quando ele tinha 11 meses. Para ela e o marido, a creche se tornou peça essencial na vida da família. “É o terceiro membro do nosso casamento”, brinca. Com a chegada da filha bebê, a intenção é repetir o caminho. “Eu pretendo que a Antonella venha para cá, porque o desenvolvimento do meu primeiro filho foi muito bom. Tanto cognitivo quanto a interação com outras crianças. Foi essencial”, avalia a mãe. Felliane ressalta que, além de cuidado técnico, existe vínculo afetivo. “A gente precisa, mas também gosta. Ele chega em casa com coisa nova, com música nova. Ele sente saudade da ‘tia’ no fim de semana. Isso só acontece porque ele recebe amor aqui dentro.”  [LEIA_TAMBEM]Para Felliane, o progresso do filho no Cepi veio em etapas marcantes. “O João deu os primeiros passos aqui. O desfralde começou aqui. Ele perguntava pela professora, pelos colegas. Criou vínculo mesmo.” A confiança no atendimento também pesa na decisão de matricular a caçula. Para Felliane, qualidade profissional e afeto caminham juntos. “Eles entregam carinho. A gente sabe o que acontece, tem retorno. É suporte, é educação e é amor”, enumera.  

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Hospital da Criança de Brasília mantém a continuidade dos estudos na rotina de crianças internadas

Para as crianças que enfrentam longos períodos de internação, há um desafio de manter a rotina escolar. No Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), o esforço é grande para garantir que a doença não signifique a perda da educação escolar, mesmo que o atendimento traga limitações. Esse trabalho de levar o ensino escolar para dentro do ambiente hospitalar é amparado por uma portaria entre as Secretarias de Educação e de Saúde do DF, que garante a atuação de professores da rede pública no hospital.  Atualmente, o Hospital da Criança de Brasília conta com duas professoras cedidas pela Secretaria de Educação; elas atendem crianças em tratamento oncológico matriculadas na rede pública do Distrito Federal nos primeiros anos, contemplando a educação infantil e o ensino fundamental, do 1° ao 5° ano. Amanda Cruz é uma dessas professoras e explica a abordagem inicial que fazem com os pacientes: “Fazemos as visitas nos leitos, pegamos as informações da escola, os dados do estudante, o nome, a série e a turma, e o contato da escola também. Depois, entramos em contato com a instituição de ensino e solicitamos que encaminhem as atividades e os conteúdos que a criança está aprendendo naquele período”. Stephanny Silva, de 10 anos, vê nas aulas um caminho para o futuro: “Quando crescer, quero ser médica de crianças e delegada” | Fotos: Ana Carolina Magela Com esse envio, as professoras garantem que as crianças não percam a continuidade pedagógica. As atividades são impressas e realizadas no leito ou, quando a condição clínica e as precauções de contato permitem, em uma sala separada, permitindo a realização das atividades em pequenos grupos. “Depois, na alta hospitalar do aluno, devolvemos as atividades para a família e encaminhamos o relatório para a escola, dizendo quais foram as habilidades e os conteúdos que a criança aprendeu, o que ela deu conta e o que não deu”, conta a professora.  [LEIA_TAMBEM]A psicopedagoga do HCB Patrícia Lamounier reforça que o foco principal são os pacientes da oncologia devido ao longo tempo de afastamento escolar. “Hoje, é o maior número de pacientes que nós temos que são afastados da escola; eles estão em tratamento e não podem ir para a escola presencialmente. Para quem não está matriculado ou é de outro estado, nós tentamos fazer apenas um acompanhamento, vemos a faixa etária da criança e observamos as habilidades que ela tem. Não alfabetizamos, mas tentamos apresentar aquilo que contempla o Currículo em Movimento”, afirma.  Para as famílias, esse suporte pedagógico é um divisor de águas. Lorrany da Silva, mãe de Luna Alves, de 5 anos, observa que isso transforma a percepção da filha sobre o hospital. “Acho muito bom esse suporte para as crianças que estudam e não têm como comparecer à escola, é um desenvolvimento importante. A Luna gosta tanto que, às vezes, ela fica no quarto esperando e pergunta: ‘A professora não vem me visitar?’. Eu explico os dias certos, mas ela sente falta. As aulas distraem a mente da criança, elas ficam menos entediadas”, diz Lorrany.  A pequena Luna Alves, de 5 anos, aguarda ansiosamente a visita dos professores durante a semana Além de manter o aprendizado em dia, o acompanhamento escolar evita o sentimento de exclusão quando o paciente retorna à sua rotina fora do hospital. Denise Silva, mãe de Stephanny Silva, de 10 anos, relata que o serviço impede que a filha se sinta “perdida” ao voltar para a escola. “Só de ter ensino, já é uma alegria. As professoras vêm no quarto, tiram dúvidas e ajudam a Stephanny. Antes, quando ela voltava para a escola, ficava perdida e perdia muita matéria. Eu e o pai dela não tínhamos tempo para ensinar tudo. Agora, como ela é acompanhada pedagogicamente aqui no Hospital, quando sai ela consegue acompanhar o que está aprendendo na sala de aula”, afirma Denise. Stephanny já faz planos para o futuro e vê nas aulas um caminho para seus sonhos: “Minha matéria favorita é português, mas também gosto de ciências, de estudar o corpo humano. Quando crescer, quero ser médica de crianças e delegada”.  “Minha matéria favorita é português, mas também gosto de ciências, de estudar o corpo humano. Quando crescer, quero ser médica de crianças e delegada” Stephanny Silva, de 10 anos Quando há casos da escola não enviar o material ou de pacientes não estarem matriculados na rede pública do DF, as professoras utilizam um banco próprio de atividades e consultam o Currículo em Movimento, um documento da Secretaria de Educação com conteúdos pedagógicos que as crianças, de acordo com o ano escolar de cada uma, estariam aprendendo. O atendimento no HCB inclui também a Educação Especial, adaptando as atividades conforme as necessidades específicas da criança.  A equipe pedagógica reforça a importância do trabalho para que as crianças não percam a ligação com a escola, um pilar fundamental em suas vidas. * Com informações do Hospital da Criança de Brasília

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Plenarinha Distrital promove protagonismo infantil e reflexão sobre cidadania

A XIII Plenarinha Distrital, realizada na última sexta-feira (7), no auditório da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), celebrou o compromisso da rede pública do Distrito Federal com a participação das crianças nos processos educativos e nas discussões sobre cidadania. O encontro reuniu estudantes, professores e gestores para refletir sobre práticas pedagógicas que fortalecem o respeito, a inclusão e o diálogo desde a primeira infância. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância da iniciativa como espaço de aprendizagem cidadã e valorização das vozes infantis. Segundo ela, as discussões promovidas durante o evento extrapolam o ambiente escolar e contribuem para a formação de indivíduos mais conscientes e empáticos. “A Plenarinha foca nas questões da cidadania e mostra para a criança, desde cedo, o valor de ser um cidadão que respeita o outro, que não pratica violência, que tem cuidado com os animais e que entende o sentido da inclusão e da empatia”, afirmou. Hélvia Paranaguá: "A Plenarinha foca nas questões da cidadania e mostra para a criança, desde cedo, o valor de ser um cidadão que respeita o outro" | Fotos: Mary Leal/SEEDF A secretária também destacou que o protagonismo das crianças é o maior resultado desse processo educativo. “Os professores fortalecem a convivência e o respeito. O resultado está nos quatro temas debatidos: empatia, inclusão, cuidado e harmonia. Quando começamos a tratar dessas questões na primeira infância, formamos uma sociedade muito melhor”, completou. Participação e cidadania Durante a abertura, estudantes das coordenações regionais de ensino do Núcleo Bandeirante, Taguatinga, Sobradinho, Santa Maria, São Sebastião e Samambaia compuseram simbolicamente a mesa, representando a diversidade da rede pública e a força da infância como agente de transformação social. Estudantes de diferentes coordenações regionais de ensino participaram da composição simbólica da mesa  “Estamos trazendo o resultado de uma prática que valoriza a ação e a participação dos pequenos em atividades lúdicas voltadas à aprendizagem, um momento importante para mostrar que as crianças exercem sua cidadania”, disse a chefe da Unidade Regional de Educação Básica da CRE do Plano Piloto, Juciele Rosa. Ela também falou sobre o compromisso das escolas em promover experiências educativas que unem afeto, intencionalidade pedagógica e escuta ativa. “Temos uma educação infantil com esse foco em brincar e aprender como parte de uma rotina que desenvolve habilidades e valores fundamentais para a vida em sociedade”, completou. Escuta e compromisso As demandas das crianças foram encaminhadas a autoridades da Secretaria de Educação O encontro foi marcado por momentos de reflexão. As apresentações dos comitês mirins revelaram o resultado de meses de pesquisa, diálogo e criação coletiva. As crianças investigaram temas de interesse comum e elaboraram propostas para aprimorar os espaços escolares e fortalecer o vínculo com as comunidades onde vivem. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Olhos d’Água, Sara Ledo, explicou que o projeto envolveu as crianças em ações que reuniram cuidado, criatividade e responsabilidade social. “As crianças foram protagonistas de ações para a melhoria da escola. Criaram uma horta, plantaram alface e cenoura, montaram o Jardim Arco-Íris para deixar o ambiente mais bonito e perfumado, além de promoverem passeatas para conscientizar a vizinhança sobre o cuidado com os pets e o espaço ao redor da escola”, contou. Ao final, as propostas elaboradas pelos comitês mirins foram entregues às autoridades educacionais, simbolizando o reconhecimento da importância da escuta infantil nos processos de decisão. Cada documento reuniu reivindicações, sonhos e ideias construídas a partir das experiências e dos olhares das próprias crianças, tornando um exercício concreto de cidadania desde a primeira infância. *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Cepi Abelha Mirim é inaugurado em Santa Maria e amplia vagas para a educação infantil

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta quarta-feira (8), o Centro de Educação Infantil (Cepi) Abelha Mirim, em Santa Maria. A nova unidade foi construída para atender 188 crianças em período integral e faz parte do trabalho do GDF de ampliar a oferta de vagas na educação infantil pública. Com a entrega, a fila de espera para acolhimento de alunos do maternal I e II da região administrativa foi zerada. Durante a entrega simbólica da creche, que já está em funcionamento, o governador Ibaneis Rocha afirmou que a política pública é para além do acolhimento às crianças: “Isso [fila de espera de 24 mil crianças] quer dizer que nós tínhamos milhares de mães que não podiam se colocar no mercado de trabalho porque tinham que cuidar dos seus filhos ou então tinham que dividir o seu salário para colocar uma cuidadora dentro de casa. Essa é uma obra que deixa o meu coração muito feliz, porque ela não é só para a criança, é para a família. E não é só a questão da educação, é a formação como um todo”, afirmou Ibaneis Rocha. Para a vice-governadora Celina Leão, a nova unidade dá novos horizontes para as crianças da região. "A entrega do Cepi Abelha Mirim, em Santa Maria é a concretização do nosso compromisso com o futuro. Ao construirmos estruturas de qualidade como essa, garantimos que nossas crianças tenham acesso à educação desde a primeira infância, a base para o desenvolvimento pleno. Ao mesmo tempo, levamos tranquilidade a mães e pais que podem trabalhar sabendo que seus filhos estão sendo bem cuidados em um ambiente seguro e pedagógico”, disse. Durante a entrega simbólica da creche, que já está em funcionamento, o governador Ibaneis Rocha afirmou que a política pública é para além do acolhimento às criança: "Essa é uma obra que deixa o meu coração muito feliz, porque ela não é só para a criança, é para a família" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Localizado na EQ 215/315, Lote B, no CAIC de Santa Maria, o Cepi Abelha Mirim possui 10 salas de aula distribuídas em uma área total construída de 1.311,97 m². A obra, executada pela CBC Construtora Brasil Central Ltda., contou com investimento de R$ 5.672.082,86, financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e contrapartida do GDF. A contratação e fiscalização da obra ficaram a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “A nossa empresa participou desde o início da construção. Fiscalizamos os recursos e a execução em si, garantindo a qualidade do empreendimento. É uma obra muito bem feita e bem concluída. Essa qualidade vem da expertise da Novacap, de engenheiros, fiscais e técnicos”, acrescentou o presidente da companhia, Fernando Leite.   Com a abertura de novas creches e a ampliação do programa Cartão Creche, a lista de espera por vagas na rede pública de educação infantil do DF caiu de 24 mil para 2,5 mil crianças, que devem ser acolhidas até 2026 com outras inaugurações previstas, segundo a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá. “Santa Maria já não tem mais carência em maternal I e II, apenas berçário. Aqui mesmo, estamos ampliando porque temos 30 vagas sobrando, então, a gente vai mudar para que essas vagas sejam para atender o berçário e podermos acolher esses alunos. Assim, vamos adaptando de acordo com a demanda da rede. Estamos apostando tudo para começar 2026 com as filas zeradas, nosso planejamento é atender todo mundo. Estamos trabalhando firme para isso”, concluiu a chefe da pasta. A obra contou com investimento de R$ 5.672.082,86 Até o ano que vem, a previsão é de que outros oito Cepis em construção do zero sejam entregues nas cidades do Paranoá, Guará, Riacho Fundo II, Lago Norte, Recanto das Emas e Planaltina. Além disso, o governo trabalha na reforma e ampliação da creche na Colônia Agrícola São José, em Planaltina. “Temos mais oito para inaugurar. Com isso, podemos dizer que somos o governo que mais fez creches no Distrito Federal”, acrescentou Ibaneis Rocha.  Estrutura O Cepi é estruturado em dois blocos e uma ampla área externa. O Bloco A abriga a administração, incluindo secretaria, direção e sala de professores, além de lactário, lavanderia, rouparia, refeitório e cozinha completa, sanitários acessíveis, salas de Creche I (até 11 meses), solários e área de amamentação, bem como copa e vestiários para os funcionários. No Bloco B, estão localizadas as salas de atividades da Creche II e III (1 a 3 anos e 11 meses), a pré-escola (4 a 5 anos e 11 meses), uma sala multiuso, sanitários infantis e PNE, além de solários. A área externa conta com pátio coberto, playground, jardins, horta e paisagismo, além de estacionamento, gradil, portões e reservatório de água, garantindo espaços seguros e adequados para o desenvolvimento das crianças. Secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá: "Santa Maria já não tem mais carência em maternal I e II" “É inacreditável o cuidado dessas professoras com os meninos. A gente estava aqui assistindo a apresentação dessas crianças e a alegria da professora que estava na frente chegava a encantar. Isso é muito gostoso porque dá para sentir o calor no coração de cada um de ver um governo que trabalha para o povo e consegue entregar alegria para as famílias. Eu estou realmente encantado”, disse, emocionado, Ibaneis Rocha, durante cerimônia de inauguração do Cepi. Creches em todo o DF Desde 2019, este GDF já inaugurou 27 unidades de educação infantil distribuídas em Samambaia, Lago Norte, Ceilândia, Pôr do Sol, Sol Nascente, Planaltina, Paranoá, Santa Maria, Gama, Plano Piloto, Taguatinga, Recanto das Emas, SCIA/Estrutural e Jardim Botânico. Além disso, o GDF tem oito Cepis em construção, localizados no Paranoá Parque, Guará, Riacho Fundo II, Lago Norte, Recanto das Emas e Planaltina, o que reforça a expansão da educação infantil no Distrito Federal. Cepis e Creches entregues desde 2019 2019 Samambaia: Cepi Bambu Samambaia: Cepi Azulão 2020 Samambaia: Cepi Bem-te-vi Samambaia: Cepi Periquito Lago Norte: Cepi Cajuzinho Ceilândia: Cepi Papagaio 2021 Pôr-do-Sol: Cepi Jandaia 2023 Sol Nascente: Cepi Sarah Kubistchek Planaltina: Cepi QD 23 Planaltina: Creche Núcleo Rural Pipiripau II Paranoá: Creche Núcleo Rural Jardim II 2024 Sol Nascente: Cepi Orquídea do Cerrado Ceilândia: Cepi 8/12 Ceilândia: Cepi QNO 18 Santa Maria: Cepi Rosa do Campo Gama: Cepi EQ 01/02 Plano Piloto: Cepi Vila Telebrasília Taguatinga: Cepi Setor J 2025 Recanto das Emas: Cepi Q 510 Ceilândia: Cepi QNO 18 Ceilândia: Cepi QNP 11 SCIA/Estrutural: Cepi Estrutural Samambaia: Cepi Q 217 Jardim Botânico: Cepi Mangueiral Santa Maria: Cepi Abelha Mirim Riacho Fundo II: Cepi QN 07 Taguatinga: Cepi 9/11 Setor L Cepis em Construção no DF Paranoá: Cepi Paranoá Parque Guará: Cepi Guará Riacho Fundo II: Cepi QN 14 Lago Norte: Cepi Taquari Recanto das Emas: Cepi Q 805 Planaltina: Creche da Colônia Agrícola São José / Núcleo Rural Rio Preto (reforma e ampliação) Recanto das Emas: Cepi QD 109 Recanto das Emas: Cepi QD 104

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Regras para matrícula em creches no DF são atualizadas

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou no Diário Oficial do DF, nesta terça-feira (12), uma nova portaria que atualiza as regras para o acesso às creches públicas, instituições parceiras e privadas vinculadas ao Programa de Benefício Educacional Social (PBES). O objetivo é tornar o processo de inscrição e a manutenção das vagas mais transparente e justo para as famílias. No momento de validar a inscrição, a mãe, o pai ou o responsável legal deve apresentar documentos que comprovem as informações dadas durante a inscrição pelo telefone 156. Esses documentos servem para confirmar a pontuação da criança no sistema que organiza a fila para as vagas. Se algum documento for falso ou adulterado, a inscrição pode ser cancelada, garantindo que as vagas sejam destinadas a meninos e meninas que realmente precisam. Período para a revalidação das inscrições está aberto durante todo o mês de agosto | Foto: André Amendoeira/SEEDF O manual exige que as famílias comprovem que não recebem o auxílio-creche, benefício que ajuda com o cuidado das crianças. Essa regra já existia, mas antes a comprovação era solicitada em duas etapas: na validação da inscrição e no encaminhamento para a vaga. [LEIA_TAMBEM]“Durante o processo de revalidação, as famílias disseram que isso poderia causar problemas, porque elas poderiam perder outros auxílios que recebem do trabalho. Por isso, ouvindo essa demanda, o grupo de trabalho que acompanha o processo decidiu simplificar a regra. Agora, a comprovação do não recebimento do auxílio-creche será exigida só na hora de garantir a vaga, facilitando o acesso”, explica a subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEEDF, Francis Ferreira. Assim, com a mudança, a apresentação do comprovante de não recebimento do auxílio-creche deixa de ser exigida no ato inicial da inscrição, passando a ser solicitada apenas no momento da efetivação da matrícula. Essa medida busca reduzir entraves burocráticos, evitar a perda de benefícios trabalhistas e garantir que as famílias tenham mais segurança e tranquilidade durante o processo, sem prejuízo da verificação rigorosa das informações antes da ocupação da vaga. O período para a revalidação das inscrições está aberto durante todo o mês de agosto, para que os interessados possam confirmar seus dados dentro do prazo. Todas as crianças com inscrições validadas continuam na fila de espera para a vaga na creche. *Com informações da Secretaria de Educação

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Revalidação de inscrições para creches públicas começa nesta quinta (31)

A Secretaria de Educação (SEEDF) inicia nesta quinta-feira (31) o processo de revalidação das inscrições de crianças na fila de espera por vagas em creches públicas. O atendimento será presencial e seguirá até o fim de agosto, conforme o cronograma de cada Coordenação Regional de Ensino (CRE). A ação faz parte da implementação do novo Manual de Procedimentos para Atendimento à Educação Infantil – Creche, que traz orientações atualizadas sobre critérios de pontuação, documentação e fluxo de atendimento. Revalidar as inscrições é importanted para assegurar que as vagas sejam ocupadas de forma transparente | Foto: André Amendoeira/SEEDF  “A revalidação das inscrições é uma etapa fundamental para garantir que as vagas em creche sejam ocupadas de forma justa e transparente”,  explica Francis Ferreira, subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEEDF. “Com a implementação do novo Manual de Procedimentos, buscamos assegurar que as famílias com maior prioridade sejam efetivamente atendidas. A atualização dos dados permite à secretaria melhorar o planejamento da oferta e fortalecer o compromisso com a equidade no acesso à educação infantil.” As coordenações regionais de ensino estão organizando seu esquema de  atendimento às famílias com base em sua estrutura física, no número de crianças inscritas e nas etapas da educação infantil (Berçário I e II, Maternal I e II). As famílias serão convocadas por WhatsApp, e-mail, telefonemas e redes sociais das regionais.  [LEIA_TAMBEM]O atendimento será realizado nos turnos da manhã e da tarde, com entrega de senhas por ordem de chegada ou agendamento prévio, conforme a respectiva CRE. Os servidores das unidades regionais de planejamento educacional e de tecnologia na educação (Uniplats) e algumas regionais contarão com apoio de estagiários, integrantes do programa Jovem Candango e outras equipes da rede pública para prestar o atendimento à população.  Suspensão temporária Entre esta segunda (28) e a quarta-feira (30), as validações e encaminhamentos estarão temporariamente suspensos, em preparação para o início do processo de revalidação, que será iniciado na quinta. A partir dessa data, os encaminhamentos regulares para vagas em creches continuarão suspensos por 15 dias úteis. A medida é necessária para garantir que famílias com direito prioritário sejam atendidas com base nos novos critérios de pontuação, evitando que pessoas com menor prioridade ocupem vagas disponíveis. Com a entrada em vigor do novo manual, todos os cadastros no sistema serão atualizados. A ferramenta também reforça a transparência e o controle social sobre o processo de distribuição das vagas.  Conheça o Manual de Procedimentos para Atendimento à Educação Infantil – Creche. *Com informações da Secretaria de Educação      

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Blocos modulares dobram capacidade da Escola Classe 614 em Samambaia

