Programa de residência médica oferece 570 vagas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Médicos interessados em ingressar em um dos programas de residência médica mais disputados do país, vinculados à Secretaria de Estado de Saúde (SES-DF), poderão concorrer a uma das 570 vagas oferecidas pelo processo seletivo, divulgado recentemente no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), é a instituição formadora responsável pelos programas, que são custeados pela SES-DF. As inscrições poderão ser realizadas exclusivamente pelo site do Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades), banca organizadora do certame, entre 1º de outubro e 18 de novembro. Os programas têm como objetivo formar médicos especialistas para futura inserção no Sistema Único de Saúde (SUS). A formação busca desenvolver conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários ao exercício profissional nas diferentes especialidades. O programa têm como objetivo formar médicos especialistas para futura inserção no Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Jonathan Cantarelle/Agência Saúde Os profissionais selecionados atuarão em hospitais, unidades de atenção primária e outros cenários de prática da SES-DF e receberão uma bolsa-residência. A taxa de inscrição é de R$ 120, e os candidatos que se enquadrem nas condições previstas pela Resolução CNRM nº 7, de 20 de outubro de 2010, poderão solicitar a isenção do pagamento, observando os procedimentos e prazos definidos no edital. Etapas A seleção será realizada em duas fases. A primeira consiste em uma prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório. A aplicação está prevista para 12 de dezembro, e o resultado da primeira fase deve ser divulgado em 7 de janeiro de 2027, conforme o cronograma previsto. A segunda fase está relacionada à escolha da Comissão de Residência Médica (Coreme), correspondente ao cenário de ensino no qual será cumprida a maior parte da carga horária das atividades do programa. Reserva de vagas O edital estabelece políticas de reserva de vagas para diferentes grupos. Estão previstos 20% para pessoas com deficiência, nos termos da legislação distrital; 20% para pessoas negras, observados os critérios e quantitativos estabelecidos; e 10% para candidatos comprovadamente hipossuficientes, também de acordo com as condições previstas na legislação e no edital. As regras de aplicação das reservas, assim como os requisitos para participação no processo seletivo, devem ser observadas pelos candidatos no momento da inscrição. Os interessados em concorrer a uma das vagas devem ficar atentos às informações disponibilizadas no edital e seguir as orientações descritas. *Com informações da Fepecs
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Curso de enfermagem da Escs promove mais uma edição do SUS Junino
Docentes e estudantes do curso de enfermagem da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) participaram, nesta quarta-feira (10), de mais uma edição do SUS Junino, evento que foi criado em 2011 e se tornou uma tradição institucional. Aliando promoção da saúde à temática de festa junina, os organizadores criaram um ambiente de descontração em meio a oficinas que tratam sobre as políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS), além de discutir temas atuais e que foram estudados durante o semestre. Amadurecido ao longo dos anos, o encontro — que, no início, contemplava apenas estudantes da 1ª série do curso — agora abrange todas as turmas, o que propicia diversidade de conhecimento, saberes e experiências, tal qual as populares festividades juninas. A docente do curso e uma das organizadoras do evento, Maria Aureni, explica que a escolha da data é proposital: “A gente entende a festa junina como uma grande festa popular, e o SUS como uma política pública e diversa em que se trabalha o compartilhar”. Para ela, que é nordestina, mas vive em Brasília, “o SUS visa a implementação da política de equidade”, e este ano, o grupo de estudantes que Aureni coordena vai apresentar a temática de acolhimento no alojamento conjunto e centro obstétrico. “A gente traz uma abordagem bem ampla, de acolhimento à mulher negra, migrante, indígena, com um olhar integral à mulher”. Além disso, também foram tratados temas como história e conquistas das mulheres, maternidade segura, biossegurança, manejo