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Voluntários superam 1 milhão de lanches distribuídos a pacientes oncológicos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O que começou com a iniciativa de dois pais que acompanhavam o filho durante um tratamento oncológico já resultou na distribuição de mais de 1 milhão de lanches no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Há 38 anos, o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) faz da alimentação uma das formas de acolher pacientes e acompanhantes durante a rotina de tratamento. A iniciativa surgiu com a oferta de lanches e ampliou a atuação ao longo dos anos. Instituído oficialmente em 1994, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas, além de outros itens. Os lanches são preparados pelos próprios voluntários e servidos a pacientes que realizam radioterapia e quimioterapia. Os acompanhantes recebem a alimentação, composta por suco, café, sanduíches caseiros, pão de queijo, biscoitos, bolos e frutas.  Além dos lanches preparados e distribuídos pelos próprios voluntários, o MAC já doou mais de 2 milhões de vales-transporte, mil bengalas, quase 50 mil kits de higiene, 7,3 mil medicamentos, 3,7 mil exames na rede particular e 41 mil cestas básicas | Foto: Divulgação/IgesDF “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo” Marias de Lourdes Gomes do Nascimento, ex-paciente e hoje voluntária no Hospital de Base Para a presidente do MAC, Lilian Rejane Müller da Silva, a atuação do grupo vai além da assistência material. “Nossa função aqui é, primeiro de tudo, sentar ao lado do paciente e conversar com eles. O importante do voluntariado é isso, é dar atenção para eles”, explica. Solidariedade que se multiplica Maria de Lourdes Gomes do Nascimento conheceu o trabalho do MAC enquanto fazia tratamento de leucemia no Hospital de Base. Depois de receber alta, voltou à unidade e se inscreveu como voluntária. Há 16 anos, passou de paciente acolhida a integrante do grupo. “Me lembro de estar doente e de ver esse trabalho lindo, deles chegarem sorrindo, conversando. Aquilo me dava forças. Hoje, gosto muito de conversar com os pacientes. Ser voluntário é doar amor ao próximo”, emociona-se Maria de Lourdes. Ivana Amaral conheceu o MAC enquanto acompanhava a filha, que é médica, no Hospital de Base. Foi nesse período que teve contato com a atuação dos voluntários e com o trabalho desenvolvido pelo grupo. “É um trabalho muito maravilhoso e enriquecedor. Todos estão aqui com o objetivo de ajudar o paciente, dando palavras de apoio”, relata.  *Com informações do IgesDF

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DF disponibiliza banco de perucas para pessoas em tratamento contra o câncer

Mulheres em tratamento de saúde que causa a perda de cabelos contam com atendimento gratuito para doação de perucas no Distrito Federal. Para a prestação do serviço, há um banco com cerca de 300 perucas, renovado a cada dois meses. O atendimento ocorre diariamente, conforme a demanda, com limite de uma peça por pessoa. Doações de perucas ou mechas de cabelos podem ser feitas de manhã e à tarde | Foto: José Cruz/Agência Brasil As perucas são produzidas por voluntários a partir do reaproveitamento de cabelos naturais doados. A iniciativa reúne a confecção de próteses mamárias, cortes de cabelo e barba, além do fornecimento de toucas e lenços. Há necessidade de novos voluntários para a produção, que oferece capacitação para os interessados. Como doar Para a doação, a orientação é separar mechas com no mínimo 20 centímetros, prender os fios antes do corte e entregá-los secos, em saco ou envelope. Fios com química ou coloração também podem ser entregues. O recebimento das doações de cabelo ocorre das 8h30 às 12h e das 13h às 16h. Para confirmar os dias de atendimento, a orientação é entrar em contato pelo telefone (61) 3364-5467. A oficina também recebe insumos para a confecção das peças, como telas, linhas de náilon ou tecelagem, silicone adesivo selante, tecido do tipo voil, xampu e condicionador. Como acessar o serviço O atendimento é voltado a pessoas que passam por tratamento de saúde com perda de cabelo. O critério informado é estar preferencialmente sem cabelos e apresentar documento de identificação pessoal com foto e relatório médico atualizado, emitido nos últimos seis meses. O cadastro é feito na Sala de Acolhimento da Rede Feminina, situada no ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (Corredor 5). Após o registro, são apresentados os modelos, tamanhos e cores para escolha do beneficiário. Informações sobre serviços, voluntariado e doações também estão disponíveis neste site e no perfil oficial @‌redefemininabrasilia. 

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Campanha Solidariedade Salva beneficia instituições sociais e leva apoio às comunidades

O Instituto Alimentando Vidas, o Instituto Reviver — localizado na Chácara Santa Luiza —, e a Administração Regional do Paranoá receberam doação de alimentos via campanha Solidariedade Salva, promovida pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) e capitaneada pelo primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro. Esta é mais uma ação de apoio do GDF a instituições e comunidades que atuam diretamente no acolhimento e no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A ação busca fortalecer o trabalho desenvolvido pelas instituições e ampliar o alcance das iniciativas voltadas à promoção da dignidade, da cidadania e da segurança alimentar. A campanha Solidariedade Salva tem se consolidado como uma importante rede de mobilização social, conectando parceiros, voluntários, empresas e instituições comprometidas com a construção de uma sociedade mais solidária e humana. A campanha Solidariedade Salva atua na segurança alimentar e no incentivo a ações sociais em equipamentos públicos | Fotos: Divulgação/Ceiis Além de contribuir para o atendimento das famílias assistidas, a iniciativa fortalece organizações e equipamentos públicos que desempenham papel fundamental nas comunidades, oferecendo acolhimento, apoio e oportunidades para pessoas que enfrentam diferentes situações de vulnerabilidade. A ação reafirma o compromisso da Ceiis com o desenvolvimento social e com a construção de políticas que aproximam o poder público das necessidades reais da população, fortalecendo parcerias e ampliando o impacto positivo das ações sociais em todo o Distrito Federal. “Cada ação solidária carrega muito mais do que alimentos; leva acolhimento, dignidade e esperança para quem enfrenta momentos difíceis”, ressalta Fabrício Faleiro. “Ver instituições sendo fortalecidas e famílias sendo alcançadas nos mostra que pequenos gestos, quando feitos em conjunto, podem gerar grandes transformações sociais.”  *Com informações da Ceiis  

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Em reforço à Campanha do Agasalho do GDF, IgesDF lança Cabide Solidário

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está mobilizando colaboradores, pacientes, acompanhantes e a comunidade para participar da Campanha do Agasalho 2026 instituída pelo Governo do Distrito Federal (GDF).  Coordenada pela Gerência Geral de Humanização e Experiência do Paciente, por meio do projeto Humanizar, a iniciativa arrecada roupas de frio para pessoas em situação de vulnerabilidade e, neste ano, passa a contar também com o cabide solidário nas unidades de pronto atendimento (UPAs). Doações podem ser entregues nos pontos de coleta até 10 de julho | Foto: Divulgação/IgesDF “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos” Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF Até 10 de julho, as doações poderão ser entregues nos pontos de coleta instalados nas unidades administrativas do PO700 e do SIA. A campanha recebe casacos, cobertores, toucas, meias, luvas e outras peças de inverno que estejam limpas e em bom estado de conservação.  “Todos os dias trabalhamos para acolher pessoas em momentos delicados de suas vidas”, afirma a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares. “A Campanha do Agasalho nos permite ampliar esse cuidado para além das unidades de saúde, levando conforto, proteção e esperança para quem enfrenta o frio com menos recursos.” Cabide Solidário Como novidade desta edição, a campanha passa a contar com o Cabide Solidário nas UPAs do DF. A partir desta segunda-feira (22), as unidades terão um espaço para que roupas e agasalhos em bom estado possam ser deixados e retirados gratuitamente pela população, ampliando o alcance da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“O Cabide Solidário nasce da ideia de que aquilo que já não tem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento e dignidade para outra”, resume a gerente da UPA de Samambaia, Regilane Ferreira. “Queremos que esse espaço seja um símbolo de empatia e de cuidado com a comunidade que atendemos diariamente.” Uma das organizadoras da ação e integrante do Núcleo de Experiência do Paciente, a analista Cícera Patrícia Rodrigues reforça: “Muitas vezes, um casaco guardado no armário pode ser exatamente o que falta para alguém enfrentar uma noite fria. Nosso convite é para que as pessoas participem dessa corrente do bem e ajudem a aquecer não apenas corpos, mas também corações”.   *Com informações do IgesDF

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Cartão Material de Construção ajuda moradora da Estrutural a reconstruir casa após incêndio

A mudança de realidade chegou à porta da moradora Maria Cristina Alves da Silva. A dona de casa recebeu, das mãos da governadora Celina Leão, o Cartão Material de Construção, benefício do Governo do Distrito Federal (GDF) voltado para reforma, ampliação ou renovação de moradias de famílias em situação de vulnerabilidade social. A entrega ocorreu em Santa Luzia, na Estrutural, durante visita da chefe do Executivo neste sábado (13). Maria Cristina, ao lado da governadora Celina Leão, lembrou o dia em que um incêndio destruiu sua casa:  “Quem veio no dia viu que estava muito feio, muito triste mesmo. Por isso, hoje só tenho a agradecer” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao receber o benefício em mãos, Maria Cristina lembrou as perdas causadas pelo incêndio que atingiu a residência da família. “Estou emocionada, porque foi muito difícil”, relatou. “Quem veio no dia viu que estava muito feio, muito triste mesmo. Você já não tem nada, e a pouca coisa que você tinha estava queimada. É muito doloroso. Por isso, hoje só tenho a agradecer”. “Eu estive aqui no dia do incêndio, era uma situação de muita vulnerabilidade. Então hoje nós estamos aqui, e acho que esse é o papel do Estado: cuidar nesses momentos de dificuldade das pessoas e estar próximo” Governadora Celina Leão Durante o encontro, a governadora afirmou que o programa busca oferecer melhores condições de habitabilidade às famílias contempladas, permitindo intervenções que aumentem a segurança, a salubridade e a qualidade de vida dentro das residências. Celina também relembrou a visita que fez à residência de Maria após o acidente e destacou a importância da atuação do Estado em momentos de vulnerabilidade social. “Eu estive aqui no dia do incêndio, era uma situação de muita vulnerabilidade, uma senhora idosa que estava aqui, o neto de quem ela cuida, os filhos dela dividindo esse espaço”, retomou. “Ela chorava muito, era muita tristeza, e eu falei para ela: ‘Agora nós vamos te ajudar e você vai construir de alvenaria’. Então hoje nós estamos aqui, e acho que esse é o papel do Estado: cuidar nesses momentos de dificuldade das pessoas e estar próximo.” Benefício   Criado pelo GDF em maio de 2025, o Cartão Material de Construção garante até R$ 15 mil para a aquisição de material de construção a famílias em situação de vulnerabilidade que foram desalojadas ou desabrigadas em decorrência de situações de emergência ou calamidade pública. Entre as emergências atendidas pelo programa, estão incêndios, eventos climáticos e geo-hidrológicos, chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas, vendavais, deslizamentos e realocações de área de risco. Todas essas condições devem ser devidamente confirmadas pela Defesa Civil em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). [LEIA_TAMBEM]Para receber o auxílio, além de estar enquadrado nessas situações emergenciais, é preciso ganhar até cinco salários mínimos e ter morado no Distrito Federal ao longo dos últimos cinco anos. Cumpridos os requisitos, a família atendida recebe um cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB) com o valor, que fica disponível para uso por até 90 dias. Região em desenvolvimento Considerada uma das regiões mais vulneráveis do DF, Santa Luzia está em obras. Em novembro do ano passado, o GDF autorizou a construção de um sistema de saneamento integrado na comunidade, beneficiando mais de 20 mil pessoas. Com investimento de R$ 100 milhões, o projeto engloba construção de redes de água e de esgoto, galerias pluviais, bacias de detenção e outras intervenções. O objetivo é oferecer água limpa, coleta e tratamento de esgoto, além de estruturas de captação e escoamento de águas pluviais para os moradores. O valor do sistema de saneamento básico foi financiado junto a um banco privado, aprovado pelo PAC Financiamentos, e será pago pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), responsável também por fiscalizar a empresa contratada.  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 26 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (13), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF.   No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação neste sábado e domingo: 1. Via N2, próximo à 5ªDP; 2. Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; 3. SHCGN 710, atrás do prédio da Sicredi/Sabin; 4. Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; 5. SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; 6. SGAN 913, entre o Colégio Anjo da Guarda e a Mesquita Islâmica; 7. SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; 8. SHCGN 716, entre os blocos G e H; 9. Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; 10. SHCNW 302, interior da torre abandonada; 11.  SQNW 702/703, entre a Cia da Beleza e a Padoca Brasília; 12. Proximidades da Torre de TV; 13. Torre de TV, subsolo; 14. Setor Comercial Sul; 15. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 16. SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; 17. Centro Pop 903 Sul; 18. Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 19. Via L4 Sul, túnel da passarela desativada do Pier 21; 20. Entre o Complexo CBMDF e o Terminal Asa Sul; 21. Praça da Estação, em frente aos novos empreendimentos; 22. Canteiro central da Epia, em frente à Primetek; 23. Rodoviária Interestadual; 24. Mata entre a Abin e a Rodoviária; 25. Canteiro central da Epia, em frente à concessionária Jeep; 26. Canteiro central da Epia, por trás da parada de ônibus próxima à concessionária Jeep. *Com informações da DF Legal

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Bombeiros fazem transporte aeromédico interestadual de criança para tratamento em Brasília

Uma operação integrada entre órgãos do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul permitiu o transporte aeromédico de uma criança de dois anos, diagnosticada com encefalite viral, de Porto Alegre (RS), para continuidade do tratamento no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). A missão foi conduzida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), após articulação entre as secretarias de Saúde dos dois entes federativos e da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Grupo escalado para a operação utilizou uma aeronave especialmente configurada para operações aeromédicas | Fotos: Divulgação/CBMDF O pedido partiu da Secretaria de Saúde de Porto Alegre, encaminhado à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que acionou a SSP-DF para viabilizar a operação. A partir da demanda, o CBMDF mobilizou equipes técnicas e estruturou o planejamento logístico da missão. Em menos de 12 horas após o acionamento inicial, a aeronave Resgate 09, um modelo Grand Caravan EX configurado para operações aeromédicas, decolou de Brasília rumo ao Sul do país. A missão contou com três pilotos, um médico, um enfermeiro especialista em transporte aéreo e uma pediatra, que atuaram para garantir assistência intensiva contínua durante todo o deslocamento. Criança pôde contar com toda a assistência da equipe, composta por oficiais e profissionais de saúde  O planejamento levou em consideração a complexidade clínica da paciente, transferida entre duas unidades de terapia intensiva — do Hospital de Clínicas de Porto Alegre ao Hospital da Criança de Brasília. [LEIA_TAMBEM]“Ter a serviço da população do Distrito Federal um efetivo capaz de cumprir prontamente qualquer missão que lhe seja determinada e, acima de tudo, executá-la de forma voluntária, demonstrando não só capacidade técnica, mas também empatia e amor ao próximo, é motivo de orgulho para todos nós, bombeiros militares”, enfatizou o comandante-geral do CBMDF, coronel Moisés Alves Barcelos. A operação incluiu escalas técnicas em Maringá (PR), tanto na ida quanto na volta, para garantir segurança e autonomia da aeronave. Após o pouso em Brasília, uma unidade de resgate do CBMDF realizou o transporte terrestre da criança, da mãe e da equipe médica até o Hospital da Criança.  

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Acolhe DF supera 800 atendimentos em dez meses e amplia ações

Em dez meses de atuação, o programa Acolhe DF, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), ultrapassou a marca de 800 atendimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Até o dia 20 deste mês, foram registrados 806 atendimentos em diferentes regiões do Distrito Federal. Desse total, 279 pessoas aceitaram voluntariamente o encaminhamento para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pela Sejus-DF. Ação também é promovida no formato itinerante, como as tendas de atendimento | Foto: Divulgação/Sejus-DF Somente nos últimos 30 dias, o programa contabilizou 106 atendimentos e 26 encaminhamentos para acolhimento e tratamento especializado. A iniciativa contempla principalmente pessoas em situação de rua e com dependência de álcool e outras drogas, por meio de abordagens humanizadas e escuta qualificada. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Na última semana, o Acolhe DF esteve na Asa Norte. No espaço, as equipes oferecem orientações à população, fazem abordagens sociais e encaminham pessoas que necessitam de atendimento. A partir de segunda-feira (25), o endereço dos serviços será a 702 Sul, ao lado da Igreja Dom Bosco. Contato com a comunidade Morador da Asa Norte há mais de 15 anos, o empresário Carlos Eduardo Martins elogia a presença das equipes na quadra: “A gente percebe que é um trabalho feito com respeito e diálogo. Ter essa equipe aqui na região traz mais segurança para os moradores e, principalmente, oferece uma oportunidade de ajuda para quem precisa. É uma ação muito importante para toda a comunidade”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, afirma que os números refletem o fortalecimento da política pública de acolhimento desenvolvida pela pasta. “O Acolhe DF tem mostrado resultados concretos porque trabalha com cuidado, dignidade e presença constante nas ruas”, aponta. “Cada encaminhamento representa uma oportunidade real de recomeço e reconstrução de vínculos familiares e sociais”. [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus-DF, Diego Moreno, enfatiza a importância da aproximação com a população: “A tenda itinerante fortalece esse contato direto com a comunidade e amplia nossa capacidade de identificar pessoas que precisam de apoio. O trabalho é construído com acolhimento, escuta ativa e respeito à individualidade de cada cidadão”. O programa conta com equipes multidisciplinares formadas por profissionais das áreas social e da saúde, que atuam em buscas ativas em pontos estratégicos do DF. Além do encaminhamento para tratamento, os acolhidos recebem acompanhamento psicossocial e apoio para reconstrução de vínculos familiares e comunitários.    *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Projeto Em-canto & Em-cordas, na Estrutural, celebra dois anos unindo música e solidariedade

Na Estrutural, região com a menor renda per capita do Distrito Federal, o som de violinos e vozes em coro tem sido, há dois anos, muito mais que uma atividade artística. É uma poderosa ferramenta de sobrevivência e mudança social. O projeto Em-canto & Em-cordas, do Instituto Reciclando Sons, entra agora na reta final, com encerramento previsto para julho de 2026. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e consolida um legado de 200 jovens atendidos e famílias fortalecidas por uma rede de apoio integral. Viabilizada com mais de R$ 1 milhão do Fundo da Criança e do Adolescente, a iniciativa usa a música para reduzir danos e prevenir riscos sociais. Além das melodias, o coração do projeto reside numa estrutura socioassistencial robusta, em que os jovens passam por momentos de acolhimento conduzidos por uma equipe de 20 profissionais, que inclui psicólogos, assistentes sociais, professores, monitores e arte-educadores. Meninos e meninas de 7 a 17 anos participam de atividades de canto, musicalização e informática pelo projeto Em-canto & Em-cordas | Fotos:  Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Três vezes por semana, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos participam, de manhã ou à tarde, de aulas de instrumentos de corda (violino, viola e violoncelo), musicalização infantil, canto coral e informática, além dos momentos de dinâmica psicossocial e de alimentação, com lanches oferecidos após todos os encontros. Dó, ré, mi, facilitação O diferencial é o suporte psicossocial que precede cada nota tocada — o projeto não apenas ensina a tocar um instrumento, mas amplia horizontes. Jovens como Jhonatas Levy, de 9 anos, e Maria Júlia Cardoso, de 10, raramente saíam da região administrativa e, agora, são presença frequente nos palcos. O grupo já se apresentou em locais como o Teatro Nacional Claudio Santoro, a Caixa Cultural, a Casa Thomas Jefferson e a Câmara Legislativa do DF. Maria Júlia Cardoso gosta de tocar o clássico 'Peixe Vivo' no violino Maria Júlia escolheu o violino pela beleza do instrumento. "Acho muito bonito", conta a aluna, ao descrever que adora se apresentar com o projeto. “Eu gosto das aulas e também dos acolhimentos. Minha mãe sempre quis me inscrever aqui, desde que eu era pequenininha. Tentamos várias vezes, até que conseguimos vaga”, revela, acrescentando que a música que mais gosta de tocar é o clássico Peixe Vivo. Jhonatas também escolheu o violino, mas por outro motivo. "É bem legal e é mais fácil de segurar, porque o violoncelo é muito grande e pesado. E eu sou pequenininho", conta o aluno, que sabe tocar de olhos fechados Anunciação, de Alceu Valença. "Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam... E eu tenho várias amizades aqui", afirma o garoto. Jhonatas Levy conta o que o agrada no projeto: "Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam" Mesmo acostumados a tocar nos grandes palcos do DF e cheios de desenvoltura, Maria Júlia e Jhonatas admitem que preferem quando a iluminação não permite a eles enxergar a plateia. Cultura como escudo e acolhimento Todos os dias, antes das aulas de instrumento ou canto, os jovens passam pelo acolhimento. Durante 15 minutos, a equipe trabalha temas como comunicação não violenta e inteligência emocional. "O acolhimento, na verdade, começa na hora que as crianças entram por essa porta até a hora em que saem", explica a psicóloga Maria Helena Gama, destacando que o espaço oferece proteção e identidade para meninos e meninas que, muitas vezes, enfrentam realidades de extrema vulnerabilidade em casa. "A gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver" Maria Helena Gama, psicóloga A psicóloga avalia que os momentos de acolhimentos são vitais para a saúde emocional dos alunos. "É uma forma de eles chegarem aqui, se sentirem acolhidos e protegidos nesse espaço. E a gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver", explica. O suporte contínuo foca na redução de danos e na prevenção de riscos sociais,  e garante que a música seja o fio condutor para uma formação humana completa e cidadã. Trabalho que muda O exemplo mais vivo de transformação é o da assistente social Elinielma Nascimento, que foi aluna do projeto em 2005, formou-se na Universidade de Brasília (UnB) e retornou anos depois como profissional da equipe. “Voltei para compartilhar a tecnologia social que me acolheu na época", conta, emocionada, ao destacar o sentimento de gratidão. "Eu me sinto completa, porque eu era uma dessas crianças vulneráveis. E hoje eu posso ajudá-las a vencer”. Para Elinielma, sua presença serve de espelho. “É uma forma de a gente se aproximar. As famílias e crianças olham para mim e pensam: ‘Ela chegou e conseguiu. Eu também posso’”, completa. Impacto além das partituras Elinelma Nascimento foi aluna no projeto e agora participa das ações como assistente social O projeto transborda as salas de aula e alcança o cerne das famílias da Estrutural, muitas chefiadas por mães solo. Para essas mulheres, o instituto ofereceu cursos de gastronomia profissionalizante — o resultado é a geração de renda e autonomia. Além da capacitação, o suporte inclui segurança alimentar, com distribuição de cestas básicas, e doação de outros insumos básicos, como roupas e sapatos. As apresentações do projeto são planejadas como eventos socioculturais temáticos para toda a família. Em datas significativas, como o Setembro Amarelo e o Outubro Rosa, a música é acompanhada por ações de cuidado direto. Antes dos concertos, pais e alunos recebem atendimentos que variam de consultas com psicólogos,  e musicoterapeutas a exames médicos e orientações de saúde específicas. Legado   "A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social" Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons O Em-canto & Em-cordas é apenas um dos projetos do Instituto Reciclando Sons, que em 25 anos já atendeu 50 mil pessoas e formou 13 mil estudantes. Com o ciclo atual caminhando para a formatura, o instituto busca novos editais para garantir que o som da mudança não pare de ecoar na Estrutural. A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social - Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons "Foi uma experiência transformadora, uma verdadeira celebração de cidadania e cultura. Uma lindeza só! A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social", reflete Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons. "Nossos alunos já foram para a Europa, hoje são professores da Escola de Música, na orquestra da Força Aérea Brasileira, na UnB... Eles conseguiram entrar profissionalmente na música, que consegue quebrar barreiras sociais", conclui.  

