Conselho aprova proposta que atualiza regras de governança no GDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Membros do Conselho de Governança Pública do Distrito Federal (CGov) e representantes de órgãos estratégicos do GDF se reuniram nesta segunda-feira (28) para discutir iniciativas voltadas à governança pública no Distrito Federal. Durante a 33ª Reunião do Conselho foram debatidos temas estratégicos relacionados ao aprimoramento das práticas de governança na administração pública distrital. O encontro contou com a participação de representantes das secretarias de Saúde, Educação, Segurança Pública, Economia, Governança Digital e Integração e Casa Civil, além de membros da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). A proposta do novo decreto de governança pública do Distrito Federal consolida e atualiza a política de governança aplicável aos órgãos e entidades da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo. O texto fortalece a integração entre liderança, estratégia e controle, estabelece princípios como transparência, integridade, prestação de contas e processos de monitoramento. O novo decreto também reafirma o papel do Conselho de Governança Pública (CGov) e dos Comitês Internos de Governança (CIGs), ampliando suas competências no acompanhamento da estratégia institucional, da gestão de riscos, dos programas de integridade e da evolução da maturidade em governança. A proposta do novo decreto de governança pública do Distrito Federal consolida e atualiza a política de governança aplicável aos órgãos e entidades da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo | Foto: Divulgação/CDGF A proposta ainda reúne em um único normativo temas considerados essenciais para a administração pública moderna, como gestão estratégica, gestão de riscos, controles internos, gestão de processos organizacionais, integridade pública, transparência e prestação de contas. Entre as medidas previstas estão a obrigatoriedade de programas de integridade, a publicação de informações de governança nos portais institucionais, o monitoramento contínuo das práticas de governança e a elaboração anual de relatórios de governança pelos órgãos e entidades. O objetivo é fortalecer a capacidade institucional do GDF, aprimorar a tomada de decisão baseada em evidências e riscos e ampliar a geração de valor público para a sociedade. Informes gerais O Conselho recebeu atualizações sobre a aplicação do Modelo Distrital de Maturidade em Governança Pública (MDM – Governança Pública). A iniciativa contou com a participação de 85 órgãos e entidades do Governo do Distrito Federal, ampliando o alcance do diagnóstico destinado a avaliar e fortalecer as práticas de governança nos órgãos da administração pública distrital. Também foram apresentados os próximos passos da etapa de avaliação em pares, que continuará até 20 de outubro. A fase integra o processo de análise do modelo e busca contribuir para o aprimoramento das práticas institucionais de governança e para o compartilhamento de experiências entre os órgãos participantes. O colegiado recebeu ainda informações sobre o lançamento oficial do curso de Educação a Distância (EAD) Governança para Lideranças, programado para 26 de outubro, no auditório da Escola de Governo (Egov). *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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Conselho de Governança destaca avanços das administrações regionais
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Membros do Conselho de Governança Pública do Distrito Federal (CGov) e representantes de órgãos estratégicos do GDF se reuniram, no dia 1º de julho, para analisar os resultados da segunda rodada de aplicação do Índice de Maturidade dos Comitês Internos de Governança (IMCig) e acompanhar a execução do plano de ação para 2026. Durante a 30ª reunião do conselho, foram apresentados avanços na atuação dos comitês internos de governança, dos órgãos, das entidades do GDF e das administrações regionais, com destaque para o fortalecimento das práticas de governança, o aumento do engajamento institucional e a consolidação de mecanismos voltados ao planejamento, monitoramento e transparência das ações. O colegiado também acompanhou a Agenda Estratégica CGov 2026, debatendo iniciativas relacionadas ao alinhamento com os órgãos de controle, à capacitação de lideranças, à gestão de riscos e integridade, aos indicadores de governança e à conformidade da atuação do conselho. As ações integram o esforço contínuo do Governo do Distrito Federal para fortalecer a governança pública, aprimorar a tomada de decisão e promover maior eficiência na administração pública. Estiveram presentes representantes das secretarias de Saúde, de Governo, de Educação, de Segurança Pública e de Economia e da Casa Civil, membros da Controladoria-Geral do Distrito Federal. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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Painel de Ouvidoria do DF ganha novo visual e amplia acesso a dados sobre serviços públicos
