Servidores terão acesso a atividades presenciais de capacitação em novembro
A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) abriu inscrições para atividades presenciais de capacitação a serem promovidas em novembro. Pessoas interessadas podem se inscrever desta terça-feira (27) a 17 de novembro. Voltada a servidores públicos distritais, a programação reúne cursos sobre inteligência artificial, gestão pública, tecnologia, comunicação e desenvolvimento pessoal e profissional. Cursos oferecidos pela Egov abrangem diferentes áreas que contribuem para especialização de servidores | Foto: Divulgação/Egov Entre os destaques estão as formações em inteligência artificial nos níveis básico, intermediário e avançado. Os cursos abordam fundamentos da tecnologia, uso consciente, elaboração de comandos, automação de tarefas, produtividade e apoio à tomada de decisões. “A capacitação contínua é fundamental para uma administração pública mais eficiente, inovadora e preparada para atender às demandas da sociedade” Raissa Monteiro, superintendente de Desenvolvimento e Formação da Egov Também estão previstas capacitações sobre gestão e fiscalização de contratos, licitações, tomada de contas especial, integridade, políticas públicas, proteção de dados pessoais e gestão de recursos humanos. Na área de comunicação e desenvolvimento profissional, a programação inclui temas como atendimento ao cidadão, oratória, habilidades socioemocionais, Canva e prevenção ao assédio no ambiente de trabalho. Há ainda atividades sobre educação financeira, longevidade, previdência e planejamento pessoal. “A capacitação contínua é fundamental para uma administração pública mais eficiente, inovadora e preparada para atender às demandas da sociedade”, afirma Raissa Monteiro, superintendente de Desenvolvimento e Formação da Egov. Para conferir o calendário completo e fazer inscrições, acesse este link. *Com informações da Egov
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Projeto IA nas Escolas leva experiência imersiva a estudantes do Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Brasília recebe, a partir do dia 8 de setembro, a segunda edição do IA nas Escolas, projeto que transforma inteligência artificial em uma experiência prática, interativa e acessível para estudantes e o público em geral. A programação será realizada até o dia 11 de outubro, no galpão anexo ao Planetário de Brasília, e terá atividades gratuitas que unem tecnologia, educação, criatividade e entretenimento. Nesta edição, a iniciativa terá como público prioritário 1.800 estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio da rede pública de diversas regiões administrativas do Distrito Federal. Durante a semana, de terça a sexta, das 8h às 17h, as atividades serão destinadas às escolas previamente agendadas, com acesso gratuito aos estudantes, além de transporte de ida e volta e lanche. A proposta é apresentar a inteligência artificial de maneira simples e próxima da realidade dos jovens | Foto: Divulgação/Secti-DF A proposta é apresentar a inteligência artificial de maneira simples e próxima da realidade dos jovens, mostrando como a tecnologia pode funcionar como uma ferramenta de apoio para aprender, criar, organizar informações, desenvolver ideias e solucionar problemas. Ao mesmo tempo, a experiência reforça a importância do pensamento crítico, da autonomia e da capacidade de avaliar resultados produzidos pelas ferramentas de IA. O espaço contará com uma programação diversificada, que inclui Museu da História da Inteligência Artificial, quiz interativo, estação de realidade virtual, área gamer, experiências práticas com IA e demonstrações de ferramentas capazes de produzir textos, vídeos, músicas e vozes. A programação também terá palestras com Clark Paiva, especialista em inteligência artificial e consultor em inovação e estratégias digitais. Com uma abordagem dinâmica, ele apresenta aplicações da tecnologia no cotidiano, na educação e no mercado de trabalho, além de demonstrar como boas perguntas e comandos podem influenciar nos resultados obtidos com as ferramentas de IA. Além das escolas, o projeto também abre portas para o público em geral aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h. Todos podem conhecer gratuitamente as experiências e explorar a inteligência artificial em diferentes possibilidades. Ao aproximar os jovens de tecnologias que já estão transformando diferentes setores da sociedade e do mercado de trabalho, o projeto IA nas Escolas contribui para ampliar o conhecimento, estimular a criatividade e apresentar novas perspectivas de formação e atuação profissional. A iniciativa também reforça a importância de preparar novas gerações para uma realidade em que a interação com ferramentas de inteligência artificial está cada vez mais presente. Serviço IA nas Escolas - 2ª Edição Data: 8 de setembro a 11 de outubro Local: galpão anexo ao Planetário de Brasília Para escolas agendadas: terça a sexta, das 8h às 17h Público em geral: sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h. Agendamento e informações: Dilma Imai (61) 98594-9556 *Com informações da Secti-DF
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AgroTech aposta em inovação e sustentabilidade para impulsionar o agronegócio no Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nossa cidade receberá, entre os dias 27 e 29 de agosto, a terceira edição da AgroTech Brasília, evento que reunirá ciência, tecnologia, sustentabilidade e empreendedorismo em uma programação gratuita dedicada ao fortalecimento do agronegócio. Com o tema "Produtos de Brasília", a iniciativa promoverá debates, experiências e demonstrações práticas sobre as soluções que estão transformando a produção rural. Realizada no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, a feira deve receber cerca de cinco mil visitantes ao longo dos três dias. Produtores rurais, pesquisadores, estudantes, empreendedores, startups, empresas e instituições de ensino participarão de uma programação que aproxima inovação, pesquisa e desenvolvimento do setor produtivo. Entre outros temas, a AgroTech terá painel sobre o uso da inteligência artificial aplicada ao agronegócio, drones, robótica e gestão sustentável dos recursos naturais | Foto: Divulgação/Secti-DF Entre as atividades estão palestras, painéis, workshops, oficinas, feira de inovação, exposições tecnológicas, demonstrações práticas e rodadas de negócios. Os temas abordam inteligência artificial aplicada ao agronegócio, agricultura de precisão, drones, robótica, biotecnologia, conectividade rural, energias renováveis, economia circular e gestão sustentável dos recursos naturais. A AgroTech também contará com espaços interativos voltados para popularização da ciência e da tecnologia, com oficinas, atividades de robótica, experiências em realidade virtual e ações educativas para crianças, jovens e famílias. Além de estimular a geração de negócios e o intercâmbio entre empresas, pesquisadores e produtores, o evento valoriza a agricultura familiar e incentiva o acesso de pequenos produtores às tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e à sustentabilidade. A AgroTech Brasília integra as iniciativas apoiadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) voltadas para o fortalecimento da inovação no setor agropecuário, contribuindo para aproximar conhecimento, tecnologia e desenvolvimento sustentável no Distrito Federal. Serviço: → AgroTech Brasília 2026 → Data: 27, 28 e 29 de agosto → Local: Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Estacionamento 6 → Entrada gratuita *Com informações da Secti-DF
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High Tech Course chega à quarta semana com 2.760 inscritos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O High Tech Course chega à quarta semana de atividades com 2.760 inscrições e uma programação que continua oferecendo oportunidades para quem deseja aprender, se atualizar ou dar os primeiros passos no universo da tecnologia. Com atividades online e gratuitas, o projeto reúne conteúdos voltados tanto para quem está começando quanto para quem busca desenvolver novas competências profissionais. Ao longo da formação, os participantes podem explorar diferentes caminhos dentro do mercado digital, com cursos e oficinas sobre inteligência artificial, programação e desenvolvimento de software, design gráfico e digital, desenvolvimento de games, marketing digital, criação de conteúdo para internet, empregabilidade e carreira, empreendedorismo digital e ferramentas tecnológicas para negócios. A diversidade de temas permite que cada participante encontre conteúdos alinhados aos próprios interesses e objetivos A diversidade de temas permite que cada participante encontre conteúdos alinhados aos próprios interesses e objetivos. Para quem ainda não teve contato com a área, as atividades funcionam como uma porta de entrada para conhecer novas possibilidades. Já para quem tem alguma experiência, é uma oportunidade de ampliar conhecimentos e descobrir ferramentas que podem fazer diferença na trajetória profissional. Entre as atividades realizadas está a oficina de introdução à programação, que apresenta conceitos básicos e demonstra que não é necessário ter experiência anterior para começar a explorar esse campo. A proposta é tornar o conhecimento tecnológico mais próximo e acessível, estimulando os participantes a descobrirem novas habilidades e possibilidades de atuação. Os participantes podem compreender não apenas como utilizar novas tecnologias, mas também como elas estão transformando profissões, empresas e oportunidades de trabalho A formação também contempla conteúdos relacionados a carreira, empreendedorismo e ferramentas digitais para negócios, ampliando a experiência para além do aprendizado técnico. Dessa forma, os participantes podem compreender não apenas como utilizar novas tecnologias, mas também como elas estão transformando profissões, empresas e oportunidades de trabalho. Outro diferencial está nos recursos de acessibilidade oferecidos durante as atividades, como tradução e interpretação em Libras, legendagem, audiodescrição e ferramentas de acessibilidade digital. Por ser realizado online, o projeto também permite que interessados de diferentes regiões participem das formações sem precisar se deslocar. High Tech Course Inscrições: hightechcourse.com.br, conforme disponibilidade das turmas *Com informações da Secti-DF
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Brasil.IA amplia acesso à tecnologia para alunos de quatro regiões do Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Moradores de Candangolândia, Itapoã, Sobradinho e Sol Nascente compõem a turma de formandos de mais uma etapa do Brasil.IA, projeto que promove capacitação gratuita em tecnologia e inteligência artificial. Após terem desenvolvido conhecimentos em áreas estratégicas da transformação digital, ampliando suas perspectivas de qualificação profissional, eles vão receber a certificação nesta quarta-feira (29/7). Capacitação ajuda a ampliar o acesso de jovens e adultos ao conhecimento tecnológico | Foto: Divulgação/Secti-DF O projeto tem como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico e preparar jovens e adultos para as novas demandas do mercado de trabalho. Durante a formação, os participantes tiveram contato com conteúdos que vão desde os primeiros passos na informática até aplicações práticas de inteligência artificial, programação, criação digital e análise de dados. A trilha de aprendizagem incluiu os módulos de Informática básica, Laboratório de animação, Estratégia de conteúdo para games, Criando com inteligência artificial, Big data e Inteligência artificial, IA e o futuro do mercado de trabalho e Primeiros passos na programação. Com linguagem acessível e atividades práticas, o curso apresentou ferramentas utilizadas no cotidiano e no ambiente profissional, estimulando a criatividade, o pensamento lógico e o desenvolvimento de competências digitais. Voltado a participantes a partir de 12 anos, sem exigência de conhecimento prévio, o projeto utiliza unidades móveis de ensino para levar capacitação gratuita às regiões administrativas do DF. A metodologia prática permite que os participantes conheçam ferramentas tecnológicas aplicadas a diferentes áreas, como desenvolvimento de jogos, produção de conteúdo digital, inteligência artificial e programação. O Brasil.IA continua expandindo sua atuação. A partir de 3 de agosto, novas turmas terão início em Planaltina (CEF 4), Gama (CEF 5), Santa Maria (CEF 308) e Núcleo Bandeirante, com inscrições abertas até 7 de agosto. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Informação
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GDF unifica serviços públicos no programa DF+Digital
O tempo em que a tecnologia servia apenas para digitalizar a burocracia ficou para trás. O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou nesta sexta-feira (3) o programa DF+Digital, uma iniciativa que tem como foco a transformação digital dos serviços públicos e a modernização da gestão governamental. O conjunto de ações tem como premissa o conceito de governo digital centrado no cidadão, com a ideia de que a tecnologia não deve servir apenas ao Estado, mas também atender às necessidades reais da população. Dentro da iniciativa está o lançamento de uma plataforma, com o mesmo nome, que vai unificar o acesso do cidadão a serviços públicos. A nova tecnologia, lembrou a governadora Celina Leão, vai permitir respostas mais ágeis às demandas: “Muito mais do que entretenimento, ela tem que servir para atender o cidadão. A ideia é que, daqui a 60 dias, a pessoa entre na nossa plataforma, dê um bom-dia e pergunte: ‘Minha consulta está marcada?’. É esse nível de comunicação que nós teremos com a população do Distrito Federal” Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Programa tem 11 projetos divididos em 67 ações de curto prazo, 38 de médio prazo e seis de longo prazo Durante o lançamento do DF+Digital, a governadora Celina Leão destacou que a tecnologia deve aproximar o Estado da população e permitir respostas mais eficientes aos serviços públicos. “Muito mais do que entretenimento, ela tem que servir para atender o cidadão”, afirmou. “A ideia é que, daqui a 60 dias, a pessoa entre na nossa plataforma, dê um bom-dia e pergunte: ‘Minha consulta está marcada?’; ‘E o boletim dos meus filhos da escola?’; ‘E a multa?’. É esse nível de comunicação que nós teremos com a população do Distrito Federal.” Além da plataforma homônima, o DF+Digital é um amplo programa estratégico estruturado em sete eixos temáticos: Serviços Públicos Digitais, Infraestrutura Digital e Conectividade, Transformação Digital da Gestão Pública, Saúde Digital, Educação Digital, Mobilidade Urbana Inteligente e Segurança Pública Integrada. Sistemas unificados Ao todo, a iniciativa contempla 111 projetos, divididos em 67 ações de curto prazo, 38 de médio prazo e seis de longo prazo. Dentro dessas ações, está a plataforma DF+Digital, que poderá ser acessada pelo cidadão em breve. Os serviços estão na fase de unificação de sistemas, para reunir em um só lugar todas as informações úteis a cada indivíduo. Clemilton Rodrigues Junior, secretário de Governança Digital: “Vamos acabar com esse monte de entrega de documentos, de autenticação. É uma plataforma que vai atender de forma personalizada cada cidadão” A estruturação tecnológica do governo trazida pelo DF+Digital também passa por um novo arcabouço normativo, composto por sete decretos que definem diretrizes obrigatórias de governança. Entre eles, destacam-se as políticas de governança digital, de tecnologias da informação e comunicação (TIC), de dados e informação e de inteligência artificial (IA). Juntas, essas normas estabelecem diretrizes obrigatórias para todos os órgãos e entidades do GDF, com orientações claras e princípios que vão reger todo o ecossistema tecnológico e digital do DF. Para o secretário de Governança Digital e Integração, Clemilton Rodrigues Junior, o DF+Digital vai mudar a forma com que a população interage com o governo. “O objetivo é atingir a população lá na ponta, é interagir com a população de forma muito direta e intuitiva, de tal forma que a população se livre de filas”, afirma. Uma das metas da criação do programa é posicionar o DF em posição de destaque no ranking das Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, pelos moldes da ONU “Outro objetivo é integrar os vários sistemas que nós temos”, pontua. “A ideia é que tenhamos uma plataforma, também chamada DF+Digital, para que o cidadão interaja com todos os serviços e todos os outros sistemas do Distrito Federal. Vai ser uma mudança de cultura que vai revolucionar a forma de prestação de serviço para a população.” O gestor enfatiza que o principal produto do DF+Digital é essa plataforma. “A governadora tem chamado de iFood do cidadão”, brinca o secretário. “O cidadão vai entrar por meio do gov.br e ter acesso aos dados e a todos os serviços que são prestados a ele. Então, por exemplo, se ele tem uma consulta marcada, ele tem um alerta. Se ele quer marcar uma consulta, tem outro alerta, personalizado para o ícone que ele quer. Se ele tem uma dívida com o GDF, quer pagar um imposto ou realizar um serviço, será tudo diretamente por essa plataforma. Vamos acabar com esse monte de entrega de documentos, de autenticação… nada disso. É uma plataforma que vai atender de forma personalizada cada cidadão.” Rumo ao destaque nacional Um dos objetivos centrais da medida é posicionar o Distrito Federal no topo do ranking das Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, como sugere a Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso, o GDF quer avançar no processo de certificação das normas internacionais ISO 37120, 37122 e 37123, o que tornará Brasília a primeira cidade do Centro-Oeste a alcançar esse marco. Como parte desse esforço, nasceu o Observatório do Olhar DF, uma plataforma oficial que reúne mais de 150 indicadores urbanos baseados em dados abertos para direcionar as políticas públicas de forma fundamentada. Com esses resultados, o DF pretende conquistar o Selo Platina de Cidade Sustentável e os selos Bronze de Cidade Resiliente e Inteligente. [LEIA_TAMBEM]O programa também estabelece metas claras para reduzir os custos diretos e indiretos nas transações entre os cidadãos e as entidades públicas, ao simplificar a experiência do usuário e promover a competitividade das empresas por meio da desburocratização. Nova governança e inteligência artificial Para preparar o quadro técnico do governo, o programa lançará uma capacitação em inteligência artificial voltada aos servidores, fruto de parceria com o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA) e a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Nunes (UnDF). Essa formação instruirá os agentes públicos a respeito das possibilidades, dos limites e da aplicação ética e segura da IA nos serviços oferecidos à população. Além disso, o GDF está na fase final de elaboração do Livro Verde, um documento técnico-consultivo com boas práticas de IA estruturado em parceria com o Tony Blair Institute for Global Change, organização sem fins lucrativos fundada pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair com atuação em mais de 40 países. Ainda na esfera interna, a SGDI desenvolveu painéis analíticos que já abastecem a Sala de Monitoramento da governadora. Somente em junho, seis novos painéis foram construídos para áreas estratégicas, fornecendo ferramentas precisas para que os gestores tomem decisões embasadas em informações organizadas, acompanhem os indicadores e avaliem os resultados práticos das políticas públicas na vida do cidadão. *Colaborou Carlos Eduardo Bafutto
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Drones ajudam a combater a dengue em várias regiões do DF
Historicamente, o Distrito Federal não apresenta um número elevado de casos de dengue em junho. Contudo, a Secretaria de Saúde (SES-DF) segue atuando em locais propícios à reprodução do Aedes aegypti, impedindo a formação de novos focos de proliferação da doença. Drone lança pacotes de larvicidas, que se dissolvem e se espalham ao entrar em contato com água acumulada, impedindo a formação de novos focos de proliferação da dengue | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF "A tecnologia do drone chegou para deixar o combate à dengue mais acessível em pontos que não conseguimos alcançar" Vladimir Sales, agente de Vigilância Ambiental da SES-DF Uma das principais medidas para localizar e combater esses possíveis pontos de reprodução é o uso de drones, como as ações que ocorrem ao longo desta semana em vários pontos do DF, como Santa Maria, Gama, Água Quente, Recanto das Emas, Plano Piloto, Park Way, Vicente Pires, Arniqueira, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Estrutural, Águas Claras, entre outros. "A tecnologia do drone chegou para deixar o combate à dengue mais acessível em pontos que não conseguimos alcançar", explica o agente de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) da SES-DF, Vladimir Sales. O servidor diz que a ferramenta tem sido útil para espaços como encostas, locais cercados ou mesmo casas e comércios fechados, onde não é possível fazer contato com os responsáveis. A operação dos drones segue os protocolos de segurança, tendo como principal foco garantir a segurança das pessoas Funcionamento dos drones [LEIA_TAMBEM]O aparelho é utilizado de duas formas. A primeira é para monitoramento: com uma câmera de alta resolução, ele faz imagens de cima dos locais de interesse e, com ajuda de inteligência artificial, são mapeados possíveis criadouros do mosquito, como caixas de água aberta e concentrações de lixo onde possa haver água acumulada. Caso não seja possível a atuação direta dos agentes, entra em ação o segundo tipo de uso. Nessas situações, o drone lança até quatro pacotes de 15 gramas com larvicidas, totalizando 60 gramas de carga. Em contato com a água, esses invólucros se dissolvem e o larvicida se espalha na água acumulada. "No caso da aplicação, o trabalho do aparelho é pontual. Normalmente, ficamos em uma área próxima de onde vai fazer esse lançamento", explica o operador de drones Luciano Martins. O trabalho do profissional segue os normativos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), tendo cuidado específico com postes, fiação ou com pessoas. Contratado em setembro do ano passado, o serviço prevê que, ao longo de um ano, sejam realizadas 18.420 atividades de mapeamento e identificação de focos do Aedes aegypti e 10.808 tratamentos de pontos de interesse. *Com informações da SES-DF
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Governadora defende Brasília como hub tecnológico em reunião do Lide
A governadora Celina Leão defendeu, nesta quarta-feira (17), que Brasília tem condições de se consolidar como um dos principais polos tecnológicos do país. A declaração foi feita durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Brasília Palace Hotel. Na abertura do encontro, Celina Leão afirmou: “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado”, declarou a chefe do Executivo. “Tenho certeza de que temos vocação para isso. Nós temos água suficiente para data center, temos capacidade energética e possibilidade de energia solar. Mas temos, principalmente, homens e mulheres que acreditam na força de quem entende.” Com o tema “Inteligência artificial e o impacto na gestão pública e privada”, o encontro reuniu autoridades, especialistas e empresários para discutir o uso da tecnologia na tomada de decisões, na gestão de recursos e na prestação de serviços à população. Atualização constante A Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada em janeiro para coordenar todas as ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do DF Durante o discurso, Celina afirmou que o poder público precisa acompanhar as mudanças tecnológicas para não perder capacidade de resposta: “Se o poder público não se atualizar no momento que o mundo vive, ele já está sempre atrás do privado. Ele vai paralisar”. A governadora também citou a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração (SGDI), considerada como uma das primeiras medidas da gestão na área. A pasta foi lançada em abril para coordenar ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do Distrito Federal. Segundo Celina, a centralização das soluções digitais permite reduzir compras duplicadas, integrar sistemas e usar dados para orientar decisões em diferentes áreas do governo. “Quando você faz aquisição, faz para o GDF inteiro”, apontou. “Isso traz duas vantagens: primeiro, economia financeira; segundo, dados coligados. Você não tem sistema que não fala com sistema”. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz. A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo” Governadora Celina Leão A saúde pública também foi destaque no encontro. Por meio do programa Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente, que conta com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), utilizam-se dados em tempo real e inteligência artificial para acompanhar a trajetória do paciente dentro da unidade de saúde, da entrada no hospital até a alta. “Nós temos hoje, no meu gabinete, todas as demandas do Distrito Federal monitoradas”, garantiu Celina. “Eu tenho um cirurgiômetro, sei quantas cirurgias acontecem no Distrito Federal por dia, quais hospitais estão mais lotados e quais ações preciso fazer.” Inteligência artificial e segurança pública Na segurança pública, Celina apontou o programa DF 360° como um dos exemplos do uso de inteligência artificial pelo governo. A plataforma integra videomonitoramento, dados operacionais e câmeras públicas e privadas para apoiar o trabalho das forças de segurança. “A gente consegue monitorar 4 milhões de placas de veículos por dia. Nós temos um dos maiores programas de monitoramento do país”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O DF 360° reúne recursos como leitura de placas, reconhecimento facial e compartilhamento de imagens entre Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF). A plataforma também permite o cadastramento voluntário de câmeras privadas, ampliando a capacidade de monitoramento em áreas comerciais, residenciais e de grande circulação. Outro ponto destacado foi o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic. Celina lembrou que o GDF trabalha na assinatura que deve permitir a instalação de 65 empresas no espaço destinado ao setor de inovação. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz”, resumiu. “A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo”.