de resíduos, segurança e administração de medicamentos, classificação de riscos na Atenção Primária, vigilância em saúde, entre outros. Aliando promoção da saúde à temática de festa junina, os organizadores criaram um ambiente de descontração em meio a oficinas que tratam sobre as políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o SUS Junino, os estudantes também trabalharam a gestão de tempo, organização, desempenho e coletividade, tudo isso sob o olhar atento dos docentes que avaliam as apresentações. O evento marca o final do semestre e é uma chance de assimilar tudo aquilo que foi estudado e aprendido nos últimos meses. “Aqui, a gente consegue trazer esse arquétipo cultural no final do semestre e a importância de trabalhar culturalmente o conhecimento que venha a favorecer o aprendizado desse estudante”, afirma Aureni. Sabores e saberes O SUS Junino começa a ser formulado bem antes da data do evento, com reuniões presenciais e virtuais entre docentes e estudantes, em que são definidos os temas e formato das apresentações. “O estudante tem toda autonomia para escolher qual dinâmica vai utilizar para apresentar o tema, além da parte de organização e ornamentação”, conta a docente. Este ano é a primeira vez que o evento está sendo realizado no novo campus do curso, em Ceilândia. Pedagogicamente aprimorado, o SUS Junino conta com a avaliação dos docentes e também dos estudantes, que podem opinar na apresentação dos colegas. “Nosso evento é muito democrático e dinâmico”, avalia Aureni. Durante o dia de atividades, os alunos aprendem, ensinam e se deliciam com os sabores típicos dessa época do ano, aproveitando a oportunidade para arrecadar fundos para sua formatura. A ocasião também propicia aos estudantes o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de competências específicas de comunicação, cooperação, colaboração, ética, liderança e respeito. Ao descrever o SUS Junino, Maria Aureni diz que “representa um momento de descontração, que incentiva troca de saberes e sabores com a comunidade acadêmica, além de promover uma discussão e aprofundamento teórico mais refinado que cada disciplina trabalha ao longo do semestre”. *Com informações da Fepecs
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Abertas inscrições para curso online sobre transfusão de hemocomponentes
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), em parceria com a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), está com inscrições abertas para a terceira turma do curso online “Transfusão de Hemocomponentes: da Captação à Hemovigilância”. A capacitação atende ao que estabelece a Portaria SES/DF nº 54, de 14 de abril de 2011, que regulamenta o Sistema de Sangue, Componentes e Hemoderivados (SSCH) no âmbito da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As inscrições para a terceira turma foram abertas em 5 de janeiro e seguem até 15 de junho — o prazo para conclusão do curso vai até 30 de junho de 2026. Os interessados podem se inscrever diretamente por este link. O curso online sobre transfusão de hemocomponentes é voltado para profissionais da rede pública de saúde do DF | Foto: Divulgação/Hemocentro A iniciativa integra as competências institucionais da FHB de capacitar e treinar, de forma continuada, os profissionais que atuam na área de hemoterapia nos serviços públicos do Distrito Federal. O curso tem como foco padronizar condutas, atualizar conhecimentos e reforçar a segurança transfusional na rede pública. O objetivo é capacitar os profissionais de saúde quanto às orientações gerais e específicas da hemoterapia, conforme as diretrizes do gestor do SSCH, a Fundação Hemocentro de Brasília. A formação também busca sensibilizar e atualizar a equipe assistencial, contribuindo para a segurança do paciente, o uso racional de hemocomponentes e a redução de riscos associados à transfusão. O público-alvo são profissionais da área da saúde que atuam em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública do DF. O curso é oferecido na modalidade online e assíncrona, permitindo que o participante organize seus próprios horários de estudo. O acesso ocorre por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (AVA-ESPDF), com conteúdos apresentados em slides, videoaulas e materiais de leitura. [LEIA_TAMBEM]A carga horária total é de 40 horas. Para obter o