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Água Quente

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Transporte coletivo terá mais viagens nas linhas de Água Quente

Os passageiros do transporte público coletivo da região administrativa de Água Quente poderão contar com 12 novas viagens nas linhas 206.8 e 825.1, a partir desta segunda-feira (17). As alterações nas linhas atendem às demandas apresentadas em audiência pública, cuja participação dos moradores e das lideranças da região foram fundamentais. Os passageiros podem utilizar o aplicativo para conferir as informações sobre as rotas, a localização dos ônibus e o tempo de espera nas paradas, além de receber alertas sobre as mudanças do trajeto, os bloqueios nas vias e as ocorrências no trânsito que afetam as linhas. As alterações nas linhas atendem às demandas apresentadas em audiência pública | Foto: Divulgação Serviço Linha 206.8 – Água Quente/Taguatinga Centro (BR-060 – Pistão Sul) ⇒ Sábado: a quantidade de viagens atuais será ampliada de 4 para 9 partidas. Novos horários (saindo de Água Quente): 6h42, 8h06, 9h30, 10h42, 11h55, 13h37, 15h20, 17h02 e 18h40. ⇒ Domingo: a quantidade de viagens atuais será ampliada de 4 para 10 partidas. Novos horários (saindo de Água Quente): 6h42, 8h10, 9h17, 10h25, 11h38, 12h52, 14h06, 15h20, 17h02 e 19h05. Linha 825.1 – Água Quente/Rodoviária do Plano Piloto (BR-060 – EPNB) ⇒ Dias úteis: sentido volta (saindo da Rodoviária do Plano Piloto) será criado o novo horário de viagem saindo às 18h30.

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Feira do Trabalho e do Campo chega a Água Quente nesta terça-feira (12) com atividades gratuitas

Emprego, oportunidade e capacitação na porta de casa. A população de Água Quente terá tudo isso a partir desta terça-feira (12), quando a Feira do Trabalho e do Campo, em sua 11ª edição, chega à cidade. A estrutura fica montada no Quadradão em frente à Administração Regional até o próximo domingo (17). A programação é gratuita e inclui palestras, oficinas e apresentações culturais, além de feira e exposição de produtos rurais e de artesanato. Durante a semana, as atividades ocorrem das 13h às 21h. Já no fim de semana, das 9h às 17h. O evento é promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), em parceria com o Instituto Acolher DF e apoio da Administração Regional de Água Quente. "A Feira do Trabalho e do Campo atua diretamente na dinamização da economia local ao reunir, em um mesmo espaço, oportunidades de emprego, qualificação profissional, acesso a crédito, incentivo ao empreendedorismo e valorização da produção rural e artesanal da região", destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. "Quando levamos esse tipo de ação para uma comunidade como Água Quente, fortalecemos a circulação de renda local, aproximamos trabalhadores de empregadores, ampliamos a visibilidade de pequenos produtores e comerciantes e criamos um ambiente favorável para novos negócios", acrescentou o titular da Sedet. A estrutura fica montada no Quadradão em frente à Administração Regional até o próximo domingo (17) | Foto: Divulgação/Sedet-DF Entre as opções de oficinas, estão "educação financeira e finanças pessoais" e "autogestão no trabalho". Já entre as palestras, destaque para "empreender é resistir", ministrada por Thaís Reis. A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do Instituto Acolher DF. Esta é a 11ª edição da Feira do Trabalho e do Campo. Após as edições, a Sedet segue acompanhando os dados — como o número de atendimentos, vagas ofertadas e encaminhamentos para processos seletivos —, a fim de mensurar os resultados do evento. E, conforme o secretário, tem sido possível observar "o engajamento da comunidade e o retorno dos parceiros envolvidos". "Chegar à 11ª edição demonstra que a Feira do Trabalho e do Campo se consolidou como uma política pública relevante e necessária para o Distrito Federal. Mais do que um evento, ela representa a presença do Estado nos territórios, levando oportunidades concretas para quem mais precisa. O DF possui realidades econômicas muito diversas, e ações itinerantes como essa reduzem desigualdades de acesso a serviços, emprego e capacitação", arrematou Thales Mendes.