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Pró-Jovem Digital certifica 280 jovens e amplia oportunidades no DF
Mais de 750 jovens participaram da festa de encerramento desta etapa de formação do Pró-Jovem Digital, realizada na sexta-feira (29/5), no Parque da Cidade. Durante o evento, 280 alunos dos polos de Ceilândia e Taguatinga receberam certificados de conclusão dos cursos de empreendedorismo digital, inteligência artificial, marketing digital e e-commerce. Jovens contemplados pelo programa ganham preparo para o mercado de trabalho na área digital | Foto: Divulgação/Secretaria da Juventude “O Pró-Jovem Digital foi criado para formar protagonistas, jovens preparados para construir novas oportunidades e transformar suas vidas” Fabiana Lacerda, secretária da Juventude Promovido pelas secretarias da Juventude (Sejuve-DF) e da Família (Sefami-DF) e pelo Instituto ONG Líderes do Brasil, o programa tem ampliado oportunidades de qualificação profissional para jovens em situação de vulnerabilidade social, preparando-os para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo digital. Durante a cerimônia, a secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, falou aos formandos: “É uma conquista que merece ser celebrada. O Pró-Jovem Digital foi criado para formar protagonistas, jovens preparados para construir novas oportunidades e transformar suas vidas”. [LEIA_TAMBEM]Ela ressaltou o apoio da governadora Celina Leão ao programa: “A governadora acredita na juventude do Distrito Federal. Ela acredita que cada um de vocês pode chegar aonde quiser, desde que tenha oportunidade, dedicação e perseverança. Vocês são especiais, são importantes e têm um enorme potencial.” Além da certificação, o evento contou com atrações recreativas e momentos de integração entre alunos, familiares e professores. Durante a cerimônia, foi anunciada uma nova fase do programa com 1.568 vagas gratuitas distribuídas em 12 regiões administrativas do DF. Os cursos presenciais terão 80 horas de duração, com auxílio-transporte, lanche e ajuda de custo para os participantes. Os cinco melhores alunos de cada turma também receberão notebooks como incentivo ao desempenho. *Com informações da Secretaria da Juventude
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Cursos EaD com foco em inovação, gestão pública e inteligência artificial têm inscrições abertas
A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) está com inscrições abertas para novas turmas de cursos na modalidade educação a distância (EaD), voltadas à qualificação e atualização dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal. A iniciativa reforça a política permanente de desenvolvimento profissional promovida pela instituição, vinculada à Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF). A programação reúne cursos em áreas estratégicas da administração pública, com conteúdos voltados para inovação, atendimento ao cidadão, gestão, legislação, inclusão e transformação digital. Entre os destaques desta edição estão os novos cursos em parceria com a Microsoft, "fluêncIA para Educadores" e "fluêncIA para Profissionais do Judiciário", além da capacitação "fluêncIA – Noções básicas de inteligência artificial", alinhada às novas demandas tecnológicas do setor público. Os novos cursos oferecidos pela Egov estão alinhados às novas demandas tecnológicas do setor público | Fotos: Divulgação/Egov Também integram a grade cursos sobre Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei de Acesso à Informação (LAI), competências gerenciais, Libras, ouvidoria, assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, além da atualização no uso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Segundo o diretor-executivo da Egov, Francisco de Assis, a ampliação da oferta de cursos EaD fortalece o compromisso da instituição com uma administração pública mais moderna, eficiente e preparada para os desafios contemporâneos. "A formação permanente dos servidores impacta diretamente a qualidade das entregas realizadas à população" Francisco de Assis, diretor-executivo da Egov “Estamos investindo continuamente em soluções educacionais que acompanhem as transformações do serviço público. A formação permanente dos servidores impacta diretamente a qualidade das entregas realizadas à população. Destacamos os cursos de inteligência artificial, que fazem parte da agenda de ‘cidade inteligentes’, pauta da governadora Celina Leão”, destaca. Os cursos são gratuitos e oferecem flexibilidade para que os participantes realizem as atividades de forma online, conforme sua disponibilidade. As inscrições permanecem abertas até o dia 22 de junho. Confira a lista dos cursos disponíveis fluêncIA para Educadores fluêncIA para Profissionais do Judiciário fluêncIA – Noções básicas de Inteligência Artificial Assédio Moral, Sexual e Discriminação no Trabalho Atualização em Gramática da Língua Portuguesa Atendimento ao Público Comunicando em Libras Desenvolvimento de Competências Gerenciais Lei de Acesso à Informação – LAI na prática Lei Geral de Proteção de Dados – Legislação e Implementação Implementação da Lei de Licitações e Contratos – Lei 14.133/2021 O ‘X’ da Questão: Decifrando a Ouvidoria Programa de Ambientação e Integração Ressignificar: Proteção Integral às Mulheres Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – Módulo Usar – versão 4.0 Cursos EaD – Temporada Julho de 2026 Inscrições: até 22/6 Período das atividades: 29/6 a 30/7 *Com informações da Egov
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Pixel Show abre com a expectativa de reunir mais de 20 mil pessoas
A abertura do Pixel Show Brasília 2026 marcou, nesta quinta-feira (21), o início de um dos grandes festivais de criatividade, inovação e economia criativa da América Latina. Realizado na Arena BRB Mané Garrincha, o evento segue nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), com expectativa de receber mais de 20 mil participantes ao longo da programação. Programação reúne material de interesse para diversos públicos até domingo (24) | Foto: Divulgação/Secti-DF Promovido em parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisas e Estudos em Distribuição e Varejo, o festival reúne estudantes, profissionais, empreendedores, artistas, desenvolvedores, representantes de startups e entusiastas da tecnologia em um ambiente marcado por troca de conhecimento, geração de oportunidades e fortalecimento da economia criativa. “É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Durante a programação, há palestras, painéis temáticos, workshops, masterclasses, experiências imersivas, espaços maker, exposições, atividades educacionais, apresentações culturais, rodadas de networking e ativações tecnológicas. O evento também conta com ambientes voltados à criatividade, inovação, inteligência artificial, games, audiovisual, design e empreendedorismo. Polo de inovação Um dos destaques da abertura foi a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital. Conhecido por unir humor, improviso e tecnologia em seus projetos, o artista protagonizou um dos momentos mais aguardados do primeiro dia do festival, reforçando a proposta do Pixel Show de conectar criatividade, inovação e as transformações da sociedade contemporânea. [LEIA_TAMBEM]“Eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.” Entre os visitantes que participaram da abertura estava a estudante de design Ana Clara Rodrigues, de 22 anos, que ficou impressionada com as experiências tecnológicas apresentadas pelo festival. “É muito inspirador ver tantas soluções, tecnologias e ideias criativas reunidas em um único espaço”, disse. “A gente consegue enxergar possibilidades para o futuro e perceber como inovação e criatividade podem gerar oportunidades reais de trabalho, aprendizado e crescimento profissional. Estou ansiosa para participar das atividades dos próximos dias”. Em Brasília, o festival fortalece o posicionamento da capital como um território estratégico para iniciativas ligadas à tecnologia, à transformação digital e à economia criativa, promovendo capacitação, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Capacitação orienta residentes de saúde em estratégias de busca e uso de bases científicas
Residentes dos programas de Enfermagem Obstétrica e do Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade da Escola de Saúde Pública (ESP/DF) participaram, nesta quarta (13), de um treinamento promovido pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). A iniciativa, só este ano, já capacitou 220 estudantes e profissionais da área de saúde. Maurício Marques, coordenador da biblioteca central da Fepecs, alertou: “Pesquisar em fontes de credibilidade é fundamental” | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o treinamento, os participantes receberam orientações sobre métodos de pesquisa, seleção de informações confiáveis e utilização de plataformas científicas. “A intenção é tornar esses profissionais mais capacitados diante dos avanços tecnológicos e das transformações na área da saúde, para que isso reflita, lá na ponta, quando estiverem atendendo pacientes em uma unidade de saúde”, afirmou o coordenador da biblioteca central da Fepecs, Maurício Mendes Marques. A aula também teve apresentação de diretrizes sobre a utilização da inteligência artificial na pesquisa científica. “Pesquisar em fontes de credibilidade é fundamental”, pontuou Maurício. “Existe o hábito de fazer pesquisas no Google, e, muitas vezes, o usuário se depara com sites falsos ou suspeitos. Além disso, hoje temos as inteligências artificiais como novas ferramentas de apoio.” A capacitação integra uma série de treinamentos promovidos pela Fepecs com foco na qualificação profissional e no incentivo ao uso de fontes científicas confiáveis. A proposta é fortalecer a formação e ampliar o acesso a ferramentas que contribuam para uma atuação mais técnica e atualizada na saúde pública. *Com informações da Fepecs
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Innova Summit 2026 estreia com palestras inspiradoras em Brasília
“Além do Hype. Impacto Real.” Esse é o lema do Innova Summit 2026, que abriu suas portas nesta terça-feira (12) para três dias de imersão em inovação, negócios e transformação digital. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Conecta Brasil, está em sua 6ª edição e transformou o Centro de Convenções Ulysses Guimarães em um verdadeiro polo de inovação, reunindo milhares de pessoas em torno de ideias capazes de moldar o futuro. Com mais de 50 mil inscritos, o Innova Summit começou em ritmo acelerado, misturando jovens estudantes, empreendedores, criadores de conteúdo, profissionais da tecnologia, investidores e entusiastas da inovação em um ambiente pulsante, cheio de experiências imersivas, networking e troca de conhecimento. Desde a abertura dos portões, às 16h, o público chegou com a empolgação em alta, demonstrando o tamanho da expectativa para aquela que já é considerada uma das maiores edições do evento. Abertura do Innova Summit, no Centro de Convenções, reuniu diferentes gerações | Fotos: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino, o Innova Summit representa um espaço onde ideias, talentos e oportunidades se encontram de forma prática e acessível. “O evento mostra como a inovação está cada vez mais próxima das pessoas. É um ambiente que inspira, conecta diferentes gerações e abre caminhos para quem quer aprender, empreender e participar ativamente das transformações que estão acontecendo no mercado e na sociedade”, destacou. O músico e produtor musical André Cavalcante abriu o ciclo de palestras do evento falando sobre o impacto que os objetivos empresariais podem causar na realidade das coisas e das pessoas. “Tudo o que a gente faz na nossa vida não é pra gente, é para as pessoas. Quando vocês internalizarem isso, perceberão que sua empresa e seus negócios vão prosperar”, afirmou, arrancando aplausos do público. Desafios da era digital Na sequência, o historiador, escritor, professor e comunicador Leandro Karnal subiu ao palco principal e prendeu a atenção da plateia ao abordar comportamento, ansiedade coletiva e os desafios humanos na era digital. Com seu estilo reflexivo e bem-humorado, Karnal levou o público a momentos de silêncio absoluto e também de gargalhadas espontâneas. “É importante que tenhamos, no nosso quadro de funcionários, profissionais de todas as idades e gerações. A diversidade nos enriquece. Intolerância não pode fazer parte das nossas empresas”, orientou. O evento, uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF em parceria com o Instituto Conecta Brasil, está em sua 6ª edição Entre uma palestra e outra, os corredores do evento ficaram movimentados com conexões genuínas. A estudante de engenharia de software Mariana Alves, de 21 anos, saiu impressionada com a dimensão do evento. “É muito inspirador ver tanta gente falando sobre futuro, inovação e oportunidades. Você sai daqui acreditando que também pode criar algo grande”, empolgou-se. O empresário Lucas Mendes destacou a importância do conteúdo oferecido pelas palestras e pelo networking promovido pelo encontro. “O Innova Summit consegue reunir pessoas que normalmente estariam em ambientes completamente diferentes. Aqui todo mundo se conecta pela inovação, pelas parcerias e pelo conhecimento”, salientou. [LEIA_TAMBEM]Nos próximos dois dias, o Innova Summit promete manter o ritmo intenso que marcou a abertura. A programação segue com painéis sobre inteligência artificial, transformação digital, empreendedorismo, marketing, creator economy, inovação pública e futuro das profissões, além de experiências imersivas, batalhas de startups, mentorias e espaços de networking. Entre os destaques mais aguardados estão palestras com grandes nomes do mercado nacional, debates sobre as tendências tecnológicas que devem impactar os próximos anos e encontros voltados especialmente a jovens que desejam ingressar no universo da inovação e da tecnologia. Para a Secti, o Innova Summit vai além de um grande encontro de tecnologia. O evento ajuda a aproximar a população de experiências ligadas à inovação, incentiva novos talentos, fortalece conexões entre diferentes setores e amplia o acesso ao conhecimento e às oportunidades que movimentam a economia criativa e o desenvolvimento tecnológico no Distrito Federal. *Com informações da Secti-DF
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LAB Bibliotecas Renato Russo une música, inteligência artificial e arte em oficinas para jovens de escolas públicas
Um computador projetado na parede, uma controladora de DJ e dezenas de estudantes atentos aos comandos exibidos na tela. Foi assim que uma sala do Centro Educacional do Lago Norte (Cedlan) se transformou em um espaço de aprendizado diferente do habitual durante a oficina de discotecagem, nesta segunda-feira (11). A atividade faz parte do projeto LAB Bibliotecas Renato Russo, iniciativa promovida pela ONG Amigos da Vida em parceria com o Governo do Distrito Federal que une tecnologia, arte e educação. Segundo a vice-diretora da escola, Isabella Barbosa, o projeto amplia o aprendizado dos estudantes para além do currículo tradicional. “Os alunos aprendem competências diferentes, como socialização, diversidade, respeitar o outro. Além de conhecimentos técnicos de operar uma mesa de som e fazer uma música legal. De repente, isso pode até gerar uma oportunidade de emprego no futuro”, destaca. Isabella Barbosa ressalta que os "alunos aprendem competências diferentes, como socialização, diversidade, respeitar o outro" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Ao todo, cerca de 200 alunos do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Cedlan participaram das atividades. Entre eles está Júlia Fernandes, de 15 anos. “A gente também está aprendendo a mexer nos equipamentos, na controladora e no toca-discos. Eu penso em seguir na área de exatas, mas a música pode continuar como um hobby. Acho importante ter essa oportunidade porque ajuda a gente a descobrir coisas novas sobre nós mesmos”, conta a estudante. O projeto também oferece oficinas de inteligência artificial, escrita criativa, redes sociais, realidade virtual, dramaturgia imersiva e artes visuais. O aluno Gabriel Martins, de 17 anos, destacou a oportunidade de aprender novas habilidades. “Acho muito legal ter essa oportunidade de aprender isso aqui na escola. Hoje, aprendi sobre os equipamentos, os ritmos e como funciona a transição de uma música para outra. É muito interessante porque ajuda a entender melhor essa área”, diz. O projeto LAB Bibliotecas Renato Russo leva modernidade e tecnologia a bibliotecas Além das oficinas, o projeto LAB Bibliotecas Renato Russo busca transformar bibliotecas de escolas públicas do Distrito Federal em espaços mais modernos e tecnológicos. Kalede Lizan, produtor do projeto, explica que a proposta é criar ambientes que incentivem não apenas a leitura, mas também o acesso à pesquisa digital e às novas formas de aprendizado, com computadores conectados à internet e atividades interativas para os estudantes. “A gente restaura a biblioteca, faz doação de livros novos, pinta os espaços e entrega computadores novos. Dentro disso, também incentivamos atividades artísticas e de tecnologia na biblioteca”, afirma. Neste ano, a biblioteca do Cedlan está entre as unidades contempladas pelo projeto. Outras regiões administrativas, como Recanto das Emas, Ceilândia, Guará e Taguatinga, já receberam as ações da iniciativa.