Agência Brasília · BLOCOS MODULARES DOBRAM CAPACIDADE DA ESCOLA CLASSE 614 EM SAMAMBAIA A comunidade de Samambaia comemorou, neste sábado (12), a entrega de dois blocos modulares na Escola Classe 614. Com investimento de R$ 2.886.232, o Governo do Distrito Federal (GDF) reforça a infraestrutura da rede pública de ensino, ampliando o número de vagas e acompanhando o crescimento populacional da cidade, que ultrapassa 227 mil habitantes. “Entregar esses módulos escolares é uma revolução que estamos fazendo. Já investimos mais de R$ 100 milhões nesses módulos, que dobram a capacidade escolar, como aconteceu aqui em Samambaia. Isso possibilitou, inclusive, a chegada da educação infantil à região”, destacou a vice-governadora do DF, Celina Leão. “É uma obra rápida, com execução em apenas quatro meses, que atende a uma demanda diária e crescente em todo o DF”, completou. Celina Leão: "Já investimos mais de R$ 100 milhões nesses módulos, que dobram a capacidade escolar, como aconteceu aqui em Samambaia. Isso possibilitou, inclusive, a chegada da educação infantil à região" | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Mais espaço e qualidade Com a benfeitoria, a Escola Classe 614 passa a contar com 12 novas salas — dez destinadas a aulas, uma para a secretaria e outra para a coordenação — distribuídas em 2.220 metros quadrados de área construída. Os espaços já estão em uso desde o início do ano letivo por crianças da educação infantil, com idades entre 4 e 6 anos.   A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou que os blocos foram instalados de forma estratégica: “Esses módulos, que temos construído em parceria com a [Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil] Novacap, são destinados a escolas com terrenos amplos e com demanda consolidada. Essa escola tem um trabalho muito forte com educação inclusiva. A maioria das salas já é reduzida, seguindo a política de inclusão, que defendemos com muito empenho.” A secretária Hélvia Paranaguá ressatla que "essa escola tem um trabalho muito forte com educação inclusiva. A maioria das salas já é reduzida, seguindo a política de inclusão, que defendemos com muito empenho" | | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Segundo Hélvia, as novas salas também contribuem para a ampliação da educação em tempo integral. “Todo o trabalho foi feito de forma integrada, pensando na qualidade do ensino e na realidade da comunidade”, concluiu. Infraestrutura acessível As construções em alvenaria foram projetadas para oferecer conforto, ventilação e acessibilidade. “Os forros são mais leves, já chegam prontos da fábrica. É só montar. Aqui são dois blocos com formatos diferentes, ambos com salas arejadas, iluminadas naturalmente e com acessibilidade garantida”, explicou o diretor de planejamento e projetos da Novacap, Carlos Alberto Spies. A diretora da escola, Lilian Pires, ressalta que, com o crescimento de Samambaia, a demanda por escola do ensino infantil também aumentou | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A diretora da escola, Lilian Pires, lembra que a ampliação era esperada há duas décadas. “Essa escola precisava ser ampliada há 20 anos. A demanda cresceu com o avanço vertical da cidade. Nós praticamente dobramos o número de alunos: antes eram cerca de 400, agora são quase 800”, afirmou. Além da estrutura, os espaços foram equipados com mesas, cadeiras, armários, aparelhos de ar-condicionado e quadros. “As crianças foram bem acolhidas, com mobiliário, materiais pedagógicos e toda a estrutura pensada para elas. É uma felicidade, mas também um desafio, pois tivemos que nos preparar para receber esse novo público”, disse Lilian. As 10 salas de aula foram equipadas com mesas, cadeiras, armários, aparelhos de ar-condicionado e quadros | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Para os pais, a nova estrutura representa não apenas conforto, mas também cuidado. “Essa ampliação agregou muito. O espaço foi bem planejado para as crianças pequenas. A qualidade da educação e do ambiente melhorou bastante”, contou o quiroprata Fernando Araújo, 42 anos. A professora de dança Ana Carolina Muniz, 37 anos, mãe de um aluno com neurodivergência, também elogiou as mudanças. “A sala agora tem luz natural, ventilação e estrutura adequada. Meu filho se sente muito melhor. Esse governo tem nos apoiado bastante, e a gente se sente muito bem por estar aqui.” Ana Carolina Muniz tem um filho neurodivergente e elogia a nova estrutura: "Meu filho se sente muito melhor. Esse governo tem nos apoiado bastante, e a gente se sente muito bem por estar aqui" | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]Expansão urbana As intervenções fazem parte da política de expansão da rede pública de ensino em áreas com maior crescimento populacional. “Era uma necessidade da comunidade de Samambaia. Eu fico muito feliz que meu filho está aqui se desenvolvendo, e espero que continue essa evolução”, afirmou o pai de um estudante e administrador, Lucas Gadelha, 38. Para acompanhar o crescimento populacional acelerado de Samambaia e atender com qualidade de vida a população de mais de 227 mil habitantes, este Governo do Distrito Federal levou outros investimentos para a região administrativa, como a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde na cidade (UBS 11); a inauguração de quatro Centros de Educação da Primeira Infância (Cepi); e a inauguração do Hospital Modular Acoplado de Samambaia para reforçar os atendimentos em saúde.

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Escolas da rede pública celebram a Semana do Brincar até esta sexta (23)

Contação de histórias, palestras, gincanas e show de talentos fazem parte da programação do Centro de Educação Infantil (CEI) 210 de Samambaia para a Semana do Brincar 2025, que está sendo realizada entre os dias 19 e 23 de maio em toda a rede pública de ensino do Distrito Federal. A iniciativa também envolve a participação das famílias nas atividades, reforçando o compromisso com o desenvolvimento saudável e integral das crianças. Estudantes do Centro de Educação Infantil 210 de Samambaia participam da Semana do Brincar | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Instituída pela Lei Federal nº 13.257/2016 (Marco Legal da Primeira Infância), a Semana do Brincar tem grande importância para o desenvolvimento infantil, especialmente nos primeiros anos de vida. A legislação estabelece princípios e diretrizes para políticas públicas voltadas à primeira infância, valorizando a participação da criança nas decisões que impactam sua vida, de acordo com sua faixa etária e estágio de desenvolvimento. Com foco no desenvolvimento integral dos estudantes, a diretora do CEI 210 de Samambaia, Míriam Pereira, destaca a proposta da semana: “Nosso objetivo é proporcionar às crianças experiências significativas da infância. Queremos resgatar esse encantamento do brincar, reduzir o tempo de tela e incentivar a interação entre elas”. [LEIA_TAMBEM]A gestora também ressalta o papel das famílias nas atividades: “No show de talentos, por exemplo, pais e filhos mostram suas habilidades juntos. No ano passado, tivemos mágicos, bailarinas e ginastas. É um momento especial de integração com a comunidade”. Além da programação escolar, o mês de maio também marca o Dia Internacional do Brincar, comemorado no dia 28. A data reforça que o brincar é um direito assegurado pelo artigo 31 da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas e pelo artigo 227 da Constituição Federal de 1988, que garante às crianças e adolescentes o acesso ao lazer e à cultura. Brincar para desenvolver A Semana do Brincar estimula atividades que contribuem para o desenvolvimento físico, motor, emocional, social e cognitivo das crianças, além de promover o envolvimento das famílias. A vice-diretora do CEI 210 de Samambaia, Caroline Venâncio, comenta algumas das habilidades trabalhadas durante a semana. “Liderança, autonomia, independência, sensibilidade... Procuramos desenvolver tudo isso por meio das brincadeiras”, explica Caroline. A programação da escola inclui gincanas com provas coletivas e individuais, contação de histórias com o professor e escritor José Wrigell, show de talentos, oficina de brinquedos com materiais alternativos, musicalização, cantigas infantis e exposição de brinquedos. Haverá também palestras para as famílias sobre o uso de telas e seus impactos no desenvolvimento infantil, além de rodas de conversa com as crianças sobre temas como ganhar e perder. Theo Alves, a professora Aline Oliveira e o Theo Santos (de óculos) fizeram parte da equipe amarela Alegria e aprendizado Animada com a gincana, a professora de educação infantil Aline Oliveira reforça a importância do brincar no processo de aprendizagem. “A Semana do Brincar é um projeto lúdico essencial para o desenvolvimento das crianças. Elas passam a ter mais atenção e compreendem melhor os comandos da professora”, conta. E quem comprova isso são os melhores amigos e xarás Theo Santos, de 4 anos, e Theo Alves, 5. Empolgados com as atividades, eles contaram suas brincadeiras favoritas: “Eu gosto de jogar bola e dar mortal! Adoro brincar várias vezes”, disse o mais novo. O outro completou: “Essa semana é boa porque as crianças brincam juntas. Gosto mais de pega-pega e dar estrelinha”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Seminário capacita representantes de 160 instituições parceiras do Cartão Creche

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou, nesta quarta-feira (7), o 1º Seminário de Capacitação e Planejamento do Programa de Benefício Educacional-Social (PBES) – Cartão Creche. O encontro ocorreu no auditório Neusa França, na sede da Pasta, com a participação de 160 instituições parceiras já habilitadas ou em processo de habilitação. A iniciativa foi promovida em conjunto com o Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF) e a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A SEEDF realizou o 1º Seminário de Capacitação e Planejamento do Cartão Creche, com a participação de 160 instituições parceiras | Foto: Mary Leal/SEEDF A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a importância da integração entre os órgãos envolvidos na execução do Cartão Creche e no fortalecimento das instituições parceiras. “Este evento fortaleceu as instituições, para que elas se sentissem parte desse processo, dentro do governo, junto à Sedes e à Secretaria de Educação. O trabalho de habilitação todo é feito na Sedes, mas toda a oferta é produzida na Secretaria de Educação. É um regime de colaboração entre essas duas áreas tão importantes no governo do Distrito Federal”, afirmou. O seminário foi coordenado pela Diretoria de Regulação e de Supervisão de Ensino (Direse) do CEDF e a Subsecretaria de Gestão de Programas Social da Sedes, com o objetivo de orientar os gestores das instituições credenciadas sobre o funcionamento do Cartão Creche e alinhar os procedimentos operacionais entre os órgãos envolvidos na execução e fiscalização do programa. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ressaltou o papel estratégico do Cartão Creche no esforço conjunto para ampliar o acesso à Educação Infantil no Distrito Federal. “As secretarias da Educação e do Desenvolvimento Social atuam de forma integrada para o desenvolvimento das famílias do DF. A maioria dos atendidos pela Sedes, por exemplo, são mulheres em vulnerabilidade que não têm com quem deixar os filhos, não têm rede de apoio. E o Cartão Creche tem, justamente, o papel de ampliar as vagas aqui no DF para dar mais autonomia a essas famílias. Por isso, a necessidade desses encontros regulares com as instituições para qualificarmos cada vez mais o programa”, ressalta. Objetivos estratégicos Entre os temas tratados no seminário, estão a educação infantil sob os parâmetros da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e remanejamento de profissionais | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O presidente do Conselho de Educação do Distrito Federal, Álvaro Domingues, enfatizou a função essencial do Cartão Creche na formação educacional das crianças e na garantia de seus direitos desde a primeira infância. “O Cartão Creche está diretamente ligado à etapa inicial da formação escolar, que é a educação infantil. O acolhimento às crianças garante seus direitos legais, cuida, estimula e prepara para um desempenho pedagógico mais satisfatório no futuro. Esse é o principal objetivo do programa”, afirmou. Além da função pedagógica e social, Álvaro ressaltou o impacto do programa na geração de empregos e no fortalecimento do magistério. “O Cartão Creche também propiciou, junto às instituições parceiras, a contratação de profissionais. Hoje, com cerca de 8.600 crianças atendidas, cerca de 500 professores foram empregados nas creches. Esse espaço se tornou um grande laboratório de aprendizagem e um ponto de partida para uma carreira na educação”, explicou. A importância da parceria público-privada A deputada distrital Jaqueline Silva destacou a relevância do Cartão Creche como estratégia para ampliar o acesso à educação infantil por meio da parceria entre o setor público e o privado. “A parceria do público com o privado foi fundamental. Com isso, conseguimos absorver as crianças que aguardavam por creches públicas, e isso deu muito certo. Essas instituições contrataram mais profissionais, o que também gerou oportunidades de trabalho”, disse. Para a parlamentar, o seminário foi essencial para orientar as instituições sobre o uso adequado dos recursos públicos. “Esse momento de instrução foi fundamental, pois há muitas dúvidas e exigências. Defendemos esse programa, mas é preciso responsabilidade por parte das instituições, afinal, elas cuidam do que temos de mais precioso: as nossas crianças”, completou. [LEIA_TAMBEM]Kátia da Rocha, gestora da escola Isaac Newton, no Riacho Fundo II, ressaltou o impacto positivo do Cartão Creche para a comunidade atendida e para a própria instituição, que precisou se reinventar para acolher a demanda da primeira infância. “No nosso caso, foi um programa que veio para ajudar e ajudou muito. A escola não tinha um trabalho efetivo com a primeira infância, então foi um grande desafio para todos os setores se adaptarem às exigências e prestar um trabalho de excelência”, afirmou. Discussões técnicas A programação do evento contou com a abertura oficial e a apresentação cultural do Coral Arautos do Evangelho. Ainda pela manhã, os participantes acompanharam uma explanação sobre a educação infantil sob os parâmetros da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A apresentação abordou os principais aspectos do PBES, como as metas do programa, o processo de habilitação, ampliação das instituições e critérios de atendimento. Também foram discutidos temas como edital de chamamento público, pagamento e retenção, remanejamento de profissionais, mudança de oferta e atendimento em período integral de 10 horas. A Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav) da SEEDF apresentou os processos administrativos relacionados ao programa e os critérios de pagamento às instituições habilitadas. O seminário foi encerrado com uma discussão sobre temas fundamentais para a manutenção da qualidade e segurança das unidades parceiras, incluindo higiene, mobiliário, formação dos profissionais, alimentação, enfermagem, adaptação de espaços, brinquedos, mediação pedagógica e acompanhamento por ouvidorias e pelo programa Proeduc. *Com informações da SEEDF  

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Aberta licitação para construção de novo centro de educação infantil no Paranoá Parque

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF), abriu processo licitatório para contratar empresa especializada na construção de um novo centro de educação infantil (CEI) no Paranoá Parque. A unidade será instalada na entrequadra 1/2, no Paranoá, e atenderá à crescente demanda por vagas na educação infantil na região. Nova unidade seguirá o padrão dos centros de educação infantil, garantindo conforto no atendimento aos alunos | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília  A sessão pública de licitação está agendada para 9 de junho, informa a arquiteta e urbanista Luana Martins, chefe do Departamento de Planejamento da Novacap. Após a emissão da ordem de serviço pela Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (Siae) da SEEDF, a empresa vencedora terá o prazo de 365 dias corridos para a conclusão da construção. [LEIA_TAMBEM]O projeto arquitetônico do novo CEI contempla uma área construída de 2.021,46 m² em um terreno de 4.800 m². Estão previstas dez salas de aula, sanitários, pátios cobertos, depósito de gêneros, cozinha, refeitório, copa, área de serviço, vestiário para servidores, secretaria, sala de professores, coordenação, sala de reuniões, sala de recursos, espaço para leitura, sala multiúso, pátio descoberto, playground com casa de bonecas, além de paisagismo, estacionamento, construção de passeios e castelo-d’água. “A chegada desse novo centro no Paranoá Parque responde a um pedido antigo da comunidade”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “A gente sabe o quanto a oferta de vagas na educação infantil impacta diretamente a vida das famílias. Estamos falando de um espaço planejado com carinho, onde as crianças vão ter acesso a uma educação de qualidade desde os primeiros anos.” Com base em projetos similares, a estimativa é que o CEI possa atender cerca de 450 crianças de 4 e 5 anos.  *Com informações da Novacap

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Escolas do DF recebem ações intensificadas de combate ao bullying e promoção da cultura de paz

Neste mês, quando se celebra – nesta segunda (7) – o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensifica as ações de enfrentamento à violência no ambiente escolar. Por meio do programa Cidadania nas Escolas, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa busca promover a cultura da paz e conscientizar sobre os impactos negativos do bullying e do cyberbullying na vida de crianças e adolescentes. Programa Cidadania nas Escolas já beneficiou mais de 2,5 mil estudantes e membros da comunidade escolar com ações contra o bullying | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Fazem parte da programação do projeto palestras e outras metodologias que estimulam o diálogo como instrumento de resolução de conflitos Desde a sua criação, em 2023, o programa já beneficiou mais de 2,5 mil estudantes, professores e membros da comunidade escolar com ações voltadas exclusivamente à prevenção do bullying. Foram mais de 60 atividades realizadas, com destaque para as 45 ações promovidas ao longo de 2024, que alcançaram cerca de 2 mil alunos. Em 2025, mais de 500 estudantes já participaram das iniciativas nos primeiros meses do ano. Educação para a não violência As ações são direcionadas a alunos da educação infantil, ensino fundamental e médio, além de professores, gestores escolares e responsáveis. A programação inclui palestras, bate-papo, dinâmicas interativas, contação de histórias e outras metodologias que estimulam a escuta ativa, o respeito às diferenças e o diálogo como instrumento de resolução de conflitos. O eletricista Davi Matos acompanhou o filho, Daniel, em uma atividade da Sejus-DF no Recanto das Emas:  “A gente educa em casa, mas é necessário que ele também tenha essa noção dentro da escola. O que ele aprendeu nesse projeto é para sempre” Durante os encontros, os participantes são incentivados a refletir sobre comportamentos nocivos e suas consequências, aprendem a identificar sinais de bullying e recebem orientações sobre como agir diante dessas situações. O objetivo é promover valores como empatia, respeito mútuo e convivência pacífica, em consonância com os princípios da cultura da paz. Essa transformação também é sentida pelas famílias, como conta o eletricista Davi Lucas Matos, 62, morador do Recanto das Emas, que acompanhou a participação do filho, Daniel Matos, 11, em uma das atividades: “Foi muito importante esse aprendizado. A gente educa em casa, mas é necessário que ele também tenha essa noção dentro da escola. O que ele aprendeu nesse projeto é para sempre”. Prevenção é compromisso permanente “A escola deve ser um espaço de acolhimento, respeito e aprendizado” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania “Combater o bullying é essencial para garantir o desenvolvimento saudável de nossas crianças e adolescentes”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A escola deve ser um espaço de acolhimento, respeito e aprendizado. A Sejus tem atuado de forma ativa para promover a cultura da paz, estimulando o diálogo e a empatia desde cedo. Nosso papel é levar conhecimento e apoio a toda a comunidade escolar, contribuindo para uma sociedade mais justa e livre de violências.” Outra frente de atuação da Sejus é a parceria com a organização Safernet Brasil, que tem levado às escolas públicas do DF o projeto de uso consciente e seguro da internet. A ação oferece oficinas e atividades educativas sobre segurança digital, prevenção à violência online, proteção de dados pessoais e combate ao discurso de ódio nas redes sociais. A iniciativa amplia o debate sobre os riscos do ambiente virtual e complementa os esforços do programa Cidadania nas Escolas no combate ao cyberbullying. Ao longo deste mês, a Sejus-DF levará suas atividades a diversas escolas do DF, ampliando o alcance das ações educativas e reforçando a importância de construir ambientes escolares seguros, acolhedores e livres de violências. Falar sobre bullying importa Diversas pesquisas indicam que o bullying pode causar danos sérios à saúde emocional e ao desenvolvimento social das vítimas, afetando sua autoestima, rendimento escolar e relações interpessoais. Quando não enfrentado, pode evoluir para quadros graves de ansiedade, depressão, automutilação e até comportamentos agressivos. Nesse contexto, iniciativas como o Cidadania nas Escolas são essenciais para a prevenção de conflitos e fortalecimento dos vínculos entre escola, família e comunidade. Como participar Escolas públicas, privadas e instituições comunitárias interessadas em receber as ações do programa Cidadania nas Escolas podem entrar em contato pelo e-mail subav@sejus.df.gov.br ou pelo telefone (61) 2244-1228. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Primeira creche pública do Riacho Fundo oferecerá atendimento integral para 188 crianças

A comunidade do Riacho Fundo se prepara para receber o primeiro Centro de Educação para Primeira Infância (Cepi). Com um investimento de mais de R$ 5,9 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), as crianças contarão com ambiente acolhedor e com educação de qualidade, em tempo integral, trazendo mais tranquilidade aos pais e responsáveis durante o período de trabalho. O Cepi Uruçu, no Riacho Fundo, terá capacidade para atender 188 crianças | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A nova unidade educacional, nomeada de Cepi Uruçu, atenderá crianças de até 5 anos de idade, com capacidade para 188 alunos, com jornada de dez horas diárias. O espaço dispõe de 10 salas de atividades para a educação infantil, além de sala multiuso, direção, secretaria, sala de professores, solários, fraldários, lactário, sala de amamentação e refeitório. Localizada em uma área com mais de 4,5 mil m², na QN 9, Área Especial 4, o espaço ainda vai dispor de pátio coberto e descoberto, banheiros, cozinha, copa, lavanderia, estacionamento e área recreativa, além de grelhas para captação de água pluvial e área verde com tratamento paisagístico. Em relação ao ensino, segundo o coordenador da regional de Ensino do Núcleo Bandeirante, Mauro Rocha, a proposta pedagógica será baseada em eixos integradores da educação. “Vamos focar no cuidar, no educar, no brincar e no interagir, trazendo benefícios para as crianças da educação infantil”, garante o coordenador. O coordenador da Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante, Mauro Rocha, disse que as novas unidades vão reduzir a demanda por vagas na educação infantil Além do Cepi no Riacho Fundo, está em andamento a construção de mais dois centros de educação no Riacho Fundo II. “Com a inauguração das três unidades do Cepi no Riacho Fundo e Riacho Fundo II, aproximadamente 750 crianças serão atendidas, reduzindo significativamente a demanda por vagas na educação infantil na região e em cidades próximas”, prevê Mauro. População à espera A maquiadora Maeli Adna Alves planeja aumentar a carga horária de trabalho, já que poderá deixar a filha Olívia bem-assistida no Cepi Desde que recebeu a notícia de que a cidade iria receber um Cepi, Maeli Adna Alves, 28, tem se preparado para uma nova rotina com a pequena Olívia Alves, 4. “É uma mão na roda poder deixar a criança em um lugar seguro, sendo bem assistida”, diz a maquiadora, que planeja aumentar a carga horária de trabalho. “Agora fico bem mais tranquila para trabalhar mais tempo e assim complementar a renda de casa”. De acordo com o administrador da cidade, Rogério Sales Silveira, a unidade faz parte de um esforço do governo para ampliar o atendimento à primeira infância. “Durante a gestão, o governador tem focado nas necessidades e peculiaridades de cada cidade, e a Cepi Uruçu é um desses exemplos”, ressalta. A unidade pretende trazer mais progresso para os moradores da região. “Nós sabemos que uma das dificuldades que as famílias têm na hora de procurar um emprego ou melhores condições de vida, é de não ter onde deixar seus filhos e agora eles vão poder contar com esse apoio. Então, a importância dessa creche é gigantesca”, garante o administrador.