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Expomix Planaltina reúne mais de 130 mil pessoas e impulsiona economia local

A Expomix Planaltina encerrou sua programação consolidando-se como um dos maiores eventos culturais e solidários do Distrito Federal. Durante três dias, a cidade viveu uma verdadeira celebração de música, cultura e impacto social, reunindo mais de 130 mil pessoas e impulsionando a economia local, com geração de renda para ambulantes, comerciantes e diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva. Além do grande sucesso de público, o evento se destacou pelo caráter solidário, com a arrecadação de mais de 85 toneladas de alimentos. As doações serão destinadas às organizações não governamentais ONG do Amor e o Sentido da Vida, que irão distribuir os mantimentos a comunidades em situação de vulnerabilidade nas regiões de Planaltina, Paranoá, Estrutural e Sol Nascente, reforçando o compromisso social da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]No palco, a Expomix apresentou uma programação de peso, com grandes nomes da música nacional, como Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandes e Matheus & Kauan, além de valorizar a cena regional com mais de 15 atrações locais, fortalecendo a cultura e dando visibilidade a talentos da cidade. O evento contou com a realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o apoio da Administração Regional de Planaltina, reforçando a importância da parceria entre o poder público e a iniciativa cultural para promover desenvolvimento, entretenimento e transformação social. “A Expomix evidencia como a política cultural pode atuar de forma estruturante, articulando desenvolvimento econômico, valorização dos artistas locais e compromisso social. É uma demonstração de que investir em cultura também é promover inclusão, fortalecer territórios e ampliar o alcance das ações públicas junto à população”, enfatizou o secretário interino da pasta, Fernando Modesto. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Expomix reúne mais de 35 mil pessoas na primeira noite e arrecada 38 toneladas de alimentos

A primeira noite da Expomix, na sexta-feira (10), em Planaltina, foi marcada por grande público, emoção e solidariedade. O evento reuniu mais de 35 mil pessoas ao som do cantor Xand Avião, além de valorizar talentos locais que também subiram ao palco e animaram o público. Xand Avião foi destaque na abertura da Expomix, que segue até domingo (12) | Foto: Divulgação/Secec-DF Com uma estrutura preparada para receber milhares de visitantes, a Expomix mostrou sua força logo na abertura. Além do entretenimento, a noite também foi marcada pela solidariedade: foram arrecadadas 38 toneladas de alimentos. As doações, feitas pela ONG do Amor, serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. “Eventos como a Expomix demonstram como a política cultural pode, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população a grandes experiências artísticas e gerar impacto social concreto” Fernando Modesto, secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa Promovida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), a Expomix fortalece o acesso à cultura, incentivando a economia criativa e promovendo grandes experiências para a população. A iniciativa também conta com o apoio da Administração Regional de Planaltina, contribuindo para a valorização da cidade e o fortalecimento de eventos de grande porte na região. “Eventos como a Expomix demonstram como a política cultural pode, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população a grandes experiências artísticas e gerar impacto social concreto”, enfatizou o secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. [LEIA_TAMBEM]“Ao reunir um público expressivo e mobilizar a arrecadação de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade, a iniciativa reforça o papel da cultura como instrumento de inclusão, desenvolvimento local e fortalecimento dos vínculos comunitários no Distrito Federal”, complementou.  A programação segue até este domingo (12), com uma agenda diversificada. Neste sábado (11), um dos shows mais aguardados é da cantora Lauana Prado. A abertura dos portões está prevista para as 18h, e a expectativa é de mais um recorde de público.   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Saiba como é feita a pasteurização do leite materno

O leite materno doado percorre um caminho de intenso cuidado até chegar aos recém-nascidos que precisam desse alimento nos hospitais da rede pública. Diferentemente do que muitos imaginam, o produto não sai da casa da doadora direto para a unidade neonatal: cada frasco passa por etapas técnicas que garantem um alimento seguro e nutritivo para os bebês internados. Cada lote do produto doado passa por rigorosa inspeção e tratamento nos bancos de leite humano do DF | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Quando recebemos o leite, sabemos que ali existe um gesto de solidariedade que pode mudar histórias”,  afirma a coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF, Graça Cruz. “Nosso trabalho é assegurar que ele mantenha suas propriedades e seja oferecido com total segurança aos bebês.” “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite” Graça Cruz, coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF Ao chegar ao banco de leite humano, o produto é inspecionado. São avaliadas a integridade da embalagem, a presença de impurezas no frasco e as condições de armazenamento, incluindo a temperatura de congelamento desde a coleta domiciliar. Controle de qualidade O leite humano cru pode permanecer congelado por até 15 dias antes de ser pasteurizado — portanto, deve chegar ao banco até pelo menos dez dias, e os lotes são selecionados de acordo com a data de validade do produto. “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite”, reforça Graça Cruz. Após essa triagem, o leite selecionado é descongelado a 40°C, com equipamentos próprios. Mesmo após o descongelamento, ele é mantido sob refrigeração a 5°C, temperatura que ajuda a preservar suas características.  Uma amostra é retirada para exames físico-químicos, como a medição da acidez Dornic, parâmetro que indica se o leite está apto para seguir à pasteurização. Também é feito o crematócrito, exame que identifica o valor calórico do leite e auxilia a equipe médica na definição da dieta de cada recém-nascido. O pequeno Benício foi um dos bebês que precisaram recorrer ao banco de leite humano logo nos primeiros dias de vida. Ele nasceu prematuro com 35 semanas no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), pesando 1,8 kg. “Nem sempre a gente consegue produzir leite o suficiente, então esse gesto fez toda diferença para a saúde do meu filho”, relata a mãe, Maria Vitória de Medeiros, 24. Pasteurização Uma vez aprovado nas análises, o leite é reenvasado em frascos esterilizados e encaminhado para a pasteurizadora a 62,5°C por 30 minutos, temperatura e tempo definidos para eliminar microrganismos que poderiam afetar a saúde de prematuros e recém-nascidos de baixo peso. Segundo a coordenadora, tempo e temperatura foram definidos por estudos realizados há mais de 40 anos, com o objetivo de eliminar 99,9% desses microrganismos. [LEIA_TAMBEM]Logo após esse período, o leite passa por resfriamento rápido até atingir 5°C. Em seguida, uma nova amostra é coletada para o controle microbiológico. O material fica incubado por 48 horas. Somente após resultado negativo para crescimento de microrganismos o leite é liberado para o estoque do BLH.  Finalizado o processo, o líquido é separado individualmente de acordo com a prescrição do médico e do nutricionista para cada recém-nascido. O método garante também o não desperdício: um frasco de 250ml, por exemplo, pode suprir até dez bebês.  Rede solidária O DF conta com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta. A Secretaria de Saúde (SES-DF) é responsável por dez bancos e três postos. Nesses locais, é feito o controle de qualidade, pasteurizar e distribuir o leite, também orientam famílias sobre o manejo da amamentação. Em 2025, a Rede de Bancos de Leite Humano do DF (rBLH-DF) atendeu 16,9 mil recém-nascidos, entre prematuros e bebês com baixo peso. Para doar, basta ligar para 160, opção 4, ou acessar o portal Amamenta Brasília. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Medalha Mérito Hemocentro de Brasília será entregue nesta sexta (28)

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta sexta-feira (28), às 10h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a primeira cerimônia de entrega da medalha Mérito Hemocentro de Brasília. A honraria, criada neste ano, reconhece pessoas e instituições que contribuem para a promoção da doação de sangue e para o fortalecimento da hemorrede pública do Distrito Federal. Doar sangue significa a possibilidade de salvar até quatro vidas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “A Semana Nacional do Doador é uma oportunidade de reconhecer quem já doa e de chamar novos voluntários” Osnei Okumoto, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília A nova medalha marca um passo institucional importante para a FHB, simbolizando o agradecimento a quem ajuda a manter o abastecimento de sangue da rede pública. Entre os homenageados estão cidadãos, servidores, autoridades e parceiros de diferentes áreas — públicos, privados, civis e militares — que atuam na mobilização social e na segurança transfusional do DF. “A hemorrede do DF só se fortalece porque existe uma rede de parceiros comprometidos com a vida”, enfatiza o presidente da FHB, Osnei Okumoto. “Esta homenagem celebra quem ajuda a garantir que o sangue chegue a quem mais precisa.”  [LEIA_TAMBEM]A cerimônia integra a programação da Semana Nacional do Doador de Sangue, aberta na terça-feira (25) e com atividades programadas para até sábado (29). Este ano, o Hemocentro adota estética inspirada em videogames retrô e o tema “Doe sangue, desbloqueie 4 vidas”, reforçando que uma única doação pode salvar até quatro pessoas. A proposta remete aos jogos clássicos dos anos 1980 e 1990, em que cada fase vencida representa uma conquista — uma analogia aos doadores, descritos como heróis da vida real. “A Semana Nacional do Doador é uma oportunidade de reconhecer quem já doa e de chamar novos voluntários”, pontua Osnei Okumoto. “Cada doação tem impacto real na vida de quatro pessoas, e este gesto mantém nossa rede hospitalar funcionando.” *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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Crianças trocam brinquedos por mudas de plantas e espalham solidariedade na campanha Vem Brincar Comigo

A Escola Montessori, localizada na Asa Sul, foi palco de mais uma edição da campanha Vem Brincar Comigo, iniciativa da primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que promove gestos de solidariedade entre as crianças. Durante os jogos escolares, os alunos foram convidados a participar de uma gincana solidária, doando brinquedos em troca de pontos na classificação do campeonato. A iniciativa movimentou toda a comunidade escolar e resultou na arrecadação de mais de 1 mil brinquedos, que serão destinados a crianças em situação de vulnerabilidade social. Como gesto simbólico e educativo, cada participante recebeu mudas de flores cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Ao todo, 400 vasos foram distribuídos para o plantio no pátio da escola, transformando a ação em uma verdadeira lição de solidariedade, cuidado e sustentabilidade. Cada participante recebeu mudas de flores cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) | Foto: Adriano Teixeira/Novacap “A campanha Vem Brincar Comigo é uma oportunidade de despertar desde cedo o olhar solidário e o senso de responsabilidade social nas crianças. Ver escolas e parceiros como a Novacap engajados nessa causa mostra que, juntos, estamos formando uma geração mais consciente, generosa e comprometida com o próximo e com o meio ambiente. Cada brinquedo doado e cada muda plantada representam um gesto de amor e aprendizado”, destacou a idealizadora da campanha, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância de unir solidariedade e consciência ambiental, proporcionando às crianças uma experiência ao mesmo tempo educativa e afetiva. Ele lembrou que a parceria com a Escola Maria Montessori já dura três anos e reforçou o compromisso da Companhia em fortalecer a campanha e ampliar seu alcance.  “Estamos muito contentes com essa parceria. Nosso objetivo é continuar ajudando mais crianças a viverem a infância com alegria, como deve ser. Queremos mobilizar e sensibilizar outras escolas a participarem da iniciativa e contribuírem com doações. Além disso, ao receberem as mudinhas, os alunos também aprendem sobre o valor de cuidar da natureza e de cultivar o verde em seus próprios espaços. Cada plantinha simboliza a continuidade desse gesto de amor e responsabilidade com o meio ambiente e com o próximo”, destacou Leite. A professora Fabiana Oliveira destacou que a iniciativa reforça valores como o desapego, o respeito ao meio ambiente e o senso de comunidade, aproximando ainda mais a escola das ações sociais. “A arrecadação nasceu dos jogos escolares, um momento em que trabalhamos a alegria, o espírito de equipe e a solidariedade. Neste ano, mais uma vez, firmamos parceria com a Novacap: as crianças doaram brinquedos e, em troca, receberam mudas de plantas. Assim, aprendem sobre o valor de doar, cuidar da natureza e praticar o desapego com consciência”, explicou a professora de Educação Cósmica. *Com informações da Novacap

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Compartilha Amor ultrapassa 50 mil itens arrecadados e chega a 100 pontos de coleta no DF

Promovendo solidariedade e transformação social por meio da doação, a campanha Compartilha Amor celebra, neste mês de outubro, a marca de 100 pontos de coleta espalhados pelo Distrito Federal. A iniciativa é uma ação permanente da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), vinculada ao programa Voluntariado em Ação, criada para arrecadar roupas, calçados, brinquedos e acessórios destinados a famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Desde o lançamento, em abril deste ano, a campanha já arrecadou mais de 50 mil peças. Todos os itens passam por higienização, são organizados e, posteriormente, distribuídos gratuitamente nos brechós solidários que integram o projeto GDF Mais Perto do Cidadão. Em cada edição, as pessoas atendidas podem escolher até cinco peças para levar para casa, sem qualquer custo. Desde o lançamento, em abril deste ano, a campanha já arrecadou mais de 50 mil peças | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, celebrou o marco e destacou a generosidade da população do DF. “Cada local que se une ao Compartilha Amor amplia o alcance da solidariedade e ajuda a construir uma rede de apoio que leva dignidade a muitas famílias. É emocionante ver o brasiliense se mobilizar para fazer as doações — isso mostra a força da nossa comunidade”, afirmou. Além dos pontos de coleta já consolidados, como a rede de mercados Big Box e a Up Grade Nutrição Esportiva, a campanha ampliou sua rede de parceiros com novos estabelecimentos comerciais em diversas regiões do DF. Entre eles estão o Centro Universitário de Brasília (CEUB), a loja infantil Le Petit Kids Wear, a multimarcas Wish, a ótica Voriques, as lojas de brinquedos Ri Happy e o brechó Peça Rara — este último, após o sucesso na última edição do Varal Solidário Compartilha Amor, realizada na Rodoviária do Plano Piloto, que disponibilizou mais de 5 mil peças para cerca de 2 mil pessoas, agora integra oficialmente essa corrente de solidariedade.  *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Grupo de apoio em hospital fortalece homens em tratamento oncológico

Toda terça-feira, José Ferreira de Souza, de 77 anos, tem um compromisso marcado. Saindo do Sol Nascente, ele vai ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e encontra seus amigos. Lá, todos se sentam em uma roda, compartilham histórias e dão suporte um ao outro, pois enfrentam algo em comum: o câncer.  Marisa Cordeiro acompanha o marido, Vilmar de Melo, no grupo: “Nós dois sentimos uma diferença grande. Ele começou a ver a vida de forma diferente” | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Brasília José está em tratamento para câncer na próstata e, desde março, participa do grupo Fortalecer, no HRT. “É um lugar que encoraja o colega que está muito ruim”, afirma. “Tem gente que fica com trauma ou com depressão por causa da doença”. Com reuniões todas as terças a partir das 8h, o grupo é aberto. Para se inscrever, basta comparecer à área externa do setor de oncologia do HRT.  A percepção de José em relação ao grupo é exatamente o objetivo da iniciativa: criar um espaço de convivência para homens que enfrentam câncer, por meio de diversas atividades, desde orientações de saúde até práticas integrativas. Aberto também a acompanhantes, o encontro tem a finalidade de levar conforto e apoio. Esperança Paciente em cuidados paliativos, Ary Bento da Cunha é outro participante assíduo: "Sempre digo que é importante que o câncer não suba à cabeça, tem que ficar lá no lugar dele" Residente em enfermagem e um dos condutores do Fortalecer, Leandro Menezes detalha que o grupo amplia a visão sobre viver e sobre a finitude da vida das pessoas diagnosticadas: “Sempre tentamos desmistificar os tabus de que o paciente com câncer não tem que fazer exercícios físicos ou tem que ficar isolado em casa. Aqui é um momento para desconstruir medos e construir esperança”. Foi assim que Ary Bento da Cunha, 75, se tornou um participante assíduo. O tempo de convivência permitiu que o artesão criasse laços de amizade fortes. “Sou paciente paliativo e gosto de comparecer para mostrar que o diagnóstico ainda não é o fim da vida”, enfatiza. “Sempre digo que é importante que o câncer não suba à cabeça; tem que ficar lá no lugar dele no corpo humano. Só me lembro que tenho quando o celular apita para eu tomar o remédio”. Acolhimento Um dos organizadores do Fortalecer, o dentista Willian Oliveira reforça que o grupo atua como um espaço seguro para que os homens encontrem acolhimento. “Realizamos diversas atividades, mas também deixamos o espaço em aberto; nesses momentos, eles trazem inúmeras questões sobre vida, morte, solidão, sensibilidade”, descreve. [LEIA_TAMBEM]Marisa Cordeiro, 65, acompanha o marido, Vilmar de Melo, 72, diagnosticado com câncer de próstata, em quase todos os encontros, e percebeu mudanças na saúde mental do esposo. “Nós dois sentimos uma diferença grande”, relata. “Ele começou a ver a vida de forma diferente. Os profissionais daqui também são ímpares e muito atenciosos”. Um dos condutores do grupo, o residente de psicologia José Antônio Carvalho pontua que ter um espaço de discussão fortalece o tratamento. “Há uma dificuldade de os homens buscarem ajuda e de se cuidarem, muito enraizada na estrutura do que é masculinidade”, aponta. “No entanto, é importante entender que se cuidar é ser homem. Se permitir trabalhar em conjunto e ser acolhido também é”.   Agilização Por meio do programa “O câncer não espera. O GDF também não”, a Secretaria de Saúde (SES-DF) tem garantido atendimento mais rápido, coordenado e humanizado aos pacientes oncológicos. Nele, os pacientes são incluídos em lista de prioridade e encaminhados a uma fila única. O tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) inclui cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo. Os procedimentos têm início após o paciente ser avaliado por um oncologista. A porta de entrada ao serviço é sempre a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Campanha Gari Sangue Bom vai a São Sebastião 

A campanha Gari Sangue Bom chega à sua sétima edição nesta terça-feira (22), em São Sebastião. Das 8h até as 16h, o estacionamento da administração regional da cidade será palco de mais uma ação de mobilização comunitária pela doação de sangue. Fruto de parceria da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) com Caesb, Hemocentro de Brasília e Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a iniciativa coloca os garis como protagonistas - doando sangue e inspirando moradores locais a seguir o gesto de cidadania.  Garis dão exemplo e estimulam a comunidade a doar sangue para manter adequados os estoques do Hemocentro | Foto: Divulgação/Seac-DF  [LEIA_TAMBEM]Nas edições anteriores, o projeto registrou mais de 350 bolsas de sangue coletadas junto à comunidade.  Além da coleta, o evento vai oferecer orientações de saúde e bem-estar, reforçando a importância social do ato de doar. A secretária Clara Roriz lembra que o ato de doar sangue tem grande importância: “Pode salvar vidas”.  A iniciativa contempla o objetivo de manter os estoques sanguíneos adequados, especialmente em períodos críticos como o de férias. A meta é atrair tanto os garis quanto a comunidade em geral. Com histórias emocionantes e presença de lideranças, o Gari Sangue Bom reforça a solidariedade e a união em benefício da saúde pública do Distrito Federal. A campanha já passou por Ceilândia, Gama, Samambaia, Planaltina, Recanto das Emas e Estrutural. Gari Sangue Bom ► Data: terça-feira (22) ► Horário: Das 8h às 16h ► Local: Estacionamento da Administração Regional de São Sebastião.  *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade 

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Secretarias se mobilizam para doações no último dia de arrecadação da Campanha do Agasalho Solidário 2025

Agência Brasília · SECRETARIAS SE MOBILIZAM PARA DOAÇÕES NO ÚLTIMO DIA DE ARRECADAÇÃO DA CAMPANHA DO AGASALHO SOLIDÁRIO 2025 No último dia da Campanha do Agasalho Solidário 2025, nesta quinta-feira (17), secretarias do Governo do Distrito Federal (GDF) se reuniram para fazer a última grande doação. Como resultado do engajamento coletivo, mais de 17 mil peças, entre cobertores, roupas e lençóis, foram arrecadadas pela primeira-dama e idealizadora da iniciativa, Mayara Noronha Rocha. Coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a ação prevê a distribuição dos itens diretamente à população em situação de vulnerabilidade social e a instituições assistenciais. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz", destaca a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, idealizadora da Campanha do Agasalho, elogiando a participação da população | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília A primeira-dama destacou o alcance da campanha e a resposta da população do DF. “No início da campanha, nossa meta era arrecadar 10 mil itens. Com essa entrega, já superamos 34 mil, mais que triplicando a meta inicial”, comemorou. Para ela, o maior resultado é perceber como a solidariedade tem se enraizado entre os brasilienses. “Ver essa cultura de gratidão e de olhar para o próximo crescer é o que mais me satisfaz. Sempre há aquela dúvida se a população manteria o mesmo engajamento do ano anterior, mas o que vimos em 2025 foi exatamente o contrário: superamos todas as expectativas”.   Ela também ressaltou o papel das instituições públicas e privadas no fortalecimento da campanha. “A missão é justamente essa: envolver a população em ações sociais. Mais do que mobilizar os órgãos do GDF, é essencial trazer empresários e a sociedade civil para perto, para fazer com que os projetos sociais das secretarias funcionem de verdade e gerem impacto na vida das famílias em situação de vulnerabilidade”, afirmou. “Fico muito feliz e grata em ver esse caminho conjunto. É impossível esperar o sucesso de uma cidade ou de um país se não houver união entre a população, os empresários e o governo, todos caminhando juntos com o propósito de servir aqueles que mais precisam”. Alunos da Fábrica Social produziram materiais para doação A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) doou 17 mil itens para a Campanha do Agasalho Solidário. Segundo o titular da pasta, Thales Ferreira, essa doação é resultado direto do trabalho feito na Fábrica Social, iniciativa voltada à qualificação profissional.  “Durante o processo de qualificação, os nossos alunos produzem materiais como cobertores e lençóis. Agora, esse esforço se materializa em mais de 12 mil cobertores destinados à rede pública de saúde, além de 3 mil lençóis e outros 2 mil cobertores que vão diretamente para a Campanha do Agasalho”, explicou. O secretário também destacou a importância da solidariedade como valor que caminha lado a lado com o desenvolvimento econômico do DF. “Não tenho dúvida de que uma cidade onde as pessoas são mais felizes também é mais produtiva. As empresas estão envolvidas nesse projeto, e o objetivo da Fábrica Social é exatamente formar pessoas para que possam ingressar no mercado de trabalho”, afirmou. Ao comentar a entrega dos itens arrecadados, o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, agradeceu pelo esforço conjunto da doação para a pasta: “São 12 mil cobertores e 3 mil lençóis que farão diferença para os nossos pacientes internados, especialmente neste período mais frio. Sabemos que, dependendo do quadro clínico, o paciente pode apresentar hipotermia, portantoessa entrega será de grande importância para o tratamento de muitos deles”. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha entre os secretários Paco Britto, Ana Paula Marra, Sandro Avelar e Thales Mendes A iniciativa da Campanha do Agasalho está alinhada ao programa Segurança Integral, lançado pelo governador Ibaneis Rocha no final de 2023. “Esse é o nosso programa, essa é a nossa forma de fazer segurança pública: estando próximos da comunidade”, reforçou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Segundo ele, essa aproximação reflete diretamente nos números da criminalidade. “Quando estamos juntos da comunidade, o crime diminui significativamente. Não é à toa que o DF caminha, de forma firme e rápida, para se tornar a capital mais segura do Brasil”, concluiu. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, ressaltou que a doação de 350 itens foi possível graças à parceria com organismos internacionais. “É muito importante que eles participem, como já participam de outras campanhas, mas hoje estamos diante de uma ação principal: estamos levando calor à população que mais precisa nesse tempo frio em Brasília”, afirmou. “A iniciativa começou em 2019, e, como todos podem ver, a cada ano a quantidade de doações só aumenta”, prosseguiu Paco Segundo ele, o envolvimento das embaixadas e organismos internacionais tem sido fundamental, e muitas vezes os próprios funcionários dessas instituições participam ativamente das doações. “Às vezes, não são nem os representantes das embaixadas, mas os próprios funcionários, como os porteiros, copeiros, que se cotizam entre si para doar dois, três itens. Isso é muito gratificante.” Hotel social Durante o encerramento da Campanha do Agasalho Solidário 2025, a titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, destacou a importância da iniciativa e aproveitou a ocasião para destacar uma importante novidade na política de assistência social do DF: a inauguração do primeiro espaço de pernoite permanente voltado a pessoas em situação de rua. “Estamos dando um passo a mais: na próxima semana será inaugurado o Hotel Social, um local que oferecerá abrigo digno e acolhimento a quem vive nas ruas”, explicou. O espaço na área central de Brasília será destinado ao pernoite de pessoas em situação de rua. São 200 vagas, com um diferencial: ele será o único em atividade no país a receber também animais de estimação. O hotel social ficará aberto das 19h às 8h. Os visitantes terão, além do local para dormir, banho quente e duas refeições — jantar e café da manhã.