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Nova edição da Feira do Trabalho e do Campo ocorre em Água Quente

A região de Água Quente vira palco da Feira do Trabalho e do Campo. Entre os dias 12 e 17 de maio, a Região Administrativa Água Quente, no Distrito Federal, receberá a iniciativa voltada para o fortalecimento da economia solidária, da agricultura familiar, do empreendedorismo e da geração de renda local. O evento será realizado no Quadradão em frente à Administração Regional de Água Quente, com programação gratuita reunindo palestras, oficinas, feira de produtos rurais e artesanato, além de exposição de produtos. A programação inclui oficinas voltadas para formação e desenvolvimento de negócios, como Negócio com Alma, Educação Financeira e Finanças Pessoais do Negócio, Biojoias, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Cooperar é Mais que Somar e Autogestão no Trabalho. Entre as palestras confirmadas estão “Empreender é Resistir” e “O Futuro do Trabalho é Coletivo”. No sábado (16), a programação prevê a entrega de certificados, das 10h às 11h45, seguida por apresentações artísticas, das 12h às 15h, ampliando o caráter cultural e formativo da feira. A realização é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF), do Instituto Acolher DF, com apoio da Administração Regional de Água Quente. Segundo os organizadores, a proposta é aproximar a comunidade de oportunidades de capacitação, incentivo ao empreendedorismo e valorização da produção local. A programação completa pode ser acompanhada pelo Instagram @instituto_acolherdf. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF)

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Menos de 40 dias após operação, DF Legal volta a demolir obras em Água Quente

A Secretaria DF Legal realizou, nesta segunda-feira (6), uma operação para coibir o reinício de um parcelamento irregular de área pública próximo a um córrego em Água Quente. O local havia sido alvo de ação da pasta em fevereiro deste ano, mas, ainda assim, diversas construções já estavam novamente em andamento. A tentativa dos ocupantes era de estabelecer um condomínio irregular na região. Ainda na época da primeira operação, a área já possuía uma guarita e muros para delimitar lotes, além de construções que eram feitas por cima de nascentes. Na oportunidade, duas edificações desabitadas, duas bases de concreto, 150 metros de muro de alvenaria e 300 metros de cerca foram removidos. Agora, menos de 40 dias após a operação, a DF Legal voltou ao ponto por ter identificado a continuidade da abertura de vias, reinício de construções e demarcações de lotes. A tentativa dos ocupantes era de estabelecer um condomínio irregular na região | Foto: Divulgação/DF Legal Desta vez, foram demolidas seis estruturas em alvenaria, removidos cerca de dois quilômetros de cercamento e derrubados 11 postes de concreto que serviam para conduzir rede elétrica clandestina ao local. Foco nos parcelamentos iniciais O monitoramento constante de todo o território do Distrito Federal tem sido fator determinante para que a DF Legal atue cada vez mais em parcelamentos irregulares na fase inicial. O trabalho de coibir a expansão de condomínios e parcelamentos na fase inicial tem sido cada vez mais aprimorado nas ações de Pronto Emprego da DF Legal, que utiliza tecnologia avançada, como drones, imagens de satélite e sistemas Sisdia e Terrageo no monitoramento do território. Entre janeiro e fevereiro, a DF Legal realizou 84 operações em todo o Distrito Federal para coibir ocupações irregulares.   *Com informações da DF Legal

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GDF investiu R$ 7,4 milhões em recuperação de quase 10 mil km de estradas rurais nos últimos anos