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Pesquisa atesta qualidade das creches públicas no Distrito Federal

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Comissão de Monitoramento e Avaliação das Parcerias (CMAP), acompanha a qualidade dos serviços prestados pelas instituições parceiras na educação infantil. Como parte desse trabalho, a comissão realizou, entre novembro e dezembro de 2024, uma pesquisa de satisfação para avaliar a percepção da comunidade sobre essas instituições. Ao todo, foram avaliadas 130 organizações da sociedade civil (OSCs), com a participação de 15.073 pais e responsáveis, abrangendo todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs). Os resultados foram divulgados e estão disponíveis no site da SEEDF na aba de Pesquisa. A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) acompanha a qualidade dos serviços prestados pelas instituições parceiras na educação infantil | Foto: André Amendoeira/SEEDF Para Danielle Alves de Medeiros, analista de políticas públicas e gestão educacional, “a pesquisa comprova a excelente qualidade das creches do DF, sendo um importante instrumento de avaliação para pais, responsáveis e sociedade”. A pesquisa foi conduzida por meio de um questionário focado no cumprimento das cinco metas estabelecidas nas parcerias: Atendimento Integral, Projeto Político-Pedagógico (PPP), Calendário Escolar, Relação Família-Escola e Alimentação. Além dessas metas principais, outros indicadores foram analisados para fornecer uma avaliação abrangente dos serviços. O indicador de Atendimento Integral demonstrou que as instituições cumprem integralmente a jornada diária de 10 horas, conforme estipulado no Plano de Trabalho. Os indicadores de Projeto Político-Pedagógico (PPP) revelaram uma ampla participação da comunidade escolar, com pais colaborando ativamente na construção dos projetos pedagógicos. Os resultados confirmaram o cumprimento regular do calendário escolar, alinhado com o Currículo da Educação Básica. A Relação Família-Escola mostrou-se extremamente positiva, com pais classificando o atendimento como excelente e destacando a comunicação eficiente sobre o desenvolvimento das crianças. Na questão alimentar, as instituições demonstraram compromisso, oferecendo cinco refeições diárias e mantendo os padrões nutricionais estabelecidos pela Secretaria de Educação do DF. *Com informações da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Professores e estudantes podem inscrever trabalhos científicos para a revista ‘Com Censo Jovem’

Publicada desde 2022, a revista Com Censo Jovem, um importante espaço para a publicação de trabalhos científicos desenvolvidos por estudantes e professores da rede pública de ensino do Distrito Federal, está com as inscrições abertas para receber publicações para compor a quinta edição do periódico.  Publicação tem como foco divulgar iniciativas de pesquisa no ambiente escolar | Foto: André Amendoeira/SEEDF1 A chamada é destinada a professores e estudantes de todas as etapas e modalidades da educação básica, desde a educação infantil até o ensino médio. O foco é promover o protagonismo estudantil e fortalecer as iniciativas de pesquisa no ambiente escolar, com a orientação dos professores. O material – são aceitos artigos, relatos de experiência e trabalhos de iniciação científica de estudantes – pode abordar temáticas de qualquer área do conhecimento, com prioridade para conteúdos vinculados ao currículo da educação básica e que promovam o letramento científico. O prazo para a submissão dos trabalhos vai até 10 de maio deste ano, com previsão para a publicação em outubro. Faça sua inscrição por este link.   A chamada pública é realizada pela Subsecretaria de Educação Básica (Subeb), por meio da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail rccjovem@se.df.gov.br. *Com informações da Secretaria de Educação

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Vila Telebrasília ganha primeira creche pública com capacidade para 188 crianças em período integral

A Vila Telebrasília ganhou a primeira creche pública da região. Com o objetivo de ampliar a oferta de vagas, o governador Ibaneis Rocha entregou o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Pitangueira com capacidade para atender 188 crianças em período integral. A partir de um investimento de R$ 4.807.580,15, o Governo do Distrito Federal (GDF) construiu uma estrutura moderna para crianças de até 5 anos e 11 meses, com dois blocos educacionais, playground, jardins e castelo-d’água.  Durante a inauguração, o governador Ibaneis Rocha reforçou o engajamento do GDF na educação: “Tenho certeza de que, com essa parceria com o governo federal, cumpriremos o nosso compromisso de não deixar nenhuma criança fora de creche até o final deste ano” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Esse é um compromisso do nosso governo e também do ministro Camilo Santana [da Educação], aqui representado pela Fernanda [Pacobahyba, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação], para que a gente possa cada vez mais avançar no sentido de trazer todos os alunos para dentro das escolas públicas do Distrito Federal com qualidade”, declarou o governador. “Contem com a gente. Tenho certeza de que, com essa parceria com o governo federal, cumpriremos o nosso compromisso de não deixar nenhuma criança fora de creche até o final deste ano.” Educação de qualidade A cabeleireira Livia Cardoso comemorou: “Eu fiquei feliz demais quando conheci a creche, porque a gente vê que tudo foi pensado nos mínimos detalhes para as crianças” Entre as famílias beneficiadas com a entrega está a da cabeleireira Livia Cardoso, 42. Recém-chegada a Brasília, a mãe do pequeno Gustavo, 3, estava sem trabalhar por não ter com quem deixar o filho — uma realidade que mudou com a chegada do Cepi Pitangueira. “Eu fiquei feliz demais quando conheci a creche, porque a gente vê que tudo foi pensado nos mínimos detalhes para as crianças”, relatou Lívia, emocionada. “Eu não esperava por tudo isso. Mal sabia que ia conseguir uma vaga para meu filho. Viemos do Rio, e eu estava desempregada, mas agora que tenho onde deixar o Gustavo, já consegui um emprego e vou trabalhar na tranquilidade.” “Este Cepi é um marco muito grande para a cidade, porque tem uma estrutura de ponta. Agora meu filho tem uma rotina qualificada e estruturada para a sua faixa etária, e isso é muito bom” Juliana Rezende, psicopedagoga A emoção era justificável. A chegada do Cepi é uma importante iniciativa para a comunidade local, com espaços específicos para cada faixa etária. Com uma área de 1.317,99 m², o projeto inclui dois blocos distintos, A e B, interligados por uma circulação coberta e com um pátio também coberto. “Eu estava almejando muito por uma vaga nessa creche”, disse, aliviada, a psicopedagoga Juliana Rezende, 36. “Meu filho tem três anos e foi contemplado. Este Cepi é um marco muito grande para a cidade, porque tem uma estrutura de ponta. Agora meu filho tem uma rotina qualificada e estruturada para a sua faixa etária, e isso é muito bom.” Instalações “Muitas vezes as famílias não têm uma rede de apoio, então a creche é um ganho gigante para os pais e para a criança, que está bem-assistida, bem-alimentada. É um ganho para a mãe, para o bebê, para a família e para a sociedade” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O Bloco A inclui hall, secretaria, sala de professores/reuniões, direção, almoxarifado, sanitários acessíveis para adultos, lactário, refeitório, cozinha, lavanderia, rouparia, vestiários masculinos e femininos e copa para funcionários, entre outros ambientes. Já o Bloco B abriga duas salas de atividades para a Creche II – crianças de 1 ano a 1 ano e 11 meses – e para a Creche III, que contempla crianças de 2 anos a 3 anos e 11 meses. Ele também possui sanitários infantis, salas multiúso e quatro salas de pré-escola para crianças de 4 anos a 5 anos e 11 meses, além de depósitos. Ambientes são estruturados para garantir aos alunos todas as condições de uma boa aprendizagem Para o presidente da Associação de Moradores da Vila Telebrasília, Antonio Alberto dos Santos, esse é mais um pedido da comunidade que foi atendido por este GDF. “Estamos há 39 anos esperando por essa creche”, contou. “Há muito tempo, tínhamos uma que funcionava pelos próprios moradores, mas precisou fechar. Desde então, a gente aguardava por isso, e chegou o grande dia de a gente agradecer por terem trazido uma das melhores creches para a nossa cidade.  “Nós continuaremos trabalhando para ampliar o acesso às vagas em creche e garantir que todos tenham assegurado o seu direito à educação” Celina Leão, vice-governadora A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou o fato de o Cepi permitir acolhimento às crianças enquanto os pais podem se dedicar ao trabalho com tranquilidade. “Muitas vezes as famílias não têm uma rede de apoio, então a creche é um ganho gigante para os pais e para a criança, que está bem-assistida, bem-alimentada”, disse a gestora. “São cinco refeições por dia, e ela vai para casa só para dormir, já alimentada e de banho tomado. Todos os insumos são pagos pela Secretaria de Educação, então é um ganho para a mãe, para o bebê, para a família e para a sociedade.” Presente à inauguração, a vice-governadora Celina Leão também comemorou: “Inaugurar o primeiro Cepi da Vila Telebrasília é honrar o nosso compromisso com a educação de qualidade, trazendo os centros de ensino para cada vez mais perto da população que mais precisa. Nós continuaremos trabalhando para ampliar o acesso às vagas em creche e garantir que todos tenham assegurado o seu direito à educação”.  Redução na fila por vagas Desde 2019, o GDF tem ampliado a rede de educação infantil com a inauguração de novas unidades, o que resultou na redução da lista de espera por vagas na rede pública de 24 mil para aproximadamente 3 mil crianças. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância dessa expansão. “Nós já entregamos duas creches e temos mais 16 para inaugurar até o meio do ano”, lembrou a secretária de Educação. “Estamos licitando mais 11 Cepis e temos 33 em planejamento. Então, não vai faltar creche no Distrito Federal”. Nos últimos anos, foram inauguradas creches e Cepis em diversas regiões do DF, incluindo Samambaia, Ceilândia, Lago Norte, Planaltina e Santa Maria. Além disso, em 2023, o governo lançou as primeiras creches rurais do DF, ampliando ainda mais o alcance da educação infantil na capital. Infraestrutura Além da entrega do Cepi, o governador assinou a ordem de serviço para a construção de um calçadão na Vila Telebrasília. Com 2.100 metros de extensão e dois metros de largura, a nova estrutura será executada pela empresa Ladarte Engenharia e contará com paisagismo e urbanização para deixar a região mais acessível e agradável. O investimento é de aproximadamente R$ 620 mil.  Novacap dará início às obras de calçadas na Vila Telebrasília “A Vila Telebrasília é um local para o qual os ex-governadores, infelizmente, não olharam em momento nenhum para as obras que tem aqui, que foram realizadas por nós, como a entrega do campo sintético e agora do Cepi e calçadas que serão construídas”, pontuou o governador Ibaneis. “Estamos olhando para todas as cidades do Distrito Federal, e a Vila Telebrasília não será esquecida por nós.” O presidente da Novacap, Fernando Leite, aproveitou para anunciar: “Vamos iniciar as obras de calçadas aqui pela cidade já dentro do padrão implementado pela Novacap. São passeios de qualidade para valorizar muito o ambiente e deixá-lo mais harmonioso e familiar para a população da Vila Telebrasília”.

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Espaço na zona rural de Planaltina será reformado e convertido em creche do campo

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) firmou contrato com a empresa Capital Soluções Públicas LTDA-ME para reforma e ampliação de creche localizada na Zona Rural Rio Preto, Colônia Agrícola São José, em Planaltina. O local, atualmente utilizado como escritório de atendimento rural pela Emater e pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), passará por reforma e ampliação para ser transformado em uma creche do campo. A iniciativa é fruto de uma doação do espaço para a Secretaria de Educação, viabilizada com recursos de uma emenda parlamentar da deputada distrital Paula Belmonte, no valor de R$ 786.500. A obra prevê a ampliação da área existente de 82,84 m² para um total de 198,70 m², incluindo a construção de um solário e playground, duas novas salas de aula, sanitário para pessoas com deficiência (PcDs), lactário e cozinha, área de serviço, recepção com varanda e outros espaços essenciais. A nova estrutura da zona rural incluirá um banheiro infantil misto, quatro salas de aula, área de administração e depósitos para alimentos e materiais | Foto: Kiko Paz/Divulgação Segundo Paulo Roberto de Castro, engenheiro do Departamento de Edificações da Novacap, a creche terá cobertura modernizada com estruturas metálicas e telhas termoacústicas, além de reformas internas e externas que atenderão às normas da ABNT 9050/2020. A nova estrutura também incluirá um banheiro infantil misto, quatro salas de aula, área de administração e depósitos para alimentos e materiais. O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância do projeto para a comunidade rural: “Seguindo uma orientação do próprio governador Ibaneis Rocha, a intenção é levar infraestrutura de qualidade a todos os cantos do Distrito Federal. A ampliação dessa creche vai atender a uma demanda essencial para as famílias da zona rural de Planaltina e garantirá um espaço seguro, moderno e acessível para o desenvolvimento das crianças”. O contrato foi formalizado em 30 de dezembro de 2024 e as obras devem começar em breve, com o prazo de execução previsto para 210 dias corridos. “Essa obra representa um marco na nossa missão de assegurar equidade no acesso à educação de qualidade, especialmente para as crianças da zona rural, que muitas vezes enfrentam desafios adicionais. A ampliação e modernização da creche na Colônia Agrícola São José são passos concretos para fortalecer o acolhimento, o cuidado e a formação dos pequenos cidadãos, respeitando as especificidades e as necessidades da comunidade local”, ressaltou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. *Com informações da Novacap

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GDF participa do lançamento das diretrizes para educação infantil

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, participou, nesta quarta-feira (27), do Seminário sobre Implementação dos Parâmetros Nacionais de Qualidade da Educação Infantil. O evento, realizado na sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), marcou o lançamento da publicação Qualidade e Equidade na Educação Infantil: Princípios, Normatização e Políticas Públicas, que estabelece novas diretrizes para fortalecer a qualidade e equidade na educação infantil em todo o país.   A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ao lado do secretário de Educação do Mato Grosso do Sul, Hélio Daher, durante o evento | Foto: Mary Leal/SEEDF “As diretrizes lançadas hoje oferecem um marco importante para consolidar políticas públicas que promovam uma educação acessível e de qualidade”, afirmou a secretária. “Nosso trabalho na Secretaria de Educação estará alinhado a essas novas orientações, sempre com foco no desenvolvimento integral das nossas crianças.” “Até 15 anos atrás, a educação infantil era mais associada à assistência social do que à educação propriamente dita” Hélio Daher, secretário de Educação do Mato Grosso do Sul A publicação, baseada na Resolução CNE/CEB nº 1/2024, busca orientar gestores, educadores e a comunidade escolar na implementação das Diretrizes Operacionais Nacionais de Qualidade e Equidade para a Educação Infantil. Ela aborda aspectos estruturantes para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às creches e pré-escolas, tendo como foco a universalização do acesso e a redução das desigualdades educacionais.  Equidade na educação infantil Representante do Conselho Estadual de Secretários Estaduais de Educação, o secretário de Educação do Mato Grosso do Sul, Hélio Daher, lembrou que a educação infantil deixou de ser vista apenas como assistência social para consolidar-se como uma etapa essencial do processo educacional.  “Até 15 anos atrás, a educação infantil era mais associada à assistência social do que à educação propriamente dita”, disse. “Hoje, é fundamental que existam parâmetros atualizados para orientar políticas públicas que garantam qualidade e equidade em todo o território nacional.” Daher também ressaltou a importância do diálogo entre estados e municípios na implementação das novas diretrizes, o que, segundo ele, pode minimizar desigualdades e ampliar o acesso à educação infantil de qualidade. “É muito bom que tenhamos esses parâmetros e possamos levar essa discussão aos municípios, garantindo que a educação infantil seja de qualidade em todo o país”, enfatizou. Plano Nacional de Educação O seminário reuniu especialistas, educadores e autoridades de diversas partes do Brasil para debater estratégias de implementação das diretrizes e refletir sobre os desafios enfrentados por crianças em situações de vulnerabilidade social. Dados apresentados no evento destacaram a importância de ações coordenadas entre União, estados e municípios para atingir as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), como a universalização do acesso à educação infantil. A SEEDF, que já desenvolve iniciativas voltadas ao fortalecimento da educação na primeira infância, reforçou o empenho em colaborar com a implementação das novas diretrizes, garantindo que as crianças do Distrito Federal tenham acesso a um ensino de qualidade desde os primeiros anos de vida.   *Com informações da Secretaria de Educação  

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Riacho Fundo II ganha novo Centro de Educação Infantil, com capacidade para 672 alunos

O Riacho Fundo II acaba de ganhar mais uma escola para atender a comunidade. Nesta quarta-feira (23), o governador Ibaneis Rocha inaugurou o novo Centro de Educação Infantil (CEI) da cidade, com capacidade para acolher 672 crianças. Localizada na QN 12, no Parque do Riacho, a unidade contou com um investimento de mais de R$ 12,2 milhões por parte do Governo do Distrito Federal (GDF) para ser construída. O governador Ibaneis Rocha inaugurou, nesta quarta (23), o novo Centro de Educação Infantil (CEI) do Riacho Fundo II, com capacidade para 672 crianças | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A obra foi executada pela Secretaria de Estado de Educação do DF em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Pronta para receber a garotada, a estrutura conta com 14 salas de aulas distribuídas em uma área total de 3.014,84 m² e vai atender crianças entre 4 e 5 anos de idade. As atividades serão multidisciplinares e os pequenos vão usufruir de espaços como brinquedoteca, ludoteca e cineminha, além de alimentação balanceada e cuidados básicos. Durante a inauguração, o governador Ibaneis Rocha lembrou que o Riacho Fundo II tem recebido a infraestrutura necessária em seu governo com a entrega de um viaduto no entroncamento com o Recanto das Emas, de uma unidade de pronto atendimento e uma unidade básica de saúde; com a reforma da Feira Permanente e do Skate Park; a duplicação da Avenida N3; a abertura da primeira agência bancária da região administrativa e de um Centro Interescolar de Línguas (CIL), entre outras ações. “No Riacho Fundo II, nós tínhamos uma dificuldade com equipamentos públicos. Entregaram uma cidade-dormitório, onde as pessoas vinham para cá e saíam para o seu trabalho, e a partir de 2019 temos implementado diversas melhorias. Com o viaduto, nós criamos uma facilidade no acesso; entregamos uma UBS, que é uma das mais belas de Brasília, uma UPA, a feira da cidade e, hoje, essa escola”, lembrou o governador do DF. “As crianças eram transportadas para estudar em outros locais. Fizemos um pedido à Secretaria de Educação e à Novacap para elevar o padrão das construções das escolas para deixarmos um legado para o futuro”, acrescentou Ibaneis Rocha. Ao citar a qualidade das escolas, o chefe do Executivo agradeceu a parceria com os deputados na liberação de emendas parlamentares. Já a vice-governadora Celina Leão pontuou que o investimento em educação vai além do presente. “É um ganho muito grande para a população. Promover uma educação de qualidade é um compromisso fundamental da nossa gestão, liderada pelo governador Ibaneis Rocha. Mais que garantir um direito básico, quando investimos na educação, estamos dando condições para termos um futuro melhor na nossa cidade”, disse. O novo Centro de Educação Infantil Parque do Riacho conta com dois pavimentos e um terreno cercado por muro e gradil metálico | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Também presente na cerimônia, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá,  destacou que os alunos não vão precisar se deslocar por grandes distâncias para estudar. “Estamos muito felizes com mais essa entrega. Trabalhamos para construir o espaço e a mobília foi custeada por emenda parlamentar do deputado Hermeto. Essa região precisava muito, porque está em expansão e constante crescimento. Antes, as crianças dessa idade precisavam se deslocar para outras cidades, como Núcleo Bandeirante, e agora todas virão para cá”, defendeu. De acordo com a diretora da escola, Maria Irineuda de Souza Nogueira, o programa da Secretaria de Educação visa um ensino inovador, criativo, empreendedor e de crescimento, para que os alunos sejam agentes transformadores no futuro. “A educação está conectada com vários outros aspectos da sociedade. E nesse mundo contemporâneo e dinâmico em que os pais não podem mais ficar em casa, porque todos precisam trabalhar, é importante que essas crianças tenham um lugar seguro para ficar”, declarou Maria. Pronto para receber a garotada, o CEI conta com 14 salas de aulas distribuídas em uma área total de 3.014,84 m² e vai atender crianças entre 4 e 5 anos de idade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Estrutura de ponta O novo Centro de Educação Infantil conta com dois pavimentos e um terreno cercado por muro e gradil metálico. As alas são equipadas com rampa, escadas, auditório, brinquedoteca, sala sensório motora, sala de recurso e atendimento pedagógico, cozinha industrial, refeitório, vestiários e sanitários, salas administrativas, pátio coberto e laboratórios de informática. Também foram construídos central de GLP, bicicletário, guarita, estacionamento, arquibancada a céu aberto, parquinho infantil e praça. Entre as famílias que serão beneficiadas pelo novo espaço a partir de 2025 está a concierge hospitalar Sabrina Almeida, 33 anos, que é mãe da Beatrice Almeida, de apenas 4 anos. Residente no Riacho Fundo II, ela já garantiu a matrícula da filha na nova escola, que fica mais perto de casa. Para a mãe, o novo endereço facilitará na locomoção. Antes, parte da sua renda se destinava à van escolar para levar a filha à escola todos os dias. Agora, há a possibilidade de irem ao CEI a pé, com mais tranquilidade e segurança: “Para as crianças, a estrutura nova é muito boa. A proximidade de casa e esse parquinho novo também me deixaram bem feliz, além dos professores qualificados. A gente fica muito tranquilo, mais à vontade e não se preocupa”. Sabrina Almeida já garantiu a matrícula da filha na nova escola: “Para as crianças, a estrutura nova é muito boa. A proximidade de casa e esse parquinho novo também me deixaram bem feliz” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Para a body piercer Silvani Almeida, 30, que se mudou para o Riacho Fundo II recentemente com a filha Lavine Bianelli, de 5 anos, a inauguração da nova unidade escolar chegou no momento certo. “É uma ótima oportunidade, não só para mim e para minha filha, como para várias outras mães que também estavam precisando. Pelo o que vi, a escola é muito boa, a gente fica muito feliz, como mãe, de saber que o nosso filho está sendo bem cuidado. E a educação é o nosso futuro, então isso é muito importante”, defendeu Silvani.