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Inteligência artificial vai auxiliar a gerenciar pedidos de manutenção de iluminação pública
A inteligência artificial começa a redefinir a gestão da iluminação pública no Distrito Federal. A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPEs) iniciou a modernização do sistema de gerenciamento de pedidos de manutenção, com aplicação de inteligência artificial capaz de monitorar equipes em tempo real e transformar a forma como a manutenção da iluminação pública é executada em Brasília. A medida, anunciada pelo presidente da CEB, Elie Chidiac, marca uma mudança estrutural no modelo de operação da empresa. Brasília será a primeira grande cidade do Brasil a utilizar esse sistema de monitoramento de demandas de iluminação pública com inteligência artificial na gestão dos serviços. Elie Chidiac: "Essa atualização do sistema vai trazer mais agilidade, produtividade e eficiência para as equipes, permitindo que a população tenha suas demandas atendidas com muito mais rapidez" | Foto: Divulgação/CEB IPes “Estamos implementando mais uma etapa da modernização da nossa gestão. Essa atualização do sistema vai trazer mais agilidade, produtividade e eficiência para as equipes, permitindo que a população tenha suas demandas atendidas com muito mais rapidez”, afirmou Chidiac. A nova plataforma utiliza algoritmos inteligentes que podem distribuir automaticamente as ordens de serviço, cruzar dados como localização da ocorrência, grau de criticidade, disponibilidade operacional e tipo de veículo necessário para cada atendimento. A modernização do sistema acompanhará desde a abertura do chamado até a conclusão efetiva do serviço, permitindo rastrear deslocamentos, fiscalizar execuções e medir o desempenho operacional da rede de manutenção. O sistema também pode sugerir reorganizar rotas e priorizar demandas de maior impacto, reduzindo deslocamentos desnecessários e aumentando a velocidade das respostas à população. Além da automação dos despachos, a companhia passará a monitorar em tempo real todas as equipes próprias e terceirizadas Além da automação dos despachos, a companhia passará a monitorar em tempo real todas as equipes próprias e terceirizadas responsáveis pelos atendimentos, assim como os caminhões. “Vamos conseguir acompanhar em tempo real se as equipes realmente atenderam os chamados abertos, se o serviço foi executado corretamente e se a população teve sua solicitação resolvida. Isso traz mais transparência, eficiência e controle para toda a operação”, disse o presidente. A perspectiva da Chidiac é de que a integração entre inteligência artificial, monitoramento contínuo e reforço operacional reduza significativamente o tempo de resposta aos protocolos registrados pela população, além de elevar o nível de controle sobre contratos, produtividade e execução dos serviços. Mais de 700 Número de municípios brasileiros que usam o sistema que a CEB IPes está implementando no DF O sistema adotado pela CEB IPes já é utilizado em seis países, lidera o mercado latino-americano e está em expansão para regiões da Ásia. No Brasil, a tecnologia opera em mais de 700 municípios. No entanto, o Distrito Federal será o maior parque de iluminação pública do país a utilizar a modernização com inteligência artificial. Mais atendimentos Paralelamente ao investimento tecnológico, a CEB iniciou um reforço da estrutura de atendimento nas ruas. A companhia ampliará o número de equipes, caminhões e profissionais especializados para acelerar os atendimentos e reduzir falhas prolongadas na iluminação pública. “A nossa missão é manter a cidade iluminada e melhorar a qualidade de vida da população. Naturalmente sempre existirão luminárias que precisarão de reparos, mas não teremos mais grandes trechos apagados sem resposta rápida”, afirmou Chidiac. A CEB estuda ampliar o uso de tecnologias de vigilância para combater furtos e vandalismo na rede de iluminação pública Segundo o presidente, as empresas terceirizadas também estão ampliando a capacidade operacional, principalmente em horários críticos e situações emergenciais. “Estamos colocando mais equipes nas ruas, mais caminhões especializados e fortalecendo a gestão operacional. A inteligência artificial vai trazer mais precisão, agilidade e eficiência para o nosso centro de operações”, declarou. A Central de Comando e Operação da CEB Ipes também passa por reformulação e ganhará papel estratégico dentro do novo modelo de gestão. O espaço será utilizado para monitoramento integral das operações, análise de picos de demanda, gerenciamento de emergências e redistribuição dinâmica das equipes em tempo real. A companhia também estuda ampliar o uso de tecnologias de vigilância para combater furtos e vandalismo na rede de iluminação pública. Entre as medidas avaliadas estão drones, câmeras inteligentes e integração operacional com forças de segurança do Governo do Distrito Federal. *Com informações da CEB IPes
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Painel Movimenta 2026 debate inteligência artificial e criatividade humana
O auditório do SebraeLab, no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), sediou nesta quinta-feira (30) o encerramento do Painel Movimenta 2026. Promovido pelo Biotic, pela Escola Bela07 e pela Cria.mov, o segundo dia de programação colocou em pauta um dos temas mais urgentes do setor criativo: o impacto da inteligência artificial (IA) e o papel do trabalho humano na produção audiovisual contemporânea. A programação matinal foi marcada por um workshop conduzido pelos sócios da produtora Nero, Marina Braz e Pedro Naegele. O debate explorou como as ferramentas de IA generativa estão redefinindo os processos produtivos, com foco especial no nicho da moda, mas abrangendo os desafios gerais do setor. O evento discutiu como se destacar em um mercado cada vez mais impactado pelas tecnologias de automação | Foto: Divulgação/Biotic Os diretores discutiram a necessidade de conciliar a automação com a execução manual e artesanal, que garante a identidade e a alma de cada obra. Um dos pontos centrais foi a valorização das relações interpessoais e do olhar artístico, elementos que se tornam diferenciais competitivos em um mercado cada vez mais impactado por tecnologias de automação. No período da tarde, o evento assumiu um caráter dinâmico com uma oficina prática liderada por Pedro Naegele, que contou com a participação do diretor da Cria.mov, Gabriel Nakanishi. O encontro proporcionou uma troca direta com o público sobre as possibilidades reais do mercado atual. *Com informações do Biotic
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Programa Pró-Jovem Digital oferece mais de 1,5 mil vagas de capacitação no DF
Foi aberta, na manhã desta quinta-feira (30), a nova fase do programa Pró-Jovem Digital, iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que oferece capacitação gratuita a jovens em situação de vulnerabilidade em áreas estratégicas para o mercado de trabalho. Fruto de parceria entre a Secretaria da Família (Sefami-DF), a Secretaria da Juventude (Sejuve-DF) e o Instituto ONG Líderes do Brasil, esta etapa vai ofertar 1.568 vagas. A governadora Celina Leão participou da cerimônia, no Salão Branco do Palácio do Buriti. “Sabemos como é importante ter pessoas qualificadas em inteligência artificial, marketing e produção de vídeo. Isso gera empregabilidade, renda e, principalmente, esperança para os jovens. É um programa que capacita jovens nessa área de tecnologia, que dá a possibilidade de bons empregos, inclusive remotos, para trabalhar para outros países e mesmo outras partes do Brasil. Brasília é hoje a melhor cidade para se trabalhar de forma remota”, destacou, ao reforçar o compromisso do GDF com a atualização tecnológica da capital. Celina Leão, sobre o Pró-Jovem Digital: "É um programa que capacita jovens nessa área de tecnologia, que dá a possibilidade de bons empregos, inclusive remotos, para trabalhar para outros países e mesmo outras partes do Brasil" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Nossa cidade vai passar por uma grande transformação digital. Temos uma secretaria voltada à transformação e inovação digital e às cidades inteligentes, e vamos entregar muitas ações nos próximos meses. Queremos formar mão de obra aqui no Distrito Federal”, afirmou Celina. Os cursos serão oferecidos em 14 etapas, distribuídas em 12 regiões administrativas, com turmas extras em Ceilândia e no Recanto das Emas. Além das aulas presenciais, o programa mantém a modalidade de ensino a distância via YouTube. Ao fim de cada etapa, haverá o sorteio de um notebook entre os cinco alunos com melhor desempenho da turma. Voltado a jovens de 15 a 29 anos, o programa busca promover a inclusão digital e a qualificação profissional, conectando a juventude às novas demandas do mercado de trabalho. As capacitações abrangem áreas como inteligência artificial, marketing digital, redes sociais, e-commerce, criação de conteúdo, edição de vídeo e empreendedorismo digital. Segundo o secretário da Família, Rafael Mazzaro, o projeto impacta a empregabilidade ao focar a formação técnica em áreas de alta demanda. “O programa cria essa dinâmica de capacitar os jovens, dando a oportunidade de cursos voltados para inovação e tecnologia, que é um advento que o mercado de trabalho tem pedido. Então, esses jovens já saem qualificados, certificados e preparados”, avaliou. Para a secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, a iniciativa fortalece a autonomia dos participantes. “Já existem respostas reais. Os jovens já estão conseguindo ter essas oportunidades no mercado de trabalho graças a essa capacitação. Hoje o mundo está voltado para a tecnologia. Então, todos esses jovens terão acesso à tecnologia da informação, ao empreendedorismo digital e à inteligência artificial”, afirmou, ao ressaltar que as inscrições para a segunda etapa já estão abertas. [LEIA_TAMBEM]Estrutura e benefícios Os cursos presenciais têm carga horária de 80 horas e serão ofertados em Santa Maria, Fercal, Gama, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, São Sebastião, Itapoã, Plano Piloto, Riacho Fundo II, Sobradinho II e Recanto das Emas. Para garantir a permanência dos alunos, o projeto oferece auxílio-transporte e alimentação aos participantes do formato presencial. O foco central é a empregabilidade e a geração de renda, com estímulo ao desenvolvimento de competências como criatividade, inovação, pensamento crítico e autonomia. Fabiana Lacerda, secretária da Juventude: "Já existem respostas reais. Os jovens já estão conseguindo ter essas oportunidades no mercado de trabalho graças a essa capacitação" Alcance Na primeira fase do programa, mais de 1.500 alunos foram formados presencialmente em 14 regiões administrativas. No formato online, foram mais de 18 mil visualizações, com mais de 130 horas de conteúdo assistido. DF mais tecnológico Neste mês, o GDF reforçou o compromisso com a modernização dos serviços públicos, com a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração. A nova pasta foi autorizada pela governadora Celina Leão a partir do desmembramento da Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação.
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Capacitação em inteligência artificial contempla reeducandos da Funap-DF
Um programa lançado em março foi oficialmente estendido, nesta terça-feira (28), a reeducandos atendidos pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF). Voltado à capacitação em inteligência artificial e computação em nuvem, o AWS Treina Brasil é uma iniciativa do Instituto Gabriel Gastal (IGG), em colaboração com a Amazon Web Services, que vai ampliar as oportunidades de qualificação profissional. Jaime Santana (segundo a partir da esquerda), secretário de Justiça e Cidadania: “Um projeto como este amplia horizontes e cria novas possibilidades de reinserção social por meio da qualificação profissional” | Foto: Divulgação/Funap-DF “Hoje, a tecnologia está muito avançada, e esse conhecimento pode ajudar minha entrada no mercado de trabalho com mais preparo” Marcos Tenório, reeducando matriculado no curso A primeira etapa foi a entrega de dez computadores à Funap-DF, doados pelo Instituto de Inteligência Ambiental (IIA). As aulas serão ministradas no formato online, com carga horária de 42 horas, abordando temas como inteligência artificial generativa, aprendizado de máquina, fundamentos de computação em nuvem, inovação, transformação digital e aplicações práticas. Todos os cursos oferecem certificação. “Pessoas em conflito com a lei enfrentam, muitas vezes, poucas oportunidades no mercado de trabalho”, pontuou o secretário de Justiça e Cidadania e presidente da Funap-DF, Jaime Santana. “Um projeto como este amplia horizontes e cria novas possibilidades de reinserção social por meio da qualificação profissional.” [LEIA_TAMBEM]Um dos participantes inscritos, o reeducando Marcos Tenório elogiou a iniciativa. “Já fiz um curso de informática básica, e essas aulas de inteligência artificial vão ampliar minha qualificação”, afirmou. “Hoje, a tecnologia está muito avançada, e esse conhecimento pode ajudar minha entrada no mercado de trabalho com mais preparo”. Além do secretário de Justiça e Cidadania, participaram do evento a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins; a presidente e a vice-presidente do IGG, Paloma GastaI e Maria Paula Fidalgo; e o presidente do IIA, Gustavo Noleto Bertolino. *Com informações da Funap-DF
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Reeducandos do DF terão acesso a cursos gratuitos de inteligência artificial
Reeducandos atendidos pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF) passarão a ter acesso a cursos gratuitos de inteligência artificial e computação em nuvem. A iniciativa é do Instituto Gabriel Gastal (IGG), em colaboração com a Amazon Web Services (AWS), por meio do programa AWS Treina Brasil. Voltado a estudantes, jovens em situação de vulnerabilidade social, profissionais e empreendedores, a iniciativa já beneficiou mais de 10 mil participantes desde o lançamento, em março. Agora, pessoas em regime aberto e semiaberto também passam a integrar a ação. A proposta é fortalecer a qualificação profissional e ampliar o acesso ao mercado de trabalho, contribuindo para a autonomia financeira e a reintegração social dos participantes. O programa oferece 30 mil vagas gratuitas no DF. Cursos gratuitos de inteligência artificial e computação em nuvem serão oferecidos a reeducandos atendidos pela Funap-DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A educação digital é uma poderosa ferramenta de transformação social e empregabilidade. Até 2028, 97% dos empregadores devem implementar soluções de inteligência artificial, e nosso papel é abrir portas para que mais pessoas tenham acesso a esse conhecimento e possam construir novas oportunidades de vida. Democratizar a tecnologia é democratizar futuros”, afirma a presidente do Instituto Gabriel Gastal, Paloma Gastal. As aulas são online, com carga horária de 42 horas, e abordam temas como inteligência artificial generativa, aprendizado de máquina, fundamentos de computação em nuvem, inovação, transformação digital e aplicações práticas. Todos os cursos oferecem certificação. [LEIA_TAMBEM]Para a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins, a iniciativa representa um avanço importante. “A qualificação profissional é fundamental para a reintegração social. Essa colaboração contribui para que os reeducandos possam reconstruir suas trajetórias com dignidade, autonomia e perspectiva de futuro”, destaca. Doação de computadores Para viabilizar a participação dos alunos, o Instituto Gabriel Gastal articulou, junto ao Instituto de Inteligência Ambiental (IIA), a doação de dez computadores. A instituição atua no fomento à doação e ao recondicionamento de equipamentos eletrônicos em desuso, que são recuperados e destinados a projetos educacionais e sociais, como este. A iniciativa amplia o acesso à tecnologia, promove a inclusão digital e contribui para a geração de novas oportunidades. “No instituto, incentivamos a doação de equipamentos tecnológicos porque acreditamos que eles são ferramentas poderosas de transformação social, especialmente por meio da inclusão digital”, afirma o presidente do IIA, Gustavo Noleto Bertolino. *Com informações da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF)
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Workshop sobre uso de inteligência artificial no audiovisual começa nesta quinta (23)
O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) recebe, nesta quinta-feira (23), o primeiro dia do Painel Movimenta, evento focado na interseção entre tecnologia e economia criativa. Realizado no SebraeLab, o workshop é dividido em dois dias de imersão, 23 e 30 de abril, e busca capacitar profissionais e interessados no uso da inteligência artificial (IA) na criação de vídeos e roteiros. A iniciativa é voltada a empreendedores, estudantes e entusiastas da tecnologia aplicada ao audiovisual. O evento já conta com mais de cem inscritos e, devido à alta procura, restam poucas vagas disponíveis. A proposta é fortalecer o ecossistema de inovação de Brasília, preparando os talentos locais para as novas métricas e ferramentas do mercado global. O primeiro dia do painel será marcado pela discussão do uso de IA na criação de roteiros | Foto: Divulgação/Biotic Referência no mercado O primeiro encontro, quinta-feira (23), das 14h às 17h, terá como tema central “A IA na Criação de Roteiros", com o empresário e produtor Isaac Aicon. À frente de grandes projetos, Aicon é reconhecido por sua expertise em identificar tendências e oportunidades de crescimento em diversas capitais brasileiras, tornando-se referência para uma nova geração de empreendedores. Além da atuação no mercado corporativo, ele possui vasta experiência como produtor executivo de longas-metragens e projetos para plataformas de streaming. O segundo dia terá o painel "Audiovisual como Ferramenta de Inovação" e uma oficina prática A jornada de aprendizado continua no dia 30 de abril. O segundo dia de evento será dividido em dois turnos: das 9h30 às 12h, com o painel "Audiovisual como Ferramenta de Inovação", focado em tendências e narrativas; e das 14h às 17h, com uma oficina prática de criação e experimentação. Inscrições O Painel Movimenta é uma realização conjunta entre Biotic, Criamov e Bela07. Eventos deste porte reforçam a vocação de Brasília como um hub multissetorial que integra ciência, tecnologia e criatividade, gerando impacto direto no desenvolvimento econômico da região. As inscrições devem ser realizadas pela plataforma Sympla. Todos os participantes que concluírem o workshop receberão certificado, validando o conhecimento adquirido nas novas ferramentas de Inteligência Artificial para vídeos. Painel Movimenta – Audiovisual e Inovação Datas: 23 e 30 de abril Local: SebraeLab – Biotic (Parque Tecnológico de Brasília) Inscrições: Sympla (vagas limitadas) *Com informações do Biotic
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Café com Projetos reúne 300 participantes para debater metodologias de gestão no DF
Expandir a cultura de gerenciamento de projetos dentro do Distrito Federal, trocar experiências e disseminar boas práticas aplicadas à realidade do setor público. Esses foram os objetivos do Café com Projetos, evento promovido nesta quinta-feira (9) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Project Management Institute (PMI-DF), no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. Encontro reuniu representantes de órgãos do GDF e da iniciativa privada, além de especialistas na área de gestão de projetos | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cerca de 300 pessoas participaram do encontro, entre servidores de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), da iniciativa privada e especialistas da área — convidados para conduzir a palestra “Gestão de Projetos na Prática”, que apresentou os conceitos fundamentais e exemplos, e o painel “Tecnologia e IA na Gestão de Projetos”, que discutiu o uso da inteligência artificial e os impactos na gestão de projetos. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão” Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social em exercício “Na etapa de iniciação, as ferramentas de inteligência artificial podem colaborar no planejamento, no desenvolvimento, por exemplo, de um plano de comunicação, de um cronograma, de uma estrutura analítica de projetos: é a automação, utilizando a IA, para tomada de decisão baseada em dados”, explica o presidente do PMI-DF, Matheus Rocha. “A prática que os palestrantes trouxeram mostra que os desafios vão existir, mas que há possibilidade de gestão para fazer boas entregas nos projetos.” Eficiência ampliada A gestão de projetos utiliza ferramentas tecnológicas para otimizar fluxos de trabalho e aumentar a eficiência e eficácia dos processos dentro de uma empresa ou órgão público, com resultados mais consistentes. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social em exercício, Jackeline Canhedo. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente, Rodrigo Freitas, reforça: “Esse tipo de evento garante troca de experiências e apresenta propostas de uso da inteligência artificial no setor público, com aplicação de conceitos e metodologias de projetos que enriquecem a política pública de assistência social”. Gestão de projetos [LEIA_TAMBEM]O projeto é um esforço temporário — com início, meio e fim — para entregar um produto, serviço ou resultado que a organização precisa. A gestão de projetos garante que esse resultado ocorra de forma planejada, estruturada para agregar o valor que o negócio precisa. A partir do planejamento, fundamental para o sucesso do projeto, cria-se uma estrutura que será trabalhada e definem-se quais são as atividades e o que é preciso fazer para cumprir essas metas. “As ferramentas apoiam o time do projeto a ter essa visibilidade do que precisa ser feito e quando precisa ser realizado”, aponta Matheus Rocha. “Com a gestão desse projeto, é possível acompanhar quando tem um risco que pode atrapalhar a entrega, ter um replanejamento de datas para cumprir o cronograma. Essas ferramentas ajudam o gerente de projetos a ter essa previsibilidade do que vai ser entregue, se há riscos, para que, se tiver ameaças, ele tenha condições de agir previamente e garantir que não haja prejuízo. Entre as ferramentas mais conhecidas estão o MS Project, Monday.com, ClickUp, Kanban e o Trello, que é muito utilizado pela simplicidade.” *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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GDF oferece curso online de programação e inteligência artificial
Moradores do Distrito Federal com 16 anos ou mais podem se inscrever no Aprova VP, projeto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) que oferece formação online em programação e inteligência artificial. Em plataforma própria, o curso reúne videoaulas, materiais complementares, simulados e certificado. Formato do curso permite que o jovem acompanhe o conteúdo de acordo com sua rotina | Foto: Divulgação/Secti-DF “Nosso objetivo é transformar o DF em um celeiro de talentos tecnológicos, garantindo que a inovação seja um caminho real para a geração de emprego, renda e novas oportunidades para a nossa população” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação “O projeto Aprova VP consolida o compromisso do Governo do Distrito Federal em democratizar o acesso ao conhecimento de ponta”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “Com mais de 560 participantes já inscritos na plataforma, estamos oferecendo uma trilha formativa que vai da programação full stack à inteligência artificial aplicada aos negócios, áreas que são o motor da nova economia.” Segundo o secretário, o formato amplia o alcance da política pública de qualificação ao permitir que o conteúdo seja acompanhado de acordo com a rotina de cada aluno. “O grande diferencial é a flexibilidade: por ser 100% online e acessível inclusive por dispositivos móveis, permitimos que o cidadão se qualifique conforme seu próprio ritmo”, explica. “Nosso objetivo é transformar o DF em um celeiro de talentos tecnológicos, garantindo que a inovação seja um caminho real para a geração de emprego, renda e novas oportunidades para a nossa população”. Eixos de formação A trilha formativa foi organizada em quatro eixos: programação full stack, com introdução ao desenvolvimento web por meio de HTML, CSS e JavaScript; linguagens de programação, com noções de Python e Java; visão geral da inteligência artificial; e inteligência artificial aplicada aos negócios, tendo como focos processos empresariais, marketing digital e análise de dados. [LEIA_TAMBEM]Como o curso é 100% online e baseado em aulas gravadas, o conteúdo fica disponível na plataforma para que cada participante acompanhe as disciplinas no próprio ritmo. Cada curso tem carga horária de 66 horas e certificado de conclusão. O ambiente virtual também permite acompanhar acessos, progresso individual e participação em simulados e atividades avaliativas. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Planalto e integra a política do GDF de ampliar o acesso à qualificação tecnológica no Distrito Federal. O projeto é voltado a adolescentes, jovens e adultos, com foco em inclusão digital e desenvolvimento profissional. As inscrições estão abertas e são feitas pela internet, com liberação do conteúdo após o cadastro na plataforma do projeto. Serviço Aprova VP — Cursos gratuitos de tecnologia ⇒ Público-alvo: pessoas a partir de 16 anos ⇒ Inscrições pelo site do projeto.