certificado, o participante deverá: · Realizar 100% das atividades propostas; · Alcançar, no mínimo, 70% de acertos no questionário final de avaliação dos conhecimentos hemoterápicos; · Responder ao questionário de satisfação sobre o curso. Entre os principais temas abordados estão: · Introdução à hemoterapia; · Captação intra-hospitalar de doadores; · Produção e distribuição de hemocomponentes; · Patient Blood Management (PBM); · Indicação de hemocomponentes; · Testes pré-transfusionais; · Preparo, monitoramento e finalização da transfusão; · Reações transfusionais. Os recursos educacionais incluem aulas gravadas, estudos de casos clínicos hipotéticos, materiais de leitura, exercícios de fixação e fórum para esclarecimento de dúvidas. A capacitação é uma oportunidade prática de atualização profissional e funciona como um manual digital de bolso: o conteúdo permanece disponível para consulta sempre que surgir uma dúvida no dia a dia assistencial. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)
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Escola Superior de Ciências da Saúde é premiada em congressos de iniciação científica
A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) conquistou um importante reconhecimento no 31º Congresso de Iniciação Científica da Universidade de Brasília (UnB) e no 22º Congresso de Iniciação Científica do Distrito Federal, com a premiação do trabalho “Mapeamento geoespacial municipal de domicílios do Cadastro Único sem acesso adequado ao saneamento básico”, desenvolvido pela docente e orientadora Vanessa Viana Cardoso e pela discente Sarah Margittay — bolsista do Programa de Iniciação Científica – Ações Afirmativas (PIC/AF), da 4ª série do curso de medicina. O estudo, baseado em uma das maiores bases de dados sociais do país, analisou mais de 40 milhões de famílias brasileiras e identificou os municípios com maior risco sanitário. A partir desse conjunto de dados, a dupla elaborou mapas capazes de apontar localidades onde a falta de saneamento domiciliar coloca famílias em situação de vulnerabilidade sanitária. A discente explica que a pesquisa partiu de uma premissa fundamental: a ausência de saneamento básico adequado aumenta significativamente a exposição a doenças relacionadas a agravos ambientais. Para compreender a dimensão do problema, o trabalho utilizou métodos estatísticos de análise espacial, construindo mapas detalhados que evidenciam os territórios mais vulneráveis. Vanessa Viana Cardoso e Sarah Margittay foram premiadas no 31º Congresso de Iniciação Científica da Universidade de Brasília e no 22º Congresso de Iniciação Científica do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Fepecs Política institucional de formação científica A conquista destaca o papel estruturante do PIC/Pibic da Escs, que promove a inserção dos estudantes na metodologia científica, fomenta a produção acadêmica e incentiva a criação de equipes de pesquisa qualificadas. O programa conta com diferentes modalidades de bolsas: PIC/Fepecs, PIC-AF/Fepecs, Pibic/CNPq e Pibic-Af/CNPq, incluindo ações afirmativas destinadas a estudantes que ingressam na Escs por meio do sistema de cotas. A discente ressalta que o reconhecimento nos congressos fortalece o trabalho acadêmico e social do projeto desenvolvido. Para Sarah, ser premiada reforça o valor do esforço científico ao longo da construção do estudo. “É muito bom ter o trabalho reconhecido, pois isso mostra que estamos no caminho certo e que o que produzimos realmente tem relevância”, afirma. O projeto terá continuidade em 2026, com a investigação das Doenças Relacionadas ao Saneamento Inadequado (DRSAI), aprofundando os impactos achados e ampliando sua contribuição para políticas públicas de saúde. [LEIA_TAMBEM]A orientadora do projeto afirma que “a premiação destaca a relevância social e científica da investigação produzida na Escs e reforça o compromisso institucional com a formação dos futuros profissionais da saúde e jovens pesquisadores, em consonância com o reconhecimento dado pelos congressos aos melhores trabalhos apresentados”. Impacto institucional O resultado obtido pela Escs evidencia o empenho com a pesquisa científica e com a formação de profissionais críticos, investigativos e alinhados às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, participaram 230 estudantes da Escs, dos cursos de enfermagem e medicina, com a apresentação de 156 trabalhos, que receberam 38 menções honrosas e oito indicações para premiação. O PIC/Pibic consolida-se, assim, como um pilar regulatório e estratégico da escola, estruturando políticas de pesquisa, fortalecendo a cultura científica e ampliando o protagonismo dos estudantes nos cenários acadêmico e social. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Fepecs celebra Dia do Servidor com foco na saúde mental