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GDF alinha ações do Programa Acolhe DF em reunião com secretariado

Agência Brasília · GDF ALINHA AÇÕES DO PROGRAMA ACOLHE DF EM REUNIÃO COM SECRETARIADO O Governo do Distrito Federal deu mais um passo para consolidar o programa Acolhe DF, criado por decreto nesta terça-feira (8). A governadora em exercício Celina Leão reuniu nesta quarta-feira (9) o secretariado no Salão Nobre do Palácio do Buriti para tratar da sistematização das ações e do fluxo intersetorial de atendimento às pessoas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Durante o encontro, foram apresentadas as ações já desenvolvidas por diversas pastas e reforçada a integração entre secretarias e administrações regionais para a execução das ações e maior efetividade das iniciativas. A governadora em exercício Celina Leão reuniu o secretariado no Palácio do Buriti para tratar da sistematização das ações e do fluxo intersetorial de atendimento às pessoas em situação de rua com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com o decreto, o programa Acolhe DF será desenvolvido por equipes multiprofissionais, compostas por profissionais da saúde, assistência social, educação, trabalho e cidadania, entre outros profissionais necessários para o pleno desenvolvimento do programa. A partir de agora, tanto as outras pastas do GDF como as administrações regionais deverão fazer a busca ativa dessas pessoas e encaminhá-las para os serviços de acolhimento, inclusão e garantia de direitos ofertados pelo poder público.  A governadora em exercício Celina Leão explica que se trata de uma sistematização de todas as ações com o fortalecimento da busca ativa. “A partir de agora, passa a ser de responsabilidade de todas as secretarias e de todas as administrações regionais realizarem esse trabalho de busca ativa e o Governo do Distrito Federal está preparado para acolher e apoiar o desenvolvimento e reinserção social dessas pessoas”, disse. O secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, ressalta a importância de acolher, qualificar e orientar as pessoas em situação de rua como forma de promover a sua inserção no mercado de trabalho. Ele lembrou o Decreto nº 45.846/2024, que determina, entre outros, que 2% da mão de obra de empresas que firmem contrato com o GDF seja formada por pessoas em situação de rua. “É preciso conscientizar tanto a população de rua como os empresários. Temos todo um trabalho que passa pelo acolhimento, orientação e intermediação para que eles tenham condições de ocupar essas vagas”, destaca o secretário. A governadora em exercício Celina Leão explica que se trata de uma sistematização de todas as ações com o fortalecimento da busca ativa Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, é necessário que o governo atue de forma integrada com todas as pastas, com todos os órgãos. “Precisamos conseguir cumprir, de fato, o decreto que coloca 2% das vagas de empresas que contratam com a administração pública para que sejam destinadas para pessoas em situação de rua. Para isso, é necessário a assistência social em conjunto com a qualificação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, para que a gente, de fato, consiga transformar e mudar a vida dessas pessoas”, ressaltou. Já a secretária de Justiça e Cidadania (Sejus), Marcela Passamani, ressalta que “além de apoiar o encaminhamento dos dependentes químicos para comunidades terapêuticas, também acompanhamos essas trajetórias de retomada da vida, articulando com outras pastas a inclusão em cursos profissionalizantes, como, por exemplo, no Renova-DF. A ideia é garantir não só o tratamento, mas também oportunidades reais de recomeço.”

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Acolhe DF: programa vai ampliar busca ativa e ofertar tratamento a pessoas em situação de rua dependentes químicas

Agência Brasília · ACOLHE DF - PROGRAMA VAI AMPLIAR BUSCA ATIVA E OFERTAR TRATAMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA A governadora em exercício Celina Leão assinou, nesta terça-feira (8), o decreto que cria o programa Acolhe DF, cujo intuito é fazer uma busca ativa e oferecer tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas a esse público. Celina Leão participou da primeira busca ativa, nesta terça, ao lado da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e do secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior. "Na nossa primeira abordagem, nós já conseguimos sensibilizar algumas pessoas que querem fazer o tratamento, que querem fazer curso de capacitação para realmente mudar essa situação de rua aqui do Distrito Federal. E nós queremos contar com o apoio de vocês, a população do Distrito Federal, para fazer o encaminhamento dessas pessoas que querem fazer o tratamento, que querem sair definitivamente da situação de rua", ressaltou a governadora em exercício. O decreto que cria o programa Acolhe DF tem o intuito de fazer uma busca ativa e oferecer tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas | Fotos: Luh Fiuza/VGDF "O GDF segue imbuído na missão de enfrentar todas as questões relacionadas à população em situação de rua e acolher este público. O decreto representa mais um avanço neste sentido, ele se soma às nossas ações que já vêm sendo executadas no Plano de Ação e representam acolhimento social e dignidade", destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital Para a População em Situação de Rua, no Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]O texto do decreto reforça que o programa é destinado à atenção, acolhimento, tratamento, capacitação profissional e reinserção social da pessoa com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade, e que será desenvolvido por equipes multiprofissionais, compostas por profissionais da saúde, assistência social, educação, trabalho e cidadania, bem como outros profissionais necessários ao pleno desenvolvimento. Entre as diretrizes, estão o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais, o sigilo e a confidencialidade das informações pessoais dos acolhidos, e a não estigmatização da pessoa com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade. Diferentes órgãos do GDF — como secretarias e administrações regionais — poderão fazer a busca ativa. Até então, essa ação era de competência exclusiva da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). As pessoas que, durante o acolhimento, manifestarem interesse pelo tratamento serão encaminhadas à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), com os casos mais graves sendo levados diretamente à Secretaria de Saúde. O tratamento será feito em entidades parceiras, que atuarão voluntariamente.  Concluído esse processo, a Sejus ficará responsável pela reinserçao social, encaminhando os indivíduos a programas de alfabetização e escolarização, cursos de capacitação profissional e vagas de emprego, por meio da reserva de cargos públicos a pessoas em situação de rua e da parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). Celina Leão participou da primeira busca ativa, nesta terça, ao lado da secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, e do secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior “Nós estamos juntando todas as pastas para poder fazer um atendimento ainda mais digno e respeitoso para as pessoas que estão em situação de rua hoje no Distrito Federal”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A gente pôde verificar nessa visita in loco também pessoas necessitando de uma atenção à saúde de forma mais integral. Então, essa ação é importante para que possamos desenhar toda uma linha de cuidado desses pacientes e proporcionar nova chance a essa população”, emendou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda Júnior.

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Ação de acolhimento atende 44 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

Agência Brasília · AÇÃO DE ACOLHIMENTO ATENDE 44 PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA NO DF NESTA SEMANA O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atendeu, nesta semana, 44 pessoas em diversos pontos do Distrito Federal. As operações passaram por 23 pontos do Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia e Riacho Fundo II. Na ocasião, 15 estruturas precárias e clandestinas foram retiradas de espaços públicos, com o apoio de 12 caminhões de entulho e inservíveis encaminhados para as unidades do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Na sexta-feira (4), a ação visitou três pontos no Riacho Fundo II. Neles, uma pessoa foi encontrada e atendida pelas equipes, além disso uma estrutura precária foi desconstituída e três caminhões de entulho removidos. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal no último ano | Foto: Agência Brasília Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também é oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estão disponíveis. Fazem parte das ações as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal no último ano. As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.

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Programa Castra-DF inaugura abrigo público temporário para animais de rua

Bento é um cachorro filhote, com alguns meses de vida. Resgatado das ruas, agora ele tem um lugar para se recuperar do abandono e encontrar um novo lar em uma família amorosa. Não apenas ele, mas cerca de 50 animais já estão em um novo abrigo público temporário, inaugurado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) há duas semanas por meio do programa Castra-DF – que prevê a castração, vacinação (antirrábica e múltipla), microchipagem e acompanhamento veterinário de cães e gatos em situação de rua. A iniciativa marca uma nova etapa do programa, voltada à captura humanitária e castração de animais de rua, promovendo o controle populacional ético, o bem-estar animal e a intensificação das adoções no Distrito Federal. Os animais errantes capturados nas ruas por equipe especializada da Secretaria de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF) serão conduzidos para a nova estrutura, que tem uma capacidade de abrigar em torno de 150 animais e é dividida em dois galpões, com um já entregue e outro sendo finalizado com um gatil. O Castra-DF marca uma nova etapa do programa, voltada à captura humanitária e castração de animais de rua | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O primeiro espaço dispõe de 16 baias para abrigar os animais, uma sala de internação e uma sala de banha e tosa. Na parte de cima ficam os vestiários para as equipes que cuidam dos animais, banheiros, copa e a sala de armazenamento de ração. A área de lazer conta com duas quadras, uma de concreto e outra de grama, além de uma piscina para os bichinhos sendo construída em formato de osso. Segundo a engenheira Keli Rocha, responsável pelo projeto do espaço, também será feita uma trilha de treinamento para os cães e toda a infraestrutura é feita para promover qualidade de vida. “Os animais que chegam das ruas precisam de tratamento, internação, medicação, banho, tosa, alimentação e treinamentos. Isso desenvolve muito o animal para que ele possa voltar à ativa e ser adotado. Aqui é rotativo: tratou, cuidou, enviou e depois vem outros para serem tratados também. Eles têm toda essa estrutura e profissionais cuidando deles, mas o que precisam mesmo é o amor e carinho de um lar”, ressaltou. A secretária extraordinária de Proteção Animal, Edilene Cerqueira, destacou que o Castra-DF tem como foco principal a castração e a intensificação das ações de adoção, garantindo que os animais recolhidos não retornem às ruas, mas encontrem uma nova oportunidade por meio de famílias comprometidas com o bem-estar animal. “A dificuldade hoje no Brasil é o tratamento pós-operatório dos animais em situação de rua. Em vários estados, os animais normalmente são castrados e destinados para a rua de imediato. Então a gente pensou realmente nessa inovação onde terão todos os cuidados pós-operatórios e, logo em seguida, esses animais serão destinados para adoção”.   A gestora reforçou, ainda, a importância da castração: “É um ato de amor. Com a castração a gente evita que animais sejam abandonados ou tenham ninhadas indesejadas que gerem uma quantidade absurda de animais abandonados nas ruas do DF. E para quem for adotar, que adote de forma responsável, o animal fica muitos anos dentro de uma família. Então não adote por impulso, adote com consciência”. Adoção responsável Os animais estarão disponíveis para adoção por meio de feiras organizadas pela Organização de Controle Social (OCS) responsável pelo projeto, além da divulgação de fotos e informações nas redes sociais em canais oficiais e parceiros, com contatos para interessados. O intuito é ampliar o alcance do programa e consolidar políticas públicas permanentes que beneficiem um número cada vez maior de animais em situação de vulnerabilidade. A secretária extraordinária de Proteção Animal, Edilene Cerqueira, destaca que o Castra-DF tem como foco principal a castração e a intensificação das ações de adoção, garantindo que os animais recolhidos não retornem às ruas Quando os animais estiverem aptos, a divulgação também será feita no site Castra-DF, com as características de cada um, como idade e peso. O interessado pode deixar um número para a equipe entrar em contato, além de preencher uma ficha de adoção. O voluntário Denailson Almeida trabalha no resgate de animais e ajuda no abrigo por amor aos bichos. Feliz por participar da iniciativa, ele comentou o impacto positivo do Castra-DF na saúde pública animal. “O Castra-DF veio para acolher. A gente pega o animal em situação de rua, traz para o abrigo e aqui ele recebe todos os cuidados - banho, alimentação e remédio. Para mim é um privilégio fazer parte desse grupo com pessoas amorosas. Hoje mesmo, resgatamos uma cachorrinha que estava abandonada no lixão com os filhotinhos em uma caixa de papelão e agora ela está no abrigo, alimentada. Estamos aqui para somar e fazer o bem”, observou.

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Secretaria do Entorno promove doação coletiva no Hemocentro

A ação coletiva de doação de sangue, realizada nesta quarta-feira (18) pela Secretaria do Entorno (SEENT-DF), mobilizou servidores e parceiros no Hemocentro de Brasília, para reforçar os estoques de sangue da Fundação, especialmente dos tipos negativos — O‑, A‑, B‑ e AB‑ — em meio à campanha Conexão Vital, que reforça a importância da doação no Junho Vermelho. A ação contou com a presença do secretário do Entorno, Cristian Viana, e da equipe SEENT, recepcionados pelo presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto.  O secretário do Entorno, Cristian Viana, aderiu à doação e destacou a organização institucional em prol de salvar vidas: “Esta união mostra que doar sangue pode salvar vidas — não apenas do DF, mas de todo o Entorno. Contribuir para fortalecer os bancos de sangue é dever de todos”, disse. A iniciativa fortalece a estratégia do GDF para intensificar coletas externas e envolver servidores públicos, reforçando o compromisso com a continuidade da doação de sangue. Os participantes relataram uma experiência positiva: após cadastro, triagem e orientações, cada voluntário doou cerca de 450 ml de sangue. O atendimento durou em média 40 minutos, inclusive com período de descanso e hidratação na pós-doação. A expectativa é que cada bolsa possa beneficiar até quatro pessoas em tratamentos de emergência, cirurgias e doenças crônicas. Após a doação, os cuidados incluíram: hidratação reforçada, alimentação leve, repouso breve e evitar esforços físicos nas próximas 12 a 24 horas | Foto: Divulgação/SEENT-DF Para se candidatar à doação, os presentes seguiram critérios básicos: ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 51 kg, estar em boas condições de saúde, com sono adequado e alimentação leve — a recomendação inclui evitar alimentos gordurosos e derivados de leite nas horas prévias, bem como manter boa hidratação. Entre os participantes, alguns já doavam com regularidade, reiterando a necessidade de continuidade: homens podem doar a cada dois meses (até 4 vezes ao ano) e mulheres, a cada três meses (até três vezes por ano). Alguns fatores levaram à diminuição das doações neste início de inverno: aumento de gripes, resfriados e casos de influenza tornaram muitos doadores temporariamente inaptos — o que intensifica o alerta para a manutenção dos estoques pela FHB e parceiros. “Junho vermelho é o mês nacional da doação de sangue e, como uma doadora ativa, é um prazer fazer parte da equipe da Secretaria e ver todos motivados a ajudar. A doação periódica é importante para ajudar a manter a postos o estoque do hemocentro, para que possam sempre levar sangue a quem precisa”, disse entusiasmada Renata França, assessora da SEENT. A ação contou com agendamento prévio, que pode ser realizado via site da FHB ou Telefonando 160 (opção 2). O FHB também enviou uma van para buscar e deixar o grupo de doadores da SEENT.  Além disso, até o fim de junho, doadores com tipos sanguíneos negativos terão senha preferencial, sem necessidade de agendamento — medida para agilizar as coletas urgentes.  Pedro Paulo Rodrigues, assessor especial da SEENT, relata que sabe da carência por doação de sangue em todo o Distrito Federal e Entorno, por isso resolveu participar. “Um amigo próximo precisou de doação. Esse tipo de situação e necessidade não tem seus escolhidos. Ele tem apenas vinte anos, é praticante ativo de esportes com eu e foi diagnosticado com leucemia. Então, todos nós estamos sujeitos a precisar de doação, suporte e empatia”, afirmou Pedro ao doar pela primeira vez. “Seguirei doando sempre que possível, na janela de oportunidades explicada pelo FHB”, concluiu. Cuidados Após a doação, os cuidados incluíram: hidratação reforçada, alimentação leve, repouso breve e evitar esforços físicos nas próximas 12 a 24 horas. O retorno seguro à rotina foi garantido pelos profissionais do Hemocentro, que também orientaram sobre os intervalos obrigatórios entre as doações. Para Leila Ribeiro, enfermeira, doar sangue é um ato de generosidade: “Cada vez que você doa, pode salvar muitas vidas. Essa é a segunda vez que eu dou  sangue neste ano e eu já faço isso há doze anos. Eu, como alguém da área de saúde, procuro fazer a doação a cada quatro meses, que é o recomendado”, explicou.  Segundo dados da FHB, os estoques estão cerca de 50% abaixo do recomendado, com desequilíbrio principalmente em tipagens negativas. Em todo o mês de junho, a campanha Junho Vermelho tem sido reforçada com coletas externas em universidades, supermercados e ações institucionais, incrementando a participação cidadã. Essa mobilização é um exemplo de como instituições podem articular recursos e pessoas em prol de um bem maior. O Hemocentro permanece aberto de segunda a sábado, das 7h15 às 18h, e convida doadores regulares e novos voluntários a manterem o ato de solidariedade em suas agendas — afinal, doar sangue é urgente, contínuo e pode salvar vidas. *Com informações da Secretaria do Entorno (SEENT-DF)

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Campanha do Agasalho Solidário já arrecadou 4 mil itens; saiba como são preparadas as doações para quem precisa

Antes de chegar às mãos de quem mais precisa, as doações arrecadadas pela Campanha do Agasalho Solidário passam por uma série de cuidados. O processo começa na triagem, com avaliação de cada item, a higienização e a separação para a distribuição. A iniciativa foi idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e é coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF). A campanha anual começou no dia 8 de maio e segue até 17 de julho. Cerca de 4 mil itens foram recebidos até o momento, dos quais uma parte já foi entregue a instituições assistenciais, pessoas em situação de vulnerabilidade social e população em situação de rua, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), no Sol Nascente, Pôr do Sol, Estrutural e Santa Maria. A campanha segue até 17 de julho, quando podem ser doadas peças adultas e infantis, masculinas e femininas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A entrega é só o final de um caminho que começa muito antes, com cuidado, intenção e respeito. Porque solidariedade de verdade não é doar o que sobra, é oferecer como gostaríamos de receber: com afeto, com dignidade, com o coração”, enfatiza Mayara Noronha Rocha. As peças são avaliadas para checar se estão nas condições adequadas de uso, sem furos, rasgos e com o tecido preservado. Aquelas que chegam limpas e em sacos plásticos, com informação sobre gênero e tamanho, facilitam a triagem e aceleram o trabalho dos servidores. Nathália Brito: "Quando as roupas não vêm separadas, nós fazemos a triagem, mas é preferível que as pessoas façam isso em casa" Já as doações que chegam com manchas e indícios de sujeira são lavados e passados por funcionários da Residência Oficial de Águas Claras (ROAC), e depois são agrupados por categoria. O objetivo é garantir roupas e cobertores quentinhos e cheirosos a quem mais precisa durante os dias frios de outono e inverno. Nathália Brito, integrante da equipe da campanha, reforça a recomendação de que as peças sejam entregues em sacos plásticos transparentes, com identificação de tamanho e público-alvo. “Quando as roupas não vêm separadas, nós fazemos a triagem, mas é preferível que as pessoas façam isso em casa”, pontua. “Toda a equipe da chefia participa ativamente em tudo, desde a separação entre masculino, feminino e infantil, e daquelas que não estão boas para uso, com furos, rasgos e com o tecido gasto, que são descartadas.” Clarinda Pereira Batista trabalha na lavanderia: "É um sentimento muito bom porque, de uma certa forma, eu participo também dessa solidariedade e me sinto feliz em poder contribuir" A funcionária da lavanderia Clarinda Pereira Batista, 68 anos, afirma que as roupas e cobertores são lavados e passados com cuidado e produtos específicos. “Eu tiro as manchas, coloco de molho, depois na máquina, passo, dobro e levo arrumadinho para o pessoal”, esclarece. “É um sentimento muito bom porque, de uma certa forma, eu participo também dessa solidariedade e me sinto feliz em poder contribuir. Uma pessoa que está precisando muito de um agasalho vai receber um limpo e espero que se sinta confortável.” Como doar? [LEIA_TAMBEM]A 6ª edição da campanha conta com o apoio de empresas, associações, voluntários e a sociedade em geral para ampliar a arrecadação de itens essenciais. Estão sendo aceitas peças de vestuário adulto e infantil, toucas, meias, luvas, calçados e cobertores, todos em boas condições de uso. A chefe de campanhas sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais, Gymene Lira, ressalta que todos os órgãos do GDF estão envolvidos na ação e participam de desafios solidários propostos pela organização. Segundo ela, essas iniciativas visam aumentar a visibilidade da campanha e impulsionar a arrecadação de doações por meio do engajamento dos servidores. “Continuem doando, nos ajudando, participando da campanha e doando carinho, porque uma menos pra vocês é a única de alguém.” Do total de doações já recebidas, cerca de 1.500 itens foram entregues por secretarias, 200 peças pelo Hospital Oftalmológico de Brasília e mais 700 blusas de manga longa confeccionadas por reeducandos pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). O esforço em ajudar o próximo também contempla a iniciativa privada: a loja Puket doou 200 cobertores e foram reunidas 1.200 doações na 32ª edição da Expotchê. Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio do Buriti e o Anexo, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.   