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Segurança pública do DF testa projetos de inteligência artificial para ampliar resposta operacional
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) trabalha na implementação de soluções tecnológicas baseadas em inteligência artificial, com dois projetos estratégicos já em fase de testes e finalização. As iniciativas integram o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 2024. Coordenada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a iniciativa tem como missão incentivar a pesquisa e o desenvolvimento em inteligência artificial, fomentar talentos, apoiar a criação de startups e promover o uso ético e estratégico da tecnologia em áreas prioritárias, como segurança pública, saúde e educação. Projetos-piloto com inteligência artificial foram apresentados por equipes da SSP-DF nesta terça (17) | Foto: Divulgação/SSP-DF Os projetos-piloto foram desenvolvidos a partir de demandas reais apresentadas pelas forças de segurança e apresentados nessa terça-feira (17), no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Os avanços das soluções foram demonstrados a gestores e especialistas das áreas de tecnologia, inteligência e operações, consolidando mais uma etapa rumo à implementação definitiva. O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, ressalta o caráter estratégico da iniciativa: “A inteligência artificial passa a ser uma aliada fundamental na política de segurança pública do Distrito Federal. Estamos estruturando um modelo moderno, que integra tecnologia, inovação e gestão orientada por evidências. Esses projetos já estão sendo testados, ajustados e preparados para serem incorporados à rotina operacional, ampliando nossa capacidade de antecipar cenários, responder com mais rapidez e proteger melhor a população”. O primeiro piloto consiste na transcrição automática de chamadas dos canais de emergência, com uso de inteligência artificial para converter áudio em texto estruturado. A ferramenta já foi treinada com bases reais e opera em ambiente de simulação, com potencial para reduzir o tempo de registro de ocorrências, padronizar informações e qualificar a análise dos atendimentos. "Esses pilotos demonstram que é possível transformar demandas operacionais em soluções tecnológicas concretas, com impacto direto na eficiência do atendimento, na investigação e na prevenção ao crime" Thiago Costa, secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF Para o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, a inovação será fundamental para o desenvolvimento de soluções inteligentes no setor público. "A aplicação de IA demonstra como a inovação pode gerar soluções concretas para a segurança pública no DF, ao automatizar processos, qualificar informações e ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança. Com mais precisão e agilidade, essas tecnologias fortalecem a tomada de decisão e revelam o poder da pesquisa científica no enfrentamento dos desafios do setor público na nossa capital", explica. A segunda solução em desenvolvimento é uma ferramenta de análise de padrões de comportamento veicular, baseada no fluxo e na trajetória de veículos captados por câmeras inteligentes. Diferentemente de sistemas tradicionais de leitura de placas, a tecnologia permite identificar vínculos e padrões de deslocamento — como atuação em comboios ou rotas suspeitas —, ampliando a capacidade investigativa e de inteligência. O formato permite, por exemplo, identificar relações entre veículos envolvidos em práticas criminosas ou mapear trajetórias associadas a crimes como furtos, roubos e tráfico interestadual, a partir do comportamento no sistema viário. “O que estamos construindo aqui é uma nova lógica de atuação na segurança pública, baseada em dados, integração e inteligência. Esses pilotos demonstram que é possível transformar demandas operacionais em soluções tecnológicas concretas, com impacto direto na eficiência do atendimento, na investigação e na prevenção ao crime. Estamos avançando com responsabilidade, validando cada etapa para garantir segurança jurídica, efetividade e aderência às necessidades reais das nossas forças”, destaca o secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF, Thiago Costa. [LEIA_TAMBEM]Os pilotos estão alinhados à estratégia da DF 360, plataforma que amplia a capacidade de monitoramento, integração de dados e análise em tempo real no Distrito Federal, fortalecendo a atuação orientada por evidências. Expansão Com os pilotos já em estágio avançado, a SSP-DF trabalha na consolidação dos testes, no aprimoramento das ferramentas e na avaliação da viabilidade operacional e jurídica para incorporação definitiva das soluções à rotina das forças de segurança. A expectativa é que, após a validação, os sistemas sejam integrados de forma progressiva às operações, ampliando a eficiência, a capacidade analítica e a tomada de decisão baseada em dados. O CIIA está sediado no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), na Granja do Torto, nas instalações do Instituto HBR — executor do projeto — e conta com uma infraestrutura avançada, incluindo um supercomputador de alto desempenho voltado à pesquisa, desenvolvimento e inovação em inteligência artificial. O centro foi estruturado com base na articulação entre governo, academia e setor produtivo — modelo conhecido como tríplice hélice —, com foco na resolução de desafios concretos da gestão pública. A atuação do CIIA está organizada em três grandes eixos: pesquisa, capacitação e inovação. Na prática, isso se traduz em núcleos temáticos voltados a áreas estratégicas, trilhas formativas presenciais e online para servidores, estudantes e empreendedores, além do estímulo à participação de startups no desenvolvimento de soluções tecnológicas. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e da FAPDF
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Divas no Digital capacita mulheres em situação de vulnerabilidade como empreendedoras nas redes sociais
No mês dedicado às mulheres, uma iniciativa voltada para inclusão digital e ao empreendedorismo feminino transforma o acesso à tecnologia em ferramenta de autonomia. No Riacho Fundo II, o projeto Divas no Digital, desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Stefano Fumasoli, oferece capacitação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Cursos reúnem, atualmente, 50 mulheres, que assistem a aulas ministradas nos períodos vespertino e noturno | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Nossa missão é conectar o talento dessas mulheres às oportunidades reais da economia digital” Samara Araújo, subsecretária de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital Atualmente, 50 mulheres entre 14 e 60 anos participam das aulas, divididas em duas turmas: uma no período vespertino, das 14h às 18h, e outra no noturno, das 19h às 21h. Durante o curso, as participantes têm acesso a conteúdos de marketing digital, gestão de redes sociais e inteligência artificial, com foco na aplicação prática para impulsionar pequenos negócios e iniciativas empreendedoras. Capacitação Para a subsecretária de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital da Secti-DF, Samara Araújo, iniciativas como essa contribuem para ampliar a participação feminina na economia digital e fortalecer o empreendedorismo local. “Nossa missão é conectar o talento dessas mulheres às oportunidades reais da economia digital”, afirma. “Ao oferecer formação gratuita em marketing, branding e gestão de redes sociais, estamos injetando mão de obra qualificada no mercado e fomentando o empreendedorismo feminino local. Com 240 vagas totais, o projeto fortalece o ecossistema de inovação do DF, garantindo que o desenvolvimento econômico da nossa região seja inclusivo e chegue a quem mais precisa.” Janaína Braga, presidente do Instituto Fumasoli, mantém o foco nas condições das mulheres atendidas: “No projeto de marketing digital, vemos a importância de utilizar as redes sociais, porque a maioria das alunas tem dificuldade de sair para trabalhar fora de casa” Há 16 anos, o projeto desenvolve capacitação profissional e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Segundo a presidente do Instituto Fumasoli, Janaína Bezerra Amaral Braga, a proposta é oferecer ferramentas que permitam às mulheres ampliar a renda e conquistar maior autonomia financeira, principalmente no caso daquelas que já empreendem ou têm dificuldade de trabalhar fora de casa. Ela afirma que, desde a criação do projeto, mais de 20 mil pessoas já passaram pelas atividades promovidas pela instituição. “Nós capacitamos mulheres que sofrem violência doméstica com vulnerabilidade social”, aponta. “No projeto de marketing digital, por exemplo, vemos a importância de utilizar as redes sociais, porque a maioria das alunas tem dificuldade de sair para trabalhar fora de casa. E são vendedoras, empreendedoras individuais, então é uma maneira de elas conseguirem ter um alcance maior para vender o seu produto.” Crescimento profissional A cantora de forró Cília Rezende procurou o curso para aprimorar as formas de divulgar seu trabalho: “Agora eu posto um vídeo e as pessoas já estão me procurando com mais facilidade” Nas aulas, as participantes aprendem desde conceitos básicos até estratégias para divulgar produtos e serviços na internet. O curso inclui orientações sobre público-alvo, criação de conteúdo, produção de vídeos e edição para redes sociais. [LEIA_TAMBEM]A professora Jully Teixeira explica que muitas alunas chegam com ideias de negócios, mas sem saber como utilizar as plataformas digitais para divulgar o trabalho. “Aqui temos muitas mulheres empreendedoras que não têm conta no Instagram, não sabem fazer uma vitrine do negócio online. Então, nas aulas a gente ensina um pouco sobre encontrar o público-alvo, montar roteiro de vídeo, o que postar e o que não postar”, explica. “A gente montou o Instagram das meninas e agora estamos aprendendo a editar os vídeos que elas mesmas filmaram”. De acordo com a professora, ao longo das aulas também é possível perceber mudanças na confiança e na motivação das participantes, que passam a enxergar novas possibilidades de crescimento para seus empreendimentos: “Elas chegam bem perdidas, mas com o passar do tempo já começaram a ficar mais animadas, ter ideias de conteúdos e tudo, porque a gente vai trabalhando a criatividade também. Elas vão começando a confiar mais no negócio próprio delas”. Entre essas alunas está a aposentada Cília Rezende, de 65 anos. Cantora de forró, ela buscou o curso para aprender a divulgar melhor o próprio trabalho nas redes sociais. “Eu tenho Instagram, mas não sou muito boa em tecnologia”, afirma. “Quando surgiu o curso, foi minha oportunidade”, comemora. “Já é a segunda semana de aula e eu já estou sabendo puxar no vídeo, editar e jogar nas redes sociais. Agora eu posto um vídeo e as pessoas já estão me procurando com mais facilidade.” A autoestima, complementa ela, também aumentou com o curso, com um ambiente feminino e acolhedor.
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GDF lança novo mestrado para servidores em parceria com UnB e FAPDF
O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta quarta-feira (11), um convênio para a oferta de novo mestrado profissional voltado à capacitação de servidores do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa, promovida em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e com a Universidade de Brasília (UnB), prevê investimento de R$ 2,4 milhões e a formação de até 70 servidores em temas relacionados à inovação, tecnologia e desenvolvimento econômico. Além disso, serão ofertadas mais dez vagas abertas para toda a sociedade, desde que cumpridos os pré-requisitos. “Estamos reunidos fazendo uma das coisas de que eu mais gosto que é incentivar os estudos nos nossos setores públicos. Nós vamos ofertar 80 vagas de mestrado na UnB: são 40 agora neste semestre e 40 no segundo semestre. Será uma seleção única, que vai começar agora. Vai ser lançado o edital e a gente espera, com isso, melhorar a qualidade dos serviços prestados à população da nossa cidade. Então, quero deixar bem claro o nosso apoio e o incentivo para que os servidores do Distrito Federal se qualifiquem cada vez mais”, afirmou Ibaneis Rocha. O governador Ibaneis Rocha ressaltou que o mestrado lançado pelo GDF visa "melhorar a qualidade dos serviços prestados à população da nossa cidade" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O programa, chamado de Empreendedorismo, Inovação, Tecnologia e Crescimento Econômico na Era da Inteligência Artificial, tem como objetivo qualificar gestores públicos para lidar com as transformações econômicas impulsionadas pela inovação tecnológica e pela inteligência artificial, além de fortalecer a capacidade institucional do governo na formulação de políticas públicas. De acordo com o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF, Leonardo Reisman, a temática, em voga nos dias atuais, vai acrescentar na gestão pública: “A parte da economia é porque a gente entende que dados econômicos embasam uma decisão de política pública, são transversais enquanto base do conhecimento. E inovação porque a gente está falando de inteligência artificial e de tantas outras tecnologias que estão mudando a nossa forma de trabalhar. Então, trazer um problema em stricto sensu com a qualidade que a UnB traz nessas duas áreas, focando no GDF, nos parece um arranjo de sucesso”. Leonardo Reisman destaca a inovação no programa do curso Empreendedorismo, Inovação, Tecnologia e Crescimento Econômico na Era da Inteligência Artificial O secretário de Economia, Daniel Izaias, destacou que parcerias como essa “são fundamentais não só para a capacitação dos servidores, mas para trazer para a administração pública ferramentas novas, percepções novas para dar um ar fresco na forma como se elabora políticas públicas e oferta serviços públicos”. “Esses cursos não são feitos de maneira exclusiva para servidores, entram também pesquisadores e estudantes da sociedade, o que faz com que a gente consiga ter uma interação com experiências e habilidades também do setor público e da sociedade de um modo geral. Isso faz com que a administração pública ganhe uma percepção nova sobre economia e tecnologia e que a gente consiga aplicar isso na melhoria dos serviços públicos.” A nova edição do convênio prevê a formação de até 70 servidores do GDF, organizados em duas turmas de 35 participantes. Para a sociedade em geral, serão dez vagas, sendo cinco em cada turma. A Universidade de Brasília será responsável pela condução das atividades acadêmicas e pelo desenvolvimento das pesquisas relacionadas ao programa. [LEIA_TAMBEM]Além da formação acadêmica, a iniciativa prevê pesquisas aplicadas sobre inovação, tecnologia e crescimento econômico. Os estudos devem contribuir para subsidiar políticas públicas e estratégias voltadas ao fortalecimento do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal. O convênio é a segunda edição da parceria entre o GDF, a UnB e a FAPDF. A primeira iniciativa, lançada em 2024, ofertou 40 vagas de mestrado profissional gratuito voltado a servidoras e servidores do governo, com foco em gestão, inovação, economia e tecnologia aplicadas à administração pública. Nesta nova etapa, o programa amplia a iniciativa ao dobrar o número de vagas e consolidar a cooperação entre governo e universidade para qualificação do quadro técnico da administração pública. Inovação na gestão pública Por meio da Egov, O GDF oferece cursos voltados a temas como fundamentos e aplicações de inteligência artificial para gestores e servidores A oferta do mestrado integra uma agenda mais ampla do Governo do Distrito Federal voltada à qualificação de servidores e à incorporação de inovação tecnológica na gestão pública. Nos últimos anos, o GDF tem ampliado ações de capacitação por meio da Escola de Governo (Egov) e de parcerias institucionais, com cursos voltados a temas como fundamentos e aplicações de inteligência artificial para gestores e servidores, além de programas de formação para o desenvolvimento de soluções voltadas a cidades inteligentes, sustentáveis e resilientes. Entre as iniciativas estruturadas pelo governo está também o Centro Integrado de Inteligência Artificial, criado para desenvolver soluções tecnológicas aplicadas à administração pública e fortalecer a articulação com universidades e centros de pesquisa. O edital para seleção dos servidores participantes do mestrado deve ser lançado em abril, com previsão de início das aulas no segundo semestre deste ano.