A transparência sobre o que a população pensa dos serviços públicos do Distrito Federal ficou mais acessível. A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) lançou uma nova versão do Painel de Ouvidoria, ferramenta que reúne informações sobre as manifestações registradas pelos cidadãos junto aos órgãos e entidades do GDF. A atualização trouxe mudanças visuais e funcionais que tornam a navegação mais simples e intuitiva. O objetivo é facilitar o acesso aos dados tanto para gestores públicos quanto para jornalistas, pesquisadores, órgãos de controle e cidadãos interessados em acompanhar o desempenho dos serviços públicos. A plataforma já permitia consultar informações por período, tipo de manifestação, assunto e órgão responsável. Agora, o painel passa a oferecer novos recursos que ampliam a compreensão dos dados e ajudam a identificar tendências, demandas recorrentes e oportunidades de melhoria na prestação dos serviços públicos. O painel também conta com um ranking dos órgãos mais demandados pela população, permitindo visualizar quais instituições concentram maior volume de registros e acompanhar o comportamento das manifestações ao longo do tempo, e destaca os temas mais recorrentes nas ouvidorias do Distrito Federal, oferecendo uma visão mais clara sobre os assuntos que mobilizam os cidadãos e exigem maior atenção da administração pública. A atualização trouxe mudanças visuais e funcionais que tornam a navegação mais simples e intuitiva | Foto: Divulgação/CGDF Outro avanço foi a inclusão de um glossário de termos, criado para facilitar a interpretação das informações. A ferramenta explica conceitos utilizados na gestão de ouvidorias e detalha a classificação dos registros, contribuindo para que qualquer usuário consiga compreender os dados sem necessidade de conhecimento técnico prévio. Para a Ouvidoria-Geral do Distrito Federal, que coordena a rede de ouvidorias do GDF, a iniciativa reforça o compromisso com a transparência ativa e com a democratização da informação pública. “Mais do que disponibilizar números, o novo painel busca transformar dados em conhecimento acessível, permitindo que a população acompanhe as demandas apresentadas ao governo e compreenda melhor como funciona o relacionamento entre o cidadão e a administração pública”, afirma a ouvidora-geral do DF, Daniela Pacheco. Além de apoiar o controle social, a ferramenta também auxilia gestores na tomada de decisão. A análise dos registros permite identificar gargalos, mapear demandas recorrentes e direcionar ações para aprimorar políticas públicas e serviços oferecidos à população. A reformulação faz parte do processo contínuo de modernização dos instrumentos de transparência do Governo do Distrito Federal, que tem investido na ampliação do acesso à informação e no fortalecimento da participação cidadã por meio de soluções digitais. Como acessar O Painel de Ouvidoria está disponível ao público de forma gratuita e pode ser acessado diretamente pela internet em https://www.painel.ouv.df.gov.br/. A ferramenta permite consultas personalizadas e apresenta dados atualizados sobre as manifestações registradas nos canais oficiais de ouvidoria do Governo do Distrito Federal. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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Guia ajuda a identificar situações de assédio no ambiente de trabalho
O assédio no ambiente de trabalho costuma ser associado a situações em que chefes abusam da autoridade contra subordinados. No entanto, existe uma outra forma de violência no trabalho que também merece atenção: o assédio ascendente, que se caracteriza quando servidores ou equipes criam um ambiente hostil para sabotar ou desrespeitar, de forma frequente, quem ocupa cargos de liderança. O material do Guia de Prevenção e Combate ao Assédio na Administração Pública do Distrito Federal, elaborado pela Comissão de Prevenção e Combate ao Assédio (CPCA), presidida pela Controladoria-Geral do DF (CGDF), destaca que o assédio não acontece apenas “de cima para baixo”. Segundo o guia, o assédio vertical ascendente ocorre quando subordinados criam um ambiente hostil para o gestor ou gestora, utilizando práticas repetitivas de desqualificação, isolamento ou sabotagem. Outros exemplos são boicote a instruções da chefia, difamações, piadas internas, exclusão deliberada e atrasos provocados deliberadamente para comprometer o trabalho da liderança. Embora menos frequente que o assédio descendente, o assédio ascendente está relacionado a fatores como resistência a novas lideranças, preconceitos de gênero, etarismo e disputas de poder dentro das organizações. A publicação