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Com 59 pontos de coleta, campanha Absorva o Bem já distribuiu mais de 4,5 mil absorventes

Agência Brasília · COM 59 PONTOS DE COLETA, CAMPANHA ABSORVA O BEM JÁ DISTRIBUIU MAIS DE 4,5 MIL ABSORVENTES Mais dignidade para quem menstrua: desde maio, a campanha Absorva o Bem, do Governo do Distrito Federal (GDF), já distribuiu mais de 4,5 mil absorventes em 59 pontos de coleta espalhados pelo DF. Um deles é a Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, onde mulheres como Magda Maria Rodrigues, 52 anos, que hoje faz curso de camareira no local, celebram a iniciativa como um passo importante no combate à pobreza menstrual. “Chegar a um banheiro e ter acesso a esse serviço é muito importante. Às vezes, por um imprevisto, a pessoa precisa voltar para casa. Ter absorvente disponível aqui é maravilhoso”, afirma a cuidadora de idosos. Além de garantir dignidade, Magda enxerga o projeto como um gesto de cuidado. “O preço pesa muito para quem não pode comprar. Ter esse acesso traz mais tranquilidade para as mulheres”, completa. Luciene Alves, 57 anos, busca participar da iniciativa deixando absorventes nos pontos de coleta para outras mulheres que precisam | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) e busca combater a pobreza menstrual, promover a inclusão e enfrentar desigualdades. “O projeto Absorva o Bem é uma iniciativa que leva dignidade para as mulheres nos ambientes públicos. Nos ajuda a enfrentar problemas de saúde pública e de evasão escolar ao facilitar o acesso aos absorventes e mostra que o olhar cuidadoso do Estado promove a inclusão de quem mais precisa”, destaca a vice-governadora do DF, Celina Leão. Mais que a distribuição de itens básicos de higiene, a campanha também promove conscientização. Todos os pontos contam com QR Codes que direcionam para informações sobre o projeto, endereços de coleta, formas de doação e conteúdos educativos sobre dignidade menstrual. "Queremos estimular a empatia e a colaboração entre a comunidade", explica Clara Roriz, Secretária de Atendimento à Comunidade. "A instalação dessas caixas é um passo importante para assegurar o acesso ao item de higiene sem constrangimento ou dificuldade", acrescenta.   Corrente do bem Como não menstrua mais, Luciene Alves, 57 anos, busca participar da iniciativa deixando absorventes nos pontos de coleta para outras mulheres que precisam. “Uma mulher ajuda a outra, e gosto de fazer parte dessa corrente do bem”, conta a microempreendedora, que defende a ampliação do projeto. “O GDF fez uma proposta importante para nós, mulheres. Espero que se estenda a lugares com grande circulação de pessoas, como faculdades e centros comunitários.” Genilda Rodrigues, 61 anos, também celebra o avanço. “Quando eu era jovem, a realidade era outra. Sofremos muito. Hoje, há mais acesso e liberdade para falar sobre o assunto. O governo está de parabéns”, diz a dona de casa. A assessora especial da Subsecretaria de Promoção da Mulher da Secretaria da Mulher (SMDF), Selma de Melo, afirma que o projeto ameniza um desafio enfrentado por muitas mulheres. “São dias difíceis, com cólicas e desconfortos. Muitas deixam de comprar absorventes para garantir a alimentação dos filhos. Essa rede de apoio é essencial e deve chegar a ainda mais equipamentos públicos”, ressalta. Genilda Rodrigues, 61 anos, celebra: “Quando eu era jovem, a realidade era outra. Sofremos muito. Hoje, há mais acesso e liberdade para falar sobre o assunto. O governo está de parabéns Como participar A população pode utilizar os produtos nos pontos solidários ou contribuir com doações. Empresas e organizações da sociedade civil também podem se tornar parceiras da campanha. Mais informações pelos contatos: - Telefone: 61 3312-9985 - WhatsApp: 61 98199-0312 - E-mail: absorvaobem@seac.df.gov.br Confira os pontos solidários ativos, instalados no DF: - Administrações Regionais do Cruzeiro, Paranoá, Park Way, São Sebastião, Brazlândia, Ceilândia, Guará, Itapoã, Jardim Botânico, Lago Norte, Núcleo Bandeirante, Samambaia, Santa Maria, SCIA, SIA, Sobradinho, Sobradinho II, Sudoeste, Taguatinga e Vicente Pires; - Núcleos de Assistência Jurídica da Defensoria Pública de Águas Claras, Brazlândia, Ceilândia, Itapoã, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Núcleo Bandeirante; - Procuradoria Geral do DF; - Arquivo Público do Distrito Federal; - Fundação Hemocentro de Brasília (FHB); - Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab); - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh); - Secretaria de Estado de Saúde (SES) - UBS 02 Asa Norte, UBS 01  Asa Sul, UBS 03 Samambaia, Clínica da Família nº 4 Samambaia, UBS 11 Samambaia, Clínica da Família Recanto das Emas, UBS 07 Samambaia; - Secretaria de Estado da Família e Juventude (SEFJ); - Secretaria de Estado de Economia (Seec); - Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP); - Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti); - Secretaria de Estado da Mulher - Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, Espaço Acolher Paranoá, Centro de Atendimento Especializado à Mulher de Planaltina, Centro de Referência em Atendimento à Mulher do Recanto das Emas, Espaço Acolher de Samambaia, Espaço Acolher de Sobradinho e Centro de Referência em Atendimento à Mulher de Sol Nascente; - Palácio do Buriti.

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Ação de acolhimento atende 25 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atendeu, nesta semana, 25 pessoas em diversas áreas do Distrito Federal. As operações passaram por 14 pontos do Plano Piloto e de Ceilândia. Na terça-feira (3), as equipes visitaram dois pontos na Asa Sul – próximo à Galeria dos Estados e na SQS 303 – e um no Noroeste – SQNW 311/511. Uma estrutura precária foi desconstituída e dois caminhões de entulho foram removidos, com os materiais considerados inservíveis sendo encaminhados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social | Foto: Agência Brasília Na quarta-feira (4), a ação seguiu no Plano Piloto, com visita a sete pontos: W3 Norte, SGAN 910 Casa do Ceará, SGAN 908, SHAN 907/908, balão em frente à 5ª DP, área pública em frente à Arena BRB Mané Garrincha e SHN Q2. Ao todo, 12 pessoas foram acolhidas, nove estruturas desconstituídas e dois caminhões de entulhos removidos. Já na quinta-feira (5), a operação seguiu para a Ceilândia. Foram percorridos dois pontos – QNO 2 e QNO 10 –, com duas pessoas atendidas, duas estruturas desmontadas e quatro caminhões de entulho retirados. [LEIA_TAMBEM]Novamente em Ceilândia, na última sexta-feira (6), as equipes foram a dois pontos: QNM 11/13 – via NN 11A – e QNM 1/03. Foram localizadas 11 pessoas, três estruturas de lona e madeira foram removidas e três caminhões de entulho retirados. Houve também aplicação de vacina em 14 animais. “A Casa Civil tem coordenado, de maneira estratégica, a atuação integrada dos diversos órgãos do Governo do Distrito Federal nas operações de atendimento à população em situação de rua. O acolhimento de 25 pessoas em Ceilândia e no Plano Piloto nesta semana demonstra a efetividade desse modelo, que busca articular a atuação ostensiva da DF Legal com o trabalho técnico e humanizado das equipes de assistência social e saúde. Seguimos comprometidos com a ampliação dessas ações, sempre com o foco em garantir acolhimento digno", apontou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. Durante as abordagens, o GDF oferece diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também é oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estão disponíveis. Fazem parte das ações as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Novacap, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal no último ano. As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira.

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Abrigo contra o frio atende 358 pessoas em situação de rua no DF

Para proteger a população em situação de rua durante o período de frio intenso, o Governo do Distrito Federal (GDF) abriu, na última quinta-feira (22), um abrigo emergencial no ginásio do Centro Integrado de Educação Física (Cief), na 907 Sul. Com funcionamento diário das 19h30 às 6h e capacidade para até 110 pessoas, o espaço acolheu 358 cidadãos  – homens, mulheres, crianças e adolescentes –, entre os dias 22 e 25 deste mês. Acolhimento se dá com a participação de equipes de diferentes órgãos do GDF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília  “Desde a abertura do abrigo, temos acompanhado de perto o funcionamento da estrutura”, ressaltou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Essa iniciativa mostra a força da atuação integrada do GDF, unindo políticas sociais e assistenciais em torno de um objetivo comum: salvar vidas e oferecer o máximo de conforto a quem enfrenta o frio nas ruas.” No local, os abrigados tiveram acesso a duas refeições (café da manhã e jantar), colchões e cobertores limpos para dormir, banho quente, kit higiene e casacos fornecidos pela Campanha do Agasalho Solidário, iniciativa da Chefia-Executiva de Políticas Sociais idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Também foram oferecidos atendimentos socioassistenciais em tendas montadas pela Defesa Civil para crianças e mulheres. “Nosso compromisso é não deixar ninguém desamparado”, explicou Gustavo Rocha. “Mais do que um teto, o que oferecemos é cuidado: alimentação, higiene, proteção e atendimento socioassistencial. Esse esforço coletivo mostra que, quando o frio aperta, o governo está presente, atuando com sensibilidade e responsabilidade social”. Frente fria O abrigo contra o frio é uma iniciativa promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), conforme previsto no Plano Distrital para População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil. “Desde 2022, a gente observou a necessidade, durante as noites frias aqui no DF, desse acolhimento no período noturno”, explicou a titular da Sedes-DF, Ana Paula Marra. “Então, é para trazer dignidade, uma noite quentinha, tranquila, para as pessoas que hoje estão em situação de rua. A Sedes faz esse trabalho de forma contínua, com abordagem social nas ruas do Distrito Federal, e nós temos as casas de acolhimento.” Com apoio de diversos órgãos do GDF, a iniciativa procura garantir acolhimento, conforto e segurança à população mais vulnerável, especialmente diante do avanço da frente fria que atinge a capital federal. Na última semana, o DF registrou a menor temperatura do ano: 11,9°C. Agasalho Solidário Lançada no dia 8 deste mês, a 6ª edição da Campanha do Agasalho Solidário segue até 17 de julho para reforçar o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social. A meta deste ano é superar a média das edições anteriores, que arrecadaram cerca de 10 mil itens cada. Casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado, para todas as idades e públicos, podem ser entregues em pontos de coleta dos órgãos do GDF. O ideal é que os itens estejam em sacos plásticos transparentes, com identificação do tipo, tamanho e público da peça, para facilitar a triagem e distribuição. Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio e o Anexo do Buriti, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.    

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Residente de ortopedia com deficiência auditiva recebe óculos de realidade aumentada

Gilson Batista Sousa Junior, 28 anos, é residente de ortopedia no Hospital de Base (HBDF) e convive com deficiência auditiva desde os dois anos, consequência de uma meningite. Nesta quinta-feira (15), ele recebeu um par de óculos de realidade aumentada, doados pela Associação Amigos do Hospital de Base. Gilson Junior com o novo equipamento: “Esse gesto representa muito mais do que tecnologia: é inclusão, empatia e apoio a um sonho” | Foto: Alberto Ruy/IgesDF O aparelho, importado dos Estados Unidos, transcreve áudio em tempo real e projeta legendas diretamente no campo de visão do usuário, permitindo que Gilson supere barreiras de comunicação em sua rotina hospitalar. Gilson enfrenta desafios diários, especialmente em cirurgias, onde o uso de máscaras impede a leitura labial. Ainda em processo de adaptação ao implante coclear (de ouvido) feito em janeiro deste ano, ele relata que a comunicação ainda exige grande esforço. “Continuo enfrentando barreiras auditivas que exigem muito foco e energia mental”, relata. Sensibilizados com a situação, os voluntários buscaram apoio para viabilizar a doação. Segundo a presidente da associação, Maria Oneide da Silva, o equipamento foi oferecido por um médico do próprio hospital, que preferiu não se identificar. “O doador se prontificou a ajudar o colega - foi um gesto de humanidade e solidariedade”, afirma. A superintendente interina do HBDF, Fernanda Hak, também comemorou a iniciativa e, durante a entrega do aparelho, disse ao médico residente: “Esperamos que você aproveite ao máximo esses óculos e, da mesma forma que recebeu essa doação, continue doando seu talento e dedicação para cuidar dos pacientes. Sua trajetória é um exemplo para todos nós”. Para Gilson Junior, o dispositivo será transformador: “Vai me permitir entender com precisão o que está sendo dito, mesmo em ambientes ruidosos ou quando as máscaras impedem a leitura labial. Isso vai potencializar meu aprendizado e integração com a equipe e os pacientes”. Trajetória de superação [LEIA_TAMBEM]Nascido em Aparecida de Goiânia (GO), Gilson perdeu a audição aos dois anos, após uma meningite. Mudou-se com a família para Taguatinga (DF), onde estudou em uma escola bilíngue e aprendeu Libras. No retorno a Goiânia, enfrentou desafios, mas conquistou o direito a intérpretes na rede pública com o apoio do Ministério Público. Embora tenha iniciado seus estudos em ciências da computação, foi na medicina que encontrou sua verdadeira vocação. “Sempre quis ajudar as pessoas, especialmente aquelas que enfrentam limitações, como eu”, conta. “A medicina é a maneira mais nobre de converter minha história em apoio para quem precisa”. Ao receber os óculos, Gilson agradeceu à Associação Amigos do Hospital de Base, ao IgesDF, aos professores e colegas de trabalho. “Esse gesto representa muito mais do que tecnologia: é inclusão, empatia e apoio a um sonho”, declarou. “A deficiência pode limitar os sentidos, mas não precisa limitar os propósitos. Espero que minha trajetória inspire outros jovens com deficiência a acreditarem que é possível”. *Com informações do IgesDF

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Tem ambulância no trânsito? Seja cidadão e ajude a salvar vidas

Um ou dois minutos podem não fazer tanta diferença no dia a dia, mas para quem está em situação grave, podem significar a chance de sobrevivência ou de redução de sequelas. O atendimento rápido é prioritário nessas ocasiões. É por esse motivo que os condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) contam com o apoio de todos os motoristas para cumprirem uma missão nobre: salvar vidas.  Rodrigo Amaral, condutor da motolância do Samu de Ceilândia, orienta: “É ter atenção e compaixão com a pessoa que está em atendimento. Esse mérito também é do motorista que abre caminho” | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde “Indiretamente, os motoristas que dão passagem aos veículos de urgência estão ajudando a salvar muitas vidas”, reforça o condutor Rodrigo Amaral, que atua no Samu em Ceilândia. “É ter atenção e compaixão com a pessoa que está em atendimento. Esse mérito também é do motorista que abre caminho.” Segundo ele, a dica é se manter atento ao trânsito e, assim que visualizar um veículo de emergência, já abrir espaço para a passagem. Mantenha a atenção Diariamente, porém, os motoristas do Samu encontram uma realidade diferente. “Nós vemos muitos condutores desatentos com os celulares, sem prestar atenção ao que está ocorrendo em volta”, afirma o condutor Caetano Mateus de Moura.  Há quem não perceba a aproximação da ambulância, quem simplesmente não dê passagem e até os que até mudam para a faixa da direita, mas aceleram e impedem que outros motoristas também possam sair da via. “As pessoas têm que ter um pouco mais de atenção e olhar ao redor”, ressalta Rodrigo Amaral. Da base localizada em Ceilândia Norte, eles conseguem chegar a qualquer local na região administrativa (RA) em dez a 11 minutos. Se o deslocamento for maior, como, até o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o tempo normalmente é de 23 minutos, em horário de pico. “Cada segundo conta; o paciente que está em parada cardiorrespiratória, por exemplo, a cada minuto ele perde chance de ter uma sobrevida melhor”, detalha Caetano Mateus.  Com cursos específicos para conduzir ambulâncias, os motoristas avaliam o momento de ultrapassar o semáforo vermelho, utilizar a contramão ou até passar sobre obstáculos. “A todo tempo nós trabalhamos com segurança, pensando não só na nossa equipe, mas também no paciente e em todos os veículos”, explica.  Vou levar uma multa? O gerente da Escola Pública de Trânsito do Detran-DF, Marcelo Granja, lembra que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) dá prioridade para veículos em serviço de urgência. “Deixar de dar passagem a ambulância - quando em serviço de urgência e emergência e devidamente identificada - é uma infração gravíssima, sujeita a multa e pontos na carteira de motorista, conforme artigo 189 do CTB”, adverte.  Condutores também são capacitados para atuar no atendimento a vítimas De acordo com o órgão de trânsito, a orientação para os motoristas é deslocar o veículo para a direita da via, mesmo que para isso seja preciso ultrapassar a faixa contínua ou o acostamento. É importante que essa manobra não comprometa a segurança de outros usuários da pista. Também é indicado reduzir a velocidade do veículo para facilitar a manobra da ambulância e, se necessário, parar o veículo em segurança, aguardando a passagem completa do transporte do Samu. Marcelo Granja pontua que, em caso de passar um sinal vermelho ou avançar sobre faixa de pedestres para dar passagem à ambulância, a multa não será aplicada, caso se configure como a única maneira segura e imediata de liberar a via. “Em caso de autuação, é fundamental que você recorra da multa, explicando a situação e, se possível, fornecendo evidências - como testemunhas ou imagens, caso as tenha”, orienta. “A justificativa de estar facilitando a passagem de uma ambulância em emergência deve ser considerada pelas autoridades de trânsito.”  Quando chamar o Samu? Caetano Moura, condutor: “As pessoas têm que ter um pouco mais de atenção e olhar ao redor” O Samu do Distrito Federal conta, atualmente, com 23 bases descentralizadas, 31 ambulâncias de suporte básico, oito de suporte avançado e dez duplas de motolâncias, além do serviço aeromédico. A equipe padrão para os atendimentos é composta por um condutor e dois técnicos de enfermagem, e as unidades avançadas levam ainda um médico e um enfermeiro. Os condutores também participam dos atendimentos, sendo capacitados, entre outras ações, para fazer reanimação cardiopulmonar.  [LEIA_TAMBEM] O serviço funciona 24h e presta atendimento de urgência e emergência em qualquer lugar, como residências, locais de trabalho e vias públicas, podendo ser acionado por meio do telefone 192. Uma equipe é responsável por receber as chamadas e classificar conforme a necessidade de ordem de urgência. É indicado chamar o Samu para situações em que há necessidade de atuação especializada de profissionais de saúde, como problemas cardiorrespiratórios, intoxicações ou queimaduras graves, maus-tratos, trabalhos de parto onde haja risco de morte da mãe ou do feto, tentativas de suicídio, crises hipertensivas, acidentes/trauma com vítimas, afogamentos, choque elétrico e acidentes com produtos perigosos. O Samu também deve ser acionado para transferências entre unidades hospitalares de pacientes com risco de morte. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Projeto Mateus distribui kits maternidade para 200 mulheres em vulnerabilidade no Sol Nascente  

Governo do Distrito Federal · PROJETO MATEUS DISTRIBUI KITS MATERNIDADE PARA 200 MULHERES EM VULNERABILIDADE NO SOL NASCENTE Nesta quinta-feira (8), a Secretaria da Mulher (SMDF) e a Federação Habitacional do Sol Nascente (Fehsolna) distribuíram kits de maternidade produzidos pelas 30 alunas do projeto Mateus. Cerca de 200 mulheres em situação de vulnerabilidade receberam o material durante o encerramento do curso de costura e crochê, que deu certificados às participantes. Durante a entrega do material, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira (de vermelho), lembrou: “O Governo do Distrito Federal tem feito a diferença na vida das mulheres ao levar trabalho e cidadania a todas” | Fotos: Divulgação/SMDF Com duração de seis meses, o projeto Mateus ofereceu, além da qualificação profissional, atendimento social e psicológico. “Com um olhar para o futuro, este projeto não apenas capacita, mas também inspira mulheres a sonharem e construírem uma realidade melhor para si e suas famílias”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “O Governo do Distrito Federal tem feito a diferença na vida das mulheres ao levar trabalho e cidadania a todas”, declarou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A independência financeira adquirida por meio da capacitação profissional é fundamental para a transformação e a inclusão social.” Acolhimento e renda [LEIA_TAMBEM]Idealizado por Edilamar Corrêa e sua filha Aline Corrêa, o projeto Mateus é a realização de um sonho para elas, que transformaram a perda de Mateus (neto e filho, respectivamente), de 8 meses, em 2021, em uma iniciativa de acolhimento, qualificação e geração de renda. Os enxovais distribuídos são formados por dois conjuntos de pagãs (calça , casaco e regatinha), um macacão, uma saída-maternidade, dois pares de luvas de crochê, dois pares de sapatinho de crochê, uma touca, uma manta e um boneco ou bichinho de contato afetivo para a criança. Beatriz Alves foi uma das beneficiadas: “Há várias mãezinhas, como eu, que não têm condições de comprar o enxoval do seu bebê, e esse presente vai nos ajudar muito” Moradora de São Sebastião, Beatriz Alves, 33, grávida do terceiro filho, compartilhou a sua alegria em receber a bolsa maternidade: “Há várias mãezinhas, como eu, que não têm condições de comprar o enxoval do seu bebê, e esse presente vai nos ajudar muito. Tudo aqui no projeto Mateus é muito bom, fui acolhida com muito carinho . Acho muito importante ver a comunidade unida ajudando a todas nós”. As doações são destinadas às mulheres assistidas por programas sociais, em parceria com os conselhos tutelares do Sol Nascente e de Ceilândia, bem como com assistentes sociais dos hospitais locais e do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e do Hospital Regional da Ceilândia (HRC). *Com informações da Secretaria da Mulher    

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GDF inicia Campanha do Agasalho Solidário para ajudar quem mais precisa no inverno

Governo do Distrito Federal · GDF INICIA CAMPANHA DO AGASALHO SOLIDÁRIO PARA AJUDAR QUEM MAIS PRECISA NO INVERNO Com a chegada do inverno, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta quinta-feira (8), a 6ª edição da Campanha do Agasalho Solidário. Iniciativa idealizada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha e coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a ação segue até 17 de julho de 2025 e busca reforçar o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social. A meta deste ano é superar a média das edições anteriores, que arrecadaram cerca de 10 mil itens cada. Todos os órgãos do GDF terão, até o dia 17 de julho, pontos de coleta para receber casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado para doação a famílias em situação de vulnerabilidade | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Segundo a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, a nova edição busca mobilizar a população em um gesto de solidariedade, principalmente no período em que as temperaturas mais baixas atingem com mais intensidade a população da região. “Embora o poder público tenha o dever de cuidar da administração, é fundamental que a sociedade também participe, com um olhar atento às necessidades do próximo. O frio está chegando, e queremos estar prontos para acolher quem mais precisa”, afirmou. “Essa é uma ação institucional, que conhece as carências de cada região e garante que as doações cheguem a quem realmente precisa”, diz a primeira-dama Mayara Noronha Rocha Durante esse período, todos os órgãos do GDF estão com pontos de coleta para receber casacos, mantas, meias, toucas, gorros e calçados em bom estado, para todas as idades e públicos. A primeira-dama sugere que as doações sejam entregues em sacos plásticos transparentes, com identificação do tipo, tamanho e público da peça, pois facilita a triagem e distribuição. Mayara Noronha Rocha destaca ainda que as doações beneficiam instituições sociais, casas de acolhimento e famílias em situação de vulnerabilidade em todo o DF. “As entregas continuam ao longo do ano, conforme a necessidade. Quanto mais doações recebermos, mais pessoas conseguiremos alcançar”, explica. Ela ainda ressalta que a campanha garante uma distribuição organizada e mais eficaz do que doações feitas de forma aleatória, como nas ruas ou nas portas das casas. “Essa é uma ação institucional, que conhece as carências de cada região e garante que as doações cheguem a quem realmente precisa”. [LEIA_TAMBEM] Como doar? A 6ª edição da campanha conta com o apoio de empresas, associações, voluntários e a sociedade em geral para ampliar a arrecadação de itens essenciais. Estão sendo aceitas peças de vestuário adulto e infantil, toucas, meias, luvas, calçados e cobertores, todos em boas condições de uso. Os pontos de coleta estão distribuídos em locais estratégicos, como o Palácio e Anexo do Buriti, secretarias, administrações regionais, órgãos e entidades públicas. Para mais informações, acesse as redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou entre em contato pelo WhatsApp (61) 99195-4079.