Nos últimos anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou as ações de manutenção e recuperação de estradas rurais. Entre 2019 e 2026, foram recuperados cerca de 9,5 mil quilômetros de vias em diferentes regiões do campo, com investimento superior a R$ 7,4 milhões. As intervenções buscaram aprimorar as condições de deslocamento, facilitar o escoamento da produção agrícola e ampliar a segurança nas áreas rurais. Secretarias, administrações regionais e outros órgãos importantes do GDF investem na manutenção das estradas rurais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As ações de manutenção das estradas rurais envolvem diversos órgãos do GDF, como as secretarias de Governo (Segov-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), bem como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), administrações regionais e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). De acordo com o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o trabalho é permanente e busca ampliar a infraestrutura definitiva em pontos estratégicos. “Em um período de muitas chuvas, naturalmente as estradas rurais sofrem muito”, aponta. “Cada vez que o governo entra com uma infraestrutura definitiva, amplia a economia, reduz o desperdício da produção e melhora a qualidade de vida das pessoas que vivem no campo”. Crescimento 1.700 km Total de estradas rurais do DF recuperadas em 2025 Os números mostram uma evolução gradual no volume de serviços ao longo dos anos. Em 2019, foram recuperados 1.144 quilômetros de estradas. A soma subiu para 1.320 km em 2020 e foi de 1.245 km em 2021. Em 2022, foram 1.054 km recuperados, incluindo 64 km dentro do programa Porteira para Dentro, voltado a vias internas das propriedades rurais. Em 2023, o total passou para 1.278 km, sendo 227 km pelo mesmo programa. O maior volume foi registrado em 2024, com 1.802 km de estradas coletivas recuperadas e 232 km dentro das propriedades. Já em 2025, foram 1.700 km recuperados, incluindo 248 km do Porteira para Dentro. Além da manutenção das vias, o GDF também executou obras de drenagem e estruturação das estradas rurais. Nos sete anos, foram construídos 2.350 peitos de pombo — estruturas que ajudam a direcionar a água da chuva —, além de 990 novos bolsões de drenagem e a recuperação de outros 115. Impacto real A comunidade rural do Distrito Federal reúne mais de 50 mil pessoas que vivem e trabalham no campo. De acordo com o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Rafael Bueno, as estradas rurais são fundamentais para garantir a conexão entre os produtores e os centros de comercialização. “As estradas rurais são importantes canais de escoamento e interligação entre o produtor rural, a cidade e as escolas”, enfatiza Rafael Bueno. “Quando fazemos esse trabalho de manutenção, garantimos a trafegabilidade para que aquilo que foi produzido com tanto esforço chegue em perfeitas condições ao consumidor final.” O secretário lembra que o trabalho também contribui para o transporte escolar e para reduzir o tempo de deslocamento dos moradores da zona rural. Didárcio Barros, produtor rural em Água Quente, comemora a ação do GDF: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília O resultado de todo esse investimento aparece na rotina de quem vive e trabalha no campo. Produtor rural na região de Água Quente, Didárcio Milhomens Barros, de 68 anos, relata que a melhoria das condições das vias reduziu prejuízos e facilitou a logística da produção de aves. “Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Agora está muito melhor para transitar”  Jurandi Silva, produtor do Incra 9 “A recuperação dessas estradas impacta muito, porque a infraestrutura para nós é essencial”, afirma. “Nessa granja, entra carreta o tempo todo; a cada 60 dias, entram 48 carretas só para pegar os frangos, fora os caminhões de ração que chegam todos os dias. Se não tiver estrada, a gente sofre, como estávamos sofrendo antes das intervenções.” Ele lembra que o período de chuvas provocava danos frequentes: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Eram caminhões derrapando e atolando, daí a gente tinha que puxar com trator. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo”. Também produtor rural na região do Incra 9, Jurandi Barroso da Silva, 59, reforça a importância da recuperação das estradas para o escoamento da produção e o acesso de clientes às propriedades: “Quando a estrada está ruim, alguns clientes não vêm. A gente acaba perdendo venda ou tem que arrumar outro transporte para levar a mercadoria. Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Aqui passa ônibus escolar. Quando a estrada está ruim, ele atola e as crianças não conseguem ir para a escola. Agora está muito melhor para transitar”. Preservação ambiental [LEIA_TAMBEM]Além da manutenção tradicional, o GDF passou a adotar novas metodologias na recuperação das estradas. Entre elas está o uso de Resíduo da Construção Civil (RCC) e cascalho obtido com autorização ambiental, transformado em material de base para reforçar o solo das vias rurais. O coordenador da área rural do programa GDF Presente, William Lima da Silva, aponta que a prioridade é garantir vias seguras para moradores, estudantes e produtores. “Esse material ajuda a dar mais estabilidade para a estrada e melhorar a segurança viária”, avalia. “A prioridade é o caminho da escola, o escoamento da produção rural e o deslocamento dos moradores”. Na região de Água Quente, exemplifica ele, cerca de 10 a 15 quilômetros de vias receberam intervenções recentes. Outro ponto importante é o sistema de drenagem. Em vez de apenas nivelar o terreno, as equipes passaram a construir estruturas que direcionam a água da chuva para bolsões laterais. “Hoje há um trabalho para retirar essa água da estrada por meio de peitos de pombo e bolsões”, esclarece o secretário de Agricultura. “Essa água infiltra no solo, ajuda a recarregar o lençol freático e ainda aumenta o tempo entre uma manutenção e outra”. Caminho das Escolas Paralelamente à recuperação das estradas de terra, o GDF também investe na pavimentação de trechos estratégicos por meio do programa Caminho das Escolas. Entre 2019 e o início de 2026, foram recuperados ou pavimentados em torno de 52 quilômetros de vias, com investimento de cerca de R$ 69,7 milhões. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores” Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, reforça que a iniciativa reflete diretamente no acesso dos estudantes às escolas. “O programa Caminho das Escolas é de suma importância por seu impacto social”, valoriza. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores”, ressalta. Para o secretário-executivo da Seagri-DF, Pedro Paulo Gama, as ações vão além da mobilidade e têm papel estratégico no desenvolvimento do campo. “A correta manutenção das estradas rurais é muito importante na vida do produtor rural, não só para o trânsito das pessoas e transporte escolar, mas também para o escoamento da produção, evitando desperdício de mercadoria e prejuízos com veículos”, reforça. “A atuação conjunta entre os órgãos permite uma resposta mais ampla às demandas dos inúmeros núcleos rurais do DF”.  