da Comissão também destaca a importância de diferenciar o assédio moral de divergências naturais do ambiente de trabalho | Foto: Divulgação/CGDF É fundamental saber identificar esses comportamentos para garantir a devida proteção e encaminhar denúncias. A publicação da Comissão também destaca a importância de diferenciar o assédio moral de divergências naturais do ambiente de trabalho. Discussões pontuais, cobranças legítimas por metas e feedbacks construtivos, os chamados "atos de gestão", desde que realizados com respeito, não configuram assédio. O assédio somente se caracteriza quando evolui para situações frequentes de humilhação, isolamento deliberado ou tentativas sistemáticas de desestabilizar o profissional e comprometer a execução de seu trabalho. O Governo do Distrito Federal disponibiliza diversos canais seguros e preparados para receber as denúncias: Ouvidoria dos órgãos e das entidades do GDF — pode ser em qualquer ouvidoria; Site participa.df.gov.br; Telefone 162 (canal gratuito); Os canais estão disponíveis para servidores, colaboradores, estagiários e para a população em geral. O mais importante é que o relato seja feito com o máximo de detalhes possível, como nome de pessoas que presenciaram, datas, locais, nome do assediador, órgão e unidade e demais informações que ajudem em uma possível investigação. *Com informações da Controladoria-Geral do DF
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GDF orienta servidores a registrar situações de assédio para fortalecer denúncias
No Dia Nacional de Combate ao Assédio, celebrado neste 2 de maio, o Governo do Distrito Federal reforça ações de prevenção no serviço público e orienta servidores sobre como reconhecer, registrar e denunciar situações no ambiente de trabalho. Entre as ferramentas destacadas está o diário de bordo, um recurso simples que ajuda vítimas a organizar informações e fortalecer possíveis denúncias. Disponível no Guia de Combate ao Assédio, elaborado pela Comissão Especial de Prevenção e Combate ao Assédio do DF, o diário funciona como um registro pessoal e contínuo das situações vividas no ambiente de trabalho. Arte: CGDF Na prática, é um espaço para anotar, de forma detalhada e cronológica, episódios de constrangimento, pressão ou desrespeito. O registro ajuda a organizar a memória, dar clareza ao que está sendo vivido e reunir informações que podem ser importantes em uma eventual apuração. “É uma ferramenta simples, mas extremamente estratégica para quem ainda tem dúvidas sobre estar vivenciando assédio ou um conflito no trabalho”, explica a presidente da comissão, Michelle Heringer. “Ao registrar data, local, o que aconteceu, quem estava presente e os impactos, inclusive os emocionais, a pessoa constrói um relato consistente e ganha mais segurança para decidir os próximos passos.” [LEIA_TAMBEM]Além de contribuir como possível meio de prova, o diário também funciona como apoio emocional, especialmente para quem ainda não se sente pronto para formalizar uma denúncia. Como denunciar O GDF disponibiliza canais para registro de denúncias de forma segura: Pelo site Participa DF Pelo telefone 162 (gratuito) Presencialmente nas ouvidorias dos órgãos Os canais estão disponíveis para servidores, estagiários, colaboradores e também para a população em geral. O diário de bordo está disponível no Guia de Combate ao Assédio; a ferramenta deve ser usada para registro pessoal e contínuo das situações vividas no ambiente de trabalho | Foto: Divulgação/CGDF Prevenção e informação Além dos canais de denúncia, o governo tem ampliado ações educativas. Um dos destaques é o projeto Vozes Anônimas contra o Assédio, que apresenta histórias reais baseadas em relatos anônimos para ajudar outras pessoas a identificar situações de abuso no ambiente de trabalho. A iniciativa busca romper o silêncio e mostrar que comportamentos muitas vezes naturalizados podem, na prática, configurar assédio. A política também inclui a atualização do decreto que regulamenta a atuação da Comissão de Combate e Prevenção ao Assédio, que monitora investigações e atua na orientação de gestores e equipes. A estratégia é clara: mais do que punir, o foco é prevenir, informar e garantir que quem precise de ajuda saiba exatamente onde buscar apoio. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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Guia do GDF ajuda a diferenciar atos de gestão e situações de assédio no ambiente de trabalho