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Conferência apresenta aplicações de inteligência artificial para fortalecer a segurança pública
Durante a II Conferência de Segurança Pública – iLab-Segurança 2026, na manhã da última quinta-feira (5), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), o professor Edson Mintsu Hung, da Universidade de Brasília (UnB), apresentou aplicações de inteligência artificial voltadas à segurança pública e ao apoio à tomada de decisão. Engenheiro, mestre e doutor pela UnB, Edson Hung apresentou estudos que apoiam a análise estratégica de dados | Foto: Divulgação/FAPDF A apresentação integrou o painel “Momento FAPDF”, dedicado ao Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), iniciativa voltada ao desenvolvimento de soluções tecnológicas capazes de apoiar a análise de dados, ampliar a eficiência operacional e fortalecer a atuação estratégica das instituições públicas, com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). O pesquisador demonstrou duas provas de conceito desenvolvidas para a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), evidenciando o potencial da tecnologia para ampliar a eficiência operacional e apoiar a análise estratégica de dados. Atendimento de emergências A primeira prova tem como objetivo aumentar a eficiência e a rapidez no atendimento às chamadas de emergência. A segunda busca identificar padrões e possíveis anomalias nos dados coletados pela secretaria, contribuindo para análises estratégicas e prevenção de ocorrências. Na solução voltada às chamadas de emergência, um modelo de IA faz a transcrição automática do áudio das ligações. Em seguida, um modelo de linguagem (LLM) organiza o conteúdo da conversa, transformando-o em um texto claro, padronizado e resumido. [LEIA_TAMBEM]O sistema também identifica e separa informações relevantes — como nome do solicitante, endereço, tipo de ocorrência e nível de urgência — estruturando esses dados em um banco de informações que pode apoiar o atendimento e o registro das ocorrências. O resumo gerado pode ser reproduzido em formato de áudio para equipes operacionais por meio de telefone, funcionalidade desenvolvida a partir de uma demanda da Polícia Militar (PMDF). Já a segunda solução utiliza técnicas de análise de dados e inteligência artificial para identificar padrões de comportamento que possam indicar atividades suspeitas ou ilícitas. A ferramenta busca detectar anomalias nos conjuntos de dados, como a movimentação coordenada de veículos em determinadas regiões associada à ocorrência de crimes. Com isso, o sistema pode auxiliar na geração de alertas e no apoio à análise estratégica das forças de segurança. Sobre o pesquisador Edson Mintsu Hung é engenheiro, mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB), onde atua como professor desde 2010. Com trajetória internacional na área de tecnologia, foi precursor da técnica wedge partition, posteriormente padronizada no codec AV1 (Alliance for Open Media), atualmente implementado em processadores e plataformas globais como Intel, Apple, Google, Netflix e Playstation. Hung também já atuou no Centro de Estudos, Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Saúde Coletiva (Cepesc), da Associação Brasileira de Inteligência (Abin). Também foi bolsista de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), recebeu o Google Faculty Research Award e integra grupos técnicos internacionais ligados à Organização Mundial da Saúde (OMS). *Com informações da FAPDF
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Projeto promove formação gratuita em audiovisual, inteligência artificial e jogos digitais no Distrito Federal
Realizada entre fevereiro e julho, a segunda edição do programa Play Curso será oferecida no formato online e ao vivo, permitindo a participação de moradores de todas as regiões administrativas do DF. Com mais de 150 horas de carga horária, a iniciativa reúne cursos práticos e teóricos que vão de fotografia digital e edição de vídeo a roteiros audiovisuais com inteligência artificial e desenvolvimento de jogos digitais. Ao todo, serão ofertadas até 450 vagas, distribuídas em 15 turmas, com certificação digital gratuita para os participantes que cumprirem a frequência mínima e as atividades propostas. As inscrições podem ser feitas por meio do site do programa, até junho, com divulgação nos canais oficiais do projeto. A segunda edição do Play Curso terá aulas de criação com IA, fotografia digital e roteiro, entre outras | Fotos: Divulgação/Secti O Play Curso II é um programa de formação tecnológica gratuito, realizado por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Cultural Estrela ELA (Icee), voltado à capacitação de jovens e adultos a partir de 12 anos, residentes no DF. A iniciativa foca as áreas de audiovisual, inteligência artificial, design e desenvolvimento de jogos digitais, ampliando o acesso à qualificação profissional e à inclusão digital em todo o território do Distrito Federal. “O projeto cria oportunidades reais, estimula a criatividade e prepara para os desafios e possibilidades da nova economia digital” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação “Ao levar conhecimento tecnológico de forma gratuita e acessível à população, o projeto cria oportunidades reais, estimula a criatividade e prepara para os desafios e possibilidades da nova economia digital”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Durante as formações, os participantes aplicarão os conteúdos em exercícios práticos e projetos autorais, com metodologias ativas que incentivam o protagonismo, a criatividade e o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. Entre os diferenciais do programa está a produção colaborativa de um documentário desenvolvido pelos próprios alunos em parceria com a equipe técnica do projeto. A experiência envolve todas as etapas da realização audiovisual, do roteiro à edição final, proporcionando vivência prática e contribuindo para a qualificação profissional dos participantes. O encerramento ocorrerá em 29 de julho, com uma palestra sobre as oportunidades geradas pelo avanço tecnológico no mundo gamer, seguida da estreia oficial do documentário, em evento presencial no Recanto das Emas, com público estimado de 600 pessoas. Comprometido com a inclusão e a acessibilidade, o Play Curso II contará com intérpretes de Libras, materiais digitais acessíveis, suporte técnico contínuo e metodologias pedagógicas adaptadas, garantindo a participação equitativa de pessoas com deficiência e de públicos em situação de vulnerabilidade social. As aulas do Play Curso II terão acessibilidade, contando com intérpretes de Libras, materiais digitais acessíveis, suporte técnico contínuo e metodologias pedagógicas adaptadas Play Curso II Período dos cursos: de 23 de fevereiro a 12 de junho Inscrições: https://playcurso.com.br/inscricoes/ Encerramento: 29 de julho de 2026, com palestra e estreia de documentário [LEIA_TAMBEM]Cursos oferecidos Fotografia digital Crie com IA: Edição de fotos Design e inteligência artificial Roteiros audiovisuais com inteligência artificial Operador de câmera Edição de vídeo Inteligência artificial no dia a dia Desenvolvimento de jogos digitais com Roblox Studio. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Projeto Brasil.IA retorna em 2026 com capacitação tecnológica gratuita
O Brasil.IA foi um sucesso no ano passado, contabilizando mais de nove mil inscrições e mais de sete mil alunos matriculados. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Nacional de Empoderamento Social e Qualificação (Inesq), prepara-se para retomar as atividades que levam inovação e conhecimento prático às comunidades. A unidade móvel vai disponibilizar oficinas gratuitas, com uma programação completa voltada às oportunidades do setor tecnológico. Destinado a moradores a partir de 11 anos, o projeto aposta em metodologias práticas e interativas, promovendo capacitação em áreas com alta demanda no mercado. Entre os conteúdos ofertados estão inteligência artificial, big data, internet das coisas (IoT) aplicada à casa inteligente, além de marketing para jogos e informática básica, garantindo uma formação sólida para enfrentar os novos desafios do universo digital. As aulas serão presenciais, em dois turnos: matutino, das 9h às 12h, e vespertino, das 14h às 17h. Unidade móvel do Brasil.IA vai levar oficinas gratuitas para Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Arniqueira e Sobradinho | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário da Secti-DF, Rafael Vitorino, o projeto é um pilar fundamental para a empregabilidade moderna. “O Brasil.IA não entrega apenas um certificado. Ele entrega dignidade e portas abertas para o novo mercado de trabalho. Nossa missão é levar o conhecimento tecnológico até as comunidades, criando oportunidades reais de aprendizado e crescimento, garantindo que o cidadão do DF seja um protagonista qualificado para ocupar as vagas que o setor de inovação oferece”, afirmou. Um dos grandes destaques de 2025 foi a 5ª etapa, que contemplou as regiões do Gama e de Água Quente, quando o projeto atingiu a marca histórica de 100% de aproveitamento. Todos os 1.025 alunos matriculados concluíram a capacitação com sucesso, reafirmando a eficiência da política pública aplicada à comunidade. [LEIA_TAMBEM]Esses números consolidam o Brasil.IA como uma ferramenta essencial de inclusão digital e qualificação profissional no DF. Para a presidente do Inesq, Lúcia Batista, “a carreta é um espaço onde o cidadão tem contato direto com as ferramentas que estão moldando o futuro e, em 2026, começaremos com o mesmo rigor técnico e o acolhimento necessário para transformar a vida dos nossos novos alunos”. Para se inscrever, acesse o site do Instituto e preencha o formulário, ou entre em contato pelo telefone (61) 99699-1782. Brasil.IA · Data: 2 de fevereiro · Locais: Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Arniqueira e Sobradinho *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Inaugurado primeiro Centro de Referência Especializado em TEA do Distrito Federal
O Governo do Distrito Federal (GDF) entregou, nesta terça-feira (9), duas iniciativas inéditas que ampliam e modernizam a rede de atenção psicossocial: o primeiro Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cretea) do DF e o Serviço de Assistência em Saúde Mental com Uso de Inteligência Artificial (SAMia). Os equipamentos expandem o acolhimento às crianças com transtorno do espectro autista (TEA) e reforçam o atendimento à população em questões de saúde mental. “Nós teremos três centros aqui no Distrito Federal, esse foi o primeiro. Faremos um na região Norte e outro na região Sul. Precisávamos melhorar esse atendimento, então esse espaço vem justamente para resolver isso. Hoje também anunciamos um trabalho que será coordenado pela Secretaria de Educação, com criação de locais como esse dentro da pasta. E isso já está virando uma realidade com essas inaugurações de hoje”, defendeu a vice-governadora Celina Leão, durante a entrega do Cretea. Inauguração do primeiro Cretea do Distrito Federal e do SAMia expande o acolhimento às crianças com TEA e reforça o atendimento à população em questões de saúde mental | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O centro, instalado na Estação 108 Sul do Metrô, contou com o aporte total de R$ 747.095,61 e foi projetado para oferecer diagnóstico rápido, atendimento especializado e suporte multidisciplinar a crianças de até 10 anos com TEA. A unidade reúne uma equipe multidisciplinar composta por psiquiatra, neuropediatra, pediatra, psicólogo, fisioterapeuta, assistente social e fonoaudiólogos, além de espaços destinados ao acolhimento e à intervenção, como consultórios, sala multissensorial, ginásio terapêutico, sala de grupos, cozinha terapêutica e ambiente lúdico. Com recursos do Metrô-DF e de emenda parlamentar do deputado distrital Eduardo Pedrosa, a estrutura foi totalmente reformada e equipada para atender os 34,1 mil autistas diagnosticados no Distrito Federal, segundo dados do censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na mesma agenda, Celina Leão anunciou a nova plataforma digital pioneira que usa inteligência artificial para triagem e encaminhamento em saúde mental. Chamada de SAMia, a ferramenta, acessível gratuitamente pelo celular, utiliza escalas validadas para avaliar sintomas, identificar riscos e orientar o usuário diretamente ao serviço mais adequado da rede pública. Além disso, oferece conteúdo de autocuidado, como exercícios de respiração, meditação e práticas de bem-estar, e orienta mulheres em situação de violência sobre onde buscar ajuda. O secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, ressaltou que a inovação vai fortalecer a gestão e reduzir barreiras de acesso. “A ideia é que nós tenhamos também, dentro da plataforma, a parte de gestão, em que vamos monitorar, por meio de painéis de controle, toda essa linha de cuidado do paciente e trabalhar políticas públicas mais assertivas para o contexto de saúde mental”, esclareceu o chefe da pasta. Defensor da causa, o deputado distrital Eduardo Pedrosa pontuou que o Cretea é resultado de um trabalho feito em parceria entre o Legislativo e o Executivo: “Nosso objetivo é garantir que as medidas em prol da saúde e da igualdade sejam plenamente atendidas. É fundamental que levemos este modelo de centro para mais perto das famílias, facilitando o acesso à comunidade, especialmente nas regiões administrativas. Este espaço não é apenas uma construção física, mas um local onde plantamos amor, cuidado e atenção. Nele, as famílias encontrarão terapias, diagnósticos, acompanhamento profissional, orientação familiar e capacitação profissional, entre outros serviços que, tenho certeza, contribuirão para transformar a vida da nossa população”. O DF tem 34,1 mil pessoas diagnosticadas com TEA, o que representa 1,2% da população local, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE Diagnóstico precoce e acolhimento multidisciplinar O Cretea tem o objetivo de diagnosticar a doença e intervir em tempo adequado, algo essencial para o desenvolvimento cognitivo, social e comportamental. Com oito consultórios, salas de atendimento em grupo, um ginásio terapêutico, cozinha terapêutica e uma sala multissensorial, o centro reúne todos os serviços da rede pública em um só lugar, facilitando o acesso das famílias. O atendimento será feito por uma equipe multiprofissional. A ideia é centralizar as etapas de acolhimento, avaliação e tratamento, reduzindo o tempo de espera e garantindo continuidade no cuidado. Além disso, o centro funciona como polo de formação e apoio técnico à rede, contribuindo para aprimorar o atendimento às crianças com TEA em outras unidades de saúde. “Temos um grande desafio pela frente no diagnóstico precoce, no tratamento, na execução de políticas inclusivas e na montagem de toda uma rede de apoio. Essa inauguração mostra justamente esse nosso compromisso. Aqui, nós teremos profissionais altamente capacitados para oferecer o melhor para esses pacientes, com um tratamento mais humano e o mais acolhedor possível”, avaliou o secretário de Saúde. Juracy Lacerda, secretário de Saúde: "Temos um grande desafio pela frente no diagnóstico precoce, no tratamento, na execução de políticas inclusivas e na montagem de toda uma rede de apoio" Para famílias que convivem diariamente com os desafios do transtorno, a entrega do espaço representa um marco. Pai de um filho autista e fundador do grupo Lutadores do Gueto, que acolhe pessoas em vulnerabilidade, Marcelo Ribeiro dos Reis relata que o centro representa um marco para a sociedade da capital. “Isso é o sonho de todos os pais e mães de autistas. Brasília praticamente não tinha nada. Agora, temos um centro de referência, e eu espero que ele se espalhe por toda a cidade”, afirmou. Ele lembra as dificuldades enfrentadas por quem precisa de tratamento: “Quem é pai de uma criança autista sabe a luta diária. É luta na saúde, na educação, na inclusão. Esse centro vai facilitar 100%. É um marco para todas as famílias”. Quem também celebrou a entrega foi o presidente do Movimento Orgulho Autista Brasil (Moab), Edilson Barbosa. Para ele, o centro é o fim da espera para muitas famílias. “Nós temos muitas mães e muitos autistas sem laudo e sem acesso a terapias. Esse centro de referência será importante para tirar essas pessoas do sofrimento”, disse o presidente. O DF tem 34,1 mil pessoas diagnosticadas com TEA, o que representa 1,2% da população local, de acordo com o censo demográfico do IBGE. A capital ocupa a 15ª posição no ranking nacional. Em todo o país, 2,4% receberam o diagnóstico, o que equivale a 1,2% da população brasileira. Marcelo Ribeiro dos Reis, fundador do grupo Lutadores do Gueto: "Isso é o sonho de todos os pais e mães de autistas. Brasília praticamente não tinha nada. Agora, temos um centro de referência, e eu espero que ele se espalhe por toda a cidade" Inteligência artificial a serviço do cuidado humano Totalmente gratuita, a plataforma SAMia entra em operação como um novo canal digital de acolhimento em saúde mental, disponibilizada para qualquer pessoa pelo aparelho celular. Para utilizar a tecnologia, basta que o usuário acesse o site da Secretaria de Saúde. Ao responder questionários com base em escalas validadas, o paciente recebe uma análise automatizada do seu perfil, com indicação clara sobre a necessidade de atendimento, risco identificado e o serviço adequado da rede (Centro de Atenção Psicossocial, ambulatório especializado, hospital ou apoio psicossocial). [LEIA_TAMBEM]Na prática, o sistema utiliza inteligência artificial para interpretar sinais de ansiedade, depressão, sofrimento psíquico, ideação suicida e outras condições, permitindo triagem precoce e orientações precisas. Além disso, a plataforma oferece exercícios de respiração, meditação, visualização e conteúdos de autocuidado, funcionando também como ferramenta de prevenção e promoção da saúde. Segundo o secretário Juracy Lacerda, essa é mais uma política pública que vem para suprir as consequências da pandemia do coronavírus: “O tema saúde mental é uma preocupação, principalmente após a covid-19, e hoje nós temos que utilizar de todas as maneiras para estar abarcando esses pacientes. Então, o SAMia consegue fazer uma triagem para ver o melhor encaminhamento. Vamos ter também questões relacionadas às orientações mediante um quadro de saúde mental, por exemplo. Com essa ferramenta, a gente traz mais acessibilidade e inclusão para fazermos uma melhor gestão desses pacientes”. O SAMia ainda presta apoio específico a mulheres em situação de violência doméstica, orientando sobre direitos, canais de denúncia e locais de atendimento. Em segundo plano, a ferramenta gera indicadores estratégicos para a Secretaria de Saúde, auxiliando na gestão com foco em dados e no planejamento de serviços. A tecnologia está alinhada com a Lei Distrital nº 37.844/2016, que defende a assistência integral, humanizada e o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial, e com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sendo seu uso seguro e sem registro de dados do usuário.