A diretoria da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), em parceria com as agentes de qualidade de vida, promoveu nesta terça-feira (4) um dia de comemoração para os servidores da entidade. O evento, que teve início com um café da manhã, reuniu cerca de cem pessoas no auditório da instituição para uma série de atividades voltadas à saúde física e mental. “O evento foi pensado com muito carinho e cada detalhe é uma devolutiva para tudo que vocês, servidores, entregam aqui”, afirmou a diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes. Convidado para o evento, o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio do Nascimento, afirmou que “os servidores devem aproveitar esses momentos que a gestão propicia para desacelerar e interagir com os pares”. Segundo ele, o ano de 2026 será voltado à saúde mental e ao bem-estar do servidor, pois “o governo está atento a essa necessidade de cuidado”. A Fepecs comemorou o Dia do Servidor nesta terça (4) com palestras e atividades educativas | Foto: Divulgação/Fepecs Atividades e palestras A primeira atividade do dia ficou por conta do servidor Renato Gomes, que atua na academia do Buriti. Estimulando a prática do exercício físico, ele conduziu uma sessão de alongamento, com dicas que podem ser aplicadas durante o expediente, entre uma reunião e outra. Após a sessão, convidou os servidores a se inscreverem na academia, que oferece diversas atividades, de musculação a aulas de lutas e defesa pessoal. [LEIA_TAMBEM]Em seguida, a psicóloga Heloísa Cunha falou sobre inteligência emocional e apresentou os pilares do tema: autoconsciência, autorregulação, empatia e habilidades sociais. “Habilidade é prática, então quanto mais eu pratico, mais habilidoso eu fico, e isso se aplica a todas as áreas, inclusive à inteligência emocional”, ensinou. A profissional também conduziu um exercício para acessar estados emocionais positivos e destacou “a necessidade de respirar sempre que estiver prestes a perder o controle”. A última palestra da manhã foi ministrada pela psicóloga Jacqueline Ferraz, que abordou o tema Saúde mental: estratégias preventivas e cuidados especializados. Servidora do GDF, ela destacou a importância do tema no ambiente de trabalho e ressaltou que “é preciso qualificar o processo de realização da tarefa e não apenas o resultado final”. Também apresentou vídeos com relatos de pessoas com depressão, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e outros transtornos ligados à saúde mental, reforçando a importância de saber como e quando pedir ajuda. O período da tarde foi dedicado aos cuidados físicos, com atividades de podologia, massagem, aferição de pressão, medição de glicose, atendimento de enfermagem e acompanhamento de um profissional de educação física, oferecidos pelo Clube da Saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Laboratório de Simulação Realística é inaugurado na Escola Superior de Ciências da Saúde
Agência Brasília · LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO REALÍSTICA É INAUGURADO NA ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE O Laboratório de Simulação Realística (LSR) da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) foi inaugurado nesta quinta-feira (18). Reformado e equipado com recursos da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e da Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), o espaço conta com cinco ambientes: duas salas de debriefing, uma sala de comando e duas salas de procedimento, além de quatro modelos anatômicos de alta fidelidade — paciente adulto, gestante, criança e bebê. “A educação é a mola de transformação de tudo, pois não teremos um país onde as pessoas se respeitam, respeitam a democracia, respeitam as divergências e as diferenças se não houver um olhar especial para a educação”, apontou a vice-governadora do DF, Celina Leão. A Escs inaugurou