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Com quase 50 mil alunos, educação infantil da rede pública alia pré-alfabetização a ensino de valores

Em vez dos tradicionais A, B, C, D e E, amor, bondade, confiança, doação e empatia. Os nomes dados às cinco turmas de cada turno já dão pistas do tipo de trabalho desenvolvido no Centro de Educação Infantil (CEI) 10 de Taguatinga. “Os valores no mundo estão muito perdidos. Você escuta cada história, vê cada história. Então, uma educação desde o início faz falta, porque a gente sabe que vai levar para a vida. E aqui a escola ensina os valores. A gente achou a coisa mais linda a sala ser por nome, tudo bonitinho”, conta a empresária Áurea Rodrigues, mãe de Miguel, 4 anos. A busca por um ensino cuidadoso, em uma idade em que as crianças estão formando seu caráter, não é exclusiva do CEI 10. Essa é a tônica de toda a educação infantil no Distrito Federal, expressada, principalmente, por meio de projetos como a Plenarinha, que propõe aos pequenos o exercício da cidadania, por meio da escuta sensível. O projeto Plenarinha propõe aos pequenos o exercício da cidadania, por meio da escuta sensível | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “A Plenarinha é um dos grandes destaques dessa perspectiva que o DF tem. Ela surgiu com o objetivo de fomentar a participação das crianças na construção do currículo publicado em 2014 e, desde então, tornou-se referência no DF, sendo reconhecida e tendo a participação da população”, explica a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “No ano passado, o tema foi ‘Identidade e diversidade na educação infantil: Sou assim, e você, como é?’. Então, a criança passa a refletir: ‘eu uso óculos, uso aparelho, sou cadeirante, sou preta, branca, indígena’… É a diversidade trabalhada desde a educação infantil para que a criança se veja inserida no ambiente de diversidade. Essa temática procura colocar em evidência o respeito às diferenças.” Neste ano, o projeto focou as pessoas idosas. No CEI 10, foi realizada uma gincana com o objetivo de arrecadar doações para uma casa de repouso. “A gincana não foi nem só a questão da competição, mas o que ela passava”, lembra o pai de Miguel, o também empresário Hugo Oliveira. “O avô dele é acamado, então ele já tem essa vivência de cuidado do idoso”. A disputa solidária ainda contribuiu para outro ponto fundamental da educação infantil no DF: trazer os familiares para dentro da unidade de ensino. “Se escola e família não caminharem juntas, não funciona”, crava o vice-diretor do colégio, Gleisson da Costa. Outros projetos Ainda no CEI 10, os alunos têm a oportunidade de participar de diversos outros projetos ao longo do ano. Todos levam o nome do mascote da escola, o coração Tum Tum. “Ele é o nosso coração, que está de braços abertos acolhendo todas as crianças, todas as famílias, as diversidades que nós temos”, pontua Gleisson. Entre as iniciativas, estão a Tum Tum Horteiro e a Tum Tum Cozinha. Nelas, as crianças ajudam no cultivo de uma horta e, depois de colhidos os alimentos, aprendem noções básicas de como prepará-los. No CEI 10, os alunos têm a oportunidade de participar de diversos projetos ao longo do ano “Nossos três pilares são a questão do acolhimento, da participação e do trabalho em equipe. A gente sempre trabalha a brincadeira com a aprendizagem, valorizando a autonomia, essa questão da criança realmente colocar a mão na massa e aprender brincando”, aponta o vice-diretor, que ainda reforça: “Nessa faixa, elas absorvem muito. Então, a educação infantil não visa exatamente a alfabetização. Ela visa os primeiros conceitos”. Mãe de Benjamin, 5, a empreendedora Valcicleide Costa relata que todas essas iniciativas fazem uma “grande diferença na parte pedagógica”. O pequeno ainda repete em casa o que aprende no colégio. “O lado criativo dele aflorou”, conta. “Na idade em que ele está, ele vem para a escola não só para aprender a parte do ABC, de alfabetização. O que surpreende muito aqui na escola é essa parte de valores, que está sendo só fortalecida, que está sendo bem-feita”. Rede Somadas as creches (crianças de até 3 anos) e as pré-escolas (4 e 5 anos), são 47.814 estudantes atendidos atualmente — apenas em colégios da rede pública, sem considerar as instituições parceiras —, número que cresceu 40% desde 2011, quando era de 34.146. A quantidade de escolas também teve um salto, passando de 265 em 2011 para as atuais 281. Em relação às instituições parceiras, eram 88 em 2011. Hoje, são 137. Visita dos alunos do CEI 10 de Taguatinga ao Lar dos Velhinhos Maria Madalena “No início do governo Ibaneis Rocha, tínhamos uma fila de 24 mil [crianças à espera de uma vaga]. Caímos para cerca de 6 mil. Vamos entregar 17 creches até o fim do ano, uma política que faz parte e é prioritária no GDF e na nossa gestão. A gente tem avançado muito na oferta”, destaca Hélvia Paranaguá. A secretária ainda ressalta que o DF tem uma particularidade em relação às outras unidades da Federação: “Nos estados, a educação infantil fica a cargo dos municípios. Por isso que o DF é diferente, tem toda uma rede sob a nossa responsabilidade, desde os 4 meses até a EJA [Educação de Jovens e Adultos], onde nós temos uma aluna de 86 anos. A gente vai em todas as etapas. Nós temos a vantagem de poder programar a rede como um todo. Tenho que investir em creche, mas preciso investir também no sequencial. Tem que pensar no sequencial, vai para a creche e depois não volta para casa. Tem que ter todo um planejamento, de todas as etapas, a vida escolar da criança”. A biomédica Helica Santos conhece bem as diferentes etapas dessa rede. Ela tem dois filhos: Lavínia, 7, que passou pela educação infantil e segue na rede pública, e Pedro Miguel, 5, aluno do CEI 1 de Ceilândia. A mais velha foi diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA), o que não a impediu de ser completamente integrada à escola. “Ter descoberto o diagnóstico com três anos assusta um pouco, porque a gente não sabe como vai ser o futuro. Por isso, quando ela teve o primeiro contato [com a escola], para a gente, foi assustador, mas, para ela, foi a descoberta do mundo. Hoje ela é alfabetizada, e, para nós, foi muito importante o desenvolvimento dela. Ela desenvolveu coisas que a gente nem achava que ela desenvolveria, como a questão da socialização”, celebra a mãe. Questionada sobre qual a importância desse cuidado na educação infantil, Helica diz não saber especificar. “É tudo. Foi espetacular [com a Lavínia], tem sido com o Pedro. O ambiente é acolhedor, os professores capacitados, que trabalham toda a parte de valores e isso é muito importante, não fica se apegando só à alfabetização e a gente percebeu a diferença”.

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Coordenações regionais de ensino recebem 78 mil livros para a educação infantil

Incentivar práticas de leitura, escrita e oralidade desde a educação infantil é um dos objetivos da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Para isso, a pasta entregou, nesta quinta-feira (3), 78 mil livros literários recém-adquiridos pela SEEDF por meio de processo licitatório. A entrega simbólica foi realizada no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) durante o evento Literatura em Movimento na Educação Infantil. Milhares de exemplares de 28 novos títulos da educação infantil foram entregues aos representantes de todas as 14 coordenações regionais de ensino (CREs) do DF, que estiveram presentes no evento. As equipes das unidades de Educação Básica (Uniebs) das Regionais de Ensino, gestores e coordenadores pedagógicos das unidades escolares públicas e instituições parceiras também participaram da entrega. Exemplares de 28 novos títulos da educação infantil foram entregues aos representantes de todas as 14 coordenações regionais de ensino | Foto: Mary Leal/SEEDF Na ocasião, também foram entregues os kits com 38.400 livros doados pelo Instituto Itaú Social. A organização é parceira do Programa Nacional Leitura e Escrita na Educação Infantil, que compõe o compromisso nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de alfabetizar todas as crianças até o segundo ano do ensino fundamental. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, esteve presente no evento e destacou a importância de a leitura ser incentivada desde a educação infantil. “Me sinto um ponto fora da curva, pois só o DF cuida desde a creche até a universidade. Fico muito feliz quando a gente faz um evento que envolve a educação infantil, que é onde tudo começa”, celebrou. Alfabetização O evento Literatura em Movimento na Educação Infantil converge com o programa federal de formação docente Leitura e Escrita na Educação Infantil, no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), e com as propostas da SEEDF presentes no Currículo em Movimento da Educação Infantil. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação do DF, falou durante a abertura do evento que incentiva a leitura na Educação Infantil A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Soares Braga, ressaltou a relevância da entrega dos livros para a alfabetização. “As escolas de educação infantil são o prelúdio para que a alfabetização aconteça. Ler com a criança abre pra ela uma infinidade de possibilidades, que estimulam a criatividade e o interesse pelo conhecimento”, defendeu. O currículo do DF prevê a ampliação das experiências das crianças com a linguagem escrita, respeitando as especificidades da primeira infância. O objetivo é gerar a noção de leitura e escrita como práticas sociais que integram o cotidiano das escolas infantis, abordando a leitura por meio de interações lúdicas. Palestras Além da entrega simbólica dos exemplares, o evento contou com duas palestras sobre como desenvolver uma prática pedagógica que explore a literatura na educação infantil, como meio de ampliar o repertório cultural das crianças na primeira infância, até os 7 anos de idade. A coordenadora pedagógica da Biblioteca da 108/308 Sul, Ana Neila Torquato, que promove o projeto “Bebê que Lê”, foi uma das palestrantes do evento A primeira palestrante foi a professora de educação básica da SEEDF Ana Neila Torquato, que atualmente é coordenadora pedagógica da Biblioteca da 108/308 Sul, onde promove o projeto “Bebê que Lê”, uma roda de leitura para bebês e crianças até 2 anos de idade e as respectivas famílias. A escritora, psicopedagoga e especialista em Educação Infantil e em literatura infantil e juvenil possui doze livros publicados. Em seguida, foi a vez da professora Paula Gomes de Oliveira, da Universidade de Brasília (UnB), palestrar. A docente é bacharel e licenciada em Letras (UnB), Mestre e Doutora em Educação pela Universidade de Brasília, com pós-doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é professora adjunta da Faculdade de Educação na UnB, na área de Língua Materna e Literatura, onde promove pesquisa e extensão sobre alfabetização e multiletramentos. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Mais de 70% dos pais e mães do DF adotam práticas positivas na educação infantil

A pesquisa domiciliar conduzida pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IpeDF) revelou aspectos importantes sobre as práticas e medidas educativas adotadas por mães e pais de crianças na primeira infância (até 6 anos) no Distrito Federal. Com base em 1.952 entrevistas realizadas com cuidadores, o estudo oferece um panorama abrangente sobre a dinâmica familiar, o papel dos pais e mães, e as práticas educativas na vida das crianças dessa faixa etária. A pesquisa indicou que existe um cenário de desigualdade no cuidado infantil, no qual as mães assumem a maior parte das responsabilidades, resultando em sobrecarga significativa O levantamento destacou que, na maioria dos lares, são as mães as principais responsáveis pelo cuidado das crianças. Cerca de 71,6% das entrevistadas assumem a responsabilidade primária, enquanto apenas 8,5% dos pais se identificam como os principais cuidadores. Esse cenário reflete a carga significativa que recai sobre as mães, com 71% delas relatando sentir-se sobrecarregadas, em comparação a 52% dos pais. No que diz respeito às práticas disciplinares, as mães tendem a adotar mais frequentemente medidas como castigos físicos (44,4%) em comparação aos pais (37,6%). Por outro lado, as mães também se destacam por encorajar o diálogo com seus filhos, sendo mais propensas a incentivar as crianças a discutirem seus problemas. Tanto mães quanto pais adotam práticas indutivas, como parabenizar comportamentos positivos e ter momentos carinhosos com os filhos, evidenciando um compromisso com abordagens construtivas na educação infantil. O estudo revelou que práticas parentais coercitivas, como o uso de punições físicas ou verbais, são menos comuns entre os pais e mães do DF. Por exemplo, 55,5% das mães e 66,3% dos pais afirmam nunca aplicar castigos físicos. Além disso, 72,3% dos pais e 80,7% das mães relatam ter momentos carinhosos regulares com seus filhos, reforçando o ambiente de afeto e cuidado que predomina nos lares. A pesquisa indicou que existe um cenário de desigualdade no cuidado infantil, no qual as mães assumem a maior parte das responsabilidades, resultando em sobrecarga significativa. Apesar de ambos os pais demonstrarem um compromisso com práticas indutivas, como a valorização de comportamentos positivos e a comunicação aberta com os filhos, as mães ainda se destacam na consistência dessas práticas, o que evidencia a necessidade de um maior equilíbrio na participação dos pais no processo de criação e educação das crianças, visando uma parentalidade mais equitativa e menos onerosa para as mães do DF. *Com informações do IpeDF

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Novo parquinho acessível marca 51º aniversário do Centro de Ensino Especial 02 de Brasília

O Centro de Ensino Especial 02 de Brasília comemorou o 51º aniversário com a inauguração do parquinho acessível Maria Josina de Abreu Cunha Campos. A cerimônia, realizada nessa sexta-feira (30), contou com a presença de importantes autoridades, incluindo a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, a segunda-dama do Brasil, Lu Alckmin, a deputada distrital Paula Belmonte, o diretor-presidente da Novacap, Fernando Rodrigues e a presidente da associação GPS Foundation, Viviane Leão Piquet. “A verdadeira inclusão é ver crianças com necessidades especiais, como cadeirantes, convivendo harmoniosamente com todas as outras, e é isso que buscamos aqui. Estamos vivendo um momento muito emocionante e tenho a certeza de que a educação pública no Brasil só se valoriza quando a sociedade civil e as instituições se unem em prol dessa causa” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O novo parquinho acessível homenageia a empresária pioneira Maria Josina de Abreu Cunha Campos. O espaço foi projetado para atender às diversas necessidades dos alunos e proporcionar um ambiente mais inclusivo e estimulante para todos. A secretária de Educação Hélvia Paranaguá ressaltou a importância da inclusão no sistema educacional, atendendo desde a infância precoce. “A verdadeira inclusão é ver crianças com necessidades especiais, como cadeirantes, convivendo harmoniosamente com todas as outras, e é isso que buscamos aqui. Estamos vivendo um momento muito emocionante e tenho a certeza de que a educação pública no Brasil só se valoriza quando a sociedade civil e as instituições se unem em prol dessa causa”, disse Hélvia Paranaguá. A Secretaria de Educação, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a GPS Foundation e a deputada distrital Paula Belmonte, se uniram para a concretização do parque acessível da escola. A Novacap atuou nos serviços de engenharia civil. A equipe da Divisão de Conservação e Reparos (Dicor) da empresa fez a manutenção do piso, instalou os parquinhos acessíveis e os alambrados. Inauguração do parquinho acessível Maria Josina de Abreu Cunha Campos, projetado para atender às diversas necessidades dos alunos e proporcionar um ambiente mais inclusivo, contou com a presença de autoridades e estudantes | Fotos: Jotta Casttro/Ascom SEEDF Nas próximas semanas, chegam as placas emborrachadas para o chão do playground, que também vão contar com o serviço da Novacap para instalação. “É um serviço de extrema importância, de melhoria da estrutura e acessibilidade para essa comunidade escolar”, definiu o chefe da Dicor, Pedro Isaac. “Contamos aqui com a atuação de equipe e material próprios, o que não gerou gasto para os cofres públicos”, complementou o engenheiro. Parceria A GPS Foundation é uma ONG que trabalha em prol da mobilização de recursos para impulsionar a redução das desigualdades no Brasil. “A GPS Foundation é o braço social do grupo GPS Brasília. A fundação existe há seis anos e abraçar essa primeira escola pública foi de grande importância para a gente. Nós fizemos mobilização de recursos e compramos os brinquedos com acessibilidade”, contou Pedro Barbosa, head de inovação social da instituição. Rubens Machado e Alana Costa, pais das meninas Sophie de Carvalho e Louise Machado, participaram da festa da escola A deputada Paula Belmonte ajudou na idealização do parque da escola e enfatizou a importância da inclusão e do crescimento da instituição. “A escola pública oferece um suporte que muitas vezes não é encontrado nas escolas particulares, especialmente quando se trata de inclusão. O trabalho realizado nos Centros de Ensino Especial é surpreendente, e quero me colocar à disposição para fortalecer ainda mais essa política de inclusão e defesa das nossas crianças”, afirmou. Festa inclusiva O evento é um marco significativo para a educação inclusiva no Distrito Federal, que tem a oferta de 13 escolas públicas no segmento, além de cinco instituições parceiras e um total de 4.902 estudantes matriculados, segundo dados coletados no Censo 2023. “A Secretaria de Educação do Distrito Federal é pioneira na inclusão e na educação especial, atendendo desde a infância precoce e trabalhando para oferecer um atendimento de excelência”, ressaltou Hélvia. O aniversário do CEE 02 também incluiu uma festa de celebração do folclore brasileiro, proporcionando um dia de festa com comidas típicas e danças regionais para a comunidade escolar. O servidor Rubens Machado, pai da aluna com deficiência visual e Transtorno do Espectro Autista (TEA) Sophie de Carvalho Carneiro, de 11 anos, expressou a satisfação com a escolha da escola pública. “Quando você é pai de uma criança com deficiência, você acaba tendo que recorrer ao público, porque o particular muitas vezes não está disposto a oferecer a equipe especializada necessária. Aqui na escola, vemos que ela oferece condições adequadas e um bom atendimento. Estamos vendo evolução e estamos satisfeitos com o retorno que temos”, disse. Marli de Jesus, diretora da escola, destacou as melhorias realizadas nos últimos anos na unidade. “Estamos comemorando 51 anos da escola e, nesses sete anos de minha gestão, tudo mudou. O Centro cresceu, recebemos mais alunos e ampliamos nossa infraestrutura. Estamos inaugurando o segundo parquinho e temos uma área de refeitório e piscina, além de novos professores e uma agrofloresta para os alunos”, listou a gestora. *Com informações da SEEDF

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Pesquisa de satisfação das creches públicas aponta alta aprovação por pais e responsáveis

A Comissão de Monitoramento e Avaliação das Parcerias (CMAP) da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou, entre novembro e dezembro do ano passado, uma Pesquisa de Satisfação com o objetivo de avaliar a qualidade dos serviços prestados pelas instituições parceiras atuantes na Educação Infantil. Foram avaliadas 126 Organizações da Sociedade Civil (OSCs), com a participação de 12.211 pais e responsáveis, abrangendo todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino. Os resultados foram divulgados e estão disponíveis no site oficial da Secretaria de Educação. A pesquisa foi conduzida por meio de um questionário composto por 27 perguntas, com foco no cumprimento das cinco metas estabelecidas nas parcerias: Atendimento Integral, Projeto Político-Pedagógico (PPP), Calendário Escolar, Relação Família-Escola e Alimentação. Além dessas metas principais, outros indicadores, como a qualidade das refeições e o acesso à equipe pedagógica, foram analisados para fornecer uma avaliação abrangente dos serviços. Os números mostraram uma alta aprovação em índices relacionados ao atendimento integral (92,95%), calendário escolar (95,34%), relação família-escola (85,30%) e alimentação (87,10%). Pais e responsáveis destacaram positivamente o cumprimento das atividades propostas, a garantia de cinco refeições, a promoção de momentos de convivência familiar nas unidades, entre outros. Foram avaliadas 126 Organizações da Sociedade Civil (OSCs) abrangendo todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino | Foto: Mary Leal/SEEDF O indicador de Atendimento Integral examina, na perspectiva dos pais e responsáveis, se a instituição cumpre a jornada diária de 10 horas, conforme estipulado no Plano de Trabalho. Já os indicadores referentes ao Projeto Político-Pedagógico e ao Calendário Escolar avaliam o desenvolvimento do PPP, em alinhamento com o Currículo da Educação Básica, e o cumprimento regular do calendário e suas atividades. Os indicadores de Relação Família-Escola e Alimentação são essenciais para a Educação Infantil, permitindo à Secretaria de Educação identificar áreas de melhoria, assegurar uma boa relação entre as famílias e as escolas, e promover uma alimentação de qualidade, de acordo com os padrões estabelecidos pela Pasta. A realização da pesquisa é fundamental para garantir a qualidade dos serviços oferecidos pelas organizações parceiras, mantendo o padrão de excelência na educação e cuidado das crianças no Distrito Federal. Além disso, a divulgação dos resultados reflete o compromisso da Secretaria em assegurar a transparência, permitindo que a sociedade avalie os serviços públicos prestados. Acesse aqui a pesquisa completa. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Escolaridade dos pais favorece o ingresso de crianças na educação infantil do DF, diz pesquisa

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulgou resultados complementares da pesquisa Desenvolvimento Infantil e Parentalidades no Distrito Federal. O suplemento trouxe informações sobre o perfil educacional das famílias e suas escolhas em relação ao ingresso das crianças à vida escolar, com foco na relação entre a escolaridade dos pais e a frequência de crianças de até 6 anos em berçários, escolas e creches no Distrito Federal. Estudos acompanham a frequência das crianças em instituições de ensino e creches no DF | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília De acordo com o suplemento, 50,2% das crianças dessa faixa etária no DF frequentam algum tipo de instituição educacional (berçário, creche ou escola). Para a faixa de até 3 anos, esse percentual é de apenas 25,1%; já na faixa de 4 a 6 anos, para o qual o ensino é obrigatório, cerca de 86% frequentam instituições. 92,6% Percentual de crianças de 4 a 6 anos, filhas de mães com ensino superior, que frequentam a escola Em relação às mães com ensino superior que têm filhos, 33% das crianças de até 3 anos frequentam a escola. Para as crianças de 4 a 6 anos, esse percentual chega a 92,6%. Esses percentuais diminuem entre as mães com menores graus de escolaridade. Ao observar as mães que não sabem ler nem escrever e têm filhos e 4 a 6 anos, o percentual de crianças que frequentam a escola é de 62%. Quanto à escolaridade paterna, 94,4% das crianças de 4 a 6 anos cujos pais possuem ensino superior completo frequentam a escola, enquanto 58,8% dos filhos cujo pai não sabem ler e escrever frequentam a escola. A pesquisa também investigou os motivos pelos quais algumas crianças não frequentam instituições de ensino. Os principais apontados incluem a falta de vagas em escolas públicas (30,8%), a decisão de não matricular a criança antes dos 2 anos (26,2%) e a escolha de esperar até que a matrícula seja obrigatória, aos 4 anos (21,6%). Outros motivos alegados são a falta de recursos para pagar por uma creche particular e a ausência de vontade de matricular em uma creche pública (4,8%), além da dificuldade de levar e buscar a criança na unidade escolar (2,6%). Acesse o material. *Com informações do IPEDF

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Unidades da rede pública são referência na educação infantil com atendimento integral e brincadeiras