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Acompanhe o lançamento do projeto Absorva o Bem

 

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Solidariedade Salva distribui mais de 24 toneladas de alimentos em abril

A campanha Solidariedade Salva, coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF), beneficiou mais de 9,8 mil pessoas em abril. Foram entregues 2.470 kits, com um total de 24.700 kg de alimentos distribuídos às famílias em situação de vulnerabilidade no DF. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha ressalta a importância do programa: “Acreditamos que, por meio da solidariedade e do engajamento da nossa comunidade, podemos transformar realidades e levar esperança a muitas famílias” | Foto: Divulgação Segundo a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, a campanha tem como objetivo unir esforços em prol daqueles que mais precisam. “É a união do público com o privado”, afirma. “Com a compra do ingresso da Meia Solidária, você economiza na diversão e ajuda quem mais precisa. Acreditamos que, por meio da solidariedade e do engajamento da nossa comunidade, podemos transformar realidades e levar esperança a muitas famílias. Cada gesto, cada doação, faz a diferença”. A distribuição dos kits contemplou diversas regiões administrativas do DF. Foram beneficiadas Sol Nascente/ Pôr do Sol, Itapoã, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Ceilândia, Planaltina, Estrutural, Lago Sul, Paranoá, São Sebastião, Arapoanga, Paranoá, Plano Piloto, Gama, Santa Maria, Sobradinho e Sobradinho II. Iniciativas [LEIA_TAMBEM]A campanha entrou no calendário oficial do Distrito Federal após a publicação do decreto nº 46.115/2024 no Diário Oficial do DF (DODF) que também oficializa outras iniciativas como Agasalho Solidário, Vem Brincar Comigo e Nosso Natal. Solidariedade Salva busca fortalecer o apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade social por meio da arrecadação de alimentos não perecíveis. A iniciativa alcançou o maior número de alimentos arrecadados durante uma partida de futebol, no dia 20 de março, quando a seleção brasileira enfrentou a Colômbia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 na Arena BRB Mané Garrincha. Foram recolhidas 27.700 doações provenientes dos ingressos de meia-entrada solidária, bem como de pessoas que decidiram doar mesmo sem a obrigação do ingresso.    

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Corte de cabelo e barba leva humanização à UPA de Brazlândia

Um simples corte de cabelo ou de barba pode ir muito além da estética. Em ambientes hospitalares, esse gesto representa acolhimento, dignidade e um olhar mais humano sobre quem está enfrentando um momento de fragilidade. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia, uma iniciativa voluntária oferece cortes de cabelo e barba gratuitos, promovendo bem-estar aos pacientes. Antônio Marcos Lima: “Quando corto o cabelo de um paciente, vejo no olhar dele uma mudança imediata. É como se ele recuperasse um pouco de si, da autoestima, da identidade” | Foto: Divulgação/IgesDF A ação é realizada pelo técnico de enfermagem e colorista Antônio Marcos Matos Lima, que já trabalhou por cerca de 10 anos como cabeleireiro em salões de beleza. “Eu acredito que o cuidado vai além do remédio. Quando corto o cabelo de um paciente, vejo no olhar dele uma mudança imediata. É como se ele recuperasse um pouco de si, da autoestima, da identidade. É muito gratificante poder doar esse tempo para fazer o outro se sentir melhor”, afirma Antônio Marcos. A gerente da UPA de Brazlândia, Célia Maria Gonçalves, destaca que ações como essa reforçam o compromisso da unidade com a humanização do atendimento e a valorização do ser humano em todas as suas dimensões. “Trabalhar na saúde é dedicar horas do nosso dia para cuidar de quem está com dor, de quem está vulnerável. Quando temos pessoas com esse olhar sensível, que se preocupam em fazer mais pelo outro, isso nos enche de esperança e nos lembra do verdadeiro sentido da nossa profissão. É bonito, é valioso, e nós incentivamos cada vez mais esse tipo de iniciativa”, diz Célia. *Com informações do IgesDF

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Campanha Páscoa Solidária distribui cestas básicas e chocolates a crianças no COP Parque da Vaquejada

A campanha Páscoa Solidária está de volta. Promovida pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF), a ação resgata os significados do período pascal por meio de doações e atividades recreativas para beneficiar crianças em situação de vulnerabilidade social. A terceira edição foi lançada nesta quinta-feira (10), durante evento no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) Parque da Vaquejada, em Ceilândia, com a presença do governador Ibaneis Rocha e da primeira-dama Mayara Noronha Rocha. Na ação foram distribuídas 450 cestas básicas, kits com chocolates e camisetas para crianças de 4 a 12 anos, entre alunos do COP e jovens atendidos pelo Instituto Comunitário de Preservação à Vida, instituição localizada no Sol Nascente/Pôr do Sol. Ibaneis Rocha: “É uma ação em que você vê o sorriso no rosto das crianças que muitas vezes não têm as oportunidades que deveriam ser dadas a elas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O governador destacou a felicidade de estar proporcionando esse momento para crianças e famílias do Sol Nascente/Pôr do Sol e de Ceilândia. “Essa é uma entrega que alegra o coração de nós que somos autoridades públicas e que estamos à frente do governo, porque é uma ação em que você vê o sorriso no rosto das crianças que muitas vezes não têm as oportunidades que deveriam ser dadas a elas”, afirmou. “É um dia de muita alegria ver essas crianças poderem receber um chocolate para comemorar a Páscoa e as famílias recebendo uma cesta básica para reforçar a alimentação. É a presença do governo alegrando a vida das pessoas”, completou. Ibaneis reforçou, ainda, o compromisso do GDF em criar meios para que as crianças cresçam com dignidade: “Nós queremos que todos vivam as oportunidades que o Estado pode dar para que cresçam cada vez mais. Ontem tivemos o lançamento de um programa maravilhoso que vai ajudar os nossos adolescentes a frequentar os Centros de Convivência e que possam cada vez mais se educar para o futuro”. O chefe do Executivo também aproveitou para incentivar a solidariedade entre os brasilienses, já que os alimentos distribuídos foram doados pela população. “É muito importante que as pessoas tenham esse sentimento de que é doando para quem mais precisa que a gente consegue realmente uma campanha como essa”, comentou. “Junto dessa ação vem também o alimento primordial da fé e da esperança”, disse Mayara Noronha Rocha | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Idealizadora da campanha, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha lembrou que em toda data especial a Chefia-Executiva busca levar acolhimento às famílias mais vulneráveis por meio de doações e experiências lúdicas. “Hoje é um dia muito simbólico para as crianças e seus familiares. A Páscoa está chegando e viemos trazer o chocolate para adoçar a vida das crianças. Junto dessa ação vem também o alimento primordial da fé e da esperança”, disse. Durante o evento, Mayara Noronha Rocha esteve acompanhada da estudante Ana Clara Batista, que foi selecionada pelo programa Meninas em Ação para ocupar o cargo por um dia. “Estou imensamente feliz de estar aqui hoje. É uma grande honra estar aqui, como menina de escola pública. Creio que represento as meninas negras e periféricas”, disse a jovem, em seu discurso. Além dos itens distribuídos, o evento contou com atrações de lazer e entretenimento para as crianças, como personagens temáticos, show de mágica, pintura de rosto, brinquedos infláveis, pipoca, algodão doce, serviços de corte de cabelo e cyber arena, com jogos eletrônicos e Just Dance. Alegria das famílias Para Thauan Vinicius Viana, ações como a Páscoa Solidária ajudam “as famílias e a criançada” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Aluno do COP há três anos, o menino Thauan Vinicius Castro Viana, 10 anos, classificou o dia de hoje como especial. “Minha mãe falou que vamos ganhar cesta básica e ovo de Páscoa”. “É muito importante até porque a gente precisa e não é todo dia que isso acontece. Ajuda as famílias e a criançada também”, apontou o garoto. A dona de casa Rosimare Nascimento de Andrade, 54, e o filho Rafael Abner de Jesus Andrade, 13, estavam muito animados. A mulher pelo recebimento dos kits e o menino pelas brincadeiras. “Fico muito grata, porque eu não ia ter dinheiro agora para dar esse ovo de Páscoa para ele. E ele ficou feliz também. Meu sentimento hoje é de gratidão”, definiu a mulher, enquanto o menino era só sorrisos na cyber arena. Agatha Vitória Araújo gostou de tudo o que viu: “É muita felicidade poder estar comemorando o presente de Cristo” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A jovem Agatha Vitória Araújo, 12 anos, disse que gostou de tudo que envolveu o evento da Páscoa Solidária. “Amei tudo que fizeram. As danças, os jogos, a pipoca, o algodão doce. É muita felicidade poder estar comemorando o presente de Cristo”. A presidente do Instituto Comunitário Preservação à Vida, Celma da Costa, revelou que a campanha vai beneficiar 135 crianças atendidas pela organização. “As crianças pediam e clamavam por um evento como esse. Isso é dignidade e apoio a essas famílias. Só tenho gratidão”, revelou. Ação contínua A campanha Páscoa Solidária teve a primeira edição em 2023, quando 50 crianças das instituições Creche Sucupira e Creche Centro Comunitário da Criança e 50 idosos do Lar dos Idosos Maria Madalena tiveram uma tarde especial no centro de lazer e entretenimento Pontão do Lago Sul. Houve entrega de kits de chocolate, apresentação de mágico, pintura de rosto, lanches, entre outras atrações. No ano passado, o evento reuniu cerca de 70 crianças atendidas pelo Centro Social Formar, em Arniqueira, e pelo Coletivo da Cidade, na Estrutural. Em sua segunda edição, a campanha levou as crianças para uma tarde em uma rede de fastfood com lanche especial, show de mágica e distribuição de caixa de bombom e cesta básica. A campanha Páscoa Solidária faz parte do Projeto Solidariedade Salva que arrecada alimentos a cada grande evento no Distrito Federal por meio da doação de quem opta pela meia-entrada solidária. Desde o início, a ação já conseguiu mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade.

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Campanha Compartilha Amor arrecada roupas, calçados e brinquedos para comunidades vulneráveis do DF

A partir desta quarta-feira (9), a população do Distrito Federal pode contribuir com a transformação social por meio do lançamento da campanha Compartilha Amor, ação permanente promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). Com pontos de coleta espalhados em mais de 20 locais, a campanha recebe roupas, calçados e brinquedos destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade no DF. As doações podem ser feitas diretamente nas caixas personalizadas da campanha, que estarão disponíveis por cerca de 30 dias nos pontos participantes. As caixas passam por vistorias semanais para garantir a integridade das doações e a continuidade da arrecadação. Elizabete Ferreira: “É uma forma simples de ajudar quem precisa e ainda dar um novo propósito para o que está parado em casa” | Fotos: Neto Martins/Sejus Moradora da Asa Sul, Elisabete Helena Ferreira se mostrou animada com a iniciativa e afirmou que fará questão de participar. “Já estou separando as roupas em bom estado que eu e minha família não usamos mais para doar. É uma forma simples de ajudar quem precisa e ainda dar um novo propósito para o que está parado em casa”, contou. “Essa iniciativa exemplifica como a solidariedade pode transformar realidades e melhorar a qualidade de vida de quem enfrenta dificuldades. A campanha Compartilha Amor reforça o compromisso do GDF com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Campanha permanente A campanha conta com o apoio de mais de 20 parceiros Com apoio de mais de 20 parceiros, a campanha conta com a atuação da Coordenação de Voluntariado (Coorvol), da unidade de Projetos Sociais da Sejus-DF, que coleta os materiais. Após o recolhimento, os itens são separados por categoria, higienizados e contabilizados. Apenas doações em bom estado são reaproveitadas — itens danificados ou que não atendem aos padrões de qualidade são descartados. A Compartilha Amor é uma campanha permanente que recebe doações da comunidade e organiza brechós solidários, oferecendo a pessoas em situação de vulnerabilidade a oportunidade de escolher até cinco itens (roupas, calçados ou acessórios) de forma gratuita. Esses brechós ocorrem durante as ações do GDF Mais Perto do Cidadão, que percorre diversas regiões administrativas do DF, levando acolhimento, serviços e cidadania. Em cada edição, são distribuídas mais de 700 peças, impactando positivamente a vida de centenas de pessoas. Confira os pontos de coleta Supermercado Big Box • Asa Sul: 211, 310, 314, 402, 413, 503, 508 e 512 • Asa Norte: 106, 208, 211, 310, 314, 402, 408 • Sudoeste: 105, 301 • Noroeste • Lago Sul: QI 11 • Lago Norte: CA 01, QI 05, QI 09 • Taguatinga: C1 e CNB12 Up Grade Nutrição Esportiva • CLS 415, Loja 34, Bloco B Restaurante Naturalle • 306 Sul Peça Rara – Vicente Pires • St. Hab. Vicente Pires (Taguatinga) Centro Universitário de Brasília (Ceub) • Unidades da Asa Norte e Asa Sul *Com informações da Sejus-DF

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Hemocentro promove coleta de sangue em Planaltina com participação de atores da Via Sacra

A unidade móvel do Hemocentro de Brasília vai atender doadores de sangue nesta quinta-feira (10), das 9h às 16h, no estacionamento da Administração Regional de Planaltina, em mais uma ação de coleta externa. A iniciativa tem o objetivo de preparar os estoques para o feriado da Páscoa e contará com a participação de atores da Via Sacra do Morro da Capelinha, tradicional evento cultural da cidade. Unidade Móvel do Hemocentro estará no estacionamento da Administração Regional de Planaltina-DF, nesta quinta (10), das 9h às 16h | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília Na mobilização, atores da Via Sacra vão doar sangue caracterizados com os trajes da encenação. A Via Sacra é uma das mais tradicionais celebrações da Semana Santa no Distrito Federal e foi reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pelo decreto nº 28.870, de 17 de março de 2008. O evento, marcante na cultura popular da cidade, reúne milhares de pessoas todos os anos e conta com centenas de voluntários. Doe sangue Para doar sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar em boas condições de saúde. As vagas disponibilizadas no site Agenda DF para a coleta externa já foram preenchidas, porém será possível realizar encaixe de doadores conforme a capacidade máxima de atendimento. Quem estiver usando medicamentos, tiver passado por cirurgias ou exames como endoscopia, ou tiver adoecido recentemente, deve consultar o site do Hemocentro para verificar se está apto a doar. Em casos de gripe, é necessário aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas. Para covid-19, o prazo é de dez dias após o fim dos sintomas, se não houver sequelas. Em casos assintomáticos, o prazo é contado a partir da data do exame. *Com informações do Hemocentro  

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Projeto Borboleta ajuda a reconstruir a autoestima de reeducandas

“É a oportunidade de se vestir, de tirar aquela roupa branca e se sentir diferente e importante na vida; é o primeiro passo para a liberdade”, descreve a reeducanda Samantha*, 50, uma das beneficiadas pelo projeto Borboleta, da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF). Vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa disponibiliza roupas e acessórios para elevar a autoestima dos sentenciados em sua nova fase de vida. Desde 2017, essa ação já beneficiou 5 mil pessoas. Samantha, que trabalha como manicure em regime semiaberto, é uma das beneficiárias do projeto:  “Ter acesso a roupas novas de graça e poder trabalhar com dignidade é uma força muito grande – é um gasto a menos, uma preocupação a menos” | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “A doação dessas roupas vai muito além do vestuário. Elas representam um novo começo para os reeducandos que estão retomando suas vidas no mercado de trabalho e na sociedade” Deuselita Martins, diretora-executiva da Funap-DF “Assim que eu saí da prisão, a situação financeira estava muito difícil, então ter acesso a roupas novas de graça e poder trabalhar com dignidade é uma força muito grande – é um gasto a menos, uma preocupação a menos”, relembra Samantha. Com o apoio da Funap, desde que entrou em regime semiaberto, ela atua há nove meses como manicure e, quando possível, no projeto Borboleta, ajudando outros reeducandos na nova vida. As roupas do borboletário, local onde ficam armazenadas, são adquiridas por meio de doações. Cada pessoa (homem e mulher) tem direito a cinco itens, que podem ser escolhidos em araras dispostas na sede da Funap. “O projeto Borboleta resgata autoestima, dignidade e fortalece a reintegração social e profissional dessas pessoas, contribuindo para uma sociedade mais justa e inclusiva” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania “A doação dessas roupas vai muito além do vestuário; elas representam um novo começo para os reeducandos que estão retomando suas vidas no mercado de trabalho e na sociedade”, ressalta a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins. “Muitos chegam sem condições de se apresentar adequadamente para uma entrevista ou para o primeiro dia de emprego, e o projeto Borboleta lhes dá esse suporte essencial, ajudando a resgatar a dignidade e a autoestima nesse momento de recomeço”, complementa a gestora. Andreia escolhe peças no borboletário: “O guarda-roupa comunitário facilita a vida do preso que está se reintegrado na sociedade, porque a gente chega aqui e consegue um sapato, uma roupa de qualidade para se apresentar no trabalho” A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, também vê na iniciativa um caminho para ressocialização. “O projeto Borboleta resgata autoestima, dignidade e fortalece a reintegração social e profissional dessas pessoas, contribuindo para uma sociedade mais justa e inclusiva”, pontua. Autoestima e recomeço O simples ato de trocar de roupa no borboletário assim que chegou à Funap -DF transformou a vida de Andreia*, 57. Depois de dez anos na prisão, a costureira saiu sem nada. “O guarda-roupa comunitário facilita a vida do preso que está se reintegrado na sociedade, porque a gente chega aqui e consegue um sapato, uma roupa de qualidade para se apresentar no trabalho e até nos outros dias,  porque a gente demora 30 dias para receber o primeiro salário”, relata. Além do impacto financeiro, ela reforça a importância do projeto para a confiança das reeducandas: “Já pensou todo mundo chegando de branco ao trabalho? Seria constrangedor, né? Aqui, a gente entra presa, mas sai como qualquer outra pessoa da sociedade. Isso é muito bom para a nossa autoestima”. Como ajudar O projeto Borboleta recebe doações de qualquer item de vestuário, cosmético ou acessório, beneficiando tanto homens quanto mulheres. As peças mais procuradas são roupas de frio, calças jeans (de todos os tamanhos) e camisas, de preferência coloridas. As doações podem ser entregues de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Funap-DF: Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 2, lotes 1835/1845, 1º andar. Mais informações pelos telefones (61) 3686-5031 e 3686-5030. *Para preservar a identidade das entrevistadas, foram usados nomes fictícios.

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Família Acolhedora fará live para explicar o funcionamento do serviço nesta segunda (10)

Para quem deseja fazer a diferença na vida de uma criança ou adolescente em situação de vulnerabilidade, o programa Família Acolhedora DF fará uma live informativa em seu Instagram, na segunda-feira (10), às 19h30. O objetivo é esclarecer dúvidas e orientar quem pretende oferecer um lar temporário e afeto a meninos e meninas afastados judicialmente de suas famílias de origem. Programa já acolheu quase 220 crianças e adolescentes em residências provisórias onde a pessoa retoma a reintegração familiar | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Nosso compromisso neste GDF é, também, buscar o retorno das crianças ao convívio familiar, respeitando seus direitos e promovendo a reintegração” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Grupo Aconchego, a iniciativa já acolheu 216 crianças e adolescentes entre 2019 e 2024 e tem caráter provisório, buscando sempre a reintegração familiar ou, quando isso não é possível, o encaminhamento para uma família substituta. “É um programa fundamental para garantir um ambiente seguro e afetuoso para nossas crianças, que precisam de proteção temporária enquanto buscamos soluções que priorizem seu bem-estar”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Nosso compromisso neste GDF é, também, buscar o retorno das crianças ao convívio familiar, respeitando seus direitos e promovendo a reintegração.” Como funciona Quem quiser formar uma família acolhedora precisa cumprir alguns requisitos, como ter mais de 18 anos, residir no DF, não estar inscrito no Cadastro Nacional de Adoção, possuir condições adequadas de cuidado e contar com a concordância de todos os membros da família. Os interessados passam por uma capacitação, além de acompanhamento psicológico e social durante todo o período do acolhimento, que pode durar até 18 meses.  Veja, abaixo, as etapas do processo de habilitação. ⇒ Inscrição: enviar os dados para o e-mail familiaacolhedora.aconchego@gmail.com ou pelo Instagram ⇒ Entrevista com assistente social e psicólogo para entender o serviço e verificar os requisitos ⇒ Capacitação de seis semanas, que pode ser feita online ou presencialmente ⇒ Visita domiciliar para avaliação do ambiente familiar ⇒ Habilitação para receber uma criança ou adolescente temporariamente.

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Após quatro anos internado no Hospital de Base, paciente consegue vaga em abrigo

Internado há quase cinco anos no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a terça-feira (25) foi dia de despedida para Daniel Nunes da Silva. Aos 47 anos, sem rede de apoio familiar, dois membros amputados e um dos braços paralisado, Daniel precisava de um local adequado que pudesse cuidar de pessoas com deficiência. A nova residência de Daniel agora é o Abrigo Vila do Pequenino Jesus, localizado no Lago Sul. “Para mim, é uma vitória. Conseguir essa vaga em um local onde vão me atender e cuidar de mim vai ser bom. Já tenho um conhecido lá, que ficou internado aqui uma época”, disse. “Agora eu vou poder passear com a minha cadeira motorizada”, referindo-se ao presente que ganhou da terapeuta ocupacional do HBDF, Mariana Borges. Daniel Nunes da Silva: “Conseguir essa vaga em um local onde vão me atender e cuidar de mim vai ser bom” | Foto: Divulgação/IgesDF De acordo com Érica Tedesque, chefe do serviço social do Hospital de Base, depois de diversos encaminhamentos em busca por uma desospitalização segura de Daniel, foram iniciadas as tentativas por uma vaga em acolhimento institucional para pessoas com deficiência. “Ao longo dos anos, Daniel foi avaliado por diversas instituições credenciadas na Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF), mas enfrentou obstáculos para a admissão, muitas vezes devido ao seu quadro de saúde”, explica. Segundo Érica, em uma das últimas avaliações, a presença de bactérias multirresistentes foi um fator impeditivo. “As negativas não desmotivaram nossa busca e continuamos trabalhando ativamente para possibilitar que Daniel tivesse a oportunidade de retornar ao ambiente fora do hospital”, declarou. Foram realizadas diversas tratativas internas e externas, com o envolvimento de muitas áreas do hospital, como a equipe multiprofissional e a equipe médica, juntamente com o Núcleo Interno de Regulação (NIR) e a atuação fundamental dos profissionais do serviço social. Durante esses quatro anos, Daniel foi acolhido pela equipe do 6º andar, que se tornou uma espécie de família para ele De acordo com Taciana Sepúlveda, responsável pelo NIR, Daniel foi um dos pacientes que entraram logo no radar da área, que foi criada com o propósito de acompanhar e resolver a situação de pacientes com longa internação. “Até dezembro de 2024, o NIR acompanhava pacientes que estivessem acima de 30 dias de internação nas enfermarias do HBDF. O foco é na desospitalização, garantindo uma alta segura e qualificada, onde o paciente vai receber toda a assistência necessária”, explica. De acordo com ela, a partir de janeiro deste ano, o NIR passou a fazer o monitoramento dos pacientes já a partir de 10 dias de internação, inclusive os internados no Pronto Socorro. “Fizemos diversas ações com a infectologia do HBDF e com o apoio do serviço social. Em conversa com o infectologista e chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH), Julival Ribeiro, o NIR fez uma solicitação de parecer para a infectologia da Secretaria de Saúde ”, lembra Taciana. Porém, enquanto isso era providenciado, saiu o resultado de um novo exame que comprovava que o paciente não tinha nenhuma infecção. “Como o contato com o abrigo já havia sido formalizado pelo serviço social, levamos em frente a sua transferência”, conta Taciana. Uma vida de dificuldades Daniel deu entrada no Hospital de Base em 18 de junho de 2020, vítima de perfuração por arma branca na região torácica. Submetido a procedimento de urgência, ele acabou sofrendo duas paradas cardiorrespiratórias e evoluiu com uma lesão cerebral. A piora acabou levando à necessidade de amputação dos membros inferiores e, devido à extensão dos traumas sofridos, também foi necessário realizar um procedimento de ileostomia, cirurgia que cria uma abertura no abdômen para desviar o fluxo do intestino delgado. Depois de passar um tempo na UTI, Daniel apresentou melhora do quadro de saúde e foi transferido para a enfermaria da cirurgia geral no 6º andar do Hospital de Base. Durante esse período, sua saúde teve altos e baixos, o que sempre tornava impossível a aceitação em um abrigo. Daniel, natural de Tapera (RS), solteiro e sem filhos, tem três irmãos, mas não mantém vínculo próximo com nenhum deles. “Chegamos a mapear essa rede de apoio e realizar alguns contatos, mas não tivemos sucesso nessa iniciativa. Daniel estava em situação de rua há cerca de dois anos quando foi internado. Na ocasião da internação, não possuía documentos pessoais, nem mantinha contato com seus familiares”, conta Érica Tedesque. Durante esses quatro anos, Daniel foi acolhido pela equipe do 6º andar, que se tornou uma espécie de família para ele. Ele manteve uma boa relação e vinculação com todos os profissionais. Por isso, durante a sua despedida, muitos colaboradores se emocionaram e queriam registrar o momento com fotografias e vídeos. Cartazes com mensagens de apoio foram produzidos pelos profissionais. Carla Vargas Cabral, assistente social do Hospital de Base acompanhou o caso de Daniel e foi uma das responsáveis por conseguir a vaga dele no Vila Pequenino Jesus. “Quando recebemos a notícia que o Daniel seria acolhido, a equipe vibrou, ficamos muito felizes, porque era uma grande espera por todos nós. Não apenas pelo Daniel, mas por toda a equipe que vinha acompanhando e realizando todas as intervenções”, disse. Segundo Carla, a desospitalização do Daniel foi resultado de um trabalho em equipe. “Cada um contribuiu dentro da sua especialidade. Sou muito grata a todos, que sempre acreditaram, junto comigo, que seria possível”. *Com informações do IgesDF