seu novo Laboratório de Simulação Realística (LSR) nesta quinta (18) | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes destacou o longo caminho até a concretização do novo laboratório. “Agradecemos o trabalho e dedicação de todos que contribuíram para essa entrega, que é para a Fepecs, para a Escs, para a Secretaria de Saúde e para o SUS”, disse. À frente da Escs, a diretora Viviane Peterle ressaltou a dedicação dos profissionais e os bons resultados da instituição ao longo do tempo. “Nosso objetivo é evidenciar o trabalho realizado, assim como a potencialidade e os recursos que a Escs dispõe, mas também queremos abrir um diálogo para apresentar nossas evidências e mostrar que podemos fazer mais”, comentou. “A metodologia adotada pela Escola é de caráter inovador no cenário nacional, referência para os novos cursos de medicina no Distrito Federal e em outras regiões do país. Os resultados obtidos confirmam essa qualidade, refletindo-se no desempenho da instituição com os melhores resultados apresentados no Enade em vários anos”. [LEIA_TAMBEM]A reitora pro tempore da UnDF, Simone Benk, ressaltou o trabalho conjunto como fundamental para a idealização do laboratório: “O governo atual colocou pessoas diferentes para trabalhar juntas e isso é muito bom, pois o que vemos aqui hoje é fruto de anos de trabalho, um sonho plantado dentro da Secretaria de Saúde e que culmina na Universidade do Distrito Federal”. A reitora afirmou ainda que “a compra desses equipamentos só foi possível porque foi feita com muita parceria entre as instituições que querem transformar a realidade por meio de políticas públicas”. Presente ao evento, o secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, definiu o laboratório de simulação realística como “uma ferramenta de extrema importância, tendo em vista que a evolução da saúde vem com o advento de novas tecnologias”. Médico de formação, o secretário reiterou: “A partir do momento que o estudante tem condição de treinar e esgotar as condições clínicas através de um simulador, nós temos condições de, na prática, reduzir números de intercorrências e eventos adversos”. O novo laboratório conta com cinco ambientes: duas salas de debriefing, uma sala de comando e duas salas de procedimento Novo auditório da Fepecs Ao final da cerimônia, foi feito o descerramento da placa de inauguração do auditório da Fepecs, que passou por uma reforma completa. O espaço recebeu nova pintura, banheiros reformados, hall de entrada renovado, instalação de porta corta-fogo, corrimãos, aparelhos de ar-condicionado, moderno sistema de áudio e vídeo, além da substituição dos carpetes. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Sancionada lei que cria bolsa complementar para residentes de medicina de família e comunidade
Agência Brasília · (20) 23-06-2025 - SANCIONADA LEI QUE CRIA BOLSA COMPLEMENTAR PARA RESIDENTES DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sancionou no dia 17 de junho a lei que cria uma bolsa complementar para residentes em medicina com especialização em medicina de família e comunidade. O Programa de Bolsa Complementar de Estudo e Pesquisa para Residentes de Medicina de Família e Comunidade (Promed) foi idealizado pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), por meio da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF). A iniciativa funciona como estratégia educacional para formar profissionais na área, qualificando a assistência na Atenção Primária, além de reduzir a ociosidade das vagas de residência, antes nem sempre preenchidas. Também visa favorecer a inserção desses médicos no Sistema Único de Saúde (SUS-DF). O valor da bolsa será de R$ 7.536, pagos durante os dois anos de residência, de forma complementar à bolsa federal. O número de vagas será definido anualmente, conforme a disponibilidade orçamentária e os editais dos processos seletivos. O Promed vai oferecer bolsas de R$ 7.536 a residentes de medicina de família e comunidade | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde “Por meio do Promed, o Governo do Distrito Federal busca valorizar os residentes de medicina de família e comunidade e de outras especialidades prioritárias para o Sistema Único de Saúde local”, afirma a coordenadora de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Extensão da ESP-DF, Vanessa Campos. “Atualmente, temos