A partir desta segunda (26) até sexta (30), as unidades da rede pública de ensino do Distrito Federal que atendem a primeira etapa da educação básica, a educação infantil, celebram com atividades diferenciadas a Semana Distrital da Educação Infantil. O período é dedicado a ações que promovam a valorização desta etapa diretamente relacionada à primeira infância. Atividades feitas com as turmas de educação infantil são lúdicas, por meio de brincadeiras, contação de histórias e jogos | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF Entre unidades escolares públicas e instituições parceiras da Secretaria de Educação (SEEDF) que atendem crianças de até cinco anos e 11 meses de idade, em Sobradinho, uma creche parceira se destaca por sua história e tradição com a qualidade do ensino e aprendizagem, o Instituto Vitória Régia. Localizada no coração da cidade, a instituição é uma referência em educação infantil com 41 anos de história. Em parceria com a SEEDF, desde 2013, o Instituto Vitória Régia oferece atendimento integral, com horários das 7h às 17h e uma estrutura que garante cinco refeições diárias, uniforme e higiene pessoal para cada criança. Guaranácio Santos Santana, coordenador administrativo e representante da presidência do instituto, destaca a importância do atendimento completo. “As crianças recebem um cuidado integral, com alimentação, atividades recreativas e apoio pedagógico. Os pais não precisam gastar com nada, pois tudo é fornecido pela creche”, pontua Santana. “Hoje, contamos com 629 crianças e 26 turmas apenas nesta unidade”, completa. Jane Carla Alves, diretora pedagógica da instituição, enfatiza a preocupação com a diversidade e a integração das atividades. “Nossa programação inclui atividades diversificadas e eventos que envolvem os pais, como a Semana Distrital da Educação Infantil, que começa com um desfile especial. Também oferecemos teatro, pintura e até sessões de cinema. Além disso, buscamos sempre integrar nossas atividades com as outras unidades administradas pelo instituto para garantir uma qualidade uniforme”, afirma Jane. 1º e 2º períodos Após a creche, as crianças adentram uma outra fase da educação infantil, chamadas de 1º e 2º períodos, que envolvem crianças de quatro a cinco anos e 11 meses. Nessa nova etapa, o Centro de Educação Infantil (CEI) 03 de Brazlândia, criado em dezembro de 2018, é destaque. O centro conta com um total de 145 crianças, sendo 16 do maternal, 69 do 1º período e 60 do 2º período, em jornada integral de 10 horas. Segundo Cláudia Benito, diretora da instituição, a educação infantil é uma das fases mais importantes da vida escolar de uma criança. “É nessa etapa que ocorre o desenvolvimento cognitivo, social e emocional, além de ser o período em que a curiosidade, a imaginação e a criatividade são despertadas. Tudo isso será realizado de maneira lúdica, com brincadeiras, contação de histórias e jogos”, explica. Os alunos recebem suporte completo por parte da escola, desde transporte, uniformes, alimentação e materiais escolares. A rotina na escola começa às 7h30. Logo que chegam, vão para sala de aula, fazem a rotina de ir ao banheiro e, depois, entre 8h e 9h, tomam o café da manhã. O cardápio do café da manhã é variado e tem cuscuz com queijo manteiga, frutas, sucos e vitaminas de frutas. Durante o dia, entre almoço, um tempo para o cochilo da tarde e lanche, os estudantes participam da rotina da Rodinha de Conversa, que envolve as atividades que contemplam os diversos campos de experiências da Educação Infantil. Durante a Semana da Educação Infantil, o CEI 03 de Brazlândia vai dar continuidade à Plenarinha da Educação Infantil, na qual a escola tem trabalhado desde o início do ano, um trabalho em homenagem à ex-diretora da escola. “Ela estava adoentada, e a gente teve a ideia de criar o ‘Pomar professora Margareth’. A professora veio à escola, a gente fez a homenagem, cada turma plantou uma árvore frutífera e cada turma vem cuidando dessa árvore, desde o início do ano. Então, vamos trabalhar a Semana de Educação Infantil com a nossa plenária e também o Circuito de Ciências, tudo integrado e com base nas plantas do pomar”, disse a diretora. *Com informações da SEEDF

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Semana Distrital da Educação Infantil começa nesta segunda (26)

Neste domingo (25), é celebrado o Dia Distrital da Educação Infantil,  estabelecido pela Lei Distrital nº 4.681, de 24 de novembro de 2011, que também institui a Semana Distrital da Educação Infantil. Atendendo crianças de até 5 anos e 11 meses de idade, a educação infantil visa o desenvolvimento integral dos pequenos em seus aspectos físico, afetivo, intelectual, linguístico e social, complementando a ação da família e da comunidade. Prevista no calendário escolar da Secretaria de Educação (SEEDF), a semana será celebrada de 26 a 30 de agosto com diversas atividades promovidas nas unidades escolares. O objetivo é estimular a reflexão sobre a necessidade de garantir às crianças seus direitos à educação, ao afeto, ao cuidado, à proteção e à brincadeira, por meio de ações educativas que orientem o desenvolvimento integral dos alunos. Semana Distrital da Educação Infantil terá diversas atividades promovidas nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal | Foto: Mary Leal/ SEEDF A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga, explica a importância do momento. “Essa iniciativa visa promover a conscientização sobre a importância dos primeiros anos de vida pelo desenvolvimento humano. Essa fase é fundamental para a formação de vínculos, a construção de habilidades e o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças”, destaca. Plenarinha Uma das ações promovidas pela SEEDF, por meio da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb), para celebrar a Semana Distrital da Educação Infantil é a etapa distrital da XII Plenarinha da Educação Infantil, que reúne representantes das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs). O evento será realizado na quarta-feira (28), na sede da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), na 907 Sul. Estão previstas as seguintes atividades: acolhimento das crianças, falas das crianças, interações e brincadeiras, oficinas e lanches. Realizada desde 2013, a Plenarinha é um projeto desenvolvido pela Secretaria de Educação nas unidades escolares públicas e instituições educacionais parceiras que oferecem educação infantil. Seu objetivo é fortalecer o protagonismo das crianças na primeira infância, possibilitando o exercício de cidadania ativa e o conhecimento de seus direitos e deveres. A ação busca promover a escuta atenta e sensível dos pequenos alunos quanto às suas necessidades e interesses, colocando a criança como protagonista no processo educacional. Outras Ações Além da Plenarinha, durante a Semana Distrital da Educação Infantil, diversas atividades serão promovidas nas escolas, de forma individual. A SEEDF apresentou quatro eixos para orientar as atividades: – Planejamento de interações e brincadeiras, tanto diretas, com a participação efetiva das crianças, quanto indiretas, com ações voltadas para as famílias. – Planejamento para as coordenações pedagógicas, incluindo oficinas, fóruns de experiências, seminários e palestras, entre outras estratégias, para atender às necessidades de formação dos professores e demais profissionais da educação. – Planejamento para e com as crianças, permitindo que os pequenos expressem suas preferências na criação de situações brincantes, entre outras possibilidades. – Planejamento para e com as famílias, promovendo encontros e palestras sobre a importância do brincar para o desenvolvimento infantil. *Com informações da Secretaria de Educação

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Plenarinha da Regional do Recanto das Emas celebra protagonismo infantil das escolas da região

Com o tema Identidade e diversidade na educação infantil: eu sou assim e você, como é?”, a 12ª Plenarinha da Secretaria de Educação (SEEDF) contemplou, nesta quarta-feira (21), a Coordenação Regional de Ensino do Recanto das Emas. O projeto tem três etapas: local, nas escolas que desenvolvem as atividades com os estudantes; regional, organizada individualmente pelas 14 regionais de ensino do DF, e distrital, que reúne escolas de diversas regiões.  Crianças participaram de oficinas e atividades que tiveram como foco a valorização da realidade local | Foto: Jotta Casttro/SEEDF “Esse momento para as crianças é fantástico, elas vão vivenciar tudo que foi trabalhado nas escolas”, comentou a coordenadora da Regional de Ensino do Recanto das Emas, Mariana Ayres. “Estamos apresentando o Recanto das Emas, para que as crianças conheçam e valorizem sua cidade.” “A Plenarinha é um evento muito importante da Secretaria de Educação, que vem dar à educação infantil o protagonismo que ela merece” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O encontro foi realizado no Núcleo Rural Vargem da Bênção, com a participação de cerca de 700 crianças de até 5 anos de idade de 15 escolas públicas e conveniadas da educação infantil da regional de ensino. A programação do projeto contou com diversas oficinas e contação de histórias voltadas para os pequenos. “A Plenarinha é um evento muito importante da Secretaria de Educação, que vem dar à educação infantil o protagonismo que ela merece”, ressaltou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que também participou da abertura do evento e interagiu com os participantes durante as oficinas. Parcerias Educação, saúde, esporte, lazer, meio ambiente, segurança, arte e cultura foram os temas desenvolvidos durante a Plenarinha. Participaram das oficinas representantes da Secretaria de Saúde (SES-DF), do Zoológico, da Polícia Militar (PMDF) e da Caesb. A cada ano, as ações promovem o envolvimento das crianças com o mundo, de modo que elas possam conhecer, ouvir, sentir, contar, imaginar e criar suas próprias histórias por meio de brincadeiras e vivências, trazendo uma temática nova a cada edição. Além de permitir que os estudantes tenham um dia dedicado à diversão, o evento expõe o trabalho feito pelas crianças em torno do tema. “Este ano, a gente está ressignificando a Plenarinha, para as crianças terem essa participação, esse protagonismo, dizerem o que querem, o que pensam daqui do Recanto”, avaliou a coordenadora da Regional de Ensino do Recanto das Emas, Mariana Ayres. Beatriz Oliveira Costa, servidora da Coordenação Regional de Ensino local, anunciou para 11 de setembro mais um evento da série: “Vamos fazer uma plenária, e as crianças vão entregar cartas e desenhos sobre o que elas querem para o Recanto das Emas”. Prevenção ao abuso Uma novidade dessa edição regional ficou por conta das oficinas do projeto Pró-Vida, Eu me Protejo – Prevenção em Ação, de prevenção ao abuso sexual de crianças e adolescentes, que busca implantar uma cultura de proteção nas escolas, em especial na primeira infância. As atividades apresentaram material educativo para todas as turmas por meio de linguagem simples e lúdica, para estimular nas crianças a consciência de seu próprio corpo. “Temos como objetivo fazer formação dos profissionais que atuam na primeira infância aqui na cidade do Recanto das Emas”, disse a presidente do projeto Pró-Vida, Celiomar Dias de Oliveira. “A intenção é levar o conhecimento e fazer com que essas escolas possam desenvolver boas práticas.” O Pró-Vida tem ainda um concurso de melhores práticas, entre as escolas participantes, com prêmio de R$ 10 mil para a unidade vencedora desenvolver seu projeto. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Profissionais da educação infantil passam por formação

Previsto no calendário escolar 2024 da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), o segundo dia de Formação da Educação Infantil ocorreu na última quarta-feira (19) para os profissionais que trabalham com a modalidade e atendem aproximadamente 73 mil bebês e crianças na rede pública de ensino. Palestras temáticas e oficinas práticas sobre o universo do brincar foram organizadas pelas 14 coordenações regionais de ensino (CREs), por meio das unidades de educação básica. Qualificação visa subsidiar as ações dos profissionais da educação infantil, ampliando conhecimento e repertório | Foto: Divulgação/ SEEDF Realizada três vezes por ano, a formação tem como propósito ampliar conhecimentos e criar repertório para os profissionais da educação infantil das unidades públicas e instituições educacionais parceiras acerca das especificidades inerentes a esta etapa da educação básica. Este ano, a formação já foi realizada em abril e, agora, em junho. A próxima está marcada para outubro. A educação infantil é a primeira etapa da educação básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 anos de idade em seus aspectos físico, afetivo, intelectual, linguístico e social, complementando a ação da família e da comunidade. Desse modo, as atividades realizadas na formação visam subsidiar as ações dos profissionais que trabalham com a modalidade educacional, a fim de contribuir para que as crianças vivenciem seu direito à infância no cotidiano das escolas. A diretora de educação infantil da SEEDF, Jaqueline Avelino, agradeceu o empenho e a participação das equipes na formação. “A equipe da diretoria de educação infantil pôde acompanhar as ações do segundo dia de formação nas 14 Coordenações Regionais de Ensino, e foi possível constatar a seriedade e riqueza das atividades proporcionadas aos profissionais da educação infantil.” *Com informações da Secretaria de Educação

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Semana do Brincar promove o valor da ludicidade na educação infantil

Em meio à tecnologia e à rotina acelerada da sociedade contemporânea, o simples ato de brincar muitas vezes é subestimado. No entanto, a infância é uma fase crucial do desenvolvimento humano, e a brincadeira desempenha um papel fundamental nesse processo. Reconhecendo essa importância, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promove, de 20 a 24 de maio, a Semana do Brincar, uma campanha anual que visa sensibilizar sobre a relevância do brincar na formação das crianças. Estabelecida pela Lei Distrital 13.257/2016, a Semana do Brincar no Distrito Federal tem como objetivo celebrar e conscientizar sobre a essência lúdica da infância. Realizada em unidades de educação infantil, a iniciativa proporciona uma série de atividades e reflexões sobre o universo infantil e suas necessidades. O Centro de Ensino Infantil 203 de Santa Maria organizou uma apresentação teatral com a história ‘Cachinhos Dourados e os Três Ursos’ durante a Semana do Brincar | Fotos: Mary Leal/SEEDF No Centro de Ensino Infantil 203 de Santa Maria, a Semana do Brincar teve como tema Desafios e Experimentos, oferecendo contação de histórias, conversa, jogos interativos e brincadeiras de gincana. Uma das atividades destacadas foi a apresentação teatral da história Cachinhos Dourados e os Três Ursos, encenada pelas crianças. Rosana Almeida, mãe do aluno Arthur de Almeida, de 4 anos, valoriza a participação nas atividades escolares do filho. “Eu me envolvo, pesquiso antes sobre o tema dos eventos. Quero que ele participe de todas as iniciativas da escola”. “Na Semana do Brincar aqui na nossa escola, além das atividades teatrais, estamos abordando jogos matemáticos como uma forma divertida de aprendizagem e descobertas. As crianças se envolvem e nós ficamos muito felizes por brincar junto com elas”, conta Rosalina Bernardo, supervisora pedagógica do CEI 203 de Santa Maria. Sobre a Semana do Brincar Desde a consolidação em 1998 como o Dia Internacional do Brincar, celebrado em torno de 28 de maio, a Semana do Brincar tem sido um catalisador global para reforçar a importância da atividade na vida das crianças. No Distrito Federal, essa semana especial não só celebra a ludicidade, mas também destaca o compromisso com o desenvolvimento saudável e integral das crianças. Arthur de Almeida, aluno do CEI 203 de Santa Maria, e a mãe, Rosana, participaram do dia de brincadeiras Durante a semana, as instituições de educação infantil do Distrito Federal adotam uma abordagem criativa e abrangente, oferecendo atividades que incentivam a imaginação, cooperação e expressão individual das crianças. De jogos tradicionais a oficinas de arte e música, passando por contação de histórias e brincadeiras ao ar livre, cada momento é uma oportunidade de aprendizado e crescimento. Além de proporcionar diversão, o brincar desempenha um papel crucial no desenvolvimento cognitivo, emocional, social e físico das crianças. Por meio do jogo, elas exploram o mundo ao seu redor, experimentam papéis, resolvem problemas e constroem relações interpessoais. É um espaço onde a criatividade floresce, a autoconfiança é fortalecida e as habilidades sociais são cultivadas. Entretanto, mesmo diante de sua importância incontestável, o brincar enfrenta desafios em um mundo cada vez mais tecnológico e estruturado. Por isso, iniciativas como a Semana do Brincar são essenciais para reafirmar seu valor e incentivar pais, educadores e a sociedade em geral a priorizar e proteger esse direito fundamental das crianças. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Quarto e último lote do Cartão Material Escolar começa a ser pago nesta sexta (12)

O pagamento do quarto e último lote do Cartão Material Escolar (CME) começa a ser creditado nesta sexta-feira (12). Nesta etapa serão contemplados 5.273 estudantes, entre eles: alunos do ensino médio, Educação para Jovens e Adultos (EJA) e  ensino especial. Vale ressaltar que os alunos da educação infantil e do ensino fundamental, que não haviam sido contemplados nos lotes anteriores e atendem aos critérios para receber o benefício, também estão dentro da lista. No total, o investimento do quarto lote chega ao valor de R$ 1.512.320. O CME é destinado a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal, que tenham entre 4 e 17 anos, cujos pais ou responsáveis legais sejam beneficiários do Bolsa Família ou programa similar do governo federal | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O beneficiário contemplado nesse lote que ainda não possui o cartão físico poderá consultar o local de retirada no site do GDF Social. Veja o cronograma para retirada do cartão na Agência BRB ⇒ Iniciais A-J: dia 15/4 ⇒ Iniciais K-Z: dia 16/4 Os contemplados também poderão tirar dúvidas e consultar demais informações por meio do telefone 156. Em 2024, houve um crescimento de 27.519 contemplados do CME, comparado ano anterior. Ao todo, foram beneficiados 175.613 estudantes, distribuídos nos quatro lotes, totalizando R$ 54.198.800 em investimento. O programa O Programa Material Escolar foi instituído pela Lei nº 6.273/2019 e é realizado em parceria da Secretaria de Desenvolvimento Social e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal, conforme institui a Portaria Conjunta nº 2, de 19 de janeiro de 2023. O CME é destinado a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal, que tenham entre 4 e 17 anos, cujos pais ou responsáveis legais sejam beneficiários do Bolsa Família ou programa similar do Governo Federal. As famílias recebem R$ 320 para cada aluno matriculado na educação infantil e fundamental e R$ 240 para cada estudante do ensino médio. A Secretaria de Educação ressalta que um mesmo portador do cartão pode receber o benefício por dois ou mais estudantes, desde que estejam dentro dos critérios. É importante também que as famílias mantenham os dados cadastrais atualizados ao longo do ano, destacando a necessidade de informações como número do NIS, CPF do responsável familiar e do estudante, nome da mãe e nome do estudante para a localização eficiente do beneficiário. Este ano, foram cadastradas 339 papelarias que estão aptas a vender os materiais da lista fornecida pelas escolas da rede pública. Confira aqui a lista de papelarias credenciadas. *Com informações da SEEDF

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Inaugurado Cepi Rosa do Campo, em Santa Maria, para atender 200 crianças

Santa Maria acaba de ser beneficiada com mais uma unidade do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi). Batizada de Rosa do Campo, a nova creche fica na quadra 201 e foi inaugurada nesta quarta-feira (3) pelo governador Ibaneis Rocha. Foram investidos mais de R$ 4,2 milhões pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na construção da estrutura que vai abrigar, em tempo integral, 200 crianças de até 6 anos no ensino infantil, do berçário à pré-escola. As aulas estão previstas para começar na segunda-feira (8). “Creche no DF ainda é um problema porque nós recebemos [o governo] com 24 mil crianças na fila. Hoje nós temos menos de seis mil e esperamos zerar esse déficit até o final do governo”, afirmou Ibaneis Rocha. “Com isso, a gente dá dignidade às mulheres, que têm um local para colocar as crianças e podem ir trabalhar para ajudar na renda familiar”, completou. Ibaneis Rocha: “A gente dá dignidade às mulheres, que têm um local para colocar as crianças e podem ir trabalhar para ajudar na renda familiar” A construção visa atender uma demanda da cidade. Até 2019, o DF tinha 24 mil crianças aguardando na fila. “Nós vamos conseguir atender aproximadamente 200 crianças. Estamos muito felizes com mais essa entrega. A fila está a cada dia menor. Com os novos Cepis que vamos entregar chegaremos bem perto de zerar esses números”, afirmou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Em uma estrutura de 1.311,97 m², o projeto segue os parâmetros do programa Pró-infância, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com 10 salas de aula, refeitório, pátio coberto e descoberto, banheiros, salas administrativas e multiúso, acessibilidade, estacionamento e guarita. “Nós concentramos aqui uma força-tarefa porque esse projeto deu muito trabalho, pois tivemos que fazer adaptações necessárias, criando uma obra arejada, moderna e com as instalações bem adaptadas para crianças de até 6 anos”, informou o presidente da Novacap, Fernando Leite. Em uma estrutura de 1.311,97 m², o projeto segue os parâmetros do programa Pró-infância, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com 10 salas de aula | Foto: Tony Oliveira/ Agência Brasília O Cepi foi erguido em um espaço ocioso aos fundos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 201. “Como a demanda é muito crescente, veio a calhar a implantação desse Cepi. Já estamos planejando novos projetos para aumentar ainda mais a capacidade de atendimento”, revelou o diretor de arquitetura da Secretaria de Educação (SES-DF), Tiago Reges. Atualmente está em execução outro Cepi na região administrativa, na área da 215/315, que se soma a outros 16 em construção, com investimento de quase R$ 92 milhões. Este ano já foram inaugurados o Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente, e o Cepi Orquídea do Cerrado, em Ceilândia. Juntos, eles atendem 376 alunos da educação infantil. Expectativa atendida Yasmim Ribeiro de Souza levou a filha ao Cepi: ““Gostei bastante do espaço e, pelo que já vi, ela gostou muito também” | Foto: Tony Oliveira/ Agência Brasília A dona de casa Gabriela Soares, 21 anos, esperava há dois anos uma oportunidade para matricular a filha Luna, 3, em uma creche pública próxima de casa. A chance apareceu com a inauguração do Cepi Rosa do Campo. “Foi uma coisa muito esperada por mim. Gostei muito. Achei muito legal e ela gostou também. Acho que vai se adaptar muito bem”, afirmou. Gabriela entende que a implantação vai beneficiar muitas mães. “Muita gente trabalha e não tem com quem deixar os filhos. Então, acho isso aqui muito importante”, comentou. A pequena Maria Eduarda Duarte de Souza, 2, é uma das futuras alunas do Cepi. A vaga da menina na creche possibilitará que a mãe, a dona de casa Yasmim Ribeiro de Souza, 18, possa tentar uma oportunidade no mercado de trabalho. “Minha expectativa era grande. Estava doida para ela vir estudar aqui porque estou à procura de um emprego. Espero que ela continue aqui pelos próximos anos”, ressaltou. Yasmim fez questão de elogiar a estrutura do centro educacional: “Gostei bastante do espaço e, pelo que já vi, ela gostou muito também”. O Cepi Rosa do Campo é administrado pela Associação Social Renascer, responsável por cuidar de outras creches públicas em Santa Maria. A diretora Fabiana Potira está animada para receber os alunos. “Esperamos atender todas as necessidades da comunidade da 201, quadra que a gente reside agora, e das demais comunidades vizinhas em Santa Maria”, definiu.