Entender a diferença entre cobrar resultados e assediar é fundamental para um ambiente de trabalho respeitoso. Para orientar servidores e colaboradores sobre esse limite, o Governo do Distrito Federal possui um guia de prevenção e combate ao assédio atualizado, com acesso online, que traz definições claras, exemplos práticos e orientações sobre como agir diante dessas situações. Guia de combate ao assédio do GDF traz definições claras, exemplos práticos e orientações sobre como agir diante dessas situações | Foto: Divulgação/CGDF O que são atos de gestão? A especialista no tema e presidente da Comissão de Combate e Prevenção ao Assédio do DF, Michelle Heringer, explica: “São decisões do dia a dia tomadas por quem lidera equipes para garantir que o trabalho funcione. Isso inclui organizar atividades, definir metas, orientar servidores e, quando necessário, aplicar medidas disciplinares. No setor público, essas decisões devem seguir regras como legalidade, transparência, imparcialidade e eficiência, já que impactam diretamente as pessoas e a confiança na instituição”. Ou seja, situações e tarefas que fazem parte da rotina administrativa incluem ações como organizar equipes, distribuir tarefas, cobrar resultados, realizar avaliações de desempenho e fazer críticas construtivas. Essas práticas são necessárias para assegurar o bom funcionamento dos serviços públicos e não configuram assédio quando realizadas com respeito e dentro dos limites profissionais. Divergências profissionais, cobranças e debates fazem parte do cotidiano laboral. Entretanto, quando o respeito é ultrapassado e surgem ofensas, intimidações ou perseguições, necessário buscar apoio e registrar denúncia O problema surge quando essas ações ultrapassam o campo profissional e passam a expor trabalhadores a situações humilhantes, constrangedoras ou abusivas, de forma repetitiva ou intencional. Nesses casos, pode-se caracterizar o assédio, que pode ocorrer de diferentes formas. A presidente da comissão relata um caso que acompanhou, em que um chefe foi acusado de assédio moral: “O chefe promoveu uma reestruturação dentro de sua equipe, organizou as tarefas, estabeleceu metas e passou a cobrar o cumprimento de prazos. Parte da equipe, que não estava habituada com esse nível de organização e responsabilidade, interpretou a mudança como perseguição”. Michelle Heringer concluiu que, após a análise da situação, ficou evidente que não havia humilhação ou exposição vexatória, mas um ato legítimo de gestão. O assédio moral envolve práticas reiteradas que expõem a vítima a constrangimentos e humilhações, causando danos psicológicos e afetando sua vida pessoal e profissional. Já o assédio sexual ocorre quando há gestos, palavras ou condutas de cunho sexual dirigidas à vítima sem consentimento. O guia também aborda o chamado assédio institucional, quando métodos de gestão baseados em medo excessivo, pressão extrema ou estímulo à competição predatória prejudicam o ambiente de trabalho. O material destaca ainda que divergências profissionais, cobranças e debates fazem parte do cotidiano laboral. Entretanto, quando o respeito é ultrapassado e surgem ofensas, intimidações ou perseguições, é necessário buscar apoio e registrar denúncia. [LEIA_TAMBEM]O conteúdo integra o Guia de Combate ao Assédio do Governo do Distrito Federal, elaborado pela Comissão de Prevenção e Combate ao Assédio (CPCA), presidida pela Controladoria-Geral do DF. O objetivo é informar e orientar servidores, estagiários, colaboradores e a população sobre como reconhecer e enfrentar situações de assédio, contribuindo para ambientes de trabalho mais seguros e respeitosos. O Governo do Distrito Federal disponibiliza diversos canais seguros e preparados para receber denúncias: · Ouvidorias dos órgãos e entidades do GDF: todo órgão público tem uma ouvidoria; · Pelo site ParticipaDF; · Pelo telefone 162 (ligação gratuita); · De forma presencial, nas unidades da ouvidoria. É importante destacar que o canal também pode ser utilizado por servidores, colaboradores e estagiários, além da população em geral. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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CGDF firma cooperação com São Paulo para uso de sistema de auditoria desenvolvido na capital federal
A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) e a Controladoria-Geral do Município de São Paulo (CGM-SP) firmaram um termo de cooperação técnica para a cessão do código-fonte do Sistema de Gestão de Auditorias do Distrito Federal (Saeweb). A iniciativa fortalece o intercâmbio entre órgãos de controle e amplia o uso de soluções tecnológicas desenvolvidas no setor público para qualificar auditorias e ações de controle interno. O acordo prevê a transferência do código-fonte do Saeweb, sistema criado pela CGDF para o gerenciamento de auditorias, que passará a ser utilizado pela controladoria paulistana conforme plano de trabalho previamente definido. A parceria segue as diretrizes da legislação vigente, especialmente as normas de proteção de dados pessoais e de acesso à informação. Coorperação foi firmada entre Daniel Falcão (à esquerda), controlador-geral do município de São Paulo, e Daniel Lima, controlador-geral do Distrito Federal | Foto: Divulgação/CGDF Para o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, a cooperação fortalece o controle público por meio da colaboração entre entes federativos. “O compartilhamento do Saeweb demonstra que a inovação desenvolvida no setor público pode — e deve — ser reaproveitada. Essa cooperação reforça a eficiência da administração, evita retrabalho e fortalece o controle interno, sempre com foco na integridade e no interesse público”, destacou. Com a cooperação, a CGDF disponibiliza à CGM-SP a versão mais atualizada do sistema, além de documentação técnica e um guia para configuração e instalação. A medida consolida o Distrito Federal como referência no desenvolvimento de ferramentas voltadas à modernização do controle interno e da gestão pública. [LEIA_TAMBEM]À Controladoria-Geral do Município de São Paulo caberá a implantação do sistema, a capacitação das equipes técnicas e o suporte aos usuários internos. O uso do Saeweb será exclusivo para fins institucionais, sendo vedada qualquer forma de comercialização, cessão ou transferência do código-fonte a terceiros. O termo não prevê repasse de recursos financeiros entre as instituições. Cada órgão arcará com os custos necessários à execução das ações sob sua responsabilidade, em regime de cooperação mútua. Também não há cessão de servidores, mantendo-se inalterada a vinculação funcional dos profissionais envolvidos. A cooperação entre o Distrito Federal e o município de São Paulo reforça a adoção de soluções colaborativas no setor público, estimula o reaproveitamento de tecnologias já desenvolvidas e contribui para o aprimoramento dos mecanismos de auditoria e controle. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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Governança no DF ganha força com integração entre órgãos
A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) realizou, na quinta-feira (26), a 6ª Reunião dos Comitês Internos de Governança Pública do Distrito Federal, no auditório do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). O encontro reuniu 104 representantes dos comitês dos órgãos do Distrito Federal, consolidando-se como um importante espaço de comunicação em rede e de fortalecimento da governança. O subcontrolador interino de Governança e Compliance da CGDF, Alisson Melo, destacou a importância da reunião: “É um espaço fundamental para o alinhamento de diretrizes entre órgãos e entidades do Distrito Federal no âmbito da política de governança”. A 6ª Reunião dos Comitês Internos de Governança Pública do Distrito Federal reuniu 104 representantes dos comitês dos órgãos do DF | Foto: Divulgação/CGDF Durante a programação, o coordenador de Auditoria de Riscos e Integridade da CGDF, Robson Lopes, apresentou o Plano Operacional das Ações de Controle (Poac). Também foram apresentados os resultados da auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), em 2025, sobre o tema. Na ocasião, foi destacada a Resolução Cgov nº 15/2026, que estabelece orientações e institui rotina de acompanhamento para o fortalecimento da gestão de riscos nos órgãos e entidades do Poder Executivo do Distrito Federal. Durante o evento, foi apresentado o Modelo Distrital de Maturidade em Governança Pública (MDM), atualmente em desenvolvimento por grupo de trabalho designado pelo Conselho de Governança Pública. O modelo consiste em uma ferramenta de autoavaliação que permitirá aos órgãos da administração direta, autárquica e fundacional identificar seu grau de maturidade nas dimensões Ambiental (A), Social (S) e Governança (G), com base nas práticas previstas no Modelo de Governança Pública do DF. [LEIA_TAMBEM]O MDM não tem como finalidade promover ranking entre os órgãos do GDF, pois cada instituição terá acesso apenas à sua própria nota, enquanto os dados agregados serão utilizados pelo Conselho de Governança Pública para a definição de diretrizes que incentivem o avanço da maturidade em governança. “O objetivo é mapear o estágio atual de cada órgão em relação aos mecanismos e práticas de governança e sustentabilidade, bem como identificar oportunidades de aprimoramento, gerando um diagnóstico institucional”, destacou a coordenadora de Governança da CGDF, Barbara Maciel. A reunião contou também com a presença do secretário-executivo Alecxandro Pinho Carreiro, da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), que aderiu recentemente ao Modelo de Governança Pública do DF, por meio de consultoria realizada pela Subcontroladoria de Governança e Compliance da CGDF, evidenciando o compromisso com o fortalecimento das boas práticas de governança pública no Distrito Federal. O encontro ajudou a alinhar ações entre os órgãos e a dar mais clareza aos próximos passos da governança no DF. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)
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