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Congresso debate uso de inteligência artificial e inovações na saúde pública
A programação dedicada à inovação, ciência, tecnologia e políticas públicas em saúde seguiu, na última quarta-feira (19), no V Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa (Ciep 2025), organizado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Os debates abordaram como novas tecnologias, pesquisas e ferramentas digitais podem fortalecer o atendimento e modernizar o Sistema Único de Saúde (SUS). Ao longo do dia, temas como o uso de inteligência artificial na saúde, inovações para o diagnóstico precoce de câncer, terapias genéticas, avanços em cardiologia e desafios regulatórios e jurídicos ganharam destaque. A estudante de Nutrição Edna Albuquerque acompanhou a programação e elogiou os conteúdos apresentados. “Os temas estão sempre interligados e se conectando. Essas palestras estão abrindo mais a minha mente e me deixando mais segura”, afirmou. Último dia do Ciep 2025 abordou temas como temas uso de inteligência artificial na saúde, inovações para o diagnóstico precoce de câncer, terapias genéticas, avanços em cardiologia e desafios regulatórios e jurídicos | Fotos: Divulgação/IgesDF Pesquisas oncológicas e inteligência artificial A abertura dos trabalhos no último dia do congresso foi conduzida pelo oncologista Gustavo Ribas, gestor da Secretaria de Saúde (SES-DF), que apresentou atualizações recentes sobre as pesquisas relacionadas ao câncer de pulmão. Em seguida, a diretora-geral do Complexo Regulador em Saúde do DF, Mônica Iassanã, destacou a relevância e os desafios da regulação em saúde. Um dos temas centrais do dia foi o uso de inteligência artificial (IA) para aprimorar processos assistenciais. O pesquisador líder do Laboratório de Inteligência Artificial da Universidade de Brasília (UnB), Nilton Correia da Silva, reforçou que a tecnologia pode aperfeiçoar fluxos e reduzir burocracias no ambiente hospitalar. Com o tema “Conectando Saberes e Tecnologias para o Futuro da Saúde”, o Congresso do IgesDF teve início na segunda-feira (17) e reuniu autoridades, especialistas, gestores, profissionais de saúde e estudantes “O tempo que um profissional perde atrás de uma mesa, lidando com burocracia, é o tempo que ele poderia usar para se dedicar aos pacientes. A IA pode ajudar a organizar o cotidiano, para que haja mais tempo para os profissionais de saúde cuidarem melhor dos pacientes”, destacou. O pesquisador também ressaltou que a integração de sistemas é um dos principais potenciais da tecnologia: “A saúde, muitas vezes, precisa interagir com vários sistemas diferentes. Por meio da tecnologia, podemos criar formas para que essas plataformas conversem entre si, organizando e alimentando dados de maneira mais eficiente”. Embora reconheça o potencial da IA, o pesquisador reforçou que ela não substitui o trabalho humano. “Sempre vai haver a necessidade da verificação humana. Não podemos depender cegamente da tecnologia”, completou. Tecnologias que impulsionam a saúde Em sua palestra “Da Inovação à Prática: A Incorporação da Robótica e de Novas Tecnologias no SUS”, o cirurgião torácico Daniel Sammartino destacou como o avanço tecnológico ampliou a precisão e a eficiência do diagnóstico oncológico. O médico explicou que novas ferramentas permitiram melhorar a detecção e o avanço, o estágio do câncer no momento do diagnóstico. De acordo com o especialista, a taxa de sobrevivência de pacientes diagnosticados tardiamente com câncer de pulmão é de cerca de 20% após cinco anos — um avanço em relação aos 15% registrados anteriormente. O aumento é atribuído principalmente à detecção precoce viabilizada por exames mais modernos. [LEIA_TAMBEM]Terapias genéticas e avanços em cardiologia Outro destaque do último dia do Ciep 2025 foi o bate-papo sobre terapias gênicas, que reuniu Ana Karine Bittencourt, diretora-presidente do Instituto Deaf1; Ricardo Titze, coordenador do laboratório de tecnologia para terapia gênica da UnB; Raphael Bonadio, pesquisador da UnB; e a empresária Naiara Freire. Os especialistas discutiram o potencial de tratamentos baseados em genética para doenças raras e para o transtorno do espectro autista. A cardiologia também teve espaço relevante na programação. O cardiologista Diandro Marinho Mota abordou a importância da espiritualidade no cuidado cardiovascular, enquanto Gabriel Kanhouche, chefe da Hemodinâmica do Hospital de Base do DF, apresentou a evolução das cirurgias transcateter. Em seguida, Gabriela Thevenard, chefe do Serviço de Cardiologia do HBDF, destacou os resultados de projetos que fortaleceram a comunicação entre equipes médicas. Já o cardiologista Marcelo Ulhoa, coordenador do Programa de Transplante Cardíaco do Instituto de Cardiologia e Transplantes do DF (ICTDF), trouxe um panorama sobre os desafios do transplante de coração no país. Palestras focaram novas tecnologias, pesquisas e ferramentas digitais que podem fortalecer o atendimento e modernizar o Sistema Único de Saúde (SUS) Judicialização da saúde e encerramento A programação seguiu com um debate sobre judicialização na saúde, mediado pelo diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodolfo Lira, com participação da cardiologista Edna Maria, da promotora de Justiça Hiza Maria e de Túlio Cunha, da Superintendência Jurídica do IgesDF. Os participantes discutiram as repercussões legais e assistenciais das decisões judiciais na rotina dos serviços. Para encerrar, o doutor em Biofísica Diego Nolasco apresentou a palestra “Pense como um Cientista”, ressaltando a importância da curiosidade, da pesquisa e da análise crítica no desenvolvimento de soluções inovadoras para a saúde. Conectando saberes Com o tema “Conectando Saberes e Tecnologias para o Futuro da Saúde”, o Congresso do IgesDF teve início na segunda-feira (17) e reuniu autoridades, especialistas, gestores, profissionais de saúde e estudantes. Esta edição alcançou seu maior público: mais de 1.800 inscritos, consolidando o CIEP como uma das principais referências em inovação em saúde no Distrito Federal. O Ciep 2025 foi organizado pela Agência Sisters e contou com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), patrocínio da Financeira BRB e parceria das empresas AstraZeneca, Noxtec, Brakko, Concimed, Alabia, B2IF e Infinity Medical. O evento também recebeu apoio institucional da Caesb, Hospcom, Instituto Deaf1 e Samu. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Curso Fundamentos de IA tem inscrições abertas para servidores do GDF
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) está abrindo inscrições para o curso Fundamentos de IA para Gestores Públicos, uma iniciativa desenvolvida pelo CIIA para capacitar servidores e gestores que desejam incorporar inteligência artificial às rotinas do governo de forma responsável, eficiente e alinhada às normas vigentes. O treinamento é presencial, com foco totalmente prático e foi estruturado para quem busca compreender, de maneira acessível, como a IA já está transformando a administração pública no Brasil e no mundo. Durante o curso, os participantes terão contato com casos reais de aplicação, métodos que ampliam a produtividade, princípios essenciais de engenharia de prompt e demonstrações de ferramentas que apoiam análise, redação, automação e decisão. Durante o curso, os participantes terão contato com casos reais de aplicação | Foto: Divulgação A programação inclui ainda uma hora dedicada à Contratação Pública por Solução Inovadora (CPSI), com orientações claras sobre como adquirir soluções de IA com agilidade, segurança e conformidade legal — conhecimento estratégico para quem participa de processos de inovação dentro do governo. O curso acontecerá nos dias 24 e 25 de novembro, no Instituto Sesi Senai de Tecnologias Educacionais, com duas opções de horários para facilitar a participação: - Turma A: 15h às 17h; - Turma B: 19h às 21h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por este link. Com essa iniciativa, a SECTI reforça seu compromisso em promover capacitações que aproximam tecnologia e gestão pública, preparando equipes do GDF para enfrentar desafios atuais e aprimorar serviços oferecidos à população. Os servidores interessados devem garantir a participação o quanto antes, pois as vagas são limitadas. *Com informações da Secti-DF
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Curso de empreendedorismo, marketing digital e inteligência artificial forma 600 jovens e chega ao Gama e ao Sol Nascente
O Pró-Jovem Digital, programa das secretarias da Família (Sefami-DF) e da Juventude (Sejuv-DF), está transformando a forma como os jovens enxergam o futuro. Com cursos gratuitos nas áreas de marketing digital, redes sociais, empreendedorismo e inteligência artificial (IA), o projeto já formou aproximadamente 600 alunos e segue conquistando novas regiões, levando oportunidades a quem mais precisa. Capacitações percorrem todo o DF e levam oportunidade e inclusão digital aos jovens | Foto: Divulgação/Secretaria da Família A parceria entre a Sefami-DF e Sejuv-DF com a ONG Líderes do Brasil tem como meta formar quatro mil jovens até o fim da iniciativa. Os participantes recebem lanche, transporte e certificação gratuita, além de concorrerem a notebooks gamer. O objetivo é dar acesso à formação de qualidade e abrir portas para o mercado digital, especialmente para jovens que ainda não tiveram oportunidades Inclusão tecnológica Desde o lançamento, o Pró-Jovem Digital já passou por Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Águas Claras, Sobradinho II e Plano Piloto, consolidando-se como uma das principais ações de inclusão tecnológica e social do DF. Após as turmas do Gama e Sol Nascente, o programa segue para novas etapas nas regiões do Paranoá, Riacho Fundo II, Estrutural e Samambaia. “Nosso compromisso é garantir que nenhum jovem fique para trás quando falamos de futuro. Estamos oferecendo oportunidade real, mão na massa e caminhos para renda, carreira e autonomia” André Kubitschek, secretário da Juventude “O Pró-Jovem Digital possibilita aos jovens expandirem seu conhecimento em áreas da tecnologia muito demandadas pelo setor produtivo”, ressalta o secretário da Família, Rodrigo Delmasso. “Os cursos, no entanto, são caros e inacessíveis para muitos, por isso o programa alavanca oportunidades para quem deseja ingressar no mercado de trabalho nessas áreas ou quem pretende abrir seu próprio negócio no futuro.” O secretário da Juventude, André Kubitschek, também enfatiza o impacto do programa: “Nosso compromisso é garantir que nenhum jovem fique para trás quando falamos de futuro. Muitos têm talento, criatividade e vontade de empreender, mas não têm acesso à tecnologia, formação e orientação. O Pró-Jovem Digital rompe essa barreira. Estamos oferecendo oportunidade real, mão na massa e caminhos para renda, carreira e autonomia. É sobre transformar vidas agora, não amanhã”. Transformando conhecimentos [LEIA_TAMBEM]O Pró-Jovem Digital foi criado para ensinar jovens e comunidades a se posicionarem no mundo digital e transformar conhecimento em renda. Durante o curso, os participantes aprendem a criar conteúdo profissional, vender produtos e serviços online, desenvolver estratégias de marketing e utilizar ferramentas de inteligência artificial aplicadas aos negócios. As aulas são ministradas por profissionais atuantes no mercado digital, empreendedores e criadores de conteúdo que compartilham experiências práticas e estratégias reais. Com carga horária de 80 horas, o curso combina teoria e prática, abordando desde o básico — como edição de vídeos e criação de posts atrativos — até o uso de IA para produção de conteúdo e gestão de negócios digitais. Em cada cidade, os cinco alunos com melhor desempenho recebem notebooks gamer como reconhecimento do desempenho e dedicação. Além das turmas presenciais, o programa também oferece a modalidade online, permitindo que jovens de todas as regiões do Distrito Federal participem da formação com o mesmo padrão de qualidade, acompanhamento e certificação. Serviço Pró-Jovem Digital ⇒ Cursos: marketing digital, inteligência artificial, e-commerce e empreendedorismo ⇒ Carga horária: 80 horas (20 horas semanais) ⇒ Inscrições neste link. *Com informações da Secretaria da Família
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Plataforma desenvolvida com apoio da FAPDF utiliza inteligência artificial e drones no combate a espécies invasoras do Cerrado
A expansão de espécies daninhas é um dos maiores desafios para a agricultura moderna. No Cerrado, bioma que abriga parte significativa da produção de grãos do país, o avanço do Amaranthus palmeri, popularmente conhecido como caruru-palmeri, tem preocupado agricultores e pesquisadores por provocar perdas milionárias na produtividade de soja e algodão. Com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), o professor Edilson de Souza Bias, do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB), coordena o desenvolvimento de uma plataforma de código aberto integrada a ferramentas de inteligência artificial (IA) voltada à identificação automática de plantas invasoras. A iniciativa é resultado do edital Agro Learning (2023) e envolve parceria do Laboratório de Visão Computacional da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pesquisadores durante missão de mapeamento agrícola em Sapezal (MT), com drone DJI Matrice 300 RTK | Fotos: Divulgação/FAPDF Tecnologia e precisão no campo O projeto começou a ser idealizado em 2018, mas ganhou força em 2023, quando a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF (Seagri-DF) alertou para o risco da chegada do caruru-palmeri à região. As primeiras análises foram conduzidas no município de Sapezal (MT), onde a infestação já havia provocado prejuízos de até US$ 18,5 milhões em fazendas de soja e algodão. Utilizando drones equipados com sensores de alta resolução (GSD de 2,5 cm, ou seja, capazes de registrar detalhes de até 2,5 centímetros por pixel), a equipe desenvolveu um modelo de aprendizado profundo (deep learning), técnica de inteligência artificial que ensina o sistema a reconhecer padrões visuais a partir de grandes volumes de imagens, alcançando 96% de precisão na identificação das plantas invasoras. Equipe do projeto durante atividades de campo em Mato Grosso O modelo foi construído a partir de milhares de imagens aéreas captadas por aeronaves não tripuladas de mapeamento profissional, em especial um drone DJI Matrice 300 RTK, equipamento de alto desempenho usado em levantamentos topográficos e agrícolas de precisão. O drone foi acoplado a sensores RGB, multiespectral, termal e LiDAR (Light Detection and Ranging, ou Detecção e Medição da Luz), que emitem pulsos de laser para medir o tempo de retorno das reflexões e criar modelos tridimensionais da vegetação e do relevo. Essa combinação de sensores permite capturar diferentes tipos de informação — desde a cor e textura até o calor e a estrutura das plantas. Em campo, a equipe avaliou a resposta de cada sensor para definir quais apresentavam maior eficiência na detecção da espécie Amaranthus palmeri. Esse conjunto tecnológico utiliza o sistema RTK (Real Time Kinematic), que faz correções em tempo real no posicionamento do drone e garante precisão centimétrica — requisito essencial para diferenciar espécies semelhantes em meio às lavouras. O sistema RTK faz correções em tempo real no posicionamento do drone e garante precisão centimétrica [LEIA_TAMBEM]As imagens passaram por testes de altura de voo e resolução para definir o ponto ideal entre abrangência e detalhamento. Com os dados ajustados, a equipe treinou uma rede neural profunda — estrutura computacional inspirada no funcionamento do cérebro humano — que aprendeu a distinguir automaticamente as plantas invasoras com base em padrões sutis de cor, textura e formato. Foram testadas diferentes arquiteturas de redes, como U-Net, ResU-Net e DeepLabv3+, para alcançar o melhor desempenho na segmentação das imagens. Além do Amaranthus palmeri, a equipe também identificou e mapeou o Amaranthus híbrido, uma variante igualmente resistente aos herbicidas e de difícil controle nas lavouras. O processo contou com a participação de bolsistas de graduação e pós-doutorado da UnB, responsáveis pela coleta de dados e pelo treinamento do algoritmo. O resultado é um sistema capaz de processar imagens de diferentes drones e gerar coordenadas geográficas precisas das áreas afetadas. “A plataforma de código aberto já está pronta e será aplicada no DF como fase final do projeto. O objetivo é permitir que a Seagri utilize a ferramenta para identificar e mapear as áreas afetadas de forma rápida e precisa”, explica o professor Edilson Bias. O projeto conta com bolsistas de graduação e pós-doutorado da UnB e mantém colaboração com o Laboratório de Visão Computacional da PUC-Rio, coordenado pelos professores Raul Feitosa e Gilson Alexandre, referências nacionais em IA aplicada. *Com informações da FAPDF
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No Planetário, projeto leva o universo da inteligência artificial a estudantes do DF
O futuro chegou às salas de aula do Distrito Federal. O projeto IA nas Escolas, iniciativa do Instituto Integra Mais Um que tem apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), abriu as portas de um espaço totalmente dedicado ao aprendizado e à experimentação com inteligência artificial (IA). Até 19 de novembro, o galpão anexo ao Planetário de Brasília será transformado em um ambiente interativo que convida estudantes e o público em geral a explorar o potencial da tecnologia de forma prática, acessível e divertida. Além de receber o público em geral, Planetário de Brasília está aberto ao agendamento de visitas para escolas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O projeto teve início na segunda-feira (20) e, durante o tempo em que estiver em cartaz, vai receber cerca de 1,6 mil alunos da rede pública, com transporte e lanche gratuitos garantidos. Aos fins de semana, o Planetário estará aberto à comunidade, oferecendo uma experiência imersiva sobre o tema que vem moldando o mundo contemporâneo. O local funciona de terça a domingo, das 7h30 às 19h, com sessões na cúpula às 18h de terça a sexta-feira e às 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h nos fins de semana e feriados. “Não basta apenas falar sobre inteligência artificial; precisamos garantir que os estudantes da nossa rede pública tenham contato direto e prático com essas ferramentas”, ressalta o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Queremos despertar a curiosidade, aproximar a inteligência artificial do cotidiano e inspirar novas gerações a enxergarem a inovação como caminho de aprendizado, carreira e impacto social”, resume o curador do projeto, Clark Paiva. A programação inclui o Museu da História da IA, exposição de NFTs, quiz interativo, área gamer, realidade virtual e palestras com o especialista Clark Paiva, que abordará os impactos e as possibilidades da inteligência artificial na sociedade atual. As escolas interessadas em participar podem agendar a visita pelo e-mail integramaisum@gmail.com ou pelo telefone (61) 98594-9556.
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TechGov-DF 2025 celebra inovação e transformação digital no GDF
O Governo do Distrito Federal (GDF) premiou, nesta segunda-feira (20), as melhores soluções tecnológicas desenvolvidas por servidores e gestores públicos durante o 1º Prêmio TechGov-DF 2025. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Economia (Seec-DF), por meio da Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic), tem como objetivo valorizar projetos inovadores que fortalecem a transformação digital e aprimoram a eficiência na administração pública. Instituído pela Portaria nº 739, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Reconhecimento Profissional TechGov-DF 2025 contemplou nove projetos de tecnologia da informação e comunicação (TIC) já implementados no governo. “Buscamos, com essa premiação, valorizar e referendar o trabalho dos servidores que, com criatividade e comprometimento, vêm contribuindo para uma gestão mais moderna, transparente e eficiente”, destacou o secretário-executivo da Setic, Wisney Oliveira. “Os projetos vencedores mostram que a transformação digital já é uma realidade no governo. São soluções criadas por servidores comprometidos em aproximar o Estado do cidadão, tornando os serviços mais acessíveis e eficazes.” As melhores soluções tecnológicas desenvolvidas por servidores e gestores públicos do GDF foram premiadas nesta segunda (20), durante o 1º Prêmio TechGov-DF 2025 | Foto: Vinícius de Melo/Seec-DF Seleção dos vencedores A premiação foi dividida em três categorias: Transformação Digital, Governança Digital e Inteligência Artificial. “O TechGov-DF 2025 é a prova de que investir em tecnologia é investir na qualidade de vida da população. Reconhecer esses projetos é essencial para consolidar o Distrito Federal como referência em gestão pública inovadora”, avaliou o secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho, que fez questão de acompanhar as entregas dos nove selecionados (três por categoria). Na categoria Transformação Digital, o primeiro lugar foi conquistado por Vilton Gonzaga, da Secretaria de Governo (Segov-DF), com o projeto "ADM 24H – Administração Regional Digital 24h". O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, também celebrou a conquista: “Esse prêmio reconhece o esforço de modernização do governo. O Administração 24 Horas aproxima o cidadão do poder público, reduz prazos de resposta e reforça o compromisso do governador Ibaneis Rocha em oferecer soluções rápidas, econômicas e transparentes”. Na categoria Governança Digital, o vencedor foi Percilio Júnior, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), com o projeto "Sistema de Gestão Integrada". Já na categoria Inteligência Artificial, o destaque foi Marineusa Aparecida Bueno, da Secretaria de Saúde (SES-DF), com o projeto "SAMia – Serviço de Assistência em Saúde Mental com uso de Inteligência Artificial". Ao todo, nove projetos foram premiados, divididos em três categorias: Transformação Digital, Governança Digital e Inteligência Artificial Segurança pública O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, também comemorou a premiação dos projetos Hefesto 190/193 (segundo colocado em Transformação Digital) e Hefesto Alertas (terceiro lugar em Inteligência Artificial). “Ser reconhecido em duas categorias é motivo de grande orgulho para todos nós. É resultado do empenho e da competência das equipes técnicas da SSP-DF, que têm transformado a segurança pública do Distrito Federal com inovação, inteligência e integração”, afirmou. Ao final do evento, os nove vencedores apresentaram seus sistemas ao público, demonstrando, na prática, como as iniciativas premiadas vêm contribuindo para a modernização dos serviços públicos no DF. [LEIA_TAMBEM]MeuGDF Realizado na Escola de Governo (Egov), o TechGov-DF 2025 reuniu especialistas, gestores e servidores em uma programação que incluiu palestras, painéis e apresentações de casos de sucesso. Os participantes puderam debater temas atuais como inteligência artificial, governança digital e cibersegurança, com destaque para as palestras "A experiência do TCDF com uso da Inteligência Artificial", "Governança Digital no DF – avanços e desafios" e "Cibersegurança colaborativa – MISP e a cooperação digital no governo". Durante o encontro, também foi lançado o aplicativo MeuGDF, desenvolvido pela Setic. A plataforma reúne diversos serviços internos voltados aos servidores do GDF, como acesso à Identidade Funcional Digital, contracheques, informações sobre férias e abonos, além da abertura de chamados para serviços de tecnologia e infraestrutura predial. A ferramenta promete simplificar processos e personalizar a experiência de cada usuário, de acordo com seu perfil funcional. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)
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Estudantes do Cemi Cruzeiro apresentam nove projetos na Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica
A Arena BRB Mané Garrincha recebe, até esta quinta-feira (9), a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (SNEPT). Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), o evento tem como tema Juventudes que inovam, Brasil que avança. Com mais de 1.400 expositores, 54 estudantes do Cemi Cruzeiro participam do encontro, apresentando nove projetos. Os trabalhos da escola abordam as temáticas: Como a Inteligência Artificial está Revolucionando a Comunicação, as Mídias Sociais e o Mundo; Sistema de gestão de padarias; Sistema Educa+: plataforma digital de curso; Sistema Multi Plataforma de Gerenciamento de Pizzarias; Alimentação alternativa no cultivo de Pancs; Fogo colorido; Uso de óleos e velas aromáticas curativas; Chafariz ecológico; Carcinicultura ecológica. Uma das turmas expositoras do Cemi Cruzeiro desenvolveu um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias | Fotos: Ascom/SEEDF Aluno do terceiro ano, Gustavo Freitas, 18 anos, é um dos responsáveis pelo desenvolvimento de um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias, criado com foco em simplicidade, acessibilidade e eficiência. O projeto permite o controle de contas de administradores e funcionários, o registro de ingredientes e produtos e o acompanhamento de movimentações de entrada e saída, emitindo alertas de estoque baixo e relatórios em PDF por período. A iniciativa integra os aprendizados das disciplinas qualificação profissional 3, prática profissional supervisada e linguagem técnica de programação e foi desenvolvida como parte do trabalho de conclusão de curso. “O sistema foi pensado para ser simples e acessível tanto para quem desenvolve quanto para quem utiliza. A experiência de participar do evento tem sido muito positiva, porque estamos recebendo bastante feedback e aprendendo na prática a lidar com as pessoas. Estou gostando bastante desse processo e de ver nosso projeto ganhando vida”, destacou Gustavo. O trabalho de Kamille Victoria Aguiar é sobre um método de identificação de metais pesados na água A estudante Kamille Victoria Aguiar, de 17 anos, participa pela primeira vez de uma feira de ciências desde que se mudou do Pará para a capital. Ela conta que, no Estado natal, não havia tantas oportunidades como essa, e que a experiência tem sido fundamental para o seu aprendizado. [LEIA_TAMBEM]“Agora que estou aqui na capital, vim para aprender e melhorar na escola. Está sendo uma experiência muito boa ter esse contato com a Feira de Ciências e poder aprender cada vez mais”. “O nosso trabalho é um método de identificação de metais pesados na água, e ele é uma forma mais caseira. Assim, pessoas que não têm tanto acesso a esse tipo de informação podem descobrir se a água que estão consumindo é contaminada ou se está pura”, explica a estudante. A semana tem como objetivo possibilitar que estudantes, professores e técnicos mostrem projetos interativos e pesquisas desenvolvidas por redes de ensino ofertantes da educação profissional e tecnológica de todo o país. “A iniciativa visa à integração, à divulgação, ao fortalecimento e à valorização dessa modalidade educacional junto à sociedade, contribuindo com a ampliação do seu reconhecimento social e da sua atratividade junto aos jovens e aos trabalhadores”, explica a diretora de Educação Profissional, Joelma Bomfim da Cruz Campos. *Com informações da Secretaria de Educação
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GDF lança curso sobre noções básicas de inteligência artificial
A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), vinculada à Secretaria de Economia (Seec-DF), acaba de lançar mais um curso a distância: FluêncIA – Noções básicas de inteligência artificial. Com carga horária de 20 horas, o curso tem como objetivo apresentar conceitos fundamentais de inteligência artificial (IA) e demonstrar as aplicações práticas no cotidiano profissional dos servidores. O conteúdo foi cedido pela Microsoft por meio de acordo de cooperação técnica, reforçando a parceria da Egov com instituições de referência em inovação e tecnologia. A capacitação tem vagas para servidores do GDF | Foto: Divulgação/Egov Esse é o 42º curso do catálogo de cursos a distância da Egov e o primeiro com a temática da inteligência artificial oferecido de forma remota. A atividade complementa os outros cursos sobre IA já oferecidos presencialmente desde 2023. [LEIA_TAMBEM]“As atividades da Egov são voltadas à capacitação dos servidores, para que possam ser eficientes no atendimento das demandas de governo. Esse impacto, que nasce da formação técnica adequada, resulta na excelência dos serviços prestados e em melhor resultado para toda a sociedade. Nesse momento, é imprescindível introduzirmos a IA no dia a dia do serviço público”, destacou a diretora-executiva da Egov, Juliana Tolentino. As inscrições estão abertas até o dia 22 deste mês e podem ser realizadas por meio deste link. As vagas são destinadas a servidores do Governo do Distrito Federal (GDF). Serviço: Curso: FluêncIA — Noções básicas de inteligência artificial Modalidade: Educação a distância (EAD) Inscrições: até o dia 22, neste link Público-alvo: servidores do GDF Carga horária: 20 horas. *Com informações da Egov
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Comitê gestor de tecnologia do GDF alinha políticas e estratégias de TI
O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu, na manhã desta terça-feira (12), a segunda reunião ordinária do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação e Comunicação (CGTIC), órgão colegiado responsável por definir políticas, estratégias e diretrizes para o setor de tecnologia na administração pública. O encontro reforçou o papel do CGTIC como instância consultiva, propositiva e, em alguns casos, deliberativa, com foco em alinhar a área de TI aos objetivos estratégicos do GDF. Com o novo apilicativo, o servidor do GDF poderá consultar dados como contracheque e abonos | Foto: Vinicius de Melo/Seec-DF [LEIA_TAMBEM]Entre os assuntos debatidos, destacaram-se a apresentação do decreto, regimento interno e portaria de nomeação dos suplentes, a divulgação da política de segurança para todos os órgãos e o uso seguro da inteligência artificial em articulação com a política de dados. A criação da página oficial do comitê e a realização do evento TechGov, marcado para 9 de outubro, em celebração ao Dia do Servidor, também foram discutidas. Outro destaque foi o aplicativo Servidores, em fase avançada de desenvolvimento pela Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic), da Secretaria de Economia (Seec-DF). A ferramenta reunirá serviços como identificação funcional, acesso ao contracheque, consulta de férias e abonos e registro de adicional de qualificação. Para o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, Wisney Oliveira, o encontro reforça o compromisso do GDF com a modernização dos serviços públicos. “O CGTIC é um espaço estratégico para garantir que as iniciativas de tecnologia avancem de forma integrada, segura e em benefício direto da população e dos servidores”, afirmou. *Com informações da Seec-DF
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Embaixadas participam da 7ª edição da Mostra Brasília Mais TI
A Secretaria de Relações Internacionais do Governo do Distrito Federal (GDF) reuniu representantes de mais de 30 embaixadas para café da manhã no Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), promovendo a 7ª Mostra Brasília Mais TI. O principal evento de tecnologia organizado no DF e no Centro-Oeste, a ser realizado de 19 a 21 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, terá uma tarde internacional. Na oportunidade, embaixadores e adidos comerciais poderão interagir com as empresas brasilienses de tecnologia em busca de negócios ou de parcerias. O secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, explica que o encontro com as embaixadas demonstra como Brasília está aberta para promover a integração entre países e impulsionar o desenvolvimento tecnológico. “Nosso papel é criar oportunidades e mostrar ao mundo que exportamos tecnologia de ponta e somos um dos maiores exportadores tecnológicos do país. O Café TechDiplomacy foi fundamental para aproximar as embaixadas, revelar nosso potencial e fortalecer parcerias inovadoras", declarou. O Brasília Mais TI estima que cerca de 15 mil pessoas participarão dos três dias de intensa programação | Foto: Divulgação/Sinfor No Café TechDiplomacy, o presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino, agradeceu o apoio da Secretaria de Relações Internacionais (Serinter-DF) e demonstrou o interesse internacional no potencial tecnológico de Brasília. “A iniciativa fortalece parcerias internacionais, atrai investimentos estrangeiros para o ecossistema de TI local, promove a internacionalização das empresas do setor e posiciona Brasília como centro de referência em inovação”, afirmou. O secretário adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Alexandre Vilain, destacou a vocação brasiliense para a TI. Citou pesquisa recente, pela qual 96% da população do DF está interligada à Internet. O Brasília Mais TI estima que cerca de 15 mil pessoas participarão dos três dias de intensa programação. O evento contará com estrutura de 7 mil metros quadrados. A mostra oferece programação diversificada, que inclui: • Painéis especializados sobre inteligência artificial, governo eletrônico e tecnologias emergentes • Palestras nacionais e internacionais com especialistas renomados • Torneio de robótica, com participação de estudantes • Hackathon - maratona intensiva para desenvolvimento de soluções tecnológicas • Feira de negócios com stands de demonstração • Prêmio Sinfor de TI, homenageando empresas e profissionais de destaque na tecnologia do DF *Com informações da Secretaria de Relações Internacionais do Governo do Distrito Federal (GDF)
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DF amplia combate a incêndios florestais utilizando inteligência artificial
Agência Brasília · DF AMPLIA COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS UTILIZANDO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL O Distrito Federal está prestes a dar um salto tecnológico na proteção do Cerrado. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) selecionou a Associação GigaCandanga para executar a segunda fase do projeto SemFogo-DF, uma iniciativa que promete transformar a forma como a capital federal combate os incêndios florestais. Projeto SemFogo-DF II vai criar uma rede inteligente de monitoramento para detectar focos de incêndio em tempo real | Foto: Divulgação/Sema-DF Com investimento de mais de R$ 2 milhões e duração de 36 meses, o SemFogo-DF II representa a evolução natural do projeto-piloto implementado em 2023. A proposta é ambiciosa: criar uma rede inteligente de monitoramento que detecta focos de incêndio em tempo real, utilizando câmeras de alta precisão e algoritmos de inteligência artificial. Olhos eletrônicos “Com o SemFogo-DF II, unimos inovação e compromisso com o futuro”, pontua o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Monitorar incêndios em tempo real significa agir com rapidez, proteger vidas e preservar a biodiversidade do nosso bioma.” A nova fase do projeto prevê a instalação de três pontos estratégicos de monitoramento: a Estação Ecológica Águas Emendadas, o Jardim Botânico de Brasília e a Torre do Shopping JK. A Torre de TV Digital, em Sobradinho, que já opera desde o projeto-piloto, continuará funcionando como sentinela eletrônica. As câmeras instaladas nesses locais não são equipamentos comuns. Com zoom óptico de 30 vezes e alta resolução, elas captam imagens que são transmitidas pela Redecomep GigaCandanga, uma rede óptica acadêmica de alta velocidade. Os dados chegam a centrais de processamento, onde algoritmos treinados especificamente para essa função identificam automaticamente focos de fumaça e calor com precisão superior a 90%. “Temos trabalhado com todas as ferramentas disponíveis para prevenir incêndios em nosso Cerrado”, enfatiza a vice-governadora Celina Leão. “A tecnologia é uma aliada essencial para identificarmos e combatermos rapidamente focos de incêndio, principalmente em áreas sensíveis de preservação ambiental.” Rapidez O diferencial do sistema está na velocidade da resposta. Enquanto métodos tradicionais dependem de avistamentos humanos ou satélites que podem demorar horas para processar informações, o SemFogo-DF II promete alertas imediatos. Os dados são integrados automaticamente ao Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia), com georreferenciamento preciso em áreas de 30 m x 30 m. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Gestão Ambiental e Territorial, Renato Santana, reforça o aspecto inovador da iniciativa: “Este projeto representa um marco na gestão territorial do DF. A integração entre inteligência artificial e monitoramento ambiental nos permite uma resposta muito mais eficiente e precisa. Estamos criando um modelo que pode ser replicado em outras regiões do país”. Tecnologia compartilhada O projeto vai além da simples instalação de equipamentos. Está prevista a criação de um painel de controle multiusuário que permitirá a diferentes órgãos do GDF acessar as informações simultaneamente. Servidores da Sema-DF, do Corpo de Bombeiros (CBMDF) e outros parceiros do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Ppcif) receberão treinamentos técnicos e participarão de workshops anuais. A Associação GigaCandanga contribuirá com contrapartida de R$ 403 mil, equivalente a 20% do valor total, cobrindo custos com infraestrutura laboratorial, energia, manutenção de equipamentos e acesso à rede óptica. Referência nacional O SemFogo-DF II está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente àqueles relacionados à ação climática, cidades resilientes e proteção da biodiversidade. O projeto posiciona Brasília como referência nacional em soluções tecnológicas para proteção ambiental. Com o Cerrado enfrentando pressões crescentes devido às mudanças climáticas e ao desenvolvimento urbano, iniciativas como essa representam um modelo de como ciência, inovação e gestão pública podem trabalhar juntas na proteção de um dos biomas mais ameaçados do país. A expectativa é que o sistema entre em operação ainda este ano, criando um escudo tecnológico sobre algumas das áreas mais sensíveis do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente
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Chatbot representa 20% dos registros de denúncias anônimas à Polícia Civil
Com funcionamento iniciado em novembro de 2024, o chatbot da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) já se destaca como ferramenta eficaz no recebimento de denúncias anônimas. Desenvolvido pela Divisão de Controle de Denúncias (Dicoe), o canal digital, acessível por computador e por celular, garante agilidade, segurança e sigilo ao cidadão. Entre novembro de 2024 e março deste ano, o serviço respondeu por 2.033 denúncias, o equivalente a cerca de 20% do total de 10.923 registros feitos por todos os canais da corporação. Canal digital da Polícia Civil permite o envio de denúncias anônimas por computador ou pelo celular | Foto: Divulgação/PCDF Atualmente, a Dicoe opera com cinco canais de denúncia anônima: telefone, WhatsApp, e-mail, página da Polícia Civil na internet e o chatbot. Integrado ao site da corporação, o chatbot permite que o cidadão faça denúncias de forma totalmente anônima. Ao acessar a plataforma, o usuário pode optar por preencher um formulário específico para o tipo de crime ou interagir diretamente com o assistente virtual. Esse robô conduz uma sequência de perguntas com base na experiência acumulada pela Dicoe ao longo de quase 20 anos de atuação no recebimento de denúncias anônimas. “Dentro de cada crime, desenvolvemos um rol de interações para captar as informações necessárias”, detalha o diretor da Dicoe, Josafá Ribeiro. Ao final da conversa com o robô, o cidadão pode, se desejar, continuar a interação com um policial. [LEIA_TAMBEM]Essa funcionalidade híbrida, que combina inteligência artificial com atendimento humano, permite maior completude nas informações encaminhadas às unidades responsáveis pela investigação. O anonimato é garantido em todo o processo. Além disso, o canal digital permite o envio de arquivos, como fotos, vídeos, áudios e até a localização geográfica, recurso especialmente útil em regiões onde os endereços são imprecisos ou difíceis de descrever. “Hoje, quase todo mundo tem um smartphone. A possibilidade de enviar coordenadas exatas facilita a chegada da equipe policial e a efetivação da investigação”, aponta. Entre os crimes mais denunciados, o tráfico de drogas lidera, seguido por maus-tratos contra animais, violência doméstica contra a mulher, foragidos/procurados, homicídios e maus-tratos contra crianças (em fevereiro de 2025). A análise da PCDF também identificou que o intervalo entre as 12h e as 18h concentra o maior volume de denúncias feitas via chatbot, sendo a segunda-feira o dia da semana com mais registros. As regiões administrativas com maior número de denúncias são Ceilândia, Samambaia e Taguatinga, o que está relacionado tanto à alta densidade populacional dessas áreas quanto à proximidade com delegacias. “Só nessas três regiões temos nove delegacias, o que contribui para que a população confie e participe mais ativamente. O cidadão sabe que a informação repassada tem impacto real no trabalho da polícia”, reforça. Por fim, o diretor destaca que todas as denúncias recebidas são encaminhadas às delegacias competentes: “O cidadão é os olhos e ouvidos da polícia. Não podemos estar em todos os lugares, mas, com a colaboração da sociedade, conseguimos agir de forma mais eficiente. A população do Distrito Federal confia na Polícia Civil, e nós daremos a resposta condizente com essa confiança”.
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Pró-Jovem Digital: GDF lança capacitação para mais de 4 mil jovens em situação de vulnerabilidade
Agência Brasília · PRÓ-JOVEM DIGITAL - GDF LANÇA CAPACITAÇÃO PARA MAIS DE 4 MIL JOVENS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta sexta-feira (4), o programa Pró-Jovem Digital, voltado à capacitação de jovens em empreendedorismo digital. Com mais de 4 mil vagas, a iniciativa da Secretaria da Família e Juventude (SEFJ-DF), em parceria com o Instituto ONG Líderes do Brasil, tem como foco atender jovens de 15 a 29 anos em situação de vulnerabilidade social e contribuir para a redução da exclusão digital. O investimento total é de R$ 7,9 milhões. As inscrições começam na próxima segunda-feira (7), pelo site da SEFJ-DF. Segundo a governadora em exercício Celina Leão, o programa vem somar esforços para melhorar a qualidade de vida dos jovens do DF, fortalecer a educação e preparar essa parcela da população para o mercado de trabalho. Ela destacou que a grande diferença deste projeto é o olhar específico para a juventude, com uma abordagem pensada para se comunicar com esse público, desde a linguagem até o formato dos cursos. “Temos outros programas importantes, como o QualificaDF e o RenovaDF, mas eles não têm um foco exclusivo na juventude. Esse, sim, é voltado especialmente para os jovens”, afirmou. Celina Leão: "Temos outros programas importantes, como o QualificaDF e o RenovaDF, mas eles não têm um foco exclusivo na juventude. Esse, sim, é voltado especialmente para os jovens" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília As vagas serão distribuídas nos formatos presencial e online, com oferta de cursos gratuitos nas áreas de empreendedorismo digital, inteligência artificial, marketing digital, redes sociais, edição de vídeo e e-commerce. O projeto contará com turmas presenciais e vai percorrer 12 regiões administrativas, beneficiando, em média, 120 alunos em cada uma delas. A primeira etapa será realizada em Ceilândia e Taguatinga. O curso presencial tem carga horária de 80 horas, com 20 horas semanais ao longo de um mês. A modalidade online, estará disponível para jovens de todas as cidades do DF. A criação do programa Pró-Jovem Digital surgiu a partir de uma demanda do setor produtivo do Distrito Federal. O secretário da Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, explicou que áreas como inteligência artificial, marketing digital e empreendedorismo digital têm sido constantemente requisitadas por empresas da região. Essa necessidade foi identificada com base em levantamentos, como a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) e o Censo de 2022, o que motivou o desenvolvimento do programa. Rodrigo Delmasso: "Queremos que esses jovens não sejam apenas empregados, mas que possam abrir seus próprios negócios" O objetivo principal, segundo o secretário, é qualificar esses jovens nessas novas profissões e prepará-los tanto para o mercado de trabalho quanto para o empreendedorismo. “Queremos que esses jovens não sejam apenas empregados, mas que possam abrir seus próprios negócios. Com 18 anos, por exemplo, já é possível se tornar microempreendedor individual e prestar serviços para outras empresas aqui do DF”, afirmou. Ao longo dos cursos, serão sorteados 12 aparelhos de notebook entre os cinco melhores alunos de todas as turmas. Para a escolha dos alunos, serão considerados os critérios de desempenho acadêmico, desenvolvimento de competências socioemocionais, engajamento em projetos práticos, evolução e superação pessoal. Os jovens já estão na expectativa para participar do Pró-Jovem Digital. Um deles é Lucas Renan Mohamed, de 16 anos, morador de Taguatinga. Ele destacou a importância do projeto, especialmente para quem vive em situação de vulnerabilidade social. “Tem muita gente que não tem nada. Esse projeto é para ajudar as pessoas carentes, os jovens que precisam de uma oportunidade”, avaliou. Animado com a iniciativa, Lucas já planeja se inscrever no curso e mira uma carreira na área de tecnologia da informação: “Quero trabalhar com TI, com programação. Acho que esse projeto vai me ajudar bastante”. Yasmin Saleh: "A área de inteligência artificial vai dominar o mundo, e é importante a gente dominar essas técnicas" Yasmin Saleh, 19, moradora de Taguatinga, também pretende se inscrever no projeto. Para ela, essa iniciativa representa uma porta de entrada para o mercado de trabalho. “Quero muito participar, principalmente para ter mais oportunidades de emprego. A área de inteligência artificial vai dominar o mundo, e é importante a gente dominar essas técnicas”, afirmou. Yasmin acredita que o programa pode ajudar não só a ela, mas também a outras pessoas que buscam melhores condições de vida. “Tem gente que não consegue ter essa oportunidade, e esse projeto é uma chance real de mudar isso”. [LEIA_TAMBEM]Pró-Jovem Digital O Programa de Capacitação em Empreendedorismo Digital tem como foco preparar jovens de 15 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade social, para o mercado de trabalho digital. A proposta busca reduzir a exclusão digital, promover geração de renda e desenvolver habilidades práticas em áreas como inteligência artificial, marketing digital, redes sociais, edição de vídeos, e-commerce e monetização de conteúdo. A formação presencial intensiva de 80 horas ocorre em cada região administrativa do DF, com uso de celulares e computadores pessoais como ferramentas de aprendizado. O conteúdo aborda desde o uso de ferramentas tecnológicas acessíveis até estratégias de vendas online e produção de conteúdo digital. O projeto adota um formato híbrido e itinerante, com aulas presenciais, transmissões ao vivo e conteúdos gravados no YouTube, o que garante acesso flexível às oficinas. A capacitação ocorrerá em 12 regiões administrativas ao longo de seis meses, com turmas em duas regiões por mês. Os participantes terão suporte técnico, material didático atualizado e certificação digital. O programa apresenta uma abordagem prática e inclusiva, alinhada à realidade dos jovens, com foco no empreendedorismo digital e na atuação como freelancers em plataformas digitais.