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DF terá mais 17 novas creches até o fim do ano para ampliar vagas infantis

O compromisso com a educação de primeira infância segue sendo uma das prioridades do Governo do Distrito Federal (GDF). Até o fim do ano, a expectativa é entregar 17 novos Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis) e alcançar a marca de 80 unidades infantis entregues desde 2019. O investimento nas unidades soma R$ 92 milhões. Nesta sexta-feira (22), o governador Ibaneis Rocha visitou o recém construído Cepi Orquídea do Cerrado, localizado na EQNP 8/12, em Ceilândia. A creche recebeu investimentos da ordem de R$ 4.318.479,16 para acolher com conforto e segurança 188 alunos em período integral. A cidade terá mais duas escolinhas, uma na quadra QNO 18 e outra na QNP 11. Ibaneis Rocha: “Quando assumimos o governo, em 2019, eram 23 mil crianças que aguardavam na fila. Hoje, nós temos aproximadamente seis mil” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “A nossa determinação é diminuir a fila que ainda existe para conseguir uma vaga nas creches do Distrito Federal. Já conseguimos reduzir bastante. Quando assumimos o governo, em 2019, eram 23 mil crianças que aguardavam na fila. Hoje, nós temos aproximadamente seis mil. Para esse ano, temos 17 creches que ainda serão entregues e a gente vem buscando ampliar por meio da parceria com a iniciativa privada”, afirmou o chefe do Executivo. Cada novo Cepi tem capacidade para atender 188 crianças em turno integral, o que representa mais 3.196 vagas para crianças de 4 meses a 3 anos nas 17 novas unidades. De acordo com a secretária de Educação, Helvia Paranaguá, o objetivo é aproximar o governo da comunidade: “Estamos chegando até a população e incentivando essa etapa da primeira infância. Até o fim do ano, a nossa meta é entregar 80 Cepis construídos nos últimos cinco anos”, revelou a secretária de Educação, Helvia Paranaguá. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá: “Estamos chegando até a população e incentivando essa etapa da primeira infância” As regiões que receberão novas unidades de ensino infantil são: – Samambaia (Quadra 217) – Riacho Fundo 2 (QN 9) – Riacho Fundo 2 (QN 7) – Recanto das Emas (Q 510) – Recanto das Emas (Q 109) – Taguatinga (Setor J) – Taguatinga (Setor L) – Ceilândia (QNP 11) – Ceilândia (QNO 18) – Taquari – Jardins Mangueiral – Riacho Fundo (QN 14) – Guará (EQ 17/19) – Santa Maria (215/315) – Estrutural – Gama (EQ 01/02) – Vila Telebrasília Ambiente planejado A escolinha segue o padrão definido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que contempla 10 salas de atividades para a educação infantil, sala multiúso, direção, secretaria, sala de professores, solários, fraldários, lactário, sala de amamentação, refeitório, pátio não coberto para a instalação de brinquedos infantis, sanitários para alunos e para professores/comunidade, sanitários para pessoas com deficiência, playground, cozinha, despensa, rouparia, lavanderia, vestiários e copa para os funcionários. Cada novo Cepi tem capacidade para atender 188 crianças em turno integral O Cepi Orquídea do Cerrado é administrado pelo Instituto Éden, responsável por cuidar de outras quatro creches públicas do DF. “Nós temos trabalhado para uma sociedade mais justa, humana e feliz. Atendemos, ao todo, cinco Cepis e eu fico muito satisfeita em ter uma administração experiente para orientar pais e crianças”, completou a presidente do instituto, Haidée de Souza Neves. Mesmo com toda a infraestrutura pré-definida pelo governo federal para impulsionar a educação psicopedagógica, o Cepi Orquídea do Cerrado foi além. O grande diferencial da creche é a horta comunitária, plantada e regada pelos próprios alunos. Por lá, as crianças cuidam das plantações de tomate, alho e milho. O pequeno Vinycius de Oliveira, de 4 anos, disse que as aulas preferidas dele são aquelas sobre o meio ambiente: “Eu gosto da minha escola e amo plantar e comer tomate nos lanches”. Os alunos do Cepi Orquídea do Cerrado são acolhidos em período integral, o que garante tranquilidade para os pais irem ao trabalho. Das 7h30 às 17h30, são diversas tarefas propostas pela equipe pedagógica para entreter, ensinar e interagir com os pequenos. “Para que as crianças consigam ficar dez horas diárias, é necessário que haja atividades diversificadas” Andréa Sousa, coordenadora pedagógica “Para que as crianças consigam ficar dez horas diárias, é necessário que haja atividades diversificadas. Isso colabora não só no desenvolvimento pedagógico, como também no motor também. Nós traçamos mensalmente as atividades lúdicas que estimulam o desenvolvimento, como brincadeiras ao ar livre e circuitos”, detalhou a coordenadora pedagógica da unidade, Andréia Sousa. O Cepi Orquídea do Cerrado é mais uma das creches entregues aos moradores de Ceilândia. O Centro de Educação da Primeira Infância Papagaio, localizado na EQNP 6/10, foi inaugurado em 2020 e hoje acolhe 112 crianças graças ao investimento de R$ 3.060.454,20 do GDF. O governo ainda trabalha na construção de outras duas unidades em Ceilândia, uma na QNO 18 e outra na QNP 11. As duas demandam recursos de mais de R$ 11,3 milhões para acolher 376 crianças. Acolhimento que conforta Entre outras coisas, a estrutura do Cepi inclui 10 salas de atividades para a educação infantil, sala multiúso e parque Um dos maiores anseios dos pais é saber se o filho está sendo bem cuidado na escola onde estuda. A autônoma Jeovania Pereira de Oliveira, 45, teve medo quando tirou o filho da creche particular para matriculá-lo no Cepi Orquídea do Cerrado. “Eu fiquei com muito receio no início, o coração ficava na mão. Quando cheguei e conheci a equipe, eu tive a confiança de deixar meu filho lá. Eu não podia pagar R$ 800 de mensalidade na creche particular. O Cepi está me ajudando muito, principalmente porque vejo no dia a dia que a instituição está preparada para lidar com as crianças”, afirmou. Joyceane Silva Oliveira, 24, é autônoma e mamãe do Levi. Ele foi diagnosticado com transtorno do espectro autista quando tinha 1 ano de idade. Hoje, aos 3 anos, ele é assistido pela equipe do Cepi. Segundo ela, a inauguração da creche ao lado de casa foi crucial para o desenvolvimento do filho. “Ele é muito bem acolhido pela equipe da escola. O Levi se desenvolveu muito com as outras crianças. Quando eu o deixo todos os dias, eu fico despreocupada porque eu sei que ele vai receber todo o cuidado necessário”, pontuou. “Com a creche em período integral, eu consigo arrumar a casa e fazer bicos para aumentar a renda da família. Sem a escolinha, eu teria de arrumar uma babá para conseguir trabalhar, o que não compensaria com os gastos que temos hoje.” A atendente Taís da Silva Caetano, 30, tem dois filhos que estudam na creche. Para ela, é visível o desenvolvimento dos pequenos depois que começaram a ir para a escolinha. “O Theo nem sentava há quatro meses. Hoje, ele já anda. O Calleb já está aprendendo a ler e a contar. Com pouco tempo que estão na creche, já ajudou muito no crescimento deles. O que eu mais gosto aqui é do acolhimento. Os dois são um chamego puro com as tias. Isso me tranquiliza”, defendeu.

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Educadores da rede pública podem se inscrever para Curso Mobilidade e Trânsito

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o 13º Ciclo de Formação de Professores do Programa Detran nas Escolas – Curso Mobilidade e Trânsito. Voltado para professores efetivos e temporários da Secretaria de Educação e das instituições de educação infantil conveniadas, o curso tem carga horária de 120h/a e é oferecido na modalidade a distância, com encontros síncronos virtuais e presenciais. O Detran-DF disponibiliza material didático de apoio para os estudantes cursistas, sendo um kit de jogos para Educação Infantil e um kit de livros – contendo exemplares do professor e do aluno – para os anos iniciais do Ensino Fundamental | Foto: Divulgação/Detran-DF A capacitação, oferecida pelo Detran-DF, tem como objetivo desenvolver ações pedagógicas voltadas à Educação para o Trânsito, numa perspectiva da mobilidade segura e do desenvolvimento de uma cultura de paz no trânsito. Para isso, busca a compreensão das particularidades implicadas no transitar com segurança, nos variados espaços públicos, observando as diferentes possibilidades, orientações técnicas e determinações legais. O Detran-DF disponibiliza material didático de apoio para os estudantes cursistas, sendo um kit de jogos para educação infantil e um kit de livros – contendo exemplares do professor e do aluno – para os anos iniciais do ensino fundamental. “O curso Mobilidade e Trânsito é um braço importante do Detran-DF nas escolas e contar com o engajamento dos professores de todos os segmentos da educação nos permite ampliar a cultura de paz no trânsito, desenvolvendo práticas que incluam a comunidade escolar na preservação de vidas no trânsito”, explica a diretora de Educação de Trânsito, Paula Nunan. Inscrições Os professores interessados podem se inscrever por meio deste link até o dia 25 de março de 2024. Vale destacar que esse curso não bloqueia o CPF do cursista, podendo ser feito concomitantemente com outros cursos oferecidos pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação do Distrito Federal (Eape). A aulas têm acompanhamento de tutores no Ambiente Virtual de Aprendizagem da plataforma de Educação a Distância do Detran-DF e a certificação é emitida pela Eape. *Com informações do Detran-DF

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Divulgado resultado das inscrições para novos estudantes na rede pública

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) divulgou nesta quinta-feira (28) os resultados das inscrições para novos estudantes que buscam uma vaga na rede pública de ensino em 2024. Os resultados contemplam alunos dos diversos segmentos educacionais, incluindo ensino regular (educação infantil, ensino fundamental e médio), ensino especial (estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista – TEA, transtornos funcionais específicos e altas habilidades/superdotação), além da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Após a divulgação dos resultados, os estudantes selecionados deverão realizar as matrículas presencialmente na escola designada, no período de 3 a 10 de janeiro de 2024. Remanejamento Escolar Aqueles que solicitaram remanejamento, visando a mudança de uma escola pública para outra, devem verificar os resultados diretamente na escola em que o pedido foi efetuado. Após confirmar o remanejamento na unidade de ensino de 2023, o estudante ou seu responsável deve comparecer presencialmente na nova escola para efetuar a matrícula, no mesmo período de 3 a 10 de janeiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Vagas Remanescentes É importante destacar que a não confirmação da matrícula resultará na perda da vaga na escola indicada. Nesse caso, o estudante terá uma nova oportunidade somente quando forem disponibilizadas as vagas remanescentes, que ocorrem após o período regular de matrículas. A Secretaria de Educação reforça que os estudantes e/ou responsáveis devem estar atentos aos prazos estabelecidos, de forma a garantir o acesso à educação na rede pública do Distrito Federal. Veja aqui a relação de documentos necessários para efetivar a matrícula Apresentar a original e cópia de: • Documento de identificação (RG) – Certidão de Nascimento ou outro documento oficial com foto • CPF do estudante • Registro Geral (Carteira de Identidade ou CNH) do responsável legal pela matrícula do estudante • CPF do responsável legal pela matrícula do estudante • Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou Histórico Escolar • Comprovante de residência e/ou do local de trabalho, conforme o local indicado no ato da inscrição • 2 (duas) fotografias 3 x 4 • Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH, nos termos da Lei Distrital nº 4.379/2009 • Carteira de Vacinação, conforme Lei nº 6.345/2019 • Número do NIS – Número de Inscrição Social Número do NIS – Número de Inscrição Social (NIS) do responsável legal pela matrícula do estudante Documentos EJA Apresentar a original e cópia: • Documento de identidade (RG) • CPF do estudante • 2 (duas) fotografias 3 x 4 • Registro Geral (Carteira de Identidade ou CNH) do responsável legal pela matrícula do estudante quando for menor de 18 anos • Declaração Provisória de Matrícula (DEPROV) ou Histórico Escolar • Comprovante de residência ou do local de trabalho *Com informações da SES-DF

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Escolas públicas celebram o fim do ano letivo com atividades natalinas

O fim do ano letivo está marcado para o próximo dia 22 nas escolas públicas do Distrito Federal, e o espírito de Natal já contagiou os estudantes. No Centro de Educação Infantil (CEI) 05 de São Sebastião, os alunos foram surpreendidos com a visita do Papai Noel dos Correios. Na Escola Classe (EC) 204 Sul, por sua vez, os pequenos soltaram a voz para os moradores e comerciantes da quadra com uma linda cantata natalina. Em Taguatinga, na Escola Classe (11), Papai Noel também alegrou os alunos com a entrega de presentes. Ana Vitória, de 4 anos, alegra-se com a chegada de seu presente, entregue pelas mãos de Papai Noel e Mamãe Noel | Foto: Jotta Castro/SEE A emoção no CEI 05 de São Sebastião com o Papai Noel dos Correios chegou em dose dupla à escola, já que ele estava acompanhado da Mamãe Noel. Juntos, eles distribuíram 275 presentes para todos os alunos. Além disso, os servidores dos Correios prepararam também uma homenagem para as crianças com o coral da empresa, que apresentou canções natalinas. Cartas [Olho texto=”“Hoje estamos realizando a concretização de um sonho desses alunos, que é ganhar o presente das mãos do próprio Papai Noel. Isso é mágico na vida de qualquer criança” ” assinatura=”Marluce Moreira, diretora do CEI 05 de São Sebastião” esquerda_direita_centro=”direita”] Ana Vitória, 4, foi a primeira a receber o presente: uma boneca, que pediu na cartinha entregue pelos professores aos Correios. “Eu queria muito uma bonequinha e o Papai Noel me deu de presente; ela é linda”, comemorou a aluna do primeiro período da educação infantil. A campanha do Papai Noel dos Correios une a empresa e a população em uma corrente de amor e generosidade. Além das cartinhas de crianças, os alunos de escolas públicas são convidados a também expressarem os desejos ao Papai Noel. A iniciativa tem como objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado da escrita de cartas pelas crianças e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocionais. “Nossa escola atende crianças de 4 e 5 anos, do primeiro ao segundo período da educação infantil, e esses pequenos são motivados todos os dias a sonhar e acreditar”, disse a diretora da escola, Marluce Moreira. “Hoje estamos realizando a concretização de um sonho desses alunos, que é ganhar o presente das mãos do próprio Papai Noel. Isso é mágico na vida de qualquer criança.” Cantata de Natal Na EC 204 Sul, desde o início deste mês, os 300 alunos do primeiro ao quarto ano do ensino fundamental vêm se preparando para o Natal. Eles participaram de atividades pedagógicas confeccionando cartazes para decoração e, durante dias, ensaiaram para uma cantata especial feita exclusivamente para os moradores e comerciantes da região. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A atração foi apresentada nesta quinta (14), com a presença de 120 alunos cantando clássicos natalinos para os comerciantes. Quem também entrou no clima natalino por meio da música foi a EC 410 de Samambaia, onde os alunos formam o Coral IN’Canto. Este ano, estudantes mobilizaram famílias e amigos para apresentações em diferentes locais. Mais presentes [Olho texto=”“Estamos felizes porque é um trabalho que envolveu não só a escola, mas toda a comunidade local” ” assinatura=”Alessandra Lopes, diretora da EC 204 Sul” esquerda_direita_centro=”direita”] Além da cantata, os alunos da EC 204 Sul recebem nesta sexta (15) a visita especial do Papai Noel, que vai distribuir 300 presentes escolhidos por meio das cartinhas dos alunos. Os pedidos foram “adotados” por vizinhos e comerciantes da região. As ações ocorrem na escola desde 2010 e envolvem toda a comunidade escolar. “Neste ano, nosso Papai Noel vem direto do Batalhão da Polícia Militar, nosso vizinho aqui da escola que se dispôs a alegrar esse momento tão especial”, relata a diretora da escola, Alessandra Lopes. “Estamos felizes porque é um trabalho que envolveu não só a escola, mas toda a comunidade local. Isso é gratificante para a gente, porque mostra como os alunos das escolas públicas são importantes.”  Na EC 11 de Taguatinga, o Papai Noel distribuiu, nesta quinta (14), 567 presentes para os estudantes de 6 a 12 anos. Os alunos também escreveram as cartinhas, que contaram com o apoio da comunidade escolar e da comunidade. “Poder entregar presentes para esses alunos é muito significante, pois sabemos o quanto isso é importante na vida deles”, observou a diretora da escola, Tatyane Emídio. *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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GDF investe R$ 148 milhões na construção de 30 unidades de educação básica

A educação infantil é uma grande aliada no desenvolvimento integral das crianças de até 5 anos. É na escolinha que os pequenos garantem um convívio social para além do núcleo familiar, aprendendo a viver em sociedade e desenvolvendo habilidades emocionais, cognitivas e motoras. Artes: Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) reconhece a importância desta primeira etapa da educação básica. Nos últimos cinco anos, quase R$ 148 milhões foram investidos na construção de 30 escolas que atendem a garotada com menos de 5 anos. A população já recebeu 13 delas, enquanto as outras 17 estão em construção. ?“Podemos dizer que o GDF já entregou o equivalente a 9,2 campos do estádio Mané Garrincha em escolas”, compara o subsecretário de Infraestrutura Escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE), Leonardo Balduino. “Essa é a resposta do governo para o aumento de crianças em idade escolar no Distrito Federal.” A construção de instituições de ensino leva em conta a demanda reprimida de cada cidade. “Fazemos um estudo para levantar a quantidade de crianças, a idade delas e o número de escolas na região”, explica Balduino. “Procuramos focar as áreas mais carentes de estrutura educacional, como Sol Nascente, Jardins Mangueiral, Ceilândia e Gama”. ?Atualmente, a rede pública de ensino do DF é responsável pelo atendimento de 79.309 crianças na educação infantil. O número, porém, deve aumentar. Um decreto assinado no dia 5 deste mês pelo governador Ibaneis Rocha permite que escolas ampliem suas instalações para receber um número maior de alunos. ?As creches, por exemplo, poderão atender mais de 200 crianças, capacidade máxima permitida hoje pela SEE. Para que a ampliação seja feita, será preciso atender todos os critérios de segurança e acessibilidade. A medida deve reduzir de 20% a 30% a fila por vagas na educação infantil, o que representa entre 2,8 mil e 4,2 mil vagas. Parceria A busca por soluções que atendam de forma mais célere à crescente demanda pelo ensino básico tem sido uma constante. Em 2021, uma ferramenta foi criada para permitir que escolas particulares ofereçam suas vagas ociosas para a rede pública de ensino. É o Cartão Creche, parte do Programa de Benefício Educacional-Social (PBES) do DF. “As instituições interessadas em fazer parte do programa precisam atender as crianças em turno integral, oferecendo cinco refeições diárias”, observa a diretora da Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEE, Eveline Spagna. “O pagamento da mensalidade é feito pelos pais, com um cartão abastecido todos os meses mediante comprovação da frequência escolar.” O Cartão Creche tem 66 instituições cadastradas, com 5.740 crianças de até 3 anos beneficiadas em todas as regiões do DF – um recorde desde o lançamento do programa. Em 2022, 58 creches participaram da iniciativa, oferecendo assistência a 5.049 alunos. O número representa um aumento de 11,6% em relação aos atendimentos de 2021. “Mais do que ampliar a quantidade de crianças assistidas pelo governo, o Cartão Creche estimula a economia local, investindo no microempreendedor”, aponta Eveline. “Além disso, é uma forma de atender o máximo de alunos possível enquanto mais creches públicas estão em construção.”

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Com matrículas abertas, rede pública espera 30 mil novos alunos para 2024

O Governo do Distrito Federal (GDF) espera receber no próximo ano letivo cerca de 30 mil novos alunos na rede pública. As inscrições para o ingresso dos novos estudantes estão abertas e seguem até o dia 31 deste mês, pelo site da Secretaria de Educação (SEE)  ou pelo telefone 156. [Olho texto=”“Não existe sorteio para a escola nem escolha da unidade pretendida durante a inscrição. A instituição será definida a partir do CEP. O estudante será direcionado para a unidade mais próxima que tenha vaga, tanto perto de casa quanto perto do trabalho do responsável”” assinatura=”Eveline Spagna, diretora da Subsecretaria de Acompanhamento, Planejamento e Avaliação” esquerda_direita_centro=”direita”] A solicitação de matrícula é válida para o ensino regular, que compreende a educação infantil e os ensinos fundamental e médio, e para alunos que ainda não estão matriculados na rede pública. Os estudantes já matriculados e que desejam mudar de escola devem aguardar o período do remanejamento, de 7 a 17 de novembro. No ato da inscrição, os responsáveis deverão ter os dados pessoais dos inscritos – CPF, nome completo e data de nascimento -, além de CEP da residência ou do trabalho do responsável, período, ano ou série pretendidos, número de telefone e e-mail. Caso o estudante não possua CPF, a inscrição só poderá ser feita pelo telefone. “Não existe sorteio para a escola nem escolha da unidade pretendida durante a inscrição. A instituição será definida a partir do CEP. O estudante será direcionado para a unidade mais próxima que tenha vaga, tanto perto de casa quanto perto do trabalho do responsável”, explica a diretora da Subsecretaria de Acompanhamento, Planejamento e Avaliação da SEE, Eveline Spagna. O resultado da inscrição será divulgado em 28 de dezembro. Porém, só será efetivado após a confirmação da matrícula, no período de 3 a 10 de janeiro de 2024. Para garantir a vaga, é preciso comparecer à escola contemplada com os documentos (originais e cópias) a seguir: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] – Documento de identificação do estudante e do responsável legal como RG, Certidão de Nascimento ou CNH; – CPF do estudante e do responsável legal; – Declaração provisória de matrícula ou histórico escolar do estudante; – Comprovante de residência e/ou local de trabalho, conforme o endereço indicado no ato da inscrição; – Duas fotografias 3×4; – Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH; – Carteira de vacinação; – Número de inscrição social (NIS) do estudante e do responsável legal. ?As inscrições para os estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), transtornos funcionais específicos e altas habilidades/superdotação serão realizadas no mesmo período, mas presencialmente nas coordenações regionais de ensino. “Assim é feito o processo de triagem em relação às especificidades do estudante. É para conhecermos o quadro e definirmos o melhor atendimento, se classe regular ou reduzida ou até algum centro especial”, pontua Eveline Spagna.

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GDF investe R$ 89 milhões na construção de mais 17 creches no DF

O Distrito Federal vai ganhar mais 17 creches para reforçar a educação infantil na rede pública de ensino. Para essas construções — que já estão em andamento —, o Governo do Distrito Federal (GDF) fará um investimento de aproximadamente R$ 89 milhões para atender mais de três mil crianças com 165 novas salas de aula e mais de 23 mil m² de área construída. As creches em construção e as cinco em licitação, somadas às outras 11 instituições (que representam investimento de R$ 29.326.320) já entregues pelo governador Ibaneis Rocha entre 2019 e 2023, totalizam 33 creches para ampliar o ensino infantil no DF. A expectativa é de que o GDF destine R$ 151,3 milhões para essas construções, que contabilizam 279 novas salas de aula e 5.333 crianças assistidas. O esforço do GDF em ampliar a distribuição de creches pelo DF reflete na queda do número de crianças que aguardam por uma vaga nas instituições de ensino infantil da rede pública. Em 2019, a fila de espera era de 19.759 crianças. Com as 11 novas creches entregues pelo governador Ibaneis Rocha, este número caiu para 15.340. O subsecretário de Infraestrutura da Secretaria de Educação, Leonardo Balduino, afirma que “esses espaços vêm para desafogar a demanda reprimida de crianças de 0 a 5 anos. As creches são de grande valia para toda a comunidade do DF, especialmente para as regiões onde estão sendo construídas” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Estamos focados no trabalho de construir mais creches no DF. Esses espaços vêm para desafogar a demanda reprimida de crianças de 0 a 5 anos. As creches são de grande valia para toda a comunidade do DF, especialmente para as regiões onde estão sendo construídas”, afirmou o subsecretário de Infraestrutura da Secretaria de Educação, Leonardo Balduino. De acordo com o subsecretário, as próximas creches a serem entregues são em Ceilândia, Planaltina e Sol Nascente. “Nós temos previsão de inauguração de mais três creches nos próximos meses. O CEPI [Centro de Educação da Primeira Infância] da EQNP 8/12, em Ceilândia; o CEPI da Quadra 23 de Planaltina; e o CEPI da Quadra 500 do Sol Nascente”, revelou [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Creche rural Em 2023, o GDF entregou as duas primeiras creches rurais da história do Distrito Federal. A primeira foi em junho deste ano, no Núcleo Rural Pipiripau II, em Planaltina, onde moram cerca de 4 mil pessoas. A unidade promove educação infantil para 30 crianças de até 3 anos de idade da região, incluindo assentamentos rurais. A segunda creche rural inaugurada foi no Núcleo Rural Jardim II, no Paranoá, que contou com um investimento de R$ 366,4 mil e hoje acolhe 35 crianças com idades entre 1 e 4 anos em regime integral ou nos turnos matutino e vespertino.