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Criação de quatro novas RAs em sete anos levou infraestrutura, serviços e dignidade a mais de 200 mil brasilienses

Filha de pais analfabetos, Margarida Minervina, 53 anos, saiu de São Julião — cidade piauiense com pouco mais de 6 mil habitantes, 400 km distante da capital, Teresina — para, segundo ela, “romper o ciclo do analfabetismo”. No Distrito Federal, ela não só conseguiu, como foi responsável por ajudar na educação de mais de 2,5 mil crianças e adolescentes, por meio da Associação Despertar Sabedoria no Sol Nascente. Mas o caminho não foi fácil. Em 2001, quando chegou à área onde iniciou o projeto, a pedagoga encontrou um cenário parecido ao que deixou para trás. “Todo mundo dizia que a gente era louco de estar nesse lugar que só tinha mato e muriçoca. Não tinha água, não tinha luz. O primeiro dia que eu dormi aqui com meus três filhos, a gente se embrulhou no lençol e deixou só o olho de fora, senão os pernilongos carregavam”, lembra. Passados 25 anos, o Sol Nascente/Pôr do Sol, hoje, tem administração regional própria. Com isso, as mudanças foram tão significativas quanto as que Margarida viveu e as que propiciou aos estudantes assistidos pelo projeto. “A diferença é muito grande. Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença. Você pode sair da sua casa, ir caminhando pegar um ônibus e não chegar com o tênis todo cheio de lama”, relata. “Tenho muito orgulho de dizer que sou moradora do Sol Nascente. Vivo aqui há 25 anos e nunca deixei de dizer que amo a minha cidade e que agradeço cada momento que passei aqui e cada infraestrutura que chegou: cada poste, cada pedaço de asfalto, cada escola”, acrescenta. Moradora do Sol Nascente há 25 anos, Margarida Minervina se surpreende com a transformação da região administrativa: "Você tem asfalto, tem rede de internet, pode escolher qual internet vai colocar, tem água, tem luz, tem uma infraestrutura, você vê a diferença" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Investimentos De 2019 para cá, o DF ganhou quatro novas regiões administrativas. O Sol Nascente/Pôr do Sol foi a primeira, em 14 de agosto de 2019. Pouco mais de um mês depois, foi a vez de Arniqueira, em 1º de outubro do mesmo ano. Em 21 de dezembro de 2022, vieram as outras duas: Arapoanga e Água Quente. Para que essas áreas pudessem ganhar administrações regionais próprias, foram feitos estudos sobre a situação legal dos terrenos, a distância para o centro da região a que elas estavam originalmente ligadas e o tamanho da população residente. Atualmente, as quatro somam, segundo estimativas, 213.402 moradores, sendo 30 mil em Água Quente, 47.336 em Arapoanga, 45 mil em Arniqueira, e 91.066 no Sol Nascente/Pôr do Sol. O Distrito Federal ganhou quatro novas regiões administrativas nos últimos sete anos: Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira, Arapoanga e Água Quente| Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com a oficialização como RA, vêm os investimentos. Ao todo, as novas regiões receberam mais de R$ 568 milhões destinados a obras e serviços já concluídos ou em andamento. Dos mais simples — como reforma de praças e instalação de luminárias e pontos de ônibus — aos mais complexos — pavimentação de vias, construção de calçadas e de redes para escoamento de água da chuva, e criação de unidades de saúde, delegacias, escolas e creches. Só para citar alguns exemplos, o Sol Nascente/Pôr do Sol ganhou uma rodoviária. Estão em andamento as construções de um Centro Educacional (CED) na Colônia Agrícola Vereda Grande, em Arniqueira, e de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Água Quente. E Arapoanga, em breve, terá um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), que está em fase de licitação. "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população de uma maneira mais próxima. O serviço público tem que chegar a ela com mais rapidez, com mais condições de atender essas pessoas dentro das suas necessidades. Elas precisam ter condição de ir e vir, de estudar, de ter saúde, de ter uma assistência social, de ter mais segurança, bem como um desenvolvimento econômico para que o emprego também seja gerado ali naquele local, para diminuir a mobilidade urbana", aponta o ex-secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. José Humberto Pires de Araújo: "Você faz um perfil de toda a comunidade que está ali, levanta todas as necessidades e faz um planejamento urbanístico, como uma cidade nova, para atender às necessidades daquela população" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Proximidade Além de colocar os serviços mais próximos do cidadão, a criação de uma administração regional, na avaliação do ex-secretário, abre mais um canal de comunicação dos moradores com o governo. “Você coloca ali uma estrutura de pessoas com condições de pensar a cidade. À medida que você coloca uma sede de uma administração e dota ela de profissionais para poder pensar a cidade, para planejar a cidade, a população incorpora isso como uma coisa muito positiva, porque ela tem onde conversar, para onde recorrer, para onde fluir com as suas demandas e vice-versa. Então esse é um aspecto extremamente relevante.” E essa é exatamente a sensação da agente de saúde Francisca Maria de Almeida, 63. Como ela mesmo define, quando chegou à área que depois viria a ser Água Quente, há 28 anos, "não tinha praticamente nada" e os moradores eram dependentes do Recanto das Emas, cujo centro está a mais de 20 km da região: "A gente era o quintal de lá". Francisca Maria de Almeida, moradora de Água Quente: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Com o tempo — e a oficialização como região administrativa —, vieram os serviços públicos e a infraestrutura de uma cidade. "Mudou tanta coisa que você nem imagina. Nós não tínhamos sinalização, hoje em dia temos em cada quadra. O SLU [Serviço de Limpeza Urbana] está direto aqui, tem as creches, colégio, tem ônibus e iluminação em local que não tinha", elenca. Mas o principal para dona Francisca é um ponto que resume — e por si só justifica — a necessidade da criação de uma região administrativa: "Agora o governo sabe que a gente existe. Que nós estamos aqui, que somos uma cidade. E isso é a melhor coisa".