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Plataforma desenvolvida com apoio da FAPDF contribui para o diagnóstico precoce de doenças raras no DF
Uma plataforma orientada por inteligência artificial, desenvolvida com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), identifica precocemente crianças e adultos com condições raras ou crônicas, reduzindo hospitalizações evitáveis e fortalecendo a atenção primária. Ao reduzir hospitalizações evitáveis, otimizar a triagem de pacientes e oferecer suporte à decisão clínica, a plataforma Tamis-IA contribui diretamente para a eficiência do sistema de saúde e para o cuidado integral ao paciente. O diagnóstico precoce possibilita intervenções mais eficazes, melhora a qualidade de vida dos atendidos e reduz os custos com internações e tratamentos de alta complexidade. Atualmente em fase de validação em unidades básicas de saúde do Distrito Federal, a iniciativa articula uma ampla rede de instituições acadêmicas, científicas e de atenção à saúde. Plataforma Tamis-IA, em fase de validação, ajuda a identificar sinais precoces de doenças raras e condições crônicas; triagem automatizada permite a detecção de casos com maior risco clínico, otimizando o encaminhamento para diagnóstico e tratamento especializado | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O apoio da FAPDF, por meio do Edital Learning 2022, foi decisivo para a viabilidade técnica e científica da iniciativa, fortalecendo a articulação entre pesquisa aplicada e políticas públicas de saúde. Inicialmente batizado como Projeto Peneira — em alusão à proposta de triar pacientes com maior risco clínico —, o sistema passou a se chamar Tamis-IA por questões de registro de marca. Tamis, que significa “peneira” em francês, foi escolhido para manter a essência do projeto, enquanto “IA” faz referência ao uso de inteligência artificial. “Acreditamos que iniciativas como essa exemplificam como a ciência, a tecnologia e a inovação podem transformar a saúde pública, promovendo diagnósticos mais ágeis, tratamentos mais eficazes e melhor qualidade de vida para a população”, destaca Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF. A proposta integra recursos avançados de inteligência artificial ao sistema de saúde para identificar sinais precoces de doenças raras e condições crônicas. A triagem automatizada permite a detecção de casos com maior risco clínico, otimizando o encaminhamento para diagnóstico especializado e tratamento oportuno. [LEIA_TAMBEM]A plataforma é alimentada por prontuários eletrônicos integrados a plataformas como e-SUS (sistema oficial do Sistema Único de Saúde – SUS, utilizado na rede pública) e MV (sistema de gestão hospitalar desenvolvido pela empresa MV, amplamente utilizado em hospitais e clínicas no Brasil), além de dados inseridos diretamente por profissionais de saúde na plataforma. A ferramenta calcula, com base em um threshold (limite mínimo de probabilidade para emissão de alerta de risco) de 60%, a chance de o paciente apresentar uma condição rara. A depender do resultado, o sistema emite uma recomendação para encaminhamento especializado ou acompanhamento clínico periódico. O desenvolvimento do sistema é liderado por uma equipe multidisciplinar que reúne médicos, cientistas da computação e especialistas em epidemiologia, com atuação em instituições como a Universidade Católica de Brasília, (UCB) Universidade de Brasília (UnB), Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), Hospital de Clínicas da Unicamp e Secretaria de Saúde (SES-DF). A aplicação inicial está concentrada na Região Leste do Distrito Federal, beneficiando cerca de 8 mil pessoas. A plataforma Tamis-IA foi desenvolvida pelo médico Luiz Sérgio Fernandes de Carvalho. A ferramenta foi concebida para integrar variáveis clínicas e epidemiológicas em um modelo preditivo acessível e adaptável à rotina da atenção primária. “Nosso sonho é que essa ferramenta seja adotada em larga escala no SUS, ajudando a salvar vidas e a otimizar os recursos do sistema. Já demos o primeiro passo — agora queremos consolidar, registrar na Anvisa e expandir para outras regiões”, afirma Luiz Sérgio. O projeto também se beneficiou da participação no programa Catalisa ICT, iniciativa do Sebrae voltada à aceleração de negócios inovadores de base científica. A jornada ofereceu capacitação em gestão, mentorias e apoio técnico, contribuindo para consolidar o modelo de negócio e viabilizar a implementação do sistema em contexto real. Em paralelo à aplicação prática, o sistema adota rigorosos protocolos de segurança e privacidade, atendendo às exigências da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e de normativas específicas da área da saúde. Os dados são anonimizados, criptografados e acessíveis apenas por profissionais autorizados, com infraestrutura hospedada em servidores seguros e monitoramento constante. *Com informações da FAPDF
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Mais de 16 mil pessoas participam do primeiro dia do Innova Summit 2025 em Brasília
O Innova Summit 2025 começou com força total nessa terça-feira (24), em Brasília. Mais de 16 mil pessoas passaram pelo Centro de Convenções Ulysses Guimarães no primeiro dia do evento, que reúne lideranças do setor público e privado, especialistas em tecnologia, empreendedores e entusiastas da inovação. A expectativa da organização é de que mais de 50 mil visitantes circulem pelos espaços até o encerramento, na próxima quinta-feira (26). Mais de 16 mil pessoas estiveram no primeiro dia do Innova Summit 2025, que começou nessa terça (24) | Foto: Divulgação/Secti-DF Logo na abertura, o escritor e mentor Tiago Brunet provocou reflexões sobre saúde emocional, tema que vem ganhando espaço nas discussões sobre inovação. “Ter saúde emocional não é algo sofisticado, é uma questão de sobrevivência. Não é possível construir relações sem equilíbrio emocional. Estamos adoecendo de forma rápida e coletiva”, alertou. Eduardo Moreira, presidente do Instituto Conecta Brasil – responsável pela organização do evento – destacou a receptividade do público e a qualidade do conteúdo: “Foi um sucesso absoluto. Auditórios cheios, palestras elogiadas e um público engajado. Estamos muito satisfeitos com os resultados do primeiro dia”. A programação deste ano reforça o compromisso com sustentabilidade, regeneração ambiental, impacto social e inteligência artificial aplicada. Segundo Eduardo, o evento conta com uma área dedicada exclusivamente à sustentabilidade, localizada na Ala Oeste. “As empresas estão mais atentas a temas como ESG, regeneração e IA com propósito. Nosso objetivo é trazer esses debates para o centro da inovação”, explicou. [LEIA_TAMBEM]Responsável pela área de Inteligência Regenerativa do Innova Summit, Paloma Senna, da associação Movement Regenera, destacou o conceito que norteia a proposta do evento: “Enquanto a sustentabilidade busca reduzir danos, a regeneração atua para restaurar ecossistemas, promover justiça social e criar ciclos positivos de impacto. O Brasil e a América Latina enfrentam crises climáticas, sociais e produtivas, mas também possuem as chaves para superá-las”. Ela também defendeu um uso mais consciente da tecnologia: “A inteligência artificial generativa já está presente em grande parte das empresas, mas ainda é usada de forma reativa. É hora de avançar para uma IA que contribua para soluções regenerativas – como prever secas no Cerrado ou apoiar modelos de economia circular nas cidades”. Além dos temas ligados à sustentabilidade e à tecnologia regenerativa, o evento também aborda criptomoedas, empreendedorismo feminino, inclusão digital, bioeconomia e games. Um dos destaques é a final internacional da GameJamPlus, maior maratona de desenvolvimento de jogos com foco em negócios do mundo, realizada pela primeira vez em Brasília. Destaques desta quarta (25) A programação segue com palestras de nomes como o educador financeiro Thiago Nigro, o especialista em produtividade Cristian Barbosa e a influenciadora e empresária Natália Beauty. Também estão previstos painéis sobre parques tecnológicos, inovação com impacto e tecnologia aplicada à humanidade. À noite, o destaque será a palestra do investidor e mentor João Kepler. Innova Summit 2025 ⇾ Até quinta-feira (26), das 12h às 22h30, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães ⇾ Entrada gratuita ⇾ Show de encerramento com Toni Garrido, às 21h10 *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
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Com foco em inovação, Segurança Pública do DF participa do Summit Meeting 2025
Dezoito servidores da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e forças de segurança participam, nesta terça-feira (17), do Summit Meeting 2025, realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. Considerado um dos mais relevantes eventos do país nas áreas de tecnologia, inovação, governança e gestão pública, o encontro deste ano tem como tema “A Inteligência das Coisas a Serviço do Humano”. As vagas foram contratadas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). A edição de 2025 destaca os impactos das tecnologias disruptivas, especialmente da inteligência artificial, na transformação das políticas públicas e dos serviços à população. Entre os assuntos debatidos estão ética e regulação da IA, transformação digital, proteção de dados e inovação em segurança pública. Além disso, os participantes terão a oportunidade de assistir a renomados especialistas, líderes de pensamento e profissionais de destaque nas áreas de inovação, tecnologia, gestão de pessoas e transformação organizacional. A edição de 2025 destaca os impactos das tecnologias disruptivas, especialmente da inteligência artificial, na transformação das políticas públicas e dos serviços à população | Foto: Divulgação/SSP-DF A iniciativa visa à qualificação técnica de alto nível e ao fortalecimento institucional por meio do acesso ao que há de mais atual em soluções tecnológicas e governança inteligente. “Investir na capacitação dos nossos servidores é investir diretamente na qualidade da segurança pública oferecida à população. A presença da segurança pública no Summit Meeting 2025 reforça nosso compromisso com a modernização das políticas públicas e com a adoção de tecnologias que qualificam a gestão, otimizam recursos e colocam o ser humano no centro das decisões”, reforça o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. A presença no evento também proporciona o intercâmbio de ideias e boas práticas entre especialistas globais e gestores públicos de diferentes áreas. Para Pollinny Dias, designer gráfica da Subsecretaria de Ensino e Gestão de Pessoas da SSP-DF, a experiência é uma oportunidade de aprendizado com impacto direto nas ações da pasta. “Participar do Summit Meeting 2025 tem sido uma experiência enriquecedora. Os debates sobre inteligência artificial, inovação e o papel das tecnologias no serviço público reafirmam a importância de pensarmos soluções humanas e acessíveis. Como designer, levo daqui insights valiosos para aprimorar a comunicação interna e os projetos educacionais que impactam diretamente nossos servidores.” Na avaliação do policial militar Luiz Felipe Tavares, a discussão sobre o uso ético e inteligente da tecnologia é estratégica para a área de segurança. “O Summit Meeting 2025 reforçou que o equilíbrio entre tecnologia e humanidade será o diferencial das empresas de sucesso. A integração estratégica da IA, aliada à valorização de pessoas e à cultura de aprendizado contínuo, deve guiar os próximos passos das nossas organizações”. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)
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Projeto capacita professores da rede pública no uso humanizado da inteligência artificial
Com o objetivo de transformar a educação por meio do uso ético e estratégico da inteligência artificial (IA), a Universidade de Brasília (UnB), em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), lançou o projeto IAgora Brasil. A iniciativa é coordenada pela professora Isabela Oliveira, da Faculdade de Comunicação da UnB, e tem duração prevista de dois anos (2024 e 2025), com foco na formação gratuita de professores da rede pública do Distrito Federal. O projeto atua em três eixos principais: capacitação docente, letramento digital via redes sociais e pesquisa científica internacional sobre o uso da IA na educação. A meta para 2025 é ambiciosa: formar mil professores da educação básica do DF com base em metodologias inovadoras e conteúdos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), à Estratégia Brasileira de IA (Ebia), ao Plano Nacional de Educação Digital (Pned) e às diretrizes da Unesco. “Queremos contribuir para a inserção da educação digital e midiática nas escolas e oferecer aos professores ferramentas que realmente transformem a prática docente. Tudo isso com um olhar ético, crítico e humanizado sobre a IA”, afirma a professora Isabela Oliveira, coordenadora do projeto. Com fomento da FAPDF e parceria da UnB, a professora Isabela Oliveira testa novas tecnologias de IA em Miami | Fotos: Divulgação/IAgora Formação gratuita, acessível e com certificação O curso de capacitação do IAgora Brasil tem carga horária de 180 horas e será oferecido gratuitamente, de forma híbrida, com aulas online e encontros presenciais em parceria com a Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). A partir de 2026, o conteúdo também estará disponível na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem, do Ministério da Educação (Avamec), permitindo que professores de todo o país tenham acesso à formação. A estrutura do curso contempla temas como educação digital, letramento midiático e visual, introdução à inteligência artificial, IA generativa na educação, tecnologias e metodologias digitais, IA na prática docente, bem-estar e convivência digital e projetos integrativos. Os participantes ainda contarão com entrevistas com especialistas, vídeos curtos sobre ferramentas de IA, ebooks temáticos e materiais complementares. A avaliação será composta por testes objetivos e trabalhos em grupo, com exigência mínima de 75% de aproveitamento no modelo da Eape. Na Avamec, cada disciplina será disponibilizada como minicurso autônomo, formando uma trilha de aprendizagem certificada. Pesquisa global: professora Isabela Oliveira analisa o uso da IA nos Emirados Árabes Unidos “Preparamos uma trilha de aprendizagem pensada para atender às diferentes realidades da rede pública, com foco na autonomia do professor e em conteúdos aplicáveis desde o primeiro dia em sala de aula”, explica Christiane Araújo, secretária-executiva do projeto. Aplicação prática, desafios e proposta pedagógica Desenhado para impactar diretamente a prática docente, o projeto propõe a integração da IA nas escolas públicas de maneira alinhada à BNCC Computação. O objetivo é promover o uso ético e eficiente das tecnologias digitais em sala de aula, estimulando a revisão das metodologias de ensino e ampliando o repertório de ferramentas educacionais disponíveis aos professores. A equipe do projeto reconhece os desafios enfrentados no cotidiano escolar, como a falta de formação específica, a sobrecarga de trabalho e as limitações estruturais de muitas escolas da rede pública. Por isso, a proposta pedagógica foi pensada para ser acessível, adaptável e compatível com a realidade do professor brasileiro. Pesquisa internacional e impacto nas políticas públicas O projeto acompanhará o progresso dos cursistas, avaliando as competências digitais antes, durante e após a formação Um dos diferenciais do IAgora é a realização de uma pesquisa de pós-doutorado conduzida pela professora Isabela Oliveira, que analisa o uso da IA na educação em 15 países. O estudo visa a comparar estratégias internacionais e contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas educacionais, em articulação com o Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria de Educação (SEEDF). [LEIA_TAMBEM]Além disso, o projeto acompanhará o progresso dos cursistas, avaliando as competências digitais antes, durante e após a formação, com base em parâmetros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — referência internacional em políticas públicas — e do próprio MEC. Os dados subsidiarão decisões técnicas para aprimorar o uso da IA nas escolas e garantir uma adoção pedagógica responsável, inclusiva e de acordo com as necessidades do ensino público brasileiro. O IAgora Brasil conta com fomento da FAPDF no valor de R$ 1,5 milhão, por meio do edital FAPDF Learning, voltado ao apoio a projetos inovadores que apresentam soluções com uso da tecnologia. “Apoiar um projeto como o IAgora Brasil reforça nosso compromisso com uma educação pública de qualidade, conectada à inovação e às demandas do século 21. Acreditamos que formar professores para o uso ético da inteligência artificial é investir diretamente no futuro do país”, afirma Leonardo Reisman, presidente da FAPDF. *Com informações da FAPDF
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Tecnologia a serviço do cidadão: GDF inaugura centro pioneiro de inteligência artificial
Agência Brasília · TECNOLOGIA A SERVIÇO DO CIDADÃO - GDF INAUGURA CENTRO PIONEIRO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL O início de uma nova etapa para a inovação e a inteligência artificial no DF começou nesta quinta-feira (22), por meio do lançamento do Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Durante a cerimônia de lançamento, a vice-governadora Celina Leão frisou: “É um projeto muito positivo, e eu tenho certeza de que isso vai beneficiar a população do Distrito Federal, que será atendida também de forma mais eficiente e eficaz” | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Fruto de um convênio celebrado entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Hardware Brasil (HBr), a iniciativa tem o objetivo de promover a pesquisa, o desenvolvimento e aplicação de soluções tecnológicas baseadas em inteligência artificial com a articulação entre os setores público, privado e acadêmico. O valor investido é de R$ 5 milhões. Na prática, o CIIA vai ampliar a oferta de tecnologias emergentes e soluções de inteligência artificial em áreas estratégicas, como educação, saúde e segurança pública, com foco na criação de soluções tecnológicas que contribuam para a melhoria dos serviços públicos e o bem-estar da população. Além disso, a iniciativa visa a impulsionar o desenvolvimento acadêmico e econômico e a consolidar o DF como um polo de inovação tecnológica. “É um projeto muito positivo, partindo de baixo para cima, detectando as necessidades, e eu tenho certeza que isso vai beneficiar a população do Distrito Federal, que será atendida também de forma mais eficiente e eficaz, com essa ferramenta que já é uma realidade do mundo inteiro”, ressaltou a vice-governadora Celina Leão durante a cerimônia de assinatura do termo de registro histórico do projeto. Tecnologia de ponta O CIIA vai abrigar uma infraestrutura tecnológica com colaboração entre pesquisadores e startups na modelagem de soluções para diversas áreas do DF, no Parque Tecnológico de Brasília (BioTIC). São 80 pessoas atuando no projeto, entre alunos, professores e consultores. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman, lembrou: “O uso da inteligência artificial revoluciona nossas vidas, e a gente escolheu essas três áreas fundamentais para que elas enviem desafios para os centros, pesquisadores e startups e planejem soluções” De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman, o objetivo é facilitar a jornada do cidadão durante a prestação de serviços públicos. “O uso da inteligência artificial revoluciona nossas vidas, e a gente escolheu essas três áreas fundamentais para que elas enviem desafios para os centros, pesquisadores e startups e planejem soluções”, explicou. O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), Marco Antonio Costa, reforçou o compromisso do projeto: “Queremos que esse centro possa ser provocado pelas demandas públicas para que crie soluções avançadas utilizando a inteligência artificial e dando essa resposta rápida ao nosso cidadão”. [LEIA_TAMBEM]Eixos A iniciativa se ancora em três eixos estratégicos principais: pesquisa, capacitação e inovação e empreendedorismo. Na área de pesquisa, os projetos serão desenvolvidos por meio de formalização de acordos com as respectivas secretarias para acesso aos dados e início efetivo do desenvolvimento. No âmbito da saúde, será elaborado um projeto de otimização de filas com levantamentos aprofundados já realizados. Para a educação, serão pensadas iniciativas focadas na prevenção de evasão escolar, personalização de aprendizagem e otimização. Já o desenvolvimento de soluções de visão computacional vai permitir apoiar a segurança no Setor Comercial Sul (SCS). Problemas adicionais identificados serão direcionados para startups afins e estudantes. O trabalho no eixo de capacitação será viabilizado por uma parceria com o Google para disponibilização de 5 mil licenças de cursos de IA a residentes do DF, além de acordos formalizados com dez instituições de ensino, sendo sete da iniciativa privada e três da pública, incluindo a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), o Instituto Federal de Brasília (IFB) e a Universidade de Brasília (UnB). Encontros A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, também comemorou a novidade: “É um trabalho que está começando hoje, mas que tem uma trajetória, um caminho a percorrer. Estamos muito satisfeitos com as benfeitorias que a IA pode trazer ao ensino” “Todos os professores vão passar por formação para que o conhecimento chegue até o estudante”, detalhou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “É um trabalho que está começando hoje, mas que tem uma trajetória, um caminho a percorrer. Estamos muito satisfeitos com as benfeitorias que a IA pode trazer ao ensino.” Haverá mil licenças adicionais para a formação de educadores, e será ainda desenvolvido um curso especializado em IA para educadores da rede pública de ensino fundamental e médio. Para o setor de inovação e empreendedorismo estão programados três encontros setoriais, com início na área jurídica. Serão engajadas mais de 100 startups interessadas em desenvolver soluções para o setor público. Ainda serão programadas articulações internacionais avançadas, incluindo visita técnica à China (Macau) prevista para o segundo semestre deste ano, missão ao Vale do Silício (EUA) com Google e outros parceiros e delegação para Dubai (Emirados Árabes) com startups locais. “Juntos faremos o DF um laboratório vivo de políticas públicas baseada em inteligência artificial”, declarou o coordenador do CIIA, Ricardo Barros Sampaio. “Hoje a gente tem mais de 45 pesquisadores e consultores trabalhando diretamente no nosso projeto, em diferentes eixos, e estamos contratando mais 30 alunos até o final deste mês com a possibilidade de outros 50 alunos até o final do ano. Esses alunos e consultores fazem parte da equipe, mas toda a população pode se beneficiar daquilo que a gente tem tentado entregar como solução e como política pública para o Distrito Federal.”
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