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Lançado caderno para a Plenarinha 2023/2024

A Secretaria de Educação do Distrito Federal lançou, na manhã desta sexta-feira (25), a 11ª edição do Caderno Guia para a Plenarinha 2023/2024. O caderno orienta o trabalho dos profissionais da educação infantil durante todo o período que antecede a Plenarinha (iniciativa que busca a participação das crianças no Projeto Político Pedagógico – PPP – de cada unidade escolar que oferta atendimento a Educação Infantil), que esse ano vai acontecer em novembro. Nesta dia 25, é celebrado o Dia Distrital e Nacional da Educação Infantil. Dessa vez, o guia também será usado nas atividades de 2024. Secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou o protagonismo dado às crianças no dia a dia da educação infantil | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF O guia serve de base para o educador desenvolver atividades com as crianças, dentro do tema proposto. Ele traz textos, entrevistas e experiências de professores, além de sugestões de atividades, para subsidiar o trabalho de professores da educação infantil. Essa edição da Plenarinha, que promove o protagonismo infantil no processo pedagógico, traz o tema ”Identidade e diversidade na educação infantil: eu sou assim e você, como é?” [Olho texto=”“Tudo que envolve diversidade traz um novo olhar. A primeira Plenarinha, em 2013, aconteceu num contexto de mudança de currículo. Trazer a criança para o foco central desse projeto é dar a ela o protagonismo no conteúdo ensinado. E compreender que essas múltiplas faces e identidades contribuem para o desenvolvimento saudável e integral das crianças”” assinatura=”Hélvia Paranaguá, secretária de Educação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Depois do lançamento do caderno, os docentes das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs) passarão por um treinamento. Ao final do segundo semestre do ano letivo, as escolas apresentam o que construíram a partir da temática. Baixe aqui o Caderno Guia da Plenarinha 2023/2024 A abertura do evento contou com a presença da secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, que destacou o protagonismo dado às crianças no dia a dia da educação infantil. “Tudo que envolve diversidade traz um novo olhar. A primeira Plenarinha, em 2013, aconteceu num contexto de mudança de currículo. Trazer a criança para o foco central desse projeto é dar a ela o protagonismo no conteúdo ensinado. E compreender que essas múltiplas faces e identidades contribuem para o desenvolvimento saudável e integral das crianças”, destacou Hélvia Paranaguá. Cerca de 150 profissionais da educação infantil da rede pública de ensino do DF participaram do evento. Após a abertura, foi a vez das crianças do Centro de Ensino de Primeira Infância (Cepi) Jacarandá, com turmas do berçário ao maternal II, apresentarem uma música e, em seguida, cada uma se olhou no espelho e descreveu o que via para o público. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Eu sou Helena. Meu cabelo é cacheado e minha pele é moreninha. E você, como é”, disse uma das alunas do Maternal II. “Eu sou Maria Flor. Meu olho é preto e branco. A minha pele é clara”, disse outra criança. A diretora de Educação Infantil da Secretaria de Educação do DF, Beatriz Oliveira, ressaltou a importância do reconhecimento da diversidade entre as crianças. “Isso é fundamental para proporcionar um ambiente de aprendizado inclusivo, equitativo e enriquecedor para as crianças. Reconhecer a diversidade envolve valorizar e respeitar as diferentes origens culturais, étnicas, sociais, econômicas, de gênero, religiosas e de habilidades das crianças, bem como promover a compreensão e a aceitação das diferenças”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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Ação em escola do Sol Nascente ensina alunos sobre uso racional da água

Cerca de 1.300 alunos da educação infantil e fundamental da Escola Classe 66, do Sol Nascente, participaram, nesta sexta-feira (25), de diversas atividades de educação ambiental, com a abordagem de temas como uso racional de água, uso correto da rede de esgoto, reciclagem e coleta seletiva. A ação Educar para Preservar foi realizada pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), em parceria com a Secretaria de Educação, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) e a Administração do Sol Nascente/Pôr do Sol com o objetivo de proporcionar às crianças uma vivência prática e extraclasse sobre o tema educação ambiental e sustentabilidade. Uso racional de água, uso correto da rede de esgoto, reciclagem e coleta seletiva foram alguns dos temas abordados no evento | Foto: Marco Peixoto/Caesb [Olho texto=”“A Caesb tem um papel muito maior que fornecer água de qualidade, coletar e tratar o esgoto. A Companhia tem se empenhado em proteger o meio ambiente e os recursos hídricos, levando conhecimento para nossos estudantes”” assinatura=”Luís Antônio Almeida Reis, presidente da Caesb” esquerda_direita_centro=”direita”] A programação contemplou a realização de brincadeiras lúdicas, palestras com técnicos da Caesb e da Adasa, visitas monitoradas ao Expresso Ambiental, um ônibus temático com maquete de 6 metros sobre o Ciclo do Saneamento. As mascotes Cristal (Caesb) e Gotita (Adasa) também marcaram presença e interagiram com o público presente. Ao final do evento, as crianças receberam da Caesb a cartilha Uma Viagem pelo Ciclo do Saneamento com informações para serem compartilhadas com a família. Durante todo o dia, a área comercial da companhia ofereceu atendimento à comunidade local a fim de sanar dúvidas e trazer informações da empresa. As ações educativas realizadas durante a iniciativa levaram às crianças o conhecimento de conceitos básicos relativos à educação ambiental e promoveram uma reflexão sobre os hábitos de consumo deste bem tão precioso que é a água. [Olho texto=”“Valorizamos muito esse trabalho de conscientização dos estudantes, em parceria com outros órgãos, que levam ações lúdicas e educativas para que os jovens possam repassar esse conhecimento e influenciar positivamente toda a comunidade escolar”” assinatura=”Hélvia Paranaguá, secretária de Educação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O estudante do 4º ano fundamental, Hibrain Santana Jacobina, participou das atividades no período da manhã. “Achei o dia muito legal. A Caesb ensinou que temos que economizar água. Agora vou ensinar meus pais que tem de escovar os dentes e fechar a torneira, tem que ensaboar a louça, fechar a torneira e depois abrir quando for enxaguar”, explicou. Para o presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis, essa ação é um instrumento necessário e promove reflexões sobre os problemas ambientais, alertando as futuras gerações sobre a importância do desenvolvimento sustentável. “A Caesb tem um papel muito maior que fornecer água de qualidade, coletar e tratar o esgoto. A Companhia tem se empenhado em proteger o meio ambiente e os recursos hídricos, levando conhecimento para nossos estudantes”, afirma. “Agora vou ensinar meus pais que tem de escovar os dentes e fechar a torneira, tem que ensaboar a louça, fechar a torneira e depois abrir quando for enxaguar”, diz o estudante Hibrain Santana Jacobina A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destaca que essa é mais uma ação dentro da rede pública de ensino do DF que tem como foco formar cidadãos mais conscientes com a sustentabilidade. “Valorizamos muito esse trabalho de conscientização dos estudantes, em parceria com outros órgãos, que levam ações lúdicas e educativas para que os jovens possam repassar esse conhecimento e influenciar positivamente toda a comunidade escolar”, pontua. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para o presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, é de extrema importância levar a temática ambiental para o ambiente escolar. “Ao despertamos a consciência ambiental da criança, por meio de projetos lúdicos e interativos, incentivamos a mudança comportamental dos seus pais e da comunidade onde ela vive. Os efeitos desse processo educacional são benéficos para toda a sociedade”, afirma Raimundo. Segundo o administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Claudio Ferreira, “é gratificante ver ações para as crianças que abordem o tema do uso correto da água. A educação e a sustentabilidade são assuntos de suma importância para hoje e para as gerações futuras”. *Com informações da Caesb

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Governadora em exercício visita obras de unidades escolares em Santa Maria

A governadora em exercício Celina Leão visitou duas unidades escolares em construção na cidade de Santa Maria nesta quinta-feira (13): a Escola Técnica e um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), ambas já na última etapa de trabalho. A visita começou pela Escola Técnica, a segunda a ser entregue nesta gestão, que já inaugurou a unidade de Brazlândia em 2021. Com investimento de R$ 12,9 milhões, a unidade de Santa Maria terá 12 salas de aula, laboratórios, depósitos de materiais, secretaria, recepção, sala de professores, diretoria, salas de coordenação, auditório, biblioteca, bloco de serviços e vivências com refeitórios e vestiários para funcionários, além de uma quadra poliesportiva coberta. Essa estrutura poderá atender cerca de 2,4 mil alunos e o modelo da escola segue o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). “Estamos aqui para acompanhar obras que já estão em andamento e o cronograma delas. A Escola Técnica está em estágio avançado, restam alguns ajustes dos quais vamos cuidar agora, nesse momento de recesso escolar. Essa escola é para uma área que a gente trabalha com muito carinho, que são os jovens”, disse Celina Leão. A escola técnica de Santa Maria terá 12 salas de aula, laboratórios e depósitos de materiais | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Depois de visitar a Escola Técnica, Celina Leão foi até o canteiro de obras do Cepi da CL 201. Ele segue o modelo padrão do FNDE tipo 1, com 10 salas de aula multiúso, parte administrativa completa, refeitório, cozinha, sala multiuso, pátio coberto e parquinho. A capacidade de atendimento é de 188 crianças de até 5 anos e 11 meses em turno integral. O GDF investiu R$ 4,2 milhões na nova unidade infantil. “A creche é uma necessidade. Cada vez mais o GDF tem entregue unidades e ampliado o Cartão Creche. A gente sabe que a demanda é muito alta, mas o governo não descansa e estamos trabalhando também nesse sentido”, complementou a governadora em exercício. [Olho texto=”“A creche é uma necessidade. Cada vez mais o GDF tem entregue unidades e ampliado o Cartão Creche”” assinatura=”Celina Leão, governadora em exercício” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A obra no Cepi está na etapa final, sendo feitos os últimos ajustes para a entrega. “Nesse momento estamos mexendo já com a parte da esquadria”, contou o mestre de obras José Reis. “Já instalamos vinílico, cerâmica, pintura, forro e revestimento e fizemos a parte elétrica. Estamos atacando em todas as áreas o mais rápido possível para entregar o empreendimento”, completou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O DF tem cerca de 30 mil alunos matriculados no ensino infantil, sendo 25 mil nas unidades da rede pública e 5 mil nas creches conveniadas. Fora esse contingente, há 13 mil crianças à espera por uma vaga, marca que era de 23 mil crianças em 2019. Sensível a essa demanda, o governo planeja construir 40 creches até 2026. Atualmente, a região administrativa de Santa Maria conta com cinco creches na área urbana.

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Ação capacita educadores para prevenção à violência sexual

A Secretaria de Segurança Pública do Distrital Federal (SSP-DF), em parceria com a Comissão Permanente de Paz nas Escolas da Secretaria de Educação, promove o I Ciclo Formativo para Prevenção à Violência Sexual Infantojuvenil nesta sexta-feira (30). Nesta primeira edição, a capacitação é voltada à educação infantil, com o objetivo de trazer sensibilização e engajamento a educadores a respeito da prevenção e do enfrentamento ao crime de violência sexual infantil, através de um ciclo de palestras. Cerca de 700 profissionais de educação assistem às palestras no Auditório do Museu Nacional da República, nesta sexta-feira (30) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O público-alvo do evento são educadores de crianças até 5 anos, das redes pública e privada de ensino do DF – um total de 700 profissionais-, no Auditório do Museu Nacional da República, onde quatro palestras são ministradas, duas pela manhã e duas pela tarde. De acordo com Regilene Rozal, subsecretária de Prevenção à Criminalidade, o conteúdo teórico vai na linha de prevenção e enfrentamento do problema, primeiro definindo o que é o crime e, a partir daí, passando orientações de como identificar os sinais da violência e dar o devido encaminhamentos às autoridades públicas. Regilene Rozal, subsecretária de Prevenção à Criminalidade, afirma que o conteúdo das palestras é no sentido de prevenção e enfrentamento do problema, primeiro definindo o que é o crime e, a partir daí, passando orientações de como identificar os sinais da violência e dar encaminhamentos às autoridades públicas “É no sentido de conscientizar e ensinar as pessoas que têm contato diariamente com a criança a como lidar, identificar e proceder no caso de uma criança que esteja a seus cuidados apresentar sinais de abuso sexual”, explicou Rozal. As palestras são ministradas por especialistas nas áreas da Secretaria de Educação e da Subsecretaria de Políticas Públicas da Criança e do Adolescente (Sejus) – por meio do Centro 18 de Maio -, do Núcleo Judiciário da Mulher (NJM/TJDFT) e da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. [Olho texto=”“Por meio do ciclo de palestras, a gente vai levando conhecimento, o que vai produzindo essa percepção nos nossos profissionais, esse sinal de alerta. E o acompanhamento por meio das comissões, das orientações e dos psicólogos para que a gente possa fazer um grande trabalho conjunto de prevenção em relação a essa temática. Os casos são alarmantes”” assinatura=”Hélvia Paranaguá, secretária de Educação” esquerda_direita_centro=”direita”] Casos alarmantes A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, esteve presente no evento e afirmou que a prioridade máxima da rede é cuidar da criança. Ela também confirmou que virão outros eventos com parceiros e escolas, pela importância de falar constantemente sobre esse assunto. “Por meio do ciclo de palestras, a gente vai levando conhecimento, o que vai produzindo essa percepção nos nossos profissionais, esse sinal de alerta. E o acompanhamento por meio das comissões, das orientações e dos psicólogos para que a gente possa fazer um grande trabalho conjunto de prevenção em relação a essa temática. Os casos são alarmantes”, destacou. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, afirmou estar abalada com o caso da menina de 12 anos sequestrada e abusada por um homem de 42: “Não podemos mais ficar inertes. Existem lobos em pele de cordeiro e a gente tem que aprender a identificá-los” Durante seu discurso, a secretária também se disse abalada com o caso da criança de 12 anos que viveu 11 horas de terror, em poder do criminoso confesso Daniel Moraes Bittar, 42 anos. No período, a menina foi sequestrada, dopada, agredida e estuprada pelo empregado público, na Asa Norte. Ele foi preso na noite de quarta-feira (28). “Toda rede privada e pública está unida em um único objetivo: salvar nossas crianças dos abusadores. Não podemos mais ficar inertes. Existem lobos em pele de cordeiro e a gente tem que aprender a identificá-los”, concluiu Hélvia. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Rabelo Patury, afirmou que muitas situações em que as crianças são submetidas à violência doméstica ou sexual ocorrem no seio da família, tornando importante o treinamento dos professores Segurança pública Durante a cerimônia de abertura, Ana Elisa Dumont, que está à frente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino no Distrito Federal (Sinep), declarou que “é preciso cuidar dos espaços que nossas crianças frequentam. Por isso a importância do poder público em munir a sociedade com informações e capacitação”. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Rabelo Patury, também discursou sobre a importância da participação de toda  a sociedade. Alexandre frisou que muitas situações em que as crianças são submetidas à violência doméstica ou sexual ocorrem no seio da família, tornando importante o treinamento adequado dos professores para perceber os sinais que podem apontar que a crianças estejam submetidas a algum tipo de violência. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “As crianças e os adolescentes apresentam sinais de alteração. Estamos aqui para poder evitar o mal logo no início. Muitas vezes, as famílias são desestruturadas. Se a criança não consegue encontrar refúgio em casa, onde ela vai encontrar? Na escola. A segurança pública é responsabilidade do Estado, mas é dever de todos”, ressaltou. Confira os temas das palestras desta sexta-feira (30): Palestra 1 – “Importância da Prevenção à Violência Sexual Infantojuvenil”, ministrada pela Dra. Gisele Cristiane da Silva Dantas, da Secretaria de Estado de Educação do DF. Palestra 2 – “Identificando sinais de violência sexual infantojuvenil”, ministrada por Nayara Ferreira Chianelli, do Centro 18 de maio/Sejus. Palestra 3 – “Escuta especializada em situações de violência sexual contra crianças e adolescentes”, ministrada pela Dra. Renata Beviláquia Chaves, do Núcleo Judiciário da mulher no TJDF. Palestra 4 – “A construção de ambientes seguros e protetivos para as crianças das creches e escolas de educação infantil”, ministrada por Úrsula Ducanges, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.

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Educadores são capacitados para prevenção à violência sexual infantojuvenil

A Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), em parceria com a Comissão Permanente de Paz nas Escolas da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), promove, nesta sexta-feira (30), o I Ciclo Formativo para Prevenção à Violência Sexual Infantojuvenil. Nesta primeira edição, a capacitação será voltada à educação infantil e tem o objetivo de promover a sensibilização e o engajamento de educadores para prevenção e o enfrentamento deste crime por meio de um ciclo de palestras. [Olho texto=”“Com essa iniciativa, buscamos capacitar e sensibilizar os profissionais da educação, fortalecendo sua atuação na proteção das crianças e adolescentes do Distrito Federal”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] A expectativa é que cerca de 700 profissionais da educação infantil das redes pública e privada de ensino do DF participem do evento. O encontro terá início às 9h, com previsão de término às 17h, no auditório do Museu Nacional da República. As palestras serão ministradas por especialistas nas áreas da SEE, da Subsecretaria de Políticas Públicas da Criança e do Adolescente, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) – por meio do Centro 18 de Maio – , do Núcleo Judiciário da Mulher (NJM/TJDFT) e da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA/PCDF). Os profissionais abordarão temas cruciais relacionados à prevenção e ao enfrentamento do problema. “Estamos unindo esforços para enfrentar um dos problemas mais urgentes em nossa sociedade. Esse tipo de violência exige ação imediata e integralizada, envolvendo várias esferas da sociedade e governo. Com essa iniciativa, buscamos capacitar e sensibilizar os profissionais da educação, fortalecendo sua atuação na proteção das crianças e adolescentes do Distrito Federal”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Arte: SSP-DF A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destaca a relevância do evento no contexto educacional: “A escola desempenha um papel fundamental na prevenção e no combate à violência sexual infantojuvenil. Por meio desse ciclo formativo, ofereceremos aos educadores as ferramentas necessárias para identificar sinais de abuso, orientar as crianças e suas famílias, e promover um ambiente seguro e acolhedor nas instituições de ensino das redes pública e privada de ensino do Distrito Federal. Juntos, podemos construir uma rede de proteção mais forte e eficiente.” O encontro conta com apoio do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe/DF) e o Conselho de Entidades de Promoção e Assistência Social (Cepas/DF). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Entendemos que a prevenção à violência sexual deve ser uma pauta permanente no ambiente escolar, e por isso estamos empenhados em capacitar os educadores do DF. Esperamos que o I Ciclo Formativo seja um importante passo na conscientização e na criação de estratégias preventivas que reduzam os casos de violência sexual infantojuvenil em nossa sociedade”, afirma a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da SSP, Regilene Rozal. O I Ciclo Formativo para Prevenção à Violência Sexual Infantojuvenil: Educação Infantil é uma oportunidade única de aprimoramento profissional e de troca de conhecimentos, visando à proteção das crianças e adolescentes contra a violência sexual. Os participantes serão capacitados a atuar como multiplicadores do conhecimento nas unidades escolares de origem. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Iniciação científica divertida para alunos da educação infantil

Na sala de aula da professora Adva Girlene, as disciplinas de ciência, biologia, geografia e artes se completam com criatividade. Todas as quintas-feiras, os alunos do 2º ao 5º ano da educação infantil realizam experimentos científicos por meio do projeto “Ciência é Ouro: costurando os saberes”. Durante as aulas, as crianças aprendem a construir objetos científicos, como foguete, sistema solar, balança de precisão e tablet, o que aumenta o interesse deles pelas disciplinas. As atividades acontecem na Escola Classe (EC) Córrego do Ouro, na zona rural de Sobradinho. A professora Adva Girlene e os alunos fizeram uma balança de precisão que funciona com a pressão da água | Fotos: Mary Leal/Ascom SEEDF “Sou professora de biologia e vi que seria interessante levar o estudo das ciências de forma diversificada para os alunos dos anos iniciais da educação infantil. As crianças são ensinadas de forma pedagógica sobre a formação dos seres vivos, do nosso sistema solar e tudo que possa causar-lhes o interesse pelo estudo da ciência nesses primeiros contatos com a escola”, destaca a professora. Até a Santa Ceia foi tema de uma das aulas. A professora usou o último jantar de Jesus Cristo e seus apóstolos para ensinar sobre o processo químico usado na fermentação do pão e do vinho. Cada trabalho feito é documentado em um álbum da turma, uma espécie de livro, que fica na escola. São textos, colagens e imagens ilustrativas que buscam estimular os estudantes e dar autonomia às ideias e aos saberes, que fazem com que os alunos sejam protagonistas do seu próprio aprendizado. De forma lúdica, as crianças, entre 6 e 10 anos de idade, assimilam os principais conceitos sobre os temas levantados e se divertem colorindo e montando seu álbum. O aluno Raul Moreira, 7 anos, com o foguete feito de garrafa pet para o projeto de ciências da escola “O que eu mais gostei de fazer foi o álbum sobre os seres vivos, que são formados por plantas, animais, fungos e bactérias. Gostei também de fazer um foguete para o projeto de ciências. Ele foi feito com garrafa de refrigerante e consegue até saltar por causa da pressão da água”, conta Raul Moreira, 7 anos. Para a professora Adva, as crianças estão sempre em busca da compreensão do mundo à sua volta, e perguntar é uma necessidade quase constante, assim como procurar ativamente as respostas. “As crianças amam o projeto. Elas têm uma inteligência e capacidade impressionantes de assimilar os temas, demonstram um novo olhar sobre a natureza, seus fenômenos, seus componentes. São observadores e essa atenção é aplicada aos demais componentes curriculares. Hoje realizamos o conselho de classe e notoriamente os alunos que participam do projeto mostram mais desenvoltura em sala”, conclui Adva. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além do foguete feito com garrafa pet, os alunos produziram um tablet com papelão e tinta guache. A ideia inicial consistia em produzir um espelho mágico, onde as crianças podiam desenhar na tela para ilustrar imagens, números e letras do alfabeto. A partir daí surgiram os tablets, produzidos pelos próprios alunos e entregues à turma da alfabetização, do 1º ano. Reconhecimento O projeto ganhou destaque e reconhecimento nacional ao ser um dos finalistas do Prêmio Educador Transformador, uma idealização do Sebrae em parceria com o Instituto Significare e Bett Brasil, realizado na capital paulista. *Com informações da Secretaria de Educação