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Água Quente recebe Ação Comunitária com serviços públicos e atividades para famílias neste sábado (14)

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) promove, no próximo sábado (14), mais uma edição da Ação Comunitária em comemoração ao Mês da Mulher. O evento será em Água Quente, das 9h às 13h, em frente à administração regional, levando serviços gratuitos, orientações e atividades de lazer para a população. A iniciativa dá continuidade à programação especial dedicada ao Mês da Mulher e tem como objetivo aproximar os serviços públicos da comunidade, facilitando o acesso da população a atendimentos essenciais nas áreas de saúde, cidadania, assistência social e orientação profissional. Próxima edição da Ação Comunitária será neste sábado (14), das 9h às 13h, em frente à Administração Regional de Água Quente | Foto: Divulgação/Seac-DF Durante a ação, os moradores poderão contar com diversos serviços oferecidos por órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e instituições parceiras. A Secretaria de Saúde (SES-DF) vai disponibilizar vacinação, kits de saúde bucal e aferição de pressão arterial. A Caesb participará com uma unidade móvel de água potável para atendimento à população. A Polícia Civil (PCDF) estará presente emitindo carteiras de identidade. O Detran-DF promoverá uma campanha educativa, além de apresentar teatro infantil com brindes educativos e realizar o controle do trânsito nas vias próximas ao evento para garantir a segurança dos participantes. Já o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) levará exposição de viaturas e atividades do projeto Bombeiro nas Quadras, com orientações sobre prevenção de acidentes, combate a incêndios e noções de primeiros socorros. [LEIA_TAMBEM]A programação também contará com atendimentos do Sesc-DF, que oferecerá consultas e orientações especializadas aos participantes. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) estará presente com serviços voltados à proteção social da população em situação de vulnerabilidade. E a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) prestará atendimento jurídico por meio de unidade móvel. A ação também conta com o apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), responsável pela organização e limpeza da área antes e após o evento, e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), com orientações voltadas à empregabilidade. Além dos atendimentos institucionais, a ação contará com uma programação voltada às famílias, com brinquedos infláveis, algodão-doce e pipoca para as crianças, proporcionando um momento de integração e lazer para a comunidade. Segundo a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, a iniciativa reforça o compromisso do governo em levar os serviços públicos diretamente à população. “A Ação Comunitária é uma forma de aproximar o governo das pessoas e garantir que os serviços cheguem a quem mais precisa. Neste mês especial, dedicado às mulheres, buscamos oferecer um espaço de cuidado, informação e cidadania para toda a comunidade”, destacou. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)