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GDF oferece suporte às famílias atingidas por incêndio no Recanto das Emas

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o Governo do Distrito Federal (GDF)  enviou uma equipe socioassistencial na manhã desta sexta-feira (21) para prestar suporte às 22 famílias vítimas do incêndio que ocorreu na quadra 406 do Recanto das Emas durante a madrugada. O fogo atingiu 25 barracos de madeira, cinco dos quais estavam vazios. Foram atendidas 61 pessoas no total, entre elas, 28 crianças e adolescentes. Todas as famílias atingidas vão contar com suporte do GDF, com alimentação, auxílio-calamidade, aluguel social e outros benefícios que garantem a segurança da comunidade | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF “A Sedes vai manter o acompanhamento dessas famílias, prestando todo o suporte necessário” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Lamentamos o ocorrido aqui no Recanto das Emas”, declarou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “A Sedes vai manter o acompanhamento dessas famílias, prestando todo o suporte necessário, como o auxílio-calamidade, o auxílio-vulnerabilidade e o aluguel social, além da garantia de segurança alimentar e nutricional, com a concessão do Cartão Prato Cheio e a entrega de cesta básica de alimentos.” Além dos auxílios – são R$ 408 pelo de calamidade pública e o mesmo valor pelo de vulnerabilidade temporária –, as pessoas atingidas receberam alimentação no local, com a oferta de 120 marmitas, e de colchões, já que as famílias atingidas pelo incêndio não aceitaram o acolhimento no abrigo provisório que seria montado pelo (GDF) em um ginásio próximo e preferiram ficar abrigadas na residência de familiares. Acolhimento “Felizmente, ninguém se feriu. Nós continuaremos monitorando a situação, e as famílias serão assistidas nesse momento tão difícil” Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora Celina Leão assegurou que as equipes permanecerão à disposição das famílias afetadas. “Estive no local para prestar solidariedade aos atingidos e reforçar que estamos prestando toda a assistência às famílias afetadas”, lembrou. “Felizmente, ninguém se feriu. Nós continuaremos monitorando a situação. O local será isolado para evitar novas ocupações irregulares, e as famílias serão assistidas nesse momento tão difícil”. Administração da cidade reforça a importância de doações, que também poderão ser feitas no Centro de Convivência do Idoso local As famílias atingidas serão acompanhadas pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de referência da região e poderão ser encaminhadas a serviços de assistência social, como o acolhimento institucional, e de outras áreas, como habitação. Além da Sedes, estiveram no local representantes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e da Polícia Civil (PCDF), além do administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan. “A Administração Regional do Recanto das Emas abriu as portas do Centro de Convivência do Idoso [CCI] na Área Especial da Quadra 206 para recebimento de doações”, indicou. Roupas, alimentos, fraldas descartáveis e cobertores serão bem-vindos. *Com informações da Sedes-DF

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Doação de plaquetas contribui para tratamento de pacientes com câncer 

Um simples ato de solidariedade que faz toda a diferença para quem luta pela vida. A doação de plaquetas por aférese é um gesto que tem repercussões cruciais no tratamento de pacientes que enfrentam câncer, passam por transplantes ou cirurgias complexas. Quem estiver dentro das condições exigidas para doar plaquetas pode fazê-lo diretamente no Hemocentro, em procedimento seguro | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Como as plaquetas têm validade curta, é importante manter constante o fluxo de doadores   No Distrito Federal, essa doação pode ser feita diretamente na Fundação Hemocentro de Brasília, onde o processo é realizado de forma segura e automatizada, utilizando um kit estéril e descartável. “A aférese é uma doação automatizada por meio de uma máquina que separa o componente do sangue desejado”, explica a gerente de Captação de Doadores do Hemocentro, Kelly Barbie. “Pode ser feita para plaquetas, hemácias ou plasma e até para transplante de medula.” Segundo a servidora, o procedimento dura entre 60 e 90 minutos e consiste na passagem do sangue do doador por um equipamento que separa as plaquetas por centrifugação e devolve os outros componentes ao organismo. “É um pouco mais demorado, mas essencial para pacientes sensíveis, como os que enfrentam câncer, transplantes ou grandes cirurgias”, enfatiza. Queda nas doações Em janeiro de 2025, o Hemocentro recebeu 104 candidatos à doação de plaquetas por aférese, um número inferior aos 147 registrados no mesmo período de 2024. Embora o estoque atual esteja regular, a validade curta das plaquetas exige um fluxo constante de doadores. Diferentemente da doação convencional, em que são necessárias até oito bolsas para formar um concentrado de plaquetas, na aférese um único doador pode fornecer a quantidade necessária para um paciente, tornando o processo mais eficiente. Anderson Magalhães é doador há mais de dez anos: “Conheço algumas pessoas do Hospital da Criança de Brasília, pacientes oncológicos que recebem essa doação, e sei da necessidade que eles têm” Ciente da importância da doação, o securitário Anderson Alves Magalhães, 31, faz questão de doar regularmente suas plaquetas. “Sou doador há mais de 10 anos”, conta. “Fui doar sangue total e fui convidado a conhecer o setor de plaquetas. Desde então, sou doador mensal. Conheço algumas pessoas do Hospital da Criança de Brasília, pacientes oncológicos que recebem essa doação, e sei da necessidade que eles têm”.  Morador de Planaltina, Anderson percorre 40 km a cada 30 dias apenas para ajudar a quem mais precisa. “A plaqueta a gente pode doar a cada 15 dias, mas eu opto por doar a cada 30 dias e já deixo a próxima doação agendada. É um processo rápido, desde a triagem até a doação. Tudo acontece de forma ágil”. Como doar Para doar plaquetas por aférese, é necessário ser homem, ter entre 18 e 55 anos, pesar mais de 60 kg e possuir sangue tipo A ou O positivo. As mulheres não devem participar desse tipo de doação porque, em alguns casos, o sangue pode conter anticorpos desenvolvidos durante a gravidez, o que aumenta o risco de reações nos receptores. Já a escolha das tipagens A e O ocorre porque são as mais compatíveis com a maioria dos pacientes que necessitam desse hemocomponente. A coleta por aférese é realizada mediante agendamento pelos telefones (61) 3327-4413 ou (61) 3327-4447, ou pelo WhatsApp (61) 99136-2495. O atendimento é de segunda a sexta, pela manhã (às 7h30, às 9h ou às 10h30).

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Especialistas em mergulho do CBMDF dão continuidade à operação subaquática em Minas Gerais

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) intensificou a atuação no Lago de Furnas, em Minas Gerais, para apoiar  o resgate de um veículo e uma vítima submersos. Desde domingo (12), seis especialistas em operações subaquáticas estão na região para auxiliar as autoridades locais nas buscas. Operação ganhou reforço a partir de domingo, quando bombeiros do DF se deslocaram para o local e se juntaram às equipes de resgate | Foto: Divulgação/CBMDF Já no primeiro dia da missão, a equipe fez o reconhecimento dos pontos de interesse, com informações prévias e equipamentos de tecnologia avançada, como um sonar de alta precisão, que permite varreduras detalhadas em grandes profundidades. O ponto da operação é marcado pela grande profundidade, com cerca de 60 metros, e por estruturas de uma antiga cidade inundada, com pontes, casas e árvores – o que dificulta a atuação dos militares.  As condições climáticas adversas também agravaram a situação no domingo. Uma tempestade causou forte agitação na superfície da água e gerou ruídos intensos, comprometendo a leitura dos dados obtidos pelo equipamento. A missão foi retomada na segunda-feira (13). Nesta nova fase, as buscas foram direcionadas a uma área próxima a uma ponte naufragada, considerada importante para a localização do veículo. Os mergulhadores do CBMDF empregam técnicas avançadas para operar em grandes profundidades e em terrenos submersos de alta complexidade. A missão tem duração prevista até o dia 18 deste mês, com retorno da equipe após a conclusão das buscas.  

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Voluntariado em Ação teve mais de 1,7 mil pessoas promovendo ações sociais no DF em 2024

O fisioterapeuta Carlos Augusto Teles dedica mensalmente uma parte do seu tempo ao atendimento a pessoas idosas. De forma espontânea e gratuita, ele leva técnicas de auriculoterapia, um tratamento semelhante à acupuntura, a esse público que, muitas vezes, não teria condições de ter acesso a uma consulta. A saúde é a área que mais oferta serviços realizados por programas sociais no DF | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Carlos é um dos participantes do programa Voluntariado em Ação, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que conecta quem quer ajudar a quem precisa de ajuda. Neste ano, além do fisioterapeuta, outros 1.712 voluntários atuaram nas campanhas e nos diversos projetos sociais da pasta, o que impactou diretamente a vida de 12 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social do Distrito Federal. “Trabalhar como voluntário é algo muito rico, onde o pagamento é o carinho, o amor e o afeto”, afirma. “Esse ato de solidariedade reverbera positivamente em diversas áreas e contribui para tornar nosso estado e cidade melhores” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania O trabalho voluntário é uma forma eficaz de apoiar causas sociais e contribuir para a melhoria da vida de muitas pessoas. A plataforma digital da Sejus, com mais de 45 mil voluntários cadastrados, é um exemplo de como a mobilização social pode ser eficiente e impactante na vida de indivíduos e comunidades. Esse grande número de participantes mostra o crescente interesse dos brasilienses em ajudar de forma prática e solidária. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, esses dados evidenciam o envolvimento e comprometimento das pessoas com causas sociais relevantes. O voluntariado, segundo ela, vai além da ação pontual: “É uma maneira de inspirar outros a se engajarem também, gerando um efeito multiplicador. Esse ato de solidariedade reverbera positivamente em diversas áreas e contribuem para tornar nosso estado e cidade melhores”. Fazendo a diferença  Entre as ações e projetos desenvolvidos neste ano pela Sejus-DF, que contou com ajuda de voluntários, tanto nas doações, como na organização e distribuição dos itens, destaca-se a campanha Enquanto o Frio Não Vem, lançada em junho. Empresários voluntários disponibilizaram espaço para arrecadação, e no total, foram doadas mais de 8 mil peças, entre agasalhos, cobertores e demais itens de vestuário, para amenizar o frio de pessoas com dificuldades econômicas. Distribuir material de prática esportiva a quem não tem condições de comprá-lo foi o intuito da campanha Uma Pegada de Solidariedade, que, lançada em agosto, arrecadou mais de 3 mil itens esportivos. A iniciativa contou com apoio de voluntários nas doações e arrecadações dos materiais que foram repassados a crianças, jovens e idosos. Já a campanha solidária Fazer o Bem Tá na Moda mobilizou 200 voluntárias financeiramente estáveis que doaram roupas, sapatos e acessórios a mulheres em situação de vulnerabilidade social.  Dedicação Programa GDF Mais Perto do Cidadão teve mais de 40 edições neste ano, contemplando 16 regiões administrativas Fundadora do projeto social Juntos Somos Mais Fortes, Ana Paula Caldas dedica-se a três áreas principais: moda, arte e combate à fome de famílias e crianças em situação de fragilidade socioeconômica. Ela reforça que, desde a criação do projeto, em 2017, foram elaboradas diversas ações em parceria com a Sejus-DF, incluindo uma campanha de doação de alimentos que arrecadou 90 toneladas, beneficiando mais de 30 mil pessoas. Todas essas ações contaram com apoio de voluntários. “É inspirador ver como o esforço coletivo pode transformar realidades” Ana Paula Caldas, fundadora do projeto Juntos Somos Mais Fortes, que tem parceria com a Sejus-DF “Eles se dedicam muito para que as campanhas aconteçam, e sua disposição em ajudar e acolher faz uma enorme diferença na vida de muitas pessoas”, afirma Ana Paula. “É inspirador ver como o esforço coletivo pode transformar realidades.” Outra iniciativa que conta pontualmente com apoio de centenas de voluntários na oferta de serviços de cidadania e assistência social é o GDF Mais Perto do Cidadão. Já foram 43 edições em 16 regiões administrativas ao longo deste ano, levando serviços essenciais, esporte e lazer para perto de quem mais precisa. Serviços Antônia Cláudia da Silva, assistente administrativa do setor de divulgação da Universidade Paulista (Unip) é uma das voluntárias no GDF Mais Perto do Cidadão. Neste ano, a Unip firmou uma parceria com a Sejus-DF que visa integrar a escola e a comunidade. A universidade participou ativamente das últimas edições do projeto em São Sebastião, Paranoá e Ceilândia, levando uma equipe de alunos e supervisores de diversos cursos para oferecer serviços voluntários à população. Durante essas edições, a secretaria disponibiliza o espaço, enquanto a Unip oferece uma variedade de serviços gratuitos, incluindo cursos de orientação de primeiros socorros, fisioterapia, massagem, aferição de pressão e glicemia, tipagem sanguínea e exames rápidos, biomedicina e nutrição, entre outras ações para a saúde e bem-estar da população. Como se inscrever  Se você se interessa por voluntariado, dedique um tempo para apoiar essa iniciativa. O programa Voluntariado em Ação, coordenado pela Sejus-DF, tem uma plataforma digital com um canal direto para que os voluntários indiquem sua disponibilidade e preferências de atuação nas diferentes áreas, como educação, direitos humanos, meio ambiente, saúde, esporte e lazer, entre outras. Ao receber as inscrições, a secretaria cria um perfil personalizado para cada voluntário, levando em consideração suas habilidades, interesses e disponibilidade de tempo. Com base nesse perfil, os voluntários são direcionados para a ação mais adequada, para um melhor aproveitamento. As inscrições podem ser feitas neste link. *Com informações da Sejus-DF

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Paciente do Hospital de Base recebe cadeira motorizada no último dia do ano

O dia 31 de dezembro de 2024 será inesquecível para Daniel Nunes da Silva, de 47 anos, paciente residente do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) há quatro anos. Neste último dia do ano, ele recebeu uma cadeira de rodas motorizada, equipamento que representa mais do que uma simples melhoria de mobilidade. Daniel perdeu as duas pernas devido a complicações clínicas, após ter sido vítima de um ataque por arma branca e aguarda ser aceito por alguma instituição de apoio para continuar a recuperação fora do Hospital de Base. Além da perda das pernas, o paciente também sofreu danos no braço direito, mas, no entanto, seu estado cognitivo se manteve preservado, e ele nunca deixou de nutrir o sonho de recuperar a autonomia, apesar das limitações impostas pela sua condição. A equipe do Hospital de Base cuida de pacientes como Daniel Nunes da Silva com olhar humanizado | Foto: Divulgação/IgesDF A terapeuta ocupacional Mariana Borges, que acompanha Daniel durante o processo de reabilitação, lembra com carinho o início da jornada. “Nos nossos primeiros atendimentos, ele me pediu para ajudá-lo a voltar a andar. Eu expliquei que, pelas condições dele, não seria possível, mas prometi que faria o que fosse possível para garantir que ele tivesse mais independência”, conta. De acordo com a gerente da equipe multiprofissional, Niedja Bartira, o time de colaboradores da equipe multiprofissional realiza um trabalho com o paciente de forma integral dentro do Hospital de Base. “A equipe cuida do paciente com um olhar humanizado, que vai desde o acompanhamento psicossocial, avaliando uma forma de reabilitar o paciente para seu retorno à sociedade, garantindo a ele um pouco mais de dignidade de vida”, completa. A promessa de Mariana foi cumprida com a solicitação de uma cadeira de rodas motorizada junto à Oficina de Órteses e Próteses do DF. Após uma série de ajustes e protocolos, a cadeira finalmente foi entregue a Daniel, exatamente no último dia do ano, uma data simbólica que marca o fim de um ciclo e o início de uma nova fase para o paciente. “Conseguir essa cadeira motorizada para ele mostra que, mesmo nas situações mais difíceis, não podemos perder as esperanças”, lembra Mariana. *Com informações do IgesDF

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Bombeiros do DF são enviados para atuar em resgate no Rio Tocantins após queda de ponte no Maranhão

Na tarde desta segunda-feira (30), a equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) partiu do Grupamento de Busca e Salvamento, na Vila Planalto, para trabalhar no resgate e na busca às pessoas que continuam desaparecidas após a tragédia da queda da ponte sobre o Rio Tocantins, no Maranhão, ocorrida no último dia 22. Os militares seguiram com equipamentos em duas viaturas, estando a chegada prevista para a terça-feira (31), por volta das 12h. Fazem parte da equipe oito mergulhadores altamente qualificados, que levarão equipamentos de grande capacidade para os trabalhos de resgate | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A autorização para o envio dos militares foi feita no sábado (28) pelo governador Ibaneis Rocha, atendendo a um pedido do Corpo de Bombeiros do Maranhão. “O Corpo de Bombeiros Militar do DF vai levar sua expertise para auxiliar mais uma missão de suma importância, desta vez, prestando apoio no resgate e busca às pessoas que seguem desaparecidas e na remoção de veículos submersos no Rio Tocantins”, declarou a vice-governadora Celina Leão. “Nós nos solidarizamos com todos que perderam entes queridos nessa tragédia e seguiremos cumprindo a nossa missão, que é cuidar das pessoas onde quer que elas estejam”. “É muito importante ajudarmos outros estados e organizações coirmãs nesse momento de sensibilização, do mesmo jeito que foi no Rio Grande do Sul” Capitão Ramon Lauton Andrade, chefe da delegação Além de oito mergulhadores altamente experientes, a delegação levará para o Maranhão um equipamento capaz de reflutuar até 22 toneladas. A ferramenta vai auxiliar no resgate às vítimas e na remoção de veículos que caíram no Rio Tocantins. O chefe da delegação que partiu na missão, capitão Ramon Lauton Andrade, ressaltou a capacitação da equipe convocada. “São oito mergulhadores altamente capacitados, e estamos levando o material de reflutuação para auxiliar tanto na retirada do material submerso, como para resgatar os corpos que ainda estão desaparecidos”, observou o bombeiro. “É muito importante ajudarmos outros estados e organizações coirmãs nesse momento de sensibilização, do mesmo jeito que foi no Rio Grande do Sul. Como fomos em apoio às tragédias, nós também estamos disponíveis e queremos fazer um ótimo trabalho lá e ajudar a população maranhense.” Troca de experiências De acordo com o comandante-geral do CBMDF, Leonardo Duarte Raslan, a missão é um ganho não apenas para a população do Maranhão, mas também para os profissionais do DF, que agregam experiência ao vivenciarem situações diversas de resgate com outras corporações. “A experiência de estar em outros estados acaba sendo uma troca de conhecimento técnico, e a gente pode atuar em situações que não vivenciaríamos em Brasília; é uma troca técnica, um crescimento para o nosso pessoal”, pontuou. Um dos mergulhadores enviados, o subtenente Danilo Brites lembrou que o objetivo é oferecer o conhecimento técnico para unir as forças e finalizar a missão. “Nós já temos uma história muito grande de pioneirismo em mergulho no Centro-Oeste, e vamos dedicar esse conhecimento para atuar na operação juntamente com os demais bombeiros e mergulhadores da Marinha”, afirmou. Nos anos 1990, a corporação prestou cursos de treinamento e instrutoria de mergulho para as regiões Norte e Nordeste do país, incluindo o estado do Maranhão. O segundo-sargento Francisco Erivan da Rocha Brito destacou a importância da missão: “Somos treinados para isso, e é uma satisfação poder ajudar e minimizar a dor daquelas pessoas” Para o segundo-sargento Francisco Erivan da Rocha Brito, também integrante da equipe que viajou em apoio ao estado nordestino, o trabalho é essencial para dar desfecho a muitas famílias afetadas pelo desastre. “Uma das nossas missões é encontrar o ente querido para que seja possível a dignidade de um enterro nas melhores condições possíveis”, pontuou. “A gente sabe da dor e da tristeza de uma família com dúvidas. Somos treinados para isso, e é uma satisfação poder ajudar e minimizar a dor daquelas pessoas. Para nós, é sempre um privilégio e uma honra servir a população em qualquer estado da Federação”. Acidente No dia 22 deste mês, parte da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira desabou na cidade de Estreito, no Maranhão. No momento do acidente, oito veículos passavam pela estrutura e caíram no Rio Tocantins. Com 533 metros de extensão, o elevado liga Estreito à cidade de Aguiarnópolis, no Tocantins, pela BR-226, além de integrar o corredor rodoviário Belém-Brasília.

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GDF vai enviar bombeiros para atuar no município de Estreito (MA) após queda de ponte

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai enviar uma equipe do Corpo de Bombeiros em missão para a cidade de Estreito, no Maranhão. O objetivo é auxiliar os trabalhos no município após a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga o Maranhão ao Tocantins. O acidente, que aconteceu no dia 22, deixou, pelo menos, nove mortos e oito desaparecidos. Corporação do DF se organiza para reforçar as operações de resgate na região afetada pela queda da ponte | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Lamento as vidas que foram perdidas nessa tragédia e reforço que o DF está à disposição para oferecer todo o suporte necessário aos nossos irmãos tocantinenses e maranhenses” Governador Ibaneis Rocha A autorização do governador Ibaneis Rocha foi feita neste sábado (28) para atender um pedido do Corpo de Bombeiros do Maranhão. Também neste sábado, a prefeitura de Estreito decretou situação de emergência e informou a necessidade de apoio técnico e financeiro aos governos federal e estadual. “Vamos colaborar com o trabalho de resgates, após a tragédia da ponte que liga o Tocantins ao Maranhão”, afirmou o chefe do Executivo local. “Lamento as vidas que foram perdidas nessa tragédia e reforço que o DF está à disposição para oferecer todo o suporte necessário aos nossos irmãos tocantinenses e maranhenses.” Serão enviados inicialmente oito militares mergulhadores altamente capacitados, além de equipamentos apropriados para atuar no resgate e içamento de caminhões e veículos no Rio Tocantins. A operação contará com itens de mergulho (cilindros, válvulas, coletes equilibradores e lastros), materiais de reflutuação (três almofadas e nove globos elevadores) e de salvamento (cordas, fitas de carga, mosquetões e outros itens técnicos de suporte). “Essa é a nossa missão e também do Corpo de Bombeiros Militar. Contem conosco” Celina Leão, vice-governadora “A preocupação do governador e da vice-governadora é atender prontamente, por meio do Corpo de Bombeiros, o estado do Maranhão”, ressaltou o atual comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel Leonardo Raslan. “Estamos nos preparando o mais rápido possível e estamos sempre à disposição para auxiliar todo o território brasileiro.” Ao longo deste ano, o GDF enviou missões de apoio ao Rio Grande do Sul, para atuar em buscas e salvamentos após as enchentes no estado, e à Amazônia e ao Pantanal, para o combate a incêndios. “O GDF autorizou, mais uma vez, o apoio a outros estados brasileiros”, reforçou a vice-governadora Celina Leão. “Essa é a nossa missão e também do Corpo de Bombeiros Militar, que vai dar o suporte ao trabalho desafiador de resgate no Rio Tocantins após o desabamento da ponte que liga o Maranhão e o Tocantins. Contem conosco.” Acidente No último domingo (22), parte da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira desabou na cidade de Estreito, no Maranhão. Na hora do acidente, oito veículos passavam pela estrutura e caíram no Rio Tocantins. Com 533 metros de extensão, o elevado liga Estreito à cidade de Aguiarnópolis, no Tocantins, pela BR-226, além de integrar o corredor rodoviário Belém-Brasília.