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Pagamento do 2º lote do Cartão Material Escolar recomeça nesta terça (28)

A segunda etapa do 2º lote do Cartão Material Escolar (CME) começa a ser pago nesta terça-feira (28). Nesta fase serão contemplados os beneficiários cujo responsável familiar ainda não possui o cartão e os estudantes estão na educação infantil ou no ensino fundamental. O cartão é destinado a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal, que tenham entre 4 e 17 anos, cujos pais ou responsáveis legais sejam beneficiários do Programa Auxílio Brasil | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF O pagamento da segunda etapa deste lote vai ser feito para os beneficiários com as iniciais do nome de J até Z. No total, o pagamento chega ao valor de R$ 5.504.960,00. A retirada dos cartões deve ser feita nas agências do BRB, por ordem alfabética, conforme cronograma abaixo: ? 28 de março: iniciais de J a L ? 29 de março: iniciais com letra M ? 30 de março: iniciais com letra N a R ? 31 de março: iniciais com letra S a Z Os beneficiários poderão consultar a agência de retirada do cartão por meio do telefone 156 ou pelo site do GDF Social. O cartão O CME é destinado a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal, que tenham entre 4 e 17 anos, cujos pais ou responsáveis legais sejam beneficiários do Programa Auxílio Brasil. As famílias recebem R$ 320 para cada aluno matriculado na educação infantil e fundamental e R$ 240 para cada estudante do ensino médio. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Programa Material Escolar foi instituído pela Lei nº 6.273/2019. Até 2022, o GDF investiu R$ 117.535.335 no programa para atender 379.441 estudantes. O programa é realizado em parceria da Secretaria de Desenvolvimento Social e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal, conforme institui a Portaria Conjunta nº 02, de 19 de janeiro de 2023. Como utilizar A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet) credenciou as papelarias do Distrito Federal aptas a participar do programa de fornecimento de material didático aos alunos matriculados na rede pública de ensino. Veja nos links abaixo. ? Estabelecimentos credenciados (https://www.trabalho.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2023/01/Planilha-2023-01-31.pdf) ? Lista de materiais (https://www.educacao.df.gov.br/material-escolar/) *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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Cartão Material Escolar beneficia 379.441 estudantes em quatro anos

O Cartão Material Escolar (CME) contemplou 379.441 estudantes da rede pública de ensino nos últimos quatro anos. No período, a concessão de crédito foi de mais de R$ 117 milhões para alunos cujos pais ou responsáveis legais são beneficiários do programa Bolsa Família. O auxílio abrange educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial. Maristela Soares com o filho Davi: “Fico feliz em poder comprar os materiais dele sem ter que tirar do pagamento de outra conta” | Foto: Arquivo pessoal Em 2022, foram depositados mais de R$ 36 milhões para 117.161 estudantes. No ano anterior, o aporte foi superior a R$ 29 milhões, para 96.405 alunos. Em 2020, o investimento foi de R$ 31.729.015 e contemplou 101.223 alunos; e em 2019, o montante alcançou R$ 19.987.040 e atingiu 64.652 estudantes. Neste ano, o primeiro lote do pagamento ocorreu em fevereiro e atendeu a mais de 84 mil estudantes, com aporte de quase R$ 27 milhões. O segundo lote será depositado ainda neste mês. Com o CME, mães e pais podem prover os materiais essenciais para a formação escolar dos filhos. São liberados R$ 320 por estudante da educação infantil, ensino especial e ensino fundamental e R$ 240 por estudante do ensino médio. A concessão é feita uma vez ao ano em um cartão de débito. “O benefício traz igualdade e inclusão aos estudantes, que têm as ferramentas adequadas para acompanhar as aulas; é um amparo que o governo dá para evitar a evasão escolar e promover o acesso à educação de qualidade”, resume o gerente de Programas Complementares da Secretaria de Educação, André Vilela. Material garantido Quem recebe o crédito, aprova. Dois dos quatro filhos da dona de casa Yane Chaco, 33, são contemplados com o cartão – totalizando auxílio de R$ 640. Com o valor, a mãe consegue garantir os materiais escolares das crianças e, ainda, deixar que escolham os itens de que mais gostam. “Antes, eu tinha que comprar com o meu salário, então eles não podiam escolher nada, porque o dinheiro era contado”, conta Yane. “Desde que comecei a receber o cartão, ainda economizo para que não falte nada da lista, mas minha filha pôde escolher a mochila que mais gosta. É muito especial pra mim ver a alegria dela.” A cabeleireira Maristela Soares, 38, também conta com o benefício para atender as demandas do filho Davi, 8, sem prejudicar o orçamento mensal. “O valor agrega muito à minha renda”, diz a moradora do Recanto das Emas. “Fico feliz em poder comprar os materiais dele sem ter que tirar do pagamento de outra conta”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A ida às papelarias é sempre um momento especial entre mãe e filho, relata Maristela: “Tem dois anos que recebemos o cartão. O Davi me acompanha e é uma festa, fica muito feliz com os itens novos. Sou muito agradecida ao governo do DF por se preocupar com o futuro das crianças”. Credenciamento Instituído pela Lei nº 6.273/2019, o programa Material Escolar envolve esforços das secretarias de Desenvolvimento Social, Educação e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, na operacionalização da concessão do auxílio financeiro. Os materiais escolares e didáticos que podem ser adquiridos em cada etapa e modalidade de ensino estão disponíveis no site da Secretaria de Educação, onde também é possível conferir a lista das papelarias credenciadas ao programa.  Arte: Agência Brasília

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Ensino público do Recanto das Emas recebe quase R$ 18 milhões em recursos

Piso novo, banheiro reformado, pintura em dia, cantina arejada. A rede pública de ensino do Recanto das Emas tem investido em conforto e segurança para melhorar a rotina de seus 27.500 alunos. De 2019 a 2022, as 30 unidades que atendem da Educação Infantil ao Ensino Médio passaram por reformas, um investimento que chegou a R$ 17.742.015. Os recursos vieram do Programa de Descentralização Financeira e Orçamentária (Pdaf) e de emendas parlamentares. Entre as melhorias do CEF 301 está a cantina, que era escura e abafada, e agora ganhou coifas e janelas mais amplas | Fotos: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Dados da Regional de Ensino do Recanto das Emas apontam que, só em 2022, o montante destinado a obras na rede pública local chegou a R$ 4 milhões. Desse total, R$ 900 mil foram aplicados em melhorias no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 301. Reformas em diversas áreas da escola transformaram o dia a dia de aproximadamente 900 alunos, regulares e especiais, de 6 a 10 anos. Emanuelle, aluna do 5º ano do CEF 301, diz ao lado da mãe, Rejane, que “dá mais gosto de vir para a escola com ela assim, toda bonita” “Os banheiros dos estudantes receberam piso, revestimentos, pias e vasos sanitários novos, além de portas decoradas com temas infantis”, detalha a vice-diretora da unidade, Luciana Abreu. “A cantina, que era escura e abafada, ganhou coifas e janelas mais amplas. Também trocamos piso, revestimentos, bancadas e prateleiras”. Luciana conta que as melhorias alcançaram, inclusive, as salas de aulas, o pátio e a entrada do colégio. “Todas as classes têm quadro branco e televisão com acesso à internet”, comenta. “A fachada da escola foi pintada e o antigo piso de bloquetes foi inteiramente substituído por granilite, mais seguro para as crianças”. A Escola Classe 401 recebeu equipamentos multimídia, que começaram a ser instalados nos primeiros dias de janeiro Para quem estuda no CEF 301, as melhorias garantiram uma rotina mais confortável e alegre. “A gente vivia tropeçando e caindo no pátio, na hora do recreio, porque o piso estava soltando”, conta a aluna do 5º ano Emanuelle Feitosa, ao lado da mãe, Rejane. “Agora dá para correr e brincar sem preocupação. E o banheiro… Nossa, ficou muito mais legal. Dá mais gosto de vir para a escola com ela assim, toda bonita”. A diversão das crianças foi o principal foco da reforma feita no Jardim de Infância 603. Os 500 alunos da unidade, todos entre 4 e 5 anos de idade, ganharam uma brinquedoteca nova, em julho, e um parquinho totalmente reformado, em dezembro. A cantina da escola também passou por melhorias. O valor investido nas obras ficou em R$ 250 mil. Pedagogia em foco Os recursos empregados na rede pública de ensino do Recanto das Emas nos últimos quatro anos não foram destinados apenas às obras de infraestrutura. A parte pedagógica também foi beneficiada com a compra de equipamentos multimídia que deixam as aulas muito mais dinâmicas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A coordenadora da Regional de Ensino do Recanto das Emas, Mariana Ayres, explica que, em alguns colégios, o kit é composto por projetor, computador e caixas de som. Em outros, por uma televisão com acesso à internet. “É importante dar suporte para os professores trabalharem”, avalia. Na Escola Classe 401, por exemplo, cantina e banheiros foram reformados em julho. Já em dezembro, a verba foi usada para a aquisição dos equipamentos multimídia, que começaram a ser instalados nos primeiros dias de janeiro. “Os investimentos feitos nessa unidade no ano de 2022 ficaram em aproximadamente R$ 400 mil”, calcula Mariana. “São 961 alunos beneficiados”.

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Programa de Educação Precoce atende mais de 2 mil crianças em todo o DF

O Distrito Federal é o único local do país que conta com o Programa de Educação Precoce (PEP) na rede pública de ensino. A iniciativa está presente nas 14 coordenações regionais de ensino, atendendo crianças de até 3 anos e 11 meses em vulnerabilidade ou que tenham registro de intercorrências antes ou após o nascimento, como gravidez de risco, prematuridade, síndromes ou deficiências. Desde que entram no programa as crianças são atendidas de forma global, com a participação de pedagogos e educadores físicos | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, estão matriculadas na educação precoce no DF mais de 2 mil crianças, admitidas no programa por indicação de médicos que fazem o diagnóstico da necessidade. Algumas unidade de educação precoce funcionam nos centros de ensino especiais; outras, nas escolas de educação infantil. No Centro de Ensino Especial de Samambaia, existem dez turmas de educação precoce – cinco funcionando pela manhã e cinco à tarde. Cada uma comporta até 18 crianças, mas em alguns casos podem ser apenas duas crianças por turma, como ocorre nos centros de ensino especial para deficientes visuais, onde o atendimento pode ser individual, dependendo do caso. Coordenadora da Educação Precoce de Samambaia, Janete Guerreiro: “Nós trabalhamos a criança de forma lúdica e global” A coordenadora da Educação Precoce de Samambaia, Janete Guerreiro, disse que o Centro de Educação Especial da região administrativa conta com 178 crianças matriculadas nessa modalidade. Uma delas é Maia, de 1 ano e um mês, diagnosticada com paralisia cerebral. Uma das atividades que a pequena aprecia é brincar na piscina. No colo da professora, era visível a alegria da criança enquanto recebia estímulos para o seu desenvolvimento. Jaqueline Soares destaca a evolução da filha, Maia, de 1 ano e um mês, atendida na educação precoce: “Ela é outra criança, mais ágil, mais alegre, e a cognição está melhor” A mãe de Maia, Jaqueline Soares, 35 anos, diz que a evolução do bebê tem sido grande nos oito meses em que ela frequenta a educação precoce. “A Maia é outra criança depois desse tempo. A evolução dela tem surpreendido o neurologista e o neuropediatra. Ela é outra criança, mais ágil, mais alegre, e a cognição está melhor”, comemorou Jaqueline. A professora Luciana de Melo trabalha há dez anos com a educação precoce: “É nítido o desenvolvimento da criança que está aqui” “Nós trabalhamos a criança de forma lúdica e global. Os bebês de menos de 1 ano, quando entram no programa, recebem atendimento individual de professores de educação física e pedagogos. Ao fazer 1 ano, o bebê continua no atendimento individual com esses dois profissionais. Já a partir dos 2 anos, a criança é agrupada e passa a conviver com outras crianças”, explica a coordenadora. Desde que entram no programa, as crianças são atendidas de forma global. “Percebemos que há uma diferença muito grande entre os que passam e os que não passam pela educação precoce”, afirma Janete. Para atuar nesse segmento, os professores devem ser pedagogos ou educadores físicos e fazer cursos voltados para a educação precoce, além de passar por um teste de aptidão e estágio quando chegam à escola para trabalhar. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A professora Luciana de Melo, 48, está há dez anos trabalhando com educação precoce. “Nós auxiliamos e ajudamos as crianças no desenvolvimento cognitivo, motor, de linguagem e no estabelecimento de vínculo afetivo conosco, inclusive para que seja possível a aprendizagem. Esse é um trabalho de excelência. É nítido o desenvolvimento da criança que está aqui na educação precoce”, avalia.

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Inscrições para vagas do ano letivo de 2023 terminam na segunda (31)

Os estudantes que ainda não estão matriculados em uma escola da rede pública de ensino têm até a próxima segunda-feira (31) para fazerem  a inscrição. As inscrições da chamada escolar poderão ser realizadas neste link ou pelo telefone 156. As vagas são para o ensino regular, que engloba educação infantil e ensino fundamental e médio, nas unidades escolares do Distrito Federal. O período de efetivação de matrícula está previsto para ocorrer entre 3 e 10 de janeiro de 2023 | Foto: Mary Leal/SEEDF As inscrições para os alunos com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou transtornos funcionais específicos (TFEs) serão feitas no mesmo período. No entanto, deverão ser feitas presencialmente na Unidade de Planejamento (Uniplat) da Coordenação Regional de Ensino de preferência do responsável pelo estudante. [Olho texto=”Caso o estudante não possua CPF, a inscrição deve ser feita pelo telefone 156″ assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Documentos Durante o preenchimento do cadastro online, os candidatos precisarão inserir os dados pessoais com exatidão, como CPF (obrigatório), nome completo conforme a Certidão de Nascimento ou Carteira de Identidade (sem abreviaturas ou acentos), data de nascimento, nome da mãe ou do responsável, CEP da residência ou trabalho da mãe, do pai ou responsável legal (obrigatório), endereço residencial/trabalho correspondente ao CEP informado e ainda período/ano/série pretendido pelo candidato em 2023 e o número de telefone e e-mail. Caso o estudante não possua CPF, a inscrição deve ser feita pelo telefone 156. A informação do CEP possibilitará o direcionamento a uma vaga para o estudante, conforme disponibilidade mais próxima às unidades escolares da rede pública de ensino do Distrito Federal. Portanto, não há escolha de unidade escolar no momento da inscrição. É importante que os responsáveis fiquem atentos para finalizar as inscrições. Ao concluir a digitação das informações solicitadas, clique em GRAVAR, pois o cadastro será finalizado somente se os dados informados estiverem completos e corretos. Resultado [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O resultado das inscrições das vagas está previsto para ser divulgado no site da Secretaria de Educação em 20 de dezembro, a partir das 18h. O estudante, pai ou responsável deve comparecer à escola na qual foi contemplado, levando os documentos necessários para confirmar a matrícula. O período de efetivação de matrícula está previsto para ocorrer entre 3 e 10 de janeiro de 2023. A consulta do resultado é inteira responsabilidade do candidato ou do seu responsável. A pasta não enviará nenhum comunicado sobre o resultado dessa inscrição. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Terceiro lote do Cartão Material Escolar começa a ser creditado

O Cartão Material Escolar começou a ser pago nesta sexta-feira (29) para 37 mil estudantes que já possuem o cartão, da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, beneficiando 28.977 famílias. O investimento neste pagamento é de R$ 11.647.200,00. Neste terceiro lote, recebe quem já tem o cartão físico emitido. Os cartões dos novos contemplados serão entregues pelo Banco de Brasília (BRB), entre os dias 3 e 11 de maio, por ordem alfabética. Conforme o cronograma abaixo: Tabela Cartão Material Escolar – 3º Lote – 1ª Letra do nome – Data     A-B 3 / Maio     C-D 4 / Maio     E-F 5 / Maio     G-J 6 / Maio     K-L 9 / Maio     M-P 10 / Maio     Q-A 11 / Maio   [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O benefício é de R$ 320 para quem está na educação infantil ou no ensino fundamental e de R$ 240 para quem cursa o ensino médio. Os valores são os mesmos do ano passado. O material pode ser comprado nas papelarias cadastradas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico. A quantidade de artigos que podem ser comprados é bastante variada. As listas de materiais incluem desde o básico, como caderno, cartolina, lápis e papel A4, até itens como calculadora de bolso, pen drive, agenda e mochila, conforme a etapa educacional. Histórico Em 2021, foram contemplados 96.405 estudantes, cujos pais ou responsáveis eram contemplados pelo programa Bolsa Família, com um investimento total de R$ 29,66 milhões. No ano anterior, o cartão atendeu 106 mil estudantes, também do Bolsa Família, com recursos totais de R$ 33 milhões. *Com informações da SEE-DF

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Nova edição da Plenarinha será lançada nesta quarta-feira (6)

A X Plenarinha será lançada nesta quarta-feira (6), às 9h, em webinar (seminário online) com transmissão pelo canal EducaDF. O projeto visa fortalecer o protagonismo infantil nas unidades de ensino públicas do Distrito Federal e nas instituições parceiras que ofertam a educação infantil e o 1º ano de ensino fundamental. O tema da edição deste ano é “Criança arteira: faço arte, faço parte”. Imagem: Divulgação/Secretaria de Educação O objetivo da Plenarinha é que as escolas proporcionem um ano de descobertas com atividades lúdicas usando diversos materiais, como tintas e cerâmicas. Além disso, apoiará a realização de exposições, instalações e performances para estimular a criatividade e a imaginação das crianças. As coordenações regionais de ensino (CREs) também terão iniciativas de formação de professores, encontros, estudos e exposições para valorizar a sensibilidade e a experimentação artística entre os profissionais da educação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em 2022, a Plenarinha ocorrerá nos níveis local, regional e distrital. A etapa local será com atividades nas próprias escolas. A regional, com ações organizadas pelas coordenações de ensino. A etapa distrital será realizada nos dias 20 e 21 de outubro, no Museu Nacional da República. Nessas datas,  será exibida uma mostra das experiências pedagógicas e artísticas produzidas pelas crianças. *Com informações da Secretaria de Educação

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GDF inaugura novo centro de ensino infantil em Taguatinga

Confira o vídeo: Leia mais informações na reportagem da Agência Brasília.

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Abertas inscrições para formação de professores do Detran nas Escolas

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) está com as inscrições abertas para o 9º Ciclo de Formação de Professores do Programa Detran nas Escolas – Curso Mobilidade e Trânsito. O objetivo é democratizar a vivência de uma cultura de paz no trânsito e uma prática social responsável para preservação de vidas no trânsito do Distrito Federal. As inscrições devem ser realizadas pelo site www.eape.se.df.gov.br ou diretamente no link https://sigeape.se.df.gov.br/app_Login/, até o dia 17. A formação conta com o acompanhamento de tutores no ambiente virtual de aprendizagem na plataforma de Educação a Distância do Detran-DF e certificação emitida pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). O curso pode ser realizado concomitantemente com os demais da Eape. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os cursos de formação de professores visam ao desenvolvimento de ações pedagógicas voltadas à educação para o trânsito, numa perspectiva da mobilidade segura. Além disso, buscam a compreensão das particularidades implicadas no transitar com segurança nos variados espaços públicos, observando suas diferentes possibilidades, orientações técnicas e determinações legais. Os cursos são destinados aos professores efetivos e temporários da Secretaria de Educação (SEE) e professores de instituições de educação infantil parceiras. A carga horária é de 120 horas na modalidade a distância, com três encontros simultâneos virtuais. Serão disponibilizados materiais didáticos de apoio para os estudantes dos professores cursistas, sendo um kit de jogos para a educação infantil e um kit de livros para todos os anos do ensino fundamental. *Com informações do Detran

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Cartão Material Escolar na conta de 61,9 mil estudantes

Os materiais escolares podem ser comprados nas papelarias cadastradas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico em todo o Distrito Federal | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O Cartão Material Escolar começa a ser pago nesta sexta-feira (11) para 61.899 estudantes da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio. Este primeiro lote, no total de R$ 19,1 milhões, beneficia 39.890 famílias contempladas pelo Auxílio Brasil. O pagamento desta sexta-feira será destinado a quem cumpre três requisitos: já era da rede pública de ensino em 2021, possui o cartão físico e teve o CPF cadastrado pelas escolas no sistema i-Educar da Secretaria de Educação. O benefício é de R$ 320 para quem está na educação infantil ou no ensino fundamental e de R$ 240 para quem cursa o ensino médio. Os valores são os mesmos do ano passado. O material pode ser comprado nas papelarias cadastradas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico. A quantidade de artigos que podem ser comprados é bastante variada. As listas de materiais incluem desde o básico, como caderno, cartolina, lápis e papel A4, até itens como calculadora de bolso, pen drive, agenda e mochila, conforme a etapa educacional. As listas de materiais podem ser consultadas nos links abaixo. – Educação infantil – Escola fundamental/anos iniciais – Escola fundamental/anos finais – Ensino médio Próximos lotes Serão pagos mais dois lotes. O próximo tem previsão de pagamento na segunda quinzena de março, para os estudantes da educação especial e para quem ingressou na rede pública este ano e ainda irá receber o cartão físico. O terceiro lote tem previsão para sair na primeira quinzena de abril, quando vão receber os estudantes que efetivaram a matrícula no período de vagas remanescentes. Histórico [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A estimativa para 2022 é beneficiar 100 mil estudantes, cujas famílias são atendidas pelo Auxílio Brasil, com aporte de recursos estimados em R$ 30 milhões. Em 2021, foram contemplados 96.405 estudantes, cujos pais ou responsáveis eram contemplados pelo programa Bolsa Família, com um investimento total de R$ 29,66 milhões. No ano anterior, o cartão atendeu 106 mil estudantes, também do Bolsa Família, com recursos totais de R$ 33 milhões. *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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