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Últimos blocos pós-carnavalescos agitam quatro cidades do Distrito Federal

A programação do DF Folia 2026 está chegando ao fim. Neste último final de semana de folia, blocos vão movimentar as ruas de Água Quente, Ceilândia, Planaltina e Plano Piloto.   “Chegamos ao último fim de semana do DF Folia celebrando um Carnaval que comprovou a força da descentralização, das ações democráticas e da grande participação comunitária”, comemora o coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão.  O bloco Maria Vai cas Outras é uma das atrações do pós-Carnaval deste fim de semana | Foto: Divulgação/Secec-DF Neste sábado (28), na mais nova região administrativa do DF, Água Quente, vai ter Samba Quente em frente à administração da cidade, na Quadra 1 do Condomínio Dom Francisco. A programação começa às 18h e conta com Gleison Rodrigo, Figura, Elas que Toquem e DJ Drigo.  No centro de Brasília, no Museu Nacional da República, o Canteiro do Samba vai levar a batucada ao público a partir das 17h, com Nó Cego, Banda Maria Vai Casoutras, Samba Nosso, Bloco Eduardo e Mônica, Macetada Pagodão e Elas que Toquem. O ingresso, gratuito, deve ser retirado na plataforma Sympla.  “Encerrar o DF Folia com atividades espalhadas por diferentes regiões administrativas mostra que a política cultural do Distrito Federal está comprometida com a descentralização e com o acesso democrático”   Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF No domingo (1º/3), a festa também começa às 17h em Planaltina, Ceilândia e Asa Sul. Em Planaltina, o Carnaval Delas estará na Praça São Sebastião, com Asé Dudu, DJ Cri$tyle, DJ Ana Ximenes e performances artísticas de poesia e drag queens. Na Praça do Cidadão, em Ceilândia, a folia começa às 15h, no Carnaflash. A programação conta com as companhias de dança Eletro Rock, Bad Boy, Over Boys, Moviment XXI, Ballet Dance e Comunidança. “Encerrar o DF Folia com atividades espalhadas por diferentes regiões administrativas mostra que a política cultural do Distrito Federal está comprometida com a descentralização e com o acesso democrático”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.  [LEIA_TAMBEM]Confira, abaixo, a programação.  Sábado (28) Samba Quente — DF 280, Quadra 1, Condomínio Don Francisco (estacionamento em frente à Administração Regional de Água Quente), Água Quente → 18h15: Abertura com DJ → 19h: Elas que Toquem → 19h30: Gleison Rodrigo → 20h15: DJ Drigo → 20h30: Samba de Gafieira, com Sidney e Raabe → 20h45: Zamir → 21h: Figura → 21h30: DJ Drigo Canteiro do Samba/ Maratona da Ressaca — Museu Nacional, Plano Piloto → Das 17h à 1h Nó Cego Maria Vai cas Outras Bloco Eduardo e Mônica Elas que Toquem Samba Nosso Domingo (1º/3) Carnaval Delas — Praça São Sebastião, Planaltina → 15h: Abertura com DJ Nilma Naiz/ Mulher 50+ → 17h40: Poesia e arte drag com Etcétera Vibes, Lady Raio Lazer e Raquel Ely → 19h: Asé Dudu → 19h40: DJ Cri$tyle → 20h25: Grupo musical convidado → 21h10: DJ Ana Ximenes Carnaflash — Praça do Cidadão, Ceilândia → 15h: DJ B.A → 16h: DJ Duda Master → 18h: Eletro Rock → 18h30: Bad Boy → 19h: Over Boys → 19h30: Moviment XXI → 20h: Ballet Dance → 20h30: Comunidança-DF → 21h: DJ Júlio Cesar → 21h40: DJ Gil Santiago   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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