o maior programa de residência em medicina de família e comunidade do Centro-Oeste e o quarto maior do Brasil, com 100 residentes.” Com o incentivo da bolsa, as unidades básicas de saúde (UBSs) passaram a atuar também como espaços de formação de especialistas em atenção primária, sendo denominadas Unidades Básicas de Saúde Escola. Entre 2021 e 2023, a cobertura da atenção primária no DF passou de 43% para 67,83% – um aumento de 25 pontos percentuais. Esse avanço reforça a importância dos residentes qualificação da rede pública de saúde, especialmente na melhoria dos serviços prestados à população. [LEIA_TAMBEM]A criação do Promed representa mais um passo na valorização da formação médica voltada às necessidades do SUS e no fortalecimento da rede pública. A expectativa é ampliar a capacidade de atendimento nas UBSs e contribuir para a fixação de profissionais em regiões com maior vulnerabilidade social. Sobre os programas Regulamentada pela Lei nº 6.932/1981, a residência médica no DF é considerada o padrão-ouro da pós-graduação lato sensu e uma referência na formação de especialistas. Um dos principais objetivos do programa é capacitar médicos para atuar no SUS. Após a especialização, muitos ingressam na Secretaria de Saúde (SES-DF), fortalecendo a rede pública. Além das competências técnicas, a residência incentiva o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores fundamentais à prática profissional, preparando os médicos para os desafios da saúde pública. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Jornada científica no DF discute desafios e avanços na reabilitação física e cognitiva
A Residência Multiprofissional em Reabilitação Física e Cognitiva da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESPDF) promoveu, nesta quinta-feira (5), a primeira edição da jornada científica do programa. Com foco nos avanços e desafios do tema no Sistema Único de Saúde (SUS), o evento ocorreu no auditório da Fundação Hemocentro de Brasília e trouxe uma programação interdisciplinar, reunindo profissionais das áreas de enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, fisiatria, neuropsicologia, nutrição, psicologia, serviço social e terapia ocupacional. A jornada contou com a participação de cerca de 80 participantes, entre estudantes, residentes e profissionais de saúde, e teve como objetivo o debate dos avanços tecnológicos na área, desafios no atendimento a pessoas com deficiência e as melhores práticas na área de reabilitação física e cognitiva no DF. A jornada contou com a participação de cerca de 80 participantes, entre estudantes, residentes e profissionais de saúde | Foto: Divulgação/Fepecs A programação incluiu palestras, mesas-redondas, workshop prático e apresentações científicas. Os participantes puderam adquirir e aprimorar seus conhecimentos em temas que abordam a relevância do capital humano do SUS e a valorização do papel das equipes multidisciplinares na reabilitação física e cognitiva, evidenciando a força estratégica de seus colaboradores e a importância de uma abordagem humanizada e interdisciplinar no cuidado aos pacientes. O encerramento contou com um quiz interativo e entrega de prêmios. A coordenadora do programa de Residência Multiprofissional em Reabilitação Física e Cognitiva, Flávia Martins von Glehn, destaca que a jornada contou com a participação de profissionais de referência na área de reabilitação e que o evento “reafirma o compromisso do SUS com a capacitação, a inovação, a inclusão e a excelência no cuidado à saúde”. Ela lembra, ainda, que essa é a primeira turma do programa de residência e que o empenho dos residentes fez toda a diferença para o sucesso do evento. Sobre o programa de residência A residência multiprofissional em reabilitação física e cognitiva tem o objetivo de capacitar profissionais da área da saúde para atuar na área, abrangendo as atividades de assistência, ensino, pesquisa e gestão, com uma abordagem interdisciplinar, alinhada à Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência e à Política Nacional de Humanização. O programa também visa desenvolver competências para uma atuação multiprofissional, por meio de treinamento prático e teórico que priorize a aprendizagem crítica, independente e a investigação científica. *Com informações da Fepecs
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