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Fazer o Bem Tá na Moda criou oportunidades para 200 mulheres saírem da vulnerabilidade social

Duzentas mulheres moradoras de Santa Maria, do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II foram beneficiadas pela campanha Fazer o Bem Tá na Moda, de iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A ação solidária começou na primeira semana de novembro, em um evento que mobilizou centenas de mulheres com independência financeira e motivadas a transformar a vida de outras mulheres em situação de vulnerabilidade social. Convidadas pela pasta, elas ficaram responsáveis por montar, individualmente, uma bolsa com produtos pessoais, em ótimo estado, como roupas, sapatos, acessórios, joias e bijuterias, que, normalmente, elas se desapegam nesta época de fim de ano. Cada uma dessas sacolas foi doada a outra mulher que teve a oportunidade de comercializar estes produtos e garantir uma renda extra. A ação solidária começou na primeira semana de novembro, em um evento que mobilizou centenas de mulheres com independência financeira e motivadas a transformar a vida de outras mulheres em situação de vulnerabilidade social | Fotos: Divulgação/Sejus-DF As bolsas, todas confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), foram distribuídas em três eventos organizados pelo Grupo Cirandinha e pelo Instituto Proeza, entidades parceiras da Sejus, que trabalham com público feminino em situação de vulnerabilidade e ações voltadas ao empreendedorismo. O último deles, ocorreu neste fim de semana, durante o Brasília Trends Fashion Week (BTFW) 2025, o principal evento de moda do Distrito Federal (DF). Na ocasião, 50 mulheres com deficiência ou mães de crianças com deficiência foram beneficiadas com um lote exclusivo. O evento também reuniu outras 50 mulheres moradoras de Santa Maria, que receberam a primeira remessa de bolsas, que compartilharam com o público os seus desempenhos em pouco mais de um mês. Foi o caso de Maria de Fátima dos Santos, 56 anos, que subiu ao palco do BTFW usando um vestido de luxo, que era uma das peças que estava na sacola que recebeu. Vítima de violência doméstica, ela foi muito aplaudida ao comentar sobre como a campanha melhorou a sua autoestima e garantiu recursos para uma ceia de Natal mais farta este ano. “Eu fui a modelo do meu negócio. As roupas que usei, como essa aqui, me deixaram mais empoderada e mais linda e isso refletiu nas minhas vendas, que foi um sucesso”, disse. A artesã Suzana Souza, 32 anos, comemorou a ação Já Natasha de Araújo, 28 anos, mãe solteira de quatro filhos, disse que a iniciativa a ajudou a realizar o seu sonho de ser uma empreendedora de sucesso. “Eu sempre quis montar o meu próprio negócio. E essa bolsa me deu a ajudinha que eu precisava, para dar o meu ponto de partida de ser uma grande mulher no futuro”, celebrou. Ação coletiva Também neste fim de semana, 100 mulheres moradoras do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II, que receberam as bolsas da campanha, reuniram todos os produtos doados e realizaram um bazar coletivo, chamado Brechó Entrelaçando Vidas, na sede do Instituto Proeza. Pela iniciativa, o lucro de todas as vendas será dividido, igualmente, entre as integrantes. A artesã Suzana Souza, 32 anos, comemorou a ação. “São só roupas lindas e a procura pelas peças está sendo muito alta”, exaltou. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a campanha foi um sucesso, justamente porque ela enriqueceu o empreendedorismo feminino e a liberdade financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade. “Nossa intenção, além de promover a sustentabilidade com essas peças circulando, é incentivar a autonomia financeira. E essa campanha teve um olhar muito particular: através da solidariedade, nós tivemos uma mulher empoderando outra. Por um lado, tivemos mulheres doando o novo, o bonito, o que tinha de melhor. E do outro, a determinação de mulheres que agarraram uma oportunidade para transformar suas vidas”, destacou Passamani. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Colaboradores do Hospital de Base adotam cartinhas de Natal e realizam sonhos de pacientes internados

Na manhã desta segunda-feira (23), o Hospital de Base foi tomado pelo espírito natalino com a emocionante entrega de presentes para pacientes da oncologia. A iniciativa, que teve início em 2023 com o propósito de atender aos pedidos de pacientes das unidades de psiquiatria e oncologia, ganhou força e, este ano, chegou a cinco setores: psiquiatria, oncologia, pediatria, cardiologia e neurocirurgia. O projeto nasceu no Serviço de Saúde Funcional do Hospital de Base, idealizado por Ágda Aguiar, chefe da área. “A internação hospitalar é um momento desafiador, especialmente em datas comemorativas como o Natal. Muitos pacientes enfrentam a solidão e a desconexão com o mundo exterior. As cartinhas representam mais do que simples pedidos de presente: são uma forma de terapia, que permite aos pacientes expressarem seus sentimentos e se sentirem acolhidos”, destaca Ágda. A entrega dos presentes foi feita de forma voluntária por um casal vestido de Papai e Mamãe Noel | Foto: Divulgação/IgesDF Este ano, 129 cartinhas foram atendidas, revelando desejos, sonhos e emoções pessoais. Entre os pedidos, estavam desejos de cura, manifestações de gratidão, reconciliações, itens simples de uso pessoal e até um misto-quente. A mobilização dos colaboradores do hospital criou uma verdadeira corrente de solidariedade, garantindo que cada desejo fosse atendido. A entrega dos presentes foi feita de forma voluntária por um casal vestido de Papai e Mamãe Noel, pais de uma colaboradora do IgesDF, enquanto o som de músicas natalinas tocadas ao vivo pelo violonista Paulo Henrique Marcineiro trouxe ainda mais magia ao momento. Entre os pacientes, a história de Silvia Cristina Aragão, 56 anos, emocionou a todos. Silvia, que enfrenta o câncer de mama, recebeu uma peruca e um par de tênis, pedidos feitos cheio de esperança. “Foi o primeiro presente de Natal que recebi do Papai Noel. Esse gesto significa muito para mim. Estou muito agradecida por todo o cuidado que recebo aqui”, disse Silvia, com lágrimas nos olhos. Além dos presentes, os pacientes receberam afeto, empatia e o apoio de uma equipe dedicada a transformar momentos difíceis em memórias especiais. “O que nos motiva é a possibilidade de fazer a diferença, mesmo que seja por meio de um gesto simples. Ver os pacientes sorrindo é a maior recompensa”, conclui Kelly Santana. *Com informações do IgesDF

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Hemocentro de Brasília bate recorde no Dia Nacional do Doador de Sangue

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) registrou, nesta segunda-feira (25), o maior número de doações de sangue de 2024. Durante as celebrações do Dia Nacional do Doador de Sangue, foram coletadas 270 bolsas, superando a meta diária de 180 bolsas necessárias para manter os estoques. Esse resultado expressivo contrasta com a média de 170 doações diárias registrada em novembro, evidenciando o compromisso da população com a causa. Cada doação de sangue pode salvar até quatro vidas, destaca a Fundação Hemocentro de Brasília; os tipos sanguíneos mais necessários no momento são O positivo, O negativo, B positivo e A negativo | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Para Osnei Okumoto, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, o recorde reflete a força da mobilização coletiva. “Cada doação representa um gesto de solidariedade e amor ao próximo. Estamos emocionados com o engajamento da população, que atendeu ao nosso chamado para salvar vidas. O recorde de hoje nos inspira a seguir trabalhando para ampliar ainda mais o número de doadores regulares”, afirmou. “Agradecemos a cada doador que nos ajuda a manter a esperança viva para quem mais precisa” Osnei Okumoto, presidente da Fundação Hemocentro de Brasília A data marcou também o início da Semana Nacional do Doador de Sangue, que segue até sexta-feira (29) com o tema “Hoje é um lindo dia para salvar vidas”. A programação inclui diversas atividades, como distribuição de mudas pelo projeto Ethos do Cerrado, sessões de massagem e reflexologia oferecidas pelo grupo Fuji, além de apresentações musicais. Nesta terça (26), a campanha contará com uma doação coletiva organizada pela torcida do Atlético Mineiro. Durante toda a semana, monumentos e prédios públicos, como o Teatro Nacional Cláudio Santoro, o BRB e o prédio do Detran-DF, estarão iluminados em vermelho em homenagem aos doadores de sangue. O Hemocentro reforça que precisa de uma média de 180 doações diárias para atender à demanda da rede pública de saúde do Distrito Federal e instituições conveniadas, como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia do DF e o Hospital das Forças Armadas. Os tipos sanguíneos mais necessários no momento são O positivo, O negativo, B positivo e A negativo, mas todas as doações são bem-vindas. Interessados podem agendar a doação pelo site AgendaDF ou pelo telefone 160, opção 2. Há também atendimento sem agendamento, conforme a capacidade diária. A FHB destaca que cada doação pode salvar até quatro vidas. A Semana Nacional do Doador de Sangue visa conscientizar a população sobre a importância desse gesto. “Agradecemos a cada doador que nos ajuda a manter a esperança viva para quem mais precisa”, completou Okumoto. Quem pode doar? Para doar sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Algumas condições de saúde ou procedimentos recentes, como cirurgias e doenças como gripe ou covid-19, podem impor restrições temporárias. Para mais informações, consulte o site do Hemocentro. Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar dez dias após o fim dos sintomas, desde que sem sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame. Pacientes diagnosticados com dengue clássica devem aguardar 30 dias para se candidatar à doação de sangue. Para dengue hemorrágica, o prazo é de seis meses. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília  

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Campanha Fazer o Bem Tá na Moda cria oportunidades para mulheres saírem da vulnerabilidade social

A advogada Talita Freire, 41 anos, passou algumas horas desta semana separando roupas dela dos filhos, além de muitos brinquedos, para serem doados. Desta vez, o comportamento que ela tem todo fim de ano teve um significado muito especial. “Eu fiz a seleção com mais cuidado e muito carinho, porque mesmo não conhecendo a mulher que vai receber esses produtos, eu já sinto que tenho um vínculo com ela. Inclusive, escrevi um bilhetinho desejando que ela consiga atingir um propósito, não só financeiro, mas, principalmente, para que ela consiga se conhecer como um ser produtivo”, disse. A advogada Talita Freire separou roupas e brinquedos para que uma mulher empreenda | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus Talita é uma das mulheres participantes da campanha Fazer o Bem Tá na Moda, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), lançada nesta terça-feira (12). A iniciativa propõe um ciclo de solidariedade e prosperidade, no qual 200 mulheres do DF, que já possuem independência financeira, são convidadas a montar, cada uma, uma bolsa com produtos em bom estado, como roupas, sapatos, acessórios, joias e bijuterias. Cada uma dessas sacolas, que foram confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), será doada a outra mulher que terá a oportunidade de comercializar estes produtos. A seleção das 200 beneficiadas será feita pelo Grupo Cirandinha e pelo Instituto Proeza, entidades parceiras da Sejus que trabalham com público feminino em situação de vulnerabilidade social e ações voltadas ao empreendedorismo. A secretária Marcela Passamani, ao centro, ressalta que o projeto leva solidariedade e espírito de prosperidade para outras mulheres | Foto: Allan Rodrigues/Sejus O evento reuniu centenas de colaboradoras motivadas a transformar a vida de outras mulheres. “Quando a causa é boa, ninguém quer ficar de fora. E é isso que este evento representa: solidariedade e espírito de prosperidade para outras mulheres. Normalmente, a gente desapega dos nossos itens doando para um bazar, uma instituição, mas aqui a gente está promovendo o empreendedorismo feminino para essas mulheres que, às vezes, estão em situação de violência, mas todas estão em vulnerabilidade social querendo uma oportunidade”, comemorou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. A proposta empreendedora do Fazer o Bem Tá na Moda foi o que mobilizou Tânia Mara Machado, proprietária e diretora da marca brasiliense Basic Colection, a entrar de cabeça na campanha. Além de ceder o espaço para o evento, a empresária anunciou que vai doar 30 bolsas com roupas novas da loja. “São roupas zeradas, com etiqueta, para fortalecer esta iniciativa. Quando fui convidada a participar, fiquei encantada, porque não é só doar, é ensinar a empreender. Isso é solidariedade, boa vontade e conscientização com o intuito de transformar vidas”, disse. As participantes terão uma semana para devolver as bolsas com os produtos selecionados. Na outra ponta, a campanha vai envolver 100 mulheres das regiões do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II que serão selecionadas pelo Instituto Proeza. Em vez de venderem os itens das bolsas individualmente, as mulheres do instituto decidiram se unir e realizar um bazar coletivo: o Brechó Entrelaçando Vidas. Já o Grupo Cirandinha vai escolher 100 mulheres de Santa Maria que não podem trabalhar, porque são mães ou parentes de pessoas com deficiência. Neste caso, por poderem se ausentar de casa, cada uma receberá a bolsa e buscará a melhor forma de utilizar os produtos. *Com informações da Sejus

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‘Fazer o Bem Tá Na Moda’ leva oportunidade para mulheres saírem da vulnerabilidade social

Produtos doados por mulheres que já possuem independência financeira viram uma oportunidade de outras mulheres saírem da vulnerabilidade social. Essa é a proposta da Campanha Fazer o Bem Tá na Moda, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), que apresenta um ciclo de prosperidade, onde 200 mulheres do DF são convidadas a montar, cada uma, uma bolsa com produtos em bom estado, que, normalmente, elas se desapegam ao final de todo ano, como roupas, sapatos, acessórios, joias e bijuterias. Cada uma dessas sacolas será doada a outra mulher que terá a oportunidade de comercializar estes produtos. A seleção dessas 200 mulheres será feita por meio de parceria com o Grupo Cirandinha e Instituto Proeza, que trabalham com público feminino em situação de vulnerabilidade social e ações voltadas ao empreendedorismo. Foto: Arte/Sejus-DF A entrega das bolsas será no dia 12 de novembro, às 16 horas, no Basic Collection, na QI 11 do Lago Sul. Após, receberem as bolsas vazias, as mulheres que farão as doações terão uma semana para devolver, no mesmo local, os produtos selecionados. De acordo com a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a campanha é uma forma de enriquecer o empreendedorismo feminino e a liberdade financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade por meio da solidariedade. “Tudo começa com a primeira oportunidade. E essas mulheres, através do desapego anual que elas praticam, estão promovendo consciência financeira e oportunidade de empreendedorismo”, disse. A campanha vai envolver 100 mulheres das regiões do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II que serão selecionadas pelo Instituto Proeza. Em vez de venderem os itens das bolsas individualmente, as mulheres do instituto decidiram se unir e realizar um bazar coletivo: o Brechó Entrelaçando Vidas. Já o Grupo Cirandinha vai escolher 100 mulheres de Santa Maria que não podem trabalhar, porque são mães ou parentes de pessoas com deficiência. Neste caso, por poderem se ausentar de casa, cada uma, receberá a sua bolsa e buscará a melhor forma de utilizar os produtos que lá estiverem. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Mulheres em tratamento de câncer têm uma tarde de acolhimento no Hospital de Base

O pátio da casinha da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, localizada no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), foi palco de uma ação de acolhimento e solidariedade, em celebração ao Outubro Rosa. Organizada em colaboração com a Secretaria da Mulher do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo da ação foi proporcionar um dia de bem-estar para mulheres em tratamento de câncer. A ação, na segunda-feira (21), também contou com palestras motivacionais e educativas sobre saúde da mulher. O objetivo do evento foi proporcionar um dia de bem-estar para mulheres em tratamento de câncer | Foto: Divulgação/IgesDF As pacientes participaram de diversas atividades focadas na autoestima, como massagens faciais, corporais e design de sobrancelhas, oferecidas por profissionais parceiras, incluindo Rosângela Cardoso, do Rcardoso Studio, e Giani Soares, do Studio Toque Divino. A ação, na segunda-feira (21), também contou com palestras motivacionais e educativas sobre saúde da mulher. O superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio, abriu o evento destacando a importância do hospital no cuidado aos pacientes com câncer. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, enfatizou a qualidade dos serviços prestados pelo HBDF e abordou temas como a saúde e o combate à violência contra a mulher. Estiveram presentes no evento Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina, Daniella Tinen, da Secretaria da Mulher, e a subsecretária Renata D’aguiar, que transmitiu uma mensagem de conforto às pacientes. O evento reforçou a importância da conscientização sobre o câncer de mama, criando um ambiente de apoio e empatia entre as mulheres. Uma das iniciativas mais emocionantes foi a oferta de próteses de aréolas de silicone para as pacientes do SUS inscritas no evento. A ideia foi apresentada por Viviane Furlan Lozano, que desenvolveu as próteses, confeccionadas de maneira artesanal, voltadas para aquelas mulheres que precisaram retirar o mamilo em suas cirurgias. Já Alessandra Ramalho, especialista em micropigmentação, trouxe um novo sentido de autoconfiança para as participantes e se comprometeu a doar o procedimento para todas as pacientes inscritas no evento. As mulheres que passaram por mastectomias receberam 100 almofadas especiais confeccionadas pela Fábrica Social, projetadas para proporcionar conforto no pós-operatório. Ana de Souza Barcelos, paciente mastectomizada, compartilhou sua experiência: “Eu só descobri a importância dessa almofada quando fiz a quadrantectomia de mama. Sofri muito no pós-operatório mas, ao usar a almofada embaixo do braço, ela aliviava a minha dor. Isso foi muito importante para mim”, disse Ana, emocionada. *Com informações do IgesDF

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Ação Tesouras Solidárias arrecada cestas básicas para Rede Feminina de Combate ao Câncer

A aposentada Maria Aparecida e Silva, 79 anos, veio, na manhã desta segunda-feira (21), de Águas Claras para o Palácio do Buriti, na área central de Brasília, só para fazer parte da ação social Tesouras Solidárias, campanha apoiada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), em que um corte de cabelo com profissionais renomados da cidade custa apenas um ato solidário: a doação de uma cesta básica. Todos os alimentos arrecadados serão destinados à Rede Feminina de Combate ao Câncer. Mais do que gostar do novo visual, Aparecida ficou feliz em poder ajudar outras pessoas. “Muitas vezes não é quem ganha que se sente mais feliz, mas quem doa. Eu não só doei hoje, eu recebi. Recebi carinho e beleza”, definiu. Os fios cortados puderam ser doados para a Rede Feminina de Combate ao Câncer, responsável pela confecção de perucas para pacientes oncológicos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A solidariedade também foi o que motivou a servidora pública Alana Sampaio, 29, a ir até o Buriti garantir um novo corte de cabelo. “Eu vim porque queria mudar um pouquinho [o cabelo] e também fazer uma doação”, contou. Além de levar uma cesta básica, ela ainda doou os fios cortados para a confecção de perucas. “Falei para o profissional que ele podia fazer o corte que achasse bom e ele cortou bastante. Gostei, porque estou ajudando outras pessoas e colaborando com a minha autoestima”, comentou. Para Alana, eventos como esse servem para incentivar mais pessoas a participarem de ações solidárias no Distrito Federal. “Aqui as pessoas têm o benefício de cuidar da estética e ajudar o próximo. Isso acaba conscientizando as pessoas para as causas sociais”, avaliou. A servidora pública Abigail Farias, 50 anos, concorda. “É uma ação maravilhosa que abraça a todos e uma causa muito justa. Vale muito a pena participar, por empatia e amor ao próximo”, disse. Em apenas uma manhã, ela aproveitou para fazer tudo que tinha direito: escova, babyliss e maquiagem. O governador Ibaneis Rocha e a primeira-dama Mayara Noronha Rocha conferiram a iniciativa | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O evento começou às 9h e seguiu até o final da tarde; 30 cabeleireiros renomados do Distrito Federal se revezaram no Salão Nobre do Palácio do Buriti fazendo cortes de cabelo. Estúdios que oferecem escova, babyliss, maquiagem e massagem também participaram. Os fios cortados também puderam ser doados para a Rede Feminina de Combate ao Câncer, responsável pela confecção de perucas para pacientes oncológicos. No início da tarde, o governador Ibaneis Rocha fez questão de deixar o gabinete para conferir a iniciativa. Sorridente, o líder do Executivo passou pelos profissionais e clientes e parabenizou o apoio à campanha. Campanha A servidora pública Alana Sampaio, 29 anos, foi ao Buriti garantir um novo corte de cabelo. “Eu vim porque queria mudar um pouquinho [o cabelo] e também fazer uma doação” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O projeto Tesouras Solidárias nasceu em 2011 por iniciativa do cabeleireiro Alexandre Viana com o objetivo de ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade com câncer. Essa foi a primeira vez que o idealizador da ação juntou forças com o GDF, por meio da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) e da campanha Solidariedade Salva, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais. “De lá para cá, foram sete edições com a minha equipe e amigos próximos. No ano passado, eu quis que o evento crescesse e se tornasse maior em Brasília, alcançando e beneficiando mais pessoas”, lembrou o idealizador da campanha. “Este ano, na nona edição, com esse apoio do GDF, estamos crescendo e queremos que essa ideia continue crescendo. Temos profissionais de várias marcas que estão empenhados e ajudando nessa ação solidária”, completou Viana. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha destacou que a união das duas campanhas lembra a população da importância dos atos solidários. “A intenção é terminar o mandato deixando essa parte cultural de solidariedade ativa na veia do brasiliense”, comentou. “É um dia especial para levar autoestima para quem vai cortar o cabelo, ao mesmo tempo que o foco é levantar a autoestima para muitas mulheres em tratamento de câncer numa junção do Tesouras Solidárias com o Solidariedade Salva”, acrescentou. Responsável pela parceria, a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, disse que recebeu com muita alegria o convite para que o GDF integrasse a campanha. “Nós entendemos que a solidariedade deve ser estimulada dentro do Distrito Federal. Unimos o útil ao agradável. A pessoa doa uma cesta básica em troca de um corte de cabelo com aquele artista que ela sempre admirou e vai estar ajudando pessoas que estão passando por um momento difícil e sensível na vida delas. Acredito que todo mundo vai sair satisfeito: a pessoa que corta e a pessoa que recebe”.

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Campanha Vem Brincar Comigo promove dia de solidariedade no Hospital da Criança e na Estrutural

Esta terça-feira (8) foi um Dia das Crianças adiantado para mais de mil meninas e meninos moradores da Estrutural e do bairro Santa Luzia atendidos por instituições e também jovens internados no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). A campanha Vem Brincar Comigo, coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais do Governo do Distrito Federal (GDF), promoveu uma tarde especial e solidária com entrega de brinquedos e atividades recreativas para os pequenos. A primeira-dama Mayara Noronha Rocha, idealizadora da campanha Vem Brincar Comigo, participou da entrega de brinquedos no Hospital da Criança de Brasília | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Idealizadora da campanha Vem Brincar Comigo, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha defendeu que entregar os itens e promover um dia de atividades lúdicas garante o bem-estar das crianças, além do desenvolvimento. “Essa é a fase mais importante. É na fase infantil que a gente capacita e prepara um adulto. É através de uma brincadeira que a gente trabalha as emoções, a parte cognitiva e intelectual, a fala e as emoções”, comentou. Os itens distribuídos nesta tarde foram arrecadados pela campanha, que recebeu a doação de mais de 20 mil brinquedos este ano só no dia do drive-thru no Palácio do Buriti, quando autoridades e população puderam levar os itens. Essa é a quinta edição do projeto que integra o calendário oficial do GDF, com o objetivo de oferecer lazer e diversão a crianças em situação de vulnerabilidade. “Falo que é uma das campanhas que eu mais gosto e que mais movimenta o Distrito Federal. Tenho muito orgulho de ver o DF sendo referência também na ação de brinquedos perante o Brasil todo”, afirmou a primeira-dama do DF. Para ela, a campanha consegue ser completa por unir arrecadação, distribuição e solidariedade. “A gente envolve a sociedade na arrecadação, ensinando dentro de casa porque é importante ter essa participação popular. Ao mesmo tempo que a gente faz a sociedade movimentar a sua área privada”, comentou. Dose de alento Ao lado da madrasta, Ana Maria Dias Ferreira, Giovani da Silva Pereira disse que vai usar o tablet que ganhou para assistir desenhos e se distrair com jogos No Hospital da Criança, a entrega foi ainda mais especial. Sessenta e três crianças internadas ou em tratamentos de longa duração foram presenteadas com os brinquedos que pediram em cartinhas aos padrinhos e madrinhas solidários. Já outras 137 crianças das demais unidades de internação receberam os itens arrecadados na campanha. Ao todo, 200 brinquedos foram distribuídos no HCB. A pequena Lana Rocha Teixeira, 3 anos, não tirou os olhos da boneca Minnie que recebeu das mãos da primeira-dama. O presente foi exatamente o que ela pediu na carta. O sorriso ao ganhar a personagem demonstrou o papel do brinquedo de trazer leveza em meio ao tratamento oncológico da menina. “Com certeza foi um dia bem especial. Nem sei o que dizer… Ela ficou muito feliz. Já chegou aqui e brincou com a boneca no chão. Isso ajuda muito”, declarou a mãe, a dona de casa Lucimara Viana Rocha, 36 anos. A diretora executiva do Hospital da Criança de Brasília, Valdenize Tiziani, falou sobre a importância da ação: “Muitas vezes esses presentes são um pontinho de luz, um carinho, que vai transformar a jornada do tratamento, que é tão difícil” Já o pequeno Giovani da Silva Pereira, 8 anos, ganhou um tablet. “Fiquei muito animado”, contou. O menino vai usar o aparelho para assistir desenhos e se distrair com jogos, enquanto precisa ficar internado para dar continuidade ao tratamento oncológico. “Achei muito bom, porque aqui dentro do quarto ele fica muito preso e sem ter o que fazer. Então foi maravilhoso, porque ele vai poder se divertir, se distrair, jogar, fazer o que quiser… E o tempo vai passar mais rápido”, avaliou a madrasta dele, a dona de casa Ana Maria Dias Ferreira, 61 anos. A diretora executiva do Hospital da Criança de Brasília, Valdenize Tiziani, destacou que a ação garante um momento de alento e ajuda a amenizar o período de internação das crianças na unidade hospitalar. “Hoje é um dia muito feliz, estamos aqui comemorando o Dia da Criança, e o Hospital da Criança, como todos sabem, prima pela humanização do atendimento. Muitas vezes esses presentes são um pontinho de luz, um carinho, que vai transformar a jornada do tratamento, que é tão difícil”, definiu. “Nem sei o que dizer… Ela ficou muito feliz”, diz Lucimara Viana Rocha, mãe de Lana Rocha Teixeira, 3 anos, que ganhou uma boneca Minnie Para a presidente do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), Ilda Peliz, o brinquedo recebido pelos pequenos atuará como uma espécie de remédio. “Com certeza é uma dose de medicamento e cura para a criança, porque o brinquedo vai ficar no leito ali com ela”, comentou. Passeata lúdica A iniciativa também esteve na Estrutural, onde a criançada teve a oportunidade de conhecer de perto a Caravana Solidária com os personagens Fofão, Chaves, Chiquinha e Homem Aranha percorrendo as ruas da cidade para entregar cerca de 2 mil brinquedos. O ponto de partida foi no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da Estrutural. Por lá, meninas e meninos acolhidos por 11 instituições assistiram apresentações teatrais, com muita pipoca e picolé. “Quanto mais a população participar, quanto mais doações acontecerem, mais crianças aqui no Distrito Federal receberão brinquedos neste mês de outubro, que é o mês da criança”, diz a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, que entregou, na Estrutural, brinquedos arrecadados pela campanha Vem Brincar Comigo | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Uma das instituições selecionadas para a ação foi a Creche Nova Esperança, localizada no Santa Luzia. A responsável pelo estabelecimento, Marleane Cordeiro, 43 anos, destacou a iniciativa do GDF em levar momentos como esse a crianças em vulnerabilidade. “Hoje é um dia diferente e de muita alegria para todos os alunos. Vivemos em uma realidade em que nem todo pai ou mãe tem condição de dar um brinquedo em uma data comemorativa. Uma festa dessa para várias crianças faz toda a diferença. Às vezes não só pelo brinquedo, mas pelo amor e carinho que ganham das pessoas que participam da ação”, defendeu Marleane Cordeiro. Ana Clara Souza foi uma das crianças que ganharam presente na ação da campanha Vem Brincar Comigo desta terça-feira (8) A pequena Ana Clara Souza, 8, não conseguia conter a emoção. “Quando a tia falou ‘hoje vai ter festinha e vocês vão ganhar presente’ eu fiquei muito animada e ansiosa. Eu vim para brincar muito. Se eu pudesse escolher, pediria uma bicicleta”, disse a garotinha. Participe A campanha segue com doações até 10 de outubro em pontos de coleta distribuídos em diversos órgãos do GDF e nos batalhões do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), para facilitar a participação da população. Nas quatro edições anteriores, foram arrecadados e distribuídos 95 mil itens. “Quanto mais a população participar, quanto mais doações acontecerem, mais crianças aqui no Distrito Federal receberão brinquedos neste mês de outubro, que é o mês da criança”, destacou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. Podem ser doados brinquedos novos ou usados em bom estado. Os usados devem ser higienizados com álcool 70% e colocados em sacos transparentes. Já os novos podem ser mantidos em suas caixas originais.

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Solidariedade marca a doação de milhares de brinquedos no Dia D da campanha Vem Brincar Comigo

Doe brinquedos, crie memórias. Com esse lema, a campanha Vem Brincar Comigo, do Governo do Distrito Federal (GDF), promoveu nesta quinta-feira (3) mais uma edição do Dia D, onde foram arrecadados milhares de brinquedos no Palácio do Buriti para serem doados a crianças em situação de vulnerabilidade. Tradicionalmente, o Dia D, que ocorre em formato Drive Thru, é responsável pela maior arrecadação de toda a campanha, sendo uma data marcada para levar alegria e proporcionar memórias afetivas às crianças atendidas por instituições socioassistenciais. Para este ano, a expectativa era superar os números de 2023, quando foram doados 16 mil brinquedos. E o montante foi batido com a arrecadação de mais de 20 mil itens. Ibaneis Rocha: “Estamos levando alegria para muitas crianças. Serão mais de duas mil atendidas nessa grande mobilização” | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília Durante toda a manhã, centenas de pessoas compareceram ao Palácio do Buriti para entregar os brinquedos e colaborar com a campanha do GDF. Ao falar dela, o governador Ibaneis Rocha reforçou a importância deste trabalho de cunho social. “Estamos levando alegria para muitas crianças. Serão mais de duas mil atendidas nessa grande mobilização. Parabenizo a primeira-dama por esse belo trabalho, e agradecemos a toda a população por entender a importância de campanhas como essa, que certamente chegam aos lares das pessoas mais carentes da nossa cidade”, disse o governador Ibaneis Rocha durante o evento. “Nós temos aqui bairros que são muito pobres, como a Estrutural, Santa Luzia, Sol Nascente/Pôr do Sol e várias outras regiões. Então, precisamos desse olhar voltado para a questão social, que é muito importante para todos nós”, concluiu o chefe do Executivo. Parte do calendário oficial do Distrito Federal, a campanha Vem Brincar Comigo está em sua quinta edição. Idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, e coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a iniciativa tem obtido cada vez mais apoio da sociedade civil e de todo o corpo de governo. “Quem vive hoje uma fase infantil saudável — e saudável que eu digo é de interação social — certamente repercute na vida adulta. É um adulto mais feliz, é um adulto com mais perspectiva de lutar por uma vida melhor” Mayara Noronha Rocha, primeira-dama “O desafio é sempre melhorar o ritmo da campanha. Este ano, nós tivemos grandes parcerias e ações voltadas para crianças e idosos, justamente para lembrar que brincadeira de criança é coisa séria. E é na fase infantil que a gente se prepara para a vida adulta. Então, quem vive hoje uma fase infantil saudável — e saudável que eu digo é de interação social — certamente repercute na vida adulta. É um adulto mais feliz, é um adulto com mais perspectiva de lutar por uma vida melhor”, afirma a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. As doações podem ser feitas até o dia 10 deste mês, em pontos de coleta distribuídos em diversos órgãos do GDF e nos batalhões do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), facilitando a participação da população. Nas quatro edições anteriores, foram arrecadados e distribuídos 95 mil itens. A campanha recebe brinquedos novos e usados em bom estado Podem ser doados itens novos ou usados em bom estado. Os usados devem ser higienizados com álcool 70% e colocados em sacos transparentes. Já os novos podem ser mantidos em suas caixas originais. Uma das gestoras do governo a comparecer ao Drive Thru foi a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Ela levou brinquedos confeccionados por reeducandos e elogiou a campanha. “Vai além de um simples gesto de generosidade, é uma verdadeira transformação na vida de crianças que possivelmente enfrentam desafios diários. Os brinquedos entregues pela Sejus foram cuidadosamente confeccionados na oficina de marcenaria pelos reeducandos, que buscam uma nova vida através do trabalho. Esta oficina não apenas capacita os apenados profissionalmente, mas também oferece a chance de adquirir conhecimentos que os qualificam para o mercado de trabalho, contribuindo para a sua reintegração social”, disse Marcela Passamani. As crianças beneficiadas fazem parte de instituições do DF ou de famílias em situação de vulnerabilidade cadastradas na campanha. Além da arrecadação, a campanha Vem Brincar Comigo oferece momentos de lazer e diversão em grandes pontos turísticos e eventos da cidade. As primeiras ações deste ano ocorreram no Festival Na Praia, com a participação de mais de 1,6 mil crianças de instituições sociais do DF.

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Mais de 600 crianças já participaram da ação da campanha Vem Brincar Comigo no festival Na Praia

“Realmente é um dia muito novo para mim. Me trouxe muita alegria.” Foi assim que o estudante Henrique Daniel Dias Silva, 10 anos, morador do Sol Nascente/Pôr do Sol, definiu a manhã que passou na estrutura do festival Na Praia, no Setor de Clubes Sul, na ação do evento em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da campanha Vem Brincar Comigo. O menino contou que não costuma ter experiências assim em seu dia a dia, com atividades ao ar livre, pé na areia e acesso à piscina. Feliz com a oportunidade, Henrique gostaria que outros garotos e garotas tivessem a mesma chance. “Muitas crianças hoje ficam tristes, com raiva e ansiosas, que não são coisas boas. Mas se elas tivessem a chance de vir aqui, como eu tive, acho que elas realmente iam ficar felizes, como eu fiquei”, afirmou. E esse não é apenas um desejo do menino, mas uma das missões da campanha que já atendeu este ano, até quinta-feira (12), mais de 600 crianças durante o Na Praia Social. A expectativa é alcançar a marca de 1.200 jovens atendidos em 2024, além de 400 idosos que farão o passeio na próxima semana. Em sua quinta edição, a campanha Vem Brincar Comigo arrecada brinquedos para serem doados a crianças em situação de vulnerabilidade social | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Participam da ação crianças de instituições sociais selecionadas pela Chefia Executiva de Políticas Sociais. Os passeios ocorrem durante quatro quintas-feiras nos turnos matutino e vespertino, quando o parque do Na Praia fica aberto apenas para a campanha Vem Brincar Comigo, com ilhas de recreação que envolvem atividades aquáticas, práticas esportivas, arvorismo, ações educativas e oferta de lanche. “A maior intenção da campanha Vem Brincar Comigo é chegar às crianças que não têm condições. As crianças que participam dessas atividades ainda não tiveram a oportunidade de viver esse cenário como algo possível no final de semana, por exemplo. Elas vêm com os amigos de suas instituições e aqui criam memórias. Uma memória que, na fase adulta, se transforma em perspectiva e capacidade cognitiva e emocional”, explicou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, idealizadora da campanha. Os passeios ocorrem durante quatro quintas-feiras nos turnos matutino e vespertino, quando o parque do Na Praia fica aberto apenas para a campanha Vem Brincar Comigo Segundo o diretor de Sustentabilidade do Na Praia, Kallel Koop, o projeto surgiu para democratizar o acesso ao Na Praia, um dos grandes eventos culturais do Distrito Federal. “O Na Praia tem uma preocupação genuína e legítima em deixar um legado duradouro e concreto, devolvendo um pouco para a sociedade de Brasília tudo o que recebemos. Nessa lógica, já recebemos mais de 12 mil crianças nos últimos anos”, comentou. “Preparamos um conteúdo com muito carinho e atenção para que eles possam aproveitar com qualidade e levar uma lembrança positiva. Com isso, acreditamos que conseguimos incentivar boas práticas em projetos comerciais”, completou Koop. Cerca de 70 crianças do Centro Assistencial Maria Carmen Colera (CAC) de Ceilândia, que oferece contraturno a estudantes da rede pública, participaram da ação desta quinta-feira. De acordo com a diretora do CAC, Patrícia Cardoso, a experiência é única. “Eles não têm oportunidade de participar de algo assim todos os dias. Eles saíram de Ceilândia para vir para cá na maior felicidade. Para a gente é muito gratificante ver a alegria deles, porque muitos são menos favorecidos. Então é uma oportunidade única na vida deles, que eles vão guardar na memória para sempre”, afirmou. “Gostei de tudo, de todas as brincadeiras. Quero vir mais vezes”, diz Eloá Cristina Moreira, de 7 anos Para Ana Heloisa Firmino, 9 anos, o passeio foi ainda mais especial, porque ocorreu no dia seguinte ao seu aniversário. “Está sendo muito legal, um dia muito marcante para mim, porque eu nunca tinha vindo para cá e sei que vou lembrar desse dia sempre”, comentou. Entre as atividades, ela disse que as suas preferidas foram a brincadeira com obstáculos e a piscina. A pequena Eloá Cristina Moreira, 7 anos, contou que não vê a hora de poder voltar ao evento. “Gostei de tudo, de todas as brincadeiras. Quero vir mais vezes”, definiu. Arrecadação de brinquedos Em sua quinta edição, a campanha Vem Brincar Comigo arrecada brinquedos para serem doados a crianças em situação de vulnerabilidade social, com o apoio da população e da sociedade civil, para serem distribuídos em eventos com apoio do GDF. A iniciativa faz parte do calendário oficial do DF. Ana Heloisa Firmino, 9 anos: “Está sendo muito legal, um dia muito marcante para mim, porque eu nunca tinha vindo para cá e sei que vou lembrar desse dia sempre” A campanha teve início em 20 de agosto e se estende até 10 de outubro. Os brinquedos poderão ser levados até os pontos de coleta estrategicamente distribuídos em diversos órgãos do GDF e nos batalhões do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). O objetivo é facilitar o acesso e a participação. Nas quatro últimas edições, foram arrecadados e distribuídos 95 mil brinquedos. “A nossa expectativa para este ano é superar o recorde. Estamos aumentando nossa interação com parceiros e a forma de divulgação, para conseguir arrecadar cada vez mais brinquedos. A minha ideia é que a população encare as campanhas como uma participação social e faça disso um hábito constante, e que essas práticas mudem e transformem realidades”, defendeu a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. Também é possível entregar as doações em cinco pontos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU): Museu da Limpeza Urbana (Venâncio Shopping), sede do SLU (Venâncio Shopping), Distrito de Limpeza Sul (L4 Sul, ao lado da Unieuro), Distrito de Limpeza de Taguatinga (Área Especial nº 9, Setor QNG 47) e sede da empresa Suma Brasil (SMPW Conjunto 2 lotes 4, 5, 11 e 12 – Núcleo Bandeirante), prestadora de serviços ao SLU. Podem ser doados brinquedos novos ou usados em bom estado de uso. No caso de itens usados, é importante higienizá-los com álcool 70% e colocá-los em sacos transparentes para identificação. Os brinquedos novos podem ser doados em suas caixas originais. Serão beneficiadas crianças que integram instituições do DF ou fazem parte das famílias em situação de vulnerabilidade cadastradas na campanha.

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Casa da Mulher Brasileira recebe doações da Embaixada dos Estados Unidos

Nesta quarta-feira (11), a Casa da Mulher Brasileira (CMB) em Ceilândia foi palco de um gesto significativo de solidariedade internacional. A embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Elizabeth Frawley Bagley, acompanhada de uma equipe da embaixada, visitou o local para conhecer os programas e projetos desenvolvidos pela Secretaria da Mulher (SMDF) e realizar a entrega de doações arrecadadas para apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade. As doações foram coletadas ao longo de dois meses pela equipe da Embaixada dos Estados Unidos, que, em 27 de julho, organizou um evento específico para angariar os donativos. A iniciativa é uma parceria pioneira entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, marcando um importante passo na colaboração entre as instituições. As doações foram coletadas ao longo de dois meses pela equipe da Embaixada dos Estados Unidos | Fotos: Vinicius de Melo/SMDF A equipe da SMDF recebeu os representantes americanos e conduziu uma visita pelas instalações da Casa da Mulher Brasileira, destacando a relevância desse espaço público para o acolhimento, proteção e promoção dos direitos das mulheres vítimas de violência doméstica. Durante a reunião, os programas e projetos desenvolvidos pela Secretaria também foram amplamente abordados, com ênfase no Programa Acolher Eles e Elas e no Auxílio Aluguel para mulheres em situação de violência. As doações incluíram centenas de itens essenciais, como roupas, sapatos e materiais de higiene pessoal — absorventes, pasta de dente, escovas de dente, sabonetes, shampoo, entre outros. Alimentos não perecíveis, garrafas de água e brinquedos também foram entregues, demonstrando um gesto abrangente de apoio às mulheres atendidas. A Secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a importância da visita e das doações para a continuidade dos serviços prestados às mulheres em situação de risco. “Este apoio é fundamental para que possamos continuar oferecendo acolhimento e suporte às mulheres que enfrentam situações de violência. Essas parcerias são essenciais para o fortalecimento das nossas ações e para a ampliação do impacto dos programas que desenvolvemos, garantindo que mais mulheres tenham acesso a uma vida digna e segura”, afirmou a secretária. As doações incluíram centenas de itens essenciais, como roupas, sapatos e materiais de higiene pessoal Reconhecida pelo atendimento especializado a mulheres em situação de violência no Distrito Federal, a Casa da Mulher Brasileira continua fortalecendo a missão de oferecer acolhimento, orientação e suporte, promovendo a autonomia das mulheres e assegurando seus direitos. A colaboração com a embaixada simboliza um avanço significativo para a ampliação desses serviços, reafirmando o compromisso da SMDF em receber parcerias que contribuam para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Durante a visita, a embaixadora destacou a importância de oferecer suporte não apenas às mulheres, mas também aos filhos das assistidas, reforçando o papel das parcerias na construção de ambientes de acolhimento. A subsecretária de Enfrentamento à Violência, Maíra Castro, responsável pelas unidades de atendimento, também reforçou o valor dessas colaborações. “Parcerias como essa contribuem diretamente para a manutenção de um ambiente seguro e acolhedor para todas as mulheres. Nosso trabalho é contínuo, e estamos empenhados em, juntos, construir um futuro mais seguro e acolhedor para nossas mulheres”, concluiu. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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Zoo recebe brinquedos para campanha Vem Brincar Comigo 2024

O Zoológico de Brasília se tornou um ponto oficial de arrecadação de brinquedos para a campanha Vem Brincar Comigo 2024, uma iniciativa idealizada pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, e coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais. A ação tem como objetivo arrecadar brinquedos novos ou usados em bom estado, que serão destinados a crianças em situação de vulnerabilidade atendidas por instituições cadastradas e administrações regionais. O zoológico receberá as doações até 2 de outubro. A ação tem como objetivo arrecadar brinquedos novos ou usados em bom estado, que serão destinados a crianças em situação de vulnerabilidade | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A campanha busca mobilizar a sociedade para contribuir com a alegria das crianças, especialmente no Dia das Crianças, proporcionando momentos de felicidade e esperança. “Acreditamos no poder transformador da solidariedade. Participar de uma ação como essa, que leva sorrisos para tantas crianças, é uma honra para o Zoológico de Brasília”, destaca o diretor-presidente do zoológico, Wallison Couto. As doações podem ser entregues diretamente na portaria do Zoológico de Brasília durante o horário de funcionamento, das 8h30 às 17h. O diretor-presidente convida a população a participar e reforça a importância da campanha: “Cada brinquedo doado representa um momento de alegria para uma criança e um passo a mais para uma sociedade mais justa e acolhedora.” *Com informações do Zoológico de Brasília

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Unidades do SLU recebem brinquedos e livros para a campanha Vem Brincar Comigo 2024

A arrecadação de brinquedos e livros infantis para a edição 2024 da campanha Vem Brincar Comigo começou no Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Até 10 de outubro, a autarquia oferecerá cinco pontos de coleta: Museu da Limpeza Urbana (Venâncio Shopping), sede do SLU (Venâncio Shopping), Distrito de Limpeza Sul (L4 Sul, ao lado da Unieuro), Distrito de Limpeza de Taguatinga (Área Especial nº 9, Setor QNG 47) e sede da empresa Suma Brasil (SMPW Conjunto 2 lotes 4, 5, 11 e 12 – Núcleo Bandeirante), prestadora de serviços ao SLU. Idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, e coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a iniciativa consiste na arrecadação de brinquedos para fazer um Dia da Criança mais feliz para crianças do DF em situação de vulnerabilidade social. Podem ser doados brinquedos novos ou usados em bom estado de uso. É importante higienizar os itens usados com álcool 70% e colocá-los em sacos transparentes para identificação. Os brinquedos novos podem ser doados nas próprias caixas. Podem ser doados brinquedos novos nas próprias caixas ou usados em bom estado de uso desde que higienizados e acondicionados em sacolas transparentes | Foto: Divulgação/ SLU O diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso de Carvalho, destacou a importância da iniciativa. “Ações como esta mostram o valor da solidariedade, de olharmos para o outro com empatia. A doação de brinquedos parece ser algo simples, mas é muito significativa para as crianças, em especial as mais carentes. Sabendo da importância desta campanha, além da colaboração da população em geral, contamos com o engajamento dos servidores da nossa autarquia para participarem dessa ação tão gratificante”, disse. Além dos pontos de coleta em unidades do SLU, os produtos podem ser levados até os pontos de coleta estrategicamente distribuídos em diversos órgãos do GDF e nos batalhões do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Serão beneficiadas crianças que integram instituições do DF ou fazem parte das famílias em situação de vulnerabilidade cadastradas na campanha. *Com informações do SLU

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